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A fé vem pelo ouvir

AMADEUS | Por Que Salieri Odiou Mozart e Deus? | Josemar Bessa

AMADEUS |  Por Que Salieri Odiou Mozart e Deus? | Josemar Bessa

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Legendas automáticas:

Você já sentiu inveja de alguém tão
talentoso que parecia tocar o divino? E
se esse talento que você nunca alcançará
fosse ao mesmo tempo sua maior
inspiração e sua pior
maldição, um lembrite cruel do que você
nunca será.
Essas palavras poderiam surgir do
coração envenenado de Antônio Salieri,
um narrador sombrio de Amade Deus. Um
filme que não é apenas sobre música, mas
sobre o que acontece quando a
genialidade de outro nos faz questionar
nossa própria existência, nosso lugar no
mundo, até nosso pacto com Deus.
Amadeus, lançado em 1984, é dirigido por
Milos Forman. É um clássico que corta
como uma faca, uma ópera cinematográfica
que mistura beleza sublime, tragédia
avaçaladora e um veneno que goteja
devagar.
É uma história que pergunta como lidar
com a inveja que corrói por dentro, a
culpa que consome a alma, a busca por
transcendência que eleva o espírito e a
obsessão que arrasta para o abismo. Como
disse o professor John Kitten em
Sociedade dos Poetas Mortos, nós não
lemos e escrevemos poesia porque é
bonitinho. Nós lemos e escrevemos poesia
porque somos membros da raça humana. E a
raça humana está cheia de paixão em
Amadeus. A paixão de de Salierei é a sua
ruína, uma chama que queima sua alma ao
invejar a poesia divina de Moza em forma
de música celestial.
Hoje vamos mergulhar na mente torturada
de Salieri, um compositor mediano e
maestro que viu em Afgang Amadeus Moza,
um gênio enviado pelos céus e decidiu
enfrentá-lo, mesmo que isso significasse
desafiar o próprio
divino. Porque ama a Deus nos fascina,
nos incomoda, nos faz refletir sobre
nossas próprias
falhas. Porque quatro décadas depois do
lançamento do filme, ainda sentimos o
peso da confissão de Saliere como se
fosse
nossa. Acima de tudo, precisamos da
sabedoria teológica cristã, que há
séculos diagnostica a inveja como uma
doença da alma. Um pecado capital que
nas palavras de Provérbios
14:30 faz apodrecer os ossos. Amadeu
serve como uma parábola poderosa,
ilustrando a inveja através da tragédia
de Saliere, que como Caimjando Abel
rejeita a bondade divina e se condena à
escuridão. É como em o Senhor dos Anéis,
quando gol, consumido pelo desejo do
anel, eh, murmura: "Nós o queremos, nós
o precisamos, deve ser nosso, mas não é
nosso."
A inveja de Salieri por Mozar é seu
anel, um desejo que o escraviza e
destrói. A tradição cristã com
pensadores como Tomás de Aquino, que
define a inveja como tristeza pelo bem
alheio, e Jonathan Edwards, que a chama
de um espírito de oposição à felicidade
comparativa dos outros, nos guia para
entender a destruição espiritual de
Saliere e a cura oferecida pelo
evangelho. Nessa análise, usaremos a
narrativa do filme para explorar a
inveja como uma força que obscurece a
mente e corrói o coração, examinando
seus sintomas, suas raízes no orgulho e
a redenção que Saliere nunca busca, mas
que permanece disponível através da cruz
de Cristo. Então, prepare-se porque essa
viagem vai nos levar por palácios
dourados, notas que tocam a eternidade e
sombras que nunca nos deixam. E no final
a música pode ser a única verdade que
resta, mas a graça divina é a única
esperança que
redime. Vamos começar do zero, como se
estivéssemos falando com alguém que
nunca ouviu falar de Amadeus.
O filme baseado na peça de Peter
Schiffer é narrado por Antônio Salieri,
interpretado por Fur Abraham, que ganhou
o Oscar de melhor ator pelo filme. Um
compositor envelhecido, amargurado,
internado num asilo após tentar tirar a
própria vida cortando o pescoço com a
lâmina. da escuridão de sua cela num
confessionário
improvisado. Salier conta sua história
voltando ao século XVII, a corte de
Viena, um mundo de intrigas, perucas
empoadas e música celestial.
Salieri era um músico respeitado,
compositor da corte do imperador Joseph
II. Um homem de fé que prometeu sua vida
a Deus em troca de talento era Salierei.
Mas sua música era mediana, correta, sem
brilho. Tudo muda quando ele conhece o F
Ganggang Amadeus Moza, vivido por Tom
Ruls, um jovem prodígio de 26 anos, cuja
música é tão perfeita que parece ditada
por anjos. Moza é um gênio, mas também
imaturo, vulgar, quase infantil. Na
verdade é infantil, com risadas
estridentes e piadas grosseiras que
chocam a corte.
É como em o grande Gatsby, onde J Gatsby
com sua riqueza e carisma fascina e
ofende a
elite. E tão Tom Bucinan invejoso,
sussurra. Eu sei do que ele é feito.
Salier com Tom vem Moza uma ameaça a sua
própria identidade. Um intruso que
brilha
demais. Para Saliere, isso é uma
afronta. Por que Deus escolheu esse
macaco obsceno, como ele se refere a
Moza, como seu instrumento, em vez de um
homem virtuoso como ele?
A inveja consome Salieri, que começa a
tramar contra Moza, sabotando sua
carreira, manipulando a corte enquanto
luta com a culpa de desafiar o divino. A
corte de Viena, com seus salões
dourados, o imperador de Joseph II, a
esposa de Mozar Constanzi e outros
nobres, é o palco dessa rivalidade, onde
a genialidade Mozar brilha, brilha como
sol e a mediocridade de Salieri ferve
como
veneno. O filme não é uma biografia que
deseja ser fiel em cada detalhe. É uma
fantasia trágica, onde a música de Moza
é a alma e a inveja de Salier é o motor
da tragédia. Amar Deus não é só sobre
compositores, é sobre a dor de ser
comum, a culpa de querer ser mais, a
transcendência que a arte promete e a
obsessão que nos
destrói. Como parábola, ama Deus reflete
a definição de Frederick Binner da
inveja como o desejo ardente de que
todos sejam tão malsucedidos quanto
você.
Salieri, incapaz de celebrar o talento
de Moza, deseja sua ruína. E quando a
história bíblica de Saul, que ao ouvir
as mulheres cantarem, Saul matou seus
milhares e Davi, seus 10 milhares em
Primeira Samuel 18:7, é consumido por um
ressentimento que o leva à violência.
A inveja de Salieri é uma doença
espiritual como descrita por Basílio de
Cesareia, que roi as entranhas,
transformando sua admiração inicial em
ódio e
autodestruição. O que faz amar Deus tão
poderoso é como ele tceas que nos
acertam no fundo do peito, que nos fazem
olhar para nossas próprias fraquezas e
desejos. Primeiro, inveja. Salieri não
suporta que Moza, um garoto imaturo, tem
o dom que ele nunca terá. É como Caim
olhando para Bel, invejando o favor
divino, ou prometeu cobiçando o fogo dos
deuses. Segundo,
genialidade. A música de Moza é mais que
humana, é divina, como se ele fosse um
canal para o Eterno, o maior compositor
e gênio musical de todos os tempos.
Niet, com sua ideia de superhomem veria
Mozer como alguém que transcende a
todos, enquanto Salierei é apenas o
rebanho preso na sombra. Terceiro,
culpa. Salier sabe que sua inveja é um
pecado, mas não resiste como se
estivesse declarando guerra a Deus.
É uma culpa bíblica como Adão comendo
fruto proibido, sabendo que pagará o
preço. Em o iluminado Jack Thor, preso
em sua própria obsessão, ele grita: "Eu
sou o chefe
aqui. Sua culpa como a de Salieri é
saber que está destruindo o que ama, mas
não parar". E quarto, transcendência. A
música é o sagrado em Amade Deus, um
portal para o eterno. Mas Saliere,
obsecado por ser o escolhido, só
encontra
escuridão. Segundo Freud, diria que a
inveja de Salier é um desejo
inconsciente, uma obsessão que o
consome, enquanto Cjungo veria Mozar
como a luz que Salieri deseja, mas nunca
alcança. A verdade bíblica aprofunda
essa análise. A inveja, como Sócrates a
chamou, é a úlcera da alma. Uma doença
que, segundo Aristóteles, surge como uma
dor perturbadora, excitada pela
prosperidade dos outros. Em Saliere,
vemos a inveja como uma força que o leva
a violar o mandamento de Romanos 12:15.
Alegrem-se com os que se alegram,
preferindo a Shad Fralda, a alegria
maliciosa. Shaden Fralda é um termo
alemão que significa o prazer que se
sente com a desgraça ou infelicidade de
outras pessoas. E a alegria que surge ao
ver alguém se dar mal, sofrer um
prejuízo ou fracassar.
A palavra é composta de shalden, que
significa dano ou prejuízo, e fralda,
que significa prazer ou alegria. É um
sentimento complexo que envolve
elementos de prazer, satisfação e, em
alguns casos, até mesmo um certo deleite
em ver alguém pagar por seus erros ou
receber a punição que se considera justa
ou ver quem você não gosta, por qualquer
razão que seja, finalmente se dar mal.
E manifestação pode ser expressa de
diversas formas, desde a manifestação
discreta de satisfação interna até a
demonstração explícita de prazer ou
zombaria diante do sofrimento do outro.
Como dissemos em Saliere, vemos a inveja
com uma força que o leva a violar o
mandamento de Romanos 12:15.
Aleguem-se com os que se alegram,
preferindo a chada fralda, ao ver moa
falhar. Sua história é uma parábola
moderna da inveja bíblica, como a de
Caim, que matou Abel por invejar seu
favor divino, ou a rainha má em Branca
de Neve, que busca destruir a beleza que
não possui. A inveja de Salieri é um
exemplo vívido do que Dorat Seers chama
de a grande niveladora. que prefere a
miséria universal à felicidade aleia. O
simbolismo é a alma do filme. A música
de Moza é a voz de Deus. Cada nota uma
revelação. Como o fogo de Prometeu que
ilumina mas queima. Saliere é a sombra,
o oposto de Moza, como Satanás invejando
o céu, sua escuridão contrastando com a
luz do gênio. O confessionário onde
Salier narra a sua história para o padre
é um tribunal onde ele julga a si mesmo
e também o divino, como se estivesse
diante do juízo final. As cores dessa
cena contam a história, não é? O dourado
dos palácios reflete a glória da corte e
a ambição de Salieri. O preto de suas
roupas é a escuridão de sua alma. O
branco das perucas de Moza é a pureza do
seu talento musical único na história,
mesmo com sua
vulgaridade. A corte de Viena, com seus
espelhos e candelabros é um labirinto de
aparência onde a verdade se perde. É
como em o retrato de Dorian Grey, onde
Oscar Wild escreve: "Cada um de nós tem
um céu e um inferno dentro de si.
Saliere vive seu inferno, incapaz de
alcançar o céu que a música de Moza
representa. Como parábola, Deus ilustra
inveja como um pecado capital, uma raiz
que, segundo Tiago 3:16, gera desordem e
toda prática
maligna. Cobiçais e nada tendes, matais
e invejais e nada podeis obter. Viveis e
a lutar e a fazer guerras. Nada tendes
porque não pedis. Pedis e não recebeis,
porque pedis mal para esbanjardes em
vossos prazeres. Tiago 4:2 e
3. O confessionário de Saliere é um
símbolo do tribunal divino, como vimos,
onde sua inveja é exposta, mas também é
um lembrete da graça que ele rejeita,
como exortado em Primeira Pedro 2:1, que
nos chama a abandonar a inveja como uma
roupa suja.
Há uma curiosidade para abrir nosso
apetite aqui. Amadeus é baseado na peça
de Peter Shafer, como eu falei, que viu
a rivalidade entre Salier e Moza como
uma tragédia, não como um fato histórico
simplesmente, apesar de ser. O filme,
com orçamento de 18 milhões de dólares,
arrecadou 90 milhões e ganhou oito
Oscars, incluindo o melhor filme e
melhor ator para F, Mor Abraham, cuja
atuação é um vulcão de emoção contida. A
trilha usa as composições originais de
Moza, como Heen, a Flauta Mágica e Dom
Giovani, por exemplo, gravadas com
precisão para uma orquestra de elite. As
cenas em Viena foram filmadas em Praga
usando teatros e palácios do século XVI,
dando uma um visual de pintura barroca.
E por exemplo, sabia que Tom R estudou
piano e passou horas imitando a risada
de Mozar para capturar sua
energia? Cada detalhe com os figurinos
exuberantes ecou a opulência de Versiles
em Maria Antonieta, onde Sofia Copola
mostra um mundo de beleza que mascara
intrigas.
Cada detalhe, como os figurinos
exuberantes, foi pensado para nos
transportar à Viena de
1780. Antes de mergulharmos nas cenas
específicas, a introdução de Amade Deus
nos apresenta a inveja como uma doença
espiritual que corroia a alma, uma
verdade articulada por Isaías 15 e 6,
que descreve o pecado como feridas que
devastam o corpo, feridas podres.
Salieri como o logista da história
judaica, que pede para ficar cego de um
olho, para que seu rival fique cego de
ambos. Há uma história conhecida, né,
que um anjo disse a um logista que ele
poderia pedir o que quisesse, mas que o
seu rival receberia em dobro o que ele
pedisse. Ao invés de ele pedir grande
riqueza, ele pediu para ficar cego de um
olho para que seu rival recebesse isso
em dobro.
Isso exemplifica a natureza
autodestrutiva da inveja, que prefere a
ruína de todos a celebrar o bem
alheio. A verdade bíblica nos ensina que
a inveja é enraizada no orgulho, como
Agostinho argumenta, sendo o oposto do
amor que se alegra com os que se
alegram. É como em Crônicas de Nárnia, o
leão a feiticeira e o guarda-roupa, onde
de mundo invejoso dá atenção dada a seus
irmãos, trai a família por promessas
vazias da feiticeira branca, apenas para
descobrir que sua inveja o
prendeu. A parábola de Saliere nos
convida a reconhecer a inveja em nossos
próprios corações, confessando-a como
Jesus descreve em Marcos 720
22, onde a inveja vem do coração do
homem. A cura, como veremos, está no
Evangelho que, segundo Jonathan Edwards,
liberta da inveja satânica, oferecendo a
humildade de Cristo como remédio para o
orgulho que alimenta esse vício. Estamos
apenas aquecendo as cordas, né? E vamos
mergulhar nas cenas que definem a Deus
da confissão de Salieri ao primeiro
encontro com Moza para explorar a inveja
que queima como ácido, a genialidade que
ilumina como
soluz. Preparado para ouvir a música que
vem do céu ou do
inferno? Agora que conhecemos Antônio
Salier e o Fgang Amadeus Moza, vamos
pisar no palco iluminado de Amadeus.
onde a música ressoa como a voz dos
anjos, a inveja goteja como veneno e a
culpa pesa como uma corrente invisível.
As cenas que vamos explorar são as
primeiras notas dessa ópera trágica,
momentos que acendem o fogo da
rivalidade entre Salieri e Mozart,
revelando o que torna esse filme tão
hipnótico. A tensão entre genialidade e
mediocridade. O fardo esmagador da
culpa, a busca por transcender o humano
e a obsessão que consome tudo. Vamos
mergulhar em dois instantes cruciais.
A confissão de Salieri no asilo e o
primeiro encontro com Moza na corte de
Viena. Compensadores como K Jung,
Frederick Niet, Sigmund Freud e mitos
antigos como guias de como a cultura
humana diagnostica o problema, mesmo que
sem a profundidade de Deus. Vamos
descobrir porque essas cenas nos tocam
tão fundo e o que elas dizem sobre a
inveja que nos corrói e a música que nos
eleva. Preparado para ouvir o primeiro
acorde dessa
tragédia? Começamos com a cena de Salier
Idoso confessando uma abertura do filme
que nos joga na escuridão de uma alma
atormentada. O filme começa em
1823 com um saliere bem envelhecido,
confinado num asilo, seus cabelos
brancos, desgrenhados, o rosto marcado
por rugas de amargura. Ele grita: "Moza,
me
perdoe". Moza, me perdoe a voz ecuando
pelos corredores frios de um asilo,
enquanto ele tenta cortar a própria
garganta com uma lâmina.
Levado a um quarto sombrio, ele recebe a
visita de um jovem padre depois de
falhar em tentar se matar. Um jovem
padre de batina preta que oferece
absolvição. Saler sentado num
confessionário improvisado com velas
tremeluzindo como estrelas
moribundas, começa a contar sua
história. "Eu matei moa", ele diz. Os
olhos brilhando com uma mistura de
culpa, orgulho e desespero, como se
estivesse desafiando o céu. É como em o
poderoso Jefão, quando Michael Corleone
diante de um padre confessa: "Eu matei
meu irmão porque ele me traiu".
A confissão de Salieri com a de Michael
é um grito de culpa que não busca
perdão, mas desafia o julgamento
divino. A cena é sufocante, como se o
peso de décadas de inveja tivesse se
cristalizado numa corrente que o prende.
O simbolismo é poderoso. O
confessionário é um tribunal divino onde
Salierei julga a si mesmo e também julga
a Deus que ele acredita tê-lo traído
como se estivesse diante do juízo final,
confessando um pecado que não quer
sequer ser perdoado, não busca perdão. É
uma confissão que foi da pura amargura,
autopiedade e raiva. A escuridão do
asilo é a culpa de Salier, uma sombra
que o engole como um inferno que ele
teme habitar. O padre, com sua expressão
de choque, é a consciência impotente,
incapaz de absolver um homem que abraça
a sua danação. As cores são opressivas.
O preto do quarto reflete o vazio da
alma de Salierei. O cinza de sua pele é
a morte em vida. O vermelho fraco das
velas sugere o sangue de sua culpa como
uma ferida que nunca cicatriza. K Jung
diria que Saliere é sua própria sombra e
parte de si que ele nega. A inveja que o
define como um demônio interno que ele
não pode
exorcizar. A verdade bíblica ressoa.
Salier e é Caim confessando o
assassinato de Abel, mas sem buscar
redenção. Ou Judas. traindo o divino por
ciúme. Freud veria a confissão como o
inconsciente de Salieri, onde a inveja
reprimida explode em
culpa. Tess Elliot, com sua poesia do
tempo, diria que Salier está preso no
momento de agonia, onde o passado
condena eternamente incapaz de escapar.
A confissão de Salieri é uma ilustração
vívida da inveja como uma doença da
alma, como descrita por Basílio de
Cesareia, que consome o invejoso de
dentro para fora. Sua culpa reflete osas
da inveja articulado por Cornélio
Splantinga, a comparação constante com
Mozar que ele vê como indigno do talento
divino, a crítica implícita da escolha
de Deus, a ingratidão por seus próprios
dons, como sua posição na corte que é
tão privilegiada e o ódio que o leva a
culpar Deus. Como o vídeo descreve em
metamorfose, a alma da inveja roi e é
ruída, sendo o seu próprio
castigo. A cena ecoa Gálatas 5:21, que
adverte que a inveja como obra da carne
impede a herança do reino de Deus.
Saliere, ao rejeitar a absolvção
oferecida pelo padre, exemplifica a
incredulidade que, segundo o Salmo
37:1, eh, sustenta a inveja. preferindo
a danação, a
graça. Em Amadeus, Salier inveja o gênio
musical de Moza. Saliere não pode
comprar algo comparável ou atingir esse
nível de
talento, por mais que ele trabalhe duro.
A musicalidade Moza, é um dom especial,
uma qualidade pessoal, algo único e
interno a quem ele é. Saliere deseja que
talento fosse dele, mas percebe que está
incrivelmente fora do
alcance, já que a inveja de Salieri visa
a qualidade pessoal de outra pessoa. No
entanto, ele não pode destruir o talento
que Mozart tem sem, em certo sentido,
destruir o próprio Mozart.
Consequentemente, Salieri nunca se
contenta e nunca se contentará em se
tornar mais como Moza.
No jogo da comparação da inveja, ser
superior a Mozar é a única maneira que
ele acha que pode evitar ser
inferior. Com um brilho maligno nos
olhos, a inveja toma a excelência dos
outros como insulto pessoal.
E a estratégia de Salieri, portanto,
típica dos consumidos pela inveja, é
derrubar seu rival e arruiná-lo em vez
de
imitá-lo. Quando as circunstâncias
forçam os invejosos a confrontar o que
eles julgam ser sua própria falta de
valor, sua infelicidade e tristeza podem
ser insuportáveis.
Eles se sentem compelidos a fazer algo,
qualquer coisa para se livrarem disso.
Em casos extremos, isso significa
sabotar o rival. Mas mesmo esse eh
estratagem não pode salvar totalmente o
invejoso de cozinhar em seus próprios
ressentimentos. Em rei Leão da Disney,
Scar ilustra essa atitude. Ele disfarça
seu próprio sentimento de inferioridade,
intimidando os seus companheiros.
obviamente inferiores às hienas para
sustentar seu próprio ego enquanto
planeja a morte de Mufasa, seu
verdadeiro rei superior e legítimo, com
o espírito amargo. Da mesma forma, em Os
Incríveis, o Arquevilão síndrome promete
destruir todos os superheróis, cuja
característica definidora é superá-lo no
poder. Eles têm superperes e ele é uma
pessoa comum. No entanto, mesmo com
todos os adereços tecnológicos do mundo,
ele nunca pode ser o que eles são.
Superheróis reais com poderes reais.
Ambos os personagens fictícios levam a
inveja ao extremo, mas em casos menos
maliciosos e mais mundanos também, o mal
olhado da inveja examina o mundo com
hostilidade, magoado com a bondade dos
outros, insatisfeito com a sua
própria. De acordo com o manual
confissional, a inveja se trai com uma
variedade de sintomas. Sentiss ofendido
com os talentos, sucessos ou boa sorte
dos outros. Rivalidade e competição,
egoístas ou
desnecessárias, prazer com as
dificuldades ou angústias dos outros. Má
vontade, ler falsos motivos no
comportamento dos outros, menusprezar os
outros. falsas acusações, calúnias,
falar algo ruim, mesmo que verdadeiro,
pelas costas de outra pessoa. Calúnia,
dizer algo ruim, mesmo que verdadeiro,
abertamente sobre outro.
A iniciação, coleta ou eh recanto de
fofocas é assim, despertar, fomentar ou
organizar o antagonismo contra os
outros, desprezo pelas habilidades ou
falhas de outra pessoa, provocação ou
bullying, ridicularização de pessoas,
instituições ou ideais e preconceito
contra aqueles que consideramos
inferiores, que nos consideram
inferiores ou que parecem ameaçar nossa
segurança
oposição. A evidência de inveja pode
escalar em uma progressão distorcida de
pensamentos e sentimentos para palavras
e ações e de táticas secretas e
dissimuladas para animosidade aberta e
vigorosa. Podemos ver isso no catálogo
dos vícios da descendência da inveja. De
acordo com Tomás Jaquino, a inveja
normalmente se expõe externamente com
detração, mas comumente conhecida como
Backstaben, por exemplo, uma escritora
que murmura sobre as fraquezas
estilísticas infelizes do livro de seu
rival e a pesquisa vergonhosamente de má
qualidade do autor. O espírito pode
ocasionalmente se mostrar abertamente
como injúria, mas mesmo a sabotagem
direta muitas vezes parece um
subterfúgio, como o estratagema
consagrado pelo tempo de maldição, né,
com elogios fracos. Se esse método ou
esses métodos de tentar diminuir a
excelência do rival prejudicam com
sucesso a reputação do rival, os
invejosos se alegram com a queda do
outro. Não é como falamos chadenada
fralda, aquela alegria
maliciosa, como François de L Focô, né,
observa nos infortúnios de nossos
melhores amigos, sempre encontramos algo
que não nos desagrada
totalmente. Claro, eles também podem se
divertir com o infortúnio do seu rival,
mesmo que tenha acontecido por acidente
ou por outra agência. Qualquer coisa que
feche a lacuna comparativa ameniza o
descontentamento do invejoso. Walker
Persia oferece esse comentário perspicaz
sobre o coração odioso. O eu invejoso no
sentido raiz de inveja, né? Eh, olhar
com
malícia se expressa assim. Por que é que
o eu, embora professe ser amoroso,
carinhoso, prefere a paz, a guerra, a
concórdia, a discórdia, a vida ou a
morte? Desejar a outros eus bem, não
mal, na verdade, aprecia secretamente
guerras e rumores de guerra, notícias de
acidentes, de aviões, assassinatos,
assassinos e assassinatos em massa, né?
obituários para não falar de notícias
locais sobre conhecidos
caindos caindo mortos na rua, fofoca
sobre vizinhos entrando em brigas ou ser
detectado em escândalos sexuais,
peculato e outras desgraças. Por quê?
Isso gera eh chadem fralda no coração
das pessoas. A inveja pode aumentar. Se
os invejosos tentam minar seu rival e
não são bem-sucedidos, sua amargura se
intensifica e eles se ressentem ainda
mais da boa sorte do outro. Se não for
aplacada, a inveja pode até levar ao
ódio em grande escala de um rival. O
objeto do ódio é o que bloqueia a nossa
felicidade. Naturalmente temos uma forte
aversão a coisas como o mal. porque os
vemos como
prejudiciais eh ao nosso próprio bem.
Mas para o
invejoso, o odiado obstáculo ao seu
próprio bem é a posse de excelência do
rival, ou mais precisamente o próprio
rival que é superior pelo bem que
possui. A
inveja, a
inveja tinge sua visão do mundo com
inimizade ou pelo menos com
antagonismo, mesmo que se esconda numa
falsa amizade como de Salier por Moosa,
é eu contra você, meu bem ou seu bem,
nunca ambos. Mesmo que ele não
prejudique o bem do rival, um invejoso
fica satisfeito com o seu espolho, mesmo
que seja feito por outros. Finalmente,
se a inveja que alimenta essas
estratégias se arraiga ao longo do
tempo, ela se aproxima da malícia aberta
em relação ao rival. Nesse ponto, o ódio
do invejoso por seu vizinho se
transforma em ódio por quem empilhou o
baralho contra ela, Deus ou o destino ou
qualquer força implacável alocada aos
bens em jogo. É o culpado final pelo que
o invejoso percebe ser a distribuição
injusta da
excelência que esses bens trazem. Vemos
no caso de Salieri que ele considera
Deus responsável por enganar alguns
enquanto ajuda outros a florescer.
Em um, em uma cena arrepiante, Salieri
tira seu
crucifixo antes do qual ele rezou para
que o talento se tornasse eh eh algo que
realmente o dominasse, ele se tornasse
um grande compositor. E ele tinha feito
um pacto dizendo que se Deus desse a ele
todo o talento musical que ele desejava,
ele usaria isso para Deus e que ele
daria em troca a sua castidade. Nunca se
casaria, nunca teria eh nenhuma relação
com nenhuma mulher, porque ele se
dedicaria totalmente à música. E ele
então arranca com raiva depois esse
crucifixo e o queima no fogo. Ele jura
vingança. Ele diz a Deus: "Eu vou
destruir a tua obra. Vou destruir sua
encarnação em
Mozart."
Surpreendentemente, o invejoso
normalmente não anuncia sua inveja
abertamente. Ele tende a golpes passivo
agressivos nas costas.
em Peace Blauman de William
Lenglanu em 1332 e morreu em
1386. O personagem inveja e disfarça seu
ódio pelo vizinho, com palavras bem
educadas em público, sabendo que não
está em condição de fazer um ataque
público. Em vez disso, ele planta
sementes de fofocas maliciosas em
sussurros.
Há um vizinho próximo que sempre me
incomodou. Ele diz: "Eu fiz denúncias
dele aos nobres que se apoderaram de
seus bens e por falsas acusações fiz
inimigos de seus amigos. Fiz os amigos
dele se tornarem seus inimigos, pois
lamento vê-lo ter sucesso ou sorte. Eu
semeio tal disensão entre
propriedades que leva o outro, não é?"
Ele
diz: "Há perdas tanto da vida quanto de
tudo que possuía. Quando encontro no
mercado o homem que mais odeio, que era
o seu vizinho, eu o saúdo cordialmente
como um amigo honrado. Não ouso fazer
diferente, pois ele é definitivamente
mais forte, mas o céu o ajude se eu
tiver em meu poder. Assim vivo sem amor,
como um cão solto, meu corpo todo
inchado com fé
amargo. Porque os invejosos evitam a
guerra aberta muitas vezes, como o
próprio Salieri evitou, por estarem
tipicamente em uma posição de
inferioridade. Os invejosos geralmente
preferem estratégias enganosas ou
dissimuladas. Sua sensação de ser menos
digno, menos talentoso, menos
bem-sucedido, tão enraizado em sua
identidade, gera sentimentos de
impotência, mesmo que seja alguém
importante como Salier e era. Afinal, se
eles realmente valessem alguma coisa ou
tivessem o poder de ser maior, já
estariam no mesmo nível de seus rivais.
Sair a céu aberto e declarar sua inveja
equivale a uma admissão pública e a uma
humilhante demonstração de inadequação e
inferioridade. Embora a inveja exija
essencialmente que o invejoso reconheça
em algum nível que seu rival o supera, o
invejoso sofre ao admitir isso para si
mesmo e ainda mais se tivesse que
admitir para os outros. Assim, sua
inveja eh o devora silenciosamente por
dentro. Nas palavras de João Crisóstomo,
como a mariposa eh roi a si mesmo, assim
a inveja consome uma
pessoa. Mas a sensação de impotência do
invejoso também vem de uma segunda
fonte, compondo
sua autoestima inferior, né? Os
invejosos também costumam sucumbir a uma
espécie de
fatalismo. Na opinião deles, o mundo,
Deus, o destino, a sociedade ou alguma
outra força externa ao seu próprio senso
de controle lhes deu uma mão ruim, não
é? Eles se sentem enganados, mas seus
próprios esforços contra uma força tão
grande, distante e alienígena parecem
condenados e ele não vai conseguir
superar. Salierei não vai conseguir ser
melhor que Moza, por mais que se
esforce. Daí a sua passividade. O
baralho está contra mim. Pensa a um
invejoso. Saliere eh, ora a Deus por
talento musical e aclamação, prometendo
dedicar-se e dedicar à glória de Deus em
troca de sua oração respondida. Deus não
responde a sua oração. Em vez disso, ele
distribui talento em eh eh grande escala
para o rival indigno de Salierei. Uma
pessoa que ele considerava totalmente
eh inferior
moralmente. Quem pode vencer uma luta
contra
Deus? Quando até mesmo um apelo à
intervenção divina falha, a única opção
que resta a Saliere é atacar o próprio
Moza.
Mesmo assim, ele volta aos habituais
estratagemas de engano, que são
característicos daqueles que se percebem
como mais fracos ou inferiores, ou a
táticas de guerrilha, guerra de recu
daqueles que sabem que não podem vencer
uma batalha
aberta. Joseph Epstein, não é? Nasceu em
1937, morreu em 1985, conta uma piada
que ilustra bem a postura maliciosa e
impotente da inveja.
Os personagens são uma inglesa, um
francês e um russo. Cada um recebeu um
único desejo, um único desejo de um
desses gênios, cujo hábito quase
implacável é sair de alguma garrafa, né?
A inglesa disse que uma amiga dela tem
um chalé em Cats Ws e que ela gostaria
de um chalé semelhante com a adição de
dois quartos extras e um segundo
banheiro e um riacho correndo na frente
do chalé dela. O francês diz que seu
melhor amigo tem uma linda amante loira.
Ele gostaria de ter uma amante assim
mais ruiva, em vez de loira e com pernas
mais compridas e um pouco
mais eh culta e chique.
russo quando perguntado o que gostaria,
conta que um vizinho tem uma vaca que dá
uma grande quantidade de leite, do leite
mais rico, que produz o creme e o queijo
mais
pesado e delicioso e a manteiga mais
pura. E o russo diz: "A Eugênio, eu
quero essa vaca morta".
Como diz Bookner, o desejo eh de marca
registrada da inveja é que todos os
outros sejam tão malsucedidos quanto
você. E a história de de Síndrome em Os
Incríveis, produzido pela Pixar
Animation Studios, não é? Nos dá uma
imagem da futilidade da inveja e da
inferioridade dos invejosos. juntos.
Eles garantem o que o invejoso se sente
se sinta completamente
condenado. Fracasso inevitável em
superar seu rival. No início do filme, o
síndrome é um admirador ardente, mas
irritante do superherói Senhor Incrível,
né? Depois de ser rejeitado por seu
herói, ele muda seu nome para Síndrome e
inicia o trabalho de uma vida inteira de
matar superheróis.
Ao mesmo tempo, ele gasta toda a sua
energia tentando se transformar em um
superherói de imitação, criando uma
máquina que só ele com seu aparato
tecnológico superior pode derrotar. Seu
plano eh revelado ao Senhor incrível é
simples. Aperfeiçoar a máquina e depois
derrotar a máquina em uma batalha
simulada para ganhar elogios e ser visto
pelos outros, pela população como um
superherói e depois vender sua
tecnologia para as massas. Sua razão,
como vimos, eh, o síndrome acredita que
se todos puderem ser súper, ninguém
será. Seus esforços são expostos como um
fracasso patético quando ele envia sua
máquina para causar estragos na cidade e
sua charada de derrotá-la com pseudo
superperes é explodida pela falsidade de
segunda classe que ele é. Nenhuma
imitação tecnológica conta como uma
superpotência real que os superheróis
têm. Afadada posição de inferioridade do
síndrome não pode ser mudada, né? Apesar
de seus melhores esforços. Sua
inferioridade só se confirma ainda mais
dolorosamente para todos verem nas suas
tentativas.
Agora a cena do primeiro encontro com
Moza, um momento em que é como um raio
partindo ao céu. Estamos em
1781 na corte de Viena e Salierei,
compositor respeitado, está ansioso para
conhecer Moza, cuja fama já ecoa pela
Europa e ele mesmo acha sua
música sublime, apesar de não conhecê-lo
pessoalmente. Então ele fica imaginando
como Moza será para ter um talento tão
grande. Ele imagina um homem refinado,
digno do domino que recebeu, um
emissário celestial. Em vez disso, numa
festa suntuosa, com candelabros
brilhando e nobres em perucas empoadas,
como era costume, Salieri vê um jovem de
26 anos com uma peruca branca,
impecável, rindo alto, fazendo piadas
grosseiras, correndo atrás de uma moça
com uma energia infantil.
É, Moza. Saler, escondido atrás de uma
cortina, observa a cena entre os dois.
Incrédulo. Quando Moza senta ao cravo e
toca uma peça que foi composta por
Saliere, mas começa a improvisar em cima
daquela peça e a melhora com sua gen
genialidade que faz a sala inteira
prender o fôlego. Salierei olhando de
longe fica
paralisado. Era como se fosse a voz de
Deus. Era a voz de Deus. Ele pensa, mas
o mensageiro é um macaco obsceno, como
ele eh denomina Moza. É como em Plash,
quando o jovem baterista Andrew, sob o
olhar cruel do professor Fletcher, ouve,
você acha que é especial? Você não é
nada. É assim que Salieri se sente
naquele momento. Salieri como Fletcher
vê em Moza um talento que o humilha, mas
em vez de
inspirá-lo
a à música, ele sente sua inveja,
acende a inveja nele. A cena é elétrica,
um choque entre expectativa que ele
tinha de como Mozar era um homem digno,
incrível e a realidade, como se o seu
tivesse escolhido o pior vaso para sua
luz, para debochar dele,
Salierei. O simbolismo é brilhante. Mo é
a luz, sua música, um rai divino, como
prometeu trazendo o fogo dos deuses,
iluminando tudo com uma beleza que
transcende. Salierei é a sombra
consumido pela inveja, como Satanás,
olhando o paraíso que nunca terrá. O
cravo é o altar. É um altar onde Moza
oferece sua genialidade, enquanto
Saliere só pode assistir com o coração
apertado. As cores da cena falam alto,
né? O dourado da sala reflete a glória
da corte.
O branco impecável da peruca de Moza é a
pureza do seu talento, apesar de sua
vulgaridade. O preto do casaco de
Salierei é a escuridão que cresce dentro
dele. Niet veria Moza como o superhomem,
como eu disse, transcendendo a
mediocridade com sua arte, enquanto
Salier é apenas o rebanho comum preso na
inveja que o corroi. Freud diria que a
inveja de Salieri é um desejo
inconsciente de ser Moza, uma obsessão
que o leva a odiar o que
ama. Platão, com sua alegoria da
caverna, veria Saliere preso às sombras,
incapaz de alcançar a luz que Moza
representa, confundindo o brilho com uma
afronta.
Jorge Luiz Borges com as ruínas
circulares poderia sugerir que Saliere
sonha Moza, mas é destruído pelo próprio
sonho. Essa cena captura a inveja como
uma mistura de desejo e ressentimento,
como definido eh
teologicamente. Salier deseja o talento
de Moza, mas ressente-se de que um
buffão o possua. E quando a pergunta de
Joseph Epstein, por ele tem e eu não com
Saul, que vigiava Davi após a canção das
mulheres em Primeira Samuel 18:9. Salier
é consumido pela comparação, sentindo-se
injustiçado por Deus.
Francis Bacon observa que a inveja está
sempre ligada à comparação de si mesmo.
E aqui Salier mede sua mediocridade
contra a genialidade de Moza, iniciando
o ciclo de decepção, desejo de
prejudicar e racionalidade descrito por
Rebeca Mlin Pipet
também. A inveja de Salieri é uma
parábola da rainha má em Branca de Neve,
que não suporta a beleza de outra. ou
dos irmãos Bray, onde Jane inveja a
popularidade de Márcia. Romanos 12:15
exorta a alegrar-se com os que se
alegram. Mas Saliere, como logista
judaico que prefere a cegueira, a
prosperidade do rival, escolhe a
Shadenfrauda, lançando as sementes de
sua tragédia.
A crítica à nossa cultura, a e a corte
de Viena com suas intrigas e
hierarquias, é como nossa sociedade,
onde o talento verdadeiro é ofuscado por
egos, competição e aparência, e onde a
genialidade é celebrada, mas também é
temida, é
invejada. Amadeus pergunta: abraça a
genialidade aleia ou deixa a inveja te
consumir?
A primeira cena com a confissão de
Saliere nos mostra a inveja como um
pecado que escraviza, como descrito em
Marcos 2:17, onde Jesus veio curar os
doentes pelo pecado. A culpa de Salieri
é um sinal de sua recusa em buscar a
cura, preferindo a dannação, como Caim,
que rejeitou a redenção após matar Abel.
A verdade bíblica através de Primeira
Pedro 2, 1 a 3, nos exorta abandonar a
inveja de desejar o leite espiritual
puro da bondade de Deus. Mas Salierei,
como os Anões em a última batalha, né, é
cego para seus próprios dons, focando
apenas no que lhe falta.
O primeiro encontro com Moza ilustra a
comparação como o primeiro sintoma da
inveja, como Francis Bac argumenta,
levando Saliere a uma espiral de
ressentimento. A parábola de Amade Deus
nos desafia a reconhecer a inveja em
nossas próprias vidas, talvez ao
comparar nossas carreiras, famílias ou
dons com os de outros e a buscar a cura
no evangelho, que, como Jonathan Edward
ensina, destrói a inveja satânica ao nos
convidar a descansar na graça de
Cristo. Algumas curiosidades para
situar, nos situarmos no palco. A
atuação de Fur Abraham é uma aula de
emoção contida. Cada olhar, cada tremor
na voz é uma confissão de décadas de
dor. Tom Russo como Moza, passou semanas
estudando a risada histórica do
compositor, criando um contraste
perfeito entre gênio e imaturidade que
choca e ao mesmo tempo encanta. A cena
do cravo usou uma composição real de
Salieri, improvisada por músicos para
mostrar a superioridade de Moza, com
notas que parecem dançar no ar. A peça
de Shaifer, base do filme exagera a
rivalidade, mas captura a essência da
inveja humana, transformando fatos
históricos numa tragédia universal.
As filmagens em Praga usaram teatros,
como eu falei, do século XVII, com
lustres espelhos que refletem a
opulência de Viena. E sabia que os
figurinos
com perucas extravagantes e casacos
bordados lembram a estética de Berry
Lindon, onde Stanley Kubrick usa o
barroco para mostrar a vaidade humana,
né? Ele quer ressaltar isso. Cada
detalhe, como o som cristalino do cravo
nos transporta para um mundo de glória e
tragédia. Estamos aquecendo as cordas do
drama. As próximas cenas, a sabotagem de
Salieri, a criação do Hecken, vão nos
levar ao cerne da rivalidade, onde a
inveja vira ação, a culpa vira prisão e
a música se torna um grito para o
eterno. Vamos explorar os símbolos que
nos guiam, não é? a psicologia que nos
faz tremer e o que Amade Deus nos diz
sobre o ser humano no mundo, onde alguns
tocam o divino e outros só podem
invejar.
Pronto para o próximo movimento, o
próximo ato. Agora que vimos a inveja de
Antônio Salieri tomar forma, a
genialidade de Afgang Amadeus Moza
brilhar como um sol, vamos descer mais
fundo na tragédia de Amadeus, onde a
música ecoa como uma prece, a culpa se
aperta como uma corda e a inveja vira um
veneno que mata
lentamente. As cenas que vamos explorar
são o coração escuro do filme. Momentos
que mostram como a rivalidade entre
Salier e Moza se transforma em algo
mortal, revelando o que torna a Deus tão
devastador. Um embate entre mediocridade
e transcendência, o peso esmagador da
culpa, a obsessão que consome e a luta
por tocar o divino, mesmo que isso custe
tudo.
Vamos analisar dois instantes cruciais.
Salier sabotando mozas na corte de Viena
e a composição do Hecken para desvendar
o simbolismo que pulsa como uma ferida
aberta. a psicologia que nos faz encarar
nossas sombras e a crítica à nossa
sociedade, a nossa sociedade que reflete
o mundo movido por competição e fé cega.
com pensadores como eh Niet, Freud, Jong
e mitos antigos, a gente descobre porque
essas cenas nos cortam tão fundo e o que
elas dizem sobre a luta humana contra o
que é maior que nós. Ou seja, nós temos
uma
visão olhando para esses autores de como
mesmo uma alma longe de Deus pode
perceber o mal como eh Romanos 1 eh
acusa a
humanidade. Então, preparado para ouvir
as notas mais sombrias dessa ópera?
Vamos ao próximo
movimento. Primeiro, a cena de Salieri
Sabotando Moza. Um momento que é como
uma faca cravada lentamente. Estamos na
corte de Viena, onde Moza, apesar de sua
genialidade, luta para se
sustentar. Ele tem uma série de
problemas, apesar de ser o maior gênio
musical de todos os tempos. Salier,
agora consumido pela inveja, começa a
manipular as intrigas da corte contra
Moza.
Em uma cena chave, Moza apresenta a sua
ópera famosa As Bodas de Fígaro ao
imperador Joseph II. Esperando
aprovação. Salieri com sorriso falso,
elogia a obra em público, mas nos
bastidores e com acesso que ele tem ao
imperador, ele convence o imperador a
limitar as apresentações, alegando que a
ópera, apesar de genial, é
revolucionária demais.
Mozar, alheio a traição, vê seu trabalho
ser
restringido enquanto Saliere observa com
um brilho frio nos olhos, como se
estivesse vencendo
Deus, vencendo Deus ao destruir e
obstruir o caminho do escolhido de Deus,
como ele vê.
É como em o gladiador quando comodos
invejoso da honra de Máximo sussurra:
"Você não pode ter tudo o que eu não
tenho. Não pode." Salierei como Comodos
usa seu poder para apagar o brilho de
outro, escondendo sua inveja sob uma
máscara de apoio e amizade com Moza.
A cena é tensa, um jogo de máscaras onde
a inveja se disfarça de amizade. O
simbolismo é afiado. A máscara de
Salierei, né, que num baile de máscaras,
eh, sua falsa cortesia e amizade é a
falsidade como a serpente que engana a
Eva no jardim do Éden. A ópera de Moza,
a grande obra é a vítima, uma obra
divina sufocada pela
mediocridade, como prometeu acorrentado
por desafiar os deuses. O salão da
corte, com seus espelhos reluzentes é um
labirinto de
aparência, um labirinto de aparências
onde a verdade se perde, como vimos. As
cores intensificam a narrativa. O
dourado dos candelabos reflete a glória
que Saliere deseja. O preto da sua
roupa, quase sempre é assim, é a
escuridão de sua alma. O vermelho nos
figurinos de Moza sugere a paixão que
Salieri
inveja. Niet diria que Salieri é o
rebanho destruindo o superhomem Moza,
por não suportar sua grandeza. Freud
veria a sabotagem como a inveja de
Salieri, um desejo inconsciente de
apagar o que ele não pode ser. Latão,
com sua caverna diria que Salieri
prefere as sombras da mediocridade à luz
da genialidade de Moza. A sabotagem de
Salieri é uma manifestação dos sintomas
da inveja, crítica, reclamação e ódio.
Como Cornélius Plantiga descreve, a
inveja leva a despedaçar a reputação dos
outros. E Salieri, ao caluniar Mozar nos
bastidores, busca nivelar o campo, não
é? Como o Dor se define, preferindo a
miséria universal, a felicidade
aleia. Sua reclamação interna não é
justo, não é justo, não é justo. Ea a
história do atleta grego que destruiu a
estátua de um seu rival. Ele resolveu
destruir a estátua que eh fizeram eh
para para um rival seu. Mas ao tentar
destruir a estátua, a estátua cai e ele
é esmagado por ela, ilustrando a
autodestruição da
inveja. A cena reflete Gálatas 5:1921,
que lista inveja como uma obra da carne
que exclui o homem do reino de Deus.
Salieri como Saul tramando contra Davi,
é movido por um desejo de
prejudicar um estágio avançado da inveja
descrito por Rebeca
Pipert. Contudo, a verdade cristão
oferece uma alternativa, não é?
Provérbios 23:17 exorta a continuar no
temor do Senhor, prometendo que
certamente há um futuro. Saliere, ao
rejeitar essa confiança, escolhe a
escuridão, mas a graça permanece
disponível, como veremos.
Agora a cena da composição do Hecken. Um
momento que é como um trovão anunciando
a tempestade. Moza, já doente,
endividado, apesar de tão jovem, recebe
uma encomenda meio que salvadora,
misteriosa. Escrever um heck, que é uma
missa fúnebre. Ele não tem saúde para
fazer isso. Se ele
continuar da maneira que ele viveu, não
é? E se ele continuar trabalhando, ele
vai
morrer. E esses misterioso eh eh
benfeitor, entre aspas, encomendo o
pagando o dinheiro, que é é algo quase
que que no o Mozar não pode rejeitar,
apesar da sua esposa querer que ele não
faça nada, não é? Ele trabalha
febrilmente com eh os olhos febr, eh
preso às notas, fluindo como se viesse
de outro mundo, porque ele está doente,
ele está na cama, ele não tem
instrumento nenhum, mas ele consegue ir
dizendo como a orquestra vai tocar cada
instrumento enquanto Salieri se ofereceu
para escrever o que ele dissesse.
finge ser amigo, não é? E ele
encomendou o Hecken, eh, vestido com uma
roupa que o pai de Moza usou numa
festa. O que reacendeu e Mozera um monte
de problemas, já que ele tinha problemas
sérios com seu pai. Tudo planejado para
enfraquecer Moza
psicologicamente e forçá-lo a um
trabalho febril quando ele estava muito
doente para que ele morresse. Saliera
disfarçado visita Moza fingindo ser o
patrono anônimo e o pressiona a terminar
a obra, já que Moza estava com
dificuldade de terminar.
E Salieri sabia que se ele continuasse
trabalhando, aquilo podia matá-lo. E
numa cena arrepiante, Moza dita as notas
do Hecken para Salier, que escreve
fascinado. À medida que Moza vai dizendo
aqui entra as trompas, aqui os os
violinos vão entrar e ele fala a clave,
o tom, como é que os violinos vão tocar,
ele vai ditando. E é tão genial que
Salieri, mesmo sendo um maestro, tem
dificuldade de anotar na rapidez com que
Moza imagina. Moza em sua mente tá vendo
a orquestra fazer tudo aquilo que ele
está compondo ali na hora.
E Salier, que escreve fascinado, está ao
mesmo tempo fascinado e horrorizado. O
talento de Moza é muito maior do que ele
imaginou e ao mesmo tempo ele se sente
como se estivesse roubando o fogo
divino. A música é tão bela que Salieri
chora, mas sua culpa o consome. Ele sabe
que está acelerando a morte de Moza.
É como em Frankstein de Mary Shiley,
onde o Dr.
Victor Victor Frankstein e ao criar sua
criatura exclama: "Eu tinha desejado
isso, mas agora que eu tenho é uma
maldição".
Salieri, como Frankstein, deseja
capturar a
centria de Moza, mas sua inveja
transforma essa busca em destruição. O
simbolismo é avacalador. O Hecken é uma
missa, é uma peça, não é, de música que
é tocada e para alguém que morreu, não
é? Então, o Heen é a morte não só de
Moza, mas de Salieri, cuja alma morre na
inveja. Salieri é um demônio como
Mefistófiles tentando possuir a alma de
Fausto ou Caimando Abel por ciome. A
partitura é um altar onde Moza oferece
sua vida enquanto Saliere rouba suas
notas. As cores são sombrias. O preto da
capa de Salier é a sua malícia. O cinza
do quarto de Moza é sua
decadência. O vermelho das velas é o
sangue da culpa. Jung diria que Mozar é
a luz que Saliere deseja integrar, mas
destrói. A verdade bíblica ressoa aqui,
não é? Salierei desafia Deus como
Satanás em um paraíso perdido de Milton,
mas é consumido por sua própria
escuridão. T Elliot veria o Hecken como
o tempo presente e o tempo passado, onde
a morte e a criação se encontram.
Essa cena é a culminação da inveja de
Salieri, que como Sócrates descreve, é a
úlcera da alma. Sua ingratidão é
evidente. Cego para seus próprios dons,
ele se fixa no que lhe falta, mostrado
em Moza, como os Anões em a última
batalha, que rejeitam a bondade por medo
de que outros homens tenham mais do que
eles. Seu ódio como de Caim contra Abel
o leva a desejar a morte de Moza,
cumprindo a advertência de Tiago 3:16
sobre a inveja, gerando toda prática
maligna.
Contudo, a verdade bíblica, né, através
de Agostinho, oferece a humildade de
Cristo como antídoto para inveja, um
remédio que sealiere e rejeita, mas que
permanece disponível, como eu disse,
primeira Pedro 213 ensina no leite
espiritual puro da bondade de Deus.
A crítica à nossa cultura é um grito.
Eh, a religião que Salieri usa como
escudo sua suposta piedade, um homem
íntegro muitas vezes
sufoca eh em maldade. E, nesse caso
sufocou a arte enquanto a
mediocridade, como a dissaliele tenta
apagar a genialidade para não se sentir
pequeno. Am Deus pergunta para nós, você
já desejou a queda de alguém para se
sentir
maior? Há lições para nós. A sabotagem
de Salieri reflete a crítica e a
reclamação como sintomas da inveja. Quem
está sempre reclamando e sempre
criticando, que como Plante observa leva
a menusprezar as conquistas dos
outros. Não é tão grande assim, não é
tão bom assim.
eh sua trama contra as bodas de fígaro,
né? A a
a música, a obra, uma das grandes obras
de de Mozar é uma tentativa de reduzir a
genialidade de Moza.
A cena do Hecken mostra o ódio como o
estágio final da inveja e quando
realmente Caim que matou Abel por
invejar seu favor
divino. A parábola de Amadeus nos
desafia a examinar nossos corações.
Criticamos os outros por inveja.
Reclamamos que não é justo. Somos
ingratos como Saliere que ignora o seus
próprios
dons. A verdade cristã nos chama ao
arrependimento, como descrito em Efésios
4 e Colossenses 3, onde devemos tirar a
inveja e vestir a
gratidão. A história do menino com cinco
pães e dois peixes em João 6 nos lembra
que Deus multiplica o pouco que nós
temos, tornando a comparação
desnecessária. O Salmo 37 3 a5 nos
exorta a confiar no Senhor e se deleitar
nele, prometendo que ele eh atenderá os
desejos do seu coração, do coração que
se centra em Deus e não em si mesmo. uma
verdade, uma verdade, desculpa, que
Saliere ignora, mas que nos oferece
esperança. Ao analisar a inveja, também
acharemos instrutivo pensar porque
Salier inveja Moza e não outra pessoa?
Porque ele sendo invejoso não inveja as
outras pessoas, não inveja o imperador e
as outras pessoas, inveja moa. Se
pensarmos nas pessoas que invejamos e
porquees invejamos em particular, surge
um
padrão. Os invejosos geralmente não
invejam aqueles que estão longe de seus
interesses e estilos de vida ou que são
muito mais talentosos ou bem-sucedidos
do que
eles. Você não invejaria Neymar, Messi,
eh, pelo seu dom de jogar futebol,
porque você não joga futebol, é uma
distância tão grande. O invejoso tende a
invejar as pessoas a quem podem se
comparar desfavoravelmente. Isso é
aqueles que são como eles, só que
melhores que eles. Um escritor não se
importa se um atleta olímpico ganha uma
medalha de ouro na corrida de 5.000 met
enquanto ele mal consegue terminar uma
corrida local de 5 km. Mas ele se queima
e se corrói quando o seu colega recebe
uma ótima crítica sobre o seu livro,
sobre o seu último romance. Ele é
escritor, enquanto seu próprio trabalho
publicado recebe apenas
um um destaque
indiferente. Paraa pessoa que se define
por seu status de carreira e poder
aquisitivo, o sucesso não é definido em
comparação com Bill Gates ou eh os
bilionários eh de hoje, mas sim por quem
ganha mais do que ele próximo a ele. Não
é isso? Enjamos apenas aqueles a quem
desejamos rivalizar ou superar em
reputação. Como uma música antiga de sem
rodeios, nós odiamos quando nossos
amigos se tornam bem-sucedidos, porque
pensamos: "Deveria ter sido eu, poderia
ter sido eu". Os invejosos
caracteristicamente se ressentem do
sucesso apenas daqueles em cujo lugar
eles podem se imaginar, aqueles que
poderiam ter sido, não é?
se não fossem as cruéis reviravoltas do
destino. No entanto, ao mesmo tempo,
eles sentem que essa possibilidade está
tão distante deles que é
impossível. Paradoxalmente, o alvo de
nossa inveja está muito próximo para o
conforto e completamente fora do
alcance.
Os invejosos desejam ser superiores,
pois sua autoestima depende de superar
os outros no campo relevante de
comparação. Sua própria identidade
depende de superar os outros, mas apenas
aqueles que ameaçam essa identidade, ou
seja, aqueles próximos o suficiente para
serem comparados como rivais.
Se refletirmos sobre aqueles que
vejamos, provavelmente descobriremos
como definimos nossa própria identidade
e onde vemos essa identidade como mais
vulnerável.
A inveja geralmente surge quando a
superioridade de outra pessoa parece
ameaçar ou diminuir nossa própria
excelência e onde essa comparação nos
faz sentir
inferiores. Se essas áreas se
aproximarem do nosso senso, de quem
somos e porque somos valorizados, a
amargura da inveja pode se transformar
em puro
veneno. Refletir sobre as diferentes
maneiras pelas quais podemos vivenciar a
competição e a rivalidade nos dá uma
visão de da perspectiva do invejoso.
Como e por buscamos a excelência e como
distinguimos o esforço invejoso da
aspiração não invejosa em locais
competitivos.
O filme Carruagem de Fogo nos dá um
retrato de personagens de dois homens
diferentes com visões diametralmente
opostas da competição. Eric Lidl e
Harold Abrahams, né, lutam um contra o
outro na corrida dos 100 m. Harold se
esforça para se destacar e se dedica a
vencer porque tem medo de perder. Ele
exibe a mentalidade da inveja.
Após a primeira corrida que ele não
consegue vencer, Harold senta-se nas
arquibancadas com a cabeça entre as
mãos. Sua auto imagem está despedaçada.
Ele não consegue se ver como alguém que
corre e às vezes vence. Em vez disso,
ele deve ser um vencedor. Os dois que
competiram ali irão competir na
Olimpíada. Se eu não posso ganhar, não
vou correr. Ele diz com veemência para a
mulher que ama.
exasperada, ela responde bem. Se você
não correr, não pode vencer. Arold tem
uma atitude de inveja, defensivo, com
medo de ser mostrado inferior e feliz
consigo mesmo apenas quando supera sua
concorrência em excelência. Ser bom
suficiente significa ser melhor que o
outro e não ser o melhor que eu posso
ser na mente dele. Sua inveja torna seus
concorrentes antagonistas.
Ele não pode celebrar plenamente a
excelência deles, por exemplo, do Eric
Lidl ser mais rápido que ele. Já Eric
Lidl, que acabou sua vida com
missionário na China sendo morto. Por
sua vez, Eric Lid tenta explicar à irmã
que seu desejo de correr não vem de um
desejo inquieto de provar o que ele é,
mas de uma sensação já possuída de
descanso em Deus. Eric Lidel diz:
"Quando eu
corro". Ele diz a ela, né? Com paixão,
eu sinto o prazer de Deus. Ele me fez
rápido. E quando eu corro, eu sinto o
prazer dele. Quando eu corro, não quando
eu ganho. Você vê, Eric já se sente
seguro do amor de Deus. Ele se esforça
para correr bem e vencer. Não para
ganhar favores ou criar uma identidade,
mas para deleitar-se em atividades
excelentes com
alegria. Porque ele sente que, como Deus
deu a ele aquela velocidade, Deus se
alegra quando ele é
veloz. Ele ama a competição não porque
precisa vencer, mas porque gosta de
correr bem da excelência. Ele valoriza
seus concorrentes como seus parceiros na
busca da excelência e não como rivais
que o tirariam da excelência caso
superassem ele numa corrida.
Cada homem se compromete a correr bem,
tanto um quanto o outro, com intensidade
e fervor e com dedicação. Mas Harold e
Harold tem o lado ansioso do invejoso,
alguém que nunca pode ser bom ou bom
suficiente a menos que supere todo
mundo. O amor de Harold, por si mesmo,
depende do seu desempenho
comparativamente bem-sucedido com os
outros. Do, depende sua, o que é chamado
de autoestima. Por outro lado, Eric
Líder compete com a calma confiante de
alguém que sabe que eh vale o que vale
diante de Deus pela sua graça, qualquer
que seja o lugar que ele termine a
prova. Ele, portanto, corre com alegria
e liberdade, não com medo do
fracasso. O filósofo Thomas Williams
argumentou que os invejosos julgam
astutamente tanto a excelência em jogo
quanto sua posição em comparação com os
outros.
Senso de valor está em jogo. Sua
percepção de inferioridade baseada na
falta de alguma qualidade que eles
valorizam muito. Algo em termos do qual
eles medem o seu valor, faz com que os
invejosos se sintam mal consigo mesmos.
Quando seus rivais os superam, portanto,
não se trata de algo insignificante ou
trivial. Em vez disso, o sucesso de seus
rivais ameaça a melhor parte de si
mesmos. a parte de que se orgulham, da
onde tiram sua autoestima. algo de que
depende o seu
autoreseito. Seu julgamento de quem é
melhor ou pior pode ser bastante
preciso, mas eles levam esse julgamento
adiante, irritando-se internamente com
essa avaliação, porque para eles isso
implica que valem menos do que outra
pessoa que é melhor do que eles. E quem
poderia amar um eu sem valor? Quando
invejamos, nosso amor por nós mesmos
depende de superar nosso rival. Isso
explica porque Tomás de Aquino localiza
o vício da inveja na vontade, o mesmo
lugar em que localiza a virtude do
amor. Então nós queremos trazer um pouco
de curiosidade para ancorar essa
história. O Hecken usado no filme é a
obra realza. Tudo usado é obra real de
Moza, né? E mas foi uma obra inacabada,
porque ele morre, não é? Sendo forçado
ali a continuar escrevendo. E foi
completada por seu aluno, eh, Sus Meer,
com notas que
parecem parecem
chorar. F Morra Abraham, que é o ator
que faz Salier e que ganhou o Oscar de
melhor ator, aprendeu a escrever música
de verdade à mão para a cena, né? Dando
autenticidade, atenção daquela cena
incrível.
As filmagens em Praga usaram o teatro
States, onde realmente Moza estreou Dom
Geovani, criando uma conexão histórica.
E por exemplo, Milos Forman, que é o
diretor, dirigiu os atores para
improvisar emoções, capturando a
angústia de Salieri naquele momento de
fragilidade de Moza, como em a Laranja
mecânica, onde o Kubrick extrai a alma
do Alex com improvisos viscerais em uma
direção incrível. A produção com seus
cenários barrocos é como uma pintura
viva. A beleza, o luxo da corte de Viena
e os momentos
sombrios. E a gente está no clímax da
tragédia, né?
[Música]
Ah, as próximas cenas, a morte de Moza e
a confissão final de Saliere vão nos
levar ao fim, onde a inveja consome, a
culpa julga e a música transcende. Vamos
explorar os símbolos que nos guiam, a
psicologia que nos faz tremer e o que Am
Deus nos diz sobre ser humano eh no
mundo deuses, entre aspas, né, no mundo
idólatra que transforma tudo em ídolos.
Então, estamos prontos para, vamos
chamar de o último acorde, não é?
Clímax,
reflexões. Chegamos ao ápice de Amadeus,
onde a música de Wolfgang Amadeus Moza
ressoa como um hino celestial. A inveja
de Antônio Salieri se cristaliza em
culpa o condena a um inferno de sua
própria
criação. Depois de explorar a rivalidade
que incendiou Viena, a sabotagem
contínua e a falsa amizade que envenenou
a corte contra Mozar e o Hen que
anunciou a morte, a gente entra no
clímax onde tudo converge. A genialidade
que transcende os limites humanos, a
mediocridade que destrói o que não pode
alcançar, a obsessão
que consome a alma e a esperança de
redenção que brilha mesmo na escuridão
mais profunda. Então vamos analisar duas
cenas finais, a morte de Mozar e a
confissão de Salieri para desvendar o
que torna Deus uma obra prima que corta
como uma lâmina e eleva como uma
sinfonia, como o simbolismo que pulsa,
como uma ferida psicologia que nos faz
encarar o abismo e crítica à nossa
cultura que reflete nossas próprias
lutas. Essas cenas são o coração
pulsante do filme. Como parábola, Deus
nos ensina sobre a inveja como um pecado
mortal que afasta o homem do amor
divino. Mas a verdade bíblica, através
de pensadores como Agostinho e Edwards,
aponta para a cruz de Cristo com a cura,
oferecendo graça, gratidão e
contentamento como o único antídoto que
Saliere nunca busca, mas que permanecem
disponíveis para nós. É como canta Bob
Dylan em Blow in the Wind, quantas vezes
um homem deve olhar para cima antes de
ver o céu. Salier nunca olhou para a
graça, mas sua história nos convida a
erguer os olhos. E no final vamos deixar
uma pergunta que ecoa como a última nota
de um hequem. Qual é o preço da
inveja? Primeiro, a cena da morte de
Moza. Há um momento que é como um
trovão, não é?
Rompendo o silêncio da
alma. Estamos em 1791 e Mozar agora, com
35 anos, está devastado, doente, febril,
endividado. Sua energia infantil
apagada, o rosto completamente pálido
como cera
derretida. Ele jaz numa cama simples,
num quarto frio, trabalhando no hein, a
missa fúnebre que parece prever o seu
próprio fim. Salier disfarçado como
patrono misterioso, o visita
pressionando, como eu disse, a terminar
a obra, oferecendo mais dinheiro. E numa
sequência de cortar o coração, Mozar com
a voz fraca dita as notas do Hecken para
Salieri, que escreve com mãos trêmulas e
ao mesmo tempo fascinado com a
genalidade de Moza e horrorizado ao
mesmo tempo com ela. Cada nota tem uma
gota de eternidade, tão bela que
parece vir diretamente do céu, mas
também é um passo para a
morte. Moa, exausto, desmaia sua
respiração falhando. Constânzi, sua
esposa, que tenta sempre e quer impedir
Mozes de continuar naquela eh na naquela
corrida trágica, chega tarde demais e
Moza morre.
Seu corpo frágil envolto em só brancos,
levado
por falta de recursos para uma vala
comum sobre uma chuva gelada, enterrado
como um indigente, enterrado numa vala
comum de tal maneira que não se sabe
onde exatamente está
enterrado o maior gênio da música de
todos os tempos. Salier vai ao enterro,
assiste mudo, como se o próprio Deus
tivesse sido
silenciado, seus olhos vazios, mas
cheios de culpa. É como em Hecken para
um sonho onde Harry, perdido em seu víço
murmura: "Eu só queria que fosse como
antes." Saliieri, como Harry destruiu o
que amava e agora enfrenta o vazio de
sua escolha. A
cena é devastadora, um hack. Não só para
Moza, mas para a alma de Salieri, que
matou o que mais admirou na vida e ao
mesmo tempo o que mais odiou. O
simbolismo é monumental. A morda é a
transcendência, sua música subindo ao
eterno que encanta o mundo séculos
depois, como Orfeu cantando até o último
suspiro, deixando um legado que brilha
além do túmulo. Salierei é o vazio, um
homem que destruiu o divino e ficou com
as mãos sujas, com Caim, após assassinar
Abel, carregando uma marca que nunca vai
se apagar. O Hecken é a ponte entre a
vida e a morte. Uma obra que Salieri
deseja possuir, mas nunca criará nada
igual, como prometeu acorrentado, não é?
Incapaz de tocar o fogo que ele roubou
dos
deuses. As cores são sombrias. O branco
dos lençóis é a pureza final da música
de Moza e sua inocência de não ter
percebido até o fim que Salieri não era
seu amigo. Sua falsa amizade
agora que ele não percebeu, ele está
livre da carne.
Eh, e os lençóis brancos estão mostrando
tudo
isso, a sua inocência em não perceber, a
inocência, entre
aspas, e o preto da capa de Salier e a
sua malícia como um demônio que venceu,
mas perdeu. O cinza da chuva e do
ambiente é o luto que ele não
sente. Um mundo sem música. Jun diria
que Mozar é a luz que Saliere nunca
integrará sua sombra.
vencendo a batalha, condenando agora à
escuridão. E a verdade ressoa: "Salierei
é Judas traindo o escolhido de Deus, mas
sem esperança de perdão. O Lúcifer
caindo por invejar o céu. Freud veria a
culpa de Salieri como o inconsciente
explodindo, incapaz de suportar a
destruição que causou uma obsessão que o
devora.
A morte de Moza é o ápice da inveja de
Salieri, que como a rainha má em Branca
de Neve busca destruir a beleza que não
pode possuir. Sua culpa reflete a
incredulidade do salmo que citamos,
Salmo 37:1, que adverte contra invejar
os ímpios, pois eles logo morcharão como
a
grama.
E é irônica, né? A música de Moza
transcende sua morte.
até hoje encanta todos. Enquanto
Saliere, como aquele atleta grego que
tentou destruir a imagem que foi feita
para seu rival, foi esmagado pela
estátua do rival que tentava destruir.
Salieri foi destruído por sua
inveja. A verdade oferece uma cura que
Saliere ignora. Primeira Pedro 2, 1 a3
exorta abandonar a inveja e desejar o
leite espiritual puro da bondade de
Deus. que cura a
alma. Eh, Jonataiadas nos ensina que
Cristo, que não tomou por usurpação o
ser igual a Deus, nem se ressentiu de
nos dar um assento no céu, destrói a
inveja satânica, oferecendo graça que
Saliere rejeita, mas que nos convida a
aceitar. A cena da confissão final de
Salieri é o desfecho, um golpe tão
poderoso quanto o acorde final de uma
sinfonia. De volta ao asilo, não é? Em
1823, Salieri Velho termina sua história
encarando o jovem padre, cujo rosto está
congelado em horror, porque todo o filme
era Saliere se confessando e contando
tudo ao padre, né? E ele está com a cara
ali com o rosto congelado em horror, o
jovem padre. E ele disse, eu, Saliel diz
ao padre, eu sou o padroeiro da
mediocridade. Você sente amargura em sua
voz até o fim. Ele proclama com uma
risada amarga que corta como vidro, como
se abraçasse seu destino como um prazer
masoquista. Ele se levanta e abençoa os
loucos daquele asilo, declarando-se seu
santo e padroeiro. E então ele é levado
embora.
na sua cadeira de roda por corredores
escuros, sua risada ecoando como um
lamento que nunca
silencia. É como em O Cavaleiro das
Trevas, quando o Coringa rindo em sua
cela diz: "Você acha que pode me
entender? Eu sou uma força da
natureza". Salierei como Coringa abraça
sua danação com um riso que desafia o
mundo, mas esconde um vazio que o
consome. A cena é um terremoto
emocional. Um homem aceitando sua
danação com um sorriso torto, como se o
inferno fosse seu reino. O simbolismo é
brutal. O asilo é o inferno de Saliere,
onde ele reina como um rei vazio. Melhor
reinar no inferno do que ser apenas um
súdito do céu, como Satanás em um
paraíso perdido,
orgulhoso, mas derrotado. Sua risada é a
culpa, um grito que substitui a música
que ele nunca criou, como Caim
carregando sua marca eterna. A luz fraca
do asilo, quase na penumbra, é a
ausência da redenção. O oposto do brilho
de Moza, que agora vive na eternidade,
entre aspas, em sua
música. As cores são frias. O cinza das
paredes é a desolação. O preto da batina
do padre é o julgamento. O vermelho nos
olhos de Salieri é o sangue de sua alma,
como lágrimas que nunca caem. Niet diria
que Salieri é o rebanho incapaz de ser o
superhomem, destruindo pela
inveja aquilo que ele queria que o
definisse. Platão veria Salier preso na
caverna, rejeitando a luz que Moza
ofereceu, preferindo as sombras da
mediocridade.
S Eliot falaria de o tempo que não
redime, onde Salieri é condenado
eternamente sem
escape. A confissão final de Salieri é a
culminação de sua inveja, que como
Joseph Epstein pergunta, reflete por ele
tem e eu não. Sua proclamação como
padroeiro da mediocridade. Ele disse, eu
sou o padroeiro da mediocridade. É a
rejeição final da graça. como Pedro em
João 21, que compara seu destino ao de
João apenas para ser repreendido por
Jesus pela
comparação onde Jesus diz: "Siga-me
tu". Salier, em vez de confiar em Deus,
como exorta o Salmo 37 3 a 5, escolhe a
incredulidade condenando-se a um inferno
autoimposto. A verdade cristã, através
de Agostinho nos lembra que a humildade
de Cristo é o remédio para inveja.
Enquanto vimos como Edwards ensina que o
evangelho liberta da inveja
satânica, oferecendo a Saliere e a nós a
possibilidade de redenção. A parábola de
Amade Deus nos desafia abandonar a
comparação, como Jesus ensina em João
21, e abraçar a gratidão, como Romanos
8:32 promete. Se Deus não poupou o seu
filho, não nos dará todas as coisas
juntamente com ele. A crítica a nossa
cultura é um alerta. Vivemos numa era de
mediocridade, onde a inveja nos faz
celebrar o comum e apagar o excepcional,
como em redes sociais, onde o brilho é
ofuscado por likes ou em sistemas que
premiam a conformidade, não eh a arte.
Amadeus pergunta: "Você é saliere
invejando o que não tem ou moa criando
apesar de tudo?"
A morte de Moza e a confissão final de
Salieri são clímax da parábola,
ilustrando a inveja como uma força que,
como o vídeo descreve, Roi e é
ruída, é o que a alma experimenta.
Salierei, como Caim, Judas e Lúcifer é
consumido pelo ódio que nasce da inveja,
cumprindo a advertência de Gálatas 5:21.
Sua ingratidão, como eu mencionei os
anões em a última batalha, o cega paraa
bondade de Deus, enquanto sua comparação
com Moza o leva à
irracionalidade.
Contudo, a verdade bíblica oferece
esperança, não é? A
nos ensinar a confiar em Deus,
prometendo que os mansos possuirão a
terra. João 21 nos exorta a parar de
comparar, como Jesus disse a Pedro,
enquanto João 6 nos lembra que Deus
multiplica nossos pequenos dons, nossos
pequenos peixes e pães, e ele pode fazer
muito mesmo daquilo que temos que é
pouco. cura para a inveja está no
evangelho, que destrói a inveja
satânica, como Jonathan Edward diz,
através da humildade de
Cristo. A prática da gratidão como
antídoto, a ingratidão nos liberta para
celebrarmos os dons alheios, enquanto o
arrependimento, como descrito em
Primeira Pedro 2 1 a 3, nos chama a
abandonar a inveja e buscar a bondade de
Deus.
A parábola de Amadeus nos desafia a
escolher a graça sobre a inveja,
confiando que como Romanos 8:32, Deus
promete que nós receberemos em Cristo
todas as coisas. Amadeus ainda liga o
ódio de Saliere a Moza ao ódio a
Deus. O título do filme joga com a ideia
de que Deus, como Jacó, eh, tem
favoritos. Amadeus significa amado por
Deus, como em Simzer é amado, então
Salieri é odiado. Um manual
confio eh retoma essa ideia, definindo a
inveja como insatisfação com o nosso
lugar na ordem da criação e naquilo que
Deus escolheu para nossa vida,
manifestada na inveja de seus dons aos
outros. A queixa final de Salieri não é
contra Moza, mas contra Deus.
por dar a Mosa mais talento do que lhe
deu a
Salieri. Esses casos extremos mostram
que eh a inveja não pode ou os invejosos
não podem se alegrar com o que Deus dá
aos outros, porque isso o faz se sentir
pior consigo mesmo. Tomás aqui no
argumenta que a oposição da inveja ao
amor a Deus e ao próximo, não é? A
virtude da Caritas a torna um pecado
mortal. Em suma, os invejosos se
ressentem de Deus, sentem-se amargurados
com os outros e se condenam a um inferno
que eles mesmos criaram já na Terra
antes de morrerem.
Às vezes, o invejoso tentará resolver
sua situação reorganizando os rankings
para que ele saia superando o seu rival.
Mesmo que eh ele pudesse ter sucesso em
derrubar seu rival e estabelecer sua
própria superioridade. No entanto, o
fundamento da sua autoestima permanece
frágil e temporário. É por isso que
aqueles que são propensos à inveja, como
Harald Abrahams, que a gente viu no
filme Carruagens de Fogo, que também é
uma história real, sentem medo mesmo
quando vencem. Seu domínio sobre sua
posição mais elevada é tênue e
facilmente perdido. E facilmente é
perdido mesmo. E quando sua posição de
excelência é prejudicada, o mesmo
acontece com seu senso de valor
próprio, como acontece com todas as
formas de orgulho. No entanto, o melhor
que os invejosos podem fazer é brincar
de Deus. Uma estratégia que acaba por
desmoronar em uma grande farça. Os
invejosos não podem se dar talento ou
sucesso. Eles não podem se tornar
excelentes ou se dar valor, nem podem
tornar os outros menos do que são ou de
menos
valor. Eles podem tentar matar, como
Salieri fez de maneira astuta, ou eles
podem tentar matar o outro com sua
boca, no ouvido dos outros ou em redes
sociais. Anos depois, a única melodia
que o padre reconhece é a de Moza. Há
uma cena incrível quando eh Salieri
conta para o padre que ele foi um grande
músico e maestro na corte do imperador e
compôs muitas músicas, muitas óperas.
Então ele começa a tocar algumas das
suas obras. E você lembra dessa? Ele
pergunta pro padre. Mas o padre não, o
padre é um jovem, né? Ele não lembra. E
ele toca outra. Ele toca outra. toca
outra e o padre não lembra. E de repente
ele toca uma música e o padre, os olhos
se acendem com alívio e diz: "Eu lembro
dessa, essa é linda, maravilhosa. Gente,
eu não sabia. É sua música?" Ele diz:
"Não, essa é de
Mozart".
Então, eh, e a única melodia que o padre
reconhece é a de Moza. Os maiores
esforços de Salierin para matar Moza
terminaram em
fracasso. Salierin está esquecido, ainda
vivo. Moza é lembrado depois de muito
tempo morto. É lembrado até agora, até
hoje. Autocompreensão do cristão por
causa da graça soberana é que ele é
precioso diante de Deus. Por mais
pecador que seja, por mais fracasso ou
sucesso que possa ser pelos padrões das
comparações mundanas e que todas as
outras pessoas que ela conhece tem o
mesmo status. Essa visão não é apenas
aquela que nivela todas as distinções
pelas quais os egos buscam glória. Essa
visão quando apropriada é também um
fundamento último da
autoconfiança, não é? Ou da autoestima.
Pois a mensagem é que Deus me ama pelo
que eu sou. Eu não sou nada. Então, o
amor dele não está ligado a nada bom em
mim, porque não havia nada bom em mim
quando ele me amou. Não por qualquer
coisa que eu alcancei, não por minha
beleza, minha inteligência, meus
talentos ou eh por servi-lo, por ser um
grande pregador, por orar muito bem, não
é? ou retidão ou por qualquer outra
qualificação, mas simplesmente da
maneira que uma boa mãe ama o fruto do
seu ventre. Deus
soberanamente escolheu me amar. Se eu
conseguir colocar isso na minha cabeça,
ou melhor, no meu coração, então não
estarei me agarrando desesperadamente
autoestima às custas dos outros e me
afastando do meu próprio destino, que é
a comunhão espiritual com Deus e com
todos os outros que ele também por graça
chama.
E a inveja então é evidente em nossa
falta de gratidão. Como disse um autor,
a inveja é cega para seus próprios dons.
Quando você está nas garras da inveja,
deixa de ver toda a bondade merecida que
Deus e outros já mostraram a
você. Você está
saudável? Você tem todas as suas
faculdades, você está empregado, existe
algum perigo de pular uma refeição? essa
semana de não ter o que comer. A maioria
de nós tem pelo menos algumas dessas
bênçãos, se não todas. Muitos de nós
atualmente temos todas, mas quando
estamos com inveja, não estamos pensando
no que temos. Estamos pensando no que
não temos, especialmente em comparação
com o que outra pessoa tem. O puro
domicional de Deus substituem a amargura
da inveja por uma sensação de
bem-aventurança inabalável.
Como observa Roberts, os invejosos
preferem ver o mundo através das lentes
do que lhes é devido ou do que eles
acham ou realizaram em vez de ver o que
recebem como um presente. "Eu mereço
coisa melhor", o invejoso diz. "Eu
mereço coisa melhor", dizem os
invejosos. "Ou porque a minha vida não é
tão boa quanto a dela. Ou fui enganado
se não conseguir isso". E outra pessoa
conseguia.
Todos soam como ecos inveja, mas nosso
Deus é um Deus de amor e bondade
abundantes. Não descasseis. Os invejosos
devem desaprender sua narrativa de ver a
si mesmos e o que lhes foi dado como não
é bom o
suficiente. A prática da gratidão nomear
dádivas e bênçãos cotidianas
específicas, grandes e pequenas, e
agradecer a Deus pelas dádivas de outras
pessoas que nos abençoaram naquele dia.
Como se alher devia se sentir abençoado
ao ouvir a música de Moza, também pode
nos dar novos olhos para ver.
eh, e corações para celebrar a bondade
que já foi derramada sobre nós como
amados de Deus. A segurança de saber que
já somos amados fundamenta tanto nossa
gratidão por todas as boas dádivas,
quanto nossos esforços zelosos para
sermos
melhores com aquilo que Deus nos deu.
Não temos motivos para temer que não
seremos amáveis a menos que nos
igualemos ou superemos uns aos outros.
O mal olhado da inveja diminui nossa
visão do bem. Um coração de gratidão
amplia isso. Os santos e aqueles que
admiramos como excelentes não nos
ameaçam como rivais, mas servem como
belas
inspirações. Como seus aprendizes,
podemos vê-los não como obstáculos ou
concorrentes, mas como viajantes
experientes que lideram o caminho. Com
seu exemplo e encorajamento, podemos ir
além de qualquer coisa que imaginamos
para nós mesmos. Bilk escreve o Espírito
Santo foi chamado de o Senhor e doador
da vida. E extraindo o seu poder dessa
fonte, os santos são essencialmente
doadores de vida.
Estar com eles é tornar-se mais
vivo. Eles nos convidam a viver com
alegria a partir de um sentimento grato
do amor de Deus e do poder vivificante.
Entocados pela lente comparativa do
invejoso, podemos abraçar nossa bondade
simplesmente como uma bênção e um
presente de um bom pai.
E da plenitude dessa graça, podemos
descansar contentes em seu amor e seguir
ansiosamente o chamado para crescer.
Lidar com a inveja, portanto, envolve
todas as disciplinas do arrependimento.
conhecer o pecado, confessá-lo ao
Senhor, confiar em seu perdão e tomar
medidas proativas para substituir a orda
de pecados relacionados à inveja,
comparação, reclamação, crítica,
ingratidão,
ódio, amargura, com as virtudes da
gratidão, contentamento e
amor. E amar a Deus é um espírito cruel.
A inveja de Salieri é nossa. O desejo de
ser mais no mundo que exalta poucos como
competidores numa corrida sem fim. A
genialidade Mozar é o divino que
buscamos, a faísca que nos faz sonhar,
mas que raramente tocamos. A culpa de
Salieri é o peso humano, a luta contra o
que nos transcende, como se fôssemos
prometeu, punidos por querer o fogo. A
música é a transcendência aqui na
história, né? A única verdade que resta
no final, um portal para o eterno que
Saliere nunca cruzará. Freud tentaria
nos dizer e nos fazer ver a inveja como
desejo reprimido. Um veneno que nasce no
inconsciente. Jung vê Moza como a luz
que Salieri nega sua sombra vencendo a
luta no fim. Niet nos desafia. Salieri
falhou por não ser o super homem
enquanto Moza voou além. O que não vai
nos ajudar.
A verdade nos lembra de Caim, Judas,
Lúcifer,
homens e anjos, né, que caíram por
invejar o
divino. Como parábola Deus nos ensina
que a inveja enraizada no orgulho é uma
descrença na bondade de Deus.
E a história de Salieri é um alerta
contra a comparação, como a gente viu
Jesus eh repreender Pedro em João 21 e
um convite à
gratidão. A cura está na cruz, onde
Cristo, segundo Janata Éda, destrói a
inveja satânica e na humildade, como
Agostinho ensina, que nos liberta do
orgulho. A parábola nos desafia
abandonar a inveja, confiando que Deus
multiplica nossos cinco pães e dois
peixes. em João 6 e a celebrar os dons
alheios com amor, como Romanos 12:15
exorta. O evangelho é o remédio que cura
a inveja, que apodrece os ossos.
É a radiação que mata esse câncer de
alegria maliciosa.
eh como eh vimos não é sua
designação é o poder expulsivo de uma
nova afeição, o sabor de algo melhor que
nos livra dos pedaços cobertos de
chocolate mais envenen
e venenosos, envenenados de comparar,
criticar,
reclamar da ingratidão e que leva ao
ódio.
Se nos testarmos e falharmos, que
esperança temos? Muito em todos os
sentidos. Temos a cruz de Cristo. Se
essa história revela esses sintomas em
nós, nós temos a cruz, temos a graça de
Deus, temos a profunda alegria e deleite
de conhecer a Deus em Cristo. Em
primeiro lugar, a cruz de Cristo, a
única maneira de destruir a inveja é
através da cruz de Jesus Cristo, porque
somente o sangue de Cristo nos purifica
dos pecados, da inveja, rivalidade,
ressentimento e malícia. Jesus morreu
para nos libertar de todas as cadeias da
inveja. Devemos confessar nossos pecados
como Asaf que disse: "Tive inveja dos
ímpios". Não devemos dar outros nomes.
Não devemos pegar a psicologia para
explicar e agirmos como meros doentes em
vez de pecadores. Devemos confessar
nossos pecados, procurar genuinamente
nos afastar deles, pedindo ajuda a Deus
e confiando somente em Cristo para nos
perdoar, perdoar nossos pecados e suprir
todas as nossas necessidades. Em segundo
lugar, a graça de Deus. Paulo diz: "Pela
graça de Deus sou o que sou". Primeira
Coríntios 10
15:10. Isso não é uma cura. Pela graça
de Deus, eu sou o que sou. Imagine se
Salier pudesse dizer: "Pela graça de
Deus, eu sou o que sou. Moza é o que é.
Graça é o que nos define, não o que a
gente faz, não nossos supostos talentos,
não nossas realizações, não nossa
posição. Graça é o que nos define. A
graça é o que nos forma e nos preenche.
A graça é o que nos torna quem e o que
somos. Você não precisa de todas aquelas
coisas que os outros têm. Você tem
graça, você tem Deus e ele aprova você
em seu filho. Ele está feliz com você
por causa do que Cristo fez. Ele
nos abraça como seus filhos e filhas.
Ele diz a você: "Você é meu filho amado.
Estou muito satisfeito com você. Se você
acredita nisso, ou seja, se você está em
Cristo, se você acredita nisso, no fundo
do seu coração, pode ficar livre da
inveja. A terceira coisa, gratidão por
nossas
bênçãos
e porque somos definidos pela graça de
Deus. Podemos sempre dar graças a Deus
por tudo. Podemos realmente e em tudo
dar graças porque sabemos que Deus nos
deu seu filho Jesus e um dia nos dará
todas as coisas nele. Romanos 8:32.
Mesmo agora nós podemos estar cheios de
gratidão por todas as boas dádivas que
ele nos
deu.
E como certa vez alguém escreveu, o
remédio mais eficaz para a inveja é o
puro leite espiritual da bondade de
Deus. A gratidão é a postura da alma que
recebe essa bondade. E a gratidão é
fundamentalmente incompatível com a
inveja. Pessoas gratas não invejam. Na
verdade, eles não podem vejar. Aqueles
cujos corações estão transbordando de
gratidão a Deus por toda a sua bondade
para com eles, não tem espaço para a
matilha de lobos da inveja com todas as
suas caras
feias. Mas não devemos parar com a
bondade de Deus para conosco. Devemos
também ser gratos pelo que Deus dá às
outras pessoas. Isto é um verdadeiro
sinal de se ter um novo coração. Quando
você olha para o que Deus dá aos outros
e não a você e diz: "Obrigado, obrigado,
obrigado, Senhor, porque tu tens sido
tão bom para eles e tão bom para mim".
No final, a aprovação de bom coração de
Deus a nós em Cristo é o que nos liberta
de sermos definidos pelas bênçãos e
oportunidades dos outros. O abraço
caloroso de Deus em seu filho nos livra
da escravidão mesquinha, a inveja, para
que possamos desfrutar e celebrar os
dons e habilidades de nossos amigos e
familiares. A graça de Deus que nos eh
que amplia a alma nos permite dizer:
"Não preciso me agarrar aos talentos e
dons dos outros. Não preciso cobiçar o
cônjuge, a casa, a família, o ministério
ou as oportunidades do meu próximo. Não
sou definido pelas bênçãos dos outros,
nem sou definido pela minha. Sou
definido pela graça de Deus. Portanto,
eu me recusarei a me medir por um padrão
falso. Resistirei ao desejo compulsivo e
implacável de competir com todos sob o
sol, especialmente aqueles que são
chamados a fazer as mesmas coisas que
eu. Vou matar sonhos maliciosos sobre a
queda e fracasso de outros, saboreando o
conhecimento seguro de que Deus é
pródigo em graça e que ele prometeu
graciosamente, gratuitamente e
abundantemente dar a mim e a eles todas
as coisas em seu filho
amado. Vamos dar umas curiosidades para
fechar o pano. A peça de Shaifer tinha
um final mais ambíguo, com Salier menos
explícito, mas o filme escolheu a risada
como um grito de
danação. F Murra Abraham usou sua
formação teatral para tornar a risada
final um ícone, praticando por semanas
até encontrar o tom
perfeito. Amadeus revitalizou o
interesse por Moza com o Hecken voltando
as paradas na década de 1980. As
filmagens em Praga captaram a Viena do
século XVI de uma maneira incrível, como
eu disse, com o teatro states, onde Moza
estreou Dom Geovani com cenário. É como
em Oanista, onde a música de Chopan
tocada em meio à guerra lembra o poder
da arte para transcender o
sofrimento. O filme com oito Oscars é um
testemunho do poder da arte, né? Amar
Deus é eterno, um espelho que nos força
a olhar para dentro.
Saliere é vilão, é vítima, é apenas o
ser humano
caído. Me conta nos comentários, você é
Saliere invejando o que não tem ou moar
criando apesar de tudo, confiando apenas
naquilo que Deus nos dá em sua sabedoria
e graça?
Ou como a fé cristã sugere, você busca a
graça que liberta da inveja, confiando
no Deus que promete cura as feridas da
alma e nos chama a viver em gratidão e
amor. Qual é a sua
música? Pense nisso e até a próxima. E
cuidado com a inveja que vai continuar
por toda a vida sussurrando algo no seu
ouvido.
Segue a paz.
[Música]
Busca
luz
[Música]
santidade ao
[Música]
Senhor. Não sou quem devo
ser. Não sou quem quero ser.
Mas pela graça sigo firme na estrada do
meu
[Música]
rei. Luto contra o que
sou, o que fui, o que há em mim.
[Música]
Mas o teu amor me cerca e me chama a
[Música]
prosseguir sem
pureza sem o santo.
[Música]
Ninguém
verá o
[Música]
Senhor, mas o teu
sangue me
veste e me faz
filho do amor.
[Música]
Vejo trevas ao
redor. Vejo lutas dentro em
mim, mas tua mão me sustenta e me ergue
no caminho.
[Música]
Há um fogo dentro,

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