Reconciliação com Deus e com os Homens (PodCast com Diego dy Carlos, Ari Langrafe e Felipe Pessoa).
09/02/2026
Reconciliação com Deus e com os Homens (PodCast com Diego dy Carlos, Ari Langrafe e Felipe Pessoa).
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Fonte: Escola Charles Spurgeon
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Bem-vindos ao podcast da escola Charles Expúgio. Sou Arilan Graf, Deão acadêmico aqui da ES e hoje nós vamos tratar um tema que é profundamente teológico, mas também profundamente humano. Nós vamos falar de reconciliação, reconciliação com Deus, reconciliação uns com os outros. Porque se nós, senhores, formos honestos, cada um de nós traz histórias quebradas, já viveu dificuldades de relacionamento e o evangelho entra exatamente nesses lugares. Para tratar desse assunto, estamos aqui com o pastor Diego de Carlos, professor pesquisador do seminário Martin Buter. Seja bem-vindo, pastor. Muito obrigado. Que coisa boa também com Felipe Pessoa, pastor da Igreja Cristã Evangélica em Curitiba. Obrigado, pastor. Aí, bom demais estar aqui com você. >> Senhores, sejam muito bem-vindos. Vamos lá, então, pastor. Vamos começar. Se você tivesse que explicar reconciliação bíblica para alguém em um minuto, o que que você vai dizer, né? O que que você diria? Ah, eu acho que eu diria que a reconciliação bíblica é a iniciativa de Deus em reconciliar homens e mulheres que são biblicamente inimigos de Deus consigo mesmo mediante o sacrifício de Cristo e que esta reconciliação que a gente pode pensar é vertical de cima para baixo. Deus nos reconcilia consigo tem implicações necessárias para os relacionamentos horizontais. A igreja, portanto, se constitui a comunidade dos reconciliados. Então, a reconciliação bíblica é Deus nos reconciliando consigo mesmo, nos inxertando nesse corpo que é a igreja e a a realizando essa reconciliação horizontal entre homens e mulheres diferentes tribos, línguas. Fantástico, porque não é uma não é só uma questão de comportamento, a gente tem um problema real, um problema um pouquinho mais profundo. E quando a gente olha pra escritura, como que a gente pode pensar aqui, senhores, como que é onde que a reconciliação começa? Onde a gente vê esses esse início na escritura? O que que vocês acham? Eh, bom, na minha opinião, reconciliação nas escrituras começam em Gênesis 3, em um momento em que Deus eh vai ao jardim em busca de Adão. Começa um processo de restauração da humanidade após a queda, primeiro casal. Então ali que nós temos a primeira promessa messiânica de Cristo. E durante todo o restante do enredo das escrituras, nós temos um desenrolar do que Deus está fazendo para restaurar o relacionamento fundamental divino e humano e de fato restaurar a harmonia e unidade de toda a criação é perdida em Vines 3. Então é ali que começa e o clímax é Cristo e a consumação final será no novos céus e nova terra. Ação dos novos céus e nova terra na de apocalpes. Agora digo ótimo, a a perspectiva de Gênesis 3 é fenomenal e a gente precisa lembrar o que que ela nos fala, porque tem a questão da queda, mas como você mesmo diz, a promessa do Messias ali aparecendo pela primeira vez. Ora, eh, na sua opinião, por que que você acredita que o ser humano vive quebrando esse relacionamento o com Deus? Exato. Cada uma resposta mais rápida, né? Mas eh fato, né? É, então, eh, o fato é que nós somos reconciliados com Deus, mas ainda vivemos nessa tensão que a gente a gente conhece muito bem, que é fundamental para Paulo e para toda a estrutura do Novo Testamento, em especial entre um reino realizado, uma uma inaugurado, uma reconciliação que é final, não há nada mais a ser acrescentado ao sacrifício de Cristo na cruz, mas ao mesmo tempo nós precisamos ainda lidar >> com o dia a dia de seres humanos ou de seres humanos redimidos e reconciliados, vivendo em um mundo quebrado, ó. E aí nós nós, obviamente, não só em relacionamentos, mas em vários outros aspectos, nós pecamos contra o Senhor e e aí isso vai eh minando o nosso relacionamento. Temos a promessa do perdão do Paium >> e isso vai restaurando o relacionamento. É o perdão é a um instrumento de Deus para a manutenção a desse relacionamento reconciliado não só entre a humanidade e ele, mas entre nós também. E essa raiz de problema, talvez é um pouquinho mais profundo, porque a gente tende a olhar a essa questão da reconciliação muito superficialmente. Eu sei que vocês pensam, geralmente focando nos comportamentos, mas o problema é mais profundo, é separação, é separ, é tá separado de Deus, isso acaba quebrando outros relacionamentos, separando-nos uns dos outros. E a gente vai tratar agora então do que a gente vai ver que essa reconciliação com Deus que deve vir primeiro ou não, né, pastor? E aí só vai ter que dizer agora, né, como que começa isso? É, é do homem para com Deus, é de Deus para com homem ou é os dois trabalhando juntos? Como que funciona essa reconciliação? Essa é uma boa pergunta. Eh, então, eh, Paulo usa duas palavras, uma palavra, o grupo de palavras para reconciliação no Novo Testamento, né, grego, eles, o verbo reconciliar, o verbo, o substantivo reconciliação. E nós sabemos disso, é fato, temos acesso a a documentos, todos os documentos gregos até então, nós temos tudo isso em um banco de dados. Então, nós podemos ler esses documentos de vários séculos antes de Cristo, no primeiro século, isso é acessível, né? acessível aim temos ferramentas para isso. Você pode fazer isso na ponta dos dedos e depois você precisa só ler os peixos e conferir, etc. Um acadêmico chamado Stan Putra decidiu ah seguir um site que um outro acadêmico chamado Howard Marshall, ah, que já faleceu, teve, de que Paulo havia usado o verbo reconciliar de uma forma peculiar, teria sido o primeiro a usar da forma que ele usou. >> Uhum. >> Vou explicar e tentar chegar na sua resposta. E e aí ele analisou todos os usos do verbo eh na língua grega, em todos os documentos gregos que nós conhecemos hoje. E em todos esses documentos, especialmente na na no contexto de diplomacia greco-romana, o que acontecer é que a expectativa é que a o ofensor tomaria a iniciativa de reconciliar o ofendido. Essa era a expectativa. Então, todas as ocorrências literárias de reconciliação nesse nessa dinâmica bilateral de relacionamentos ocorria nessa estrutura. O ofensor era o sujeito do verbo reconciliar. Elefendeu, ele precisa iniciar o processo. Os Macabeus, inclusive, eh, judeus, no segundo, eh, primeiro século antes de Cristo, segundo livro de Macabeus, usa a metáfora da reconciliação pela primeira vez no sentido teológico, ou seja, para explicar o relacionamento divino humano. Eles falam que eles conceitualizam a ideia de que o sangue dos mártires, eh, Macabeus, sete irmãos, havia reconciliado Deus consigo. percebe que eles estão seguindo a mesma dinâmica greco-romana. Nós, a nação, ofendemos a Deus e o nosso sangue, agora, o sangue desses mártires aplacou a ira de Deus e reconciliou Deus com Sil. Quando nós chegamos em Paulo, Paulo pela primeira vez que nós temos acesso à literatura, né, ele investe a coisa, ele fala: "Não, não, não, não. >> Uau! >> Deus toma iniciativa". Então, quando ele começou a falar de reconciliação, provavelmente todo mundo na no primeiro século que tava ouvindo falou: "Ah, eu conheço isso daí. Eu sei o que que ele vai falar. Nós ofendemos a Deus, eu preciso aplacar Deus. Paulo fala: Deus que estava em Cristo reconciliando o mundo comente então no Novo Testamento, o conceito no Antigo Testamento, a palavra não aparece, mas o conceito no Antigo e claramente no Novo Testamento, Deus é sempre o o iniciador. É ele quem faz a reconciliação dos seus inimigos. E e é essa com Deus, ele é é o que toma a iniciativa. Perfeito. É muito claro a gente observar então essa essa lógica aí. Vamos lá. Nossos filhos ou nossos pais falavam assim: "Olha, você errou, vai lá e você você não errou, você não ofendeu, vai lá e toma iniciativa." Mas vamos lá. dessa perspectiva de que Deus toma essa iniciativa, o que que muda na identidade de quem foi reconciliar? O que que o que que é transformado nessa vida de quem tá ali reconciliado obviamente com Deus, >> mas também com seu próximo? >> Hum. >> Boa pergunta. Eh, quando a gente volta para Gênesis, eh, por que que Paulo em Colossenses fala que Deus reconciliou todas as coisas? Ao contrário de segunda aos Coríntios 5, Romanos 5, pésos de Colossenses, eles aumentam, expandem o escopo da reconciliação para um escopo universal cósmico. Ele reconciliu por que nós temos em Gênesis 1 e do é perfeita unidade de toda a criação. E nós temos homem e Deus em perfeita harmonia. Uhum. Nós temos homem e mulher em perfeita harmonia. Nós temos o ser, o primeiro casal e a natureza em perfeita harmonia. A base de toda a unidade ali, obviamente, fundamentalmente é o monoteísmo, né? Então, um só Deus, ele é o originador e ele sustenta as coisas. Em termos relacionais, o relacionamento divino humano é o fundamental. Uma vez que ele foi quebrado, todos os demais relacionamentos foram fragmentados também. Tanto isso fica bem claro na condenação de Deus, na maldição que Deus impõe Adão e Eva, né? Seu desejo será para ela, para ele. E tem agora crise entre o homem e mulher, crise entre o primeiro casal e a natureza. Agora não vai ser tão fácil arar. Eh, tudo entra em colapso. Quando Deus nos reconcilia, então a gente precisa pensar na restauração de todas essas dinâmicas. Então, nosso relacionamento fundamental com Deus é restaurado. Automaticamente isso significa que o meu relacionamento com o próximo é restaurado. Agora eu estou em Cristo. Essa é a nova identidade. Eu argumentaria que aquele que é reconciliado com Deus, ele ah expõe, ele exibe uma ética da reconciliação. Então, em termos horizontais, >> nós vemos isso claramente na na parênes de Paulo, na na na parte exortatória das suas cartas. Nós cultivamos virtudes que mantém a unidade que foi criada pelo Espírito Santo no ato da reconciliação. Em Efésios 4:3 ele 4, ele fala que nós devemos andar de modo digno da nossa vocação, nos dá uma série de virtudes como humildade, mansidão, mantém a unidade e a ordem é para que nós mantenhamos a unidade do espírito no vínculo da paz em um. A unidade foi produzida pelo espírito e eu eu agora tenho que mantê-la. Ó, Diego, é basicamente um movimento evangelístico natural, porque a partir do momento que nós estamos então externando isso, que fomos alcançados por iniciativa de Deus, Deus ele não pede pra gente negociar a paz. Isso é uma, isso é uma questão que a gente vê em organizações, enfim, ou mesmo pra gente construir paz em nome da paz, vemos atrocidades sendo feitas. Então, na cruz, Cristo fez essa paz. Hum. Quando nós éramos inimigos. É isso mesmo, >> não? Desculpe, senhores, mas é incrível porque querendo nós tá falando da graça. Quando a gente olha para isso é pura graça. >> E como o Diego tá colocando pra gente aqui, eh, a gente tem que refletir porque o mundo tá esperando. Não, você ofendeu, você que pague, você que vá, você que E aí Cristo vem e muda essa essa ideia. Falou: "Não, eu vou lá". E isso ah dentro do do que você tá falando, Felipe, é fenomenal, porque a gente não precisa criar unidade, a gente não precisa criar paz, né? A gente Cristo conquistou isso para nós quando a gente tá longe. Então é incrível como a reconciliação por parte de Deus, a essa iniciativa de Deus aponta paraa graça. >> Hum. É perfeito. Eu acho que é isso mesmo. Eu eu adicionaria só algo que eu acho interessantíssimo também em Paulo, em Efésios 2, 14 a 18, ele fala justamente isso. Cristo é a paz, ele fez a paz e ele proclamou a paz. Ele é o príncipe da paz. O cumprimento da da promessa zairaânica ali em segunda aos Coríntios 5, que é um outro texto da reconciliação, nós somos reconciliados com Deus. Mas depois que esse processo ocorre, Paulo diz: "E ele nos confiou o ministério da reconciliação". Perfeito. Então nós exortamos a todo homem e mulher, né? Em nome de Cristo, sede reconciliados com Cristo Jesus. Então, ao mesmo tempo em que nós não fabricamos essa paz, ela é fruto da graça de Deus criada na cruz do Calvário, onde ele derrubou a parede de inimizade. Ele nos constituiu embaixadores da paz, embaixadores da reconciliação. E nós fazemos isso ao pregar o evangelho. Nós estamos advertindo a pecadores, inimigos de Deus, a serem a aceitarem eh a a reconciliação que já foi objetivamente conquistada por Cristo na cruz. E assim nós somos esses embaixadores. Uma vez que eles são salvos eados no corpo, dentro da comunidade, nós somos também todos embaixadores da paz, mantendo a harmonia e unidade da >> Uau! E agora, pessoal? >> Então, tudo isso para >> a gente falou de reconciliação com Deus. Isso é bonito demais. A gente fica maravilhado, sabe aquela sensação que tá maravilhado, é graça, porque é tudo, né? Só que a gente precisa agora sair um pouquinho entrar nesse nessa parte que dói um pouco mais, que é a reconciliação com o próximo, as pessoas que estão à nossa volta, né? Porque se falar de reconciliação com Deus é lindo, não é tão bonito quando a gente trata de uns para com os outros. E e Ari, só para poder eh só para poder ilustrar isso, é é basicamente que a metáfora a gente usou nem metáfora, né? Assim, a nossa vivência, quantas vezes nós estávamos errados. e mandavam que a gente que tava errado fosse lá para poder pedir desculpa. E aí agora, e aí você vai lá pedir desculpa e aí >> não é >> justamente isso é >> esse esse é o que nós vamos falar agora. E aí a reconciliação entre pessoas e é assunto que é difícil, porque eu fico imaginando agora, senhoras, quantas igrejas tem pessoas com relacionamentos quebrados ali dentro da comunidade da graça. Quantas pessoas hoje não estão passando por dificuldade nas suas famílias e são situações reais, doloridas e aí a >> legítimas, né? >> Legimas. Bom, legítimas também, né? E a gente vai tratar de reconciliação, a gente vai falar de perdão, obviamente, né? E por que que perdoar é tão difícil para alguns? A gente porque esses relacionamentos se perpetuam na igreja, né? Você tem pessoas que podem passar às vezes anos problema de relacionamento não resolvido. Aí, por que que é tão difícil que acontece? Tão difícil perdoar ou pedir perdão? As duas coisas. Eu acho que as duas coisas. pens vamos começar pelo perdoar. Por que que por que que perdoar é tão difícil? >> Eh, eu fiz essa pergunta, mas eu acho que ela a resposta é semelhante os dois casos, pensando em mim mesmo, né? Eh, minha experiência, eu acho que isso tem a ver muito com o nosso orgulho, porque perdoar não é natural, sobrenatural. Então, perdoar alguém que nos ofendeu, deixar a a dívida, né, do lado e não cobrar aquele que é justo quando nós somos ofendidos de forma ruscamente. Isso não quer dizer que o perdão ele também não envolve justiça, porque a justiça tem que ser feita neles, né? A gente pode falar mais sobre isso depois. Você não tem que pedir que vítimas se calem em nome de perdão. Não é esse o perdão bíblico. Mas o perdoar é você primão de algo que é seu, mesmo que seja o sentimento, etc. da sua reputação, talvez uma diflamação eh magoou. E eu acho que o orgulho é o grande fator nos impedem, né, impedem seres quebrados como nós de perdoar mesmo diante da do exemplo de Jesus e grande perdão que nós recebemos de Deus. Não há nada tão grave, né, diante do exemplo de Deus para conosco, né, o perdão dele conosco seja tão grande que nós não possamos perdoar. E eu nós vemos que obviamente te ouvindo e a tua perspectiva não só de Cristo eh ou não só de Paulo, mas em Cristo, como ele que inicia isso a partir de Deus, tá? Eu eu perguntaria assim, existe um limite para reconciliação ainda dentro dessa perspectiva de reconciliação entre pessoas? Hum. E se existe esse limite, qual que seria ele? >> Não, eu não creio que haja limite para reconciliação, certo? Ah, o que eu creio é que nem sempre o perdão vai gerar reconciliação. >> Perfeito. >> Isso é o que é isso. A reconciliação ela pressupõe necessariamente o perdão. Não existe reconciliação sem perdão. >> Sem perdão. >> Mas o perdão não pressupõe reconciliação necessariamente. >> Você tá falando de restauração de relacionamento. >> É porque nesse caso de o perdão eh resultar em reconciliação, é necessário que o perdoado ou que as duas partes queiram a reconciliação. Mas eu creio que é possível eu perdoar alguém que me ofendeu e querer me reconciliar com ele. Aquele que perdoa deveria buscar a reconciliação, mas se ele não quiser, eu não sou forçado a nada, porque não pode o meu controle, entende? Não, essa é uma pergunta recorrente que de fato eu que eu recebo, mas ele não quer se reconciliar comigo. Mandamento bíblico não é para você obrigatoriamente fazer com que ele se reconcilie com você. não tem essa depende dele. Ele é um agente moral, ele vai decidir se ele tem ou não, mas eu posso ainda assim perdoá-lo. Uau! Isso me lembra um pouquinho os Efésios, né? Efésios 4:32, né? Que ele vai colocando, ó, perdoando uns aos outros assim: Deus em Cristo nos perdoa. Então, um texto muito forte da reconciliação sinal 4 32 a 52. Muito forte. >> É incrível, né? Então essa base não vem de nós, né? vem, vem da graça de Deus, o perdão que ele nos concedeu. E aí a gente vai paraa situação real, porque perdoar, ah, não é fingir que nada aconteceu, né? A gente vive muito isso, ah, vamos esperar a poeira baixar, né? >> O tempo, o tempo, o tempo cura cura tudo. A gente muito dessas coisas. O tempo vai curar, vamos varrer isso aí, vamos deixar para lá, bola paraa frente. Tem no Brasil muita coisa, né? que trata de de frases para deixar o perdão em segundo plano. Mas perdoar é olhar para Cristo, é escolher não cobrar uma dívida mesmo sabendo que ela existiu. Então a gente entra agora ah, no que eu vou chamar de casos difíceis, porque tá lá, né, e você aconteceu, né, e são coisas que aconteceram que machucam pessoas, né? Vamos colocar aqui uma sessão aí honéses, por favor, brainstorm aí, tá? Ah, vamos lá. Tópicos possíveis que a gente pode lidar quando se trata de relacionamentos quebrados. Eu vou colocar aqui traição, divórcio, famílias quebradas. A gente vê esse cenário, a gente também olha o que tem sido discutido muito hoje na igreja brasileira, que a igreja machucando pessoas por meio da liderança, uns com os outros. Eh, liderança abusiva, vamos isso, liderança abusiva. E e o que o Diego acabou de colocar, que a gente pode aprofundar um pouquinho, é que quando pessoas não querem reconciliação, >> né? Eu acho que esses esses temas >> Uhum. Seria legal a gente discutir um pouquinho. Quer começar com o primeiro? Quer pular algum? Não. Você vai lá. >> Vamos lá, então. Deixa eu fazer uma pergunta então para balizar aqui os nossos temas, né? >> Vamos lá. Eh, o o cristão, ele pode estar reconciliado com Deus e ainda viver conflitos humanos? Ou seja, nós estamos falando sobre questões, eh, vamos lá, que é o termo aqui, vamos lá novamente, legítimo, >> uma questão de uma traição, uma questão de uma de uma uma liderança abusiva. E e recentemente eu até vi uma uma um jogo de palavras dizendo assim: "Nossa, eu já vi muita gente eh denunciando que foi abusado em algum sentido pela igreja, mas eu nunca vi falando que essa pessoa abusou da igreja por conta da sua postura". Ou seja, >> tem aqui uma tem aqui uma são são tóticos reais, são causas honestas. E aí o cristão, ele pode estar reconciliado com Deus e ainda viver esses conflitos e são vários os conflitos humanos que nós estamos enitos, né? A ideia do ainda não está consumado. >> Isso justamente por isso, eu creio que ele pode Uhum. >> Mas não deve. Então ele pode porque nós somos pecadores. Então eh nós vamos ter conflitos. É inevitável. Quer dizer, no momento em que nós abrimos a boca, nós já estamos sujeitos a a criar algum tipo de conflito, né? Mas ele não deve. João fala que aquele que ama, diz que ama a Deus, mas não ama o seu irmão, mentiroso. Ele não é verdade. Então, interessantíssimo, porque estava falando mais cedo, acho que a gente mencionou alguma coisa sobre, ah, mas a gente aprende que eu eu sou culpado, então devo ir lá, né? Em Mateus 6, Jesus conta o exemplo de quando de alguém que estava indo para eh sacrificar a Deus, mas lembrou que alguém tinha alguma coisa contra ele. Nesse cenário, aquele que estava indo sacrificar ofendeu alguém, não é? Você lembrou que alguém tem alguma coisa contra você? Você é o ofensor, você é o culpado. A ordem de Jesus é: vai lá e reconcilia-te com Mas lá na frente, Mateus 18, ele conta uma outra história. Diz: "Olha, se o teu irmão pecar contra ti, vai lá". >> Uau. >> Resra. >> É. Então, então Jesus diz: "Em nenhum cenário você tem que esperar o outro. Você vai. Se você é o ofensor, você vai. Se você foi ofendido, você vai. Se todo mundo tiver essa disposição na igreja, a gente não vai ter conflito por muito tempo. Então, o conflito vai existir, mas o que as escrituras exigem de nós é uma disposição de de buscar a reconciliação. Isso não quer dizer que ah não deva haver justiça. Em caso de abuso, por exemplo, eh tem um livro do Don Carson que é Love in Hard Places. Ah, eu acho que ele não foi traduzido, que é amor em situações, lugares difíceis. E ele conta, ele fala isso, né? Ele fala que esse tipo de perdão que não lamenta a imoralidade, não lamenta o abuso, não lamenta a situação difícil, ele pode ser o oposto do amor. Ele não é amor bíblico, não é? Então você pode perdoar. Ele tá nesse, ele esse texto é no contexto de perdão. No livro dele, você tem que perdoar, mas o perdão bíblico não não exclui a justiça divina. Perdão bíblico nunca é barato, nunca é graça barata. Jesus teve que morrer para que houvesse perdão. Então, a, mas a racionalização ou ou a lógica do perdão bíblico é uma vez que Deus pagou o preço último, mais alto, qual outro preço humano é tão alto ao ponto de você não poder e não querer perdoar alguém? E entra a parábola de Jesus sobre o fedor incompassivo. Perdoei tanto, você não consegue perdoar outro que teve uma mxaria. >> Uhum. >> Entende? Mas eu sei que cada caso é um caso e são coisas difíceis, mas perdão é difícil e reconciliação é difícil, mas isso não quer dizer que não seja a ordem bíblica. Cos importante. Você é ofensor, você é ofendido. Vai lá. >> Acho que isso tem que ser. Vai lá, vai lá. E é interessante porque o padrão do cristão não é definido pela consequência. A consequência deles vão elas vão existir. Sim. Se alguém matou, a consequência do crime que ela cometeu vai existir. Agora, padrão do cristão é o próprio Cristo. >> E o padrão e o a a >> ele coloca essa régua lá e vai até lá. >> Vá, né? Busque isso. >> Eu queria aproveitar ainda essa essa fala sobre abusos, que é bem algo que tá bem perversando ainda, né, nas redes, nas mídias e na no nosso contexto de Brasil, América do Norte, etc. Eh, e entra bastante essa questão do perdão e e há essa disputa, essa essa essa discussão mais teórica às vezes de se o perdão ele deve ser incondicional ou se ele é transacional, né? Há uma transação aqui comercial mais ou menos assim merecida. Ou seja, a disputa é em livros, inclusive eu eu preciso para que o perdão seja liberado, o o meu ofensor precisa pedir perdão. Você eu tenho que esperá-lo pedir ele pede perdão, então perdoo. Essa é a dinâmica bíblia. Ele me pede perdão e eu perdoo. >> Ou eu devo perdoá-lo mesmo que ele não se arrependa, mesmo que ele não perdoe. É uma disputa. Converso muito. E e aqueles que advogam a ideia do perdão mais transacional, que o que eu devo esperar que ele se arrependa, acusam os demais creem em um perdão imerecido, digamos assim. Ou seja, o cara não me pediu, mas eu perdoo ainda assim, porque é algo que tá aqui no meu relacionamento com Deus. Eu perdoo ele, o meu coração que táindo primeiro. Uma das acusações é que isso tem eh viabilizado abuso, porque é o tipo de raciocínio que você eh impõe algumas vítimas dizendo: "Olha, mas não não leva ele paraa delegacia, houve um abuso, mas não vai, né, vai fazer nada perdão, porque esse é o perdão bíblico, perdoa ele." Esse tipo de perdão não é bíblico. Esse perdão não pode excluir a justiça bíblica. OK? Então, não se pode usar esse tipo de argumento. Então, >> eu acho, eu creio que os dois, as duas perspectivas estão, corretas em alguns aspectos e fundamente erradas no que no que é o perdão bíblico. Então, o perdão bíblico ele ele ele exige um preço a ser pago, sim. Tá? Então, eh, não se pode. Eu só quero deixar claro que aqueles que advogam perdão incondicional, eles não podem mesmo. E não é o bíblico, não é o que eu tô dizendo. Ele vigia que a vítima se cale. Se nós fizermos isso, nós somos realmente cúmplices de perpetador, de de culpados, e criminosos, etc., né? Mas o perdão bíblico, ele é ele pode ser incondicional em alguns contextos. Quando Jesus fala, quando você estiver orando, lembrar de al, você pode perdoe em seu coração, você pode perdoar durante a oração. Você não você não me pediu perdão, eu perdoei você enquanto eu orava a Deus. Mas outro caso ele fala: "Mas se alguém pecou contra você e te pedir perdão, perdoa 70 x 7". >> Uau! >> Então, >> e essa dinâmica funciona, né? Porque o perdão ele não é só para a outra pessoa, ele ele toca o nosso coração de certa forma. Aí e em situações que eu eu tive dificuldade, for relacionamentos difíceis, pessoas que vão nos ferir, né? a gente acaba também ferindo outras pessoas nesse processo. Não, a gente é humano. >> Hum. >> E e eu uma vez eu cheguei na igreja mais cedo, falei: "Senhor, me ajuda, eu não quero sair daqui. Derrama o teu amor no meu coração, me ajuda". Eu fiquei ali, né, aos pés da cruz e foi gostoso demais, né? Quando falar, puxa vida, tá aí, tá perdoado. E Senhor, me usa para o que o Senhor quiser. E a gente passa amar essas pessoas e passar do tempo, você ainda pode ser um instrumento na vida dessas pessoas para restauração, para reconciliação, para tantas coisas. Então, eu vejo que o perdão não é só um benefício para a pessoa que é perdoada, mas para aquele que perdoa também. E ele traz amor pro nosso coração. Ele reflete a graça e a misericórdia que Deus teve para conosco. Muito mais, né? Pensar um só pra gente poder cambiar um pouquinho mais. Ah, a gente viu aqui a a reconciliação entre pessoas e mais uma vez, né, trazendo casos legítimos, verdadeiro aí no evangelicalismo, não só no Brasil, como você trouxe, em vários continentes, mas aí a gente entra então na no que é a missão da igreja. Hum. Como, como que a gente trata isso? Porque vamos lá, digo, a igreja deveria ser o lugar mais reconciliado do mundo. Que que você dentro da missão, dessa ideia de missão da igreja, do nosso da nossa chamado nossa grande função dada, pelo próprio Cristo, a igreja deveria ser esse lugar mais reconciliado do mundo. Tô escrevendo um livro agora recentemente para para vida nova sobre reconciliação em Paulo. E eu argumento que sim, em Efésios 3, Paulo vem tratando sobre o mistério. Desde o capítulo um, quando do mistério de Deus, quando ele chega no capítulo dois, ele fala da reconciliação que Cristo operou, eh, sendo ele a paz, ele fez a paz e proclamou a paz, unindo, né, judeus e gentios em um só corpo, recriando assim a humanidade. fala recriando assim eles em um só em um novo homem, nova humanidade da início do capítulo 7, capítulo 3, desculpa, ele fala, ele explica o que é o mistério, que é que os gentios são cordeiros da mesma da promessa juntamente com os gentios. Mas versos 9 e 10, Paulo fala que o mistério que ele proclamava eh também se tem um aspecto missional. É o único lugar em que um pouco de missões aparecem em Efésos. Ele fala que a missão da igreja é tornar visível para os principados e potestades aquilo que Deus realizou na reconciliação. E eu penso que Paulo está elaborando um pouquinho sobre a oração sacerdotal de Jesus em que ele e que ele diz e que Jesus ora dizendo: "Pai, a assim como tu e eu somos um só, que eles sejam um só e para que o mundo veja e creia que tu me enviaste através da unidade deles, através da dessa vida reconciliada deles." Então, é somente quando a igreja é reconciliada e unida e ela é efetiva na sua missão. >> Então, a igreja ela deveria ser, ela é biblicamente a demonstração microscópica daquilo que Deus realizou no macro, reconciliação universal, ela é visivelmente expressa aos principados e potestades através da unidade da igreja. Essa é uma das doutrinas mais caras para Paulo. A gente fala muito deção pela fé, a unidade da igreja. Veja a ênfase que ele põe em praticamente cada uma de suas cartas sobre a unidade da igreja e a importância de mantê-la, porque ela está alicada na unidade do próprio Deus, na trindade. É os capítulo 4, mais uma vez versos 6 a 7, quando ele fundamenta a unidade na trindade, então ele não pode quebrar o corpo, dividir o corpo. É muito forte. Primeiro aos Coríntios, em Filipenses, com divisões na igreja de Filipos, eh em Colossenses, muito forte em Efésios com reconciliação. Filemon, palavra reconciliação não aparece em Filemon, mas qual é o tema de Filemon? Não é escravidão, gente, é reconciliação. E sim, a resposta é sim. A igreja deve-se, ela é, essa é uma expressão que eu uso no livro, a comunidade dos reconciliados. E igreja reconciliada, muito bom, continua reconciliando. Então, igreja reconciliada sempre reconciliada. Então não é não é só o lugar mais reconciliado do mundo, mas é também o lugar mais reconciliador do mundo. A gente come embaixada, a igreja como embaixada no mundo, proclamando a unidade, a paz, tornando possível isso. Ah, isso também me lembra Paulo em Romanos. É incrível quando chega no 14, né, capítulo 14, ele fala: "Olha, pessoal, isso ele vai olhar pros fracos, né? Ele tá falando de consciência ali, né? né? Não é ser fraco. Em outro aspecto, ele falou da consciência, ele falou: "Olha, vocês não devem julgar os fortes fortes, vocês não devem desprezar os fracos. Ele ele termina com esses conselhos. No capítulo 15, ele vai fazer o que agora? Vocês t que trabalhar junto para no final do capítulo 15 ele dizer: "Agora vamos cumprir a missão. A gente vai, vocês dois juntos vão poder cumprir isso. Vocês brigando, vocês não testemunham, né? Vocês não são esse testemunho da graça, mas vocês se unindo, vocês proclamam e aí ele vem falar de lições. É só depois. É incrível isso. Esse é um bom exemplo do meu ponto, porque você vê que no capítulo 5 ele fala da reconciliação vertical. Deus nos reconciliou consigo, mas depois ele prepara o terreno todo. Não é só isso, mas mais à frente ele vai promover a reconciliação, mediar a reconciliação entre os fracos e os fortes. Você tem agora o aspecto horizontal da reconciliação. Você foi reconciliado por Deus, né? Live uma vida de reconciliação, de harmonia uns com os outros, os só. >> Uhum. Isso aparece como um padrão em várias outras caras de Paulo. >> Aliás, e e é interessante, não é interessante porque assim, >> quando a igreja que omite, vamos colocar aqui, nesse seu processo ou nesse seu dever melhor de ser reconciliadora, não só de ser o ambiente mais reconciliado, é nós estamos simplesmente não sendo igreja, igreja que não deve, né? usou aí o é e isso é para mim isso fica muito marcante aqui, né? Não é que ela deve uma possibilidade de não ser que ela não é, ela nega a sua, o fato dela ser corpo de Cristo. É. >> E assim, eu amo a igreja e acho que nós devemos amar a igreja de Cristo. E a boa notícia é que pela graça de Deus a igreja é isso. >> Uhum. Eu sei que o que mais dá visibilidade, mais likes nas redes sociais é são os maus exemplos de igreja que não é reconciliadora, de igreja que é abusadora, que é uma palavra talvez mais popular das mídias hoje, ano passado. É, mas o fato é que só os maus exemplos são lançados lá, mas a igreja vem há 2000 anos promovendo reconciliação. É bção de Deus. A gente precisa ir, obviamente, se vigiando, nós mesmos. Não, pastor tem que fazer isso não. Eu sou agente da reconciliação e a gente vai tropeçar e aí a gente vai tem perdão para isso. Se se a igreja fosse perfeita, Deus não teria instituído o perdão para manter a unidade. Mas a igreja é muito linda, porque cheia de gente diferente, com relacionamentos diferentes, backgrounds diferentes. Nós pecamos, mas a igreja vem há anos, há séculos, né, mostrando a exibindo esse bonito evangelho de Cristo. Agora, é óbvio, tem as igrejas e tem exemplos maus, então sempre vai ter. Mas é isso mesmo. Quando a igreja não não está vivendo essa reconciliação, eu não creio que ela está sendo efetiva. Ela cai naquilo que João mesmo fala. Se você diz que ama a Deus, mas se não está na mesma página lá com seu irmão, tem alguma coisa errada aí, irmão. Tá certo? E eu fico pensando assim, pessoal. Ah, vamos colocar aqui trazendo um pouquinho paraa prática da igreja existindo hoje no mundo. Ah, quando a gente pensa na igreja, tô falando uma igreja boa, tá? Não tô diz igrejas, igrejas, vamos pegar uma igreja onde a palavra tá sendo proclamada, onde a gente vê ah o povo de Deus adorando o Senhor. Eu acredito e eu penso que a unidade tem que ser algo a ser preservado, sabe? Tem que ser visto com esmeriro. Por quê? digo, e aí vem a minha pergunta para você, né? Ah, o que que você pensa desse movimento de membros, tá? Que ficam pulando de igreja em igreja? Porque eu eu arrisco dizer, eu já vi uma pesquisa lá no bar, né, entendendo que as igrejas mais crescem hoje por transferência, né? Então ele sai de lá, vem para cá e vai e fica e vai. E a gente não vê muito a um movimento diferente disso. Que que você pensa sobre isso? >> Ah, eu eu acho que eles são talvez muitos deles são os mesmos desigrejados, né? Que nem uma igreja é boa suficiente para eles. Eu acho que eles deveriam se unir online aí, criar um movimento, eh, >> não dá ideia. É, eu acho que eles deveriam se unir e fundar essa igreja perfeita que eles estão procurando, que seja digna da presença deles lá. >> Uau! >> Eh, do Porque até a consumação e até a volta de Cristo, eu lamento dizer para para todos vocês, irmãos, vocês não não vão encontrar uma igreja de perfeita. E se encontrar uma perfeita, eu imagino que no momento em que você entrar lá, ela vai, ela vai bagunçar, >> deixa ela deixa de ser. >> É, então ela é imperfeita porque sou eu, você, somos nós que compos essa igreja. Então, eh, se fala muito às vezes esses que pulam de fala, talvez é capaz até de falar muito de graça, mas são pouquíssimos graciosos com os irmãos, liberam pouquíssima graça com os irmãos. Então, >> eh, eu lamento bastante e essa turma. Eu espero que eles encontrem um lugar em que eles possam florescer, eles possam ser alimentados pela palavra de Deus e crescer. Então, eu não creio que seja saudável para ninguém não ter alicerce, sabe? não está na igreja servindo, né? Servindo e sendo alimentado. Eu não e vamos pensar que Deus também não faz movimento levar as pessoas. Ele ele tá trabalhando assim, mas a reconciliação tem que ser uma prioridade, né? Se Deus fizer isso é uma cura. Agora, enquanto a gente estiver na igreja, a gente tá buscando reconciliar, tá buscando reconciliação, tá buscando essa harmonia, porque na igreja eh não é um lugar onde ninguém guerra. Eu vejo o contrário. Na igreja é o lugar onde a gente erra, né? A gente vai falhar, tem, mas é o lugar onde a gente não precisa fingir que nunca errou, porque a gente tem esse recurso. A gente pode perdoar, ser perdoado. E a gente cresce quando a gente faz. Eu só consegui colocar um ponto aqui porque eu tô lembrando que de um argumento que muitas vezes é utilizado eu não estou, né? A gente colocou aqui desigrejados, né? Ah, não, eu não estou nessa, eu não estou com a igreja porque aconteceu isso. Então, ou então o contrário. Não, eu eu sou eu tô tão mal, eu eu sou tão pecador, mas quando eu me me ajustar, quando eu me corrigir, aí então eu vou para lá, porque por enquanto ainda não consigo entrar de novo. Eh, eu acho que eu vou pegar aí se se talvez seja essa pessoa que você está ouvindo esse esse podcast. Então, ah, acredito que você precisa aí essa igreja, né, que foi colocada aqui pelo Ari Pregue a palavra busca e ouvindo também, Diego, de pensarmos sobre isso, de estarmos em comunhão com os irmãos, vivendo esse ministério da reconciliação que nos foi dado, sendo verdadeiros promotores da paz, começando por nós, que é um alto exame. E às vezes, não é o caso que você citou, mas às vezes eh há uma outra igreja na cidade que com a qual você tenha mais afinidade, que é ótimo. Ótimo. Que legal. >> Por favor, se você tá numa igreja aqui é mais reformada, é mais eh paradinha, mas eu gosto daquela ali. Eu espero que seja uma reformada também, mas eu gosto daquela lá. Eh, e você pode ir lá sem problema. É muito melhor você, eu creio, eu daria uma bção como pastor, é muito melhor você servir lá e ser alimentado e estar bem lá do que talvez dividir essa igreja aqui. Então eu acho isso saudável. >> Se você não consegue ficar em um lugar nunca, né, de muito tempo, não creio que seja bom para você. Vai acabar minguando um pouquinho na sua talvez seria essa ideia de há movimentos que são possíveis. >> São, eu eu creio que Deus faz isso, >> certo? vai trabalhando no meio dos dons. >> Uau! E agora vamos lá, então vamos pensar um pouquinho mais. O pastor Diego acabou de falar e tem trabalhado um livro, certo? E a gente tem comentado um pouquinho, pastor tá na Semana Magna aqui falando um pouquinho aí desse tema tão importante, tão tão vital paraa igreja e tá escrevendo esse livro, Editora Vida Nova. >> Vida Nova, >> OK? Editora Vida sobre reconciliação nas cartas de Efésios. Colossenses e Pilemon. Pilemon. Uau! Conta um pouquinho pra gente por que que você escolheu esses três livros, pastor. É ou deixou ali romanos, né? Eu não, >> eu não tenho competência sobre Romanos. >> Vamos lá. >> É, é, é uma boa, é boa pergunta porque essas três cartas elas, elas têm uma relacionamento literário entre elas. Eh, tanto que nós temos muitos comentários com Colossenses e Filemon juntos, outras inclusive pedas de Colossense juntos. Então você vaternidades, >> mas eu não conheço nenhum livro, nem em português, nem em inglês, nem em alemão, eh, que tratem essas três cartas juntas. E aí eu tive a a ideia não é minha de fazer isso, mas quando eu tava no início dos meus estudos de doutorado, eu li um artigo muito bom de de um acadêmico, inclusive da Universidade Indotava, chamado Max Han. Ele tem um um livro, um artigo curto sobre eh reconciliação praticamente em Filemon, Colossenses e Efésios. Eu acho que a gente precisa de algo assim no Brasil também, mas foi logo no início, anos depois eu cheguei aqui, o Jonas inclusive, né, me incentivou a escrever, eu ia esperar um pouquinho mais e me incentivou a fazer esse ó. Então a ideia é que eu creio que as três cartas foram enviadas em uma mesma ocasião por Paulo na prisão de Roma para aquela região da da da Ásia Menor, especialmente Vale do Rico e Efésios. Mas eu ainda penso que a Félix é uma carta encíclica circular para toda aquela região e ela expande, tem as suas próprias nuances e ênfases um pouco do que tá em Colossenses, mas tem muita coisa ali. Ela serve como um uma carta que circularia todo ali. E a ênfase é muito grande em reconciliação em Efésios, porque eu creio eu creio que ela reflete a ênfase de reconciliação muito forte de Colossenses e um problema de unidade na igreja causado por um ensino falso. >> Uhum. Mas ao mesmo tempo, Colossenses é meio que uma carta eh que que uma carta preparatória para Filemon. Então, no final de Colossenses, você lê que na saudação Tíquico e Onésimo, que é o escravo de Filemon, são enviados por Paulo como seus emissários daquelas cartas. Eu imagino um cenário em que eh Filemon era o dono da casa onde aí pelo menos uma parte da igreja de Colosso se reunia e Paulo envia a carta para ele, mas também paraa igreja que se reunia na sua casa. E imagina você, Paulo quer reconciliar Filemon como, né? E aí todos estão escutando a carta porque as cartas de Paulo eram líder em público, nem todo mundo conseguia ler e era um costume da época. Então, Tigo está era o responsável por ler a carta para todos. Ele tá lendo a carta de Rom de Colossenses, onde ele fala bastante de reconciliação, de ética da reconciliação, como o argumento. E Fileimão tá sentado lá no final. Eh, ele fala sobre o relacionamento de senhores e escravos também no código doméstico no final, como ele faz em Efésios, no final, quando ele termina, ele fala, pessoal, começa a se levantar para ir embora. Sim, só um instantinho. Tem uma segunda carta que eu preciso ler para vocês também. Essa carta Nevesmo Valer. Eh, essa carta endereçada para você, Filemon, mas também para toda a igreja que tá aqui na sua casa. Ele vai ler a carta de recomendação de Paulo a Filemon. >> Cara, eu queria sóar um pouquinho ali, né? nem fosse uma lagartixa. >> Então >> então Paulo sabia o que tava fazendo. Filemon por vários capítulos de Colossenses ouviu sobre reconciliação e agora ele recebe uma carta para ele dizendo a Anti Wright tem uma frase fantástica sobre Filemon e o que tá acontecendo ali. Ele diz que e Deus estava em Paulo reconciliando Filemon como. Isso é uma jogo de palavras com que ele faz em Paulo faz fala em em segundos Coríns 5. É isso mesmo. >> E então as três cartas elas podem ser lidas canonicamente, sendo enviadas na melhor argumentação, eh, na mesma ocasião, da mesma prisão, para um grupo de gente que meio que o mesmo grupo, exceto Félios, que é mais geral ali, mas desenvolve a ideia de reconciliação. Nós temos reconciliação eh cósmica em Efésios, mas voltada para os dois grandes grupos inimigos entre a humanidade judeu e gentil. Colossenses, mais especificamente ali, algo mais cósmico de todo o cómo, o cosmo sênido, reconciliado. E nós temos um teste da doutrina. Paulo vem falando, como vocês vem, a gente vem conversando nesse podcast, Paulo vem falando sobre reconciliação, tá? Mas é bonito, a teoria é legal, Deus reconciliou. E na prática como é que funciona? Paulo diz: "Vamos testar esse negócio agora com a Filemonia Nésimo. Nesma, vocês precisam se reconciliar." E Paulo foi o mediador dessa reconciliação. E ele tava aplicando a reconciliação agora no aspecto horizontal. Por isso faz muito sentido ler as três cartas juntas, concluindo com Onésmo e Filemon. Quando a gente olha para Paulo, né, nisso, a gente vai olhar o Filemão, mas Paulo se coloca como é, olha, se tiver alguma coisa que eu possa fazer e vou fazer. Você vê que Paulo se coloca eh Paulo ali se coloca no, ele meio que alude a Cristo Jesus nesse processo de reconciliação. E isso tem muito a nos ensinar, porque foi justamente isso que Jesus fez, né? Pensa em Filipenses, capítulo 5, versos eh, capítulo 2, verso 5 ao 11. Ele se esvaziou de sua glória, assumiu a forma humana. Paulo tá dizendo, olha a dívida dele põe na minha conta, deixa que eu pago. Como Cristo pagou a nossa conta e eu me esvazio de toda a autoridade que eu tenho para te pedir em nome do amor. E e Paulo se coloca nesse como embaixador da reconciliação. Ele ele vivia aquilo que ele ensinava. Bota no papel de Jesus e fala: "Olha, eu assumo a dívida dele, há uma dívida põe na minha conta". Você me deve até a sua vida, mas eh só para deixar isso claro aí, mas tudo bem. Põe, põe na minha conta que eu te pago. E havia uma dívida real. Onesmo, eu não creio que ele tava fugindo, que ele era um escravo, tava fugindo, mas havia uma dívida mesmo, porque no momento em que ele deixa de servir o seu senhor, ele tá obviamente acumulando dívidas para ele, né? Então Paulo tá dizendo: "Eu tô sendo sério, eu vou pagar a dívida, pode colocar em conta". E e Paulo age como esse mediador que a gente deveria também ser na igreja, né? Pois. E aí? >> E aí? E eu acho que respondeu bem a pergunta, né? Bem, digo, no livro eh sem sem spoiler, com spoiler aqui, né? Mas vamos lá. >> Olha, tem que sair esse ano, irmão. Vai com spoiler mesmo. Vai comer. Vamos lá. Tenho assim, a, óbvio, a gente já chegou aqui até aqui, esse momento da do nosso podcast e, enfim, as pessoas estão aqui assistindo, eh, viram aqui um, um fio condutor da reconciliação, já falamos sobre isso, mas aqui em Efésios, Colossenses e Filemon juntos, que que você diria que aí esse fio condutor aí ia ser dos três? Reconcilia, não, reconciliação é uma maneira de ler as três cartas canonicamente, tá? Eu não quero dizer que é o centro das pré-escartas, há várias outras eh ênfases lá, Efésios. Então, fantástico. Eu creio que Colossenses foi escrita primeiro, logo em seguida Paulo expande isso. O que que acontece? Colossenses é uma carta polêmica no sentido de que ele responde a a problemas de falsos mestres na igreja. Um dos problemas que eles, uma das consequências do falso ensino era divisão e e quebra de unidade, porque eles estavam dissociando o corpo da cabeça que é Cristo e era a fonte da unidade e havia esse problema lá que ele precisava resolver. Em seguida, ele escreve Efésios, que é mais geral, eh, e aí como um efeito profilático, porque provavelmente o problema que estava acontecendo na igreja de Colosso poderia infectar as demais igrejas na região da Ásia Menor. Não era difícil circular entre aquelas sete igrejas que que João menciona em Apocalipse, tá? É fácil por conta das as estradas romanas. em uma semana, talvez, um bom carteiro, com boa saúde poderia percorrer aquela região toda. Eh, tanto que Paulo fala, olha, a igreja, a carta que foi lida em Odisseia, seja lida em Colossenses e vocês lá. Então, Paulo queria que essas cartas circulassem mesmo. Então, eu creio que reconciliação é uma maneira de você perceber a unidade entre as três cartas. Então, como eu argumentaria e como eu argumento no livro, eh, em Efésios, em Colossenses e Efésios, você tem essa ênfase de Paulo numa reconciliação mais cósmica, tá? envolve coisas nos céus e na terra. As coisas no céu para Paulo são feiras espirituais, são pacificados. É o espolha aqui, ele não tá falando de relacionamentos de demônios com Deus também restaurados, salvos, etc. E são pacificados, colocados no seu lugar. Isso é o cabeça. Eles estão sobre, mas a os elementos da terra são seres humanos. >> Uhum. >> Em Efésios, a ênfase de Paulo, eu argumentaria, está nessas coisas na terra. como que a reunificação cósmica de Efésios 19 a 10, em que ele fala que todas as coisas convergiram em Cristo, todas as coisas, aquilo para mim é reunificação, eu posso mostrar isso. E aí ele vai usar o grande exemplo de divisão social conhecido no mundo eh da época, principalmente no mundo judeu, que é a divisão entre judeus e gentios. Fala, tá vendo? Ela é unificação cósmica, a expressão visível, inaugural, como você perguntou mais cedo no podcast, é a unidade criada a partir da reconciliação entre esses dois grandes inimigos históricos quando Jesus derrubou a parede de separação. A partir daí, toda a exortação de Paulo no capítulo 4 parte de pressuposto que nós somos uma nova criação, um só. Tanto que há um mandamento de Paulo em Efésios 4:3. Mantenham mais do que isso, que vocês tenham essa essa pressa em manter a unidade do espírito. Ele vai desenvolvendo isso ao longo da, tá? Então ele foca nisso. Quando nós chegamos em Colossenses, ele mais uma vez fala de reconciliar todas as coisas no céu e na terra, mas agora ele tem uma ênfase especial em seres espirituais malignos que ele menciona no hino de Cristo em Colossenses 15 à. Tanto que em 2:15 ele vai mostrar pra gente especificamente o que é que essa reconciliação dos seres espirituais significam. Ele diz que Cristo triunfou sobre eles, expondo-os à humilhação na cruz. Ele usa uma outra metáfora romana, um cenário romano para mostrar, olha, reconciliação desses seres significa pacificação. Foram pacificados, como o imperador romano fazia com os povos conquistados. Ali eles impunam a paz romana a força. Era uma paz violenta imposta por conquista militar. Foi justamente isso que aconteceu com seres espirituais. Houve violência, houve imposição, mas de Jesus sobre espíritos espirituais, não sobre nós. Mas há o elemento humano também em Colossenses, assim como há um elemento celestial em Efésios, mas o argumento que as ênfases são diferentes assim. E você tem reconciliação agora nas duas cartas. E Filemon, mesmo não tendo nenhuma palavra de reconciliar, reconciliação, é o teste, o caso de teste da reconciliação para Paulo, a prática da coisa foi enviada junto com Colossenses, eu diria, era para ser lida junta com Colossenses, não fazia muito sentido. E aí Paulo agora tá testando nesse aspecto mais horizontal, que eu creio Paulo desenvolve o aspecto horizontal, ou seja, igreja reconciliada verticalmente com Deus expressa reconciliação e os relacionamentos. Aquiai uns aos outros uma nova criatura, uma só humanidade. As virtudes que mantém a unidade, vícios que vistos que nós devemos de habitar, que fragmentam a igreja, ira, gritarias, etc. Isso afeta os vereadores. Agora ele põe isso na prática em Filemon. E aí, como que isso como que isso é é é como que é a prática da da teologia prática da reconciliação agora em caso, convite complexo de um alguém que saiu daí escravo, mas agora é em Cristo, que juntamente com Lemon em Cristo, porque ele tem um novo relacionamento Cristo. Agora se reconciliar, Chico, vamos tentar eh fazer só um exercício de aplicação aqui, né? Onde você pensa, onde você diria que a igreja hoje mais tem falhado em viver essa essa reconciliação, obviamente à luz da da escritura? >> Boa pergunta também. Eh, eu eu precisaria pensar um pouco mais, mas talvez correndo o risco de ser um pouco prematuro, eu eu eu diria que pensando na ética da reconciliação, né? eh de como manter unidade. Eu creio que as mídias sociais, as redes sociais são terra de ninguém hoje, pelo menos são consideradas terra de ninguém, mesmo implicitamente por líderes evangélicos. O que é que eu quero dizer com terra de ninguém? É que a ética cristã parece não se aplicar lá. Então, algumas coisas que são ditas contra outros irmãos na igreja, a maneira como essas coisas são ditas, se fossem ditas na comunidade física, aquele membro, provavelmente o pastor seria pelo menos chamado atenção ou disciplinado. Parece que nas mías sociais eu tenho carta branca de Deus para ser ofensivo, ser eh agressivo, ser sarcástico com os meus irmãos, usar a doutrina para bater nos outros e sem consequências. Então eu não, eu confesso que eu não não tenho Twitter, não uso essas coisas, mas eu sempre fico a pá eh do que do que acontece por lá e das pretas, né, como se fala. Eu vejo isso como algo muito ridículo e e prejudicial ao testemunho da igreja. E tudo isso às vezes em nome da boa doutrina cristã. Eu acho que eles esquecem o princípio paulino de falar a verdade em amor. Verdade não exclui o amor cristão. Amor cristão não exclui a verdade bíblica. Eu creio que a maneira como não é a qualquer custo, não é? Então, eu creio, para deixar bem claro, que as redes sociais potencializam bastante ministério bíblico. A minha esposa é uma influência cristã, não gosta muito desse nome, mas ela é, ela tem um excelente minisfério, na minha opinião, eh online, especialmente com as mulheres cristãos, eh sobre eh solteirice, etc. Eu acho fantástico, como vários outros irmãos meus que nós conhecemos aqui, tem vários podcasts, você tá vendo nas mídias. Por outro lado, tem um lado mais negro, né, que aquelas feuinhas, toda semana tem uma coisa nova, a gente sabe disso. Onde que o testemunho da igreja é avançado com isso? Não vejo em lugar nenhum. Então eu poderia falar muita coisa sobre isso porque mas não é o lugar para isso. Mas eu eu creio que esse é um lugar em que a gente poderia e deveria calibrar um pouco mais a retórica e os objetivos. Eu quero deixar algo positivo. O que é que, onde que eu acho que as mídias sociais são mais efetivas quando ela é usada de forma objetiva e positiva. Que que eu quero dizer com isso? é que ao invés de eu policiar a ortodoxia de todos, como se eu tivesse o direito de ser a polícia da ortodoxia de todos na internet, eu usar a a visibilidade que a mídia me dá para ensinar algo positivo, a melhor maneira de você evangelizar e testemunhar é abrir a palavra e ensinar a Bíblia, ensinar o povo a ler, a pensar biblicamente. Se isso aqui não resolver problemas de abuso, de quer que seja que você acha que seja o maior problema da igreja hoje, nada mais vai resolver. Então, use as mídias para potencializar ensino bíblico, verdades bíblicas só. E veja o estraga que a Bíblia pode fazer. Vai fazer um estragos gigantes. A igreja vai crescer, vai ser mais fortalecida, vai ser mais saudável. E onde há reconciliação a testemunho da graça. As pessoas estão olhando >> e na internet elas estão olhando muito mais porque o alguns é tão grande. Talvez a gente, nossa igreja vai ter o alcance de bairro na cidade, >> mas quando a gente fala da internet >> é muito grande. E quando há reconciliação, quando a gente tá proclamando isso, quando a gente é embaixador da paz, >> Hum. E nós somos chamados para ser esses embaixadores. A gente tá testemunhando dessa graça. Muito bom. Fica fica para nós aí um encorajamento. Acho que eu tenho uma última aqui para para terminar. Vamos lá. Estudando os textos, os três livros ainda dentro da proposta do livro. E agora, né, já pass todo mundo. Existe ansiedade santa. >> Sim, a gente vai fazer isso chama pré-venda. >> Vamos lá. Obrigado. >> Obrigado. E o plá chegando aqui na charra de fúj, né? Muito bem. Vai ter a na biblioteca aqui, com certeza. >> Muito bem. Vamos lá, Diego. Que que mais? Nossa, pergunta essa é difícil, hein? Eu sei que é difícil, mas vamos lá. Que que mais eh surpreendeu você estudando reconciliação nesses textos? Se você pudesse destacar assim, olha, >> é nos textos. Claro. Sim. E >> olha, é difícil falar >> uma, né? É difícil falar por quê? Porque na minha tese de doutorado, esse tá publicado o livro em inglês, né? Infelizmente não tem em português, mas eu trabalhei algo que é muito próximo de reconciliação. Então, a minha tese foi em Colossenses 1B e fala sobre a frase fazendo a paz através de sangue da sua trabalhei bastante isso e depois expandindo isso paraa reconciliação, eu continuei mesmo que já ainda já impactado eh pelo tema nesses livros. Mas se eu tivesse que destacar algo, eu acho que a profundidade de Efésios, eu nunca tinha parado para fazer uma análise exigés de Efésios com mais calma e com mais rigor do que eu fiz agora. Eu trabalhei bastante comens e eu fiquei impressionado com a seriedade com que Paulo, mais uma vez, a seriedade com que Paulo encara o tema da reconciliação e a expressão da reconciliação por meio da igreja. como que o indicativo da teologia de Paulo e a o imperativo são indissociáveis no Evangelho de Paulo? Então, a gente costuma falar bastante disso na primeira carta de Paulo, nas primeiras metade da carta, Paulo dá um indicativo vidro, depois tem a ética. A ética é: "Vá lá e faça aquilo que você já é". Não é bem assim, hein, Paulo? para Paulo é o evangelho é o evangelho da mensagem transformadora de Cristo vedius, um indicativo e produz uma transformação que te leva a obedecer os imperativos. Não é como se um indicativo dependência de Deus, mas nós temos esses cines que o imperativo depende de você. Para Paulo, evangelho da reconciliação, transforma o indivíduo de tal maneira para ele é parte agora da sua natureza e viver a ética da reconciliação. Isso para mim em em Efésios foi instante eh desafiador. Vamos todos agora fazer o quê? Reler festes. >> Vamos junto com Colossenses de Filemon. >> E melhor e melhor do que isso. Tal é >> aguardar o lançamento pra gente poder, né? A gente vai preparando o ver e eu quero, eu fui desafiado, né, a ler essas três cartas >> com esse fio narrativo, >> fio unificador lá de reconciliação. Você vai ver que vai sentir incrível. >> Vamos colocar essa lente aí, né? >> Vamos lá. Vamos lá. >> Eu acho que esse exercício tem que ser feito pela igreja brasileira hoje. Aí e isso vai redundar honra e glória para Cristo. Senhores, quero agradecer de coração vocês aí. Foi muito legal essa conversa. Eu quero também falar, talvez você que tá nos ouvindo hoje e que precisa se reconciliar com Deus. A Bíblia tá aqui à nossa disposição, essa reconciliação que Jesus conquistou na cruz, a disposição também. Talvez você se você precise se reconciliar com alguém. E a boa notícia é que Deus não tá esperando você consertar sua vida pr até ele. Ele tá chamando você por meio do evangelho, a uma reconciliação que vai além de nós, né? É reconciliação com Deus e que termina nos outros relacionamentos, gente. Obrigado, Diego. Prazer. >> Obrigado, Felipe, parceirão. Aíado. >> E pessoal, fique com a gente aí no nosso podcast. Tem Jonas Madureira nos próximos dias. Aí, fica aí a gratidão pela semana magna, essa semana que tem sido bom demais. Obrigado, pastor Diego, e até a próxima. Então, valeu. Valeu, Felipe. Obrigado. Obrigado, Diego. Bom demais. Deus abençoe.