Exposição em DANIEL -Aula 23/36 -Antonio Neto
29/06/2021Exposição em DANIEL -Aula 23/36 -Antonio Neto
Fonte: Escola Charles Spurgeon
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E aí [Música] E aí Olá pessoal vamos agora a partir para o Capítulo 8 aqui do livro do profeta Daniel e na sala nós vamos estudar nos Versículos 1 ao 14 que é a primeira parte do capítulo 8 você já deve Então se lembrar que o Capítulo 8 ele faz parte da Segunda grande seção do livro de Daniel que essas são que trata a o que vai além do versículo 7 até o Versículo 12 e que contempla as visões do Profeta Daniel certo então todas as outras situações narradas elas eram situações do Capítulo 1 ao capítulo 6 de cunho mais histórico de cunho mais narrativo as visões elas eram os sonhos e visões eram dadas a outros personagens e Daniel era quem é interpretava E Agora Nós temos Daniel tem duas visões e recebendo as interpretações dos Anjos aqui o capítulo aliás essa segunda parte aqui dos Versículos 7 a 12 ela também é dividida em duas partes onde em primeiro lugar nós temos duas visões e depois nós temos duas profecias interpretadas nos Versículos 9 até dos Capítulos 9 a 12 na aula passada a gente viu o Capítulo 7 a gente terminou de ver o Capítulo 7 que é uma visão paralela do capítulo 2 e nós vimos então que ali se refere a quatro reinos da aula passada eu trabalhei essa ideia dos quatro reinos com vocês mas especialmente focado no quarto reino defendendo aqui a ideia de que o quarto reino ele se refere e em primeiro lugar em um Primeiro Plano ao império grego mais centrado na figura de Alexandre o Grande e depois de antíoco Epifânio mas em um segundo plano na questão do padrão Profético o quarto reino assim como os três anteriores eles representam os reinos deste mundo eles representam aquilo que que faz parte dessa era pecaminosa o tempo dos ventias até que o Senhor Jesus Cristo volte Tá certo e o Capítulo 8 ele é paralelo ao Capítulo 7 no fato de que ele tem mais uma visão do Profeta Daniel eles são dois capítulos muito parecidos dividido em duas partes onde na primeira parte O Profeta Daniel tem a visão e essa visão diz respeito à a é mais com formatos monstruosos com formatos esquisitos e a segunda parte do capítulo é a parte onde o profeta Daniel Ele pede por uma interpretação a interpretação lhe é dada e combina e termina com a reação de Daniel Então são dois capítulos muito parecidos o fato deles serem muito parecidos também nos indica que o Capítulo 8 ele pode ser a ele pode utilizar do Capítulo 7 para uma nossa compreensão porque existem diversos elementos Paralelos a presença de animais a presença de chifres certo a presença de uma sequência de animais a presença de um anjo interpretando mas o Capítulo 8 ele é o primeiro capítulo ele é o primeiro texto do livro de Dan o que vai nominalmente é identificar todos os animais certo então você deve se lembrar por exemplo da visão de Nabucodonosor do sonho da estátua de Nabucodonosor onde único Império que é nominado ao império da Babilônia que é o no caso a cabeça no Capítulo 7 ali mais uma vez você só tem a indicação de qual é o Primeiro Império Ok os demais Ali fica como um papel de discussão e nós chegamos Então à uma devida conclusão antes de partir para a nossa estudo do texto Mais um detalhe importante é que nós estamos às vésperas de entrar no capítulo mais estudado mais comentado e mais e se do livro de Daniel Capítulo 9 e as profecias das famosas 70 semanas e a Muito muitos problemas na hora de interpretar o Capítulo 9 eles ocorrem porque o Capítulo 9 ele é retirado do contexto ele é ele é interpretado como se eles tivessem um vácuo hermenêutico do lado no entanto eu desafio você a prestar bastante atenção aqui do que nós vamos estudar aqui no Capítulo 8 porque muito do que foi dito no capítulo 2 também no Capítulo 7 no Capítulo 8 São cruciais para a nossa interpretação do Capítulo 9 não tem como você interpretar 19 sem você é fundamentar a sua interpretação naquilo que já e tu antes no Capítulo 8 e no Capítulo 7 Tá certo então Preste bastante atenção para aqui quando nós entrarmos no capítulo 9 você já esteja devidamente preparado tá bom bem pessoal Capítulo 8 ele Continua trabalhando a ideia da soberania de Deus esse é o tema central do livro de Daniel que a soberania de Deus ela é exibido o domínio de Deus é exibido nesse caso no Capítulo 8 Especialmente na primeira parte a ênfase é no uso das Nações no sofrimento judaico e sua finalização por aqui é importante que você se lembre daquilo que eu trabalhei com vocês na introdução dessa da introdução do livro de Daniel que a literatura Apocalíptica ela tem essa perspectiva o livro de Daniel Ele é um livro que é a ideia da Restauração e de dar uma explicação para o mistério para os fatos históricos que haviam estavam acontecendo com o povo judaico povo da promessa então o Capítulo 8 ele contribui para esse processo ao mostrar que Deus é soberano ao utilizar as nações para promover o sofrimento do Povo judaico E que esse sofrimento ele terá um fim então aqui você percebe uma ênfase relativamente distinta do Capítulo 7 que ainda é uma sessão aramaico do livro e que também que também muito paralelo ao capítulo 2 onde no Capítulo 7 a infância e maior era na substituição a posição dos reinos deste mundo para o reino de Deus esse rei no final assim como no capítulo 2 também é no Capítulo 7 mas o Capítulo 8 ele já vai aqui trabalhar um pouco mais a temática que vai ser tão marcante a partir de agora tanto no capítulo 9 e dá até o final do livro de Daniel que é a temática de dar uma explicação histórica para o sofrimento do povo judeu do povo hebreu e um e dar uma solução histórica para isso uma explicação de qual é o destino de Israel a luz de todo este sofrimento histórico que o povo de Deus ele passa Oi e o Capítulo 8 então ele vai trabalhar essa ideia ele vai trabalhar aqui que quando Deus utiliza Nações para o sofrimento do seu povo ele está exibindo a sua soberania mas que esse sofrimento ele terá um fim ele será ele é escatologicamente planejar como é que esse assunto então é tratado Ele é tratado através de quatro partes a primeira parte nos Versículos de 1 a 4 você tem a visão do Carneiro E aí e depois então no Versículo 5 a 8 a visão do bode e não apenas do Body mass da sua Batalha Contra o carneiro e então Versículos 9 a 12 vai falar sobre o sofrimento de Israel e versículos 13 e 14 abordar a questão do pin deste sofrimento Então vamos lá vamos iniciar aqui para a primeira parte e é a parte aqui narra a visão do carneiro e mais uma vez pessoal vamos vamos deixar só lembrar a você que esse texto aqui de do capítulo 8 ele é um texto dividido em duas partes onde a primeira parte L ela descreve a visão e a segunda parte interpreta visão e nós vamos então seguir essa sequência aqui tá certo então eu não vou aqui antecipar a interpretação que é dada eu vou a ver os elementos narrados e explicar para vocês o sentido desses elementos que são aqui devidamente narrados na próxima aula a gente vai para segunda parte do livro no Capítulo 8 Então vamos lidar com a interpretação propriamente dita tá certo o texto ele nos avisa que a visão ela aconteceu no ano terceiro do Reinado de belsazar isso tem uma certa relevância por isso que tá sendo narrado aqui porque o terceiro ano do Reinado de belsazar ele é o seu último ano no terceiro ano do Reinado de belsazar foi o ano que aconteceu aquele evento que eu descrevi para vocês onde o Rei Ciro ele vence uma o o rei medo as tia disse que era avô É como diz escrito aqui no livro de Daniel aquele Dário do Capítulo 6 é neto de hastings lembre-se também que o a média ela existia como paralela Babilônia e que a quando Ciro então conquistou venceu sua batalha com as contra as thirds é que ele então acoplou os medos no seu exército para lutar contra Babilônia EA inuk os medos e os persas avançam contra Babilônia a Babilónia ela se torna inicialmente domínio dos métodos certo em junto com os persas eram a lei lembre-se do Capítulo 6 a lei dos medos e dos persas mas posteriormente houve uma rebelião Por parte dos medos e então E aí no inteiro se tornou apenas da peça peça então com passou a dominar tudo sem ter os medos ao seu lado Tá certo então quando ele diz aqui que foi no ano terceiro do Reinaldo de belsazar durante aquele ano foi o ano então em que Ciro vence a sua batalha com as Pires começa a sua associar com os menus para batalhar contra a Babilônia se tia a Babilônia E então domina como a gente viu descrito lá no Capítulo 5 e a importância de se situar isso é porque a partir de agora a visão de Daniel já não contará mais com a Babilónia por quê Porque a Babilónia caiu no terceiro ano de belsazar é um ano em que a Babilónia cai Ok outro elemento também importante de prestar de prestarmos atenção e aqui Daniel também além do tempo da Visão ele nos dá uma espécie de aspecto geográfico o texto diz que quando a visão me veio pareceu-me estar ou seja ele não estava fisicamente mas ele estava na sua visão ele estava na cidade de Susan a cidade de Susan ela posteriormente viria a se tornar a capital do império medo-persa e posteriormente do Império Persa certo a glande a principal cidade e isso então indica uma transição da Babilônia para Susan Daniel agora já não está localizado na Babilônia ele está localizado em susã tudo isso serve para indicar O que é a Babilónia caiu então aquele primeiro reino do capítulo 2 e também do Capítulo 7 ele ficou para trás a história está acontecendo e agora Babilônia iria ficar para trás iria dar lugar ao próximo Ao próximo passo da história certo também o texto prossegue dizendo que é levantei os olhos e vi e Eis que diante do rio estava um carneiro certo posteriormente a gente vai entender melhor esse sentido aqui do rio mas ele cita então um carneiro e esse Carneiro tinha dois chifres note aqui dois elementos que eu quero chamar a sua atenção em primeiro lugar se você tem um carneiro com dois chifres existe uma distinção então aqui entre Essa visão do capítulo 8 e a visão do Capítulo 7 porque no Capítulo 8 nós só temos dois animais no Capítulo 7 nós temos ali quatro animais e quando ele se tentam um carneiro com dois chifres você vai perceber que um Na verdade ele está Resumindo dois animais em um só então são dois chifres mas um só animal e você deve se lembrar que no Capítulo 7 ou a questão dos chifres eles aparecem e eu expliquei para vocês esse é o segundo elemento que eu quero chamar a sua atenção que o chifre o elemento do chifre o vento que denota força que denota poder então quando ele fala que de um carneiro com dois chifres ele está se referindo aqui a duas manifestações de poder e nós mais para frente vamos entender como sendo Na verdade dois reinos e isso já ficou Claro no Capítulo 7 quando ele disse que os chifres do último animal eles eram a reinos Ok mas o texto Então a quem diz que é um carneiro com dois chifres Ok esses dois chifres eram altos isso aqui a ponta então que eram esperam realmente poderosos toque um mais alto do que outro e aí você deve se lembrar aquele eu tô aqui a gente viu constantemente nas profecias aqui do livro de Daniel e que o segundo reinou ele não era tão poderoso nem quanto a Babilônia e agora nós vamos ver que ele não é tão poderoso quanto também um outro reino com quem ele divide o poder certo e o mais alto ele subiu por último ou seja em relação ao povo de Deus em relação a Israel a Daniel o domínio ele seguiu essa sequência isso não significa dizer que em relação a todos os reinos a história em geral o caso os medos e os peças primeiro surgiu os menos depois surgiu os peças sobre os reinos certo não é que a Babilónia dominava tudo depois os o minaram tudo depois a peça do me noturno não certo quem substituiu a Babilônia foram os medos e os peças mas posteriormente os peças se tornaram maiores então aqui eu já estou interpretando porque requer isso daqui para nossa explicação certo o tempo então diz que o carneiro dava marradas sobre isso a a ideia de uma raça é uma atitude de ataque se você não conhece a vida do campo e o que o nome que se dá aquilo que o carneiro faz é se chama amarrada e então diz que ele dava amarrados para o acidente Norte eo Sul certo e que ninguém podia resistir Lu mas havia quem pudesse livrar-se do seu poder mas ele fazia segundo a sua vontade e assim se engrandecia é ele quem ele o carneiro esse Carneiro tinha dois chifres mas um chifre ele se tornou maior acerto Então esse Carneiro com chifre maior ele a estabeleceu e se engrandeceu com a sua vontade nós vamos ver que isso daqui vai ser extremamente importante para a nossa compreensão lá no Capítulo 11 que vai descrever com muito mais detalhes é o peça figura do Carneiro EA figura do Império Persa Ok a segunda parte então nós temos a a introdução da figura do bode é um bode que vêm do ocidente então lembre-se que a a Babilônia e Israel fica na região da Ásia do antigo Oriente próximo e do lado do ocidente acerto lá da região da Europa do que hoje nós chamamos da Europa e ele vinha sobre toda a terra a ideia que diz sem tocar no chão é porque é uma ideia de velocidade ou seja ele age de forma muito veloz e Diferentemente do carneiro que tinha dois chifres esse bode tinha um chifre e muito notável entre os olhos Ok então mostrando aqui que ele era um quê que esse animal ou esse Reino é um reino que tem uma personalidade que se destaca muito grande então ele avança contra o carneiro que tinha os dois chifres o qual eu tinha visto diante do Rio isso porque pessoal a batalha que aconteceu já antecipando novamente há entre Alexandre o Grande e Dário terceiro que era o rei da Pérsia nessa batalha lá em Susan ela foi uma batalha que foi diante de um rio ela foi próximo de um grande rio da peça tá certo Então essa é a razão pela qual ele viu isso porque foi ali onde ocorreu essa grande Vitória inclusive você pode assistir no filme Alexandre a existe um filme sobre Alexandre o Grande que conta que descreve essa batalha aqui acerta ele viu perto chega ele viu chegar perto do carneiro e enfurecido contra Ele o feriu e quebrou os dois chifres então caiu os dois reinos os duas grandes autoridades ali não havia força para lhe resistir Oi e aí você vai se lembrar aqui lá do quarto reino descrito no capítulo dois e no Capítulo 7 Ok então eu preciso que você guarde isso na sua mente eu preciso que você mantenha em mente que nesse ponto aqui esse animal é um animal que precede o reino de Deus ele é portanto é equivalente ao quarto Reino ao quarto é o quarto quarta peça as pernas da estátua de Nabucodonosor e ele é um equivalente também ao quarto animal do Capítulo 7 e ele descreve aqui de uma forma muito parecida quando a do capítulo 2 é do Capítulo 7 no quarto animal ninguém consegue resistir certo e não há quem possa livrar o carneiro do poder que o bode tem então é um reino realmente muito poderoso é um conquistador realmente muito poderoso e que as suas batalhas são vitoriosas ele então se engrandeceu mas na sua força Ou seja no auge da sua força o grande chifre ele foi quebrado certo e nós vamos ver Não o que é que isso significa posteriormente e no seu lugar saíram quatro chifres notáveis para os quatro ventos do céu ou seja que esse animal esse bode ele continuou existindo Mas agora ele foi subdividido em quatro chifres Ok a terceira parte então é a parte que vai falar sobre o sofrimento de Israel mostrando então E são do bode com Israel é de ele fala aqui pedir um dos quatro chifres surgir um chifre pequeno que a partir de agora vai se tornar uma das figuras mais importantes do resto do livro de Daniel esse pequeno chifre OK e ele se torna muito forte para o sul para o Oriente e para a terra gloriosa essa terra gloriosa aqui é a terra de Israel que posteriormente seria chamado de Palestina Então esse reino aqui o este Rei esse chifre pequeno ele avança para a região Sul que no caso é o Egito o ok ele avança para o Oriente a região ali da assíria ou da Síria e também para a terra gloriosa que é Israel ok ele cresce até atingir o exército dos céus aqui você tem uma linguagem Apocalíptica porque o exército dos céus é uma forma de se referir a anjos isso se ganha isso reflete O Pensamento bíblico de que por trás das Nações existem seres Sobrenaturais e por trás de Israel existem anjos existem seres Sobrenaturais e esse chifre pequeno ele foi tão forte que ele conseguiu vencer o exército de Israel e os pisar Ok então quando ele descreve o exército de Israel eles descreve o exército de Israel como C o lado por anjos mas mesmo assim ele foi perdedor para este pequeno chifre ele se engrandeceu até o príncipe do exército que dentro do contexto do livro de Daniel se refere a Miguel Ok então Miguel ele é o a espécie segui Arcanjo de anjo responsável por Israel ele é o chefe do exército de Israel e a sua derrota é a derrota do exército de Israel então o texto descreve que houve uma avanço sobre a religião do Povo ele tirou o sacrifício livro diário o lugar do seu Santuário foi deitado abaixo ou seja foi destruído o Santuário o exército lhe foi entregue com o sacrifício diário por causa uma das transgressões ou seja isso daqui que estava acontecendo com Israel era juízo do Senhor e ele deitou por terra a verdade aqui referindo-se à torar bom e o que fez prosperou então o pequeno chifre ele agiu contra o templo eu sei e ele agiu contra o templo e contratar ele proibiu os judeus de bant manterem os seus rituais cerimoniais e de cumprirem os seus mandamentos e que portanto tudo isso é resultado da translação é resultado da rebeldia do Povo contra Deus alguns sugerem pessoal que isso daqui se refere ao fato de que quando o pequeno chifre surgiu e nós vamos na próxima aula analisar muitos judeus se voltarão a favor dele Certo se foram de fato influenciados pelo bode digamos assim e que por conta disso é que Deus os puniu é possível é certo é possível que seja de fato isso Ah mas então texto termina falando aqui a aqui esse sofrimento ele teria um fim Olha a pergunta que até quando e então é dito aqui e até duas mil e trezentas tardes e manhãs 2013 centos tardes e manhãs Aqui nós temos um número no primeiro número mais um misterioso no livro de Daniel porque é impossível que a gente saiba com clareza se tardes e manhãs devem ser tomados somadas para dar 2.300 Isso daria 1150 tardes mais 1150 manhãs o que daria no total 1150 dias que é um tempo que inclusive o livro de Daniel e a respeito deste tempo um tempo de Sofrimento de 1.150 dias Ok mas também é possível que duas mil e trezentas tardes e manhãs seja o equivalente a 1150 mais 1150 Dias certo ou seja dois mil e trezentos dias aqui você tem então o contraste entre o tempo tempos e metade de um tempo 1152 vezes ou os chamados sete ou uma semana né os sete anos do Capítulo 9 Tá certo Por isso que eu disse na próxima aula nós vamos estudar isso com mais cuidado porque isso vai ser muito importante para nossa interpretação do Capítulo 9 Tá bom então é isso pessoal com isso eu encerro aqui essa aula fique com Deus e até a próxima