Documentário: Insetos transmitem doenças? Herois ou vilões? | Pequenos Gigantes – Ep. 2 | ORIGENS
13/06/2025
Documentário: Insetos transmitem doenças? Herois ou vilões? | Pequenos Gigantes – Ep. 2 | ORIGENS
Eles causam medo, nojo ou até pânico. Mas será que os insetos merecem essa fama de vilões? Neste documentário, ORIGENS investiga a relação entre os insetos e a transmissão de doenças — e mostra como a culpa nem sempre é deles.
Você vai entender por que apenas uma pequena parcela dos insetos representa risco à saúde, como eles atuam como vetores e, mais importante, por que exterminar esses seres indiscriminadamente é um erro com consequências ecológicas. Insetos também são parte da solução!
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ORIGENS é uma série documental da TV Novo Tempo que investiga os mistérios da vida, da natureza e do universo. A cada episódio, cientistas de áreas como biologia, física, genética e paleontologia ajudam a investigar os mistérios por trás da existência humana, sempre com uma linguagem acessível e visual impactante.
A série Pequenos Gigantes revela como os insetos — apesar de minúsculos — são fundamentais para a vida no planeta. Polinizadores, recicladores, arquitetos e estrategistas, eles sustentam a biodiversidade em cada detalhe invisível da natureza.
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Fonte: Origens NT
Legendas automáticas:
[Música] Para muitos eles são pequenos vilões do cotidiano, indesejados, temidos e às vezes ignorados. Um zumbido no ouvido, um susto inesperado ou a lembrança de uma picada podem fazer com que essas criaturas minúsculas pareçam nossos maiores inimigos. [Música] Mas e se olharmos mais de perto? E se por um instante trocarmos o medo pela curiosidade, por trás das asas delicadas, das antenas inquietas e das formas surpreendentes, existe um mundo de histórias. Histórias que ajudaram a moldar a vida na Terra e até o rumo da história humana. Neste episódio, vamos mergulhar em uma jornada para além dos mitos e medos. Vamos entender o papel que esses seres têm no equilíbrio do planeta, os desafios que representam para nossa saúde e como invariavelmente dependemos deles para a nossa própria sobrevivência. [Música] Ne. [Música] [Aplausos] [Música] Qual a sua reação quando falamos de insetos. Para muitos, a simples menção dessas pequenas criaturas evoca sensações de desconforto, medo ou até nojo. É como se a presença dos insetos estivesse invariavelmente ligada ao incômodo, à sujeira ou a algum tipo de ameaça. Mas a outra face desse universo que raramente exploramos. Se observamos com atenção, os insetos revelam um mundo fascinante de cores, formas e comportamentos. Quem nunca se encontrou com o voo de uma borboleta, com as luzes de um vagalume piscando à noite ou com a dança meticulosa de abelhas em um campo florido? No episódio anterior, discutimos como os insetos são absurdamente diversos e abundantes e sua importância vital para o equilíbrio do planeta. Não é exagero dizer que sem os insetos a vida na Terra simplesmente não existiria. Mas esse fato não diminui em nada a repulsa que as pessoas costumam sentir ao se deparar com o inseto. É verdade que compreender a incrível diversidade dos insetos ajuda a explicar por estudá-los é tão importante, mas não resolve a grande questão. Por que eles causam tanta repulsa? Afinal, de onde vem esse medo tão profundo de criaturas tão pequenas? [Música] As pessoas, creio que num contexto geral tem aversão aos insetos, olhando ele somente para os problemas diretos que eles podem ocasionar. As pessoas, ninguém vai querer ter uma barata dentro de casa, porque a barata vive dentro de um esgoto. Então, automaticamente já associa o hábito de vida da barata com a sujeira que pode estar dentro de uma casa, dentro de um armário ou excesso de formigas que estão sendo atraídas por restos de alimentos. Então o ser humano eles automaticamente a gente acaba atrelando a presença de insetos dentro de casa como um ambiente que não está limpo. E ninguém quer viver em um ambiente que não está confortável, que não está limpo. Sim, são insetos que podem nos morder ou picar, que causam dor ou reações alérgicas, que podem ameaçar a nossa saúde. Certamente há diversas doenças que podem ser espalhadas por insetos. Quero dizer, esse é um dos pontos negativos que alguns insetos trazem. Algumas pessoas argumentam que os mosquitos são um dos animais mais mortais do planeta e eu acredito sim que é um argumento que possa ser defendido. Então tem um tem um motivo pra gente ter esse nojo da barata, tá? O medo às vezes é o desconhecimento que a gente tem desse bicho, desse desse inseto. E aí a gente acaba criando um monstro. Isso também é uma coisa que é cultural, né? Algumas culturas não t, mas a nossa cultura ocidental ela tem muito essa questão eh com os insetos. E com certeza, a partir do momento que você tem eh uma espécie qualquer que transmita uma doença, então que pode causar malefício ao ser humano ou a um outro animal ali que viva junto, isso causa já eh uma repulsa, digamos assim, né? E são eh animais que trazem um prejuízo, seja na saúde, um prejuízo econômico, né? a gente acaba olhando sempre essa parte do prejuízo, sem ver também é tudo de bom que os insetos trazem pra gente, né, como eles é fazem parte do nosso ecossistema e são importantes. Então, a gente vê muito, por exemplo, os barbeiros são transmissores da doença de chagas, eles são percevejos, assim como 150.000 e outras espécies, mas acabam que todas as outras espécies levam a fama, também são rejeitadas por conta do barbeiro que causa, né, transmite uma doença muito importante. Então, com certeza, essa parte, né, de ser vetor de doença vai eh influenciar na nossa percepção. São 4.000 tipos de barata, 4000 espécies de barata, né? Dessas 4.000 espécies, de, vamos dizer, de 5 a 10 espécies, fazem mal pr pro ser humano, tá? as cinco espécies que essas cinco, 10 espécies que fazem mal são na nossa são associadas ao nosso modo de vida. Então, automaticamente, o ser humano associa a presença de inseto com um ambiente que não está limpo, não está higienizado. É extremamente normal, mas é bom as pessoas também compreenderem que não somente os insetos eles estão conectados ou eles estão associados com ambientes inóspitos, ambientes sujos, ambientes que não trazem nenhum benefício para nós, mas que também nós podemos tirar a proveito como a importância econômica dos insetos. A maior parte desses insetos também estão fazendo coisas valiosas. Não é tão simples dizer que eles são ruins e estaríamos melhores sem eles. A maioria desses insetos estão fazendo coisas que são importantes, que nós sentiríamos falta se eles deixassem de existir. Agora, eu diria que há certas espécies de mosquitos que transmitem doenças e que, na verdade, nós com certeza seríamos melhores se essas espécies específicas não existissem. Mas essa é uma fração bem pequena. É verdade que o medo muitas vezes não é um sentimento racional. Quantas vezes sentimos medo de coisas que sabemos racionalmente serem inofensivas? A sombra que se move no escuro, um som inesperado de noite ou até mesmo falar em público. Nossa mente entende que não há perigo real, mas o corpo reage como se a ameaça fosse iminente. Ainda assim, medo é uma ferramenta poderosa, projetada para nos proteger antes mesmo de termos tempo para pensar. E insetos, apesar de pequenos, tem a grande capacidade de tirar o pior de nós. Seja sincero, quem nunca se assustou com um bichinho voando na sua direção? E se tiver alguma coisa presa no cabelo, pode até ser uma folha, mas só a ideia de ser um inseto já causa uma sensação que beira o desespero. Mas temos que reconhecer que o medo nem sempre é enfundado. Existem sim insetos que representam riscos reais à saúde humana, transmitindo doenças que precisam ser estudadas e compreendidas. É por meio desses estudos que conseguimos prevenir e tratar as enfermidades que eles podem causar. Existem classes de insetos também que são vetores. Um, essa é uma das razões também a qual os humanos, né, socialmente falando aí, eh tem essa repulsa por insetos, né? Porque existem insetos que são vetores de determinadas doenças, quando eles transportam espécies de bactérias entre uma pessoa e outra. eh ou entre um objeto em decomposição para uma pessoa saudável, né? E essa bactéria então pode gerar doença quando eles transportam fungos ou quando eles transportam parasitas que podem ser protozoários, são parasitas unicelulares que podem se multiplicar de forma assexuada, né? ou quando eles transportam mesmo eh parasitas do tipo eintos, que são os vermes. Então, tem classes de insetos que podem fazer esse transporte, né, de parasitoses entre seres humanos contaminados, entre um contaminado e o outro não. Mas quais são algumas das doenças transmitidas por insetos que podemos mencionar? Bom, eh, eles transmitem muitas arboviroses, que a gente fala que são os são doenças causadas por arbovírus e que são só transmitidos por artrópodides. Então, a gente tem principalmente, né, dentro das arboviroses dengue, zica, chicungúnia, a febre amarela, seja ela urbana ou silvestre. Recentemente a gente viu os primeiros casos aqui no Brasil da febre oropush. Então, tem várias arboviroses que os insetos transmitem. Eles podem também transmitir eh doença de chagas, que é uma doença endêmica. Aqui no Brasil a gente, apesar dos números estarem melhores, né, nos últimos anos, décadas, ainda tem uma parcela significativa da população que tem essa doença que é incurável. Mas eu acho que quando a gente pensa no nível, principalmente no nível global, a doença que mais salta os óleos seria a malária, né? Hoje nós temos aí uma média anual de 250 milhões de casos de malária todos os anos. e centenas de milhares de mortes todos os anos no mundo por malária. Parte dessas mortes ocorrem aqui no Brasil, mas principalmente na África, né? A gente tem algumas estimativas que a cada 15 segundos uma pessoa morre de malária no mundo. A malária que é gravíssima, dependendo do tipo de de plasmódium, né? O falsiparon é mais grave do que o Vivax, por exemplo, e tá lá endêmico na Amazônia, em regiões da África. Então, o inseto vai ingerir o sangue de um portador da malária. Vai acontecer um ciclo do parasita. Nesse sangue estará lá o parasita, uma determinada forma do parasita. Vai acontecer o ciclo desse parasita dentro do inseto com mudança de formas. Dentro do inseto forma-se a forma infectante para humanos. E aí quando esse inseto vai se alimentar em outro ser humano saudável, ele transmite essa parasitose grave. Então isso também é um modelo de porqu seres humanos têm repulsa por insetos, né? Agora, isso é, isso faz parte do ciclo de vida do inseto. Tô citando aqui um exemplo de um ciclo de vida negativo ao nosso do para do na questão da saúde humana, né, do ponto de vista médico, é negativo, mas é um ciclo de vida para aquele tipo de inseto, né? Agora, também existem muitos outros microrganismos que eh são transportados e que são inoc. tanto pros seres humanos quanto para outras espécies animais. A malária é uma doença tão antiga quanto a civilização. Há evidências arqueológicas, incluindo estudo de múmias, que sugerem que ela já era endêmica no Egito antigo. Mas só no final do século XIX foi descoberto que essa doença terrível é transmitida por um mosquito, estabelecendo aí a base para estratégias de controle. Ronald Ross, um médico britânico que trabalhava nas Índias, foi quem demonstrou definitivamente que a transmissão da malária se dava através do mosquito, um estudo que lhe rendeu um Nobel em 1902. Ainda assim, doenças transmitidas por insetos sempre assolaram o mundo e, de certa forma, mudaram os rumos da história da humanidade. Mas há também formas não tão agradáveis nas quais os insetos influenciaram a história. Então, nós também sabemos que outra coisa que eles trocaram nesta rede comercial foram as doenças. Então nós podemos olhar, por exemplo, a peste negra, um dos mais infames surtos da história da humanidade, que matou uma imensa quantidade de pessoas em diversos períodos no tempo. E na verdade, a causa dessa propagação, nós acreditamos que tenha sido moscas. Eles espalharam os microrganismos que transmitem a peste bubônica. E essas moscas estavam sendo transportadas em animais, provavelmente em ratos, mas também potencialmente por outros animais. E porque as pessoas se movimentavam para lá e para cá, ratos e outros animais acompanhavam essas movimentações. Então isso desempenhou um papel importante na história também, porque esses surtos de doenças foram eventos devastadores. Influenciou os resultados de todos os tipos de eventos na história. E como sabemos, houveram outras doenças originárias de insetos que também desempenharam papéis importantes. Doenças originárias dos mosquitos, como a malária e a febre amarela, foram muito influenciáveis na história da humanidade. Elas até mesmo influenciaram o resultado de certas guerras, por exemplo. Ao longo da história, os mosquitos desempenharam um papel surpreendente ao influenciar o resultado de guerras e revoluções. Durante a revolução do Haiti, por exemplo, a febre amarela devastou o exército francês enviado por Napoleão, forçando a retirada das tropas e garantindo a independência do Haiti. Mas da Grécia antiga, a Segunda Guerra Mundial, houve muitos momentos em que esses seres pequenos e silenciosos carregaram doenças que dizimaram batalhões inteiros e mudaram o rumo dos conflitos, o que nos leva mais uma vez a questionar a importância de se estudar os insetos. Ser vetor de uma doença significa ser um organismo que transmite um agente infectante, como um vírus, bactéria, fungo, protozoário ou parasita de um ser vivo para outro. Os mosquitos são os vetores de doenças mais conhecidos. Aliás, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos classifica os mosquitos como um animal mais letal do planeta. Exatamente. Não são leões, cobras ou escorpiões, mas esse pequeno inseto magro de pernas longas, cujo zumbido é capaz de tirar qualquer um do sério. A UMS estima que doenças transmitidas por insetos são responsáveis por 700.000 mortes por ano no mundo. Doenças essas que vem ganhando força impulsionadas pelas mudanças climáticas. Quando a gente vê eh a os insetos, eles não regulam a sua própria temperatura, né? Então eles precisam da temperatura e externa para conseguir se regular. Então, por exemplo, eh eu posso ter o vírus da dengue lá na Inglaterra, mas eu não tenho mosquito, então eu acabo não tendo a transmissão local. Isso a gente via, por exemplo, aqui no na América do Sul, a gente não tinha muito ali na região do Uruguai, por ser muito frio, insetos, eh, princialmente, por exemplo, falando do Aedes. E hoje com o aumento da temperatura, a gente vai vendo que esse inseto, ele vai aumentando a sua área de distribuição, né? Ele vai expandindo a sua área, porque em locais que antes era frio, aumentou 1 2º, já vai dando condições para esse inseto viver. Ele, cada inseto tem o seu ótimo de temperatura, que a gente fala, né? Uma temperatura onde eh ele é mais viável, ele reproduz melhor, se alimenta melhor e isso com certeza vai estar em temperaturas um pouco mais quentes, né? Então aumentou a temperatura, com certeza vai aumentar o número de insetos e se eles tiverem infectados, a gente pode ter um aumento na circulação de vírus e de doenças. Vivemos em uma região especialmente vulnerável a doenças transmitidas por mosquitos. Graças ao clima tropical. O Aedes Egipt, por exemplo, não é nativo do Brasil, como o nome sugere, ele é originário do Egito. É um inseto invasor que encontrou no Brasil condições ideais para se proliferar, calor e muita água parada. Perfeito para seu ciclo de vida. O que nos leva a questionar, será que os insetos são os únicos vilões nessa história? Ou o ser humano também tem sua parcela de responsabilidade na disseminação dessas doenças? Por exemplo, a gente fala o cic ciclo silvestre de uma doença. Então ele tem um hospedeiro, aí pode ser um roedor, um bicho preguiça, um tamandoá, né, qualquer animal e o mosquito vivel. A partir do momento que a gente adentra a mata ou desmata, a gente vai causar um deslocamento daquela espécie que antes ela vivia ali no hábitat dela com suas e seus recursos, suas fontes alimentares. E agora isso acabou. Então ela tem que ir atrás, principalmente esses insetos, né, que são os vetores, eles se alimentam de sangue. Então eles precisam do sangue para completar o seu ciclo reprodutivo. Então a partir do momento que a gente tá destruindo, seja ativamente, né, desmatando ou eh contribuindo pro aquecimento global, para essas mudanças climáticas, a gente tá favorecendo essa mudança de nicho. Quando a gente fala, por exemplo, do Egipte, nós sabemos onde ele se reproduz, onde como fazer, né? Osvaldo Cruz começou no Brasil em 1903 a combater deseg Egipte. Na verdade, em 1901 começou em São Paulo com Emílio Ribas e Adolfo Luts. Então, a gente já sabe há mais de 120 anos o que que resolve, que é não deixar a tampinha de garrafa, virar o potinho, não deixar acumular água no vasinho de planta. A gente sabe disso tudo faz mais de 100 anos. Não mudou o método, mas a gente não faz. Então a gente também não pode ser ingênuo de achar que as nossas ações, né, que as ações antrópicas no meio, elas não vão ter consequências. Às vezes elas não são imediatas, mas a conta sempre chega. O que fazer então? Seria possível eliminar todos os mosquitos para nos vermos livres de doenças? E mais, já que o medo nos alerta do perigo iminente, seriam todos os insetos prejudiciais? Eh, veja, existem espécies de insetos parecidas entre si, porém uma espécie pode ser vetora de um microorganismo patogênico e a outra espécie não. A outra espécie pode ser eh pode servir para um uma outra finalidade na natureza. Então tem outros tipos de pernil longos muito parecidos com a EDS egipt, mas que não são transmissores e eles acabam gerando um benefício para o ecossistema, porque eles têm outras funções. E aí quando se fala, vamos exterminar então os pernilongos, vamos exterminar os mosquitos, não é bem assim, né? Porque se exterminar os de uma maneira grosseira, de uma maneira genérica os mosquitos, os pene longos, vai acontecer impacto ambiental em outras vertentes. Então, estudar a entomologia, né, estudar essa vertente importante, saber identificar quais são os patogênicos. Então, se eh a pessoa passou por uma área endêmica em que aquele mosquito está presente, em que aquela doença está presente, essa pessoa já sabe que ela tem que se proteger contra a picada do inseto, né? Ou que quando ela voltar pra sua região de origem, ela já pode aí eh ser medicada, ela vai procurar um médico, vai expor a questão para receber um tratamento e para que aquela parasitose, por exemplo, seja ali eh impedida. Então, o conhecimento impede eh a a perda, né? Eh, o conhecimento ele vai trazer benefícios, não é? O extermínio da espécie da família de insetos que vai eh trazer resultados por causa de uma patologia, não é? Então, conhecimento, porque afinal de contas nós precisamos desses seres também pra manutenção do nosso ecossistema. Então, conhecer, saber prevenir, saber o que procurar, tratar, né, impedir que uma patologia evolua a partir de uma possível transmissão por inseto. Mas então, o que falta para diminuir o medo? sensibilidade e aceitação. As pessoas precisam entender as importâncias e não olhar apenas com um olhar grotesco, mas de importância, quer seja ecológica, econômica, médica, sanitária, enfim, veterinária, dentre outras. Eles têm muito a nos ensinar, principalmente se nós pararmos de olhar com esse olhar de asco e podermos observar o quão importantes eles são para nós. [Música]