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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: O QUE NEM JESUS UNIU, O BOLSONARISMO CONSEGUIU! BRASIL TERRIVELMENTE EVANGÉLICO

🔴AULIVE: O QUE NEM JESUS UNIU, O BOLSONARISMO CONSEGUIU! BRASIL TERRIVELMENTE EVANGÉLICO

🔴AULIVE: O QUE NEM JESUS UNIU, O BOLSONARISMO CONSEGUIU! BRASIL TERRIVELMENTE EVANGÉLICO

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Legendas automáticas:

Com a devida vên aos nobres pares
desta igreja corte. [música]
Sou apenas um servo da Constituição
e de uma autoridade divinamente [música]
superior.
Obviamente,
[música]
nossa constituição
com profunda [canto]
[música] devoção.
É plano divino,
predestinação.
[música]
Jamais terei influência
de minha religião.
Qualquer pauta ou costume [música]
em minha atuação.
Qualquer [música] coincidência
é pura ilação.
Não tenho [música] preferências,
apenas intuição.
[música] Não sabem como é difícil
sofrer tanto deboche [música]
por ter sido escolhido pelo protagonista
do do filme [música] Dark.
Tervelmente [música][canto] evangélico,
o trabalho de juiz,
juiz da mais alta corte, [música]
mas não sou cidadão [canto]
daqui.
Incivelmente [música] evangélico,
o trabalho [canto] de juiz,
juiz [música] da mais alta corte,
mas não sou cidadão daqui.
>> Eu sou cidadão do céu. [música]
Amém. [música]
>> [música]
>> Usuário de terno,
sempre arrumado, [música]
engravatado
como um juiz,
mas [música] também como pastor,
como orador. [música]
Vasco de Vasco celos. Encontro roupa bem
feliz. [música]
Oh, voto terrivelmente técnico, saber
profundo,
preparando [música] o terreno para
salvar o mundo.
7 de setembro peço oração
para ter apoio [música]
da igreja e de todo o irmão
preocupado com a nação [música]
e com alguma interferência
no resultado
da eleição.
Terivelmente [música][canto]
evangélico
o trabalho de juiz.
>> [música]
>> juiz da mais alta corte,
mas não sou [música] cidadão daqui.
Terivelmente [música]
evangélico,
o trabalho de juiz,
juiz da [música] mais alta corte,
mas não sou cidadão daqui. [música] Eu
sou cidadão do céu.
[música]
Amém.
Bíblia
em uma [música][canto] mão,
na outra constituição,
Bíblia [música]
em uma [canto] mão.
Na outra Constituição, [música]
Bíblia
em uma mão, [música]
na outra constituição,
Bíblíblia
em uma [música] mão
na outra constituição. Oh.
O julgamento no Supremo Tribunal Federal
terminou 4 a tr em favor de se julgar
separadamente mútuas as acusações entre
os ministros Alexandre de Moraes e André
Mendonça. Diante da incompreensão,
gritos e balbúrdia em alta, o ministro
Flávio Dino pediu vistas, ou seja,
interrupção do julgamento deste tema por
até 90 dias. de mais nada no julgamento
desta terça-feira no Supremo Tribunal
Federal uma aula magna do ministro
Flávio Dino sobre leis devido processo
legal sobre a extensão da corrupção e
sobre a hipocrisia monumental no país e
dentro do tribunal ao tratar do tema
corrupção. Detalhe com desde a véspera
nas manchetes ameaça do governo dos
Estados Unidos de novas sanções da lei
magnístic contra ministros do STF. O
ministro André Mendonça atirou para
dentro do STF a sucessão presidencial. A
arma usada foi o escândalo master, o
alvo visível Alexandre de Moraes. Sobre
o que e quem hoje falaremos mais
adiante. Outro alvo buscado e esse não
revelado, mas óbvio, o julgamento que
levou à prisão o ex-presidente Bolsonaro
e graduados militares pelo ensaio
golpista, tentativa golpista de 8 de
janeiro. Os alvos convergem e se tornam
explosivos para a sucessão presidencial
e para o STF em seus telhados. André
Mendonça alega ter sido espionado pela
Polícia Federal por ordem de Alexandre
de Moraes e por isso atirou de volta. Um
dos resultados as manchetes desta
terça-feira com vários dos ministros
atingidos. Os estilhaços chegaram às
manchetes sem que se saiba o que é fato,
o que é inferência, o que é boato, o que
é armação. Pode ser que sirva aos
propósitos desejados, mas manchetes
apontam a extensão dos feridos e
ferimentos. Vamos a algumas e alguns
deles, começando pelo próprio André
Mendonça, Polícia Federal faz operação
contra o deputado Sezinha de Madureira,
influente deputado evangélico
bolsonarista e aliado de André Mendonça.
Manchete: Diálogos de Vorcaro que citam
filhos e ministros vazam antes do
julgamento. Manchete: Novos diálogos com
Vorcaro envolvem Fux, Cásio e Mendonça
antes de sessão. Diálogos citam filho de
Nunes Marques e pagamento de 500.000.
Vorcaro e filho de Fuxs trocaram
mensagens por mais de um ano. Isso
esteve o dia inteiro na capa de todos os
grandes portais e mídias do Brasil,
incluindo detalhes, digamos, picantes. O
ministro André Mendonça está com o caso
do suposto filme de Flávio Bolsonaro
sobre o pai há quase dois meses. E as
investigações não andaram. Não se sabe a
destinação final de 12,3 milhões de
dólares. Isso permite ao candidato a
presidente Flávio Bolsonaro seguir
mentindo, dizendo ser dinheiro privado,
o que na verdade são milhões em dinheiro
público, milhões que pertencem a
pensionistas, a aposentados. Na sessão
desta terça-feira, o ministro Gilmar
Mendes vocalizou o que milhões do Brasil
pensam e se não sabem, intuem. Outros
milhões certamente discordam, assim como
milhões não sabem ou fingeram saber que
Flávio Bolsonaro tomou 12,3 milhões de
dólares do corrupto e corruptor
banqueiro vorc Banco Master.
>> Mas a deliberação do tribunal sobre
matéria da tamanha gravidade,
presidente, não pode ocorrer nos termos
ditados por alguém que [roncando] tem
desprezado qualquer senso de
colegialidade, muito menos em pleno
ciclo eleitoral. E o endereço é
evidente,
acachapante, extravagante.
Evidente que se trata de um pichuleco de
um boneco eleitoral.
É disso que nós estamos falando. É
evidente. É evidente.
E até as pedras sabem
que há um inequívoco viés político
eleitoral na forma como o tema foi
conduzido nos autos desta perte 1662.
Com toda sinceridade,
escolha de data, 7 de setembro, todo
esse cenário. Pessoas decentes não fazem
isso.
>> Não aponte o dedo para mim, ministro
Jilmar. Não aponte o dedo, não tá
falando com qualquer um. Respeite esse
tribunal.
>> Quem não se dá respeito não merece
respeito.
>> Fatos a 18 de março de 2000.
>> É, meus amigos, bom dia. [música]
Bom dia. Bom dia. Bom dia.
A que ponto chegamos, não é mesmo? O som
tá bom?
Como é que tá o som de vocês? Também
tando de pichule eleitorais aí.
Terrivelmente pichuleco, não é mesmo?
Ai, meus amigos, bom dia, bom dia, bom
dia. A que ponto chegamos? A que ponto
chegamos? A que ponto chegamos?
Cara, cara, cara, cara, cara, cara.
Disque do fazer watching.
Continua esperando. Estamos todo mundo
junto. Bom dia, bom dia. Bom dia, bom
dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Disquo
Igor aoba. Bom dia. Aoba oba. Igor Juan.
Bom dia. Querido esquerdos autorais diz.
Bom dia, excelentíssimos baristas. Bom
dia, excelentíssimo esquerdo dos
autorais.
Bem-vindo à nossa igreja e igreja baúde.
Fazia tempo que a gente não ouvia
balbúrdia, né? Baúdia é bom. É
referência. Bom dia, querido Felipe
Souza. Primeira pessoa santificada em
vida, beatificada pela igreja barista.
Felipe Souza, bom dia. E que nos deseja
um bom dia, egrégio tribunal barista.
Bom dia, minha gente. Ai, Gregia corte.
Ai, meu Deus do céu. Bom dia. E ele
disse: "Bob Fernandes é craque do
jornalista". Bob Fernandes é incrível e
esse resumo dele editorial aqui é tem 21
minutos, é excelente com resumo,
manchetes, apresentação de contexto e
uma análise incrível. Dito isso,
acompanhe nosso querido Bob.
E é bom, bom demais, bom demais. Esse
editorial ficou muito bom.
resume tudo, antecipa várias pautas que
a gente vai falar hoje, em especial
nosso querido Cezinha de Madureira,
pessoa incrível, é um personagem,
minha gente, Cezinha de Madureira é um
personagem que nós não estamos dando a
devida atenção a este homem,
pastor, szinha de madureira, irmão em
Cristo, ele é uma pessoa única. Nós
temos que dar valor para o que esse cara
conseguiu fazer. Assim, é incrível.
FPuleco, bom dia Edson a Carla. Aí minha
dúvida agora se é Edson, se é Edsona,
que seria um nome muito legal, se é
Edson na Carla ou se é o Edson na Carla.
Edson na Carla ou é Edson a Carla. Aí eu
f aí fica de Edson. É, é, é, nós tamos
junto. Gostei do seu nome, ele faz a
gente refletir bastante. Bom dia,
Pichuleco de escrito Felipe. [risadas]
Bom dia. Se você também é um pichuleco
eleitoral, apareça por aí. Fatos, fatos,
fatos, fatos, fatos, fatos.
Bom dia. Bom dia, bom dia. O som tá
ótimo. O som tá ótimo. O som tá ótimo.
Edson Carla é minha namorada. Excelente.
Excelente. Agora faz todo sentido.
Que bom, tudo bem. Tamos junto. Um
beijo, querido Edson.
Ai meu povo, eu tô impressionado.
Não tem dia que não seja eita atrás
deita e nossa atrás de nossa. E hoje já
antecipando aqui, explicando um
pouquinho nossa pauta,
pauta quente, a gente vai falar o
seguinte.
Czinha de Madureira, ecumenismo
conservador, né? essa reunião entre
diferentes denominações evangélicas que
sempre se odiaram e de repente estão
unidas
não só na manifestação, mas na
articulação
aparentemente corrupta e de influências
e tudo mais. A gente vai dar uma
olhadinha porque são peças incríveis que
estão se conectando e muita
jesucidência, né? Quem é crente dos anos
90 vai saber o que eu tô dizendo. Não é
coincidência, é jesucidência. E
aparentemente tem bastante jesucidência.
E aí a gente tem que fazer aqui a nossa
devida crítica esse ponto. A gente vai
passar pelo Cezinha, Cezinha de
Madureira, um personagem incrível, esse
ecumenismo conservador. E leremos
Carl Schmith.
Ele tem um livrinho que, na verdade são
dois, livro um e livro dois. livro um
publicado ali nos anos 30, 40, acho que
é anos 20, final dos anos 20, começo dos
anos 30, que é teologia política, que é
o primeiro, um livretinho, completinho
quase. E depois, nos anos 70, ele tentou
reavivar aí a importância de sua
discussão e fez o Teologia Política 2. E
a gente vai ler um trecho desse segundo
livro, mas faremos referência ao
primeiro. E o Car Schmi, que
aparentemente é muito adorado, né, por
parte da esquerda brasileira,
especialmente esquerda radical, não sei
por eu como comunista fico incrível e de
queixo caído com vocês admirados com
Carl Schmi, mas é um autor aí que é
terrivelmente
pichuleco. Ele é um cara problemático
assim e que os elementos que ele vai
trazer vão ajudar muito a gente a fazer
críticas ao que aconteceu ontem no STF,
assim, muito, muito mesmo. A gente vai
ler criticamente Car Schmith, não
apologeticamente, né? Nem para dizer
como disse o Vladimir Safatley, é que
dataavênia Vladimir Safatley soltou numa
entrevista com o Breno Altman, quando o
Altman pergunta sobre teóricos, né, que
ele aquele joguinho que o faz, eh,
quem é melhor, falando de tal, fã de
tal, fã de tal, fã de tal, fã de tal,
falando de tal. E aí o tim soltou no
meio das da sequência que contava com
Franzon, a Lenin Carmit e o o Safatle
disse:
"Ai, difícil, esse é aquele que fala a
verdade estando do outro lado". E esta
frase, meus amigos, positivando
ou trazendo afirmação de que Schmit fala
a verdade, estando do outro lado, ela é
muito problemática.
É uma normalização de um
canal
e de um perigo, um tiro pro nosso
próprio pé. Mas já já a gente vai falar
sobre isso. Nós leremos isso hoje. Mas
antes de nós darmos sequência aqui,
acabei de dar o nosso sumário do dia.
Sumário a depender do território. É uma
frase, uma expressão perigosa.
Dado o nosso sumário de hoje, dado nosso
sumário de hoje, se você não é inscrito
nesse canal, se inscreve no canal. O
nosso canalzinho é pequeno, mas com um
grupo fiel e resistente, especialmente
de membresia. E aí consegue ser membro,
membra membro membresia do nosso
canalzinho, porque é isso que mantém ele
funcionando. Apes as pessoas muito fiéis
e resistentes que aqui que estão nos
dando força a respeito disso e muito
apoio e nós ficamos totalmente
satisfeitos com isso. Então nos apoia,
vira membro, membro a membro. Quando
você vira membro, membro, membro,
membrezinho aqui do nosso canalzinho,
você tem acesso a conteúdos exclusivos
para você, para todas as outras pessoas
que também são membros, membras, membros
dizer do nosso canalzinho. Você ainda
pode ter acesso ao nosso grupo do
WhatsApp. E aí você entra no nosso grupo
do Zap e o grupo do Zap ele tá aqui, ó.
Pá, você vira membro, manda um e-mail
para mim com o seu número do telefone
que eu coloco você no nosso grupinho do
Zap, tá bom? E o e-mail tá aqui embaixo,
ó, passando aqui que também é o nosso
Pix, porque vai que tá sobrando uma
merreca aí, você tá a fim de poder
apoiar uma pessoa que tá fazendo uma
loucura em tempos extras de gravar uma
live semanal para poder aí fazer um
trabalho relativamente interessante,
didático, de conteúdo crítico que
articula religião, teologia, filosofia,
política, economia. Dada a minha
trajetória aparentemente diplomada em
cada uma dessas áreas, apesar de eu
parecer ser novo, não sou, eu já tenho
uma trajetória aí de quase 40 anos de
idade de vida. Meu Deus do céu. Dito
isso, então você pode virar membro,
membra, membro, membrezinho do nosso
canalzinho, mandar um pixando uma
merreca por aí, tá bom? Eu acho que eu
falei tudo. Se eu Ah, é, e você ainda
pode agora, como membro, membra membrube
do livro de leitura. Nós estamos fazendo
uma leitura de um livro infanto juvenil
como caminho para introdução a filosofia
e discussões bastante sofisticadas de
epistemologia, que é uma área aí que eu
pude trabalhar alguns anos atrás. Eu tô
retomando ela eh por motivos outros. E
aí tá sendo bem bacana, tá sendo bem
legal. Então você pode acompanhar a
gente. A gente tá lendo Alice no País do
Espelho como uma introdução a
referências e discussões sobre o
pensamento moderno. Então fica a fica
convidativo aí para você poder
participar com a gente, tá bom? Então
acho que é isso.
Eu acho que eu não esqueci nada.
Se eu esqueci, alguém vai me lembrar. a
membresia fiel e resistente desse
canalzinho me lembra.
Mas é isso, beleza? Obrigado aí pelo
apoio. Ah, é, esqueci de uma coisa
importante. Eu tenho descoberto cada vez
mais que pessoas
bastante importantes e relevantes
acompanham o nosso canal e eu fico feliz
com isso, especialmente do mundo
religioso, mas que elas não podem se
apresentar em público por alguma razão,
de alguma maneira apoiando o nosso
trampo. Então assim, um beijo para você
que fica oculto aqui acompanhando o
nosso conteúdo e que gosta das
discussões que a gente faz, mas que não
pode se revelar por motivos de pressão.
Então, obrigado aí por estar junto com a
[risadas] gente. Um beijo para você. Ai,
meu Deus do céu. É, e isso vai de
conservadores a progressistas e qualquer
outro espectro bagunçado que tiver no
meio. Obrigado aí. Um beijo para vocês,
viu? Deus abençoe. Seria legal dar uma
força aí, mas tudo bem.
Que do Felipe tem calvo que é viciado em
errar. É, o nosso querido professor
Safatle tem, com todo respeito do mundo,
mantido calvo.
Tem se mantido calvo.
Diz querido fazer o watch. Nem lembrar
disso. Ah, eu tenho que lembrar porque é
importante. Diz que do Edson existem
calvos e calvos. É, mas o a nossa
crítica é uma calvice branca específica.
É um calvo branco específico que a gente
critica. É, é uma característica que a
gente tem uma live, duas lives inteiras
discutindo a nossa crítica calvice
branca. Tá aí para trás em algum lugar.
Então
acompanha aí o nosso debate que
importante.
Diz que doido Kevin. Bom dia. Abre aspas
em nome de Deus. Já se fez muita
patifaria diz querido Gilmar Mendes e
ele está correto. Quem diria que eu
estaria concordando com Gilmar Mendes?
Canalha mais canalha e republicano do da
república, né? O cara é um canal
republicano, mas acaba gostando dele.
[risadas]
Grave comunista manda um beijo para o
oculto. [risadas]
Bom, diz que do Diogo. Bom dia, Diogo.
Como é que você tá? O Lula acompanha seu
canal. O Lula não, mas o Flávio Dino já
mandou salve para nós. Um beijo, Flávio
Dino. [risadas]
Cara, tem eu guardo no coraçãozinho.
Infelizmente eu abandonei aquela rede
insalubre que era o Twitter, depois se
tornou X porque é insalubre não dá mais
para ficar naquele local, então
abandonei ela definitivamente.
Mas lá já tivemos interação com querido
Flávio Dino, que deve estar com a dor
nas costas danada de ser o cícefo desta
república, de ter que carregar nas
costas. Coitado do Dino, tendo que
carregar a república brasileira nas
costas. É o Cícifo, é o Messi ou Messi
da República Brasileira tem que
carregar. Nem Noé carregou tanto animal
na arca. Ai meu Deus. Nem Noé carregou
tanto animal. O bicho tá salvando nós,
velho. Pelo amor de Deus.
Diz Igor Juan. Sou do espectro
bagunçado. Conte com o meu apoio sempre.
Tamo junto, querido. Igor Juan que é
membro desse canal. Um beijo, Igor Juan.
É preciso imaginar Flávio Dino feliz.
Precisamos precisamos. Precisamos.
Bom dia, querido. Querido Diogo. Espero
que você esteja bem, cara. Ah, mano, é
muito doido, né? Eu tô impressionado,
gente. É, é uma coisa incrível que nós
estamos vivendo.
E voltando para Tarifácio 2, Magnitisk
2. Ai, que filme repetido chato, meu
Deus do céu.
Meu Jesus Cristo, é difícil, né? Camisa
10 e faixa para uns aí,
desprezo para outro. Mas vamos lá, vamos
lá, vamos lá. E a gente tem bastante
papo hoje. Eu quero mesmo ler o Carl
Schmi de maneira crítica.
Eu acho que vai ser muito didático e vai
valer bastante a pena.
Ah,
cadê esse bagulho que não abre?
Mas primeiro nós temos que passar
pela Assembleia de Deus Madureira, nosso
querido Cezinha, representante de lá.
Diz que Diogo, eu não sou comunista.
Tudo bem, tá perdoado. Deus te ama
também. Jesus também te salvou, essa
coisa toda. Só frisando, tá tudo certo.
Acompanho pelo conhecimento e análises
que são boas. Ah, que bom, velho.
Obrigado aí que de alguma maneira o
conteúdo contribui adequadamente para
promoção de conhecimento, divulgação de
maneira didática e efetiva, eficaz.
Compartilha com os coleguinhas.
Gente, eu tô aqui um pouco nervoso,
assim, não sei se perceberam. Tô bem
nervoso porque eu tô ansioso para
caramba. Não sei o que vai acontecer
nesse mundo. Estamos tudo lascado. Ô
Jesus Cristo é desesperador.
Tem criança para criar
e irresponsáveis continuam sendo
irresponsáveis. Eu falou: "Meu filho,
Deus do céu, deixa eu pegar aqui porque
nós vamos agora
mostrar
um outro conteúdo agora da firma.
Conteúdo da firma pra gente entender
quem é quem é Cezinha da Madureira. E
quem é este personagem, né? Não é um
personagem que a gente não tá dando
devido valor e ele vai entregar muito
pra gente. Ele vai entregar muito pra
gente. Ah, Felipe tem Felipe é santo por
causa dessas coisas. Diz Felipe para
Diogo. O importante aqui é gostar de
café. Essa é a nossa característica
fundamental, né? Membros da igreja
barista é porque gostam de café.
Gastrite também. Mas [risadas] vamos lá.
Deixa eu colocar aqui para vocês um
conteúdo.
Desculpa, gente. Eu tô com sinusite e tá
forte esses dias aí. Também não para de
chover, frio, pega inflamação na
garganta.
Ai ai
diz querido Cícero Rafael. Bom dia,
querido Cícero Rafael. É impressionante
o Mark Fisher. Buunan buunungan.
Eu tenho dificuldade de falar nome desse
moço. Bill Chuan até o Safar que
discutem Carl Schmith. É, e muitas
outras pessoas, o que é desesperador,
tá? É desesperador. Mas assim, é
importante conhecer e ler. Por quê?
Porque ele realmente foi muito
influente. Agora o problema é você ler e
positivar e naturalizar o bagulho. Tem
que ler de maneira crítica. Tem que
saber a tua posição no mundo, os efeitos
que essa desgraça causa, né? Causou e
causa. Mas a gente já vai chegar lá.
O Guiboeira. O Guiboeira.
Boeira, como é que você tá? O Guiboeira,
bom dia atrasado. Bom dia, querido. O
Guiboeira, tudo bem com você? Espero
desejo que sim. Vamos ver a firma aqui.
A firma vai nos apresentar, né? Notícia
da firma, jornal da firma. Firma vai
apresentar pra gente o
Quem é o Cezinha de Madureira?
A pessoa aqui única. Oi, caraca, fiz
besteira.
A pessoa única da República.
Sesinha de Madureira.
Vai Cezinha. 1 2 3. Ah, não vai não. Vai
Paulo Motorinho, né, que vai falar do
Sezinha. Beijo, Paulo Motorin.
>> Primeiro é importante lembrar o papel
similar que o Cezinha de Madureira
desempenhou na aproximação entre Vorcaro
e André Mendonça. Ele em fevereiro de
2025 foi acionado pelo advogado Ciro
Rocha Soares, advogado baiano do Daniel
Vorcaro, para articular o encontro entre
Vorcaro e Mendonça. Esse encontro acabou
não acontecendo num primeiro momento e
acontece em março. Em março Czinho de
Madureira já tá em contato direto com o
Daniel Vorcaro, eh, consegue o
agendamento do encontro e está presente
no ITER, o Instituto do André Mendonça,
durante esse encontro. Então, não é um
papel periférico. Ele inclusive manda
mensagem pro Daniel Vorcaro quando já tá
no ITER e fala: "O ministro já está te
esperando". Então ele atua assim muito
próximo do André Mendonça, a acessa a
sede do Instituto do André Mendonça
antes do Borcaro. parece pela dos
mensagens, pela ligação que eles fazem
pouco antes, que ele já tá ali há
bastante tempo, então ele tá dando uma
espécie de de expediente dentro do iter
naquele momento e é um um tipo de ação
muito similar ao que a Polícia Federal
identificou nesses outros casos, que ele
também acessava o ministro André
Mendonça e outros ministros, como por
exemplo também o ministro Cásio Nunes
Marques para fazer essa espécie de de
lobby, né, de aproximação de
empresários, clientes do escritório da
sua companheira Valéria Linhares, que ao
que parece que a Polícia Federal
identificou, atuava em sociedade com a
Mariângela Fialec, a Tuca, que é a
operadora principal eh do orçamento
secreto. Então, era uma espécie de
advogado sem ser advogado, né? Ele é o
tem eh advogados nos grandes,
cara, é muita informação, mas a gente
vai agora compartimentar assim, é muita
coisa, mas a gente vai se ajudar e a
gente vai entender. Se liga que que
nosso querido Paulo Motorinho explicou
pra gente nesse momento que a Polícia
Federal ontem fez uma operação com
Sezinha de Madureira, que é pastor e
deputado federal ao mesmo tempo por por
São Paulo, né? eleito por São Paulo pelo
Partido Liberal, o PL 22,
Cezinho de Madureiro que é suspeito de
ter fazer exatamente o quê? Tráfigo, não
de influência. Olha, influência nos
tribunais, eu não sei a palavra correta,
tá? Influência, influência nos
tribunais, interferência nos tribunais.
Ele combina e negocia influência nos
tribunais,
no caso tribunais superiores. No caso, a
suspeita da Polícia Federal que tá ali
olhando o nosso querido Cesinha de
Madureira, é que ele estaria, teria
certo livre acesso aos tribunais
superiores e negociaria
com clientes e com outras pessoas,
especialmente
eh eminências políticas, né, grandes
empresários e não sei o quê, para ter
suas causas ganhas. Então ele tinha
certa circulação em alguns gabinetes,
especialmente de dois camaradas aí, né?
de dois irmãos em Cristo, dois irmões em
Cristo, que é o André Mendonça, pastor
André Mendonça, e Cásio Nunes Marques,
que também é evangélico. Então, Sesia de
Madureira, aparentemente, tá bem
conectado, circulava bem nesses dois
gabinetes, negociando ali aparentemente
supostamente de acordo com o que se
imagina pela Polícia Federal que está
investigando o que tá acontecendo, que
ele faria essa influência e
interferência nos tribunais superiores.
Entre eles aparece com bastante destaque
dois ministros aí do Supremo que não
estamos aqui dizendo que necessariamente
eles estão aceitaram, mas dissemos aqui
que o Cesinha circulou por lá tentando
alguma coisa. E nesse processo o Cesinha
também foi quem mediou o encontro entre
André Mendonça e Daniel Vorcaro. Então
tudo vai se conectando. Irmão em Cristo
também Daniel Vorcaro, né?
Nosso querido Daniel Vorcaro, que já foi
preso, banco master, tal, irmão em
Cristo da igreja da Lagoinha com Czinha
de Madure da Assembleia de Deus, quer
mendesbiteriano,
o C Nunes, eu nem lembro que igreja que
esse homem é, mas evangélico também.
Então os os irmãos estão aí se
encontrando e há essas trocas e conexões
e influências de uns com os outros,
aparentemente e supostamente. Então é
isso que está sendo investigado, se foi
isso que tá rolando. Fechou?
Ótimo. Ótimo. Mas o Cinha de Madureira é
pastor, ele não é advogado porque ele é
assembleano. Ele é de uma tradição muito
mais popular que não teve
necessariamente essa educação formal de
acesso a essas instituições de estudo do
direito. Diferente do André Mendonça,
presoano, já tem um contato aí de classe
média, já tem acesso à educação superior
de ensino formal, apoio de instituições
como Maquens e essa coisa toda. E o
pessoal vai se formando em direito e vai
se especializando nessa área. E aí o o
Czinho então não teria essa capacidade
enquanto advogado, mas ele tinha
enquanto político. Mas como político
também não funciona, porque não é
qualquer deputado que entra no no
gabinete de um cara do do do Supremo.
Não é qualquer um que vai conseguir essa
circulação. Aparentemente o elemento
religioso tá reunindo esta rede. Guarda
isso no seu coraçãozinho.
O elemento religioso tá sendo ali a
instituição que tá conectando vários
atores, né? A igreja tá conectando
vários atores, vários, vários. E aí o
irmão que ajuda o irmão, porque afinal
nós aprendemos enquanto religiosos
durante os anos 70 e 80 e 90 que irmão
compra de irmão e depois durante os anos
90 e 2000 que irmão vota em irmão. E
agora a gente começou a entender que
irmão
cria articulações políticas com irmão.
Talvez supostamente, hipoteticamente,
quem sabe até relações de corrupção com
irmão, o irmão corrompe, irmão. É isso
que a gente tá aprendendo nessa história
da igreja. Então,
nesse processo, Cezinha, não sendo
advogado, ele precisava então de alguém
que garantisse ali pedido, circulação,
formalização dessa coisa toda. E aí ele
ofertava aparentemente, de acordo com
essa investigação, o serviço com essa
influência, por um lado, mas não sendo
advogado, não poderia formalizar, mas aí
com a valquíria, acho que é Valquíria o
nome, Valquíria, Valéria, Valéria,
Valqu, daqui a pouco eu vejo o nome de
novo. esta pessoa, esta outra pessoa que
no primeiro momento saiu no na nos
jornais da seguinte maneira, esta pessoa
X, que não sei se é Valério Valquíria,
ela casada com Cezinha de Madureira,
pastor da Assembleia de Deus Madureira.
Aí,
não sei se os advogados,
relações públicas,
assessoria de imprensa desta pessoa,
desta mulher, enviou notificações para
tudo cantar jornal, dizendo: "Eu não sou
casada com essa pessoa, não sou casada
com o Cezinha".
Aí o pessoal ficou confuso
porque o mundo inteiro e Brasília
inteira sabia que seia de madureira
viver com essa pessoa para cima, para
baixo, para um lado, pro outro,
junto.
E aí o pessoal falou: "Mas como assim
não é casado?"
Não, não. Todo é tem um relacionamento
há bastante tempo consistente, mas a
gente nunca casou, então não tem
casamento.
E aí [risadas]
o mundo, velho, o mundo é muito bom,
velho. Porque pastor Cinha da Madureira,
que aparentemente é casado com essa
pessoa e todo mundo achava que era
casado, agora a gente descobriu que ele
não é casado.
Ou seja,
do ponto de vista religioso,
doutrinário, matrimonial,
senhor Cesinha de Madureira está
incorrendo
em pecado, aparentemente.
Cadê aí se dias de madureira aquilo que
você exige dos fiéis, da membresia, que
o menino ficou mais engraçadinho que a
menina, o pessoal já bota com 17 anos de
idade para casar, que tem que passar o
papel antes de você poder, né, ter
qualquer relação com outra pessoa.
Mas no caso do pastor, ele pode est anos
aí fazendo isso com aparentemente uma
sócia, porque é isso que eles fazem,
atuam juntos de acordo com a Polícia
Federal. Uma empresta o trabalho
advocatício
e o outro [risadas]
faz aí a influência nos gabinetes de
tribunais superiores, de acordo com a
Polícia Federal. E nisso tudo nosso
querido Czinha de Madureira quebrando aí
votos sagrados da doutrina religiosa. E
aquilo que mais pega, coitado da
adolescente, da adolescente aí que fica
ouvindo a musiquinha, olhinho, cuidado
com o que você vê. Mãozinha cuidado com
o que você toca.
>> [risadas]
>> E tá tá tá aí. Que que história é essa,
senhor? Seu senhor seu seu Czinha,
S Czinha,
Cezinha, que história é essa, meu irmão?
Tá casado ou não tá casado?
Dito isso, tem que, gente, tem que jogar
o jogo aí, pô.
Dito isso, aparece uma terceira pessoa
na fala do nosso querido Paulo Motorim,
que é a Tuca. Tuca, que era a pessoa
responsável pela distribuição das
emendas parlamentares
dos tais eh do negócio da da da das
emenda secreta. Aí soltando para todo
quanto é lado. E aí a Tuca está
relacionada com esta pessoa junto com o
Cezinha. Por quê? já dava, fazia ali as
mediações dos pagamentos a esta pessoa
para conseguir via emendas, que é isso
que tá sendo investigado, que via
emendas esta pessoa pagava a Valéria
Valquíria que eu não lhe esqueci o nome
da pessoa,
esposa não esposa, não, esposa não
casada, esposa não esposa, não sei qual
o nome que a gente vai dar, do Cezinha
de Madureira. Então, montava esse
esquemão, com emenda pagava.
Aí o camarada junto com a sócia pega
esse dinheiro. Ele aparentemente ia pros
tribunais e conseguia com suas
influências fazer as coisas andar e
acontecer e ter ter decisões favoráveis
e todo mundo sai feliz.
Aí você fala: "Caraca, mano, como é que
a gente chegou aí? Pior, por causa desse
caminho,
por causa deste caminho investigado pela
Polícia Federal e sob os auspícios de
acompanhamento do querido Flávio Dino,
chega Sin Cezinha de Madureira, também
conectado com
Daniel Vorcaro,
porque ele mediava a relação entre
Vorcaro e André Mendonça,
e o Instituto Iter, que é o Instituto do
André Mendonça, no qual o Cezinha
praticamente aí de acordo com o que o
Motorin disse, dava expediente alguns
dias lá e trocava as mensagens diando,
ó, André Mendus tá aqui, pode colar aí,
pá, pá, pá. E foi o Cesinha de
Madureira, que em março de 2025
organizou o encontro entre Andé Mendonça
e Daniel Vorcaro fora do expediente do
espaço de trabalho e já com o
camaradinha sendo investigado. Ou seja,
Cezinha
é um personagem
incrível [limpando a garganta]
que ainda não está recebendo devido
valor.
Que doideira, né? E toda essa conexão
tem algo em comum.
utilizam terno
e são irmãos em Cristo. Deus abençoe.
Deus abençoe. Deixa eu só terminar de
ouvir o nosso camarada motorinha e já já
a gente vem pros nossos comentários
aqui. Não esqueça de comentar, pode
participar que a gente lê tudo aqui.
Quer dizer, praticamente tudo, né?
Algumas coisas a gente passa pelo filtro
da do processo. Vamos lá.
escritórios que cumprem esse papel de
despachar nos escritórios dos ministros,
mas eles têm OAB, né? Eles estão
identificados como sócio ou funcionários
do escritório. E nesse caso ele era
simplesmente um deputado que utilizava o
seu prestígio para acessar a Suprema
Corte. E como eu disse ontem aqui, há
suspeitas eh bastante robustas e não sou
eu que tô dizendo, a CNN reportou isso
no final de semana, que o Banco Master,
que o Daniel Vorcaro teria colocado
dinheiro no Instituto do André Mendonça,
né? O repórter Gustavo Uribe da CNN
reportou sobre isso. Eu tenho uma
informação de que o destinatário final
de uma emenda do Cezinha de Abreu eh
teria sido o Instituto do André
Mendonça, segundo pessoas próximas a
esse caso. Então, é preciso que se
investigue e a ausência, ou melhor, o
sumiço do celular do Cezinha de Abreu,
ele é muito eh intrigante de ter
acontecido justamente nesse momento,
porque poderia dar o caminho das pedras,
não só sobre essa rede, envolvendo a
Valéria, a Mariângela, mas também
informações sensíveis envolvendo o
ministro André Mendonço.
Aí vem a outra parte linda dessa
história, que é o que a gente vai ver
agora. Mais uma Jesusidência. Olha como
Deus é bom.
O celular
do Cezinha de Madureira, que estava já
com operação em curso para ser
aprendido,
foi furtado
na Avenida Paulista.
numérregno
de período
muito específico.
Olha como Deus é bom. Olha a
Jesucidência.
O celular que estava para ser apreendido
sumiu.
E aí o Paulo Motorim, como um bom
jornalista que é, foi ver se tinha bo
aberto, porque o Czinho de Madureira,
quando sumiu o celular gravou a si
mesmo,
talvez com o celular de outra pessoa,
mas publicou em suas próprias redes, o
que me deixa um pouco confuso.
É muito confuso. Ele gravou e postou em
suas redes com o celular de alguém.
Um vídeo para dizer: "Fui roubado agora
na Avenida Paulista e roubaram meu
celular. Já mexeram no meu WhatsApp,
mexeram no meu banco. Quer dizer,
qualquer
qualquer mensagem, áudio, transação
financeira esquisita que tenha
acontecido foi o ladrão. Ai
[risadas]
E aí pá, e soltou nas redes. E aí o
Paulo fez o quê? Paulo é um bom
jornalista, foi atrás do BO e não tinha
BO.
Não tinha BO.
Aí ele mandou notificação paraa
assessoria de imprensa do do deputado e
a assessoria não respondeu. E aí ele
mandou pra própria polícia algum
perdido. Esclarece aí como é que tá o bo
disso, tal. Alguém deu queixa, aconteceu
alguma coisa? Nada.
Olha,
transação financeira, uso das mensagens,
roubo do celular, mas o BO foi só paraa
internet
num vídeo gravado.
É, olha como Deus é bom. Jesus Cidência
da Geseli, bom dia. Bom dia. Bom dia,
Jeseli, como é que você tá? Tudo bem?
Tráfico de influência talvez seja. Diz
que do Diogo, é engraçado que o Vorcaro
disse que as relações com deputados,
ministros era branding pessoal. Claro
que é. Ele pagava
profissionais do sexo por marketing
pessoal. É, melhorar a imagem dele. É,
coitado dos profissionais. Bom dia,
querido Cléber Lauer. Cheguei. Bom dia.
Bom dia, Cléber. Inclusive, falando
nisso, né, aparentemente as mensagens
vazadas e que nós tivemos conhecimento
do irmão em Cristo Cácio Nunes, envolve
aí uma dívida de Daniel Vorcaro
com que a Daniel Vorcaro assume com uma
amiga de uma pessoa chamada Raiana, que
era uma profissional aparentemente, que
ficou com o Cio Nunes num na festa em um
determinado fim de semana e que estava
cobrando R$ 10.000. Cásio não foi pagar,
mas quem foi pagar foi o Daniel Vcaro.
Tava aí na dívida porque o Cásio ficou
com ou os irmãos em Cristo me surpreend.
Eles tm uma vida muito agitada, eles tem
uma vida muito animada.
Diz que no Jeferson Felipe dos Santos,
ele foi eleito pelo PSD do Cassabe, foi
para o PL agora. Exato. Mas ele foi para
o PL. Mas ele não foi, ele foi agora
para o PL. Mas eu vou mostrar uma foto
incrível do Cezinha de Madureira de 4
anos atrás antes dele ir pro PL, que é
um
primor. Tinha que ser, tinha que virar
quadro e ir pra parede.
Dessandro Gomes diz: "Bom dia, bom
diaandro Gomes". Imagina o Bolsonarinho
ganhando. Meu Jesus Cristo, Deus me
livre. Mmele não com com com o
criminoso, né? Bolsonaro, Flávio
Bolsonaro um criminoso
com bundalelê, Brasil mergulhado na
cabeça no fundo do poço. Rogai por nós,
camarada. Mal [risadas] Deus nos ajude
livrar-nos do século da vergonha.
Luxúria e cobiça sempre andam de mãos
dados. Anda, anda, querido. Diz que
Diogo, eu vou defender meus irmãos
envolvidos com orcários. Jesus disse
para não fazer acepção de pessoas. Não
devemos ser preconceitos com quem com
com em andar com banqueiros corruptos
que pagam serviços indecente. É, você
tem um ponto. Diz que no fazer watch
pseudoconja. É uma pseudoconja. Pode
crer. É, esse nome é bom. Pseudocôja.
Diz que o Diogo, ele estava fazendo
namoro evangelístico. Faz sentido. Tava
eh com namoro evangelístico, com
imposição de mãos, falando em línguas,
né? É uma coisa incrível. Ele queria
pregar o evangelho para ela. Sim, sim,
sim. Testemunha esquina da Giseli.
Bruno, escutar você rindo desta lama
toda me ajuda a não surtar diante dessa
lama toda. É, mas a gente tem que rir
para não se desesperar e não chorar. Jo,
a gente tem que rir. Tem que rir porque
senão a gente fica maluco, mano. A gente
tem que rir, tem que tirar on, tem que
fazer ironia que não dá. Diz que do
Kevin furto sem bo. Não, não tem bo. Não
precisa, né? Você não precisa fazer
isso. Você pode gravar um vídeo na
internet, é a mesma coisa.
Exato. O Diogo tem, Diogo é uma pessoa
sensível. Ele não quis fazer BO para não
prejudicar o bandido. O bandido tá ali
fazendo seu trabalho, tá sua tá em sua
atuação cotidiana, realizando seus
serviços, né? E aí você vai lá
prejudicar o cara. Você não sabe como é
que tá a situação dele nesse momento.
Vai, vai que ele não tá com CNPJ
regularizado. Não precisa de ajuda.
Mas o Cezinha de Madureira, ele não nos
decepciona, gente. Ele não nos
decepciona. [roncando]
Vamos ver esse lance do do celular que é
muito bom, velho. Pera aí, pera aí, pera
aí, pera aí. Deixa eu pegar aqui. Eu
fechei sem querer o YouTube.
Eh,
deixa eu abrir aqui
porque o Czinha, cara, o Cezinha é um,
ele é um personagem incrível que a gente
não está dando devido valor. A gente tem
que entender qu porque esse cara é uma
peça muito importante em várias coisas
que vão acontecer daqui pra frente,
porque ele conseguiu circular por muito
lugar errado ao mesmo tempo. Aí não dá,
né?
Cadê? Cadê? Cadê? Ah, aqui, aqui, aqui.
Pronto,
aqui.
Vamos lá. Jornal da firma de novo.
Desfrutem,
desfrutem. uma decisão do ministro Dino.
A Polícia Federal deflagrou eh por meio
dessa decisão uma busca e apreensão para
apurar um suposto esquema ali eh, de
pessoas muito próximas ao deputado
Sezinho de Madureira, a a uma advogada
que é companheira dele, que se não me
engano chama Valéria e outras pessoas
que estariam, né, pelo menos o que se eh
dá para, né, motorinha, dá para ver pela
que tá na peça ali da investigação, a
possibilidade de que usassem o nome e a
proximidade ade com os ministros do
Supremo Tribunal para vender facilidade
em casos jurídicos. Agora, Will, por que
que o roubo do celular, essa imagem, eh,
tudo isso chama atenção. Tem uma outra
nota que a gente deu ontem eh no site
que também conta um pedaço dessa
história, que é o seguinte: o ministro
Dino tinha decidido por esta operação,
tomada a decisão no dia 5 de setembro,
que é a sexta-feira. E aí o que que
aconteceu eh no dia 8 de setembro, que
foi logo depois ali do feriado, o André
Mendonça mandou afastar o diretorgeral
da Polícia Federal, quando essa operação
já precisava ser preparada. E obviamente
que, né, a direção da Polícia Federal
sempre, ainda mais quando é com relação
a parlamentar, a tem que ter um trabalho
que é coordenado, embora tenha um
delegado titular. Então aí no meio
disso, surpreendente assim, né? O
deputado foi assaltado e o nosso aqui
grande repórter ainda nos revela que ele
sequer se preocupou, apesar de todo o
transtorno, em registrar um boletim de
ocorrência, né, motorinho?
>> Exatamente. Exatamente. Eu fiquei ontem
o dia inteiro atrás dessa informação.
Nessa cronologia é importante, né, Ju?
No dia eh 5, autorização da operação
pelo ministro Flávio Dino. Dia 8, Andrei
Mendonça retirado da direção geral da
PF. E no dia 11, se eu não me engano,
eh, o deputado é furtado na Avenida
Paulista e sequer registra um BO, mesmo
que tenham acessado seu WhatsApp e sua
conta bancária. Então, são datas muito
importantes. Eu passei o dia inteiro de
ontem atrás do BEO, pedir a Secretaria
de Segurança, a Polícia Civil, ao
próprio Cezinha. não tive resposta o dia
inteiro, até que no final da noite o
Metrópolis conseguiu acessar o sistema
da Polícia Civil e sequer localizou o
boletim de ocorrência registrado eh no
sistema. Portanto, é bastante estranho
tudo isso que tá colocado. A gente não
pode cravar que o furto não existiu, mas
que levanta suspeitas graves de que a
operação tenha vazado. Eh, eh, é
importante a gente fazer esse registro.
É inacreditável,
velho. É muita jucidência. Deus é bom
demais. Dia dia 5 liberada a operação
para poder, né, fazer busca e apreensão
contra o Cezinha.
Fim de semana,
feriado, né? Feriado prolongado, onde
teve manifestação, pichuleco do André
Mendonça, nosso herói, nosso herói,
nosso herói. Dia 8, voltando expediente,
diretor da PF afastado a pedido do André
Mendonça, cara da inteligência também.
Operação interrompida, pausada,
congelada.
Dias depois o celular é furtado e aí a
busca de apreensão rolou agora só no
começo dessa semana, porque teve que aí
voltar o diretor, voltar os caras da PF
para retomar a operação para poder
realizar.
É muita jucidência.
É muita jesusidência. Zezinho é um cara,
cara, é um cara, rapaz,
abençoado por Deus. Esse homem tem uma
costa larga impressionante. Mas é como
disse nosso querido motorinho, a gente
não pode dizer que não houve o furto,
porque pode ser que tenha ocorrido. Não
tem como a gente saber, né? Não vamos
aqui dizer que teve furto. Pode não ter
tido, mas que é esquisito.
É esquisito. Não tem como não. Gente,
que é esquisito.
É esquisito. [música]
É muita coincidência. Então,
mas Cezinha, ele tem uma contribuição
muito importante para a política
nacional. [música]
E eu vou mostrar para vocês porque
Sezinha é esse personagem incrível. Ele
não é um Ah, gente, ele apareceu agora
só.
Se você acha que Sezinha da Madureira só
apareceu agora, é porque você tem uma
memória
frágil, fragilizada pelo excesso de
informações, né? Você precisa buscar na
sua memória uma cena antiga.
Você precisa lembrar de coisas que não
te agradam. Você precisa lembrar de
momentos em que você se sente
um pouco tapeado,
que você fala: "Saudade da morena,
saudade do moreno [música] daquele
momento que nós estivemos juntos,
viajamos juntos, passeamos juntos,
felizes, contentes,
tal como
aquele dia fatídico,
enquanto o Brasil inteiro estava
sofrendo
com
pandemia, né? Todo mundo triste, todo
mundo deprimido, todo mundo sofrendo.
700.000 pessoas faleceram nesse processo
por descaso, mas vem aquele aquela hora
que o o no meio do caos e no meio da
tristeza, o amor prevalece.
Após motociata, Bolsonaro defende
tratamento precoce e ignora a vacina.
Motociata com quem?
Quem é este indivíduo
satisfeito
no cangote na garupa, dando um cheiro
num passeio de moto num domingo à tarde
com
o ex-presidente atual presidiário Jair
Bolsonaro?
Quem é este indivíduo
nesse passeio alegre
no parque?
É ele, Cezinha,
Cezinha de Madureira. Que aí você pode
estar pensando também, mas ele não
deveria estar aí. Ele é uma pessoa
comprometida,
ele é uma pessoa casada. A pessoa casada
não pode ficar dando passeio com
qualquer um assim, sem mais nem menos.
Deveria est ali no mínimo um respeito
consensual,
mas ele não é casado.
Porque jamais casaram papel.
Mas olha que cena bonita.
Bolsonaro, Sezinha de Madureira na
garupa, na motociata. Sim, Cezinha era o
cara que ficava na garupa do Bolsonaro
quando ele vinha fazer motociata em São
Paulo.
Aqui coisa
aconchegante, confortável e cena bonita.
Cena, cena tão bonita que deveria ser
impressa,
transformada em foto, né, e colocada na
sala de casa. Você deveria ter uma foto
com quem você ama, com quem você gosta
de estar junto, né? botar no
porta-retrato, uma liderança que você
respeita, fazer como Sezinha de
Madureira fez, por exemplo, com o
próprio André Mendonça, ele poderia ter
feito isso, porque aí vem mais uma cena
incrível. E eu quero agradecer a Juliana
Dalpiva por mais uma coisa incrível.
Obrigado aí, Juliana, por mais um
trabalho excelente.
Sezinha de Madureira tinha porta-retrato
com Mendonça na sala de casa. Poderia
ter um porta-retrato com a foto da
motociata, mas não. Ele tem seus
prediletos. Ele, apesar de cavalgar,
quer dizer, apesar de andar de moto no
cangote de Bolsonaro, ele tinha aqui, ó,
André Mendonça,
a esposa do André Mendonça, essa pessoa
que deve ser a Valéria, provavelmente,
mas que não é casada com o Cezinha de
Madureira, que tá aqui neste belo
porta-retrato em casa.
portaato bonito
que emula aqui uma madeira
eh dourada, né, que você banhou a ouro,
mas na verdade foi comprada na loja Mel
e ela é bem barata. Você consegue ali
por R 12 a R$ 15 esse acessório e a foto
impressa aqui de Daniel de André
Mendonça, esposa de André Mendonça, a
pessoa que não é casada com o Cezinho de
Madureira e o Cezinha de Madureira.
Durante as buscas de operação de
segunda-feira, 14 dos investigadores
encontraram na Casa do deputado Cezinho
de Madureira um porta-retrato em
destaque na sala de da casa do
parlamentar. Na imagem estava ele e sua
mulher junto com o ministro André. Sua
mulher vê que ele olha, olha aqui o a
hermenêutica, a exegese bem estruturada
de de Juliana Dalpiva. Escreveu de
maneira brilhante: "Ele sua mulher,
porque não é esposa, junto com o
ministro André Mendonça e sua esposa. Aí
sim dá para dá para cravar.
Cezinho é o conhecido aliado do ministro
André Mendonça do Supremo Tribunal
Federal. A ação autorizada pelo ministro
Flávio Dino é a terceira fase da
operação transparência investiga
suspeitas de exploração de prestígio,
tráfego de influência, corrupção passiva
e lavagem de dinheiro em negociações
relacionadas a processos que tramitam em
tribunais superiores. Ao todo, a PF
cumpriu quatro mandados de busca e
apreensão no Distrito Federal e em São
Paulo. Outro alvo da Polícia Federal é a
advogada Valéria Rodrigues Linhares,
companheira de Sezinha. Aqui, ó, frase
adequada. Segundo a corporação, a
investigação eh as investigações indicam
que integrantes do grupo investigado
teriam negociado com terceiros o
pagamento de valores elevados
condicionados ao resultado de processos
judiciais.
As investigações apontam que integrantes
do grupo teriam negociado com terceiros
o pagamento de valores expressivos
condicionados ao resultado de processos
em curso a pretexto de influir em
decisões judiciais", informou a Polícia
Federal. O parlamentar ainda não se
manifestou sobre a operação. O nome de
Cezinha de Madureira também apareceu
recentemente em mensagens extraídas do
celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo conteúdo revelado, o deputado
teria atuado na articulação de um
encontro entre Vorcaro,
banqueiro atual presidiário, canalha do
Banco Master, e o pastor e também
ministro do Supremo Tribunal Federal,
André Mendonça, realizado em São Paulo
em março de 2025. Poderia ter um
portaretrato com Bolsonaro, mas deixou
ali o outro. Bolsonaro tá com ciúmes. Tá
com ciúmes.
Bom dia, querido Klaus. Klaus diz:
"Sabe, Bruno, com este Brasil
terrivelmente evangélico, fico me
perguntando até que ponto a
secularização europeia e o crescimento
de novas igrejas eh na no Zea deve ser
no Zea, a igreja tem perdido o seu real
propósito." Ah, com certeza. Não tenha
dúvida. Ten a dúvida.
O dizer que se é evangélico ficou banal
e comum. Sim, sim, sim, sim. Na verdade,
assim é o aquilo que os evangélicos
antigamente criticavam, né, do católico
não praticante. Hoje o que mais tem
evangélico não praticante, né? É o cara
que não vai não vai na igreja, não, não
respeita rito, não conhece doutrina, mas
ele ouve música gospel, faz se posta
foto com versículo e diz que é da
igreja.
Às vezes ir até pastor só fazendo isso,
fungando no cangote do mito. Que
privilégio! É, são poucos que podem
fazer isso com aquele saco de cocô.
O caos é tão ruim assim? É Alexander.
Alexander, perdão, querido Alexander, um
bom dia. O caos é tão ruim assim?
Terrível.
Bom dia, querido Gabriel Montoles.
Montolesi. Bom dia, querido Gabriel. Um
beijo para vossa senhoria. Opa, cheguei.
Como estão? Bom dia. Estamos aqui
sofrendo e rindo.
Diz que diz ali para mim alguém falar
que é evangélico hoje a princípio já
descredo.
Também para mim é complicado assim cara
fala seu evangélico. Fala grande coisa.
O André Mendonça também é
André Mendonça diz que do Diogo. Esposa
de André Mendonça, Sezinha de Madureira
e a não esposa do Cezinho. Exatamente.
Você vê que é uma composição única
aquele quadro.
Bom dia, baristas. Bom dia, querido
Gustavo Lopez. Como é que você tá, meu
querido Gustavo? Que é membro aqui do
canal também seja como Gustavo. Eu se
torne membro aqui do canal. Diogo diz:
"Tem que oficializar esse termo
jurídico." Não, esposa, com certeza.
E Deandro diz: "Um retrato do casal
sobre a mesa tem cheiro de luxo". Não,
não. Vou dizer uma coisa para vocês.
Isso é coisa séria, não é zoeira. É,
pera aí que eu preciso, eu tô com
sinusite, precisa só o nariz.
Tem uma dor de cabeça de pressão
horrível.
Não tem uma parada séria para falar para
vocês. Eu ia falar isso de qualquer
jeito. Eu vou ver se eu encontro aqui,
tá? Mas eu vou contar uma coisa para
vocês.
Desculpa.
Não, muita gente sabe, pelo menos não
quem é.
do meio evangélico, né? Quem é também só
desconfia, às vezes manda uma mensagem,
uma pergunta em algum post. Você é
parente do Alfredo ReiD? Pastor Alfredo
ReiD? Eu falo: "Sim, eu sou o bisneto."
E que acontece? Eu jogava bola quando
era mais novo e a gente ia jogar bola em
diferentes locais, né? Cada hora tá no
canto.
Cada hora a gente vai num cantinho, pá.
E
é muito doido, porque
eu queria achar.
Ah, não é possível que eu não vou achar
nenhuma foto disso.
Mas eu vou achar. Pera aí que eu já vou
achar. Mas beleza. Eu ia na casa das da
Eu ia jogar bola, né? jogar bola,
especialmente na zona sul aqui de São
Paulo,
eh, sei lá, ali no Rio Bonito, eh,
ali no Rio Bonito, ali Grajaú,
>> [música]
>> mesmo aqui no São Luís, Jabaquara, ia
jogar bola nos cantos, a gente vai
jogando bola, ia chegando e tal e era
muito comum e assim, muito comum mesmo,
né? as camiseta que botava de time
usar o nome Heik Dal aqui que quem
nasceu nos anos 80 90 tem 765 Brunos por
met quad, né? Se você juntasse as
pessoas que nasceram nesse período, todo
mundo chama Bruno. Eu sou casado com uma
Bruna, né? E normalmente converso com as
pessoas, é, alguém sempre tem ali Brunos
e Brunos. Eu já fui o número 18 da
chamada ach pelo com o nome Bruno,
porque tinham outros seis Brunos na
mesma sala. Então, quer dizer, era muito
comum ter Brunos, né? Então, eu botava
Heikdown.
Aí o era muito comum de jogar bola
[música] e os caras liam o nome Rick Dal
e em algum momento alguém chegava e
falava: "Oh,
você é parente do Hickdal, do Alfredão?
Sou bisneto, pô. Cara, meu pai tinha uma
foto dele em casa.
Pô, eu sou da da Ai, meu Deus, eu sou da
congregação do setor tal. Aí falava qual
o setor que era. Eu ia não sei aonde,
pô, pô, não sei o quê. Na casa das
pessoas tinha calendário com foto do meu
vô, do meu bisavô, né? Meu bisavô e da
minha bisavó.
Tinha foto do do dos deles, tinha foto
dele, tinha foto, foto. A pessoa tinha
uma foto na casa, na sala da pessoa. Eu
tive um amigo pessoal, querido amigo,
não vou falar o nome para ele não passar
vergonha, que uma vez depois que a gente
já se conhecia, caminhava junto, ele
falou pra mim: "Cara, eu juro para você,
na sala de casa teve um período que
tinha uma foto do seu vô, assim, era um
quadro com a foto do meu avô,
porque é muito comum
no meio da bleia, no meio penteca, você
colocar esses itens
do com a imagem dessa autoridade da
igreja. em casa, na autoridade que você
respeita, você bota a foto do pastor em
casa, você bota foto na na sala, bota no
com o calendário ou com a foto mesmo. Eu
queria achar aqui, mas é muito comum,
velho, você ir na igreja do cara e o
cara ter esse hábito de colocar a foto
da autoridade que ele respeita, do
pastor, né, que falh aqui uma lembrança
aqui, o pastor e tal lá da igreja e tem
esse lance e é uma parada muito
personalista e tal. E aí na hora que eu
vi essa manchete que o Sezinha de
Madureira tinha uma foto no na sala de
casa dele, da não esposa e da esposa do
André Mendona, com André Mendona, eu
falei: "Mano, mas imediatamente,
imediatamente falei esse é assembleiano
mesmo, [risadas]
leva a foto de autoridade que ele
respeita pra sala de casa".
É, meus amigos, é meus amigos, é
doideira, cara. É uma uma coisa maluca,
né? Quem não conhece a Casa Crente, não
sei se acho que hoje ainda deve se
manter isso, esse esse hábito de
colocar, é que não usa mais os
calendários, né? Não usa mais essas
coisas, mas ti era muito comum, né? Você
recebe os negócios lá fim de ano, uma
foto do pastor com desejo felicitações
pro novo ano, alguma coisa assim, né? O
pastor, Deus te abençoe e a foto do
pastor e da esposa.
Muito comum.
Diz aqui do Gabriel Motol. O Bruno vai
falar que tem uma foto no Futebas com
Mendonça. Não, não, nunca, nunca tive
esse, essa oportunidade de praticar o
futebol com esta pessoa.
Diz que D Sandro Gomes. Antigamente era
comum ver nos lares católicos as fotos
do Papa de ocasião. Pronto, é a mesma
fita. Mesma fita, só que em vez de Papa
o pastor presidente da denominação, né?
Então você tem uma foto do Malafa, uma
foto do
Alides Fáva, do Samuel Ferreira. Tem uma
foto do da família em casa, a família
família pastoral em casa, muito comum. E
aí o CZ de Madureira tá a foto dele lá
com a esposa, com a esposa do do
Mendonço, do Mendonço. Mas aparentemente
tá tudo certo, tudo tranquilo, né? Tudo
tranquilo na república.
O ecumenismo conservador segue
atropelando tudo. E nós vimos o
pichuleco eleitoral ontem no STF.
realizando aquilo que ele deveria
realizar, né? Seu propósito divino, o
caos, né? O caos, o caos. E graças a
Deus, ele é um incompetente. Pelo menos
nisso, Deus ajudou a gente. Ele é um
incompetente. Você, o que ele fez ontem
foi passar uma vergonha da nada.
Obviamente que pra base eleitoral dele,
isso não faz nenhuma diferença, mas foi
ridículo. E quem apostou as fichas nesse
homem deve estar arrependido,
arrependido,
porque fizeram gato e sapato daquela ai
incompetente.
A gente viu no começo da live, né? Os
videozinhos falam por si só. Agora eu
tenho que fazer o uma crítica que é o
mais uma André Mendonça pelo fato do que
ele fez ali com cara a hora que o o
Gilmar Mendes perde a linha com ele, né,
que o o Flávio Dino cansado de carregar
a república nas costas, esse trabalho de
cícifo dele, né, de ter que ficar
salvando a nossa pele dia sem dia
também.
Na hora que o o
Gilmar Mendes perde a linha, é a hora
que ele percebe, cara, que o
André Mendonça ali tá assumindo que ele
tava tendo um papel de
investigador, né? ele começa a falar que
eu suspeitei disso. Talvez, talvez fosse
o Paulo Gol, talvez não fosse, talvez
fosse não sei o que, talvez não fosse e
talvez hoje a luz do que veio, as
pessoas eh talvez eu tenha feito errado,
ele começa a se embaranar e não sustenta
o que ele fez, talvez teria feito
diferente. E tipo assim, então o que que
a gente tá fazendo aqui? Tá ligado? O
cara tá, que que a gente tá fazendo
aqui? Aí o Jarm pede a linha, perde
completamente a linha. Falou: "Mano,
isso aqui é uma ridículo, né? Você tá
tratando como se fosse delegado, mano.
Você tá, você é o delegado agora desse
rolê, investigador e ainda fazendo
ilações daí sim com ministros e tal.
Ainda que o maluco seja culpado de
qualquer coisa, você não pode fazer, não
pode fazer isso. E perde a linha. Aí o
Dino também, né? Fala: "Agora, meu
irmão, agora foi pra caixa prego, né?
Porque se for para ficar ouvindo esse
pode, não pode, fiz, não fiz, melhor
não, né?" né? O cara, mano, ali foi um
bagulho muito, nossa, que vergonha ali
da bexiga.
E o homem não sustenta, né? Não consegue
sustentar 2 segundos de de fala
deprimente. Ainda bem que ele é um
incompetente, tão incompetente que deu
tiro no próprio pé. E agora é guerra de
vazamentos dessa daqui pra frente da
final das eleições, né? Que loucura, que
loucura, que loucura, que loucura, que
loucura.
Mas é isso, tá bom?
É isso, é isso, é isso que nós tínhamos
sobre ah esse economismo conservador
maluco. É insanidade.
Insanidade. Diz que doido William
Pereira. Bom dia, camaradas. Bom dia,
querido William. Tudo bem com você?
Espero desejo que sim. Um bom dia, meu
bom. Diz que da Bruna G Ferreira. Bom
dia, querida Bruna G Ferreira. A
diferença é que pros católicos idolatria
é santificação. É, não chamaria de
idolatria por respeito, mas
entendi do ponto de vista evangélico em
relação ao católico. O evangélico diria:
"Isso aí é idolatria
já para os evangélicos ouvi dizer que é
pecado." É, então em teoria o evangélico
não deveria ter esses bagulhos, né? Mas
tem. Mas eles fazem até pichule, faz
pixuleco leva para passeata e chama de
ungido de Deus.
Acontece.
Acontece, acontece, acontece. Passamos
por muitas coisas nessa república.
Mas aí, minha gente, vem um outro causo
aqui. Pera aí. A, deixa eu só no iso.
Ah, sinusí.
Vem um outro caos, né? Por que que
acontece? O Dino que já tá com dor nas
costas de ter que carregar a república
na
ter que carregar a república nas costas.
tá com com
esse trabalho de Cis pior que de Noé,
né? [música] Nem Noé carregou tanto
animal.
Ah,
tem uma galera de da nossa esquerda,
desculpa.
Eh, tem uma galera da nossa esquerda que
lê
para ser crítico à ordem burguesa, lê
Carmith, por exemplo, e em Dels essa
referência, porque são maluco, não faz
nenhum sentido fazer isso. E a gente vai
ler então CMIT para ver inclusive que
ele corrobora, pra gente ver o caos que
é o caos que é você não ter uma
estrutura jurídica positiva,
uma norma de regra geral bem estruturada
que não seja pessoal e que não defina
por princípio a sua função a partir da
eliminação do adversário, mas que tente
criar um ambiente de mediação e
negociação,
que é para isso que serve direito. né?
Você tem um espaço de justiça, de
negociação, de não eliminação do outro,
porque odeia o outro coleguinha, né? É
para a punição, mas também é para a
proteção. É ambo, é o aspecto duplo.
A gente já vai chegar lá. Aí a galera
para criticar a estrutura do direito
liberal, lê Crush Schmith e endelza esse
maluco. E é um perigo. E a gente vai ler
o CR Schmith e vai fazer algumas
reflexões sobre o que aconteceu ontem. E
a gente vai ver, cara, isso aqui não
pode ser base e referência pra gente
discutir as coisas a vera, assim, ainda
mais enquanto marxistas, enquanto
críticos, enquanto comunistas, enquanto
gente que pensa de maneira dialética.
Car Schmit não é um pensador dialético,
não é um pensador que utilize algum tipo
de historicismo crítico.
Carmit é metafísico.
Aparentemente ele é um realista porque
ele essencializa a política,
mas ele cria uma essência da política de
maneira assim substancial.
E aí você fal como é que pode um
marxista ler isso e fala: "Não, éí assim
mesmo, gente, o cérebro foi caiu aonde?
Pelo amor de Deus.
A gente vai ler,
vai ler aqui
e aí a gente vai fazer algumas reflexões
importantes. Mas diz querido D Sandro
Gomes,
até a máfia tem ética. Uma pérola do
Gilmar, uma das, né? Ontem ele soltou
algumas. A mais importante para mim é a
que tá aqui na minha descrição, que é
essa aqui, ó. Pichuleco eleitoral. Para
mim, essa aqui foi, eu fiquei em dúvida
em colocar o a manchete de pichuleco
eleitoral ou terrivelmente pichuleco?
Terrivelmente pichuleco ficava mais
divertido. Mas eu deixei o pichuleco
eleitoral em respeito à citação do do
ministro.
É para emoldurar e colocar na parede.
Isso é uma aula de Brasil na vez. Sim. E
e é engraçado porque isso, por exemplo,
uma uma tese antiga. Platão já dizia,
né? Se você for ler Platão, acho que na
República mesmo ele já traz assim: "Não
tem como você escapar da ética
mesmo,
mesmo
em um bando de ladrões. Você tem uma
estrutura mínima de respeito." E aí é a
ética do do bando de ladrões, né? Aí
Platão diz, né? que nesse bando de
ladrões você no mínimo tem que ter as
regras de não matar o coleguinha, porque
senão acaba o bando, acaba ali o se sua
organização criminosa e não roubado do
coleguinha, porque senão também vai dar
problema. Então você no mínimo tem que
ter uma estrutura básica de convívio
desse bando de ladrões para que ele
consiga executar suas funções. A, nesse
sentido, o Gilmar evoca a ideia de que
até a máfia tem uma ética, né? Então,
que é isso que você trouxe, né? Até
máfia tem ética. ele evoca essa ideia de
que tem regras básicas para convivência
e manutenção de uma ordem. Porque se
você não quebra regras básicas de
convívio e de manutenção da ordem, você
implode essa instituição e essa
organização, mesmo a máfia, mesmo com
uma organização criminosa. E no caso de
uma instituição jurídica, como o Supremo
Tribunal Federal ou qualquer estrutura
jurídica do de um tribunal, se você
implodir regras básicas de convivência
de estruturação daquela instituição, ela
não tem mais função de si, ela se
deteriora.
Então o a evocação do Gilmar desta
referência da ética do bando de ladrões,
né, até mesmo em ladrões, como diz
Platão, tem uma ética. É para dizer
isso, que se você não respeita regras
básicas de convivência de exercício
dessa função, ela se se destrói. Ela se
autodestruindo, não existe mais o bando,
ela se autodestruindo, não existe mais a
instituição do Supremo. E o animal do
André Mendonça, que que ele tá fazendo?
destruindo estruturas básicas, mínimas
de estrutur de de convivência e
manutenção dessa instituição.
É aquilo que o pessoal tá dizendo, né?
Ele tem um projeto de destruir o Supremo
por dentro. E é isso que ele está
fazendo.
É isso que ele está fazendo.
Aqueles atropelos de ontem e de antes de
e de duas, três semanas atrás, o que ele
está fazendo é destruição desta ordem
legal mínima, mínima de convivência de
mínima, mínima paraa realização dos
trabalhos, né? Tá implodindo por dentro.
Então essa frase do Gilmar, ela remete a
essa velha tradição desde Platão. Nossa,
cara, sinusite é ruim demais, saca?
Espero ter contribuído aqui, como diria
Reinaldo Azevedo, com toda sua
arrogância característica,
momento cultural e tal, né?
Mas vamos lá, vamos lá. Depois da ética
de ladrões, vamos para a ausência de
ética.
Total ausência de ética,
que é esse camaradinha aqui,
Carsmit.
Eu vou ler fazendo tradução simultânea,
tá?
Perdão. Vou fazer tradução simultânea
porque eu não tenho esse livro em
português. Eu só tenho ele em espanhol,
a versão da trota. Editorial Trota,
que é esse livrinho aqui, Teologia
Política, que na verdade são dois livros
que Carl Schmit publicou.
Eh, um livro é
Teologia Política, que é um livreto
pequenininho que ele publicou nos anos
30, acho, e com final dos anos 20,
começo dos anos 30, acho que é começo
dos anos 30. E o segundo que ele publica
nos anos 70 tentando requentar o tema.
Então, a gente vai ler o trecho do
segundo que ele remonta, mas eu vou
comentar, óbvio, o contexto desse livro,
porque texto fora de texto fora de
contexto, a única coisa correta que
André Mendonça disse ontem, única coisa
correta que André Mendonça disse ontem,
texto fora de contexto é pretexto. Nisso
ele está correto, mas ele usou para
falar bobagem. Desgraça, né? Então vamos
lá. Teologia política do Carl Schmith. a
gente vai ler o do editorial Trota.
Eh, eu, e aqui é o que eu comentei, né?
Tem esse teologia política, quatro
capítulos sobre a doutrina da soberania,
que é o livro um,
e o Teologia política dois, que a lenda
da liquidação de toda a teologia
política, que aí é o que ele tenta
requentar o tema nos anos 70, quer
dizer, bem depois dele ter publicado,
né?
Então,
perdão.
Então, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
vamos lá.
Diz
que di antes de eu ler, Bruno, pera aí,
perdão. Márcio Alexandre Moraes deveria
ser investigado. Com certeza deve ser
investigado, como qualquer um que esteja
sob suspeição. Perfeitamente. 60% de ST
déficit, senão mais. Como fazer isso
acontecer? Como já estava acontecendo,
né? Já tá em curso. A Polícia Federal,
ela continua estava fazendo seus
trabalhos.
A questão, se eu estiver equivocado,
advogados, me corrijam.
é que, querido André Mendonça, fez um
atropelo do processo.
Ele fez um atropelo do processo. Ele
funcionou como delegado, como juiz, como
investigador e ele não [música] pode
fazer isso.
E pior, ao invés, por exemplo, de pegar
os 60% do STF que estariam sendo
investigados, né, e você reúne todos e
faz um único bloco de investigação, ele
pegou uma pessoa de um caso que tá
envolvido nessa trama toda e fez um
atropelo do processo, trouxe ele pra
frente como caso isolado e protegeu os
demais. E aí cagou todo o processo de de
investigação que já estava em curso, ou
seja, iria em curso, daria continuidade,
incluindo o nome dele, [música] que aí é
o problema. Que que aconteceu com Tofle?
O Tofle tava sendo, tava envolvido no
rolê e era relator do processo. Aí o que
acontece com ele? Pessoal vaza as
informação e ele tem que se afastar. O
André Mendonça, o nome dele também
aparece,
só que aí ele vazou deliberadamente,
pelo que consta, aparentemente tem um
vazador de informações, como tava tudo
sobre a a tutela dele. Adivinha quem
será que fez isso?
do Alexandre Moraes e aí deu isso,
entendeu? Então, não sou especialista no
tema. Se eu estiver equivocado, puxem
minha orelha, advogados, né? Mas eu acho
que foi isso, o que o que rolou, tá bom?
Então, ele já estaria, é obviamente que
a pessoa com muito poder, ela sempre
estará muito mais protegida que os
demais. Só que isso não significa que a
gente vai pegar um humano e vai fazer
execução em praça pública, a menos que
nós sejamos defensores de ideias tal
qual de Car Schmith, de que a exceção é
que determina efetivamente o elemento do
poder e do político.
e que daí ao falar sobre isso, sobre a
exceção e o estado de exceção e que o a
exceção seria o elemento fundamental
para você entender o poder, a política e
o campo do político para Car Schmi, que
a ideia de uma jurisprudência, de um
direito positivo e não sei o que lá não
seria capaz de dar conta do poder real e
efetivo. Isso por causem.
Então ele diz que as exceções são aquilo
que realmente vale pra gente discutir o
Estado, o poder do Estado, a função do
Estado. Nesse caso, por exemplo, criada
uma exceção, uma exceção que é aquilo
que ontem aconteceu, teve toda aquela
pataquada porque foi um caso inédito em
certo sentido e que daí vem exceção
sobre exceção.
O Faquim criou um
rito excepcional, um tipo de julgamento
excepcional. O André Mendonça criou uma
investigação excepcional, um inquérito
excepcional, tudo excepcional.
No excepcional que você joga tudo pro
excepcional, vai deixando cada vez mais
de lado o direito, a a ordem
constituída, o regime colocado, as leis
positivadas. E aí você vai jogando tudo
pro âmbito do excepcional, que é que
inclusive, se eu estiver errado, os
juristas me corrijam. tô falando quanto
filósofo aqui de análise desse processo,
que é o que a Carmen Lúcia alega no para
justificar o seu voto de que ela estaria
ao lado do Faquim, que é dado que é essa
excepcionalidade, eu vou seguir a ideia
da excepcionalidade e vou com o senhor
aqui, com um faquinho. Dado excepcional,
aqui a gente tem um elemento do efetivo
do político, da execução do poder. Então
é aqui que a gente tem que discutir o
âmbito do poder da compreensão da ordem,
da lei, daquilo que vale, daquilo que
fundamenta o que vale pelo excepcional,
pelo estado de exceção. E aí, nesse
livro aqui do Teologia política, eu não
vou ler essa parte, eu vou ler outra,
mas eu vou trazer para vocês
aqui no Teologia política do K Schmith,
que não é o texto dele que normalmente o
pessoal da esquerda se refere, porque
eles se referem ao
conceito do político, mas meus amigos, a
gente entende quando o cara se revela,
quando você lê as coisas de maneira
conectada e articulada, né?
Mas aqui, especialmente nesse item aqui,
ó, teologia política, o três, que nessa
edição que eu tenho tá na página 37. Ah,
eu vou, Danis, eu vou ler. Eu não ia
ler, mas eu vou ler.
Deixa eu pegar aqui.
Pegar no buscador que faz mais fácil
o K Schmit para falar sobre estado de
exceção. E aí, guardem essa informação,
tá? Porque isso vai aparecer no conceito
do político, o conceito de político.
Para falar sobre estado de exceção
e que o excepcional é esse elemento que
vale, o Kmit vai se valer, vai se
estruturar a partir de uma ideia de que,
ó, a teologia política segue valendo.
Tem gente que tá dizendo aí que não tem
esse âmbito teológico, esse âmbito
místico, esse âmbito da soberania no
pensamento da ciência moderna. E qual é
a tese dele? que toda a ciência política
moderna, e ele chama daí de sociologia,
não chama de ciência política, mas chama
de sociologia. Toda a sociologia,
ciência política moderna, ela está
baseada na ideia de que não existe mais
teologia
eh política e que tudo então agora é uma
questão científica e técnica.
Ele vai dizer: "Isso é uma premissa
errada, isso tá errado." E ele vai
dizer: "Sustentar". Por quê? Porque as
ideias
as ideias políticas da ciência política,
que ele chama de sociologia,
são
uma secularização
de conceitos teológicos. E nisso Car
Schmith está correto. Essa diagnóstico,
ele tá correto. Ele fala assim, ó, a
ideia de soberania, conceito de
soberania não é um conceito tirado do
nada.
Um conceito de soberania. Preste
atenção, o conceito de soberania é
atribuído a Deus.
E quando você traz ele para o estado, é
uma secularização desse conceito, mas
ele continua teológico. Nisso, em certo
sentido, o Schmit está correto. Essa é a
premissa dele. Só que a ideia ele vai
derivar que a teologia política segue
valendo para tudo.
Só que ele poderia aplicar a mesma ideia
para outras coisas, como o próprio
funcionamento do mercado, a própria
compreensão de um sujeito no mercado que
atua de acordo com o seu livre arbítrio,
né, no no em Adam Smith, e a gente tem
uma porrada de trabalho que discute isso
também, também é uma secularização do
protestantismo do Adam Smith. Ele traz
pro âmbito da economia concepções e
compreensões teológicas e ele seculariza
elas. O Juan José Bautista Segales
trabalha isso muito bem, mostrando a
secularização da compreensão de ser
humano em competição com os demais, que
é mal por natureza e que atua por seu
egoísmo, né, que é isso que tá
estruturado numa teologia protestante,
seja luterana ou calvinista, e que se
seculariza na teoria econômica do Adam
Smith como um ser humano que age de
acordo em busca dos seus interesses
egoístas e que isso é válido porque é
naturalizado no jogo do mercado. O
bautista percebe isso, é óbvio, isso é
uma secularização de uma ideia
protestante, mas isso não significa que
continua sendo elemento religioso,
porque é uma secularização. Katsu, então
é uma discussão muito boa. Joguei aqui o
Schmith traz isso pra discussão da
teoria do político e o estado então
seria soberano com uma secularização da
compreensão de soberania
de Deus, né? E aí seja protestante, seja
católica. Beleza? Nesse aspecto de ser
uma secularização, ele tá correto. Tá
correto. A teoria veriana de
secularização mostra isso também. Dá
para discutir, né? Você vai tirando o
elemento mágico. Só que aí vem o a o
ponto.
Sai o elemento mágico.
Você agora tem compreensão da soberania
como execução de poder. Você tem a
compreensão do funcionamento do mercado
como estruturação de uma instituição
específica e tal. Saia a mágica.
Mas o shimit não tira a mágica.
Um certo misticismo segue presente.
E aí, meus amigos,
aí vem o ponto,
aí vem a brincadeira legal.
Porque o Schmit vai trabalhar com
teologia política, não porque ele vai
discutir o elemento do político, da
teologia,
ele vai trabalhar por analogia.
analogia.
O método
do Schmid
é por meio de analogia
entre sistemas teológicos escolhidos a
dedo, discussões teológicas escolhidas a
dedo e a teologia política que ele quer
apresentar e fundar.
Sabe de onde ele tirou isso?
do furico, minha gente, porque não
existe outro lugar.
Um marxista que lê isso.
E aqui vai minha crítica, porque quem
quiser ser místico, quem quisesse
misturar as coisas, né, de ciência com
religião, com analogia, quem usar o
método analógico para interpretar a
realidade, boa sorte. Mas nós marxistas,
ao tratarmos da realidade buscamos
ciência,
ciência dialética que considera a
história como elemento fundamental.
Processos sociais,
tendo como elemento fundamental
organização econômica. Aí você lê isso
do CMIT trabalhando teologia política, o
conceito de político por analogia e
fala: "Esse cara entendeu? Você tá de
sacanagem comigo, né?
tá de sacanagem comigo. O crente desse
rolê sou eu. Eu sou o crente.
Mas sendo crente, eu sei que as coisas
que eu faço de fé na igreja, na hora de
ler, analisar a realidade, a função da
realidade social, eu não sou crente, sou
cientista.
Então assim,
viu um mano falando não, porque Car
Schmith, ele é muito bom, não porque Car
Schmith entendeu as coisas. Você vai
que que esse mano tá querendo
fica esperto. Mas vamos lá. Trabalha por
analogia e eu vou mostrar para vocês.
Vou ler aqui fazendo tradução
simultânea, tá? Só tenho a, infelizmente
em PDF, só tenho a versão em espanhol.
Todos os conceitos centrais da moderna
teoria do estado, é, eu tive que fazer a
pesquisa aqui como milagre para vocês
entenderem. Todos os conceitos centrais
da teoria moderna do Estado são
conceitos teológicos secularizados.
Óbvio, isso é óbvio, mas ele tá correto.
Mas um monte de gente não tinha
percebido isso até hoje. Schmitt está
correto.
O qual é certo? Não somente por uma
razão de sua evolução histórica,
enquanto foram transferidos da teologia
para a teoria do Estado, convertendo-se,
por exemplo, o Deus onipotente no
legislador todo-pereroso, tal qual Robs
faz no Leviatã. senão também por razão
de sua estrutura sistemática, cujo
conhecimento é imprescindível
para a consideração sociológica desses
conceitos. No caso da consideração da
ciência política, né? se a gente fosse
usar como a gente usa os termos hoje.
Mas veja,
a estruturação sistemática do pensamento
político de acordo com o Car Schmidz,
para você conhecer a compreensão
sistemática da política, da teoria
política, a gente teria também que
considerar teologia política. Eu falei:
"Ih, aí já começa a complicar." Mas
veja, ele vai começar a trabalhar por
analogia. O estado de exceção tem a na
jurisprudência análoga
significação
que o milagre na teologia. Veja, o
estado de exceção tem na jurisprudência,
diante das leis, diante da estrutura
positiva legal, da estrutura da norma
existente, diante do código legal
existente, diante de um direito
positivado,
o estado de exceção tem uma um
significado análogo
ao milagre na teologia. Isso aqui, isso
aqui não é não é não é elemento
secundário ou menor para sustentar a
ideia de que o estado de exceção é
aquilo que deve ser considerado como
elemento fundamental para a discussão da
política, do político, do estado, da
instituição que executa poder.
O shimit tem que citar que esse estado
de exceção é análogo ao milagre na
teologia. E quem disse isso? Ele.
Porque sim,
por quis.
Ah, ele vai ter que explicar, né? Mas
que sentido milagre? Ah, é porque aquilo
que rompe a ordem do curso comum da
vida, a ordem, né, natural das coisas,
como algo incrível, sobrenatural, que
vem do além.
Então, o estado de exceção tem esse
elemento do milagroso, do daquilo que
não acontece no curso natural. OK? Só
que qual o problema? O Schimit vai
sustentar que é esse elemento mágico
milagroso de irupção da realidade por
analogia que determinam o que é o
político efetivamente.
Mas vamos lá, tem muitos problemas e
perigos nisso,
mas é ciência, tá gente? Método aqui
adequado.
Somente tendo consciência desta
analogia.
chega-se a conhecer a evolução das
ideias filosóficolíticas nos últimos
séculos.
Porque a ideia do moderno estado de
direito foi afirmada
a parte, né, ou a par que o deísmo ou
sabendo que o deísmo
uma teologia e uma metafísica que
desterram do mundo o milagre e não
admitem a violação com caráter
excepcional das leis naturais implícita
no conceito do milagre e produzido por
intervenção direta, como tampouco admite
a intervenção direta do soberano na
ordem jurídica vigente.
Ou seja,
o Estado, diz Schmith, o Estado que se
afirma como soberano numa secularização
do pensamento teológico não admite o
milagre.
O estado como uma secularização
dá a ideia do conceito de de soberania,
não seculariza o elemento do do do
milagre.
E daí,
ao fazer isso, rejeita tudo aquilo que
não está na jurisprudência, tudo aquilo
que é exceção, rejeita tudo aquilo que
não tá sendo estabelecido na norma. Olha
o caráter carismático político aqui do
Schmit que vai defender. Então vamos
secularizar também a ideia de milagre. E
é isso que ele vai fazer, pô.
Ele vai querer secularizar a ideia de
milagre como elemento fundamental para
discutir a função do Estado, o poder e
uma crítica à jurisprudência.
E aí ele vai criticar o racionalismo da
estrutura jurídica. Essa estrutura
jurídica racionalista, essa estrutura
jurídica aí que é positiva e que deixa
tudo tão fechadinho e que só tem as
regras e normas, ela não aceita a
exceção. Ela não aceita o milagre, ela
não aceita que o soberano atue para além
desta ordem natural. Falta ela aí o quê?
Pentecostalismo secularizado.
Falta a ela o quê? Esta mágica.
Mas veja que o que ele tá fazendo,
gente, é analogia, meu amor do céu.
Tudo bem?
Tudo bem.
O racionalismo da época da ilustração
não admite o caso excepcional em nenhuma
de suas formas.
Por isso, a convicção teísta dos
escritores conservadores da
contrrevolução
poôde fazer o ensaio de fortalecer
ideologicamente
a soberania pessoal do monarca com
analogias sacadas da teologia
teísta. Preste atenção.
Contra o racionalismo
da época da ilustração, que não
admitiria o caso excepcional, não
admitiria, por analogia para o Carl
Schmitz o milagre.
O que que ele vai buscar? Onde tá a
fonte do Cmitth, gente? Eu quero muito
que vocês observem qual é a fonte de
reflexão do Cmit.
Preste muita atenção.
A convicção
teísta dos escritores conservadores da
contrareolução.
fonte para discutir por analogia o
estado de exceção em sua defesa como
aquilo que é o milagre contra este esse
racionalismo da época da ilustração que
fundou um direito positivo que cria uma
norma minimamente impessoal e
estruturada e a qual nós devemos
referência para além dos desejos
pessoais de quem executa o poder.
A resposta do Schimit tá nesses caras
aqui, ó, escritores conservadores da
contrrevolução.
E no caso da contra-revolução francesa,
né? contra a Revolução Francesa,
os escritores conservadores da
contra-revolução.
E essa vai ser a fonte dele.
Como em nome de Deus um marxista
lê isso aqui, lê o conceito de político
e fala: "É, ele tá certo".
>> [roncando]
>> Não é possível.
Não é possível. É para mim é
inconcebível. Inconcebível. Eu que sou
crente desroi.
É inconcebível. Inconcebível.
Mas já já volto lá. Ah, não, não. Só
para antes disso, só para não perder o
bonde. Aí você fala: "Não, Bruno, mas
você tá exagerando?" Não, eu não estou.
Eu não estou. Eu li, [risadas]
eu li essa tristeza no período do
mestrado para poder escrever meu texto.
Ai, ai, ai.
Veja aqui o último capítulo que é o
seguinte, é essa teologia da política,
né? Contribuição da filosofia política
da contrrevolução. Contribuição da
filosofia política da contrrevolução de
Maestre, Bonald e Donosso Cortz.
E ele cita os autores que ele vai
utilizar como referência. E qual é o
critério para escolher esses autores? O
critério do porque ele quis.
Ele deu uma lavada. O lavo de Carvalho
antes de O lavo de Carvalho. Ele foi lá
e escolheu esses autores aqui, falam
aquilo que eu gosto e sustento a minha
ideia. E
Mas qual é a ciência de Ele
fala o que eu gosto,
tá ligado?
É isso.
É isso que a gente vai dizer. Ele fala a
verdade. Por isso que para mim eu fiquei
inconformado. Pera aí, deixa eu só a
sinusite tá pegando.
Eu fiquei inconformado, inconformado
quando o Safat soltou essa naquela
entrevista com com o Bruno Altman, que o
vai fazendo aquele joguinho lá das
perguntas de autor por autor, né? Quem é
melhor? Esse aqui ou esse aqui? Esse
aqui ou esse aqui? Esse aqui, esse aqui
é quando fala Carl Schmi, ele fala: "É,
esse aí é aquele que fala a verdade
estando do outro lado". Que verdade.
Que verdade.
Mas sabe qual que é a verdade? Entre
aspas, é, ele critica a ordem burguesa.
Sim. Ele critica a ordem liberal do
direito liberal. OK.
também critico. Agora, crítica não
significa abandono, rechaço, destruição.
E o que o Schmit faz é destruição.
destruição em nome de um elementos
análogos a uma teologia tentando
secularizar uma mística do milagre como
estado de exceção como elemento
fundamental e que o que determinaria o
político, por essência, por essência,
enquanto substantivo, enquanto
substância, o que é a política? O que
determina o campo do político? Diz
Calmit, a delimitação e a conformação do
amigo inimigo. Eu constituo aquele que é
meu inimigo e combato ele. E isso é
fundação do político.
o dialética foi pra casa do chapéu, né?
A história danice-se é essência. Eu
constituo como essência isso. E de onde
o Schimit tirou isso? da analogia que
ele resolveu criar da teologia política,
porque sim,
não tem ciência, não tem dialética. É,
mas aí o que que gosta? Gosta porque
fala mal do direito positivo liberal.
Pô, mas aí você não precisa de chmite,
aí você não precisa sustentar a ideia de
amigo inimigo. Aí você não precisa jogar
fora beber com água, com água suja. Não
precisa. Você pode ter bom senso, você
pode aplicar ciência, você pode ter
cérebro.
é inaceitável, porque essa ideia do
milagre, essa ideia da exceção, essa
ideia de que esse é o elemento
fundamental e de constituição do
inimigo, sabe o que que dá? O que a
gente viu ontem no STF, pô.
Não tem mais jurisprudência, não tem
mais estrutura normativa. Ah, não, mas a
política é assim. Não, não é, é uma
escolha. É uma escolha. Escolheu-se, foi
uma decisão, decisão, decisão de atores
de falar, Dane-se, vamos implodir tudo.
Isso não determina o político, isso
destrói o político, isso mina as
possibilidades de criação de
instituições novas com pacto comungado.
Isso impede a realização de projetos
comuns. Porque toda hora que eu quiser
ficar criando inimigo, eu crio inimigo,
estabeleço o político, vou para cima
dele e dane-se.
E aí vamos ver quem é mais forte.
Adivinha quem se lasca nessa?
Aí o maluco com com essa obsessão não
entende que hoje o que está nos
protegendo de não ter sido já dominado,
nós estamos protegidos de não estarmos
nesse exato instante sob a batuta de um
laranja animal que é presidente dos
Estados Unidos
por causa da ordem jurídica positivada
que nós temos e da atuação dessa galera.
Ah, mas eu não gosto. Eu também não. Mas
aí você usa uma coisa chamada cérebro e
aí você analisa a realidade, vê quais
são os instrumentos que você tem à
disposição e atua de maneira inteligente
para realizar os projetos possíveis e
factíveis.
Aí você defende Cmith, aí você defende
amigo e inimigo, aí você defende vamos
para cadaria, você se lasca, pô. Você
não tem força para nada, tenha bom
senso.
Aí o Dino tem que ficar carregando
república nas costas sozinho,
[risadas]
entendeu?
Diz que fazer o ótimo. Ele escolheu uma
pessoa a dedo, no mínimo. Deveria ter
feito o mesmo que fez com Morais, com as
demais integrantes da STF. Exatamente.
Exatamente. Bom dia, querida Érica
Bispo. Como é que você tá? Tudo bem?
Espero desejo que sim, querida
professora, excelentíssima Érica Bispo.
[risadas]
Desculpa.
Diogo diz: "Mas eu vi alguns advogados
bem equilibrados dizendo que o argumento
da excepcionalidade não é tão bom".
Lógico que não, pois é uma situação
nova, de fato, nunca aconteceu antes no
no STF. A propósito, o STF é quem define
esse tipo de rito. Quando a instância
inferior está lidando com a situação
atípica, eles recorrem ao STF.
Exatamente. Que é a instância apta para
isso. Exatamente. Nesse caso, eles são
STF e basta eles definirem. Exatamente.
Mas também não sei, não entendo o tema
nem eu, mas exatamente pelo fato de que
se você tem como base essa criação do
estado de exceção,
fruto da relação fundamental do político
como o a [roncando] dualismo, amigo
inimigo, aí você joga fora qualquer
estrutura jurídica mínima, porque quem
pode definir o estado de exceção define
tudo, que é isso em última instância,
a gente dá poder para quem for mais
forte.
E é isso.
Desandro Gomes diz: "O estado de exceção
análoga ao milagre. Exatamente. A
intervenção divina rompendo a ordem
natural. Exatamente. A mudança vem de
cima, mas precisa dos portadores dessa
incumbência. Os excluídos escolhidos
ungidos. Pronto, a gente poderia manter
por analogia isso, né? Os os abençoados,
os pentecas, os escolhidos por Deus, os
batizados pelo Espírito Santo, podem
fazer, né? Aqueles que são eleitos como
profetas podem, os outros não.
Quer manter a analogia? vai dar
problema. Porque analogia, meu amigo,
analogia não é ai,
analogia pode ser funcional, mas ela não
é o método fundamental. Ela é funcional,
mas ela não é fundamental.
Não pode basear sua ciência política em
analogia, pelo amor de Deus. Diogo diz:
"Falta um reteté". Falta. É que o Schmit
ainda não tinha convencido as
assembleias de Deus. Um avivamento,
moração [risadas] em línguas de um
forro. Eita Deus.
Chupa bala r sentando na vassoriana
fazer o watch disso o que eu conhecia
deit era ruim agora tá piorando na mais
meu irmão piora mais que isso que dandro
gomes menos mais gamish amém
[risadas]
gustavo disse direito positivo burguês
pelego é eu eu pelego com gosto quando
necessário né pelegoo não
eu não vou seguir na ironia porque ela é
boa
diz que digo tem gente que gosta Gosta
de ser diferentão aí, quer pagar um cara
com com esse para falar que não está
preso numa caixa. É, quem dera fosse só
isso. Diz fazer o quem só consegue usar
analogia é muito pobre intelectualmente.
Ah, mas não tenha dúvida disso. Não
tenha dúvida. E não é ciência, né,
gente? Pelo amor de Deus,
desculpa.
Mas que acontece? Tem outro elemento
também que faz com que parte dos
marxistas gostem do Schmit.
O elemento é o seguinte,
o Schmith Carl Schmith,
ele era um nazi, né, contra
revolucionário
e que inclusive dá justificativa para
Hitler
Furer
praticar sua ditadura.
Porque ele diz que o que define o
político é a capacidade de criar o
estado de excessão e executar via
ditadura.
Mas o Schimit tem essa sacada contra a
revolucionária
e de positivar, né, secularizando
elementos da teologia política
e definindo o conceito do político como
relação amigo e inimigo, porque ele fica
impressionado
com a composição de uma classe
revolucionária. Então, ele tem que criar
uma teoria contravolucionária.
E como ele elogia a classe
revolucionária?
Porque ele fala: "Olha, o marxismo
entendeu porque essa é a análise que ele
faz."
e daí organiza a classe trabalhadora
para derrubar uma ordem vigente.
E aí ele faz um elogio para isso, no
sentido de que o surgimento de uma
classe revolucionária que enfrenta uma
ordem cria na cabeça do Schimit a ideia
de que você pode ter uma teoria
contravolucionária,
contrarrevolucionária que entende esses
elementos. E aí ele vai buscar onde? nos
autores contra revolucionários da contra
a Revolução Francesa,
católicos e reformados do século X,
reformados do século X e Católicos
contra revolucionários da Revolução
Francesa, que criam
a defesa de uma ditadura contra os
revolucionários.
Então, é esta ditadura que o Schimit
quer fundamentar. Não é uma ditadura do
proletariado, não é uma superação do
direito burguês para daí um direito
comunista. Tá daí um um uma estruturação
de um estado que vai desaparecer. Não,
ele não quer estado que desaparece, ao
contrário. Tanto que assim que ele fala
sobre comunistas, ele abandona a
discussão com os comunistas e vai
discutir com anar anarcoocialistas,
especialmente Bacun e Jorge Sorel, né? O
Sorel. Sorel, porque o Sorel é meio
místico maluco também. Então ele quer
discutir com esses caras, especialmente
o Sorel, porque o Sorel é místico maluco
e ele quer discutir no âmbito místico
maluco.
E aí
o Sorel Místico Maluco vira sua
referência para discutir com os
marxistas, né?
Porque ele vai
falar, ó,
esses caras entenderam a contravolução
possível se fundamenta numa mística tão
forte quanto que a gente vai então
buscar nesses católicos contra
revolucionários protestantes do século
X,
que vão trazer pra gente analogias
possíveis em defesa de uma ditadura
contra revolucionária.
Porque contra a revolução
precisamos de uma ditadura tão forte
quanto. E quem é essa ditadura para ele
na Alemanha? O Fiurra, Hitler, os nazi.
E ele vai fundamentar isso,
tá? Então é disso que nós, é desse
contexto, é disso que nós estamos
tratando. E nessa fundamentação ele vai
delimitar. O político é definido pela
relação amigo inimigo. Você cria os
hostis, os hostis, aqueles que devem ser
eliminados.
E aí quando você cria esses que devem
ser eliminados, você vai para cima e
sustenta. E é isso que fundamenta o
político, quem decide sobre o estado de
exceção contra os inimigos a serem
combatidos.
E não preciso dizer quem são os hostis,
né, pros nazi. Preciso dizer quem são os
pros nazi,
saca?
Aí você lê um negócio desse e fala:
"Não, o Shimite entendeu?" Entendeu o
que, meus amigos?
É muito problema sobre problema.
Inclusive,
eu não vou ler o trecho hoje porque a
gente não vai ler o conceito de
político, a gente tá lendo teologia
política, mas no conceito de político,
o Shimit reforça
que o que você institui como inimigo é
criando uma diferenciação ética,
de modo
a sustentar, dentro do que ele chamaria
de ética, a eliminação do inimigo
como aquilo que é o correto, o belo e o
bom.
E ao estabelecer essa diferenciação,
você rechaça esse inimigo colocando nele
toda a carga ética negativa possível.
E aí você legitima e justifica a
eliminação dele,
a guerra como fundamento desse processo.
E aí o estado de exceção, né, como
aquilo que define o político, a guerra
como essa constituição fundamental.
E com todo respeito a Schmi, mas a
política não se define pela guerra.
Política
é a arte de evitar
a guerra.
Havendo guerra, não há normas, não há
estrutura mínima, não há estabelecido
nada de convivência entre diferentes.
Não há polis,
não há.
Só que aí o Schmit vai dizer como saída
dele, né? Mas não é que eu quero um
estado total,
porque o shmite é uma pessoa de bom
senso.
Não é que eu quero um estado total que
domine tudo, controle tudo. Eu clero uma
uma pluriversidade, uma multiplicidade
de diferenças.
Aí como é que se organiza aí? As
diferenças briga entre si, mas vai
brigando sempre, né?
E aí não é, por exemplo, o estado,
a República Plurinacional da Bolívia,
né, que você cria normas para
convivência de plurinações, mas com a
norma, tem uma república estabelecida,
uma constituição, não
[risadas]
tá ligado? É uma loucura, velho. Essa
ideia do Schmid se aproxima muito com o
que um Iago Martins da vida defende, né,
de cada um vai lutando pelo seu, né?
Cada um vai lutando pelo seu. A gente
mantém as diferenças aqui, mas eu vou
poder ficar dizendo que você é o
demônio, tá? Eu vou poder todo dia dizer
que você é o demônio, que você é filho
do demônio, que você é você é do diabo,
que não sei o quê. Aí você fala: "Não,
mas você não pode fazer isso com a
pessoa, você tá demonizando o cara".
Fal, não, não, não, não, não, não, não,
não, não, não, não, não, não, não. Isso
é o meu, minha liberdade de expressão de
criar essa diferenciação ética aqui.
Minha religião chama ele e tá tudo
certo. Eu não tô matando ele, não tô
batendo. Você chama de diabo, chama de
demônio, chama de fil demônio. Tem que
exorcizar, tem que expulsar, tem que
acabar comendo. Mas não tô aqui fazendo
nada.
Aí o maluco leximite faz o quê?
Perdão.
Diz que do Diogo. Mas Bruno, imagina que
o seu Zé tem uma padaria. Nessa padaria
o pão de queijo custa R$ 20 e o
cafezinho 10.
Aí a dona Maria tem uma loja de perfumes
hipotética e imagina que o perfume custa
R$ 200. [risadas]
Imagina, imagina que eu tenho uma vaca.
Ah, exatamente. A guerra é justamente o
que a política deve evitar e isso é o
óbvio. Sim. Diz que do Cícero Bruno.
Sim, Cícero, posso estar falando
besteira. Eu também só li um pedaço do
conceito do de político, mas ele não
afirma que a política não se mistura
necessariamente comito moral, ético e
econômico. Vai, então,
no sentido de que não posso julgar
moralmente,
não posso julgar moralmente esse
elemento da criação do inimigo, porque
isso faz parte,
ele essencializa a ideia de que o amigo
e inimigo é o fundamento do campo
político como substância. Então, não
tenho como julgar ética e moralmente,
não tem como julgar essa criação do
inimigo, ela faz parte do processo. Mas
a criação deste inimigo parte sim de uma
diferenciação ética,
de você constituir nesse inimigo tudo de
ruim e aí você vai para cima dele,
ele substancializa. Não é que, por
exemplo, como de um ponto de vista
científico, eu vou falar, não vou
moralizar o âmbito do político e vou
analisar as relações vigentes. Fazer
análise de processos
é uma coisa, eu vou, não vou aplicar
moralidades nisso. Oit fala, ó, não vou
aplicar moralidade ao político, ao campo
do político. Que que é isso? Que não
pode ter discussão ética política. Não,
não é que é essência do político a
criação do inimigo. Então eu não vou
moralizar esse âmbito da criação do
inimigo.
Aí ele essa político ou o campo do
político é determinado pela criação do
inimigo, pela relação amigo inimigo. Mas
gente, isso não é dialético, isso não é
história, isso não é crítica. Ele
essencializa.
E numa teologia do político, ele
trabalha por analogia para poder
fundamentar o estado de exceção como o
equivalente ao milagre na teologia.
Exatamente. Diogo disse: "Rapaz, esse
timite era um safado. O bicho era
esperto, era perverso, mas esperto, não
é gênio, né? Nesse sentido de vou aqui
escapar de vários negocinhos ao mesmo
tempo e é persuasivo, desgraça. Mas eu
vou paraa parte que eu quero ler com
vocês aqui. Vou ler um trechinho porque
eu nem ia ler esse começo, mas acho no
nosso papo aqui isso,
perdão, surgiu como importante. Vocês
vê, né? O bicho é pilantra. Pô,
é aqui. Eu vou ler o livro dois,
Teologia Política, quando ele retoma o
tema em 1970.
Na década de 70, ele traz de novo esse
tema, tenta requentar, porque ele leu o
texto de um cara chamado Paton, acho que
é Eric Peterson, Erkel Petterson, eu
esqueci o nome da do humano, mas ele é
um cara que faz uma análise muito bem
lida no âmbito da teologia e da
religião, tá? Ele não é um cientista
político, não é nada, mas é um texto do
Peterson, desse Eric Peterson, ele
Peterson, eu esqueci o nome do bicho,
que faz um dentro da teologia católica,
discutindo com Santo Agostinho, uma
retomada da separação entre o reino de
Deus e o reino dos homens.
Separa o reino de Deus com o reino dos
homens. E aí ele faz uma análise, ele é
muito bem recebido. O Shimit fica
chateado, talvez ressentido, ficou
triste e tentou requentar o tema e
trazer a discussão com esse Peterson.
para dizer, olha, essa separação entre
reino de Deus e o reino dos céus aqui
não cola. E aí ele vai falar: "Isso aí é
como se tivesse liquidado uma teologia
política". E ele vai querer enfrentar, e
é engraçado que ele fala assim,
enfrentar o pessoal de esquerda e os
teólogos que são afeitos ao pessoal de
esquerda, porque ele gosta dos teólogos
afeitos à direita, vai dizer que os
teólogos afeitos à esquerda também
querem acabar com essa teologia
política, que no caso para ele não é
acabar com a teoria da teologia
política, querem acabar com a separação
entre o âmbito sistemático mágico da
teologia com o âmbito real da política,
vamos dizer assim, saca? É sutil.
E aí ele vai nesse nesse contexto, né,
diz o seguinte: como temos dito, nosso
tema é tratado de é o tratado de
Peterson sobre o monoteísmo político do
ano de 1935.
Esse livro pertence a uma nova situação
de crise que teve que ser produzida como
consequência das pretensões de
totalidade do regime nacional nacional
socialista de Hitler, que havia chegado
poder em 1933. E aí eu tenho que fazer
uma ressalva, né? Porque parece aqui o
que que ele tá fazendo? Tá criticando o
regime que ele fundamentou. Ele ajudou a
fundamentar juridicamente. Ele ajudou a
fundamentar teoricamente o regime do
Furra. E aquele tá falando, ó, é uma
crítica. A o essa esse pensamento do
Peterson surge para criticar o que
aconteceu com o regime nacional
socialista nazista na Alemanha de 35.
E aí ele fala, ó, e, né, surgiu para
essa crítica e falei e realmente tem uma
uma crise ali. Mas aí do nosso ponto de
pô, será que o Car Schmith se
arrependeu? Será que ele parou por um
segundo e falou: "É, acho que eu fui
longe demais, sustentei uma desgraça".
Não
sabe qual é a crítica do Schmitt
ao regime do Fur
de Hitler?
nazi é que ele se tornou muito técnico,
mecânico
e perdeu aquilo que realmente seria
válido. A teologia política
traiu movimento, irmão.
queria mais raiz religiosa teológica
que o filer sua execução da ditadura que
para ele é justa. Ele não tá dizendo que
foi um problema da ditadura, não tá
dizendo que foi um problema estado de
exceção, não tá criticando o genocídio,
se tornou muito técnica e operativa,
virou mecânica
cientificizada.
E isso que ele vai querer recantar como
discussão, tá?
Mas é referência, né?
[aplausos]
Palma, viu? Tá de, vocês estão de
parabéns, pessoal que fica aí citando
chimite para cima e para baixo como
bala. Bom,
[aplausos]
tá de parabéns, viu? de parabéns.
Então, de parabéns.
A nova crise afetou todas as confessões
cristãs, tanto dos protestantes como dos
católicos, mas de maneiras diferentes,
pois a Igreja Católica firmou em 1933 um
concordato com Hitler. O tratado de 1935
não aborda crise abertamente
e exfesso, senão deformando-a mediante
uma limitação histórico-teológica
filológica,
muito erudita de ser o material dos
primeiros séculos do Império Romano.
Para o problema da teologia política, é
decisivo que Peterson se atente eh à
doutrina de Santo Agostinho de dois
reinos, das duas cidades, a de Deus e a
desse mundo. na inst na
institucionalização herdada da idade
média cristã e da reforma protestante e
ignora a crise do problema moderno,
igreja, estado, sociedade. Ou seja, que
que ele vai dizer? O Peterson foi bem
recebido e essa separação entre reino do
Deus e reino do mundo para poder fazer
uma crítica à crise do do governo
nazista na Itália, etc, etc, etc. tá
discutindo, na verdade, com a idade eh
com a idade do império romano, né? É lá
que cap, não tá considerando o problema
da igreja, estado, sociedade moderna,
que aqui é um outro tipo de debate. E aí
vem, prepara, porque aqui é é
sofisticação do pensamento canália.
Os dois reinos já não são âmbitos
objetivos distinguíveis univocamente por
substâncias ou materiais.
o sagrado e o mundano, no mais além e
mais a quem, a transcendência e da
imanência, da ideia e do interesse, da
superestrutura da infraestrutura, já
somente podem ser determinadas a partir
dos sujeitos em disputa.
Preste atenção na sequência de analogias
para descredibilizar a análise das
relações institucionais
e trazer que não se pode na relação
igreja, estado, sociedade discutir essa
articulação entre instituições. Porque o
que vale na crise moderna, de acordo com
o Schimit, é os sujeitos em disputa.
abre mão da discussão das instituições
para sujeitos em disputa.
Os dois reinos, Agostinho, já não são
âmbitos objetivos distinguíveis
univocamente por substâncias materiais.
Você não separa mais na realidade, você
não distingue. Ah, não. O sagrado e o
mundano,
ponto de partida na da analogia. O mais
além, o mais a quem? a transcendência e
a imanência.
Vê que a gente tá avançando em
analogias,
a ideia e o interesse,
a superestrutura e a infraestrutura
já somente podem ser determinadas a
partir dos sujeitos em disputa.
Cara,
é impressionantemente sofisticado isso
aqui, mas canalha, canalha. E não é
porque está correto, porque não está.
Porque ciência social não se aplica a
partir da análise do sujeito sem
disputa. Ciência social a gente faz a
partir das relações e dos processos que
estão se desenvolvendo, mediados por
instituições. Porque eu tenho que olhar
as condições que fazem com que sujeitos
sejam capazes de atuar de maneira A ou
B,
que é o que a gente faz aqui no
canalzinho, que a galera gosta das
nossas análises. Por quê? Porque a gente
considera as condições que tornam
possível que um sujeito faça A ou B,
realize seus projetos. Só que ele não
realiza porque ele quer, ele não realiza
porque ele pode, é porque as condições
dadas viabilizam
factibilidade para a sua ação. E aí vem
o âmbito da decisão. Mas essa decisão
não se dá por livre espontânea vontade.
Ela se dá dentro de uma condição
histórica específica, relações sociais
que tem que ser analisadas, instituições
que estão existentes e funcionando.
Se você olha só pro sujeito, sua
vontade, o que ele resolveu decidir,
você apagou a materialidade das relações
sociais.
E isso tem marxista que lê e bate palma.
E ele define o político nesse âmbito. Só
que veja que a gente tá discutindo isso
por analogia e aceitando no pressuposto
esta relação de teologia política. Uma
crítica materialista destrói isso aqui,
meus amigos. Só que os marxistas estão
lendo isso aqui sem fazer crítica.
Dia também tem um dizendo aí que o CMIT
entendeu, ele entendeu a política
moderna, ele entendeu, entendeu nada,
tem análise, não tem ciência,
tem ideologia pura e simples. Ideologia
pura e simples.
Ideologia, inclusive, que fortalece quem
for mais forte nessa dinâmica, quem tem
as instituições à disposição, que se
tornam sujeitos capazes de tomar
decisão. que o sujeito capaz de tomar
decisão por Schmit aqui, tá? Porque o
que que define o estado de exceção?
Aquele que é capaz de decidir sobre o
estado de exceção. E quem decide? Quem
tem as instituições à mão, não é o
sujeito isolado na quebrada aqui no
Capão Redondo, onde eu moro, no São
Luís, aqui atrás. É o meu irmão, o meu
vizinho aqui, ele não tem capacidade de
decisão sobre estado de exceção.
Não tem. E mesmo se juntar todo mundo na
quebrada aqui, resolve, vamos botar fogo
em tudo. Não tem capacidade de tomar
decisão. E se for paraa Guerra Franca,
não tem como tomar decisão e nem como
sobreviver, porque vai descer tanque
aqui e vai arregaçar com todo mundo.
Porque em última instância, se você
apela o político como criação do
inimigo, vamos pra pancada, quem tem
executa e quem não tem morre. E é
simplesmente assim,
pela realidade.
Sério mesmo, velho. Assim,
é inaceitável. É inaceitável.
Ontem quem tem executa
e vai para cima. O André Mendon tá se
lascando porque ele não tem bala para
sustentar,
ele não aguenta e ele é burro. Deu tiro
no próprio pé. Mas aí tá apostando em
quê? Que na articulação com outros caras
que estão do lado dele, que são os
amigos contra os inimigos, eles vão
conseguir fazer massa para enfrentar. E
tá no enfrentamento maluco. E a nossa
defesa não é então que venha um Xandão,
que venha o Flávio Dino, que venha
alguma cavalaria que forças de amigos. A
nossa defesa deveria ser, na verdade,
está sendo o apelo à estrutura jurídica
normativa minimamente objetiva e
impessoal que organize a relação entre
os diferentes.
Mas é assim, é básico.
E veja o que diz Schmith. A totalidade
pode ser obtida potencialmente a partir
de qualquer ponto de controvérsia, uma
vez que os muros tradicionais, quer
dizer, as instituições históricas, a
igreja e o estado, t sido postas em
questão com êxito por uma classe
revolucionária, que aí é o elogio do
Schimit as a classe proletária,
as revoluções que ocorreram no início do
século XX.
Mas veja, ele está dizendo que os muros
da igreja do estado estão sendo
derrubados para classe revolucionária.
Não é porque a classe revolucionária
abraçou a mística
por Schimit, é, tá? Mas porque faz uma
crítica da religião e do estado e
enfrenta as instituições vigentes para a
criação de uma nova organização social.
Mas o shimit abstrai essas relações,
abstrai as instituições e falando sobre
sujeitos em disputa, faz esse elogio a
uma classe revolucionária que é
proletária,
porque ela daí não distinguiria mais as
instituições se elas são religiosas ou
não.
Mas tá errado, isso não é o tema.
Mas a analogia permite qualquer coisa.
Até a Primeira Guerra Mundial, 191418,
esteve em vigor, ao menos em aparência,
as estruturas das instituições herdadas
que havia sido restaurada no Congresso
de Viena 1814815.
No liberalismo do século XIX, poderia
ser mantida a ficção de separações puras
e limpas entre religião e política.
Veja, ele está assumindo que não há
separações mais.
A religião era o assunto da igreja, o
assunto privado, a política era o
assunto do estado, que aparentemente é o
que a classe revolucionária que ele tá
dizendo que conseguiu separar as coisas,
defendia, né? Sim, que eu me lembre,
comunista defende a separação desses
âmbitos, mas eu posso estar equivocado,
né? pode ter um comunista de novo tipo
aí que que não defende mais isso.
Ambas foram distinguíveis, pese as
contínuas disputas sobre as sobre as
competências,
eh, enquanto as organizações e as
instituições puderam aparecer e atuar na
vida pública como umas magnitudes
visivelmente diferentes, determináveis
terrenalmente.
Enquanto isso foi assim, pode-se definir
a religião a partir da igreja e a
política a partir do estado. Mas chegou
o momento de troca, de mudança, e a
fachada conceitual herdada se desmodou,
desmoronou quando o estado perdeu o
monopólio do político. Veja, veja, veja,
veja, veja o que está dizendo CMI.
Para KMI, o poder é determinado pela
capacidade de decidir o estado de
exceção. De onde ele tira isso? E aí diz
ele aqui, quando uma classe é capaz de
tirar do estado a capacidade do
monopólio do político. Só que aí na
cabecinha do Schimit,
o que a classe revolucionária tá fazendo
na cabecinha do Schimit é decidindo
sobre o estado de exceção e daí paraa
frente já não tem mais estado. Mas todos
nós sabemos que o objetivo da revolução
era tomar o Estado para poder executar o
poder.
Não é que o estado tá sendo desaparecido
e não decide mais numa convulsão social
o estado ser tomado para daí ter
execução do poder, porque o estado
continuava sendo a instituição que
valia, pô,
e continua sendo a que tá valendo.
Mas ele mistura tudo e não é possível
que a pessoa leia e passa batido.
Por que que ele diz que essa classe
conseguiu? Porque ela agora decide sobre
o estado de exceção porque ela quer
dominar o estado,
tomar o estado para si,
porque o que executa poder o estado
criar uma nova ordem jurídica, que é
esse foi o desafio inclusive de Lenin,
tá ligado? Ele tentou criar o quê? Uma
nova ordem jurídica. E quando começou a
estruturar o estado e acabou com a
ordemarista, acabou com o
exércitoarista, criou o exército
vermelho, criou uma nova polícia, criou
uma nova burocracia, disse: "Gente,
parece que a gente tá governando um
carro que a gente não tem controle, é
alguém que tá conduzindo, porque esse
negócio aqui é ingovernável".
descobriu que o estado era muito mais
complicado e a organização jurídica
também.
descobriu que a sede do poder era um
negócio maluco,
mas da cabeça do Shimit, ele apaga essa
parte
e fala o que vale agora o sujeito em
disputa. E aí ele funda o político como
a criação do inimigo e aquele que decide
o estado de exceção, não porque ele quer
uma revolução, é porque ele quer
defender a contra revolução. É porque
ele tá pensando, gente, se eles vão
fazer isso, já que a gente já tá no
estado, por que que a gente não instaura
uma ditadura contra eles?
e outras magnitudes,
políticas que lutavam com eficácia e
disputaram esse monopólio, sobretudo
quando uma classe revolucionária, no
caso o proletariado industrial
industrial, se converteu em um novo
sujeito efetivo do
político.
Ai, ai, ai, ai, ai.
E aí, para finalizar, o resultado não
formulei conceitualmente até 1927, né? O
resultado dessas reflexões que ele teve
no tratado, o conceito do político. Ou
seja, nós estamos, alguém poderia chegar
aqui para mim e dizer assim: "Ah, mas
você tá lendo o livro da teologia, da
teologia política". O que importa do do
Schimit não é o teologia política, é o
conceito do político. Aí, ó, o que o
animal, o próprio autor diz. Eu não
cheguei nessa nessa conclusão aqui, eu
só fui formular no conceito de político,
das discussões que ele já tava trazendo
da teoria, da teologia política, ou
seja, está relacionado, articulado e
codeterminado.
Você não separa aquilo que Deus uniu,
ninguém separa.
Esse tratado que publiquei pela primeira
vez em 1927 na revista,
ó, o nome de horrível, começa com a
frase e aí é a frase que resume o
tratado do Schmith. O conceito do Estado
pressupõe o conceito do político. E qual
é o conceito do político? criar o
inimigo.
O livro sistemático que escrevi na
continuação foi uma teoria da
Constituição, não do Estado, porque ele
queria discutir constituição, porque ele
queria dizer, inclusive, que o Estado,
diferente da Constituição, decide a
qualquer momento sobre ela e danse a
Constituição, que vale a força de quem
tá executando o poder, quem cria o
inimigo e quem vai para cima é o
sujeitos em disputa e a constituição
guarda no bolso.
Quem beneficia a ideia de que a
Constituição pode ser alterada a
qualquer momento? A quem? A a quem? A
quem? Sherlock Holmes.
Quem se beneficia da ideia de que você
Mas a Constituição disse: "Ah, aguarda
ela no bolso". Aí quem se beneficia
disso?
Quem? Criatura de Deus.
Com e com outras palavras, hoje já não
se pode definir o político a partir do
estado, senão que hoje ainda pode se
denominar estado, deve ser determinado e
compreendido a partir do político, a
partir da criação do inimigo.
O critério do político ainda não pode
ser uma nova substância, uma nova
matéria ou um novo âmbito objetivo
autônomo.
O único critério que ainda pode ser
defendido cientificamente hoje é o grau
de intensidade de uma associação
ou uma dissociação.
Quer dizer
a distinção
entre amigo e
inimigo.
O único critério que ainda pode ser
defendido cientificamente e até aqui não
teve ciência, tá?
É o é grau de intensidade de associação
ou dissociação. Quer dizer a distinção
entre amigo
e inimigo.
Que que vocês acham disso?
Pega a Constituição guarda no bolso,
esquece a estrutura de jurisprudência,
esquece qualquer coisa do tipo, esquece.
Esquece
cientificamente, o que que é estrutura
político? a criação de condições para a
realização de projetos comuns.
Única coisa é a distinção entre amigo e
inimigo.
E aí, quem for juiz e for executar a
lei,
pode decidir sobre uma investigação,
sobre um julgamento,
a partir de um critério.
É meu amigo ou é meu inimigo?
Você
é meu amigo,
gente, para que que a gente tá avançando
na investigação também, né? Os caras são
brother, precisa botar os caras na
berlinda,
hipoteticamente, Cásio Nunes, Fux,
Tofoli,
Faquim,
precisa botar, não precisa.
Flávio Bolsonaro é amigo.
E o Vorcaro? Vorcarinho,
fala Vcarinho. Dani, lindão.
Sej da madureira.
Para que também avançar? Para que que
vocês querem pressa também de saber
essas coisas?
E o inimigo,
por favor, me manda para ontem um
relatório sobre Alexandre Moraes, sobre
Flávio Dino, sobre Gilmar Mendes, sobre
quem mais eu quiser, sobre Lula, sobre
Lulinha, porque é meu inimigo. Esse é o
critério. Eu tem o processo legal,
Vamos organizar a vida a partir do
milagre do estado de exceção.
Vamos organizar a vida pela exceção, por
esse milagre lindo, essa intervenção
divina na terra.
Vamos
aí. Que que será que acontece? Aí
aparece lá um ungido de Deus que tem
certeza que foi vocacionado por uma
profecia de 28 anos atrás e faz as
coisas o bel prazer.
É, ele tá errado porque ele tá passando
por cima do processo legal. Não errado.
Não, não. Ele tá seguindo o único
critério científico possível,
a distinção entre amigo e inimigo.
Isso é a política. Isso é o político.
Esse é o verdadeiro poder.
Ser burro assim na caixa prego.
É uma escolha ética, uma escolha
política, uma escolha científica e é uma
escolha de organização coletiva, né?
Vamos organizar coletividade,
organização de base. Não, vamos falar do
brabismo, da força, do sujeito, do vai
para cima de quem tem decisão e
Ai,
palmas para Carmir e palmas para quem
diz aquele que fala a verdade estando do
outro lado.
Para de ouvir calvo branco.
muito calvo branco
e alguém depois puxa a orelha também do
Jones Manuel que caiu na armadilha da
calvice branca do Calmit que fica
reproduzindo também que o CMIT é
referência, não é referência
depende de pô.
Diz Leandro oxe é a crítica do Heidegger
também. Hoje a gente vai criticar todo
mundo.
Bom dia, Barissa. Não bom dia. Querido
Leandro diz aqui do Diogo. Que bizarro.
É bizarro.
Se o Lourençoa diz: "Bom dia, bom dia,
querido." Diogo diz: "Não tem nada de
concreto que dê base para isso que ele
fala." Não, a não ser o fato de que se
você realiza suas ações a partir do
amigo inimigo querendo eliminar o
inimigo, você diz: "Viu é assim que
funciona a política". Pronto, ela se
autorrealiza e tá resolvido.
Maluco só foi jogando com muita minúcia
e erudição. Me lembra muito Ola, o Olavo
no método. É,
não. E se aí você define isso e consegue
executar seu inimigo, pronto, você
realizou e falou: "Viu é assim que
funciona a política". Tá demonstrado.
Dessandro Gomes diz: "Num Brasil cada
vez mais militarizado e armado, vale o
dito. Se Deus vier, que vem armado."
Pois é, pois só havemos inimigos em um
estado de excessão. É aí que tá o
problema. Manda quem pode, obedece quem
quem sem bala no pente. É exatamente aí.
Aí que é o problema. Aí que é o
problema. A live ao vivo. Ao vivaço.
Vixe. Pois é. Pois é. Pois é. Pois é.
Pois é. Pois é. Pois é.
Diz querido Igor, meu querido Dani, pô.
Jamais. Jamais, querido Dani. Jamais.
Mas é isso, meu povo. Tudo bem?
Aí estamos.
Preciso partir.
Dor do parto é grande, mas eu preciso
partir. E praticamente fim de semana.
Praticamente fim de semana. Não ouçam
calvos brancos. Fiquem bem. Deus
abençoe. Cuidem-se de si mesmos. Fiquem
em paz, [música] fiquem tranquilos e
sobreviveremos.
sobreviveremos conseguindo [música] aí
articular de alguma maneira a derrota de
Flávio
até desespero para falar o nome desse
beleza minha gente, é isso. Cuidem-se,
façam coisas gostosas nesse fim de
semana, desfrutem, [música] confere ser
membro, membro, membrezinho do canal,
segue esse videozinho, curte, comenta,
espalha a palavra por aí. E é nós.
Seguimos por aqui. [música] Trazendo a
boa nova todo dia até a vitória final.
>> Seguimos trazendo [música]
boa nova todo dia útil
>> até a vitória final.
>> Se cuidem. É nós. [música] Valeu. Falou.
Até.
Ah, é. Hoje tem Corinthians. [música]
Corinthians. Estudas. Vai Corinthians,
vai Lentos. Chegaremos na semi, a pesar
dos [música] pesares. Junto. Valeu.
Falou. Até mais.

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