Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz
09/03/2026
Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz
QUERO SER MANTENEDOR DESTE MINISTÉRIO:
Pix 21 999811424
Pix [email protected]
Pix 011.737.737.62
PayPal – [email protected]
Caixa Econômica Federal
Agência 4087
Operação 013
Conta 51850-3
Banco Inter ( Beleto bancário )
Agência 0001
C/ C 60240490
CPF 011.737.737.62
Claudia Vidal Bessa
Banco do Brasil
Agência 4315-x
Conta poupança 14957-8
Operação 051
Claudia Vidal Bessa
REDES SOCIAIS:
Site: http://www.josemarbessa.com/
Twitter: https://twitter.com/JosemarBessa
Instagram: http://www.instagram.com/josemarbessa
Facebook: https://www.facebook.com/josemarbessa
Facebook Page: https://www.facebook.com/pastorjosema…
Email: [email protected]
Youtube – Josemar Bessa –
/ josemarbessa
Youtube – ReformedSound –
/ reformedsound
Youtube – SpurgeonTv –
/ spurgeontv m
Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Paz queridos, boa noite, né? Vamos ficar de pé, vamos orar, vamos agradecer a Deus por esse momento de culto. Paz, queridos, boa noite, né? Vamos ficar pé. Senhor, nós entramos na tua presença, Senhor Deus, como teu povo redimido pelo teu sangue. Sabemos, Senhor Pai, que do ponto de vista, Senhor Deus, da aliança garante, Senhor Deus, todos os teus filhos, tudo está terminado. Mas sabemos, Senhor Deus, que tu tá nos moldando, Senhor Deus, a imagem do teu filho e o teu espírito em nós, Senhor Pai, as tuas mãos e a visão de Cristo, Senhor Pai, é que é usada para essa transformação. Então, abre os olhos dos nossos corações, fortalece, como Paulo ora, Senor Pai, o nosso homem interior, para nós podermos conhecer a altura, a largura e a profundidade do amor de Cristo que excede a todo entendimento. Nós pedimos para conhecer algo que excede todo entendimento, Senhor Pai, porque estamos pedindo que queremos, Senhor, ó Deus, durante toda a eternidade desfrutar cada vez mais desse conhecimento crescente que nunca vai terminar. Que o dia de hoje, Senhor Pai, não seja um dia, Senhor Deus, perdido para nenhum de nós. Nós precisamos remir o tempo, aproveitar as oportunidades e que cada um aqui, Senhor Pai, esteja realmente com seus ouvidos atentos, com coração, Senhor Pai, comprito, olhos abertos pelo Espírito para contemplarmos espiritualmente aquilo que um homem natural jamais poderia ver. E que Senhor Pai faça uma diferença total e única em nossos corações para que a gente não desperdice nada, senão Pai, desse bom momento e dos meios de graça que tu nos deste. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. As pessoas, o homem tem muitas teorias como vai lidar com a vida e com as aflições, com a alma. Todas elas falham de várias formas. Ah, muitas vezes a gente pensa que no meio da escuridão nós precisamos mesmo e de amigos que nos falem, nos aconselhem, aconselhem, aconselhem, enfim, isso pode ter alguma coisa boa, mas nossos corações precisam de muito mais do que isso. Você vê que no livro de Jó a divisão é exatamente essa, tá? E os amigos de Jó falam, falam, falam, falam, falam. No final de toda a fala de todos eles, eh, Jó está no mesmo lugar. Então você pensa, o problema não é só porque você não precisa de alguém para você para ouvir, não é? Um amigo para falar e falar. Você mesmo precisa falar e desabafar e botar tudo para fora e dizer e aí você vai se sentir melhor. Então, a próxima parte é do livro de Jó. É Jó falando. E ele fala, fala, fala, fala e ele põe todas as coisas que está no seu coração. Ele diz, desabafa. Poucas pessoas desabafam tanto quanto Jó. E depois que Jó desabafou tudo que tinha para desabafar e falou tudo que ele tinha para falar, Jó está no mesmo lugar que ele estava antes. Não está melhor. Toda a falação dos amigos falharam, mas toda a falação de Jó também falhou. No fim ele está miserável como estava. Ele não pode dizer: "Agora sim. Pensei que tudo ia ficar bem quando vocês falassem, falassem aqui comigo. Não ficou, mas agora eu falei, falei, falei, botei tudo para fora e agora eu estou bem". Ele não estava bem. Então chegou alguém para falar, não é? E esse alguém não respondeu as perguntas. Esse alguém não falou sobre Jó, não falou sobre os amigos de Jó, esse alguém falou sobre si mesmo. Esse alguém revelou quem ele era. E quando esse alguém acabou de falar, mesmo sem ele ter tirado Jó de nenhuma circunstância ainda, Jó responde: "Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora os meus olhos te veem. Estava tudo bem. Porque agora ele viu Deus, ele viu quem devia ver. Ele parou de olhar para Jó, seus amigos pararam de falar de Jó. Ele parou de contar só a sua, suas experiências tristes. Finalmente tirou os olhos dele mesmo e olhou para Deus. E Deus, em vez de falar de Jó, falou de si mesmo. E no final, Jó ainda estava doente. Jó ainda estava com seu corpo cheio de feridas. Não tinha voltado nenhum dos seus bens. Eh, ele não tinha filhos ainda, mas estava tudo bem. Agora meus olhos te vêm. É isso. Nós achamos que precisamos ouvir muito o mundo, os homens, os amigos. ou que muitas pessoas precisam nos ouvir. Mas você vê que quando Jó passou por tudo isso, ele estava tão mal quanto ele estava. Mas quando ele ouviu Deus falando sobre Deus e conseguiu ver de fato Deus como nunca tinha visto antes, ele estava bem quando tudo ainda estava mal. É o que nós precisamos no culto e todos os dias. Nós precisamos que Deus revele ele mesmo aos nossos corações. E nós vamos ver que antes e mesmo que qualquer situação mude, vamos estar bem. Vamos, pelo contrário, dizer como João, eu coloco a mão na minha boca para não falar mais nada. Para que falar se tu mesmo pode falar de ti mesmo? Porque manter o microscópio virado para Jó se eu posso colocá-lo em ti e contemplar a tua glória, a tua beleza? tão melhor do que a vida. E como Davi, né, no Salmo 63, porque o teu amor é melhor do que a vida. Jó experimenta isso. E é isso que nós precisamos experimentar hoje e todo dia. Mais do que simplesmente a ideia de que ouvirmos os amigos ou desabafarmos. No fim, todas essas coisas são incapazes de lidar com nossos corações. Nós precisamos mais de Deus na face de Cristo. É o que teremos hoje e é o que precisamos todo dia. Vamos adorar. M. Desde toda a eternidade me elegeu pra sua glória. Me preste não para ser seu filho em Cristo. céu. Meu nome está escrito. Creio na palavra santa, no poder que ressuscita. Por seu sangue eu fui feito sua família. Meu pai me chama pelo nome. Louvor a te darei para sempre. Este é o meu testemunho. Deus me salvou. Mudou a minha história. Vida me deu. Por graça em Jesus Cristo. Eu justo sou. Este é o meu testemunho. Editem filhos e filhas nos com seu sangue. Ao pai, ao filho e ao espírito louvamos, meu Deus. Tu és autor da vida. Ô meu Deus, teus planos não se frustram. Este é o meu testemunho. Deus me salvou, mudou a minha história. Vida me deu. Porque sem Jesus Cristo eu justo sou. Este é o meu testemunho. Sobre em mim se cumprirá. Grandes coisas ele faz. Eu creio sim. Sua em mim se cumprirá. Grandes coisas ele faz. Eu creio sim. Sobre em mim se cumprirá. Grandes coisas ele faz. Eu creio sim. Sobre em mim se cumprirá. Grandes coisas ele faz. Eu creio em ti. Este é o meu testemunho. Deus me salvou. Mudou a minha história. Vida me deu. Por graça em Jesus Cristo. Eu justo sou. Este é o meu testemunho. Vou proclamar. Este é o meu testemunho. Deus me salvou. Mudou a minha história. Vida me deu. Por graça em Jesus Cristo. Eu justo sou. Este é o meu testemunho. Amém, queridos. parte desse hino diz: "Meu nome está escrito lá no céu." Olha, em vez de qualquer realização na vida ser a fonte da onde nós tiramos o deleite, esse deve ser o ponto. Nem que nós pegássemos a coisa mais espiritual da vida. Certa vez os discípulos saíram para pregar, não é? De um grupo assim dividido de dois em dois e aconteceu muitas coisas incríveis. Ou seja, eles tiveram uma experiência ministerial incrível. Eles voltaram cheios de alegria, contando para Jesus. E eles disseram: "Olha, até os espíritos se sujeitaram, aconteceu isso, aconteceu aquilo. Eles estavam cheios de empolgação. E Jesus disse: "Olha, não se alegrem por isso. Não se alegrem porque os espíritos se sujeitaram, porque o ministério foi incrível, porque as pessoas se alegrem, porque o nome de vocês está escrito no céu." Ah, que bom. como Jesus nos leva para o lugar certo. Não há aqueles homens ali empolgados porque a pregação foi incrível e o que aconteceu foi incrível. Eh, é, é bom nós pensarmos que o que o que Deus fez através de nós abençoou as pessoas, mas não pode ser a razão pela qual nossos corações são impulsionados. Eles iam todos morrerem martirizados. Como é que eles iam estar quando tudo desse errado? Eles pregassem em vez de acontecer coisas incríveis. eles fossem presos e mortos. Eles precisavam de uma alegria, de um deleite em algo, em algo que não dependia deles. Porque nós não fizemos nada para o nosso nome. Está escrito no céu. Está escrito lá antes da fundação do mundo. É a graça sobre graça, é graça soberana e que é verdade em qualquer situação. Então, foi ótimo quando as pessoas eh foram lá abençoadas pelo que Pedro estava fazendo. Mas a alegria dele não podia ser essa, porque nem sempre ia ser assim. Mas o fato de que pela graça infinita Deus colocou o nome dele lá no céu, mesmo no dia mais escuro do seu assassinato, isso seria a verdade. Essa alegria poderia continuar e é dessa alegria que nós precisamos, que é totalmente independente do que acontece nessa vida curta, não é? breve e dura que vivemos nesse mundo. Esse deve ser nosso testemunho, a beleza de contemplar Cristo agora e para sempre e não nas realizações, mesmo as melhores não podem se sustentar todo dia. Aleluia. Eu conhecido quero ser por eu amar a Cristo. Eu quero sóar. A ele é que me conform. Por Jesus viveu, por Jesus morreu, me render sem fim para mostrar Jesus tudo o que eu fiz. Hoje perda é vem me alegrar. Minha casa é só nele está o meu prazer na dor e na escuridão. E o mundo sem me desprezar. >> Só Cristo é minhação. O Jesus viveu. O Jesus morreu. De em mim para mostrar Jesus. Tudo que eu fiz hoje é me alegra. Minha causa é Cristo, meu Cristo, pra sua glória viverei. Cristo, meu Cristo, teu louvor eu cantarei. Cristo, meu Cristo, paraa sua glória viverei. Cristo, meu Cristo, teu louvor eu cantarei. Cristo, meu Cristo, para sua glória viverei. Cristo, meu Cristo, meu amor eu cantarei. O Jesus viveu, o Jesus morreu e Deus em mim para mostrar Jesus. O que eu fiz hoje pela ele me alegra minha causa é de me alegrar minhas gaus Querido, não ao mejo ser. Aos olhos desse mundo. Meu nome quero esquecer. O nome de Jesus vou proclamar. Aleluia! Por Jesus viver e morrer. É, querido, nós somos testemunhas. Essa ideia de que nós podemos testemunhar com o comportamento, como a gente vive, simples, isso é, isso é falácia. É falácia. Imagina se uma testemunha no tribunal chegasse lá e ficasse andando para lá e para cá, comendo, fazendo algumas varrendo. No final, o que que as pessoas que que essa pessoa testemunhou? Não, não sabemos. O que que ela falou de importante pro caso? Não falou nada. Não existe testemunha sem realmente testemunharmos. Quando a gente disse por Jesus viver, por Jesus morrer, eh, eu só vou viver para falar, testemunhar. Nós realmente temos que fazê-lo. Temos que fazer com nossos lábios. Temos que falar, contar a velha, vela, velha história. Não simplesmente vivermos de um jeito. Isso não diz nada. Se eu vivesse da maneira mais perfeita possível, as pessoas só podiam achar que eu era um cara incrível, mas nada. Não saberiam nada sobre a cruz, propiciação, expiação, queda, salvação, plano eterno de Deus. Não podemos contar a história com nossos atos. Podemos realmente contar com nossos lábios. Nós somos testemunhas daquela realidade. Os apóstolos como testemunhas da ressurreição foram lá e falaram a respeito dela. E não é que eles viveram de tal maneira que todo mundo percebeu pelo jeito que eles tratavam todas as pessoas que houve alguém chamado Jesus que morreu e ressuscitou. Eh, as pessoas não tinham como saber, a não ser que eles realmente pregassem. E quando bateram neles e falaram para eles pararem de falar, eles disseram: "Importa mais obedecer a Deus do que aos homens." E eles oraram uma oração que eu acho maravilhosa. Senhor, tu viste as tuas ameaças? E em vez de eles orarem, então não deixe eles fazerem o que eles falarem que vão fazer, que vão nos prender. Eles disseram: "Enche o nosso coração de ousadia para proclamar o nome de Cristo." É o que precisamos. Amém. >> contar a velha velha história de novo, de novo e de novo. Estrelas a chorar, o céu escureceu. Pois mortos jáis ali o criador. Seu corpo numa cruz, seu sangue derramou. Pois nossas maldições tomou-se. Já não respira mais. O céu calado está. O rei eterno está na tumba. Escuridão de luz, batalha sem igual. A morte ali morreu para sempre. A terra se tremeu, a pedra se moveu. O seu amor maior que a morte é. A morte não tem mais seu grande agilhão. Jesus ressuscitou para sempre em glória está para sempre para sempre. Jesus, ressuscitou, ressuscitou. A terra se tremeu, a terra se move o seu amor maior que a morte é. A morte não tem mais seu grande aguilhão. Jesus, Jesus para sempre. para sempre exaltado é para sempre. Jesus ressuscitou. Ressuscitou para sempre. Em glória está exaltado é para sempre. Cante aleluia. Cante aleluia, pois Cristo vivo está. Cante aleluia, cante aleluia, pois Cristo vivo está. Cante aleluia, cante aleluia, cante aleluia. Pois Cristo vivo está. Cante aleluia. Pois Cristo vive está. Cante aleluia. Pois Cristo Deus está. Cante aleluia, cante aleluia, pois Cristo vive está para sempre em glória para sempre exaltar. É para sempre. Jesus ressuscitou. Ressuscitou para sempre em glória. Está para sempre. Exaltado é para sempre. Jesus ressuscitou. Ressuscitou. A única maneira de roubar a nossa vida é roubar a vida de Cristo. Então, nós somos pessoas mais seguras do mundo. Quem pode não apenas não a tentar acusação contra os eleitos de Deus, mas quem pode tirar o próprio Deus, o filho do homem da destra do Deus pai? Ninguém. Pega essa oferta, agradeça a Deus pelo cuidado, cuidado paternal. Deus tem um cuidado da providência para com todos os homens, mas todas as coisas boas que acontecem com o homem fora de Cristo não são verdadeiramente boas no seu resultado final. Mas para nós, mais ainda mais gratos ainda do que o mundo inteiro, nós devemos ser, porque todas as coisas não só Deus opera eh nos dando tudo que precisamos, mas ele faz com que todas as coisas juntas cooperem para o nosso bem. Então, se é um pecado e uma das denúncias de Paulo e Romanos 1, que os homens não foram gratos a Deus, imagine nós se não formos realmente gratos. Pai, nós te agradecemos, Senhor Pai, eh, pela vida, ó Deus, a vida que está em cada célula do nosso corpo. Então, Senhor, Pai, eh, tão minúsculo e tão, Senhor Deus, importante cada uma delas, que se uma, senão pai, ô Deus, eh, tiver um grave problema, senhor Deus, pode ser a morte de tudo. Então, nós precisamos do cuidado macro e micro, Senhor Pai. Nós precisamos, Senhor Deus, para que nossas vidas sejam sustentadas, que tu cuide, Senhor Pai, do nosso planeta, Senhor Pai, do nosso sistema, do universo, Senhor Deus, dos acontecimentos à nossa volta, dos acontecimentos dentro de nós, dos acontecimentos, Senhor Pai, em nossos corpos, Senhor Pai, ô Deus, nossas mentes se perdem no mar de necessidades que temos e só a tua mente infinita e o teu poder infinito podem dirigir todas essas coisas, ó Deus, para cada um de nós, serão, Pai, pessoas diferentes. vivendo em contextos diferentes, tendo tido experiências diferentes, Senhor Pai, até aqui em suas vidas. E todas elas, Senhor Pai, a tua mão sábia, Senhor Deus, e o teu conselho amoroso levar para o mesmo lugar no fim, todos sermos a imagem do teu filho. Nos dê um coração grato a ti. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Da plenitude de Cristo, nós temos recebido graça sobre graça. Não só ganhamos paz, mas a paz jorra como um rio e todas as outras coisas também. Vamos cantar enquanto ofertamos. Há uma paz chegando, eu sei. Mesmo se partindo estou. Minha alma firme está. Vou dizer isto é bom. Cristo se triunfou e a morte já venceu e reinará sem fim. O meu rei ressuscitou. Levantarei ao ouvir sua voz. Sem tristezas, sem ter dor. Vão subir com os anjos. Sim. E ante a Deus me prostrarei. Em paz subirei. Este dia aberto está. Em que trevas não verei. Toda sombra sumirá e minha fé será visão. Cristo se triunfou e a morte já venceu >> e reinará sem fim. O meu rei ressuscitou. Levantarei a ouvir sua voz. Sem tristezas, sem teror. Vou subir com os anjos. Sim. Eante a Deus me prostrarei. Em paz subirei e eu ouvirei os anos de cantar. D é o Senhor e os redimidos cantarão sem fim. Digo é o Senhor. Eu ouvirei os anjos de cantar. Digo é o Senhor e redimidos cantaram sem fim. que é digno, digno, Senhor. Div o Senhor. Subirei ao ouvir sua voz. Sem tristezas, sem ter dor, vou subir >> com os anjos. Sim. E ante a Deus me prostrarei em paz. Subirei, subirei. Aleluia. Aleluia. Todos colocaremos nossas coroas aos pés de Cristo, o único que é digno de recebê-la. Obrigado, Deus. fale conosco esta noite em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Amém. O ser humano, o ser humano quando não quer entender algo, ele cria uma um muro em torno daquilo que o seu coração não está para para justificar uma a sua o seu suposto não interesse verdadeiro naquilo. Certa vez Jesus falando com Nicodemos disse que importava que o homem de devesse nascer de novo, que se o homem não nasce de novo, ele não pode ver o reino dos céus. E Nicodemos responde: "Por acaso um homem adulto como eu pode voltar ao ventre da sua mãe?" É óbvio que eh Nicodemos sabia que não era isso que Jesus estava dizendo, não é? É óbvio que eh ele eh entendeu como um homem sábio que ele era, né? um homem experiente, um dos líderes em Israel, entendeu o que Jesus estava dizendo, mas ele não queria entender. E certa vez Jesus repreendeu os fariseus exatamente por isso. Eles fingiam não entender algo. Jesus disse assim: "Olha, vocês, quando o tempo o vento está vindo de determinado lugar e o céu está de determinada cor, vocês dizem: "Amanhã vai chover". E quando vem de outro lugar e o céu está de outra cor, vocês dizem: "Amanhã será um dia seco." Será que vocês que sabem interpretar essas nuances que o céu passa, sua cor, direção do vento, não conseguem entender isso? Vocês se fazem de ignorantes. Hã? Então, a gente sempre fala que uma das coisas fundamentais na fé salvadora é que ela não é algo que você crê simplesmente com a mente e depois lá no futuro, dependendo de como você cresce espiritualmente, você terá uma alegria em Cristo. A gente vê a Bíblia dizer que essas duas coisas são simultâneas, que são a mesma coisa. que isso é a fé que salva, que isso é o dom do espírito, que isso é a regeneração. E aí alguém às vezes diz para mim assim: "Ah, então quer dizer que eu vou estar sempre alegre, eu vou estar sempre com vontade de com a energia alta em todas as coisas." Isso é meio falar como Nicodemos ou como os fariseus, não é? Então, uma das afirmações mais desestabilizadoras do Evangelho, eh, a gente vê em João, porque a definição em João do que e é a essa fé que é operada em nós como um dom do espírito, que essa fé que realmente é a fé que salva, ela não é apresentada por João como um degrau inicial que depois dá lugar a algo mais profundo que nós podemos chamar alegria em Cristo. Como Pedro disse, não é? Eh, no entanto, vocês se alegram, né? Vocês nunca ouviram, vocês não vêm hoje, mas no entanto vocês têm uma alegria indisível e cheia de glória nele no meio dos sofrimentos. Então, a fé que salva não é apresentada como um degrau inicial que depois chega a essa alegria. Ela já é essa alegria. João no escreve de tal maneira que a própria fé salvadora é isso em sua essência e é o movimento de prazer. A fé salvadora é é uma é um um movimento de acolhimento e satisfação em Cristo. Não é uma crença, é mental, apenas intelectual, que um dia se transforma em satisfação em Cristo. Crer não aparece como um ato frio do intelecto. Depois de você ouvir uma verdade, é isso, é a verdade. Não, não, não é isso. Eh, eh, que mais tarde começa a a ser acompanhada por afetos. Creja é desde o primeiro momento um ato do coração e não apenas da mente. Um ato do coração que se move para Cristo como bem mais desejável do que as outras coisas que eram desejáveis ao coração natural até aquele momento. Isso confronta diretamente essa noção muito difundida no cristianismo moderno, né? a ideia de que primeiro você crê. E esse crer é apenas no sentido de você aceitar determinadas verdades como verdade, algo totalmente intelectual. Só depois, se realmente tudo funcionar bem e tudo se desenvolver adequadamente, você começa a desfrutar Cristo. Que há essa distinção. João, ele destrói essa separação. Ele não constrói para ele a fé que não envolve um acolhimento real, uma recepção e viva, um deleite verdadeiro. Simplesmente não é a fé que salva. E João diz assim em João 20:31: "Estas coisas foram escritas para que creiais que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e para que crendo vocês tenham vida em seu nome." A vida não vem depois de um crer que é apenas neutro, um crer intelectual. Ela está contida no próprio crer. E então aqui há um choque inevitável. Se a fé salvadora envolve um desfrute real de de Cristo, somos obrigados a repensar tanto nossas definições quanto nossas avaliações espirituais. Não se trata de exigir uma experiência emocional intensa, mas de transformar e e nem de de de pegarmos a a alegria e transformá-la num termômetro espiritual, mas reconhecer que no nível mais profundo salvar é atrair. Quando o Pai nos salva, ele nos atrai a Cristo. Redimir é fazer Cristo parecer desejável para você que tinha um coração que achava outras coisas desejáveis. dar a vida eterna não é simplesmente eu crê e então eh eu vou para o céu. Dar a vida eterna é despertar a alma para reconhecer, ainda que eh em meio às muitas sombras, a preciosidade de Cristo. Porque para vós que crestes, ele é a preciosidade. Ele é precioso. João não apresenta Jesus como alguém que apenas resolve um problema jurídico entre nós e Deus. a justificação. Havia um problema jurídico e ele resolve. Mas como aquele que em quem estava a vida e a vida era a luz dos homens. João 1:4. Crer nessa luz não é apenas reconhecê-la como verdadeira. É se mover na direção dela, é ser atraído por ela e é começar a preferir ela ao invés de preferir as trevas, como nossos corações preferiam. Nós não pecamos porque intelectualmente decidimos que pecar seria melhor. Nós amamos o pecado. O pecado nos atrai. O pecado é desfrutado pelos homens. Então, é preferir a luz, as trevas. É encontrar nela algo infinitamente mais belo do que eu encontrava. É de algum modo se alegrar nessa luz. Por isso, quando João fala de condenação, ele não diz apenas que os homens rejeitaram a verdade. Qual é a condenação? É que os homens, eles olharam com as suas mentes intelectualmente decidiram não aceitar a verdade. Quando João vai explicar, ele não faz assim. Ele diz assim: "A condenação é essa: porque a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz". João 3:19. Ou seja, foi um amor, foi uma alegria nas trevas que os levaram para as trevas. Não foi um ato intelectual. É entre isso aqui e o pecado, eu acho que isso aqui é melhor, as trevas é melhor. É entre ser centrado em Deus e ser centrado em mim, eu acho que eu vou escolher ser centrado em mim. Não, não. Isso é ficeral. Isso é o ato eh eh eh dos afetos do coração. A questão não é apenas então cognitiva, ela é afetiva. Os homens amaram as trevas. Eles escolheram porque amaram, porque se deleitaram, porque seus corações se parecem com as trevas, porque eles são maus. E a maldade do pecado é o deleite deles. Então, a fé salvadora não é um estágio preliminar rumo a algo mais rico. Porque não é que o homem escolheu o pecado de maneira neutra, só intelectual e depois com o tempo passou a amá-lo. Ele já escolheu porque eu amava. Foi exatamente o amor que tornou que torna o pecado atrativo. E essa fé, então, ela já nasce rica, ela já nasce como resposta do coração, de um novo coração, a beleza de Cristo, um coração que naturalmente preferia as trevas. Então, eh, onde Cristo é visto como digno de ser recebido, ele eh eh já há vida. Onde coração é atraído pela beleza de Cristo, a vida já adentrou. Onde ele é acolhido como um bem maior, não é? Ali já há salvação em operação. Então você vê, você não pode separar a fé da alegria. Isso não fortalece o evangelho, isso empobrece. Isso diz que a relação do homem com o pecado é muito maior do que a relação dele com Cristo. E a fé que salva não separa essas duas coisas. O homem escolhe o pecado porque o ama e a fé salvadora, o homem escolhe Cristo porque o ama, porque passou a vê-lo como atraente, mais belo, mais desejável. Isso não é um estágio posterior. Esse é o estágio inicial implantado nele que faz ele ir em direção a Cristo. Amor, afetos, desejos, deleites que fazem o homem amar as trevas. É exatamente isso que faz o homem nas na direção oposta. E uma das razões pelas quais essa compreensão de fé como alegria e deleite em Cristo causa tanta inquietação às pessoas é que tem cristãos que agem como Nicodemos, não é? eh eh meio que fingindo eh não entender, colocando de uma maneira superficial essa alegria que é a coisa mais profunda. É, muitos cristãos associam alegria a exuberância emocional constante, sorrisos fáceis, sensações elevadas, uma energia espiritual contínua, né, invariável. E quando eles olham para si e não encontram esse tipo de experiência, eles concluem. eh, eu não tenho essa alegria. Ou então de que alegria é essa que está sendo falada? E a partir daí passam a viver eh ou eh achando que a fé é a é um ato meramente intelectual ou desconfiar, não é? Eh, de que se tudo que creram ou não, eh, da fé Salvador ou não e ficam perdidos aí. Mas um Novo Testamento, a Bíblia, quando está falando sobre alegria, está falando sobre algo muito maior do que essa coisa superficial. O Novo Testamento fala de uma alegria que pode coexistir com lágrimas, fraqueza, perda e angústia. Ela é uma alegria que realmente eh tem essa esse estado perene. Paulo escreve assim em segunda Coríntios 6:10, tristes, mas sempre alegres. Ele tá dizendo o seguinte: "Nenhuma circunstância triste é capaz de interferir com aquela alegria, apesar do sentimento de tristeza por determinadas coisas serem reais". Ou seja, não é alternando entre eh tristeza e alegria. É que eh há uma simultaneidade até nos dias mais escuros da vida, tristes, mas sempre alegres. Quando alguém diz: "Eu não tenho alegria", frequentemente eh o que está dizendo é: "Eu não sinto leveza, não sinto entusiasmo, não sinto euforia, né? euforia, como se isso realmente fosse eh a alegria indisível e e cheia de glória. Mas ah a Bíblia não não reduz, como Nicodemos estava reduzindo de maneira patética aquilo que Jesus estava falando sobre o novo nascimento, não é? Eh, gratidão, por exemplo, é uma forma profunda de alegria, ainda que possa ser expressa com lágrimas. Esperança é uma forma de alegria, mesmo quando o corpo tá cansado e o coração ferido e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Paulo podia dizer isso com um corpo ensanguentado, sentindo dor, cansaço, esgotamento pelo sofrimento. Mas você vê, a esperança é uma forma de alegria, mesmo quando o corpo tá cansado. Valorizar Cristo, considerá-lo precioso, ainda que em meio a lutas internas severas, é uma manifestação dessa alegria. É exatamente isso que aparece com clareza no testemunho eh na história de de crentes em momentos difíceis. Ah, ele não nega a as aflições, mas ele ele diz: "Eu sei que Deus é bom. Eu sinto a bondade de Deus". Você vê as coisas não estão ditando para ele quem Deus é. Eu não consigo deixar de estar aos seus pés, de estar em oração diante dele. Você vê, as coisas estão muito difíceis, mas ele ele é impulsionado a isso. Eu confio, eu espero. Ou então você fala eh como Jó, apesar de todas as coisas que aconteceram, ele diz: "Eu sei que o meu redentor vive. Eu sei essas coisas não estão me deixando confusos. a respeito de quem ele é, é o meu redentor. Ah, ou então Paulo, pois eu sei em quem tenho crido e estou certo. As coisas não fazem eu ficar certo e depois não está muito certo, porque elas estão eh variando de de um lado eh para outro de forma nenhuma. elas eh eh estão firmes. Eu sei. Então, a fé continua se movendo em direção a Cristo, mesmo quando a experiência subjetiva do momento está marcada pela dor. De tal maneira que Paulo diz: "Tristes, mas sempre alegres". Então, eh, João, eh, não está dizendo que a fé salvadora, ela é exuberante o tempo todo, porque isso seria pensar nessa alegria de uma maneira superficial. A igreja com a qual Pedro estava dizendo estava debaixo de perseguição e morte. Óbvio que havia dor e havia lágrimas. Tudo isso pode acontecer com mãos trêmulas e olhos cheios de lágrimas. A fé que salva não é aquela que está sempre sorrindo, como num dia em que estão todos contando histórias engraçadas e você pensa: "As pessoas estão alegres hoje". Mas aquela que mesmo sangrando só consegue se voltar para Cristo como sua fonte. Eh, não busca outras fontes por causa do dia escuro. Seu coração ainda ama a luz, deseja a luz e se apega à luz. Tristes, mas sempre alegres. Então, essa expressão de Paulo eh não é um paradoxo, um paradoxo retórico, né? Quis dizer algo assim que as pessoas te ficassem, caramba, como é que eu vou entender isso? tristes, mas sempre alegres. É uma descrição honesta da experiência cristã real no mundo caído, cheio de dor e tristeza. Ela destrói a ideia de que a alegria cristã só pode existir quando sua dor for resolvida. Eu vou voltar a ficar alegre. Eu vou voltar a ter uma alegria em Cristo quando eh esse problema for resolvido, quando aquilo ali se se resolver, quando aquilo lá eh quando o meu casamento, quando aquilo lá, não, não. Isso isso tá dizendo que essa alegria, essa alegria, ela é algo que eh vive nos piores momentos, ela está lá. É um deleite em Cristo. É para onde eu corro, é para outro dia a gente tava falando sobre o Salmo 3, não é? O medo é um alarme e mostra para onde a gente corre quando precisa de refúgio. Então, a alegria bíblica não é eh eh ela nunca espera o fim da tempestade. A alegria bíblica, ela aprende a respirar no meio da tempestade. Tristes, no meio da tristeza, ela não espera. Quando acabar a tristeza, eu vou me alegrar em Cristo. Não. Triste, mas sempre alegre. Essa alegria não nasce então jamais da negação da dor, mas da presença de Cristo no meio dela. É isso que Paulo tá dizendo. Triste. Há muitos acontecimentos tristes, mas eu tenho Cristo no meio dessa tristeza, então eu tô alegre. Triste, mas sempre alegre. Por isso Paulo consegue dizer: "Em toda a nossa tribulação transbordo de alegria". Segunda Coríntios 7:4. Não, depois depois que Deus me tira da da da da tribulação, eu transbordo de alegria. Não, em toda ela, não. Apesar dela, na tribulação, em toda a nossa tribulação, transbordo de alegria. Alegria não vem como um prêmio porque eu resisti na tribulação, mas como um fruto da comunhão com Cristo no sofrimento, na tribulação. Então, a tribulação é real e as tristezas que ela traz é real, mas a alegria também é. Ah, então a profundidades de alegria que só são acessíveis a quem desceu as maiores profundezas de dor. Porque conheceu como essa alegria realmente que é a alegria da comunhão com Cristo é indestrutível. O próprio eclesiast reconhece essa realidade quando afirma que a tristeza é melhor do que o riso, porque com tristeza do rosto o coração se torna melhor. Eclesiastes 7:3, ele não tá dizendo que a tristeza é boa em si mesma, mas porque ela nos leva a lugares do coração, onde alegria superficial, como o mundo entende, como as pessoas às vezes tentam entender essa alegria indisível e cheia de glória, é, não consegue chegar. É óbvio que uma alegria superficial depende das circunstâncias. Há um tipo de alegria que só nasce quando todas as distrações caem e a alma é forçada a se agarrar ao seu único bem, Cristo. João escreve todo o seu evangelho com essa profundidade na mente dele. Quando ele fala de crer paraa vida, não está prometendo uma experiência emocional uniforme. Ele está falando de uma vida que se ancora em Cristo de tal maneira que nem a dor mais intensa consegue expulsá-la, de uma alegria que se fixa em Cristo, que nem a experiência mais terrível consegue tirar essa alegria. É disso que ele está falando. Alegria define a fé salvadora. Essa alegria que define isso, ela não é barulhenta, como um monte de gente num estádio quando o time dele ganhou alguma coisa. Não é exuberante, ela é uma alegria fiel. Ah, ela não é frágil, então ela é uma alegria profunda. E a pergunta decisiva não é: você se sente alegre? A pergunta é: onde seu coração corre quando tudo é dor? Quando tudo é aflição, para onde você corre como algo que sustenta o coração. Se o teu coração ainda corre para Cristo, ainda o recebe, ainda o considera necessário, precioso, eh deleitoso, então essa é a fé salvadora. A alegria pode estar ferida, não é? Mas essa é uma alegria imortal. E a alegria cristã, então, não é não é ausência de dor. Ela é a presença de Cristo em todas as dores, nas piores dores, de tal maneira que o deleite nele continua real, tristes, mas sempre alegres. E é um fato linguístico no Evangelho de João que deveria nos obrigar a parar e pensar com muito cuidado. Eh, eu diria com mais cuidado do que geralmente a gente faz quando pensa na nossa vida com Deus. O evangelho que mais fala sobre fé que salva, que é o livro de João, eh, não usa nenhuma vez o substantivo fé, como nós usamos tanto e como outros escritores eh usa. Mas João não usa nenhuma vez, né? João escreveu um livro inteiro com o propósito explícito de conduzir as pessoas à vida eterna. Ele ele diz no final que esse foi a razão dele escrever. E ainda assim ele evita completamente a palavra pistes, que eh eh é o substantivo fé. Em seu lugar, ele utiliza a forma insistente, né, em todas as vezes, sem exceção, 98 vezes, não é? vai depender da tua versão, mas do original, eh, ele usa a palavra que não é tão utilizada quando se trata disso. Isso não é um detalhe técnico irrelevante, não é uma curiosidade acadêmica, é uma decisão teológica consciente de João. João poderia ter usado pistes, o termo existia como existe, era comum, era compreendido por todos e outros autores do Novo Testamento usam bastante. Mas João decidiu não fazer isso nenhuma vez. Ele fecha a porta, essa porta deliberadamente. Ele não usa a palavra e abre outra porta. Ao fazer isso, ele controla a maneira como os leitores, nós entenderíamos o que significa ser salvo. O substantivo pistes tende a ser percebido como algo que se possui. é uma condição, um um estado, algo que eh pode ser descrito, algo que pode ser catalogado e localizado lá no passado, algo que se pode dizer, eu tenho isso. Já o verbo, que é o que ele sempre usa, pistel, não permite esse tipo de de acomodação. O verbo exige tempo presente, movimento, exige exercício. Ah, ele não descreve algo armazenado, ele sempre descreve algo que está acontecendo. Não algo arquivado, mas algo que está agindo. João não quer que pensemos que a fé é como um objeto espiritual guardado no coração. Eu tenho essa coisa, essa coisa chamada fé que eu guardo, que tá em mim, nem como um marco histórico isolado da vida presente. Ah, eu tive fé, foi em 1900 e tanto quando eu Ele quer nos forçar a lidar com o fato de que a vida eterna está ligada a um verbo em andamento, algo contínuo em nós. Por isso ele não pergunta se alguém tem fé. Você tem fé? Ele pergunta se alguém crê. Não é se alguém creu, se alguém crê, não se alguém creu no passado, mas se alguém crê continuamente. Por isso ele não usou o substantivo. A vida não não acompanha um substantivo congelado. Ela acompanha um verbo vivo, uma ação constante. Isso protege o evangelho de uma distorção muito comum, transformar a fé salvadora em um evento passado que já não exige o envolvimento presente, que não está fazendo nada na minha vida agora. João não permite que esse tipo de segurança artificial cresça em nós. Ele escreve para que creiais, creiais e crendo tenham vida. Isso é, isso acontece continuamente. A vida eterna flui junto com o ato contínuo de pistel. Onde o verbo acontece, a vida acontece. onde o verbo é abandonado, a vida não está acontecendo. Esse é o eh a gente pode chamar de o escândalo gramatical de de João. Ele não nos deixa descansar em categorias estáticas do que já aconteceu lá no passado. Ou como se a fé fosse só uma coisa que eu tenho. Ela é uma contínua atitude do meu coração em relação a Cristo. Ela nos empurra para uma fé viva, exercida. atual, uma fé que não pode ser guardada numa prateleira, num cofre, num lugar, porque ela só existe enquanto está fluindo. É realmente uma fonte que jorra, que flui? Não é que fluiu e secou, não é algo numa garrafa guardado. Então, João elimina pistes não por desprezo a fé, mas para impedir que a fé seja transformada numa coisa morta. uma coisa que eu tenho, guardei em algum lugar, tá lá, é é minha. Então, João mata a fé como coisa para preservar o crer como vida. O crer é vida. Então, é uma vida. Você não eh estava vivo há 10 anos, está vivo agora. É por isso que você está vivo. A fé é assim. Então é comum afirmar corretamente que a fé é ativa, mas com frequência essa afirmação é má compreendida. Muitas vezes, quando se diz que a fé é ativa, o que se quer dizer que a fé produz ações posteriores a ela. Obediência, amor, serviço, transformação, moral, tudo isso é verdadeiro. Ou seja, a fé dá frutos. Mas esse não é o ponto central aqui de João. João escolhe o verbo pistel para dizer algo mais radical. A própria fé já é uma ação, não é que ela gera ações. Crer no sentido joanino não é um estado passivo da alma aguardando as consequências daquela fé. Pistel descreve um agir interior real, imediato e decisivo continuamente. A vida eterna, essa vida que ele descreve como e a essa fé, ela jorra para a vida eterna. Antes de qualquer obediência visível, há um deslocamento invisível da alma. A fé não fica parada até gerar frutos. Ela já está em movimento quando confia, quando recebe, quando vem, quando bebe, quando come, quando permanece, quando acorda cada manhã. Essa distinção essencial para entender a natureza da fé, que é dom de Deus, a fé que salva. Se a fé fosse apenas a causa distante das nossas ações externas, ela poderia ser reduzida à concordância intelectual. Mas concordar com fatos não exige ação do coração. Você pode concordar com muitas coisas que não põe o seu coração em funcionamento, em ação, em afetos. Os demônios conhecem os fatos e creem nos fatos. É óbvio, eles sabem que são fatos. Fatos. E é totalmente estranho quando alguém diz assim: "Isso é baseado em fatos reais". Lógico que é real, porque senão não era um fato. Pistel em João exige envolvimento pessoal, relacional e afetivo contínuo. Beber continuamente de Cristo e jorrar para a vida eterna é o coração saindo de si mesmo e se lançando sobre Cristo como a única fonte da sua vida. Quando João fala em crer, ele não está descrevendo uma ideia que nós aceitamos como eh eh normalmente, por isso que ele tá sempre usando o verbo, mas uma pessoa recebida, não uma doutrina que nós assinamos, nós cremos na confissão de fé tal, mas um salvador que é acolhido, essa é uma ação real, contínua. Eu estou sempre acolhendo, estou sempre desfrutando, estou sempre Você vê essa ação. Por isso que ele usa o verbo. Não é algo que eu tenho, não é o substantivo. Eu tenho uma coisa chamada fé que tá lá em um lugar guardado e de vez em quando eu vou olhar para ela, pegar ela invisível, mas profundamente ativa essa realidade. O coração abandona a sua autossuficiência, sua pretensão de controle e todo dia o coração se apoia em outro, não se apoia mais em si. Isso é o quê? É um ato, é um ato espiritual decisivo, contínuo. Reduzir a fé a algo que apenas gera ação, enfraquece a sua a sua glória, o seu, o seu peso. João quer que você veja que no momento em que alguém crê, algo real, ele vê a luz, mas ele ama as trevas. Então, os seus afetos estão indo para o outro lado, não de vez em quando, continuamente, a cada manhã, a cada dia. Ele ama as trevas, ama. Ele não só faz, não só acredita nelas. É esse impulso que se tornou diferente, se tornou oposto. O coração está se movendo, está se inclinando, está se entregando, está se alimentando. Esse movimento é a vida eterna. é a vida em operação em nós. Por isso, a fé não é um botão que nós apertamos para que a vida cristã comece. A fé, a própria dinâmica inicial da vida cristã, pistel, ela é ação antes de qualquer fruto. E se esse agir interior não acontece, nenhuma ação exterior, por mais impressionante que seja, substitui a fé viva. Fazer coisas. É por isso que Paulo está dizendo que eh eh eh o cara podia dar seu corpo para queimar, distribuir seus bens, mas se não tiver amor. Mas se você colocar amor como atos externos, então o cara tá dando os bens, ele tá dando o seu corpo para queimar. Mas você vê eh há eh uma separação fundamental antes de obras visíveis, a fé age no invisível, ou seja, é a inclinação da alma continuamente para Cristo como a inclinação contínua da alma do homem natural é as trevas, porque ele a ama. Então, ao insistir no verbo pistel e evitar totalmente o substantivo pistes, João estabelece uma ordem espiritual que não pode ser invertida. Primeiro é o movimento do coração, depois o fruto da vida. Qualquer suposto fruto sem a inclinação contínua do coração não tem nada a ver com a fé salvadora. Primeiro a ação da alma, depois a ação das mãos. Primeiro Cristo é o meu deleite, depois isso gera coisas. A fé salvadora acontece no nível mais profundo da pessoa, onde se decide no que você confia, no que você prefere, no que deleita o seu coração. É assim que o homem escolhe o pecado. Ele ama as trevas primeiro. Ele, a alma dele define o que é precioso, o que é importante, o que é deleitoso. Depois vem todos os atos. Muito antes de ser ato, aquilo já é morte espiritual. É óbvio. E a vida espiritual é essa contínua inclinação, preferência, deleite. Isso impede que a fé seja definida primariamente por seus efeitos externos na vida. Como na verdade a queda do homem eh não é definida primeiramente pelas coisas externas que ele está fazendo. Os frutos importam, importa? A obediência importa, importa. O amor importa, mas nada disso é a raiz. A raiz é o coração que crê e que vê Cristo como eh a alma antes via o pecado. Quando essa ordem é invertida, a vida cristã se degenera em moralismo, ativismo religioso e eh legalismo. Mãos trabalham, bocas falam, rotinas continuam, mas o coração já parou de se mover. em direção a Cristo. Essas coisas não são feitas porque as pessoas estão atraídas, se deleitando em Cristo. Como o homem quando peca, peca porque ama as trevas. João, então, não ignora os frutos, ele simplesmente sabe onde os verdadeiros frutos nascem. Eles nascem do crer contínuo de que Cristo é o maior deleite, é a maior preciosidade, é aquilo que eu realmente amo. Não é um evento isolado no passado. Crer, é um verbo e andamento. Por isso ele sempre usa o verbo. Pist não descreve a entrada em um estado fixo chamado fé. A partir daquela data, eu cri. descreve uma dinâmica permanente de vir, receber, depender, permanecer, se alimentar, se deleitar, se alegrar. Por isso, João evita pistes para impedir que a fé seja tratada como algo imóvel, algo que eu simplesmente tenho, que eu tive a partir de determinado momento. Essa perspectiva redefine também a perseverança cristã que o espírito eh eh produz em nós. Perseverar não é preservar intacto um objeto chamado fé. sem deixar trincar, sem deixar quebrar. Perseverar é continuar crendo que Cristo é o maior deleite durante todo o tempo, durante toda a trajetória. Continuar vindo, continuar bebendo, continuar recebendo é realmente todo dia beber mais de Cristo. A vida eterna não é sustentada por uma fé passada, mas por um steerwing, presente, vivo, atuante, constante. Realmente uma vida pulsante, onde o verbo continua, a vida continua. Você vê assim é com o pecar do homem, não é? A morte continua. Então ele continua. A fé que salva, portanto, não é um troféu que você pendura na parede como um um um diploma. Olha, nesse dia tal eu me formei em tal coisa. A fé não é isso, não é um certificado guardado na tua memória. A fé Salvador é um caminho percorrido diariamente pelo teu coração, sempre na direção do mesmo objeto. A luz veio ao mundo e agora o seu coração deu uma agnada, não é? Porque ele amou essa luz. Ele foi feito novo para isso, porque naturalmente ele ama as trevas. João descreve eh eh eh ele escreve dessa forma para salvar cada um de nós de uma fé estática, ilusória, morta, como um objeto, não é? Como um substantivo na nossa vida. Ele quer uma fé viva, porque só uma fé viva é uma fé verdadeira. A vida é eterna. A fé de que Cristo é, todas aquelas coisas não morre. É eterna. É, é um ato contínuo. A fé que salva não é algo que nós temos, é algo que fazemos continuamente. Por isso ele usa o verbo de nós. Continuam fluindo rios, continuamos bebendo, continuamos desfrutando. Então, o prólogo do Evangelho de João não apenas apresenta quem Jesus é, ele define com precisão o que significa responder corretamente a Cristo, como nós vamos fazer a sear. Em João 11:1, a gente lê que Jesus veio para o que era seu e os seus não receberam. Encontraste a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, a saber, os que creem no seu nome. Você, João sempre vai usar a palavra assim. João não está descrevendo dos grupos distintos, mas o mesmo grupo sob duas perspectivas complementares. Para ele, receber e crer são ações intercambiáveis. Crer é receber. É um ato contínuo, eterno, de receber Cristo como o maior tesouro, a maior beleza. O texto deixa isso claro ao colocar lado a lado dois verbos, não é? Lambano, receber e pistel, crer. Ele não vê diferença entre as duas coisas. João não disse que alguns receberam e outros creram? Como se fossem duas respostas diferentes, crer e receber. Ele explica um verbo pelo outro verbo. Receber Cristo é o que o coração está fazendo quando crê. Crer em Cristo é o que o coração está fazendo quando recebe continuamente. Não são atos separados, mas o mesmo movimento interior de escrito com duas imagens complementares usando dois verbos. Isso tem uma implicação profunda para a compreensão da salvação. Crer não é apenas admitir que Jesus é verdadeiro. Receber não é apenas aceitar uma proposta abstrata. Receber é acolher uma pessoa, é abrir um espaço real no centro da vida que agora aquela pessoa habita. é permitir que Cristo não apenas resolva um problema na sua vida ou problemas, mas que ele governe, que ele permaneça, que ele seja a fonte central dos seus anseios, seu descanso. João fala de filho de Deus não como resultado de um contrato assinado, mas de um acolhimento contínuo, vivo do filho eterno de Deus. Além disso, João não apresenta esse receber como um evento isolado, pontual que aconteceu lá no passado. O verbo lambano, assim como eh Pistel, descreve uma ação que pode ser repetida, renovada e exercida continuamente, continuamente, continuamente. Então, receber não é algo que fazemos uma vez para depois seguirmos adiante sozinhos. Guardar o que recebemos é uma postura permanente da nossa alma diante dele, os que o receberam. Ele deu o poder de se tornarem filhos de Deus. Isso corrige essa compreensão empobrecida da conversão. Muitos imaginam que receber Jesus é como receber um objeto. Você recebe, guarda e segue com a tua vida. Você já recebeu, você já tem, agora é teu, tá lá guardado. João não permite essa leitura. Receber Jesus é receber alguém que vive, fala, guia, sustenta e se dá continuamente como água viva, como satisfação, como deleite. Portanto, quando João diz que os que o receberam, Jesus e eh eh os que receberam Cristo assim são os que creem em seu nome. está afirmando que a fé salvadora é um ato relacional profundo, contínuo, que nunca morre. É o coração se abrindo para Cristo como ele é, como o coração do homem e é é capturado pelas trevas. Eh, os homens amaram as trevas. Agora, os homens amam a verdadeira luz, não é? Não é um acordo frio, não é uma aceitação distante, é uma recepção viva pessoal contínua. Não é que ele foi um deleite, ele é o deleite da vida. Onde Cristo é recebido assim, ele nasce e eh eh a vida que é a vida que ele tá chamando de vida de filho de Deus. Um dos maiores, uma das maiores distorções da fé cristã surge quando Jesus é apresentado apenas como solução eh para o drama humano. Seja ele a perdição e os dramas da vida. Ele não é oferecido como tesouro do coração. Muitas pessoas recebem Jesus no sentido de buscar alívio, de buscar perdão, de buscar escape da culpa, de buscar um alívio eh emocional ou o livramento do juízo eterno, mas não recebem como alguém precioso em si mesmo, independente de todas essas coisas. João, então não conhece esse tipo de recepção utilitária, mesmo a utilitária no seu maior grau, não é? Como eh recebê-lo como o livramento da perdição eterna para ele receber Jesus e acolhê-lo como um bem desejável e não como meio de nada. Quando o coração diz: "Jesus, eu te recebo agora". não está apenas resolvendo uma pendência espiritual que havia entre eu e Deus. Está expressando agora um movimento afetivo. Como é a relação afetiva do homem com o pecado? Ele está dizendo: "Tu és bem-vindo, tu és necessário, tu és desejado, tu és o deleite, tu és o tesouro." Esse tipo de linguagem não é contratual, não é? É uma linguagem relacional, não é? simplesmente jurídica, é afetiva, não é cálculo. O que eu ganho é acolhimento. Então aqui o verbo pistel se revela em toda a sua eh profundidade. Crer não é apenas aceitar que Jesus é suficiente, é experimentar a suficiência como algo bom para o coração. Queria receber Cristo como aquele em quem mais do que tudo encontra ele mesmo. E João constrói todo o seu evangelho para mostrar que Jesus não é apenas verdadeiro, ele é glorioso. Jesus não é apenas correto, é belo. Jesus não é apenas poderoso, ele é desejável. Por isso, a fé salvadora sempre envolve o coração, o deleite, a alegria. Receber Jesus como tesouro significa que ele não é apenas útil, né, como a gente costuma dizer, mas ele é precioso para nós. Não é necessário, só é amado. Quando você ama, você não pensa só em como algo é necessário. faz isso com ferramentas. Mesmo quando a linguagem do crente é simples, frágil, misturada com medo e confusão, se há no fundo do coração um reconhecimento real de que Cristo é o bem final, há ali uma fé viva, uma recepção afetiva não elimina a dor, nem apaga as lutas, mas redefine o centro da vida. Por isso Paulo diz: "Tristes, mas sempre alegres". O coração passa a orbitar em torno de Cristo, não apenas recorrer a ele nas suas necessidades. E aí ser mais intenso quando tem mais necessidades para serem resolvidas, mais problemas. Aí ele é intenso em oração, em desejo por Deus, que é por causa das dificuldades. Receber Jesus como tesouro é admitir que não há um substituto para ele na vida. Não há algo melhor, maior e mais desejável. Então, receber Jesus como tesouro é admitir que não há substituto, que você não vai buscar em mais nada o que você só tem nele. Não há alternativa. Amizade não é alternativa. Casamento não é alternativa. Saúde não é alternativa. Vida não é alternativa. Não há alternativa. Não há um bem maior a ser buscado fora dele. E nenhuma coisa boa em si, desligada dele, continua boa. E João escreve para produzir esse tipo de recepção. não quer apenas convencer a mente de que Jesus é verdadeiro e Jesus morreu na cruz e de que Deus fez isso e aquilo. Ele ele diz que a verdadeira fé ganha o coração e é isso que atrai a pessoa continuamente. E é isso que produz tudo. Como amar ao pecado é o que produz o que o homem é. Por isso ele descreve Jesus como luz, vida, pão, água, pastor, amigo. Todas essas são imagens que apelam não apenas ao intelecto, mas ao desejo, as imagens que são usadas. E se crê é receber Jesus, então a fé salvadora não pode ser reduzida a um ato que aconteceu uma vez e depois se encerrou. simplesmente um substantivo na minha vida. Ela é um verbo contínuo na minha vida. Receber Cristo não é como receber um documento que eu guardo numa gaveta. Mesmo que esse documento seja, sei lá, a a escritura de uma de uma herança enorme. É como receber alimento que precisa ser ingerido continuamente. É como Davi diz, é como a cor sanceia pelas águas. Você vê, não é que ele ele usou a imagem de algo que você precisa o tempo todo. Você não pensa racionalmente simplesmente: "Eu preciso tomar água". Você sente eh uma necessidade desesperada por água. E você não sente isso uma vez por mês, uma vez por ano. Você sente isso continuamente. É uma necessidade que não cessa. É como receber então alimento que precisa ser ingerido continuamente. João deixa isso claro ao longo de todo o seu evangelho. A fé que salva é uma fé que permanece recebendo, permanece bebendo, permanece comendo, permanece desfrutando. Aqui novamente o verbo pistel protege o evangelho dessa fé aposentada, né? Crer, não termina no momento da conversão, nem algo que fazemos no passado para depois seguir adiante com aquilo guardado. Crer é a postura contínua da alma diante de Cristo. É beber dele o tempo todo, todo dia. É comer dele. A fé não diz já basta. A fé sempre diz: "Ainda preciso, preciso mais de Cristo. Preciso mais dele como pão. Preciso mais dele como água, preciso mais. Ele não se satisfaz com a recepção antiga. Ele depende totalmente, de tal maneira que ele continua acolhendo Cristo dia após dia, como dia após dia meu corpo recebe água. Eu nunca mais tenho sede. Eu podia dizer que eu não fiquei com sede no últimos 2 tr anos. Alguém pode pensar, será que ele bebeu eh há do anos e ficou 3 anos, dois sem beber? Não, eu não senti sede porque eu tinha sempre água. Eu nunca estou sedento. Eu tenho continuamente eh para beber. É assim que vocês nunca mais terão sede. Não é que eu vou experimentar Cristo e depois nunca mais vou precisar e aí sigo em frente. Como se eu bebesse uma água hoje, pudesse ficar os próximos 20 anos sem beber água. Eu nunca mais terei sede porque eu vou ter essa fonte. Eu vou continuar necessitando desesperadamente, mas ela tá sempre lá. Eu estou bebendo continuamente. Essa compreensão redefine o que significa maturidade cristã. maturidade não é diminuir a tua dependência de Cristo, mas é aprofundá-la. Não é sentir menos sede porque você está muito cheio de Cristo. É cada vez você sentir uma necessidade mais plemente. Não é precisar menos dele, é recebê-lo mais plenamente. Maturidade, a fé madura, não se apoia em experiências passadas, ela se apoia sempre na na na recepção presente, contínua. Ela vive de Cristo como um pão, como uma água. Ela vive de Cristo agora. Isso também redefine o que é perseverança para nós. Perseverar não é proteger o evento do passado, mas manter, experimentar uma relação no presente continuamente. É continuar recebendo Cristo como vida, Cristo como luz. Cristo como pão, Cristo como água, Cristo como alegria. Cristo, Cristo, Cristo. Onde essa recepção continua, a fé continua. Onde ela cessa não era uma fé salvadora. Um homem que teve o seu interior mudado, ele nunca mais deixa de sentir a sede que ele tem por aquela fonte continuamente. João escreve para impedir uma fé fossilizada que eu posso localizar no tempo que ela aconteceu lá nas nas camadas. Ah, ele quer leitores que estejam crendo agora, crendo mais profundamente que Jesus é o tesouro, que Jesus é alegria, que Jesus é o deleite, experimentando ele como pão, como água, agora, continuamente. Por isso ele usa o verbo. A vida eterna para João não é apenas duração infinita, mas é essa relação contínua com Cristo. Dele sendo o centro, a alegria, o prazer, o deleite. Comunhão viva com Cristo sustentada por uma recepção incessante do que ele é para minha alma. Meu pão, minha água, minha alegria. É como eu viva com Cristo sustentada por essa recepção. Assim, a fé que salva nunca se aposenta, ela nunca ficou estável. A fé que salva nunca é estabilizada, nunca se torna autossuficiente. Pelo contrário, ela permanece aberta, dependente, receptiva, faminta, sedenta de Cristo. Receber Cristo não é o início de algo que termina. Receber Cristo é o início de algo que nunca mais acaba. Crer em Cristo não é algo que aconteceu no passado. Crer em Cristo é algo que nunca mais termina. E em João 6:35, Jesus oferece uma das declarações mais decisivas de todo o evangelho. Ele diz: "Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim jamais terá fome e quem crê em mim jamais terá sede. Você vê que ele também eh eh faz a mesma coisa aqui. João não está apenas registrando uma metáfora bonita. Ele está abrindo o coração da sua teologia da fé salvadora. Jesus se apresenta não como algo, um adorno espiritual. Não como um complemento de alguma coisa ou um complemento espiritual, religioso, mas como uma necessidade vital. Pão e água não pertencem ao mundo do luxo. Não é um acréscimo à vida. Pão e água não pertence ao mundo do luxo, pertence ao mundo da sobrevivência. Tire pão e água de alguém e logo ele estará morto. Não é um luxo. Sem eles não há vida. João 6:35 funciona como uma chave hermenêutica, então, para todo o evangelho. Observe como Jesus constrói o paralelismo. Vir a ele corresponde não ter fome. Crer nele corresponde não ter sede. Isso significa que para Jesus crer pistel de novo é o equivalente espiritual a comer e beber. Fé não é uma operação abstrata da mente, mas um ato vital da alma. A alma ou tem aquilo ou morre. É visceral. Assim como o corpo se apropria do pão e da água para viver, a alma todo dia se apropria de Cristo para viver. Você vê isso é a fé. Por isso ele não usa o substantivo que pode ficar lá guardado. Muitos tratam Jesus como um acréscimo à vida, um reforço moral mais necessário em tempos difíceis, mas pão e água não é isso para o ser humano. Jesus se apresenta como algo muito mais radical. Ele é aquilo sem o qual sua alma não vive. Não se trata de melhorar a vida, trata-se de ter vida. Não se trata de enriquecer a sua experiência, ficar mais rica a experiência humana. Trata-se de impedir a morte espiritual. Não é um enriquecimento. Quando Jesus diz, "Eu sou o pão, eu sou a água". pode estar reivindicando uma exclusividade. Não há outro alimento que cumpra essa função, não é? Não há outra fonte que sacia essa sede. Eu sou pão. Nada mais na tua vida é o pão da vida. Nada mais pode te manter vivo todo dia. Não é algo que você fez lá no passado. Eu sou o pão. Você tem muitas coisas na no teu dia a dia. Tem seus relacionamentos, tem eh família, amigos, filhos, esposa, esposo, trabalho, mas nada disso é pão. Nada disso sustenta em nada a sua alma, nem um pouquinho. Não é que eu sou o melhor pão, não é que eu sou o pão mais delicioso, eu sou o pão. Todas essas coisas não são pão. Eu sou a água, mas nada é água. Isso confronta diretamente a multiplicidade de substitutos que o coração humano tenta usar para sobreviver espiritualmente. Sucesso, aprovação, prazer, controle, religião, eh, eh, de atos, todos prometem sustento. Nenhum entrega a vida. Só Jesus é o pão da vida. Quando Paulo diz tristes, é porque coisas que não são a vida estão eh de alguma maneira eh eh você vê a única coisa que realmente é pão, ele tem sempre alegres. Além disso, Jesus não diz apenas que ele dá pão e oferece água. Ele disse: "Eu sou. Não venham a mim para receber pão. Não venham a mim para receber água. Não venham a mim para receber algo de mim. Alguém tem isso, se desfruta de mim, porque eu sou o pão. Eu sou a água. Eu não dou água. Eu não dou o pão. O dom é o doador. Nunca separe Cristo do dom, porque ele dá ele mesmo. Ele é o pão que ele dá. Ele é a água que ele dá. Ele é o alimento da alma e ele é aquilo que hidrata a alma. Então, receber os benefícios sem receber a pessoa é impossível. Nunca separe Cristo de qualquer coisa boa que ele dê, porque você não pode separar, porque ele dá a si mesmo. Ele dá ele mesmo como pão e ele mesmo como água. Comer o pão da vida é estar continuamente recebendo Cristo, crendo que ele é melhor do que a vida, crendo que ele é a alegria, crendo que ele é o tesouro. Beber a água viva é acolher o próprio Cristo. Então, fé não é consumir bênçãos. Fé se apropriar de uma pessoa viva. Ela está no centro e dela derivar toda a minha vida. Essa é a definição. Essa linguagem também desmonta qualquer ideia de fé como algo periférico. Se Cristo é pão e água, então crer nele não é opcional, é urgente, é vital, é tão necessário quanto quanto respirar. Não é algo que eu posso deixar para amanhã ou para depois ou usar menos hoje, como se eu pudesse não respirar durante um dia ou não precisasse de água e de pão por um tempo. João quer que o leitor entenda. Quem não crê não está apenas desobedecendo, está morrendo de fome e sede espiritual, ainda que pareça saudável por fora. Quando Jesus fala de fome e sede em João 6:35, ele não está descrevendo eh deslocamentos físicos, não está falando de movimentos interiores da alma. Ninguém caminha com os pés até Cristo para comer esse pão ou beber essa água. O movimento acontece no coração, como nos afetos, na vontade. Crer não é mudar de lugar, é mudar de direção interior. É o desejo se inclinando para Cristo como sua fonte, não se inclinando para mais nada e nem para si mesmo. Aqui João aprofunda ainda mais então o significado de pistel. Crer é um ato real, mas invisível, não é menos concreto, porque ele é espiritual, não é? Assim como a fome é uma sensação real, embora invisível, você não vê a fome, pega a fome, ela é invisível, não é? Ela é uma sensação real, mas invisível. A sede é uma urgência real, mas ela é interna. Ninguém vê a minha sede. Assim também é a fé. Ela se manifesta como um anseio, como uma inclinação, um anseio desesperado, uma busca. O coração se move na direção daquilo que ele percebe, necessário e bom. Como faminto vê o pão, como sedento, vê a água. Essa linguagem revela algo decisivo. Fé não é apenas decisão racional, é um desejo despertado que não tem como ser saciado a não ser naquilo que é o objeto do desejo. O sedento quer água, o faminto quer pão. Então a alma agora sente falta. Ela deseja Cristo desesperadamente. A alma reconhece vazio e a alma não acha que nada mais. Ela não tem ouvidos para o humanismo secular. Ela não tem ouvidos para outras coisas. Ela vê que nada mais é pão, nada mais é água. A alma se volta para Cristo porque percebe que só ele é pão e só ele é água. É por isso que quem tá com sede não fica com vontade de comer terra. Quem está morrendo de sede sabe do que ele precisa de água. Um faminto sabe do que precisa de pão. Por isso que ele não fica tentado a comer pedra. Isso não significa ausência de luta ou dúvida, mas significa que no nível mais profundo o coração sabe onde está a vida. João descreve esse movimento com uma riqueza de de de verbos ao longo de todo o evangelho. Vir, beber, comer, receber, permanecer. Tudo descreve ações invisíveis da alma. Como eu disse, a mesma fome física não é algo que ninguém veja, é algo invisível. Ver, beber, comer, receber, descreve ações da alma. A fé envolve quê? provar, saborear, se deleitar com uma satisfação verdadeira. O sedento quando bebe água, ele sente uma satisfação enorme. A gente costuma fazer, não é? É como o ó do apóstolo Paulo. Mesmo quando as circunstâncias são amargas, há um gosto novo que sustenta. Essa compreensão confronta uma espiritualidade fria, onde a fé é reduzida a só o assentimento correto. Jesus não é pão para mim, nem é água para mim, mas eu creio que ele é quem a Bíblia diz que ele é. Para ele uma fé sem fome é totalmente suspeita. Uma fé sem sede é falsa, é artificial. Seria como alguém dizer que está sedento, mas está cheio de água à sua frente, ele não quer. Ah, eu estou morrendo de fome, está cheio de comida, mas ele não come. Uma fé assim em Cristo, ela é totalmente artificial. João está dizendo, a fé verdadeira nasce onde o coração sente necessidade real de Cristo e não necessidade só porque alguém diz: "Você precisa beber água, você precisa comer." Onde não há desejo, não há movimento. As pessoas dizem que você pode levar um cavalo até o rio, mas não pode obrigar ela a beber. onde não há movimento, não há fé viva. Uma pregação é pão e água, mas não tem como obrigar você comer e beber isso. Isso também traz consolo profundo. Ah, muitos crentes se angustiam porque sua fé parece fraca, confusa, misturada com medo. João diria, observe a direção do seu coração, a fome, a sede, a desejo por Cristo. mesmo no meio da dor. Então, a fé, ah, a fé não precisa ser eh forte, a fé precisa ser faminta. Ah, por uma coisa. Crer é, portanto, eh, ver os afetos da alma se movendo numa direção. Não é anestesiar o desejo. Nossos corações são cheios de desejos, nossas almas. é redirecionar completamente, não é eliminar a fome, mas é conduzir ao pão certo. Essa é a grande obra que o Espírito Santo fez ao nos regenerar. Não é suprimir a sede, mas levá-la à fonte verdadeira, a fé, esse movimento contínuo da alma em direção a Cristo como seu bem supremo, seu pão, sua água, sua delícia. Quando Jesus promete que quem crê nele jamais terá fome, jamais terá sede, ele não está dizendo que o crente nunca mais desejará nada. Ele está dizendo que a alma encontrou sua satisfação definitiva naquilo que ela tem acesso contínuo, todo tempo, em qualquer lugar, em qualquer circunstância. Há uma diferença profunda entre desejo inquieto e desejo satisfeito. O primeiro corroi, o segundo sustenta. A fé conduz o coração da inquietação para o descanso. Por quê? Quando eu vou dormir, eu sei que na geladeira tem comida. Eu sei que daqui a pouco eu vou precisar comer de novo. Eu nunca mais tenho fome porque eu tenho acesso sem fim aquilo que é o meu pão. É o pão para a alma. É a é a água para a alma. A promessa de Jesus aponta para algo radical, satisfação eterna, não momentânea, não episódica, não dependente das circunstâncias. Quem bebe da água que ele dá recebe uma fonte que jorra para a vida eterna. Nunca mais ele vai precisar buscar água em outro lugar ou ficar com sede. Isso significa que a fé não oferece apenas alívio temporário, mas assegura essa nova condição da alma. Por isso que está lá mesmo nos piores momentos, tristes, mas sempre alegres. A vida eterna começa agora como prazer contínuo em Cristo. Mas a fome fundamental foi resolvida. O crente pode sofrer, chorar, perder, adoecer, morrer. Não só pode, como vai. Mas a fome fundamental não era essas coisas nunca foram o pão, nem a água para a alma. A fome fundamental foi resolvida. A sede última foi saciada. O coração não está mais à deriva, procurando desesperadamente aquilo que o complete. Ele não está mais num deserto procurando uma fonte. Ele encontrou em Cristo aquilo para o qual ele foi criado. Encontrou seu pão, sua água. João insiste nisso para proteger o crente de uma espiritualidade oscilante, baseada em experiências momentâneas. A fé não depende de sentir sempre o mesmo nível de alegria consciente. Ela depende da fonte ter sido encontrada, mesmo quando a sensação de sede retorna, o crente sabe, ele bebe, ele come, ele sabe onde beber, ele sabe onde comer, ele sabe o acesso livre. Mesmo quando a fome aperta, ele sabe onde comer. Ele não acha. Ele não começa a achar que outra coisa é comida ou que outra coisa é água. Então, a fé não elimina o movimento, ela garante o suprimento contínuo para sempre. E o espírito produz como a vida produz em nós, fome e sede, né? o viver biológico. Então, essa nova vida produz essa fome e essa sede, o sofrimento é contínuo. Essa promessa também aponta para a eternidade. A vida eterna não é apenas a duração infinita, mas é que Cristo vai ser o pão, a água, o deleite e o centro para sempre. Ele que é a própria vida da nossa alma. Então, creio em Cristo é entrar agora nesse fluxo que nunca se esgota. Então, a fé nunca entra num estado estático de contentamento, mas nesse relacionamento vivo, onde Cristo se oferece continuamente para nós como o único pão e a única água. E a nossa alma sedenta e faminta continuamente sabe sempre onde encontrar. Assim, a fé que salva é a fé que continua bebendo e comendo. Ela nunca se cansa de Cristo, como seu corpo nunca se cansa da água e seu corpo nunca se cansa do pão. Dia após dia. Você não pensa: "Ah, já estou vivo há 50 anos, já bebi toda a água. Se somar toda a água que eu bebi, já bebi um rio inteiro. Se somar toda a comida que eu comi, eu comi toneladas de comida. Não vou comer mais. Não, não, não, não. Assim, a fé que salva é a fé que continua bebendo e comendo. Ela nunca se cansa de Cristo, não se enjoa dele. Ela nunca busca substitutos para Cristo. Ela permanece porque descobriu que tudo que a alma precisa está ali e que nada mais é pão e água. Não importa o quanto pareça, ah, ela sabe a diferença. Então, a promessa de Jesus é simples e absoluta. Quem crê não perece, porque encontrou a vida. desfruta a vida todo dia, se deleita na vida, recebe eh continuamente suprimento sem fim e anseia por esse sofrimento. Então, uma das imagens mais enganosas da vida cristã é a ideia de que a fé culmina em um estado de cheio, de satisfeito, como se houvesse um momento em que a alma finalmente dissesse: "Agora basta, recebi o suficiente." Ou falei como aquele homem: "Ah, juntei muito os meus celeiros agora para muitos anos. João destrói essa noção pela raiz no evangelho. Crer pistel nunca descreve um ponto de chegada nem na eternidade, mas um movimento contínuo do coração, dos afetos e das afeições em direção a Cristo. A fé não é um um copo cheio repousando sobre a mesa. Ela é uma boca fé que continua bebendo, continua bebendo de uma sede que nunca termina. da água. Jesus nunca fala de fé como acúmulo. Ele fala de vir, beber, comer, permanecer. Nunca é como uma caixa d'água que você vai enchendo até a água. Tá cheia agora, agora para. Todas essas imagens pressupõe o quê? Continuidade. Beber, comer. Por isso, a fé não se define pela quantidade de Cristo que alguém já recebeu, mas pela disposição contínua de receber mais. É como a sede, como eu disse, não é medido pela quantidade de água que eu bebi nos últimos 50 e poucos anos, mas na sede que eu estou agora, nesse instante, não importa o quanto eu já bebi nas últimas décadas, minha necessidade agora é tão premente e o meu desejo é tão grande quanto era antes. E a única coisa que satisfaz é a água. Então é essa disposição contínua de receber cada vez mais de Cristo, que é a fé Salvador. O problema espiritual mais grave não é sentir-se vazio, mas se achar satisfeito, cheio, a ponto de não precisar mais. Quando Jesus promete água viva, ele não promete independência da fonte. Você nunca mais tem sede, porque você vai ter a fonte para sempre. Você depende dela para sempre. A sua sede não é, você não pode matar sua sede com você mesmo ou com outras pessoas ou com outras coisas. Só aquela fonte. Ele promete uma fonte que nunca seca, mas a fonte não elimina a sede. A fonte eh satisfaz, mas sua alma sempre vai precisar demais daquela satisfação. Ela não elimina a sede, ela direciona a fé. Então, ela não elimina o seu desejo, ela ancora o seu desejo no único lugar onde ela é satisfeita. Nunca largamos o copo da água da viva da da da água viva, porque nunca deixamos de precisar dele. Nunca falamos: "Agora eu posso ficar um tempo sem esse copo". Sabe como a gente não diz, ah, esse mês não vou beber água, não preciso você não pode, você eh eh eh a gente não larga o copo de água viva porque a gente nunca cessa de depender dela, de sentir a necessidade dela mesma, não do que a água pode nos dar, mas dá água mesmo. Você vê que quando você bebe água não está nem pensando em todas as coisas que ela faz. Você está sedento. Isso a água. Ela faz um monte de coisas, mas essas coisas não é o que faz você realmente beber. Nunca deixamos o pão do céu porque nunca nos tornamos autossuficientes. Como a gente nunca deixa de comer enquanto viver. Só não come neste mundo quem já morreu. Você pode estar no enterro e todos ali depois de horas estão pensando: "Estou com fome". Mas o morto não está com fome. Essa verdade confronta diretamente uma espiritualidade triunfalista que trata a fé como algo que se conquista e depois você vai administrando isso que você conquistou. João não conhece fé administrada, ele conhece fé dependente. Fé a mesma coisa que a dependência contínua da fonte, a dependência contínua do pão. A fé salvadora não é que um dia você bebeu numa data profundamente. A fé salvadora é que você continua bebendo todo dia. Então ela não se gloria no passado. A fé salvadora, ela vive do presente. Como minha sede não se gloria de que eu bebi muita água no passado, ela ela vive do presente, a minha sede. Ela vive da água da agora. Isso também protege o crente da culpa desnecessária. Muitos se acusam porque sentem fome espiritual novamente, como se isso significasse falha ou regressão. João diria: "Não, não, não, não. A fome não é sinal de morte, mas de vida. São cadáveres que não têm fome. Minha alma tem sede de ti. Sinal de vida. Um coração regenerado sente. O erro não é sentir fome. O erro sempre é tentar saciar a fome ou a sede em algo que não é pão e não é água. Então, crer, portanto, não é atingir um nível de plenitude que dispensa Cristo, que precisa menos de Cristo, menos dos meios de graça, menos do culto, menos da oração, menos da palavra, mas reconhecer que Cristo é a plenitude da qual nunca se pode prescindir dia nenhum da vida. A fé viva é humilde, o suficiente para nunca dizer: "Já basta". Tive o suficiente da água, tive o suficiente do pão. Ela sabe que tudo o que tem vem de fora. Não há nada em mim mesmo que me sustente. Eu sei que toda a energia do meu corpo vem do alimento que eu como e vem da água que eu bebo. E se eu parar, o meu corpo não funciona. Ele não é um motor que produz energia. Toda a energia do meu corpo vem de fora e se não fia, eu morro. Então isso é o fim de toda autossuficiência. Eu sei que nada mais é pão e eu sei que nenhuma vida vem de mim mesmo. Ela é totalmente dependente. Ela sabe que tudo que vem de fora de si, ã, e tudo que precisa continua vindo da mesma fonte, fora de si. Então essa busca nunca cessa. Em João 15:5, Jesus oferece uma das imagens mais contundentes sobre a natureza da fé. Eu sou a videira e vocês são os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Aqui a fé não é descrita como posse, mas como permanência, não como estoque, mas como conexão vital. A metáfora da videira elimina qualquer ilusão de autonomia espiritual. Você não tem autonomia nenhuma, nem por tempo algum. Um ramo não armazena a vida para o futuro. Ele não guarda tanta vida que ele possa viver então um bom tempo eh nele mesmo. Ou seja, não há nenhuma autonomia espiritual em nós. Não há nenhum alimento espiritual em nós armazenado em nós mesmos. Um ramo não armazena a vida para o futuro. Ele vive do quê? Da verdadeira fé salvadora. De um fluxo permanente de vida. A seiva não é guardada. A seiva circula. A fé funciona do mesmo modo. Cristo está dizendo, crer pistel em João é esse permanecer contínuo, essa dependência ativa, essa recepção constante da vida de Cristo. Observe que Jesus não diz quem já permaneceu. Ele disse: "Quem permanece? O verbo está vivo em movimento. A fé não é algo que aconteceu, é algo que acontece. Ela é imortal. Ela é uma nova direção eterna para a vida e o coração. O ramo não vive porque um dia esteve na videira, ele vive porque ele está nela. A vida não vem da memória da conexão, mas da realidade da conexão. Como eu não vivo da comida que eu comi semana passada, a vida não vem dessa memória de conexão, mas da verdadeira conexão. Essa imagem destrói a noção de fé como um estado final, uma coisa que eu ganhei, botei no bolso, guardei no cofre, agora eu tenho. No último dia eu tiro aquilo e mostro. Não existe ramo maduro suficiente para poder viver sem a videira. Não existe ramo que ficou tão forte que pode viver sem uma conexão contínua e vital com a videira. Não existe crente avançado o suficiente para funcionar sem eh saciar-se diariamente de Cristo como pão e água. Toda a maturidade cristã é a maturidade da dependência, não da independência. Quanto mais vivo, mais dependente. Não assim, uma pessoa que tem muita saúde, o atleta ele precisa de muitos nutrientes, ele precisa de mais, de mais. Quanto mais vivo, mais dependente, quanto mais frutífero, mais ligado. Aqui está um erro comum na prática cristã, confundir crescimento com autonomia. No crescimento cristão nunca tem a ver com a autonomia, nunca nunca vem nunca tem a ver menos com meios de graça. No evangelho de João, crescimento significa exatamente oposto. Crescer é aprender a permanecer continuamente. É aprofundar a ligação, é tornar-se mais consciente, é ter talvez mais raízes em direção ao rio. é tornar-se então consciente de que sem Cristo nada pode ser feito, não pouco, não menos nada. Essa metáfora também redefine o esforço espiritual. Um ramo não produz fruto por esforço próprio, por ser ele mesmo forte, capaz, ter talento. O fruto surge naturalmente da circulação da vida, da videira para ele. Do mesmo modo, a fé não é uma tensão exaustiva para gerar obediência, mas é uma permanência viva que frutifica em obediência. Há essa circulação da vida de Cristo em nós, onde não há, não existe nenhuma técnica que resolva. Eu já disse, nós pastores não somos motivadores. Eh, eh, e eh nós estamos querendo motivar emocionalmente as pessoas. Nós falamos sobre esse pão, sobre essa água, sobre essa vida. Nós nem adamos as pessoas. Crer é permanecer ligado, é não se desconectar, é não tentar viver de reservas espirituais que eu guardei. Eu posso guardar conhecimentos. Isso não é reserva espiritual. A fé salvadora não repousa em conquistas passadas, mas em comunhão presente. Como a minha vida agora não se eh eh eh prende ao pão que eu comi em 2025. Ela sabe que a vida não está nela. O homem vivo em Cristo sabe que a vida não está nele. A vida não está no ramo. Agora, Cristo que é a vossa vida, ele sabe que toda a sua vida está em Cristo e por isso permanece. E para encerrarmos, né, não podemos continuar. Um dos equívocos mais persistentes na compreensão da fé, tratá-la principalmente como aquilo que produz obras visíveis. João não nega que a fé produza fruto, mas ele insiste em algo anterior e mais fundamental. A fé primeiro em movimento da alma antes de qualquer ação. Se a alma não se moveu em direção a Cristo como pão, como água, como satisfação, como alegria, nenhum ato externo, por melhor que seja, é fruto espiritual. Os afetos devem se mover muito antes de qualquer obra. Crer no evangelho de aqui em João não começa com obediência externa, começa com a inclinação interna do coração, como a impiedade também, não é? Os homens, a luz vê o mundo, mas eles não, porque eles amaram as trevas. Primeiro a inclinação pessoal do coração. Eles amaram as trevas. O oposto também é verdade. Antes de qualquer coisa é a inclinação do coração. Então, Pistel descreve esse ato interior de acolher, desejar, depender, saborear. Reduzir a fé à suas consequências práticas é confundir fruto com raiz, ramo com a videira. O erro acontece quando se avalia a fé apenas pelo que é imediatamente visível. João, a Bíblia nos ensina a olhar mais fundo o que move o coração. Onde estão a fome e a sede? O que é pão e água para mim? Para onde os meus afetos se inclinam? Muito antes da abundância de atos pecaminosos, o coração dos homens amaram as trevas. A fé verdadeira pode estar presente mesmo quando obras ainda são fracas, confusas e lentas, mas ela nunca está ausente onde o coração se move em direção a Cristo. Isso não diminui a importância da obediência. Ao contrário, fundamenta o que é a verdadeira obediência. Obras sem fé. são apenas atividade moral, é apenas a morte se apresentando de uma maneira mais bela, porque um coração satisfeito em Cristo não permanece estéril, é que as coisas vão acontecer, mas a ordem é crucial. O primeiro movimento da alma, depois o fruto da vida. É assim como um homem morto em pecados. Primeiro ele ama o pecado, depois a vida se movimenta naquela direção. João quer proteger a igreja de uma espiritualidade mecânica onde se faz muito, mas se bebe pouco, se come pouco, saboreia pouco de Cristo. Então, a fé salvadora não começa no fazer, mas no receber. E só continua saudável enquanto o receber continua acontecendo. Só se mostra verdadeira assim. Ah, essa compreensão traz descanso, né? Muitos vivem exaustos tentando provar sua fé por meio do que fazem, enquanto negligencia o ato mais essencial. Eu permaneço bebendo, comendo. A fé não é um depósito cheio de mérito, mas é uma conexão viva que é mantida continuamente, porque minha vida está totalmente vindo de outro e eu bebo e como continuamente. Quando os afetos se movem corretamente, o que segue são as obras que chamamos de frutos. Quando se tenta forçar obras sem esse movimento interior, tudo se torna pesado, seco, artificial, um fardo terrível. Crer, portanto, é manter o coração em movimento contínuo, em direção a Cristo. Isso é que é a obra do Espírito Santo. Não é um estado final de estabilidade, mas uma uma dinâmica de dependência que não vai acabar nunca, nem na eternidade. A fé que salva nunca se cristaliza. Ela flui para sempre, para sempre, em direção ao pão e aquele rio que jorra para a vida eterna. Vamos ficar de pé, vamos tomar da ceia. É a nossa declaração visível dessas inclinações que só o Espírito Santo poderia produzir em nossos corações. Eu pensei que não era. Não vi ali. Quantas irmãs vão distribuir os elementos da Santa Ceia? Vamos cantar, vamos ouvir Cristo falando e vamos falar com ele. 3 Homem e Deus, o Criador. Sim, eu sou. Jesus Cristo, o Salvador. O caminho eterno eu sou. Para o Pai, pão da vida sou. Lá na cruz me entreguei o meu sangue derramei o cordeiro eu sou. Eu morri vivo estou. Sou Jesus. Meu corpo é pão que partido foi para dar vida o cálice do sangue que amamei. Beba hoje redentor eu sou sem fim. Lá cruz me entreguei o meu sangue derramei o cordeiro eu sou eu morri viv Estou Jesus. Tu és digno. Tu és digno. Ó Senhor Jesus, >> tu és digno. Tu és digno. Tu és digno. Ó Senhor Jesus, tu és digno. Tu és digno, tu és digno, ó Senhor Jesus. Tu és digno. Tu és digno, ó Senhor Jesus, o cordeiro de Deus que foi morto lá na cruz. Os eleitos salvou. Nem estou em Jesus, o cordeiro de Deus que foi morto lá na cruz. Os eleitos são em Jesus, o cordeiro de Deus que foi morto lá na cruz dos eleitos salvou. Nele estou em Jesus, meu Senhor. Tu és digno. Ó Senhor Jesus, >> tu és digno. >> Tu és digno. Ó Senhor Jesus, tu és digno. Tu és digno. Tu és digno, ó Senhor Jesus, >> tu és digno. Tu és digno. Tu és digno, ó Senhor Jesus. >> Aleluia. Aleluia. Deus. Ah, queridos, ele é o pão da vida, é a água da vida. Ele disse: "Esse é meu corpo que é partido por vós". Há um abismo, há um abismo intransponível entre o homem e Deus. Não há nada que o homem pudesse colocar nesse abismo que não fosse totalmente engolido pelas suas próprias iniquidades, a não ser o esmagamento final do Deus vivo como o trigo que foi esmagado para o pão. Agora nós temos nossa alma, nossa alma se alimenta contínua e para sempre do cordeiro de Deus. Pai, nós te agradecemos que toda a nossa vida, Senão Pai, conte a mesma história ao mundo. Nossos atos, nossas palavras, nossas alegrias, ó Deus, nossos afetos. Que mostrem ao mundo que Cristo é o pão que desceu do céu e a água viva. Em nome de Jesus, comamos todos o pão, queridos. A cruz, esse lugar único onde os impossíveis se encontraram, a justiça e a misericórdia se beijaram. Parecia impossível Deus ser totalmente justo e totalmente misericordioso. Uma coisa parecia impedir a outra, não para a mente de Deus, não para a sabedoria infinita. lá nesse lugar, finalmente em seu filho, no seu esmagamento, a justiça pode ser completamente satisfeita e a graça infinita em misericórdia completamente derramada. Esse é o nosso Deus. que a que a mente infinita de Deus sempre espante nossos corações e a gente jamais o trazer um pensamento nosso para tentar de alguma maneira eh julgar algum ato de Deus ou algo que Deus esteja fazendo que não entendemos. Sequer chegamos perto da sua mente, não o usamos, não o usamos. Nós nos inclinamos diante da sua vontade, maravilhados. Ó profundidade da sabedoria e do conhecimento de Deus. Quão insondáveis são seus juízos e impenetráveis os seus caminhos. Quem conheceu a mente do nosso Senhor que dirá julgar essa mente? Quem foi seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a ele para depois receber? Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. Glória, pois sejam dadas a ele eternamente. Ó Deus, é o que queremos fazer. Ó Deus, esse sangue é a única coisa que nos coloca de pé diante de ti. Não acrescentamos nada, Senhor Pai, a obra do teu filho, nem acrescentaremos na eternidade, porque todas as coisas que viveremos para todo sempre são apenas fruto daquilo que ele fez sozinho. sempre, Senhor, Pai, toda glória, toda honra, ó Deus, será para aquele, Senhor Deus, que redimiu um povo e que comprou para nós agora e na eternidade todas as coisas que vão te honrar em nossas vidas e todo deleite que teremos para sempre em ti, contemplando a tua glória na face do teu filho para sempre. Nós te agradecemos em nome de Jesus. Amém. Tomamos todos o cálice. Ah, ele é digno, mais digno do que nossas músicas podem dizer, mais do que nossos corações podem sentir, mais do que nossas mentes podem compreender. Então, nós só colocamos nosso ó e nós o adoramos nas pequenez do que somos, mas cheia da satisfação que ele é como pão e água para nós. Vamos cantar. Vem, Espírito de Deus, revelar armas de Cristo. Só a Cristo Jesus conhecer desejamos. Vem espírito, venha luz encher vem nos conformar a Jesus, o Senhor, frui espírito, teu viver em nós, nós clamamos a ti. Vem mostrar-nos, Jesus. Espírito nos dá. O caráter de Cristo nos revele seu amor. >> Seu corpo nós somos. Vem, Espírito, venha a nos encher, vem nos conformar a Jesus, o Senhor, espírito, viver em nós, nós clamamos a ti. Vem mostrar-nos Jesus. Vem mostrarnos Jesus. Vem mostrar-nos Jesus Cristo. com tua graça, consolador nos faz mostrar. Só Jesus, só tua presença sempre nos guia. A Deus filho Jesus Cristo vem com tua graça. Consolador nos faz mostrar só Jesus, só a tua presença sempre nos guia. A Deus filho Jesus Cristo. Vida eterna só há em Jesus. Vivemos pra sua glória. Jesus Cristo reinará sem fim. E nele viveremos. Vem com tua graça. Consolador nos faz mostrar. Só Jesus, só tua presença sempre nos guia. A Deus filho Jesus Cristo. Oh. Vem com tua graça consolador nos faz mostrar Só Jesus, só a tua presença sempre nos guia. A Deus filho Jesus Cristo. Vem Espírito, venha nos encher. nos conformar a Jesus, o Senhor. Fui espírito, teu viver em nós. Nós clamamos a ti. >> Vem mostrar-nos Jesus. >> Vem mostrarnos. Jesus Cristo, vem mostrarnos Jesus Cristo vem mostrarnos Jesus Cristo. Vem mostrarnos Jesus Cristo vem mostrarnos Jesus. Cristo, vem mostrar-nos Jesus Cristo. >> Aleluia. Tudo que precisamos, queridos. Que o Pai nos mostre pelo seu espírito mais e mais de Cristo. Leve-nos na tua paz, Deus. Obrigado pela tua igreja, ó Deus. Obrigado pela tua igreja, Senhor Deus, ô Deus dos santos já glorificados do passado, da tua igreja no mundo hoje, Senhor Pai, e daquela, Senhor Deus, que ainda virá quando nós não estivermos mais aqui. Nós sabemos que até tu chamar, Senhor Pai, o último, Senhor, Pai, daqueles que tu, Deus teu filho, tu, Senhor Pai, manterá, ó Deus, essa história, Senhor Pai, este mundo. E nós descansamos em ti, Deus. Descansamos porque sabemos, Senhor Deus, que tu começaste a boa obra em nós e tu terminarás. nos dê a tua paz em nome de Jesus. Amém. Amém.