AMADEUS | Por Que Salieri Odiou Mozart e Deus? | Josemar Bessa
02/06/2025
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Fonte: Josemar Bessa
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Você já sentiu inveja de alguém tão talentoso que parecia tocar o divino? E se esse talento que você nunca alcançará fosse ao mesmo tempo sua maior inspiração e sua pior maldição, um lembrite cruel do que você nunca será. Essas palavras poderiam surgir do coração envenenado de Antônio Salieri, um narrador sombrio de Amade Deus. Um filme que não é apenas sobre música, mas sobre o que acontece quando a genialidade de outro nos faz questionar nossa própria existência, nosso lugar no mundo, até nosso pacto com Deus. Amadeus, lançado em 1984, é dirigido por Milos Forman. É um clássico que corta como uma faca, uma ópera cinematográfica que mistura beleza sublime, tragédia avaçaladora e um veneno que goteja devagar. É uma história que pergunta como lidar com a inveja que corrói por dentro, a culpa que consome a alma, a busca por transcendência que eleva o espírito e a obsessão que arrasta para o abismo. Como disse o professor John Kitten em Sociedade dos Poetas Mortos, nós não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho. Nós lemos e escrevemos poesia porque somos membros da raça humana. E a raça humana está cheia de paixão em Amadeus. A paixão de de Salierei é a sua ruína, uma chama que queima sua alma ao invejar a poesia divina de Moza em forma de música celestial. Hoje vamos mergulhar na mente torturada de Salieri, um compositor mediano e maestro que viu em Afgang Amadeus Moza, um gênio enviado pelos céus e decidiu enfrentá-lo, mesmo que isso significasse desafiar o próprio divino. Porque ama a Deus nos fascina, nos incomoda, nos faz refletir sobre nossas próprias falhas. Porque quatro décadas depois do lançamento do filme, ainda sentimos o peso da confissão de Saliere como se fosse nossa. Acima de tudo, precisamos da sabedoria teológica cristã, que há séculos diagnostica a inveja como uma doença da alma. Um pecado capital que nas palavras de Provérbios 14:30 faz apodrecer os ossos. Amadeu serve como uma parábola poderosa, ilustrando a inveja através da tragédia de Saliere, que como Caimjando Abel rejeita a bondade divina e se condena à escuridão. É como em o Senhor dos Anéis, quando gol, consumido pelo desejo do anel, eh, murmura: "Nós o queremos, nós o precisamos, deve ser nosso, mas não é nosso." A inveja de Salieri por Mozar é seu anel, um desejo que o escraviza e destrói. A tradição cristã com pensadores como Tomás de Aquino, que define a inveja como tristeza pelo bem alheio, e Jonathan Edwards, que a chama de um espírito de oposição à felicidade comparativa dos outros, nos guia para entender a destruição espiritual de Saliere e a cura oferecida pelo evangelho. Nessa análise, usaremos a narrativa do filme para explorar a inveja como uma força que obscurece a mente e corrói o coração, examinando seus sintomas, suas raízes no orgulho e a redenção que Saliere nunca busca, mas que permanece disponível através da cruz de Cristo. Então, prepare-se porque essa viagem vai nos levar por palácios dourados, notas que tocam a eternidade e sombras que nunca nos deixam. E no final a música pode ser a única verdade que resta, mas a graça divina é a única esperança que redime. Vamos começar do zero, como se estivéssemos falando com alguém que nunca ouviu falar de Amadeus. O filme baseado na peça de Peter Schiffer é narrado por Antônio Salieri, interpretado por Fur Abraham, que ganhou o Oscar de melhor ator pelo filme. Um compositor envelhecido, amargurado, internado num asilo após tentar tirar a própria vida cortando o pescoço com a lâmina. da escuridão de sua cela num confessionário improvisado. Salier conta sua história voltando ao século XVII, a corte de Viena, um mundo de intrigas, perucas empoadas e música celestial. Salieri era um músico respeitado, compositor da corte do imperador Joseph II. Um homem de fé que prometeu sua vida a Deus em troca de talento era Salierei. Mas sua música era mediana, correta, sem brilho. Tudo muda quando ele conhece o F Ganggang Amadeus Moza, vivido por Tom Ruls, um jovem prodígio de 26 anos, cuja música é tão perfeita que parece ditada por anjos. Moza é um gênio, mas também imaturo, vulgar, quase infantil. Na verdade é infantil, com risadas estridentes e piadas grosseiras que chocam a corte. É como em o grande Gatsby, onde J Gatsby com sua riqueza e carisma fascina e ofende a elite. E tão Tom Bucinan invejoso, sussurra. Eu sei do que ele é feito. Salier com Tom vem Moza uma ameaça a sua própria identidade. Um intruso que brilha demais. Para Saliere, isso é uma afronta. Por que Deus escolheu esse macaco obsceno, como ele se refere a Moza, como seu instrumento, em vez de um homem virtuoso como ele? A inveja consome Salieri, que começa a tramar contra Moza, sabotando sua carreira, manipulando a corte enquanto luta com a culpa de desafiar o divino. A corte de Viena, com seus salões dourados, o imperador de Joseph II, a esposa de Mozar Constanzi e outros nobres, é o palco dessa rivalidade, onde a genialidade Mozar brilha, brilha como sol e a mediocridade de Salieri ferve como veneno. O filme não é uma biografia que deseja ser fiel em cada detalhe. É uma fantasia trágica, onde a música de Moza é a alma e a inveja de Salier é o motor da tragédia. Amar Deus não é só sobre compositores, é sobre a dor de ser comum, a culpa de querer ser mais, a transcendência que a arte promete e a obsessão que nos destrói. Como parábola, ama Deus reflete a definição de Frederick Binner da inveja como o desejo ardente de que todos sejam tão malsucedidos quanto você. Salieri, incapaz de celebrar o talento de Moza, deseja sua ruína. E quando a história bíblica de Saul, que ao ouvir as mulheres cantarem, Saul matou seus milhares e Davi, seus 10 milhares em Primeira Samuel 18:7, é consumido por um ressentimento que o leva à violência. A inveja de Salieri é uma doença espiritual como descrita por Basílio de Cesareia, que roi as entranhas, transformando sua admiração inicial em ódio e autodestruição. O que faz amar Deus tão poderoso é como ele tceas que nos acertam no fundo do peito, que nos fazem olhar para nossas próprias fraquezas e desejos. Primeiro, inveja. Salieri não suporta que Moza, um garoto imaturo, tem o dom que ele nunca terá. É como Caim olhando para Bel, invejando o favor divino, ou prometeu cobiçando o fogo dos deuses. Segundo, genialidade. A música de Moza é mais que humana, é divina, como se ele fosse um canal para o Eterno, o maior compositor e gênio musical de todos os tempos. Niet, com sua ideia de superhomem veria Mozer como alguém que transcende a todos, enquanto Salierei é apenas o rebanho preso na sombra. Terceiro, culpa. Salier sabe que sua inveja é um pecado, mas não resiste como se estivesse declarando guerra a Deus. É uma culpa bíblica como Adão comendo fruto proibido, sabendo que pagará o preço. Em o iluminado Jack Thor, preso em sua própria obsessão, ele grita: "Eu sou o chefe aqui. Sua culpa como a de Salieri é saber que está destruindo o que ama, mas não parar". E quarto, transcendência. A música é o sagrado em Amade Deus, um portal para o eterno. Mas Saliere, obsecado por ser o escolhido, só encontra escuridão. Segundo Freud, diria que a inveja de Salier é um desejo inconsciente, uma obsessão que o consome, enquanto Cjungo veria Mozar como a luz que Salieri deseja, mas nunca alcança. A verdade bíblica aprofunda essa análise. A inveja, como Sócrates a chamou, é a úlcera da alma. Uma doença que, segundo Aristóteles, surge como uma dor perturbadora, excitada pela prosperidade dos outros. Em Saliere, vemos a inveja como uma força que o leva a violar o mandamento de Romanos 12:15. Alegrem-se com os que se alegram, preferindo a Shad Fralda, a alegria maliciosa. Shaden Fralda é um termo alemão que significa o prazer que se sente com a desgraça ou infelicidade de outras pessoas. E a alegria que surge ao ver alguém se dar mal, sofrer um prejuízo ou fracassar. A palavra é composta de shalden, que significa dano ou prejuízo, e fralda, que significa prazer ou alegria. É um sentimento complexo que envolve elementos de prazer, satisfação e, em alguns casos, até mesmo um certo deleite em ver alguém pagar por seus erros ou receber a punição que se considera justa ou ver quem você não gosta, por qualquer razão que seja, finalmente se dar mal. E manifestação pode ser expressa de diversas formas, desde a manifestação discreta de satisfação interna até a demonstração explícita de prazer ou zombaria diante do sofrimento do outro. Como dissemos em Saliere, vemos a inveja com uma força que o leva a violar o mandamento de Romanos 12:15. Aleguem-se com os que se alegram, preferindo a chada fralda, ao ver moa falhar. Sua história é uma parábola moderna da inveja bíblica, como a de Caim, que matou Abel por invejar seu favor divino, ou a rainha má em Branca de Neve, que busca destruir a beleza que não possui. A inveja de Salieri é um exemplo vívido do que Dorat Seers chama de a grande niveladora. que prefere a miséria universal à felicidade aleia. O simbolismo é a alma do filme. A música de Moza é a voz de Deus. Cada nota uma revelação. Como o fogo de Prometeu que ilumina mas queima. Saliere é a sombra, o oposto de Moza, como Satanás invejando o céu, sua escuridão contrastando com a luz do gênio. O confessionário onde Salier narra a sua história para o padre é um tribunal onde ele julga a si mesmo e também o divino, como se estivesse diante do juízo final. As cores dessa cena contam a história, não é? O dourado dos palácios reflete a glória da corte e a ambição de Salieri. O preto de suas roupas é a escuridão de sua alma. O branco das perucas de Moza é a pureza do seu talento musical único na história, mesmo com sua vulgaridade. A corte de Viena, com seus espelhos e candelabros é um labirinto de aparência onde a verdade se perde. É como em o retrato de Dorian Grey, onde Oscar Wild escreve: "Cada um de nós tem um céu e um inferno dentro de si. Saliere vive seu inferno, incapaz de alcançar o céu que a música de Moza representa. Como parábola, Deus ilustra inveja como um pecado capital, uma raiz que, segundo Tiago 3:16, gera desordem e toda prática maligna. Cobiçais e nada tendes, matais e invejais e nada podeis obter. Viveis e a lutar e a fazer guerras. Nada tendes porque não pedis. Pedis e não recebeis, porque pedis mal para esbanjardes em vossos prazeres. Tiago 4:2 e 3. O confessionário de Saliere é um símbolo do tribunal divino, como vimos, onde sua inveja é exposta, mas também é um lembrete da graça que ele rejeita, como exortado em Primeira Pedro 2:1, que nos chama a abandonar a inveja como uma roupa suja. Há uma curiosidade para abrir nosso apetite aqui. Amadeus é baseado na peça de Peter Shafer, como eu falei, que viu a rivalidade entre Salier e Moza como uma tragédia, não como um fato histórico simplesmente, apesar de ser. O filme, com orçamento de 18 milhões de dólares, arrecadou 90 milhões e ganhou oito Oscars, incluindo o melhor filme e melhor ator para F, Mor Abraham, cuja atuação é um vulcão de emoção contida. A trilha usa as composições originais de Moza, como Heen, a Flauta Mágica e Dom Giovani, por exemplo, gravadas com precisão para uma orquestra de elite. As cenas em Viena foram filmadas em Praga usando teatros e palácios do século XVI, dando uma um visual de pintura barroca. E por exemplo, sabia que Tom R estudou piano e passou horas imitando a risada de Mozar para capturar sua energia? Cada detalhe com os figurinos exuberantes ecou a opulência de Versiles em Maria Antonieta, onde Sofia Copola mostra um mundo de beleza que mascara intrigas. Cada detalhe, como os figurinos exuberantes, foi pensado para nos transportar à Viena de 1780. Antes de mergulharmos nas cenas específicas, a introdução de Amade Deus nos apresenta a inveja como uma doença espiritual que corroia a alma, uma verdade articulada por Isaías 15 e 6, que descreve o pecado como feridas que devastam o corpo, feridas podres. Salieri como o logista da história judaica, que pede para ficar cego de um olho, para que seu rival fique cego de ambos. Há uma história conhecida, né, que um anjo disse a um logista que ele poderia pedir o que quisesse, mas que o seu rival receberia em dobro o que ele pedisse. Ao invés de ele pedir grande riqueza, ele pediu para ficar cego de um olho para que seu rival recebesse isso em dobro. Isso exemplifica a natureza autodestrutiva da inveja, que prefere a ruína de todos a celebrar o bem alheio. A verdade bíblica nos ensina que a inveja é enraizada no orgulho, como Agostinho argumenta, sendo o oposto do amor que se alegra com os que se alegram. É como em Crônicas de Nárnia, o leão a feiticeira e o guarda-roupa, onde de mundo invejoso dá atenção dada a seus irmãos, trai a família por promessas vazias da feiticeira branca, apenas para descobrir que sua inveja o prendeu. A parábola de Saliere nos convida a reconhecer a inveja em nossos próprios corações, confessando-a como Jesus descreve em Marcos 720 22, onde a inveja vem do coração do homem. A cura, como veremos, está no Evangelho que, segundo Jonathan Edwards, liberta da inveja satânica, oferecendo a humildade de Cristo como remédio para o orgulho que alimenta esse vício. Estamos apenas aquecendo as cordas, né? E vamos mergulhar nas cenas que definem a Deus da confissão de Salieri ao primeiro encontro com Moza para explorar a inveja que queima como ácido, a genialidade que ilumina como soluz. Preparado para ouvir a música que vem do céu ou do inferno? Agora que conhecemos Antônio Salier e o Fgang Amadeus Moza, vamos pisar no palco iluminado de Amadeus. onde a música ressoa como a voz dos anjos, a inveja goteja como veneno e a culpa pesa como uma corrente invisível. As cenas que vamos explorar são as primeiras notas dessa ópera trágica, momentos que acendem o fogo da rivalidade entre Salieri e Mozart, revelando o que torna esse filme tão hipnótico. A tensão entre genialidade e mediocridade. O fardo esmagador da culpa, a busca por transcender o humano e a obsessão que consome tudo. Vamos mergulhar em dois instantes cruciais. A confissão de Salieri no asilo e o primeiro encontro com Moza na corte de Viena. Compensadores como K Jung, Frederick Niet, Sigmund Freud e mitos antigos como guias de como a cultura humana diagnostica o problema, mesmo que sem a profundidade de Deus. Vamos descobrir porque essas cenas nos tocam tão fundo e o que elas dizem sobre a inveja que nos corrói e a música que nos eleva. Preparado para ouvir o primeiro acorde dessa tragédia? Começamos com a cena de Salier Idoso confessando uma abertura do filme que nos joga na escuridão de uma alma atormentada. O filme começa em 1823 com um saliere bem envelhecido, confinado num asilo, seus cabelos brancos, desgrenhados, o rosto marcado por rugas de amargura. Ele grita: "Moza, me perdoe". Moza, me perdoe a voz ecuando pelos corredores frios de um asilo, enquanto ele tenta cortar a própria garganta com uma lâmina. Levado a um quarto sombrio, ele recebe a visita de um jovem padre depois de falhar em tentar se matar. Um jovem padre de batina preta que oferece absolvição. Saler sentado num confessionário improvisado com velas tremeluzindo como estrelas moribundas, começa a contar sua história. "Eu matei moa", ele diz. Os olhos brilhando com uma mistura de culpa, orgulho e desespero, como se estivesse desafiando o céu. É como em o poderoso Jefão, quando Michael Corleone diante de um padre confessa: "Eu matei meu irmão porque ele me traiu". A confissão de Salieri com a de Michael é um grito de culpa que não busca perdão, mas desafia o julgamento divino. A cena é sufocante, como se o peso de décadas de inveja tivesse se cristalizado numa corrente que o prende. O simbolismo é poderoso. O confessionário é um tribunal divino onde Salierei julga a si mesmo e também julga a Deus que ele acredita tê-lo traído como se estivesse diante do juízo final, confessando um pecado que não quer sequer ser perdoado, não busca perdão. É uma confissão que foi da pura amargura, autopiedade e raiva. A escuridão do asilo é a culpa de Salier, uma sombra que o engole como um inferno que ele teme habitar. O padre, com sua expressão de choque, é a consciência impotente, incapaz de absolver um homem que abraça a sua danação. As cores são opressivas. O preto do quarto reflete o vazio da alma de Salierei. O cinza de sua pele é a morte em vida. O vermelho fraco das velas sugere o sangue de sua culpa como uma ferida que nunca cicatriza. K Jung diria que Saliere é sua própria sombra e parte de si que ele nega. A inveja que o define como um demônio interno que ele não pode exorcizar. A verdade bíblica ressoa. Salier e é Caim confessando o assassinato de Abel, mas sem buscar redenção. Ou Judas. traindo o divino por ciúme. Freud veria a confissão como o inconsciente de Salieri, onde a inveja reprimida explode em culpa. Tess Elliot, com sua poesia do tempo, diria que Salier está preso no momento de agonia, onde o passado condena eternamente incapaz de escapar. A confissão de Salieri é uma ilustração vívida da inveja como uma doença da alma, como descrita por Basílio de Cesareia, que consome o invejoso de dentro para fora. Sua culpa reflete osas da inveja articulado por Cornélio Splantinga, a comparação constante com Mozar que ele vê como indigno do talento divino, a crítica implícita da escolha de Deus, a ingratidão por seus próprios dons, como sua posição na corte que é tão privilegiada e o ódio que o leva a culpar Deus. Como o vídeo descreve em metamorfose, a alma da inveja roi e é ruída, sendo o seu próprio castigo. A cena ecoa Gálatas 5:21, que adverte que a inveja como obra da carne impede a herança do reino de Deus. Saliere, ao rejeitar a absolvção oferecida pelo padre, exemplifica a incredulidade que, segundo o Salmo 37:1, eh, sustenta a inveja. preferindo a danação, a graça. Em Amadeus, Salier inveja o gênio musical de Moza. Saliere não pode comprar algo comparável ou atingir esse nível de talento, por mais que ele trabalhe duro. A musicalidade Moza, é um dom especial, uma qualidade pessoal, algo único e interno a quem ele é. Saliere deseja que talento fosse dele, mas percebe que está incrivelmente fora do alcance, já que a inveja de Salieri visa a qualidade pessoal de outra pessoa. No entanto, ele não pode destruir o talento que Mozart tem sem, em certo sentido, destruir o próprio Mozart. Consequentemente, Salieri nunca se contenta e nunca se contentará em se tornar mais como Moza. No jogo da comparação da inveja, ser superior a Mozar é a única maneira que ele acha que pode evitar ser inferior. Com um brilho maligno nos olhos, a inveja toma a excelência dos outros como insulto pessoal. E a estratégia de Salieri, portanto, típica dos consumidos pela inveja, é derrubar seu rival e arruiná-lo em vez de imitá-lo. Quando as circunstâncias forçam os invejosos a confrontar o que eles julgam ser sua própria falta de valor, sua infelicidade e tristeza podem ser insuportáveis. Eles se sentem compelidos a fazer algo, qualquer coisa para se livrarem disso. Em casos extremos, isso significa sabotar o rival. Mas mesmo esse eh estratagem não pode salvar totalmente o invejoso de cozinhar em seus próprios ressentimentos. Em rei Leão da Disney, Scar ilustra essa atitude. Ele disfarça seu próprio sentimento de inferioridade, intimidando os seus companheiros. obviamente inferiores às hienas para sustentar seu próprio ego enquanto planeja a morte de Mufasa, seu verdadeiro rei superior e legítimo, com o espírito amargo. Da mesma forma, em Os Incríveis, o Arquevilão síndrome promete destruir todos os superheróis, cuja característica definidora é superá-lo no poder. Eles têm superperes e ele é uma pessoa comum. No entanto, mesmo com todos os adereços tecnológicos do mundo, ele nunca pode ser o que eles são. Superheróis reais com poderes reais. Ambos os personagens fictícios levam a inveja ao extremo, mas em casos menos maliciosos e mais mundanos também, o mal olhado da inveja examina o mundo com hostilidade, magoado com a bondade dos outros, insatisfeito com a sua própria. De acordo com o manual confissional, a inveja se trai com uma variedade de sintomas. Sentiss ofendido com os talentos, sucessos ou boa sorte dos outros. Rivalidade e competição, egoístas ou desnecessárias, prazer com as dificuldades ou angústias dos outros. Má vontade, ler falsos motivos no comportamento dos outros, menusprezar os outros. falsas acusações, calúnias, falar algo ruim, mesmo que verdadeiro, pelas costas de outra pessoa. Calúnia, dizer algo ruim, mesmo que verdadeiro, abertamente sobre outro. A iniciação, coleta ou eh recanto de fofocas é assim, despertar, fomentar ou organizar o antagonismo contra os outros, desprezo pelas habilidades ou falhas de outra pessoa, provocação ou bullying, ridicularização de pessoas, instituições ou ideais e preconceito contra aqueles que consideramos inferiores, que nos consideram inferiores ou que parecem ameaçar nossa segurança oposição. A evidência de inveja pode escalar em uma progressão distorcida de pensamentos e sentimentos para palavras e ações e de táticas secretas e dissimuladas para animosidade aberta e vigorosa. Podemos ver isso no catálogo dos vícios da descendência da inveja. De acordo com Tomás Jaquino, a inveja normalmente se expõe externamente com detração, mas comumente conhecida como Backstaben, por exemplo, uma escritora que murmura sobre as fraquezas estilísticas infelizes do livro de seu rival e a pesquisa vergonhosamente de má qualidade do autor. O espírito pode ocasionalmente se mostrar abertamente como injúria, mas mesmo a sabotagem direta muitas vezes parece um subterfúgio, como o estratagema consagrado pelo tempo de maldição, né, com elogios fracos. Se esse método ou esses métodos de tentar diminuir a excelência do rival prejudicam com sucesso a reputação do rival, os invejosos se alegram com a queda do outro. Não é como falamos chadenada fralda, aquela alegria maliciosa, como François de L Focô, né, observa nos infortúnios de nossos melhores amigos, sempre encontramos algo que não nos desagrada totalmente. Claro, eles também podem se divertir com o infortúnio do seu rival, mesmo que tenha acontecido por acidente ou por outra agência. Qualquer coisa que feche a lacuna comparativa ameniza o descontentamento do invejoso. Walker Persia oferece esse comentário perspicaz sobre o coração odioso. O eu invejoso no sentido raiz de inveja, né? Eh, olhar com malícia se expressa assim. Por que é que o eu, embora professe ser amoroso, carinhoso, prefere a paz, a guerra, a concórdia, a discórdia, a vida ou a morte? Desejar a outros eus bem, não mal, na verdade, aprecia secretamente guerras e rumores de guerra, notícias de acidentes, de aviões, assassinatos, assassinos e assassinatos em massa, né? obituários para não falar de notícias locais sobre conhecidos caindos caindo mortos na rua, fofoca sobre vizinhos entrando em brigas ou ser detectado em escândalos sexuais, peculato e outras desgraças. Por quê? Isso gera eh chadem fralda no coração das pessoas. A inveja pode aumentar. Se os invejosos tentam minar seu rival e não são bem-sucedidos, sua amargura se intensifica e eles se ressentem ainda mais da boa sorte do outro. Se não for aplacada, a inveja pode até levar ao ódio em grande escala de um rival. O objeto do ódio é o que bloqueia a nossa felicidade. Naturalmente temos uma forte aversão a coisas como o mal. porque os vemos como prejudiciais eh ao nosso próprio bem. Mas para o invejoso, o odiado obstáculo ao seu próprio bem é a posse de excelência do rival, ou mais precisamente o próprio rival que é superior pelo bem que possui. A inveja, a inveja tinge sua visão do mundo com inimizade ou pelo menos com antagonismo, mesmo que se esconda numa falsa amizade como de Salier por Moosa, é eu contra você, meu bem ou seu bem, nunca ambos. Mesmo que ele não prejudique o bem do rival, um invejoso fica satisfeito com o seu espolho, mesmo que seja feito por outros. Finalmente, se a inveja que alimenta essas estratégias se arraiga ao longo do tempo, ela se aproxima da malícia aberta em relação ao rival. Nesse ponto, o ódio do invejoso por seu vizinho se transforma em ódio por quem empilhou o baralho contra ela, Deus ou o destino ou qualquer força implacável alocada aos bens em jogo. É o culpado final pelo que o invejoso percebe ser a distribuição injusta da excelência que esses bens trazem. Vemos no caso de Salieri que ele considera Deus responsável por enganar alguns enquanto ajuda outros a florescer. Em um, em uma cena arrepiante, Salieri tira seu crucifixo antes do qual ele rezou para que o talento se tornasse eh eh algo que realmente o dominasse, ele se tornasse um grande compositor. E ele tinha feito um pacto dizendo que se Deus desse a ele todo o talento musical que ele desejava, ele usaria isso para Deus e que ele daria em troca a sua castidade. Nunca se casaria, nunca teria eh nenhuma relação com nenhuma mulher, porque ele se dedicaria totalmente à música. E ele então arranca com raiva depois esse crucifixo e o queima no fogo. Ele jura vingança. Ele diz a Deus: "Eu vou destruir a tua obra. Vou destruir sua encarnação em Mozart." Surpreendentemente, o invejoso normalmente não anuncia sua inveja abertamente. Ele tende a golpes passivo agressivos nas costas. em Peace Blauman de William Lenglanu em 1332 e morreu em 1386. O personagem inveja e disfarça seu ódio pelo vizinho, com palavras bem educadas em público, sabendo que não está em condição de fazer um ataque público. Em vez disso, ele planta sementes de fofocas maliciosas em sussurros. Há um vizinho próximo que sempre me incomodou. Ele diz: "Eu fiz denúncias dele aos nobres que se apoderaram de seus bens e por falsas acusações fiz inimigos de seus amigos. Fiz os amigos dele se tornarem seus inimigos, pois lamento vê-lo ter sucesso ou sorte. Eu semeio tal disensão entre propriedades que leva o outro, não é?" Ele diz: "Há perdas tanto da vida quanto de tudo que possuía. Quando encontro no mercado o homem que mais odeio, que era o seu vizinho, eu o saúdo cordialmente como um amigo honrado. Não ouso fazer diferente, pois ele é definitivamente mais forte, mas o céu o ajude se eu tiver em meu poder. Assim vivo sem amor, como um cão solto, meu corpo todo inchado com fé amargo. Porque os invejosos evitam a guerra aberta muitas vezes, como o próprio Salieri evitou, por estarem tipicamente em uma posição de inferioridade. Os invejosos geralmente preferem estratégias enganosas ou dissimuladas. Sua sensação de ser menos digno, menos talentoso, menos bem-sucedido, tão enraizado em sua identidade, gera sentimentos de impotência, mesmo que seja alguém importante como Salier e era. Afinal, se eles realmente valessem alguma coisa ou tivessem o poder de ser maior, já estariam no mesmo nível de seus rivais. Sair a céu aberto e declarar sua inveja equivale a uma admissão pública e a uma humilhante demonstração de inadequação e inferioridade. Embora a inveja exija essencialmente que o invejoso reconheça em algum nível que seu rival o supera, o invejoso sofre ao admitir isso para si mesmo e ainda mais se tivesse que admitir para os outros. Assim, sua inveja eh o devora silenciosamente por dentro. Nas palavras de João Crisóstomo, como a mariposa eh roi a si mesmo, assim a inveja consome uma pessoa. Mas a sensação de impotência do invejoso também vem de uma segunda fonte, compondo sua autoestima inferior, né? Os invejosos também costumam sucumbir a uma espécie de fatalismo. Na opinião deles, o mundo, Deus, o destino, a sociedade ou alguma outra força externa ao seu próprio senso de controle lhes deu uma mão ruim, não é? Eles se sentem enganados, mas seus próprios esforços contra uma força tão grande, distante e alienígena parecem condenados e ele não vai conseguir superar. Salierei não vai conseguir ser melhor que Moza, por mais que se esforce. Daí a sua passividade. O baralho está contra mim. Pensa a um invejoso. Saliere eh, ora a Deus por talento musical e aclamação, prometendo dedicar-se e dedicar à glória de Deus em troca de sua oração respondida. Deus não responde a sua oração. Em vez disso, ele distribui talento em eh eh grande escala para o rival indigno de Salierei. Uma pessoa que ele considerava totalmente eh inferior moralmente. Quem pode vencer uma luta contra Deus? Quando até mesmo um apelo à intervenção divina falha, a única opção que resta a Saliere é atacar o próprio Moza. Mesmo assim, ele volta aos habituais estratagemas de engano, que são característicos daqueles que se percebem como mais fracos ou inferiores, ou a táticas de guerrilha, guerra de recu daqueles que sabem que não podem vencer uma batalha aberta. Joseph Epstein, não é? Nasceu em 1937, morreu em 1985, conta uma piada que ilustra bem a postura maliciosa e impotente da inveja. Os personagens são uma inglesa, um francês e um russo. Cada um recebeu um único desejo, um único desejo de um desses gênios, cujo hábito quase implacável é sair de alguma garrafa, né? A inglesa disse que uma amiga dela tem um chalé em Cats Ws e que ela gostaria de um chalé semelhante com a adição de dois quartos extras e um segundo banheiro e um riacho correndo na frente do chalé dela. O francês diz que seu melhor amigo tem uma linda amante loira. Ele gostaria de ter uma amante assim mais ruiva, em vez de loira e com pernas mais compridas e um pouco mais eh culta e chique. russo quando perguntado o que gostaria, conta que um vizinho tem uma vaca que dá uma grande quantidade de leite, do leite mais rico, que produz o creme e o queijo mais pesado e delicioso e a manteiga mais pura. E o russo diz: "A Eugênio, eu quero essa vaca morta". Como diz Bookner, o desejo eh de marca registrada da inveja é que todos os outros sejam tão malsucedidos quanto você. E a história de de Síndrome em Os Incríveis, produzido pela Pixar Animation Studios, não é? Nos dá uma imagem da futilidade da inveja e da inferioridade dos invejosos. juntos. Eles garantem o que o invejoso se sente se sinta completamente condenado. Fracasso inevitável em superar seu rival. No início do filme, o síndrome é um admirador ardente, mas irritante do superherói Senhor Incrível, né? Depois de ser rejeitado por seu herói, ele muda seu nome para Síndrome e inicia o trabalho de uma vida inteira de matar superheróis. Ao mesmo tempo, ele gasta toda a sua energia tentando se transformar em um superherói de imitação, criando uma máquina que só ele com seu aparato tecnológico superior pode derrotar. Seu plano eh revelado ao Senhor incrível é simples. Aperfeiçoar a máquina e depois derrotar a máquina em uma batalha simulada para ganhar elogios e ser visto pelos outros, pela população como um superherói e depois vender sua tecnologia para as massas. Sua razão, como vimos, eh, o síndrome acredita que se todos puderem ser súper, ninguém será. Seus esforços são expostos como um fracasso patético quando ele envia sua máquina para causar estragos na cidade e sua charada de derrotá-la com pseudo superperes é explodida pela falsidade de segunda classe que ele é. Nenhuma imitação tecnológica conta como uma superpotência real que os superheróis têm. Afadada posição de inferioridade do síndrome não pode ser mudada, né? Apesar de seus melhores esforços. Sua inferioridade só se confirma ainda mais dolorosamente para todos verem nas suas tentativas. Agora a cena do primeiro encontro com Moza, um momento em que é como um raio partindo ao céu. Estamos em 1781 na corte de Viena e Salierei, compositor respeitado, está ansioso para conhecer Moza, cuja fama já ecoa pela Europa e ele mesmo acha sua música sublime, apesar de não conhecê-lo pessoalmente. Então ele fica imaginando como Moza será para ter um talento tão grande. Ele imagina um homem refinado, digno do domino que recebeu, um emissário celestial. Em vez disso, numa festa suntuosa, com candelabros brilhando e nobres em perucas empoadas, como era costume, Salieri vê um jovem de 26 anos com uma peruca branca, impecável, rindo alto, fazendo piadas grosseiras, correndo atrás de uma moça com uma energia infantil. É, Moza. Saler, escondido atrás de uma cortina, observa a cena entre os dois. Incrédulo. Quando Moza senta ao cravo e toca uma peça que foi composta por Saliere, mas começa a improvisar em cima daquela peça e a melhora com sua gen genialidade que faz a sala inteira prender o fôlego. Salierei olhando de longe fica paralisado. Era como se fosse a voz de Deus. Era a voz de Deus. Ele pensa, mas o mensageiro é um macaco obsceno, como ele eh denomina Moza. É como em Plash, quando o jovem baterista Andrew, sob o olhar cruel do professor Fletcher, ouve, você acha que é especial? Você não é nada. É assim que Salieri se sente naquele momento. Salieri como Fletcher vê em Moza um talento que o humilha, mas em vez de inspirá-lo a à música, ele sente sua inveja, acende a inveja nele. A cena é elétrica, um choque entre expectativa que ele tinha de como Mozar era um homem digno, incrível e a realidade, como se o seu tivesse escolhido o pior vaso para sua luz, para debochar dele, Salierei. O simbolismo é brilhante. Mo é a luz, sua música, um rai divino, como prometeu trazendo o fogo dos deuses, iluminando tudo com uma beleza que transcende. Salierei é a sombra consumido pela inveja, como Satanás, olhando o paraíso que nunca terrá. O cravo é o altar. É um altar onde Moza oferece sua genialidade, enquanto Saliere só pode assistir com o coração apertado. As cores da cena falam alto, né? O dourado da sala reflete a glória da corte. O branco impecável da peruca de Moza é a pureza do seu talento, apesar de sua vulgaridade. O preto do casaco de Salierei é a escuridão que cresce dentro dele. Niet veria Moza como o superhomem, como eu disse, transcendendo a mediocridade com sua arte, enquanto Salier é apenas o rebanho comum preso na inveja que o corroi. Freud diria que a inveja de Salieri é um desejo inconsciente de ser Moza, uma obsessão que o leva a odiar o que ama. Platão, com sua alegoria da caverna, veria Saliere preso às sombras, incapaz de alcançar a luz que Moza representa, confundindo o brilho com uma afronta. Jorge Luiz Borges com as ruínas circulares poderia sugerir que Saliere sonha Moza, mas é destruído pelo próprio sonho. Essa cena captura a inveja como uma mistura de desejo e ressentimento, como definido eh teologicamente. Salier deseja o talento de Moza, mas ressente-se de que um buffão o possua. E quando a pergunta de Joseph Epstein, por ele tem e eu não com Saul, que vigiava Davi após a canção das mulheres em Primeira Samuel 18:9. Salier é consumido pela comparação, sentindo-se injustiçado por Deus. Francis Bacon observa que a inveja está sempre ligada à comparação de si mesmo. E aqui Salier mede sua mediocridade contra a genialidade de Moza, iniciando o ciclo de decepção, desejo de prejudicar e racionalidade descrito por Rebeca Mlin Pipet também. A inveja de Salieri é uma parábola da rainha má em Branca de Neve, que não suporta a beleza de outra. ou dos irmãos Bray, onde Jane inveja a popularidade de Márcia. Romanos 12:15 exorta a alegrar-se com os que se alegram. Mas Saliere, como logista judaico que prefere a cegueira, a prosperidade do rival, escolhe a Shadenfrauda, lançando as sementes de sua tragédia. A crítica à nossa cultura, a e a corte de Viena com suas intrigas e hierarquias, é como nossa sociedade, onde o talento verdadeiro é ofuscado por egos, competição e aparência, e onde a genialidade é celebrada, mas também é temida, é invejada. Amadeus pergunta: abraça a genialidade aleia ou deixa a inveja te consumir? A primeira cena com a confissão de Saliere nos mostra a inveja como um pecado que escraviza, como descrito em Marcos 2:17, onde Jesus veio curar os doentes pelo pecado. A culpa de Salieri é um sinal de sua recusa em buscar a cura, preferindo a dannação, como Caim, que rejeitou a redenção após matar Abel. A verdade bíblica através de Primeira Pedro 2, 1 a 3, nos exorta abandonar a inveja de desejar o leite espiritual puro da bondade de Deus. Mas Salierei, como os Anões em a última batalha, né, é cego para seus próprios dons, focando apenas no que lhe falta. O primeiro encontro com Moza ilustra a comparação como o primeiro sintoma da inveja, como Francis Bac argumenta, levando Saliere a uma espiral de ressentimento. A parábola de Amade Deus nos desafia a reconhecer a inveja em nossas próprias vidas, talvez ao comparar nossas carreiras, famílias ou dons com os de outros e a buscar a cura no evangelho, que, como Jonathan Edward ensina, destrói a inveja satânica ao nos convidar a descansar na graça de Cristo. Algumas curiosidades para situar, nos situarmos no palco. A atuação de Fur Abraham é uma aula de emoção contida. Cada olhar, cada tremor na voz é uma confissão de décadas de dor. Tom Russo como Moza, passou semanas estudando a risada histórica do compositor, criando um contraste perfeito entre gênio e imaturidade que choca e ao mesmo tempo encanta. A cena do cravo usou uma composição real de Salieri, improvisada por músicos para mostrar a superioridade de Moza, com notas que parecem dançar no ar. A peça de Shaifer, base do filme exagera a rivalidade, mas captura a essência da inveja humana, transformando fatos históricos numa tragédia universal. As filmagens em Praga usaram teatros, como eu falei, do século XVII, com lustres espelhos que refletem a opulência de Viena. E sabia que os figurinos com perucas extravagantes e casacos bordados lembram a estética de Berry Lindon, onde Stanley Kubrick usa o barroco para mostrar a vaidade humana, né? Ele quer ressaltar isso. Cada detalhe, como o som cristalino do cravo nos transporta para um mundo de glória e tragédia. Estamos aquecendo as cordas do drama. As próximas cenas, a sabotagem de Salieri, a criação do Hecken, vão nos levar ao cerne da rivalidade, onde a inveja vira ação, a culpa vira prisão e a música se torna um grito para o eterno. Vamos explorar os símbolos que nos guiam, não é? a psicologia que nos faz tremer e o que Amade Deus nos diz sobre o ser humano no mundo, onde alguns tocam o divino e outros só podem invejar. Pronto para o próximo movimento, o próximo ato. Agora que vimos a inveja de Antônio Salieri tomar forma, a genialidade de Afgang Amadeus Moza brilhar como um sol, vamos descer mais fundo na tragédia de Amadeus, onde a música ecoa como uma prece, a culpa se aperta como uma corda e a inveja vira um veneno que mata lentamente. As cenas que vamos explorar são o coração escuro do filme. Momentos que mostram como a rivalidade entre Salier e Moza se transforma em algo mortal, revelando o que torna a Deus tão devastador. Um embate entre mediocridade e transcendência, o peso esmagador da culpa, a obsessão que consome e a luta por tocar o divino, mesmo que isso custe tudo. Vamos analisar dois instantes cruciais. Salier sabotando mozas na corte de Viena e a composição do Hecken para desvendar o simbolismo que pulsa como uma ferida aberta. a psicologia que nos faz encarar nossas sombras e a crítica à nossa sociedade, a nossa sociedade que reflete o mundo movido por competição e fé cega. com pensadores como eh Niet, Freud, Jong e mitos antigos, a gente descobre porque essas cenas nos cortam tão fundo e o que elas dizem sobre a luta humana contra o que é maior que nós. Ou seja, nós temos uma visão olhando para esses autores de como mesmo uma alma longe de Deus pode perceber o mal como eh Romanos 1 eh acusa a humanidade. Então, preparado para ouvir as notas mais sombrias dessa ópera? Vamos ao próximo movimento. Primeiro, a cena de Salieri Sabotando Moza. Um momento que é como uma faca cravada lentamente. Estamos na corte de Viena, onde Moza, apesar de sua genialidade, luta para se sustentar. Ele tem uma série de problemas, apesar de ser o maior gênio musical de todos os tempos. Salier, agora consumido pela inveja, começa a manipular as intrigas da corte contra Moza. Em uma cena chave, Moza apresenta a sua ópera famosa As Bodas de Fígaro ao imperador Joseph II. Esperando aprovação. Salieri com sorriso falso, elogia a obra em público, mas nos bastidores e com acesso que ele tem ao imperador, ele convence o imperador a limitar as apresentações, alegando que a ópera, apesar de genial, é revolucionária demais. Mozar, alheio a traição, vê seu trabalho ser restringido enquanto Saliere observa com um brilho frio nos olhos, como se estivesse vencendo Deus, vencendo Deus ao destruir e obstruir o caminho do escolhido de Deus, como ele vê. É como em o gladiador quando comodos invejoso da honra de Máximo sussurra: "Você não pode ter tudo o que eu não tenho. Não pode." Salierei como Comodos usa seu poder para apagar o brilho de outro, escondendo sua inveja sob uma máscara de apoio e amizade com Moza. A cena é tensa, um jogo de máscaras onde a inveja se disfarça de amizade. O simbolismo é afiado. A máscara de Salierei, né, que num baile de máscaras, eh, sua falsa cortesia e amizade é a falsidade como a serpente que engana a Eva no jardim do Éden. A ópera de Moza, a grande obra é a vítima, uma obra divina sufocada pela mediocridade, como prometeu acorrentado por desafiar os deuses. O salão da corte, com seus espelhos reluzentes é um labirinto de aparência, um labirinto de aparências onde a verdade se perde, como vimos. As cores intensificam a narrativa. O dourado dos candelabos reflete a glória que Saliere deseja. O preto da sua roupa, quase sempre é assim, é a escuridão de sua alma. O vermelho nos figurinos de Moza sugere a paixão que Salieri inveja. Niet diria que Salieri é o rebanho destruindo o superhomem Moza, por não suportar sua grandeza. Freud veria a sabotagem como a inveja de Salieri, um desejo inconsciente de apagar o que ele não pode ser. Latão, com sua caverna diria que Salieri prefere as sombras da mediocridade à luz da genialidade de Moza. A sabotagem de Salieri é uma manifestação dos sintomas da inveja, crítica, reclamação e ódio. Como Cornélius Plantiga descreve, a inveja leva a despedaçar a reputação dos outros. E Salieri, ao caluniar Mozar nos bastidores, busca nivelar o campo, não é? Como o Dor se define, preferindo a miséria universal, a felicidade aleia. Sua reclamação interna não é justo, não é justo, não é justo. Ea a história do atleta grego que destruiu a estátua de um seu rival. Ele resolveu destruir a estátua que eh fizeram eh para para um rival seu. Mas ao tentar destruir a estátua, a estátua cai e ele é esmagado por ela, ilustrando a autodestruição da inveja. A cena reflete Gálatas 5:1921, que lista inveja como uma obra da carne que exclui o homem do reino de Deus. Salieri como Saul tramando contra Davi, é movido por um desejo de prejudicar um estágio avançado da inveja descrito por Rebeca Pipert. Contudo, a verdade cristão oferece uma alternativa, não é? Provérbios 23:17 exorta a continuar no temor do Senhor, prometendo que certamente há um futuro. Saliere, ao rejeitar essa confiança, escolhe a escuridão, mas a graça permanece disponível, como veremos. Agora a cena da composição do Hecken. Um momento que é como um trovão anunciando a tempestade. Moza, já doente, endividado, apesar de tão jovem, recebe uma encomenda meio que salvadora, misteriosa. Escrever um heck, que é uma missa fúnebre. Ele não tem saúde para fazer isso. Se ele continuar da maneira que ele viveu, não é? E se ele continuar trabalhando, ele vai morrer. E esses misterioso eh eh benfeitor, entre aspas, encomendo o pagando o dinheiro, que é é algo quase que que no o Mozar não pode rejeitar, apesar da sua esposa querer que ele não faça nada, não é? Ele trabalha febrilmente com eh os olhos febr, eh preso às notas, fluindo como se viesse de outro mundo, porque ele está doente, ele está na cama, ele não tem instrumento nenhum, mas ele consegue ir dizendo como a orquestra vai tocar cada instrumento enquanto Salieri se ofereceu para escrever o que ele dissesse. finge ser amigo, não é? E ele encomendou o Hecken, eh, vestido com uma roupa que o pai de Moza usou numa festa. O que reacendeu e Mozera um monte de problemas, já que ele tinha problemas sérios com seu pai. Tudo planejado para enfraquecer Moza psicologicamente e forçá-lo a um trabalho febril quando ele estava muito doente para que ele morresse. Saliera disfarçado visita Moza fingindo ser o patrono anônimo e o pressiona a terminar a obra, já que Moza estava com dificuldade de terminar. E Salieri sabia que se ele continuasse trabalhando, aquilo podia matá-lo. E numa cena arrepiante, Moza dita as notas do Hecken para Salier, que escreve fascinado. À medida que Moza vai dizendo aqui entra as trompas, aqui os os violinos vão entrar e ele fala a clave, o tom, como é que os violinos vão tocar, ele vai ditando. E é tão genial que Salieri, mesmo sendo um maestro, tem dificuldade de anotar na rapidez com que Moza imagina. Moza em sua mente tá vendo a orquestra fazer tudo aquilo que ele está compondo ali na hora. E Salier, que escreve fascinado, está ao mesmo tempo fascinado e horrorizado. O talento de Moza é muito maior do que ele imaginou e ao mesmo tempo ele se sente como se estivesse roubando o fogo divino. A música é tão bela que Salieri chora, mas sua culpa o consome. Ele sabe que está acelerando a morte de Moza. É como em Frankstein de Mary Shiley, onde o Dr. Victor Victor Frankstein e ao criar sua criatura exclama: "Eu tinha desejado isso, mas agora que eu tenho é uma maldição". Salieri, como Frankstein, deseja capturar a centria de Moza, mas sua inveja transforma essa busca em destruição. O simbolismo é avacalador. O Hecken é uma missa, é uma peça, não é, de música que é tocada e para alguém que morreu, não é? Então, o Heen é a morte não só de Moza, mas de Salieri, cuja alma morre na inveja. Salieri é um demônio como Mefistófiles tentando possuir a alma de Fausto ou Caimando Abel por ciome. A partitura é um altar onde Moza oferece sua vida enquanto Saliere rouba suas notas. As cores são sombrias. O preto da capa de Salier é a sua malícia. O cinza do quarto de Moza é sua decadência. O vermelho das velas é o sangue da culpa. Jung diria que Mozar é a luz que Saliere deseja integrar, mas destrói. A verdade bíblica ressoa aqui, não é? Salierei desafia Deus como Satanás em um paraíso perdido de Milton, mas é consumido por sua própria escuridão. T Elliot veria o Hecken como o tempo presente e o tempo passado, onde a morte e a criação se encontram. Essa cena é a culminação da inveja de Salieri, que como Sócrates descreve, é a úlcera da alma. Sua ingratidão é evidente. Cego para seus próprios dons, ele se fixa no que lhe falta, mostrado em Moza, como os Anões em a última batalha, que rejeitam a bondade por medo de que outros homens tenham mais do que eles. Seu ódio como de Caim contra Abel o leva a desejar a morte de Moza, cumprindo a advertência de Tiago 3:16 sobre a inveja, gerando toda prática maligna. Contudo, a verdade bíblica, né, através de Agostinho, oferece a humildade de Cristo como antídoto para inveja, um remédio que sealiere e rejeita, mas que permanece disponível, como eu disse, primeira Pedro 213 ensina no leite espiritual puro da bondade de Deus. A crítica à nossa cultura é um grito. Eh, a religião que Salieri usa como escudo sua suposta piedade, um homem íntegro muitas vezes sufoca eh em maldade. E, nesse caso sufocou a arte enquanto a mediocridade, como a dissaliele tenta apagar a genialidade para não se sentir pequeno. Am Deus pergunta para nós, você já desejou a queda de alguém para se sentir maior? Há lições para nós. A sabotagem de Salieri reflete a crítica e a reclamação como sintomas da inveja. Quem está sempre reclamando e sempre criticando, que como Plante observa leva a menusprezar as conquistas dos outros. Não é tão grande assim, não é tão bom assim. eh sua trama contra as bodas de fígaro, né? A a a música, a obra, uma das grandes obras de de Mozar é uma tentativa de reduzir a genialidade de Moza. A cena do Hecken mostra o ódio como o estágio final da inveja e quando realmente Caim que matou Abel por invejar seu favor divino. A parábola de Amadeus nos desafia a examinar nossos corações. Criticamos os outros por inveja. Reclamamos que não é justo. Somos ingratos como Saliere que ignora o seus próprios dons. A verdade cristã nos chama ao arrependimento, como descrito em Efésios 4 e Colossenses 3, onde devemos tirar a inveja e vestir a gratidão. A história do menino com cinco pães e dois peixes em João 6 nos lembra que Deus multiplica o pouco que nós temos, tornando a comparação desnecessária. O Salmo 37 3 a5 nos exorta a confiar no Senhor e se deleitar nele, prometendo que ele eh atenderá os desejos do seu coração, do coração que se centra em Deus e não em si mesmo. uma verdade, uma verdade, desculpa, que Saliere ignora, mas que nos oferece esperança. Ao analisar a inveja, também acharemos instrutivo pensar porque Salier inveja Moza e não outra pessoa? Porque ele sendo invejoso não inveja as outras pessoas, não inveja o imperador e as outras pessoas, inveja moa. Se pensarmos nas pessoas que invejamos e porquees invejamos em particular, surge um padrão. Os invejosos geralmente não invejam aqueles que estão longe de seus interesses e estilos de vida ou que são muito mais talentosos ou bem-sucedidos do que eles. Você não invejaria Neymar, Messi, eh, pelo seu dom de jogar futebol, porque você não joga futebol, é uma distância tão grande. O invejoso tende a invejar as pessoas a quem podem se comparar desfavoravelmente. Isso é aqueles que são como eles, só que melhores que eles. Um escritor não se importa se um atleta olímpico ganha uma medalha de ouro na corrida de 5.000 met enquanto ele mal consegue terminar uma corrida local de 5 km. Mas ele se queima e se corrói quando o seu colega recebe uma ótima crítica sobre o seu livro, sobre o seu último romance. Ele é escritor, enquanto seu próprio trabalho publicado recebe apenas um um destaque indiferente. Paraa pessoa que se define por seu status de carreira e poder aquisitivo, o sucesso não é definido em comparação com Bill Gates ou eh os bilionários eh de hoje, mas sim por quem ganha mais do que ele próximo a ele. Não é isso? Enjamos apenas aqueles a quem desejamos rivalizar ou superar em reputação. Como uma música antiga de sem rodeios, nós odiamos quando nossos amigos se tornam bem-sucedidos, porque pensamos: "Deveria ter sido eu, poderia ter sido eu". Os invejosos caracteristicamente se ressentem do sucesso apenas daqueles em cujo lugar eles podem se imaginar, aqueles que poderiam ter sido, não é? se não fossem as cruéis reviravoltas do destino. No entanto, ao mesmo tempo, eles sentem que essa possibilidade está tão distante deles que é impossível. Paradoxalmente, o alvo de nossa inveja está muito próximo para o conforto e completamente fora do alcance. Os invejosos desejam ser superiores, pois sua autoestima depende de superar os outros no campo relevante de comparação. Sua própria identidade depende de superar os outros, mas apenas aqueles que ameaçam essa identidade, ou seja, aqueles próximos o suficiente para serem comparados como rivais. Se refletirmos sobre aqueles que vejamos, provavelmente descobriremos como definimos nossa própria identidade e onde vemos essa identidade como mais vulnerável. A inveja geralmente surge quando a superioridade de outra pessoa parece ameaçar ou diminuir nossa própria excelência e onde essa comparação nos faz sentir inferiores. Se essas áreas se aproximarem do nosso senso, de quem somos e porque somos valorizados, a amargura da inveja pode se transformar em puro veneno. Refletir sobre as diferentes maneiras pelas quais podemos vivenciar a competição e a rivalidade nos dá uma visão de da perspectiva do invejoso. Como e por buscamos a excelência e como distinguimos o esforço invejoso da aspiração não invejosa em locais competitivos. O filme Carruagem de Fogo nos dá um retrato de personagens de dois homens diferentes com visões diametralmente opostas da competição. Eric Lidl e Harold Abrahams, né, lutam um contra o outro na corrida dos 100 m. Harold se esforça para se destacar e se dedica a vencer porque tem medo de perder. Ele exibe a mentalidade da inveja. Após a primeira corrida que ele não consegue vencer, Harold senta-se nas arquibancadas com a cabeça entre as mãos. Sua auto imagem está despedaçada. Ele não consegue se ver como alguém que corre e às vezes vence. Em vez disso, ele deve ser um vencedor. Os dois que competiram ali irão competir na Olimpíada. Se eu não posso ganhar, não vou correr. Ele diz com veemência para a mulher que ama. exasperada, ela responde bem. Se você não correr, não pode vencer. Arold tem uma atitude de inveja, defensivo, com medo de ser mostrado inferior e feliz consigo mesmo apenas quando supera sua concorrência em excelência. Ser bom suficiente significa ser melhor que o outro e não ser o melhor que eu posso ser na mente dele. Sua inveja torna seus concorrentes antagonistas. Ele não pode celebrar plenamente a excelência deles, por exemplo, do Eric Lidl ser mais rápido que ele. Já Eric Lidl, que acabou sua vida com missionário na China sendo morto. Por sua vez, Eric Lid tenta explicar à irmã que seu desejo de correr não vem de um desejo inquieto de provar o que ele é, mas de uma sensação já possuída de descanso em Deus. Eric Lidel diz: "Quando eu corro". Ele diz a ela, né? Com paixão, eu sinto o prazer de Deus. Ele me fez rápido. E quando eu corro, eu sinto o prazer dele. Quando eu corro, não quando eu ganho. Você vê, Eric já se sente seguro do amor de Deus. Ele se esforça para correr bem e vencer. Não para ganhar favores ou criar uma identidade, mas para deleitar-se em atividades excelentes com alegria. Porque ele sente que, como Deus deu a ele aquela velocidade, Deus se alegra quando ele é veloz. Ele ama a competição não porque precisa vencer, mas porque gosta de correr bem da excelência. Ele valoriza seus concorrentes como seus parceiros na busca da excelência e não como rivais que o tirariam da excelência caso superassem ele numa corrida. Cada homem se compromete a correr bem, tanto um quanto o outro, com intensidade e fervor e com dedicação. Mas Harold e Harold tem o lado ansioso do invejoso, alguém que nunca pode ser bom ou bom suficiente a menos que supere todo mundo. O amor de Harold, por si mesmo, depende do seu desempenho comparativamente bem-sucedido com os outros. Do, depende sua, o que é chamado de autoestima. Por outro lado, Eric Líder compete com a calma confiante de alguém que sabe que eh vale o que vale diante de Deus pela sua graça, qualquer que seja o lugar que ele termine a prova. Ele, portanto, corre com alegria e liberdade, não com medo do fracasso. O filósofo Thomas Williams argumentou que os invejosos julgam astutamente tanto a excelência em jogo quanto sua posição em comparação com os outros. Senso de valor está em jogo. Sua percepção de inferioridade baseada na falta de alguma qualidade que eles valorizam muito. Algo em termos do qual eles medem o seu valor, faz com que os invejosos se sintam mal consigo mesmos. Quando seus rivais os superam, portanto, não se trata de algo insignificante ou trivial. Em vez disso, o sucesso de seus rivais ameaça a melhor parte de si mesmos. a parte de que se orgulham, da onde tiram sua autoestima. algo de que depende o seu autoreseito. Seu julgamento de quem é melhor ou pior pode ser bastante preciso, mas eles levam esse julgamento adiante, irritando-se internamente com essa avaliação, porque para eles isso implica que valem menos do que outra pessoa que é melhor do que eles. E quem poderia amar um eu sem valor? Quando invejamos, nosso amor por nós mesmos depende de superar nosso rival. Isso explica porque Tomás de Aquino localiza o vício da inveja na vontade, o mesmo lugar em que localiza a virtude do amor. Então nós queremos trazer um pouco de curiosidade para ancorar essa história. O Hecken usado no filme é a obra realza. Tudo usado é obra real de Moza, né? E mas foi uma obra inacabada, porque ele morre, não é? Sendo forçado ali a continuar escrevendo. E foi completada por seu aluno, eh, Sus Meer, com notas que parecem parecem chorar. F Morra Abraham, que é o ator que faz Salier e que ganhou o Oscar de melhor ator, aprendeu a escrever música de verdade à mão para a cena, né? Dando autenticidade, atenção daquela cena incrível. As filmagens em Praga usaram o teatro States, onde realmente Moza estreou Dom Geovani, criando uma conexão histórica. E por exemplo, Milos Forman, que é o diretor, dirigiu os atores para improvisar emoções, capturando a angústia de Salieri naquele momento de fragilidade de Moza, como em a Laranja mecânica, onde o Kubrick extrai a alma do Alex com improvisos viscerais em uma direção incrível. A produção com seus cenários barrocos é como uma pintura viva. A beleza, o luxo da corte de Viena e os momentos sombrios. E a gente está no clímax da tragédia, né? [Música] Ah, as próximas cenas, a morte de Moza e a confissão final de Saliere vão nos levar ao fim, onde a inveja consome, a culpa julga e a música transcende. Vamos explorar os símbolos que nos guiam, a psicologia que nos faz tremer e o que Am Deus nos diz sobre ser humano eh no mundo deuses, entre aspas, né, no mundo idólatra que transforma tudo em ídolos. Então, estamos prontos para, vamos chamar de o último acorde, não é? Clímax, reflexões. Chegamos ao ápice de Amadeus, onde a música de Wolfgang Amadeus Moza ressoa como um hino celestial. A inveja de Antônio Salieri se cristaliza em culpa o condena a um inferno de sua própria criação. Depois de explorar a rivalidade que incendiou Viena, a sabotagem contínua e a falsa amizade que envenenou a corte contra Mozar e o Hen que anunciou a morte, a gente entra no clímax onde tudo converge. A genialidade que transcende os limites humanos, a mediocridade que destrói o que não pode alcançar, a obsessão que consome a alma e a esperança de redenção que brilha mesmo na escuridão mais profunda. Então vamos analisar duas cenas finais, a morte de Mozar e a confissão de Salieri para desvendar o que torna Deus uma obra prima que corta como uma lâmina e eleva como uma sinfonia, como o simbolismo que pulsa, como uma ferida psicologia que nos faz encarar o abismo e crítica à nossa cultura que reflete nossas próprias lutas. Essas cenas são o coração pulsante do filme. Como parábola, Deus nos ensina sobre a inveja como um pecado mortal que afasta o homem do amor divino. Mas a verdade bíblica, através de pensadores como Agostinho e Edwards, aponta para a cruz de Cristo com a cura, oferecendo graça, gratidão e contentamento como o único antídoto que Saliere nunca busca, mas que permanecem disponíveis para nós. É como canta Bob Dylan em Blow in the Wind, quantas vezes um homem deve olhar para cima antes de ver o céu. Salier nunca olhou para a graça, mas sua história nos convida a erguer os olhos. E no final vamos deixar uma pergunta que ecoa como a última nota de um hequem. Qual é o preço da inveja? Primeiro, a cena da morte de Moza. Há um momento que é como um trovão, não é? Rompendo o silêncio da alma. Estamos em 1791 e Mozar agora, com 35 anos, está devastado, doente, febril, endividado. Sua energia infantil apagada, o rosto completamente pálido como cera derretida. Ele jaz numa cama simples, num quarto frio, trabalhando no hein, a missa fúnebre que parece prever o seu próprio fim. Salier disfarçado como patrono misterioso, o visita pressionando, como eu disse, a terminar a obra, oferecendo mais dinheiro. E numa sequência de cortar o coração, Mozar com a voz fraca dita as notas do Hecken para Salieri, que escreve com mãos trêmulas e ao mesmo tempo fascinado com a genalidade de Moza e horrorizado ao mesmo tempo com ela. Cada nota tem uma gota de eternidade, tão bela que parece vir diretamente do céu, mas também é um passo para a morte. Moa, exausto, desmaia sua respiração falhando. Constânzi, sua esposa, que tenta sempre e quer impedir Mozes de continuar naquela eh na naquela corrida trágica, chega tarde demais e Moza morre. Seu corpo frágil envolto em só brancos, levado por falta de recursos para uma vala comum sobre uma chuva gelada, enterrado como um indigente, enterrado numa vala comum de tal maneira que não se sabe onde exatamente está enterrado o maior gênio da música de todos os tempos. Salier vai ao enterro, assiste mudo, como se o próprio Deus tivesse sido silenciado, seus olhos vazios, mas cheios de culpa. É como em Hecken para um sonho onde Harry, perdido em seu víço murmura: "Eu só queria que fosse como antes." Saliieri, como Harry destruiu o que amava e agora enfrenta o vazio de sua escolha. A cena é devastadora, um hack. Não só para Moza, mas para a alma de Salieri, que matou o que mais admirou na vida e ao mesmo tempo o que mais odiou. O simbolismo é monumental. A morda é a transcendência, sua música subindo ao eterno que encanta o mundo séculos depois, como Orfeu cantando até o último suspiro, deixando um legado que brilha além do túmulo. Salierei é o vazio, um homem que destruiu o divino e ficou com as mãos sujas, com Caim, após assassinar Abel, carregando uma marca que nunca vai se apagar. O Hecken é a ponte entre a vida e a morte. Uma obra que Salieri deseja possuir, mas nunca criará nada igual, como prometeu acorrentado, não é? Incapaz de tocar o fogo que ele roubou dos deuses. As cores são sombrias. O branco dos lençóis é a pureza final da música de Moza e sua inocência de não ter percebido até o fim que Salieri não era seu amigo. Sua falsa amizade agora que ele não percebeu, ele está livre da carne. Eh, e os lençóis brancos estão mostrando tudo isso, a sua inocência em não perceber, a inocência, entre aspas, e o preto da capa de Salier e a sua malícia como um demônio que venceu, mas perdeu. O cinza da chuva e do ambiente é o luto que ele não sente. Um mundo sem música. Jun diria que Mozar é a luz que Saliere nunca integrará sua sombra. vencendo a batalha, condenando agora à escuridão. E a verdade ressoa: "Salierei é Judas traindo o escolhido de Deus, mas sem esperança de perdão. O Lúcifer caindo por invejar o céu. Freud veria a culpa de Salieri como o inconsciente explodindo, incapaz de suportar a destruição que causou uma obsessão que o devora. A morte de Moza é o ápice da inveja de Salieri, que como a rainha má em Branca de Neve busca destruir a beleza que não pode possuir. Sua culpa reflete a incredulidade do salmo que citamos, Salmo 37:1, que adverte contra invejar os ímpios, pois eles logo morcharão como a grama. E é irônica, né? A música de Moza transcende sua morte. até hoje encanta todos. Enquanto Saliere, como aquele atleta grego que tentou destruir a imagem que foi feita para seu rival, foi esmagado pela estátua do rival que tentava destruir. Salieri foi destruído por sua inveja. A verdade oferece uma cura que Saliere ignora. Primeira Pedro 2, 1 a3 exorta abandonar a inveja e desejar o leite espiritual puro da bondade de Deus. que cura a alma. Eh, Jonataiadas nos ensina que Cristo, que não tomou por usurpação o ser igual a Deus, nem se ressentiu de nos dar um assento no céu, destrói a inveja satânica, oferecendo graça que Saliere rejeita, mas que nos convida a aceitar. A cena da confissão final de Salieri é o desfecho, um golpe tão poderoso quanto o acorde final de uma sinfonia. De volta ao asilo, não é? Em 1823, Salieri Velho termina sua história encarando o jovem padre, cujo rosto está congelado em horror, porque todo o filme era Saliere se confessando e contando tudo ao padre, né? E ele está com a cara ali com o rosto congelado em horror, o jovem padre. E ele disse, eu, Saliel diz ao padre, eu sou o padroeiro da mediocridade. Você sente amargura em sua voz até o fim. Ele proclama com uma risada amarga que corta como vidro, como se abraçasse seu destino como um prazer masoquista. Ele se levanta e abençoa os loucos daquele asilo, declarando-se seu santo e padroeiro. E então ele é levado embora. na sua cadeira de roda por corredores escuros, sua risada ecoando como um lamento que nunca silencia. É como em O Cavaleiro das Trevas, quando o Coringa rindo em sua cela diz: "Você acha que pode me entender? Eu sou uma força da natureza". Salierei como Coringa abraça sua danação com um riso que desafia o mundo, mas esconde um vazio que o consome. A cena é um terremoto emocional. Um homem aceitando sua danação com um sorriso torto, como se o inferno fosse seu reino. O simbolismo é brutal. O asilo é o inferno de Saliere, onde ele reina como um rei vazio. Melhor reinar no inferno do que ser apenas um súdito do céu, como Satanás em um paraíso perdido, orgulhoso, mas derrotado. Sua risada é a culpa, um grito que substitui a música que ele nunca criou, como Caim carregando sua marca eterna. A luz fraca do asilo, quase na penumbra, é a ausência da redenção. O oposto do brilho de Moza, que agora vive na eternidade, entre aspas, em sua música. As cores são frias. O cinza das paredes é a desolação. O preto da batina do padre é o julgamento. O vermelho nos olhos de Salieri é o sangue de sua alma, como lágrimas que nunca caem. Niet diria que Salieri é o rebanho incapaz de ser o superhomem, destruindo pela inveja aquilo que ele queria que o definisse. Platão veria Salier preso na caverna, rejeitando a luz que Moza ofereceu, preferindo as sombras da mediocridade. S Eliot falaria de o tempo que não redime, onde Salieri é condenado eternamente sem escape. A confissão final de Salieri é a culminação de sua inveja, que como Joseph Epstein pergunta, reflete por ele tem e eu não. Sua proclamação como padroeiro da mediocridade. Ele disse, eu sou o padroeiro da mediocridade. É a rejeição final da graça. como Pedro em João 21, que compara seu destino ao de João apenas para ser repreendido por Jesus pela comparação onde Jesus diz: "Siga-me tu". Salier, em vez de confiar em Deus, como exorta o Salmo 37 3 a 5, escolhe a incredulidade condenando-se a um inferno autoimposto. A verdade cristã, através de Agostinho nos lembra que a humildade de Cristo é o remédio para inveja. Enquanto vimos como Edwards ensina que o evangelho liberta da inveja satânica, oferecendo a Saliere e a nós a possibilidade de redenção. A parábola de Amade Deus nos desafia abandonar a comparação, como Jesus ensina em João 21, e abraçar a gratidão, como Romanos 8:32 promete. Se Deus não poupou o seu filho, não nos dará todas as coisas juntamente com ele. A crítica a nossa cultura é um alerta. Vivemos numa era de mediocridade, onde a inveja nos faz celebrar o comum e apagar o excepcional, como em redes sociais, onde o brilho é ofuscado por likes ou em sistemas que premiam a conformidade, não eh a arte. Amadeus pergunta: "Você é saliere invejando o que não tem ou moa criando apesar de tudo?" A morte de Moza e a confissão final de Salieri são clímax da parábola, ilustrando a inveja como uma força que, como o vídeo descreve, Roi e é ruída, é o que a alma experimenta. Salierei, como Caim, Judas e Lúcifer é consumido pelo ódio que nasce da inveja, cumprindo a advertência de Gálatas 5:21. Sua ingratidão, como eu mencionei os anões em a última batalha, o cega paraa bondade de Deus, enquanto sua comparação com Moza o leva à irracionalidade. Contudo, a verdade bíblica oferece esperança, não é? A nos ensinar a confiar em Deus, prometendo que os mansos possuirão a terra. João 21 nos exorta a parar de comparar, como Jesus disse a Pedro, enquanto João 6 nos lembra que Deus multiplica nossos pequenos dons, nossos pequenos peixes e pães, e ele pode fazer muito mesmo daquilo que temos que é pouco. cura para a inveja está no evangelho, que destrói a inveja satânica, como Jonathan Edward diz, através da humildade de Cristo. A prática da gratidão como antídoto, a ingratidão nos liberta para celebrarmos os dons alheios, enquanto o arrependimento, como descrito em Primeira Pedro 2 1 a 3, nos chama a abandonar a inveja e buscar a bondade de Deus. A parábola de Amadeus nos desafia a escolher a graça sobre a inveja, confiando que como Romanos 8:32, Deus promete que nós receberemos em Cristo todas as coisas. Amadeus ainda liga o ódio de Saliere a Moza ao ódio a Deus. O título do filme joga com a ideia de que Deus, como Jacó, eh, tem favoritos. Amadeus significa amado por Deus, como em Simzer é amado, então Salieri é odiado. Um manual confio eh retoma essa ideia, definindo a inveja como insatisfação com o nosso lugar na ordem da criação e naquilo que Deus escolheu para nossa vida, manifestada na inveja de seus dons aos outros. A queixa final de Salieri não é contra Moza, mas contra Deus. por dar a Mosa mais talento do que lhe deu a Salieri. Esses casos extremos mostram que eh a inveja não pode ou os invejosos não podem se alegrar com o que Deus dá aos outros, porque isso o faz se sentir pior consigo mesmo. Tomás aqui no argumenta que a oposição da inveja ao amor a Deus e ao próximo, não é? A virtude da Caritas a torna um pecado mortal. Em suma, os invejosos se ressentem de Deus, sentem-se amargurados com os outros e se condenam a um inferno que eles mesmos criaram já na Terra antes de morrerem. Às vezes, o invejoso tentará resolver sua situação reorganizando os rankings para que ele saia superando o seu rival. Mesmo que eh ele pudesse ter sucesso em derrubar seu rival e estabelecer sua própria superioridade. No entanto, o fundamento da sua autoestima permanece frágil e temporário. É por isso que aqueles que são propensos à inveja, como Harald Abrahams, que a gente viu no filme Carruagens de Fogo, que também é uma história real, sentem medo mesmo quando vencem. Seu domínio sobre sua posição mais elevada é tênue e facilmente perdido. E facilmente é perdido mesmo. E quando sua posição de excelência é prejudicada, o mesmo acontece com seu senso de valor próprio, como acontece com todas as formas de orgulho. No entanto, o melhor que os invejosos podem fazer é brincar de Deus. Uma estratégia que acaba por desmoronar em uma grande farça. Os invejosos não podem se dar talento ou sucesso. Eles não podem se tornar excelentes ou se dar valor, nem podem tornar os outros menos do que são ou de menos valor. Eles podem tentar matar, como Salieri fez de maneira astuta, ou eles podem tentar matar o outro com sua boca, no ouvido dos outros ou em redes sociais. Anos depois, a única melodia que o padre reconhece é a de Moza. Há uma cena incrível quando eh Salieri conta para o padre que ele foi um grande músico e maestro na corte do imperador e compôs muitas músicas, muitas óperas. Então ele começa a tocar algumas das suas obras. E você lembra dessa? Ele pergunta pro padre. Mas o padre não, o padre é um jovem, né? Ele não lembra. E ele toca outra. Ele toca outra. toca outra e o padre não lembra. E de repente ele toca uma música e o padre, os olhos se acendem com alívio e diz: "Eu lembro dessa, essa é linda, maravilhosa. Gente, eu não sabia. É sua música?" Ele diz: "Não, essa é de Mozart". Então, eh, e a única melodia que o padre reconhece é a de Moza. Os maiores esforços de Salierin para matar Moza terminaram em fracasso. Salierin está esquecido, ainda vivo. Moza é lembrado depois de muito tempo morto. É lembrado até agora, até hoje. Autocompreensão do cristão por causa da graça soberana é que ele é precioso diante de Deus. Por mais pecador que seja, por mais fracasso ou sucesso que possa ser pelos padrões das comparações mundanas e que todas as outras pessoas que ela conhece tem o mesmo status. Essa visão não é apenas aquela que nivela todas as distinções pelas quais os egos buscam glória. Essa visão quando apropriada é também um fundamento último da autoconfiança, não é? Ou da autoestima. Pois a mensagem é que Deus me ama pelo que eu sou. Eu não sou nada. Então, o amor dele não está ligado a nada bom em mim, porque não havia nada bom em mim quando ele me amou. Não por qualquer coisa que eu alcancei, não por minha beleza, minha inteligência, meus talentos ou eh por servi-lo, por ser um grande pregador, por orar muito bem, não é? ou retidão ou por qualquer outra qualificação, mas simplesmente da maneira que uma boa mãe ama o fruto do seu ventre. Deus soberanamente escolheu me amar. Se eu conseguir colocar isso na minha cabeça, ou melhor, no meu coração, então não estarei me agarrando desesperadamente autoestima às custas dos outros e me afastando do meu próprio destino, que é a comunhão espiritual com Deus e com todos os outros que ele também por graça chama. E a inveja então é evidente em nossa falta de gratidão. Como disse um autor, a inveja é cega para seus próprios dons. Quando você está nas garras da inveja, deixa de ver toda a bondade merecida que Deus e outros já mostraram a você. Você está saudável? Você tem todas as suas faculdades, você está empregado, existe algum perigo de pular uma refeição? essa semana de não ter o que comer. A maioria de nós tem pelo menos algumas dessas bênçãos, se não todas. Muitos de nós atualmente temos todas, mas quando estamos com inveja, não estamos pensando no que temos. Estamos pensando no que não temos, especialmente em comparação com o que outra pessoa tem. O puro domicional de Deus substituem a amargura da inveja por uma sensação de bem-aventurança inabalável. Como observa Roberts, os invejosos preferem ver o mundo através das lentes do que lhes é devido ou do que eles acham ou realizaram em vez de ver o que recebem como um presente. "Eu mereço coisa melhor", o invejoso diz. "Eu mereço coisa melhor", dizem os invejosos. "Ou porque a minha vida não é tão boa quanto a dela. Ou fui enganado se não conseguir isso". E outra pessoa conseguia. Todos soam como ecos inveja, mas nosso Deus é um Deus de amor e bondade abundantes. Não descasseis. Os invejosos devem desaprender sua narrativa de ver a si mesmos e o que lhes foi dado como não é bom o suficiente. A prática da gratidão nomear dádivas e bênçãos cotidianas específicas, grandes e pequenas, e agradecer a Deus pelas dádivas de outras pessoas que nos abençoaram naquele dia. Como se alher devia se sentir abençoado ao ouvir a música de Moza, também pode nos dar novos olhos para ver. eh, e corações para celebrar a bondade que já foi derramada sobre nós como amados de Deus. A segurança de saber que já somos amados fundamenta tanto nossa gratidão por todas as boas dádivas, quanto nossos esforços zelosos para sermos melhores com aquilo que Deus nos deu. Não temos motivos para temer que não seremos amáveis a menos que nos igualemos ou superemos uns aos outros. O mal olhado da inveja diminui nossa visão do bem. Um coração de gratidão amplia isso. Os santos e aqueles que admiramos como excelentes não nos ameaçam como rivais, mas servem como belas inspirações. Como seus aprendizes, podemos vê-los não como obstáculos ou concorrentes, mas como viajantes experientes que lideram o caminho. Com seu exemplo e encorajamento, podemos ir além de qualquer coisa que imaginamos para nós mesmos. Bilk escreve o Espírito Santo foi chamado de o Senhor e doador da vida. E extraindo o seu poder dessa fonte, os santos são essencialmente doadores de vida. Estar com eles é tornar-se mais vivo. Eles nos convidam a viver com alegria a partir de um sentimento grato do amor de Deus e do poder vivificante. Entocados pela lente comparativa do invejoso, podemos abraçar nossa bondade simplesmente como uma bênção e um presente de um bom pai. E da plenitude dessa graça, podemos descansar contentes em seu amor e seguir ansiosamente o chamado para crescer. Lidar com a inveja, portanto, envolve todas as disciplinas do arrependimento. conhecer o pecado, confessá-lo ao Senhor, confiar em seu perdão e tomar medidas proativas para substituir a orda de pecados relacionados à inveja, comparação, reclamação, crítica, ingratidão, ódio, amargura, com as virtudes da gratidão, contentamento e amor. E amar a Deus é um espírito cruel. A inveja de Salieri é nossa. O desejo de ser mais no mundo que exalta poucos como competidores numa corrida sem fim. A genialidade Mozar é o divino que buscamos, a faísca que nos faz sonhar, mas que raramente tocamos. A culpa de Salieri é o peso humano, a luta contra o que nos transcende, como se fôssemos prometeu, punidos por querer o fogo. A música é a transcendência aqui na história, né? A única verdade que resta no final, um portal para o eterno que Saliere nunca cruzará. Freud tentaria nos dizer e nos fazer ver a inveja como desejo reprimido. Um veneno que nasce no inconsciente. Jung vê Moza como a luz que Salieri nega sua sombra vencendo a luta no fim. Niet nos desafia. Salieri falhou por não ser o super homem enquanto Moza voou além. O que não vai nos ajudar. A verdade nos lembra de Caim, Judas, Lúcifer, homens e anjos, né, que caíram por invejar o divino. Como parábola Deus nos ensina que a inveja enraizada no orgulho é uma descrença na bondade de Deus. E a história de Salieri é um alerta contra a comparação, como a gente viu Jesus eh repreender Pedro em João 21 e um convite à gratidão. A cura está na cruz, onde Cristo, segundo Janata Éda, destrói a inveja satânica e na humildade, como Agostinho ensina, que nos liberta do orgulho. A parábola nos desafia abandonar a inveja, confiando que Deus multiplica nossos cinco pães e dois peixes. em João 6 e a celebrar os dons alheios com amor, como Romanos 12:15 exorta. O evangelho é o remédio que cura a inveja, que apodrece os ossos. É a radiação que mata esse câncer de alegria maliciosa. eh como eh vimos não é sua designação é o poder expulsivo de uma nova afeição, o sabor de algo melhor que nos livra dos pedaços cobertos de chocolate mais envenen e venenosos, envenenados de comparar, criticar, reclamar da ingratidão e que leva ao ódio. Se nos testarmos e falharmos, que esperança temos? Muito em todos os sentidos. Temos a cruz de Cristo. Se essa história revela esses sintomas em nós, nós temos a cruz, temos a graça de Deus, temos a profunda alegria e deleite de conhecer a Deus em Cristo. Em primeiro lugar, a cruz de Cristo, a única maneira de destruir a inveja é através da cruz de Jesus Cristo, porque somente o sangue de Cristo nos purifica dos pecados, da inveja, rivalidade, ressentimento e malícia. Jesus morreu para nos libertar de todas as cadeias da inveja. Devemos confessar nossos pecados como Asaf que disse: "Tive inveja dos ímpios". Não devemos dar outros nomes. Não devemos pegar a psicologia para explicar e agirmos como meros doentes em vez de pecadores. Devemos confessar nossos pecados, procurar genuinamente nos afastar deles, pedindo ajuda a Deus e confiando somente em Cristo para nos perdoar, perdoar nossos pecados e suprir todas as nossas necessidades. Em segundo lugar, a graça de Deus. Paulo diz: "Pela graça de Deus sou o que sou". Primeira Coríntios 10 15:10. Isso não é uma cura. Pela graça de Deus, eu sou o que sou. Imagine se Salier pudesse dizer: "Pela graça de Deus, eu sou o que sou. Moza é o que é. Graça é o que nos define, não o que a gente faz, não nossos supostos talentos, não nossas realizações, não nossa posição. Graça é o que nos define. A graça é o que nos forma e nos preenche. A graça é o que nos torna quem e o que somos. Você não precisa de todas aquelas coisas que os outros têm. Você tem graça, você tem Deus e ele aprova você em seu filho. Ele está feliz com você por causa do que Cristo fez. Ele nos abraça como seus filhos e filhas. Ele diz a você: "Você é meu filho amado. Estou muito satisfeito com você. Se você acredita nisso, ou seja, se você está em Cristo, se você acredita nisso, no fundo do seu coração, pode ficar livre da inveja. A terceira coisa, gratidão por nossas bênçãos e porque somos definidos pela graça de Deus. Podemos sempre dar graças a Deus por tudo. Podemos realmente e em tudo dar graças porque sabemos que Deus nos deu seu filho Jesus e um dia nos dará todas as coisas nele. Romanos 8:32. Mesmo agora nós podemos estar cheios de gratidão por todas as boas dádivas que ele nos deu. E como certa vez alguém escreveu, o remédio mais eficaz para a inveja é o puro leite espiritual da bondade de Deus. A gratidão é a postura da alma que recebe essa bondade. E a gratidão é fundamentalmente incompatível com a inveja. Pessoas gratas não invejam. Na verdade, eles não podem vejar. Aqueles cujos corações estão transbordando de gratidão a Deus por toda a sua bondade para com eles, não tem espaço para a matilha de lobos da inveja com todas as suas caras feias. Mas não devemos parar com a bondade de Deus para conosco. Devemos também ser gratos pelo que Deus dá às outras pessoas. Isto é um verdadeiro sinal de se ter um novo coração. Quando você olha para o que Deus dá aos outros e não a você e diz: "Obrigado, obrigado, obrigado, Senhor, porque tu tens sido tão bom para eles e tão bom para mim". No final, a aprovação de bom coração de Deus a nós em Cristo é o que nos liberta de sermos definidos pelas bênçãos e oportunidades dos outros. O abraço caloroso de Deus em seu filho nos livra da escravidão mesquinha, a inveja, para que possamos desfrutar e celebrar os dons e habilidades de nossos amigos e familiares. A graça de Deus que nos eh que amplia a alma nos permite dizer: "Não preciso me agarrar aos talentos e dons dos outros. Não preciso cobiçar o cônjuge, a casa, a família, o ministério ou as oportunidades do meu próximo. Não sou definido pelas bênçãos dos outros, nem sou definido pela minha. Sou definido pela graça de Deus. Portanto, eu me recusarei a me medir por um padrão falso. Resistirei ao desejo compulsivo e implacável de competir com todos sob o sol, especialmente aqueles que são chamados a fazer as mesmas coisas que eu. Vou matar sonhos maliciosos sobre a queda e fracasso de outros, saboreando o conhecimento seguro de que Deus é pródigo em graça e que ele prometeu graciosamente, gratuitamente e abundantemente dar a mim e a eles todas as coisas em seu filho amado. Vamos dar umas curiosidades para fechar o pano. A peça de Shaifer tinha um final mais ambíguo, com Salier menos explícito, mas o filme escolheu a risada como um grito de danação. F Murra Abraham usou sua formação teatral para tornar a risada final um ícone, praticando por semanas até encontrar o tom perfeito. Amadeus revitalizou o interesse por Moza com o Hecken voltando as paradas na década de 1980. As filmagens em Praga captaram a Viena do século XVI de uma maneira incrível, como eu disse, com o teatro states, onde Moza estreou Dom Geovani com cenário. É como em Oanista, onde a música de Chopan tocada em meio à guerra lembra o poder da arte para transcender o sofrimento. O filme com oito Oscars é um testemunho do poder da arte, né? Amar Deus é eterno, um espelho que nos força a olhar para dentro. Saliere é vilão, é vítima, é apenas o ser humano caído. Me conta nos comentários, você é Saliere invejando o que não tem ou moar criando apesar de tudo, confiando apenas naquilo que Deus nos dá em sua sabedoria e graça? Ou como a fé cristã sugere, você busca a graça que liberta da inveja, confiando no Deus que promete cura as feridas da alma e nos chama a viver em gratidão e amor. Qual é a sua música? Pense nisso e até a próxima. E cuidado com a inveja que vai continuar por toda a vida sussurrando algo no seu ouvido. Segue a paz. [Música] Busca luz [Música] santidade ao [Música] Senhor. Não sou quem devo ser. Não sou quem quero ser. Mas pela graça sigo firme na estrada do meu [Música] rei. Luto contra o que sou, o que fui, o que há em mim. [Música] Mas o teu amor me cerca e me chama a [Música] prosseguir sem pureza sem o santo. [Música] Ninguém verá o [Música] Senhor, mas o teu sangue me veste e me faz filho do amor. [Música] Vejo trevas ao redor. Vejo lutas dentro em mim, mas tua mão me sustenta e me ergue no caminho. [Música] Há um fogo dentro,