Conferência Fiel / RR | Perguntas e Respostas, com Joel Lopes, Tiago Santos e Gilson Santos
23/04/2026
Conferência Fiel / RR | Perguntas e Respostas, com Joel Lopes, Tiago Santos e Gilson Santos
Conferência Fiel Portugal / RR 2026 – Ritmos da Graça
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Fonte: Ministério Fiel
Legendas automáticas:
que é um privilégio podermos ter e agora estes nossos irmãos pastores com muita experiência já com aquilo que o Senhor nos tem dado, não é? O Senhor tem dá à igreja e dá às igrejas o privilégio de poder eh trabalhar mediante ministérios, mediante vidas. E este estes jovens têm sido uns exemplos para nós. E agora vamos usar este tempo para eh responder algumas perguntas que foram colocadas. E as perguntas que foram colocadas foram eh voltadas para a oração. Ainda assim, se nós tivermos um pouco de tempo, podemos também abordar a questão eh da igreja e da comunhão, que é este último tópico. E, portanto, vamos começar com uma pergunta geral sobre a natureza da oração. E a pergunta que nós vamos colocar em primeiro lugar é sobre se a oração pode mudar uma circunstância. ou o que está decretado está decretado. Não [risadas] podemos deixar para alguém do tempo de Calvin poder responder à pergunta pastor Gilson. Eu eu oferecerei uma uma resposta breve e pastor Gilson pode depois consertar aqui os os erros. Eu diria que sim e que não. Eu diria que sim e que não. Nós simplesmente não temos condições de entender a ação de Deus, os decretos de Deus do ponto de vista de Deus. e nem somos chamados a isto e não temos essa capacidade. E e portanto eh não cabe a nós até mesmo especular sobre como Deus faz as coisas que são reservadas somente a ele. E nós nós podemos oferecer a a percepção das coisas a partir da nossa perspectiva. Sim, em nossa perspectiva, nós lidamos com situações que nos parecem impossíveis e que estão absolutamente além das nossas forças e da nossa capacidade. E nós as colocamos diante de Deus e nós oramos e nós entregamos isto nas mãos de Deus. E por vezes as circunstâncias mudam e as coisas elas acontecem de uma maneira que nos surpreende. E isso pode se dar de muitas maneiras, às vezes de uma forma eh miraculosa e espantosa e até instantânea. E tantas outras por meio de processos, por Deus é um Deus de meios, ele usa meios, às vezes meios ordinários até para que as coisas aconteçam. Então, do nosso ponto de vista, as circunstâncias impossíveis mudaram e é possível que mudem. Quem disse que para Deus é assim e que Deus olha para as circunstâncias da mesma maneira que nós olhamos, ele vê o quadro sempre completo. Ele já está lá na frente. Nós não. Nós temos o tempo, nós temos a trajetória, nós temos o caminho e e Deus já está lá. Foi ele quem traçou tempo, trajetória e caminho. Ele tá acima do tempo, trajetória e caminho, entende? Então é por isso que para nós as circunstâncias às vezes mudam de uma maneira que são que que até mesmo espantosa. E eu já eu disse que ia ser breve, já não fui. Mas eu eu queria dar um exemplo aqui. Puxa vida, eh nós vivemos um um dia muito emocionante em nossa igreja. há cerca de três, quro semanas, talvez uma das situações mais eh dramáticas, emocionantes e e especiais que nós vivemos em nossa igreja. nossa igreja, uma irmã nossa muito amada, constituiu família ali no nosso contexto. Casou-se com um irmão de nossa igreja e tiveram seis, seis filhos. Na quando nasceu a sexta criança, essa essa jovem mãe teve um AVC terrível, avaçalador. Isso foi no ano 2016, seguido de um segundo AVC ainda mais grave do que o primeiro. E ela se se viu numa situação absolutamente impossível. Tava em coma e desenganado pelos médicos. a não havia esperança de qualquer tipo de cura para aquela situação. E aquilo foi devastador porque uma família muito amada, muito presente na vida da igreja e uma irmã muito querida e agora a gente se via numa situação em que a gente colocava aquilo diante de Deus e oração e pedindo, clamando e suplicando. e o esposo dela, que sempre um homem muito muito crente, ele ele foi vendo a sua fé se evanecer, desaparecer nesse caminho, sabe? E eu me lembro que em uma das visitas que eu fiz ao hospital com ele, não é, em São Paulo, ela estava internada numa num hospital especializado neurologia lá no Hospital Santa Paula, São Paulo. E a gente chegava lá e ela com literalmente um buraco na cabeça, tiraram um pedaço da calota craniana dela, aquela irmã. E ele dizia assim: "Se pelo menos ela pudesse abrir os olhos". Porque ele já não cria que Deus podia responder as orações. Se pelo menos ela pudesse abrir os olhos. E sabe o que aconteceu? Um tempo depois ela abriu os olhos. Ele continua ainda sem sem acreditar que Deus podia fazer alguma coisa. Mas se pelo menos ela pudesse se comunicar, de repente a gente viu que ela podia se comunicar com os olhos, mas ela não mexia as mãos. Ele um dia, ele pegou a mão dela, soltou assim, mas pelo menos ela pudesse voltar a mexer as mãos. Ela voltou a mexer as mãos. E isso, gente, foi com o passagem do dos meses, dos anos. Ah, mas se pelo menos ela pudesse ter um pouquinho de mobilidade. Agora ela começou a andar na cadeira de roda. Pelo menos ela pudesse falar, voltou a falar quatro domingos atrás. Ela tem vindo aos nossos cultos uma vez por mês, normalmente os dias de seia. Aconteceu algo extraordinário. Era um domingo de seia, a igreja lotada. Foi, foi o último domingo desse homem aqui lá nossa igreja. Ele viu algo que a gente não tinha visto porque tinha muita gente na igreja, tava muito cheio, não é? E ela chegou um pouco depois, ele foi lá dirigir a nossa ceia. Ele disse assim: "Deus humilhou a nossa incredulidade, porque hoje eu vi essa menina que estava morta, morta, entrar andando por esse salão de culto." E aí ele deu um grito lá da frente e disse: "Renata, levanta." Ela levantou e a igreja toda foi abaixo em lágrimas, em alegria e aquilo que era impossível, uma circunstância que para nós era impossível. pela graça de Deus e pelo poder de Deus, operando na vida daquela jovem que trabalhou muito duro com fisioterapia, com tratamento médico, mas seguramente com aquela mão de Deus invisível que foi operando em cada momento da vida dela, em cada pequena vitória que ela obteve. E e assim humilha a nossa perspectiva das coisas. era impossível, mas as circunstâncias mudaram, mudaram. Eu eu vi essa jovem sair andando da da igreja aquele dia e aquilo foi uma coisa assim que é que derreteu o coração da gente. Então, eu creio no poder da oração e eu creio que Deus usou as muitas orações, inclusive de gente deste país e do mundo inteiro que tomou conhecimento do caso dela. Gente de vários outros países na nossa nação, muitas igrejas foram miríades de vozes, de súplicas e de petições colocadas diante de Deus. E eu creio que Deus usou cada uma dessas orações como parte do propósito dele na vida dela para colocá-la de pé naquele dia diante de todos nós. Então eu diria que sim e que não. Essa foi minha resposta curta, gente, mas foi boa. Há duas coisas que você precisa ter muito seguramente. A primeira delas é que Deus é inteiramente sábio, transcendente, perfeito, tem absoluto controle sobre todas as coisas. Não há um único fio da nossa cabeça, do nosso cabelo, que caia sem que Deus queira, ordene, [roncando] sustente. Não há um único movimento no fundo dos mares ou na mais distante extremidade do universo. Que escape ao controle, ao domínio, a previsão, a soberania, o planejamento de Deus. Nada. E isto é uma verdade. Estão geralmente nos primeiros capítulos das nossas confissões de fé. E nós estamos crer nisto e afirmar isto e descansar nisto. Isto é uma coisa. A outra coisa é Deus vai usar as minhas e as nossas orações para fazer coisas extraordinárias. E ele quer isto e ele quer que nós nos lembremos disto. Nad e eu fomos visitar Renata naquele hospital. E ela estava lá declarada morta. A nossa filha mais velha, mais nova naquele dia, foi conosco, desmaiou. Ela não suportou aquela situação. Era um hospital de de como chama? Cuidados paliativos, mais que cuidados paliativos. É era aquele hospital que em que as pessoas não vão praticar eutanásia, entende? Quees têm convicção de que não devem praticar eutanásia. Entretanto, deixam ali para aguardar o momento do óbito. Era onde a Renata chegou. E, irmãos, Deus quer usar as orações nossas para exatamente realizar coisas que nós julgamos nas nossas incredulidades, impossíveis. E ele há exemplos e exemplos e exemplos nas escrituras e na história e hoje e no Brasil, em Portugal. Pastor J, como é que essas duas coisas combinam, juntam, harmonizam-se? Eu não sei. Pergunta aquele senhor ali. Eh, simplesmente há coisas, irmãos, que nós precisamos entender o seguinte. Nós somos seres que que nós somos muito limitados ao tempo. Todos nós nós somos seres ajustados para viver no tempo e no espaço com uma cachola que não passa de dois palmos. [risadas] E nós, será que a gente vai dar conta de de harmonizar todos esses grandes e profundos mistérios de Deus? Certamente, [roncando] eu já li alguns capítulos sobre esse assunto, não é? aquele livro, A oração que Deus responde, tem um um capítulo, tem uma parte muito interessante sobre isto. >> Guiapé foi traduzido por João Nunes aqui, português, francês, do francês pro João Nunes. uma parte importante ali, mas eu não quero trazer isto, nem tenho interiço, porque eu quero que nós nos lembremos que Deus tem o controle de tudo e a gente pode descansar nisso. E segundo, que Deus quer usar as nossas orações, as minhas e as suas, para fazer para que coisas extraordinárias sejam derramadas por ele. Descansa nisso e crê nisso e talvez você vai sossegar. Que Deus te abençoe, tá bom? Só adicionar um pouco. Hã, portanto, Deus tem os seus propósitos, tem os seus decretos. Sim, Deus também ordena os meios através dos quais faz acontecer esses propósitos e esses decretos. E ah nós, como já foi dito, não sabemos quais são exatamente os decretos de Deus, mas nós somos chamados a orar. Jesus diz para sermos como aquela viúva insistente, persistente. O que nos cabe é fazer isso. Tiago ah também nos diz: "Não tendes porque não pedis". Então, somos chamados a pedir e naquilo que Deus tem determinado e que nós não conhecemos, naquilo que somos chamados a pedir, quando nós pedimos e vamos de facto pedir como devemos de pedir, porque Tiago depois vai expandir essa ideia e ele vai dizer que não temos também, porque eh quando pedimos, pedimos mal, pedimos de forma autocentrada para os nossos prazeres. Então, este pedir tem que ser um pedir numa dependência, de acordo com aquilo que já ouvimos também antes acerca da oração, uma dependência que confia, que é fé. Essa era é a oração da fé. Ah, a oração da fé não é só acreditar que Deus pode fazer aquela coisa extraordinária, mas é oração que confia naquilo que Deus vai fazer, seja o que for, seja para a direita, seja para a esquerda. E quando nós entramos nesse lugar, quando nós nos sentamos nesse lugar de exatamente ir a Deus em dependência, sabendo que ele é que sabe, que ele é sábio, então isso vai nos colocar sempre no lugar certo para a resposta de Deus, seja ela uma, seja outra, seja a transformação daquela circunstância de acordo com aquilo que nós até estávamos a orar, ou seja, com a não alteração da circunstância de acordo com aquilo que nós mais desejávamos e ensávamos tanto num lugar como noutro. Se numa resposta ou noutra, se estivermos nesse lugar de dependência em que pedimos com esta fé, nós vamos conseguir ter alegria. Uma alegria que não é refém de circunstâncias, mas uma alegria que, de facto, confia no Senhor e que o desfeixo é aquilo que o Senhor sabe que é o mais sábio e que é o melhor e que contribui para o meu bem. E o meu bem é eu ser cada vez mais parecido com Jesus. Então, nós somos chamados a pedir, não sabemos quais são os desígnios de Deus. Somos chamados a orar. Por isso, nas nossas reuniões de oração, nas nossas orações individuais, oramos pelo impossível. Nossa igreja em Faro. Nós oramos pela Renata também há muito tempo lá atrás, quando eu fui visitar o seminário eh em 2015, salvo erro, estava tudo muito recente. Nós oramos, então nós oramos pelo extraordinário, oramos, somos chamados a fazer isso e somos chamados a fazer isso de forma persistente. E quando Deus responde, existe uma alegria diferente na forma como ela é experimentada, como ele é vivida na sua intensidade por quem esteve ali constantemente, insistentemente a orar. Assiste ali na primeira fila à aquilo que acontece. Então, esta chamada oração que Deus nos dá não é que altere os seus decretos. Mas coloca-nos a nós num lugar de prazer, de alegria ou num lugar de paz e de tranquilidade quando o desfeixo não é aquilo que esperávamos. Nós estamos no melhor lugar. É para a nossa alegria. É um privilégio para nós de uma forma ou de outra esse chamado à oração. Então, oremos. Oremos de uma forma ou de outra. Oremos. Essa é a minha minha resposta. Muito obrigado. E as próximas perguntas, elas relacionam-se todas, interlaçam-se mais ou menos no tema. Deixem-me só dar aqui uma uma questão acerca de uma das perguntas que tem a ver com uma passagem específica. quem a fez. Eh, como nós não teremos tempo para eh responder a todas as perguntas, quem a fez depois pode eh falar com o Tiago. Exato. Exato. Com aquele senhor ali. Eh, mas pode pode depois falar especificamente, até porque exige justo do contexto e daquilo que está a falar, eh, o texto em si, mas estava relacionado com este tema que eu vou colocar estas duas perguntas juntas e poderão responder a elas. Uma diz: "Até que ponto a falta de fé interfere na resposta da oração? E a segunda, se existe algo que pode bloquear as nossas orações. Joel citou texto de Tiago. Nada tendes porque não pedirdes. E muitas vezes a gente pede mal ainda. É assim. Não é? Nós às vezes pedimos mal e nisto há muitas coisas envolvidas, desde motivações ulteriores que não glorificam a Deus. E nesse ponto lembrar daquele texto Salmo 37 verso 4, tão importante, não é? Agrada-te do Senhor e ele satisfará os desejos do teu coração. Há um argumento cíclico importante aí. Deus vai responder aquelas orações que estão que glorificam o nome dele. Por isso, nós inclusive oramos em nome de Jesus. Então, na medida que o nosso coração agrada-se do Senhor e das coisas do Senhor, é é exatamente isso que Deus vai responder. Mas às vezes nossas motivações, os nossos desejos são maus. Eh, e isto bloqueia as nossas orações. Deus não vai responder pedidos que não glorificam o nome dele. É por isso que precisamos submeter nossa mente, nosso coração, nossos afetos à vontade do Senhor. Tanto, tanto quanto fizermos isso, não é? Tanto quanto, creio as orações serão respondidas, não é? De modo que talvez a gente perceba, talvez não, mas que o nome do Senhor seja glorificado. E o Senhor Jesus Cristo nos chama todos à fé. Ele censura muitas vezes os seus discípulos por falta de fé. Quando ele faz cessar o vento e tranquiliza o mar naquela tempestade, ele indaga dos seus discípulos: "Onde está a vossa fé? Como é que não tendes fé? O porque sois tímidos na fé? A fé é esta confiança que nós temos no Senhor e no seu poder. É uma confiança, é uma segurança, é uma certeza de quem nós sabemos quem Deus é. Nós nos fiamos nele, nós nos inclinamos para ele. Não é isso? É fé. A fé implica isto, não é a fidúcia. É assim que os reformadores falavam, não é? a confiança. E se não temos confiança no Senhor, não é? Tampouco ele haverá de nos ouvir, porque isso significa que a nossa oração não é para ele. Ela não é para ele se ela não confia. Então a fé é necessária. Agora, a beleza da fé é que ela não nasce no coração da gente por conta própria. Ela é também uma dádiva de Deus. É Deus quem faz pelo espírito dele brotar a fé no coração, não é? Agora um ponto final aqui, depois passa a pastor Gilson, é dizer que interessante, quando a gente pensa em fé, o mais importante é considerar o objeto da fé, não tanto o tamanho da fé. Jesus fala que uma fé pequenininha, do tamanho de um grãozinho de mostarda. Ele usa sempre muito exemplos da agricultura. As pessoas sabiam exatamente que era um grão de mostarda. E ele diz que mesmo a fé assim, se tiver o objeto certo, não é? Deus acolhe, Deus se agrada dessa fé, não é? Deus responde por essa fé, porque vem dele mesmo, mesmo que seja pequenininha. Eu acho muito eh significativa uma passagem quando o Senhor Jesus Cristo tá lá registrado em Marcos eh capítulo 9, quando ele desce daquele monte onde ele eh foi transfigurado ali diante de Pedro, de João, de Tiago, tendo a lei, os profetas representados em Moisés e Elias ali, aquela cena maravilhosa, ele desce e tem uma confusão lá embaixo. Os discípulos dele estavam discutindo com alguns fariseus, eles não conseguiram eh ajudar uma um pai cujo filho estava dominado por um um espírito maligno. E então aquele homem, ele chega trêmulo diante de Jesus e e ele então falou assim: "Se o Senhor puder, o Senhor, por favor, me ajude". Aí Jesus diz assim: "Se podes, tudo é possível o que crê". Aí sabe qual que é a resposta dele que eu acho extraordinária? Ele responde assim: "Eu creio. Ajuda-me na minha falta de crença. Eu tenho fé. Ajuda-me na minha falta de fé". Que que tá dizendo? Que a fé dele era uma fé pequena. Era uma fé eh que tinha dúvidas, é uma fé que tinha medos, mas ela tinha objeto certo, porque ele se dirige a Jesus. E mesmo uma fé pequenininha daquela é suficiente para que Jesus acolha e ajude aquele homem, não é? e ajude aquela criança. Então, me parece que e a escritura quer chamar a gente a um tipo de confiança que mesmo quando ainda tímida, tem o seu objeto na pessoa e obra de Jesus Cristo. E que é isso que Deus vai usar, porque é o que glorifica o nome dele. [roncando] >> Ontem na palavra de Jonatas, ele lembrou um pedido dos discípulos a Jesus. Os discípulos fizeram dois pedidos a Jesus Cristo e esses pedidos são excelentes. Primeiro deles foi vendo Jesus orar, eles pediram: "Ensina-nos a orar". E o segundo pedido que os discípulos fizeram foi: "Aumenta-nos a fé". Eu queria trazer agora a nesse nesse momento que nós pensamos a oração, a necessidade de nós lembrarmos que a evidência da fé, uma evidência da fé que nós oramos, Jesus contou duas parábolas sobre a oração. por contraste para mostrar a perseverança na oração. E ao terminar, a contou tanto a da viúva e o juiz, quanto do vizinho inoportuno que recebe a visita. São duas parábolas de Jesus para nos ensinar a sermos perseverantes na oração. Em Lucas, ele dirá assim: "Contou-lhes uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer". E ele termina aquele relato com uma pergunta. Ao contar a parábola, ele conclui com uma pergunta. Ele disse: "Porventura, quando vier o filho do homem, achará o quê?" Fé na terra. Observe que na Escritura, fé e oração estão sempre necessariamente, umbilicalmente conectados. Quando o Senhor traz-nos fé, isso nos leva à oração. Por isso que Thago já foi, já mencionou, quando você pedir sabedoria, peça, porém, com fé, não duvidando, porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma parte para outra. Ele vai falar lá na frente sobre os meios. Já eu bem falava ali. Eh, está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja e orem sobre ele, ungindo com azeite em nome do Senhor. E a oração, quem lembra? da fé salvará o doente e o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, serão perdoados. Irmãos, que o Senhor aumente a nossa fé e que nós oremos com confiança, com perseverança, com constância, com confiança. E o Senhor vai esclarecendo. Às vezes nós não sabemos o que que vai acontecer, se ainda é se o Senhor vai dar aquela resposta ou não. Mas sabe que Deus duas circunstâncias? Quero ver dois exemplos. Um deles é: Lembram-se de Ana? Ana, mãe de Samuel, lembram-se que ela não tinha filhos e ela fazia algo além das das muitas lágrimas do pranto, não é? Ela fazia o quê, irmãs, irmãs, ela orava, ela vai ao tabernáculo em Silo, em Siló. E ela ora, ela ora balbuciando palavras e o sacerdote eh, aparta-te deste teu vinho. E ela disse: "Meu Senhor, eu não sou mulher empregada, eu sou mulher aflita. Eu oro por um filho e ela expõe a necessidade e aí o sacerdote faz algo. Discernindo aquele momento, o sacerdote a abençoa naquele processo. Eu imagino que a convicção dela foi acentuada, foi confirmada. Ela volta para casa já renovada. No ano seguinte ela já não volta. Sabe por quê? Porque ela engravidou. Quando ela traz o filho, depois de desmamado, ela apresenta ao sacerdote e disse assim: "Por este menino, irmãs, o que que ela que que ela disse?" "Eu orava" eu. OK. Ela não tinha ainda a clareza, mas ela, o senhor foi confirmando. Outro exemplo, Jairo. Jairo vem buscar. Olha, a minha menina está à morte, está aí, vai no caminho. Jesus se envolve, se dedica ali a uma mulher com fluxo de sangue, não é? Eh, também com a hemorragia há 12 anos. Isso é muito a idade da a idade da menina. E aí recebe a notícia Jairo no caminho. Não incomodes mais o mestre. A tua filha já morreu. Jesus simplesmente fala assim: "Não temas, creia apenas". OK, irmãos? Às vezes nós não temos total clareza, mas o Senhor usa a igreja, o Senhor usa elementos da providência, o Senhor usa pessoas, o Senhor usa os presbíteros da igreja, o Senhor usa a palavra, o Senhor usa uma conferência como esta e aquilo vai nos trazendo clareza e a nossa fé vai sendo fortalecida. [roncando] Mas eu fecho. Nós não podemos dizer que temos fé se não oramos. E a nossa oração fortalece a nossa fé. Ensina-nos a orar, aumenta-nos a fé. Eu acho que esses são dois pedidos para nós fazermos sempre. Só só adicionar aqui uma uma nota a partir de um texto eh de Pedro em que Pedro fala de uma possibilidade de uma situação em que as orações podem de facto ser interrompidas. E aqui no caso, relativamente aos maridos que falham no seu na sua responsabilidade de cuidar bem com das suas esposas, de tratá-las com dignidade. E no texto que foi há pouco mencionado de Tiago h acerca da fé e daquilo que ela pode fazer, também é mencionado que a oração do justo pode muito em seus efeitos. Então, nós não podemos separar a questão do nosso da nossa vida cristã de obediência àquilo que Deus pede de nós, da nossa fé. A nossa fé materializa-se exatamente pelas obras. A a nossa fé é evidenciada por aquilo que nós fazemos, pela forma como nós respondemos à palavra de Deus no nosso dia a dia. Então, ah, a forma como nós vamos tratar os outros, aqui no caso Pedro aborda, a questão das mulheres vai revelar se nós somos de facto pessoas de fé ou se não somos pessoas de fé. Então, mais uma vez, fé não é só esta crença mística supersticiosa de que eu acredito que Deus pode fazer alguma coisa. OK? Há essência de confiança, mas essa confiança manifesta-se em todas as áreas ou procura-se manifestar em todas as áreas da minha vida em que eu vou fazer aquilo que Deus diz. Eu confio naquilo que ele fala e por isso eu vou agir da forma como ele pede. Então a a oração da fé é oração também daquele que vive nessa confiança em Deus na sua vida prática, no seu dia- a dia. Era só para adicionar este aspecto aqui, porque ah nós, não vivendo esta vida justa, estamos a demonstrar que não temos, de facto, uma fé genuína, uma fé verdadeira. E essa fé, então, a ausência dessa fé com obras, Deus não ouve nas nossas orações. Muito obrigado. E ficaríamos aqui muito mais tempo se o tivéssemos, mas não o temos. Mas também é uma boa oportunidade e eu fiz a experiência, nós tínhamos pelo menos mais uma pergunta e fiz a experiência e fui ao Bible AI. Já ouviram falar? E tem aqui excelentes artigos, inclusive do Voltemos ao Evangelho para responder à pergunta. Então, se não obtiveram resposta podem ir ao Bible Ai e aí encontrar pelo menos artigos, bons artigos do Voltemos ao Evangelho, do Ministério Fiel que podem também ajudar nessa mesma resposta. Muito obrigado pela vossa disponibilidade, sabedoria, que o Senhor vos continua a abençoar também. >> Amém. E voltamos às 7:45. 7:45 para ouvir sobre a igreja e o membro, o membro e a igreja. Um bom jantar.