🔴AULIVE: O QUE NEM JESUS UNIU, O BOLSONARISMO CONSEGUIU! BRASIL TERRIVELMENTE EVANGÉLICO
16/09/2026
🔴AULIVE: O QUE NEM JESUS UNIU, O BOLSONARISMO CONSEGUIU! BRASIL TERRIVELMENTE EVANGÉLICO
pix: bruno@reikdal.net
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5073270231924736
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Com a devida vên aos nobres pares desta igreja corte. [música] Sou apenas um servo da Constituição e de uma autoridade divinamente [música] superior. Obviamente, [música] nossa constituição com profunda [canto] [música] devoção. É plano divino, predestinação. [música] Jamais terei influência de minha religião. Qualquer pauta ou costume [música] em minha atuação. Qualquer [música] coincidência é pura ilação. Não tenho [música] preferências, apenas intuição. [música] Não sabem como é difícil sofrer tanto deboche [música] por ter sido escolhido pelo protagonista do do filme [música] Dark. Tervelmente [música][canto] evangélico, o trabalho de juiz, juiz da mais alta corte, [música] mas não sou cidadão [canto] daqui. Incivelmente [música] evangélico, o trabalho [canto] de juiz, juiz [música] da mais alta corte, mas não sou cidadão daqui. >> Eu sou cidadão do céu. [música] Amém. [música] >> [música] >> Usuário de terno, sempre arrumado, [música] engravatado como um juiz, mas [música] também como pastor, como orador. [música] Vasco de Vasco celos. Encontro roupa bem feliz. [música] Oh, voto terrivelmente técnico, saber profundo, preparando [música] o terreno para salvar o mundo. 7 de setembro peço oração para ter apoio [música] da igreja e de todo o irmão preocupado com a nação [música] e com alguma interferência no resultado da eleição. Terivelmente [música][canto] evangélico o trabalho de juiz. >> [música] >> juiz da mais alta corte, mas não sou [música] cidadão daqui. Terivelmente [música] evangélico, o trabalho de juiz, juiz da [música] mais alta corte, mas não sou cidadão daqui. [música] Eu sou cidadão do céu. [música] Amém. Bíblia em uma [música][canto] mão, na outra constituição, Bíblia [música] em uma [canto] mão. Na outra Constituição, [música] Bíblia em uma mão, [música] na outra constituição, Bíblíblia em uma [música] mão na outra constituição. Oh. O julgamento no Supremo Tribunal Federal terminou 4 a tr em favor de se julgar separadamente mútuas as acusações entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Diante da incompreensão, gritos e balbúrdia em alta, o ministro Flávio Dino pediu vistas, ou seja, interrupção do julgamento deste tema por até 90 dias. de mais nada no julgamento desta terça-feira no Supremo Tribunal Federal uma aula magna do ministro Flávio Dino sobre leis devido processo legal sobre a extensão da corrupção e sobre a hipocrisia monumental no país e dentro do tribunal ao tratar do tema corrupção. Detalhe com desde a véspera nas manchetes ameaça do governo dos Estados Unidos de novas sanções da lei magnístic contra ministros do STF. O ministro André Mendonça atirou para dentro do STF a sucessão presidencial. A arma usada foi o escândalo master, o alvo visível Alexandre de Moraes. Sobre o que e quem hoje falaremos mais adiante. Outro alvo buscado e esse não revelado, mas óbvio, o julgamento que levou à prisão o ex-presidente Bolsonaro e graduados militares pelo ensaio golpista, tentativa golpista de 8 de janeiro. Os alvos convergem e se tornam explosivos para a sucessão presidencial e para o STF em seus telhados. André Mendonça alega ter sido espionado pela Polícia Federal por ordem de Alexandre de Moraes e por isso atirou de volta. Um dos resultados as manchetes desta terça-feira com vários dos ministros atingidos. Os estilhaços chegaram às manchetes sem que se saiba o que é fato, o que é inferência, o que é boato, o que é armação. Pode ser que sirva aos propósitos desejados, mas manchetes apontam a extensão dos feridos e ferimentos. Vamos a algumas e alguns deles, começando pelo próprio André Mendonça, Polícia Federal faz operação contra o deputado Sezinha de Madureira, influente deputado evangélico bolsonarista e aliado de André Mendonça. Manchete: Diálogos de Vorcaro que citam filhos e ministros vazam antes do julgamento. Manchete: Novos diálogos com Vorcaro envolvem Fux, Cásio e Mendonça antes de sessão. Diálogos citam filho de Nunes Marques e pagamento de 500.000. Vorcaro e filho de Fuxs trocaram mensagens por mais de um ano. Isso esteve o dia inteiro na capa de todos os grandes portais e mídias do Brasil, incluindo detalhes, digamos, picantes. O ministro André Mendonça está com o caso do suposto filme de Flávio Bolsonaro sobre o pai há quase dois meses. E as investigações não andaram. Não se sabe a destinação final de 12,3 milhões de dólares. Isso permite ao candidato a presidente Flávio Bolsonaro seguir mentindo, dizendo ser dinheiro privado, o que na verdade são milhões em dinheiro público, milhões que pertencem a pensionistas, a aposentados. Na sessão desta terça-feira, o ministro Gilmar Mendes vocalizou o que milhões do Brasil pensam e se não sabem, intuem. Outros milhões certamente discordam, assim como milhões não sabem ou fingeram saber que Flávio Bolsonaro tomou 12,3 milhões de dólares do corrupto e corruptor banqueiro vorc Banco Master. >> Mas a deliberação do tribunal sobre matéria da tamanha gravidade, presidente, não pode ocorrer nos termos ditados por alguém que [roncando] tem desprezado qualquer senso de colegialidade, muito menos em pleno ciclo eleitoral. E o endereço é evidente, acachapante, extravagante. Evidente que se trata de um pichuleco de um boneco eleitoral. É disso que nós estamos falando. É evidente. É evidente. E até as pedras sabem que há um inequívoco viés político eleitoral na forma como o tema foi conduzido nos autos desta perte 1662. Com toda sinceridade, escolha de data, 7 de setembro, todo esse cenário. Pessoas decentes não fazem isso. >> Não aponte o dedo para mim, ministro Jilmar. Não aponte o dedo, não tá falando com qualquer um. Respeite esse tribunal. >> Quem não se dá respeito não merece respeito. >> Fatos a 18 de março de 2000. >> É, meus amigos, bom dia. [música] Bom dia. Bom dia. Bom dia. A que ponto chegamos, não é mesmo? O som tá bom? Como é que tá o som de vocês? Também tando de pichule eleitorais aí. Terrivelmente pichuleco, não é mesmo? Ai, meus amigos, bom dia, bom dia, bom dia. A que ponto chegamos? A que ponto chegamos? A que ponto chegamos? Cara, cara, cara, cara, cara, cara. Disque do fazer watching. Continua esperando. Estamos todo mundo junto. Bom dia, bom dia. Bom dia, bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Disquo Igor aoba. Bom dia. Aoba oba. Igor Juan. Bom dia. Querido esquerdos autorais diz. Bom dia, excelentíssimos baristas. Bom dia, excelentíssimo esquerdo dos autorais. Bem-vindo à nossa igreja e igreja baúde. Fazia tempo que a gente não ouvia balbúrdia, né? Baúdia é bom. É referência. Bom dia, querido Felipe Souza. Primeira pessoa santificada em vida, beatificada pela igreja barista. Felipe Souza, bom dia. E que nos deseja um bom dia, egrégio tribunal barista. Bom dia, minha gente. Ai, Gregia corte. Ai, meu Deus do céu. Bom dia. E ele disse: "Bob Fernandes é craque do jornalista". Bob Fernandes é incrível e esse resumo dele editorial aqui é tem 21 minutos, é excelente com resumo, manchetes, apresentação de contexto e uma análise incrível. Dito isso, acompanhe nosso querido Bob. E é bom, bom demais, bom demais. Esse editorial ficou muito bom. resume tudo, antecipa várias pautas que a gente vai falar hoje, em especial nosso querido Cezinha de Madureira, pessoa incrível, é um personagem, minha gente, Cezinha de Madureira é um personagem que nós não estamos dando a devida atenção a este homem, pastor, szinha de madureira, irmão em Cristo, ele é uma pessoa única. Nós temos que dar valor para o que esse cara conseguiu fazer. Assim, é incrível. FPuleco, bom dia Edson a Carla. Aí minha dúvida agora se é Edson, se é Edsona, que seria um nome muito legal, se é Edson na Carla ou se é o Edson na Carla. Edson na Carla ou é Edson a Carla. Aí eu f aí fica de Edson. É, é, é, nós tamos junto. Gostei do seu nome, ele faz a gente refletir bastante. Bom dia, Pichuleco de escrito Felipe. [risadas] Bom dia. Se você também é um pichuleco eleitoral, apareça por aí. Fatos, fatos, fatos, fatos, fatos, fatos. Bom dia. Bom dia, bom dia. O som tá ótimo. O som tá ótimo. O som tá ótimo. Edson Carla é minha namorada. Excelente. Excelente. Agora faz todo sentido. Que bom, tudo bem. Tamos junto. Um beijo, querido Edson. Ai meu povo, eu tô impressionado. Não tem dia que não seja eita atrás deita e nossa atrás de nossa. E hoje já antecipando aqui, explicando um pouquinho nossa pauta, pauta quente, a gente vai falar o seguinte. Czinha de Madureira, ecumenismo conservador, né? essa reunião entre diferentes denominações evangélicas que sempre se odiaram e de repente estão unidas não só na manifestação, mas na articulação aparentemente corrupta e de influências e tudo mais. A gente vai dar uma olhadinha porque são peças incríveis que estão se conectando e muita jesucidência, né? Quem é crente dos anos 90 vai saber o que eu tô dizendo. Não é coincidência, é jesucidência. E aparentemente tem bastante jesucidência. E aí a gente tem que fazer aqui a nossa devida crítica esse ponto. A gente vai passar pelo Cezinha, Cezinha de Madureira, um personagem incrível, esse ecumenismo conservador. E leremos Carl Schmith. Ele tem um livrinho que, na verdade são dois, livro um e livro dois. livro um publicado ali nos anos 30, 40, acho que é anos 20, final dos anos 20, começo dos anos 30, que é teologia política, que é o primeiro, um livretinho, completinho quase. E depois, nos anos 70, ele tentou reavivar aí a importância de sua discussão e fez o Teologia Política 2. E a gente vai ler um trecho desse segundo livro, mas faremos referência ao primeiro. E o Car Schmi, que aparentemente é muito adorado, né, por parte da esquerda brasileira, especialmente esquerda radical, não sei por eu como comunista fico incrível e de queixo caído com vocês admirados com Carl Schmi, mas é um autor aí que é terrivelmente pichuleco. Ele é um cara problemático assim e que os elementos que ele vai trazer vão ajudar muito a gente a fazer críticas ao que aconteceu ontem no STF, assim, muito, muito mesmo. A gente vai ler criticamente Car Schmith, não apologeticamente, né? Nem para dizer como disse o Vladimir Safatley, é que dataavênia Vladimir Safatley soltou numa entrevista com o Breno Altman, quando o Altman pergunta sobre teóricos, né, que ele aquele joguinho que o faz, eh, quem é melhor, falando de tal, fã de tal, fã de tal, fã de tal, fã de tal, falando de tal. E aí o tim soltou no meio das da sequência que contava com Franzon, a Lenin Carmit e o o Safatle disse: "Ai, difícil, esse é aquele que fala a verdade estando do outro lado". E esta frase, meus amigos, positivando ou trazendo afirmação de que Schmit fala a verdade, estando do outro lado, ela é muito problemática. É uma normalização de um canal e de um perigo, um tiro pro nosso próprio pé. Mas já já a gente vai falar sobre isso. Nós leremos isso hoje. Mas antes de nós darmos sequência aqui, acabei de dar o nosso sumário do dia. Sumário a depender do território. É uma frase, uma expressão perigosa. Dado o nosso sumário de hoje, dado nosso sumário de hoje, se você não é inscrito nesse canal, se inscreve no canal. O nosso canalzinho é pequeno, mas com um grupo fiel e resistente, especialmente de membresia. E aí consegue ser membro, membra membro membresia do nosso canalzinho, porque é isso que mantém ele funcionando. Apes as pessoas muito fiéis e resistentes que aqui que estão nos dando força a respeito disso e muito apoio e nós ficamos totalmente satisfeitos com isso. Então nos apoia, vira membro, membro a membro. Quando você vira membro, membro, membro, membrezinho aqui do nosso canalzinho, você tem acesso a conteúdos exclusivos para você, para todas as outras pessoas que também são membros, membras, membros dizer do nosso canalzinho. Você ainda pode ter acesso ao nosso grupo do WhatsApp. E aí você entra no nosso grupo do Zap e o grupo do Zap ele tá aqui, ó. Pá, você vira membro, manda um e-mail para mim com o seu número do telefone que eu coloco você no nosso grupinho do Zap, tá bom? E o e-mail tá aqui embaixo, ó, passando aqui que também é o nosso Pix, porque vai que tá sobrando uma merreca aí, você tá a fim de poder apoiar uma pessoa que tá fazendo uma loucura em tempos extras de gravar uma live semanal para poder aí fazer um trabalho relativamente interessante, didático, de conteúdo crítico que articula religião, teologia, filosofia, política, economia. Dada a minha trajetória aparentemente diplomada em cada uma dessas áreas, apesar de eu parecer ser novo, não sou, eu já tenho uma trajetória aí de quase 40 anos de idade de vida. Meu Deus do céu. Dito isso, então você pode virar membro, membra, membro, membrezinho do nosso canalzinho, mandar um pixando uma merreca por aí, tá bom? Eu acho que eu falei tudo. Se eu Ah, é, e você ainda pode agora, como membro, membra membrube do livro de leitura. Nós estamos fazendo uma leitura de um livro infanto juvenil como caminho para introdução a filosofia e discussões bastante sofisticadas de epistemologia, que é uma área aí que eu pude trabalhar alguns anos atrás. Eu tô retomando ela eh por motivos outros. E aí tá sendo bem bacana, tá sendo bem legal. Então você pode acompanhar a gente. A gente tá lendo Alice no País do Espelho como uma introdução a referências e discussões sobre o pensamento moderno. Então fica a fica convidativo aí para você poder participar com a gente, tá bom? Então acho que é isso. Eu acho que eu não esqueci nada. Se eu esqueci, alguém vai me lembrar. a membresia fiel e resistente desse canalzinho me lembra. Mas é isso, beleza? Obrigado aí pelo apoio. Ah, é, esqueci de uma coisa importante. Eu tenho descoberto cada vez mais que pessoas bastante importantes e relevantes acompanham o nosso canal e eu fico feliz com isso, especialmente do mundo religioso, mas que elas não podem se apresentar em público por alguma razão, de alguma maneira apoiando o nosso trampo. Então assim, um beijo para você que fica oculto aqui acompanhando o nosso conteúdo e que gosta das discussões que a gente faz, mas que não pode se revelar por motivos de pressão. Então, obrigado aí por estar junto com a [risadas] gente. Um beijo para você. Ai, meu Deus do céu. É, e isso vai de conservadores a progressistas e qualquer outro espectro bagunçado que tiver no meio. Obrigado aí. Um beijo para vocês, viu? Deus abençoe. Seria legal dar uma força aí, mas tudo bem. Que do Felipe tem calvo que é viciado em errar. É, o nosso querido professor Safatle tem, com todo respeito do mundo, mantido calvo. Tem se mantido calvo. Diz querido fazer o watch. Nem lembrar disso. Ah, eu tenho que lembrar porque é importante. Diz que do Edson existem calvos e calvos. É, mas o a nossa crítica é uma calvice branca específica. É um calvo branco específico que a gente critica. É, é uma característica que a gente tem uma live, duas lives inteiras discutindo a nossa crítica calvice branca. Tá aí para trás em algum lugar. Então acompanha aí o nosso debate que importante. Diz que doido Kevin. Bom dia. Abre aspas em nome de Deus. Já se fez muita patifaria diz querido Gilmar Mendes e ele está correto. Quem diria que eu estaria concordando com Gilmar Mendes? Canalha mais canalha e republicano do da república, né? O cara é um canal republicano, mas acaba gostando dele. [risadas] Grave comunista manda um beijo para o oculto. [risadas] Bom, diz que do Diogo. Bom dia, Diogo. Como é que você tá? O Lula acompanha seu canal. O Lula não, mas o Flávio Dino já mandou salve para nós. Um beijo, Flávio Dino. [risadas] Cara, tem eu guardo no coraçãozinho. Infelizmente eu abandonei aquela rede insalubre que era o Twitter, depois se tornou X porque é insalubre não dá mais para ficar naquele local, então abandonei ela definitivamente. Mas lá já tivemos interação com querido Flávio Dino, que deve estar com a dor nas costas danada de ser o cícefo desta república, de ter que carregar nas costas. Coitado do Dino, tendo que carregar a república brasileira nas costas. É o Cícifo, é o Messi ou Messi da República Brasileira tem que carregar. Nem Noé carregou tanto animal na arca. Ai meu Deus. Nem Noé carregou tanto animal. O bicho tá salvando nós, velho. Pelo amor de Deus. Diz Igor Juan. Sou do espectro bagunçado. Conte com o meu apoio sempre. Tamo junto, querido. Igor Juan que é membro desse canal. Um beijo, Igor Juan. É preciso imaginar Flávio Dino feliz. Precisamos precisamos. Precisamos. Bom dia, querido. Querido Diogo. Espero que você esteja bem, cara. Ah, mano, é muito doido, né? Eu tô impressionado, gente. É, é uma coisa incrível que nós estamos vivendo. E voltando para Tarifácio 2, Magnitisk 2. Ai, que filme repetido chato, meu Deus do céu. Meu Jesus Cristo, é difícil, né? Camisa 10 e faixa para uns aí, desprezo para outro. Mas vamos lá, vamos lá, vamos lá. E a gente tem bastante papo hoje. Eu quero mesmo ler o Carl Schmi de maneira crítica. Eu acho que vai ser muito didático e vai valer bastante a pena. Ah, cadê esse bagulho que não abre? Mas primeiro nós temos que passar pela Assembleia de Deus Madureira, nosso querido Cezinha, representante de lá. Diz que Diogo, eu não sou comunista. Tudo bem, tá perdoado. Deus te ama também. Jesus também te salvou, essa coisa toda. Só frisando, tá tudo certo. Acompanho pelo conhecimento e análises que são boas. Ah, que bom, velho. Obrigado aí que de alguma maneira o conteúdo contribui adequadamente para promoção de conhecimento, divulgação de maneira didática e efetiva, eficaz. Compartilha com os coleguinhas. Gente, eu tô aqui um pouco nervoso, assim, não sei se perceberam. Tô bem nervoso porque eu tô ansioso para caramba. Não sei o que vai acontecer nesse mundo. Estamos tudo lascado. Ô Jesus Cristo é desesperador. Tem criança para criar e irresponsáveis continuam sendo irresponsáveis. Eu falou: "Meu filho, Deus do céu, deixa eu pegar aqui porque nós vamos agora mostrar um outro conteúdo agora da firma. Conteúdo da firma pra gente entender quem é quem é Cezinha da Madureira. E quem é este personagem, né? Não é um personagem que a gente não tá dando devido valor e ele vai entregar muito pra gente. Ele vai entregar muito pra gente. Ah, Felipe tem Felipe é santo por causa dessas coisas. Diz Felipe para Diogo. O importante aqui é gostar de café. Essa é a nossa característica fundamental, né? Membros da igreja barista é porque gostam de café. Gastrite também. Mas [risadas] vamos lá. Deixa eu colocar aqui para vocês um conteúdo. Desculpa, gente. Eu tô com sinusite e tá forte esses dias aí. Também não para de chover, frio, pega inflamação na garganta. Ai ai diz querido Cícero Rafael. Bom dia, querido Cícero Rafael. É impressionante o Mark Fisher. Buunan buunungan. Eu tenho dificuldade de falar nome desse moço. Bill Chuan até o Safar que discutem Carl Schmith. É, e muitas outras pessoas, o que é desesperador, tá? É desesperador. Mas assim, é importante conhecer e ler. Por quê? Porque ele realmente foi muito influente. Agora o problema é você ler e positivar e naturalizar o bagulho. Tem que ler de maneira crítica. Tem que saber a tua posição no mundo, os efeitos que essa desgraça causa, né? Causou e causa. Mas a gente já vai chegar lá. O Guiboeira. O Guiboeira. Boeira, como é que você tá? O Guiboeira, bom dia atrasado. Bom dia, querido. O Guiboeira, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Vamos ver a firma aqui. A firma vai nos apresentar, né? Notícia da firma, jornal da firma. Firma vai apresentar pra gente o Quem é o Cezinha de Madureira? A pessoa aqui única. Oi, caraca, fiz besteira. A pessoa única da República. Sesinha de Madureira. Vai Cezinha. 1 2 3. Ah, não vai não. Vai Paulo Motorinho, né, que vai falar do Sezinha. Beijo, Paulo Motorin. >> Primeiro é importante lembrar o papel similar que o Cezinha de Madureira desempenhou na aproximação entre Vorcaro e André Mendonça. Ele em fevereiro de 2025 foi acionado pelo advogado Ciro Rocha Soares, advogado baiano do Daniel Vorcaro, para articular o encontro entre Vorcaro e Mendonça. Esse encontro acabou não acontecendo num primeiro momento e acontece em março. Em março Czinho de Madureira já tá em contato direto com o Daniel Vorcaro, eh, consegue o agendamento do encontro e está presente no ITER, o Instituto do André Mendonça, durante esse encontro. Então, não é um papel periférico. Ele inclusive manda mensagem pro Daniel Vorcaro quando já tá no ITER e fala: "O ministro já está te esperando". Então ele atua assim muito próximo do André Mendonça, a acessa a sede do Instituto do André Mendonça antes do Borcaro. parece pela dos mensagens, pela ligação que eles fazem pouco antes, que ele já tá ali há bastante tempo, então ele tá dando uma espécie de de expediente dentro do iter naquele momento e é um um tipo de ação muito similar ao que a Polícia Federal identificou nesses outros casos, que ele também acessava o ministro André Mendonça e outros ministros, como por exemplo também o ministro Cásio Nunes Marques para fazer essa espécie de de lobby, né, de aproximação de empresários, clientes do escritório da sua companheira Valéria Linhares, que ao que parece que a Polícia Federal identificou, atuava em sociedade com a Mariângela Fialec, a Tuca, que é a operadora principal eh do orçamento secreto. Então, era uma espécie de advogado sem ser advogado, né? Ele é o tem eh advogados nos grandes, cara, é muita informação, mas a gente vai agora compartimentar assim, é muita coisa, mas a gente vai se ajudar e a gente vai entender. Se liga que que nosso querido Paulo Motorinho explicou pra gente nesse momento que a Polícia Federal ontem fez uma operação com Sezinha de Madureira, que é pastor e deputado federal ao mesmo tempo por por São Paulo, né? eleito por São Paulo pelo Partido Liberal, o PL 22, Cezinho de Madureiro que é suspeito de ter fazer exatamente o quê? Tráfigo, não de influência. Olha, influência nos tribunais, eu não sei a palavra correta, tá? Influência, influência nos tribunais, interferência nos tribunais. Ele combina e negocia influência nos tribunais, no caso tribunais superiores. No caso, a suspeita da Polícia Federal que tá ali olhando o nosso querido Cesinha de Madureira, é que ele estaria, teria certo livre acesso aos tribunais superiores e negociaria com clientes e com outras pessoas, especialmente eh eminências políticas, né, grandes empresários e não sei o quê, para ter suas causas ganhas. Então ele tinha certa circulação em alguns gabinetes, especialmente de dois camaradas aí, né? de dois irmãos em Cristo, dois irmões em Cristo, que é o André Mendonça, pastor André Mendonça, e Cásio Nunes Marques, que também é evangélico. Então, Sesia de Madureira, aparentemente, tá bem conectado, circulava bem nesses dois gabinetes, negociando ali aparentemente supostamente de acordo com o que se imagina pela Polícia Federal que está investigando o que tá acontecendo, que ele faria essa influência e interferência nos tribunais superiores. Entre eles aparece com bastante destaque dois ministros aí do Supremo que não estamos aqui dizendo que necessariamente eles estão aceitaram, mas dissemos aqui que o Cesinha circulou por lá tentando alguma coisa. E nesse processo o Cesinha também foi quem mediou o encontro entre André Mendonça e Daniel Vorcaro. Então tudo vai se conectando. Irmão em Cristo também Daniel Vorcaro, né? Nosso querido Daniel Vorcaro, que já foi preso, banco master, tal, irmão em Cristo da igreja da Lagoinha com Czinha de Madure da Assembleia de Deus, quer mendesbiteriano, o C Nunes, eu nem lembro que igreja que esse homem é, mas evangélico também. Então os os irmãos estão aí se encontrando e há essas trocas e conexões e influências de uns com os outros, aparentemente e supostamente. Então é isso que está sendo investigado, se foi isso que tá rolando. Fechou? Ótimo. Ótimo. Mas o Cinha de Madureira é pastor, ele não é advogado porque ele é assembleano. Ele é de uma tradição muito mais popular que não teve necessariamente essa educação formal de acesso a essas instituições de estudo do direito. Diferente do André Mendonça, presoano, já tem um contato aí de classe média, já tem acesso à educação superior de ensino formal, apoio de instituições como Maquens e essa coisa toda. E o pessoal vai se formando em direito e vai se especializando nessa área. E aí o o Czinho então não teria essa capacidade enquanto advogado, mas ele tinha enquanto político. Mas como político também não funciona, porque não é qualquer deputado que entra no no gabinete de um cara do do do Supremo. Não é qualquer um que vai conseguir essa circulação. Aparentemente o elemento religioso tá reunindo esta rede. Guarda isso no seu coraçãozinho. O elemento religioso tá sendo ali a instituição que tá conectando vários atores, né? A igreja tá conectando vários atores, vários, vários. E aí o irmão que ajuda o irmão, porque afinal nós aprendemos enquanto religiosos durante os anos 70 e 80 e 90 que irmão compra de irmão e depois durante os anos 90 e 2000 que irmão vota em irmão. E agora a gente começou a entender que irmão cria articulações políticas com irmão. Talvez supostamente, hipoteticamente, quem sabe até relações de corrupção com irmão, o irmão corrompe, irmão. É isso que a gente tá aprendendo nessa história da igreja. Então, nesse processo, Cezinha, não sendo advogado, ele precisava então de alguém que garantisse ali pedido, circulação, formalização dessa coisa toda. E aí ele ofertava aparentemente, de acordo com essa investigação, o serviço com essa influência, por um lado, mas não sendo advogado, não poderia formalizar, mas aí com a valquíria, acho que é Valquíria o nome, Valquíria, Valéria, Valéria, Valqu, daqui a pouco eu vejo o nome de novo. esta pessoa, esta outra pessoa que no primeiro momento saiu no na nos jornais da seguinte maneira, esta pessoa X, que não sei se é Valério Valquíria, ela casada com Cezinha de Madureira, pastor da Assembleia de Deus Madureira. Aí, não sei se os advogados, relações públicas, assessoria de imprensa desta pessoa, desta mulher, enviou notificações para tudo cantar jornal, dizendo: "Eu não sou casada com essa pessoa, não sou casada com o Cezinha". Aí o pessoal ficou confuso porque o mundo inteiro e Brasília inteira sabia que seia de madureira viver com essa pessoa para cima, para baixo, para um lado, pro outro, junto. E aí o pessoal falou: "Mas como assim não é casado?" Não, não. Todo é tem um relacionamento há bastante tempo consistente, mas a gente nunca casou, então não tem casamento. E aí [risadas] o mundo, velho, o mundo é muito bom, velho. Porque pastor Cinha da Madureira, que aparentemente é casado com essa pessoa e todo mundo achava que era casado, agora a gente descobriu que ele não é casado. Ou seja, do ponto de vista religioso, doutrinário, matrimonial, senhor Cesinha de Madureira está incorrendo em pecado, aparentemente. Cadê aí se dias de madureira aquilo que você exige dos fiéis, da membresia, que o menino ficou mais engraçadinho que a menina, o pessoal já bota com 17 anos de idade para casar, que tem que passar o papel antes de você poder, né, ter qualquer relação com outra pessoa. Mas no caso do pastor, ele pode est anos aí fazendo isso com aparentemente uma sócia, porque é isso que eles fazem, atuam juntos de acordo com a Polícia Federal. Uma empresta o trabalho advocatício e o outro [risadas] faz aí a influência nos gabinetes de tribunais superiores, de acordo com a Polícia Federal. E nisso tudo nosso querido Czinha de Madureira quebrando aí votos sagrados da doutrina religiosa. E aquilo que mais pega, coitado da adolescente, da adolescente aí que fica ouvindo a musiquinha, olhinho, cuidado com o que você vê. Mãozinha cuidado com o que você toca. >> [risadas] >> E tá tá tá aí. Que que história é essa, senhor? Seu senhor seu seu Czinha, S Czinha, Cezinha, que história é essa, meu irmão? Tá casado ou não tá casado? Dito isso, tem que, gente, tem que jogar o jogo aí, pô. Dito isso, aparece uma terceira pessoa na fala do nosso querido Paulo Motorim, que é a Tuca. Tuca, que era a pessoa responsável pela distribuição das emendas parlamentares dos tais eh do negócio da da da das emenda secreta. Aí soltando para todo quanto é lado. E aí a Tuca está relacionada com esta pessoa junto com o Cezinha. Por quê? já dava, fazia ali as mediações dos pagamentos a esta pessoa para conseguir via emendas, que é isso que tá sendo investigado, que via emendas esta pessoa pagava a Valéria Valquíria que eu não lhe esqueci o nome da pessoa, esposa não esposa, não, esposa não casada, esposa não esposa, não sei qual o nome que a gente vai dar, do Cezinha de Madureira. Então, montava esse esquemão, com emenda pagava. Aí o camarada junto com a sócia pega esse dinheiro. Ele aparentemente ia pros tribunais e conseguia com suas influências fazer as coisas andar e acontecer e ter ter decisões favoráveis e todo mundo sai feliz. Aí você fala: "Caraca, mano, como é que a gente chegou aí? Pior, por causa desse caminho, por causa deste caminho investigado pela Polícia Federal e sob os auspícios de acompanhamento do querido Flávio Dino, chega Sin Cezinha de Madureira, também conectado com Daniel Vorcaro, porque ele mediava a relação entre Vorcaro e André Mendonça, e o Instituto Iter, que é o Instituto do André Mendonça, no qual o Cezinha praticamente aí de acordo com o que o Motorin disse, dava expediente alguns dias lá e trocava as mensagens diando, ó, André Mendus tá aqui, pode colar aí, pá, pá, pá. E foi o Cesinha de Madureira, que em março de 2025 organizou o encontro entre Andé Mendonça e Daniel Vorcaro fora do expediente do espaço de trabalho e já com o camaradinha sendo investigado. Ou seja, Cezinha é um personagem incrível [limpando a garganta] que ainda não está recebendo devido valor. Que doideira, né? E toda essa conexão tem algo em comum. utilizam terno e são irmãos em Cristo. Deus abençoe. Deus abençoe. Deixa eu só terminar de ouvir o nosso camarada motorinha e já já a gente vem pros nossos comentários aqui. Não esqueça de comentar, pode participar que a gente lê tudo aqui. Quer dizer, praticamente tudo, né? Algumas coisas a gente passa pelo filtro da do processo. Vamos lá. escritórios que cumprem esse papel de despachar nos escritórios dos ministros, mas eles têm OAB, né? Eles estão identificados como sócio ou funcionários do escritório. E nesse caso ele era simplesmente um deputado que utilizava o seu prestígio para acessar a Suprema Corte. E como eu disse ontem aqui, há suspeitas eh bastante robustas e não sou eu que tô dizendo, a CNN reportou isso no final de semana, que o Banco Master, que o Daniel Vorcaro teria colocado dinheiro no Instituto do André Mendonça, né? O repórter Gustavo Uribe da CNN reportou sobre isso. Eu tenho uma informação de que o destinatário final de uma emenda do Cezinha de Abreu eh teria sido o Instituto do André Mendonça, segundo pessoas próximas a esse caso. Então, é preciso que se investigue e a ausência, ou melhor, o sumiço do celular do Cezinha de Abreu, ele é muito eh intrigante de ter acontecido justamente nesse momento, porque poderia dar o caminho das pedras, não só sobre essa rede, envolvendo a Valéria, a Mariângela, mas também informações sensíveis envolvendo o ministro André Mendonço. Aí vem a outra parte linda dessa história, que é o que a gente vai ver agora. Mais uma Jesusidência. Olha como Deus é bom. O celular do Cezinha de Madureira, que estava já com operação em curso para ser aprendido, foi furtado na Avenida Paulista. numérregno de período muito específico. Olha como Deus é bom. Olha a Jesucidência. O celular que estava para ser apreendido sumiu. E aí o Paulo Motorim, como um bom jornalista que é, foi ver se tinha bo aberto, porque o Czinho de Madureira, quando sumiu o celular gravou a si mesmo, talvez com o celular de outra pessoa, mas publicou em suas próprias redes, o que me deixa um pouco confuso. É muito confuso. Ele gravou e postou em suas redes com o celular de alguém. Um vídeo para dizer: "Fui roubado agora na Avenida Paulista e roubaram meu celular. Já mexeram no meu WhatsApp, mexeram no meu banco. Quer dizer, qualquer qualquer mensagem, áudio, transação financeira esquisita que tenha acontecido foi o ladrão. Ai [risadas] E aí pá, e soltou nas redes. E aí o Paulo fez o quê? Paulo é um bom jornalista, foi atrás do BO e não tinha BO. Não tinha BO. Aí ele mandou notificação paraa assessoria de imprensa do do deputado e a assessoria não respondeu. E aí ele mandou pra própria polícia algum perdido. Esclarece aí como é que tá o bo disso, tal. Alguém deu queixa, aconteceu alguma coisa? Nada. Olha, transação financeira, uso das mensagens, roubo do celular, mas o BO foi só paraa internet num vídeo gravado. É, olha como Deus é bom. Jesus Cidência da Geseli, bom dia. Bom dia. Bom dia, Jeseli, como é que você tá? Tudo bem? Tráfico de influência talvez seja. Diz que do Diogo, é engraçado que o Vorcaro disse que as relações com deputados, ministros era branding pessoal. Claro que é. Ele pagava profissionais do sexo por marketing pessoal. É, melhorar a imagem dele. É, coitado dos profissionais. Bom dia, querido Cléber Lauer. Cheguei. Bom dia. Bom dia, Cléber. Inclusive, falando nisso, né, aparentemente as mensagens vazadas e que nós tivemos conhecimento do irmão em Cristo Cácio Nunes, envolve aí uma dívida de Daniel Vorcaro com que a Daniel Vorcaro assume com uma amiga de uma pessoa chamada Raiana, que era uma profissional aparentemente, que ficou com o Cio Nunes num na festa em um determinado fim de semana e que estava cobrando R$ 10.000. Cásio não foi pagar, mas quem foi pagar foi o Daniel Vcaro. Tava aí na dívida porque o Cásio ficou com ou os irmãos em Cristo me surpreend. Eles tm uma vida muito agitada, eles tem uma vida muito animada. Diz que no Jeferson Felipe dos Santos, ele foi eleito pelo PSD do Cassabe, foi para o PL agora. Exato. Mas ele foi para o PL. Mas ele não foi, ele foi agora para o PL. Mas eu vou mostrar uma foto incrível do Cezinha de Madureira de 4 anos atrás antes dele ir pro PL, que é um primor. Tinha que ser, tinha que virar quadro e ir pra parede. Dessandro Gomes diz: "Bom dia, bom diaandro Gomes". Imagina o Bolsonarinho ganhando. Meu Jesus Cristo, Deus me livre. Mmele não com com com o criminoso, né? Bolsonaro, Flávio Bolsonaro um criminoso com bundalelê, Brasil mergulhado na cabeça no fundo do poço. Rogai por nós, camarada. Mal [risadas] Deus nos ajude livrar-nos do século da vergonha. Luxúria e cobiça sempre andam de mãos dados. Anda, anda, querido. Diz que Diogo, eu vou defender meus irmãos envolvidos com orcários. Jesus disse para não fazer acepção de pessoas. Não devemos ser preconceitos com quem com com em andar com banqueiros corruptos que pagam serviços indecente. É, você tem um ponto. Diz que no fazer watch pseudoconja. É uma pseudoconja. Pode crer. É, esse nome é bom. Pseudocôja. Diz que o Diogo, ele estava fazendo namoro evangelístico. Faz sentido. Tava eh com namoro evangelístico, com imposição de mãos, falando em línguas, né? É uma coisa incrível. Ele queria pregar o evangelho para ela. Sim, sim, sim. Testemunha esquina da Giseli. Bruno, escutar você rindo desta lama toda me ajuda a não surtar diante dessa lama toda. É, mas a gente tem que rir para não se desesperar e não chorar. Jo, a gente tem que rir. Tem que rir porque senão a gente fica maluco, mano. A gente tem que rir, tem que tirar on, tem que fazer ironia que não dá. Diz que do Kevin furto sem bo. Não, não tem bo. Não precisa, né? Você não precisa fazer isso. Você pode gravar um vídeo na internet, é a mesma coisa. Exato. O Diogo tem, Diogo é uma pessoa sensível. Ele não quis fazer BO para não prejudicar o bandido. O bandido tá ali fazendo seu trabalho, tá sua tá em sua atuação cotidiana, realizando seus serviços, né? E aí você vai lá prejudicar o cara. Você não sabe como é que tá a situação dele nesse momento. Vai, vai que ele não tá com CNPJ regularizado. Não precisa de ajuda. Mas o Cezinha de Madureira, ele não nos decepciona, gente. Ele não nos decepciona. [roncando] Vamos ver esse lance do do celular que é muito bom, velho. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Deixa eu pegar aqui. Eu fechei sem querer o YouTube. Eh, deixa eu abrir aqui porque o Czinha, cara, o Cezinha é um, ele é um personagem incrível que a gente não está dando devido valor. A gente tem que entender qu porque esse cara é uma peça muito importante em várias coisas que vão acontecer daqui pra frente, porque ele conseguiu circular por muito lugar errado ao mesmo tempo. Aí não dá, né? Cadê? Cadê? Cadê? Ah, aqui, aqui, aqui. Pronto, aqui. Vamos lá. Jornal da firma de novo. Desfrutem, desfrutem. uma decisão do ministro Dino. A Polícia Federal deflagrou eh por meio dessa decisão uma busca e apreensão para apurar um suposto esquema ali eh, de pessoas muito próximas ao deputado Sezinho de Madureira, a a uma advogada que é companheira dele, que se não me engano chama Valéria e outras pessoas que estariam, né, pelo menos o que se eh dá para, né, motorinha, dá para ver pela que tá na peça ali da investigação, a possibilidade de que usassem o nome e a proximidade ade com os ministros do Supremo Tribunal para vender facilidade em casos jurídicos. Agora, Will, por que que o roubo do celular, essa imagem, eh, tudo isso chama atenção. Tem uma outra nota que a gente deu ontem eh no site que também conta um pedaço dessa história, que é o seguinte: o ministro Dino tinha decidido por esta operação, tomada a decisão no dia 5 de setembro, que é a sexta-feira. E aí o que que aconteceu eh no dia 8 de setembro, que foi logo depois ali do feriado, o André Mendonça mandou afastar o diretorgeral da Polícia Federal, quando essa operação já precisava ser preparada. E obviamente que, né, a direção da Polícia Federal sempre, ainda mais quando é com relação a parlamentar, a tem que ter um trabalho que é coordenado, embora tenha um delegado titular. Então aí no meio disso, surpreendente assim, né? O deputado foi assaltado e o nosso aqui grande repórter ainda nos revela que ele sequer se preocupou, apesar de todo o transtorno, em registrar um boletim de ocorrência, né, motorinho? >> Exatamente. Exatamente. Eu fiquei ontem o dia inteiro atrás dessa informação. Nessa cronologia é importante, né, Ju? No dia eh 5, autorização da operação pelo ministro Flávio Dino. Dia 8, Andrei Mendonça retirado da direção geral da PF. E no dia 11, se eu não me engano, eh, o deputado é furtado na Avenida Paulista e sequer registra um BO, mesmo que tenham acessado seu WhatsApp e sua conta bancária. Então, são datas muito importantes. Eu passei o dia inteiro de ontem atrás do BEO, pedir a Secretaria de Segurança, a Polícia Civil, ao próprio Cezinha. não tive resposta o dia inteiro, até que no final da noite o Metrópolis conseguiu acessar o sistema da Polícia Civil e sequer localizou o boletim de ocorrência registrado eh no sistema. Portanto, é bastante estranho tudo isso que tá colocado. A gente não pode cravar que o furto não existiu, mas que levanta suspeitas graves de que a operação tenha vazado. Eh, eh, é importante a gente fazer esse registro. É inacreditável, velho. É muita jucidência. Deus é bom demais. Dia dia 5 liberada a operação para poder, né, fazer busca e apreensão contra o Cezinha. Fim de semana, feriado, né? Feriado prolongado, onde teve manifestação, pichuleco do André Mendonça, nosso herói, nosso herói, nosso herói. Dia 8, voltando expediente, diretor da PF afastado a pedido do André Mendonça, cara da inteligência também. Operação interrompida, pausada, congelada. Dias depois o celular é furtado e aí a busca de apreensão rolou agora só no começo dessa semana, porque teve que aí voltar o diretor, voltar os caras da PF para retomar a operação para poder realizar. É muita jucidência. É muita jesusidência. Zezinho é um cara, cara, é um cara, rapaz, abençoado por Deus. Esse homem tem uma costa larga impressionante. Mas é como disse nosso querido motorinho, a gente não pode dizer que não houve o furto, porque pode ser que tenha ocorrido. Não tem como a gente saber, né? Não vamos aqui dizer que teve furto. Pode não ter tido, mas que é esquisito. É esquisito. Não tem como não. Gente, que é esquisito. É esquisito. [música] É muita coincidência. Então, mas Cezinha, ele tem uma contribuição muito importante para a política nacional. [música] E eu vou mostrar para vocês porque Sezinha é esse personagem incrível. Ele não é um Ah, gente, ele apareceu agora só. Se você acha que Sezinha da Madureira só apareceu agora, é porque você tem uma memória frágil, fragilizada pelo excesso de informações, né? Você precisa buscar na sua memória uma cena antiga. Você precisa lembrar de coisas que não te agradam. Você precisa lembrar de momentos em que você se sente um pouco tapeado, que você fala: "Saudade da morena, saudade do moreno [música] daquele momento que nós estivemos juntos, viajamos juntos, passeamos juntos, felizes, contentes, tal como aquele dia fatídico, enquanto o Brasil inteiro estava sofrendo com pandemia, né? Todo mundo triste, todo mundo deprimido, todo mundo sofrendo. 700.000 pessoas faleceram nesse processo por descaso, mas vem aquele aquela hora que o o no meio do caos e no meio da tristeza, o amor prevalece. Após motociata, Bolsonaro defende tratamento precoce e ignora a vacina. Motociata com quem? Quem é este indivíduo satisfeito no cangote na garupa, dando um cheiro num passeio de moto num domingo à tarde com o ex-presidente atual presidiário Jair Bolsonaro? Quem é este indivíduo nesse passeio alegre no parque? É ele, Cezinha, Cezinha de Madureira. Que aí você pode estar pensando também, mas ele não deveria estar aí. Ele é uma pessoa comprometida, ele é uma pessoa casada. A pessoa casada não pode ficar dando passeio com qualquer um assim, sem mais nem menos. Deveria est ali no mínimo um respeito consensual, mas ele não é casado. Porque jamais casaram papel. Mas olha que cena bonita. Bolsonaro, Sezinha de Madureira na garupa, na motociata. Sim, Cezinha era o cara que ficava na garupa do Bolsonaro quando ele vinha fazer motociata em São Paulo. Aqui coisa aconchegante, confortável e cena bonita. Cena, cena tão bonita que deveria ser impressa, transformada em foto, né, e colocada na sala de casa. Você deveria ter uma foto com quem você ama, com quem você gosta de estar junto, né? botar no porta-retrato, uma liderança que você respeita, fazer como Sezinha de Madureira fez, por exemplo, com o próprio André Mendonça, ele poderia ter feito isso, porque aí vem mais uma cena incrível. E eu quero agradecer a Juliana Dalpiva por mais uma coisa incrível. Obrigado aí, Juliana, por mais um trabalho excelente. Sezinha de Madureira tinha porta-retrato com Mendonça na sala de casa. Poderia ter um porta-retrato com a foto da motociata, mas não. Ele tem seus prediletos. Ele, apesar de cavalgar, quer dizer, apesar de andar de moto no cangote de Bolsonaro, ele tinha aqui, ó, André Mendonça, a esposa do André Mendonça, essa pessoa que deve ser a Valéria, provavelmente, mas que não é casada com o Cezinha de Madureira, que tá aqui neste belo porta-retrato em casa. portaato bonito que emula aqui uma madeira eh dourada, né, que você banhou a ouro, mas na verdade foi comprada na loja Mel e ela é bem barata. Você consegue ali por R 12 a R$ 15 esse acessório e a foto impressa aqui de Daniel de André Mendonça, esposa de André Mendonça, a pessoa que não é casada com o Cezinho de Madureira e o Cezinha de Madureira. Durante as buscas de operação de segunda-feira, 14 dos investigadores encontraram na Casa do deputado Cezinho de Madureira um porta-retrato em destaque na sala de da casa do parlamentar. Na imagem estava ele e sua mulher junto com o ministro André. Sua mulher vê que ele olha, olha aqui o a hermenêutica, a exegese bem estruturada de de Juliana Dalpiva. Escreveu de maneira brilhante: "Ele sua mulher, porque não é esposa, junto com o ministro André Mendonça e sua esposa. Aí sim dá para dá para cravar. Cezinho é o conhecido aliado do ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal. A ação autorizada pelo ministro Flávio Dino é a terceira fase da operação transparência investiga suspeitas de exploração de prestígio, tráfego de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em negociações relacionadas a processos que tramitam em tribunais superiores. Ao todo, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. Outro alvo da Polícia Federal é a advogada Valéria Rodrigues Linhares, companheira de Sezinha. Aqui, ó, frase adequada. Segundo a corporação, a investigação eh as investigações indicam que integrantes do grupo investigado teriam negociado com terceiros o pagamento de valores elevados condicionados ao resultado de processos judiciais. As investigações apontam que integrantes do grupo teriam negociado com terceiros o pagamento de valores expressivos condicionados ao resultado de processos em curso a pretexto de influir em decisões judiciais", informou a Polícia Federal. O parlamentar ainda não se manifestou sobre a operação. O nome de Cezinha de Madureira também apareceu recentemente em mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo conteúdo revelado, o deputado teria atuado na articulação de um encontro entre Vorcaro, banqueiro atual presidiário, canalha do Banco Master, e o pastor e também ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, realizado em São Paulo em março de 2025. Poderia ter um portaretrato com Bolsonaro, mas deixou ali o outro. Bolsonaro tá com ciúmes. Tá com ciúmes. Bom dia, querido Klaus. Klaus diz: "Sabe, Bruno, com este Brasil terrivelmente evangélico, fico me perguntando até que ponto a secularização europeia e o crescimento de novas igrejas eh na no Zea deve ser no Zea, a igreja tem perdido o seu real propósito." Ah, com certeza. Não tenha dúvida. Ten a dúvida. O dizer que se é evangélico ficou banal e comum. Sim, sim, sim, sim. Na verdade, assim é o aquilo que os evangélicos antigamente criticavam, né, do católico não praticante. Hoje o que mais tem evangélico não praticante, né? É o cara que não vai não vai na igreja, não, não respeita rito, não conhece doutrina, mas ele ouve música gospel, faz se posta foto com versículo e diz que é da igreja. Às vezes ir até pastor só fazendo isso, fungando no cangote do mito. Que privilégio! É, são poucos que podem fazer isso com aquele saco de cocô. O caos é tão ruim assim? É Alexander. Alexander, perdão, querido Alexander, um bom dia. O caos é tão ruim assim? Terrível. Bom dia, querido Gabriel Montoles. Montolesi. Bom dia, querido Gabriel. Um beijo para vossa senhoria. Opa, cheguei. Como estão? Bom dia. Estamos aqui sofrendo e rindo. Diz que diz ali para mim alguém falar que é evangélico hoje a princípio já descredo. Também para mim é complicado assim cara fala seu evangélico. Fala grande coisa. O André Mendonça também é André Mendonça diz que do Diogo. Esposa de André Mendonça, Sezinha de Madureira e a não esposa do Cezinho. Exatamente. Você vê que é uma composição única aquele quadro. Bom dia, baristas. Bom dia, querido Gustavo Lopez. Como é que você tá, meu querido Gustavo? Que é membro aqui do canal também seja como Gustavo. Eu se torne membro aqui do canal. Diogo diz: "Tem que oficializar esse termo jurídico." Não, esposa, com certeza. E Deandro diz: "Um retrato do casal sobre a mesa tem cheiro de luxo". Não, não. Vou dizer uma coisa para vocês. Isso é coisa séria, não é zoeira. É, pera aí que eu preciso, eu tô com sinusite, precisa só o nariz. Tem uma dor de cabeça de pressão horrível. Não tem uma parada séria para falar para vocês. Eu ia falar isso de qualquer jeito. Eu vou ver se eu encontro aqui, tá? Mas eu vou contar uma coisa para vocês. Desculpa. Não, muita gente sabe, pelo menos não quem é. do meio evangélico, né? Quem é também só desconfia, às vezes manda uma mensagem, uma pergunta em algum post. Você é parente do Alfredo ReiD? Pastor Alfredo ReiD? Eu falo: "Sim, eu sou o bisneto." E que acontece? Eu jogava bola quando era mais novo e a gente ia jogar bola em diferentes locais, né? Cada hora tá no canto. Cada hora a gente vai num cantinho, pá. E é muito doido, porque eu queria achar. Ah, não é possível que eu não vou achar nenhuma foto disso. Mas eu vou achar. Pera aí que eu já vou achar. Mas beleza. Eu ia na casa das da Eu ia jogar bola, né? jogar bola, especialmente na zona sul aqui de São Paulo, eh, sei lá, ali no Rio Bonito, eh, ali no Rio Bonito, ali Grajaú, >> [música] >> mesmo aqui no São Luís, Jabaquara, ia jogar bola nos cantos, a gente vai jogando bola, ia chegando e tal e era muito comum e assim, muito comum mesmo, né? as camiseta que botava de time usar o nome Heik Dal aqui que quem nasceu nos anos 80 90 tem 765 Brunos por met quad, né? Se você juntasse as pessoas que nasceram nesse período, todo mundo chama Bruno. Eu sou casado com uma Bruna, né? E normalmente converso com as pessoas, é, alguém sempre tem ali Brunos e Brunos. Eu já fui o número 18 da chamada ach pelo com o nome Bruno, porque tinham outros seis Brunos na mesma sala. Então, quer dizer, era muito comum ter Brunos, né? Então, eu botava Heikdown. Aí o era muito comum de jogar bola [música] e os caras liam o nome Rick Dal e em algum momento alguém chegava e falava: "Oh, você é parente do Hickdal, do Alfredão? Sou bisneto, pô. Cara, meu pai tinha uma foto dele em casa. Pô, eu sou da da Ai, meu Deus, eu sou da congregação do setor tal. Aí falava qual o setor que era. Eu ia não sei aonde, pô, pô, não sei o quê. Na casa das pessoas tinha calendário com foto do meu vô, do meu bisavô, né? Meu bisavô e da minha bisavó. Tinha foto do do dos deles, tinha foto dele, tinha foto, foto. A pessoa tinha uma foto na casa, na sala da pessoa. Eu tive um amigo pessoal, querido amigo, não vou falar o nome para ele não passar vergonha, que uma vez depois que a gente já se conhecia, caminhava junto, ele falou pra mim: "Cara, eu juro para você, na sala de casa teve um período que tinha uma foto do seu vô, assim, era um quadro com a foto do meu avô, porque é muito comum no meio da bleia, no meio penteca, você colocar esses itens do com a imagem dessa autoridade da igreja. em casa, na autoridade que você respeita, você bota a foto do pastor em casa, você bota foto na na sala, bota no com o calendário ou com a foto mesmo. Eu queria achar aqui, mas é muito comum, velho, você ir na igreja do cara e o cara ter esse hábito de colocar a foto da autoridade que ele respeita, do pastor, né, que falh aqui uma lembrança aqui, o pastor e tal lá da igreja e tem esse lance e é uma parada muito personalista e tal. E aí na hora que eu vi essa manchete que o Sezinha de Madureira tinha uma foto no na sala de casa dele, da não esposa e da esposa do André Mendona, com André Mendona, eu falei: "Mano, mas imediatamente, imediatamente falei esse é assembleiano mesmo, [risadas] leva a foto de autoridade que ele respeita pra sala de casa". É, meus amigos, é meus amigos, é doideira, cara. É uma uma coisa maluca, né? Quem não conhece a Casa Crente, não sei se acho que hoje ainda deve se manter isso, esse esse hábito de colocar, é que não usa mais os calendários, né? Não usa mais essas coisas, mas ti era muito comum, né? Você recebe os negócios lá fim de ano, uma foto do pastor com desejo felicitações pro novo ano, alguma coisa assim, né? O pastor, Deus te abençoe e a foto do pastor e da esposa. Muito comum. Diz aqui do Gabriel Motol. O Bruno vai falar que tem uma foto no Futebas com Mendonça. Não, não, nunca, nunca tive esse, essa oportunidade de praticar o futebol com esta pessoa. Diz que D Sandro Gomes. Antigamente era comum ver nos lares católicos as fotos do Papa de ocasião. Pronto, é a mesma fita. Mesma fita, só que em vez de Papa o pastor presidente da denominação, né? Então você tem uma foto do Malafa, uma foto do Alides Fáva, do Samuel Ferreira. Tem uma foto do da família em casa, a família família pastoral em casa, muito comum. E aí o CZ de Madureira tá a foto dele lá com a esposa, com a esposa do do Mendonço, do Mendonço. Mas aparentemente tá tudo certo, tudo tranquilo, né? Tudo tranquilo na república. O ecumenismo conservador segue atropelando tudo. E nós vimos o pichuleco eleitoral ontem no STF. realizando aquilo que ele deveria realizar, né? Seu propósito divino, o caos, né? O caos, o caos. E graças a Deus, ele é um incompetente. Pelo menos nisso, Deus ajudou a gente. Ele é um incompetente. Você, o que ele fez ontem foi passar uma vergonha da nada. Obviamente que pra base eleitoral dele, isso não faz nenhuma diferença, mas foi ridículo. E quem apostou as fichas nesse homem deve estar arrependido, arrependido, porque fizeram gato e sapato daquela ai incompetente. A gente viu no começo da live, né? Os videozinhos falam por si só. Agora eu tenho que fazer o uma crítica que é o mais uma André Mendonça pelo fato do que ele fez ali com cara a hora que o o Gilmar Mendes perde a linha com ele, né, que o o Flávio Dino cansado de carregar a república nas costas, esse trabalho de cícifo dele, né, de ter que ficar salvando a nossa pele dia sem dia também. Na hora que o o Gilmar Mendes perde a linha, é a hora que ele percebe, cara, que o André Mendonça ali tá assumindo que ele tava tendo um papel de investigador, né? ele começa a falar que eu suspeitei disso. Talvez, talvez fosse o Paulo Gol, talvez não fosse, talvez fosse não sei o que, talvez não fosse e talvez hoje a luz do que veio, as pessoas eh talvez eu tenha feito errado, ele começa a se embaranar e não sustenta o que ele fez, talvez teria feito diferente. E tipo assim, então o que que a gente tá fazendo aqui? Tá ligado? O cara tá, que que a gente tá fazendo aqui? Aí o Jarm pede a linha, perde completamente a linha. Falou: "Mano, isso aqui é uma ridículo, né? Você tá tratando como se fosse delegado, mano. Você tá, você é o delegado agora desse rolê, investigador e ainda fazendo ilações daí sim com ministros e tal. Ainda que o maluco seja culpado de qualquer coisa, você não pode fazer, não pode fazer isso. E perde a linha. Aí o Dino também, né? Fala: "Agora, meu irmão, agora foi pra caixa prego, né? Porque se for para ficar ouvindo esse pode, não pode, fiz, não fiz, melhor não, né?" né? O cara, mano, ali foi um bagulho muito, nossa, que vergonha ali da bexiga. E o homem não sustenta, né? Não consegue sustentar 2 segundos de de fala deprimente. Ainda bem que ele é um incompetente, tão incompetente que deu tiro no próprio pé. E agora é guerra de vazamentos dessa daqui pra frente da final das eleições, né? Que loucura, que loucura, que loucura, que loucura, que loucura. Mas é isso, tá bom? É isso, é isso, é isso que nós tínhamos sobre ah esse economismo conservador maluco. É insanidade. Insanidade. Diz que doido William Pereira. Bom dia, camaradas. Bom dia, querido William. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. Um bom dia, meu bom. Diz que da Bruna G Ferreira. Bom dia, querida Bruna G Ferreira. A diferença é que pros católicos idolatria é santificação. É, não chamaria de idolatria por respeito, mas entendi do ponto de vista evangélico em relação ao católico. O evangélico diria: "Isso aí é idolatria já para os evangélicos ouvi dizer que é pecado." É, então em teoria o evangélico não deveria ter esses bagulhos, né? Mas tem. Mas eles fazem até pichule, faz pixuleco leva para passeata e chama de ungido de Deus. Acontece. Acontece, acontece, acontece. Passamos por muitas coisas nessa república. Mas aí, minha gente, vem um outro causo aqui. Pera aí. A, deixa eu só no iso. Ah, sinusí. Vem um outro caos, né? Por que que acontece? O Dino que já tá com dor nas costas de ter que carregar a república na ter que carregar a república nas costas. tá com com esse trabalho de Cis pior que de Noé, né? [música] Nem Noé carregou tanto animal. Ah, tem uma galera de da nossa esquerda, desculpa. Eh, tem uma galera da nossa esquerda que lê para ser crítico à ordem burguesa, lê Carmith, por exemplo, e em Dels essa referência, porque são maluco, não faz nenhum sentido fazer isso. E a gente vai ler então CMIT para ver inclusive que ele corrobora, pra gente ver o caos que é o caos que é você não ter uma estrutura jurídica positiva, uma norma de regra geral bem estruturada que não seja pessoal e que não defina por princípio a sua função a partir da eliminação do adversário, mas que tente criar um ambiente de mediação e negociação, que é para isso que serve direito. né? Você tem um espaço de justiça, de negociação, de não eliminação do outro, porque odeia o outro coleguinha, né? É para a punição, mas também é para a proteção. É ambo, é o aspecto duplo. A gente já vai chegar lá. Aí a galera para criticar a estrutura do direito liberal, lê Crush Schmith e endelza esse maluco. E é um perigo. E a gente vai ler o CR Schmith e vai fazer algumas reflexões sobre o que aconteceu ontem. E a gente vai ver, cara, isso aqui não pode ser base e referência pra gente discutir as coisas a vera, assim, ainda mais enquanto marxistas, enquanto críticos, enquanto comunistas, enquanto gente que pensa de maneira dialética. Car Schmit não é um pensador dialético, não é um pensador que utilize algum tipo de historicismo crítico. Carmit é metafísico. Aparentemente ele é um realista porque ele essencializa a política, mas ele cria uma essência da política de maneira assim substancial. E aí você fal como é que pode um marxista ler isso e fala: "Não, éí assim mesmo, gente, o cérebro foi caiu aonde? Pelo amor de Deus. A gente vai ler, vai ler aqui e aí a gente vai fazer algumas reflexões importantes. Mas diz querido D Sandro Gomes, até a máfia tem ética. Uma pérola do Gilmar, uma das, né? Ontem ele soltou algumas. A mais importante para mim é a que tá aqui na minha descrição, que é essa aqui, ó. Pichuleco eleitoral. Para mim, essa aqui foi, eu fiquei em dúvida em colocar o a manchete de pichuleco eleitoral ou terrivelmente pichuleco? Terrivelmente pichuleco ficava mais divertido. Mas eu deixei o pichuleco eleitoral em respeito à citação do do ministro. É para emoldurar e colocar na parede. Isso é uma aula de Brasil na vez. Sim. E e é engraçado porque isso, por exemplo, uma uma tese antiga. Platão já dizia, né? Se você for ler Platão, acho que na República mesmo ele já traz assim: "Não tem como você escapar da ética mesmo, mesmo em um bando de ladrões. Você tem uma estrutura mínima de respeito." E aí é a ética do do bando de ladrões, né? Aí Platão diz, né? que nesse bando de ladrões você no mínimo tem que ter as regras de não matar o coleguinha, porque senão acaba o bando, acaba ali o se sua organização criminosa e não roubado do coleguinha, porque senão também vai dar problema. Então você no mínimo tem que ter uma estrutura básica de convívio desse bando de ladrões para que ele consiga executar suas funções. A, nesse sentido, o Gilmar evoca a ideia de que até a máfia tem uma ética, né? Então, que é isso que você trouxe, né? Até máfia tem ética. ele evoca essa ideia de que tem regras básicas para convivência e manutenção de uma ordem. Porque se você não quebra regras básicas de convívio e de manutenção da ordem, você implode essa instituição e essa organização, mesmo a máfia, mesmo com uma organização criminosa. E no caso de uma instituição jurídica, como o Supremo Tribunal Federal ou qualquer estrutura jurídica do de um tribunal, se você implodir regras básicas de convivência de estruturação daquela instituição, ela não tem mais função de si, ela se deteriora. Então o a evocação do Gilmar desta referência da ética do bando de ladrões, né, até mesmo em ladrões, como diz Platão, tem uma ética. É para dizer isso, que se você não respeita regras básicas de convivência de exercício dessa função, ela se se destrói. Ela se autodestruindo, não existe mais o bando, ela se autodestruindo, não existe mais a instituição do Supremo. E o animal do André Mendonça, que que ele tá fazendo? destruindo estruturas básicas, mínimas de estrutur de de convivência e manutenção dessa instituição. É aquilo que o pessoal tá dizendo, né? Ele tem um projeto de destruir o Supremo por dentro. E é isso que ele está fazendo. É isso que ele está fazendo. Aqueles atropelos de ontem e de antes de e de duas, três semanas atrás, o que ele está fazendo é destruição desta ordem legal mínima, mínima de convivência de mínima, mínima paraa realização dos trabalhos, né? Tá implodindo por dentro. Então essa frase do Gilmar, ela remete a essa velha tradição desde Platão. Nossa, cara, sinusite é ruim demais, saca? Espero ter contribuído aqui, como diria Reinaldo Azevedo, com toda sua arrogância característica, momento cultural e tal, né? Mas vamos lá, vamos lá. Depois da ética de ladrões, vamos para a ausência de ética. Total ausência de ética, que é esse camaradinha aqui, Carsmit. Eu vou ler fazendo tradução simultânea, tá? Perdão. Vou fazer tradução simultânea porque eu não tenho esse livro em português. Eu só tenho ele em espanhol, a versão da trota. Editorial Trota, que é esse livrinho aqui, Teologia Política, que na verdade são dois livros que Carl Schmit publicou. Eh, um livro é Teologia Política, que é um livreto pequenininho que ele publicou nos anos 30, acho, e com final dos anos 20, começo dos anos 30, acho que é começo dos anos 30. E o segundo que ele publica nos anos 70 tentando requentar o tema. Então, a gente vai ler o trecho do segundo que ele remonta, mas eu vou comentar, óbvio, o contexto desse livro, porque texto fora de texto fora de contexto, a única coisa correta que André Mendonça disse ontem, única coisa correta que André Mendonça disse ontem, texto fora de contexto é pretexto. Nisso ele está correto, mas ele usou para falar bobagem. Desgraça, né? Então vamos lá. Teologia política do Carl Schmith. a gente vai ler o do editorial Trota. Eh, eu, e aqui é o que eu comentei, né? Tem esse teologia política, quatro capítulos sobre a doutrina da soberania, que é o livro um, e o Teologia política dois, que a lenda da liquidação de toda a teologia política, que aí é o que ele tenta requentar o tema nos anos 70, quer dizer, bem depois dele ter publicado, né? Então, perdão. Então, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Diz que di antes de eu ler, Bruno, pera aí, perdão. Márcio Alexandre Moraes deveria ser investigado. Com certeza deve ser investigado, como qualquer um que esteja sob suspeição. Perfeitamente. 60% de ST déficit, senão mais. Como fazer isso acontecer? Como já estava acontecendo, né? Já tá em curso. A Polícia Federal, ela continua estava fazendo seus trabalhos. A questão, se eu estiver equivocado, advogados, me corrijam. é que, querido André Mendonça, fez um atropelo do processo. Ele fez um atropelo do processo. Ele funcionou como delegado, como juiz, como investigador e ele não [música] pode fazer isso. E pior, ao invés, por exemplo, de pegar os 60% do STF que estariam sendo investigados, né, e você reúne todos e faz um único bloco de investigação, ele pegou uma pessoa de um caso que tá envolvido nessa trama toda e fez um atropelo do processo, trouxe ele pra frente como caso isolado e protegeu os demais. E aí cagou todo o processo de de investigação que já estava em curso, ou seja, iria em curso, daria continuidade, incluindo o nome dele, [música] que aí é o problema. Que que aconteceu com Tofle? O Tofle tava sendo, tava envolvido no rolê e era relator do processo. Aí o que acontece com ele? Pessoal vaza as informação e ele tem que se afastar. O André Mendonça, o nome dele também aparece, só que aí ele vazou deliberadamente, pelo que consta, aparentemente tem um vazador de informações, como tava tudo sobre a a tutela dele. Adivinha quem será que fez isso? do Alexandre Moraes e aí deu isso, entendeu? Então, não sou especialista no tema. Se eu estiver equivocado, puxem minha orelha, advogados, né? Mas eu acho que foi isso, o que o que rolou, tá bom? Então, ele já estaria, é obviamente que a pessoa com muito poder, ela sempre estará muito mais protegida que os demais. Só que isso não significa que a gente vai pegar um humano e vai fazer execução em praça pública, a menos que nós sejamos defensores de ideias tal qual de Car Schmith, de que a exceção é que determina efetivamente o elemento do poder e do político. e que daí ao falar sobre isso, sobre a exceção e o estado de exceção e que o a exceção seria o elemento fundamental para você entender o poder, a política e o campo do político para Car Schmi, que a ideia de uma jurisprudência, de um direito positivo e não sei o que lá não seria capaz de dar conta do poder real e efetivo. Isso por causem. Então ele diz que as exceções são aquilo que realmente vale pra gente discutir o Estado, o poder do Estado, a função do Estado. Nesse caso, por exemplo, criada uma exceção, uma exceção que é aquilo que ontem aconteceu, teve toda aquela pataquada porque foi um caso inédito em certo sentido e que daí vem exceção sobre exceção. O Faquim criou um rito excepcional, um tipo de julgamento excepcional. O André Mendonça criou uma investigação excepcional, um inquérito excepcional, tudo excepcional. No excepcional que você joga tudo pro excepcional, vai deixando cada vez mais de lado o direito, a a ordem constituída, o regime colocado, as leis positivadas. E aí você vai jogando tudo pro âmbito do excepcional, que é que inclusive, se eu estiver errado, os juristas me corrijam. tô falando quanto filósofo aqui de análise desse processo, que é o que a Carmen Lúcia alega no para justificar o seu voto de que ela estaria ao lado do Faquim, que é dado que é essa excepcionalidade, eu vou seguir a ideia da excepcionalidade e vou com o senhor aqui, com um faquinho. Dado excepcional, aqui a gente tem um elemento do efetivo do político, da execução do poder. Então é aqui que a gente tem que discutir o âmbito do poder da compreensão da ordem, da lei, daquilo que vale, daquilo que fundamenta o que vale pelo excepcional, pelo estado de exceção. E aí, nesse livro aqui do Teologia política, eu não vou ler essa parte, eu vou ler outra, mas eu vou trazer para vocês aqui no Teologia política do K Schmith, que não é o texto dele que normalmente o pessoal da esquerda se refere, porque eles se referem ao conceito do político, mas meus amigos, a gente entende quando o cara se revela, quando você lê as coisas de maneira conectada e articulada, né? Mas aqui, especialmente nesse item aqui, ó, teologia política, o três, que nessa edição que eu tenho tá na página 37. Ah, eu vou, Danis, eu vou ler. Eu não ia ler, mas eu vou ler. Deixa eu pegar aqui. Pegar no buscador que faz mais fácil o K Schmit para falar sobre estado de exceção. E aí, guardem essa informação, tá? Porque isso vai aparecer no conceito do político, o conceito de político. Para falar sobre estado de exceção e que o excepcional é esse elemento que vale, o Kmit vai se valer, vai se estruturar a partir de uma ideia de que, ó, a teologia política segue valendo. Tem gente que tá dizendo aí que não tem esse âmbito teológico, esse âmbito místico, esse âmbito da soberania no pensamento da ciência moderna. E qual é a tese dele? que toda a ciência política moderna, e ele chama daí de sociologia, não chama de ciência política, mas chama de sociologia. Toda a sociologia, ciência política moderna, ela está baseada na ideia de que não existe mais teologia eh política e que tudo então agora é uma questão científica e técnica. Ele vai dizer: "Isso é uma premissa errada, isso tá errado." E ele vai dizer: "Sustentar". Por quê? Porque as ideias as ideias políticas da ciência política, que ele chama de sociologia, são uma secularização de conceitos teológicos. E nisso Car Schmith está correto. Essa diagnóstico, ele tá correto. Ele fala assim, ó, a ideia de soberania, conceito de soberania não é um conceito tirado do nada. Um conceito de soberania. Preste atenção, o conceito de soberania é atribuído a Deus. E quando você traz ele para o estado, é uma secularização desse conceito, mas ele continua teológico. Nisso, em certo sentido, o Schmit está correto. Essa é a premissa dele. Só que a ideia ele vai derivar que a teologia política segue valendo para tudo. Só que ele poderia aplicar a mesma ideia para outras coisas, como o próprio funcionamento do mercado, a própria compreensão de um sujeito no mercado que atua de acordo com o seu livre arbítrio, né, no no em Adam Smith, e a gente tem uma porrada de trabalho que discute isso também, também é uma secularização do protestantismo do Adam Smith. Ele traz pro âmbito da economia concepções e compreensões teológicas e ele seculariza elas. O Juan José Bautista Segales trabalha isso muito bem, mostrando a secularização da compreensão de ser humano em competição com os demais, que é mal por natureza e que atua por seu egoísmo, né, que é isso que tá estruturado numa teologia protestante, seja luterana ou calvinista, e que se seculariza na teoria econômica do Adam Smith como um ser humano que age de acordo em busca dos seus interesses egoístas e que isso é válido porque é naturalizado no jogo do mercado. O bautista percebe isso, é óbvio, isso é uma secularização de uma ideia protestante, mas isso não significa que continua sendo elemento religioso, porque é uma secularização. Katsu, então é uma discussão muito boa. Joguei aqui o Schmith traz isso pra discussão da teoria do político e o estado então seria soberano com uma secularização da compreensão de soberania de Deus, né? E aí seja protestante, seja católica. Beleza? Nesse aspecto de ser uma secularização, ele tá correto. Tá correto. A teoria veriana de secularização mostra isso também. Dá para discutir, né? Você vai tirando o elemento mágico. Só que aí vem o a o ponto. Sai o elemento mágico. Você agora tem compreensão da soberania como execução de poder. Você tem a compreensão do funcionamento do mercado como estruturação de uma instituição específica e tal. Saia a mágica. Mas o shimit não tira a mágica. Um certo misticismo segue presente. E aí, meus amigos, aí vem o ponto, aí vem a brincadeira legal. Porque o Schmit vai trabalhar com teologia política, não porque ele vai discutir o elemento do político, da teologia, ele vai trabalhar por analogia. analogia. O método do Schmid é por meio de analogia entre sistemas teológicos escolhidos a dedo, discussões teológicas escolhidas a dedo e a teologia política que ele quer apresentar e fundar. Sabe de onde ele tirou isso? do furico, minha gente, porque não existe outro lugar. Um marxista que lê isso. E aqui vai minha crítica, porque quem quiser ser místico, quem quisesse misturar as coisas, né, de ciência com religião, com analogia, quem usar o método analógico para interpretar a realidade, boa sorte. Mas nós marxistas, ao tratarmos da realidade buscamos ciência, ciência dialética que considera a história como elemento fundamental. Processos sociais, tendo como elemento fundamental organização econômica. Aí você lê isso do CMIT trabalhando teologia política, o conceito de político por analogia e fala: "Esse cara entendeu? Você tá de sacanagem comigo, né? tá de sacanagem comigo. O crente desse rolê sou eu. Eu sou o crente. Mas sendo crente, eu sei que as coisas que eu faço de fé na igreja, na hora de ler, analisar a realidade, a função da realidade social, eu não sou crente, sou cientista. Então assim, viu um mano falando não, porque Car Schmith, ele é muito bom, não porque Car Schmith entendeu as coisas. Você vai que que esse mano tá querendo fica esperto. Mas vamos lá. Trabalha por analogia e eu vou mostrar para vocês. Vou ler aqui fazendo tradução simultânea, tá? Só tenho a, infelizmente em PDF, só tenho a versão em espanhol. Todos os conceitos centrais da moderna teoria do estado, é, eu tive que fazer a pesquisa aqui como milagre para vocês entenderem. Todos os conceitos centrais da teoria moderna do Estado são conceitos teológicos secularizados. Óbvio, isso é óbvio, mas ele tá correto. Mas um monte de gente não tinha percebido isso até hoje. Schmitt está correto. O qual é certo? Não somente por uma razão de sua evolução histórica, enquanto foram transferidos da teologia para a teoria do Estado, convertendo-se, por exemplo, o Deus onipotente no legislador todo-pereroso, tal qual Robs faz no Leviatã. senão também por razão de sua estrutura sistemática, cujo conhecimento é imprescindível para a consideração sociológica desses conceitos. No caso da consideração da ciência política, né? se a gente fosse usar como a gente usa os termos hoje. Mas veja, a estruturação sistemática do pensamento político de acordo com o Car Schmidz, para você conhecer a compreensão sistemática da política, da teoria política, a gente teria também que considerar teologia política. Eu falei: "Ih, aí já começa a complicar." Mas veja, ele vai começar a trabalhar por analogia. O estado de exceção tem a na jurisprudência análoga significação que o milagre na teologia. Veja, o estado de exceção tem na jurisprudência, diante das leis, diante da estrutura positiva legal, da estrutura da norma existente, diante do código legal existente, diante de um direito positivado, o estado de exceção tem uma um significado análogo ao milagre na teologia. Isso aqui, isso aqui não é não é não é elemento secundário ou menor para sustentar a ideia de que o estado de exceção é aquilo que deve ser considerado como elemento fundamental para a discussão da política, do político, do estado, da instituição que executa poder. O shimit tem que citar que esse estado de exceção é análogo ao milagre na teologia. E quem disse isso? Ele. Porque sim, por quis. Ah, ele vai ter que explicar, né? Mas que sentido milagre? Ah, é porque aquilo que rompe a ordem do curso comum da vida, a ordem, né, natural das coisas, como algo incrível, sobrenatural, que vem do além. Então, o estado de exceção tem esse elemento do milagroso, do daquilo que não acontece no curso natural. OK? Só que qual o problema? O Schimit vai sustentar que é esse elemento mágico milagroso de irupção da realidade por analogia que determinam o que é o político efetivamente. Mas vamos lá, tem muitos problemas e perigos nisso, mas é ciência, tá gente? Método aqui adequado. Somente tendo consciência desta analogia. chega-se a conhecer a evolução das ideias filosóficolíticas nos últimos séculos. Porque a ideia do moderno estado de direito foi afirmada a parte, né, ou a par que o deísmo ou sabendo que o deísmo uma teologia e uma metafísica que desterram do mundo o milagre e não admitem a violação com caráter excepcional das leis naturais implícita no conceito do milagre e produzido por intervenção direta, como tampouco admite a intervenção direta do soberano na ordem jurídica vigente. Ou seja, o Estado, diz Schmith, o Estado que se afirma como soberano numa secularização do pensamento teológico não admite o milagre. O estado como uma secularização dá a ideia do conceito de de soberania, não seculariza o elemento do do do milagre. E daí, ao fazer isso, rejeita tudo aquilo que não está na jurisprudência, tudo aquilo que é exceção, rejeita tudo aquilo que não tá sendo estabelecido na norma. Olha o caráter carismático político aqui do Schmit que vai defender. Então vamos secularizar também a ideia de milagre. E é isso que ele vai fazer, pô. Ele vai querer secularizar a ideia de milagre como elemento fundamental para discutir a função do Estado, o poder e uma crítica à jurisprudência. E aí ele vai criticar o racionalismo da estrutura jurídica. Essa estrutura jurídica racionalista, essa estrutura jurídica aí que é positiva e que deixa tudo tão fechadinho e que só tem as regras e normas, ela não aceita a exceção. Ela não aceita o milagre, ela não aceita que o soberano atue para além desta ordem natural. Falta ela aí o quê? Pentecostalismo secularizado. Falta a ela o quê? Esta mágica. Mas veja que o que ele tá fazendo, gente, é analogia, meu amor do céu. Tudo bem? Tudo bem. O racionalismo da época da ilustração não admite o caso excepcional em nenhuma de suas formas. Por isso, a convicção teísta dos escritores conservadores da contrrevolução poôde fazer o ensaio de fortalecer ideologicamente a soberania pessoal do monarca com analogias sacadas da teologia teísta. Preste atenção. Contra o racionalismo da época da ilustração, que não admitiria o caso excepcional, não admitiria, por analogia para o Carl Schmitz o milagre. O que que ele vai buscar? Onde tá a fonte do Cmitth, gente? Eu quero muito que vocês observem qual é a fonte de reflexão do Cmit. Preste muita atenção. A convicção teísta dos escritores conservadores da contrareolução. fonte para discutir por analogia o estado de exceção em sua defesa como aquilo que é o milagre contra este esse racionalismo da época da ilustração que fundou um direito positivo que cria uma norma minimamente impessoal e estruturada e a qual nós devemos referência para além dos desejos pessoais de quem executa o poder. A resposta do Schimit tá nesses caras aqui, ó, escritores conservadores da contrrevolução. E no caso da contra-revolução francesa, né? contra a Revolução Francesa, os escritores conservadores da contra-revolução. E essa vai ser a fonte dele. Como em nome de Deus um marxista lê isso aqui, lê o conceito de político e fala: "É, ele tá certo". >> [roncando] >> Não é possível. Não é possível. É para mim é inconcebível. Inconcebível. Eu que sou crente desroi. É inconcebível. Inconcebível. Mas já já volto lá. Ah, não, não. Só para antes disso, só para não perder o bonde. Aí você fala: "Não, Bruno, mas você tá exagerando?" Não, eu não estou. Eu não estou. Eu li, [risadas] eu li essa tristeza no período do mestrado para poder escrever meu texto. Ai, ai, ai. Veja aqui o último capítulo que é o seguinte, é essa teologia da política, né? Contribuição da filosofia política da contrrevolução. Contribuição da filosofia política da contrrevolução de Maestre, Bonald e Donosso Cortz. E ele cita os autores que ele vai utilizar como referência. E qual é o critério para escolher esses autores? O critério do porque ele quis. Ele deu uma lavada. O lavo de Carvalho antes de O lavo de Carvalho. Ele foi lá e escolheu esses autores aqui, falam aquilo que eu gosto e sustento a minha ideia. E Mas qual é a ciência de Ele fala o que eu gosto, tá ligado? É isso. É isso que a gente vai dizer. Ele fala a verdade. Por isso que para mim eu fiquei inconformado. Pera aí, deixa eu só a sinusite tá pegando. Eu fiquei inconformado, inconformado quando o Safat soltou essa naquela entrevista com com o Bruno Altman, que o vai fazendo aquele joguinho lá das perguntas de autor por autor, né? Quem é melhor? Esse aqui ou esse aqui? Esse aqui ou esse aqui? Esse aqui, esse aqui é quando fala Carl Schmi, ele fala: "É, esse aí é aquele que fala a verdade estando do outro lado". Que verdade. Que verdade. Mas sabe qual que é a verdade? Entre aspas, é, ele critica a ordem burguesa. Sim. Ele critica a ordem liberal do direito liberal. OK. também critico. Agora, crítica não significa abandono, rechaço, destruição. E o que o Schmit faz é destruição. destruição em nome de um elementos análogos a uma teologia tentando secularizar uma mística do milagre como estado de exceção como elemento fundamental e que o que determinaria o político, por essência, por essência, enquanto substantivo, enquanto substância, o que é a política? O que determina o campo do político? Diz Calmit, a delimitação e a conformação do amigo inimigo. Eu constituo aquele que é meu inimigo e combato ele. E isso é fundação do político. o dialética foi pra casa do chapéu, né? A história danice-se é essência. Eu constituo como essência isso. E de onde o Schimit tirou isso? da analogia que ele resolveu criar da teologia política, porque sim, não tem ciência, não tem dialética. É, mas aí o que que gosta? Gosta porque fala mal do direito positivo liberal. Pô, mas aí você não precisa de chmite, aí você não precisa sustentar a ideia de amigo inimigo. Aí você não precisa jogar fora beber com água, com água suja. Não precisa. Você pode ter bom senso, você pode aplicar ciência, você pode ter cérebro. é inaceitável, porque essa ideia do milagre, essa ideia da exceção, essa ideia de que esse é o elemento fundamental e de constituição do inimigo, sabe o que que dá? O que a gente viu ontem no STF, pô. Não tem mais jurisprudência, não tem mais estrutura normativa. Ah, não, mas a política é assim. Não, não é, é uma escolha. É uma escolha. Escolheu-se, foi uma decisão, decisão, decisão de atores de falar, Dane-se, vamos implodir tudo. Isso não determina o político, isso destrói o político, isso mina as possibilidades de criação de instituições novas com pacto comungado. Isso impede a realização de projetos comuns. Porque toda hora que eu quiser ficar criando inimigo, eu crio inimigo, estabeleço o político, vou para cima dele e dane-se. E aí vamos ver quem é mais forte. Adivinha quem se lasca nessa? Aí o maluco com com essa obsessão não entende que hoje o que está nos protegendo de não ter sido já dominado, nós estamos protegidos de não estarmos nesse exato instante sob a batuta de um laranja animal que é presidente dos Estados Unidos por causa da ordem jurídica positivada que nós temos e da atuação dessa galera. Ah, mas eu não gosto. Eu também não. Mas aí você usa uma coisa chamada cérebro e aí você analisa a realidade, vê quais são os instrumentos que você tem à disposição e atua de maneira inteligente para realizar os projetos possíveis e factíveis. Aí você defende Cmith, aí você defende amigo e inimigo, aí você defende vamos para cadaria, você se lasca, pô. Você não tem força para nada, tenha bom senso. Aí o Dino tem que ficar carregando república nas costas sozinho, [risadas] entendeu? Diz que fazer o ótimo. Ele escolheu uma pessoa a dedo, no mínimo. Deveria ter feito o mesmo que fez com Morais, com as demais integrantes da STF. Exatamente. Exatamente. Bom dia, querida Érica Bispo. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim, querida professora, excelentíssima Érica Bispo. [risadas] Desculpa. Diogo diz: "Mas eu vi alguns advogados bem equilibrados dizendo que o argumento da excepcionalidade não é tão bom". Lógico que não, pois é uma situação nova, de fato, nunca aconteceu antes no no STF. A propósito, o STF é quem define esse tipo de rito. Quando a instância inferior está lidando com a situação atípica, eles recorrem ao STF. Exatamente. Que é a instância apta para isso. Exatamente. Nesse caso, eles são STF e basta eles definirem. Exatamente. Mas também não sei, não entendo o tema nem eu, mas exatamente pelo fato de que se você tem como base essa criação do estado de exceção, fruto da relação fundamental do político como o a [roncando] dualismo, amigo inimigo, aí você joga fora qualquer estrutura jurídica mínima, porque quem pode definir o estado de exceção define tudo, que é isso em última instância, a gente dá poder para quem for mais forte. E é isso. Desandro Gomes diz: "O estado de exceção análoga ao milagre. Exatamente. A intervenção divina rompendo a ordem natural. Exatamente. A mudança vem de cima, mas precisa dos portadores dessa incumbência. Os excluídos escolhidos ungidos. Pronto, a gente poderia manter por analogia isso, né? Os os abençoados, os pentecas, os escolhidos por Deus, os batizados pelo Espírito Santo, podem fazer, né? Aqueles que são eleitos como profetas podem, os outros não. Quer manter a analogia? vai dar problema. Porque analogia, meu amigo, analogia não é ai, analogia pode ser funcional, mas ela não é o método fundamental. Ela é funcional, mas ela não é fundamental. Não pode basear sua ciência política em analogia, pelo amor de Deus. Diogo diz: "Falta um reteté". Falta. É que o Schmit ainda não tinha convencido as assembleias de Deus. Um avivamento, moração [risadas] em línguas de um forro. Eita Deus. Chupa bala r sentando na vassoriana fazer o watch disso o que eu conhecia deit era ruim agora tá piorando na mais meu irmão piora mais que isso que dandro gomes menos mais gamish amém [risadas] gustavo disse direito positivo burguês pelego é eu eu pelego com gosto quando necessário né pelegoo não eu não vou seguir na ironia porque ela é boa diz que digo tem gente que gosta Gosta de ser diferentão aí, quer pagar um cara com com esse para falar que não está preso numa caixa. É, quem dera fosse só isso. Diz fazer o quem só consegue usar analogia é muito pobre intelectualmente. Ah, mas não tenha dúvida disso. Não tenha dúvida. E não é ciência, né, gente? Pelo amor de Deus, desculpa. Mas que acontece? Tem outro elemento também que faz com que parte dos marxistas gostem do Schmit. O elemento é o seguinte, o Schmith Carl Schmith, ele era um nazi, né, contra revolucionário e que inclusive dá justificativa para Hitler Furer praticar sua ditadura. Porque ele diz que o que define o político é a capacidade de criar o estado de excessão e executar via ditadura. Mas o Schimit tem essa sacada contra a revolucionária e de positivar, né, secularizando elementos da teologia política e definindo o conceito do político como relação amigo e inimigo, porque ele fica impressionado com a composição de uma classe revolucionária. Então, ele tem que criar uma teoria contravolucionária. E como ele elogia a classe revolucionária? Porque ele fala: "Olha, o marxismo entendeu porque essa é a análise que ele faz." e daí organiza a classe trabalhadora para derrubar uma ordem vigente. E aí ele faz um elogio para isso, no sentido de que o surgimento de uma classe revolucionária que enfrenta uma ordem cria na cabeça do Schimit a ideia de que você pode ter uma teoria contravolucionária, contrarrevolucionária que entende esses elementos. E aí ele vai buscar onde? nos autores contra revolucionários da contra a Revolução Francesa, católicos e reformados do século X, reformados do século X e Católicos contra revolucionários da Revolução Francesa, que criam a defesa de uma ditadura contra os revolucionários. Então, é esta ditadura que o Schimit quer fundamentar. Não é uma ditadura do proletariado, não é uma superação do direito burguês para daí um direito comunista. Tá daí um um uma estruturação de um estado que vai desaparecer. Não, ele não quer estado que desaparece, ao contrário. Tanto que assim que ele fala sobre comunistas, ele abandona a discussão com os comunistas e vai discutir com anar anarcoocialistas, especialmente Bacun e Jorge Sorel, né? O Sorel. Sorel, porque o Sorel é meio místico maluco também. Então ele quer discutir com esses caras, especialmente o Sorel, porque o Sorel é místico maluco e ele quer discutir no âmbito místico maluco. E aí o Sorel Místico Maluco vira sua referência para discutir com os marxistas, né? Porque ele vai falar, ó, esses caras entenderam a contravolução possível se fundamenta numa mística tão forte quanto que a gente vai então buscar nesses católicos contra revolucionários protestantes do século X, que vão trazer pra gente analogias possíveis em defesa de uma ditadura contra revolucionária. Porque contra a revolução precisamos de uma ditadura tão forte quanto. E quem é essa ditadura para ele na Alemanha? O Fiurra, Hitler, os nazi. E ele vai fundamentar isso, tá? Então é disso que nós, é desse contexto, é disso que nós estamos tratando. E nessa fundamentação ele vai delimitar. O político é definido pela relação amigo inimigo. Você cria os hostis, os hostis, aqueles que devem ser eliminados. E aí quando você cria esses que devem ser eliminados, você vai para cima e sustenta. E é isso que fundamenta o político, quem decide sobre o estado de exceção contra os inimigos a serem combatidos. E não preciso dizer quem são os hostis, né, pros nazi. Preciso dizer quem são os pros nazi, saca? Aí você lê um negócio desse e fala: "Não, o Shimite entendeu?" Entendeu o que, meus amigos? É muito problema sobre problema. Inclusive, eu não vou ler o trecho hoje porque a gente não vai ler o conceito de político, a gente tá lendo teologia política, mas no conceito de político, o Shimit reforça que o que você institui como inimigo é criando uma diferenciação ética, de modo a sustentar, dentro do que ele chamaria de ética, a eliminação do inimigo como aquilo que é o correto, o belo e o bom. E ao estabelecer essa diferenciação, você rechaça esse inimigo colocando nele toda a carga ética negativa possível. E aí você legitima e justifica a eliminação dele, a guerra como fundamento desse processo. E aí o estado de exceção, né, como aquilo que define o político, a guerra como essa constituição fundamental. E com todo respeito a Schmi, mas a política não se define pela guerra. Política é a arte de evitar a guerra. Havendo guerra, não há normas, não há estrutura mínima, não há estabelecido nada de convivência entre diferentes. Não há polis, não há. Só que aí o Schmit vai dizer como saída dele, né? Mas não é que eu quero um estado total, porque o shmite é uma pessoa de bom senso. Não é que eu quero um estado total que domine tudo, controle tudo. Eu clero uma uma pluriversidade, uma multiplicidade de diferenças. Aí como é que se organiza aí? As diferenças briga entre si, mas vai brigando sempre, né? E aí não é, por exemplo, o estado, a República Plurinacional da Bolívia, né, que você cria normas para convivência de plurinações, mas com a norma, tem uma república estabelecida, uma constituição, não [risadas] tá ligado? É uma loucura, velho. Essa ideia do Schmid se aproxima muito com o que um Iago Martins da vida defende, né, de cada um vai lutando pelo seu, né? Cada um vai lutando pelo seu. A gente mantém as diferenças aqui, mas eu vou poder ficar dizendo que você é o demônio, tá? Eu vou poder todo dia dizer que você é o demônio, que você é filho do demônio, que você é você é do diabo, que não sei o quê. Aí você fala: "Não, mas você não pode fazer isso com a pessoa, você tá demonizando o cara". Fal, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Isso é o meu, minha liberdade de expressão de criar essa diferenciação ética aqui. Minha religião chama ele e tá tudo certo. Eu não tô matando ele, não tô batendo. Você chama de diabo, chama de demônio, chama de fil demônio. Tem que exorcizar, tem que expulsar, tem que acabar comendo. Mas não tô aqui fazendo nada. Aí o maluco leximite faz o quê? Perdão. Diz que do Diogo. Mas Bruno, imagina que o seu Zé tem uma padaria. Nessa padaria o pão de queijo custa R$ 20 e o cafezinho 10. Aí a dona Maria tem uma loja de perfumes hipotética e imagina que o perfume custa R$ 200. [risadas] Imagina, imagina que eu tenho uma vaca. Ah, exatamente. A guerra é justamente o que a política deve evitar e isso é o óbvio. Sim. Diz que do Cícero Bruno. Sim, Cícero, posso estar falando besteira. Eu também só li um pedaço do conceito do de político, mas ele não afirma que a política não se mistura necessariamente comito moral, ético e econômico. Vai, então, no sentido de que não posso julgar moralmente, não posso julgar moralmente esse elemento da criação do inimigo, porque isso faz parte, ele essencializa a ideia de que o amigo e inimigo é o fundamento do campo político como substância. Então, não tenho como julgar ética e moralmente, não tem como julgar essa criação do inimigo, ela faz parte do processo. Mas a criação deste inimigo parte sim de uma diferenciação ética, de você constituir nesse inimigo tudo de ruim e aí você vai para cima dele, ele substancializa. Não é que, por exemplo, como de um ponto de vista científico, eu vou falar, não vou moralizar o âmbito do político e vou analisar as relações vigentes. Fazer análise de processos é uma coisa, eu vou, não vou aplicar moralidades nisso. Oit fala, ó, não vou aplicar moralidade ao político, ao campo do político. Que que é isso? Que não pode ter discussão ética política. Não, não é que é essência do político a criação do inimigo. Então eu não vou moralizar esse âmbito da criação do inimigo. Aí ele essa político ou o campo do político é determinado pela criação do inimigo, pela relação amigo inimigo. Mas gente, isso não é dialético, isso não é história, isso não é crítica. Ele essencializa. E numa teologia do político, ele trabalha por analogia para poder fundamentar o estado de exceção como o equivalente ao milagre na teologia. Exatamente. Diogo disse: "Rapaz, esse timite era um safado. O bicho era esperto, era perverso, mas esperto, não é gênio, né? Nesse sentido de vou aqui escapar de vários negocinhos ao mesmo tempo e é persuasivo, desgraça. Mas eu vou paraa parte que eu quero ler com vocês aqui. Vou ler um trechinho porque eu nem ia ler esse começo, mas acho no nosso papo aqui isso, perdão, surgiu como importante. Vocês vê, né? O bicho é pilantra. Pô, é aqui. Eu vou ler o livro dois, Teologia Política, quando ele retoma o tema em 1970. Na década de 70, ele traz de novo esse tema, tenta requentar, porque ele leu o texto de um cara chamado Paton, acho que é Eric Peterson, Erkel Petterson, eu esqueci o nome da do humano, mas ele é um cara que faz uma análise muito bem lida no âmbito da teologia e da religião, tá? Ele não é um cientista político, não é nada, mas é um texto do Peterson, desse Eric Peterson, ele Peterson, eu esqueci o nome do bicho, que faz um dentro da teologia católica, discutindo com Santo Agostinho, uma retomada da separação entre o reino de Deus e o reino dos homens. Separa o reino de Deus com o reino dos homens. E aí ele faz uma análise, ele é muito bem recebido. O Shimit fica chateado, talvez ressentido, ficou triste e tentou requentar o tema e trazer a discussão com esse Peterson. para dizer, olha, essa separação entre reino de Deus e o reino dos céus aqui não cola. E aí ele vai falar: "Isso aí é como se tivesse liquidado uma teologia política". E ele vai querer enfrentar, e é engraçado que ele fala assim, enfrentar o pessoal de esquerda e os teólogos que são afeitos ao pessoal de esquerda, porque ele gosta dos teólogos afeitos à direita, vai dizer que os teólogos afeitos à esquerda também querem acabar com essa teologia política, que no caso para ele não é acabar com a teoria da teologia política, querem acabar com a separação entre o âmbito sistemático mágico da teologia com o âmbito real da política, vamos dizer assim, saca? É sutil. E aí ele vai nesse nesse contexto, né, diz o seguinte: como temos dito, nosso tema é tratado de é o tratado de Peterson sobre o monoteísmo político do ano de 1935. Esse livro pertence a uma nova situação de crise que teve que ser produzida como consequência das pretensões de totalidade do regime nacional nacional socialista de Hitler, que havia chegado poder em 1933. E aí eu tenho que fazer uma ressalva, né? Porque parece aqui o que que ele tá fazendo? Tá criticando o regime que ele fundamentou. Ele ajudou a fundamentar juridicamente. Ele ajudou a fundamentar teoricamente o regime do Furra. E aquele tá falando, ó, é uma crítica. A o essa esse pensamento do Peterson surge para criticar o que aconteceu com o regime nacional socialista nazista na Alemanha de 35. E aí ele fala, ó, e, né, surgiu para essa crítica e falei e realmente tem uma uma crise ali. Mas aí do nosso ponto de pô, será que o Car Schmith se arrependeu? Será que ele parou por um segundo e falou: "É, acho que eu fui longe demais, sustentei uma desgraça". Não sabe qual é a crítica do Schmitt ao regime do Fur de Hitler? nazi é que ele se tornou muito técnico, mecânico e perdeu aquilo que realmente seria válido. A teologia política traiu movimento, irmão. queria mais raiz religiosa teológica que o filer sua execução da ditadura que para ele é justa. Ele não tá dizendo que foi um problema da ditadura, não tá dizendo que foi um problema estado de exceção, não tá criticando o genocídio, se tornou muito técnica e operativa, virou mecânica cientificizada. E isso que ele vai querer recantar como discussão, tá? Mas é referência, né? [aplausos] Palma, viu? Tá de, vocês estão de parabéns, pessoal que fica aí citando chimite para cima e para baixo como bala. Bom, [aplausos] tá de parabéns, viu? de parabéns. Então, de parabéns. A nova crise afetou todas as confessões cristãs, tanto dos protestantes como dos católicos, mas de maneiras diferentes, pois a Igreja Católica firmou em 1933 um concordato com Hitler. O tratado de 1935 não aborda crise abertamente e exfesso, senão deformando-a mediante uma limitação histórico-teológica filológica, muito erudita de ser o material dos primeiros séculos do Império Romano. Para o problema da teologia política, é decisivo que Peterson se atente eh à doutrina de Santo Agostinho de dois reinos, das duas cidades, a de Deus e a desse mundo. na inst na institucionalização herdada da idade média cristã e da reforma protestante e ignora a crise do problema moderno, igreja, estado, sociedade. Ou seja, que que ele vai dizer? O Peterson foi bem recebido e essa separação entre reino do Deus e reino do mundo para poder fazer uma crítica à crise do do governo nazista na Itália, etc, etc, etc. tá discutindo, na verdade, com a idade eh com a idade do império romano, né? É lá que cap, não tá considerando o problema da igreja, estado, sociedade moderna, que aqui é um outro tipo de debate. E aí vem, prepara, porque aqui é é sofisticação do pensamento canália. Os dois reinos já não são âmbitos objetivos distinguíveis univocamente por substâncias ou materiais. o sagrado e o mundano, no mais além e mais a quem, a transcendência e da imanência, da ideia e do interesse, da superestrutura da infraestrutura, já somente podem ser determinadas a partir dos sujeitos em disputa. Preste atenção na sequência de analogias para descredibilizar a análise das relações institucionais e trazer que não se pode na relação igreja, estado, sociedade discutir essa articulação entre instituições. Porque o que vale na crise moderna, de acordo com o Schimit, é os sujeitos em disputa. abre mão da discussão das instituições para sujeitos em disputa. Os dois reinos, Agostinho, já não são âmbitos objetivos distinguíveis univocamente por substâncias materiais. Você não separa mais na realidade, você não distingue. Ah, não. O sagrado e o mundano, ponto de partida na da analogia. O mais além, o mais a quem? a transcendência e a imanência. Vê que a gente tá avançando em analogias, a ideia e o interesse, a superestrutura e a infraestrutura já somente podem ser determinadas a partir dos sujeitos em disputa. Cara, é impressionantemente sofisticado isso aqui, mas canalha, canalha. E não é porque está correto, porque não está. Porque ciência social não se aplica a partir da análise do sujeito sem disputa. Ciência social a gente faz a partir das relações e dos processos que estão se desenvolvendo, mediados por instituições. Porque eu tenho que olhar as condições que fazem com que sujeitos sejam capazes de atuar de maneira A ou B, que é o que a gente faz aqui no canalzinho, que a galera gosta das nossas análises. Por quê? Porque a gente considera as condições que tornam possível que um sujeito faça A ou B, realize seus projetos. Só que ele não realiza porque ele quer, ele não realiza porque ele pode, é porque as condições dadas viabilizam factibilidade para a sua ação. E aí vem o âmbito da decisão. Mas essa decisão não se dá por livre espontânea vontade. Ela se dá dentro de uma condição histórica específica, relações sociais que tem que ser analisadas, instituições que estão existentes e funcionando. Se você olha só pro sujeito, sua vontade, o que ele resolveu decidir, você apagou a materialidade das relações sociais. E isso tem marxista que lê e bate palma. E ele define o político nesse âmbito. Só que veja que a gente tá discutindo isso por analogia e aceitando no pressuposto esta relação de teologia política. Uma crítica materialista destrói isso aqui, meus amigos. Só que os marxistas estão lendo isso aqui sem fazer crítica. Dia também tem um dizendo aí que o CMIT entendeu, ele entendeu a política moderna, ele entendeu, entendeu nada, tem análise, não tem ciência, tem ideologia pura e simples. Ideologia pura e simples. Ideologia, inclusive, que fortalece quem for mais forte nessa dinâmica, quem tem as instituições à disposição, que se tornam sujeitos capazes de tomar decisão. que o sujeito capaz de tomar decisão por Schmit aqui, tá? Porque o que que define o estado de exceção? Aquele que é capaz de decidir sobre o estado de exceção. E quem decide? Quem tem as instituições à mão, não é o sujeito isolado na quebrada aqui no Capão Redondo, onde eu moro, no São Luís, aqui atrás. É o meu irmão, o meu vizinho aqui, ele não tem capacidade de decisão sobre estado de exceção. Não tem. E mesmo se juntar todo mundo na quebrada aqui, resolve, vamos botar fogo em tudo. Não tem capacidade de tomar decisão. E se for paraa Guerra Franca, não tem como tomar decisão e nem como sobreviver, porque vai descer tanque aqui e vai arregaçar com todo mundo. Porque em última instância, se você apela o político como criação do inimigo, vamos pra pancada, quem tem executa e quem não tem morre. E é simplesmente assim, pela realidade. Sério mesmo, velho. Assim, é inaceitável. É inaceitável. Ontem quem tem executa e vai para cima. O André Mendon tá se lascando porque ele não tem bala para sustentar, ele não aguenta e ele é burro. Deu tiro no próprio pé. Mas aí tá apostando em quê? Que na articulação com outros caras que estão do lado dele, que são os amigos contra os inimigos, eles vão conseguir fazer massa para enfrentar. E tá no enfrentamento maluco. E a nossa defesa não é então que venha um Xandão, que venha o Flávio Dino, que venha alguma cavalaria que forças de amigos. A nossa defesa deveria ser, na verdade, está sendo o apelo à estrutura jurídica normativa minimamente objetiva e impessoal que organize a relação entre os diferentes. Mas é assim, é básico. E veja o que diz Schmith. A totalidade pode ser obtida potencialmente a partir de qualquer ponto de controvérsia, uma vez que os muros tradicionais, quer dizer, as instituições históricas, a igreja e o estado, t sido postas em questão com êxito por uma classe revolucionária, que aí é o elogio do Schimit as a classe proletária, as revoluções que ocorreram no início do século XX. Mas veja, ele está dizendo que os muros da igreja do estado estão sendo derrubados para classe revolucionária. Não é porque a classe revolucionária abraçou a mística por Schimit, é, tá? Mas porque faz uma crítica da religião e do estado e enfrenta as instituições vigentes para a criação de uma nova organização social. Mas o shimit abstrai essas relações, abstrai as instituições e falando sobre sujeitos em disputa, faz esse elogio a uma classe revolucionária que é proletária, porque ela daí não distinguiria mais as instituições se elas são religiosas ou não. Mas tá errado, isso não é o tema. Mas a analogia permite qualquer coisa. Até a Primeira Guerra Mundial, 191418, esteve em vigor, ao menos em aparência, as estruturas das instituições herdadas que havia sido restaurada no Congresso de Viena 1814815. No liberalismo do século XIX, poderia ser mantida a ficção de separações puras e limpas entre religião e política. Veja, ele está assumindo que não há separações mais. A religião era o assunto da igreja, o assunto privado, a política era o assunto do estado, que aparentemente é o que a classe revolucionária que ele tá dizendo que conseguiu separar as coisas, defendia, né? Sim, que eu me lembre, comunista defende a separação desses âmbitos, mas eu posso estar equivocado, né? pode ter um comunista de novo tipo aí que que não defende mais isso. Ambas foram distinguíveis, pese as contínuas disputas sobre as sobre as competências, eh, enquanto as organizações e as instituições puderam aparecer e atuar na vida pública como umas magnitudes visivelmente diferentes, determináveis terrenalmente. Enquanto isso foi assim, pode-se definir a religião a partir da igreja e a política a partir do estado. Mas chegou o momento de troca, de mudança, e a fachada conceitual herdada se desmodou, desmoronou quando o estado perdeu o monopólio do político. Veja, veja, veja, veja, veja o que está dizendo CMI. Para KMI, o poder é determinado pela capacidade de decidir o estado de exceção. De onde ele tira isso? E aí diz ele aqui, quando uma classe é capaz de tirar do estado a capacidade do monopólio do político. Só que aí na cabecinha do Schimit, o que a classe revolucionária tá fazendo na cabecinha do Schimit é decidindo sobre o estado de exceção e daí paraa frente já não tem mais estado. Mas todos nós sabemos que o objetivo da revolução era tomar o Estado para poder executar o poder. Não é que o estado tá sendo desaparecido e não decide mais numa convulsão social o estado ser tomado para daí ter execução do poder, porque o estado continuava sendo a instituição que valia, pô, e continua sendo a que tá valendo. Mas ele mistura tudo e não é possível que a pessoa leia e passa batido. Por que que ele diz que essa classe conseguiu? Porque ela agora decide sobre o estado de exceção porque ela quer dominar o estado, tomar o estado para si, porque o que executa poder o estado criar uma nova ordem jurídica, que é esse foi o desafio inclusive de Lenin, tá ligado? Ele tentou criar o quê? Uma nova ordem jurídica. E quando começou a estruturar o estado e acabou com a ordemarista, acabou com o exércitoarista, criou o exército vermelho, criou uma nova polícia, criou uma nova burocracia, disse: "Gente, parece que a gente tá governando um carro que a gente não tem controle, é alguém que tá conduzindo, porque esse negócio aqui é ingovernável". descobriu que o estado era muito mais complicado e a organização jurídica também. descobriu que a sede do poder era um negócio maluco, mas da cabeça do Shimit, ele apaga essa parte e fala o que vale agora o sujeito em disputa. E aí ele funda o político como a criação do inimigo e aquele que decide o estado de exceção, não porque ele quer uma revolução, é porque ele quer defender a contra revolução. É porque ele tá pensando, gente, se eles vão fazer isso, já que a gente já tá no estado, por que que a gente não instaura uma ditadura contra eles? e outras magnitudes, políticas que lutavam com eficácia e disputaram esse monopólio, sobretudo quando uma classe revolucionária, no caso o proletariado industrial industrial, se converteu em um novo sujeito efetivo do político. Ai, ai, ai, ai, ai. E aí, para finalizar, o resultado não formulei conceitualmente até 1927, né? O resultado dessas reflexões que ele teve no tratado, o conceito do político. Ou seja, nós estamos, alguém poderia chegar aqui para mim e dizer assim: "Ah, mas você tá lendo o livro da teologia, da teologia política". O que importa do do Schimit não é o teologia política, é o conceito do político. Aí, ó, o que o animal, o próprio autor diz. Eu não cheguei nessa nessa conclusão aqui, eu só fui formular no conceito de político, das discussões que ele já tava trazendo da teoria, da teologia política, ou seja, está relacionado, articulado e codeterminado. Você não separa aquilo que Deus uniu, ninguém separa. Esse tratado que publiquei pela primeira vez em 1927 na revista, ó, o nome de horrível, começa com a frase e aí é a frase que resume o tratado do Schmith. O conceito do Estado pressupõe o conceito do político. E qual é o conceito do político? criar o inimigo. O livro sistemático que escrevi na continuação foi uma teoria da Constituição, não do Estado, porque ele queria discutir constituição, porque ele queria dizer, inclusive, que o Estado, diferente da Constituição, decide a qualquer momento sobre ela e danse a Constituição, que vale a força de quem tá executando o poder, quem cria o inimigo e quem vai para cima é o sujeitos em disputa e a constituição guarda no bolso. Quem beneficia a ideia de que a Constituição pode ser alterada a qualquer momento? A quem? A a quem? A quem? Sherlock Holmes. Quem se beneficia da ideia de que você Mas a Constituição disse: "Ah, aguarda ela no bolso". Aí quem se beneficia disso? Quem? Criatura de Deus. Com e com outras palavras, hoje já não se pode definir o político a partir do estado, senão que hoje ainda pode se denominar estado, deve ser determinado e compreendido a partir do político, a partir da criação do inimigo. O critério do político ainda não pode ser uma nova substância, uma nova matéria ou um novo âmbito objetivo autônomo. O único critério que ainda pode ser defendido cientificamente hoje é o grau de intensidade de uma associação ou uma dissociação. Quer dizer a distinção entre amigo e inimigo. O único critério que ainda pode ser defendido cientificamente e até aqui não teve ciência, tá? É o é grau de intensidade de associação ou dissociação. Quer dizer a distinção entre amigo e inimigo. Que que vocês acham disso? Pega a Constituição guarda no bolso, esquece a estrutura de jurisprudência, esquece qualquer coisa do tipo, esquece. Esquece cientificamente, o que que é estrutura político? a criação de condições para a realização de projetos comuns. Única coisa é a distinção entre amigo e inimigo. E aí, quem for juiz e for executar a lei, pode decidir sobre uma investigação, sobre um julgamento, a partir de um critério. É meu amigo ou é meu inimigo? Você é meu amigo, gente, para que que a gente tá avançando na investigação também, né? Os caras são brother, precisa botar os caras na berlinda, hipoteticamente, Cásio Nunes, Fux, Tofoli, Faquim, precisa botar, não precisa. Flávio Bolsonaro é amigo. E o Vorcaro? Vorcarinho, fala Vcarinho. Dani, lindão. Sej da madureira. Para que também avançar? Para que que vocês querem pressa também de saber essas coisas? E o inimigo, por favor, me manda para ontem um relatório sobre Alexandre Moraes, sobre Flávio Dino, sobre Gilmar Mendes, sobre quem mais eu quiser, sobre Lula, sobre Lulinha, porque é meu inimigo. Esse é o critério. Eu tem o processo legal, Vamos organizar a vida a partir do milagre do estado de exceção. Vamos organizar a vida pela exceção, por esse milagre lindo, essa intervenção divina na terra. Vamos aí. Que que será que acontece? Aí aparece lá um ungido de Deus que tem certeza que foi vocacionado por uma profecia de 28 anos atrás e faz as coisas o bel prazer. É, ele tá errado porque ele tá passando por cima do processo legal. Não errado. Não, não. Ele tá seguindo o único critério científico possível, a distinção entre amigo e inimigo. Isso é a política. Isso é o político. Esse é o verdadeiro poder. Ser burro assim na caixa prego. É uma escolha ética, uma escolha política, uma escolha científica e é uma escolha de organização coletiva, né? Vamos organizar coletividade, organização de base. Não, vamos falar do brabismo, da força, do sujeito, do vai para cima de quem tem decisão e Ai, palmas para Carmir e palmas para quem diz aquele que fala a verdade estando do outro lado. Para de ouvir calvo branco. muito calvo branco e alguém depois puxa a orelha também do Jones Manuel que caiu na armadilha da calvice branca do Calmit que fica reproduzindo também que o CMIT é referência, não é referência depende de pô. Diz Leandro oxe é a crítica do Heidegger também. Hoje a gente vai criticar todo mundo. Bom dia, Barissa. Não bom dia. Querido Leandro diz aqui do Diogo. Que bizarro. É bizarro. Se o Lourençoa diz: "Bom dia, bom dia, querido." Diogo diz: "Não tem nada de concreto que dê base para isso que ele fala." Não, a não ser o fato de que se você realiza suas ações a partir do amigo inimigo querendo eliminar o inimigo, você diz: "Viu é assim que funciona a política". Pronto, ela se autorrealiza e tá resolvido. Maluco só foi jogando com muita minúcia e erudição. Me lembra muito Ola, o Olavo no método. É, não. E se aí você define isso e consegue executar seu inimigo, pronto, você realizou e falou: "Viu é assim que funciona a política". Tá demonstrado. Dessandro Gomes diz: "Num Brasil cada vez mais militarizado e armado, vale o dito. Se Deus vier, que vem armado." Pois é, pois só havemos inimigos em um estado de excessão. É aí que tá o problema. Manda quem pode, obedece quem quem sem bala no pente. É exatamente aí. Aí que é o problema. Aí que é o problema. A live ao vivo. Ao vivaço. Vixe. Pois é. Pois é. Pois é. Pois é. Pois é. Pois é. Pois é. Diz querido Igor, meu querido Dani, pô. Jamais. Jamais, querido Dani. Jamais. Mas é isso, meu povo. Tudo bem? Aí estamos. Preciso partir. Dor do parto é grande, mas eu preciso partir. E praticamente fim de semana. Praticamente fim de semana. Não ouçam calvos brancos. Fiquem bem. Deus abençoe. Cuidem-se de si mesmos. Fiquem em paz, [música] fiquem tranquilos e sobreviveremos. sobreviveremos conseguindo [música] aí articular de alguma maneira a derrota de Flávio até desespero para falar o nome desse beleza minha gente, é isso. Cuidem-se, façam coisas gostosas nesse fim de semana, desfrutem, [música] confere ser membro, membro, membrezinho do canal, segue esse videozinho, curte, comenta, espalha a palavra por aí. E é nós. Seguimos por aqui. [música] Trazendo a boa nova todo dia até a vitória final. >> Seguimos trazendo [música] boa nova todo dia útil >> até a vitória final. >> Se cuidem. É nós. [música] Valeu. Falou. Até. Ah, é. Hoje tem Corinthians. [música] Corinthians. Estudas. Vai Corinthians, vai Lentos. Chegaremos na semi, a pesar dos [música] pesares. Junto. Valeu. Falou. Até mais.