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A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz

Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz

Culto – Manhã de Domingo 08 de Março de 2026 em Jardim de Luz

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Legendas automáticas:

Paz queridos, boa noite, né? Vamos ficar
de pé, vamos orar, vamos agradecer a
Deus por esse momento de culto.
Paz, queridos, boa noite, né? Vamos
ficar pé.
Senhor, nós entramos na tua presença,
Senhor Deus, como teu povo redimido pelo
teu sangue. Sabemos, Senhor Pai, que do
ponto de vista, Senhor Deus, da aliança
garante, Senhor Deus, todos os teus
filhos, tudo está terminado.
Mas sabemos, Senhor Deus, que tu tá nos
moldando, Senhor Deus, a imagem do teu
filho e o teu espírito em nós, Senhor
Pai, as tuas mãos e a visão de Cristo,
Senhor Pai, é que é usada para essa
transformação. Então, abre os olhos dos
nossos corações,
fortalece, como Paulo ora, Senor Pai, o
nosso homem interior, para nós podermos
conhecer a altura, a largura e a
profundidade do amor de Cristo que
excede a todo entendimento.
Nós pedimos para conhecer algo que
excede todo entendimento, Senhor Pai,
porque estamos pedindo que queremos,
Senhor, ó Deus, durante toda a
eternidade desfrutar cada vez mais desse
conhecimento crescente que nunca vai
terminar. Que o dia de hoje, Senhor Pai,
não seja um dia, Senhor Deus, perdido
para nenhum de nós. Nós precisamos remir
o tempo, aproveitar as oportunidades
e que cada um aqui, Senhor Pai, esteja
realmente com seus ouvidos atentos, com
coração, Senhor Pai, comprito,
olhos abertos pelo Espírito para
contemplarmos espiritualmente aquilo que
um homem natural jamais poderia ver. E
que Senhor Pai faça uma diferença total
e única em nossos corações
para que a gente não desperdice nada,
senão Pai, desse bom momento e dos meios
de graça que tu nos deste. É o que nós
te pedimos em nome de Jesus.
Amém. As pessoas,
o homem tem muitas teorias como vai
lidar com a vida e com as aflições, com
a alma. Todas elas falham de várias
formas.
Ah, muitas vezes a gente pensa que no
meio da escuridão nós precisamos mesmo e
de amigos que nos falem, nos aconselhem,
aconselhem, aconselhem, enfim, isso pode
ter alguma coisa boa, mas nossos
corações precisam de muito mais do que
isso. Você vê que no livro de Jó a
divisão é exatamente essa, tá?
E os amigos de Jó falam, falam, falam,
falam, falam. No final
de toda a fala de todos eles, eh, Jó
está no mesmo lugar. Então você pensa, o
problema não é só porque você não
precisa de alguém para você para ouvir,
não é? Um amigo para falar e falar. Você
mesmo precisa falar e desabafar e botar
tudo para fora e dizer e aí você vai se
sentir melhor.
Então, a próxima parte é do livro de Jó.
É Jó falando. E ele fala, fala, fala,
fala e ele põe todas as coisas que está
no seu coração. Ele diz, desabafa.
Poucas pessoas desabafam tanto quanto
Jó. E depois que Jó desabafou tudo que
tinha para desabafar e falou tudo que
ele tinha para falar,
Jó está no mesmo lugar que ele estava
antes. Não está melhor.
Toda a falação dos amigos falharam,
mas toda a falação de Jó também falhou.
No fim ele está miserável como estava.
Ele não pode dizer: "Agora sim. Pensei
que tudo ia ficar bem quando vocês
falassem, falassem aqui comigo. Não
ficou, mas agora eu falei, falei, falei,
botei tudo para fora e agora eu estou
bem". Ele não estava bem.
Então chegou alguém para falar, não é?
E esse alguém não respondeu as
perguntas.
Esse alguém não falou sobre Jó, não
falou sobre os amigos de Jó, esse alguém
falou sobre si mesmo.
Esse alguém revelou quem ele era.
E quando esse alguém acabou de falar,
mesmo sem ele ter tirado Jó de nenhuma
circunstância ainda,
Jó responde:
"Antes eu te conhecia de ouvir falar,
mas agora os meus olhos te veem.
Estava tudo bem.
Porque agora ele viu Deus,
ele viu quem devia ver. Ele parou de
olhar para Jó,
seus amigos pararam de falar de Jó. Ele
parou de contar só a sua, suas
experiências tristes. Finalmente tirou
os olhos dele mesmo e olhou para Deus.
E Deus, em vez de falar de Jó, falou de
si mesmo.
E no final, Jó ainda estava doente. Jó
ainda estava com seu corpo cheio de
feridas. Não tinha voltado nenhum dos
seus bens.
Eh,
ele não tinha filhos ainda, mas estava
tudo bem. Agora meus olhos te vêm. É
isso. Nós achamos que precisamos ouvir
muito o mundo, os homens, os amigos.
ou que muitas pessoas precisam nos
ouvir.
Mas você vê que quando Jó passou por
tudo isso, ele estava tão mal quanto ele
estava. Mas quando ele ouviu Deus
falando sobre Deus e conseguiu ver de
fato Deus como nunca tinha visto antes,
ele estava bem quando tudo ainda estava
mal. É o que nós precisamos no culto e
todos os dias.
Nós precisamos que Deus revele ele mesmo
aos nossos corações.
E nós vamos ver que antes e mesmo que
qualquer situação mude, vamos estar bem.
Vamos, pelo contrário, dizer como João,
eu coloco a mão na minha boca para não
falar mais nada. Para que falar se tu
mesmo pode falar de ti mesmo? Porque
manter o microscópio virado para Jó se
eu posso colocá-lo em ti e contemplar a
tua glória, a tua beleza? tão melhor do
que a vida.
E como Davi, né, no Salmo 63,
porque o teu amor é melhor do que a
vida.
Jó experimenta isso. E é isso que nós
precisamos experimentar hoje e todo dia.
Mais do que simplesmente a ideia de que
ouvirmos os amigos ou desabafarmos.
No fim, todas essas coisas são incapazes
de lidar com nossos corações. Nós
precisamos mais de Deus na face de
Cristo.
É o que teremos hoje e é o que
precisamos todo dia. Vamos adorar.
M.
Desde toda a eternidade
me elegeu pra sua glória.
Me preste não para ser seu filho em
Cristo. céu. Meu nome está escrito.
Creio na palavra santa,
no poder que ressuscita.
Por seu sangue eu fui feito sua família.
Meu pai me chama pelo nome.
Louvor a te darei para sempre.
Este é o meu testemunho.
Deus me salvou.
Mudou a minha história. Vida me deu.
Por graça em Jesus Cristo. Eu justo sou.
Este é o meu testemunho.
Editem filhos e filhas
nos com seu sangue.
Ao pai, ao filho e ao espírito louvamos,
meu Deus.
Tu és autor da vida.
Ô meu Deus, teus planos não se frustram.
Este é o meu testemunho.
Deus me salvou,
mudou a minha história. Vida me deu.
Porque sem Jesus Cristo eu justo sou.
Este é o meu testemunho.
Sobre em mim se cumprirá.
Grandes coisas ele faz. Eu creio sim.
Sua em mim se cumprirá.
Grandes coisas ele faz. Eu creio sim.
Sobre em mim se cumprirá.
Grandes coisas ele faz. Eu creio sim.
Sobre em mim se cumprirá.
Grandes coisas ele faz. Eu creio em ti.
Este é o meu testemunho.
Deus me salvou.
Mudou a minha história. Vida me deu. Por
graça em Jesus Cristo. Eu justo sou.
Este é o meu testemunho.
Vou proclamar.
Este é o meu testemunho.
Deus me salvou.
Mudou a minha história. Vida me deu.
Por graça em Jesus Cristo. Eu justo sou.
Este é o meu testemunho.
Amém, queridos.
parte desse hino diz: "Meu nome está
escrito lá no céu." Olha,
em vez de qualquer realização na vida
ser a fonte da onde nós tiramos o
deleite, esse deve ser o ponto. Nem que
nós pegássemos a coisa mais espiritual
da vida. Certa vez os discípulos saíram
para pregar, não é? De um grupo assim
dividido de dois em dois e aconteceu
muitas coisas incríveis. Ou seja, eles
tiveram uma experiência ministerial
incrível. Eles voltaram cheios de
alegria, contando para Jesus. E eles
disseram: "Olha, até os espíritos se
sujeitaram, aconteceu isso, aconteceu
aquilo. Eles estavam cheios de
empolgação. E Jesus disse: "Olha, não se
alegrem por isso. Não se alegrem porque
os espíritos se sujeitaram, porque o
ministério foi incrível, porque as
pessoas
se alegrem, porque o nome de vocês está
escrito no céu." Ah, que bom. como Jesus
nos leva para o lugar certo. Não há
aqueles homens ali empolgados porque a
pregação foi incrível e o que aconteceu
foi incrível. Eh, é, é bom nós pensarmos
que o que o que Deus fez através de nós
abençoou as pessoas, mas não pode ser a
razão pela qual nossos corações são
impulsionados. Eles iam todos morrerem
martirizados. Como é que eles iam estar
quando tudo desse errado? Eles pregassem
em vez de acontecer coisas incríveis.
eles fossem presos e mortos.
Eles precisavam de uma alegria, de um
deleite em algo, em algo que não
dependia deles. Porque nós não fizemos
nada para o nosso nome. Está escrito no
céu.
Está escrito lá antes da fundação do
mundo. É a graça sobre graça, é graça
soberana e que é verdade em qualquer
situação. Então, foi ótimo quando as
pessoas eh foram lá abençoadas pelo que
Pedro estava fazendo. Mas a alegria dele
não podia ser essa, porque nem sempre ia
ser assim.
Mas o fato de que pela graça infinita
Deus colocou o nome dele lá no céu,
mesmo no dia mais escuro do seu
assassinato, isso seria a verdade. Essa
alegria poderia continuar e é dessa
alegria que nós precisamos, que é
totalmente independente do que acontece
nessa vida curta, não é? breve e dura
que vivemos
nesse mundo. Esse deve ser nosso
testemunho, a beleza de contemplar
Cristo agora e para sempre e não nas
realizações, mesmo as melhores
não podem se sustentar todo dia.
Aleluia.
Eu
conhecido
quero ser
por eu amar a Cristo.
Eu quero sóar.
A ele é que me conform.
Por Jesus
viveu,
por Jesus
morreu,
me render
sem fim
para mostrar
Jesus
tudo o que
eu fiz.
Hoje perda
é
vem me
alegrar.
Minha casa
é
só nele está o meu prazer
na dor e na escuridão.
E o mundo sem me desprezar.
>> Só Cristo é minhação.
O Jesus
viveu.
O Jesus
morreu.
De
em mim
para mostrar
Jesus.
Tudo que
eu fiz
hoje
é
me
alegra.
Minha causa
é
Cristo,
meu Cristo,
pra sua glória
viverei.
Cristo,
meu Cristo,
teu louvor eu cantarei.
Cristo,
meu Cristo,
paraa sua glória
viverei.
Cristo,
meu Cristo,
teu louvor eu cantarei.
Cristo,
meu Cristo,
para sua glória
viverei.
Cristo,
meu Cristo,
meu amor eu cantarei.
O Jesus
viveu,
o Jesus
morreu
e Deus
em mim
para mostrar
Jesus.
O que
eu fiz
hoje pela
ele me
alegra
minha causa
é
de me
alegrar
minhas gaus
Querido, não ao mejo ser.
Aos olhos desse mundo.
Meu nome quero esquecer.
O nome de Jesus vou proclamar.
Aleluia! Por Jesus viver e morrer.
É, querido, nós somos testemunhas.
Essa ideia de que nós podemos
testemunhar com o comportamento, como a
gente vive, simples, isso é, isso é
falácia. É falácia. Imagina se uma
testemunha no tribunal chegasse lá e
ficasse andando para lá e para cá,
comendo, fazendo algumas varrendo. No
final, o que que as pessoas que que essa
pessoa testemunhou? Não, não sabemos. O
que que ela falou de importante pro
caso? Não falou nada. Não existe
testemunha sem realmente testemunharmos.
Quando a gente disse por Jesus viver,
por Jesus morrer, eh, eu só vou viver
para falar, testemunhar. Nós realmente
temos que fazê-lo. Temos que fazer com
nossos lábios. Temos que falar, contar a
velha, vela, velha história. Não
simplesmente vivermos de um jeito. Isso
não diz nada. Se eu vivesse da maneira
mais perfeita possível, as pessoas só
podiam achar que eu era um cara
incrível, mas nada. Não saberiam nada
sobre a cruz, propiciação, expiação,
queda, salvação, plano eterno de Deus.
Não podemos contar a história com nossos
atos. Podemos realmente contar com
nossos lábios. Nós somos testemunhas
daquela realidade. Os apóstolos como
testemunhas da ressurreição foram lá e
falaram a respeito dela. E não é que
eles viveram de tal maneira que todo
mundo percebeu pelo jeito que eles
tratavam todas as pessoas que houve
alguém chamado Jesus que morreu e
ressuscitou.
Eh, as pessoas não tinham como saber, a
não ser que eles realmente pregassem. E
quando bateram neles e falaram para eles
pararem de falar, eles disseram:
"Importa mais obedecer a Deus do que aos
homens." E eles oraram uma oração que eu
acho maravilhosa. Senhor, tu viste as
tuas ameaças?
E em vez de eles orarem, então não deixe
eles fazerem o que eles falarem que vão
fazer, que vão nos prender. Eles
disseram: "Enche o nosso coração de
ousadia para proclamar o nome de
Cristo." É o que precisamos.
Amém.
>> contar a velha velha história de novo,
de novo e de novo.
Estrelas a chorar,
o céu escureceu.
Pois mortos jáis ali o criador.
Seu corpo numa cruz, seu sangue
derramou.
Pois nossas maldições
tomou-se.
Já não respira mais. O céu calado está.
O rei eterno está na tumba.
Escuridão
de luz, batalha sem igual.
A morte ali morreu para sempre.
A terra se tremeu,
a pedra se moveu.
O seu amor maior que a morte
é.
A morte não tem mais seu grande agilhão.
Jesus ressuscitou
para sempre
em glória
está para sempre
para sempre.
Jesus,
ressuscitou,
ressuscitou.
A terra se tremeu,
a terra se move
o seu amor maior que a morte é. A morte
não tem mais seu grande aguilhão.
Jesus, Jesus
para sempre.
para sempre
exaltado
é para sempre.
Jesus
ressuscitou.
Ressuscitou
para sempre.
Em glória está
exaltado é para sempre.
Cante aleluia.
Cante aleluia,
pois Cristo vivo está.
Cante aleluia,
cante aleluia,
pois Cristo vivo está.
Cante aleluia,
cante aleluia,
cante aleluia.
Pois Cristo vivo está.
Cante aleluia.
Pois Cristo vive está.
Cante aleluia.
Pois Cristo Deus está.
Cante aleluia,
cante aleluia,
pois Cristo vive está
para sempre
em glória
para sempre
exaltar.
É para sempre.
Jesus
ressuscitou.
Ressuscitou
para sempre
em glória.
Está para sempre.
Exaltado
é para sempre.
Jesus
ressuscitou.
Ressuscitou.
A única maneira de roubar a nossa vida é
roubar a vida de Cristo. Então, nós
somos pessoas mais seguras do mundo.
Quem pode não apenas não a tentar
acusação contra os eleitos de Deus, mas
quem pode tirar o próprio Deus,
o filho do homem da destra do Deus pai?
Ninguém. Pega essa oferta, agradeça a
Deus pelo cuidado, cuidado paternal.
Deus tem um cuidado da providência para
com todos os homens, mas todas as coisas
boas que acontecem com o homem fora de
Cristo não são verdadeiramente boas no
seu resultado final. Mas para nós, mais
ainda mais gratos ainda do que o mundo
inteiro, nós devemos ser, porque todas
as coisas não só Deus opera eh nos dando
tudo que precisamos, mas ele faz com que
todas as coisas juntas cooperem para o
nosso bem. Então, se é um pecado e uma
das denúncias de Paulo e Romanos 1, que
os homens não foram gratos a Deus,
imagine nós se não formos realmente
gratos. Pai, nós te agradecemos, Senhor
Pai, eh, pela vida, ó Deus, a vida que
está em cada célula do nosso corpo.
Então, Senhor, Pai, eh, tão minúsculo e
tão, Senhor Deus, importante cada uma
delas, que se uma, senão pai, ô Deus,
eh, tiver um grave
problema, senhor Deus, pode ser a morte
de tudo. Então, nós precisamos do
cuidado macro e micro, Senhor Pai. Nós
precisamos, Senhor Deus, para que nossas
vidas sejam sustentadas, que tu cuide,
Senhor Pai, do nosso planeta, Senhor
Pai, do nosso sistema, do universo,
Senhor Deus, dos acontecimentos à nossa
volta, dos acontecimentos dentro de nós,
dos acontecimentos, Senhor Pai, em
nossos corpos, Senhor Pai, ô Deus,
nossas mentes se perdem no mar de
necessidades que temos e só a tua mente
infinita e o teu poder infinito podem
dirigir todas essas coisas, ó Deus, para
cada um de nós, serão, Pai, pessoas
diferentes. vivendo em contextos
diferentes, tendo tido experiências
diferentes, Senhor Pai, até aqui em suas
vidas. E todas elas, Senhor Pai, a tua
mão sábia, Senhor Deus, e o teu conselho
amoroso levar para o mesmo lugar no fim,
todos sermos a imagem do teu filho. Nos
dê um coração grato a ti. É o que nós te
pedimos em nome de Jesus. Amém.
Da plenitude de Cristo, nós temos
recebido graça sobre graça. Não só
ganhamos paz, mas a paz jorra como um
rio e todas as outras coisas também.
Vamos cantar enquanto ofertamos.
Há uma paz chegando, eu sei.
Mesmo se partindo
estou.
Minha alma firme está.
Vou dizer
isto é bom.
Cristo se triunfou
e a morte já venceu
e reinará
sem fim.
O meu rei ressuscitou.
Levantarei
ao ouvir sua voz.
Sem tristezas,
sem ter dor. Vão subir
com os anjos. Sim.
E ante a Deus me prostrarei.
Em paz
subirei.
Este dia aberto está.
Em que trevas não verei.
Toda sombra sumirá
e minha fé será visão.
Cristo se triunfou
e a morte já venceu
>> e reinará
sem fim.
O meu rei ressuscitou.
Levantarei
a ouvir sua voz.
Sem tristezas,
sem teror.
Vou subir
com os anjos. Sim.
Eante a Deus me prostrarei.
Em paz
subirei
e eu ouvirei
os anos de cantar.
D é o Senhor
e os redimidos
cantarão
sem fim.
Digo é o Senhor.
Eu ouvirei
os anjos de cantar.
Digo é o Senhor
e redimidos
cantaram
sem fim. que é digno,
digno, Senhor.
Div
o Senhor.
Subirei
ao ouvir sua voz.
Sem tristezas,
sem ter dor, vou subir
>> com os anjos. Sim. E ante a Deus me
prostrarei
em paz.
Subirei,
subirei.
Aleluia. Aleluia.
Todos colocaremos nossas coroas aos pés
de Cristo, o único que é digno de
recebê-la.
Obrigado, Deus. fale conosco esta noite
em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem
se assentar.
Amém.
O ser humano,
o ser humano quando não quer entender
algo, ele cria uma um muro
em torno daquilo que o seu coração não
está para para justificar
uma a sua o seu suposto não interesse
verdadeiro naquilo. Certa vez Jesus
falando com Nicodemos disse que
importava que o homem de devesse nascer
de novo, que se o homem não nasce de
novo, ele não pode ver o reino dos céus.
E Nicodemos responde: "Por acaso um
homem adulto como eu pode voltar ao
ventre da sua mãe?" É óbvio que eh
Nicodemos sabia que não era isso que
Jesus estava dizendo, não é?
É óbvio que eh ele eh entendeu como um
homem sábio que ele era, né? um homem
experiente, um dos líderes em Israel,
entendeu o que Jesus estava dizendo, mas
ele não queria entender.
E certa vez Jesus repreendeu os fariseus
exatamente por isso. Eles fingiam não
entender algo. Jesus disse assim: "Olha,
vocês, quando o tempo o vento está vindo
de determinado lugar e o céu está de
determinada cor, vocês dizem: "Amanhã
vai chover".
E quando vem de outro lugar e o céu está
de outra cor, vocês dizem: "Amanhã será
um dia seco." Será que vocês que sabem
interpretar essas nuances que o céu
passa, sua cor, direção do vento, não
conseguem entender isso? Vocês se fazem
de ignorantes. Hã?
Então, a gente sempre fala que uma das
coisas fundamentais na fé salvadora
é que ela não é algo que você crê
simplesmente com a mente e depois lá no
futuro, dependendo de como você cresce
espiritualmente,
você terá uma alegria em Cristo.
A gente vê a Bíblia dizer que essas duas
coisas são simultâneas,
que são a mesma coisa.
que isso é a fé que salva, que isso é o
dom do espírito, que isso é a
regeneração. E aí alguém às vezes diz
para mim assim: "Ah, então quer dizer
que eu vou estar sempre alegre, eu vou
estar sempre com vontade de com a
energia alta em todas as coisas." Isso é
meio falar como Nicodemos ou como os
fariseus, não é? Então, uma das
afirmações mais desestabilizadoras do
Evangelho, eh, a gente vê em João,
porque a definição em João do que e é a
essa fé que é operada em nós como um dom
do espírito, que essa fé que realmente é
a fé que salva, ela não é apresentada
por João como um degrau inicial
que depois dá lugar a algo mais profundo
que nós podemos chamar alegria em
Cristo.
Como Pedro disse, não é? Eh, no entanto,
vocês se alegram, né? Vocês nunca
ouviram, vocês não vêm hoje, mas no
entanto vocês têm uma alegria indisível
e cheia de glória nele no meio dos
sofrimentos.
Então, a fé que salva não é apresentada
como um degrau inicial que depois chega
a essa alegria. Ela já é essa alegria.
João no escreve de tal maneira que a
própria fé salvadora é isso em sua
essência
e é o movimento de prazer. A fé
salvadora é é uma é um um movimento de
acolhimento e satisfação em Cristo. Não
é uma crença, é mental, apenas
intelectual, que um dia se transforma em
satisfação em Cristo. Crer não aparece
como um ato frio do intelecto. Depois de
você ouvir uma verdade, é isso, é a
verdade. Não, não, não é isso. Eh, eh,
que mais tarde começa a a ser
acompanhada por afetos. Creja é desde o
primeiro momento um ato do coração
e não apenas da mente. Um ato do coração
que se move para Cristo como bem mais
desejável do que as outras coisas que
eram desejáveis ao coração natural até
aquele momento. Isso confronta
diretamente essa noção muito difundida
no cristianismo moderno, né? a ideia de
que primeiro você crê. E esse crer
é apenas no sentido de você aceitar
determinadas verdades como verdade, algo
totalmente intelectual. Só depois, se
realmente tudo funcionar bem e tudo se
desenvolver adequadamente,
você começa a desfrutar Cristo. Que há
essa
distinção.
João, ele destrói essa separação.
Ele não constrói para ele a fé que não
envolve um acolhimento real, uma
recepção e viva, um deleite verdadeiro.
Simplesmente não é a fé que salva.
E João diz assim em João 20:31: "Estas
coisas foram escritas para que creiais
que Jesus é o Cristo, o filho de Deus, e
para que crendo vocês tenham vida em seu
nome." A vida não vem depois de um crer
que é apenas neutro, um crer
intelectual. Ela está contida no próprio
crer. E então aqui há um choque
inevitável. Se a fé salvadora envolve um
desfrute real de de Cristo, somos
obrigados a repensar tanto nossas
definições quanto nossas avaliações
espirituais.
Não se trata de exigir uma experiência
emocional intensa, mas de transformar e
e nem de de de pegarmos a a alegria e
transformá-la num termômetro espiritual,
mas reconhecer que no nível mais
profundo
salvar é atrair. Quando o Pai nos salva,
ele nos atrai a Cristo.
Redimir é fazer Cristo parecer desejável
para você que tinha um coração que
achava outras coisas desejáveis. dar a
vida eterna não é simplesmente eu crê e
então eh eu vou para o céu. Dar a vida
eterna é despertar a alma para
reconhecer, ainda que eh em meio às
muitas sombras, a preciosidade de
Cristo. Porque para vós que crestes, ele
é a preciosidade. Ele é precioso. João
não apresenta Jesus como alguém que
apenas resolve um problema jurídico
entre nós e Deus. a justificação. Havia
um problema jurídico e ele resolve. Mas
como aquele que em quem estava a vida e
a vida era a luz dos homens. João 1:4.
Crer nessa luz não é apenas reconhecê-la
como verdadeira. É se mover na direção
dela, é ser atraído por ela
e é começar a preferir ela ao invés de
preferir as trevas, como nossos corações
preferiam. Nós não pecamos porque
intelectualmente decidimos que pecar
seria melhor.
Nós amamos o pecado. O pecado nos atrai.
O pecado é desfrutado pelos homens.
Então, é preferir a luz, as trevas. É
encontrar nela algo infinitamente mais
belo do que eu encontrava. É de algum
modo se alegrar
nessa luz. Por isso, quando João fala de
condenação, ele não diz apenas que os
homens rejeitaram a verdade. Qual é a
condenação? É que os homens, eles
olharam com as suas mentes
intelectualmente decidiram não aceitar a
verdade. Quando João vai explicar, ele
não faz assim. Ele diz assim:
"A condenação é essa: porque a luz veio
ao mundo, mas os homens amaram mais as
trevas do que a luz". João 3:19. Ou
seja, foi um amor, foi uma alegria nas
trevas que os levaram para as trevas.
Não foi um ato intelectual. É entre isso
aqui e o pecado, eu acho que isso aqui é
melhor, as trevas é melhor. É entre ser
centrado em Deus e ser centrado em mim,
eu acho que eu vou escolher ser centrado
em mim. Não, não. Isso é ficeral.
Isso é o ato eh eh eh dos afetos do
coração. A questão não é apenas então
cognitiva, ela é
afetiva. Os homens amaram as trevas.
Eles escolheram porque amaram, porque se
deleitaram, porque seus corações se
parecem com as trevas, porque eles são
maus.
E a maldade do pecado é o deleite deles.
Então, a fé salvadora não é um estágio
preliminar rumo a algo mais rico. Porque
não é que o homem escolheu o pecado de
maneira neutra, só intelectual e depois
com o tempo passou a amá-lo. Ele já
escolheu porque eu amava.
Foi exatamente o amor que tornou que
torna o pecado atrativo.
E essa fé, então, ela já nasce rica, ela
já nasce como resposta do coração, de um
novo coração, a beleza de Cristo, um
coração que naturalmente preferia as
trevas.
Então,
eh,
onde Cristo é visto como digno de ser
recebido, ele eh eh já há vida. Onde
coração é atraído pela beleza de Cristo,
a vida já adentrou. Onde ele é acolhido
como um bem maior, não é? Ali já há
salvação em operação. Então você vê,
você não pode separar a fé da alegria.
Isso não fortalece o evangelho, isso
empobrece. Isso diz que a relação do
homem com o pecado é muito maior do que
a relação dele com Cristo. E a fé que
salva não separa essas duas coisas. O
homem escolhe o pecado porque o ama e a
fé salvadora, o homem escolhe Cristo
porque o ama, porque passou a vê-lo como
atraente, mais belo, mais desejável.
Isso não é um estágio posterior. Esse é
o estágio inicial implantado nele que
faz ele ir em direção a Cristo. Amor,
afetos, desejos, deleites que fazem o
homem amar as trevas. É exatamente isso
que faz o homem nas na direção oposta. E
uma das razões pelas quais essa
compreensão de fé como alegria e deleite
em Cristo causa tanta inquietação às
pessoas é que tem cristãos que agem como
Nicodemos, não é? eh eh meio que
fingindo eh não entender, colocando de
uma maneira superficial essa alegria que
é a coisa mais profunda. É, muitos
cristãos associam alegria a exuberância
emocional constante,
sorrisos fáceis, sensações elevadas, uma
energia espiritual contínua, né,
invariável. E quando eles olham para si
e não encontram esse tipo de
experiência, eles concluem. eh, eu não
tenho essa alegria. Ou então de que
alegria é essa que está sendo falada? E
a partir daí passam a viver eh ou eh
achando que a fé é a é um ato meramente
intelectual ou desconfiar, não é? Eh,
de que se tudo que creram ou não, eh, da
fé Salvador ou não e ficam perdidos aí.
Mas um Novo Testamento, a Bíblia, quando
está falando sobre alegria, está falando
sobre algo muito maior do que essa coisa
superficial. O Novo Testamento fala de
uma alegria que pode coexistir com
lágrimas, fraqueza, perda e angústia.
Ela é uma alegria que realmente eh
tem essa esse estado perene. Paulo
escreve assim em segunda Coríntios 6:10,
tristes, mas sempre alegres. Ele tá
dizendo o seguinte: "Nenhuma
circunstância triste é capaz de
interferir com aquela alegria,
apesar
do sentimento de tristeza por
determinadas coisas serem reais". Ou
seja, não é alternando
entre eh tristeza e alegria. É que eh há
uma simultaneidade até nos dias mais
escuros da vida, tristes, mas sempre
alegres.
Quando alguém diz: "Eu não tenho
alegria", frequentemente eh o que está
dizendo é: "Eu não sinto leveza, não
sinto entusiasmo, não sinto euforia, né?
euforia, como se isso realmente fosse eh
a alegria indisível e e cheia de glória.
Mas ah a Bíblia não não reduz, como
Nicodemos estava reduzindo de maneira
patética aquilo que Jesus estava falando
sobre o novo nascimento, não é? Eh,
gratidão, por exemplo, é uma forma
profunda de alegria, ainda que possa ser
expressa com lágrimas.
Esperança é uma forma de alegria, mesmo
quando o corpo tá cansado e o coração
ferido
e nos gloriamos na esperança da glória
de Deus. Paulo podia dizer isso com um
corpo ensanguentado, sentindo dor,
cansaço,
esgotamento
pelo sofrimento. Mas você vê, a
esperança é uma forma de alegria, mesmo
quando o corpo tá cansado. Valorizar
Cristo, considerá-lo precioso, ainda que
em meio a lutas internas severas, é uma
manifestação dessa alegria. É exatamente
isso que aparece com clareza no
testemunho eh na história de de crentes
em momentos difíceis.
Ah, ele não nega a as aflições, mas ele
ele diz: "Eu sei que Deus é bom. Eu
sinto a bondade de Deus". Você vê as
coisas não estão ditando para ele quem
Deus é. Eu não consigo deixar de estar
aos seus pés, de estar em oração diante
dele. Você vê, as coisas estão muito
difíceis, mas ele ele é impulsionado a
isso. Eu confio, eu espero. Ou então
você fala
eh como Jó,
apesar de todas as coisas que
aconteceram, ele diz: "Eu sei que o meu
redentor vive. Eu sei essas coisas não
estão me deixando confusos. a respeito
de quem ele é,
é o meu redentor. Ah, ou então Paulo,
pois eu sei em quem tenho crido e estou
certo. As coisas não fazem eu ficar
certo e depois não está muito certo,
porque elas estão eh
variando de de um lado eh para outro de
forma nenhuma.
elas eh eh estão firmes. Eu sei. Então,
a fé continua se movendo em direção a
Cristo, mesmo quando a experiência
subjetiva do momento está marcada pela
dor. De tal maneira que Paulo diz:
"Tristes, mas sempre alegres". Então,
eh, João, eh, não está dizendo que
a fé salvadora, ela é exuberante o tempo
todo, porque isso seria pensar nessa
alegria de uma maneira superficial. A
igreja com a qual Pedro estava dizendo
estava debaixo de perseguição e morte.
Óbvio que havia dor e havia lágrimas.
Tudo isso pode acontecer com mãos
trêmulas e olhos cheios de lágrimas. A
fé que salva não é aquela que está
sempre sorrindo, como num dia em que
estão todos contando histórias
engraçadas e você pensa: "As pessoas
estão alegres hoje". Mas aquela que
mesmo sangrando
só consegue se voltar para Cristo como
sua fonte.
Eh, não busca outras fontes
por causa do dia escuro. Seu coração
ainda
ama a luz, deseja a luz e se apega à
luz. Tristes, mas sempre alegres. Então,
essa expressão de Paulo eh não é um
paradoxo,
um paradoxo retórico, né? Quis dizer
algo assim que as pessoas te ficassem,
caramba, como é que eu vou entender
isso? tristes, mas sempre alegres. É uma
descrição honesta da experiência cristã
real no mundo caído, cheio de dor e
tristeza. Ela destrói a ideia de que a
alegria cristã só pode existir quando
sua dor for resolvida. Eu vou voltar a
ficar alegre. Eu vou voltar a ter uma
alegria em Cristo quando eh esse
problema for resolvido, quando aquilo
ali se se resolver, quando aquilo lá eh
quando o meu casamento, quando aquilo
lá, não, não. Isso isso tá dizendo que
essa alegria, essa alegria, ela é algo
que eh
vive
nos piores momentos, ela está lá. É um
deleite em Cristo. É para onde eu corro,
é para outro dia a gente tava falando
sobre o Salmo 3, não é? O medo é um
alarme e mostra para onde a gente corre
quando precisa de refúgio. Então, a
alegria bíblica não é eh eh ela nunca
espera o fim da tempestade. A alegria
bíblica, ela aprende a respirar no meio
da tempestade.
Tristes, no meio da tristeza, ela não
espera. Quando acabar a tristeza, eu vou
me alegrar em Cristo. Não. Triste, mas
sempre alegre. Essa alegria não nasce
então jamais da negação da dor, mas da
presença de Cristo no meio dela. É isso
que Paulo tá dizendo. Triste. Há muitos
acontecimentos tristes, mas eu tenho
Cristo no meio dessa tristeza, então eu
tô alegre. Triste, mas sempre alegre.
Por isso Paulo consegue dizer: "Em toda
a nossa tribulação
transbordo de alegria". Segunda
Coríntios 7:4. Não, depois depois que
Deus me tira da da da da tribulação, eu
transbordo de alegria. Não, em toda ela,
não. Apesar dela, na tribulação, em toda
a nossa tribulação, transbordo de
alegria. Alegria não vem como um prêmio
porque eu resisti na tribulação,
mas como um fruto da comunhão com Cristo
no sofrimento, na tribulação.
Então, a tribulação é real e as
tristezas que ela traz é real, mas a
alegria também é. Ah, então a
profundidades de alegria que só são
acessíveis a quem desceu as maiores
profundezas
de dor.
Porque conheceu
como essa alegria realmente que é a
alegria da comunhão com Cristo é
indestrutível. O próprio eclesiast
reconhece essa realidade quando afirma
que a tristeza é melhor do que o riso,
porque com tristeza do rosto o coração
se torna melhor. Eclesiastes 7:3,
ele não tá dizendo que a tristeza é boa
em si mesma, mas porque ela nos leva a
lugares do coração, onde alegria
superficial, como o mundo entende, como
as pessoas às vezes tentam entender essa
alegria indisível e cheia de glória, é,
não consegue chegar. É óbvio que uma
alegria superficial depende das
circunstâncias.
Há um tipo de alegria que só nasce
quando todas as distrações caem
e a alma é forçada a se agarrar ao seu
único bem,
Cristo.
João escreve todo o seu evangelho com
essa profundidade na mente dele. Quando
ele fala de crer paraa vida, não está
prometendo uma experiência emocional
uniforme.
Ele está falando de uma vida que se
ancora em Cristo
de tal maneira que nem a dor mais
intensa consegue expulsá-la, de uma
alegria que se fixa em Cristo,
que nem a experiência mais terrível
consegue tirar essa alegria. É disso que
ele está falando. Alegria
define a fé salvadora. Essa alegria que
define isso, ela não é barulhenta, como
um monte de gente num estádio quando o
time dele ganhou alguma coisa. Não é
exuberante, ela é uma alegria fiel. Ah,
ela não é frágil, então ela é uma
alegria profunda.
E a pergunta decisiva não é: você se
sente alegre? A pergunta é: onde seu
coração corre quando tudo é dor?
Quando tudo é aflição,
para onde você corre
como algo que sustenta
o coração. Se o teu coração ainda corre
para Cristo, ainda o recebe, ainda o
considera necessário, precioso, eh
deleitoso, então essa é a fé salvadora.
A alegria pode estar ferida, não é? Mas
essa é uma alegria imortal.
E a alegria cristã, então, não é não é
ausência de dor. Ela é a presença de
Cristo em todas as dores,
nas piores dores, de tal maneira que o
deleite nele
continua real, tristes, mas sempre
alegres.
E é um fato linguístico no Evangelho de
João que deveria nos obrigar a parar e
pensar com muito cuidado. Eh, eu diria
com mais cuidado do que geralmente a
gente faz quando pensa na nossa vida com
Deus. O evangelho que mais fala sobre fé
que salva,
que é o livro de João, eh, não usa
nenhuma vez o substantivo fé, como nós
usamos tanto e como outros escritores eh
usa. Mas João não usa nenhuma vez, né?
João escreveu um livro inteiro com o
propósito explícito de conduzir as
pessoas à vida eterna.
Ele ele diz no final que esse foi a
razão dele escrever. E ainda assim ele
evita completamente a palavra pistes,
que eh eh
é o substantivo fé.
Em seu lugar, ele utiliza a forma
insistente, né, em todas as vezes, sem
exceção, 98 vezes, não é? vai depender
da tua versão, mas do original,
eh, ele usa
a palavra que não é tão utilizada quando
se trata disso. Isso não é um detalhe
técnico irrelevante, não é uma
curiosidade acadêmica, é uma decisão
teológica consciente de João. João
poderia ter usado pistes, o termo
existia como existe, era comum, era
compreendido por todos e outros autores
do Novo Testamento usam bastante. Mas
João decidiu não fazer isso nenhuma vez.
Ele fecha a porta, essa porta
deliberadamente. Ele não usa a palavra e
abre outra porta. Ao fazer isso, ele
controla a maneira como os leitores, nós
entenderíamos o que significa ser salvo.
O substantivo pistes tende a ser
percebido como algo que se possui.
é uma condição, um um estado, algo que
eh pode ser descrito, algo que pode ser
catalogado e localizado lá no passado,
algo que se pode dizer, eu tenho isso.
Já o verbo, que é o que ele sempre usa,
pistel, não permite esse tipo de de
acomodação.
O verbo exige tempo presente, movimento,
exige exercício.
Ah, ele não descreve algo armazenado,
ele sempre descreve algo que está
acontecendo.
Não algo arquivado,
mas algo que está
agindo.
João não quer que pensemos que a fé é
como um objeto espiritual guardado no
coração. Eu tenho essa coisa, essa coisa
chamada fé que eu guardo, que tá em mim,
nem como um marco histórico isolado da
vida presente. Ah, eu tive fé, foi em
1900 e tanto quando eu Ele quer nos
forçar a lidar com o fato de que a vida
eterna está ligada a um verbo em
andamento,
algo contínuo em nós. Por isso ele não
pergunta se alguém tem fé. Você
tem fé? Ele pergunta se alguém crê.
Não é se alguém creu, se alguém crê,
não se alguém creu no passado, mas se
alguém crê continuamente. Por isso ele
não usou o substantivo. A vida não não
acompanha
um substantivo congelado. Ela acompanha
um verbo vivo,
uma ação constante. Isso protege o
evangelho de uma distorção muito comum,
transformar a fé salvadora em um evento
passado
que já não exige o envolvimento
presente, que não está fazendo nada na
minha vida agora.
João não permite que esse tipo de
segurança artificial cresça em nós. Ele
escreve para que creiais,
creiais e crendo tenham vida. Isso é,
isso acontece continuamente. A vida
eterna flui junto com o ato contínuo
de pistel. Onde o verbo acontece, a vida
acontece.
onde o verbo é abandonado, a vida não
está acontecendo.
Esse é o eh a gente pode chamar de o
escândalo gramatical de de João. Ele não
nos deixa descansar em categorias
estáticas do que já aconteceu lá no
passado. Ou como se a fé fosse só uma
coisa que eu tenho.
Ela é uma contínua atitude do meu
coração em relação a Cristo.
Ela nos empurra para uma fé viva,
exercida. atual, uma fé que não pode ser
guardada numa prateleira, num cofre, num
lugar, porque ela só existe enquanto
está fluindo.
É realmente uma fonte que jorra, que
flui? Não é que fluiu e secou,
não é algo numa garrafa guardado. Então,
João elimina pistes não por desprezo a
fé, mas para impedir que a fé seja
transformada numa coisa morta.
uma coisa que eu tenho, guardei em algum
lugar, tá lá, é é minha. Então, João
mata a fé como coisa para preservar o
crer como vida. O crer é vida. Então, é
uma vida. Você não eh estava vivo há 10
anos, está vivo agora.
É por isso que você está vivo. A fé é
assim.
Então é comum afirmar corretamente que a
fé é ativa, mas com frequência essa
afirmação é má compreendida.
Muitas vezes, quando se diz que a fé é
ativa, o que se quer dizer que a fé
produz ações posteriores a ela.
Obediência, amor, serviço,
transformação,
moral, tudo isso é verdadeiro. Ou seja,
a fé
dá frutos. Mas esse não é o ponto
central aqui de João. João escolhe o
verbo pistel para dizer algo mais
radical. A própria fé já é uma ação, não
é que ela gera
ações.
Crer no sentido joanino não é um estado
passivo da alma aguardando as
consequências
daquela fé.
Pistel descreve um agir interior real,
imediato e decisivo continuamente.
A vida eterna, essa vida
que ele descreve como e a essa fé, ela
jorra para a vida eterna. Antes de
qualquer obediência visível, há um
deslocamento invisível da alma.
A fé não fica parada até gerar frutos.
Ela já está em movimento quando confia,
quando recebe, quando vem, quando bebe,
quando come, quando permanece,
quando acorda cada manhã.
Essa distinção essencial para entender a
natureza da fé, que é dom de Deus, a fé
que salva. Se a fé fosse apenas a causa
distante das nossas ações
externas, ela poderia ser reduzida à
concordância intelectual.
Mas concordar com fatos não exige ação
do coração.
Você pode concordar com muitas coisas
que não põe o seu coração em
funcionamento, em ação, em afetos.
Os demônios conhecem os fatos e creem
nos fatos. É óbvio, eles sabem que são
fatos. Fatos. E é totalmente estranho
quando alguém diz assim: "Isso é baseado
em fatos reais". Lógico que é real,
porque senão não era um fato.
Pistel em João exige envolvimento
pessoal, relacional e afetivo contínuo.
Beber continuamente de Cristo e jorrar
para a vida eterna é o coração saindo de
si mesmo e se lançando sobre Cristo como
a única fonte da sua vida.
Quando João fala em crer, ele não está
descrevendo uma ideia que nós aceitamos
como eh eh normalmente, por isso que ele
tá sempre usando o verbo, mas uma pessoa
recebida,
não uma doutrina que nós assinamos, nós
cremos na confissão de fé tal, mas um
salvador que é acolhido, essa é uma ação
real, contínua. Eu estou sempre
acolhendo, estou sempre desfrutando,
estou sempre
Você vê essa ação. Por isso que ele usa
o verbo. Não é algo que eu tenho, não é
o substantivo. Eu tenho uma coisa
chamada fé que tá lá em um lugar
guardado e de vez em quando eu vou olhar
para ela, pegar ela invisível, mas
profundamente ativa essa realidade. O
coração abandona a sua autossuficiência,
sua pretensão de controle e todo dia o
coração se apoia em outro, não se apoia
mais em si. Isso é o quê? É um ato, é um
ato espiritual decisivo, contínuo.
Reduzir a fé a algo que apenas gera
ação, enfraquece a sua
a sua glória, o seu, o seu peso. João
quer que você veja que no momento em que
alguém crê, algo real,
ele vê a luz, mas ele ama as trevas.
Então, os seus afetos estão indo para o
outro lado, não de vez em quando,
continuamente, a cada manhã, a cada dia.
Ele ama as trevas, ama. Ele não só faz,
não só acredita nelas. É esse impulso
que se tornou diferente, se tornou
oposto. O coração está se movendo, está
se inclinando, está se entregando, está
se alimentando. Esse movimento é a vida
eterna. é a vida em operação em nós.
Por isso, a fé não é um botão que nós
apertamos para que a vida cristã
comece.
A fé, a própria dinâmica inicial da vida
cristã, pistel, ela é ação antes de
qualquer fruto.
E se esse agir interior não acontece,
nenhuma ação exterior, por mais
impressionante que seja,
substitui a fé viva. Fazer coisas.
É por isso que Paulo está dizendo que eh
eh eh o cara podia dar seu corpo para
queimar, distribuir seus bens, mas se
não tiver amor. Mas se você colocar amor
como atos externos, então o cara tá
dando os bens, ele tá dando o seu corpo
para queimar. Mas você vê eh há eh uma
separação fundamental
antes de obras visíveis, a fé age no
invisível, ou seja, é a inclinação da
alma continuamente
para Cristo como a inclinação contínua
da alma do homem
natural é as trevas, porque ele a ama.
Então, ao insistir no verbo pistel e
evitar
totalmente o substantivo pistes, João
estabelece uma ordem espiritual que não
pode ser invertida. Primeiro é o
movimento do coração, depois o fruto da
vida. Qualquer suposto fruto sem a
inclinação contínua do coração não tem
nada a ver com a fé salvadora. Primeiro
a ação da alma, depois a ação das mãos.
Primeiro Cristo é o meu deleite, depois
isso gera coisas.
A fé salvadora acontece no nível mais
profundo da pessoa, onde se decide no
que você confia, no que você prefere, no
que deleita o seu coração. É assim que o
homem escolhe o pecado. Ele ama as
trevas primeiro.
Ele, a alma dele define o que é
precioso, o que é importante, o que é
deleitoso. Depois vem todos os atos.
Muito antes de ser ato, aquilo já é
morte espiritual. É óbvio. E a vida
espiritual é essa contínua inclinação,
preferência, deleite. Isso impede que a
fé seja definida primariamente por seus
efeitos externos na vida.
Como na verdade a queda do homem eh não
é definida primeiramente pelas coisas
externas que ele está fazendo. Os frutos
importam, importa? A obediência importa,
importa.
O amor importa, mas nada disso é a raiz.
A raiz é o coração que crê e que vê
Cristo como eh a alma antes via o
pecado. Quando essa ordem é invertida, a
vida cristã se degenera em moralismo,
ativismo religioso
e eh
legalismo.
Mãos trabalham, bocas falam, rotinas
continuam, mas o coração já parou de se
mover.
em direção a Cristo.
Essas coisas não são feitas porque as
pessoas estão atraídas, se deleitando em
Cristo. Como o homem quando peca, peca
porque ama as trevas.
João, então, não ignora os frutos, ele
simplesmente sabe onde os verdadeiros
frutos nascem. Eles nascem do crer
contínuo de que Cristo
é o maior deleite,
é a maior preciosidade,
é
aquilo que eu realmente amo. Não é um
evento isolado no passado. Crer, é um
verbo e andamento. Por isso ele sempre
usa o verbo. Pist não descreve a entrada
em um estado fixo chamado fé. A partir
daquela data, eu cri. descreve uma
dinâmica permanente de vir, receber,
depender, permanecer, se alimentar, se
deleitar, se alegrar.
Por isso, João evita pistes para impedir
que a fé seja tratada como algo imóvel,
algo que eu simplesmente tenho, que eu
tive a partir de determinado momento.
Essa perspectiva redefine também a
perseverança cristã que o espírito eh eh
produz em nós. Perseverar não é
preservar intacto um objeto chamado fé.
sem deixar trincar, sem deixar quebrar.
Perseverar é continuar crendo
que Cristo é o maior deleite durante
todo o tempo,
durante toda a trajetória.
Continuar vindo, continuar bebendo,
continuar recebendo
é realmente todo dia beber mais de
Cristo.
A vida eterna não é sustentada por uma
fé passada,
mas por um steerwing, presente, vivo,
atuante, constante.
Realmente uma vida pulsante,
onde o verbo continua, a vida continua.
Você vê assim é com o pecar do homem,
não é? A morte continua. Então ele
continua.
A fé que salva, portanto, não é um
troféu que você pendura na parede como
um um um diploma. Olha, nesse dia tal eu
me formei em tal coisa. A fé não é isso,
não é um certificado guardado na tua
memória.
A fé Salvador é um caminho percorrido
diariamente
pelo teu coração, sempre na direção do
mesmo objeto.
A luz veio ao mundo e agora o seu
coração deu uma agnada, não é? Porque
ele amou essa luz. Ele foi feito novo
para isso, porque naturalmente ele ama
as trevas.
João descreve eh eh eh ele escreve dessa
forma para salvar cada um de nós de uma
fé estática, ilusória,
morta, como um objeto,
não é? Como um substantivo na nossa
vida. Ele quer uma fé viva, porque só
uma fé viva é uma fé verdadeira.
A vida é eterna. A fé de que Cristo é,
todas aquelas coisas não morre. É
eterna. É, é um ato contínuo. A fé que
salva não é algo que nós temos, é algo
que fazemos continuamente. Por isso ele
usa o verbo
de nós. Continuam fluindo rios,
continuamos bebendo, continuamos
desfrutando.
Então, o prólogo do Evangelho de João
não apenas apresenta quem Jesus é, ele
define com precisão o que significa
responder corretamente a Cristo, como
nós vamos fazer a sear. Em João 11:1, a
gente lê que Jesus veio para o que era
seu e os seus não receberam. Encontraste
a todos quantos o receberam, deu-lhes o
direito de se tornarem filhos de Deus, a
saber, os que creem no seu nome. Você,
João sempre vai usar a palavra assim.
João não está descrevendo dos grupos
distintos, mas o mesmo grupo sob duas
perspectivas
complementares.
Para ele, receber e crer são ações
intercambiáveis. Crer é receber.
É um ato contínuo, eterno, de receber
Cristo como o maior tesouro, a maior
beleza.
O texto deixa isso claro ao colocar lado
a lado dois verbos, não é? Lambano,
receber e pistel, crer. Ele não vê
diferença entre as duas coisas. João não
disse que alguns receberam e outros
creram? Como se fossem duas respostas
diferentes, crer e receber. Ele explica
um verbo pelo outro verbo. Receber
Cristo é o que o coração está fazendo
quando crê.
Crer em Cristo é o que o coração está
fazendo quando recebe continuamente.
Não são atos separados, mas o mesmo
movimento interior de escrito com duas
imagens complementares usando dois
verbos. Isso tem uma implicação profunda
para a compreensão da salvação. Crer não
é apenas admitir que Jesus é verdadeiro.
Receber não é apenas aceitar uma
proposta abstrata.
Receber é acolher uma pessoa, é abrir um
espaço real no centro da vida que agora
aquela pessoa
habita.
é permitir que Cristo não apenas resolva
um problema na sua vida ou problemas,
mas que ele governe, que ele permaneça,
que ele seja a fonte central
dos seus anseios, seu descanso. João
fala de filho de Deus não como resultado
de um contrato assinado, mas de um
acolhimento contínuo, vivo do filho
eterno de Deus. Além disso, João não
apresenta esse receber como um evento
isolado, pontual que aconteceu lá no
passado.
O verbo lambano, assim como eh Pistel,
descreve uma ação que pode ser repetida,
renovada e exercida continuamente,
continuamente, continuamente. Então,
receber não é algo que fazemos uma vez
para depois seguirmos adiante sozinhos.
Guardar
o que recebemos é uma postura permanente
da nossa alma diante dele, os que o
receberam.
Ele deu o poder de se tornarem filhos de
Deus. Isso corrige essa compreensão
empobrecida da conversão. Muitos
imaginam que receber Jesus é como
receber um objeto. Você recebe, guarda e
segue com a tua vida. Você já recebeu,
você já tem, agora é teu, tá lá
guardado. João não permite essa leitura.
Receber Jesus é receber alguém que vive,
fala, guia, sustenta
e se dá continuamente como água viva,
como satisfação,
como deleite.
Portanto, quando João diz que os que o
receberam, Jesus e eh eh
os que receberam Cristo assim são os que
creem em seu nome. está afirmando que a
fé salvadora é um ato relacional
profundo,
contínuo,
que nunca morre. É o coração se abrindo
para Cristo como ele é, como o coração
do homem e é é capturado pelas trevas.
Eh, os homens amaram as trevas. Agora,
os homens amam a verdadeira luz, não é?
Não é um acordo frio, não é uma
aceitação distante, é uma recepção viva
pessoal contínua. Não é que ele foi um
deleite, ele é o deleite da vida.
Onde Cristo é recebido assim, ele nasce
e eh eh a vida que é a vida que ele tá
chamando de vida de filho de Deus.
Um dos maiores, uma das maiores
distorções da fé cristã surge quando
Jesus é apresentado apenas como solução
eh para o drama humano. Seja ele a
perdição e os dramas da vida.
Ele não é oferecido como tesouro do
coração.
Muitas pessoas recebem Jesus no sentido
de buscar alívio, de buscar perdão, de
buscar escape da culpa, de buscar um
alívio eh emocional
ou o livramento do juízo eterno, mas não
recebem como alguém precioso em si
mesmo, independente de todas essas
coisas.
João, então não conhece esse tipo de
recepção utilitária,
mesmo
a utilitária no seu maior grau, não é?
Como eh recebê-lo como o livramento da
perdição eterna para ele receber Jesus e
acolhê-lo como um bem desejável
e não como meio de nada.
Quando o coração diz: "Jesus, eu te
recebo agora". não está apenas
resolvendo uma pendência espiritual que
havia entre eu e Deus. Está expressando
agora um movimento afetivo.
Como é a relação afetiva do homem com o
pecado? Ele está dizendo: "Tu és
bem-vindo, tu és necessário, tu és
desejado, tu és o deleite, tu és o
tesouro."
Esse tipo de linguagem não é contratual,
não é? É uma linguagem relacional, não
é? simplesmente jurídica, é afetiva, não
é cálculo. O que eu ganho é acolhimento.
Então aqui o verbo pistel se revela em
toda a sua eh
profundidade.
Crer não é apenas aceitar que Jesus é
suficiente, é experimentar a suficiência
como algo bom para o coração.
Queria receber Cristo como aquele em
quem
mais do que tudo
encontra ele mesmo.
E João constrói todo o seu evangelho
para mostrar que Jesus não é apenas
verdadeiro, ele é glorioso.
Jesus não é apenas correto, é belo.
Jesus não é apenas poderoso, ele é
desejável. Por isso, a fé salvadora
sempre envolve o coração, o deleite,
a alegria.
Receber Jesus como tesouro significa que
ele não é apenas útil, né, como a gente
costuma dizer, mas ele é precioso para
nós. Não é necessário, só é amado.
Quando você ama, você não pensa só em
como algo é necessário. faz isso com
ferramentas.
Mesmo quando a linguagem do crente é
simples, frágil, misturada com medo e
confusão, se há no fundo do coração um
reconhecimento real de que Cristo é
o bem final, há ali uma fé viva, uma
recepção afetiva não elimina a dor, nem
apaga as lutas, mas redefine o centro da
vida. Por isso Paulo diz: "Tristes, mas
sempre alegres".
O coração passa a orbitar em torno de
Cristo, não apenas recorrer a ele nas
suas necessidades. E aí ser mais intenso
quando tem mais necessidades para serem
resolvidas, mais problemas.
Aí ele é intenso em oração, em desejo
por Deus, que é por causa das
dificuldades. Receber Jesus como tesouro
é admitir que não há um substituto para
ele na vida.
Não há algo melhor, maior e mais
desejável.
Então, receber Jesus como tesouro é
admitir que não há substituto, que você
não vai buscar em mais nada o que você
só tem nele. Não há alternativa.
Amizade não é alternativa. Casamento não
é alternativa. Saúde não é alternativa.
Vida não é alternativa. Não há
alternativa. Não há um bem maior a ser
buscado fora dele. E nenhuma coisa boa
em si, desligada dele, continua boa.
E João escreve para produzir esse tipo
de recepção. não quer apenas convencer a
mente
de que Jesus é verdadeiro e Jesus morreu
na cruz e de que Deus fez isso e aquilo.
Ele ele diz que a verdadeira fé ganha o
coração
e é isso que atrai
a pessoa continuamente. E é isso que
produz tudo. Como amar ao pecado é o que
produz o que o homem é. Por isso ele
descreve Jesus como luz, vida, pão,
água, pastor, amigo.
Todas essas são imagens que apelam não
apenas ao intelecto, mas ao desejo,
as imagens que são usadas.
E se crê é receber Jesus, então a fé
salvadora não pode ser reduzida a um ato
que aconteceu uma vez e depois se
encerrou.
simplesmente um substantivo na minha
vida. Ela é um verbo contínuo na minha
vida. Receber Cristo não é como receber
um documento que eu guardo numa gaveta.
Mesmo que esse documento seja, sei lá, a
a escritura de uma de uma herança
enorme.
É como receber alimento que precisa ser
ingerido continuamente.
É como Davi diz, é como a cor sanceia
pelas águas. Você vê, não é que ele ele
usou a imagem de algo que você precisa o
tempo todo.
Você não pensa racionalmente
simplesmente: "Eu preciso tomar água".
Você sente eh uma necessidade
desesperada por água. E você não sente
isso uma vez por mês, uma vez por ano.
Você sente isso continuamente.
É uma necessidade que não cessa.
É como receber então alimento que
precisa ser ingerido continuamente. João
deixa isso claro ao longo de todo o seu
evangelho. A fé que salva é uma fé que
permanece recebendo, permanece bebendo,
permanece comendo, permanece
desfrutando.
Aqui novamente o verbo pistel protege o
evangelho dessa fé aposentada, né? Crer,
não termina no momento da conversão, nem
algo que fazemos no passado para depois
seguir adiante
com aquilo guardado. Crer é a postura
contínua da alma diante de Cristo. É
beber dele o tempo todo, todo dia.
É comer dele.
A fé não diz já basta. A fé sempre diz:
"Ainda preciso, preciso mais de Cristo.
Preciso mais dele como pão. Preciso mais
dele como água, preciso mais. Ele não se
satisfaz com a recepção antiga.
Ele depende totalmente, de tal maneira
que ele continua acolhendo Cristo dia
após dia, como dia após dia meu corpo
recebe água.
Eu nunca mais tenho sede.
Eu podia dizer que eu não fiquei com
sede no últimos 2 tr anos. Alguém pode
pensar, será que ele bebeu eh há do anos
e ficou 3 anos, dois sem beber? Não, eu
não senti sede porque eu tinha sempre
água.
Eu nunca estou sedento.
Eu tenho continuamente
eh para beber. É assim que vocês nunca
mais terão sede. Não é que eu vou
experimentar Cristo e depois nunca mais
vou precisar e aí sigo em frente. Como
se eu bebesse uma água hoje, pudesse
ficar os próximos 20 anos sem beber
água. Eu nunca mais terei sede porque eu
vou ter essa fonte.
Eu vou continuar necessitando
desesperadamente, mas ela tá sempre lá.
Eu estou bebendo continuamente. Essa
compreensão redefine o que significa
maturidade cristã. maturidade não é
diminuir a tua dependência de Cristo,
mas é aprofundá-la.
Não é sentir menos sede porque você está
muito cheio de Cristo. É cada vez você
sentir uma necessidade mais plemente.
Não é precisar menos dele, é recebê-lo
mais plenamente.
Maturidade, a fé madura, não se apoia em
experiências passadas, ela se apoia
sempre na na na recepção presente,
contínua. Ela
vive de Cristo como um pão, como uma
água.
Ela vive de Cristo agora. Isso também
redefine o que é
perseverança para nós. Perseverar não é
proteger o evento
do passado, mas manter, experimentar uma
relação no presente continuamente. É
continuar recebendo Cristo como vida,
Cristo como luz. Cristo como pão, Cristo
como água, Cristo como alegria. Cristo,
Cristo, Cristo. Onde essa recepção
continua, a fé continua.
Onde ela cessa
não era uma fé salvadora.
Um homem que teve o seu interior mudado,
ele nunca mais deixa de sentir a sede
que ele tem por aquela fonte
continuamente.
João escreve para impedir uma fé
fossilizada
que eu posso localizar no tempo que ela
aconteceu lá nas nas camadas.
Ah, ele quer leitores que estejam crendo
agora,
crendo mais profundamente que Jesus é o
tesouro, que Jesus é alegria, que Jesus
é o deleite, experimentando ele como
pão, como água, agora, continuamente.
Por isso ele usa o verbo. A vida eterna
para João não é apenas duração infinita,
mas é essa relação contínua
com Cristo. Dele sendo o centro, a
alegria, o prazer, o deleite.
Comunhão viva com Cristo sustentada por
uma recepção incessante do que ele é
para minha alma. Meu pão, minha água,
minha alegria. É como eu viva com Cristo
sustentada por essa recepção. Assim, a
fé que salva nunca se aposenta, ela
nunca ficou estável. A fé que salva
nunca é estabilizada,
nunca se torna autossuficiente.
Pelo contrário, ela permanece aberta,
dependente, receptiva, faminta, sedenta
de Cristo.
Receber Cristo não é o início de algo
que termina. Receber Cristo é o início
de algo que nunca mais acaba.
Crer em Cristo não é algo que aconteceu
no passado. Crer em Cristo é algo que
nunca mais termina.
E
em João 6:35, Jesus oferece uma das
declarações mais decisivas de todo o
evangelho.
Ele diz: "Eu sou o pão da vida.
Quem vem a mim jamais terá fome e quem
crê em mim jamais terá sede. Você vê que
ele também eh eh faz a mesma coisa aqui.
João não está apenas registrando uma
metáfora bonita.
Ele está abrindo o coração
da
sua teologia da fé salvadora.
Jesus se apresenta não como algo, um
adorno espiritual.
Não como um complemento de alguma coisa
ou um complemento espiritual, religioso,
mas como uma necessidade vital.
Pão e água não pertencem ao mundo do
luxo.
Não é um acréscimo à vida.
Pão e água não pertence ao mundo do
luxo, pertence ao mundo da
sobrevivência.
Tire pão e água de alguém e logo ele
estará morto.
Não é um luxo.
Sem eles não há vida.
João 6:35 funciona como uma chave
hermenêutica, então, para todo o
evangelho. Observe como Jesus constrói o
paralelismo. Vir a ele corresponde não
ter fome.
Crer nele corresponde não ter sede.
Isso significa que para Jesus crer
pistel de novo é o equivalente
espiritual a comer e beber.
Fé não é uma operação abstrata da mente,
mas um ato vital da alma. A alma ou tem
aquilo ou morre.
É visceral. Assim como o corpo se
apropria do pão e da água para viver, a
alma todo dia se apropria de Cristo para
viver.
Você vê isso é a fé.
Por isso ele não usa o substantivo que
pode ficar lá guardado. Muitos tratam
Jesus como um acréscimo à vida, um
reforço moral
mais necessário em tempos difíceis,
mas pão e água não é isso para o ser
humano.
Jesus se apresenta como algo muito mais
radical. Ele é aquilo sem o qual sua
alma não vive.
Não se trata de melhorar a vida,
trata-se de ter vida.
Não se trata de enriquecer a sua
experiência, ficar mais rica
a experiência humana. Trata-se
de impedir a morte espiritual.
Não é um enriquecimento. Quando Jesus
diz, "Eu sou o pão, eu sou a água". pode
estar reivindicando uma exclusividade.
Não há outro alimento que cumpra essa
função,
não é? Não há outra fonte que sacia essa
sede. Eu sou pão.
Nada mais na tua vida é o pão da vida.
Nada mais pode te manter vivo
todo dia. Não é algo que você fez lá no
passado. Eu sou o pão. Você tem muitas
coisas na no teu dia a dia. Tem seus
relacionamentos, tem eh família, amigos,
filhos, esposa, esposo, trabalho, mas
nada disso é pão.
Nada disso sustenta em nada a sua alma,
nem um pouquinho.
Não é que eu sou o melhor pão, não é que
eu sou o pão mais delicioso, eu sou o
pão. Todas essas coisas não são pão.
Eu sou a água,
mas nada é água.
Isso confronta diretamente a
multiplicidade de substitutos que o
coração humano tenta usar para
sobreviver espiritualmente.
Sucesso, aprovação, prazer, controle,
religião,
eh, eh, de atos,
todos prometem sustento. Nenhum entrega
a vida. Só Jesus é o pão da vida.
Quando Paulo diz tristes, é porque
coisas que não são a vida estão
eh de alguma maneira eh eh
você vê a única coisa que realmente é
pão, ele tem sempre alegres.
Além disso, Jesus não diz apenas que ele
dá pão e oferece água. Ele disse: "Eu
sou.
Não venham a mim para receber pão. Não
venham a mim para receber água. Não
venham a mim para receber algo de mim.
Alguém tem isso, se desfruta de mim,
porque eu sou o pão.
Eu sou a água. Eu não dou água. Eu não
dou o pão. O dom é o doador.
Nunca separe Cristo
do dom, porque ele dá ele mesmo. Ele é o
pão que ele dá. Ele é a água que ele dá.
Ele é o alimento da alma e ele é
aquilo que hidrata a alma. Então,
receber os benefícios sem receber a
pessoa é impossível. Nunca separe Cristo
de qualquer coisa boa que ele dê, porque
você não pode separar, porque ele dá a
si mesmo. Ele dá ele mesmo como pão e
ele mesmo como água. Comer o pão da vida
é estar continuamente recebendo Cristo,
crendo que ele é melhor do que a vida,
crendo que ele é a alegria, crendo que
ele é o tesouro.
Beber a água viva é acolher o próprio
Cristo. Então, fé não é consumir
bênçãos.
Fé se apropriar
de uma pessoa viva.
Ela está no centro e dela derivar toda a
minha vida.
Essa é a definição. Essa linguagem
também desmonta qualquer ideia de fé
como algo periférico.
Se Cristo é pão e água, então crer nele
não é opcional, é urgente, é vital,
é tão necessário
quanto quanto respirar.
Não é algo que eu posso deixar para
amanhã ou para depois ou usar menos
hoje, como se eu pudesse não respirar
durante um dia
ou não precisasse de água e de pão por
um tempo. João quer que o leitor
entenda. Quem não crê não está apenas
desobedecendo,
está morrendo de fome e sede espiritual,
ainda que pareça saudável por fora.
Quando Jesus fala de fome e sede em João
6:35, ele não está descrevendo eh
deslocamentos físicos, não está falando
de movimentos interiores da alma.
Ninguém caminha com os pés até Cristo
para comer esse pão ou beber
essa água. O movimento acontece no
coração, como nos afetos,
na vontade. Crer não é mudar de lugar, é
mudar de direção interior.
É o desejo se inclinando para Cristo
como sua fonte, não se inclinando para
mais nada e nem para si mesmo.
Aqui João aprofunda ainda mais então o
significado de pistel. Crer é um ato
real, mas invisível,
não é menos concreto, porque ele é
espiritual, não é?
Assim como a fome é uma sensação real,
embora invisível, você não vê a fome,
pega a fome, ela é invisível, não é?
Ela é uma sensação real, mas invisível.
A sede é uma urgência real, mas ela é
interna. Ninguém vê a minha sede.
Assim também é a fé. Ela se manifesta
como um anseio, como uma inclinação,
um anseio desesperado, uma busca. O
coração se move na direção daquilo que
ele percebe,
necessário e bom. Como faminto
vê o pão, como sedento, vê a água.
Essa linguagem revela algo decisivo. Fé
não é apenas decisão racional, é um
desejo despertado
que não tem como ser saciado a não ser
naquilo que é o objeto do desejo.
O sedento quer água, o faminto quer pão.
Então a alma agora sente falta.
Ela
deseja Cristo desesperadamente. A alma
reconhece vazio e a alma não acha que
nada mais.
Ela não tem ouvidos para o humanismo
secular. Ela não tem ouvidos para outras
coisas. Ela vê que nada mais é pão, nada
mais é água.
A alma se volta para Cristo porque
percebe que só ele é pão e só ele é
água. É por isso que quem tá com sede
não fica com vontade de comer terra.
Quem está morrendo de sede sabe do que
ele precisa
de água.
Um faminto sabe do que precisa de pão.
Por isso que ele não fica tentado a
comer pedra.
Isso não significa ausência de luta ou
dúvida, mas significa que no nível mais
profundo o coração sabe
onde está a vida.
João descreve esse movimento com uma
riqueza de de de verbos ao longo de todo
o evangelho. Vir, beber, comer, receber,
permanecer. Tudo descreve ações
invisíveis da alma.
Como eu disse, a mesma fome física não é
algo que ninguém veja, é algo invisível.
Ver, beber, comer, receber, descreve
ações da alma. A fé envolve quê? provar,
saborear, se deleitar
com uma satisfação verdadeira. O sedento
quando bebe água, ele sente uma
satisfação enorme. A gente costuma
fazer,
não é? É como o ó do apóstolo Paulo.
Mesmo quando as circunstâncias são
amargas,
há um gosto novo que sustenta. Essa
compreensão confronta uma
espiritualidade fria, onde a fé é
reduzida a só o assentimento correto.
Jesus não é pão para mim, nem é água
para mim, mas eu creio que ele é quem a
Bíblia diz que ele é. Para ele uma fé
sem fome é totalmente suspeita.
Uma fé sem sede é falsa, é artificial.
Seria como alguém dizer que está
sedento, mas está cheio de água à sua
frente, ele não quer.
Ah, eu estou morrendo de fome, está
cheio de comida, mas ele não come.
Uma fé assim em Cristo, ela é totalmente
artificial. João está dizendo, a fé
verdadeira nasce onde o coração sente
necessidade real de Cristo
e não necessidade só porque alguém diz:
"Você precisa beber água, você precisa
comer."
Onde não há desejo, não há movimento.
As pessoas dizem que você pode levar um
cavalo até o rio, mas não pode obrigar
ela a beber.
onde não há movimento, não há fé viva.
Uma pregação é pão e água, mas não tem
como obrigar você comer e beber isso.
Isso também traz consolo profundo.
Ah, muitos crentes se angustiam porque
sua fé parece fraca, confusa, misturada
com medo. João diria, observe a direção
do seu coração, a fome, a sede, a desejo
por Cristo. mesmo no meio da dor.
Então,
a fé,
ah, a fé não precisa ser eh
forte, a fé precisa ser faminta.
Ah, por uma coisa. Crer é, portanto, eh,
ver os afetos da alma se movendo numa
direção. Não é anestesiar o desejo.
Nossos corações são cheios de desejos,
nossas almas. é redirecionar
completamente,
não é eliminar a fome, mas é conduzir ao
pão certo. Essa é a grande obra que o
Espírito Santo fez
ao nos regenerar. Não é suprimir a sede,
mas levá-la à fonte verdadeira, a fé,
esse movimento contínuo da alma em
direção a Cristo como seu bem supremo,
seu pão, sua água, sua delícia.
Quando Jesus promete que quem crê nele
jamais terá fome, jamais terá sede, ele
não está dizendo que o crente nunca mais
desejará nada.
Ele está dizendo que a alma
encontrou sua satisfação definitiva
naquilo que ela tem acesso contínuo,
todo tempo, em qualquer lugar, em
qualquer circunstância.
Há uma diferença profunda entre desejo
inquieto e desejo satisfeito.
O primeiro corroi, o segundo sustenta. A
fé conduz o coração da inquietação para
o descanso.
Por quê? Quando eu vou dormir, eu sei
que na geladeira tem comida. Eu sei que
daqui a pouco eu vou precisar comer de
novo.
Eu nunca mais tenho fome porque eu tenho
acesso sem fim
aquilo que é o meu pão. É o pão para a
alma. É a é a água para a alma. A
promessa de Jesus aponta para algo
radical, satisfação eterna, não
momentânea, não episódica, não
dependente das circunstâncias.
Quem bebe da água que ele dá recebe uma
fonte que jorra para a vida eterna.
Nunca mais ele vai precisar buscar água
em outro lugar ou ficar com sede. Isso
significa que a fé não oferece apenas
alívio temporário, mas assegura essa
nova condição da alma.
Por isso que está lá mesmo nos piores
momentos, tristes, mas sempre alegres. A
vida eterna começa agora como prazer
contínuo em Cristo.
Mas a fome fundamental foi resolvida. O
crente pode sofrer, chorar, perder,
adoecer, morrer. Não só pode, como vai.
Mas a fome fundamental
não era essas coisas nunca foram o pão,
nem a água para a alma. A fome
fundamental foi resolvida. A sede última
foi saciada.
O coração não está mais à deriva,
procurando desesperadamente aquilo que o
complete. Ele não está mais num deserto
procurando uma fonte.
Ele encontrou em Cristo aquilo para o
qual ele foi criado. Encontrou seu pão,
sua água. João insiste nisso para
proteger o crente de uma espiritualidade
oscilante, baseada em experiências
momentâneas. A fé não depende de sentir
sempre o mesmo nível de alegria
consciente.
Ela depende da fonte ter sido
encontrada, mesmo quando a sensação de
sede retorna, o crente sabe,
ele bebe, ele come,
ele sabe onde beber, ele sabe onde
comer, ele sabe o acesso livre.
Mesmo quando a fome aperta, ele sabe
onde comer. Ele não acha. Ele não começa
a achar que outra coisa é comida ou que
outra coisa é água. Então, a fé não
elimina o movimento, ela garante o
suprimento contínuo para sempre. E o
espírito produz
como a vida produz em nós, fome e sede,
né? o viver biológico. Então, essa nova
vida produz essa fome e essa sede, o
sofrimento é contínuo. Essa promessa
também aponta para a eternidade. A vida
eterna não é apenas a duração infinita,
mas é que Cristo vai ser o pão, a água,
o deleite e o centro para sempre. Ele
que é a própria vida da nossa alma.
Então, creio em Cristo é entrar agora
nesse fluxo que nunca se esgota.
Então, a fé nunca entra num estado
estático de contentamento, mas nesse
relacionamento vivo, onde Cristo se
oferece continuamente para nós como o
único pão e a única água. E a nossa alma
sedenta e faminta continuamente
sabe sempre onde encontrar. Assim, a fé
que salva é a fé que continua bebendo e
comendo. Ela nunca se cansa de Cristo,
como seu corpo nunca se cansa da água e
seu corpo nunca se cansa do pão. Dia
após dia. Você não pensa: "Ah, já estou
vivo há 50 anos, já bebi toda a água. Se
somar toda a água que eu bebi, já bebi
um rio inteiro.
Se somar toda a comida que eu comi, eu
comi toneladas de comida. Não vou comer
mais. Não, não, não, não. Assim, a fé
que salva é a fé que continua bebendo e
comendo. Ela nunca se cansa de Cristo,
não se enjoa dele. Ela nunca busca
substitutos para Cristo. Ela permanece
porque descobriu que tudo que a alma
precisa está ali e que nada mais é pão
e água.
Não importa o quanto pareça, ah, ela
sabe a diferença.
Então, a promessa de Jesus é simples e
absoluta. Quem crê não perece, porque
encontrou a vida. desfruta a vida todo
dia,
se deleita na vida, recebe eh
continuamente suprimento sem fim e
anseia por esse sofrimento. Então, uma
das imagens mais enganosas da vida
cristã é a ideia de que a fé culmina em
um estado de cheio, de satisfeito,
como se houvesse um momento em que a
alma finalmente dissesse: "Agora basta,
recebi o suficiente." Ou falei como
aquele homem: "Ah, juntei muito os meus
celeiros agora para muitos anos. João
destrói essa noção pela raiz no
evangelho. Crer pistel nunca descreve um
ponto de chegada nem na eternidade,
mas um movimento contínuo do coração,
dos afetos e das afeições em direção a
Cristo.
A fé não é um um copo cheio repousando
sobre a mesa. Ela é uma boca fé que
continua bebendo, continua bebendo
de uma sede que nunca termina. da água.
Jesus nunca fala de fé como acúmulo. Ele
fala de vir, beber, comer, permanecer.
Nunca é como uma caixa d'água que você
vai enchendo até a água. Tá cheia agora,
agora para. Todas essas imagens
pressupõe o quê? Continuidade.
Beber, comer.
Por isso, a fé não se define pela
quantidade de Cristo que alguém já
recebeu,
mas pela disposição contínua de receber
mais. É como a sede, como eu disse, não
é medido pela quantidade de água que eu
bebi nos últimos 50 e poucos anos,
mas na sede que eu estou agora,
nesse instante, não importa o quanto eu
já bebi
nas últimas décadas, minha necessidade
agora é tão premente e o meu desejo é
tão grande quanto era antes.
E a única coisa que satisfaz é a água.
Então é essa disposição contínua de
receber cada vez mais de Cristo, que é a
fé Salvador. O problema espiritual mais
grave não é sentir-se vazio,
mas se achar satisfeito, cheio, a ponto
de não precisar mais.
Quando Jesus promete água viva, ele não
promete independência da fonte. Você
nunca mais tem sede, porque você vai ter
a fonte para sempre. Você depende dela
para sempre. A sua sede não é, você não
pode matar sua sede com você mesmo ou
com outras pessoas ou com outras coisas.
Só aquela fonte.
Ele promete uma fonte que nunca seca,
mas a fonte não elimina a sede.
A fonte eh satisfaz,
mas sua alma sempre vai precisar demais
daquela satisfação.
Ela não elimina a sede, ela direciona a
fé. Então, ela não elimina o seu desejo,
ela ancora o seu desejo no único lugar
onde ela é satisfeita.
Nunca largamos o copo da água da viva da
da da água viva, porque nunca deixamos
de precisar dele. Nunca falamos: "Agora
eu posso ficar um tempo sem esse copo".
Sabe como a gente não diz, ah, esse mês
não vou beber água, não preciso você não
pode, você eh eh eh a gente não larga o
copo de água viva porque a gente nunca
cessa de depender dela, de sentir a
necessidade dela mesma, não do que a
água pode nos dar, mas dá água mesmo.
Você vê que quando você bebe água não
está nem pensando em todas as coisas que
ela faz. Você está sedento. Isso a água.
Ela faz um monte de coisas, mas essas
coisas não é o que faz você realmente
beber. Nunca deixamos o pão do céu
porque nunca nos tornamos
autossuficientes.
Como a gente nunca deixa de comer
enquanto viver. Só não come neste mundo
quem já morreu.
Você pode estar no enterro e todos ali
depois de horas estão pensando: "Estou
com fome". Mas o morto não está com
fome.
Essa verdade confronta diretamente uma
espiritualidade triunfalista que trata a
fé como algo que se conquista e depois
você vai administrando isso que você
conquistou. João não conhece fé
administrada,
ele conhece fé dependente.
Fé a mesma coisa que a dependência
contínua da fonte,
a dependência contínua do pão. A fé
salvadora não é que um dia você bebeu
numa data profundamente. A fé salvadora
é que você continua bebendo todo dia.
Então ela não se gloria no passado. A fé
salvadora, ela vive do presente. Como
minha sede não se gloria de que eu bebi
muita água no passado, ela
ela vive do presente, a minha sede. Ela
vive da água da agora.
Isso também protege o crente da culpa
desnecessária. Muitos se acusam porque
sentem fome espiritual novamente, como
se isso significasse falha ou regressão.
João diria: "Não, não, não, não. A fome
não é sinal de morte, mas de vida. São
cadáveres que não têm fome. Minha alma
tem sede de ti. Sinal de vida.
Um coração regenerado sente. O erro não
é sentir fome.
O erro sempre é tentar saciar a fome ou
a sede em algo que não é pão e não é
água. Então, crer, portanto, não é
atingir um nível de plenitude
que dispensa Cristo, que precisa menos
de Cristo, menos dos meios de graça,
menos do culto, menos da oração, menos
da palavra,
mas reconhecer que Cristo é a plenitude
da qual nunca se pode prescindir dia
nenhum da vida. A fé viva é humilde, o
suficiente para nunca dizer: "Já basta".
Tive o suficiente da água, tive o
suficiente do pão. Ela sabe que tudo o
que tem vem de fora. Não há nada em mim
mesmo que me sustente. Eu sei que toda a
energia do meu corpo vem do alimento que
eu como e vem da água que eu bebo. E se
eu parar, o meu corpo não funciona. Ele
não é um motor que produz energia.
Toda a energia do meu corpo vem de fora
e se não fia, eu morro. Então isso é o
fim de toda autossuficiência. Eu sei que
nada mais é pão e eu sei que nenhuma
vida vem de mim mesmo.
Ela é totalmente dependente.
Ela sabe que tudo que vem de fora de si,
ã, e tudo que precisa continua vindo da
mesma fonte, fora de si. Então essa
busca nunca cessa. Em João 15:5, Jesus
oferece uma das imagens mais
contundentes sobre a natureza da fé. Eu
sou a videira e vocês são os ramos. Quem
permanece em mim e eu nele, esse dá
fruto, porque sem mim nada podeis fazer.
Aqui a fé não é descrita como posse, mas
como permanência,
não como estoque, mas como conexão
vital.
A metáfora da videira elimina qualquer
ilusão de autonomia espiritual. Você não
tem autonomia nenhuma, nem por tempo
algum.
Um ramo não armazena a vida para o
futuro. Ele não guarda tanta vida que
ele possa viver então um bom tempo eh
nele mesmo. Ou seja, não há nenhuma
autonomia espiritual em nós. Não há
nenhum alimento espiritual em nós
armazenado em nós mesmos.
Um ramo não armazena a vida para o
futuro. Ele vive do quê? Da verdadeira
fé salvadora. De um fluxo permanente
de vida.
A seiva não é guardada. A seiva circula.
A fé funciona do mesmo modo. Cristo está
dizendo,
crer pistel em João é esse permanecer
contínuo, essa dependência ativa, essa
recepção constante da vida de Cristo.
Observe que Jesus não diz quem já
permaneceu. Ele disse: "Quem permanece?
O verbo está vivo em movimento. A fé não
é algo que aconteceu, é algo que
acontece. Ela é imortal.
Ela é uma nova direção eterna para a
vida e o coração. O ramo não vive porque
um dia esteve na videira, ele vive
porque ele está nela.
A vida não vem da memória da conexão,
mas da realidade da conexão.
Como eu não vivo da comida que eu comi
semana passada, a vida não vem dessa
memória de conexão, mas da verdadeira
conexão. Essa imagem destrói a noção de
fé como um estado final, uma coisa que
eu ganhei, botei no bolso, guardei no
cofre, agora eu tenho. No último dia eu
tiro aquilo e mostro.
Não existe ramo maduro suficiente para
poder viver sem a videira.
Não existe ramo que ficou tão forte que
pode viver sem uma conexão contínua e
vital com a videira. Não existe crente
avançado o suficiente para funcionar sem
eh saciar-se diariamente
de Cristo como pão e água.
Toda a maturidade cristã é a maturidade
da dependência, não da independência.
Quanto mais vivo,
mais dependente.
Não assim, uma pessoa que tem muita
saúde, o atleta ele precisa de muitos
nutrientes, ele precisa de mais, de
mais.
Quanto mais vivo, mais dependente,
quanto mais frutífero, mais ligado. Aqui
está um erro comum na prática cristã,
confundir crescimento com autonomia. No
crescimento cristão nunca tem a ver com
a autonomia, nunca nunca vem nunca tem a
ver menos com meios de graça.
No evangelho de João, crescimento
significa exatamente oposto. Crescer é
aprender
a permanecer continuamente.
É aprofundar a ligação, é tornar-se mais
consciente, é ter talvez mais raízes em
direção ao rio. é tornar-se então
consciente de que sem Cristo nada pode
ser feito, não pouco, não menos nada.
Essa metáfora também redefine o esforço
espiritual.
Um ramo não produz fruto por esforço
próprio,
por ser ele mesmo forte, capaz, ter
talento.
O fruto surge naturalmente da circulação
da vida, da videira para ele. Do mesmo
modo, a fé não é uma tensão exaustiva
para gerar
obediência, mas é uma permanência viva
que frutifica
em obediência. Há essa circulação da
vida de Cristo em nós,
onde não há, não existe nenhuma técnica
que resolva. Eu já disse, nós pastores
não somos motivadores. Eh, eh, e eh
nós estamos querendo motivar
emocionalmente as pessoas. Nós falamos
sobre esse pão, sobre essa água, sobre
essa vida. Nós nem adamos as pessoas.
Crer é permanecer ligado, é não se
desconectar, é não tentar viver de
reservas espirituais que eu guardei. Eu
posso guardar
conhecimentos. Isso não é reserva
espiritual. A fé salvadora não repousa
em conquistas passadas, mas em comunhão
presente. Como a minha vida agora não se
eh eh eh prende ao pão que eu comi em
2025.
Ela sabe que a vida não está nela.
O homem vivo em Cristo sabe que a vida
não está nele.
A vida não está no ramo.
Agora, Cristo que é a vossa vida, ele
sabe que toda a sua vida está em Cristo
e por isso permanece.
E para encerrarmos, né, não podemos
continuar. Um dos equívocos mais
persistentes na compreensão da fé,
tratá-la principalmente como aquilo que
produz obras visíveis.
João não nega que a fé produza fruto,
mas ele insiste em algo anterior e mais
fundamental. A fé primeiro em movimento
da alma antes de qualquer ação. Se a
alma não se moveu em direção a Cristo
como pão, como água, como satisfação,
como alegria, nenhum ato externo, por
melhor que seja, é fruto espiritual.
Os afetos devem se mover muito antes de
qualquer obra.
Crer no evangelho de aqui em João não
começa com obediência externa, começa
com a inclinação interna do coração,
como a impiedade também, não é? Os
homens, a luz vê o mundo, mas eles não,
porque eles amaram as trevas. Primeiro a
inclinação pessoal do coração. Eles
amaram as trevas.
O oposto também é verdade. Antes de
qualquer coisa é a inclinação do
coração.
Então, Pistel descreve esse ato interior
de acolher, desejar, depender,
saborear.
Reduzir a fé à suas consequências
práticas é confundir fruto com raiz,
ramo com a videira. O erro acontece
quando se avalia a fé apenas pelo que é
imediatamente
visível.
João, a Bíblia nos ensina a olhar mais
fundo o que move o coração.
Onde estão a fome e a sede? O que é pão
e água para mim?
Para onde os meus afetos se inclinam?
Muito antes da abundância de atos
pecaminosos, o coração dos homens amaram
as trevas. A fé verdadeira pode estar
presente mesmo quando obras ainda são
fracas, confusas e lentas,
mas ela nunca está ausente onde o
coração se move em direção a Cristo.
Isso não diminui a importância da
obediência. Ao contrário, fundamenta o
que é a verdadeira obediência.
Obras sem fé.
são apenas atividade moral,
é apenas a morte se apresentando de uma
maneira mais bela,
porque um coração satisfeito em Cristo
não permanece estéril, é que as coisas
vão acontecer, mas a ordem é crucial. O
primeiro movimento da alma, depois o
fruto da vida. É assim como um homem
morto em pecados. Primeiro ele ama o
pecado,
depois a vida se movimenta naquela
direção.
João quer proteger a igreja de uma
espiritualidade mecânica onde se faz
muito, mas se bebe pouco, se come pouco,
saboreia pouco de Cristo. Então, a fé
salvadora não começa no fazer, mas no
receber. E só continua saudável enquanto
o receber continua acontecendo.
Só se mostra verdadeira assim. Ah, essa
compreensão traz descanso, né? Muitos
vivem exaustos tentando provar sua fé
por meio do que fazem,
enquanto negligencia o ato mais
essencial.
Eu permaneço bebendo, comendo. A fé não
é um depósito cheio de mérito, mas é uma
conexão viva que é mantida
continuamente,
porque minha vida está totalmente vindo
de outro e eu bebo e como continuamente.
Quando os afetos se movem corretamente,
o que segue são as obras que chamamos de
frutos. Quando se tenta forçar obras sem
esse movimento interior, tudo se torna
pesado, seco, artificial,
um fardo terrível. Crer, portanto,
é manter o coração em movimento
contínuo, em direção a Cristo. Isso é
que é a obra do Espírito Santo. Não é um
estado final de estabilidade, mas uma
uma dinâmica de dependência que não vai
acabar nunca, nem na eternidade.
A fé que salva nunca se cristaliza. Ela
flui para sempre,
para sempre, em direção
ao pão
e aquele rio que jorra para a vida
eterna.
Vamos ficar de pé, vamos tomar da ceia.
É a nossa declaração visível
dessas inclinações que só o Espírito
Santo poderia produzir em nossos
corações.
Eu pensei que não era. Não vi ali.
Quantas irmãs vão distribuir os
elementos da Santa Ceia? Vamos cantar,
vamos ouvir Cristo falando e vamos falar
com ele.
3
Homem e Deus,
o Criador. Sim, eu sou.
Jesus Cristo,
o Salvador.
O caminho eterno eu sou.
Para o Pai,
pão da vida sou.
Lá na cruz
me entreguei
o meu sangue
derramei
o cordeiro
eu sou.
Eu morri
vivo estou.
Sou Jesus.
Meu corpo é
pão que partido
foi
para dar vida
o cálice
do sangue que amamei.
Beba hoje
redentor
eu sou
sem fim.
Lá cruz
me entreguei
o meu sangue
derramei
o cordeiro
eu sou
eu morri
viv
Estou
Jesus.
Tu és digno.
Tu és digno. Ó Senhor Jesus,
>> tu és digno.
Tu és digno.
Tu és digno. Ó Senhor Jesus,
tu és digno.
Tu és digno,
tu és digno, ó Senhor Jesus.
Tu és digno.
Tu és digno, ó Senhor Jesus, o cordeiro
de Deus
que foi morto
lá na cruz.
Os eleitos
salvou.
Nem estou
em Jesus,
o cordeiro
de Deus
que foi morto
lá na cruz.
Os eleitos
são
em Jesus,
o cordeiro
de Deus
que foi morto
lá na cruz
dos eleitos
salvou.
Nele estou
em Jesus,
meu Senhor.
Tu és digno.
Ó Senhor Jesus,
>> tu és digno.
>> Tu és digno.
Ó Senhor Jesus,
tu és digno.
Tu és digno.
Tu és digno,
ó Senhor Jesus,
>> tu és digno.
Tu és digno.
Tu és digno,
ó Senhor Jesus.
>> Aleluia. Aleluia. Deus.
Ah, queridos, ele é o pão da vida, é a
água da vida. Ele disse: "Esse é meu
corpo que é partido por vós". Há um
abismo, há um abismo intransponível
entre o homem e Deus. Não há nada que o
homem pudesse colocar nesse abismo que
não fosse totalmente engolido pelas suas
próprias iniquidades,
a não ser o esmagamento final
do Deus vivo como o trigo que foi
esmagado para o pão. Agora nós temos
nossa alma, nossa alma se alimenta
contínua e para sempre do cordeiro de
Deus. Pai, nós te agradecemos
que toda a nossa vida, Senão Pai, conte
a mesma história ao mundo. Nossos atos,
nossas palavras, nossas alegrias,
ó Deus, nossos afetos.
Que mostrem ao mundo que Cristo é o pão
que desceu do céu e a água viva. Em nome
de Jesus, comamos todos o pão, queridos.
A cruz, esse lugar único
onde os impossíveis se encontraram,
a justiça e a misericórdia se beijaram.
Parecia impossível
Deus ser totalmente justo e totalmente
misericordioso.
Uma coisa parecia impedir a outra, não
para a mente de Deus, não para a
sabedoria infinita.
lá
nesse lugar, finalmente em seu filho, no
seu esmagamento,
a justiça pode ser completamente
satisfeita e a graça infinita em
misericórdia completamente derramada.
Esse é o nosso Deus. que a que a mente
infinita de Deus sempre espante nossos
corações e a gente jamais o trazer um
pensamento nosso para tentar de alguma
maneira eh julgar algum ato de Deus ou
algo que Deus esteja fazendo que não
entendemos. Sequer chegamos perto da sua
mente, não o usamos, não o usamos. Nós
nos inclinamos diante da sua vontade,
maravilhados.
Ó profundidade
da sabedoria e do conhecimento de Deus.
Quão insondáveis são seus juízos e
impenetráveis os seus caminhos. Quem
conheceu a mente do nosso Senhor que
dirá julgar essa mente?
Quem foi seu conselheiro? Ou quem
primeiro deu a ele para depois receber?
Porque dele, por ele e para ele são
todas as coisas. Glória, pois sejam
dadas a ele eternamente.
Ó Deus, é o que queremos fazer. Ó Deus,
esse sangue
é a única coisa que nos coloca de pé
diante de ti. Não acrescentamos nada,
Senhor Pai, a obra do teu filho, nem
acrescentaremos na eternidade, porque
todas as coisas que viveremos para todo
sempre são apenas fruto daquilo que ele
fez sozinho. sempre, Senhor, Pai, toda
glória, toda honra, ó Deus, será para
aquele, Senhor Deus, que redimiu um povo
e que comprou para nós agora e na
eternidade todas as coisas que vão te
honrar em nossas vidas e todo deleite
que teremos para sempre em ti,
contemplando a tua glória na face do teu
filho para sempre. Nós te agradecemos em
nome de Jesus. Amém. Tomamos todos o
cálice.
Ah, ele é digno, mais digno do que
nossas músicas podem dizer, mais do que
nossos corações podem sentir, mais do
que nossas mentes podem compreender.
Então, nós só colocamos nosso ó e nós o
adoramos
nas pequenez do que somos, mas cheia
da satisfação
que ele é como pão e água para nós.
Vamos cantar.
Vem, Espírito de Deus,
revelar armas de Cristo.
Só a Cristo Jesus
conhecer desejamos.
Vem espírito,
venha luz encher vem nos conformar
a Jesus, o Senhor,
frui espírito,
teu viver em nós, nós clamamos
a ti.
Vem mostrar-nos,
Jesus.
Espírito nos dá.
O caráter de Cristo
nos revele seu amor.
>> Seu corpo nós somos.
Vem, Espírito,
venha a nos encher,
vem nos conformar
a Jesus, o Senhor,
espírito,
viver em nós, nós clamamos
a ti.
Vem mostrar-nos
Jesus.
Vem mostrarnos
Jesus.
Vem mostrar-nos
Jesus
Cristo.
com tua graça,
consolador
nos faz mostrar.
Só Jesus,
só tua presença
sempre nos guia.
A Deus filho
Jesus Cristo
vem com tua graça.
Consolador
nos faz mostrar
só Jesus,
só a tua presença
sempre nos guia.
A Deus filho
Jesus Cristo.
Vida eterna
só há em Jesus.
Vivemos
pra sua glória.
Jesus Cristo
reinará sem fim.
E nele
viveremos.
Vem com tua graça.
Consolador
nos faz mostrar.
Só Jesus,
só tua presença
sempre nos guia.
A Deus filho
Jesus Cristo. Oh.
Vem com tua graça
consolador
nos faz mostrar
Só Jesus,
só a tua presença
sempre nos guia.
A Deus filho
Jesus Cristo.
Vem Espírito,
venha nos encher.
nos conformar
a Jesus, o Senhor.
Fui espírito,
teu viver em nós. Nós clamamos
a ti.
>> Vem mostrar-nos
Jesus.
>> Vem mostrarnos.
Jesus Cristo,
vem mostrarnos
Jesus
Cristo
vem mostrarnos
Jesus
Cristo.
Vem mostrarnos
Jesus
Cristo
vem mostrarnos
Jesus.
Cristo,
vem mostrar-nos
Jesus
Cristo.
>> Aleluia. Tudo que precisamos, queridos.
Que o Pai nos mostre pelo seu espírito
mais e mais de Cristo. Leve-nos na tua
paz, Deus. Obrigado pela tua igreja, ó
Deus. Obrigado pela tua igreja, Senhor
Deus, ô Deus dos santos já glorificados
do passado, da tua igreja no mundo hoje,
Senhor Pai, e daquela, Senhor Deus, que
ainda virá quando nós não estivermos
mais aqui. Nós sabemos que até tu
chamar, Senhor Pai, o último, Senhor,
Pai, daqueles que tu, Deus teu filho,
tu, Senhor Pai, manterá, ó Deus, essa
história, Senhor Pai, este mundo. E nós
descansamos em ti, Deus. Descansamos
porque sabemos, Senhor Deus, que tu
começaste a boa obra em nós e tu
terminarás. nos dê a tua paz em nome de
Jesus. Amém. Amém.

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