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A fé vem pelo ouvir

Exposição em DANIEL -Aula 23/36 -Antonio Neto

Exposição em DANIEL -Aula 23/36 -Antonio Neto




Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
E aí
Olá pessoal vamos agora a partir para o
Capítulo 8 aqui do livro do profeta
Daniel e na sala nós vamos estudar nos
Versículos 1 ao 14 que é a primeira
parte do capítulo 8 você já deve Então
se lembrar que o Capítulo 8 ele faz
parte da Segunda grande seção do livro
de Daniel que essas são que trata a o
que vai além do versículo 7 até o
Versículo 12 e que contempla as visões
do Profeta Daniel certo então todas as
outras situações narradas elas eram
situações do Capítulo 1 ao capítulo 6 de
cunho mais histórico de cunho mais
narrativo as visões elas eram os sonhos
e visões eram dadas a outros personagens
e Daniel era quem é interpretava
E Agora Nós temos Daniel tem duas visões
e recebendo as interpretações dos Anjos
aqui o capítulo aliás essa segunda parte
aqui dos Versículos 7 a 12 ela também é
dividida em duas partes onde em primeiro
lugar nós temos duas visões e depois nós
temos duas profecias interpretadas nos
Versículos 9 até dos Capítulos 9 a 12 na
aula passada a gente viu o Capítulo 7 a
gente terminou de ver o Capítulo 7 que é
uma visão paralela do capítulo 2 e nós
vimos então que ali se refere a quatro
reinos da aula passada eu trabalhei essa
ideia dos quatro reinos com vocês mas
especialmente focado no quarto reino
defendendo aqui a ideia de que o quarto
reino ele se refere
e em primeiro lugar em um Primeiro Plano
ao império grego mais centrado na figura
de Alexandre o Grande e depois de
antíoco Epifânio mas em um segundo plano
na questão do padrão Profético o quarto
reino assim como os três anteriores eles
representam os reinos deste mundo eles
representam aquilo que que faz parte
dessa era pecaminosa o tempo dos ventias
até que o Senhor Jesus Cristo volte Tá
certo e o Capítulo 8 ele é paralelo ao
Capítulo 7 no fato de que ele tem mais
uma visão do Profeta Daniel eles são
dois capítulos muito parecidos dividido
em duas partes onde na primeira parte O
Profeta Daniel tem a visão e essa visão
diz respeito à a
é mais com formatos monstruosos com
formatos esquisitos e a segunda parte do
capítulo é a parte onde o profeta Daniel
Ele pede por uma interpretação a
interpretação lhe é dada e combina e
termina com a reação de Daniel Então são
dois capítulos muito parecidos o fato
deles serem muito parecidos também nos
indica que o Capítulo 8 ele pode ser a
ele pode utilizar do Capítulo 7 para uma
nossa compreensão porque existem
diversos elementos Paralelos a presença
de animais a presença de chifres certo a
presença de uma sequência de animais a
presença de um anjo interpretando mas o
Capítulo 8 ele é o primeiro capítulo ele
é o primeiro texto do livro de Dan
o que vai nominalmente é identificar
todos os animais certo então você deve
se lembrar por exemplo da visão de
Nabucodonosor do sonho da estátua de
Nabucodonosor onde único Império que é
nominado ao império da Babilônia que é o
no caso a cabeça no Capítulo 7 ali mais
uma vez você só tem a indicação de qual
é o Primeiro Império Ok os demais Ali
fica como um papel de discussão e nós
chegamos Então à uma devida conclusão
antes de partir para a nossa estudo do
texto Mais um detalhe importante é que
nós estamos às vésperas de entrar no
capítulo mais estudado mais comentado e
mais
e se do livro de Daniel Capítulo 9 e as
profecias das famosas 70 semanas e a
Muito muitos problemas na hora de
interpretar o Capítulo 9 eles ocorrem
porque o Capítulo 9 ele é retirado do
contexto ele é ele é interpretado como
se eles tivessem um vácuo hermenêutico
do lado no entanto eu desafio você a
prestar bastante atenção aqui do que nós
vamos estudar aqui no Capítulo 8 porque
muito do que foi dito no capítulo 2
também no Capítulo 7 no Capítulo 8 São
cruciais para a nossa interpretação do
Capítulo 9 não tem como você interpretar
19 sem você é fundamentar a sua
interpretação naquilo que já
e tu antes no Capítulo 8 e no Capítulo 7
Tá certo então Preste bastante atenção
para aqui quando nós entrarmos no
capítulo 9 você já esteja devidamente
preparado tá bom bem pessoal Capítulo 8
ele Continua trabalhando a ideia da
soberania de Deus esse é o tema central
do livro de Daniel que a soberania de
Deus ela é exibido o domínio de Deus é
exibido nesse caso no Capítulo 8
Especialmente na primeira parte a ênfase
é no uso das Nações no sofrimento
judaico e sua finalização por aqui é
importante que você se lembre daquilo
que eu trabalhei com vocês na introdução
dessa da introdução do livro de Daniel
que a literatura Apocalíptica ela tem
essa perspectiva o livro de Daniel Ele é
um livro que
é a ideia da Restauração e de dar uma
explicação para o mistério para os fatos
históricos que haviam estavam
acontecendo com o povo judaico povo da
promessa então o Capítulo 8 ele
contribui para esse processo ao mostrar
que Deus é soberano ao utilizar as
nações para promover o sofrimento do
Povo judaico E que esse sofrimento ele
terá um fim então aqui você percebe uma
ênfase relativamente distinta do
Capítulo 7 que ainda é uma sessão
aramaico do livro e que também que
também muito paralelo ao capítulo 2 onde
no Capítulo 7 a infância e maior era na
substituição
a posição dos reinos deste mundo para o
reino de Deus esse rei no final assim
como no capítulo 2 também é no Capítulo
7 mas o Capítulo 8 ele já vai aqui
trabalhar um pouco mais a temática que
vai ser tão marcante a partir de agora
tanto no capítulo 9 e dá até o final do
livro de Daniel que é a temática de dar
uma explicação histórica para o
sofrimento do povo judeu do povo hebreu
e um e dar uma solução histórica para
isso uma explicação de qual é o destino
de Israel a luz de todo este sofrimento
histórico que o povo de Deus ele passa
Oi e o Capítulo 8 então ele vai
trabalhar essa ideia ele vai trabalhar
aqui que quando Deus utiliza Nações para
o sofrimento do seu povo ele está
exibindo a sua soberania mas que esse
sofrimento ele terá um fim ele será ele
é escatologicamente planejar como é que
esse assunto então é tratado Ele é
tratado através de quatro partes a
primeira parte nos Versículos de 1 a 4
você tem a visão do Carneiro
E aí e depois então no Versículo 5 a 8 a
visão do bode e não apenas do Body mass
da sua Batalha Contra o carneiro e então
Versículos 9 a 12 vai falar sobre o
sofrimento de Israel e versículos 13 e
14 abordar a questão do pin deste
sofrimento Então vamos lá vamos iniciar
aqui para a primeira parte e é a parte
aqui narra a visão do carneiro e mais
uma vez pessoal vamos vamos deixar só
lembrar a você que esse texto aqui de do
capítulo 8 ele é um texto dividido em
duas partes onde a primeira parte L ela
descreve a visão e a segunda parte
interpreta visão e nós vamos então
seguir essa sequência aqui tá certo
então eu não vou aqui antecipar a
interpretação que é dada eu vou
a ver os elementos narrados e explicar
para vocês o sentido desses elementos
que são aqui devidamente narrados na
próxima aula a gente vai para segunda
parte do livro no Capítulo 8 Então vamos
lidar com a interpretação propriamente
dita tá certo o texto ele nos avisa que
a visão ela aconteceu no ano terceiro do
Reinado de belsazar isso tem uma certa
relevância por isso que tá sendo narrado
aqui porque o terceiro ano do Reinado de
belsazar ele é o seu último ano no
terceiro ano do Reinado de belsazar foi
o ano que aconteceu aquele evento que eu
descrevi para vocês onde o Rei Ciro ele
vence uma o o rei medo as tia disse que
era avô
É como diz escrito aqui no livro de
Daniel aquele Dário do Capítulo 6 é neto
de hastings lembre-se também que o a
média ela existia como paralela
Babilônia e que a quando Ciro então
conquistou venceu sua batalha com as
contra as thirds é que ele então acoplou
os medos no seu exército para lutar
contra Babilônia EA inuk os medos e os
persas avançam contra Babilônia a
Babilónia ela se torna inicialmente
domínio dos métodos certo em junto com
os persas eram a lei lembre-se do
Capítulo 6 a lei dos medos e dos persas
mas posteriormente houve uma rebelião
Por parte dos medos e então
E aí no inteiro se tornou apenas da peça
peça então com passou a dominar tudo sem
ter os medos ao seu lado Tá certo então
quando ele diz aqui que foi no ano
terceiro do Reinaldo de belsazar durante
aquele ano foi o ano então em que Ciro
vence a sua batalha com as Pires começa
a sua associar com os menus para
batalhar contra a Babilônia se tia a
Babilônia E então domina como a gente
viu descrito lá no Capítulo 5 e a
importância de se situar isso é porque a
partir de agora a visão de Daniel já não
contará mais com a Babilónia por quê
Porque a Babilónia caiu no terceiro ano
de belsazar é um ano em que a Babilónia
cai Ok outro elemento também importante
de prestar de prestarmos atenção
e aqui Daniel também além do tempo da
Visão ele nos dá uma espécie de aspecto
geográfico o texto diz que quando a
visão me veio pareceu-me estar ou seja
ele não estava fisicamente mas ele
estava na sua visão ele estava na cidade
de Susan a cidade de Susan ela
posteriormente viria a se tornar a
capital do império medo-persa e
posteriormente do Império Persa certo a
glande a principal cidade e isso então
indica uma transição da Babilônia para
Susan Daniel agora já não está
localizado na Babilônia ele está
localizado em susã tudo isso serve para
indicar
O que é a Babilónia caiu então aquele
primeiro reino do capítulo 2 e também do
Capítulo 7 ele ficou para trás a
história está acontecendo e agora
Babilônia iria ficar para trás iria dar
lugar ao próximo Ao próximo passo da
história certo também o texto prossegue
dizendo que é levantei os olhos e vi e
Eis que diante do rio estava um carneiro
certo posteriormente a gente vai
entender melhor esse sentido aqui do rio
mas ele cita então um carneiro e esse
Carneiro tinha dois chifres note aqui
dois elementos que eu quero chamar a sua
atenção em primeiro lugar
se você tem um carneiro com dois chifres
existe uma distinção então aqui entre
Essa visão do capítulo 8 e a visão do
Capítulo 7 porque no Capítulo 8 nós só
temos dois animais no Capítulo 7 nós
temos ali quatro animais e quando ele se
tentam um carneiro com dois chifres você
vai perceber que um Na verdade ele está
Resumindo dois animais em um só então
são dois chifres mas um só animal e você
deve se lembrar que no Capítulo 7 ou a
questão dos chifres eles aparecem e eu
expliquei para vocês esse é o segundo
elemento que eu quero chamar a sua
atenção que o chifre o elemento do
chifre
o vento que denota força que denota
poder então quando ele fala que de um
carneiro com dois chifres ele está se
referindo aqui a duas manifestações de
poder e nós mais para frente vamos
entender como sendo Na verdade dois
reinos e isso já ficou Claro no Capítulo
7 quando ele disse que os chifres do
último animal eles eram a reinos Ok mas
o texto Então a quem diz que é um
carneiro com dois chifres Ok esses dois
chifres eram altos isso aqui a ponta
então que eram esperam realmente
poderosos toque um mais alto do que
outro e aí você deve se lembrar aquele
eu tô aqui a gente viu constantemente
nas profecias aqui do livro de Daniel e
que o segundo reinou ele não era tão
poderoso nem quanto a Babilônia e agora
nós vamos ver que ele não é tão poderoso
quanto também um outro reino com quem
ele divide o poder certo e o mais alto
ele subiu por último ou seja em relação
ao povo de Deus em relação a Israel a
Daniel o domínio ele seguiu essa
sequência isso não significa dizer que
em relação a todos os reinos a história
em geral o caso os medos e os peças
primeiro surgiu os menos depois surgiu
os peças sobre os reinos certo não é que
a Babilónia dominava tudo depois os
o minaram tudo depois a peça do me
noturno não certo quem substituiu a
Babilônia foram os medos e os peças mas
posteriormente os peças se tornaram
maiores então aqui eu já estou
interpretando porque requer isso daqui
para nossa explicação certo o tempo
então diz que o carneiro dava marradas
sobre isso a a ideia de uma raça é uma
atitude de ataque se você não conhece a
vida do campo e o que o nome que se dá
aquilo que o carneiro faz é se chama
amarrada e então diz que ele dava
amarrados para o acidente Norte eo Sul
certo e que ninguém podia resistir Lu
mas havia quem pudesse livrar-se do seu
poder mas ele fazia segundo a sua
vontade e assim se engrandecia
é ele quem ele o carneiro esse Carneiro
tinha dois chifres mas um chifre ele se
tornou maior acerto Então esse Carneiro
com chifre maior ele a estabeleceu e se
engrandeceu com a sua vontade nós vamos
ver que isso daqui vai ser extremamente
importante para a nossa compreensão lá
no Capítulo 11 que vai descrever com
muito mais detalhes é o peça figura do
Carneiro EA figura do Império Persa Ok a
segunda parte então nós temos a a
introdução da figura do bode é um bode
que vêm do ocidente então lembre-se que
a a Babilônia e Israel fica na região da
Ásia do antigo Oriente próximo e
do lado do ocidente acerto lá da região
da Europa do que hoje nós chamamos da
Europa e ele vinha sobre toda a terra a
ideia que diz sem tocar no chão é porque
é uma ideia de velocidade ou seja ele
age de forma muito veloz e
Diferentemente do carneiro que tinha
dois chifres esse bode tinha um chifre e
muito notável entre os olhos Ok então
mostrando aqui que ele era um quê que
esse animal ou esse Reino é um reino que
tem uma personalidade que se destaca
muito grande então ele avança contra o
carneiro que tinha os dois chifres o
qual eu tinha visto diante do Rio isso
porque pessoal a batalha que aconteceu
já antecipando novamente
há entre Alexandre o Grande e Dário
terceiro que era o rei da Pérsia nessa
batalha lá em Susan ela foi uma batalha
que foi diante de um rio ela foi próximo
de um grande rio da peça tá certo Então
essa é a razão pela qual ele viu isso
porque foi ali onde ocorreu essa grande
Vitória inclusive você pode assistir no
filme Alexandre a existe um filme sobre
Alexandre o Grande que conta que
descreve essa batalha aqui acerta ele
viu perto chega ele viu chegar perto do
carneiro e enfurecido contra Ele o feriu
e quebrou os dois chifres então caiu os
dois reinos os duas grandes autoridades
ali não havia força para lhe resistir
Oi e aí você vai se lembrar aqui lá do
quarto reino descrito no capítulo dois e
no Capítulo 7 Ok então eu preciso que
você guarde isso na sua mente eu preciso
que você mantenha em mente que nesse
ponto aqui esse animal é um animal que
precede o reino de Deus ele é portanto é
equivalente ao quarto Reino ao quarto é
o quarto quarta peça as pernas da
estátua de Nabucodonosor e ele é um
equivalente também ao quarto animal do
Capítulo 7 e ele descreve aqui de uma
forma muito parecida quando a do
capítulo 2 é do Capítulo 7 no quarto
animal ninguém consegue resistir certo
e não há quem possa livrar o carneiro do
poder que o bode tem então é um reino
realmente muito poderoso é um
conquistador realmente muito poderoso e
que as suas batalhas são vitoriosas ele
então se engrandeceu mas na sua força Ou
seja no auge da sua força o grande
chifre ele foi quebrado certo e nós
vamos ver Não o que é que isso significa
posteriormente e no seu lugar saíram
quatro chifres notáveis para os quatro
ventos do céu ou seja que esse animal
esse bode ele continuou existindo Mas
agora ele foi subdividido em quatro
chifres Ok a terceira parte então é a
parte que vai falar sobre o sofrimento
de Israel mostrando então
E são do bode com Israel é de ele fala
aqui pedir um dos quatro chifres surgir
um chifre pequeno que a partir de agora
vai se tornar uma das figuras mais
importantes do resto do livro de Daniel
esse pequeno chifre OK e ele se torna
muito forte para o sul para o Oriente e
para a terra gloriosa essa terra
gloriosa aqui é a terra de Israel que
posteriormente seria chamado de
Palestina Então esse reino aqui o este
Rei esse chifre pequeno ele avança para
a região Sul que no caso é o Egito
o ok ele avança para o Oriente a região
ali da assíria ou da Síria e também para
a terra gloriosa que é Israel ok ele
cresce até atingir o exército dos céus
aqui você tem uma linguagem Apocalíptica
porque o exército dos céus é uma forma
de se referir a anjos isso se ganha isso
reflete O Pensamento bíblico de que por
trás das Nações existem seres
Sobrenaturais e por trás de Israel
existem anjos existem seres
Sobrenaturais e esse chifre pequeno ele
foi tão forte que ele conseguiu vencer o
exército de Israel e os pisar Ok então
quando ele descreve o exército de Israel
eles descreve o exército de Israel como
C
o lado por anjos mas mesmo assim ele foi
perdedor para este pequeno chifre ele se
engrandeceu até o príncipe do exército
que dentro do contexto do livro de
Daniel se refere a Miguel Ok então
Miguel ele é o a espécie segui Arcanjo
de anjo responsável por Israel ele é o
chefe do exército de Israel e a sua
derrota é a derrota do exército de
Israel então o texto descreve que houve
uma avanço sobre a religião do Povo ele
tirou o sacrifício livro diário o lugar
do seu Santuário foi deitado abaixo ou
seja foi destruído o Santuário o
exército lhe foi entregue com o
sacrifício diário por causa
uma das transgressões ou seja isso daqui
que estava acontecendo com Israel era
juízo do Senhor e ele deitou por terra a
verdade aqui referindo-se à torar
bom e o que fez prosperou então o
pequeno chifre ele agiu contra o templo
eu sei
e ele agiu contra o templo e contratar
ele proibiu os judeus de bant manterem
os seus rituais cerimoniais e de
cumprirem os seus mandamentos e que
portanto tudo isso é resultado da
translação é resultado da rebeldia do
Povo contra Deus alguns sugerem pessoal
que isso daqui se refere ao fato de que
quando o pequeno chifre surgiu e nós
vamos na próxima aula analisar muitos
judeus se voltarão a favor dele Certo se
foram de fato influenciados pelo bode
digamos assim e que por conta disso é
que Deus os puniu é possível é certo é
possível que seja de fato isso
Ah mas então texto termina falando aqui
a aqui esse sofrimento ele teria um fim
Olha a pergunta que até quando e então é
dito aqui e até duas mil e trezentas
tardes e manhãs 2013 centos tardes e
manhãs Aqui nós temos um número no
primeiro número mais um misterioso no
livro de Daniel porque é impossível que
a gente saiba com clareza se tardes e
manhãs devem ser tomados somadas para
dar 2.300 Isso daria 1150 tardes mais
1150 manhãs o que daria no total 1150
dias que é um tempo que inclusive o
livro de Daniel
e a respeito deste tempo um tempo de
Sofrimento de 1.150 dias Ok mas também é
possível que duas mil e trezentas tardes
e manhãs seja o equivalente a 1150 mais
1150 Dias certo ou seja dois mil e
trezentos dias aqui você tem então o
contraste entre o tempo tempos e metade
de um tempo 1152 vezes ou os chamados
sete ou uma semana né os sete anos do
Capítulo 9 Tá certo Por isso que eu
disse na próxima aula nós vamos estudar
isso com mais cuidado porque isso vai
ser muito importante para nossa
interpretação do Capítulo 9 Tá bom então
é isso pessoal com isso eu encerro aqui
essa aula fique com Deus e até a próxima