Quartas Especiais — Crianças: Aventureiros & Ministério Infantil | Prof. Juliana Resende
08/10/2026
Quartas Especiais — Crianças: Aventureiros & Ministério Infantil | Prof. Juliana Resende
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Fonte: IASD Vila Olímpia
Legendas automáticas:
Boa noite a todos. Boa noite, comunidade da Vila Olímpia. Boa noite também todos os nossos convidados e amigos que nos acompanham. Que privilégio, não é mesmo? Que grande bênção eh podermos fazer uma pausa aí no meio da semana e parar um pouquinho para Jesus, ouvir Jesus falar ao nosso coração. E nós estamos num mês muito especial, né, o mês de outubro, eh o mês em que nós celebramos o dia da criança. Eh, e semana passada nós tivemos um sábado muito especial com as nossas crianças na nossa comunidade. E hoje nós estamos iniciando uma série muito especial, uma série intitulada Pequenos Corações, Grande Destino. E durante todo esse mês de outubro, às quartas-feiras, nós pais teremos a oportunidade, né, eh, de refletir um pouquinho sobre o papel tão importante que nós temos, eh, de educar os nossos filhos não só para essa terra, mas acima de tudo educá-los paraa eternidade. É lá na Bíblia, em Salmo 127 3 diz: "Herança do Senhor são os filhos, o fruto do ventre seu garão". E na nova versão transformadora, a Bíblia diz assim: "Os filhos são presente do Senhor, uma recompensa que ele nos dá. Que grande presente, não é mesmo nós recebemos de Deus? E nós podemos dizer que a nossa comunidade é muito rica nesses presentes. Nós temos crianças lindas, famílias lindas e uma grande missão de educá-los paraa eternidade. E juntos nós vamos então ouvir Jesus falar um pouquinho sobre esse tema conosco durante esse mês. Então convidamos vocês para participarem com a gente, para convidarem outras famílias também. Enviem o link para outras famílias poderem assistir também. e eh aprendermos um pouquinho mais sobre isso nesse momento. Eh nós vamos então cantar uma música especial, uma música que fala que a nossa casa é uma bênção, um lugar onde as pessoas possam enxergar Jesus através dela. Então vamos cantar juntos essa música e fazer dela também uma oração. Que Deus abençoe a todos. >> [música] >> Minha [música] casa [canto] será uma casa de bção. >> [música] >> Minha [música] casa [canto] será um pedaço do céu. [música] [canto] Nela estarão [música] reunidos adoradores [canto] que [música] só exaltam [canto] ao Deus verdadeiro e fiel. [música] [canto] Minha casa [música][canto] será reconhecida. [música] Como [música][canto] lugar de milagres e oração, [música] onde [canto] Jesus tem prazer em ficar, onde o [música][canto] Espírito Santo habita, onde a [canto] prosperidade, [música] amor e vida. [canto] Faça [música] do meu lar, Senhor, um lugar [canto] de harmonia. Faça [música][canto] do meu coração tua casa todo dia. [música] Esteja à [canto] vontade para ficar [música] e nunca mais [canto] partir. [música] Pois a [canto] casa que um dia te receber [música][canto] nunca mais saberá viver sem ti. >> [música] [música] >> Minha casa será [canto] reconhecida. [música] como [canto] um lugar de milagres e oração. [música] [canto] Onde [música] Jesus tem prazer em ficar, [canto] onde o Espírito Santo [música] [canto] habita, onde a prosperidade, [música] amor [canto] e vida. Faça do meu [canto] lar, Senhor, [música] um lugar de harmonia. Faça [música] do meu coração [canto] tua casa todo dia. Esteja à vontade [música][canto] para ficar. E [música] nunca mais [canto] partir. Pois [música][canto] a casa que um dia te receber nunca [canto][música] mais saberá viver sem ti. Faça do [música][canto] meu lar, Senhor, um lugar de harmonia. >> [música] >> Faça do meu coração [canto] tua casa [música] todo dia. Esteja à [canto] vontade para ficar [música] e nunca mais partir. [música] Pois a casa que um [música][canto] dia te recebeu nunca mais [música][canto] saberá viver sem ti. [música] Pois a casa que um dia [música][canto] te recebeu nunca [canto] mais saberá viver. [música] Senti. [música] >> Boa noite, amados. Quanto tempo, que saudade que eu estava, não tava aparecendo aqui, mas sempre acompanhando o culto com vocês, né? Que bênção esse hino, né? Que bênção o nosso lar, ele possa ser um lar de fé, um lar onde habita Jesus. Eh, estamos aqui hoje para falar um pouquinho, né, sobre os pedidos aqui, os agradecimentos, que temos muito, muitos pedidos e muitos agradecimentos. Temos aqui a Kelly. A Kelly, ela pede pela Alice pela sua recuperação e também pede pelos pais da Alice, né? Pelo pela São Marisa Estimada. O Éder, ele pede pela sua esposa o casamento que eles completam 21 anos de casado, pela família, amigos, igreja, pastor e o seu pai. Maria está agradecendo as bênçãos, pede pela viagem e férias familiares, trabalho e pede a condução do Senhor. Nós temos também aqui eh pedidos pela nossa comunidade, a Luciana, a vozinha da Fê, pela alta do Artur, o filho da e o pela alta também do Artur, né, o filho da Júlia e do Yuri. A Liliane está ah pedindo pelos seus familiares e especialmente pelo seu sobrinho Moisés, pela saúde, que Deus cuide e fortaleça sua família. Temos também a Sol, que ela agradece pela vida da sua mãezinha, que está completando 86 anos de vida. Eh, estamos pedindo oração também pelos familiares da Dirce, que faleceu semana passada. Então que Deus esteja com essa família lutada, não só sua família, como tantas outras, né, que a gente ouve, né, tantos irmãos pedindo, né, por por pessoas falecidas, pelas famílias, né, melhor dizendo. O Geovani agradece a bênção, pede oração pelo A Giovan agradece as bênçãos, pede oração pelo esposo, sua mãe, filhos e netos. A Helen pede pela saúde da sua família que tá lá gripadinha, a Helen e as suas filhas com dor, né? Porque a gripe a gente sabe que quando ela pega assim é bem chatinho. Então de a Helen tá pedindo pela sua família também que elas possam se recuperar bem, né? Eh, Fernanda está agradecendo pela família e pela alta do pequeno Tomás. A Débora, ela pede pelo jejum de Daniel, que ocorrerá, irá iniciar no dia 19/10, pelo aventuri, que eles já irão agora esse final de semana, que Deus possa estar protegendo a todos os líderes, as crianças e pelo reavivamento e missão da nossa comunidade. E no chat também temos uma irmã que está agradecendo pela porta de serviço que foi aberta, porta de emprego. Que Deus abençoe e continue colocando a sua mão de poder sobre todos esses pedidos e agradecimentos aqueles também que não externaram, mas Deus sabe o pedido que vai no coração de cada um. Eu gostaria também de fazer um pedido pelo colégio, que o pai dela tá passando muito mal, ela até conseguiu uma passagem agora para poder viajar e estar com o paizinho, né, neste momento que eles estão passando lá de de muita dor, né? Então, eu peço que os irmãos também lembrem suas orações da professora Luciana. Agora nós iremos orar para Deus poder ter assim essa esse olhar sobre nós, sobre os nossos pedidos e sobre eh os nossos agradecimentos. Que Deus possa ter a misericórdia. Vamos orar. Amantíssimo Deus e Pai misericordioso, muito obrigada, Senhor. Muito obrigada, paizinho de amor. Que depois de um dia, ó Pai, cansativo de trânsito, muitos pegando aí condução, estamos aqui, Senhor, neste culto maravilhoso para podermos honrar e bendizer o seu santo nome, ó Pai. Neste momento, amado, quero pedir, Pai, que esteja com todos esses pedidos que foram feitos aqui, Senhor. Colocamos agora nesse pequeno altar de oração, que tu possa, Senhor, estar ouvindo o clamor aqui de cada pessoa, de cada um que pediu e daquelas pessoas, ó Pai, que neste momento estão se sentindo atormentadas, estão se sentindo incapacitadas, estão se sentindo infelizes. Ó pai, por favor, Deus, venha estar com essas pessoas e tire, Senhor, qualquer sentimento ruim que possa estar chegando até elas. Te somos agradecidos pelas inúmeras bênçãos, ó Pai, na vida de cada um de nós. Cada que pedido que foi feito, cada agradecimento, Pai, sabemos, ó Pai, que tudo será feito de acordo com a sua santa e bendita vontade, Senhor. Esteja com a nossa amada comunidade, ó Pai. Esteja com o nosso pastor, com a família pastoral. Esteja, Senhor, com cada líder, ó Pai, da sua igreja, com cada ancião, que tu possa continuar conduzindo a vida de cada um, Senhor, e esteja especial com a pregadora dessa noite, que irá falar um pouco do seu amor, Senhor, que irá dividir a palavra conosco, para que possa vir ao encontro de cada coração aqui, Senhor, representado e que possamos, ó Pai, sair com coração leve, pois estamos sedentos, ó Pai, da tua palavra. Venha nos abençoar hoje de sempre, nos dê a tua paz, venha nos motivar cada dia para a sua missão, para que pod possamos a cada dia mais, Senhor, trazer pessoas aos pés de Jesus. Que esse é o nosso objetivo aqui na terra, ó Pai. Venha cada dia estar conosco, nos fortificando, em nome do Senhor Jesus. É o que pedimos agradecidos. Amém, ó Pai. Amém, Senhor. Amém. Queridos, agora eu queria apresentar para vocês a nossa pregadora de hoje, professora Juliana Rezende. Ela também é a mamãe da Sofia, uma pré-adolescente linda. Ela frequenta a igreja do espaço Novo Tempo, também é esposa do pastor Ed. E nós estamos muito felizes por ela ter aceito o nosso convite. Ju, que Deus a abençoe e a use nesse momento. >> Amém. Olá, pessoal, tudo bem? É um prazer estar com vocês aqui hoje. Eh, eu até achei assim um movimento muito bonito, né, quando a Mari me falou sobre essa iniciativa de reunir a comunidade, né, nas quartas-feiras para trabalhar esse tema que é tão importante, tão necessário. E a importância de nós nos aprofundarmos nisso, nos debruçarmos nisso, aprendermos mais com relação à educação dos nossos filhos. Nós vivemos tempos difíceis, né? Todos nós que que somos pais sabemos disso. Então, louvado seja Deus por essa iniciativa e que Deus possa continuar abençoando vocês. Inclusive até gostei da gostei da programação aqui, já tô me convidando para participar em outras quartas-feiras aqui. Quero participar, que eu quero aprender mais também. E e é maravilhoso a gente poder compartilhar juntos um pouquinho desse tema tão importante, né? Bom, eu acredito que a grande maioria aqui, eu não sei, mas acredito que a grande maioria seja um público adventista e e pais, né? Pelo tema eu acredito nisso. Eh, e hoje eu talvez vou vou vou vou tentar aqui fazer com que você reflita um pouquinho e você busque aí na sua memória sobre os maiores discursos da igreja nos últimos tempos. E talvez você vai concordar comigo que os o discurso da igreja ele sempre tá rodando em torno das novas gerações. Não sei se já percebeu isso, né? Muitas ações voltadas para as novas gerações. Ah, quando a divisão lança alguns algum projeto, as pautas, as as prioridades sempre estão voltadas para as novas gerações. E isso não é à toa, né? Eh, tudo isso, toda essa essa demanda, todo essa esse essa coisa de enfatizar com relação ao cuidado das novas gerações, elas ela tem um motivo, né? Oi. Acho que eu tinha saído sem querer. Voltei. Tá tudo certo aqui? Será que eu Vocês estão me ouvindo? Tão me ouvindo? Sim. Ah, ok. Eu só acho que eu tirei a apresentação aqui, né? Mas eu vou tentar colocar de novo, tá? Eh, deixa eu tentar achar aqui só um pouquinho aqui. Tá aí. E o principal motivo, continuando aqui, e o principal motivo é porque nós estamos vivendo realmente um dos maiores momentos ou o dos maiores índices de apostasia dentro dessa faixa etária que é entre os 16 e 20 anos, que são as nossas novas gerações, né? Então, como igreja, a igreja tem se preocupado muito com isso, justamente porque o número ele tá, ele tem aumentado demais, né? Não que não existisse isso. A gente sabe que esse período ali entre os 16 e os 20 anos é um período que eh que nós sabemos que há aquela crise de identidade, há aquela busca pela identidade, ã há também aquela necessidade de eh de pertencer, né? Isso é natural dessa faixa etária, é natural da dessa geração, né? Quem trabalha com as novas gerações sabe disso. Sou professora também, né? Então eu trabalho, inclusive hoje eu trabalho com todas as faixas etárias na escola, desde a educação infantil até o ensino médio. Então eu eu vejo e trabalho muito de perto com as novas gerações e a gente percebe que é natural deles dentro dessa faixa etária essa busca mesmo pela identidade, essa busca por entender quem eles são, o porquão, quem são ou o por que seguem aquele conjunto de regras ou não. Enfim, isso é natural, mas nós temos visto isso de maneira muito maior do que víamos há um tempo atrás. Isso não é só na igreja adventista, não, tá? Eh, existe inclusive um instituto que chama o Instituto Barna de Pesquisa, que não é um Instituto Adventista, mas que eles fazem uma pesquisa muito eh eh muito específica com relação à espiritualidade das novas gerações, a inclusive sobre a questão da apostasia das novas gerações. E eles fazem uma pesquisa muito profunda com relação a isso. E um dos, inclusive um do do dos índices que eu vou mostrar aqui para vocês e muitas informações que eu vou mostrar aqui para vocês, elas vêm dessa pesquisa aí neste Instituto Barna, né, que é um instituto que tem estudado bastante com relação a isso. E isso, querendo ou não, gera uma preocupação muito grande, né? uma preocupação muito grande na igreja e principalmente para nós que somos pais, que somos líderes talvez de novas gerações. Porque quando a gente começa a olhar e vê eh que aqueles nossos filhos, sobrinhos, netos, eh crianças e adolescentes que nós cuidávamos da igreja, eles não estão mais ali e eles estão tomando caminhos que nós sabemos que não é o melhor caminho, isso acaba nos desesperando, não é? É triste, é muito triste ver isso. Então, eh, se debruçar e pesquisar e saber e entender um pouquinho do por isso tem acontecido é o motivo pelo qual nós estamos conversando aqui hoje e é o motivo pelo qual eh eu também tenho buscado mais, eu tenho estudado mais, eu tenho pesquisado mais. Há pouco tempo atrás, eu fiz também uma e ele é um MBA que chama, né, que é como se fosse uma pós-graduação ali no NASP, que é sobre liderança de novas gerações. E lá a gente reúne vários líderes de novas gerações e estuda um pouquinho sobre isso. Que leva então esses essas esses adolescentes, esses jovens a se afastarem de Deus, a se afastarem da igreja, a se afastarem da fé, a fé que talvez eles aprenderam ali durante toda a sua infância com seus pais? O que que leva isso? E no final das contas, né, quem são, quem aqui é pai, é mãe, sabe que essa é a nossa maior preocupação, a nossa e eu não sei vocês, mas assim, para mim é o meu maior motivo de oração, é o maior maior motivo de preocupação. Eh, eu eu tenho uma filha, né, de que vai fazer 13 anos agora. Então, meu maior motivo de preocupação é se ela tá bem com Deus, se ela tá eh eh se se relacionando com Deus, se se a religião, a fé, os princípios fazem sentido na cabecinha dela. Então, esse é o essa é a minha maior preocupação e é por isso que a igreja tem falado muito com relação a isso e nós temos estudado muito sobre isso. Só que quando a gente começa a estudar e a parar para pensar um pouquinho sobre isso, geralmente o que a gente escuta é: "Mas, Juliana, isso é algo da cabeça dessa geração. Eh, se eles estão saindo, se eles estão apostatando, se eles estão eh indo para o, né, pensando de outras formas, largando os princípios que eles aprenderam, isso é coisa da geração deles. Isso é coisa, é porque eles são assim. E aí quando eu vou pra Bíblia e o primeiro texto que eu quero ler com vocês é esse daqui que é Salmo 145 versículo 4. Se você tiver aí a sua Bíblia, você pode acompanhar comigo. Senão também tô tô eh projetando aqui na tela. Esse salmo ele diz muita coisa sobre de quem sobre de quem é a responsabilidade realí para as novas gerações, né? E esse e esse versículo diz assim, ó: "E uma geração contará a outra a grandiosidade dos teus feitos e eles anunciarão os teus atos poderosos". Para mim fica muito claro nesse texto de que a responsabilidade de passar para outra geração sobre Deus e quem ele é minha e não é deles. Então, se há uma falha eh de condução ou de passar essa mensagem paraa nova geração, essa falha não é da nova geração, essa falha é minha, né? Essa falha é minha de não ter conseguido passar esses princípios. Essa falha é minha de não ter conseguido fazer com que eles entendessem de que o melhor caminho é o Senhor e de que eh viver uma vida ao lado de Deus é o melhor, é o melhor pra vida deles. Então eh primeiro ponto e a primeira coisa que nós precisamos pensar e que precisamos ter em mente é de quem é a responsabilidade de passar a a os princípios paraa nova geração, de de mostrar quem Deus é paraa nova geração. É minha é minha. é minha como mãe, é minha como tia, é minha como líder, é minha como eh como professora, é minha, é minha. Então, jogar essa responsabilidade para nós, eu não tô querendo colocar aqui como um fardo, né, que não e nem pode ser um fardo mesmo, porque eles também têm livre arbítrio, né? Então, eh, eu não tô dizendo aqui se nós fizermos tudo perfeito, tudo, eh, tudo certinho, eles não vão tomar decisões erradas. Não tô dizendo isso, né? Porque o livre arbítrio ele tá aí e eles vão utilizar esse livre arbítrio também. Mas eu tô dizendo que a Bíblia ela deixa muito clara que o passar os princípios para as novas gerações é uma responsabilidade minha. E não, e não é falar que é porque essa geração não tá nem aí com Deus, que é o que tem sido o motivo pelo qual eles estão se afastando de Deus, que não é, né? Então essa é uma responsabilidade minha e sua. E aí quando a gente vai pensar sobre isso, a gente começa a analisar, né? Bom, a responsabilidade é minha. Então, eu é quem preciso passar os princípios para as novas gerações. Sou eu o responsável por isso. E como? A pergunta agora é se sou eu o responsável, como eu posso fazer isso da melhor forma possível? Como? Bom, o primeiro ponto é que não existe um lugar melhor para se passar princípios e para se para formar músculos espirituais fortes para as novas gerações do que na família, né? A família, ela é o berço da nossa espiritualidade. A família, ela é a primeira responsável pela educação eh espiritual do ser humano. E e essa é uma parte muito grande, né? uma parte muito grande. Então, quando nós, como família e como o os temas, né, desse dessa dessa série aqui tem que sido para isso, né, para que a para que nós aprendamos mais sobre isso, se eu como família tenho uma responsabilidade tão grande, como que eu posso fazer como pai, como mãe, para que eu possa passar essa fé, né? Como que eu faço isso, Juliana? Eu levo meu filho pra igreja todo sábado, todo domingo, não sei. Eu levo eles pra igreja. Mas a Bíblia fala que existe algo muito mais profundo para nós fazermos. Existe algo muito mais intencional que nós precisamos fazer além de levar o nosso filho pra igreja, né? E Deus não nos deixou ao Léo. Ele ensinou como que a gente tem que fazer. dizer que é fácil, já vou logo adiantando para vocês, não é não. Mas lá em Deuteronômio, eu gostaria que você acompanhasse comigo aí, se você tiver sua Bíblia. Eh, lá em Deuteronômio, Deus mostrou muito, muito explicitamente e detalhadamente o que eu, o que você, como família, como pai, como mãe, o que nós precisamos fazer para poder passar a essa fé que é tão importante para as novas gerações. E lá em Deuteronômio 6, a partir do versículo 4, né, aqui eu coloquei do seis ao sete, mas eu queria ler com vocês a partir do versículo 4ro. Deus assim, ó. Ouça, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é um único Senhor. Ame o Senhor, seu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Primeira coisa, então, como família, como pai, como mãe, a primeira coisa que nós precisamos fazer amar o Senhor nosso Deus de todo nosso coração, de toda a nossa alma, de toda a nossa força. Por quê? Bom, porque nós sabemos que é impossível a gente passar alguma coisa para alguém sem ter isso, né? A gente não consegue passar algo que nós não temos. Então, como que eu vou passar o amor de Deus, saber quem Deus é pro meu filho se eu não conheço, se eu não amo profundamente? Então, é por isso que Deus tá falando ali em Deuteronômio. Primeiro você amar, amar Deus sobre todas as coisas e o seu vai ver se você ama Deus sobre todas as coisas. E aí ele continua falando assim: "Guarde sempre no coração as palavras que hoje eu lhe ordeno." Segundo ponto, a partir do momento que eu amo a Deus sobre todas as coisas e eu digo isso pros meus filhos e eu digo isso para aqueles que eu educo, ele precisa entender que se eu amo esse Deus, eu obedeço o que ele me diz. Então o meu filho precisa ver em mim, né? Os meus filhos precisam ver em mim alguém que ama a Deus. Mas acima de tudo, alguém que obedece a Deus. E é isso que Deuteronômio tá falando. E ele e aí ele continua: "Repita-as com frequência aos seus filhos. Converse a respeito delas quando estiver em casa, quando estiver caminhando, quando se deitar, quando se levantar. Aí aí Deus começa a a a mostrar pra gente que é preciso insistência." E ele começa a falar assim, ó: "Amarreas nas mãos, prenda na testa. Escreva no batente da porta, nos seus portões. Aí em algumas versões ele fala assim: "Faç o que faça o que for preciso". Enc, né? Tem algumas versões que ele fala em cook, coloca lá dentro da cabeça dele. Repita, repita, repita. E aí ele ainda fala assim, ó. E faça com persistência, né? Por que fala com persistência? Porque não é algo fácil, não é verdade? em alguma coisa fácil, não precisa, né? É, é, é como se a gente vai no no médico e ele fala assim: "Olha, para você se curar da doença que você tem aí, você precisa comer uma semana, um chocolate por dia." É preciso persistência para isso? Precisa, né? Talvez para alguns, mas para mim não. Não preciso de nenhum tipo de persistência para isso. Mas se ele me mandar tomar um remédio horrível, que dá ânsia de vômito, isso é persistir. Por quê? Porque é algo que não é fácil. Então, aquilo que não é fácil, eu preciso de persistência. E é isso que Deus tá falando pra gente como família. Família, primeiro ponto, ame a Deus sobre todas as coisas. Além disso, obedeça esse Deus sobre todas as coisas. Terceiro ponto, fale com seus filhos. E é o tempo todo. Ai, mas eles eles vão pegar rans. Não, Deus tá falando porque é pra gente falar mesmo. Ai, mas eles vão achar chato, não importa. É para falar quando tiver deitado, quando tiver levantado, quando tiver e coloca no batente da porta, coloca na porta do quarto, coloca em qualquer lugar. e eles ouvirem, ouvirem, ouvirem, ouvirem. Quem é da educação, quem é professor sabe, né, que nós passamos por uma transição muito grande da questão pedagógica, das métodos de ensino e e hoje a gente consegue eh ensinar de várias formas diferente, mas quem é professora e tá na sala de aula sabe o quanto que a repetição também é muito importante, né? Eh, quando a gente repete, repete, repete, às vezes a gente precisa fazer falar mais de uma vez, né? Eh, a gente consegue ver o resultado, porque quando a gente repete, fala, repete, repete, aí eles começam a internalizar e aí eles começam a aprender e Deus sabia disso. Deus sabe como funciona o corpo humano, a mente humana. E ele já sabia que a gente precisaria dessa persistência para poder ensinar a também os princípios fundamentais e os mais importantes da vida deles, eh, através da persistência. Então, persistência é o ponto chave aqui. E é isso que Deus fala, que nós precisamos fazer. Se nós queremos eh que as novas gerações elas tenham essa essa ânsia pelo relacionamento com Deus. A família é o berço de tudo e nós precisamos disso, né? Nós sabemos que nós vivemos em tempos de famílias enfraquecidas. Eu sei disso, né? Eu mais que ninguém passo dia, o dia todo com convivendo com crianças onde as famílias são enfraquecidas, né? São famílias que talvez não trabalhem muito, que não ten um tempo de qualidade, nem ten um tempo de quantidade pros filhos, para para fazer um culto juntos, para ensinar a palavra de Deus, para ensinar princípios, para ensinar eh eh até moralidade. São famílias onde talvez não tenham os o pai e a mãe. a gente vive muito dentro desse contexto onde a mãe talvez precise eh eh ser pai e mãe ao mesmo tempo, famílias que talvez uma avó precise cuidar. Então tudo isso acaba enfraquecendo. Famílias onde os pais não têm um conhecimento sobre de como educar, como ensinar. E isso também é um ponto de enfraquecimento dentro das famílias. Mas sabe, Deus ele não é pego de surpresa. E como famílias ele sabia que a gente ia precisar muito, ia precisar muito de orientação, justamente porque nós estamos vivendo esse tempo, esse tempo de instabilidade familiar, de fraqueza familiar da sociedade como um todo, né? a nossa sociedade eh eh tem sido bombardeada, né, por essas questões de que a família não é não é essencial, de que a família é é apenas uma construção da sociedade, enfim, a gente é bombardeado o tempo todo por esse tipo de construção, de pensamento, que não é um pensamento bíblico, né? Mas quando a gente vai a à palavra de Deus e quando a gente vai a aos escritos que que Elen White também escreveu muito sobre educação e aqui a gente vai ver vários versos dela, porque para mim ela é a a uma das maiores referências, né, com relação à educação. E ela fala o seguinte: "Ó, pais, não permitam que a religião seja simplesmente uma teoria, mas sim uma realidade. Os pais cometem um erro terrível quando negligenciam a instrução. E quando eu falo em instrução, eu estou falando também instrução dos pais e dos filhos. Então, é uma instrução de mão dupla. Sabe por quê? Existem muitos pais que acham que a que a maternidade, a paternidade ela é instintiva e não é. Nós precisamos estudar, nós precisamos conhecer mais, nós precisamos aprender a a saber o que fazer, o quando fazer, o que falar, na hora de falar. Isso é questão de aprendizado. A gente não nasce sabendo, né? E é por isso que a gente precisa de precisa de de ferramentas para isso. E Deus não foi pego de surpresa. Só de escritos de Helen White nós temos 20.000 1 páginas sobre educação. Você tem noção disso? É muita coisa. E talvez nós como pais hoje precisamos refletir dessas 20.000 páginas. Quantas eu já li para poder eh me tornar um pai, uma mãe melhor ou um pai e uma mãe mais assertiva espiritualmente com meu filho. Então isso é importante. Eu não acredito que Deus deixou esses esses e essas ferramentas à toa. Ele deixou porque ele sabia que a gente precisaria, né? E além dessa busca dos pais, a gente precisa da instrução com relação aos filhos também, não é? Quando nós fazemos o culto familiar, por exemplo, que é uma peça fundamental, fundamental, nós estamos mostrando pros nossos filhos quem é o senhor da nossa casa. E não só isso, né? É ali onde eles aprendem a se aprofundar mais na palavra de Deus, a a se aprofundar mais no relacionamento com Deus. Eu escrevi uma frase aqui que para mim ela faz muito sentido e tá aí na tela. Eu gostaria que você lê comigo. Diz assim, ó. Quando há culto familiar, o lar deixa de ser apenas uma casa e se torna um lar cristão. Se você esquecer tudo que eu falar aqui hoje, eu quero que você grave essa frase. Quando há culto familiar, o lar deixa de ser apenas uma casa e se torna um lar, um lar cristão. O que que isso quer dizer? Um lar cristão. Só é um lar cristão se ele tiver culto familiar. Se não tem culto familiar, ele é uma casa como qualquer outra. Não tem diferença nenhuma, entende? Então, o culto familiar, ele é tão essencial, tão importante, que é ele é quem determina. Pera aí, essa minha casa aqui, ela é um lar cristão ou é apenas um lar? Ou é apenas uma casa comum? Ah, mas a gente vai na igreja dia de sábado, dia de domingo, não importa. O lar cristão, ele só é um lar cristão se há culto familiar nesse lar. Parece pesado, né? Dizer que é fácil isso daqui não é não. Eu tô falando para você, tô falando para mim. Tem dias que nós estamos aqui em casa assim, ó, só o o pó que nem hoje assim que eu dei 10 aulas, limpei casa, lavei roupa, fiz um monte de coisa. Mas eu vou terminar a live aqui e eu vou lá fazer o culto familiar antes de dormir. Por quê? Porque a minha filha precisa entender que a nossa casa é um lar diferente, é um lar cristão, onde Deus é cultuado diariamente e ele é prioridade. E esse é o ponto. Os nossos filhos precisam entender o que é prioridade para nós. Sabe por quê? A criança ela é muito concreta. Para ela ou é ou não é. O adolescente, principalmente o adolescente dessas novas gerações, [roncando] eles são muito eh coerentes. Então eu posso até dizer para ele assim: "Olha, o nosso lar é cristão. Jesus é prioridade. Se ele não vê isso na minha vida, na minha no meu cotidiano, no meu dia a dia, não serviu de nada eu falar isso. Sabe por quê? Para ele é o seguinte. Quando eu falo que Deus é prioridade, eu preciso mostrar para ele que faça chuva, faça sol, assim como o trabalho é prioridade para mim, nós temos que fazer o culto. Ele vai olhar para você e vai falar assim: "Nossa, meu pai, minha mãe, eles não se atrasam pro trabalho, eles não faltam no trabalho, sabe? automaticamente na mente da criança e do adolescente, ele fala assim: "O trabalho é prioridade pros meus pais". Agora, quando ele não vê a mesma coisa acontecendo no culto familiar, no culto da igreja, sabe? Eh, às vezes a gente trata com com levianidade os cultos da igreja, os cultos familiares e a gente tá passando uma mensagem, é inevitável. Qual é a mensagem que nós estamos passando? Deus é prioridade para mim, sim ou não? Não adianta a gente só falar, eles precisam ver se é ou não, entende? E e pra gente contrastar um pouquinho isso que a gente tá falando aqui, eu queria que lembrasse comigo de duas famílias, duas famílias da Bíblia. E essas duas famílias elas mostram para mim duas maneiras diferentes e e duas lições que nós podemos aprender, uma lição certa e uma lição errada. né? Porque a Bíblia, louvado seja Deus, ela não traz só histórias perfeitas e nem pessoas perfeitas, traz pessoas imperfeitas para que a gente aprenda também com os erros delas. E a primeira família que eu queria que você lembrasse comigo é a família de José e Maria. Quando a gente vai pra história de José e Maria, né, eh, primeiro que Maria começou a família dela de uma maneira totalmente diferente e parecendo que tava tudo errado, né? Mas quando a gente olha para para pr paraa obediência que Maria e que José tinha com relação à maternidade e à paternidade, a gente consegue aprender muita coisa com eles. Eu queria só ler com vocês, talvez se você tiver aí a sua Bíblia e puder acompanhar comigo, eu queria ler com vocês um pequeno texto que tá lá em Lucas, capítulo 2 e no versículo 22. E lá diz assim, ó: "Então, chegou o tempo da oferta da purificação, como era a exigência da lei de Moisés. Seus pais o levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor. E aí aqui tá a primeira frase que me faz entender a obediência de José e Maria, né? Primeiro que Maria e José, eles obedeciam tudo que Deus falava para eles desde o início, desde que o anjo chegou para dar notícia. A Maria, apesar de todas as os percalces que ela sofreu com relação a isso, ela decidiu ser obediente a Deus. E ela era e sempre foi obediente a Deus, né? E aí quando Deus falou assim: "Olha, você precisa apresentar o menino, beleza, nós vamos apresentar o menino". Aí lá no versículo 39, aí ele fala assim, ó: "Após cumprirem todas as exigências da lei do Senhor, os pais de Jesus voltaram para casa em Nazaré. Ali o menino foi crescendo, saudável e forte, era cheio de sabedoria e o favor de Deus sobre ele. Todos os anos, pais de Jesus iam a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando Jesus completou 12 anos, foram a festa, como de costume. A gente vê ainda que José e Maria eh, eles faziam questão de ir ao templo, de levar Jesus ao templo, de ensinar para Jesus aquilo que que era os princípios deles, né? Que era adorar a Deus, que era servir, que era ser obediente. E isso eh eh não era porque era família de de Jesus, né? Porque José e Maria eram falhos. Inclusive, nesse próprio texto aqui, logo mais a gente vê um fato, né, até eh diferente. Quando Maria e José esquecem Jesus lá no templo, eles não eram pais perfeitos, eles eram falhos, mas com sabedoria que vinha de Deus, eles tentavam fazer o melhor possível. Eles eram o mais obedientes a Deus possível. E aí quando eu me deparei com esse texto que tá lá no livro Desejado de todas as nações, que tá aqui na tela, que eu gostaria de ler junto com vocês, eu entendi o porqué e Maria eh eram tão obedientes a Deus. E entendi o que uma obediência e uma dedicação de pais e mães fiéis a Deus pode fazer com uma nova geração. Olha só o que a Leite fala ali. Ela fala assim, ó: "Ele crescia em sabedoria e em conhecimento por meio dos ensinamentos da sua mãe. Sendo assim, toda criança pode adquirir conhecimento como Jesus adquiriu." Sabe o que esse texto deixa muito claro para mim? que o conhecimento e a sabedoria de Jesus, aquele conhecimento que ele começou a a discutir com o doutor da lei lá no no templo, né, porque ele tinha conhecimento suficiente da Bíblia para discutir com o doutor do templo, com os doutores da lei do templo. Ele não era um conhecimento que era sobrenatural. É isso que a Leart tá falando ali. Ele era um conhecimento que foi dado pela mãe. Ele era um conhecimento dado no culto familiar. Ele era um conhecimento que foi dado pela persistência dos pais de Jesus em falar todos os dias sobre o rolo bíblico, o livro da lei, falar sobre sobre Deus, quem era Deus, a obediência. E aí alemante fala assim: "Toda criança pode adquirir conhecimento como Jesus adquiriu." Já parou para pensar nisso? Quando eu parei para pensar nisso, eu falei: "Meu Deus, que coisa maravilhosa, né? Mas que desafio também, que responsabilidade também. E isso a gente só consegue, só consegue através da persistência. Fácil, mais uma vez eu repito, não é?" E eu sei bem disso. Mas se nós queremos fazer uma nova geração forte, espiritualmente forte, nós precisamos da disciplina espiritual, nós precisamos da persistência, nós precisamos da da da prioridade, nós precisamos que eles entendam que Deus é prioridade. E através de duras penas, que é através de duras penas, nós possamos implantar e inculcar, como diz Deuteronômio, né, as palavras de Deus no coração e na mente deles. Mas como contraexemplo, a gente tem também na Bíblia o que não fazer, na verdade, que é bom também pra gente aprender. Não é só o que, não é só os bons exemplos. A gente pega os maus exemplos pra gente conseguir também aprender com eles. E a gente consegue aprender com a história de Eli. Lembra da história de Eli? Eli, um sacerdote, um homem que que trabalhava no templo, ele tinha seus filhos. E a gente sabe da história, os filhos de Eli, a Bíblia fala que eram malignos. Algumas versões falam que eles eram filhos de Belal, eram filhos de Satanás, de tão ruins, de tão maus que eles eram. E a Bíblia deixa muito claro que a malignidade dos filhos de Eli muito foi por culpa do da educação errada que ele deu para eles, né? E aí quando ele vai vai cobrar ou vai falar com Deus, fala: "Senhor, eu já falei pros meus filhos que eles não devem fazer isso". E aí Deus fala para Eli, Eli, mas é que você foi muito conivente, você não teve, você não teve uma postura de pai, você foi permissivo demais, você foi omisso demais. E sabe, nós vivemos em períodos, em tempos de permissividade excessiva. Ô meu Deus, as professoras que estão aqui sabem muito bem disso. Como vivemos com alecls dourados todos os dias, que não sabiam ouvir um não, que que tudo precisa ser sim, que tudo precisa ser do jeito deles. Enfim, muitas vezes pais que vivem ausentes e que não consegue se posicionar, não consegue dizer um não, não consegue e eh colocar as rédias, não conseguem colocar limites. E com Eli aconteceu exatamente isso. Foi a permissividade excessiva de Eli, que fez com que os filhos deles se tornassem os filhos da malignidade. era um caráter maligno, sabe? Parece muito duro, parece muito difícil, mas se nós não pararmos, né, com essa com essa cultura que nós temos e é uma cultura, tá? Porque eh não sei você, mas eu que sigo muito, muitos canais de educação no Instagram, essa essa pedagogia positiva, gente, é inacreditável, sabe? a a falta de limites, a falta de de posicionamento de paz, a permissividade excessiva. E isso também é o motivo pelo qual nós estamos perdendo as nossas novas gerações, estamos perdendo pela paraa permissividade excessiva. E nós temos que colocar as rédias, não só as rédias morais, não só as rédias e intelectuais, mas as rédias espirituais também. Eles precisam disso. Ah, mas ele não se interessa. Elart já fala ali, ó. O amor à Bíblia, o seu estudo não é natural paraa juventude. A menos que os pais façam dolorosos esforços para construir barreiras ao seu redor, dia a dia, por preceito e por exemplo, porque não é fácil nem pra gente, não é verdade? Tem dia que é muito bom, a gente acorda morrendo de vontade de ler a nossa Bíblia, de orar, mas tem dia que não é assim. Imagina eles. Então, somos nós que temos que colocar essas rédias. Se eles crescerem e e não tiverem os músculos espirituais fortes, vai continuar acontecendo o que está acontecendo, né? Um grande número de apostasia espiritual. Por quê? Porque não tem músculos fortes, não foi treinado para isso. São os músculos espirituais mesmo. E isso só vai acontecer se eles verem em nós uma coerência. É que nem eu disse para vocês, não adianta nós só falarmos, eles precisam ver em nós. Então, se eu quero que o meu filho tenha músculos espirituais fortes, eu antes de tudo preciso ter esses músculos espirituais fortes. Antes de tudo, preciso e e mostrar para ele que Deus é prioridade na minha casa, na minha vida, na na que a a igreja, as coisas de Deus, elas são prioridade para nós. E é assim que eles vão entendendo e vão internalizando essa coerência. E é assim que eles vão criando, eles vão criando músculos espirituais fortes. E sabe essa coerência? Esses músculos fortes, eles é muito, eles são muito importantes na família, como eu falei para vocês, é a base de tudo. Mas aqui eu também acredito que esteja falando com líderes de igreja. E essa coerência ela precisa se estender paraa igreja também. E o modo como que eles se sentem parte dessa igreja. Então, o primeiro ponto pelo qual nós perdemos as nossas novas gerações é a base. É porque nós estamos errando na base. Nós estamos pecando e estamos sendo poucos pouco persistentes na base. E o segundo ponto é que nós estamos sendo pouco coerentes dentro da igreja. Como assim, Juliana? Bom, a igreja ela também precisa ser um lugar onde a criança e o adolescente ele entenda que ali é um lugar onde ele faz parte. Nós falamos um pouquinho sobre isso no início da no início da live ali, né? A fase da da adolescência é a fase onde ele precisa se sentir parte de algo. Se ele não se sente parte de algo, ele não fica. É ponto final. É isso. E é preciso que a igreja se torne algo onde ele se sente parte. Então o que que eu posso fazer? Tá, então vai ter, vai ter que fazer a igreja mais divertida, mas não, não tô dizendo isso. Claro que a igreja, ela precisa falar a linguagem deles também. A igreja precisa ser e eh uma igreja acolhedora. Mas acima disso, a igreja precisa ser uma igreja discipuladora. É preciso olhar para essas crianças, para esses adolescentes da igreja e entender que nós somos responsáveis por discipulá-los. É nós que precisamos olhar para aquela menina, para aquele menino lá da igreja e ver neles um potencial e poder e dar para eles subsídios para que eles possam se desenvolver dentro do potencial que Deus deu para eles, para que eles se sintam parte daquela igreja. Quando a gente olha para Jesus com seus discípulos, a gente vê que ele não criou consumidores. Mas sabe o que que muitas vezes nós queremos como igreja? que os nossas crianças, os nossos adolescentes vão lá, sentem e nos assistam, aprendam. Mas eles não querem ser só consumidores, eles querem ser discípulos também. Eles querem botar a mão na massa, eles querem fazer, eles querem participar, eles querem ser parte das decisões. Então, não deixem de incluir, já falou nos fundamentos do lar cristão, não deixe de incluir os pequenos nas atividades espirituais. Envolva-nos, consagrem a Cristo. Eles precisam disso. E sabe, gente, esses tempos eu tava vendo um um uma página no Instagram. Eu morava em Maringá um tempo atrás. E esses tempos eu tava rolando a página do Instagram e eu vi uma uma um anúncio, né, vereador Mirim. Eu falei: "Nossa, que interessante, nunca tinha vi visto isso, né?" E agora a gente na na época de eleições, eh, e aí eu falei assim: "O que que é isso?" Aí fui ver e vi que na cidade de Maringá tinha uma um projeto de vereador Mirim. E aí fui perguntar, fui no direct, perguntei como funcionava, enfim. E eles falaram que era realmente isso. Existe um um uma porcentagem na na Câmara de vereadores mi adolescentes que poderiam ir lá se candidatar para ser vereador. Eles podem trazer os projetos e o prefeito vai ouvir os projetos, se for o caso, vai implantar esses projetos. Aí eu perguntei, mas já aconteceu de de, por exemplo, o o o prefeito olhar um projeto desse e e aceitar e colocar e implantar? Eles falaram: "Já, já aconteceu". E aí eu fiquei pensando, meu Deus, o mundo já entendeu que nós precisamos ouvir as novas, as nossas novas gerações e eles precisam se sentir parte das decisões. E muitas vezes nós dentro da igreja não entendemos isso. E sabe, eles precisam se sentir parte, eles precisam participar, eles [limpando a garganta] precisam, eles precisam participar das decisões, eles precisam eh eh ter responsabilidades. E sabe por muitas vezes isso não acontece? Porque nós subestimamos a capacidade deles de fazer isso. Uma vez nós estávamos em algum lugar do planeta aí e nós cuidávamos de uma igreja e nessa igreja tinha um um irmão lá que cuidava da música e ele cuidava da música já assim uns 30 anos mais ou menos. E aí eu lembro que numa época de de comissão de nomeações e aí tava tava passando os cargos e aí passou o cargo da música, né? E tinha uma adolescente que também gostava muito de música. Ela tinha uns 15 anos de idade na na época. E eu lembro que que o Ed, meu marido, ele pegou e falou assim: "Gente, que que vocês acham da gente colocar a fulana no Ministério da Música esse ano, né? O irmão fulano já tá há muitos anos, tal, poderia colocar ela como diretora?" E aí foi muito debatido. Aí o pessoal falou assim: "Não, mas como? Ela é muito nova, ela não vai ter responsabilidade, né? precisa chamar as pessoas, ir lá puxar os hinos, enfim. Aí ele pegou e falou assim: "Gente, o pior que pode acontecer é o seguinte, ela não aparecer ou não chamar ninguém, mas o irmão fulano, que já tá aqui há tantos anos, vai est por aqui. Se ela por por um acaso vacilar, ele vai lá, assume, enfim, e faz o e faz acontecer." Aí com muito custo aceitaram aí colocaram a menina como a diretora de música daquela igreja ali. Nós ficamos dois anos nesse distrito. Quando nós saímos de lá, uma igreja que era puxada dos hinos com playback passou a ter um coral, um grupo de louvor e todos todas as músicas eram tocadas, não mais com playback, agora com instrumentos. Tudo feito por uma menina de 15 anos, sabe? Isso mostra para mim e e e gostaria que mostrasse para você também do quanto nós bloqueamos e subestimamos as novas gerações. E esse também é o segundo principal ponto pelo qual nós estamos perdendo as nossas novas gerações. O primeiro é a falta de músculos fortes espirituais e o segundo é a falta de confiança, a falta de espaço, sabe? É só isso, é só essa essa confiança, eh, essa esse espaço, essa a eh essa disposição em discipular as novas gerações, é que vai fazer com que eles tenham músculos espirituais fortes e fazer com que eles entendam de que eles são parte dessa mensagem que nós estamos pregando. Eles são parte dessa geração que vai fazer com que Jesus volte. Mas sabe, se nós não cumprirmos a nossa parte como pais, como líderes, eh é muito difícil isso acontecer, porque como eu disse no começo e tá escrito lá em Salmos, a responsabilidade é minha, é sua, é nossa. Somos nós quem somos responsáveis por passar isso paraas novas gerações. Você consegue entender isso? E consegue entender a profundidade disso? Eu queria finalizar aqui eh essa nossa conversa mostrando para vocês um vídeo. Esse vídeo é um vídeo antigo, é um vídeo de um testemunho, de uma menina. E eu gostaria que você, todo mundo acha esse vídeo muito triste, mas sabe dentro da perspectiva que nós estamos estudando de de educação, de espiritualidade e da questão da potencialização e da potencialidade que tem as novas gerações, eh esse vídeo para mim ele é maravilhoso e eu gostaria que você visse eh esse vídeo agora. Eu não sei se vocês, o pessoal aí do da mídia consegue colocar para mim o vídeo. >> [música] [música] >> E aos domingo é a rádio e eu começo com a meditação. Tem o tempinho [música] das crianças, onde eu conto historinhas infantis, depois vem os brindes [música] e assim é o programa de todos os domingos. Segunda-feira de manhã eu estudo e à tarde a gente faz bastante trabalho missionário. [música] Terça-feira eu visito o asilo e lá a gente canta, a gente ora, a gente brinca. Tem algumas pessoas até que [música] são sozinhas assim, sabe? que se abrem bastante com a gente. [música] Quarta-feira a gente se reúne na minha casa para fazer a [música] cooperativa. A gente faz telha, decupagem, a gente [música] faz biscuit, vidros, a gente faz portaretrato de EVA, a gente fazem [música] minhas geladeira, várias coisas de artesanato, porque as famílias que trabalham na cooperativa são famílias bem carentes. [música] Sexta-feira eu montei um grupo de oração intercessória. [música] Então, cada criança pega esse pedido de oração que vem de de várias [música] igrejas e ora. por este nome que pegou no papelzinho. Essa oração intercessória é bem interessante [música] porque muitos pedidos já foram respondidos através das nossas orações, né? [música] Porque a oração tem poder. Aos sábados eu me acordo um pouquinho mais cedo e convido algumas crianças para irem à igreja. Esse é minha semana, né? No sábado da mesma semana, eu me batizei. Na outra quinta [música] eu montei o meu pequeno grupo. A primeira pessoa que eu fui foi no Robert. Disse assim: "Robert, tu vai ser muito importante pro pequeno grupo, Robert. Um fazia chamada, outro era diácono, outro era recepcionista, [música] outro era diaconista, outro integrava a folhinha do tema". Só que cada um que tinha seu cargo tinha que levar dois amiguinhos. Então o número de crianças foi aumentando, de 10 foi para 20, [música] 25 e hoje se encontra um as 45 crianças. O interessante que [música] através do meu pequeno grupo deu para fazer todos esses trabalhos missionários. Eu sou uma criança normal porque eu estudo, eu brinco quando dá [música] tempo, curto os meus pais, curto as minhas irmãs. Jesus nos dá 24 horas. Se tirarmos [música] uma hora para fazer um trabalho missionário, entregar um folheto, entregar um curso bíblico, [música] porque Jesus está voltando, ele está mostrando sinais, profecias, isso tudo já está se cumprindo. [música] Se não fazermos a nossa parte agora, se quiser fazer amanhã, talvez não deixe, não dê tempo. >> [música] [canto] [música] >> Andressa levou mais de 100 [música] pessoas ao batismo. A gente não entende todas as coisas e talvez um dia a gente vai entender, né, o porquê ela partiu tão nova. Mas como eu disse para vocês, esse vídeo [música] ele para mim não é um vídeo triste, porque eu vejo uma criança que foi extremamente usada por Deus, talvez mais usada do que muitos de nós, né? E quando eu lembro da história da Andressa, eu não perco uma oportunidade de de mostrar a história da Andressa, talvez você já tenha tenha visto esse vídeo, eu consigo enxergar muito claro o quanto Deus anseia usar as novas gerações. E eu sei o quanto ele ele quer fazer isso. Só que às vezes nós como pais, como mentores, como discipuladores, nós não estamos fazendo a nossa parte para que Deus os use, para que eles realmente sejam uma bênção, para que eles preguem o evangelho, para que eles façam Jesus voltar. E e o meu apelo, a minha oração hoje como mãe, como, né, como cristã, como professora, como alguém que que ama as novas gerações, eh, é que nós possamos nos aprofundar, nos debruçar nisso, que possamos ser coerentes, que possamos ser eh acima de tudo amantes da palavra de Deus, obedientes a Deus, para que assim nós consigamos fazer com que essa essa realidade que hoje nós temos de grande apostasia das novas gerações, ela seja uma realidade totalmente diferente, porque através de uma família firme, de uma família espiritual forte, de uma igreja forte, eh fica claro que nós vamos conseguir fazer uma geração forte e uma geração que quer ver Jesus voltar. que nós possamos ser instrumentos de Deus nessa causa e que possamos, acima de tudo, ser o porta-voz de Deus para discipular essas novas gerações. E com muito com muita com muita alegria, sabe? E com muita oração que eu peço para Deus todos os dias isso, essa sabedoria. E se você tem esse desejo também, eu queria te convidar a orar comigo agora e nós vamos pedir para que Deus nos dê essa essa sabedoria necessária, essa força necessária e essa persistência necessária para que nós sejamos instrumentos na mão dele para discipular as novas gerações. Vamos orar. Senhor, muito obrigada, Pai, porque já chegamos no meio da semana. Sabemos que uma semana cansativa para muitos de nós, mas nós paramos aqui um pouquinho, pai, para estudar um pouco mais sobre qual é o nosso papel como pai, como mãe, como líder. Nós sabemos, Pai, que Satanás tem trabalhado arduamente para poder derrotar as novas gerações, para afastá-los de Ti, Pai. Mas nós te pedimos, Senhor, que o Senhor não deixe que as forças do mal seja maior, Pai, do que os nossos esforços, seja maior do que a nossa sabedoria vinda de ti para influenciar, Senhor, as nossas novas gerações para o teu reino. Que possamos ser instrumentos teus, Pai, para discipular os nossos pequenos e pequenas nos seus caminhos. E que o Senhor possa, Pai, através dele fazer grandes coisas e, acima de tudo, que através deles o Senhor possa voltar, Pai, para nos buscar. Abençoa-nos, conduza-nos e nos dê muita sabedoria. É o que nós te pedimos pelo doce nome de Jesus. Amém. Um prazer pessoal conhecer vocês, né? Mesmo que virtualmente, mas que Deus possa continuar nos abençoando e que possamos orar uns pelos outros nessa tarefa eh desafiadora. Que Deus os abençoe.