JÁ PENSEI QUE DEUS NÃO ME AMASSE
24/02/2026
JÁ PENSEI QUE DEUS NÃO ME AMASSE
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Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
Você já se sentiu desprezado ou ignorado por Deus? Você tem dificuldade de entender o amor de um Deus que tem leis tão absolutas? Você tem passado por um esfreamento no amor que você já teve com relação a Deus? Não se apavore. Você não é a primeira pessoa a ser atemorizado por essas questões, mas também não se acomode, não se contente com respostas superficiais. Não aceite que doutrinas erradas tentem diminuir quem Deus é para que você possa se sentir melhor. Como é que a gente lida então com esses sentimentos, não é, de abandono, de um Deus que talvez não me ame, talvez não me queira, de um Deus cujas leis parecem muitas vezes opressivas para mim. Bom, Francis Chan escreveu o livro chamado Ser amado e é um material que usa a palavra de Deus para nos ajudar a lidar com as sensações e os sentimentos de distanciamento que muitas vezes acometem o nosso interior. Essa é a sua primeira vez aqui? Sou o pastor Iago Martins, sou pastor Batista, doutorando em teologia e esse é o Review, é o nosso programa de resenhas de livros do dois dedos de teologia. Hoje a gente vai falar do livro Ser Amado do Francis Chan, publicado no Brasil pela Mundo Cristão. Então, se você gosta desse tipo de vídeo, não deixa de clicar em gostei pra plataforma saber que este é um vídeo relevante pr as outras pessoas e de se inscrever no canal e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Dito isso, simbora pro vídeo de hoje. Desde a queda no Éden, o ser humano passa a enfrentar o problema fundamental da existência, que é o distanciamento de Deus. Em sua graça e misericórdia, Deus não deixa a humanidade abandonada. Ele escolhe se relacionar com homens e com mulheres caídos, os redimir, os trazer para si. Essa é a grande prova do amor de Deus, que ele escolheu se relacionar conosco enquanto nós ainda éramos pecadores, totalmente merecidos do seu amor. Ele nos amou enquanto ainda éramos inimigos. Além do mais, ele prova esse grande amor ao ter enviado o seu filho para morrer na cruz pelos nossos pecados. Ainda assim, muitos cristãos podem enfrentar dificuldades em crer que Deus é favorável a um relacionamento conosco. Muitos de nós lidamos, né, às vezes criados em ambientes legalistas com o sentimento de um Deus que tá na esquina preparado para nos derrubar. Não é só esperando ali o primeiro erro, a primeira falha, o primeiro vacilo para nos pegar. Um Deus que está ansioso pela nossa derrocada, ansioso por encontrar uma falha na gente para poder destruir a gente. Muitos crescem acreditando em um Deus que é um carrasco autoritário. E a nossa mentalidade contemporânea de medir o nosso valor por aquilo que nós produzimos, o que já é errado por si só, pode ser erroneamente aplicado ao nosso relacionamento com Deus. Assim, a gente pensa que a gente tem que mostrar serviço para sermos dignos, merecedores do amor do Senhor. E mesmo convertidos, nós muitas vezes podemos pensar que nós estamos em aviso prévio no escritório divino. Deus está decepcionado conosco lá no céu, olhando pra gente, dizendo: "Meu filho, pelo amor de Deus, e água assim fica difícil te chamar, hein, meu filho". Ah, bé, isso, vou pegar esse caba. E aí que o livro do Franciscan entra. É um livro simples, é um livro muito breve, mas que existe para reforçar a nossa identidade de filhos amados pelo pai celestial. O livro parte da passagem famosa de Primeira João, onde nós lemos: "Sabemos quanto Deus nos ama e confiamos em seu amor. Deus é amor e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele. À medida que permanecemos em Deus, nosso amor se torna mais perfeito. Assim temos confiança no dia do julgamento, pois vivemos como Jesus viveu neste mundo. Esse amor não tem medo, pois o perfeito amor afasta todo medo. Se temos medo, é porque tememos o castigo. E isso mostra que ainda não experimentamos plenamente o amor. Nós amamos porque ele nos amou primeiro. final, entender isso é a forma de viver a liberdade que Deus nos chamou a viver. E para isso, o Franciscan aborda a ótica do amor de Deus por nós e a nossa resposta em amor por seis perspectivas, cada uma com um capítulo dedicado a ela. Insegurança, revelação, identidade, vida, transbordamento e perseverança. O capítulo da insegurança lida com dúvidas relacionadas ao pensamento. Será que depois de tudo que eu vivi eu vou ouvir de Deus? Afaste-se de mim, nunca te conheci. Afinal, algumas das pessoas desse texto pensavam genuinamente que estavam fazendo coisas que eram boas para Deus. Será que eu não tô me enganando que nem essas pessoas? O Franciscã muito felizmente vai elencar três elementos que podem ser as raízes dessa insegurança. Primeiro, as experiências passadas, porque não é incomum, não é que a gente tenha crescido em lares de funcionais, abusivos, autoritários, repressivos ou mesmo de pais ausentes. E querendo ou não, a gente molda a nossa percepção acerca da paternidade de Deus a partir das nossas paternidades humanas. Também a Bíblia diz que pelo espírito a gente pode chamar Deus de pai de uma forma muito íntima, porque o imaginário de paternidade era coisa positiva, mas para muitas pessoas pai é um termo negativo, não é? E então a gente fica inseguro a olhar para Deus como pai, porque meu pai não foi muito bom. Talvez Deus seja esse pai carrasco também. A esses o Francischan se dirige dizendo que ele sabe que muitos têm bagagem de um de um passado que dificulta o relacionamento com Deus. Contudo, ele diz: "Abre aspas também sei por experiência própria que ele redime, cura e restaura nossa vida despedaçada. Sua história é diferente da minha, mas sua restauração será igualmente completa. Ele conhece cada uma de nossas dores e cura cada um de nós de forma singular. O segundo fator que ele vai trazer aqui é o fator do pecado contínuo. O seu pecado pode te levar a ter dificuldade de se achegar a Deus. No entanto, a gente sabe que Deus disciplina quem ele ama. É o fato de sentirmos que erramos e percebermos a necessidade do perdão que mostra a disposição de Deus em nos amar. Deus disciplina seus filhos porque ele os ama. E quando nós pecamos, nós podemos nos achegar a ele como filhos que sabem que quebraram algo de casa, mas que não tentam esconder o objeto quebrado, nem culpam outra pessoa por aquilo. Tem um vídeo que ficou muito popular na internet recentemente, de duas crianças brincando em um carro, né, e o carro começa a descer a ribanceira, não sei se viram, o pai corre desesperado pr os filhos saírem do carro, os filhos tentando segurar o carro para não cair e aí o pai meio transtornado ainda, o que quem foi que que fez isso e tal. Aí um filho fala: "Fui eu, né?" E aí o pai depois que passa ali a o segundo de adrenalina do carro, os filhos podem ter morrido, ele abraça os filhos, né? Porque ele sabe, né, que a vida dos filhos vale mais do que o carro perdido. Ele podia ter perdido os filhos dele ali. E assim que Deus é conosco, não é? Ele nos abraça mesmo quando pecamos, mesmo quando nós destruímos alguma coisa, não é? que é importante para ele, porque ele é pai e como pai ele nos recebe como filho. O terceiro elemento pode ser o elemento do cinismo. Há pessoas que são propensas à negatividade e ao pessimismo mesmo. E essas pessoas tendem a focar nas suas próprias ofensas, enxergando a vida com desconfiança. E com isso elas perdem a esperança em um Deus que ama, já que se elas são tão transtornadas pelos próprios erros, quanto mais Deus, né, olhando para os erros delas, Deus deve est tão transtornado quanto eu. E o Franciscano nos encoraja a demonstrar confiança e mostrar que há uma diferença entre temor a Deus e medo de Deus. O temor é um assombro diante da sua majestade, mas o medo é um sentimento contrário ao amor. E é o amor por Cristo, né? O amor de Deus lança fora todo medo. Esse primeiro capítulo é, ó, maravilhoso. Já no segundo capítulo, o Franc Jan vai falar da revelação com enfoque na batalha espiritual que nos cerca e que muitas vezes nós não vemos. Ele argumenta que Satanás é o inimigo que quer nos confundir e nos afastar de Deus. Satanás ataca o nosso amor a Deus, nos tentando ou mesmo atacando a nossa percepção do amor de Deus, nos enganando com as suas mentiras. É também um capítulo muito bom, apesar de um erro aqui que o Francischan comete, que já não que assim não tem cabimento, tá? Porque ele vai interpretar João 10:10 que aquele que veio para matar, roubar e destruir é o diabo. Pera aí, Fran Chan, calma lá, filho. A gente tá cansado de saber já aulinha de EBD, tá? Que quem veio ali matar, roubar e destruir no texto é o falso mestre. Vacío do Fran Chan. Mas você que assiste o canal, você não vai, você não vai, você vai conseguir ler o livro e vai passar por cima disso de boa. De todo modo, sim, Satanás quer nos destruir, Satanás quer nos fazer o mal e que o diabo quer nos levar de fato a pecar. Mesmo assim, a responsabilidade na luta contra o pecado é nossa. Francis é muito coerente nesse capítulo e mostrar que a ação demoníaca para nos afastar do amor de Deus é clara, é constante e a gente tem que saber como lutar contra isso. Duvidar do amor de Deus, sim, é uma batalha espiritual que precisa ser vencida em oração, em busca de comunhão com Deus, em luta contra as ciladas do diabo. O terceiro capítulo, por sua vez, fala sobre identidade. O o Francis Chan vai Chan Tchan, eu chamo ele de Chan ca do Jack Chan. Será que era francis Cano que eu devia chamado T Chan. Francis Chan de Franc Chan. Como é que você chama o Francis Chan? Fran, é Francisco Chan ou é Francis Chan? Eu não sei nem o nome dele é é meus problemas com pronúncia. Sempre frequente, sempre presentes. Será que é uma batalha espiritual? Não sei. Mas no terceiro capítulo, o Francis Tian vai reafirmar que a nossa identidade é a identidade de filhos amados, já que é um capítulo sobre identidade. Ele vai mostrar que assim como Jesus é um filho amado, nós também somos filhos amados. Foi isso que o Pai destacou no seu batismo. Jesus era Deus, Jesus era poderoso, Jesus era santo, mas Deus faz questão que ele fosse conhecido como seu filho amado. E aqui o Fran Chan vai apontar para duas coisas que costumam corromper a nossa identidade como filhos amados de Deus. Primeiro é ter Jesus como um meio para um fim. E em segundo lugar pensar que as obras são meios de chegar até esse Jesus. O primeiro caso da gente achar que Jesus é um meio pro fim é justamente o pecado de acreditar que Jesus é um meio para você conseguir uma coisa que você quer. Eu preciso de Jesus para ter um bom emprego, para eu quero Jesus para ele me dar um bom casamento. Eu quero Jesus para ele me dar uma vida feliz. E veja, nenhuma dessas coisas é ruim, um bom emprego, uma vida feliz, um bom casamento, isso é bom. Mas Jesus não é um gênio da lâmpada que existe só para satisfazer as coisas que a gente deseja. Nós obtemos suas bênçãos por causa do amor do Pai. A bênção é a consequência, não é um fim. O segundo ponto, que é o de achar que as obras são um meio de chegar até Jesus, vem justamente de confiar naquilo que a gente pode fazer e não confiar na obra perfeita de Jesus. Então, sação muito bonita, inclusive, desse capítulo, que ele vai dizer o seguinte: não é algo pelo que precisamos nos esforçar. Quando nos esquecemos disso, pode acontecer de nos preocuparmos demais com nossas ações e cairmos em desânimo ou nos enchermos de orgulho. Se as coisas não estão indo bem, talvez tentemos compensar e provar para Deus nossa grande contrição. Se as coisas estão indo bem, talvez nos parabenizemos de forma subconsciente por sermos bons o suficiente. Em última análise, trata-se de um círculo vicioso que nos mantém voltados para nós mesmos e nos separa de Deus. Veja só, né? Nós somos seus filhos amados que habitarão em suas moradas celestes. Somos a noiva de Cristo que será apresentada perfeita. Essa é a nossa identidade. E esse terceiro capítulo é muito bom nisso. O quarto capítulo lista os pontos que podem nos tirar da permanência no amor de Deus. As distrações, os problemas e a produtividade são alguns deles. A gente foca tanto nessas coisas terrenas que isso afeta a nossa permanência na realidade celestial e no presente do amor de Deus. As distrações que são ainda mais intensas com as redes sociais nos tiram o tempo de contemplação do amor de Deus. Os problemas nos transformam em pessoas que são experts, em buscar soluções por meio das nossas próprias ações e não confiando em Deus. A produtividade, como a gente já falou, nos transforma em viciados em resultado. E assim, quando nós não percebemos o resultado esperado de Deus, a gente pensa que ele não nos ama. Mas obviamente não é isso que a Bíblia ensina. Francischan vai apontar muito bem para como a gente pode contornar essas questões. Uma dessas formas é levar cativo a Deus todos os pensamentos, como Paulo nos ensina quando escreve aos Filipenses. Aquilo que nós pensamos, a forma como pensamos, aquilo que pensamos sobre o que pensamos, não é? Molda nossa compreensão de quem nós somos e consequentemente molda nossa compreensão da pessoa de Deus. Então fazer esse exercício nos blinda com a segurança de que o amor de Deus é perene. E se você tá assistindo esse vídeo com atenção, você já reparou nessa estrutura base dos capítulos do livro do Franciscan, né? Ele primeiro elenca questões que prejudicam a uma área específica e então apresenta e aponta aquilo que a Bíblia nos ensina sobre como responder a isso. É por isso que esse livro ele, ó, tem cheirinho, tem gostinho de discipulado, tem cheirinho de estudo bíblico de pequeno grupo na igreja, de material para grupo de jovens. Mas voltando, o capítulo 5 nos ensina como transbordar desse amor e o capítulo seis nos ensina como perseverar nele. Há uma proximidade que entre permanência e perseverança. E nesse capítulo ele vai abordar coisas internas e coisas externas que podem querer nos afastar do amor de Deus. Uma abordagem bem interessante, porque nos dá uma visão bem avarangente e ele elenca que nós temos a tendência a nos tornarmos mornos, a nos isolarmos e por isso a gente precisa perseverar, lembrando que estamos em guerra e nos revestir da armadura espiritual de Deus, justamente porque a Bíblia nos ensina que no fim dos tempos o amor de muitos se esfriaria. Nós já vemos muito disso, divisão por besteira, rancor, falta de perdão, uma vida cristã banalizada. Não deixe que o seu amor esfrie. É o amor que permanece por toda a eternidade quando a fé e a esperança já não são mais necessários. Se a chama do teu amor tá fraca, não desista. Basta uma fagulha para que haja fogo. Alimenta essa chama com as verdades da Escritura. Verdades que o Francis Chan traz na sua obra. Verdades que nos ajudam a proteger nosso coração daquilo que ele adverte. Você pode discipular usando esse livro. Pessoas chegam à sua igreja carentes do amor de Deus. A gente muitas vezes fala tanto de um Deus de ira, de um Deus que de santidade e tem que falar porque fala tão pouco disso por aí. Mas às vezes as pessoas só vão conseguir encontrar uma pregação sobre o amor de Deus se for para uma igreja hereja, né? Porque às vezes as igrejas conservadoras só querem querem só compensar e viram tudo o cabo de guerra. As igrejas liberais falam do amor, as igrejas conservadoras falam da justiça. E a gente precisa, precisa ser bíblico. Não, não, não é só falar contra a tendência cultural, é, é falar todo o conselho de Deus. Se as pessoas chegam na sua igreja carente do amor de Deus, você tem que ser um pregador do amor de Deus também. Esse livro pode ser muito útil para guiar a igreja no caminho do amor, justamente porque está unido a Cristo é justamente ser amado por Cristo. E o Franciscan nos lembra verdades muito preciosas nesse livro. Se você quiser conhecer mais, comprar o material, vai ter um link aí na descrição para você ir direto aí pr pra Amazon ou o melhor link que eu encontrar para você ter acesso ao ser amado. Agradeço o pessoal da mundo cristão que todos os meses me manda aí alguns livros para eu ler, para eu conferir e escolher algum que eu goste mais para resenhar. E você, como tendo lidado aí com o amor de Deus? Você se sente amado pelo Senhor? comenta aqui embaixo. Vamos continuar conversando sobre isso. Tem uma comunidade sempre muito legal de pessoas que assiste os vídeos, comenta. É sempre muito gostoso ver as interações entre vocês. Não deixa de se inscrever e assinar as notificações para ficar sabendo sempre que houver vídeo novo. Um cheiro no seu cangote e até a próxima. Yeah.