Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

JÁ PENSEI QUE DEUS NÃO ME AMASSE

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Ser amado: https://amzn.to/4s8bBNN

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Legendas automáticas:

Você já se sentiu desprezado ou ignorado
por Deus? Você tem dificuldade de
entender o amor de um Deus que tem leis
tão absolutas? Você tem passado por um
esfreamento no amor que você já teve com
relação a Deus? Não se apavore. Você não
é a primeira pessoa a ser atemorizado
por essas questões, mas também não se
acomode, não se contente com respostas
superficiais. Não aceite que doutrinas
erradas tentem diminuir quem Deus é para
que você possa se sentir melhor. Como é
que a gente lida então com esses
sentimentos, não é, de abandono, de um
Deus que talvez não me ame, talvez não
me queira, de um Deus cujas leis parecem
muitas vezes opressivas para mim. Bom,
Francis Chan escreveu o livro chamado
Ser amado e é um material que usa a
palavra de Deus para nos ajudar a lidar
com as sensações e os sentimentos de
distanciamento que muitas vezes acometem
o nosso interior. Essa é a sua primeira
vez aqui? Sou o pastor Iago Martins, sou
pastor Batista, doutorando em teologia e
esse é o Review, é o nosso programa de
resenhas de livros do dois dedos de
teologia. Hoje a gente vai falar do
livro Ser Amado do Francis Chan,
publicado no Brasil pela Mundo Cristão.
Então, se você gosta desse tipo de
vídeo, não deixa de clicar em gostei pra
plataforma saber que este é um vídeo
relevante pr as outras pessoas e de se
inscrever no canal e assinar as
notificações para ficar sabendo sempre
que houver vídeo novo. Dito isso,
simbora pro vídeo de hoje. Desde a queda
no Éden, o ser humano passa a enfrentar
o problema fundamental da existência,
que é o distanciamento de Deus. Em sua
graça e misericórdia, Deus não deixa a
humanidade abandonada. Ele escolhe se
relacionar com homens e com mulheres
caídos, os redimir, os trazer para si.
Essa é a grande prova do amor de Deus,
que ele escolheu se relacionar conosco
enquanto nós ainda éramos pecadores,
totalmente merecidos do seu amor. Ele
nos amou enquanto ainda éramos inimigos.
Além do mais, ele prova esse grande amor
ao ter enviado o seu filho para morrer
na cruz pelos nossos pecados. Ainda
assim, muitos cristãos podem enfrentar
dificuldades em crer que Deus é
favorável a um relacionamento conosco.
Muitos de nós lidamos, né, às vezes
criados em ambientes legalistas com o
sentimento de um Deus que tá na esquina
preparado para nos derrubar. Não é só
esperando ali o primeiro erro, a
primeira falha, o primeiro vacilo para
nos pegar. Um Deus que está ansioso pela
nossa derrocada, ansioso por encontrar
uma falha na gente para poder destruir a
gente. Muitos crescem acreditando em um
Deus que é um carrasco autoritário. E a
nossa mentalidade contemporânea de medir
o nosso valor por aquilo que nós
produzimos, o que já é errado por si só,
pode ser erroneamente aplicado ao nosso
relacionamento com Deus. Assim, a gente
pensa que a gente tem que mostrar
serviço para sermos dignos, merecedores
do amor do Senhor. E mesmo convertidos,
nós muitas vezes podemos pensar que nós
estamos em aviso prévio no escritório
divino. Deus está decepcionado conosco
lá no céu, olhando pra gente, dizendo:
"Meu filho, pelo amor de Deus, e água
assim fica difícil te chamar, hein, meu
filho". Ah, bé, isso, vou pegar esse
caba. E aí que o livro do Franciscan
entra. É um livro simples, é um livro
muito breve, mas que existe para
reforçar a nossa identidade de filhos
amados pelo pai celestial. O livro parte
da passagem famosa de Primeira João,
onde nós lemos: "Sabemos quanto Deus nos
ama e confiamos em seu amor. Deus é amor
e quem permanece no amor permanece em
Deus e Deus nele. À medida que
permanecemos em Deus, nosso amor se
torna mais perfeito. Assim temos
confiança no dia do julgamento, pois
vivemos como Jesus viveu neste mundo.
Esse amor não tem medo, pois o perfeito
amor afasta todo medo. Se temos medo, é
porque tememos o castigo. E isso mostra
que ainda não experimentamos plenamente
o amor. Nós amamos porque ele nos amou
primeiro. final, entender isso é a forma
de viver a liberdade que Deus nos chamou
a viver. E para isso, o Franciscan
aborda a ótica do amor de Deus por nós e
a nossa resposta em amor por seis
perspectivas, cada uma com um capítulo
dedicado a ela. Insegurança, revelação,
identidade, vida, transbordamento e
perseverança. O capítulo da insegurança
lida com dúvidas relacionadas ao
pensamento. Será que depois de tudo que
eu vivi eu vou ouvir de Deus? Afaste-se
de mim, nunca te conheci. Afinal,
algumas das pessoas desse texto pensavam
genuinamente que estavam fazendo coisas
que eram boas para Deus. Será que eu não
tô me enganando que nem essas pessoas? O
Franciscã muito felizmente vai elencar
três elementos que podem ser as raízes
dessa insegurança. Primeiro, as
experiências passadas, porque não é
incomum, não é que a gente tenha
crescido em lares de funcionais,
abusivos, autoritários, repressivos ou
mesmo de pais ausentes. E querendo ou
não, a gente molda a nossa percepção
acerca da paternidade de Deus a partir
das nossas paternidades humanas. Também
a Bíblia diz que pelo espírito a gente
pode chamar Deus de pai de uma forma
muito íntima, porque o imaginário de
paternidade era coisa positiva, mas para
muitas pessoas pai é um termo negativo,
não é? E então a gente fica inseguro a
olhar para Deus como pai, porque meu pai
não foi muito bom. Talvez Deus seja esse
pai carrasco também. A esses o
Francischan se dirige dizendo que ele
sabe que muitos têm bagagem de um de um
passado que dificulta o relacionamento
com Deus. Contudo, ele diz: "Abre aspas
também sei por experiência própria que
ele redime, cura e restaura nossa vida
despedaçada. Sua história é diferente da
minha, mas sua restauração será
igualmente completa. Ele conhece cada
uma de nossas dores e cura cada um de
nós de forma singular. O segundo fator
que ele vai trazer aqui é o fator do
pecado contínuo. O seu pecado pode te
levar a ter dificuldade de se achegar a
Deus. No entanto, a gente sabe que Deus
disciplina quem ele ama. É o fato de
sentirmos que erramos e percebermos a
necessidade do perdão que mostra a
disposição de Deus em nos amar. Deus
disciplina seus filhos porque ele os
ama. E quando nós pecamos, nós podemos
nos achegar a ele como filhos que sabem
que quebraram algo de casa, mas que não
tentam esconder o objeto quebrado, nem
culpam outra pessoa por aquilo. Tem um
vídeo que ficou muito popular na
internet recentemente, de duas crianças
brincando em um carro, né, e o carro
começa a descer a ribanceira, não sei se
viram, o pai corre desesperado pr os
filhos saírem do carro, os filhos
tentando segurar o carro para não cair e
aí o pai meio transtornado ainda, o que
quem foi que que fez isso e tal. Aí um
filho fala: "Fui eu, né?" E aí o pai
depois que passa ali a o segundo de
adrenalina do carro, os filhos podem ter
morrido, ele abraça os filhos, né?
Porque ele sabe, né, que a vida dos
filhos vale mais do que o carro perdido.
Ele podia ter perdido os filhos dele
ali. E assim que Deus é conosco, não é?
Ele nos abraça mesmo quando pecamos,
mesmo quando nós destruímos alguma
coisa, não é? que é importante para ele,
porque ele é pai e como pai ele nos
recebe como filho. O terceiro elemento
pode ser o elemento do cinismo. Há
pessoas que são propensas à negatividade
e ao pessimismo mesmo. E essas pessoas
tendem a focar nas suas próprias
ofensas, enxergando a vida com
desconfiança. E com isso elas perdem a
esperança em um Deus que ama, já que se
elas são tão transtornadas pelos
próprios erros, quanto mais Deus, né,
olhando para os erros delas, Deus deve
est tão transtornado quanto eu. E o
Franciscano nos encoraja a demonstrar
confiança e mostrar que há uma diferença
entre temor a Deus e medo de Deus. O
temor é um assombro diante da sua
majestade, mas o medo é um sentimento
contrário ao amor. E é o amor por
Cristo, né? O amor de Deus lança fora
todo medo. Esse primeiro capítulo é, ó,
maravilhoso. Já no segundo capítulo, o
Franc Jan vai falar da revelação com
enfoque na batalha espiritual que nos
cerca e que muitas vezes nós não vemos.
Ele argumenta que Satanás é o inimigo
que quer nos confundir e nos afastar de
Deus. Satanás ataca o nosso amor a Deus,
nos tentando ou mesmo atacando a nossa
percepção do amor de Deus, nos enganando
com as suas mentiras. É também um
capítulo muito bom, apesar de um erro
aqui que o Francischan comete, que já
não que assim não tem cabimento, tá?
Porque ele vai interpretar João 10:10
que aquele que veio para matar, roubar e
destruir é o diabo. Pera aí, Fran Chan,
calma lá, filho. A gente tá cansado de
saber já aulinha de EBD, tá? Que quem
veio ali matar, roubar e destruir no
texto é o falso mestre. Vacío do Fran
Chan. Mas você que assiste o canal, você
não vai, você não vai, você vai
conseguir ler o livro e vai passar por
cima disso de boa. De todo modo, sim,
Satanás quer nos destruir, Satanás quer
nos fazer o mal e que o diabo quer nos
levar de fato a pecar. Mesmo assim, a
responsabilidade na luta contra o pecado
é nossa. Francis é muito coerente nesse
capítulo e mostrar que a ação demoníaca
para nos afastar do amor de Deus é
clara, é constante e a gente tem que
saber como lutar contra isso. Duvidar do
amor de Deus, sim, é uma batalha
espiritual que precisa ser vencida em
oração, em busca de comunhão com Deus,
em luta contra as ciladas do diabo. O
terceiro capítulo, por sua vez, fala
sobre identidade. O o Francis Chan vai
Chan Tchan, eu chamo ele de Chan ca do
Jack Chan. Será que era francis Cano que
eu devia chamado T Chan. Francis Chan de
Franc Chan. Como é que você chama o
Francis Chan? Fran, é Francisco Chan ou
é Francis Chan? Eu não sei nem o nome
dele é é meus problemas com pronúncia.
Sempre frequente, sempre presentes. Será
que é uma batalha espiritual? Não sei.
Mas no terceiro capítulo, o Francis Tian
vai reafirmar que a nossa identidade é a
identidade de filhos amados, já que é um
capítulo sobre identidade. Ele vai
mostrar que assim como Jesus é um filho
amado, nós também somos filhos amados.
Foi isso que o Pai destacou no seu
batismo. Jesus era Deus, Jesus era
poderoso, Jesus era santo, mas Deus faz
questão que ele fosse conhecido como seu
filho amado. E aqui o Fran Chan vai
apontar para duas coisas que costumam
corromper a nossa identidade como filhos
amados de Deus. Primeiro é ter Jesus
como um meio para um fim. E em segundo
lugar pensar que as obras são meios de
chegar até esse Jesus. O primeiro caso
da gente achar que Jesus é um meio pro
fim é justamente o pecado de acreditar
que Jesus é um meio para você conseguir
uma coisa que você quer. Eu preciso de
Jesus para ter um bom emprego, para eu
quero Jesus para ele me dar um bom
casamento. Eu quero Jesus para ele me
dar uma vida feliz. E veja, nenhuma
dessas coisas é ruim, um bom emprego,
uma vida feliz, um bom casamento, isso é
bom. Mas Jesus não é um gênio da lâmpada
que existe só para satisfazer as coisas
que a gente deseja. Nós obtemos suas
bênçãos por causa do amor do Pai. A
bênção é a consequência, não é um fim. O
segundo ponto, que é o de achar que as
obras são um meio de chegar até Jesus,
vem justamente de confiar naquilo que a
gente pode fazer e não confiar na obra
perfeita de Jesus. Então, sação muito
bonita, inclusive, desse capítulo, que
ele vai dizer o seguinte: não é algo
pelo que precisamos nos esforçar. Quando
nos esquecemos disso, pode acontecer de
nos preocuparmos demais com nossas ações
e cairmos em desânimo ou nos enchermos
de orgulho. Se as coisas não estão indo
bem, talvez tentemos compensar e provar
para Deus nossa grande contrição. Se as
coisas estão indo bem, talvez nos
parabenizemos de forma subconsciente por
sermos bons o suficiente. Em última
análise, trata-se de um círculo vicioso
que nos mantém voltados para nós mesmos
e nos separa de Deus. Veja só, né? Nós
somos seus filhos amados que habitarão
em suas moradas celestes. Somos a noiva
de Cristo que será apresentada perfeita.
Essa é a nossa identidade. E esse
terceiro capítulo é muito bom nisso. O
quarto capítulo lista os pontos que
podem nos tirar da permanência no amor
de Deus. As distrações, os problemas e a
produtividade são alguns deles. A gente
foca tanto nessas coisas terrenas que
isso afeta a nossa permanência na
realidade celestial e no presente do
amor de Deus. As distrações que são
ainda mais intensas com as redes sociais
nos tiram o tempo de contemplação do
amor de Deus. Os problemas nos
transformam em pessoas que são experts,
em buscar soluções por meio das nossas
próprias ações e não confiando em Deus.
A produtividade, como a gente já falou,
nos transforma em viciados em resultado.
E assim, quando nós não percebemos o
resultado esperado de Deus, a gente
pensa que ele não nos ama. Mas
obviamente não é isso que a Bíblia
ensina. Francischan vai apontar muito
bem para como a gente pode contornar
essas questões. Uma dessas formas é
levar cativo a Deus todos os
pensamentos, como Paulo nos ensina
quando escreve aos Filipenses. Aquilo
que nós pensamos, a forma como pensamos,
aquilo que pensamos sobre o que
pensamos, não é? Molda nossa compreensão
de quem nós somos e consequentemente
molda nossa compreensão da pessoa de
Deus. Então fazer esse exercício nos
blinda com a segurança de que o amor de
Deus é perene. E se você tá assistindo
esse vídeo com atenção, você já reparou
nessa estrutura base dos capítulos do
livro do Franciscan, né? Ele primeiro
elenca questões que prejudicam a uma
área específica e então apresenta e
aponta aquilo que a Bíblia nos ensina
sobre como responder a isso. É por isso
que esse livro ele, ó, tem cheirinho,
tem gostinho de discipulado, tem
cheirinho de estudo bíblico de pequeno
grupo na igreja, de material para grupo
de jovens. Mas voltando, o capítulo 5
nos ensina como transbordar desse amor e
o capítulo seis nos ensina como
perseverar nele. Há uma proximidade que
entre permanência e perseverança. E
nesse capítulo ele vai abordar coisas
internas e coisas externas que podem
querer nos afastar do amor de Deus. Uma
abordagem bem interessante, porque nos
dá uma visão bem avarangente e ele
elenca que nós temos a tendência a nos
tornarmos mornos, a nos isolarmos e por
isso a gente precisa perseverar,
lembrando que estamos em guerra e nos
revestir da armadura espiritual de Deus,
justamente porque a Bíblia nos ensina
que no fim dos tempos o amor de muitos
se esfriaria. Nós já vemos muito disso,
divisão por besteira, rancor, falta de
perdão, uma vida cristã banalizada. Não
deixe que o seu amor esfrie. É o amor
que permanece por toda a eternidade
quando a fé e a esperança já não são
mais necessários. Se a chama do teu amor
tá fraca, não desista. Basta uma fagulha
para que haja fogo. Alimenta essa chama
com as verdades da Escritura. Verdades
que o Francis Chan traz na sua obra.
Verdades que nos ajudam a proteger nosso
coração daquilo que ele adverte. Você
pode discipular usando esse livro.
Pessoas chegam à sua igreja carentes do
amor de Deus. A gente muitas vezes fala
tanto de um Deus de ira, de um Deus que
de santidade e tem que falar porque fala
tão pouco disso por aí. Mas às vezes as
pessoas só vão conseguir encontrar uma
pregação sobre o amor de Deus se for
para uma igreja hereja, né? Porque às
vezes as igrejas conservadoras só querem
querem só compensar e viram tudo o cabo
de guerra. As igrejas liberais falam do
amor, as igrejas conservadoras falam da
justiça. E a gente precisa, precisa ser
bíblico. Não, não, não é só falar contra
a tendência cultural, é, é falar todo o
conselho de Deus. Se as pessoas chegam
na sua igreja carente do amor de Deus,
você tem que ser um pregador do amor de
Deus também. Esse livro pode ser muito
útil para guiar a igreja no caminho do
amor, justamente porque está unido a
Cristo é justamente ser amado por
Cristo. E o Franciscan nos lembra
verdades muito preciosas nesse livro. Se
você quiser conhecer mais, comprar o
material, vai ter um link aí na
descrição para você ir direto aí pr pra
Amazon ou o melhor link que eu encontrar
para você ter acesso ao ser amado.
Agradeço o pessoal da mundo cristão que
todos os meses me manda aí alguns livros
para eu ler, para eu conferir e escolher
algum que eu goste mais para resenhar. E
você, como tendo lidado aí com o amor de
Deus? Você se sente amado pelo Senhor?
comenta aqui embaixo. Vamos continuar
conversando sobre isso. Tem uma
comunidade sempre muito legal de pessoas
que assiste os vídeos, comenta. É sempre
muito gostoso ver as interações entre
vocês. Não deixa de se inscrever e
assinar as notificações para ficar
sabendo sempre que houver vídeo novo. Um
cheiro no seu cangote e até a próxima.
Yeah.

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