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A fé vem pelo ouvir

HAMNET TEM UMA LIÇÃO CRISTÃ QUE POUCOS PERCEBERAM

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Legendas automáticas:

Você pode nunca ter lido nada dele, mas
certamente você sabe quem foi o William
Shakespeare. Talvez você não conheça em
detalh seus personagens, mas com certeza
já ouviu falar de Romeu e Julieta e
talvez até já tenha desejado ter uma uma
paixão assaladora como Romeu e Julieta,
justamente porque você não conhece a
história, você conhecesse você não você
não desejava isso não, tá? A fama de
Shakespeare é tamanha que o seu nome é
conhecido até hoje por aqueles que nunca
leram sua história, nunca viram nenhum
dos seus livros. Humnet foi dirigido por
Chloisa baseado no livro homônimo,
escrito por Maggie of Periell, e conta a
história daqueles que estavam por trás
de Shakespeare e a perspectiva que eles
tinham do autor inglês. Ele é
contemplativo, possui uma melancolia
singular e culmina em um clima que se
nos faz tirar as costas da cadeira e nos
inclinarmos pra frente da tela, como se
a gente quisesse entrar no filme. O que
é que essa obra que tem dado o que falar
nos ensina sobre Deus? Será que tem
alguma coisa cristã que a gente pode
tirar daí? Bom, fica comigo que este é o
mundo cópia de Ramnet.
Lembrando, mundo cópia chega até você.
Graças a Grove Suplementos que patrocina
esse canal. Quando você usa o cupom
Jesus, a gente ganha aí uns trocados
para poder investir no mundo cópia.
Então, se você gosta do mundo cópia e
também aí tá na sua vida fitness, compra
o seu suplemento, sua roupa de treino,
seu pré-treino, na sua creatina, seu
multivitamínico, tudo lá na Grove que
tem pegado a grana dos marombeiros e
investido aqui no canal. Usando cupom
Jesus, você conta para si mesmo e pro
pessoal da Grof que você cuida da sua
saúde pra glória de Deus. Se você
quiser, você também pode estudar com a
gente no Instituto Chefologia e Cultura
dos nossos cursos online de teologia
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por semana que você pode escolher de
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Netflix de teologia lá na escola de
teologia, uma introdução à teologia
sistemática no Teologia Descomplicada,
fora grego bíblico no simplificando
Grego Bíblico e Missões no Academia de
Missionários. Se você quiser estudar
tudo isso junto, tem um pacotão com
promoção muito especial, tudo aí na
descrição. Então vamos lá meditar em
Humnet.
Primeiro de tudo, quem é Hamnet? Você
deve lembrar de Hamlet, né, que é um
livro de Shakespeare. Mas Ramnet foi o
filho de Shakespeare, que aos 11 anos
morreu por motivos desconhecidos. A
qualquer idade, a perda de um filho é
algo devastador pro pai e paraa mãe,
simplesmente porque não é ordem natural
do mundo. Nós aprendemos desde cedo que
ser humano nasce, cresce, se reproduz e
morre. A morte de um filho interrompe o
ciclo natural da existência. A morte de
um filho é tão antinatural que a gente
nem tem uma palavra, né, para escrever
isso. Um filho que perde o pai é um
órfão. Um cônjuge que perde ali o seu
marido ou a sua esposa é viúva ou viúva.
Mas como é que a gente chama um pai que
perde o filho? A gente nunca nem nomeou
isso com a palavra em particular aqui no
português, justamente porque e a gente
não quer dar concretude e realidade para
isso. Há um vazio lexical que não
expressa essa realidade antinatural
justamente pelo vazio da existência que
é gerado por algo tão terrível. É como
se a linguagem falhasse na combinação
desses signos para expressar uma perda
tão cruel. É como se o vazio linguístico
expressasse o vazio deixado na alma
devido da perda de um filho. É. E é
sobre esse vazio que Chloisal, ao
dirigir a obra adaptada de Megell, quer
que a gente reflita. Ela faz isso
dirigindo o nosso olhar pra vida e pro
luto de gente que a gente mal sabe o
nome é Ein ou Agnes Hatwey, esposa do
poeta. Se por um lado a gente não
conhece nem o nome da esposa dele
direito, por outro lado o grande nome
William Shakespeare só é citado a única
vez. Nas outras vezes ele é o pai, ele é
o marido, ele é o poeta, ele é o filho
do luveiro. Começou o feminismo, né?
Calma aí, calma, calma, calma, que
análise cinematográfica tem que
conseguir ir além só dizer se o filme é
o woke ou não. Mas é o woke ou não é? É,
e aí a gente perde, a gente perde a
grandeza das coisas, tá Iago? Mas o
filme a já tá, o filme tá depreciando o
papel do homem na família. Você não tá
vendo as ideologias que querem dissolver
a família aí? Calma, militante. Certo. O
recurso literário aqui e no caso
cinematográfico é usado não para
desprezar o papel do homem na família.
Ah, rasgem suas roupas. Não é isso não.
É para que a gente perceba Shakespeare
como aqueles que conviviam com ele
percebiam. Meus filhos não me chamam de
Iago. Ô Iago Martins, vem cá. Iago. Me
chamam de papai. Minha mulher não me
chama. Iago. Vem cá. É só briga, né?
Iago? Aí, aí é briga. Aí eu fero uma
coisa errada aí. É porque aí, meu irmão,
se eu se minha mulher grita Iago, já sei
que não sobrou nada para o Betinho.
Geralmente é amor, é meu bem, os colegas
da da família da minha mãe, é o Iago, é
o dar socorro. Esse aqui é o dar
socorro. Geralmente assim, você é
interpretado junto com aqueles que são
próximos de você dentro de um de um
grande de grande teia de significado de
relacionamento. Pensa nos escritores que
você gosta, a vida dos teólogos que você
admira. No dia a dia, eles não são
chamados por sobrenome, vírgula nome,
como se fosse um padrão da BNT. São
papais, são meu amor, são queridos, são
brother, são algum apelido de infância.
O apagamento do nome dirige o nosso
olhar para aquela pessoa que se tornou
renomada, mas que era comum para quem
estava do lado dele. E assim a gente
percebe suas qualidades, as suas falhas,
os seus afetos, as suas crises como um
ser humano. Diante de um nome tão
conhecido como Shakespeare, o apagamento
do seu nome também é uma forma de
dirigir a nossa atenção pra mãe que tá
enlutada e que sequer é lembrada.
Afinal, se é verdade que Humamlet é o
fruto do grito silencioso do coração de
um pai lutado? A partir da perspectiva
de Ofel e de Zoo, uma nova luz é lançada
sobre os contornos que formam os nomes e
as histórias de cada um dos personagens
da peça. Na obra do Shakespeare, o
fantasma do Humlet Pie simboliza o
Shakespeare ausente na família, dado
como morto ou como um fantasma que só
aparece vez por outro. Ramlet filho é o
Ramnet, o filho perdido prematuramente.
O conflito existencial sobre a
permanência em vida ou a entrega pra
morte reflete tanto a dor de Shakespeare
diante da morte de um filho como uma
reflexão a partir do que só a poesia
podia expressar. Sentimentos que
palavras isoladas não conseguem dizer. A
morte de Gertrudes, a mãe é uma
simbologia do que Shakespeare percebeu
que Agn sentia. Um desejo de morte
devido ao vazio deixado pela ida do
filho. É por isso que aqui no filme o
grande destaque é dada a Agnes. É ela
quem predominantemente lida com os
filhos. É ela que tem a primazia ali no
cuidado da casa, porque o marido nem
sempre tá lá. O marido não estava lá no
nascimento dos gêmeos, Humnet e Judit.
Não estava lá no falecimento de Humnet.
E várias vezes durante o filme, Z dirige
o enquadramento, deixando a câmera
estática nas cenas em que o poeta
aparece, como se fosse um teatro. Além
disso, ele entra ou sai do enquadramento
enquanto a cena continua rodando,
simbolizando a presença inconstante dele
em várias situações familiares que Ofel
descreve na sua ficção. Shakespeare é
apagado porque Agnes precisa ser visto.
Sabe aquela aquela conversa de mãe, não
é? Quando a gente se comportava mal e
não queria obedecer a mãe? Aqui no Ceará
as mãe falava assim, ó: "Eu carreguei
você na barriga meses, então você me
obedeça."
No caso, é uma coisa que eu não posso
dizer, né, para meus filhos como homem.
Por mais que a perda de um filho para um
homem também seja uma coisa terrível, é
uma coisa diferente, porque existe um
aspecto físico e biológico diferente no
que diz respeito à mulher. A dor de um
homem quando perde um filho pode ser tão
terrível quanto a da esposa, mas nunca
vai ser o mesmo tipo de dor, porque
existem relacionamentos diferentes entre
pais e filhos, mães e filhos. Isso não
significa que homens não vão estar
presentes nem vão sentir isso. Só
significa, obviamente, que nós somos
diferentes. Existe um tipo diferente de
luto que afeta aquela que já teve aquela
vida dentro de si. Aqui na história, o
apagamento shakespeiano nos evidencia a
melancolia e a tristeza agniana para que
se nós pensarmos por 5 segundos, a gente
tenha uma nova forma de estar presente
nas dores, nos sofrimentos, nas
tristezas das nossas esposas, nossas
assim, né, cada um com a sua,
obviamente, das nossas mães, do dos
filhos, dos tios, dos colegas, dos
amigos. Agnes sofre muitas vezes sozinha
ou de uma forma que o seu marido não
sabe como consolá-la, porque tudo lembra
o filho. As crianças brincando e não
ele, a gêmea Judite, que agora tá
sozinha, a ausência das brincadeiras e
falas na casa é um peso insuportável. É
um luto tão grande que ela só seria
consolada se o seu filho milagrosamente
voltasse à vida, justamente porque o
luto é brutal. A morte nunca foi um
desígnio original de Deus para sua
criação. Ela é consequência do pecado
adâmico. A perda de um filho, então, é
antinatural. é anticreacional. Tem um
livro de C les muito poderoso, onde o CS
rasga um coração ilutado, exponde as
próprias angústias, os próprios
conflitos, as próprias dúvidas. É o
livro Anatomia de um luto escrito quando
ele perdeu a sua esposa. O livro é mais
a expressão sentimental de um cristiano
lutado do que uma teologia de um
cristiano lutado. Isso não quer dizer
que o livro é herético, tá? mas sim que
o luto vivenciado causou conflitos no CS
le mesmo que ele soubesse exatamente
todas as doutrinas bíblicas em volta
daquilo. A convicção de uma doutrina não
nos livra de forma imediata das dores
que a entrada do pecado no mundo causam
em nós. A gente pode ter plena convicção
de que Deus cura e de que Deus opera no
tempo. Mas diante da doença grave ou
terminal, nós podemos nos perguntar:
"Por que por que agora, Deus?" Diante da
crise financeira, a gente pode saber que
Deus é provedor e ainda assim nos
perguntar: "Ó Deus, até quando?" Na sua
obra, o Cos despeja a sua dor, dizendo
que havia pessoas gentis que lhe diziam:
"Ela está com Deus". E ele fala que
sabia disso muito bem, mas ainda assim a
antiga vida, as piadas, as bebidas, as
discussões, o fazer amor, a pequena e
dolorosa trivialidade, sob qualquer
ponto de vista, dizer a G está morta é
dizer tudo se foi faz parte do passado.
E eu não gosto nem de pensar muito nisso
não, porque Deus me livre. Ora, sobre a
perda de um filho, é inevitável lembrar
que foram tantos cafés com pão, tantos
almoços, tantas fraldas trocadas, horas
de amamentação, idas e vindas do
colégio, cafoné na cabeça, risos,
novelas assistidas, tantos, tantos,
olha, papai, tantos vem ver meu desenho,
mamãe. Tantos faz um Nescal para mim,
vovó. Tantos balança minha rede, vovô.
Tantos. Eita, como tá bonitão, filho.
Que menina mais linda, filho. A gente, a
gente não quer que isso seja passado. A
gente não quer esquecer aquilo. A gente
não quer perder o que pode ser vivido
para além disso. Diante de um luto
prematuro ou de um luto de quem
queríamos que fosse imortal, ainda que
soubéssemos que um dia morreria, nós não
queremos esquecer. Nós não queremos
perder isso e a gente nem precisa
esquecer disso. Você lembra da música?
Lembre-se de mim da animação Viva. A
vida é uma festa.
>> Lembre de mim.
Hoje eu tenho que partir. Lembre de mim.
Se esforce para sorrir.
>> Nós não precisamos apagar da nossa
memória o que foi vivido ou imaginado. A
graça que nos salva é a graça de que
precisamos para enfrentar os dias de
luto. Seja o luto dos filhos, das mães,
dos pais, de irmãos, de avós, de avô e
de amigos. A graça do Senhor não
oblitera o nosso passado. Então uma
citação muito poderosa, muito bonita, um
pouco complexa, mas ouça com cuidado,
porque ela é muito forte, do filósofo
cristian James K Smith, que vai dizer o
seguinte, vai dizer que o eu é salvo
apenas se esse eu com essa história
temporal ressuscita para uma nova vida.
Se tudo o que vivenciei até então foi
simplesmente apagado pela graça, então o
eu está perdido e não redimido. Se tudo
que me tornei, aprendi, adquiri,
experimentei, foi simplesmente anulado e
esmagado pela graça, então a salvação
seria uma obiteração, não uma redenção.
O Deus que salva é o Deus que chama e
nos comissiona para um ministério de
reconciliação. E nesse chamado e nessa
comissão, Deus quer liberar as
constelações singulares de talentos e
experiências que me fazem ser quem eu me
tornei. Quando a interseção entre uma
amálgama da minha história, incluindo
seus traumas e feridas, e o poder
renovador do espírito, uma reação
química de possibilidade, está à espera.
Essa graça que um dia transformará
nossos corpos mortais em corpos
glorificados, essa graça que um dia
desfará definitivamente as mazelas da
morte, essa graça em Cristo que quebrará
definitivamente o aguilhão da morte, é a
mesma graça que atua hoje em nosso luto.
É a graça que nos faz lembrar com com
uma boa dose de melancolia, sim, mas com
esperança daqueles que se foram,
justamente por causa de tudo que foi
vivido, tudo que essa pessoa imprimiu em
nós no tempo que convivemos com ela.
Ninguém vai embora de fato, todos deixam
alguma coisa em nós. É essa graça que
supera a dor do luto presente sem se
esquecer do passado. Porque a graça não
é uma máquina do tempo. A graça não é um
botão de reinicialização.
A graça é algo ainda mais inacreditável.
é a restauração, é uma reconciliação de
e apesar de nossas histórias de
animosidade. A graça não é apagamento, é
superação. O filme se encerra com o
jovem Hamlet dizendo suas palavras
finais à plateia, mas tão próximo a
Agnes que para ela ali é o seu filho
crescido, se despedindo dela. Aliás, uma
curiosidade aí interessante sobre o
filme é que o Ramlet criança e o Ramlet
ator da pé são irmãos na vida real, o
que é justamente um cuidado da diretora
para mostrar que o dramaturgo teve o
mesmo cuidado de escolher um ator pra
sua peça que se parecesse com o filho
falecido. A peça de teatro foi a forma
do pai lidar com o seu luto e com o peso
de ter perdido vários momentos tão
caros. Shakespeare não é um insensível a
tudo que ocorreu. Ao atuar ele mesmo
como fantasma do pai, ele confessa o
peso que sentiu por sua ausência. A cena
é tão bonita que Agnes está na plateia
diante do palco, mas todos da plateia
estão em volta dela de uma forma como se
ela fizesse parte da peça, porque afinal
foi ela quem atuou na vida do seu filho.
A linha final de Ramlet antes do seu
último suspiro é: "O resto é silêncio".
Como se dissesse não há mais nada a
dizer. A trilha de Max Hitcher, on the
Nature of Daylight cresce eve numa
melancolia reconfortante que nos torna
espectadores imersos no luto consolado
de Agnes. Eu li num entrevista que é a
atriz que interpreta Agnes a Jess
Buckley, de que ela teria liberdade de
atuação naquela cena. Então ela estica a
mão tocando no Humlet, estava prestes a
morrer como se estivesse tocando no seu
filho já falecido. A troca de olhares
entre Agnes e Shakespeare é o olhar de
compreensão que finalmente se
estabelece. é o compartilhar da dor, o
chorar junto, a despedida unida do filho
que partiu prematuramente. O filme nos
lembra que nenhum luto será fácil, ainda
mais o luto relacionado a um filho. O
sofrimento do luto não é superado quando
quem perdemos é esquecido. Afinal, como
afirma o Che, vimos o rosto daqueles que
conhecemos bem, de maneira tão variadas,
de tantos ângulos, sob tantas luzes, com
tantas expressões, acordando, dormindo,
rindo, chorando, comendo, conversando,
pensando, que todas as impressões se
aglomeram em nossa memória e cancelam-se
em um mero borrão. A gente não precisa
das respostas para as perguntas que o
Luto faz, porque algumas dessas
perguntas, devido à nossa incompreensão,
sequer vão fazer sentido. Outras, devido
a morte, se é algo anticreacional, não
vão ter respostas mesmo. Nós não
precisamos de respostas que nos
convençam a abandonar o luto. Nós
precisamos é de uma graça super
abundante para superar a tristeza
paralisadora do luto. A cruz dramatizou
a obra da graça que a gente precisa. A
linha final do Senhor na cruz antes do
seu último suspiro foi está consumado. E
por isso nós podemos nos achegar a ele
para receber dessa graça consumada.
Ainda mais, após três dias, ele anunciou
a vitória sobre a morte com a sua
ressurreição. Porque ele ressuscitou,
nós também seremos consolados, nós
também ressuscitaremos. Não precisamos
de respostas sobre como será o nosso
corpo ressurreto. Nós não precisamos
saber exatamente todos os detalhes da
vida após morte, porque como disse CS,
talvez o melhor seja aquilo que menos
entendemos. Há uma esperança diante da
tristeza dessa vida dolorosa. Há um
consolo paraa mente atribulada pela dor.
Há uma graça que supera o sofrimento. Há
uma fé que salva. Há uma ressurreição
que vence a morte. A linha final para
essa vida de todo aquele que crê em
Cristo será entra para a alegria do teu
Senhor. E o resto, o resto não é
silêncio, o resto é júbilo. E é esse
júbilo que nos consolará para sempre por
toda a eternidade. Apocalipse 21 diz que
quando finalmente chegarmos ao reino,
ele limpará do nosso olho toda lágrima.
Ou seja, Deus espera que a gente chegue
aos céus chorando. E não haverá lá
apenas o cancelamento da dor em um ato
frio e técnico. Haverá um Deus cujos
dedos tocarão a nossa face para consolar
por toda a eternidade os lutos que
vivemos nessa vida. E é essa esperança
que nos faz passar por qualquer trauma,
qualquer dor, qualquer luto, qualquer
perda, qualquer ausência com coração
esperançoso em uma alegria final. E
você, que lições você tirou de Humnet?
Deixa um comentário aqui embaixo pra
gente continuar essa conversa sobre essa
obra tão interessante. Se você gosta
desse canal, sabe o que fazer. Não deixe
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que houver vídeo novo. Clica aí em
gostei também para esse vídeo ser
espalhado pela plataforma. Vai conhecer
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nossos cursos e usar o com Jesus na Grof
suplemento se você puder. Link para tudo
isso aí tá na descrição e no comentário
fixado. Um cheiro no seu cangote e até a
próxima.

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