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Análise do Evangelho de João 14/15 Antonio Neto

Análise do Evangelho de João 14/15 Antonio Neto


Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

o óquei mãos vamos partir pra nossa
décima quarta aula do módulo de análise
de joão e nesta matéria nós já temos
visto até aqui que o apóstolo joão ele
divide um seu evangelho em basicamente
duas grandes porções
a primeira dela é o chamado livro dos
sinais ea segunda chamada de um livro da
glória e durante toda essa matéria
nós reunimos as diferenças as principais
características e temas tratados é no
livro dos sinais e agora também no livro
da glória o ok mas uma característica
que os dois livros têm em comum é que
todos eles foram os dois essas duas
partes do livro de joão foram escritas
visando aquilo que nós vamos ver hoje
que são os capítulos 18 e 19 ou seja a
narrativa da crucificação
durante todo o evangelho de joão joão
preparou os leitores para este momento
por exemplo a partir do capítulo 5 você
tinha lhe o senhor jesus cristo sendo
colocado no banco dos réus
então joão quis demonstrar que jesus não
for não seria colocar no banco dos réus
apenas na sua crucificação
mas ele foi julgado e condenado pelos
fariseus é e pelas autoridades do texas
durante todo o seu ministério
em vários momentos no evangelho de joão
o apóstolo joão faz questão de de
afirmar que os judeus queria prendê lo
para matá-lo mas ainda não era chegado a
sua hora
então essa referência
a esta hora a este momento do senhor
jesus cristo também por todo o evangelho
de joão você tem o senhor jesus cristo
fazendo menção ao momento em que ele
seria levantado certo então desde o
capítulo 3 versículo 15 versículo 14 15
você tem a dimensão desse momento de
levantamento do senhor jesus cristo
referindo se à sua crucificação
também ali no capítulo 12 do evangelho
de joão você tem naquele momento em que
maria ele ela um gil sejam jesus cristo
e o senhor jesus diz que ela fez isso
para o momento da sua morte e então você
tem quatro grandes capítulos no caso do
capítulo 13
o capítulo cardoso capítulo 15 ou na
verdade no capítulo 13 isso a partir do
capítulo 13 14 15 16 e o capítulo 17
incluindo educação cinco grandes
capítulos
você tem ali o apóstolo joão nos
preparando ou mostrando o senhor jesus
preparando os seus discípulos para o
momento da sua crucificação e para o
momento poles crucificação e
ressurreição ok então todo o evangelho
de joão a partir do capítulo v ciclo 19
até o final do capítulo 17 ele nos
preparar para este momento os capítulos
18 e 19 do evangelho de joão
eles formam com climas do evangelho de
joão pois no evangelho de joão
após o jogo faz questão de ressaltar que
a crucificação
ao mesmo tempo que faz parte da
humilhação de jesus é o começo da sua
exaltação como nós vamos ver
nessa aula um pouquinho mais pra
frente ok então o evangelho de joão
então ele é escrito para combinar esses
dois capítulos que nós vamos analisar
hoje o agora que é os capítulos 18 e 19
do evangelho de joão ok então vamos
começar a analisar estes dois textos da
palavra de deus
ok mãos então vamos é analisar estes
dois capítulos aí os capítulos 18 e os
capítulos no capítulo 19 do evangelho de
joão então visto que agora nós estamos
passando dessa parte zinha que é a esse
discurso de despedida no senhor jesus
cristo
agora eu quero que vocês introduzidos a
estes dois capítulos bem importantes no
evangelho de joão
os capítulos 18 de nove irmãos montam
uma sessão à parte no chamado livro da
glória pois ele possui a narrativa da
crucificação ok então lembrando que este
livro da glória ele começa ali no
capítulo 13 e ele é centrado no processo
de glorificação do senhor jesus cristo
senhor jesus prepara os seus discípulos
ele é então levado para sua crucificação
ressurreição e tem um encontro vital
final com seus apóstolos
então por isso que é chamado de o livro
da glória
mas como a gente também tem visto dentro
dessas grandes sessões a pequenas
subseções como foi o discurso de
despedida e agora a gente está entrando
numa 2ª subseção do livro da glória que
é o chamado aqui é a narrativa da
crucificação
quando eu disse na introdução dessa aula
é todo o evangelho de joão nos preparava
para esta
narrativa especialmente os capítulos 13
a 17 o que além disso a narrativa que
nós encontramos do evangelho de joão
narrativa da paixão ou seja da
crucificação
ela possui a mesma cronologia dos
sinóticos ok mas me também recebe uma
enorme influência da tradição histórica
o que quero dizer com isso que na
narrativa da crucificação do apóstolo
joão você nota uma certa variação do
apóstolo joão da forma de narrativa que
ele deu aos demais textos lixo que é bem
possível é bem provável que a os sinais
descritos pelo apóstolo joão nos demais
textos são sinais oriundos ou ele lembra
por meio da sua do seu próprio
testemunho visual visto que o apóstolo
joão era um dos 12 andaram que andou co
jesus porém na narrativa da crucificação
você nota uma série muito grande de
detalhes
ok não só uma série de detalhes como um
evento que o apóstolo joão poderia estar
não estaria presente
isso demonstra que o apóstolo joão então
na narrativa da crucificação ele
procurou fontes históricas ou seguiu
tradições históricas confiáveis a
respeito da das nativas em torno da
pessoa de jesus cristo ok então isso é
importante de ser dito porque o trabalho
do estudante das escrituras é de
harmonizar os textos dos evangelhos com
esse texto de jô
porém no evangelho de joão alguma sou
uma série de informações
elas são adicionadas por que então no
evangelho de joão você recebe um
pouquinho de um pouco mais
a respeito da crucificação do senhor
jesus cristo
a nativa da paixão feita por joão é a
que mais traz elementos de uma
testemunha visual
então é a pensar porque eu acabei de
dizer que o apóstolo joão também
dependendo de testemunhos históricos mas
você nota tema narrativa dele como a sua
narrativa depende de um apóstolo joão
faz questão de dar indícios de que
nenhum aquilo que estava acontecendo
certo então por exemplo versículo 15 do
capítulo 18 diz o seguinte simão pedro e
outro discípulo seguiam a jesus
então como é que joão não sabia quem é
esse outro discípulo é claro que ele
sabia e é porque ele não gosta de se
nomear no seu no evangelho
então claramente aqui é joão e pedro
então está dizendo e simão pedro e ele
seguiu a jesus sendo este disse blue ou
seja o apóstolo joão mesmo conhecido dos
hubs a ser dote entrou para o pátio
deste com jesus pedro porém ficou de
fora
o que joão qual o interesse de joão de
colocar na sua narrativa que ele entrou
no pat com jesus porque ele quer que os
seus leitores saibam que aquilo que ele
vai narrar ele viu ele presenciou ele
ele pode é experimentarmos visualmente
tudo aquilo muita coisa do que ele vai
narrar então ele vai está se colocando
aqui como a como uma testemunha visual
dos fatos a respeito da crucificação do
senhor jesus cristo aqui então é estas
são algumas informações importantes de
você entender antes
entrar nos capítulos 18 e 19
então como a gente tem feito sempre
vamos primeiro entender a estrutura do
capítulo 18 estão em primeiro lugar você
tem aí no capítulo 18 versículos de 1
até 8 você tem a ativa da prisão do
senhor jesus cristo certo nós sabemos já
sabemos que no capítulo de nos capítulos
de 13 até o 16 na última ceia do senhor
jesus cristo ele anunciou que haveria um
traidor índice que era judas e juntos
então se retirou para trair a jesus
então no capítulo 18 ver ciclón é dito
que um senhor jesus saiu com os
discípulos e foi para o jardim do
getsêmani e chegando lá
depois de um tempo que nós sabemos pelos
sinóticos judas o traidor
ele chegou a para com a escolta para
prender o senhor jesus cristo
ok então desde capítulo 18 a 21 até 8
você tem essa narrativa da prisão do
senhor jesus cristo a partir do
versículo 12 certo na verdade mãos a
prisão de jesus é tomou um
até o 11 com quem não até 18 é 18 do 1
ao 11 e ok então no capítulo 18 a partir
do versículo 12 até o 27
você tem aí jesus pedro e annas ok quem
era da sanasa o sogro de caifás que era
o sumo sacerdote daquela época
só que há nas visto que nas era
muito conceituado e era muito respeitado
por meio das autoridades
então jesus foi levado até a nas então
os romanos prenderam a jesus certo
soldados soldados a soldados judeus
prenderam a jesus e levaram ele até a
nas só que joão então narra o senhor
jesus cristo sendo levado até nas e
então pedro fica do lado de fora e traem
a jesus é pedro ele nega a jesus e então
joão para essa narrativa na negação de
pedro pra continuar a narrativa do dos
eventos dentro do palácio de dean nas
onde o senhor jesus cristo estava sendo
interrogar certo e isso é interessante
porque no versículo 27 25 19
você tem amigos ou um sacerdote
interrogou jesus acerca dos seus
símbolos e da sua doutrina e então a
versículo 22 é dito que um dos quadros
que ali estavam deu uma bofetada de
jesus é assim que fala ao sumo sacerdote
aplicou injeções se falei mal da
testemunha do mal mas se falei bem
porque me fez então o apóstolo joão
coloca que jesus como sendo alguém que
começou a sofrer mas não abrir mão nem
dos seus discípulos nem da sua doutrina
vejo que o interrogatório foi acerca dos
discípulos e da doutrina e imediatamente
o apóstolo joão passa a mostrar o
contrário disso que foi o apóstolo pedro
traindo a jesus ou negando ao senhor
jesus cristo certo para um dos cegos do
sumo sacerdote jesus não negando os seus
discípulos para o sul sacerdote e pedro
negando ao seu mestre diante do cerro do
sul o sacerdote ok agora a relevância
disso nós vamos ver
posteriormente depois então a partir do
versículo 28
você tem o primeiro episódio de jesus
perante pilatos
então você vai ter pelo menos dois
episódios em que o senhor jesus cristo
mais ser colocado perante pilatos porquê
mas sabemos por meio dos lucros
evangelho que jesus foi levado para
pilatos pilatos mandou ele irá ter otis
year ótimo adorei de volta para pilatos
o que então jesus teve dois episódios
diante de pilatos
então basicamente essa cronologia aqui
do capítulo 18 do evangelho de joão
agora os quais são qual a implicação
teológica para um livro para o evangelho
de joão dos capítulos de do capítulo 18
primeiro lugar nós o apóstolo joão
ele começa a ele gosta de ressaltar aqui
de quem é a responsabilidade pela morte
de jesus
isso é o fator muito importante para os
leitores primários da época de joão
porque porque os leitores primários sem
dos judeus injete os processos que não
necessariamente eram cristãos certamente
eles tinham acesso a toda a tradição em
torno da pessoa de jesus mas sendo que
eles não eram cristãos a o acesso que
eles tinham era
as informações as tradições passadas por
fariseus e pelos judeus não conquistamos
então jesus ele era considerar um
criminoso próprio joseph deixei isso
muito
deixe explícito da sul no seu livro
certo quando de slake judeu que os
discos ficar o homem um criminoso na sua
ideia é certo os romanos classificaram o
criminoso na judéia então jesus é
considerar bole um criminoso e se você
notar mãos
o apóstolo joão ele descreve pilatos
como continuamente querendo libertar o
senhor jesus cristo
talvez esse capítulo 18 versículo 29
então pilado saiu para lhes falar ele
disse que a acusação trazeis contra este
homem responderam se este não fosse mal
feitor não tudo entregarei anos entre
cores pois pilatos tomarem mais outros e
julgar o segundo a vossa lei responder
onde os judeus
a nós não nos é lícito matar ninguém
parece que se cumprisse a palavra de
jesus significam um modo porque havia de
morrer
então o que você percebe que o apóstolo
joão mostra que pilatos queria se livrar
de jesus mais os judeus não queriam isso
porque os de deus que não é matar jesus
e bispos de deus não poderiam aplicar a
pena capital a pena de morte eles
queriam que jesus fosse julgar a temos
com humanos
então você nota aqui alguns detalhes por
exemplo capítulo 18 de ciclo 2 de julho
das por trás do cérebro a partir do
versículo 12 jesus é levado para a nas
certo e então
jesus ele é julgado a língua das e anaso
enviou versículo 24 a presença de caifás
então quando jesus chega na casa de
caifás eles então levar jesus para
pilatos
então você nota que judas em três gols
jesus para os judeus para as autoridades
judaicas e as autoridades de datas e
entregar jesus para os comandos
isso é extremamente relevante mãos
porque joão deseja mostrar que jesus
ele foi morto por meio de uma traição
dos seus discípulos certo mas
especialmente por causa de uma trama do
judaísmo e que o judaísmo o que use o
deus as autoridades judaicas traíram o
seu povo visto que o povo havia
reconhecido gestores como rei na entrada
triunfal e as autoridades judaicas
queriam matar jesus então jesus não foi
morto como criminoso
jesus foi morto por meio de uma trama
das autoridades judaicas para matá lo e
depois nós saberemos que foi por inveja
ok
o principal motivo dos judeus terem
matado foi por inveja
outro tema também mouse é o tema do
reinado de jesus e isso fica bastante
expresso nos versículos 33 a 41
versículo 33 dias pilatos a entrada do
pretório chamou jesus e produtores
é isto o rei dos judeus e então vende
jesus esse poder foi mesmo
pergunta onde disseram outros haver
respeito replicou pilatos porventura sou
judeu a tua própria gente e os
principais xodós é que te entregar um
amigo o que fizeste respondeu jesus o
meu reino não é deste mundo se o meu
veículo fosse este mundo
os mesmos ministros se empenharam por
mim para que não fosse eu entregue aos
herdeiros
mas agora o meu reino não é daqui então
disse pilatos logo tu és rei respondeu
jesus tu dizes que sorri eu para isso
dá-se e para isso vim ao mundo a fim de
dar testemunho da verdade todo aquele
que é verdade
ouvir a minha voz perguntou-lhe pilatos
o que é a verdade
tendo dito isto voltou aos judeus ele
disse eu não acho ele crime algum
é costume entre vós que eu sou o sol de
alguém por ocasião da páscoa
quereis pois que vos solte o rei dos
judeus
então gritaram todos novamente não é
este mas babás ó barra mais é a
salteador vegetal saque a a forma de
narrativa do apóstolo joão desse
encontro de jesus copilados você tem
aqui um encontro de dois reis piloto era
o rei da linha da judéia da região da
judéia e jesus então o rei mas não deste
mundo então que o apóstolo joão quer
mostrar aqui é o contraste entre pilatos
jesus e babás ou no caso aqui mostrando
a relação entre pilatos jesus e babás
sérgio jesus
ele foi julgado por pilatos que eram rei
efe
e foi trocado por babás que foi o
salteador agora porque foi feito isso
porque jesus ele é um fim mas ele não é
o rei dos padrões humanos pelos
critérios humanos pelas prerrogativas
humanos
o reino de jesus não é deste mundo ea
idéia dessa expressão seria neste mundo
é que a origem do reino de jesus não é
nada não é nada esfera uma a origem do
reino de jesus e na esfera divina não é
que jesus está dizendo que o reino dele
em outro lugar não reino dele é no
planeta terra é na unidade
só que ele não surge da humanidade eles
hoje do alto
então jesus aqui durante a narrativa da
paixão ele é colocado como rei em várias
e várias vezes e ele é colocado como rei
tanto na sua perspectiva quanto ele será
tratado como rei por pilatos até mesmo
lado sul considera fio
isso daqui mãos é um fator interessante
joão quer mostrar que pilatos inocentou
jesus e que inclusive pilatos reconhecia
que jesus era um tipo de rei
agora quem não reconhecia isso eram os
líderes julgados mais uma vez mostrando
de quem foi a responsabilidade pela
crucificação de jesus
então você tem também outra temática
importante aqui no capítulo 18 que é a
temática da traição de pedro certo então
a figura de pedro irmãos é era uma
figura extremamente proibido leite e
importante ali no primeiro século e joão
então quer mostrar
aqui a tradição de pedro como preparação
para o que ele vai lá no capítulo 21 no
capítulo vi tin oo ele vai mostrar que o
aquele mesmo pedro que traiu jesus foi
convocado por jesus para ser um pastor
das suas ovelhas mostrando então que o
senhor jesus cristo ele tem poder
restaurador
ele tem poder de perdoar aqueles que têm
um trairão aqueles que um ego negaram
então isso daqui teria uma relevância
nova para aqueles de deus que já haviam
negado a jesus
durante todo aquele tempo por keira
partida então aqui para o capítulo 19
o capítulo 19 que narra a crucificação
a partir do versículo primeiro até o
versículo 16 você tenha que a narrativa
de um outro encontro de r jesus copilado
jesus piran perante pilatos mais uma vez
não deixou disse que pilatos mandou
soltar jesus e aí tem a narrativa e que
os soldados colocam uma coroa de
espinhos eo coloca uma veste e comércio
e começava então a blasfemar contra ele
certo e então eles levaram jesus até
piladas e pilatos então colocou o povo
para escolher o que fazer com jesus e o
povo então é o texto diz aqui versículos
ses
ao verem nos principais acervos lotes e
os seus guardas gritar
então isso é importante de se perceber
em mãos o apóstolo joão aquele
específica que foram os sacerdotes e os
guardas e os faróis e luzes dos faróis
estava cuidando de todo o processo então
os fariseus convenceram ali aqueles que
estavam nas ruas
de influência a escolher que jesus fosse
crucificado e então após o jogo faz
questão de dizer do bairro pois outros e
crucificar
eu não acho nele crime algum certo então
a versículo 7 mostra a causa da acusação
é que jesus assim mesmo se fez filho de
deus
e aí o texto nos mostra que pilatos
ficou atemorizar porquê porque nós
sabemos irmãos que esse é o tipo de
afirmação que não é qualquer pessoa que
faz o que eu sou filho de deus como
dizer se é silêncio
o jesus era louco ou mentiroso ou ele
era de facto deus só que pilatos sabia
que jesus nem era louco que nem era
mentiroso então pilatos ficou
extremamente é extremamente alertado
extremamente a demonizado com o senhor
jesus cristo e um versículo 12 anos diz
versículo 11
nenhuma autoridade teria sobre mim sem
de cima não te fosse dada por isso quem
entregou a ti maior pecado tem ou seja
que jesus diz que piloto estava fazendo
aquilo que lhe convinha estava cumprindo
sua autoridade maior pecado tinham mesmo
os judeus
então certo a veículo 12
o texto diz que pilatos procurava soltá
lo então norte ea ênfase irmãos e então
a vencer com 16 diz que pilatos entregou
para ser crucificado e começa então a
narrativa da crucificação do versículo
16 até o versículo 24 senhor jesus
cristo é levado
ficação e então os ciclos 20 5 até o 30
você tem ali os últimos a de jesus ea
sua morte de ciclos 3831 perdão irmãos
corrigir 85 os 31 até 42 então você tem
o sepultamento de jesus
ok então vamos agora pra ver aqui o
significado de joão 19
em primeiro lugar você tem a continuação
do tema do reinado do senhor jesus
cristo
veja irmãos aqui a narrativa da
crucificação
então você tem aqui um versículo 17
tomaram ele pois a jesus e ele próprio
carregando a sua cruz sair para um lugar
chamado calvário gólgota em hebraico
onde o crucificaram e com ele outros
dois um de cada lado jesus no meio
pilatos escreveu também o título colocou
no cimo da cruz o que estava escrito é
jesus nazareno o rei dos judeus
então not aqui mãos que tem aqui o que o
após o jogo está querendo fazer é
mostrar os outros evangelista também que
até mesmo na cruz a cruz foi um grande
contraste porque é um rei estava sendo
crucificado
então você tem uma forma aqui de deixar
claro este grande contraste paradoxo na
cruz do calvário onde o que você nota é
um rei sendo crucificado e os judeus não
querendo reconhecer que jesus era o rei
dos judeus certo então a você tem ainda
a temática do reinado de jesus
e quando vocês
aqui no sepultamento do senhor jesus
cristo
na verdade você já tem aqui quando o
soldado abriu o lado do senhor jesus
você nota o apóstolo joão já dando uma
interpretação teológica da crucificação
de cristo cumprindo antigo testamento e
um sepultamento de jesus
ele não foi o sepultamento de um
criminoso certo
então o que você percebe que joão está
deixando tá querendo deixar claro para
os seus leitores que a morte de jesus
não foi a morte de um criminoso que
jesus foi morto pelos judeus mas que as
autoridades romanas no caso pilatos ele
reconhecia que jesus não era um
criminoso e josé de arimateia que era um
dos discípulos de jesus deu a jesus um
sepultamento que não era o sepultamento
típico de um criminoso numa vala comum
o texto diz certo que tanto josé de
arimateia quanto nicodemos levaram 100
libras de imposto de mirra e aloés
envolveram jesus como e sol e com aromas
e colocaram ele é dono dos e pouco então
jesus
ele não foi crucificado como o criminoso
ele foi crucificado como rei então que
joão quer mostrar aqui bons que jesus
ele é um sacrifício morrendo na cruz
especialmente num momento histórico da
páscoa certo então ele faz questão de
deixar isso claro que é o momento
histórico da páscoa então ele deixa isso
muito claro neste ciclo 28 certo dizer o
que a ocasião a vale
era a ocasião da páscoa entre eles
estavam naquela comemoração da páscoa
certo então senhor jesus cristo ele é
oferecido aqui como um sacrifício é uma
compreensão teológica de que a cruz ela
possui um caráter repetitivo e não
meramente histórico isso é importante
mãos
o apóstolo joão ele dali interpretação
teológica para aquele evento histórico
por exemplo no versículo 24 edis lá para
se cumprir a escritura repartirão entre
si as minhas vestes e sobre a minha
túnica lançar sortes assim pois fizeram
o soldado certo depois no versículo 36 e
isso aconteceu para se cumprir a
escritura
nenhum dos seus ossos será quebrado e
versículo 37 outra vez diz a escritura
eles viram aquele a quem traz passado
são joão está dando aqui uma
interpretação teológica para aquele
evento dizendo que aquele evento
histórico ele não é meramente um evento
da história ele é um evento histórico
que cumprir a profecia ele é um evento
histórico que transmitir uma informação
tecnológica além estava sendo oferecido
um sacrifício pela humanidade
então é essa idéia do apóstolo joão com
a sua narrativa da criação da
crucificação por que então é isso vamos
dar uma paradinha equipe na próxima aula
então a gente recato lula e prossegue
tão para os dois últimos capítulos do
evangelho de joão os capítulos 20 evite
um ok então até a próxima aula e com
deus deus os abençoe