Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Bom Samaritano | Dilean & Carol
31/05/2025
Integre comenta Parábolas e Ações Parabólicas de Jesus: O Bom Samaritano | Dilean & Carol
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Olá para você, como é que você tá, meu amigo? Bem-vindo para mais um bate-papo especial do Ministério Integre, ministério de Jovens aqui da IBNU, falando sobre parábolas. Tudo bom, Carol? Parábolas e ações parabólicas de, né, nesse mix que a gente faz aí de coisas que Jesus fala, coisas que Jesus faz hoje com uma parábola. Hoje não é uma ação parabólica, né? Hoje foi uma coisa que Jesus contou e aquelas famosas respostas que Jesus dava, né? A gente vai falar hoje sobre uma super conhecida, vai. O bom samaritano. Todo mundo conhece a história, ela é muito legal, ela tem muitas nuances, ela ela é uma história longa, né? Uma parábola longa, que a gente já viu algumas outras parábolas que são às vezes frases ou coisas pequenas, mas a parábola do M samaritano é uma história longa que Jesus conta para responder um mestrão que estava querendo se achar, né, Dil? Exatamente. Como é que é, como é que é essa história desse mestrão que chega PhD de doutor em divindade, que chega para Jesus e fala assim: "Agora eu quero saber como é que ele vai lidar com a minha pergunta". Como que é isso? Examente. A coisa aqui é complicada porque a gente vê inclusive que no livro de Lucas, né, que essa parábola tá no livro de Lucas, no capítulo 10, a a gente vê já a atitude desse mestre da lei. É interessante que ser mestre da lei não é não é algo ruim, é algo positivo. Afinal de contas, ele era um estudioso do texto do Antigo Testamento, do texto que existia, né, na época. Lembrando que Jesus ainda tava não não não tinha começado o processo da criação e confecção e autoria do Novo Testamento. Então, o que tinha era o Antigo Testamento e era um cara que era estudioso dele. E tanto é estudioso que a coisa, vamos dizer assim, ah, demonstra até a forma como ele chega, né? Porque ele pergunta primeiro, ele chama Jesus de mestre. E a pergunta dele, vamos ser honesto, pessoal, a nessa primeira olhada, é a pergunta talvez mais óbvia, talvez, vamos dizer assim, fosse a pergunta que eu queria, que o que eu faria para Jesus se eu tivesse ali, né? Se encontrarse, porque o que eu quero, eu quero a salvação, eu quero a vida eterna, eu quero poder ter a garantia de que eu vou estar para sempre com Deus no céu e toda essa coisa. E ele chega perguntando isso, mas Lucas não está esse pontinho. Olha, ele não tava fazendo essa pergunta porque ele queria saber a resposta. Ele tava fazendo essa pergunta porque ele queria colocar Jesus à prova, ele queria causar um certo tipo de situação. E a resposta de Jesus é tão interessante, porque Jesus fala assim: "Pom, o que que você é bom? O que que é a sua vida?" É a mesma coisa que chegasse aqui, a Carol me fizesse uma pergunta e falasse assim: "Então, Carol, como é que funciona essa coisa na aviação? Devolve a bola, devolve a bola para você, né?" É o que eu achei muito interessante de assim, fiquei lendo, relendo, analisando, pegando esses pontos. E o que é legal é que às vezes até a gente é incentivado a isso na IBNU, né? Incentivado a isso no Integra, o SA incentiva a gente faça perguntas, né? A gente precisa saber, a gente precisa entender. Na verdade, quando a gente eh quem nunca duvidou, nunca creu de verdade, né? É o que o que o Sa costuma dizer, porque a gente precisa entender aquilo no qual a gente tá firmado. Então, fazer perguntas de fato, isso que você tá falando não é ruim. Os o a questão toda é como a gente faz essa pergunta e com que intenção. E aí Lucas mostra isso pra gente, né, que ele queria testar Jesus. Mas olha que interessante que ele eh o que ele coloca na pergunta dele é assim, a mensagem tá falando assim: "Mestre, o que preciso fazer para ter a vida eterna?" Ou seja, ele tá colocando como que se ele eh quais são as regras que eu tenho que seguir, que método que eu tenho que usar, né? Então, é como se eh garantir a vida eterna ou chegar no céu ou estar com Deus. fosse algo que dependesse daquilo que ele faz, do mérito dele. Então isso é que é interessante. A maneira como a gente pergunta as coisas, Dil, a maneira como a gente quer saber denuncia a nossa mentalidade. O jeito como a gente questiona as coisas, o jeito como a gente, né, faz as nossas perguntas, denuncia aquilo que a gente pensa e aquilo que a gente sente e o que tá no mais profundo do nosso coração. Então, esse cara se denunciou na pergunta dele. E aí, Jesus? Eu vou aqui, eu vou contradizer o Chaves, tá? Porque eu acho que os inteligentes respondem uma pergunta com outra pergunta. Sim, são os inteligentes. Vai, porque Jesus devolve com uma pergunta. Ele fala assim, ó, e você, você não é um estudioso, né, do Antigo Testamento, você não é. Como que você interpreta, né, como o que que tá escrito lá naqu nas coisas que você estuda e que como que você faz essa leitura? E aí Jesus joga a bola para ele, fazendo com que ele faça essa reflexão. Isso é muito interessante, é muito legal. Então pessoal, vamos ver aqui. A gente tá lidando com uma pessoa que tem uma pergunta que é uma pergunta boa, só que feita com uma intenção errada. É. E temos agora um outro personagem que responde com a intenção de trazer a reflexão, né, de e eu acho que esse é o primeiro, é, talvez seja uma das primeiras reflexões aqui a respeito disso. a gente já tem essa reflexão de com que intuito eu estou fazendo a pergunta, mas a atitude de Jesus, veja só, não foi uma atitude de bater de frente, não foi uma atitude de criar uma situação de confronto e de problema. foi uma atitude então de trazer a pessoa a uma reflexão. E eu creio que esse eh para mim talvez seja um dos primeiros a a primeiras reflexões práticas daquilo que a gente tem. Porque com certeza, galera, você já experimentou e talvez até já fez também. Ah, eu já fiz. Então assim aqui confesso meu pecado. Chegou numa pessoa com uma intenção aparentemente positiva, mas que no fundo você tava querendo ou expor a pessoa ouest, dar uma desestabilizada, criar uma crise, fazer assim, eu vou ser agora o agente do tal. É, esse é o ponto. Então assim, ah, e se você já fez, cara, a mesma eu também faço compromisso com vocês aqui, cara. Vamos parar, vamos parar de fazer, entende? Não precisa, é, não, não há necessidade. Agora, se você também já experimentou isso de fazerem com você, de você perceber que a pessoa veio conversar, veio trazer uma uma pergunta e tudo, mas que no fundo a pessoa não quer, na verdade, saber a tua resposta, o que a pessoa quer é criar uma situação delicada, cuidado para não criar a situação complicada, não dá margem para isso. Pelo contrário, a a lide com a situação de uma forma que traga isso. E e se você perceber em todo a parábola do bom samaritano, em todo momento Jesus ele vai trazer isso e e ele vai ao mesmo tempo que ele vai trazer a lição específica do que que a aquele aquele mestre da lei precisava. E não era só ele, era aquele grupo de pessoas que estavam seguindo, ele não tava sozinho aleatório, né? Porque se ele queria colocar Jesus à prova, ele queria expor Jesus na frente de outras pessoas. Lógico, tinha um público ali, né? Um público para isso, né? Então, ah, e provavelmente ali gente com ele também para ajudar ali a fomentar a coisa a crescer. Jesus fez tudo de uma forma que fez com que ele refletisse tanto na na primeira pergunta como também na segunda. Nas duas perguntas que ele vai fazer, Jesus traz alguma coisa para fazer. Poxa, qual é a atitude que você tá vivendo? Não fique preocupado tanto com aquelas questões que sabe que tem, mas qual é a sua vida? Tudo bem, você tem um, eu sei que você tem uma, um cabedal, se existe, né, um capidal, sei lá como é que é a palavra, certa conhecimento, mas o que que você tá colocando em prática de todo esse conhecimento que você tem? E a gente Jesus parece que coloca um espelho, né, Dil? Jesus coloca um espelho e fala assim: "Olha, enxerga, tenta enxergar você, o seu coração e tudo isso que você tá me perguntando, na verdade, que profundidade isso tem aí dentro de você, né? Isso é muito interessante, gente. O ponto, olha só, o ponto principal de toda a coisa de Jesus aqui era chegar e o cara expressar com a própria boca que a grande realidade do Antigo Testamento é o quê? Amar a Deus e amar ao próximo. Cara, que que pancada. Ah, eu tô preocupado com as questões aqui daquilo que envolve quantos anjos conseguem dançar na ponta de uma agulha. Mano, a grande pergunta é: como você tem amado a Deus e amado ao próximo? E às vezes a gente se perde nessas questões e sabe de um monte de de perguntas e tudo, mas a Jesus, o principal, né, de a prática, cara, o que que você tá vendo? Não, e o cara é e esse cara, o mestrão, né, esse doutor em divindade, ele responde a coisa certa. É isso mesmo. Ame o Senhor, seu Deus com toda paixão, toda fé, toda inteligência, todas as forças e o próximo como você mesmo, né? A resposta tá certa. É isso aí. Só que ele ainda é muito curioso, por ainda que ele responda o certo, o coração dele parece que não entendeu, né? Porque ele continua a questionar Jesus, ele fala: "Não, eu quero eh tudo bem, eh tá tudo certo aqui, eu tirei nota 10, mas o que que eu faço com isso agora, né? Jesus continua e aí vem a a pergunta do do mestrão para Jesus: "Tá, mas e quem é meu próximo?" E aí Jesus conta essa parábola sensacional. E aí é muito e aí Jesus desenvolve, né? Eu tava vendo os comentários aqui do do Clyon. Eh, uma coisa muito curiosa que acontece é que quando Jesus começa a contar essa parábola, eh, ele ele coloca os personagens, né? Primeiro ato, sacerdote, segundo ato, levita. No terceiro ato, Jesus surpreende todo mundo, porque as pessoas estão esperando que agora venha alguém do povo. Então, começou, né, a parábola começou com o sacerdote que seria o exemplo para todo mundo, né, o cara mais ligado a Deus, aquele, né, que intercede pelo povo diante de Deus, que leva, que faz os sacrifícios. Então, ele é o nosso exemplo maior. E aí Jesus coloca ele como primeiro. Então, o que o nosso exemplo maior aqui na comunidade fez? E aí, D? Uma coisa muito interessante, por eh, muito provavelmente as pessoas que estavam ouvindo Jesus contar essa parábola, eles eh fariam o mesmo. Eles eles até apoiariam o sacerdote nesse sentido. Por quê? Porque o sacerdote tem toda uma questão de purificação. E aquele cara caído na beira da estrada, ele tá quase morto. Então, era como se o sacerdote tivesse legitimado, né? Ele tá desculpado porque ele não ajudou aquela pessoa, porque ele tem uma função que exige que ele esteja purificado, não pode encostar em uma, tem toda uma questão da legislação, né, da lei de cerimonial, que ele não podia tocar em cadáver, esse tipo de coisa. Então, muito provavelmente, se eu e você estivéssemos lá ouvindo Jesus contar essa história, fala: "Não, o sacerdote não, não precisa fazer nada, porque afinal de contas ele tem as obrigações dele no templo". E aí Jesus vem, vem vem desafiando a gente ou ou as nossas eh intenções, mostrando a intenção do nosso coração com essa história, porque aí ele coloca o sacerdote, coloca o levita, que muito provavelmente seguiu o exemplo do sacerdote. E aí essa quando Jesus coloca um samaritano na história, aí explodiu com tudo, né? Aí as pessoas falaram assim: "O quê? O que que tem a ver alguém, um samaritano que é alguém que os judeus não gostam? É alguém que eles não consideram nem praticamente ser humano direito, é alguém diferente, alguém misturado, que que não se que eles não se dão bem. E aí Jesus, nossa, ele parece que explode com tudo quando ele coloca o samaritano na história e ele faz com que a gente enxergue que eh qualquer pessoa pode eh entrar no reino dos céus, qualquer um pode ser aquele que é objeto do amor de Deus para ser amor na vida de alguém. Uhum. Né? Não importa se você é do povo, se você não é, se você faz a cerimônia certinha ou não faz. muito pelo contrário, o que importa é o que você faz com o amor que você recebeu de Deus, né? E e essa questão do amor, ela fica marcada nos, vamos assim, nos três blocos ou ou as três, vamos assim, ah, personagens, vamos dizer assim, do ou tipos que vão aparecer dentro da parábola, né? Porque você tem, em primeiro lugar, o tipo religioso, que é tanto levita quanto sacerdote. Aí você tem o samaritano e você tem o cururu à beira do caminho, né? Então você tem três aí a blocos distintos, né? E e sem sombra de dúvida, uma das grandes questões que vão ficar ligadas aqui, porque Jesus vai tentar conectar tudo à resposta do do do dos mestres da lei, que a questão é você quer viver a vida eterna, você quer ter a vida eterna, você tem que amar a Deus e amar ao próximo. Esse e tipo assim, Jesus vai exemplificar a resposta que foi dada. Toda parábola é uma ilustração da resposta, né? E até por isso que é importante até a gente ver que Jesus ele ele aprova a resposta do cara. Ele diz: "Ó, você respondeu direitinho, tá? Faça isso e viverá a resposta", né? E e e eu sei que a gente acabou avançando, mas acho que é importante a gente falar sobre isso. Por quê? Porque a resposta correta, ela não é sinônimo de fé correta. Eu acho que essa essa questão é muito é muito importante. Ah, ele sabia a resposta, ele sabia exatamente o que que é e ele sabia que a vida eterna está ligada com essa questão de amar a Deus e amar o próximo, que esse é o resumo da lei. Veja só que não é Jesus que diz, porque pergunta qual é o resumo da lei? E Jesus em certo momento responde: "Amar a Deus e amar ao próximo". Mas aqui não foi Jesus que deu o resumo da lei. Isso significa que aquilo que Jesus ensinou era o óbvio, vamos dizer assim, era aquilo que fazia parte da compreensão de qualquer pessoa que olhasse pra lei. Uhum. Amar a Deus e amar o próximo é o resumo geral da lei. Sim. Porém, a resposta correta não significa uma fé correta. Ela não significa que há uma lealdade e uma devoção àilo que se faz por correto. E eu não vou aqui exemplificar isso tudo, mas é quase agora aqui, ah, pegando, sei lá, você pega lá o seu livro de receitas da vovó, você pega o seu livro de receitas e tá lá como fazer uma das coisas que eu mais tenho saudade da minha avó, que era o bolinho de chuva. Car, ah, eu ia falar bolinho de fubá. bolinho de chuva da minha avó que ela fazia. Toda vez que eu visitava a minha avó tinha bolinho de chuva. Muito bom. Mas não adianta pegar aquela receita e falar assim: "Tava lá escrito, ó, coloque duas xícaras de farinha". Aí fala assim: "Ah, mas eu acho que duas xícaras não é, mas vou colocar 1 e meia, vou colocar". Não adianta você pegar a a as orientações que você tem e você querer fazer do seu próprio jeito, falar assim: "Ah, não, eu não acho que desse desse jeito é a forma correta". Uhum. Porque existe essa questão da devoção, da lealdade como exemplificações práticas visíveis de que a a a o conceito correto está sendo vivido por aquela pessoa. E é nesse sentido que inclusive o sacerdote e o levita, eles entram. Por quê? Porque a religiosidade não pode trocar o amor. Sim. a a nenhum tipo de ação a que possa ter um tipo de compreensão espiritual pode ser colocada no lugar do amor. E é isso que essa classe religiosa exemplifica. O amor é mais importante do que os atos religiosos. Não adianta a gente ser para dentro, né, Dil? encher, encher de conhecimento, de sabedoria, de é porque sabedoria, na verdade, é para fora. Não adianta a gente se encher de conhecimento, de instrução, de eu sei todas as coisas, de eu sei responder corretamente, de eu sei debater, eu sei falar a respeito de tudo, né? Eu sei comentar, eu sei responder, eu sei retrucar. Mas o que que eu faço com tudo isso? Como que todo esse conhecimento? como que toda essa eh tudo certo que eu sei, como que isso se transforma em realmente amar a Deus e amar ao próximo? É exatamente e a resposta de Jesus é perfeita, porque aí Jesus mostra o que significa saber que eu tenho que amar a Deus e amar ao próximo. Significa agir em relação ao outro, né? E tem uma coisa muito interessante que o Clyon coloca aqui, que esse esse mestre da lei, esse líder religioso que tá tentando desestabilizar Jesus, né, com essas perguntas e tudo mais, eh, ele tá interessado em resolver o problema dele. Ele quer saber como é que ele conquista a vida eterna, né? E Jesus inverte mostrando que, na verdade, a questão não é sobre mim, não é sobre o que eu tenho que fazer, mas é sobre o outro, é sobre quem se apresenta diante de mim com alguma necessidade. Então, toda a a parábola toda gira em torno desse cara à beira do caminho que tá como morto, né? os personagens vão passando, mas quem quem tá ali o tempo inteiro é esse cara que tá na beira do caminho e o que as pessoas vão fazer diante dessa pessoa que se apresenta com necessidade. Então, a tudo aquilo que eu sei, tudo aquilo que eu aprendo de Jesus, tudo aquilo que que Deus coloca dentro de mim, eh, na verdade tem que transbordar, tem que ir para fora e tem que se e tem que sair quando alguém se apresenta diante de mim com alguma necessidade. Sim. Isso é que é muito interessante, isso que é muito legal. Então, eh, além de Jesus conseguir, eh, abordar essa esse tema, né, de amar Deus amar o próximo, ele tira desse desse mestre da lei o foco, porque o foco não tá no cara, não tá na pessoa, não tá no que eu faço para conseguir a vida eterna, tá do lado de fora, tá no outro, tá no próximo que se apresenta diante de mim com alguma necessidade. Achei isso a bom. a coisa caminha porque a gente vai chegar no samaritano, ele também tem se o o se Jesus ele vai exemplificar que o amor não pode ah ser trocado por ativismo religioso ou por qualquer outra realidade, a que a gente possa pensar até como uma atividade religiosa ou espiritual. O samaritano também é uma demonstração que a compaixão precisa estar nos olhos, porque amor não é simplesmente fala, mas amor são atos. Amor decisões que a gente toma no nosso dia a dia. Uhum. Tá? E não são sentimentos somente, mas elas são principalmente essas decisões. E esse cara toma uma decisão de agir em compaixão por aquele que naquele momento não tinha condições de sobrevivência, né? E é um completo desconhecido, né? Exatamente. É um completo desconhecido. Exatamente. Não é alguém da minha família, não é alguém próximo. E e e então isso envolve e e e isso pra gente é uma reflexão, porque isso faz parte do amor de Deus por nós. Isso é o reflexo desse amor. Porque afinal de contas Deus nos amou quando nós éramos inimigos. É o que Paulo vai dizer lá no livro de Romanos. Então esse esse amor não pode estar conectado com questões racionais minhas, sentimentais minhas ou até mesmo de conexões minhas. Ele precisa estar ligado com a necessidade do próximo e não com as minhas. Que aí envolve inclusive tudo isso que você tava falando sobre toda a questão que vai colocar a vida eterna. não tem a ver comigo, mas tem a ver também e e principalmente nesse contexto com o próximo, porque toda a parábola e toda a lição está ligada com o quem é o meu próximo, né? E e a vida então daquele que ama a Deus e ama o próximo está ligada com essa observação, com esse olhar amoroso em relação à necessidade do próximo, independente de que tipo de necessidade tem. E até mesmo talvez aqui, eu acho que também não é uma questão de você falar assim: "Não, agora eu preciso ah vender tudo que eu tenho, não é uma questão de agora, ah, não, eu não vou nem mais trabalhar porque eu tô vendo que tem pessoas com necessidade, então eu não vou mais não, porque ele inclusive seguiu o caminho dele, ele não ele não parou toda a vida, mas ele na direção daquilo que ele estava indo e fazendo, ele ajudou aquele que tava na necessidade. Ele não extrapolou, né? Ele extrapolou. Exatamente. Foi muito, muito interessante, porque quando Jesus traz esse samaritano, que era alguém desconsiderado, né, pelos judeus, esse samaritano ele faz além do que assim a gente estabeleceria como tudo bem, ele cuidou do cara, ele atendeu as necessidades do cara, ele faz além, ele leva o cara para para um lugar, né, que ele possa ser bem tratado, ele deixa um dinheiro lá, ele fala com a pessoa que tá na nessa hospedaria, fala: "Ó, se precisar de alguma coisa, de algum outro recurso na volta Eu passo aqui e pago. Então o o esse padrão que Jesus estabelece é um padrão alto de generosidade, né? Amar a Deus e amar o próximo. Eh, amar esse próximo é um padrão alto de generosidade. Mas uma coisa muito interessante também que você puxou aí é essa questão de até onde eu eu ajudo, né? Será que eu tenho que realmente tirar a roupa do meu corpo para aquecer alguém ou porque senão eu vou passar frio também? Então isso aí, isso me lembrou de um uma outra playlist nossa que fala de um livro do Tin Keller sobre Ministério de Misericórdia. Exato. Que tem um ponto muito legal nessa questão de até onde a gente tem que ir, né? Nossa, muito muito legal essa essa lembrança. Essa playlist é muito boa para quem não assistiu, quiser acompanhar, porque eh a gente eh a generosidade ela tem que passar também porque eu amo o meu próximo como eu amo a mim mesmo. Hum. Então, eu preciso ser uma pessoa inteira, uma pessoa completa, uma pessoa estável emocionalmente, procurar essa ligação com Deus, amar a Deus em primeiro lugar, porque aí Deus vai me mostrar quem eu sou. Deus vai me mostrar quais são as minhas capacidades, as minhas habilidades e a partir disso vai me possibilitar ser generosa. A partir disso, Deus vai me capacitar, vai me mostrar quem é o próximo, quem eu preciso atender, as pessoas que se apresentam diante de mim e como que eu posso fazer isso para ajudar alguém e não não ser eh prejudicar ou ou ser demais ou fazer alguma coisa que extrapole e que vá além, né? Tentar abraçar o mundo com meus dois bracinhos não dá também. Mas isso tem muito a ver com essa ligação que a gente tem com Deus e o quanto Deus vai me ensinar. essa generosidade. Exato. Então isso isso é bacana realmente porque ele não parou a viagem dele no sentido de que ele ele deixou ele lá na na hospedagem e foi continuar o caminho. Ele falou: "Ó, depois quando eu terminar o meu compromisso, eu vou voltar, vou passar por aqui. Então se tiver mais coisa, eu também pago tudo." Mas ele foi pro compromisso dele, ele não deixou de viver a vida dele. E então assim, não é uma questão de você se abnegar e você se excluir, né? você se anular como pessoa, mas é uma questão de você amar ao próximo como você se ama. Bom, eu cuido de mim e vou cuidar do próximo. Eu a atendo as minhas necessidades, vou atender também as do próximo e dentro e eu não faço para mim aquilo que tá impossível para mim. Então, na o que eu tô querendo falar é assim, por exemplo, ah, poxa, você não vai lá e pelo menos não deveria. Se você faz com calma aí, pequeno gafanhoto, não vai, não vai se estourar. por exemplo, poxa vida, aquela questão é o seguinte, poxa, se o meu, se o meu salário é 100, cara, não dá para eu viver viver como se eu ganhasse 150. Eu preciso viver, na verdade, como quem ganha 90 para poder inclusive dar uma segurada aí, porque pode vir alguma diversidade, segurar, poupar alguma coisa. Então, assim, é esse tipo de coisa. Então, eu não vou a viver nem para mim mesmo aquilo que é impossível ou inviável para mim, né? com 100 eu consigo viajar. Eu moro aqui em Santos, né, até a Praia Grande, eu vou. Não dá para ir para Disney, então não vou, mas dá para ir para Parage. É, é esse tipo de compreensão racional que a gente precisa fazer e precisa também conectar com o próximo, né? Eu vou fazer de acordo com aquilo que realmente é possível. O que eu não posso é, não posso fazer nada. Poder fazer alguma coisa, a gente sempre todo mundo pode, todo mundo pode. Exatamente. E e o homem à beira do caminho também ensina a gente alguma coisa, né? O homem à beira do caminho, quer queira, quer não, ensina a gente que, e aqui talvez seja para mim agora nos tempos que nós estamos vivendo aqui no nosso país, na nossa realidade, uma lição extremamente importante. Não existe inimigo para aquele que ama a Deus, porque tudo é criação divina, tudo faz parte do reino de Deus. E nós vivemos hoje uma sociedade extremamente politizada, polarizada, onde mesmo nos ambientes que deveriam ser um ambiente de maior a aceitação e relação, isso já virou costume de ser exclusão, por exemplo, ambiente familiar, não por causa de uma questão política. Agora eu não tenho mais relação com amigo, com pai, com irmão, com tio, com isso e com aquilo. Gente furado nas questões daquilo que envolve a nossa relação com a universidade. Somos jovens, então aí estamos ligados com escola, trabalho, com, enfim, a vida cotidiana, até mesmo nesse processo de a de jovem e de escolher a pessoa com quem a gente vai viver e com tantas coisas que envolvem a nossa vida, onde a gente categoriza pessoas por por relações que não tem. Aquele cara sabia que os judeus odiavam os samaritanos e os samaritanos também lá tinham as suas pegadas com eles. Mas ele foi lá e falou: "É uma pessoa, não é meu inimigo, é alguém que precisa de ajuda. Alguém e acabou com isso, viu?" É sensacional esse esse já indo pro fechamento, né? Porque eu acho que inclusive é uma uma das coisas que o Clyon comentando no livro, não tinha como o samaritano saber a que classe pertencia aquele cara na beira do caminho. Tudo tudo naquela época era sobre isso, né? Sobre classes, né? Quem você é, a que família você pertence e eh muito do que a gente muito até hoje talvez, né? Muito do que a gente é, tá representado no que a gente veste naquela época era assim também. Então, que com do jeito como ele tava vestido, eh, o vestido, né, foi roubado. E aí, ele tava sem nada. Exato. Ele tava e não tinha como saber a que classe ele pertencia. E isso é muito legal também, porque aí a gente, né, aquela velha eh eh frase, né, fazer o bem sem olhar quem. Então não importa o que a pessoa pensa e o que a pessoa, né, que crenças ela tem, que coisas a pessoa defende. Se a pessoa se apresenta diante de mim com uma necessidade, não importa nem se eu gosto dela ou não, se eu tenho afinidade ou não, né? Porque é normal. Existem pessoas que a gente tem mais, menos afinidade. Tem gente que a gente não gosta por determinados motivos, porque pensa diferente ou porque é muito, às vezes muito reativo, alguma coisa assim. Não importa. Quem quer que seja, que se apresente diante de mim com uma necessidade. Não importa como tá vestido, se tá vestido ou não, se eu sei que, né, classificar aquela pessoa. É o próximo, é alguém que porque o amor de Deus transborda em mim e isso precisa sair, isso isso vai para fora e alcança as pessoas à minha volta. E tem e eu acho que não tem como a gente terminar esse nosso vídeo de hoje com outra forma, a não ser fazendo a pergunta de Jesus, né? A pergunta de Jesus foi: "E aí, quem foi o próximo de quem estava à beira do caminho?" A pergunta é: de quem você tem se colocado como o próximo? Essa é essa é a pergunta. E a a ordem de Jesus no final, o imperativo do texto é: "Vai e faz o mesmo, vai lá, vai lá, vai viver, vai amar a Deus e amar ao próximo como a si mesmo." É só isso que é para você fazer. E e e vamos tentar, galera. Não é assim, tipo, vai fazer, uh, tá todo mundo fazendo, tá tudo de boa. Não, mas vamos caminhar junto. E se você precisa caminhar ao lado de alguém para te ajudar nisso tudo, cara, estamos aqui, ó, Tianguá, número 25. Amanhã 9:30 da manhã temos o nosso culto. Às 11:15 temos a nossa celebração. Vem caminhar com a gente. Vamos participar dessa comunidade de gente que não é boa, que não é perfeita, que não é gente, uh, nossa, encontrei agora. Não, não é gente que no céu, né? Estamos no céu. Não, não, não. Você vai encontrar a gente, você vai encontrar um de Lean lá que é que é pecador para caramba. Vai ter que aguentar essa barba, vai ter que, né? Não, a a barba é aquilo que é é a única coisa que a gente que tá boa dentro da vai ter que sentar para tomar um chima com ele mesmo gostando de café. Não, não, não. Aí a gente vai, a gente vai trocar as coisas ruins por coisas boas. Mas vem, vem conversar, vamos conversar junto, vamos caminhar junto, vamos ser sal e luz juntos e amar a Deus e amar ao próximo juntos. Isso aí, Carol. Obrigadão. Eu que agradeço. A gente se vê sábado que vem. pessoal que acompanha a gente aí, não perca próximo episódio. Vem junto com a gente. Vamos lá. Tchau, galera. Valeu, valeu. [Música]