Análise do Evangelho de João 14/15 Antonio Neto
05/04/2016Análise do Evangelho de João 14/15 Antonio Neto
Fonte: Escola Charles Spurgeon
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o óquei mãos vamos partir pra nossa décima quarta aula do módulo de análise de joão e nesta matéria nós já temos visto até aqui que o apóstolo joão ele divide um seu evangelho em basicamente duas grandes porções a primeira dela é o chamado livro dos sinais ea segunda chamada de um livro da glória e durante toda essa matéria nós reunimos as diferenças as principais características e temas tratados é no livro dos sinais e agora também no livro da glória o ok mas uma característica que os dois livros têm em comum é que todos eles foram os dois essas duas partes do livro de joão foram escritas visando aquilo que nós vamos ver hoje que são os capítulos 18 e 19 ou seja a narrativa da crucificação durante todo o evangelho de joão joão preparou os leitores para este momento por exemplo a partir do capítulo 5 você tinha lhe o senhor jesus cristo sendo colocado no banco dos réus então joão quis demonstrar que jesus não for não seria colocar no banco dos réus apenas na sua crucificação mas ele foi julgado e condenado pelos fariseus é e pelas autoridades do texas durante todo o seu ministério em vários momentos no evangelho de joão o apóstolo joão faz questão de de afirmar que os judeus queria prendê lo para matá-lo mas ainda não era chegado a sua hora então essa referência a esta hora a este momento do senhor jesus cristo também por todo o evangelho de joão você tem o senhor jesus cristo fazendo menção ao momento em que ele seria levantado certo então desde o capítulo 3 versículo 15 versículo 14 15 você tem a dimensão desse momento de levantamento do senhor jesus cristo referindo se à sua crucificação também ali no capítulo 12 do evangelho de joão você tem naquele momento em que maria ele ela um gil sejam jesus cristo e o senhor jesus diz que ela fez isso para o momento da sua morte e então você tem quatro grandes capítulos no caso do capítulo 13 o capítulo cardoso capítulo 15 ou na verdade no capítulo 13 isso a partir do capítulo 13 14 15 16 e o capítulo 17 incluindo educação cinco grandes capítulos você tem ali o apóstolo joão nos preparando ou mostrando o senhor jesus preparando os seus discípulos para o momento da sua crucificação e para o momento poles crucificação e ressurreição ok então todo o evangelho de joão a partir do capítulo v ciclo 19 até o final do capítulo 17 ele nos preparar para este momento os capítulos 18 e 19 do evangelho de joão eles formam com climas do evangelho de joão pois no evangelho de joão após o jogo faz questão de ressaltar que a crucificação ao mesmo tempo que faz parte da humilhação de jesus é o começo da sua exaltação como nós vamos ver nessa aula um pouquinho mais pra frente ok então o evangelho de joão então ele é escrito para combinar esses dois capítulos que nós vamos analisar hoje o agora que é os capítulos 18 e 19 do evangelho de joão ok então vamos começar a analisar estes dois textos da palavra de deus ok mãos então vamos é analisar estes dois capítulos aí os capítulos 18 e os capítulos no capítulo 19 do evangelho de joão então visto que agora nós estamos passando dessa parte zinha que é a esse discurso de despedida no senhor jesus cristo agora eu quero que vocês introduzidos a estes dois capítulos bem importantes no evangelho de joão os capítulos 18 de nove irmãos montam uma sessão à parte no chamado livro da glória pois ele possui a narrativa da crucificação ok então lembrando que este livro da glória ele começa ali no capítulo 13 e ele é centrado no processo de glorificação do senhor jesus cristo senhor jesus prepara os seus discípulos ele é então levado para sua crucificação ressurreição e tem um encontro vital final com seus apóstolos então por isso que é chamado de o livro da glória mas como a gente também tem visto dentro dessas grandes sessões a pequenas subseções como foi o discurso de despedida e agora a gente está entrando numa 2ª subseção do livro da glória que é o chamado aqui é a narrativa da crucificação quando eu disse na introdução dessa aula é todo o evangelho de joão nos preparava para esta narrativa especialmente os capítulos 13 a 17 o que além disso a narrativa que nós encontramos do evangelho de joão narrativa da paixão ou seja da crucificação ela possui a mesma cronologia dos sinóticos ok mas me também recebe uma enorme influência da tradição histórica o que quero dizer com isso que na narrativa da crucificação do apóstolo joão você nota uma certa variação do apóstolo joão da forma de narrativa que ele deu aos demais textos lixo que é bem possível é bem provável que a os sinais descritos pelo apóstolo joão nos demais textos são sinais oriundos ou ele lembra por meio da sua do seu próprio testemunho visual visto que o apóstolo joão era um dos 12 andaram que andou co jesus porém na narrativa da crucificação você nota uma série muito grande de detalhes ok não só uma série de detalhes como um evento que o apóstolo joão poderia estar não estaria presente isso demonstra que o apóstolo joão então na narrativa da crucificação ele procurou fontes históricas ou seguiu tradições históricas confiáveis a respeito da das nativas em torno da pessoa de jesus cristo ok então isso é importante de ser dito porque o trabalho do estudante das escrituras é de harmonizar os textos dos evangelhos com esse texto de jô porém no evangelho de joão alguma sou uma série de informações elas são adicionadas por que então no evangelho de joão você recebe um pouquinho de um pouco mais a respeito da crucificação do senhor jesus cristo a nativa da paixão feita por joão é a que mais traz elementos de uma testemunha visual então é a pensar porque eu acabei de dizer que o apóstolo joão também dependendo de testemunhos históricos mas você nota tema narrativa dele como a sua narrativa depende de um apóstolo joão faz questão de dar indícios de que nenhum aquilo que estava acontecendo certo então por exemplo versículo 15 do capítulo 18 diz o seguinte simão pedro e outro discípulo seguiam a jesus então como é que joão não sabia quem é esse outro discípulo é claro que ele sabia e é porque ele não gosta de se nomear no seu no evangelho então claramente aqui é joão e pedro então está dizendo e simão pedro e ele seguiu a jesus sendo este disse blue ou seja o apóstolo joão mesmo conhecido dos hubs a ser dote entrou para o pátio deste com jesus pedro porém ficou de fora o que joão qual o interesse de joão de colocar na sua narrativa que ele entrou no pat com jesus porque ele quer que os seus leitores saibam que aquilo que ele vai narrar ele viu ele presenciou ele ele pode é experimentarmos visualmente tudo aquilo muita coisa do que ele vai narrar então ele vai está se colocando aqui como a como uma testemunha visual dos fatos a respeito da crucificação do senhor jesus cristo aqui então é estas são algumas informações importantes de você entender antes entrar nos capítulos 18 e 19 então como a gente tem feito sempre vamos primeiro entender a estrutura do capítulo 18 estão em primeiro lugar você tem aí no capítulo 18 versículos de 1 até 8 você tem a ativa da prisão do senhor jesus cristo certo nós sabemos já sabemos que no capítulo de nos capítulos de 13 até o 16 na última ceia do senhor jesus cristo ele anunciou que haveria um traidor índice que era judas e juntos então se retirou para trair a jesus então no capítulo 18 ver ciclón é dito que um senhor jesus saiu com os discípulos e foi para o jardim do getsêmani e chegando lá depois de um tempo que nós sabemos pelos sinóticos judas o traidor ele chegou a para com a escolta para prender o senhor jesus cristo ok então desde capítulo 18 a 21 até 8 você tem essa narrativa da prisão do senhor jesus cristo a partir do versículo 12 certo na verdade mãos a prisão de jesus é tomou um até o 11 com quem não até 18 é 18 do 1 ao 11 e ok então no capítulo 18 a partir do versículo 12 até o 27 você tem aí jesus pedro e annas ok quem era da sanasa o sogro de caifás que era o sumo sacerdote daquela época só que há nas visto que nas era muito conceituado e era muito respeitado por meio das autoridades então jesus foi levado até a nas então os romanos prenderam a jesus certo soldados soldados a soldados judeus prenderam a jesus e levaram ele até a nas só que joão então narra o senhor jesus cristo sendo levado até nas e então pedro fica do lado de fora e traem a jesus é pedro ele nega a jesus e então joão para essa narrativa na negação de pedro pra continuar a narrativa do dos eventos dentro do palácio de dean nas onde o senhor jesus cristo estava sendo interrogar certo e isso é interessante porque no versículo 27 25 19 você tem amigos ou um sacerdote interrogou jesus acerca dos seus símbolos e da sua doutrina e então a versículo 22 é dito que um dos quadros que ali estavam deu uma bofetada de jesus é assim que fala ao sumo sacerdote aplicou injeções se falei mal da testemunha do mal mas se falei bem porque me fez então o apóstolo joão coloca que jesus como sendo alguém que começou a sofrer mas não abrir mão nem dos seus discípulos nem da sua doutrina vejo que o interrogatório foi acerca dos discípulos e da doutrina e imediatamente o apóstolo joão passa a mostrar o contrário disso que foi o apóstolo pedro traindo a jesus ou negando ao senhor jesus cristo certo para um dos cegos do sumo sacerdote jesus não negando os seus discípulos para o sul sacerdote e pedro negando ao seu mestre diante do cerro do sul o sacerdote ok agora a relevância disso nós vamos ver posteriormente depois então a partir do versículo 28 você tem o primeiro episódio de jesus perante pilatos então você vai ter pelo menos dois episódios em que o senhor jesus cristo mais ser colocado perante pilatos porquê mas sabemos por meio dos lucros evangelho que jesus foi levado para pilatos pilatos mandou ele irá ter otis year ótimo adorei de volta para pilatos o que então jesus teve dois episódios diante de pilatos então basicamente essa cronologia aqui do capítulo 18 do evangelho de joão agora os quais são qual a implicação teológica para um livro para o evangelho de joão dos capítulos de do capítulo 18 primeiro lugar nós o apóstolo joão ele começa a ele gosta de ressaltar aqui de quem é a responsabilidade pela morte de jesus isso é o fator muito importante para os leitores primários da época de joão porque porque os leitores primários sem dos judeus injete os processos que não necessariamente eram cristãos certamente eles tinham acesso a toda a tradição em torno da pessoa de jesus mas sendo que eles não eram cristãos a o acesso que eles tinham era as informações as tradições passadas por fariseus e pelos judeus não conquistamos então jesus ele era considerar um criminoso próprio joseph deixei isso muito deixe explícito da sul no seu livro certo quando de slake judeu que os discos ficar o homem um criminoso na sua ideia é certo os romanos classificaram o criminoso na judéia então jesus é considerar bole um criminoso e se você notar mãos o apóstolo joão ele descreve pilatos como continuamente querendo libertar o senhor jesus cristo talvez esse capítulo 18 versículo 29 então pilado saiu para lhes falar ele disse que a acusação trazeis contra este homem responderam se este não fosse mal feitor não tudo entregarei anos entre cores pois pilatos tomarem mais outros e julgar o segundo a vossa lei responder onde os judeus a nós não nos é lícito matar ninguém parece que se cumprisse a palavra de jesus significam um modo porque havia de morrer então o que você percebe que o apóstolo joão mostra que pilatos queria se livrar de jesus mais os judeus não queriam isso porque os de deus que não é matar jesus e bispos de deus não poderiam aplicar a pena capital a pena de morte eles queriam que jesus fosse julgar a temos com humanos então você nota aqui alguns detalhes por exemplo capítulo 18 de ciclo 2 de julho das por trás do cérebro a partir do versículo 12 jesus é levado para a nas certo e então jesus ele é julgado a língua das e anaso enviou versículo 24 a presença de caifás então quando jesus chega na casa de caifás eles então levar jesus para pilatos então você nota que judas em três gols jesus para os judeus para as autoridades judaicas e as autoridades de datas e entregar jesus para os comandos isso é extremamente relevante mãos porque joão deseja mostrar que jesus ele foi morto por meio de uma traição dos seus discípulos certo mas especialmente por causa de uma trama do judaísmo e que o judaísmo o que use o deus as autoridades judaicas traíram o seu povo visto que o povo havia reconhecido gestores como rei na entrada triunfal e as autoridades judaicas queriam matar jesus então jesus não foi morto como criminoso jesus foi morto por meio de uma trama das autoridades judaicas para matá lo e depois nós saberemos que foi por inveja ok o principal motivo dos judeus terem matado foi por inveja outro tema também mouse é o tema do reinado de jesus e isso fica bastante expresso nos versículos 33 a 41 versículo 33 dias pilatos a entrada do pretório chamou jesus e produtores é isto o rei dos judeus e então vende jesus esse poder foi mesmo pergunta onde disseram outros haver respeito replicou pilatos porventura sou judeu a tua própria gente e os principais xodós é que te entregar um amigo o que fizeste respondeu jesus o meu reino não é deste mundo se o meu veículo fosse este mundo os mesmos ministros se empenharam por mim para que não fosse eu entregue aos herdeiros mas agora o meu reino não é daqui então disse pilatos logo tu és rei respondeu jesus tu dizes que sorri eu para isso dá-se e para isso vim ao mundo a fim de dar testemunho da verdade todo aquele que é verdade ouvir a minha voz perguntou-lhe pilatos o que é a verdade tendo dito isto voltou aos judeus ele disse eu não acho ele crime algum é costume entre vós que eu sou o sol de alguém por ocasião da páscoa quereis pois que vos solte o rei dos judeus então gritaram todos novamente não é este mas babás ó barra mais é a salteador vegetal saque a a forma de narrativa do apóstolo joão desse encontro de jesus copilados você tem aqui um encontro de dois reis piloto era o rei da linha da judéia da região da judéia e jesus então o rei mas não deste mundo então que o apóstolo joão quer mostrar aqui é o contraste entre pilatos jesus e babás ou no caso aqui mostrando a relação entre pilatos jesus e babás sérgio jesus ele foi julgado por pilatos que eram rei efe e foi trocado por babás que foi o salteador agora porque foi feito isso porque jesus ele é um fim mas ele não é o rei dos padrões humanos pelos critérios humanos pelas prerrogativas humanos o reino de jesus não é deste mundo ea idéia dessa expressão seria neste mundo é que a origem do reino de jesus não é nada não é nada esfera uma a origem do reino de jesus e na esfera divina não é que jesus está dizendo que o reino dele em outro lugar não reino dele é no planeta terra é na unidade só que ele não surge da humanidade eles hoje do alto então jesus aqui durante a narrativa da paixão ele é colocado como rei em várias e várias vezes e ele é colocado como rei tanto na sua perspectiva quanto ele será tratado como rei por pilatos até mesmo lado sul considera fio isso daqui mãos é um fator interessante joão quer mostrar que pilatos inocentou jesus e que inclusive pilatos reconhecia que jesus era um tipo de rei agora quem não reconhecia isso eram os líderes julgados mais uma vez mostrando de quem foi a responsabilidade pela crucificação de jesus então você tem também outra temática importante aqui no capítulo 18 que é a temática da traição de pedro certo então a figura de pedro irmãos é era uma figura extremamente proibido leite e importante ali no primeiro século e joão então quer mostrar aqui a tradição de pedro como preparação para o que ele vai lá no capítulo 21 no capítulo vi tin oo ele vai mostrar que o aquele mesmo pedro que traiu jesus foi convocado por jesus para ser um pastor das suas ovelhas mostrando então que o senhor jesus cristo ele tem poder restaurador ele tem poder de perdoar aqueles que têm um trairão aqueles que um ego negaram então isso daqui teria uma relevância nova para aqueles de deus que já haviam negado a jesus durante todo aquele tempo por keira partida então aqui para o capítulo 19 o capítulo 19 que narra a crucificação a partir do versículo primeiro até o versículo 16 você tenha que a narrativa de um outro encontro de r jesus copilado jesus piran perante pilatos mais uma vez não deixou disse que pilatos mandou soltar jesus e aí tem a narrativa e que os soldados colocam uma coroa de espinhos eo coloca uma veste e comércio e começava então a blasfemar contra ele certo e então eles levaram jesus até piladas e pilatos então colocou o povo para escolher o que fazer com jesus e o povo então é o texto diz aqui versículos ses ao verem nos principais acervos lotes e os seus guardas gritar então isso é importante de se perceber em mãos o apóstolo joão aquele específica que foram os sacerdotes e os guardas e os faróis e luzes dos faróis estava cuidando de todo o processo então os fariseus convenceram ali aqueles que estavam nas ruas de influência a escolher que jesus fosse crucificado e então após o jogo faz questão de dizer do bairro pois outros e crucificar eu não acho nele crime algum certo então a versículo 7 mostra a causa da acusação é que jesus assim mesmo se fez filho de deus e aí o texto nos mostra que pilatos ficou atemorizar porquê porque nós sabemos irmãos que esse é o tipo de afirmação que não é qualquer pessoa que faz o que eu sou filho de deus como dizer se é silêncio o jesus era louco ou mentiroso ou ele era de facto deus só que pilatos sabia que jesus nem era louco que nem era mentiroso então pilatos ficou extremamente é extremamente alertado extremamente a demonizado com o senhor jesus cristo e um versículo 12 anos diz versículo 11 nenhuma autoridade teria sobre mim sem de cima não te fosse dada por isso quem entregou a ti maior pecado tem ou seja que jesus diz que piloto estava fazendo aquilo que lhe convinha estava cumprindo sua autoridade maior pecado tinham mesmo os judeus então certo a veículo 12 o texto diz que pilatos procurava soltá lo então norte ea ênfase irmãos e então a vencer com 16 diz que pilatos entregou para ser crucificado e começa então a narrativa da crucificação do versículo 16 até o versículo 24 senhor jesus cristo é levado ficação e então os ciclos 20 5 até o 30 você tem ali os últimos a de jesus ea sua morte de ciclos 3831 perdão irmãos corrigir 85 os 31 até 42 então você tem o sepultamento de jesus ok então vamos agora pra ver aqui o significado de joão 19 em primeiro lugar você tem a continuação do tema do reinado do senhor jesus cristo veja irmãos aqui a narrativa da crucificação então você tem aqui um versículo 17 tomaram ele pois a jesus e ele próprio carregando a sua cruz sair para um lugar chamado calvário gólgota em hebraico onde o crucificaram e com ele outros dois um de cada lado jesus no meio pilatos escreveu também o título colocou no cimo da cruz o que estava escrito é jesus nazareno o rei dos judeus então not aqui mãos que tem aqui o que o após o jogo está querendo fazer é mostrar os outros evangelista também que até mesmo na cruz a cruz foi um grande contraste porque é um rei estava sendo crucificado então você tem uma forma aqui de deixar claro este grande contraste paradoxo na cruz do calvário onde o que você nota é um rei sendo crucificado e os judeus não querendo reconhecer que jesus era o rei dos judeus certo então a você tem ainda a temática do reinado de jesus e quando vocês aqui no sepultamento do senhor jesus cristo na verdade você já tem aqui quando o soldado abriu o lado do senhor jesus você nota o apóstolo joão já dando uma interpretação teológica da crucificação de cristo cumprindo antigo testamento e um sepultamento de jesus ele não foi o sepultamento de um criminoso certo então o que você percebe que joão está deixando tá querendo deixar claro para os seus leitores que a morte de jesus não foi a morte de um criminoso que jesus foi morto pelos judeus mas que as autoridades romanas no caso pilatos ele reconhecia que jesus não era um criminoso e josé de arimateia que era um dos discípulos de jesus deu a jesus um sepultamento que não era o sepultamento típico de um criminoso numa vala comum o texto diz certo que tanto josé de arimateia quanto nicodemos levaram 100 libras de imposto de mirra e aloés envolveram jesus como e sol e com aromas e colocaram ele é dono dos e pouco então jesus ele não foi crucificado como o criminoso ele foi crucificado como rei então que joão quer mostrar aqui bons que jesus ele é um sacrifício morrendo na cruz especialmente num momento histórico da páscoa certo então ele faz questão de deixar isso claro que é o momento histórico da páscoa então ele deixa isso muito claro neste ciclo 28 certo dizer o que a ocasião a vale era a ocasião da páscoa entre eles estavam naquela comemoração da páscoa certo então senhor jesus cristo ele é oferecido aqui como um sacrifício é uma compreensão teológica de que a cruz ela possui um caráter repetitivo e não meramente histórico isso é importante mãos o apóstolo joão ele dali interpretação teológica para aquele evento histórico por exemplo no versículo 24 edis lá para se cumprir a escritura repartirão entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançar sortes assim pois fizeram o soldado certo depois no versículo 36 e isso aconteceu para se cumprir a escritura nenhum dos seus ossos será quebrado e versículo 37 outra vez diz a escritura eles viram aquele a quem traz passado são joão está dando aqui uma interpretação teológica para aquele evento dizendo que aquele evento histórico ele não é meramente um evento da história ele é um evento histórico que cumprir a profecia ele é um evento histórico que transmitir uma informação tecnológica além estava sendo oferecido um sacrifício pela humanidade então é essa idéia do apóstolo joão com a sua narrativa da criação da crucificação por que então é isso vamos dar uma paradinha equipe na próxima aula então a gente recato lula e prossegue tão para os dois últimos capítulos do evangelho de joão os capítulos 20 evite um ok então até a próxima aula e com deus deus os abençoe