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A fé vem pelo ouvir

Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 01

Autismo na Igreja – Glauco Ferreira – Palestra 01




Fonte: IP Goiânia

Legendas automáticas:

e nós estamos recebendo do pastor Glauco
e é um privilégio para nós ouvir um
pouquinho tanto agora pela manhã quanto
mais algumas à noite e amanhã também
pela manhã estaremos ouvindo Pastoral
falando sobre esse assunto é importante
que é o autismo somente uma perspectiva
Cristã como é que nós como igreja
podemos olhar não só para crianças
atípicas mas também para suas famílias e
como é que devemos Pensar lá não só
integração mas a sua estudo inclusão né
das crianças atípicas e famílias
atípicas a também o nosso bebê Então
vamos vamos orar pedir ao Senhor que nos
abençoe e logo depois estarei passando
para o pastor Glauco e a partir disso
ele nos conduzirá e até por volta de 11
da manhã ao final então nós da palestra
ele vai abrir para que vocês possam
tirar algumas dúvidas
algumas perguntas relacionadas ao
assunto desta feira palestra vamos orar
vamos falar com Deus
o seu Deus nós somos gratos ao Senhor
por estarmos juntos essa manhã obrigado
meu Deus pelo pelo privilégio faz tanto
de poder como igreja nessa manhã receber
o pastor Glauco que tem desempenhado
país tanto um trabalho tão bonito no
ministério pai santo que o Senhor tem
confiado a ele que diz respeito não só
falar mas levantamento a igreja a uma
reflexão e Ação a respeito faz santo do
autismo no contexto de igreja vamos ao
Senhor pela vida o teu servo pela
disponibilidade dele em tirar um tempo
junto com a sua família com a sua igreja
local para estar conosco aqui em Goiânia
na primeira especiais de Goiânia e
pedimos ao senhor pode ser que esse
momento bem como os outros que ainda
teremos com ele possam ser momentos
agradáveis de instrução de edificação e
de crescimento faz tanto não só as
nossas vidas mas também pode certo para
o teu reino e para as nossas igrejas o
que pedimos Oramos em nome de Jesus Amém
senhor Estou só com você viu
e amém graça e paz amém que Deus uma
alegria tá aqui com vocês sem sombra de
dúvidas um tempo muito especial para
tratar de um tema que é importante que
aquele dia que você parar e pensar sobre
limpar com muita alegria só pastor da
Igreja Metodista no Rio de Janeiro
atualmente no Bairro de Guadalupe
e na Igreja Metodista desempenho também
lá na 1ª região eclesiástica no interior
do Rio de Janeiro capital e interior é a
função de assessor Regional para a
pessoa com deficiência e a gente tá com
esse desafio de implantar o Michele de
inclusão em 278 igrejas
19 igreja já iniciaram o trabalho mas
não trabalho recente tem pouco mais de
um ano que a gente tá nessa caminhada
levantando voluntários e desafiando
pessoas a cuidar de gente amém então
falar de inclusão é falar
[Música]
e
de cuidado de pessoas naquilo que nós
somos chamados a fazer então sem sombra
de dúvidas é algo que a gente precisa
alinhar o nosso coração em relação a
isso trago um abraço da minha família um
abraço da minha esposa e um abraço do
meu filho as acho as a folha no estado
com autismo em 2012 atualmente têm 12
anos um diagnóstico de autismo Severo
Mas é uma criança que vai à igreja pelo
menos duas vezes por semana dois dias na
semana né porque o domingo de manhã e à
noite desde os 2 meses de vida
então quando a gente fala
que a inclusão de uma pessoa autista na
igreja é possível é porque o nosso fino
no olhar dos terapeutas a época recebeu
um peso sobre ele de que com oito ou
nove anos não sairia mais de casa ele tá
com 12 anos e ele vai a todos os lugares
por quê que é importante a gente trata e
do assunto da inclusão na igreja
quando a gente fala para a história da
igreja e aí a história da igreja como um
todo desde o início da igreja
praticamente a gente consegue perceber o
quanto e que a igreja foi responsável em
muitos momentos pela valorização da vida
humana pela valorização das pessoas é
infelizmente quando a gente olha para o
nosso contexto hoje da questão da
inclusão a igreja meio que deu uma
desacelerada Mas eu creio que a
transformação social que a gente sonha
uma sociedade inclusive vão de todas as
pessoas têm direito a voz EA cerca em
relação a isso vai começar na igreja em
nome de Jesus eu tenho profetizado isso
por onde eu tenho passado
é o mesmo sangue que desceu na cruz
semana passada nós nem lembramos isso né
na celebração da Páscoa da classificação
da Ressurreição o mesmo sangue que
verteu na cruz por mim por você também
ver teu pelo Asafe meu fino e por todas
as crianças autistas que cruzam nosso
caminho e as demais pessoas com
deficiência a gente vai começar esse
tempo eu conversei com o pó Suelen é
Geralmente eu faço de uma outra forma
mas como amanhã vai ser para igreja em
uma classe única a questão bíblica nós
vamos abordar amanhã pela manhã e
Geralmente eu faço eu começo pela
questão bíblica e depois eu venho com
autismo dessa vez a gente vai
inverter Essa ordem tá eu estou hoje a
gente vai
trabalhar...
Iniciais para a gente pensar a inclusão
da pessoa autista na igreja é na verdade
agora pela manhã né à noite a gente vai
entrar aprofundar alguns Alguns desses
temos Então hoje eu vou falar agora pelo
amor por você com você o seguinte é a
primeira coisa O que é o autismo a gente
precisa nivelar isso é alguém aqui já
tem contato com pessoa salsichas EA lida
com crianças autistas adolescentes
adultos autistas ou não tá todo mundo
então já já sabe o básico tá aí porque
eu gosto de de falar de fazer essa
abordagem
sobre o que é o autismo em 2013 a gente
teve a atualização do dsm que é o manual
diagnóstico e estatístico dos
transtornos mentais e o dsm Ele trouxe
uma alteração importante no primeiro
momento sobre
e sobre o autismo até o dsm 4 que
vigorou a letra 2013 a gente tinha uma
Tríade do autismo do autismo trazia
alterações importantes na comunicação na
socialização e no comportamento a partir
do dsm-5 de 2013 placar ele contratar
isso como uma díade ou seja ele tem
prejuízo Nas questões sociais e no
comportamento mas como é que fala de
inclusão de pessoa salsichas na igreja é
muito importante a gente considera a a
Tríade
é por uma questão muito simples o
comportamento geralmente ele resultado
dos dois anteriores então por isso que é
legal a gente leva lá a nossa linguagem
porque isso faz total sentido quando a
gente vai para prática hoje à noite a
gente vai conversar um pouco sobre as
questões comportamentais que que você
precisa saber sobre as funções do
comportamento e também sobre integração
sensorial é uma área já da terapia
ocupacional e são as duas áreas mais
importantes para a gente conseguir
avançar na inclusão da pessoa autista na
igreja a gente precisa prover um
ambiente para ele que de fato favoreço a
sua aprendizagem e que ele que se sinta
bem e confortável ali que não seja um
ambiente agressivo a gente não se dá
conta mas o ambiente como esse ele tem
diversos estímulos sensoriais EA maioria
das pessoas nem percebem quando eles
acontecem
bom então por exemplo muitas pessoas
acham que o problema do autista na
igreja é o barulho
é só que o barulho não incomoda todos os
autistas
hora quando a gente pára para pensar
pensa no culto Cheio da igreja você tem
luz você tem ausência de luz som
ambiente é um pouco mais escuro você tem
um telão projetar imagem tem alguém com
perfume do lado aqui a igreja é grande
tem uma estrutura como é que tá falando
de Igreja pequena Às vezes a cantina
fica na porta da igreja o cheiro do da
comida da cantina vai dentro da igreja o
meu filho tem seletividade alimentar e
tem comida aqui no suporte cheiro Então
dependendo são muitos estímulos
sensoriais um ambiente como esse e a
gente precisa saber identificar e se
existimos para poder ajudar essas
pessoas é o que tá nos slides
e eu só preencher o e-mail na hora de
fazer inscrição
Boa tarde os slides eu vou
disponibilizar para igreja eu não fiz
isso agora mas depois eu posso até botar
um QR Code pessoal tirar foto na sessão
da noite para poder pegar os slides
então que tivemos mais de não precisa
anotar superiores ao notar o que eu
falar aqui que não tiver no slide porque
eu acho que facilita né você quiser
anotar o desgaste também para relembrar
isso aqui foi importante é melhor tá
certo então a gente vai abordar esses
três tema só foi um pastor em valor no
final a gente abre para perguntas pode
ser passou não dá para segurar pergunta
e não tem agora você levanta a mão pode
interromper mas se puder deixar para o
final a gente com a minha melhor dessa
forma certo então a gente vai tratar
sobre três temas o primeiro tema O que é
o autismo o segundo ciclo Virtuoso da
inclusão na igreja e o terceiro a
estrutura funcional do ministério de
inclusão é isso aqui é a base e essa
base eu tava conversando com as irmãs
que já tem um trabalho de inclusão é
essa base ela você pode aplicar ela para
outras deficiências também tá tirando as
questões que são específicas sobre o
autismo é se a gente olhar
porque eu tô falando de usar essa base
para outras questões a gente olhar de
modo assim muito racional para as nossas
igrejas
cerca de oitenta por cento dos membros
das igrejas estão no banco
porque não encontraram
algo para fazer ainda
e na verdade mentiram para nós quando
disseram que Ministério disse aqui
microfone instrumento a da salinha das
Crianças só tem muita coisa para gente
fazer e
quando a gente chegar no tópico 2 do
ciclo Virtuoso é a hora ideal para gente
motivar pessoas a servirem na inclusão
também
tá a gente vai desmistificar algumas
coisas aqui a respeito da inclusão é um
tema que gera um pouco de polêmica no
primeiro momento mas a gente vai deixar
isso tudo muito claro para que o nosso
coração sai daqui alinhado hoje com
aquilo que Deus tem posto no nosso
coração certo então vamos lá para gente
conversar
e o que é o autismo
extensão do espectro do autismo ou terra
o sol tista como é
conhecido é um transtorno do
neurodesenvolvimento
presente em cerca de um por cento da
população mundial
Segundo a OMS Que show nesse número
daqui a pouco eu falo porque mas é o que
a gente tem e que gera prejuízo em duas
áreas do indivíduo à comunicação social
e o comportamento restrito ou repetitivo
e a fim de facilitar o entendimento
neste treinamento usaremos a Tríade do
autismo apresentado pelo dsm 4
alterações na comunicação na
socialização e no comportamento
e de acordo com dsm-5
e o autismo pode apresentar demandas
específicas que o classifica em três
níveis de suporte é comum que pessoas
com autismo apresenta em outras
comunidades como a deficiência
intelectual
epilepsia o transtorno do processamento
sensorial
TDH Toddy e outras comorbidades Então
vamos lá pra gente
iniciar
esse o primeiro momento é quando a gente
fala
da trilha de do autismo comunicação
socialização e o comportamento
o que que a gente mais ouvir sobre
crianças autistas na igreja e qual é a
principal razão dessas famílias saírem
das igrejas principal razão dela saírem
das igrejas num primeiro momento é não
saber lidar com diagnóstico e no momento
imediatamente posterior
à não aceitação
a sua só que estivesse comigo aqui hoje
embora seja uma criança que está
acostumada com a igreja e gosta da
igreja provavelmente ele já teria
sentado em todos os bancos
procurando lugar mais confortável por
ele
porque porque o ambiente traz questões É
sobre o seu organismo e sobre quem ele é
e isso altera o seu comportamento
então é muito importante a gente separar
isso porque o excesso de socialização ou
excesso de estímulos sensoriais e de
comunicação Ele sempre vai trazer alguma
alteração sobre o comportamento eu disse
que Que show número da OMS de um por
cento da população mundial ter autismo
pelo seguinte é até um tempo atrás dos
fazia muito sentido mas pensa comigo
quando meu filho foi diagnosticado em
2012
é uma em cada
168 crianças se eu não me engano
tinham o diagnóstico de autismo em 2013
seu número caiu para uma em cada 88
em 2015 um em cada 64 em 2018 uma em
cada 56 em 2021 no dia dois de Dezembro
de 2021 CDC que é um órgão do Governo
norte-americano
disse que uma em cada 44 crianças nos
Estados Unidos está no espectro autista
ou seja não a matemática muito simples
não é um por cento é mais de dois por
cento
e na quando o ms afirma que um por cento
da população mundial têm autismo ela
pega uma estimativa do Brasil que a
estimativa a gente não tem dado
estatístico e coloca no mesmo pacote de
um país que tem um controle efetivo e
junta quando junto e tira a média essa
medida errada vai ter alteração para
mais ou para menos geralmente é para
menos por causa do sub diagnóstico então
a quantidade de pessoas adultas hoje eu
fosse eles contém uma forte o recebemos
diagnóstico autismo é Absurda
a todos os dias alguém recebe o
diagnóstico de autismo com 40 anos com
38 anos com 35 anos e só então a pessoa
passa a entender porque que avisa foi
tão difícil para ela então discordo do
número mas enquanto a gente não tem dado
oficial no Brasil a gente usa o número
da OMS mesmo CDC dizendo que uma em cada
44 crianças nos Estados Unidos que tem
um controle efetivo considerando 11
estados é está no espectro autista certo
então vamos lá para a gente a fim de
alinhar o nosso pensamento
até o dsm 4 o Altivo ele era
caracterizado em autismo leve
autismo moderado e autismo Severo
nesse período ainda se falava em
transtorno Global do desenvolvimento e
transtorno invasivo do desenvolvimento
ou transtorno desintegrativo da infância
e também é normal usar as suas
nomenclaturas E além disso o autista
leve que tinha também altas habilidades
ele recebeu um diagnóstico de Síndrome
de Asperger é esse diagnósticos eles não
são Dados mais essa forma que a partir
da atualização do dsm-5 em 2013 é
entendeu o seu seguinte se a pessoa é
autista é autista o que muda aos o nível
de suporte o fato que alguém tem o
autismo que demanda por suporte não faz
menos autistas
Ah e não é capaz de mudar a sua condição
tem muita gente dizendo que autismo tá
na moda né a gente ouve isso todo dia
almas autismo agora tá na moda não mas
na verdade o que o que que tá
acontecendo e graças a Deus por isso é
ampliação do acesso ao diagnóstico
quando a gente vê essa escala de cada
vez é um grupo menor de pessoas
apresentar uma pessoa com autismo isso é
muito positivo porque em outros momentos
muitas pessoas com autismo nível 1 por
exemplo não seriam diagnosticadas ou
serão diagnosticadas já como a idade bem
avançada
E aí quando isso acontece em
fatalmente outros prejuízos vão
acontecendo
não existe um processo natural que a
gente passa que chama poda neuronal todo
mundo passa por isso você nasce com o
número exagerado de neurônios e as
nossas habilidades elas acontecem a
partir das conexões entre os neurônios
se não houvesse a poda neuronal a gente
não conseguiria estar sentado dentro da
igreja porque você tem um cérebro hiper
excitado que trabalharem o tempo todo
você não conseguiria se concentrar em
nada então quê que a poda neuronal em
dois duas fases a vida ela acontece de
forma mais intensa mas ela acontece a
vida toda tá é o nosso organismo o nosso
cérebro Deus Deus Ele criou o homem com
uma máquina mais inteligente que existe
né então o nosso cérebro é muito
inteligente é por volta de dois anos e
meio três anos até os 4 anos acontece a
primeira poda neuronal
o que que essa poda você tem Europa você
nasce com neurônios em excesso o seu
cérebro entende que existem neurônios
ali que não são utilizados e por não ser
utilizados ele mata esses neurônios e
joga fora
qual a importância que tô falando de uma
forma bem básica para a gente entender
qual a importância de um diagnóstico
precoce qual a importância de saber cedo
que uma pessoa é autista essa pessoa
pode ter habilidades que por não serem
estimuladas na poda neuronal na perde
é um dos uma das coisas que eu falo no
livro depois vou apresentar o livro para
vocês o meu filho só fala uma palavra na
vida
a única palavra o Asafe Aprendeu falar
foi Amém porque a gente sempre orou em
todas as refeições e ele aprendeu falar
bem logo após ser diagnosticado na podem
neuronal ele parou de falar também homem
então ele perdeu uma habilidade que se
de repente o dia que nós dele para época
em 2012 foi muito cedo ele foi levantado
com dois anos e meio mas muito
provavelmente hoje seria bem antes
mas por muito tempo a gente caiu no
engano de não procurar opinião de um dos
segundos segundo médico né até a
pediatra dele dizia que cada criança tem
seu tempo e para gente como o pai teve
um filho com atraso no desenvolvimento
aquilo era massagem no EGO tá tudo bem
e até de te entender não fez dois anos
tem coisa que era para tá acontecendo
vamos investigar mas o que acontece na
outra a gente tem que ser aumento do
autismo né mas na verdade o aumento ele
se deve muito ao diagnóstico e Graças a
Deus que está acontecendo porque quanto
mais cedo melhor o prognóstico mais
chances de desenvolver principalmente
autonomia essa criança vai ter
então a gente não usa botando aqui o
tema a gente não usa mais
um é esses temos autismo leve autismo
moderado e autismo Severo é
porque o indivíduo ele é autista
independente do autismo que tem
é independente da quantidade de suporte
necessidade de suporte que ele tem então
dsm-5 ele entende ele apresenta uma uma
proposta uma perspectiva de que todos
são autistas o que vai mudar o nível de
suporte Então como que é o momento atura
hoje nível 1 nível 2 nível 3
nível 1 precisa de pouco ou nenhum
suporte substancial nível 2 precisa de
suporte substancial e nível 3 precisa de
suporte muito substancial São pessoas
que dificilmente vão conseguir aí
atingir uma vida com autonomia mas
é isso mais é sempre interessante
e a gente não pode perder as
expectativas por quê é porque à medida
que essas crianças são diagnosticadas
cedo
o e são estimuladas elas podem flutuar
de um nível para o outro meu filho
passou por isso ele foi diagnosticado
com autismo Severo e hoje o autismo dele
não é nível 1 de suporte não é autismo
que seria leve porque ele não
desenvolveu fala mas é uma criança que
tem autonomia em praticamente tudo da
Alfabetizado a frequenta a escola foi
contra qualquer tipo de ambiente
frequenta a igreja que é um ambiente
difícil desde que a gente ofereça-lhe
também todo o apoio que precisa nível de
rotina principalmente é só para concluir
a questão da poda neuronal só acontece
aos dois anos e depois Aos doze anos
mais ou menos a uma segunda poda
neuronal é a fase mais difícil essa
transição da infância para adolescência
Um dos fatores também é a segunda poda
neuronal e depois a gente vai perder
melhorando o resto da vida mas são dois
momentos de grandes Marcos que o cérebro
mata neurônios um de ser usado e joga
fora
é isso que acontece tô importância né o
diagnóstico se o asaf não desenvolveu
fala a gente não sabe se vai vir a falar
ou não mas se comunica se usa Packs para
se comunicar cartões para se comunicar
Alfabetizado e a gente continua
insistindo né é avançando um pouquinho
então basicamente a gente nem vela a ti
não não se usa mais síndrome de "agora é
autismo e que muda o nível de suporte dá
para gente entrar no tema
especificamente
sobre
a inclusão
e começa com uma pergunta o que é
inclusão
se alguém se arrisca O que é inclusão
pode falar daí é
e vamos começar a falando sobre o que
não é inclusão
e é melhor sabe porque quando a gente
começa a falando sobre o que não é
inclusão a gente vai perceber que em
alguns momentos a gente até acha que tá
fazendo algo pela inclusão mas a verdade
a gente está vivendo um outro paradigma
um outro momento
então é importante a gente é
destacar isso hoje
e antes de entrar no tema propriamente
dito quero desconstruir um paradigma
aqui que não tá no meu slide mas eu
quero desconstruir esse paradigma hoje
que você for no Google e digitar lá
igreja inclusiva Teologia da inclusão
você baixar um monte de porcaria na
primeira página na segunda página na
terceira página na quarta página Pode
ser que aconteça alguma coisa na
e se você colocar
autismo na igreja ou então autista na
igreja Muito provavelmente a primeira
coisa que vai aparecer é um dos meus
perfis ou no YouTube ou no Facebook ou
no Instagram e por que isso porque eu
brigo todo dia com uma ferramenta
chamada
susu3000 olhei invisto em tráfego pago
em anúncio para o nosso perfil tá
parecendo sempre entre os primeiros para
ver se a gente consegue desmistificar
algumas coisas quem sabe um dia quando
colocar lá a teologia da inclusão então
a igreja inclusiva vai aparecer um monte
de coisa de inclusão na igreja antes das
coisas que hoje aparecem infelizmente
então o primeiro ponto que a gente
precisa
desconstruir nessa manhã porque a gente
sabe que há muita resistência
e lá na
minha igreja na Metodista na 1ª região
eclesiástica
de mandalay o rio da região
metropolitana do Rio e o interior me
sentido a São Paulo é a gente teve que
adaptar o nome para não usar o termo
inclusão dentro do nome da nossa
Pastoral então gente que uma Assessoria
Assessoria Regional para pessoa com
deficiência porque porque quando você
fala em inclusão na igreja hoje
fatalmente vão vincular o termo inclusão
ao movimento LGBT
hoje eu vou mostrar para vocês que muito
antes deles falarem nisso a gente já
falava inclusão só que se apropriaram o
tempo a gente chama pessoas mas a gente
nunca informa com muitas práticas é
verdade amém E aí o nosso maior desafio
hoje como igreja é resgatar a essência
do termo
e qual é a essência do termo a gente uma
vez aqui hoje tá Mais especificamente
nessa parte Então antes de falar o que é
inclusão nós precisamos esclarecer o que
não é inclusão parece desnecessário mas
cada um dos paradigmas a seguir
se cada um dos paradigmas a seguir não
estiver Claro não tiverem Claros
e nós podemos cometer o erro de chamar
de inclusão aquilo que ainda não é então
primeiro paradigma que eu quero tratar
com vocês é o paradigma da exclusão e é
o mais longo Esse paradigma esse
paradigma ele dura até o início do
século 20
e tem
1902 1901 mais ou menos ele vem
acontecendo desde os tempos bíblicos
e
na Bíblia gente vê segregação também mas
quando a gente para não é por acaso que
todos é botar na troca da Cidade
e não é por acaso que em João 9 os
discípulos andando ele com Jesus
encontra um cego de nascença que que
eles perguntam para Jesus Quem pecou
e foi ele o forno seus pais para que
nascesse cego
então o paradigma da exclusão ele é o
que duram mais tempo e
Teoricamente o que estaria mais distante
de nós e a imagem representa muito bem
você tem um círculo e dentro desse
circule a sociedade dentro desse círculo
é igreja hoje se eu posso dizer assim e
onde estão as pessoas com deficiência
estão fora dessa sociedade estão fora
desse meio estão fora desse círculo só
nível de crueldade quantas pessoas com
deficiência nós temos no Brasil hoje não
autistas mas quando ele se alguém
arrisca
sim mas mais isso é ruim é isso é o
último estatística eu vou explicar por
que que tem mais Mas a gente não tem
noção a gente não tem noção da
quantidade
de pessoas onde a gente não tem noção
que a gente não olha esse que eu pedi
d'água mas em que se um por cento da
população do Brasil tem pelo menos uma
deficiência
o que isso representa um em cada quatro
pessoas tem pelo menos uma deficiência
e quantos amigos com deficiência eu
tenho e você
e onde as pessoas estão nessas quatro se
a gente for olhar friamente dessas
quatro fileiras de banco uma delas
deveria estar preenchido só com pessoas
com deficiência para a gente ser um
espelho do que acontece do lado de fora
eu falo isso é para confrontar Porque na
minha igreja também não tem a gente
entende isso mas a gente clique é
possível
bom é quando a irmã fala 45 milhões eu
esqueci seu nome é Sara não sabe a então
sabe eu vou explicar por que que não são
45 milhões mais esse dado ele é de 2010
o último censo do IBGE o Brasil tinha
192 milhões de habitantes e hoje tem 215
praticamente arredondando e 215 milhões
Então você tem um aumento populacional
na proporção que sejam mais pessoas
o segundo número o senso de 2010 em 2012
em foi sancionada a Lei Berenice Piana
que a lei que deu direito as pessoas
autistas de usufruírem dos mesmos
benefícios das pessoas com deficiência
pegando um por cento lá do MS que eu já
falei que eu não concordo mas tudo bem
você vai trabalhar com ele 24 por cento
da população com deficiência 2010 mais
um por cento é autista Então esse número
já com essa conta já não fecha já
aumenta um pouco aumento populacional
292 para 215 milhões
segunda questão que eu acredito que
sejam até mais de 25 porcento aumento na
Frota automotiva Tem mais carros e motos
na rua você tem mais carro e moto mais
acidentes acontecem mais acidentes
acontecem mais pessoas com sequelas
o terceiro.
Estresse maus hábitos alimentares
sedentarismo
é essa conversa com qualquer pessoa da
saúde que tá na saúde há muito tempo e
todos eles são unânimes em dizer que as
pessoas infartam cada vez mais cedo e
passo aí para o acidentes vasculares
cada vez mais cedo e ficam com sequelas
disso também
e não é então mais pessoas que se tornam
deficiente que nesse caminhos quarto.
Novas doenças e não é o por vídeo
as novas doenças não é o convite ainda
Rio de Janeiro e Recife principalmente
em 2016 passaram pela crise do Zika
vírus quem leva o resultado
uma multidão de crianças Nascendo com
microcefalia você tá vendo elas na rua
eu vejo todo dia na clínica que eu levo
meu filho para terapia
eu tô com uma igreja a gente não tá
pronto
e não é a tia essa igreja não é a minha
igreja não é igreja do vizinho que não
como igreja a gente precisa se
posicionar
e depois O convide uma das principais
coisas que aconteceram no convívio
pessoas tendo trombos então conheci a
gente perdeu a visão consciente que
parou de andar como consequência da
doença a gente vê Tem muita gente que
perdeu a audição que passou a ter uma
condição que não tinha antes da doença
pela sequela da doença Então são fatores
que a gente precisa observar porque pro
nosso maior desafio como igreja olhar
para fora dela acontecendo lá fora a
igreja precisa ser uma resposta para o
tempo que ela tá vivendo
o que a Bíblia diz famosa criação
aguarda ansiosamente a manifestação dos
filhos de Deus
o nosso desafio como igreja não é vir
aqui prestar culto mas é quando a gente
sai pelas portas da igreja a
transformação que a gente gera porque um
dia nós somos salvos
bom então esse paradigma está distante
de nós eu creio nisso
a gente se posicionar para que essas
pessoas não sejam excluídas da igreja é
o primeiro paradigma
outra coisa que não é inclusão melhor o
segundo paradigma é o da segregação
Então até o início do século 20 a gente
tem o paradigma da exclusão dela cada um
por si no início do século 20 resolveram
a juntar essas pessoas
E então começam a se tornar forte alguns
movimentos por exemplo de hospitais
psiquiátricos com internação permanente
conhecido como Manicômio Hoje existe até
o movimento antimanicomial
mas por muito tempo cerca de meio século
as pessoas eram encerrados essas
instituições E aí muitas vezes colocavam
adolescente ali dentro para que ele
ficasse ali até que ele morresse
porque não tinha perspectiva de melhora
o tratamento à base de remédio e a base
de cadeado
e se você procurar na internet e você
vai achar foto de
pessoas com esquizofrenia e até pessoas
autistas amarradas dentro do hospital e
elas viviam ali daquela forma isso vai
até mais ou menos 1950 para que
interessante movimento da segregação ele
é um movimento
que criou uma sociedade paralela Você
tem uma sociedade
se você tem uma sociedade
É mas você tem uma outra sociedade
Menorzinha aqui tirando as pessoas com
deficiência paralela à e isso vai ter
1950 52 mais ou menos aí Aqui Acontece o
movimento importante existem três
grandes instituições no país que
inclusive nasceram nessa época em 1950
alguém entendeu Não não dá mais para
essas pessoas ficarem aqui porque eles
estão sendo um peso para alguém peso
para a família que sustenta o estado e
tem que dar conta deles vamos reabilitar
essas pessoas para que eles se tornem
pessoas produtivas e não sejam mais um
peso para o estado ou para a família
então Sud o terceiro paradigma que o
paradigma da Integração
E eles pegaram o grupo que tava
segregado fora e aí colocaram dentro da
sociedade esse período ele foi conhecido
também como o modelo médico da
deficiência e qual era a proposta é a
proposta do seguinte conserta ou sujeito
para que ele seja inserido de forma
produtiva na sociedade
e conserta ele para que ele seja
inserido de forma produtiva
a gente tem avanços muito importantes
nesse período embora a motivação eu não
consigo a concordar com ela mas a gente
tem avanços importantes porque
surge em três instituições só nos anos
50 praticamente primeira delas a pai a
segunda aceder e a terceira a Pestalozzi
instituições de reabilitação que
rapidamente se tornando conhecidos no
país
Esse é um trabalho legal a gente vê
nesse período uma especialização da
Medicina Por exemplo
quando você olha por exemplo para
ortopedia hoje e olha aprontou pedia
para quem sofreu um acidente de moto nos
anos 80 90 olha como que mudou né olha
como que a medicina se especializados
realizou nesse período mas não só isso
nesse período de 1950 para cá a gente
tem avanços importantes
nas ciências de reabilitação então
terapia ocupacional fonoaudiologia
é a prova psicologia muitos avanços
importantes nesse período com a intenção
de reabilitar essas pessoas para que
elas fossem inseridas na sociedade
chegou um ponto e aí sim a gente vai
avançar para o período da inclusão
quando chega nesse período a ciência
avança
e essa muito só que chega um ponto que
ela encontra um limite quando encontrou
esse limite
em 1994 em Salamanca na Espanha houve
uma reunião universo os órgãos Inclusive
a Organização das Nações Unidas e
chegaram à conclusão seguinte a ciência
avançou até aqui mas a ciência ainda não
é suficiente para habilitar
completamente as pessoas bom então 994
surge um documento chamado da parte
dessa reunião chamado Declaração de
Salamanca e esse documento ele aborda
pela primeira vez a importância da
educação inclusiva a inclusão escolar
para essas pessoas o assunto ele é um
criado mas ela nasce com esse propósito
E aqui é uma mudança de paradigma a uma
quebra de paradigma
para isso aqui
e o grupo que tava segregado agora ele
tá misturado no meio da sociedade Deixa
eu só fazer uma consideração importante
para você eu sou nascido e criado em uma
cidade no interior do Rio de Janeiro
chamada Itaocara e lá então cara eu
cresci a minha infância minha
adolescência quando na verdade minha mãe
saiu do apartamento que nós morávamos e
foi para uma casa eu já nem morava mais
com ela eu já tinha saído de casa nesse
período mas
eu morava no quarto andar de um prédio e
o vizinho do prédio na Pestalozzi da
cidade
eu não tenho uma memória na minha
infância e na minha adolescência é
daquelas crianças que eram atendidas ali
que não fosse da janela do meu quarto
bom então todo o contato que eu tinha
com eles a gente não vinha João VI eles
na escola não via essas pessoas na
igreja não vi essas pessoas nas festas
que aconteceram pela cidade não vi essas
pessoas em festas de aniversário de
familiares deles o único contato que eu
tive com pessoas com deficiência durante
toda a minha infância e toda minha
adolescência e ela da janela do quarto
lá olhando para o pátio da Pestalozzi
que era o lugar onde eles faziam as
atividades assim a céu aberto com as
crianças
e o que que acontece lá para cá no ano
passado vocês mais ou menos atrasado não
sei se você sabe mas
o Brasil no Brasil foi Eleita uma
vereadora com síndrome de down
oi e ela fisioterapeuta formada
e o período da academia
e eu não lembro se encontrar meus em
Rondônia uma médica autista assumiu a
direção de um hospital de campanha
Então fique muda da década de 80 e na
década de 90 para hoje
se alguém entendeu que era possível
e as crianças que conviveram comigo elas
permanecem isoladas que conviveram
comigo não mas que estavam na Pestalozzi
quando eu tava na janela do quarto vendo
elas brincarem elas permanecem cerceados
os seus direitos até hoje continuo
dentro de casa continuam participando da
vida em sociedade
o foco do lado de fora a gente consegue
perceber que é possível um rumo
diferente uma história diferente
e a gente tava falando ela tava falando
que na igreja dela tem um pastor que é
surdo eu conheço nenhuma pastora sua lá
de BH conheço um pastor que é cego na
verdade mais de um pastor cego
eu pastor surdo é interessante porque
ele prega em libras e aí faz um papel
contrário não é o intérprete de libras
agora é alguém traduzido a libras para
igreja
então é possível
o e olhar para o contexto social a gente
vê que é possível então ali no período
três o período da Integração qual era a
proposta o sujeito precisa se adaptar à
sociedade
reabilita ele conserta ele para que seja
inserido no mercado de trabalho produz a
renda e não seja um peso para sua
família para o estado em 94 em Salamanca
chegar a essa conclusão da sua até aqui
a ciência alcançou o
é mas ela nunca vem balcãs autonomia
E aí que você mudar o paradigma então
agora não é mais o sujeito que se adapta
a sociedade é a sociedade que precisa
estar pronta para receber essa pessoa
tá fazendo para nós para igreja a igreja
que só tá pronta para receber
é o tempo da minha igreja não se vou
mandar um tempo antigo a gente tem 70
anos
há um tempo antigo uma escadaria com
mais de 40 degraus Dá para colocar
elevador Não não é funcional a
prefeitura começou a criar um monte de
em barra compra um robô para subir
escada
e ninguém que quiser entrar na igreja
vai ficar de fora né
bom então a gente precisa entender aqui
do lado de fora existem pessoas que não
só poderiam mais muitas vezes querem
estar aqui
e isso só fazer sentido pra gente aí pra
gente entender que o seguinte até ele e
se adaptou mas segundo limite que não dá
mais então agora a gente se a se
reorganizar para receber essas pessoas
surge Então o período do que é inclusão
inclusão é quando todo mundo entra todo
mundo participa
a inclusão e quando todo mundo entra e
todo mundo tem acesso ao que acontece
ali tem uma frase que eu não sei eu só
lembro da frase nunca lembro de
pesquisar o autor ou autora passou uma
frase que diz o seguinte
a sensibilidade a chamar por baile
inclusão chamar para dançar
o que as pessoas vão fazer um baile não
é dançar então para você incluir tem que
chamar lá para dançar
É sobre esse paradigma a gente entende
que a igreja já não tá na
e no período de exclusão mais que a
gente tem maturidade que se a porta da
igreja tá aberta qualquer um pode entrar
amém
é mas e dali para cá
o que a gente precisa entender
é porque se eu penso é uma pergunta que
eu recebo todo dia Pastor mas eu faço
que monta uma sala de recursos na igreja
pros Você montar uma sala de recurso não
tiver um plano para tirar essa pessoa de
lá e colocar junto com as outras você
vai ficar segregando ela resto da vida
e você pode até ter uma sala de apoio
para fazer a transição e de uma falar
disso mesmo à noite para fazer a
transição para que ele se acostume com o
ambiente ou então para fazer uma área de
escape para pessoa autista para se
auto-regular e voltar para programação
no caso ali de hiperestimulação
mas o ideal é que como igreja estejamos
todos juntos
isso é inclusão inclusão e quando todo
mundo entra quando todo mundo participa
quando todo mundo vive a experiência de
todos que estão ali vivem faz foi por
onde eu começo isso
e a gente começa por aqui ó
a primeira fase de su turno antes da
gente chegar nas coisas práticas
a pergunta que eu mais receba todos os
dias na verdade a minha pergunta é
pedido todo santo dia quando eu acordo
de manhã tem uma mensagem lá no Direct
do Instagram Pastor tem algum material
adaptado para levar para igreja só que
uma tela da Fada último
o pneu fim
antes disso existe todo um caminho que a
gente precisa recorrer a se percorrer
dentro da igreja
então
é um pastor já leu o livro algumas
pessoas já tiveram acesso a gente faz
uma programação que chama culto Azul
desde 2013 uma vez por ano sempre no
primeiro domingo de Abril para falar
sobre o autismo na igreja
e com fechamento da igreja a gente fez o
primeiro online
2020 o primeiro ponto azul online que a
gente fez sempre cento online E aí
eu pensando em uma palavra como que eu
poderia ministrar algum ele te trouxesse
um certo valor para quem tivesse ao vivo
com a gente
que foi a primeira programação assim que
está por os níveis de igreja local ou de
quem tava bem próximo da agência
o e pensando na palavra eu recebi essa
direção de Deus eu quando comecei a me
encarar algumas coisas eu cheguei a isso
que hoje eu chamo de ciclo Virtuoso
da inclusão
e a gente começa a gente começa esses se
esse círculo esse ciclo pensando o
seguinte a inclusão ele é um fim na
igreja
e o que que eu pretendo fazer com essas
pessoas a gente fica desconstruir alguns
paradigmas o primeiro deles é que essas
pessoas são salvas
pelo seu sofrimento
quem sou eu para dizer que alguém sofre
quando tem alguma deficiência não tô na
pele dele
eu não tô na pele negra
o segundo é
e
se as pessoas fossem salvas pelo seu
sofrimento
ninguém que vive uma vida miserável que
sofre de sol a só precisaria de Deus
estaria salvo
a salvo pelo sofrimento da mesma forma
e ninguém que vive um casamento infeliz
precisaria de Deus porque sofreu a vida
inteira para o marido dentro de casa já
estaria ação entendi então ninguém é
salvo pelo sofrimento nós somos salvos
pela graça do Senhor Jesus sobre nós
mas insiste em dizer isso a cadinho de
fulano Tadinho de quem
e são questões que a gente precisa
amadurecer né então quando a gente olha
para inclusão a gente precisa entender
que a inclusão ele é um fim é o objetivo
que eu tenho alcançar de ser uma igreja
para todas as pessoas esse uma igreja
onde todo mundo entra participa e recebe
da palavra e alimentado por Deus e Vivi
experiências com Deus aquele lugar a
gente começa a se círculo com informação
a parte mais importante
a parte mais importante é informação
e quando a gente fala como igreja para
agenda da igreja para fazer um evento
específico sobre isso isso é de um valor
que a gente não consegue chamar muitas
vezes por quê Porque em muitos momentos
a exclusão o preconceito ele acontece na
igreja para ignorância às vezes nem
maldade moda das vezes não é maldade Às
vezes a ignorância Teve um caso que
tomou conta ainda as redes sociais no
mês passado de um fotógrafo aqui de
Brasília chama Anderson eu ti vou parar
de conversar com ele a esposa conversou
com a esposa dele a gente deu um suporte
ali naquele primeiro momento para ele
ele tem um casal de filhos autistas eu
tô falando isso aqui porque publicamente
ele tem uma pessoa pode usar o meu
exemplo
e foi muito bom o caso ele teve
realizado nas redes sociais porque
trouxe uma visibilidade às vésperas do
dia mundial de conscientização do
autismo sobre uma demanda que a igreja
precisa pensar então ele tem dois filhos
um garoto de dois anos se eu não me
engano uma menina de 4 a luz são
autistas é a menina estava em crise já
haviam faz uma semana dentro de casa e
ele esposa no limite no sábado ele
passou em frente a uma igreja e viu a
chamada da igreja para o culto da
família que que ele fez
estou no meu limite eu vou para igreja
porque o culto da família quando ele
chegou no estacionamento da igreja a sua
menina a menina teve uma crise na porta
da igreja e começou a chorar não chorou
5 segundos ver Alguém de dentro da
igreja olha só vai embora com a sua
filha que vocês estão atrapalhando com
outro
Se isso for no final de semana na
quarta-feira ele de forma muito sábia
gravou um vídeo e colocou nas redes
sociais colocou no Instagram na
quinta-feira quando eu acordei eu tinha
mais de duas mil notificações no meu
Instagram pessoas me marcando no posto
dele e pessoas me enviando o vídeo dele
eu não consegui dar conta de ver todas
as pessoas que mandaram e na hora de
imediato eu fiz contato com ele mandou
um recado para ele troquei o WhatsApp
com ele e a gente começou a lhe acolher
a família foi lá o mínimo que eu posso
fazer
pergunto quem tá errado nessa história
e o pai que pega uma criança e leva para
igreja sabendo que ela poderia ter uma
crise
não
o irmão sai de dentro da igreja
Oi e manda embora que tava atrapalhando
o outro não
e ele não sabe
e ele não sabia o que fazer
a Deus não leva em consideração nosso
tempo da ignorância
Tiago Capítulo 4 Versículo 17 aquele que
sabe o bem que tem que fazer e não faz
está pecando Então deixa eu falar para
você
e a partir de hoje só acontecer a gente
tem culpa porque hoje eu tô falando para
você
se você vir aqui hoje vou sair daqui com
carregando um piano
tô sabendo que agora a gente já sabe o
que tem que ser feito
Ah e por quem os pastor é
eu vou pegar só um exemplo poderia dar
outras vou pegar só um que tá dentro do
nosso viés Cristão evangélico
família é uma instituição de Deus Amém
quem concorda com isso só para saber se
você amém família uma coisa que criada
por Deus né tudo que Deus criou' gente
trazer lá por ele Amém com Deus cria a
terra Entrega na mão de Adão que ele
fala se ela cuidar desse aqui ó Olá Tudo
Que Deus seja para gente cuidar
é a taxa de divórcio no Brasil hoje é de
trinta e três por cento tem que isso
representa um em cada três casais se
separam em até cinco anos é um número
absurdo
certo quando a gente olha para casais
com filhos autistas a gente vê essa esse
índice dá um salto de trinta e três por
cento para oitenta por cento
e não é mais em cinco anos em um ano
oitenta por cento dos casais com filhos
autistas ou seja quatro em cada cinco se
separam em até um ano após o diagnóstico
vou contar só um caso para vocês de uma
amiga que eu tenho que morar lá em
Niterói ela no dia que recebeu o
diagnóstico do filho dela
e o marido saiu do consultório junto com
ela deixou na porta do prédio e disse
que estacionar e depois ele mandou
advogado já para fazer negociação do
divórcio ele nem entrou em casa
E isso acontece todo dia
E como que eu sou cristão e eu tô
deixando família se dissolverem debaixo
do meu nariz e e eu não faço nada para
ajudar para tentar uma cachorra não tem
garantia que vai evitar mas eu posso
tentar
eu preciso me Reinventar para isso então
são questões que a gente precisa pensar
e como que a gente vai pensar isso no
primeiro momento informar a igreja o pai
de Brasília que foi expulso da igreja
ele foi vítima de uma pessoa que também
na vítima e era vítima de querer vítima
da ignorância
eu quero ouvir quando a ignorância
porque disseram para nós e criar uma tal
de reverência do culto
bom e o que adianta ter uma referência
dentro do pulso e do lado de fora se uma
pessoa irreverente na verdade alguém que
negocia com o pecado
então assim quando a gente olha um caso
parecido na Bíblia as crianças queriam
chegar até Jesus tem que os discípulos
faz ela só não importou no México não
ele para tudo
não
deixa de vir aqui para ver o reino do
céu é dele ele só tá ouvindo que eles
são puros
e ele só tá ouvindo porque eles não
medem as consequências do que eles estão
fazendo de tão puros que eles são
um caso parecido que a gente tem que
Jesus ele para o que tá fazendo e dá
atenção devida naquele momento ali
e eu tenho convicção
de que o coração de Deus vai ficar muito
alegre se a gente parar o culto e
acolheu uma família de uma criança em
crise do que se a gente simplesmente
ignorar essa família e acha que ele tá
trabalhando com o outro que domingo que
vem tem culto de novo
é uma outra razão pra gente se preocupar
com isso e só falando de informar aí
concientizar que é o segundo segundo
tópico ali é
e o índice de suicídio em mães de
autista
e tem mãe salte já chega a ser quarenta
por cento maior do que em pessoas que
não têm filhos autistas mas esse número
não é o pior não
o índice de suicídio em pessoas com
autismo leve
chega-se 14 vezes maior do que o risco
de suicídio para pessoas que não têm
autismo
há 14 vezes maior o risco de suicídio em
pessoas com autismo leve
o risco de suicídio não não Consumado
mas a tentativa pelo menos Então são
razões para gente se preocupar e como a
gente começa abordar esse na igreja ou
primeira coisa a gente só fazer informar
grandemente para agenda da igreja para
falar sobre isso e amanhã vai ser muito
bom que você vai acontecer aqui paixão
pela manhã a gente consegue acorda para
vida
aquele start que a gente precisa porque
às vezes a gente tá dormindo em berço
esplêndido porque ninguém vai falar para
gente ninguém sabe o que tá acontecendo
ninguém parou ainda para observar e isso
e cá entre nós a gente sabe que é o
interesse maior das pessoas que vivem
isso no dia a dia
e se você olhar as principais conquistas
que você tem hoje na questão do autismo
sempre vai ter ali na maioria das vezes
uma mãe por trás
o amor de Deus vezes uma mãe hoje graças
a Deus os movimentos de pais estão
aumentando mas até bem pouco tempo era
só as mãos porque os pais acham
abandonado há muito tempo
eu tenho são um ponto
importante comente para a igreja e traz
a informação
e quando a gente traz a igreja para ir
para agenda da igreja e mostra pra
igreja que existe um caminho que a gente
precisa se preocupar também com a gente
para a igreja e mostra o seguinte não é
o fato dele ser autista não quer dizer
que ele seja incapaz não quer dizer que
ele não aprenda não quer dizer que ele
não goste de estar aqui
às vezes é difícil para ele estar aqui
mas eu queria que ele não quer dizer que
não gosta lá em casa e tive uma
cachorrinha muito interessante né apesar
das Artes gostar a gente usa algumas
ferramentas com ele para tornar isso
mais fácil em caminho mais lógico para
ele
bom e se no momento inopinado o filho
vou ter que ir lá na igreja vamos comigo
amor ele já corre pega a roupa escolhe a
roupa para ir para igreja
a e quer se vestir sozinho não quer nem
ajuda você já vai para escola não é a
mesma proatividade Você chamou a terapia
na mesma produtividade mais para igreja
ele gosta e o quê Porque faz sentido
para ele para ele é bom estar lá a gente
fez uma ação de sábado para domingo
passado e eu acabei que eu dormir na
igreja Fui para lá e falou nem voltar
para casa porque já tá muito tarde e é
bem distante a gente mora bem distante
da igreja
mas ele queria comigo eu não levei ele
deu trabalho para mãe dele em casa e
fazer Poxa meu pai foi para Igreja me
deixar em casa
é só que não daria para levar porque a
gente foi fazer não daria para levar
então o primeiro top que a gente precisa
pensar informar para a igreja e mostra a
demanda que a igreja não é obrigado a
saber
a igreja não é obrigado a saber
Olá tudo que a gente faz essa primeira
etapa de fato informação que a gente
está fazendo aqui hoje desmistificando
algumas coisas o autismo é isso pode uma
moda o autismo não é demônio com muita
gente por muito tempo o Fado do meu
filho de ser filho de pastor não não foi
suficiente para que ele ele deixasse de
ouvir a gente deixasse de ouvir a
preciso orar vai ser menina ser liberto
do autismo como se fosse um demônio
Ah entendi E aí eu levo até a última vez
que eu vi isso a pessoa diz que chamaram
irmão oração forte ele foi deve ser pai
de santo
oração forte para curar esse autismo
dele foi minha mãe então tá essa pessoa
para libertar ele se autismo dentro
Então traz essa pessoa e mandei uma lá
pelo meu fino
o mercado eles Eriberto que o
preconceito dele
e da ignorância
então primeiro ponto conta para igreja
que que é conta para igreja aqui
fatalmente ela pode não ter um filho
autista Mas pode ser que ela tem um neto
autista
Ah e por quê que é importante a gente
pensar sobre isso que até 2012 Eu não
fazia sentido para mim
Se você quer assim eu nunca tinha ouvido
a palavra autismo
e quando ouvi pela primeira vez já tava
dentro da minha casa pastor estar
liberando uma palavra contrária na vida
isso é maldição não isso é está atingir
assim uma em cada 44 crianças hoje estão
no espectro autista fatalmente se não
nasceu na sua casa pode nascer na casa
dos seus filhos ou na casa do seu
sobrinho ou na casa de alguém que você
ama
em algumas estimativas que até 2035
todas as famílias conviverão com pelo
menos um autista
isso é estatístico é número matemática
bom então a gente precisa assim o
organizar em relação a isso
a gente precisa estar pronto e aí quando
eu falo de ministério de inclusão na
igreja sempre digo o seguinte comece
antes de estar pronto
se enxerga demanda E se eu tenho 45
crianças na igreja porque que não tem um
autista
já tá fora deixa artística tá fora da
Média
Entendi então assim Informa a igreja
sobre a condição em forma igreja sobre
números a igreja sua vai dar o devido
valor para inclusão quando ela souber de
uma em cada quatro pessoas no país tem
alguma deficiência onde eles estão a
igreja não tá sendo planetas são um
artigo Já tem alguns anos da revista
Ultimato
e dos oito povos menos evangelizados no
país o Sudão deles
já tá lá
e com certeza se atualizar aí você entra
mais gente algum deficiência hoje mas tá
lá no artigo a chegada de 2014 se eu não
me engano
então comer um ponto Informa a igreja
sobre essa realidade segundo.
Conscientizar a igreja passou mais
informação e conscientização é a mesma
coisa não
tem um detalhe aí que dividir uma
palavra da outra pode até ser usado como
sinônimo algumas ocasiões mas o que
diferencia informação de conscientização
essa linha tendo é o sentimento que eu
me torno consciente em quando eu me
preocupo
e eu me torno consciente quando eu
decido fazer alguma coisa para mudar
isso
bom E como que as pessoas vão se
envolver com uma causa que elas não
conhece
E como que as pessoas vão se envolver
com um dado que é frio porque dado que é
frio você abra o jornal abre um site
você tem um monte de tragédia
acontecendo mas tudo bem não tá
acontecendo com você daqui a pouco a
gente esquece
e quando a gente traz a informação para
igreja e começa a mostrar para igreja o
que essas pessoas passam
e quais são os desafios
que todos os dias uma família com
autismo autismo
Independente de poder aquisitivo
Independente de classe social
Independente de raça do lugar que mora
passa por dificuldade primeiro porque
não consegue inclusão escolar com
deveria não consegue o atendimento como
deveria não consegue bancar as terapias
Quando consegue bancários terapeuta que
lápis não consegue um profissional
competente porque às vezes tem para
pagar mas não tem um profissional
dependendo do lugar
e quando meu filho foi diagnosticado no
Rio de Janeiro no Rio de Janeiro nos
últimos dois médicos
uma de fato é especialista em autismo tá
tão importante é uma filha
autista outro é um fanfarrão que tava
aproveitando a onda do momento
bom então assim graças a Deus a gente
tem mais profissionais Mas às vezes não
é nem questão de poder aquisitivo vocês
a pessoa tem dinheiro para pagar mas não
tem um profissional onde ela tá não tem
tá precisa Reinventar
e quando a gente começa a trazer à tona
a isso porque os casamentos são acabando
que mande autista e se suicida não toda
hora tem uma notícia na mídia que
autistas de nível 1 são mais propensos a
cometer o suicídio a gente que você se
envolver com isso
bom então agradeço a torna consciente
quando ela sabe o que as lá para o que
as pessoas passam famílias com filhos
autistas encontram portas fechadas todos
os dias e a igreja não pode ser mais uma
dessas portas e
e as pessoas muitas vezes buscam na
igreja a igreja como último Refúgio de
esperança para elas e a gente precisa
saber disso
e a gente falar de acolher essas pessoas
que a gente precisa saber disso não
existe amor à primeira vista ninguém ama
aquilo que não conhece
gente pode se apaixonar
e agora amar eu até hoje tô aprendendo
amar minha esposa depois de quase 20
anos de casado com a mãe construído
o amor relacionamento de amar o nosso
irmão amar o próximo e relacionamento
ninguém vai amar um autista ser nunca
tive a oportunidade de conhecer essa
pessoa
é como eu falei aqui o meu exemplo que
eu era vizinho de uma instituição
e se tivesse acabado lá eu nunca me
envolveria com a causa por que não faz
sentido para mim amanhã para
ah e hoje
e eu tenho eu tenho essa convicção né
quando quando a gente o alcance que a
gente está tendo hoje a quantidade de
pessoas que a gente consegue
receber um retorno feedback delas todos
os dias me faz querer todos os dias que
Deus queria levantar alguém o asaf não
nasceu nossa casa por acaso
e eu nunca estaria aqui se não fosse o
meu filho autista 1
o link está em outros lugares que tenho
ido se não fosse ter reconhecido isso
conheço muitos passou esse abandonaram o
ministério depois de um final de festa
bom então eu creio que Deus ele queria
levantar alguém para falar sobre isso
Oi e aí é uma questão que é negociável
tava comentando pastor de leite
assentado ele tava comentando pelo ontem
que quando eu entendi o que era para eu
fazer eu pedi o nosso bicho que não me
não me acho mais à igreja local que me
deixa trabalhando na Nível Regional
eu vou estar lá na igreja local mas se
eu precisar sair eu vou sair para
atender outras pessoas
e para atender outras demandas e para
ajudar aqui na região a gente implantar
esse trabalho porque algo está no
coração de Deus
ninguém se envolve com aquilo que não
conhece não existe amor à primeira vista
a igreja só vai se envolver com a
inclusão quando ela souber de fato o que
essas pessoas precisam Esse é o segundo.
O terceiro. O acolher uma igreja
informado uma igreja que sabe quais são
as condições que essas pessoas vivem no
dia a dia ela já está a meio caminho
andado de começar se Reinventar para
acolher essas pessoas
a inventar sua agenda arrebentar os seus
protocolos não estou falando aqui em
mexer em questão doutrinária tô falando
aqui em usufruir daquilo que nós já
temos
é a minha sala não pode negar aquilo que
a ciência murchou para mim que funciona
é isso existem coisas que funcionam do
lado de fora da igreja
abordagens que funcionam do lado de fora
da igreja a gente precisa trazer isso se
existe em práticas que funcionam na
inclusão escolar porque não trazeis o
meu ministério infantil
Ah entendi porque não adaptar aquilo que
que já acontece hoje a minha agenda como
Igreja São caminho que a gente precisa
que a gente precisa pensar
é
uma igreja que tá informada está
consciente ela está propensa acolher ela
está propensa a ser ouvidos para essa
família que chega
volta no caso do Fotógrafo de Brasília
se a igreja tivesse pronta
você grande eu tivesse informada e
dissesse seria outra a
e poderiam até não saber o que fazer mas
é um mandar embora
eu tentaria acolher a família de alguma
forma
E então Nosso principal inimigo hoje
ainda é a falta de informação
a informa traz a realidade para igreja
se conscientize porque já é meio caminho
andado para gente começar a colher essas
pessoas buscar entender o que que elas
têm para falar quais são as suas dores e
o que que a igreja pode servir
e para só então a gente chegar no último
passo até a parte da inclusão pastor mas
acaba aí quando acabar aqui você acabou
a gente começa de novo ciclo por isso
que é um ciclo Virtuoso em quando a
gente começa a Gerar esse círculo surgir
novas propostas subam e surgem novas
abordagens
surgem novas descobertas por exemplo uma
descoberta recente
não é 100 porcento mas já se percebeu
certa semelhança no cérebro de crianças
autistas ainda na gestação até então não
tinha como prever E então uma pessoa
tinha um filho normal
embora o normal não existe a mas por
exemplo meu filho até o diagnóstico a
princípio era uma criança como todas as
outras então o impacto do diagnóstico
depois de dois depois de três anos ele é
mais pesado e eu não estou falando aqui
sobre sentimento tô falando sobre a
chegada da Notícia quando uma pessoa
está esperando o fino e é descoberto na
gestação que essa criança tem lá
síndrome de Down viu lá no exame da
ultrassom e percebeu que tem alteração
na nuca ou então tem uma má formação que
isso percebe quando a criança ainda está
sendo gerado
a toda uma preparação para essa família
toda uma preparação tudo para os pais
todo o acompanhamento e ele já sabe que
vai ter um filho com deficiência
e o autismo não a criança chega como
toda a todas as crianças
o e principalmente em paz no primeiro
filho o único filho como é o nosso caso
você não tem como comparar o
desenvolvimento com outra criança
é né então
diante disso quando a gente recebe o
diagnóstico a gente tem gente que não
gosta aquele que trabalha esse tempo
desse sistema dessa maneira Mas
fatalmente a gente entra no tu
só que o luto é diferente porque a
criança está limpo
a luta diferente a criança tá no seu
braço
Ah e você não sabe você vai fazer com
ela
e
não é o luto da ausência é a pena das
suas expectativas
bom e sabe o que que acontece com nós
conosco seres humanos todos nós todos
sem exceção a gente deposita um monte de
sonho que é mostra a vida dos nossos
filhos
e a mulher engravida eles estão doido
para saber o sexo do bebê só que antes
do sexo do bebê já tem dois homens um de
menino de menina não é verdade já se for
menina é tal se for menina at all on
e já põe o nome EA preparo enxoval
preparo o quarto aí o cara queria ser
engenheiro não conseguiu sem dinheiro
tem que ele faz não o meu filho vai ser
engenheiro você até uma forma de egoísmo
possível que a gente está se apropriando
da vida que não é Nossa
e na verdade ele cria um monte de
expectativa quando chega num diagnóstico
todas as expectativas que o frouxa você
bota na estaca zero
e repensa tudo de novo refaça os seus
sonhos repense a sua trajetória
abra a mão de coisas que você queria
fazer quando seu filho tivesse com 10
anos porque você não vai poder fazer
mais não vai ter como fazer
bom então são questões que acontece de
fato e isso vai definir é o que o que
vai o que vai de fato definir a nossa
atuação como igreja é quando a gente
aprende a reconhecer que momento que
essa família tá vivendo
a igreja ela vai saber a colher essas
pessoas para poder incluí-los na igreja
quando ele sabe que muitas vezes aquela
pessoa que senta no canto e só chora ela
tem as razões dela para chorar e quando
ela entende que os pais que chegam na
igreja e escondem a condição do filho
não falam que o filho é autista eles
podem estar em 4 em três perfis
diferentes ou eles não sabem do autismo
Ou eles sabem estão em negação não
aceita em hipótese nenhuma
aquele diagnóstico ou então
tem vergonha do diagnóstico que acontece
muito também e a terceira hipótese ele
já estão tão calejados de serem
excluídos de tudo inclusive de
atividades na própria família que eles
preferem esconder da igreja que a
criança tem autismo para que não seja
excluído ali também
Oi Stephanie fazer dessa forma não vou
falar porque se eu falar não vão acolher
a gente é
essa é uma situação que é difícil uma
situação que é muito tensa e como igreja
a gente já tá pronto para receber essas
pessoas
a oitenta por cento da igreja em média
ficar sentado no banco
o e às vezes no meio dessa desse povo
todo tem alguém que tem uma capacidade
de acolher a crise do outro como ninguém
se tem alguém que tenha aptidão para
lidar com criança se Não para quieta
e vira uma criança junto com ela mas
consegue estabelecer um vínculo e esse
vínculo é importante parte na semana que
vem ela volte
Então esse a gente quer saber o que tá
acontecendo do lado de fora porque a
gente esteja pronto para acolher e só
então incluirá é que a gente entra de
fato Nas questões da inclusão
primeira coisa que a gente precisa
pensar no ministério de inclusão
a primeira coisa de uma das mais
importantes eu preciso pensar numa rede
de apoio
a rede de apoio é o termo que é bem
comum entre famílias com filhos autistas
mas a verdade ela é muito comum pela
maioria das pessoas não terem uma rede
de apoio tem nem porque elas têm Mas é
porque elas não têm
gostariam de ter mas não tem
é uma rede de apoio três virgens
primeiro nível 1 nível profissional
segundo nível nível familiar e o
terceiro nível o nível do voluntariado
em
o pastor liga profissional é para que
poder terapia na igreja quem dera mas
sem da utopia
é só que
se eu tenho acesso alguns profissionais
eu posso fazer o quanto a gente tá
fazendo aqui hoje meu irmão dá uma
palestra lá para minha igreja vamos lá
fazer um treinamento com a minha equipe
Vamos lá fazer um
é um treinamento com meu ministério
infantil
Vamos lá fazer uma uma palestra para as
mães de autistas que vem na minha igreja
e me ajuda que produzir um material
E aí gente nós somos Reino de Deus
às vezes na minha igreja não tem uma
terapeuta ocupacional que estão
profissional escasso eu fiquei sabendo
ontem que aqui em Goiânia Tá em falta
também não é só no Rio de Janeiro que
está em falta A Terapeuta ocupacional
com especialização
em integração sensorial de AIDS não é só
aqui no Rio de Janeiro também a gente
está com muita escassez desse
profissional
Mas às vezes não têm na minha igreja mas
tem na igreja do vizinho e tá tudo bem
lá batendo à porta pedir emprestado
a gente não vai ser maior nem menor do
que ele é
eu vi lá do Rio de Janeiro para cá e tá
tudo bem mas em nome de Jesus Deus Valeu
matar o outro pastor em Goiânia para
falar isso eu tenho falado todos os dias
que o meu sonho é poder excluir minha
conta no Instagram
e não precisa a igreja já entendeu a
igreja de aprender o que tem que ser
feito eu não preciso mais que tá falando
a gente conversar sobre isso ontem né
paixão ficar horas a fim que pensando em
qual conteúdo de valor que eu posso
trazer hoje para ajudar a igreja
ou então liga o profissional toda a
igreja tem pelo menos uma professora de
rede pública e a gente tem que aplaudia
essas pessoas
porque muitas vezes sem ter treinamento
nenhum quando tem alguma especialização
foi pelos Próprios Meios mas recebe as
crianças com deficiência e dá um jeito
dela de entender de ajudar e adaptar
para que essa criança aprenda
eu tô nível profissional presente tanto
trabalhar conscientização da igreja como
preparar as nossas equipes e das suporte
para família segundo nível nível
familiar
e se em 2012 eu tivesse do meu lado um
pai que soubesse Vinte por cento do que
eu sei hoje sobre o autismo muitas
noites que eu passei acordado eu poderia
estar dormindo
é porque ele poderia dizer para mim que
tinha coisa que era o meu esforço mas
outras coisas era só o tempo
é só financia a idade de querer resolver
logo muitas vezes a gente acaba
atropelando alguns processos
ó e aqui é interessante quando a gente
fala de rede de apoio e familiar
e às vezes na igreja tem um autista Mas
na rua da igreja tem outro que não vem
para igreja
e na vizinhança tem outros tem muitos um
Oi e a gente precisa colocar suas
famílias em contato
e quem tá mais tempo na caminhada sempre
tem alguma coisa para ensinar
e pode não ser um profissional mas já
passou por algumas fases da vida por
exemplo
a gente tá passando essa transição né da
infância para adolescência
e o Zap tá na puberdade
existem muitas coisas que a gente
perguntar para neuro dele ou para as
terapeutas eu pergunto os meus amigos
autistas adultos
porque eles viveram aquilo como que foi
essa fase para você diante de tal
comportamento como que Ana
e o que que você acha que ele tá sendo
tão impulsivo com isso e quando a gente
começa a conversar com essas pessoas a
gente percebe o seguinte tem muita coisa
que é do autismo é mas tem muita coisa
que é da idade
o WhatsApp não é só autismo asaf agora
também é um pré-adolescente adolescente
Ah
entendi E a gente tem que saber separar
as coisas
e já a gente precisa entender isso então
a rede
familiar é muito boa nisso e a gente
de tabela se eu posso dizer sim a gente
cumprir um outro propósito da igreja que
propósito proposta de evangelismo que
tem famílias que se você chamar ela para
vir na igreja ela não vem e não vem
porque não é adepta ou não vem porque já
sofreu preconceito na igreja e desistiu
como raiva da igreja e muitos momentos
só que se chama para um café na casa de
alguém ela vai se chamar para um café no
salão da igreja que seja mas não é culto
é só um bate-papo lá bater lá um
psicólogo falando para as famílias ela
vai então de tabela não vai tirar vai
tirar vim com esse burro
você começa a promover alguns encontros
tanto para essa troca de experiência
como também para essas pessoas é
aprender umas com as outras mas também
criaram esses vínculos afetivos é uma
coisa que os pais notícias passam que a
pena das amizades
é fatalmente após no fim de ser
diagnosticado muitos amigos que existe
em você
bom e você o ciclo de amizade começa
além de ficar reduzido muitas vezes ele
é reduzido em pessoas que têm a mesma
situação que a surra
bom então tudo que essas pessoas querem
alguns anos então nem para conversar
então em uma rede de apoio a gente
consegue atuar em duas águas linda
Evangelista essas pessoas mostra por
elas que a igreja tá diferente
Oi e o terceiro livro nenhuma mais
importante nível do voluntariado pastor
precisa ser profissional para servir a
inclusão não
pré-requisito um coração ensinável
o segundo pré-requisito amar pessoas mas
amar a ponto de se Reinventar por elas
amar a ponto de entender como elas
funcionam
amar a ponto de querer saber mais sobre
elas
Esse é o terceiro nível da rede de apoio
livro mais importante
eu vou deixar uma coisa para você a
jurisdição mais rico da terra a igreja
e não é pelo dinheiro mas é porque eu já
tenho aquilo que o dinheiro não compra
Bom dia tem gente na igreja são as
pessoas
e tira tudo da igreja e ela postou tudo
de novo
O que é a prova disso a igreja não
morreu no pandemia com tempo fechado
o digamos a gente passa por uma
perseguição derrubou o tempo da igreja a
igreja que sabe quais são os seus
fundamentos ela vai permanecer ali
o mesmo sem um tempo para se reunir
e a igreja tem pessoas e infelizmente a
maior parte delas ainda não encontraram
o que fazer na igreja do ministério de
inclusão uma ótima porta também pode
desenvolver novos talentos
pessoas que sejam voluntárias e tenham
disposição para aprender sobre outras
pessoas a passar um pouquinho
parceria com a família isso aqui é muito
importante
é porque o Pastor Hélio eu vou te mandar
um PDF E aí tem como mandar para os
meninos passarem depois
o porquê que a parceria com a família é
importante
pelo seguinte quem entrega o ouro para a
gente a família
e a família que passa a maior parte do
tempo com essas crianças com esses
adolescentes e até conhecer os adultos
autistas e eles sabem exatamente o que
que essas pessoas precisam o que que
acalma o que que agita o que que ele
sabe fazer
sozinho que ele ainda tá aprendendo e
faz com ajuda e o que que ele não faz
ainda é como que ele se comporta antes
de ter uma crise quais os sinais de uma
crise Então essas questões é a família
que traz para a gente
e essa parceria com a família
e ela de fato é o que é essencial eu
diria um seguinte
toma frase do abraãozinho com que ele
diz o seguinte se eu tivesse 6 horas
para cortar uma árvore Vou Passar quatro
horas amolando meu Machado afiando meu
Machado
em parceria com a família andar mais a
metade do caminho com uma conversa
Essa
é a família que vai entregar aí para
gente mas
chegou hoje uma família com uma criança
autista na minha igreja eu preciso
respeitar isso acolher essa família
conquistar a confiança dela para só
então querer extrair essas informações
bom então a parceria com a família ela é
importante pelo seguinte ela nos poupa o
trabalho
e eu passei para o r no final vou
mostrar aqui uma ficha que nós
desenvolvemos eu acho que as ame Até
deve ter pego essa ficha lá no grupo
que exatamente para uma conversa com os
pais de uma criança autista que chega na
igreja bem descontraída porque se você
colocar uma um papel branco no formato
de anamnese ele vai ter receio vai ter
dificuldade também colorido cheio de
figurinha para preencherem junto com a
criança quero saber esse aqui sobre isso
aqui sobre ele de forma bem informal e a
gente já consegue traçar o perfil dele
entendeu como que ele funciona e o que
que eu posso oferecer para ajudar e o
que que eu devo evitar e oferecer para
não atrapalhar o processo de inclusão
então a família que dá esse para a gente
esse Fini é a família que dá
e pensa numa consulta
o meu filho não vai para neuropediatra
todo dia
e ele hoje tá uma rotina que ele vai a
cada três meses na neuro e o que que ela
o que que ela sabe dele no intervalo
entre uma consulta e outra só o que a
gente conta ele não fala
e ela Analisa de um comportamento de
dentro do consultório
faz alguns testes rápidos da demanda
para ele mas a maior parte da consulta é
aquilo que a gente tá falando é a
família que vai trazer para gente
e a clínica do meu filho a gente tem o
hábito sempre teve na verdade a clínica
dele sempre teve esse hábito de idade
evolutiva todos os dias que é o certo
Esse é o certo você tem que ter
prestação de conta todo dia porque às
vezes uma alteração mínima em casa
alteram o comportamento na clínica ou na
escola então tanto a escola como a
clínica e nós conseguimos ao quase
impossível mas a gente vai colocar a
clínica do meu filho dentro da escola
meu filho estuda num colégio Federal e a
clínica particular que a gente sabe que
a burocracia muitas vezes atrapalha você
colocar uma instituição particular
dentro de um órgão público mas
mensalmente eles conversam agora com
avanço da bandeirinha Isso facilita toda
para fazer pelo Google mente outra
ferramenta mas antes eu colocava todo
mundo no Uber na clínica e levava lá
para escola vai lá conversar com o
pessoal da Coordenação vai lá conversar
com os professores
então a gente parada num dia que ele não
tinha terapia a gente deixava de terapia
naquele dia uma vez por mês para que a
escola EA Clínica tivesse contato com a
gente participando junto e é isso
infelizmente é uma realidade que quase
nunca acontece
mas que precisa ser presente
a família tem que participar de todo o
processo
a e na igreja a gente não vai ter como
trazer o profissional aqui muitas vezes
mas a família vai saber dizer para mim
ou então a gente da demanda para a
família perguntar profissional essa
fichinha que eu vou deixar para vocês
aqui depois mostrar pra vocês você pode
olha só lê isso aqui mostra lá para o
profissional fala para ele preencher uma
você preenche a outra
Entendi então a gente consegue caminhar
e traz ali o perfil parceria com a
família é essencial
terceiro. Entenda o ambiente
e entenda o ambiente que que acontece
nesse ambiente esse ambiente não é só
barulho
e esse ambiente é barulho esse ambiente
é luz esse ambiente é telão esse
ambiente é cheiro do perfume e sempre
encher alguém que passou e deu um
tapinha nas costas esse ambiente é o
sapato tem novo tá apertando um pouco
esse ambiente a etiqueta da camisa que
tá incomodando esse ambiente foi a
quebra de rotina antes de ir para igreja
em todo o comportamento ele é uma
resposta o que acontece no ambiente
a gente passar para o próximo tópico vai
ficar mais claro
bom então o que que tá acontecendo aqui
e para que a partir da compreensão do
que acontece aqui do entendimento do que
acontece aqui ou entenda por quê que
isso que ele tá se comportando dessa
maneira
Ah entendi
percebo que acontece um ambiente
estímulo voltando a parceria com a
família e estimula a família a
estabelecer a rotina de vir para igreja
e assim como há pouco tempo falaram Ah
mas a criança consumir para terapia
porque quase todo dia ir para igreja uma
vez na semana eu fui bem caro mas tem
que ter mais que vai na forma uma vez
por semana
e por que que ela vai lá fora porque
toda semana ela vai de forma sistemática
na consulta com a forma
bom então faz parte da rotina rotina da
porta da igreja para fora quem dá é a
família da porta para igreja para dentro
somos nós mas a porta para fora é a
família polícia parceria mais uma vez é
importante o ambiente muitas vezes ele
já vem alterado de casa
e às vezes é a roupa que ele não queria
vestir que a gente sentiu para vestir e
tá desconfortável entendi entendeu o
ambiente existe a gente vai conversar
melhor sobre isso a noite que a gente
vai mergulhar um pouco mais as questões
sensoriais a gente vai conversar um
pouco sobre os livros de
responsabilidade a hiperresponsividade
aí por responsabilidade
vou trazer algumas dicas também práticas
que nós aplicamos com a safra que deu
certo mas entendo o que acontece aqui
quando você entende que acontece aqui
você consegue
o pai não passou
me dá um toque para mim liso aí que não
foi não
e quando você entende o que acontece
E aí foi quando você entende o que
acontece no ambiente você consegue
compreender por que que eles se comporta
daquela maneira porque que o
comportamento teve tal alteração
e o que que aquele momento ali tá sendo
difícil para ele então só depois disso a
gente pensa adaptação de material é
eu entendo o ambiente eu compreendo de
vidro e depois você pensa no material
adaptado por que isso Lembra que eu
falei que a pergunta que o pedido que eu
mais recebi o material adaptado
primeiro não existe material adaptado
o material adaptado de acordo com a
necessidade de cada um tem criança que
não vai precisar do material adaptado
tem material que funciona para todo
mundo e aí funciona para criança com
autismo e sem autismo inclusive
bom então assim o que eu uso com Asafe
nem sempre vai funcionar para criança
autista que você tem na igreja
e tem coisas que são comuns tem que o
servem para os dois tem coisas que não
abordagens que não tão mais importante
do que o material adaptado é você
compreender tudo isso para você elaborar
uma coisa que toda escola deveria saber
infelizmente não sabe que chama plano de
ensino individualizado
é reconhecido como o peido vou falar um
pouquinho dele a noite também tá mas a
gente vai entrar nas questões sensoriais
comportamentais e de material adaptado à
noite então você acha que são cinco
Pilares propensão Não Michele de
inclusão
e não por acaso
adaptação de material é o último Olha a
outra coisa ele tem que pensar antes
adianta material adaptado se a criança
não fica na igreja
e não consegue entrar
e chega aqui queimou só a gente tem
muita coisa para trabalhar tinha Gilson
avançando um pouquinho principais
ferramentas utilizadas no ministério de
inclusão
a primeira delas rotina estruturada é a
mais importante
as ferramentas que a gente vai usar
dentro dessa rotina
antecipação
previsibilidade e também quebra de
rotina passou quebra de rotina sim de
forma sistemática e ordenada para que
ele aprenda a lidar com um novo também a
igreja não é um padrão
e as coisas não acontece sempre da mesma
forma tão antecipação e previsibilidade
é o meu filho como eu disse ele vai para
igreja desde os 2 meses de vida
bom E no sábado de manhã a gente já
avisa que domingo é dia de ir para
igreja
repete em cima um sábado à tarde repete
isso no sábado à noite se eu acordar
domingo e levar tá tudo certo tá tudo
certo aí não vai ter problema mas a
gente prefere a antecipar para ele
e outra coisa previsibilidade a
e o autista Ele tem muito apego a rotina
então qualquer quebra de rotina já era a
frustração pode desencadear inclusive
uma crise é
bom então por exemplo o meu filho fazer
natação quando ele tinha uns 4 e 5 anos
e do nada ele quis parar natação Cansou
da natação eu não podia passar na rua do
clube que ainda estava em crise dentro
do carro
e eu não sabia quase nada sobre
antecipação previsibilidade então para
ele quando eu entrava com carro naquela
rua Poxa meu pai vai para piscina não
quero
e quando a gente resolveu isso para
gente entendeu que quando sair de casa
eu vou passar lá na rua
vou passar lá na rua da piscina mas a
gente não vai parar porque a gente vai
mais à frente um pouco
e tu já aprendeu a dar essa previsão
para ele que eu só ia passar em Paulista
15 a
E por quê Porque quando entra o caminho
daquele dois anos fazendo aquele caminho
se a gente não avisar você tinha
problema
bom hoje graças a Deus voltou para
piscina e gosta da até trabalho na
piscina porque não pode ficar no Raso só
quer ficar no fundo
e ele não não era folgado não morre mas
a gente não confia também né mas antes
se passam e previsibilidade quem vai
antecipar a vinda para a igreja EA
família quem da previsibilidade para ele
dentro da igreja somos nós que antecipa
as mudanças que eu não tem dentro da
igreja somos nós como que a gente vai
fazer isso a gente pode usar figuras
pode usar fotos se ele tiver um nível de
compreensão da que as pessoas falam bem
desenvolvido Você pode falar para ele
explicar para ele que dá certo
mais uma vez quem vai dizer a melhor
forma de comunicar com ele vai ser a
família
E como que vocês comunicam coentro
bom então na rotina essas três
ferramentas são
importantes a ter cinco que vai
acontecer da previsibilidade para ele e
a quebra da rotina aqui é pequenas
quebras da rotina eu sou terapêuticas
também
é porque senão vai ser sempre 15 minutos
e não pode ampliar o tempo ou não pode
diminuir o tempo
e se não vai ser sempre o mesmo tipo de
atividade não pode ser outra
bom então fazer isso de forma depois que
a criança tá bem tá estruturado fazer
isso de forma ordenada Vamos tentar
fazer um pouquinho diferente hoje vamos
tentar ao invés de subir por uma escada
suba pela outra escada
e antecipa para ele da previsibilidade
que vai chegar no mesmo lugar a gente já
vai fazer um caminho diferente essas
pequenas quebras a rotina fazem bem para
ele porque ajudam é
a perceber que as coisas podem acontecer
de uma forma diferente mas se no final
da Serra do mesmo jeito no final tem um
objetivo concreto para ele do mesmo
jeito avançar um pouco
análise funcional do comportamento todo
comportamento Tem uma função
e no autismo e principalmente na igreja
Eles são muito acentuados e são esses
quatro de
a alteração comportamental
ela vai ter sempre um desses quatro
objetivos
em obter a atenção
chamar atenção
Esse é um objeto tangível
objeto tangível
é fuga ou sobrecarga sensorial lembro
que eu falei de entender o ambiente e
compreender o indivíduo É principalmente
pela sobrecarga sensorial à noite eu vou
colocar um vídeo
na projeção para vocês entenderem um
vídeo que aconteceu no shopping Mas é a
mesma coisa que acontece na igreja e a
gente vai sinalizar algumas coisas que
estão importantes então assim uma
alteração comportamental pode ser a
criança querendo chamar atenção
em obter a atenção à noite a gente vai
falar sobre essa questão do
comportamento
e o que acontece Existem duas verdades
que a gente precisa ter em mente a
primeira delas de comportamento é algo
que se aprende e tudo que você aprende
pode ser mudado
eu quero ver um exemplo você pega uma
criança que nasceu e cresceu na
periferia
e você vai ver que ela tem os hábitos
daquela pessoa ela vai usar
a gíria daquele daquelas pessoas vão o
linguajar do ambiente mas se vestir como
a maioria das pessoas que estão com ela
disse veste essa pessoa tem uma ascensão
social e sai da Periferia vai para um
bairro de classe média depois de um
tempo e depois de alguns anos pode ser
que ela se torne pros pessoas da
periferia uma pessoa irreconhecível
que se disser que nasceu e cresceu em
tal lugar as pessoas não acreditam
porque porque o comportamento muda
E se a gente aprende ele pode ser mudado
só que não é salsicha aprende a compra a
se comportar de uma forma e essa forma
ainda apropriada a gente pode trabalhar
esse comportamento para que ela se
comporta a forma é esperada EA principal
ferramenta que a gente tem para isso é o
próximo tópico tópico aqui que é
reforçar esse comportamento reforçador
de comportamento
e o comportamento que você reforça vai
se repetir
bom então por exemplo
o e comportamento que é inapropriado
para chamar atenção seu ofereça atenção
todas as vezes que ela quiser atenção
ela vai apresentar aquele comportamento
porque ela ganha atenção quando ela
quietinha
o o o o comportamento que ela apresenta
uma dela que é por exemplo o telefone
e se todas as vezes que ela chora eu dou
o telefone para ela para que ela vai
aprender pedir de outra forma se acha
chorar
Entendi então no comportamento que a
gente reforça ele se repete você tá
chorando porque quer o celular e eu pego
o celular e do outro reforçando o
comportamento
E você tá chorando que tem um celular
e a gente oriental na sua você não vai
ganhar encontra no parar de chorar
quando ela pára de chorar aí você
reforça o comportamento
me deu o telefone celular ela vai
entender que não precisa chorar para o
telefone Tô usando só exemplo o telefone
telefone é um péssimo reforçador não é
recomendado nem telefone nem comida é
recomendado mas é só um exemplo de algo
que tangível tá na mão Fuga fuga em três
situações fuga do ambiente porque tá
pesado demais para ele tá difícil para
ele fuga da demanda atividade que eu
estou oferecendo para ele não é nada
para ser prazerosa que ele vai tentar
fugir daquilo ou até fuga de pessoas
ontem eu recebi um recado à tarde então
uma menina lá do Paraná que ela
acompanha na igreja um garoto chamado
João e agora outro não notaram se
levantaram na igreja para ajudar ela
e ela passou o que que eu faço eu já o
que que você faz você vai continuar
conjunto pelo menos mais uns dois meses
agora todo todo domingo você bota uma
delas com você
em um domingo o tempo todo no outro
domingo fica um pouco depois você sai
elas continuam até ele aprender com as
outras pessoas para que cada uma fica um
domingo com ele porque senão não cria
vínculo afetivo e não faz sentido para
ele vai começar apresentar a fuga quando
for ela quando for a Priscila ele vai
querer ficar quando for a outra não vai
porque não tem vínculo Entendi então
fuga do ambiente porque tá pesado fuga
da demanda porque para ele é difícil
para ele é estressante ou fuga de alguma
pessoa EA sobrecarga sensorial à noite a
gente vai passar um vídeo vai ficar mais
claro mas lembra que eu falei que a
alteração no comportamento ele é sempre
resultado de um estímulo que vem antes
pode ser sensorial pode ser a demanda
pode ser qualquer outro que o cortador
de comportamento eu falei
e isto não tá indo não dá um toque para
mim por favor
o quarto. Integração sensorial
diários/acomodações sensoriais eu vou
mostrar algumas fotos e à noite a gente
vai entrar a fundo é ensinaram para nós
que nós temos cinco sentidos certo só
que ensinaram pela metade a gente tem
mais sentidos
os cinco sentidos são esqueçam externos
que a gente se relaciona com o mundo
como você se relaciona com o mundo sabe
que tá frio ou calor vai ser o tatu
O Elias você áspero né se tá claro você
tá escuro se o som tá alto Você tá muito
bom acho o tipo de solo ser um som grave
um som agudo é o gosto das coisas o
cheiro das coisas então na escola
disseram pra gente que são cinco mas na
verdade além desses cinco a gente tem um
sistema vestibular que está relacionado
à questão do equilíbrio o movimento olho
cabeça por exemplo
tem a própria acepção que a percepção do
próprio corpo inclusive
dizem que os autistas não sentem dor mas
a verdade é que eles não reagem muitas
vezes é o que não quer dizer que não
esteja doendo né É é opção alterações
sensoriais a sua maioria têm as
intercepções do a sensação de fome de
sede
mal-estar náusea são os nossos sentidos
que dão informação de dentro para fora
e vamos e além de tudo isso você enxerga
livro que você fala das emoções
Então são os tem outros sistemas
nessa questão do sistema sensorial que
são importantes também para gente
observar a gente vai mergulhar mais isso
hoje à noite
por hora para a gente pensar no trabalho
de inclusão
a gente precisa pensar em acomodações
sensoriais e o que que são acomodações
sensoriais
são recursos e ferramentas que a gente
vai usar para proteger esse indivído
quando ele tem um nível alto de resposta
Ou seja quando para ele aquele estímulo
é muito difícil oi ou então recursos
para estimular um estímulo que ele
precisa mas está em prejuízo para ele
bom então por exemplo o meu filho era
uma criança que
a própria acepção dele tinha muito
prejuízo então ele corria o tempo todo
por lava o tempo todo e andava na ponta
dos pés pulando na ponta dos pés o tempo
todo para sentir o próprio corpo
e como que a gente resolveu isso como
acomodação sensorial simples uma bola de
pilates a criança que não parava quieta
parou passou a ficar quieta sentada na
bola vou mexer necessidade que ficava
ali com vários significados na bola era
o suficiente para se auto-regular à
noite a gente conversa mais sobre sobre
esse tema de acomodações sensoriais eu
vou mostrar só algumas nas fotos é
e por fim aqui de ferramentas
comunicação alternativa é aumentativa
ah e também material
estruturado Vamos aos exemplos
e vamos lá vou dar um exemplo de rotina
estruturado não sei como que tá a imagem
dá para ver a imagem para vocês
mas vamos lá lembra que eu falei que A
Rotina começa em casa olha a primeira
rotina a rotina ou acordar
E olha que interessante a criança acorda
levanta vai ao banheiro
Toma seu café da manhã escove seus
dentes isso é uma rotina padrão
todo dia ele faz isso quando chega no
tópico 6
e vamos para o próximo atividade é que
eu coloquei três atividades
O que é o seguinte a primeira aqui vai
para o computador ou vai fazer um
passeio ou vai fazer as atividades da
escola
poderia ter uma quarta opção ali para
vocês Vamos à igreja
Ah entendi da previsibilidade o que que
fique previsibilidade que que vai
acontecer após esse momento
bom então rotina até 15 a lei o padrão
da linha diante que que vai acontecer
agora
é poderia ter trago algo pronto o quê
que eu não trouxe porque isso aqui o
ideal é você usar a imagem da própria
igreja por exemplo estamos a foto das
tias lá do ministério infantil do
ambiente que ele vai estar se ele não
tiver um nível de compreensão para
entender ainda foto existem sites e
aplicativos por exemplo aplicativo
fotolab você consegue fazer isso tira
uma foto do ambiente transformar ela em
desenho em
se você ideal é você usar a estrutura do
ambiente em cima porque Isso facilita a
compreensão
Então essa é uma rotina de antecipação
principalmente porque mostra para ele
Qual o próximo passo agora a segunda
aqui
e é uma rotina dele chegando na escola
aqui também plenamente adaptável para
igreja então ele chega à escola
depois ele entra na sala de aula chega
acompanhado e na sala de aulas entra
sozinho
faz as atividades aceita ajuda quando
precisa
e vai para hora do recreio para o lanche
depois vai brincar com os amigos depois
ele volta para sala de aula e no final
acaba as atividades ele vai embora para
casa agora tem um detalhe simples aqui
na última atividade
e acabou muito bem lembro que eu falei
de reforçar o comportamento
e se a criança vem para igreja ficou 10
minutos hoje
semana que vem ela ficou 11
parabéns para ela
e parece pouco mas é 10 por cento a mais
E se você tivesse 10 por cento a mais de
tempo no seu dia faria diferença para
você
eu tenho queria ter duas horas a mais
por dia
e para ser mais produtivo né ou então
para ter tempo de fazer uma coisa que
hoje não tá dando tempo de fazer então
parece pouco mas a gente lá no
percentual muita coisa quem não queria
ganhar dez porcento Amar no celular todo
mês fazendo mesmo esforço que faz hoje
ou até menos esforço
em todo o avanço toda a conquista
precisa ser comemorado precisa ser
reforçando
e no final da rotina fez tudo certo
acabou muito bem amanhã a gente volta e
você vai fazer dessa forma de novo
e avançando um pouco
Alguns alguns exemplos de acomodação
sensorial então por exemplo o primeiro
modelo que você tem ali uma espécie como
se fosse uma bolinha oval uma almofada
ali que tá em cima da cadeira
e no nosso caso a bola de pilates
resolveu E na escola a gente resolveu a
inquietação na sala de aula colocando
uma cadeira dessa de computador que gira
que ao invés de levantar para andar ele
segurava na beirada da mesa e gerar o
tronco um lado para o outro até se
auto-regular e voltar para atividade
então evitava a fuga da demanda e
evitava digitação na sala de aula e
agitação na sala de aula basta um
e quando o primeiro começa as demais
crianças vão na onda
Então foi uma coisa muito simples que
conseguiu resolver questão básicos o
segundo modelo ali
essa mistura de uma carteira escolar com
uma bicicleta ergométrica Isso já é
muito utilizado nos Estados Unidos e no
Canadá principalmente para crianças com
TDH e agora também com crianças autistas
e é já se estuda a possibilidade de
adaptar carteira de colares para todos
Esse é o modelo mais aprimorado
antigamente antigamente o digam os dois
três anos quando começaram fazer esse
experimento civil na cadeira da frente e
colocava tipo uma fita de tecido para
criança ficar com pé de balançando o pé
enquanto tava tendo aula e aí agora já
aprimoraram colocar um pedal na cadeira
enquanto ela está se movimentando ela
consegue se concentrar na atividade Tem
um colega autista
Olá de Umuarama no Paraná Inclusive a da
Igreja Presbiteriana ele o Paulo Rafael
e ele foi diagnosticado com 37 38 anos
tá com 40 anos agora
e depois que ele foi diagnosticado
que a vida dele começou muitas coisas
começaram a fazer sentido ele começou a
e a perceber o interesse dele por
desenho então começou a fazer um curso
de desenho
e ele quando vai para a igreja
parece estranho um homem de 40 anos tá
sentado na igreja o pastor pregando e
ele com caderno de desenho desenhando
e parece falta de educação que não gosto
mas o que acontece com Paulo Rafael
poder tá com caderno dele aberto
desenhando ele consegue absorver tudo o
que está sendo dito
e ele consegue ele consegue se
concentrar ele consegue eliminar os
estímulos externos que atrapalham ele
consegue se concentrar no que está sendo
falado Então já tem alguns meses que
toda escola dominical e todo o culto
encontra o colchão tá pregando ele tá
fazendo um desenho relacionado com
aquilo que está sendo ensinado
e eu fiquei até emocionada um dia desses
que eu fiz um depois Episódio desse
casal de Brasília eu fiz um aulão no
YouTube e ele participou eu fiquei muito
feliz quando vi que ele tava lá e quando
eu acabei a transmissão no YouTube
Chegou a mensagem dele no WhatsApp ela
um desenho meu que ele fez porque para
conseguir Partiu para três horas de aula
para conseguir participar ele sentou na
frente da televisão no canal do YouTube
começou a desenhar o que ele tava vendo
na tela e prestando atenção na aula aí
ele mandou uma foto e depois ele mandou
um áudio explicando isso para mim passou
tem gente que não entende mas eu dessa
forma trazendo mais fácil para mim
o que não deixa de ser uma acomodação
sensorial a bola de pilates com vocês e
ter um exemplo
abafador só que nem sempre funciona
hoje a noite eu vou falar para vocês
como que a gente resolveu a
sensibilidade auditiva do Asafe Porque
além da auditiva que também tem a
touching on eu tomo suporta o toque
por não suportar o toque o abafador não
não resolvia para ele a gente usou uma
outra estratégia que eu adaptei de uma
outra ciência da da Psicologia
comportamental chama dessensibilização
sistemática que ao invés de trabalhar
medo e fobia com ele eu fui trabalhar
sensibilidade ou de estilo expondo ele
aos poucos ao estímulo à noite espíritos
melhor e ali aquela roupa que parece um
macacão de tecido ali que não é uma
roupa de Lycra né Principalmente para
estimular a propriocepção e o tatu e
e são exemplos poderia ser uma roupa de
Lycra o WhatsApp usava roupa de
compressão por baixo do uniforme escolar
para conseguirmos a camisa de botão Hoje
ele já usa mas quando ele não conseguia
eu tava uma roupinha de compreensão por
baixo por causa do táxi é muito sensível
é então tem diversas coisas e acomodação
sensor de aula você que acordo com o
perfil da própria criança certo vamo lá
tá encerrar o exemplo Atividade
estruturada não dá para ler que tá muito
miudinho no celular também é só para
gente entender aqui é uma historinha da
criação eu tô fazendo várias histórias
dessa vamos montar um compilado e vou
disponibilizar gratuitamente na internet
semana passada eu tive um evento lá no
Rio com a sociedade bíblica e
conseguir abraçar lá o cara da
gestão estratégica de alguma coisa da
sociedade bíblica ainda perguntam pastor
presbiteriano passou a massa e puxou Eu
preciso tomar um café com ciúme e um
pedaço de atividades eu vou levar uma
proposta da sociedade bíblica fazer uma
Bíblia do autista
e como atividade de associação e
pareamento para criança autista
funciona para todo mundo funciona com a
maioria com esse tipo de atividade
funciona para maioria não vai ser para
todo mundo mas é para a maioria aí para
criança típicas também mas pelo menos
que associa uma imagem concreta um texto
que muitas vezes não é tão concreto
Então como que funciona
e eu acho que não gosto deu ruim aqui
a volta e o usuário vão Olá
É ué
tava direitinho imagem
tu vê aí como é que tá para você na
projeção
O que é que basicamente é o seguinte tem
um texto curto
e uma imagem aí que eu peguei o primeiro
segundo depois terceiro e quarto Dia da
Criação Deve que ele deixei um curto é
só se uma imagem para ele depois pego
outro texto com outro Deus fez de ir
hoje aí vai mostrar a foto do dia a foto
da noite ó
Oi e aí como que a gente trabalha aí se
você tem um texto e você tem uma imagem
solta você pode trabalhar com cola mas
eu recomendo que plastifique e qualivel
que você pode fazer quantas vezes quiser
a mesma atividade
e o primeiro dia e no segundo dia o
principal dentre os primeiros dias
passou a imagem sai da mão e associa com
aquele texto
depois a mesma coisa
entende e aí a gente consegue adaptar de
ver essas histórias que eu tenho essa
pronto eu tenho de Jonas pronta eu tenho
algumas atividades que eu já estou nessa
fase de adaptação para
para mostrar pelo menos ver se consigo
fazer uma coletânea de pelo menos 50
historinhas bíblicas para colocar isso
em atividade de associação e pareamento
para quem quiser usar na igreja certo
por hoje eu acho que não tem mais nada
nos mas eu não chover aqui
e até mais uma coisa só mas a gente vai
mergulhar no isso aqui à noite
nosso tempo já fui na noite vou falar
sobre isso aqui certo pro som perguntas