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A fé vem pelo ouvir

Exposição em DANIEL -Aula 33/36 -Antonio Neto

Exposição em DANIEL -Aula 33/36 -Antonio Neto




Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
E aí
é uma pessoal vamos agora prosseguir no
nosso estudo aqui das 70 semanas do
livro de Daniel e nessa aula nós vamos
agora para nossa penúltima aula que
ainda esse nosso assunto visto que nós
temos que ver ainda alguns pontos
centrais do texto que nós estamos
analisando na próxima aula então nós
vamos trabalhar um O Último. Eu vou
explicar tudo isso para vocês então
trabalhar as implicações teológicas
desse texto de Daniel tá certo só
passando aqui até as questões em que nós
estamos trabalhando Essas são as
questões que nós precisamos responder a
respeito desse texto das setenta semanas
de Daniel primeira que nós respondemos
foi a respeito de como utilizar a
contagem do tempo como literal ou
simbólico E eu então
eu expliquei para vocês que o propósito
do texto propósito literário digamos
assim não é dar você uma cronologia
precisa não é dar a você ser um tempo
exatamente como as coisas vão acontecer
o que então Note que são números
fechados aqui 70 semanas dividido em
alguns blocos Note que existe um
paralelo da divisão com os outros os
outros quatro reinos e tudo mais então o
propósito aqui é falar de períodos de
tempo que podem ser descrito com aquela
com aquela Contagem serve de sete
semanas e sessenta e duas semanas depois
a última semana
bom então nem ali ter a lista e nem a
simbólico ok também nós respondemos o
início das 70 semanas eu defendi aqui
para vocês que a ordem para restaurar e
edificar Jerusalém Essa ordem aqui é a
foi a ordem dada por Ciro
e para a retificação de Jerusalém e do
templo Essa ordem ela tem desdobramentos
o livro de Esdras vai falar que a a
outra ordem dada por Dário para que
Jerusalem fosse retificada ela é um
desdobramento da ordem de Ciro e depois
a ordem de artaxerxes dada anemias ela
também é um desdobramento da ordem de
Ciro a certo também eu trabalhei com
vocês a ideia desse ungido o príncipe eu
expliquei para vocês que aqui nós temos
a figura de Josué
o e Zorobabel
Oi ok
bom então é o principal indício que nós
encontramos no antigo testamento na nos
textos Paralelos ao livro de Daniel e
aos eventos descritos aqui na 70 semana
na 70 semanas para essa alguém que surge
considerado como ungido como resultado
da ordem de Ciro E aí nós vimos alguns
textos que mostram aqui certo esses dois
ungidos Josué e Zorobabel que foram os
responsáveis pela retificação de
Jerusalém e do templo e então começa
aqui o período referido nas sessenta e
duas semanas então uma vez que começa o
processo de reedificação de restauração
de Jerusalém depois da ordem de Ciro
ainda de Zorobabel e Josué a
reedificação do tempo
E então começa aqui esse período que na
Profecia das setenta semanas é referido
como as sessenta e duas semanas a marca
dessa sessenta e duas semanas é a
reedificação de Jerusalém Note que agora
ele fala das praças e das circunvala
ções ou seja aqui nós temos a
reedificação das cidade de Jerusalém não
apenas do templo Mas também da própria
cidade então nós precisamos é procurar
entender no na Teologia do Antigo
Testamento se existe indícios se existem
textos que apontam para esse período de
reedificação de Jerusalém e que nos
apontem também que esse período
o período de tempos angustiosos e de
fato nós encontramos especialmente no
livro de Neemias os livros de Esdras é
Neemias são livros que descrevem esse
período aqui você vai notar que os dois
livros começam com decretos um de Dário
outro de artaxerxes esses dois decretos
são decretos ligados ao decreto de Ciro
são desdobramentos do Decreto de Ciro
Então existe esse movimento para a
reedificação de Jerusalém sendo que no
no livro de Esdras que fala a respeito
de Josué e Zorobabel o foco é mais no
templo na restituição do sistema
sacrificial na restituição da Lei no
livro de Neemias a preocupação a
justamente com
e os Muros da Cidade com as Praças com
as casas da cidade e não apenas nesses
dois livros mas você tem outros livros
também dos Profetas pós-exílico luz que
trabalham em torno dessa temática da
reconstrução de Jerusalém então nós
temos claramente aqui esse período que
vai desde o quinto século até o segundo
século antes de Cristo que marca a
reconstrução de Jerusalém em lê mias
Capítulo 4 Versículo 12 então nós
encontramos aqui e quando os judeus que
habitavam na vizinhança deles 10 vezes
nos disseram de todos os lugares onde
moram subiram contra nós ou seja a
reconstru
em Jerusalém não foi pacífica foi em
tempos angustiosos o livro de Neemias
vai mostrar Inclusive a Neemias
incentivando os homens a trabalharem
armados havia o medo das invasões o
próprio texto de Neemias não dos textos
Rio pouca gente dá atenção mas que é um
texto extremamente importante na
Teologia do Antigo Testamento
especialmente nesse período pós-exílio é
esse texto aqui de Neemias Capítulo 9
Versículo 36 e 37 que diz o seguinte Eis
que hoje somos servos na terra que desce
a nossos pais para comerem o seu fruto e
os seus bens seus bens Eis que somos
servos nelas nelas seus abundantes
produtos são para os reis que puseste
é sobre nós por causa dos nossos pecados
e segundo a sua vontade dominam sobre o
nosso corpo e sobre o nosso gado estamos
em grande angústia Então você perceber o
seguinte que Diferentemente do que
alguns propõe aí que a ordem para
reedificar Jerusalém ela foi dada ali no
tempo de Neemias e que então é e quentão
depois começou a a reedificação de
Jerusalém isso não procede o que nós
encontramos no antigo testamento é a
ordem para reedificar Jerusalém que foi
dada por cílio e como desdobramento
dessa ordem nós temos o trabalho de
Zorobabel e Josué com uma ordem de Dário
e depois a ordem de ar
e para quem não é mias liderasse esse
processo de reconstrução então o livro
de Neemias é o livro que descreve esse
Ou pelo menos parte desse período
descrito pelas sessenta e duas semanas
no período de por volta de 430 anos em
que Jerusalém foi reconstruída certo
então a Henrique durante esse período de
reconstrução eles estavam em grande
angústia note aqui e no peito de Daniel
é dito que eles redificaram Mas em
tempos angustiosos e aqui o próprio
Neemias dizendo estamos em grande
angústia então quanto tempo durou até
durante o culto tem
o período desde Zorobabel e Josué até o
final aqui dessa reconstrução se nós
vamos colocar o final dessa reconstrução
como alguns estudiosos sugerem sendo Por
volta do ano 170 antes de Cristo nós
temos aí por volta de 360 anos Isso
mostra então que essa sessenta e duas
semanas que tem por volta de 430 anos
então nós temos aqui um período
relativamente longo então da ordem de
Ciro até Zorobabel nós temos um período
relativamente curto da dizer o Babel até
o final da reconstrução o pleno
estabelecimento com Sumo Sacerdote tudo
mais Jerusalém nós temos aqui já um
período relativamente
bom então é essa a ideia que eu estou
tentando passar aqui para vocês de não
prestarmos atenção necessariamente a
precisão do tempo mas a referência que
esse cria com essas esses números aqui
mais curtos e mais longos certo Outro
ponto do nosso texto a ser analisado é
essa questão do que acontece e depois
das sessenta e duas semanas é dito aqui
que será morto ungido e já não estará
vamos lá mais uma vez nós temos aqui o
termo ungido aparecendo E mais uma vez
ele está aqui com o artigo definido só
que eu expliquei para vocês Que esse
artigo definido já é o tradutor
pressupondo uma interpretação porque no
texto é
e esse artigo definido não está aqui a
ideia que será morto ungido certo e nós
já Vimos que esse ungido aqui ele é
diferente do primeiro ungido mencionado
como é que nós sabemos disso por conta
do que o próprio texto exige que sejam
diferentes eles compartilham do mesmo
termo eles Ambos são ungidos mas nós
temos dois duas pessoas diferentes por
quê Porque esse primeiro ungido ele
aparece no final das 7 semanas e esse
outro ungido ele é morto no final das
sessenta e duas semanas
é a única forma desses dois ungidos
serem a mesma pessoa é sim as sete
semanas e sessenta e duas semanas elas
forem Unidas e o texto Então tá dizendo
que desde a ordem para restaurar
Jerusalém até ungido e depois a dito que
esse ungido é morto são 69 semanas no
entanto isso naturalmente e
imediatamente a gente se pergunta Ok se
são 69 semanas Porque que o texto
dividiu em sete semanas e sessenta e
duas semanas a resposta Clara meus
irmãos porque são dois blocos de tempos
e são dois blocos de tempos marcados
pela presença de um rígido no final de
cada um deles e o que é que eles têm em
comum se o primeiro
é do é um sacerdote que é responsável
pela edificação do templo então o
segundo ungido ele também tem que ser um
sacerdote responsável pela retificação
do tempo a por isso que os dois são
chamados de ungidos normalmente a nossa
tendência é já imaginar que aqui Está se
referindo diretamente ao Messias e aqui
uma palavra importante de ser de ser
Dita é o seguinte que a grande maioria
dos intérpretes Evangélicos entendem e
também judaicos os judeus nesse
messiânicos aqueles judeus que creem
O que Jesus é o messias eles entendem
que aqui assim uma referência ao Messias
e eu vou demonstrar vou tentar
demonstrar para vocês certo que esse
texto aqui das 70 semanas ela tem sim
uma relação com o Messias no entanto
essa relação ela é de aplicação e não de
interpretação que que eu quero dizer com
isso que esse ungido aqui mencionado ele
em si não se refere ao Messias Mas que
como o texto das 70 semanas tem
implicações relacionadas a Jesus porque
Jesus faz essas aplicações lá e Mateus
Capítulo 24 então só aí é que nós
a fazer a ligação sendo assim quem é
esse ungido mencionado aqui bem no texto
de Daniel Capítulo 11 Versículo 22 fala
a respeito de fosse um Dantes e serão
arrasadas de diante dele serão
quebrantados como também ou príncipe da
Aliança você já deve ter notado e na
primeira parte o termo ungido ele
aparece como sinônimo de príncipe na
primeira parte no primeiro ungido quando
ele diz lá aqui da ordem para restaurar
Jerusalém até ao ungido o príncipe então
em Daniel Capítulo 11 nós temos aqui
mais uma menção de uma de um avanço do
pequeno Chef
é o quarto reino sobre o príncipe da
Aliança sobre o ungido como tá aqui no
texto de Daniel então nosso desafio é
portanto entender quem é e avança ali no
Capítulo 11 e como nós vamos chegar lá e
nós já vimos até aqui do a respeito do
quarto Reino é alguém do império grego e
esse alguém do império grego que eu já
trabalhei com vocês é antigo quarto ou
antíoco Epifânio Então esse ungido aqui
ele precisa ser alguém que é vítima de
antíoco Epifânio alguém que foi morto
por antíoco Epifânio e que nessa ocasião
agia Como era a Zorobabel agia como
sacerdote e
não existem informações Existem relatos
sobre um evento em que antigo Epifânio
mata um sumo sacerdote um somos as por
um sacerdote Sim nós temos um relato em
livros que muito embora não sejam
bíblicos são Apócrifos mais possuem um
valor histórico como no livro dos
macabeus dizendo que antíoco Epifânio
ele matou o sacerdote onias então Sumo
Sacerdote onias ele foi morto no ano 171
antes de Cristo e coincidente mente E
logicamente não é uma coincidência o
domínio de antíoco Epifânio mais de 171
até um ano 164 antes de Cristo
precisamente
eu te amo e o que é que marca esse
início dos 7 anos do avanço de antigo
Epifânio sobre os judeus é a morte do
Sumo Sacerdote hoje o ônibus Então esse
ungido esse príncipe aqui que é morto
por antíoco Epifânio eu entendo o que é
o sumo sacerdote onias A então isso
significa dizer que esse texto aqui não
tem nada a ver com Jesus não é bem isso
esse texto Tem sim a ver com Jesus mais
uma vez lembre-se Jesus utiliza esse
texto de Daniel para se referir a sua
vida ok não apenas Jesus como também o
apóstolo Paulo em segundo pessoal
licenses Capítulo dois utiliza esse
texto de D
e para se referir a eventos a respeito
da segunda vinda de Cristo Ok mas
e o que não há relação aqui é com a
morte de Jesus Esse é o ponto esse
ungido e é morto aqui não é a
crucificação de Jesus mas sim a morte de
um sumo sacerdote e que essa morte do
Sumo Sacerdote ela marca o início da
última semana o final desse período de
paz ou não de paz mas de reedificação
angustiosos e inicia a última semana e o
que quer dizer aqui que será morto
ungido e já não estará A ideia é que ele
já não terá mais nada para oficiar para
trabalhar como ungido como um príncipe
da Aliança ou como sacerdote isso por
se arruma vez que antigo com ele mata o
sumo sacerdote ele avança sobre o templo
e ele muda a prática judaica ele muda o
trabalho do templo e inclusive e suco
mina com ele colocando uma estátua de
Zeus dentro do tempo OK então note Aqui
nós temos um referencial textual no
Capítulo 11 que se refere a antíoco
Epifânio como nós vamos ver e nós temos
um referencial histórico que deixa
bastante claro que esse texto aqui Está
se referindo a o sumo sacerdote onias
que significa dizer que nós podemos
fechar a questão que eu não posso tá
errado não Ok eu posso estar equivocado
pode ser com mais estudo mais para
frente venha mudar de opinião
E no momento é o que eu entendo Para
onde as evidências estão melhor levando
ok então nós temos aqui a identidade do
príncipe que há de vir Quem é esse
príncipe que há de vir bem alguns
sugerem que esse príncipe aqui é o
próprio ungido né E que se refere a
Jesus Jesus é esse príncipe que há de
vir que vai encerrar os sacrifícios
judaicos o que para mim é a
interpretação mais absurda possível aqui
desse texto claramente esse príncipe que
há de vir é quem vai provocar a morte do
ungido E então avançar contra o templo
Depois de toda a reconstrução ele é quem
vai avançar sobre o tempo
Oi e aí nós não temos muito aqui o que
discutir quem nós temos aqui é alguém do
quarto reino veja que ele será alguém
que vai fazer tudo em pedaços e mais
para frente como a gente vai ver ele é
alguém marcado por destruir certo
príncipe que adivinha destruir a então o
quarto Reino é alguém que faz em pedaços
é alguém que profere palavras contra o
altíssimo isso daqui é do último animal
em Daniel Capítulo 7 ele vai mudar os
tempos e as leis como nós vamos ver na
próxima aula os santos e isso eram
entregues nas mãos depois do capítulo 8
urso de um animal que você tem o pequeno
chifre ali ele causará muitas
distribuições a ele destruirá os
poderosos
quer destruir a muitos que vivem
despreocupadamente então levantar-se-á
contra o príncipe dos Príncipes note
aqui mais uma vez o tempo o príncipe e é
sinônimo de um giro mas será quebrado
sem esforço Então quem é esse que nós
temos visto que o livro de Daniel se
refere nós temos aqui a figura de
antíoco quarto Ok E mais uma vez pessoal
na próxima aula nós vamos entrar nesse
ponto mais não custa nada lembrar você
não é porque esse texto aqui está
falando diante o quarto que essa
profecia sincera lhe seria um absurdo eu
dizer isso para vocês diante do fato de
que o Novo Testamento utiliza da
profecia de Daniel
bom então o nosso desafio aqui a tentar
entender como é que essa profecia que se
refere ao desde o decreto de Ciro até o
avanço de antíoco Epifânio sobre os
israelitas e sobre o templo como é que
esse período de tempo ainda pode ser
usado no Novo Testamento E sobre isso
nós vamos trabalhar na próxima aula Tá
bom então fique com Deus e até lá