Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 01
23/04/2022Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 01
Fonte: IP Goiânia
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e nós estamos recebendo do pastor Glauco e é um privilégio para nós ouvir um pouquinho tanto agora pela manhã quanto mais algumas à noite e amanhã também pela manhã estaremos ouvindo Pastoral falando sobre esse assunto é importante que é o autismo somente uma perspectiva Cristã como é que nós como igreja podemos olhar não só para crianças atípicas mas também para suas famílias e como é que devemos Pensar lá não só integração mas a sua estudo inclusão né das crianças atípicas e famílias atípicas a também o nosso bebê Então vamos vamos orar pedir ao Senhor que nos abençoe e logo depois estarei passando para o pastor Glauco e a partir disso ele nos conduzirá e até por volta de 11 da manhã ao final então nós da palestra ele vai abrir para que vocês possam tirar algumas dúvidas algumas perguntas relacionadas ao assunto desta feira palestra vamos orar vamos falar com Deus o seu Deus nós somos gratos ao Senhor por estarmos juntos essa manhã obrigado meu Deus pelo pelo privilégio faz tanto de poder como igreja nessa manhã receber o pastor Glauco que tem desempenhado país tanto um trabalho tão bonito no ministério pai santo que o Senhor tem confiado a ele que diz respeito não só falar mas levantamento a igreja a uma reflexão e Ação a respeito faz santo do autismo no contexto de igreja vamos ao Senhor pela vida o teu servo pela disponibilidade dele em tirar um tempo junto com a sua família com a sua igreja local para estar conosco aqui em Goiânia na primeira especiais de Goiânia e pedimos ao senhor pode ser que esse momento bem como os outros que ainda teremos com ele possam ser momentos agradáveis de instrução de edificação e de crescimento faz tanto não só as nossas vidas mas também pode certo para o teu reino e para as nossas igrejas o que pedimos Oramos em nome de Jesus Amém senhor Estou só com você viu e amém graça e paz amém que Deus uma alegria tá aqui com vocês sem sombra de dúvidas um tempo muito especial para tratar de um tema que é importante que aquele dia que você parar e pensar sobre limpar com muita alegria só pastor da Igreja Metodista no Rio de Janeiro atualmente no Bairro de Guadalupe e na Igreja Metodista desempenho também lá na 1ª região eclesiástica no interior do Rio de Janeiro capital e interior é a função de assessor Regional para a pessoa com deficiência e a gente tá com esse desafio de implantar o Michele de inclusão em 278 igrejas 19 igreja já iniciaram o trabalho mas não trabalho recente tem pouco mais de um ano que a gente tá nessa caminhada levantando voluntários e desafiando pessoas a cuidar de gente amém então falar de inclusão é falar [Música] e de cuidado de pessoas naquilo que nós somos chamados a fazer então sem sombra de dúvidas é algo que a gente precisa alinhar o nosso coração em relação a isso trago um abraço da minha família um abraço da minha esposa e um abraço do meu filho as acho as a folha no estado com autismo em 2012 atualmente têm 12 anos um diagnóstico de autismo Severo Mas é uma criança que vai à igreja pelo menos duas vezes por semana dois dias na semana né porque o domingo de manhã e à noite desde os 2 meses de vida então quando a gente fala que a inclusão de uma pessoa autista na igreja é possível é porque o nosso fino no olhar dos terapeutas a época recebeu um peso sobre ele de que com oito ou nove anos não sairia mais de casa ele tá com 12 anos e ele vai a todos os lugares por quê que é importante a gente trata e do assunto da inclusão na igreja quando a gente fala para a história da igreja e aí a história da igreja como um todo desde o início da igreja praticamente a gente consegue perceber o quanto e que a igreja foi responsável em muitos momentos pela valorização da vida humana pela valorização das pessoas é infelizmente quando a gente olha para o nosso contexto hoje da questão da inclusão a igreja meio que deu uma desacelerada Mas eu creio que a transformação social que a gente sonha uma sociedade inclusive vão de todas as pessoas têm direito a voz EA cerca em relação a isso vai começar na igreja em nome de Jesus eu tenho profetizado isso por onde eu tenho passado é o mesmo sangue que desceu na cruz semana passada nós nem lembramos isso né na celebração da Páscoa da classificação da Ressurreição o mesmo sangue que verteu na cruz por mim por você também ver teu pelo Asafe meu fino e por todas as crianças autistas que cruzam nosso caminho e as demais pessoas com deficiência a gente vai começar esse tempo eu conversei com o pó Suelen é Geralmente eu faço de uma outra forma mas como amanhã vai ser para igreja em uma classe única a questão bíblica nós vamos abordar amanhã pela manhã e Geralmente eu faço eu começo pela questão bíblica e depois eu venho com autismo dessa vez a gente vai inverter Essa ordem tá eu estou hoje a gente vai trabalhar... Iniciais para a gente pensar a inclusão da pessoa autista na igreja é na verdade agora pela manhã né à noite a gente vai entrar aprofundar alguns Alguns desses temos Então hoje eu vou falar agora pelo amor por você com você o seguinte é a primeira coisa O que é o autismo a gente precisa nivelar isso é alguém aqui já tem contato com pessoa salsichas EA lida com crianças autistas adolescentes adultos autistas ou não tá todo mundo então já já sabe o básico tá aí porque eu gosto de de falar de fazer essa abordagem sobre o que é o autismo em 2013 a gente teve a atualização do dsm que é o manual diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais e o dsm Ele trouxe uma alteração importante no primeiro momento sobre e sobre o autismo até o dsm 4 que vigorou a letra 2013 a gente tinha uma Tríade do autismo do autismo trazia alterações importantes na comunicação na socialização e no comportamento a partir do dsm-5 de 2013 placar ele contratar isso como uma díade ou seja ele tem prejuízo Nas questões sociais e no comportamento mas como é que fala de inclusão de pessoa salsichas na igreja é muito importante a gente considera a a Tríade é por uma questão muito simples o comportamento geralmente ele resultado dos dois anteriores então por isso que é legal a gente leva lá a nossa linguagem porque isso faz total sentido quando a gente vai para prática hoje à noite a gente vai conversar um pouco sobre as questões comportamentais que que você precisa saber sobre as funções do comportamento e também sobre integração sensorial é uma área já da terapia ocupacional e são as duas áreas mais importantes para a gente conseguir avançar na inclusão da pessoa autista na igreja a gente precisa prover um ambiente para ele que de fato favoreço a sua aprendizagem e que ele que se sinta bem e confortável ali que não seja um ambiente agressivo a gente não se dá conta mas o ambiente como esse ele tem diversos estímulos sensoriais EA maioria das pessoas nem percebem quando eles acontecem bom então por exemplo muitas pessoas acham que o problema do autista na igreja é o barulho é só que o barulho não incomoda todos os autistas hora quando a gente pára para pensar pensa no culto Cheio da igreja você tem luz você tem ausência de luz som ambiente é um pouco mais escuro você tem um telão projetar imagem tem alguém com perfume do lado aqui a igreja é grande tem uma estrutura como é que tá falando de Igreja pequena Às vezes a cantina fica na porta da igreja o cheiro do da comida da cantina vai dentro da igreja o meu filho tem seletividade alimentar e tem comida aqui no suporte cheiro Então dependendo são muitos estímulos sensoriais um ambiente como esse e a gente precisa saber identificar e se existimos para poder ajudar essas pessoas é o que tá nos slides e eu só preencher o e-mail na hora de fazer inscrição Boa tarde os slides eu vou disponibilizar para igreja eu não fiz isso agora mas depois eu posso até botar um QR Code pessoal tirar foto na sessão da noite para poder pegar os slides então que tivemos mais de não precisa anotar superiores ao notar o que eu falar aqui que não tiver no slide porque eu acho que facilita né você quiser anotar o desgaste também para relembrar isso aqui foi importante é melhor tá certo então a gente vai abordar esses três tema só foi um pastor em valor no final a gente abre para perguntas pode ser passou não dá para segurar pergunta e não tem agora você levanta a mão pode interromper mas se puder deixar para o final a gente com a minha melhor dessa forma certo então a gente vai tratar sobre três temas o primeiro tema O que é o autismo o segundo ciclo Virtuoso da inclusão na igreja e o terceiro a estrutura funcional do ministério de inclusão é isso aqui é a base e essa base eu tava conversando com as irmãs que já tem um trabalho de inclusão é essa base ela você pode aplicar ela para outras deficiências também tá tirando as questões que são específicas sobre o autismo é se a gente olhar porque eu tô falando de usar essa base para outras questões a gente olhar de modo assim muito racional para as nossas igrejas cerca de oitenta por cento dos membros das igrejas estão no banco porque não encontraram algo para fazer ainda e na verdade mentiram para nós quando disseram que Ministério disse aqui microfone instrumento a da salinha das Crianças só tem muita coisa para gente fazer e quando a gente chegar no tópico 2 do ciclo Virtuoso é a hora ideal para gente motivar pessoas a servirem na inclusão também tá a gente vai desmistificar algumas coisas aqui a respeito da inclusão é um tema que gera um pouco de polêmica no primeiro momento mas a gente vai deixar isso tudo muito claro para que o nosso coração sai daqui alinhado hoje com aquilo que Deus tem posto no nosso coração certo então vamos lá para gente conversar e o que é o autismo extensão do espectro do autismo ou terra o sol tista como é conhecido é um transtorno do neurodesenvolvimento presente em cerca de um por cento da população mundial Segundo a OMS Que show nesse número daqui a pouco eu falo porque mas é o que a gente tem e que gera prejuízo em duas áreas do indivíduo à comunicação social e o comportamento restrito ou repetitivo e a fim de facilitar o entendimento neste treinamento usaremos a Tríade do autismo apresentado pelo dsm 4 alterações na comunicação na socialização e no comportamento e de acordo com dsm-5 e o autismo pode apresentar demandas específicas que o classifica em três níveis de suporte é comum que pessoas com autismo apresenta em outras comunidades como a deficiência intelectual epilepsia o transtorno do processamento sensorial TDH Toddy e outras comorbidades Então vamos lá pra gente iniciar esse o primeiro momento é quando a gente fala da trilha de do autismo comunicação socialização e o comportamento o que que a gente mais ouvir sobre crianças autistas na igreja e qual é a principal razão dessas famílias saírem das igrejas principal razão dela saírem das igrejas num primeiro momento é não saber lidar com diagnóstico e no momento imediatamente posterior à não aceitação a sua só que estivesse comigo aqui hoje embora seja uma criança que está acostumada com a igreja e gosta da igreja provavelmente ele já teria sentado em todos os bancos procurando lugar mais confortável por ele porque porque o ambiente traz questões É sobre o seu organismo e sobre quem ele é e isso altera o seu comportamento então é muito importante a gente separar isso porque o excesso de socialização ou excesso de estímulos sensoriais e de comunicação Ele sempre vai trazer alguma alteração sobre o comportamento eu disse que Que show número da OMS de um por cento da população mundial ter autismo pelo seguinte é até um tempo atrás dos fazia muito sentido mas pensa comigo quando meu filho foi diagnosticado em 2012 é uma em cada 168 crianças se eu não me engano tinham o diagnóstico de autismo em 2013 seu número caiu para uma em cada 88 em 2015 um em cada 64 em 2018 uma em cada 56 em 2021 no dia dois de Dezembro de 2021 CDC que é um órgão do Governo norte-americano disse que uma em cada 44 crianças nos Estados Unidos está no espectro autista ou seja não a matemática muito simples não é um por cento é mais de dois por cento e na quando o ms afirma que um por cento da população mundial têm autismo ela pega uma estimativa do Brasil que a estimativa a gente não tem dado estatístico e coloca no mesmo pacote de um país que tem um controle efetivo e junta quando junto e tira a média essa medida errada vai ter alteração para mais ou para menos geralmente é para menos por causa do sub diagnóstico então a quantidade de pessoas adultas hoje eu fosse eles contém uma forte o recebemos diagnóstico autismo é Absurda a todos os dias alguém recebe o diagnóstico de autismo com 40 anos com 38 anos com 35 anos e só então a pessoa passa a entender porque que avisa foi tão difícil para ela então discordo do número mas enquanto a gente não tem dado oficial no Brasil a gente usa o número da OMS mesmo CDC dizendo que uma em cada 44 crianças nos Estados Unidos que tem um controle efetivo considerando 11 estados é está no espectro autista certo então vamos lá para a gente a fim de alinhar o nosso pensamento até o dsm 4 o Altivo ele era caracterizado em autismo leve autismo moderado e autismo Severo nesse período ainda se falava em transtorno Global do desenvolvimento e transtorno invasivo do desenvolvimento ou transtorno desintegrativo da infância e também é normal usar as suas nomenclaturas E além disso o autista leve que tinha também altas habilidades ele recebeu um diagnóstico de Síndrome de Asperger é esse diagnósticos eles não são Dados mais essa forma que a partir da atualização do dsm-5 em 2013 é entendeu o seu seguinte se a pessoa é autista é autista o que muda aos o nível de suporte o fato que alguém tem o autismo que demanda por suporte não faz menos autistas Ah e não é capaz de mudar a sua condição tem muita gente dizendo que autismo tá na moda né a gente ouve isso todo dia almas autismo agora tá na moda não mas na verdade o que o que que tá acontecendo e graças a Deus por isso é ampliação do acesso ao diagnóstico quando a gente vê essa escala de cada vez é um grupo menor de pessoas apresentar uma pessoa com autismo isso é muito positivo porque em outros momentos muitas pessoas com autismo nível 1 por exemplo não seriam diagnosticadas ou serão diagnosticadas já como a idade bem avançada E aí quando isso acontece em fatalmente outros prejuízos vão acontecendo não existe um processo natural que a gente passa que chama poda neuronal todo mundo passa por isso você nasce com o número exagerado de neurônios e as nossas habilidades elas acontecem a partir das conexões entre os neurônios se não houvesse a poda neuronal a gente não conseguiria estar sentado dentro da igreja porque você tem um cérebro hiper excitado que trabalharem o tempo todo você não conseguiria se concentrar em nada então quê que a poda neuronal em dois duas fases a vida ela acontece de forma mais intensa mas ela acontece a vida toda tá é o nosso organismo o nosso cérebro Deus Deus Ele criou o homem com uma máquina mais inteligente que existe né então o nosso cérebro é muito inteligente é por volta de dois anos e meio três anos até os 4 anos acontece a primeira poda neuronal o que que essa poda você tem Europa você nasce com neurônios em excesso o seu cérebro entende que existem neurônios ali que não são utilizados e por não ser utilizados ele mata esses neurônios e joga fora qual a importância que tô falando de uma forma bem básica para a gente entender qual a importância de um diagnóstico precoce qual a importância de saber cedo que uma pessoa é autista essa pessoa pode ter habilidades que por não serem estimuladas na poda neuronal na perde é um dos uma das coisas que eu falo no livro depois vou apresentar o livro para vocês o meu filho só fala uma palavra na vida a única palavra o Asafe Aprendeu falar foi Amém porque a gente sempre orou em todas as refeições e ele aprendeu falar bem logo após ser diagnosticado na podem neuronal ele parou de falar também homem então ele perdeu uma habilidade que se de repente o dia que nós dele para época em 2012 foi muito cedo ele foi levantado com dois anos e meio mas muito provavelmente hoje seria bem antes mas por muito tempo a gente caiu no engano de não procurar opinião de um dos segundos segundo médico né até a pediatra dele dizia que cada criança tem seu tempo e para gente como o pai teve um filho com atraso no desenvolvimento aquilo era massagem no EGO tá tudo bem e até de te entender não fez dois anos tem coisa que era para tá acontecendo vamos investigar mas o que acontece na outra a gente tem que ser aumento do autismo né mas na verdade o aumento ele se deve muito ao diagnóstico e Graças a Deus que está acontecendo porque quanto mais cedo melhor o prognóstico mais chances de desenvolver principalmente autonomia essa criança vai ter então a gente não usa botando aqui o tema a gente não usa mais um é esses temos autismo leve autismo moderado e autismo Severo é porque o indivíduo ele é autista independente do autismo que tem é independente da quantidade de suporte necessidade de suporte que ele tem então dsm-5 ele entende ele apresenta uma uma proposta uma perspectiva de que todos são autistas o que vai mudar o nível de suporte Então como que é o momento atura hoje nível 1 nível 2 nível 3 nível 1 precisa de pouco ou nenhum suporte substancial nível 2 precisa de suporte substancial e nível 3 precisa de suporte muito substancial São pessoas que dificilmente vão conseguir aí atingir uma vida com autonomia mas é isso mais é sempre interessante e a gente não pode perder as expectativas por quê é porque à medida que essas crianças são diagnosticadas cedo o e são estimuladas elas podem flutuar de um nível para o outro meu filho passou por isso ele foi diagnosticado com autismo Severo e hoje o autismo dele não é nível 1 de suporte não é autismo que seria leve porque ele não desenvolveu fala mas é uma criança que tem autonomia em praticamente tudo da Alfabetizado a frequenta a escola foi contra qualquer tipo de ambiente frequenta a igreja que é um ambiente difícil desde que a gente ofereça-lhe também todo o apoio que precisa nível de rotina principalmente é só para concluir a questão da poda neuronal só acontece aos dois anos e depois Aos doze anos mais ou menos a uma segunda poda neuronal é a fase mais difícil essa transição da infância para adolescência Um dos fatores também é a segunda poda neuronal e depois a gente vai perder melhorando o resto da vida mas são dois momentos de grandes Marcos que o cérebro mata neurônios um de ser usado e joga fora é isso que acontece tô importância né o diagnóstico se o asaf não desenvolveu fala a gente não sabe se vai vir a falar ou não mas se comunica se usa Packs para se comunicar cartões para se comunicar Alfabetizado e a gente continua insistindo né é avançando um pouquinho então basicamente a gente nem vela a ti não não se usa mais síndrome de "agora é autismo e que muda o nível de suporte dá para gente entrar no tema especificamente sobre a inclusão e começa com uma pergunta o que é inclusão se alguém se arrisca O que é inclusão pode falar daí é e vamos começar a falando sobre o que não é inclusão e é melhor sabe porque quando a gente começa a falando sobre o que não é inclusão a gente vai perceber que em alguns momentos a gente até acha que tá fazendo algo pela inclusão mas a verdade a gente está vivendo um outro paradigma um outro momento então é importante a gente é destacar isso hoje e antes de entrar no tema propriamente dito quero desconstruir um paradigma aqui que não tá no meu slide mas eu quero desconstruir esse paradigma hoje que você for no Google e digitar lá igreja inclusiva Teologia da inclusão você baixar um monte de porcaria na primeira página na segunda página na terceira página na quarta página Pode ser que aconteça alguma coisa na e se você colocar autismo na igreja ou então autista na igreja Muito provavelmente a primeira coisa que vai aparecer é um dos meus perfis ou no YouTube ou no Facebook ou no Instagram e por que isso porque eu brigo todo dia com uma ferramenta chamada susu3000 olhei invisto em tráfego pago em anúncio para o nosso perfil tá parecendo sempre entre os primeiros para ver se a gente consegue desmistificar algumas coisas quem sabe um dia quando colocar lá a teologia da inclusão então a igreja inclusiva vai aparecer um monte de coisa de inclusão na igreja antes das coisas que hoje aparecem infelizmente então o primeiro ponto que a gente precisa desconstruir nessa manhã porque a gente sabe que há muita resistência e lá na minha igreja na Metodista na 1ª região eclesiástica de mandalay o rio da região metropolitana do Rio e o interior me sentido a São Paulo é a gente teve que adaptar o nome para não usar o termo inclusão dentro do nome da nossa Pastoral então gente que uma Assessoria Assessoria Regional para pessoa com deficiência porque porque quando você fala em inclusão na igreja hoje fatalmente vão vincular o termo inclusão ao movimento LGBT hoje eu vou mostrar para vocês que muito antes deles falarem nisso a gente já falava inclusão só que se apropriaram o tempo a gente chama pessoas mas a gente nunca informa com muitas práticas é verdade amém E aí o nosso maior desafio hoje como igreja é resgatar a essência do termo e qual é a essência do termo a gente uma vez aqui hoje tá Mais especificamente nessa parte Então antes de falar o que é inclusão nós precisamos esclarecer o que não é inclusão parece desnecessário mas cada um dos paradigmas a seguir se cada um dos paradigmas a seguir não estiver Claro não tiverem Claros e nós podemos cometer o erro de chamar de inclusão aquilo que ainda não é então primeiro paradigma que eu quero tratar com vocês é o paradigma da exclusão e é o mais longo Esse paradigma esse paradigma ele dura até o início do século 20 e tem 1902 1901 mais ou menos ele vem acontecendo desde os tempos bíblicos e na Bíblia gente vê segregação também mas quando a gente para não é por acaso que todos é botar na troca da Cidade e não é por acaso que em João 9 os discípulos andando ele com Jesus encontra um cego de nascença que que eles perguntam para Jesus Quem pecou e foi ele o forno seus pais para que nascesse cego então o paradigma da exclusão ele é o que duram mais tempo e Teoricamente o que estaria mais distante de nós e a imagem representa muito bem você tem um círculo e dentro desse circule a sociedade dentro desse círculo é igreja hoje se eu posso dizer assim e onde estão as pessoas com deficiência estão fora dessa sociedade estão fora desse meio estão fora desse círculo só nível de crueldade quantas pessoas com deficiência nós temos no Brasil hoje não autistas mas quando ele se alguém arrisca sim mas mais isso é ruim é isso é o último estatística eu vou explicar por que que tem mais Mas a gente não tem noção a gente não tem noção da quantidade de pessoas onde a gente não tem noção que a gente não olha esse que eu pedi d'água mas em que se um por cento da população do Brasil tem pelo menos uma deficiência o que isso representa um em cada quatro pessoas tem pelo menos uma deficiência e quantos amigos com deficiência eu tenho e você e onde as pessoas estão nessas quatro se a gente for olhar friamente dessas quatro fileiras de banco uma delas deveria estar preenchido só com pessoas com deficiência para a gente ser um espelho do que acontece do lado de fora eu falo isso é para confrontar Porque na minha igreja também não tem a gente entende isso mas a gente clique é possível bom é quando a irmã fala 45 milhões eu esqueci seu nome é Sara não sabe a então sabe eu vou explicar por que que não são 45 milhões mais esse dado ele é de 2010 o último censo do IBGE o Brasil tinha 192 milhões de habitantes e hoje tem 215 praticamente arredondando e 215 milhões Então você tem um aumento populacional na proporção que sejam mais pessoas o segundo número o senso de 2010 em 2012 em foi sancionada a Lei Berenice Piana que a lei que deu direito as pessoas autistas de usufruírem dos mesmos benefícios das pessoas com deficiência pegando um por cento lá do MS que eu já falei que eu não concordo mas tudo bem você vai trabalhar com ele 24 por cento da população com deficiência 2010 mais um por cento é autista Então esse número já com essa conta já não fecha já aumenta um pouco aumento populacional 292 para 215 milhões segunda questão que eu acredito que sejam até mais de 25 porcento aumento na Frota automotiva Tem mais carros e motos na rua você tem mais carro e moto mais acidentes acontecem mais acidentes acontecem mais pessoas com sequelas o terceiro. Estresse maus hábitos alimentares sedentarismo é essa conversa com qualquer pessoa da saúde que tá na saúde há muito tempo e todos eles são unânimes em dizer que as pessoas infartam cada vez mais cedo e passo aí para o acidentes vasculares cada vez mais cedo e ficam com sequelas disso também e não é então mais pessoas que se tornam deficiente que nesse caminhos quarto. Novas doenças e não é o por vídeo as novas doenças não é o convite ainda Rio de Janeiro e Recife principalmente em 2016 passaram pela crise do Zika vírus quem leva o resultado uma multidão de crianças Nascendo com microcefalia você tá vendo elas na rua eu vejo todo dia na clínica que eu levo meu filho para terapia eu tô com uma igreja a gente não tá pronto e não é a tia essa igreja não é a minha igreja não é igreja do vizinho que não como igreja a gente precisa se posicionar e depois O convide uma das principais coisas que aconteceram no convívio pessoas tendo trombos então conheci a gente perdeu a visão consciente que parou de andar como consequência da doença a gente vê Tem muita gente que perdeu a audição que passou a ter uma condição que não tinha antes da doença pela sequela da doença Então são fatores que a gente precisa observar porque pro nosso maior desafio como igreja olhar para fora dela acontecendo lá fora a igreja precisa ser uma resposta para o tempo que ela tá vivendo o que a Bíblia diz famosa criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus o nosso desafio como igreja não é vir aqui prestar culto mas é quando a gente sai pelas portas da igreja a transformação que a gente gera porque um dia nós somos salvos bom então esse paradigma está distante de nós eu creio nisso a gente se posicionar para que essas pessoas não sejam excluídas da igreja é o primeiro paradigma outra coisa que não é inclusão melhor o segundo paradigma é o da segregação Então até o início do século 20 a gente tem o paradigma da exclusão dela cada um por si no início do século 20 resolveram a juntar essas pessoas E então começam a se tornar forte alguns movimentos por exemplo de hospitais psiquiátricos com internação permanente conhecido como Manicômio Hoje existe até o movimento antimanicomial mas por muito tempo cerca de meio século as pessoas eram encerrados essas instituições E aí muitas vezes colocavam adolescente ali dentro para que ele ficasse ali até que ele morresse porque não tinha perspectiva de melhora o tratamento à base de remédio e a base de cadeado e se você procurar na internet e você vai achar foto de pessoas com esquizofrenia e até pessoas autistas amarradas dentro do hospital e elas viviam ali daquela forma isso vai até mais ou menos 1950 para que interessante movimento da segregação ele é um movimento que criou uma sociedade paralela Você tem uma sociedade se você tem uma sociedade É mas você tem uma outra sociedade Menorzinha aqui tirando as pessoas com deficiência paralela à e isso vai ter 1950 52 mais ou menos aí Aqui Acontece o movimento importante existem três grandes instituições no país que inclusive nasceram nessa época em 1950 alguém entendeu Não não dá mais para essas pessoas ficarem aqui porque eles estão sendo um peso para alguém peso para a família que sustenta o estado e tem que dar conta deles vamos reabilitar essas pessoas para que eles se tornem pessoas produtivas e não sejam mais um peso para o estado ou para a família então Sud o terceiro paradigma que o paradigma da Integração E eles pegaram o grupo que tava segregado fora e aí colocaram dentro da sociedade esse período ele foi conhecido também como o modelo médico da deficiência e qual era a proposta é a proposta do seguinte conserta ou sujeito para que ele seja inserido de forma produtiva na sociedade e conserta ele para que ele seja inserido de forma produtiva a gente tem avanços muito importantes nesse período embora a motivação eu não consigo a concordar com ela mas a gente tem avanços importantes porque surge em três instituições só nos anos 50 praticamente primeira delas a pai a segunda aceder e a terceira a Pestalozzi instituições de reabilitação que rapidamente se tornando conhecidos no país Esse é um trabalho legal a gente vê nesse período uma especialização da Medicina Por exemplo quando você olha por exemplo para ortopedia hoje e olha aprontou pedia para quem sofreu um acidente de moto nos anos 80 90 olha como que mudou né olha como que a medicina se especializados realizou nesse período mas não só isso nesse período de 1950 para cá a gente tem avanços importantes nas ciências de reabilitação então terapia ocupacional fonoaudiologia é a prova psicologia muitos avanços importantes nesse período com a intenção de reabilitar essas pessoas para que elas fossem inseridas na sociedade chegou um ponto e aí sim a gente vai avançar para o período da inclusão quando chega nesse período a ciência avança e essa muito só que chega um ponto que ela encontra um limite quando encontrou esse limite em 1994 em Salamanca na Espanha houve uma reunião universo os órgãos Inclusive a Organização das Nações Unidas e chegaram à conclusão seguinte a ciência avançou até aqui mas a ciência ainda não é suficiente para habilitar completamente as pessoas bom então 994 surge um documento chamado da parte dessa reunião chamado Declaração de Salamanca e esse documento ele aborda pela primeira vez a importância da educação inclusiva a inclusão escolar para essas pessoas o assunto ele é um criado mas ela nasce com esse propósito E aqui é uma mudança de paradigma a uma quebra de paradigma para isso aqui e o grupo que tava segregado agora ele tá misturado no meio da sociedade Deixa eu só fazer uma consideração importante para você eu sou nascido e criado em uma cidade no interior do Rio de Janeiro chamada Itaocara e lá então cara eu cresci a minha infância minha adolescência quando na verdade minha mãe saiu do apartamento que nós morávamos e foi para uma casa eu já nem morava mais com ela eu já tinha saído de casa nesse período mas eu morava no quarto andar de um prédio e o vizinho do prédio na Pestalozzi da cidade eu não tenho uma memória na minha infância e na minha adolescência é daquelas crianças que eram atendidas ali que não fosse da janela do meu quarto bom então todo o contato que eu tinha com eles a gente não vinha João VI eles na escola não via essas pessoas na igreja não vi essas pessoas nas festas que aconteceram pela cidade não vi essas pessoas em festas de aniversário de familiares deles o único contato que eu tive com pessoas com deficiência durante toda a minha infância e toda minha adolescência e ela da janela do quarto lá olhando para o pátio da Pestalozzi que era o lugar onde eles faziam as atividades assim a céu aberto com as crianças e o que que acontece lá para cá no ano passado vocês mais ou menos atrasado não sei se você sabe mas o Brasil no Brasil foi Eleita uma vereadora com síndrome de down oi e ela fisioterapeuta formada e o período da academia e eu não lembro se encontrar meus em Rondônia uma médica autista assumiu a direção de um hospital de campanha Então fique muda da década de 80 e na década de 90 para hoje se alguém entendeu que era possível e as crianças que conviveram comigo elas permanecem isoladas que conviveram comigo não mas que estavam na Pestalozzi quando eu tava na janela do quarto vendo elas brincarem elas permanecem cerceados os seus direitos até hoje continuo dentro de casa continuam participando da vida em sociedade o foco do lado de fora a gente consegue perceber que é possível um rumo diferente uma história diferente e a gente tava falando ela tava falando que na igreja dela tem um pastor que é surdo eu conheço nenhuma pastora sua lá de BH conheço um pastor que é cego na verdade mais de um pastor cego eu pastor surdo é interessante porque ele prega em libras e aí faz um papel contrário não é o intérprete de libras agora é alguém traduzido a libras para igreja então é possível o e olhar para o contexto social a gente vê que é possível então ali no período três o período da Integração qual era a proposta o sujeito precisa se adaptar à sociedade reabilita ele conserta ele para que seja inserido no mercado de trabalho produz a renda e não seja um peso para sua família para o estado em 94 em Salamanca chegar a essa conclusão da sua até aqui a ciência alcançou o é mas ela nunca vem balcãs autonomia E aí que você mudar o paradigma então agora não é mais o sujeito que se adapta a sociedade é a sociedade que precisa estar pronta para receber essa pessoa tá fazendo para nós para igreja a igreja que só tá pronta para receber é o tempo da minha igreja não se vou mandar um tempo antigo a gente tem 70 anos há um tempo antigo uma escadaria com mais de 40 degraus Dá para colocar elevador Não não é funcional a prefeitura começou a criar um monte de em barra compra um robô para subir escada e ninguém que quiser entrar na igreja vai ficar de fora né bom então a gente precisa entender aqui do lado de fora existem pessoas que não só poderiam mais muitas vezes querem estar aqui e isso só fazer sentido pra gente aí pra gente entender que o seguinte até ele e se adaptou mas segundo limite que não dá mais então agora a gente se a se reorganizar para receber essas pessoas surge Então o período do que é inclusão inclusão é quando todo mundo entra todo mundo participa a inclusão e quando todo mundo entra e todo mundo tem acesso ao que acontece ali tem uma frase que eu não sei eu só lembro da frase nunca lembro de pesquisar o autor ou autora passou uma frase que diz o seguinte a sensibilidade a chamar por baile inclusão chamar para dançar o que as pessoas vão fazer um baile não é dançar então para você incluir tem que chamar lá para dançar É sobre esse paradigma a gente entende que a igreja já não tá na e no período de exclusão mais que a gente tem maturidade que se a porta da igreja tá aberta qualquer um pode entrar amém é mas e dali para cá o que a gente precisa entender é porque se eu penso é uma pergunta que eu recebo todo dia Pastor mas eu faço que monta uma sala de recursos na igreja pros Você montar uma sala de recurso não tiver um plano para tirar essa pessoa de lá e colocar junto com as outras você vai ficar segregando ela resto da vida e você pode até ter uma sala de apoio para fazer a transição e de uma falar disso mesmo à noite para fazer a transição para que ele se acostume com o ambiente ou então para fazer uma área de escape para pessoa autista para se auto-regular e voltar para programação no caso ali de hiperestimulação mas o ideal é que como igreja estejamos todos juntos isso é inclusão inclusão e quando todo mundo entra quando todo mundo participa quando todo mundo vive a experiência de todos que estão ali vivem faz foi por onde eu começo isso e a gente começa por aqui ó a primeira fase de su turno antes da gente chegar nas coisas práticas a pergunta que eu mais receba todos os dias na verdade a minha pergunta é pedido todo santo dia quando eu acordo de manhã tem uma mensagem lá no Direct do Instagram Pastor tem algum material adaptado para levar para igreja só que uma tela da Fada último o pneu fim antes disso existe todo um caminho que a gente precisa recorrer a se percorrer dentro da igreja então é um pastor já leu o livro algumas pessoas já tiveram acesso a gente faz uma programação que chama culto Azul desde 2013 uma vez por ano sempre no primeiro domingo de Abril para falar sobre o autismo na igreja e com fechamento da igreja a gente fez o primeiro online 2020 o primeiro ponto azul online que a gente fez sempre cento online E aí eu pensando em uma palavra como que eu poderia ministrar algum ele te trouxesse um certo valor para quem tivesse ao vivo com a gente que foi a primeira programação assim que está por os níveis de igreja local ou de quem tava bem próximo da agência o e pensando na palavra eu recebi essa direção de Deus eu quando comecei a me encarar algumas coisas eu cheguei a isso que hoje eu chamo de ciclo Virtuoso da inclusão e a gente começa a gente começa esses se esse círculo esse ciclo pensando o seguinte a inclusão ele é um fim na igreja e o que que eu pretendo fazer com essas pessoas a gente fica desconstruir alguns paradigmas o primeiro deles é que essas pessoas são salvas pelo seu sofrimento quem sou eu para dizer que alguém sofre quando tem alguma deficiência não tô na pele dele eu não tô na pele negra o segundo é e se as pessoas fossem salvas pelo seu sofrimento ninguém que vive uma vida miserável que sofre de sol a só precisaria de Deus estaria salvo a salvo pelo sofrimento da mesma forma e ninguém que vive um casamento infeliz precisaria de Deus porque sofreu a vida inteira para o marido dentro de casa já estaria ação entendi então ninguém é salvo pelo sofrimento nós somos salvos pela graça do Senhor Jesus sobre nós mas insiste em dizer isso a cadinho de fulano Tadinho de quem e são questões que a gente precisa amadurecer né então quando a gente olha para inclusão a gente precisa entender que a inclusão ele é um fim é o objetivo que eu tenho alcançar de ser uma igreja para todas as pessoas esse uma igreja onde todo mundo entra participa e recebe da palavra e alimentado por Deus e Vivi experiências com Deus aquele lugar a gente começa a se círculo com informação a parte mais importante a parte mais importante é informação e quando a gente fala como igreja para agenda da igreja para fazer um evento específico sobre isso isso é de um valor que a gente não consegue chamar muitas vezes por quê Porque em muitos momentos a exclusão o preconceito ele acontece na igreja para ignorância às vezes nem maldade moda das vezes não é maldade Às vezes a ignorância Teve um caso que tomou conta ainda as redes sociais no mês passado de um fotógrafo aqui de Brasília chama Anderson eu ti vou parar de conversar com ele a esposa conversou com a esposa dele a gente deu um suporte ali naquele primeiro momento para ele ele tem um casal de filhos autistas eu tô falando isso aqui porque publicamente ele tem uma pessoa pode usar o meu exemplo e foi muito bom o caso ele teve realizado nas redes sociais porque trouxe uma visibilidade às vésperas do dia mundial de conscientização do autismo sobre uma demanda que a igreja precisa pensar então ele tem dois filhos um garoto de dois anos se eu não me engano uma menina de 4 a luz são autistas é a menina estava em crise já haviam faz uma semana dentro de casa e ele esposa no limite no sábado ele passou em frente a uma igreja e viu a chamada da igreja para o culto da família que que ele fez estou no meu limite eu vou para igreja porque o culto da família quando ele chegou no estacionamento da igreja a sua menina a menina teve uma crise na porta da igreja e começou a chorar não chorou 5 segundos ver Alguém de dentro da igreja olha só vai embora com a sua filha que vocês estão atrapalhando com outro Se isso for no final de semana na quarta-feira ele de forma muito sábia gravou um vídeo e colocou nas redes sociais colocou no Instagram na quinta-feira quando eu acordei eu tinha mais de duas mil notificações no meu Instagram pessoas me marcando no posto dele e pessoas me enviando o vídeo dele eu não consegui dar conta de ver todas as pessoas que mandaram e na hora de imediato eu fiz contato com ele mandou um recado para ele troquei o WhatsApp com ele e a gente começou a lhe acolher a família foi lá o mínimo que eu posso fazer pergunto quem tá errado nessa história e o pai que pega uma criança e leva para igreja sabendo que ela poderia ter uma crise não o irmão sai de dentro da igreja Oi e manda embora que tava atrapalhando o outro não e ele não sabe e ele não sabia o que fazer a Deus não leva em consideração nosso tempo da ignorância Tiago Capítulo 4 Versículo 17 aquele que sabe o bem que tem que fazer e não faz está pecando Então deixa eu falar para você e a partir de hoje só acontecer a gente tem culpa porque hoje eu tô falando para você se você vir aqui hoje vou sair daqui com carregando um piano tô sabendo que agora a gente já sabe o que tem que ser feito Ah e por quem os pastor é eu vou pegar só um exemplo poderia dar outras vou pegar só um que tá dentro do nosso viés Cristão evangélico família é uma instituição de Deus Amém quem concorda com isso só para saber se você amém família uma coisa que criada por Deus né tudo que Deus criou' gente trazer lá por ele Amém com Deus cria a terra Entrega na mão de Adão que ele fala se ela cuidar desse aqui ó Olá Tudo Que Deus seja para gente cuidar é a taxa de divórcio no Brasil hoje é de trinta e três por cento tem que isso representa um em cada três casais se separam em até cinco anos é um número absurdo certo quando a gente olha para casais com filhos autistas a gente vê essa esse índice dá um salto de trinta e três por cento para oitenta por cento e não é mais em cinco anos em um ano oitenta por cento dos casais com filhos autistas ou seja quatro em cada cinco se separam em até um ano após o diagnóstico vou contar só um caso para vocês de uma amiga que eu tenho que morar lá em Niterói ela no dia que recebeu o diagnóstico do filho dela e o marido saiu do consultório junto com ela deixou na porta do prédio e disse que estacionar e depois ele mandou advogado já para fazer negociação do divórcio ele nem entrou em casa E isso acontece todo dia E como que eu sou cristão e eu tô deixando família se dissolverem debaixo do meu nariz e e eu não faço nada para ajudar para tentar uma cachorra não tem garantia que vai evitar mas eu posso tentar eu preciso me Reinventar para isso então são questões que a gente precisa pensar e como que a gente vai pensar isso no primeiro momento informar a igreja o pai de Brasília que foi expulso da igreja ele foi vítima de uma pessoa que também na vítima e era vítima de querer vítima da ignorância eu quero ouvir quando a ignorância porque disseram para nós e criar uma tal de reverência do culto bom e o que adianta ter uma referência dentro do pulso e do lado de fora se uma pessoa irreverente na verdade alguém que negocia com o pecado então assim quando a gente olha um caso parecido na Bíblia as crianças queriam chegar até Jesus tem que os discípulos faz ela só não importou no México não ele para tudo não deixa de vir aqui para ver o reino do céu é dele ele só tá ouvindo que eles são puros e ele só tá ouvindo porque eles não medem as consequências do que eles estão fazendo de tão puros que eles são um caso parecido que a gente tem que Jesus ele para o que tá fazendo e dá atenção devida naquele momento ali e eu tenho convicção de que o coração de Deus vai ficar muito alegre se a gente parar o culto e acolheu uma família de uma criança em crise do que se a gente simplesmente ignorar essa família e acha que ele tá trabalhando com o outro que domingo que vem tem culto de novo é uma outra razão pra gente se preocupar com isso e só falando de informar aí concientizar que é o segundo segundo tópico ali é e o índice de suicídio em mães de autista e tem mãe salte já chega a ser quarenta por cento maior do que em pessoas que não têm filhos autistas mas esse número não é o pior não o índice de suicídio em pessoas com autismo leve chega-se 14 vezes maior do que o risco de suicídio para pessoas que não têm autismo há 14 vezes maior o risco de suicídio em pessoas com autismo leve o risco de suicídio não não Consumado mas a tentativa pelo menos Então são razões para gente se preocupar e como a gente começa abordar esse na igreja ou primeira coisa a gente só fazer informar grandemente para agenda da igreja para falar sobre isso e amanhã vai ser muito bom que você vai acontecer aqui paixão pela manhã a gente consegue acorda para vida aquele start que a gente precisa porque às vezes a gente tá dormindo em berço esplêndido porque ninguém vai falar para gente ninguém sabe o que tá acontecendo ninguém parou ainda para observar e isso e cá entre nós a gente sabe que é o interesse maior das pessoas que vivem isso no dia a dia e se você olhar as principais conquistas que você tem hoje na questão do autismo sempre vai ter ali na maioria das vezes uma mãe por trás o amor de Deus vezes uma mãe hoje graças a Deus os movimentos de pais estão aumentando mas até bem pouco tempo era só as mãos porque os pais acham abandonado há muito tempo eu tenho são um ponto importante comente para a igreja e traz a informação e quando a gente traz a igreja para ir para agenda da igreja e mostra pra igreja que existe um caminho que a gente precisa se preocupar também com a gente para a igreja e mostra o seguinte não é o fato dele ser autista não quer dizer que ele seja incapaz não quer dizer que ele não aprenda não quer dizer que ele não goste de estar aqui às vezes é difícil para ele estar aqui mas eu queria que ele não quer dizer que não gosta lá em casa e tive uma cachorrinha muito interessante né apesar das Artes gostar a gente usa algumas ferramentas com ele para tornar isso mais fácil em caminho mais lógico para ele bom e se no momento inopinado o filho vou ter que ir lá na igreja vamos comigo amor ele já corre pega a roupa escolhe a roupa para ir para igreja a e quer se vestir sozinho não quer nem ajuda você já vai para escola não é a mesma proatividade Você chamou a terapia na mesma produtividade mais para igreja ele gosta e o quê Porque faz sentido para ele para ele é bom estar lá a gente fez uma ação de sábado para domingo passado e eu acabei que eu dormir na igreja Fui para lá e falou nem voltar para casa porque já tá muito tarde e é bem distante a gente mora bem distante da igreja mas ele queria comigo eu não levei ele deu trabalho para mãe dele em casa e fazer Poxa meu pai foi para Igreja me deixar em casa é só que não daria para levar porque a gente foi fazer não daria para levar então o primeiro top que a gente precisa pensar informar para a igreja e mostra a demanda que a igreja não é obrigado a saber a igreja não é obrigado a saber Olá tudo que a gente faz essa primeira etapa de fato informação que a gente está fazendo aqui hoje desmistificando algumas coisas o autismo é isso pode uma moda o autismo não é demônio com muita gente por muito tempo o Fado do meu filho de ser filho de pastor não não foi suficiente para que ele ele deixasse de ouvir a gente deixasse de ouvir a preciso orar vai ser menina ser liberto do autismo como se fosse um demônio Ah entendi E aí eu levo até a última vez que eu vi isso a pessoa diz que chamaram irmão oração forte ele foi deve ser pai de santo oração forte para curar esse autismo dele foi minha mãe então tá essa pessoa para libertar ele se autismo dentro Então traz essa pessoa e mandei uma lá pelo meu fino o mercado eles Eriberto que o preconceito dele e da ignorância então primeiro ponto conta para igreja que que é conta para igreja aqui fatalmente ela pode não ter um filho autista Mas pode ser que ela tem um neto autista Ah e por quê que é importante a gente pensar sobre isso que até 2012 Eu não fazia sentido para mim Se você quer assim eu nunca tinha ouvido a palavra autismo e quando ouvi pela primeira vez já tava dentro da minha casa pastor estar liberando uma palavra contrária na vida isso é maldição não isso é está atingir assim uma em cada 44 crianças hoje estão no espectro autista fatalmente se não nasceu na sua casa pode nascer na casa dos seus filhos ou na casa do seu sobrinho ou na casa de alguém que você ama em algumas estimativas que até 2035 todas as famílias conviverão com pelo menos um autista isso é estatístico é número matemática bom então a gente precisa assim o organizar em relação a isso a gente precisa estar pronto e aí quando eu falo de ministério de inclusão na igreja sempre digo o seguinte comece antes de estar pronto se enxerga demanda E se eu tenho 45 crianças na igreja porque que não tem um autista já tá fora deixa artística tá fora da Média Entendi então assim Informa a igreja sobre a condição em forma igreja sobre números a igreja sua vai dar o devido valor para inclusão quando ela souber de uma em cada quatro pessoas no país tem alguma deficiência onde eles estão a igreja não tá sendo planetas são um artigo Já tem alguns anos da revista Ultimato e dos oito povos menos evangelizados no país o Sudão deles já tá lá e com certeza se atualizar aí você entra mais gente algum deficiência hoje mas tá lá no artigo a chegada de 2014 se eu não me engano então comer um ponto Informa a igreja sobre essa realidade segundo. Conscientizar a igreja passou mais informação e conscientização é a mesma coisa não tem um detalhe aí que dividir uma palavra da outra pode até ser usado como sinônimo algumas ocasiões mas o que diferencia informação de conscientização essa linha tendo é o sentimento que eu me torno consciente em quando eu me preocupo e eu me torno consciente quando eu decido fazer alguma coisa para mudar isso bom E como que as pessoas vão se envolver com uma causa que elas não conhece E como que as pessoas vão se envolver com um dado que é frio porque dado que é frio você abra o jornal abre um site você tem um monte de tragédia acontecendo mas tudo bem não tá acontecendo com você daqui a pouco a gente esquece e quando a gente traz a informação para igreja e começa a mostrar para igreja o que essas pessoas passam e quais são os desafios que todos os dias uma família com autismo autismo Independente de poder aquisitivo Independente de classe social Independente de raça do lugar que mora passa por dificuldade primeiro porque não consegue inclusão escolar com deveria não consegue o atendimento como deveria não consegue bancar as terapias Quando consegue bancários terapeuta que lápis não consegue um profissional competente porque às vezes tem para pagar mas não tem um profissional dependendo do lugar e quando meu filho foi diagnosticado no Rio de Janeiro no Rio de Janeiro nos últimos dois médicos uma de fato é especialista em autismo tá tão importante é uma filha autista outro é um fanfarrão que tava aproveitando a onda do momento bom então assim graças a Deus a gente tem mais profissionais Mas às vezes não é nem questão de poder aquisitivo vocês a pessoa tem dinheiro para pagar mas não tem um profissional onde ela tá não tem tá precisa Reinventar e quando a gente começa a trazer à tona a isso porque os casamentos são acabando que mande autista e se suicida não toda hora tem uma notícia na mídia que autistas de nível 1 são mais propensos a cometer o suicídio a gente que você se envolver com isso bom então agradeço a torna consciente quando ela sabe o que as lá para o que as pessoas passam famílias com filhos autistas encontram portas fechadas todos os dias e a igreja não pode ser mais uma dessas portas e e as pessoas muitas vezes buscam na igreja a igreja como último Refúgio de esperança para elas e a gente precisa saber disso e a gente falar de acolher essas pessoas que a gente precisa saber disso não existe amor à primeira vista ninguém ama aquilo que não conhece gente pode se apaixonar e agora amar eu até hoje tô aprendendo amar minha esposa depois de quase 20 anos de casado com a mãe construído o amor relacionamento de amar o nosso irmão amar o próximo e relacionamento ninguém vai amar um autista ser nunca tive a oportunidade de conhecer essa pessoa é como eu falei aqui o meu exemplo que eu era vizinho de uma instituição e se tivesse acabado lá eu nunca me envolveria com a causa por que não faz sentido para mim amanhã para ah e hoje e eu tenho eu tenho essa convicção né quando quando a gente o alcance que a gente está tendo hoje a quantidade de pessoas que a gente consegue receber um retorno feedback delas todos os dias me faz querer todos os dias que Deus queria levantar alguém o asaf não nasceu nossa casa por acaso e eu nunca estaria aqui se não fosse o meu filho autista 1 o link está em outros lugares que tenho ido se não fosse ter reconhecido isso conheço muitos passou esse abandonaram o ministério depois de um final de festa bom então eu creio que Deus ele queria levantar alguém para falar sobre isso Oi e aí é uma questão que é negociável tava comentando pastor de leite assentado ele tava comentando pelo ontem que quando eu entendi o que era para eu fazer eu pedi o nosso bicho que não me não me acho mais à igreja local que me deixa trabalhando na Nível Regional eu vou estar lá na igreja local mas se eu precisar sair eu vou sair para atender outras pessoas e para atender outras demandas e para ajudar aqui na região a gente implantar esse trabalho porque algo está no coração de Deus ninguém se envolve com aquilo que não conhece não existe amor à primeira vista a igreja só vai se envolver com a inclusão quando ela souber de fato o que essas pessoas precisam Esse é o segundo. O terceiro. O acolher uma igreja informado uma igreja que sabe quais são as condições que essas pessoas vivem no dia a dia ela já está a meio caminho andado de começar se Reinventar para acolher essas pessoas a inventar sua agenda arrebentar os seus protocolos não estou falando aqui em mexer em questão doutrinária tô falando aqui em usufruir daquilo que nós já temos é a minha sala não pode negar aquilo que a ciência murchou para mim que funciona é isso existem coisas que funcionam do lado de fora da igreja abordagens que funcionam do lado de fora da igreja a gente precisa trazer isso se existe em práticas que funcionam na inclusão escolar porque não trazeis o meu ministério infantil Ah entendi porque não adaptar aquilo que que já acontece hoje a minha agenda como Igreja São caminho que a gente precisa que a gente precisa pensar é uma igreja que tá informada está consciente ela está propensa acolher ela está propensa a ser ouvidos para essa família que chega volta no caso do Fotógrafo de Brasília se a igreja tivesse pronta você grande eu tivesse informada e dissesse seria outra a e poderiam até não saber o que fazer mas é um mandar embora eu tentaria acolher a família de alguma forma E então Nosso principal inimigo hoje ainda é a falta de informação a informa traz a realidade para igreja se conscientize porque já é meio caminho andado para gente começar a colher essas pessoas buscar entender o que que elas têm para falar quais são as suas dores e o que que a igreja pode servir e para só então a gente chegar no último passo até a parte da inclusão pastor mas acaba aí quando acabar aqui você acabou a gente começa de novo ciclo por isso que é um ciclo Virtuoso em quando a gente começa a Gerar esse círculo surgir novas propostas subam e surgem novas abordagens surgem novas descobertas por exemplo uma descoberta recente não é 100 porcento mas já se percebeu certa semelhança no cérebro de crianças autistas ainda na gestação até então não tinha como prever E então uma pessoa tinha um filho normal embora o normal não existe a mas por exemplo meu filho até o diagnóstico a princípio era uma criança como todas as outras então o impacto do diagnóstico depois de dois depois de três anos ele é mais pesado e eu não estou falando aqui sobre sentimento tô falando sobre a chegada da Notícia quando uma pessoa está esperando o fino e é descoberto na gestação que essa criança tem lá síndrome de Down viu lá no exame da ultrassom e percebeu que tem alteração na nuca ou então tem uma má formação que isso percebe quando a criança ainda está sendo gerado a toda uma preparação para essa família toda uma preparação tudo para os pais todo o acompanhamento e ele já sabe que vai ter um filho com deficiência e o autismo não a criança chega como toda a todas as crianças o e principalmente em paz no primeiro filho o único filho como é o nosso caso você não tem como comparar o desenvolvimento com outra criança é né então diante disso quando a gente recebe o diagnóstico a gente tem gente que não gosta aquele que trabalha esse tempo desse sistema dessa maneira Mas fatalmente a gente entra no tu só que o luto é diferente porque a criança está limpo a luta diferente a criança tá no seu braço Ah e você não sabe você vai fazer com ela e não é o luto da ausência é a pena das suas expectativas bom e sabe o que que acontece com nós conosco seres humanos todos nós todos sem exceção a gente deposita um monte de sonho que é mostra a vida dos nossos filhos e a mulher engravida eles estão doido para saber o sexo do bebê só que antes do sexo do bebê já tem dois homens um de menino de menina não é verdade já se for menina é tal se for menina at all on e já põe o nome EA preparo enxoval preparo o quarto aí o cara queria ser engenheiro não conseguiu sem dinheiro tem que ele faz não o meu filho vai ser engenheiro você até uma forma de egoísmo possível que a gente está se apropriando da vida que não é Nossa e na verdade ele cria um monte de expectativa quando chega num diagnóstico todas as expectativas que o frouxa você bota na estaca zero e repensa tudo de novo refaça os seus sonhos repense a sua trajetória abra a mão de coisas que você queria fazer quando seu filho tivesse com 10 anos porque você não vai poder fazer mais não vai ter como fazer bom então são questões que acontece de fato e isso vai definir é o que o que vai o que vai de fato definir a nossa atuação como igreja é quando a gente aprende a reconhecer que momento que essa família tá vivendo a igreja ela vai saber a colher essas pessoas para poder incluí-los na igreja quando ele sabe que muitas vezes aquela pessoa que senta no canto e só chora ela tem as razões dela para chorar e quando ela entende que os pais que chegam na igreja e escondem a condição do filho não falam que o filho é autista eles podem estar em 4 em três perfis diferentes ou eles não sabem do autismo Ou eles sabem estão em negação não aceita em hipótese nenhuma aquele diagnóstico ou então tem vergonha do diagnóstico que acontece muito também e a terceira hipótese ele já estão tão calejados de serem excluídos de tudo inclusive de atividades na própria família que eles preferem esconder da igreja que a criança tem autismo para que não seja excluído ali também Oi Stephanie fazer dessa forma não vou falar porque se eu falar não vão acolher a gente é essa é uma situação que é difícil uma situação que é muito tensa e como igreja a gente já tá pronto para receber essas pessoas a oitenta por cento da igreja em média ficar sentado no banco o e às vezes no meio dessa desse povo todo tem alguém que tem uma capacidade de acolher a crise do outro como ninguém se tem alguém que tenha aptidão para lidar com criança se Não para quieta e vira uma criança junto com ela mas consegue estabelecer um vínculo e esse vínculo é importante parte na semana que vem ela volte Então esse a gente quer saber o que tá acontecendo do lado de fora porque a gente esteja pronto para acolher e só então incluirá é que a gente entra de fato Nas questões da inclusão primeira coisa que a gente precisa pensar no ministério de inclusão a primeira coisa de uma das mais importantes eu preciso pensar numa rede de apoio a rede de apoio é o termo que é bem comum entre famílias com filhos autistas mas a verdade ela é muito comum pela maioria das pessoas não terem uma rede de apoio tem nem porque elas têm Mas é porque elas não têm gostariam de ter mas não tem é uma rede de apoio três virgens primeiro nível 1 nível profissional segundo nível nível familiar e o terceiro nível o nível do voluntariado em o pastor liga profissional é para que poder terapia na igreja quem dera mas sem da utopia é só que se eu tenho acesso alguns profissionais eu posso fazer o quanto a gente tá fazendo aqui hoje meu irmão dá uma palestra lá para minha igreja vamos lá fazer um treinamento com a minha equipe Vamos lá fazer um é um treinamento com meu ministério infantil Vamos lá fazer uma uma palestra para as mães de autistas que vem na minha igreja e me ajuda que produzir um material E aí gente nós somos Reino de Deus às vezes na minha igreja não tem uma terapeuta ocupacional que estão profissional escasso eu fiquei sabendo ontem que aqui em Goiânia Tá em falta também não é só no Rio de Janeiro que está em falta A Terapeuta ocupacional com especialização em integração sensorial de AIDS não é só aqui no Rio de Janeiro também a gente está com muita escassez desse profissional Mas às vezes não têm na minha igreja mas tem na igreja do vizinho e tá tudo bem lá batendo à porta pedir emprestado a gente não vai ser maior nem menor do que ele é eu vi lá do Rio de Janeiro para cá e tá tudo bem mas em nome de Jesus Deus Valeu matar o outro pastor em Goiânia para falar isso eu tenho falado todos os dias que o meu sonho é poder excluir minha conta no Instagram e não precisa a igreja já entendeu a igreja de aprender o que tem que ser feito eu não preciso mais que tá falando a gente conversar sobre isso ontem né paixão ficar horas a fim que pensando em qual conteúdo de valor que eu posso trazer hoje para ajudar a igreja ou então liga o profissional toda a igreja tem pelo menos uma professora de rede pública e a gente tem que aplaudia essas pessoas porque muitas vezes sem ter treinamento nenhum quando tem alguma especialização foi pelos Próprios Meios mas recebe as crianças com deficiência e dá um jeito dela de entender de ajudar e adaptar para que essa criança aprenda eu tô nível profissional presente tanto trabalhar conscientização da igreja como preparar as nossas equipes e das suporte para família segundo nível nível familiar e se em 2012 eu tivesse do meu lado um pai que soubesse Vinte por cento do que eu sei hoje sobre o autismo muitas noites que eu passei acordado eu poderia estar dormindo é porque ele poderia dizer para mim que tinha coisa que era o meu esforço mas outras coisas era só o tempo é só financia a idade de querer resolver logo muitas vezes a gente acaba atropelando alguns processos ó e aqui é interessante quando a gente fala de rede de apoio e familiar e às vezes na igreja tem um autista Mas na rua da igreja tem outro que não vem para igreja e na vizinhança tem outros tem muitos um Oi e a gente precisa colocar suas famílias em contato e quem tá mais tempo na caminhada sempre tem alguma coisa para ensinar e pode não ser um profissional mas já passou por algumas fases da vida por exemplo a gente tá passando essa transição né da infância para adolescência e o Zap tá na puberdade existem muitas coisas que a gente perguntar para neuro dele ou para as terapeutas eu pergunto os meus amigos autistas adultos porque eles viveram aquilo como que foi essa fase para você diante de tal comportamento como que Ana e o que que você acha que ele tá sendo tão impulsivo com isso e quando a gente começa a conversar com essas pessoas a gente percebe o seguinte tem muita coisa que é do autismo é mas tem muita coisa que é da idade o WhatsApp não é só autismo asaf agora também é um pré-adolescente adolescente Ah entendi E a gente tem que saber separar as coisas e já a gente precisa entender isso então a rede familiar é muito boa nisso e a gente de tabela se eu posso dizer sim a gente cumprir um outro propósito da igreja que propósito proposta de evangelismo que tem famílias que se você chamar ela para vir na igreja ela não vem e não vem porque não é adepta ou não vem porque já sofreu preconceito na igreja e desistiu como raiva da igreja e muitos momentos só que se chama para um café na casa de alguém ela vai se chamar para um café no salão da igreja que seja mas não é culto é só um bate-papo lá bater lá um psicólogo falando para as famílias ela vai então de tabela não vai tirar vai tirar vim com esse burro você começa a promover alguns encontros tanto para essa troca de experiência como também para essas pessoas é aprender umas com as outras mas também criaram esses vínculos afetivos é uma coisa que os pais notícias passam que a pena das amizades é fatalmente após no fim de ser diagnosticado muitos amigos que existe em você bom e você o ciclo de amizade começa além de ficar reduzido muitas vezes ele é reduzido em pessoas que têm a mesma situação que a surra bom então tudo que essas pessoas querem alguns anos então nem para conversar então em uma rede de apoio a gente consegue atuar em duas águas linda Evangelista essas pessoas mostra por elas que a igreja tá diferente Oi e o terceiro livro nenhuma mais importante nível do voluntariado pastor precisa ser profissional para servir a inclusão não pré-requisito um coração ensinável o segundo pré-requisito amar pessoas mas amar a ponto de se Reinventar por elas amar a ponto de entender como elas funcionam amar a ponto de querer saber mais sobre elas Esse é o terceiro nível da rede de apoio livro mais importante eu vou deixar uma coisa para você a jurisdição mais rico da terra a igreja e não é pelo dinheiro mas é porque eu já tenho aquilo que o dinheiro não compra Bom dia tem gente na igreja são as pessoas e tira tudo da igreja e ela postou tudo de novo O que é a prova disso a igreja não morreu no pandemia com tempo fechado o digamos a gente passa por uma perseguição derrubou o tempo da igreja a igreja que sabe quais são os seus fundamentos ela vai permanecer ali o mesmo sem um tempo para se reunir e a igreja tem pessoas e infelizmente a maior parte delas ainda não encontraram o que fazer na igreja do ministério de inclusão uma ótima porta também pode desenvolver novos talentos pessoas que sejam voluntárias e tenham disposição para aprender sobre outras pessoas a passar um pouquinho parceria com a família isso aqui é muito importante é porque o Pastor Hélio eu vou te mandar um PDF E aí tem como mandar para os meninos passarem depois o porquê que a parceria com a família é importante pelo seguinte quem entrega o ouro para a gente a família e a família que passa a maior parte do tempo com essas crianças com esses adolescentes e até conhecer os adultos autistas e eles sabem exatamente o que que essas pessoas precisam o que que acalma o que que agita o que que ele sabe fazer sozinho que ele ainda tá aprendendo e faz com ajuda e o que que ele não faz ainda é como que ele se comporta antes de ter uma crise quais os sinais de uma crise Então essas questões é a família que traz para a gente e essa parceria com a família e ela de fato é o que é essencial eu diria um seguinte toma frase do abraãozinho com que ele diz o seguinte se eu tivesse 6 horas para cortar uma árvore Vou Passar quatro horas amolando meu Machado afiando meu Machado em parceria com a família andar mais a metade do caminho com uma conversa Essa é a família que vai entregar aí para gente mas chegou hoje uma família com uma criança autista na minha igreja eu preciso respeitar isso acolher essa família conquistar a confiança dela para só então querer extrair essas informações bom então a parceria com a família ela é importante pelo seguinte ela nos poupa o trabalho e eu passei para o r no final vou mostrar aqui uma ficha que nós desenvolvemos eu acho que as ame Até deve ter pego essa ficha lá no grupo que exatamente para uma conversa com os pais de uma criança autista que chega na igreja bem descontraída porque se você colocar uma um papel branco no formato de anamnese ele vai ter receio vai ter dificuldade também colorido cheio de figurinha para preencherem junto com a criança quero saber esse aqui sobre isso aqui sobre ele de forma bem informal e a gente já consegue traçar o perfil dele entendeu como que ele funciona e o que que eu posso oferecer para ajudar e o que que eu devo evitar e oferecer para não atrapalhar o processo de inclusão então a família que dá esse para a gente esse Fini é a família que dá e pensa numa consulta o meu filho não vai para neuropediatra todo dia e ele hoje tá uma rotina que ele vai a cada três meses na neuro e o que que ela o que que ela sabe dele no intervalo entre uma consulta e outra só o que a gente conta ele não fala e ela Analisa de um comportamento de dentro do consultório faz alguns testes rápidos da demanda para ele mas a maior parte da consulta é aquilo que a gente tá falando é a família que vai trazer para gente e a clínica do meu filho a gente tem o hábito sempre teve na verdade a clínica dele sempre teve esse hábito de idade evolutiva todos os dias que é o certo Esse é o certo você tem que ter prestação de conta todo dia porque às vezes uma alteração mínima em casa alteram o comportamento na clínica ou na escola então tanto a escola como a clínica e nós conseguimos ao quase impossível mas a gente vai colocar a clínica do meu filho dentro da escola meu filho estuda num colégio Federal e a clínica particular que a gente sabe que a burocracia muitas vezes atrapalha você colocar uma instituição particular dentro de um órgão público mas mensalmente eles conversam agora com avanço da bandeirinha Isso facilita toda para fazer pelo Google mente outra ferramenta mas antes eu colocava todo mundo no Uber na clínica e levava lá para escola vai lá conversar com o pessoal da Coordenação vai lá conversar com os professores então a gente parada num dia que ele não tinha terapia a gente deixava de terapia naquele dia uma vez por mês para que a escola EA Clínica tivesse contato com a gente participando junto e é isso infelizmente é uma realidade que quase nunca acontece mas que precisa ser presente a família tem que participar de todo o processo a e na igreja a gente não vai ter como trazer o profissional aqui muitas vezes mas a família vai saber dizer para mim ou então a gente da demanda para a família perguntar profissional essa fichinha que eu vou deixar para vocês aqui depois mostrar pra vocês você pode olha só lê isso aqui mostra lá para o profissional fala para ele preencher uma você preenche a outra Entendi então a gente consegue caminhar e traz ali o perfil parceria com a família é essencial terceiro. Entenda o ambiente e entenda o ambiente que que acontece nesse ambiente esse ambiente não é só barulho e esse ambiente é barulho esse ambiente é luz esse ambiente é telão esse ambiente é cheiro do perfume e sempre encher alguém que passou e deu um tapinha nas costas esse ambiente é o sapato tem novo tá apertando um pouco esse ambiente a etiqueta da camisa que tá incomodando esse ambiente foi a quebra de rotina antes de ir para igreja em todo o comportamento ele é uma resposta o que acontece no ambiente a gente passar para o próximo tópico vai ficar mais claro bom então o que que tá acontecendo aqui e para que a partir da compreensão do que acontece aqui do entendimento do que acontece aqui ou entenda por quê que isso que ele tá se comportando dessa maneira Ah entendi percebo que acontece um ambiente estímulo voltando a parceria com a família e estimula a família a estabelecer a rotina de vir para igreja e assim como há pouco tempo falaram Ah mas a criança consumir para terapia porque quase todo dia ir para igreja uma vez na semana eu fui bem caro mas tem que ter mais que vai na forma uma vez por semana e por que que ela vai lá fora porque toda semana ela vai de forma sistemática na consulta com a forma bom então faz parte da rotina rotina da porta da igreja para fora quem dá é a família da porta para igreja para dentro somos nós mas a porta para fora é a família polícia parceria mais uma vez é importante o ambiente muitas vezes ele já vem alterado de casa e às vezes é a roupa que ele não queria vestir que a gente sentiu para vestir e tá desconfortável entendi entendeu o ambiente existe a gente vai conversar melhor sobre isso a noite que a gente vai mergulhar um pouco mais as questões sensoriais a gente vai conversar um pouco sobre os livros de responsabilidade a hiperresponsividade aí por responsabilidade vou trazer algumas dicas também práticas que nós aplicamos com a safra que deu certo mas entendo o que acontece aqui quando você entende que acontece aqui você consegue o pai não passou me dá um toque para mim liso aí que não foi não e quando você entende o que acontece E aí foi quando você entende o que acontece no ambiente você consegue compreender por que que eles se comporta daquela maneira porque que o comportamento teve tal alteração e o que que aquele momento ali tá sendo difícil para ele então só depois disso a gente pensa adaptação de material é eu entendo o ambiente eu compreendo de vidro e depois você pensa no material adaptado por que isso Lembra que eu falei que a pergunta que o pedido que eu mais recebi o material adaptado primeiro não existe material adaptado o material adaptado de acordo com a necessidade de cada um tem criança que não vai precisar do material adaptado tem material que funciona para todo mundo e aí funciona para criança com autismo e sem autismo inclusive bom então assim o que eu uso com Asafe nem sempre vai funcionar para criança autista que você tem na igreja e tem coisas que são comuns tem que o servem para os dois tem coisas que não abordagens que não tão mais importante do que o material adaptado é você compreender tudo isso para você elaborar uma coisa que toda escola deveria saber infelizmente não sabe que chama plano de ensino individualizado é reconhecido como o peido vou falar um pouquinho dele a noite também tá mas a gente vai entrar nas questões sensoriais comportamentais e de material adaptado à noite então você acha que são cinco Pilares propensão Não Michele de inclusão e não por acaso adaptação de material é o último Olha a outra coisa ele tem que pensar antes adianta material adaptado se a criança não fica na igreja e não consegue entrar e chega aqui queimou só a gente tem muita coisa para trabalhar tinha Gilson avançando um pouquinho principais ferramentas utilizadas no ministério de inclusão a primeira delas rotina estruturada é a mais importante as ferramentas que a gente vai usar dentro dessa rotina antecipação previsibilidade e também quebra de rotina passou quebra de rotina sim de forma sistemática e ordenada para que ele aprenda a lidar com um novo também a igreja não é um padrão e as coisas não acontece sempre da mesma forma tão antecipação e previsibilidade é o meu filho como eu disse ele vai para igreja desde os 2 meses de vida bom E no sábado de manhã a gente já avisa que domingo é dia de ir para igreja repete em cima um sábado à tarde repete isso no sábado à noite se eu acordar domingo e levar tá tudo certo tá tudo certo aí não vai ter problema mas a gente prefere a antecipar para ele e outra coisa previsibilidade a e o autista Ele tem muito apego a rotina então qualquer quebra de rotina já era a frustração pode desencadear inclusive uma crise é bom então por exemplo o meu filho fazer natação quando ele tinha uns 4 e 5 anos e do nada ele quis parar natação Cansou da natação eu não podia passar na rua do clube que ainda estava em crise dentro do carro e eu não sabia quase nada sobre antecipação previsibilidade então para ele quando eu entrava com carro naquela rua Poxa meu pai vai para piscina não quero e quando a gente resolveu isso para gente entendeu que quando sair de casa eu vou passar lá na rua vou passar lá na rua da piscina mas a gente não vai parar porque a gente vai mais à frente um pouco e tu já aprendeu a dar essa previsão para ele que eu só ia passar em Paulista 15 a E por quê Porque quando entra o caminho daquele dois anos fazendo aquele caminho se a gente não avisar você tinha problema bom hoje graças a Deus voltou para piscina e gosta da até trabalho na piscina porque não pode ficar no Raso só quer ficar no fundo e ele não não era folgado não morre mas a gente não confia também né mas antes se passam e previsibilidade quem vai antecipar a vinda para a igreja EA família quem da previsibilidade para ele dentro da igreja somos nós que antecipa as mudanças que eu não tem dentro da igreja somos nós como que a gente vai fazer isso a gente pode usar figuras pode usar fotos se ele tiver um nível de compreensão da que as pessoas falam bem desenvolvido Você pode falar para ele explicar para ele que dá certo mais uma vez quem vai dizer a melhor forma de comunicar com ele vai ser a família E como que vocês comunicam coentro bom então na rotina essas três ferramentas são importantes a ter cinco que vai acontecer da previsibilidade para ele e a quebra da rotina aqui é pequenas quebras da rotina eu sou terapêuticas também é porque senão vai ser sempre 15 minutos e não pode ampliar o tempo ou não pode diminuir o tempo e se não vai ser sempre o mesmo tipo de atividade não pode ser outra bom então fazer isso de forma depois que a criança tá bem tá estruturado fazer isso de forma ordenada Vamos tentar fazer um pouquinho diferente hoje vamos tentar ao invés de subir por uma escada suba pela outra escada e antecipa para ele da previsibilidade que vai chegar no mesmo lugar a gente já vai fazer um caminho diferente essas pequenas quebras a rotina fazem bem para ele porque ajudam é a perceber que as coisas podem acontecer de uma forma diferente mas se no final da Serra do mesmo jeito no final tem um objetivo concreto para ele do mesmo jeito avançar um pouco análise funcional do comportamento todo comportamento Tem uma função e no autismo e principalmente na igreja Eles são muito acentuados e são esses quatro de a alteração comportamental ela vai ter sempre um desses quatro objetivos em obter a atenção chamar atenção Esse é um objeto tangível objeto tangível é fuga ou sobrecarga sensorial lembro que eu falei de entender o ambiente e compreender o indivíduo É principalmente pela sobrecarga sensorial à noite eu vou colocar um vídeo na projeção para vocês entenderem um vídeo que aconteceu no shopping Mas é a mesma coisa que acontece na igreja e a gente vai sinalizar algumas coisas que estão importantes então assim uma alteração comportamental pode ser a criança querendo chamar atenção em obter a atenção à noite a gente vai falar sobre essa questão do comportamento e o que acontece Existem duas verdades que a gente precisa ter em mente a primeira delas de comportamento é algo que se aprende e tudo que você aprende pode ser mudado eu quero ver um exemplo você pega uma criança que nasceu e cresceu na periferia e você vai ver que ela tem os hábitos daquela pessoa ela vai usar a gíria daquele daquelas pessoas vão o linguajar do ambiente mas se vestir como a maioria das pessoas que estão com ela disse veste essa pessoa tem uma ascensão social e sai da Periferia vai para um bairro de classe média depois de um tempo e depois de alguns anos pode ser que ela se torne pros pessoas da periferia uma pessoa irreconhecível que se disser que nasceu e cresceu em tal lugar as pessoas não acreditam porque porque o comportamento muda E se a gente aprende ele pode ser mudado só que não é salsicha aprende a compra a se comportar de uma forma e essa forma ainda apropriada a gente pode trabalhar esse comportamento para que ela se comporta a forma é esperada EA principal ferramenta que a gente tem para isso é o próximo tópico tópico aqui que é reforçar esse comportamento reforçador de comportamento e o comportamento que você reforça vai se repetir bom então por exemplo o e comportamento que é inapropriado para chamar atenção seu ofereça atenção todas as vezes que ela quiser atenção ela vai apresentar aquele comportamento porque ela ganha atenção quando ela quietinha o o o o comportamento que ela apresenta uma dela que é por exemplo o telefone e se todas as vezes que ela chora eu dou o telefone para ela para que ela vai aprender pedir de outra forma se acha chorar Entendi então no comportamento que a gente reforça ele se repete você tá chorando porque quer o celular e eu pego o celular e do outro reforçando o comportamento E você tá chorando que tem um celular e a gente oriental na sua você não vai ganhar encontra no parar de chorar quando ela pára de chorar aí você reforça o comportamento me deu o telefone celular ela vai entender que não precisa chorar para o telefone Tô usando só exemplo o telefone telefone é um péssimo reforçador não é recomendado nem telefone nem comida é recomendado mas é só um exemplo de algo que tangível tá na mão Fuga fuga em três situações fuga do ambiente porque tá pesado demais para ele tá difícil para ele fuga da demanda atividade que eu estou oferecendo para ele não é nada para ser prazerosa que ele vai tentar fugir daquilo ou até fuga de pessoas ontem eu recebi um recado à tarde então uma menina lá do Paraná que ela acompanha na igreja um garoto chamado João e agora outro não notaram se levantaram na igreja para ajudar ela e ela passou o que que eu faço eu já o que que você faz você vai continuar conjunto pelo menos mais uns dois meses agora todo todo domingo você bota uma delas com você em um domingo o tempo todo no outro domingo fica um pouco depois você sai elas continuam até ele aprender com as outras pessoas para que cada uma fica um domingo com ele porque senão não cria vínculo afetivo e não faz sentido para ele vai começar apresentar a fuga quando for ela quando for a Priscila ele vai querer ficar quando for a outra não vai porque não tem vínculo Entendi então fuga do ambiente porque tá pesado fuga da demanda porque para ele é difícil para ele é estressante ou fuga de alguma pessoa EA sobrecarga sensorial à noite a gente vai passar um vídeo vai ficar mais claro mas lembra que eu falei que a alteração no comportamento ele é sempre resultado de um estímulo que vem antes pode ser sensorial pode ser a demanda pode ser qualquer outro que o cortador de comportamento eu falei e isto não tá indo não dá um toque para mim por favor o quarto. Integração sensorial diários/acomodações sensoriais eu vou mostrar algumas fotos e à noite a gente vai entrar a fundo é ensinaram para nós que nós temos cinco sentidos certo só que ensinaram pela metade a gente tem mais sentidos os cinco sentidos são esqueçam externos que a gente se relaciona com o mundo como você se relaciona com o mundo sabe que tá frio ou calor vai ser o tatu O Elias você áspero né se tá claro você tá escuro se o som tá alto Você tá muito bom acho o tipo de solo ser um som grave um som agudo é o gosto das coisas o cheiro das coisas então na escola disseram pra gente que são cinco mas na verdade além desses cinco a gente tem um sistema vestibular que está relacionado à questão do equilíbrio o movimento olho cabeça por exemplo tem a própria acepção que a percepção do próprio corpo inclusive dizem que os autistas não sentem dor mas a verdade é que eles não reagem muitas vezes é o que não quer dizer que não esteja doendo né É é opção alterações sensoriais a sua maioria têm as intercepções do a sensação de fome de sede mal-estar náusea são os nossos sentidos que dão informação de dentro para fora e vamos e além de tudo isso você enxerga livro que você fala das emoções Então são os tem outros sistemas nessa questão do sistema sensorial que são importantes também para gente observar a gente vai mergulhar mais isso hoje à noite por hora para a gente pensar no trabalho de inclusão a gente precisa pensar em acomodações sensoriais e o que que são acomodações sensoriais são recursos e ferramentas que a gente vai usar para proteger esse indivído quando ele tem um nível alto de resposta Ou seja quando para ele aquele estímulo é muito difícil oi ou então recursos para estimular um estímulo que ele precisa mas está em prejuízo para ele bom então por exemplo o meu filho era uma criança que a própria acepção dele tinha muito prejuízo então ele corria o tempo todo por lava o tempo todo e andava na ponta dos pés pulando na ponta dos pés o tempo todo para sentir o próprio corpo e como que a gente resolveu isso como acomodação sensorial simples uma bola de pilates a criança que não parava quieta parou passou a ficar quieta sentada na bola vou mexer necessidade que ficava ali com vários significados na bola era o suficiente para se auto-regular à noite a gente conversa mais sobre sobre esse tema de acomodações sensoriais eu vou mostrar só algumas nas fotos é e por fim aqui de ferramentas comunicação alternativa é aumentativa ah e também material estruturado Vamos aos exemplos e vamos lá vou dar um exemplo de rotina estruturado não sei como que tá a imagem dá para ver a imagem para vocês mas vamos lá lembra que eu falei que A Rotina começa em casa olha a primeira rotina a rotina ou acordar E olha que interessante a criança acorda levanta vai ao banheiro Toma seu café da manhã escove seus dentes isso é uma rotina padrão todo dia ele faz isso quando chega no tópico 6 e vamos para o próximo atividade é que eu coloquei três atividades O que é o seguinte a primeira aqui vai para o computador ou vai fazer um passeio ou vai fazer as atividades da escola poderia ter uma quarta opção ali para vocês Vamos à igreja Ah entendi da previsibilidade o que que fique previsibilidade que que vai acontecer após esse momento bom então rotina até 15 a lei o padrão da linha diante que que vai acontecer agora é poderia ter trago algo pronto o quê que eu não trouxe porque isso aqui o ideal é você usar a imagem da própria igreja por exemplo estamos a foto das tias lá do ministério infantil do ambiente que ele vai estar se ele não tiver um nível de compreensão para entender ainda foto existem sites e aplicativos por exemplo aplicativo fotolab você consegue fazer isso tira uma foto do ambiente transformar ela em desenho em se você ideal é você usar a estrutura do ambiente em cima porque Isso facilita a compreensão Então essa é uma rotina de antecipação principalmente porque mostra para ele Qual o próximo passo agora a segunda aqui e é uma rotina dele chegando na escola aqui também plenamente adaptável para igreja então ele chega à escola depois ele entra na sala de aula chega acompanhado e na sala de aulas entra sozinho faz as atividades aceita ajuda quando precisa e vai para hora do recreio para o lanche depois vai brincar com os amigos depois ele volta para sala de aula e no final acaba as atividades ele vai embora para casa agora tem um detalhe simples aqui na última atividade e acabou muito bem lembro que eu falei de reforçar o comportamento e se a criança vem para igreja ficou 10 minutos hoje semana que vem ela ficou 11 parabéns para ela e parece pouco mas é 10 por cento a mais E se você tivesse 10 por cento a mais de tempo no seu dia faria diferença para você eu tenho queria ter duas horas a mais por dia e para ser mais produtivo né ou então para ter tempo de fazer uma coisa que hoje não tá dando tempo de fazer então parece pouco mas a gente lá no percentual muita coisa quem não queria ganhar dez porcento Amar no celular todo mês fazendo mesmo esforço que faz hoje ou até menos esforço em todo o avanço toda a conquista precisa ser comemorado precisa ser reforçando e no final da rotina fez tudo certo acabou muito bem amanhã a gente volta e você vai fazer dessa forma de novo e avançando um pouco Alguns alguns exemplos de acomodação sensorial então por exemplo o primeiro modelo que você tem ali uma espécie como se fosse uma bolinha oval uma almofada ali que tá em cima da cadeira e no nosso caso a bola de pilates resolveu E na escola a gente resolveu a inquietação na sala de aula colocando uma cadeira dessa de computador que gira que ao invés de levantar para andar ele segurava na beirada da mesa e gerar o tronco um lado para o outro até se auto-regular e voltar para atividade então evitava a fuga da demanda e evitava digitação na sala de aula e agitação na sala de aula basta um e quando o primeiro começa as demais crianças vão na onda Então foi uma coisa muito simples que conseguiu resolver questão básicos o segundo modelo ali essa mistura de uma carteira escolar com uma bicicleta ergométrica Isso já é muito utilizado nos Estados Unidos e no Canadá principalmente para crianças com TDH e agora também com crianças autistas e é já se estuda a possibilidade de adaptar carteira de colares para todos Esse é o modelo mais aprimorado antigamente antigamente o digam os dois três anos quando começaram fazer esse experimento civil na cadeira da frente e colocava tipo uma fita de tecido para criança ficar com pé de balançando o pé enquanto tava tendo aula e aí agora já aprimoraram colocar um pedal na cadeira enquanto ela está se movimentando ela consegue se concentrar na atividade Tem um colega autista Olá de Umuarama no Paraná Inclusive a da Igreja Presbiteriana ele o Paulo Rafael e ele foi diagnosticado com 37 38 anos tá com 40 anos agora e depois que ele foi diagnosticado que a vida dele começou muitas coisas começaram a fazer sentido ele começou a e a perceber o interesse dele por desenho então começou a fazer um curso de desenho e ele quando vai para a igreja parece estranho um homem de 40 anos tá sentado na igreja o pastor pregando e ele com caderno de desenho desenhando e parece falta de educação que não gosto mas o que acontece com Paulo Rafael poder tá com caderno dele aberto desenhando ele consegue absorver tudo o que está sendo dito e ele consegue ele consegue se concentrar ele consegue eliminar os estímulos externos que atrapalham ele consegue se concentrar no que está sendo falado Então já tem alguns meses que toda escola dominical e todo o culto encontra o colchão tá pregando ele tá fazendo um desenho relacionado com aquilo que está sendo ensinado e eu fiquei até emocionada um dia desses que eu fiz um depois Episódio desse casal de Brasília eu fiz um aulão no YouTube e ele participou eu fiquei muito feliz quando vi que ele tava lá e quando eu acabei a transmissão no YouTube Chegou a mensagem dele no WhatsApp ela um desenho meu que ele fez porque para conseguir Partiu para três horas de aula para conseguir participar ele sentou na frente da televisão no canal do YouTube começou a desenhar o que ele tava vendo na tela e prestando atenção na aula aí ele mandou uma foto e depois ele mandou um áudio explicando isso para mim passou tem gente que não entende mas eu dessa forma trazendo mais fácil para mim o que não deixa de ser uma acomodação sensorial a bola de pilates com vocês e ter um exemplo abafador só que nem sempre funciona hoje a noite eu vou falar para vocês como que a gente resolveu a sensibilidade auditiva do Asafe Porque além da auditiva que também tem a touching on eu tomo suporta o toque por não suportar o toque o abafador não não resolvia para ele a gente usou uma outra estratégia que eu adaptei de uma outra ciência da da Psicologia comportamental chama dessensibilização sistemática que ao invés de trabalhar medo e fobia com ele eu fui trabalhar sensibilidade ou de estilo expondo ele aos poucos ao estímulo à noite espíritos melhor e ali aquela roupa que parece um macacão de tecido ali que não é uma roupa de Lycra né Principalmente para estimular a propriocepção e o tatu e e são exemplos poderia ser uma roupa de Lycra o WhatsApp usava roupa de compressão por baixo do uniforme escolar para conseguirmos a camisa de botão Hoje ele já usa mas quando ele não conseguia eu tava uma roupinha de compreensão por baixo por causa do táxi é muito sensível é então tem diversas coisas e acomodação sensor de aula você que acordo com o perfil da própria criança certo vamo lá tá encerrar o exemplo Atividade estruturada não dá para ler que tá muito miudinho no celular também é só para gente entender aqui é uma historinha da criação eu tô fazendo várias histórias dessa vamos montar um compilado e vou disponibilizar gratuitamente na internet semana passada eu tive um evento lá no Rio com a sociedade bíblica e conseguir abraçar lá o cara da gestão estratégica de alguma coisa da sociedade bíblica ainda perguntam pastor presbiteriano passou a massa e puxou Eu preciso tomar um café com ciúme e um pedaço de atividades eu vou levar uma proposta da sociedade bíblica fazer uma Bíblia do autista e como atividade de associação e pareamento para criança autista funciona para todo mundo funciona com a maioria com esse tipo de atividade funciona para maioria não vai ser para todo mundo mas é para a maioria aí para criança típicas também mas pelo menos que associa uma imagem concreta um texto que muitas vezes não é tão concreto Então como que funciona e eu acho que não gosto deu ruim aqui a volta e o usuário vão Olá É ué tava direitinho imagem tu vê aí como é que tá para você na projeção O que é que basicamente é o seguinte tem um texto curto e uma imagem aí que eu peguei o primeiro segundo depois terceiro e quarto Dia da Criação Deve que ele deixei um curto é só se uma imagem para ele depois pego outro texto com outro Deus fez de ir hoje aí vai mostrar a foto do dia a foto da noite ó Oi e aí como que a gente trabalha aí se você tem um texto e você tem uma imagem solta você pode trabalhar com cola mas eu recomendo que plastifique e qualivel que você pode fazer quantas vezes quiser a mesma atividade e o primeiro dia e no segundo dia o principal dentre os primeiros dias passou a imagem sai da mão e associa com aquele texto depois a mesma coisa entende e aí a gente consegue adaptar de ver essas histórias que eu tenho essa pronto eu tenho de Jonas pronta eu tenho algumas atividades que eu já estou nessa fase de adaptação para para mostrar pelo menos ver se consigo fazer uma coletânea de pelo menos 50 historinhas bíblicas para colocar isso em atividade de associação e pareamento para quem quiser usar na igreja certo por hoje eu acho que não tem mais nada nos mas eu não chover aqui e até mais uma coisa só mas a gente vai mergulhar no isso aqui à noite nosso tempo já fui na noite vou falar sobre isso aqui certo pro som perguntas