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A fé vem pelo ouvir

Quartas Especiais — Crianças: Aventureiros & Ministério Infantil | Prof. Juliana Resende

Quartas Especiais — Crianças: Aventureiros & Ministério Infantil | Prof. Juliana Resende

Quartas Especiais — Crianças: Aventureiros & Ministério Infantil | Prof. Juliana Resende

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Legendas automáticas:

Boa noite a todos. Boa noite, comunidade
da Vila Olímpia. Boa noite também todos
os nossos convidados e amigos que nos
acompanham. Que privilégio, não é mesmo?
Que grande bênção eh podermos fazer uma
pausa aí no meio da semana e parar um
pouquinho para Jesus, ouvir Jesus falar
ao nosso coração. E nós estamos num mês
muito especial, né, o mês de outubro, eh
o mês em que nós celebramos o dia da
criança. Eh, e semana passada nós
tivemos um sábado muito especial com as
nossas crianças na nossa comunidade. E
hoje nós estamos iniciando uma série
muito especial, uma série intitulada
Pequenos Corações, Grande Destino. E
durante todo esse mês de outubro, às
quartas-feiras, nós pais teremos a
oportunidade, né, eh, de refletir um
pouquinho sobre o papel tão importante
que nós temos, eh, de educar os nossos
filhos não só para essa terra, mas acima
de tudo educá-los paraa eternidade.
É lá na Bíblia, em Salmo 127
3 diz: "Herança do Senhor são os filhos,
o fruto do ventre seu garão". E na nova
versão transformadora, a Bíblia diz
assim: "Os filhos são presente do
Senhor, uma recompensa que ele nos dá.
Que grande presente, não é mesmo nós
recebemos de Deus? E nós podemos dizer
que a nossa comunidade é muito rica
nesses presentes. Nós temos crianças
lindas, famílias lindas e uma grande
missão de educá-los paraa eternidade.
E juntos nós vamos então ouvir Jesus
falar um pouquinho sobre esse tema
conosco durante esse mês. Então
convidamos vocês para participarem com a
gente, para convidarem outras famílias
também. Enviem o link para outras
famílias poderem assistir também. e eh
aprendermos um pouquinho mais sobre isso
nesse momento. Eh nós vamos então cantar
uma música especial, uma música que fala
que a nossa casa é uma bênção, um lugar
onde as pessoas possam enxergar Jesus
através dela. Então vamos cantar juntos
essa música e fazer dela também uma
oração. Que Deus abençoe a todos.
>> [música]
>> Minha [música] casa [canto] será uma
casa de bção.
>> [música]
>> Minha [música]
casa [canto] será um pedaço do céu.
[música]
[canto]
Nela estarão [música] reunidos
adoradores [canto]
que [música] só exaltam [canto]
ao Deus verdadeiro e fiel. [música]
[canto]
Minha casa [música][canto] será
reconhecida.
[música]
Como [música][canto] lugar de milagres
e oração,
[música] onde [canto] Jesus tem prazer
em ficar,
onde o [música][canto] Espírito Santo
habita,
onde a [canto] prosperidade,
[música] amor e vida. [canto]
Faça [música] do meu lar, Senhor,
um lugar [canto] de harmonia.
Faça [música][canto] do meu coração
tua casa todo dia.
[música]
Esteja à [canto] vontade
para ficar
[música] e nunca mais [canto]
partir.
[música]
Pois a [canto] casa que um dia
te receber [música][canto]
nunca mais saberá
viver sem ti.
>> [música]
[música]
>> Minha casa será [canto]
reconhecida.
[música]
como [canto] um lugar de milagres
e oração. [música]
[canto]
Onde [música] Jesus tem prazer em ficar,
[canto]
onde o Espírito Santo [música]
[canto] habita,
onde a prosperidade, [música]
amor [canto]
e vida.
Faça do meu [canto] lar, Senhor,
[música]
um lugar de harmonia.
Faça [música] do meu coração [canto]
tua casa todo dia.
Esteja à vontade [música][canto]
para ficar.
E [música] nunca mais [canto]
partir.
Pois [música][canto] a casa que um dia
te receber
nunca [canto][música] mais saberá
viver sem ti.
Faça do [música][canto] meu lar, Senhor,
um lugar de harmonia.
>> [música]
>> Faça do meu coração [canto]
tua casa [música] todo dia.
Esteja à [canto] vontade
para ficar [música]
e nunca mais partir. [música]
Pois a casa que um [música][canto] dia
te recebeu
nunca mais [música][canto] saberá
viver sem ti.
[música]
Pois a casa que um dia [música][canto]
te recebeu
nunca [canto] mais saberá
viver. [música]
Senti.
[música]
>> Boa noite, amados. Quanto tempo, que
saudade que eu estava, não tava
aparecendo aqui, mas sempre acompanhando
o culto com vocês, né? Que bênção esse
hino, né? Que bênção o nosso lar, ele
possa ser um lar de fé, um lar onde
habita Jesus. Eh, estamos aqui hoje para
falar um pouquinho, né, sobre os pedidos
aqui, os agradecimentos, que temos
muito, muitos pedidos e muitos
agradecimentos. Temos aqui a Kelly. A
Kelly, ela pede pela Alice
pela sua recuperação e também pede pelos
pais da Alice, né? Pelo pela São Marisa
Estimada.
O Éder, ele pede pela sua esposa o
casamento que eles completam 21 anos de
casado, pela família, amigos, igreja,
pastor e o seu pai.
Maria está agradecendo as bênçãos, pede
pela viagem e férias familiares,
trabalho e pede a condução do Senhor.
Nós temos também aqui eh pedidos pela
nossa comunidade, a Luciana, a vozinha
da Fê, pela alta do Artur, o filho da e
o pela alta também do Artur, né, o filho
da Júlia e do Yuri. A Liliane está ah
pedindo pelos seus familiares e
especialmente pelo seu sobrinho Moisés,
pela saúde, que Deus cuide e fortaleça
sua família. Temos também a Sol, que ela
agradece pela vida da sua mãezinha, que
está completando 86 anos de vida. Eh,
estamos pedindo oração também pelos
familiares da Dirce, que faleceu semana
passada. Então que Deus esteja com essa
família lutada, não só sua família, como
tantas outras, né, que a gente ouve, né,
tantos irmãos pedindo, né, por por
pessoas falecidas, pelas famílias, né,
melhor dizendo. O Geovani agradece a
bênção, pede oração pelo A Giovan
agradece as bênçãos, pede oração pelo
esposo, sua mãe, filhos e netos. A Helen
pede pela saúde da sua família que tá lá
gripadinha, a Helen e as suas filhas com
dor, né? Porque a gripe a gente sabe que
quando ela pega assim é bem chatinho.
Então de a Helen tá pedindo pela sua
família também que elas possam se
recuperar bem, né? Eh, Fernanda está
agradecendo pela família e pela alta do
pequeno Tomás. A Débora, ela pede pelo
jejum de Daniel, que ocorrerá, irá
iniciar no dia 19/10, pelo aventuri, que
eles já irão agora esse final de semana,
que Deus possa estar protegendo a todos
os líderes, as crianças e pelo
reavivamento e missão da nossa
comunidade.
E no chat também temos uma irmã que está
agradecendo pela porta de serviço que
foi aberta, porta de emprego. Que Deus
abençoe e continue colocando a sua mão
de poder sobre todos esses pedidos e
agradecimentos aqueles também que não
externaram, mas Deus sabe o pedido que
vai no coração de cada um. Eu gostaria
também de fazer um pedido pelo colégio,
que o pai dela tá passando muito mal,
ela até conseguiu uma passagem agora
para poder viajar e estar com o
paizinho, né, neste momento que eles
estão passando lá de de muita dor, né?
Então, eu peço que os irmãos também
lembrem suas orações da professora
Luciana. Agora nós iremos orar para Deus
poder ter assim essa esse olhar sobre
nós, sobre os nossos pedidos e sobre eh
os nossos agradecimentos. Que Deus possa
ter a misericórdia. Vamos orar.
Amantíssimo Deus e Pai misericordioso,
muito obrigada, Senhor. Muito obrigada,
paizinho de amor. Que depois de um dia,
ó Pai, cansativo
de trânsito, muitos pegando aí condução,
estamos aqui, Senhor, neste culto
maravilhoso para podermos honrar e
bendizer o seu santo nome, ó Pai. Neste
momento, amado, quero pedir, Pai, que
esteja com todos esses pedidos que foram
feitos aqui, Senhor. Colocamos agora
nesse pequeno altar de oração, que tu
possa, Senhor, estar ouvindo o clamor
aqui de cada pessoa, de cada um que
pediu e daquelas pessoas, ó Pai, que
neste momento estão se sentindo
atormentadas, estão se sentindo
incapacitadas, estão se sentindo
infelizes. Ó pai, por favor, Deus, venha
estar com essas pessoas e tire, Senhor,
qualquer sentimento ruim que possa estar
chegando até elas. Te somos agradecidos
pelas inúmeras bênçãos, ó Pai, na vida
de cada um de nós. Cada que pedido que
foi feito, cada agradecimento, Pai,
sabemos, ó Pai, que tudo será feito de
acordo com a sua santa e bendita
vontade, Senhor. Esteja com a nossa
amada comunidade, ó Pai. Esteja com o
nosso pastor, com a família pastoral.
Esteja, Senhor, com cada líder, ó Pai,
da sua igreja, com cada ancião, que tu
possa continuar conduzindo a vida de
cada um, Senhor, e esteja especial com a
pregadora dessa noite, que irá falar um
pouco do seu amor, Senhor, que irá
dividir a palavra conosco, para que
possa vir ao encontro de cada coração
aqui, Senhor, representado e que
possamos, ó Pai, sair com coração leve,
pois estamos sedentos, ó Pai, da tua
palavra. Venha nos abençoar hoje de
sempre, nos dê a tua paz, venha nos
motivar cada dia para a sua missão, para
que pod possamos a cada dia mais,
Senhor, trazer pessoas aos pés de Jesus.
Que esse é o nosso objetivo aqui na
terra, ó Pai. Venha cada dia estar
conosco, nos fortificando, em nome do
Senhor Jesus. É o que pedimos
agradecidos. Amém, ó Pai. Amém, Senhor.
Amém.
Queridos, agora eu queria apresentar
para vocês a nossa pregadora de hoje,
professora Juliana Rezende. Ela também é
a mamãe da Sofia, uma pré-adolescente
linda. Ela frequenta a igreja do espaço
Novo Tempo, também é esposa do pastor
Ed. E nós estamos muito felizes por ela
ter aceito o nosso convite. Ju, que Deus
a abençoe e a use nesse momento.
>> Amém. Olá,
pessoal, tudo bem? É um prazer estar com
vocês aqui hoje. Eh, eu até achei assim
um movimento muito bonito, né, quando a
Mari me falou sobre essa iniciativa de
reunir a comunidade, né, nas
quartas-feiras para trabalhar esse tema
que é tão importante, tão necessário.
E a importância de nós nos aprofundarmos
nisso, nos debruçarmos nisso,
aprendermos mais com relação à educação
dos nossos filhos. Nós vivemos tempos
difíceis, né? Todos nós que que somos
pais sabemos disso. Então, louvado seja
Deus por essa iniciativa e que Deus
possa continuar abençoando vocês.
Inclusive até gostei da gostei da
programação aqui, já tô me convidando
para participar em outras quartas-feiras
aqui. Quero participar, que eu quero
aprender mais também. E e é maravilhoso
a gente poder compartilhar juntos um
pouquinho desse tema tão importante, né?
Bom, eu acredito que a grande maioria
aqui, eu não sei, mas acredito que a
grande maioria seja um público
adventista e e pais, né? Pelo tema eu
acredito nisso. Eh, e hoje eu talvez
vou vou vou vou tentar aqui fazer com
que você reflita um pouquinho e você
busque aí na sua memória sobre os
maiores discursos da igreja nos últimos
tempos. E talvez você vai concordar
comigo que os o discurso da igreja ele
sempre tá rodando em torno das novas
gerações. Não sei se já percebeu isso,
né? Muitas ações voltadas para as novas
gerações. Ah, quando a divisão lança
alguns algum projeto, as pautas, as as
prioridades sempre estão voltadas para
as novas gerações. E isso não é à toa,
né? Eh, tudo isso, toda essa essa
demanda, todo essa esse essa coisa de
enfatizar com relação ao cuidado das
novas gerações, elas ela tem um motivo,
né?
Oi.
Acho que eu tinha saído sem querer.
Voltei.
Tá tudo certo aqui? Será que eu Vocês
estão me ouvindo?
Tão me ouvindo?
Sim. Ah, ok. Eu só acho que eu tirei a
apresentação aqui, né? Mas eu vou tentar
colocar de novo, tá?
Eh, deixa eu tentar achar aqui
só um pouquinho
aqui. Tá
aí. E o principal motivo, continuando
aqui, e o principal motivo é porque nós
estamos vivendo realmente um dos maiores
momentos ou o dos maiores índices de
apostasia dentro dessa faixa etária que
é entre os 16 e 20 anos, que são as
nossas novas gerações, né? Então, como
igreja, a igreja tem se preocupado muito
com isso, justamente porque o número ele
tá, ele tem aumentado demais, né? Não
que não existisse isso. A gente sabe que
esse período ali entre os 16 e os 20
anos é um período que eh que nós sabemos
que há aquela crise de identidade, há
aquela busca pela identidade,
ã há também aquela necessidade de eh de
pertencer, né? Isso é natural dessa
faixa etária, é natural da dessa
geração, né? Quem trabalha com as novas
gerações sabe disso. Sou professora
também, né? Então eu trabalho, inclusive
hoje eu trabalho com todas as faixas
etárias na escola, desde a educação
infantil até o ensino médio. Então eu eu
vejo e trabalho muito de perto com as
novas gerações e a gente percebe que é
natural deles dentro dessa faixa etária
essa busca mesmo pela identidade, essa
busca por entender quem eles são, o
porquão,
quem são ou o por que seguem aquele
conjunto de regras ou não. Enfim, isso é
natural, mas nós temos visto isso de
maneira muito maior do que víamos há um
tempo atrás. Isso não é só na igreja
adventista, não, tá? Eh, existe
inclusive um instituto que chama o
Instituto Barna de Pesquisa, que não é
um Instituto Adventista, mas que eles
fazem uma pesquisa muito eh eh muito
específica com relação à espiritualidade
das novas gerações, a inclusive sobre a
questão da apostasia das novas gerações.
E eles fazem uma pesquisa muito profunda
com relação a isso. E um dos, inclusive
um do do dos índices que eu vou mostrar
aqui para vocês e muitas informações que
eu vou mostrar aqui para vocês, elas vêm
dessa pesquisa aí neste Instituto Barna,
né, que é um instituto que tem estudado
bastante com relação a isso. E isso,
querendo ou não, gera uma preocupação
muito grande, né? uma preocupação muito
grande na igreja e principalmente para
nós que somos pais, que somos líderes
talvez de novas gerações. Porque quando
a gente começa a olhar e vê eh que
aqueles nossos filhos, sobrinhos, netos,
eh crianças e adolescentes que nós
cuidávamos da igreja, eles não estão
mais ali e eles estão tomando caminhos
que nós sabemos que não é o melhor
caminho, isso acaba nos desesperando,
não é? É triste, é muito triste ver
isso. Então, eh, se debruçar e pesquisar
e saber e entender um pouquinho do por
isso tem acontecido
é o motivo pelo qual nós estamos
conversando aqui hoje e é o motivo pelo
qual eh eu também tenho buscado mais, eu
tenho estudado mais, eu tenho pesquisado
mais. Há pouco tempo atrás, eu fiz
também uma e ele é um MBA que chama, né,
que é como se fosse uma pós-graduação
ali no NASP, que é sobre liderança de
novas gerações. E lá a gente reúne
vários líderes de novas gerações e
estuda um pouquinho sobre isso. Que leva
então esses essas esses adolescentes,
esses jovens a se afastarem de Deus, a
se afastarem da igreja, a se afastarem
da fé, a fé que talvez eles aprenderam
ali durante toda a sua infância com seus
pais? O que que leva isso? E no final
das contas, né, quem são, quem aqui é
pai, é mãe, sabe que essa é a nossa
maior preocupação, a nossa e eu não sei
vocês, mas assim, para mim é o meu maior
motivo de oração, é o maior maior motivo
de preocupação. Eh, eu eu tenho uma
filha, né, de que vai fazer 13 anos
agora. Então, meu maior motivo de
preocupação é se ela tá bem com Deus, se
ela tá eh eh se se relacionando com
Deus, se se a religião, a fé, os
princípios fazem sentido na cabecinha
dela. Então, esse é o essa é a minha
maior preocupação e é por isso que a
igreja tem falado muito com relação a
isso e nós temos estudado muito sobre
isso. Só que quando a gente começa a
estudar e a parar para pensar um
pouquinho sobre isso, geralmente o que a
gente escuta é: "Mas, Juliana, isso é
algo da cabeça dessa geração. Eh, se
eles estão saindo, se eles estão
apostatando, se eles estão eh indo para
o, né, pensando de outras formas,
largando os princípios que eles
aprenderam, isso é coisa da geração
deles. Isso é coisa, é porque eles são
assim. E aí quando eu vou pra Bíblia e o
primeiro texto que eu quero ler com
vocês é esse daqui que é Salmo 145
versículo 4. Se você tiver aí a sua
Bíblia, você pode acompanhar comigo.
Senão também tô tô eh projetando aqui na
tela. Esse salmo ele diz muita coisa
sobre de quem sobre de quem é a
responsabilidade realí
para as novas gerações, né? E esse e
esse versículo diz assim, ó: "E uma
geração contará a outra a grandiosidade
dos teus feitos e eles anunciarão os
teus atos poderosos". Para mim fica
muito claro nesse texto de que a
responsabilidade de passar para outra
geração sobre Deus e quem ele é minha e
não é deles. Então, se há uma falha eh
de condução ou de passar essa mensagem
paraa nova geração, essa falha não é da
nova geração, essa falha é minha, né?
Essa falha é minha de não ter conseguido
passar esses princípios. Essa falha é
minha de não ter conseguido fazer com
que eles entendessem de que o melhor
caminho é o Senhor e de que eh viver uma
vida ao lado de Deus é o melhor, é o
melhor pra vida deles. Então eh primeiro
ponto e a primeira coisa que nós
precisamos pensar e que precisamos ter
em mente é de quem é a responsabilidade
de passar a a os princípios paraa nova
geração, de de mostrar quem Deus é paraa
nova geração. É minha é minha. é minha
como mãe, é minha como tia, é minha como
líder, é minha como eh como professora,
é minha, é minha. Então, jogar essa
responsabilidade para nós, eu não tô
querendo colocar aqui como um fardo, né,
que não e nem pode ser um fardo mesmo,
porque eles também têm livre arbítrio,
né? Então, eh, eu não tô dizendo aqui se
nós fizermos tudo perfeito, tudo, eh,
tudo certinho, eles não vão tomar
decisões erradas. Não tô dizendo isso,
né? Porque o livre arbítrio ele tá aí e
eles vão utilizar esse livre arbítrio
também. Mas eu tô dizendo que a Bíblia
ela deixa muito clara que o passar os
princípios para as novas gerações é uma
responsabilidade minha. E não, e não é
falar que é porque essa geração não tá
nem aí com Deus, que é o que tem sido o
motivo pelo qual eles estão se afastando
de Deus, que não é, né? Então essa é uma
responsabilidade minha e sua. E aí
quando a gente vai pensar sobre isso, a
gente começa a analisar, né? Bom, a
responsabilidade é minha. Então, eu é
quem preciso passar os princípios para
as novas gerações. Sou eu o responsável
por isso. E como? A pergunta agora é se
sou eu o responsável, como eu posso
fazer isso da melhor forma possível?
Como? Bom, o primeiro ponto é que não
existe um lugar melhor para se passar
princípios e para se para formar
músculos espirituais fortes para as
novas gerações do que na família, né? A
família, ela é o berço da nossa
espiritualidade. A família, ela é a
primeira responsável pela educação eh
espiritual do ser humano. E e essa é uma
parte muito grande, né? uma parte muito
grande. Então, quando nós, como família
e como o os temas, né, desse dessa dessa
série aqui tem que sido para isso, né,
para que a para que nós aprendamos mais
sobre isso, se eu como família tenho uma
responsabilidade tão grande, como que eu
posso fazer como pai, como mãe, para que
eu possa passar essa fé, né? Como que eu
faço isso, Juliana? Eu levo meu filho
pra igreja todo sábado, todo domingo,
não sei. Eu levo eles pra igreja. Mas a
Bíblia fala que existe algo muito mais
profundo para nós fazermos. Existe algo
muito mais intencional que nós
precisamos fazer além de levar o nosso
filho pra igreja, né? E Deus não nos
deixou ao Léo. Ele ensinou como que a
gente tem que fazer. dizer que é fácil,
já vou logo adiantando para vocês, não é
não. Mas lá em Deuteronômio, eu gostaria
que você acompanhasse comigo aí, se você
tiver sua Bíblia. Eh, lá em
Deuteronômio, Deus mostrou muito, muito
explicitamente e detalhadamente o que
eu, o que você, como família, como pai,
como mãe, o que nós precisamos fazer
para poder passar a essa fé que é tão
importante para as novas gerações. E lá
em Deuteronômio 6, a partir do versículo
4, né, aqui eu coloquei do seis ao sete,
mas eu queria ler com vocês a partir do
versículo 4ro. Deus assim, ó. Ouça, ó
Israel, o Senhor, nosso Deus, é um único
Senhor. Ame o Senhor, seu Deus, de todo
o teu coração, de toda a tua alma e de
toda a tua força.
Primeira coisa, então, como família,
como pai, como mãe, a primeira coisa que
nós precisamos fazer
amar o Senhor nosso Deus de todo nosso
coração, de toda a nossa alma, de toda a
nossa força. Por quê? Bom, porque nós
sabemos que é impossível a gente passar
alguma coisa para alguém sem ter isso,
né? A gente não consegue passar algo que
nós não temos. Então, como que eu vou
passar o amor de Deus, saber quem Deus é
pro meu filho se eu não conheço, se eu
não amo profundamente? Então, é por isso
que Deus tá falando ali em Deuteronômio.
Primeiro você amar, amar Deus sobre
todas as coisas e o seu vai ver se você
ama Deus sobre todas as coisas. E aí ele
continua falando assim: "Guarde sempre
no coração as palavras que hoje eu lhe
ordeno."
Segundo ponto,
a partir do momento que eu amo a Deus
sobre todas as coisas e eu digo isso
pros meus filhos e eu digo isso para
aqueles que eu educo, ele precisa
entender que se eu amo esse Deus, eu
obedeço o que ele me diz. Então o meu
filho precisa ver em mim, né? Os meus
filhos precisam ver em mim alguém que
ama a Deus. Mas acima de tudo, alguém
que obedece a Deus. E é isso que
Deuteronômio tá falando. E ele e aí ele
continua: "Repita-as com frequência aos
seus filhos. Converse a respeito delas
quando estiver em casa, quando estiver
caminhando, quando se deitar, quando se
levantar. Aí aí Deus começa a a a
mostrar pra gente que é preciso
insistência." E ele começa a falar
assim, ó: "Amarreas nas mãos, prenda na
testa. Escreva no batente da porta, nos
seus portões. Aí em algumas versões ele
fala assim: "Faç o que faça o que for
preciso". Enc, né? Tem algumas versões
que ele fala em cook, coloca lá dentro
da cabeça dele. Repita, repita, repita.
E aí ele ainda fala assim, ó. E faça com
persistência,
né? Por que fala com persistência?
Porque não é algo fácil, não é verdade?
em alguma coisa fácil, não precisa, né?
É, é, é como se a gente vai no no médico
e ele fala assim: "Olha, para você se
curar da doença que você tem aí, você
precisa comer uma semana, um chocolate
por dia." É preciso persistência para
isso? Precisa, né? Talvez para alguns,
mas para mim não. Não preciso de nenhum
tipo de persistência para isso. Mas se
ele me mandar tomar um remédio horrível,
que dá ânsia de vômito, isso é
persistir. Por quê? Porque é algo que
não é fácil. Então, aquilo que não é
fácil, eu preciso de persistência. E é
isso que Deus tá falando pra gente como
família. Família, primeiro ponto, ame a
Deus sobre todas as coisas. Além disso,
obedeça esse Deus sobre todas as coisas.
Terceiro ponto, fale com seus filhos. E
é o tempo todo. Ai, mas eles eles vão
pegar rans. Não, Deus tá falando porque
é pra gente falar mesmo. Ai, mas eles
vão achar chato, não importa. É para
falar quando tiver deitado, quando tiver
levantado, quando tiver e coloca no
batente da porta, coloca na porta do
quarto, coloca em qualquer lugar. e eles
ouvirem, ouvirem, ouvirem, ouvirem. Quem
é da educação, quem é professor sabe,
né, que nós passamos por uma transição
muito grande da questão pedagógica, das
métodos de ensino e
e hoje a gente consegue eh ensinar de
várias formas diferente, mas quem é
professora e tá na sala de aula sabe o
quanto que a repetição também é muito
importante, né? Eh, quando a gente
repete, repete, repete, às vezes a gente
precisa fazer falar mais de uma vez, né?
Eh, a gente consegue ver o resultado,
porque quando a gente repete, fala,
repete, repete, aí eles começam a
internalizar e aí eles começam a
aprender e Deus sabia disso. Deus sabe
como funciona o corpo humano, a mente
humana. E ele já sabia que a gente
precisaria dessa persistência para poder
ensinar a também os princípios
fundamentais e os mais importantes da
vida deles, eh, através da persistência.
Então, persistência é o ponto chave
aqui. E é isso que Deus fala, que nós
precisamos fazer. Se nós queremos eh que
as novas gerações elas tenham essa essa
ânsia pelo relacionamento com Deus.
A família é o berço de tudo e nós
precisamos disso, né? Nós sabemos que
nós vivemos em tempos de famílias
enfraquecidas. Eu sei disso, né? Eu mais
que ninguém passo dia, o dia todo com
convivendo com crianças onde as famílias
são enfraquecidas, né? São famílias que
talvez não trabalhem muito, que não ten
um tempo de qualidade, nem ten um tempo
de quantidade pros filhos, para para
fazer um culto juntos, para ensinar a
palavra de Deus, para ensinar
princípios, para ensinar eh eh até
moralidade. São famílias onde talvez não
tenham os o pai e a mãe. a gente vive
muito dentro desse contexto onde a mãe
talvez precise eh eh ser pai e mãe ao
mesmo tempo, famílias que talvez uma avó
precise cuidar. Então tudo isso acaba
enfraquecendo. Famílias onde os pais não
têm um conhecimento sobre de como
educar, como ensinar. E isso também é um
ponto de enfraquecimento dentro das
famílias. Mas sabe, Deus ele não é pego
de surpresa. E como famílias ele sabia
que a gente ia precisar muito, ia
precisar muito de orientação, justamente
porque nós estamos vivendo esse tempo,
esse tempo de instabilidade familiar, de
fraqueza familiar da sociedade como um
todo, né? a nossa sociedade eh eh tem
sido bombardeada, né, por essas questões
de que a família não é não é essencial,
de que a família é é apenas uma
construção da sociedade, enfim, a gente
é bombardeado o tempo todo por esse tipo
de construção, de pensamento, que não é
um pensamento bíblico, né? Mas quando a
gente vai a à palavra de Deus e quando a
gente vai a aos escritos que que Elen
White também escreveu muito sobre
educação e aqui a gente vai ver vários
versos dela, porque para mim ela é a a
uma das maiores referências, né, com
relação à educação. E ela fala o
seguinte: "Ó, pais, não permitam que a
religião seja simplesmente uma teoria,
mas sim uma realidade. Os pais cometem
um erro terrível quando negligenciam a
instrução.
E quando eu falo em instrução,
eu estou falando também instrução dos
pais e dos filhos. Então, é uma
instrução de mão dupla. Sabe por quê?
Existem muitos pais que acham que a que
a maternidade, a paternidade ela é
instintiva e não é. Nós precisamos
estudar, nós precisamos conhecer mais,
nós precisamos aprender a a saber o que
fazer, o quando fazer, o que falar, na
hora de falar. Isso é questão de
aprendizado. A gente não nasce sabendo,
né? E é por isso que a gente precisa de
precisa de de ferramentas para isso. E
Deus não foi pego de surpresa. Só de
escritos de Helen White nós temos 20.000
1 páginas sobre educação. Você tem noção
disso? É muita coisa. E talvez nós como
pais hoje precisamos refletir dessas
20.000 páginas. Quantas eu já li para
poder eh me tornar um pai, uma mãe
melhor ou um pai e uma mãe mais
assertiva espiritualmente com meu filho.
Então isso é importante. Eu não acredito
que Deus deixou esses esses e essas
ferramentas à toa. Ele deixou porque ele
sabia que a gente precisaria, né? E além
dessa busca dos pais, a gente precisa da
instrução com relação aos filhos também,
não é? Quando nós fazemos o culto
familiar, por exemplo, que é uma peça
fundamental, fundamental,
nós estamos mostrando pros nossos filhos
quem é o senhor da nossa casa. E não só
isso, né? É ali onde eles aprendem a se
aprofundar mais na palavra de Deus, a a
se aprofundar mais no relacionamento com
Deus.
Eu escrevi uma frase aqui que para mim
ela faz muito sentido e tá aí na tela.
Eu gostaria que você lê comigo. Diz
assim, ó. Quando há culto familiar, o
lar deixa de ser apenas uma casa e se
torna um lar cristão.
Se você esquecer tudo que eu falar aqui
hoje, eu quero que você grave essa
frase.
Quando há culto familiar, o lar deixa de
ser apenas uma casa e se torna um lar,
um lar cristão. O que que isso quer
dizer?
Um lar cristão. Só é um lar cristão se
ele tiver culto familiar.
Se não tem culto familiar, ele é uma
casa como qualquer outra. Não tem
diferença nenhuma, entende? Então, o
culto familiar, ele é tão essencial, tão
importante, que é ele é quem determina.
Pera aí, essa minha casa aqui, ela é um
lar cristão
ou é apenas um lar? Ou é apenas uma casa
comum?
Ah, mas a gente vai na igreja dia de
sábado, dia de domingo, não importa. O
lar cristão, ele só é um lar cristão se
há culto familiar nesse lar.
Parece pesado, né? Dizer que é fácil
isso daqui não é não. Eu tô falando para
você, tô falando para mim.
Tem dias que nós estamos aqui em casa
assim, ó, só o o pó que nem hoje assim
que eu dei 10 aulas, limpei casa, lavei
roupa, fiz um monte de coisa. Mas eu vou
terminar a live aqui e eu vou lá fazer o
culto familiar antes de dormir.
Por quê? Porque a minha filha precisa
entender que a nossa casa é um lar
diferente, é um lar cristão, onde Deus é
cultuado diariamente e ele é prioridade.
E esse é o ponto. Os nossos filhos
precisam entender o que é prioridade
para nós. Sabe por quê? A criança ela é
muito concreta.
Para ela ou é ou não é. O adolescente,
principalmente o adolescente dessas
novas gerações, [roncando] eles são
muito eh coerentes.
Então eu posso até dizer para ele assim:
"Olha, o nosso lar é cristão. Jesus é
prioridade. Se ele não vê isso na minha
vida, na minha no meu cotidiano, no meu
dia a dia,
não serviu de nada eu falar isso. Sabe
por quê? Para ele é o seguinte. Quando
eu falo que Deus é prioridade,
eu preciso mostrar para ele que faça
chuva, faça sol, assim como o trabalho é
prioridade para mim,
nós temos que fazer o culto.
Ele vai olhar para você e vai falar
assim: "Nossa, meu pai, minha mãe, eles
não se atrasam pro trabalho, eles não
faltam no trabalho, sabe?
automaticamente na mente da criança e do
adolescente, ele fala assim: "O trabalho
é prioridade pros meus pais". Agora,
quando ele não vê a mesma coisa
acontecendo
no culto familiar, no culto da igreja,
sabe? Eh, às vezes a gente trata com com
levianidade os cultos da igreja, os
cultos familiares e a gente tá passando
uma mensagem, é inevitável.
Qual é a mensagem que nós estamos
passando?
Deus é prioridade para mim, sim ou não?
Não adianta a gente só falar, eles
precisam ver se é ou não, entende?
E e pra gente contrastar um pouquinho
isso que a gente tá falando aqui, eu
queria que lembrasse comigo de duas
famílias, duas famílias da Bíblia. E
essas duas famílias elas mostram para
mim duas maneiras diferentes e e duas
lições que nós podemos aprender, uma
lição certa e uma lição errada. né?
Porque a Bíblia, louvado seja Deus, ela
não traz só histórias perfeitas e nem
pessoas perfeitas, traz pessoas
imperfeitas para que a gente aprenda
também com os erros delas. E a primeira
família que eu queria que você lembrasse
comigo é a família de José e Maria.
Quando a gente vai pra história de José
e Maria, né, eh, primeiro que Maria
começou a família dela de uma maneira
totalmente diferente e parecendo que
tava tudo errado, né? Mas quando a gente
olha para para pr paraa obediência que
Maria e que José tinha com relação à
maternidade e à paternidade, a gente
consegue aprender muita coisa com eles.
Eu queria só ler com vocês, talvez se
você tiver aí a sua Bíblia e puder
acompanhar comigo, eu queria ler com
vocês um pequeno texto que tá lá em
Lucas, capítulo 2 e no versículo 22.
E lá diz assim, ó: "Então, chegou o
tempo da oferta da purificação, como era
a exigência da lei de Moisés. Seus pais
o levaram a Jerusalém para apresentá-lo
ao Senhor.
E aí aqui tá a primeira frase que me faz
entender a obediência de José e Maria,
né? Primeiro que Maria e José, eles
obedeciam tudo que Deus falava para eles
desde o início, desde que o anjo chegou
para dar notícia. A Maria, apesar de
todas as os percalces que ela sofreu com
relação a isso, ela decidiu ser
obediente a Deus. E ela era e sempre foi
obediente a Deus, né? E aí quando Deus
falou assim: "Olha, você precisa
apresentar o menino, beleza, nós vamos
apresentar o menino". Aí lá no versículo
39, aí ele fala assim, ó: "Após
cumprirem todas as exigências da lei do
Senhor, os pais de Jesus voltaram para
casa em Nazaré. Ali o menino foi
crescendo, saudável e forte, era cheio
de sabedoria e o favor de Deus sobre
ele. Todos os anos, pais de Jesus iam a
Jerusalém para a festa da Páscoa.
Quando Jesus completou 12 anos, foram a
festa, como de costume.
A gente vê ainda que José e Maria eh,
eles faziam questão de ir ao templo, de
levar Jesus ao templo, de ensinar para
Jesus aquilo que que era os princípios
deles, né? Que era adorar a Deus, que
era servir, que era ser obediente. E
isso eh eh não era porque era família de
de Jesus, né? Porque José e Maria eram
falhos. Inclusive, nesse próprio texto
aqui, logo mais a gente vê um fato, né,
até eh diferente. Quando Maria e José
esquecem Jesus lá no templo, eles não
eram pais perfeitos, eles eram falhos,
mas com sabedoria que vinha de Deus,
eles tentavam fazer o melhor possível.
Eles eram o mais obedientes a Deus
possível.
E aí quando eu me deparei com esse texto
que tá lá no livro Desejado de todas as
nações, que tá aqui na tela, que eu
gostaria de ler junto com vocês, eu
entendi
o porqué e Maria eh eram tão obedientes
a Deus. E entendi o que uma obediência e
uma dedicação de pais e mães fiéis a
Deus pode fazer com uma nova geração.
Olha só o que a Leite fala ali. Ela fala
assim, ó: "Ele crescia em sabedoria e em
conhecimento por meio dos ensinamentos
da sua mãe. Sendo assim, toda criança
pode adquirir conhecimento como Jesus
adquiriu." Sabe o que esse texto deixa
muito claro para mim? que o conhecimento
e a sabedoria de Jesus, aquele
conhecimento que ele começou a a
discutir com o doutor da lei lá no no
templo, né, porque ele tinha
conhecimento suficiente da Bíblia para
discutir com o doutor do templo, com os
doutores da lei do templo. Ele não era
um conhecimento que era sobrenatural. É
isso que a Leart tá falando ali. Ele era
um conhecimento que foi dado pela mãe.
Ele era um conhecimento dado no culto
familiar. Ele era um conhecimento que
foi dado pela persistência dos pais de
Jesus em falar todos os dias sobre o
rolo bíblico, o livro da lei, falar
sobre sobre Deus, quem era Deus, a
obediência. E aí alemante fala assim:
"Toda criança pode adquirir conhecimento
como Jesus adquiriu." Já parou para
pensar nisso? Quando eu parei para
pensar nisso, eu falei: "Meu Deus, que
coisa maravilhosa, né? Mas que desafio
também, que responsabilidade também.
E isso a gente só consegue,
só consegue através da persistência.
Fácil, mais uma vez eu repito, não é?" E
eu sei bem disso. Mas se nós queremos
fazer uma nova geração forte,
espiritualmente forte, nós precisamos da
disciplina espiritual, nós precisamos da
persistência, nós precisamos da da da
prioridade, nós precisamos que eles
entendam que Deus é prioridade.
E através de duras penas, que é através
de duras penas, nós possamos
implantar e inculcar, como diz
Deuteronômio, né, as palavras de Deus no
coração e na mente deles. Mas como
contraexemplo, a gente tem também na
Bíblia o que não fazer, na verdade, que
é bom também pra gente aprender. Não é
só o que, não é só os bons exemplos. A
gente pega os maus exemplos pra gente
conseguir também aprender com eles. E a
gente consegue aprender com a história
de Eli. Lembra da história de Eli? Eli,
um sacerdote, um homem que que
trabalhava no templo, ele tinha seus
filhos. E a gente sabe da história, os
filhos de Eli, a Bíblia fala que eram
malignos. Algumas versões falam que eles
eram filhos de Belal, eram filhos de
Satanás, de tão ruins, de tão maus que
eles eram. E a Bíblia deixa muito claro
que a malignidade dos filhos de Eli
muito foi por culpa do da educação
errada que ele deu para eles, né? E aí
quando ele vai vai cobrar ou vai falar
com Deus, fala: "Senhor, eu já falei
pros meus filhos que eles não devem
fazer isso". E aí Deus fala para Eli,
Eli, mas é que você foi muito conivente,
você não teve, você não teve uma postura
de pai, você foi permissivo demais, você
foi omisso demais.
E sabe, nós vivemos em períodos, em
tempos de permissividade excessiva. Ô
meu Deus, as professoras que estão aqui
sabem muito bem disso.
Como vivemos com alecls dourados todos
os dias, que não sabiam ouvir um não,
que que tudo precisa ser sim, que tudo
precisa ser do jeito deles.
Enfim, muitas vezes pais que vivem
ausentes e que não consegue se
posicionar, não consegue dizer um não,
não consegue e eh colocar as rédias, não
conseguem colocar limites.
E com Eli aconteceu exatamente isso. Foi
a permissividade excessiva de Eli, que
fez com que os filhos deles se tornassem
os filhos da malignidade.
era um caráter maligno,
sabe? Parece muito duro, parece muito
difícil, mas se nós não pararmos, né,
com essa com essa
cultura que nós temos e é uma cultura,
tá? Porque eh não sei você, mas eu que
sigo muito, muitos canais de educação no
Instagram, essa essa pedagogia positiva,
gente, é inacreditável,
sabe? a a falta de limites, a falta de
de posicionamento de paz, a
permissividade excessiva. E isso também
é o motivo pelo qual nós estamos
perdendo as nossas novas gerações,
estamos perdendo pela paraa
permissividade excessiva.
E nós temos que colocar as rédias, não
só as rédias morais, não só as rédias e
intelectuais, mas as rédias espirituais
também. Eles precisam disso. Ah, mas ele
não se interessa. Elart já fala ali, ó.
O amor à Bíblia, o seu estudo não é
natural paraa juventude. A menos que os
pais façam dolorosos esforços para
construir barreiras ao seu redor, dia a
dia, por preceito e por exemplo,
porque não é fácil nem pra gente, não é
verdade? Tem dia que é muito bom, a
gente acorda morrendo de vontade de ler
a nossa Bíblia, de orar, mas tem dia que
não é assim.
Imagina eles. Então, somos nós que temos
que colocar essas rédias. Se eles
crescerem e e não tiverem os músculos
espirituais fortes, vai continuar
acontecendo o que está acontecendo, né?
Um grande número de apostasia
espiritual. Por quê? Porque não tem
músculos fortes, não foi treinado para
isso.
São os músculos espirituais mesmo.
E isso só vai acontecer se eles verem em
nós uma coerência.
É que nem eu disse para vocês, não
adianta nós só falarmos, eles precisam
ver em nós.
Então, se eu quero que o meu filho tenha
músculos espirituais fortes, eu antes de
tudo preciso ter esses músculos
espirituais fortes. Antes de tudo,
preciso e e mostrar para ele que Deus é
prioridade na minha casa, na minha vida,
na na que a a igreja, as coisas de Deus,
elas são prioridade para nós.
E é assim que eles vão entendendo e vão
internalizando essa coerência.
E é assim que eles vão criando, eles vão
criando músculos espirituais fortes.
E sabe essa coerência? Esses músculos
fortes, eles é muito, eles são muito
importantes na família, como eu falei
para vocês, é a base de tudo. Mas aqui
eu também acredito que esteja falando
com líderes de igreja. E essa coerência
ela precisa se estender paraa igreja
também. E o modo como que eles se sentem
parte dessa igreja. Então, o primeiro
ponto pelo qual nós perdemos as nossas
novas gerações é a base. É porque nós
estamos errando na base. Nós estamos
pecando e estamos sendo poucos pouco
persistentes na base. E o segundo ponto
é que nós estamos sendo pouco coerentes
dentro da igreja. Como assim, Juliana?
Bom, a igreja ela também precisa ser um
lugar onde a criança e o adolescente ele
entenda que ali é um lugar onde ele faz
parte.
Nós falamos um pouquinho sobre isso no
início da no início da live ali, né? A
fase da da adolescência é a fase onde
ele precisa se sentir parte de algo. Se
ele não se sente parte de algo, ele não
fica. É ponto final. É isso. E é preciso
que a igreja se torne algo onde ele se
sente parte.
Então o que que eu posso fazer? Tá,
então vai ter, vai ter que fazer a
igreja mais divertida, mas não, não tô
dizendo isso. Claro que a igreja, ela
precisa falar a linguagem deles também.
A igreja precisa ser e eh uma igreja
acolhedora. Mas acima disso, a igreja
precisa ser uma igreja discipuladora.
É preciso olhar para essas crianças,
para esses adolescentes da igreja e
entender que nós somos responsáveis por
discipulá-los.
É nós que precisamos olhar para aquela
menina, para aquele menino lá da igreja
e ver neles um potencial e poder e dar
para eles subsídios para que eles possam
se desenvolver dentro do potencial que
Deus deu para eles, para que eles se
sintam parte daquela igreja.
Quando a gente olha para Jesus com seus
discípulos, a gente vê que ele não criou
consumidores.
Mas sabe o que que muitas vezes nós
queremos como igreja? que os nossas
crianças, os nossos adolescentes vão lá,
sentem e nos assistam, aprendam.
Mas eles não querem ser só consumidores,
eles querem ser discípulos também. Eles
querem botar a mão na massa, eles querem
fazer, eles querem participar, eles
querem ser parte das decisões.
Então, não deixem de incluir, já falou
nos fundamentos do lar cristão, não
deixe de incluir os pequenos nas
atividades espirituais. Envolva-nos,
consagrem a Cristo.
Eles precisam disso. E sabe, gente,
esses tempos eu tava vendo um um uma
página no Instagram. Eu morava em
Maringá um tempo atrás. E esses tempos
eu tava rolando a página do Instagram e
eu vi uma uma um anúncio, né, vereador
Mirim. Eu falei: "Nossa, que
interessante, nunca tinha vi visto isso,
né?" E agora a gente na na época de
eleições, eh, e aí eu falei assim: "O
que que é isso?" Aí fui ver e vi que na
cidade de Maringá tinha uma um projeto
de vereador Mirim. E aí fui perguntar,
fui no direct, perguntei como
funcionava, enfim. E eles falaram que
era realmente isso. Existe um um uma
porcentagem na na Câmara
de vereadores mi adolescentes que
poderiam ir lá se candidatar para ser
vereador. Eles podem trazer os projetos
e o prefeito vai ouvir os projetos, se
for o caso, vai implantar esses
projetos. Aí eu perguntei, mas já
aconteceu de de, por exemplo, o o o
prefeito olhar um projeto desse e e
aceitar e colocar e implantar? Eles
falaram: "Já, já aconteceu". E aí eu
fiquei pensando, meu Deus, o mundo já
entendeu que nós precisamos ouvir as
novas, as nossas novas gerações e eles
precisam se sentir parte das decisões. E
muitas vezes nós dentro da igreja não
entendemos isso.
E sabe, eles precisam se sentir parte,
eles precisam participar, eles
[limpando a garganta] precisam, eles
precisam participar das decisões, eles
precisam eh eh ter responsabilidades.
E sabe por muitas vezes isso não
acontece? Porque nós subestimamos a
capacidade deles de fazer isso. Uma vez
nós estávamos em algum lugar do planeta
aí e nós cuidávamos de uma igreja e
nessa igreja tinha um um irmão lá que
cuidava da música e ele cuidava da
música já assim uns 30 anos mais ou
menos. E aí eu lembro que numa época de
de comissão de nomeações e aí tava tava
passando os cargos e aí passou o cargo
da música, né? E tinha uma adolescente
que também gostava muito de música. Ela
tinha uns 15 anos de idade na na época.
E eu lembro que que o Ed, meu marido,
ele pegou e falou assim: "Gente, que que
vocês acham da gente colocar a fulana no
Ministério da Música esse ano, né? O
irmão fulano já tá há muitos anos, tal,
poderia colocar ela como diretora?" E aí
foi muito debatido. Aí o pessoal falou
assim: "Não, mas como? Ela é muito nova,
ela não vai ter responsabilidade, né?
precisa chamar as pessoas, ir lá puxar
os hinos, enfim. Aí ele pegou e falou
assim: "Gente, o pior que pode acontecer
é o seguinte, ela não aparecer ou não
chamar ninguém, mas o irmão fulano, que
já tá aqui há tantos anos, vai est por
aqui. Se ela por por um acaso vacilar,
ele vai lá, assume, enfim, e faz o e faz
acontecer."
Aí com muito custo aceitaram aí
colocaram a menina como a diretora de
música daquela igreja ali. Nós ficamos
dois anos nesse distrito. Quando nós
saímos de lá, uma igreja que era puxada
dos hinos com playback passou a ter um
coral, um grupo de louvor e todos todas
as músicas eram tocadas, não mais com
playback, agora com instrumentos.
Tudo feito por uma menina de 15 anos,
sabe? Isso mostra para mim e e e
gostaria que mostrasse para você também
do quanto nós bloqueamos e subestimamos
as novas gerações. E esse também é o
segundo principal ponto pelo qual nós
estamos perdendo as nossas novas
gerações. O primeiro é a falta de
músculos fortes espirituais e o segundo
é a falta de confiança, a falta de
espaço, sabe? É só isso, é só essa essa
confiança, eh, essa esse espaço, essa a
eh essa
disposição em discipular as novas
gerações, é que vai fazer com que eles
tenham músculos espirituais fortes e
fazer com que eles entendam de que eles
são parte dessa mensagem que nós estamos
pregando. Eles são parte dessa geração
que vai fazer com que Jesus volte.
Mas sabe, se nós não cumprirmos a nossa
parte como pais, como líderes, eh é
muito difícil isso acontecer, porque
como eu disse no começo e tá escrito lá
em Salmos, a responsabilidade é minha, é
sua, é nossa. Somos nós quem somos
responsáveis por passar isso paraas
novas gerações.
Você consegue entender isso? E consegue
entender a profundidade disso? Eu queria
finalizar aqui eh essa nossa conversa
mostrando para vocês um vídeo. Esse
vídeo é um vídeo antigo, é um vídeo de
um testemunho, de uma menina. E eu
gostaria que você, todo mundo acha esse
vídeo muito triste, mas sabe dentro da
perspectiva que nós estamos estudando de
de educação, de espiritualidade e da
questão da potencialização e da
potencialidade que tem as novas
gerações,
eh esse vídeo para mim ele é maravilhoso
e eu gostaria que você visse eh esse
vídeo agora. Eu não sei se vocês, o
pessoal aí do
da mídia consegue colocar para mim o
vídeo.
>> [música]
[música]
>> E aos domingo é a rádio e eu começo com
a meditação. Tem o tempinho [música] das
crianças, onde eu conto historinhas
infantis, depois vem os brindes [música]
e assim é o programa de todos os
domingos.
Segunda-feira
de manhã eu estudo
e à tarde a gente faz bastante trabalho
missionário. [música]
Terça-feira eu visito o asilo e lá a
gente canta, a gente ora, a gente
brinca. Tem algumas pessoas até que
[música]
são sozinhas assim, sabe? que se abrem
bastante com a gente.
[música]
Quarta-feira a gente se reúne na minha
casa para fazer a [música] cooperativa.
A gente faz telha, decupagem,
a gente [música] faz biscuit, vidros, a
gente faz portaretrato de EVA, a gente
fazem [música] minhas geladeira, várias
coisas de artesanato, porque as famílias
que trabalham na cooperativa são
famílias bem carentes.
[música]
Sexta-feira eu montei um grupo de oração
intercessória. [música]
Então, cada criança pega esse pedido de
oração que vem de de várias [música]
igrejas e ora. por este nome que pegou
no papelzinho. Essa oração intercessória
é bem interessante [música] porque
muitos pedidos já foram respondidos
através das nossas orações, né? [música]
Porque a oração tem poder.
Aos sábados eu me acordo um pouquinho
mais cedo e convido algumas crianças
para irem à igreja. Esse é minha semana,
né? No sábado da mesma semana, eu me
batizei. Na outra quinta [música] eu
montei o meu pequeno grupo. A primeira
pessoa que eu fui foi no Robert. Disse
assim: "Robert, tu vai ser muito
importante pro pequeno grupo, Robert. Um
fazia chamada, outro era diácono, outro
era recepcionista, [música]
outro era diaconista, outro integrava a
folhinha do tema". Só que cada um que
tinha seu cargo tinha que levar dois
amiguinhos.
Então o número de crianças foi
aumentando, de 10 foi para 20, [música]
25 e hoje se encontra um as 45 crianças.
O interessante que [música] através do
meu pequeno grupo deu para fazer todos
esses trabalhos missionários. Eu sou uma
criança normal porque eu estudo, eu
brinco quando dá [música] tempo, curto
os meus pais, curto as minhas irmãs.
Jesus nos dá 24 horas. Se tirarmos
[música] uma hora para fazer um trabalho
missionário, entregar um folheto,
entregar um curso bíblico, [música]
porque Jesus está voltando, ele está
mostrando sinais, profecias, isso tudo
já está se cumprindo. [música]
Se não fazermos a nossa parte agora, se
quiser fazer amanhã, talvez não deixe,
não dê tempo.
>> [música]
[canto]
[música]
>> Andressa levou mais de 100 [música]
pessoas ao batismo.
A gente não entende todas as coisas e
talvez um dia a gente vai entender, né,
o porquê ela partiu tão nova.
Mas como eu disse para vocês, esse vídeo
[música] ele para mim não é um vídeo
triste, porque eu vejo
uma criança
que foi extremamente usada por Deus,
talvez mais usada do que muitos de nós,
né?
E quando eu lembro da história da
Andressa, eu não perco uma oportunidade
de de mostrar a história da Andressa,
talvez você já tenha tenha visto esse
vídeo,
eu consigo enxergar muito claro o quanto
Deus anseia usar as novas gerações. E eu
sei o quanto ele ele quer fazer isso. Só
que às vezes nós como pais, como
mentores, como discipuladores,
nós não estamos fazendo a nossa parte
para que Deus os use, para que eles
realmente sejam uma bênção, para que
eles preguem o evangelho, para que eles
façam Jesus voltar.
E e o meu apelo, a minha oração hoje
como mãe, como, né, como cristã, como
professora, como alguém que que ama as
novas gerações,
eh, é que nós possamos nos aprofundar,
nos debruçar nisso, que possamos ser
coerentes, que possamos ser eh acima de
tudo amantes da palavra de Deus,
obedientes a Deus, para que assim nós
consigamos
fazer com que essa essa realidade que
hoje nós temos de grande apostasia das
novas gerações, ela seja uma realidade
totalmente diferente, porque através de
uma família firme, de uma família
espiritual forte, de uma igreja forte,
eh fica claro que nós vamos conseguir
fazer uma geração forte e uma geração
que quer ver Jesus voltar.
que nós possamos ser instrumentos de
Deus nessa causa e que possamos, acima
de tudo, ser o porta-voz de Deus para
discipular essas novas gerações.
E com muito
com muita com muita alegria, sabe? E com
muita oração que eu peço para Deus todos
os dias isso, essa sabedoria.
E se você tem esse desejo também, eu
queria te convidar a orar comigo agora e
nós vamos pedir para que Deus nos dê
essa essa sabedoria necessária, essa
força necessária e essa persistência
necessária para que nós sejamos
instrumentos na mão dele para discipular
as novas gerações. Vamos orar.
Senhor, muito obrigada, Pai, porque
já chegamos no meio da semana. Sabemos
que uma semana cansativa para muitos de
nós,
mas nós paramos aqui um pouquinho, pai,
para estudar um pouco mais sobre qual é
o nosso papel como pai, como mãe, como
líder.
Nós sabemos, Pai, que Satanás tem
trabalhado arduamente para poder
derrotar as novas gerações, para
afastá-los de Ti, Pai. Mas nós te
pedimos, Senhor, que o Senhor não deixe
que as forças do mal seja maior, Pai, do
que os nossos esforços,
seja maior do que a nossa sabedoria
vinda de ti para influenciar, Senhor, as
nossas novas gerações para o teu reino.
Que possamos ser instrumentos teus, Pai,
para discipular os nossos pequenos e
pequenas nos seus caminhos. E que o
Senhor possa, Pai, através dele fazer
grandes coisas e, acima de tudo, que
através deles o Senhor possa voltar,
Pai, para nos buscar. Abençoa-nos,
conduza-nos e nos dê muita sabedoria. É
o que nós te pedimos pelo doce nome de
Jesus. Amém.
Um prazer pessoal conhecer vocês, né?
Mesmo que virtualmente, mas que Deus
possa continuar nos abençoando e que
possamos orar uns pelos outros nessa
tarefa eh desafiadora. Que Deus os
abençoe.

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