CORTES CRENTES: SOBRE JOGOS DE TABULEIRO, VÍDEOS AO VIVO E GUILHERME DE CARVALHO
05/06/2025
CORTES CRENTES: SOBRE JOGOS DE TABULEIRO, VÍDEOS AO VIVO E GUILHERME DE CARVALHO
Pix: bruno@reikdal.net
Texto de tréplica ao Guilherme mencionado no vídeo: https://revistazelota.com/treplica-entre-hipoteses-e-a-alquimia-teorica/
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Quais jogos? Pergunta importante, Mandorova. Que acontece? Eu e minha companheira, nós somos viciados e fissurados em jogos de tabuleiro de verdade. Antes da gente casar, a gente tá junto já há 11 anos, vai dar. Ou deu? Deu 11 anos já. Caraca. E a gente foi colecionando o jogo de tabuleiro porque a gente curtiu, né? A gente curte jogo de tabuleiro. Então eu tenho aqui em casa uns 120 jogos, 120 e poucos jogos. Eu já perdi um pouco a conta porque uns já vendi, outros ficaram, outros chegaram, fico meio confuso. Tenho muitos jogos de tabuleiro, muitos mesmo. E eu gosto bastante e ela gosta bastante. Então a gente foi juntando nesses últimos anos e o computador está em cima de um King Domino, ã, versão gigante e em cima de um Zomb Side Black Plag, né? É um jogo, dois jogos excelentes que eu recomendo para quem gosta, quem gosta de jogo bacana, divertido para a galera. King Domino. Ô, bom demais, cara. Ol, eu já deveria estar recebendo aí um Merchan, pelo Merchã, um dinheiro de quem publica aqui na no Brasil, esse jogo que é o King Domino, que é muito bom, cara. Muito bom mesmo. King Domino é um jogaço para se divertir com a galera. Esse fim de semana eu tava jogando, por exemplo, deu, minha companheira, minha irmã e meu cunhado, a gente tava jogando. É muito bom, cara. E o outro que é o o Zombside Black Plag, caro para caceta, mas eu comprei há muitos anos atrás, enquanto ele ainda era caro, mas um caro aceitável, hoje o preço é um pouco abusivo, mas é um jogo muito bom, que ele leva horas para ser finalizado e ele é muito difícil de ganhar, apesar de ser mais fácil do que o Zomside normal, mas aí é outro problema. E o meu microfone, ele está em cima de dois jogos. Um chamado Flickem Up, que é um jogo de peteleco, que é uma delícia de jogar e se divertir. Inclusive, se você tem uma pessoa aí criança de 8, 9 anos, pré-adolescente ou alguém que não tem nada o que fazer, né? Eu já joguei com o meu pai algumas vezes, por exemplo, Black, o Flick Upup, né? É um jogo de petelec muito divertido, de far oeste, em que você tem que atirar no seu coleguinha e aí você vai jogando as pecinhas, tal. Um jogo bem interessante. Em cima de um outro jogo também são duas caixas em cada um. que é um jogo chamado Snorta, que é um jogo aí de loucura, gritaria e insanidade, que eu joguei nesse fim de semana também com alguns amigos que vieram aqui em casa. Então, são esses os jogos e eu espero que faça sentido aí o que eu comentei. E quem gosta do jogo tabuleiro, a gente pode trocar essa ideia, tá? Então é, é bom, bom, bom, bom, bom. Cara, bonitão. Você que é uma pessoa bonita, que compreende o que a gente tá falando aqui, eh, vai ser live de react? Não, pelo menos não hoje, inclusive porque eu acho que se, cara, React é muito react, vocês podem encontrar reacts muito mais legais. Quando surgir um conteúdo bacana, aí eu ponho um react legal pra gente fazer, mas aparentemente, né, não sei se vai rolar. Jaíson tem toda a razão e já já vou vou puxar um papo aqui inclusive sobre isso aqui. Religião, dominação mundial e Pokémon certamente parece um tema de DVD do Silas Malafia. E seria excelente fazer essa sket, tá? Seria excelente construir uma sketch aí de 2 minutos no máximo em que há uma grande discussão sobre esses temas claramente convergentes, religião, dominação mundial e Pokémon. Então, claramente convergência, então eu acho que faz todo todo sentido. Exatamente. Sou um gamer analógico. Ai Jesus Cristo. Tá ao vivo. Sim, essa é uma gravação ao vivo, Felipe. Quem diria que nós, pela primeira vez na história da humanidade estaríamos ao vivo nesse momento? Ou se nós não estamos ao vivo, como é que ia ser, né? Pelo amor de Deus, como é que ser essa loucura de estar gravado e eu antecipando o que você tá falando? Caraca, mano, ia ser uma insanidade. É muito doido esse mundo. Uma live gravada em que eu consigo antecipar o que vocês vão dizer e já responder quando vocês estão falando. É uma coisa maluca, né, meu amor? É uma coisa insana, insana, insana. Estão liberados. Isso tá liberado, bonitão. Bonitão. Está liberado qualquer pessoa assistir essa live. Qualquer pessoa até até o rock, professor rock, querido, testa de ferro do imperialismo, você está liberado para assistir a live. Eu sei que esse conteúdo não chegará para você, mas caso chegue você queira assistir, você está liberado. Tá liberado. Venha assistir com a gente, tá bom? Que acho que vai ser muito bacana a gente papear. Não é? É muito doido isso, n? Tá assistindo a aula, o professor responde isso? Essa é uma loucura. Uma loucura. Ia ser pior ainda se você tivesse fazendo alguma coisa que não deveria estar fazendo na aula e o professor responder. Ou seja, na verdade é tá fazendo uma grande intervenção e dizendo: "Felipe, desliga o celular, estamos no momento da aula. Por favor, Jéssica, para de jogar chiclete no cabelo da Adriana. Isso não é legal. Não é fácil limpar a chiclete do cabelo do coleguinha. Depois a mãe dela vai ter que lá atacar uma mistura de shampoo com vinagre, passando o pente de piuro sem a menina tá com piuro para ver se consegue descolar o chiclete. E se não descolar o chiclete, ela vai ter que dar uma cortada no cabelo. E o cabelo da Adriana já não tá muito cheio, né? Então vai ficar mais escasso. Seja gentil, Jéssica. Para de jogar chiclete no cabelo dos amigos, das amigas, especialmente da Adriana. Então fica aí as dicas pra gente poder fazer isso, né? [Música] Pois é, Mateus, rolou esse papo, né? Não sei aqui dos humanos que estão presentes nessa conversa hoje pela manhã e sabem quem é Guilherme de Carvalho, né? Não sei se vocês conhecem essa figura. Caso não conheçam, eu vou falar: "Olha, vocês estão aí de parabéns, muito que de parabéns, porque é melhor às vezes não conhecer certas coisas nessa vida. Contudo, porém, entretanto, todavia, Guilherme de Carvalho é um teólogo. Um teólogo, sim. Um teólogo que tem o hábito de escrever em Gazeta do Povo. Já vão desenhando aí para vocês quem seria esse teólogo que escreve, publica na Gazeta do Povo e além disso, ele tem o hábito ou teve o hábito de trabalhar para dar mares. Sim. ela mesma durante o governo de Jair Jair Messias Bolsonaro. Estão desenhando aí teólogo que publica na Gazeta do Povo que trabalhou no governo do Jair Messias Bolsonaro na pasta de Damares. Damares da goiabeira. Ela mesma. Guilherme é muito conceituado entre reformados por alguma razão que eu não sei qual, porque eu leio os textos dele e falo: "Meus amigos, o que esse homem está escrevendo? Porque não dá, cara, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá, não dá. É ruim. Só que que que ele faz? Ele faz muita citação, né, meu amigo? Ele faz muita citação. Ele utiliza muito texto gringo, traduzindo pro português, porque se você aprende a falar inglês, você tem uma vantagem, cara. Se você aprende a falar inglês, você pega um texto aleatório lá de fora, traz para cá e parece que dá legitimidade, porque o pessoal valoriza o nome gringo. Por exemplo, meu nome é Bruno Reikdal Lima e ninguém me chama de Lima. E eu até tentei por um tempo usar Lima, mas ninguém me chama. Pessoal prefere o Rei Dal. Por quê? É diferente. Tem um ar aí europeístico e aí toda essa estrutura, né, de de valorização do que é de fora e essas coisas todas faz com que o pessoal use o requal. E aí o cara utiliza gringo, traz o texto gringo para cá e publica traduzindo e dizendo: "Olha, leia lá o Jever que publica no New York Times". E aí veja que ele disse com su aí eu vou ver a fonte. E eu fui ver as fonte é jornalista fazendo comentário de opologia, sem ser da área específicas, nem ser acadêmico nem nada, e o cara publica como se fosse uma parada super séria, tá ligado? E aí, mano, o pessoal conceitua ele como se tivesse fazer uma parada muito genial, fosse um acadêmico e pá pá pió. Aí, beleza, beleza, vamos então discutir. Aí eu escrevi um texto criticando três camaradas que eles fazem uma parada muito parecida. O Juliano Spire, um dia a gente fala sobre esse camarada, Gutiérre Siqueira e o Guilherme de Carvalho. E aí eu critiquei assim educadamente, academicamente, mostrando ali problemas da teoria dos cara. E aí o Guilherme de Carvalho, que é esteólogo reformado, que publica na Gazeta do Povo trabalhou no governo Jair Messias Bolsonaro para Damares Alves, respondeu respeitosamente e eu falei: "Pô, legal, que legal". E ele falou: "Se você topar, publicar o texto na zelota, juro para vocês, a gente faz um papo aí". Eu falei, beleza, pode. A gente conversou lá entre o editorial e publicamos o texto de Guilherme na Zelota com a com a condição de ao publicar uma tréplica, ele teria que divulgar e disponibilizar a tréplica aí nas redes dele, nos espaços que ele tem, né? Isso já faz do anos. E aguardamos aí que Guilherme cumpra o seu seu combinado aí. Combinado não custa caro, deu a sua palavra. comprar. Beleza? Fica aí o pedido aí. E se não quiser cumprir, não tem problema. Sabe o que a gente pode fazer? Papear aí. Oi, caraca, o gato aqui puxou. Já tá precarizado aqui o a estrutura amadora da câmera. E o gato puxa a câmera e quebra quebra minhas pernas. Ô gato, faz isso não. Beleza. E aí o cara tem, então, se ele não quiser publicar, a gente podia discutir um dia, trocar uma ideia, papinar umas paradas aí e essa é massa. Fica a dica, fica o pedido, fica aí o negócio. Então, talvez ele venha me visitar, não sei. Eu já recebi pessoas que não gostam de mim na minha casa, porque eu sou uma pessoa legal. Pode parecer que não, mas sou uma pessoa legal. Já recebi pessoas que não gostam de mim na minha casa tranquilamente. Mas a gente pode também ir num lugar neutro, não tem problema. No café. Adoro tomar café. Pode ser um papo aí aleatório em algum canto. Estamos, estamos junto, pô. O importante é a gente conseguir discutir e desenvolver o pensamento, certo? Fica o conteúdo aí pela oportunidade, Mateus, por eu poder contar essa história de maneira interessante, né? E que bom que vocês gostaram aí do da trilha sonora, porque a ideia é fazer um conteúdo legal mesmo.