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A fé vem pelo ouvir

CORTES CRENTES: SOBRE JOGOS DE TABULEIRO, VÍDEOS AO VIVO E GUILHERME DE CARVALHO

CORTES CRENTES: SOBRE JOGOS DE TABULEIRO, VÍDEOS AO VIVO E GUILHERME DE CARVALHO

CORTES CRENTES: SOBRE JOGOS DE TABULEIRO, VÍDEOS AO VIVO E GUILHERME DE CARVALHO

Pix: bruno@reikdal.net

Texto de tréplica ao Guilherme mencionado no vídeo: https://revistazelota.com/treplica-entre-hipoteses-e-a-alquimia-teorica/

Legendas automáticas:

Quais jogos? Pergunta importante,
Mandorova. Que acontece? Eu e minha
companheira, nós somos viciados e
fissurados em jogos de tabuleiro de
verdade. Antes da gente casar, a gente
tá junto já há 11 anos, vai dar. Ou deu?
Deu 11 anos já. Caraca. E a gente foi
colecionando o jogo de tabuleiro porque
a gente curtiu, né? A gente curte jogo
de tabuleiro. Então eu tenho aqui em
casa uns 120 jogos, 120 e poucos jogos.
Eu já perdi um pouco a conta porque uns
já vendi, outros ficaram, outros
chegaram, fico meio confuso. Tenho
muitos jogos de tabuleiro, muitos mesmo.
E eu gosto bastante e ela gosta
bastante. Então a gente foi juntando
nesses últimos anos e o computador está
em cima de um King Domino, ã, versão
gigante e em cima de um Zomb Side Black
Plag, né? É um jogo, dois jogos
excelentes que eu recomendo para quem
gosta, quem gosta de jogo bacana,
divertido para a galera. King Domino. Ô,
bom demais, cara. Ol, eu já deveria
estar recebendo aí um Merchan, pelo
Merchã, um dinheiro de quem publica aqui
na no Brasil, esse jogo que é o King
Domino, que é muito bom, cara. Muito bom
mesmo. King Domino é um jogaço para se
divertir com a galera. Esse fim de
semana eu tava jogando, por exemplo,
deu, minha companheira, minha irmã e meu
cunhado, a gente tava jogando. É muito
bom, cara. E o outro que é o o Zombside
Black Plag, caro para caceta, mas eu
comprei há muitos anos atrás, enquanto
ele ainda era caro, mas um caro
aceitável, hoje o preço é um pouco
abusivo, mas é um jogo muito bom, que
ele leva horas para ser finalizado e ele
é muito difícil de ganhar, apesar de ser
mais fácil do que o Zomside normal, mas
aí é outro problema. E o meu microfone,
ele está em cima de dois jogos. Um
chamado Flickem Up, que é um jogo de
peteleco, que é uma delícia de jogar e
se divertir. Inclusive, se você tem uma
pessoa aí criança de 8, 9 anos,
pré-adolescente ou alguém que não tem
nada o que fazer, né? Eu já joguei com o
meu pai algumas vezes, por exemplo,
Black, o Flick Upup, né? É um jogo de
petelec muito divertido, de far oeste,
em que você tem que atirar no seu
coleguinha e aí você vai jogando as
pecinhas, tal. Um jogo bem interessante.
Em cima de um outro jogo também são duas
caixas em cada um. que é um jogo chamado
Snorta, que é um jogo aí de loucura,
gritaria e insanidade, que eu joguei
nesse fim de semana também com alguns
amigos que vieram aqui em casa. Então,
são esses os jogos e eu espero que faça
sentido aí o que eu comentei. E quem
gosta do jogo tabuleiro, a gente pode
trocar essa ideia, tá? Então é, é bom,
bom, bom, bom, bom. Cara, bonitão. Você
que é uma pessoa bonita, que compreende
o que a gente tá falando aqui,
eh, vai ser live de react?
Não, pelo menos não hoje, inclusive
porque eu acho que se, cara, React é
muito react, vocês podem encontrar
reacts muito mais legais. Quando surgir
um conteúdo bacana, aí eu ponho um react
legal pra gente fazer, mas
aparentemente, né, não sei se vai rolar.
Jaíson tem toda a razão e já já vou vou
puxar um papo aqui inclusive sobre isso
aqui. Religião, dominação mundial e
Pokémon certamente parece um tema de DVD
do Silas Malafia. E seria excelente
fazer essa sket, tá? Seria excelente
construir uma sketch aí de 2 minutos no
máximo em que há uma grande discussão
sobre esses temas claramente
convergentes, religião, dominação
mundial e Pokémon. Então, claramente
convergência, então eu acho que faz todo
todo sentido. Exatamente. Sou um gamer
analógico. Ai Jesus
Cristo. Tá ao vivo. Sim, essa é uma
gravação ao vivo, Felipe. Quem diria que
nós, pela primeira vez na história da
humanidade estaríamos ao vivo nesse
momento? Ou se nós não estamos ao vivo,
como é que ia ser, né? Pelo amor de
Deus, como é que ser essa loucura de
estar gravado e eu antecipando o que
você tá falando? Caraca, mano, ia ser
uma insanidade. É muito doido esse
mundo. Uma live gravada em que eu
consigo antecipar o que vocês vão dizer
e já responder quando vocês estão
falando. É uma coisa maluca, né, meu
amor? É uma coisa insana, insana,
insana. Estão liberados. Isso tá
liberado, bonitão. Bonitão. Está
liberado qualquer pessoa assistir essa
live. Qualquer pessoa até até o rock,
professor rock, querido, testa de ferro
do
imperialismo, você está liberado para
assistir a live. Eu sei que esse
conteúdo não chegará para você, mas caso
chegue você queira assistir, você está
liberado. Tá liberado. Venha assistir
com a gente, tá bom? Que acho que vai
ser muito bacana a gente papear.
Não é? É muito doido isso, n? Tá
assistindo a aula, o professor responde
isso? Essa é uma loucura. Uma loucura.
Ia ser pior ainda se você tivesse
fazendo alguma coisa que não deveria
estar fazendo na aula e o professor
responder. Ou seja, na verdade é tá
fazendo uma grande intervenção e
dizendo: "Felipe, desliga o celular,
estamos no momento da aula. Por
favor, Jéssica, para de jogar chiclete
no cabelo da Adriana.
Isso não é legal. Não é fácil limpar a
chiclete do cabelo do coleguinha. Depois
a mãe dela vai ter que lá atacar uma
mistura de shampoo com vinagre, passando
o pente de piuro sem a menina tá com
piuro para ver se consegue descolar o
chiclete. E se não descolar o chiclete,
ela vai ter que dar uma cortada no
cabelo. E o cabelo da Adriana já não tá
muito cheio, né? Então vai ficar mais
escasso. Seja gentil, Jéssica. Para de
jogar chiclete no cabelo dos amigos, das
amigas, especialmente da
Adriana. Então fica aí as dicas pra
gente poder fazer isso, né?
[Música]
Pois é, Mateus, rolou esse papo, né? Não
sei aqui dos humanos que estão presentes
nessa conversa hoje pela
manhã e sabem quem é Guilherme de
Carvalho, né? Não sei se vocês conhecem
essa figura. Caso não conheçam, eu vou
falar: "Olha, vocês estão aí de
parabéns, muito que de parabéns, porque
é melhor às vezes não conhecer certas
coisas nessa vida. Contudo, porém,
entretanto, todavia, Guilherme de
Carvalho é um
teólogo. Um
teólogo, sim.
Um teólogo que tem o hábito de escrever
em Gazeta do
Povo. Já vão desenhando aí para vocês
quem seria esse
teólogo
que escreve, publica na Gazeta do
Povo e além disso, ele tem o hábito ou
teve o hábito de
trabalhar para dar
mares. Sim.
ela mesma durante o governo de Jair Jair
Messias
Bolsonaro. Estão desenhando aí
teólogo que publica na Gazeta do Povo
que trabalhou no governo do Jair Messias
Bolsonaro na pasta de
Damares. Damares da goiabeira. Ela
mesma. Guilherme é muito conceituado
entre reformados por alguma razão que eu
não sei
qual, porque eu leio os textos dele e
falo: "Meus amigos, o que esse homem
está escrevendo? Porque não dá, cara,
não dá, não dá, não dá, não dá, não dá,
não
dá. É ruim. Só que que que ele faz? Ele
faz muita citação, né, meu amigo? Ele
faz muita
citação.
Ele utiliza muito texto gringo,
traduzindo pro português, porque se você
aprende a falar inglês, você tem uma
 vantagem, cara. Se você aprende a
falar inglês, você pega um texto
aleatório lá de fora, traz para cá e
parece que dá legitimidade, porque o
pessoal valoriza o nome gringo. Por
exemplo, meu nome é Bruno Reikdal Lima e
ninguém me chama de Lima. E eu até
tentei por um tempo usar Lima, mas
ninguém me chama. Pessoal prefere o Rei
Dal.
Por quê? É diferente. Tem um ar aí
europeístico e aí toda essa estrutura,
né, de de valorização do que é de fora e
essas coisas todas faz com que o pessoal
use o requal. E aí o cara utiliza
gringo, traz o texto gringo para cá e
publica traduzindo e dizendo: "Olha,
leia lá o
Jever que publica no New York Times". E
aí veja que ele disse com su aí eu vou
ver a fonte. E eu fui ver as fonte é
jornalista fazendo comentário de
opologia, sem ser da área específicas,
nem ser acadêmico nem nada, e o cara
publica como se fosse uma parada super
séria, tá
ligado? E aí,
mano, o pessoal conceitua ele como se
tivesse fazer uma parada muito genial,
fosse um acadêmico e pá pá pió. Aí,
beleza, beleza, vamos então discutir. Aí
eu escrevi um texto criticando três
camaradas que eles fazem uma parada
muito parecida.
O Juliano Spire, um dia a gente fala
sobre esse
camarada, Gutiérre
Siqueira e o Guilherme de Carvalho. E aí
eu critiquei assim educadamente,
academicamente, mostrando ali problemas
da teoria dos cara. E aí o Guilherme de
Carvalho, que é esteólogo reformado, que
publica na Gazeta do Povo trabalhou no
governo Jair Messias Bolsonaro para
Damares
Alves, respondeu respeitosamente e eu
falei: "Pô, legal, que legal". E ele
falou: "Se você
topar,
publicar o texto na
zelota, juro para
vocês, a gente faz um papo aí". Eu
falei, beleza, pode. A gente conversou
lá entre o editorial e publicamos o
texto de Guilherme na Zelota
com a com a condição de ao publicar uma
tréplica, ele teria que divulgar e
disponibilizar a tréplica aí nas redes
dele, nos espaços que ele tem, né? Isso
já faz do
anos. E aguardamos aí que Guilherme
cumpra o seu seu combinado aí. Combinado
não custa caro, deu a sua palavra.
comprar. Beleza? Fica aí o pedido aí. E
se não quiser cumprir, não tem problema.
Sabe o que a gente pode fazer? Papear
aí. Oi, caraca, o gato aqui puxou. Já tá
precarizado aqui o a estrutura amadora
da câmera. E o gato puxa a câmera e
quebra quebra minhas pernas. Ô gato, faz
isso não. Beleza. E aí o cara tem,
então, se ele não quiser publicar, a
gente podia discutir um dia, trocar uma
ideia, papinar umas paradas aí e essa é
massa. Fica a dica, fica o pedido, fica
aí o negócio. Então, talvez ele venha me
visitar, não sei. Eu já recebi pessoas
que não gostam de mim na minha casa,
porque eu sou uma pessoa legal. Pode
parecer que não, mas sou uma pessoa
legal. Já recebi pessoas que não gostam
de mim na minha casa tranquilamente. Mas
a gente pode também ir num lugar neutro,
não tem problema. No café.
Adoro tomar café. Pode ser um papo aí
aleatório em algum canto. Estamos,
estamos junto, pô. O importante é a
gente conseguir discutir e desenvolver o
pensamento, certo? Fica o conteúdo aí
pela oportunidade, Mateus, por eu poder
contar essa história de
maneira interessante, né? E que bom que
vocês gostaram aí do da trilha sonora,
porque a ideia é fazer um conteúdo legal
mesmo.

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