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A fé vem pelo ouvir

Conferência Fiel / RR | Perguntas e Respostas, com Joel Lopes, Tiago Santos e Gilson Santos

Conferência Fiel / RR | Perguntas e Respostas, com Joel Lopes, Tiago Santos e Gilson Santos

Conferência Fiel / RR | Perguntas e Respostas, com Joel Lopes, Tiago Santos e Gilson Santos

Conferência Fiel Portugal / RR 2026 – Ritmos da Graça

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Legendas automáticas:

que é um privilégio podermos ter e agora
estes nossos irmãos pastores com muita
experiência já com aquilo que o Senhor
nos tem dado, não é? O Senhor tem dá à
igreja e dá às igrejas o privilégio de
poder eh trabalhar mediante
ministérios, mediante vidas. E este
estes jovens têm sido uns exemplos para
nós. E agora vamos usar este tempo para
eh responder algumas perguntas que foram
colocadas. E as perguntas que foram
colocadas foram eh voltadas para a
oração. Ainda assim, se nós tivermos um
pouco de tempo, podemos também abordar a
questão eh da igreja e da comunhão, que
é este último tópico. E, portanto, vamos
começar com uma pergunta geral sobre a
natureza da oração. E a pergunta que nós
vamos colocar em primeiro lugar é sobre
se a oração pode mudar uma
circunstância.
ou o que está decretado está decretado.
Não [risadas]
podemos deixar para alguém do tempo de
Calvin poder responder à pergunta pastor
Gilson.
Eu
eu oferecerei uma uma resposta breve e
pastor Gilson pode depois consertar aqui
os os erros.
Eu
diria que sim e que não.
Eu diria que sim e que não. Nós
simplesmente não temos condições
de entender a ação de Deus, os decretos
de Deus do ponto de vista de Deus.
e nem somos chamados a isto
e não temos essa capacidade.
E e portanto eh não cabe a nós até mesmo
especular sobre como Deus faz as coisas
que são reservadas somente a ele.
E nós nós podemos oferecer a a percepção
das coisas a partir da nossa
perspectiva.
Sim, em nossa perspectiva, nós lidamos
com situações que nos parecem
impossíveis
e que estão absolutamente além das
nossas forças e da nossa capacidade. E
nós as colocamos diante de Deus e nós
oramos e nós entregamos isto nas mãos de
Deus. E por vezes as circunstâncias
mudam
e as coisas elas acontecem de uma
maneira que nos surpreende. E isso pode
se dar de muitas maneiras, às vezes de
uma forma eh miraculosa e espantosa e
até instantânea. E tantas outras por
meio de processos, por Deus é um Deus de
meios, ele usa meios, às vezes meios
ordinários até para que as coisas
aconteçam.
Então, do nosso ponto de vista, as
circunstâncias impossíveis mudaram
e é possível que mudem.
Quem disse que para Deus é assim e que
Deus olha para as circunstâncias da
mesma maneira que nós olhamos, ele vê o
quadro sempre completo. Ele já está lá
na frente. Nós não. Nós temos o tempo,
nós temos a trajetória, nós temos o
caminho e e Deus já está lá. Foi ele
quem traçou tempo, trajetória e caminho.
Ele tá acima do tempo, trajetória e
caminho, entende? Então é por isso que
para nós as circunstâncias às vezes
mudam de uma maneira que são que que até
mesmo espantosa.
E eu já eu disse que ia ser breve, já
não fui. Mas eu eu queria dar um exemplo
aqui.
Puxa vida,
eh nós vivemos um um dia muito
emocionante em nossa igreja. há cerca de
três, quro semanas, talvez uma das
situações mais eh dramáticas,
emocionantes e e especiais que nós
vivemos em nossa igreja.
nossa igreja, uma irmã nossa muito
amada, constituiu família ali no nosso
contexto. Casou-se com um irmão de nossa
igreja e tiveram seis, seis filhos.
Na quando nasceu a sexta criança, essa
essa jovem mãe teve um AVC terrível,
avaçalador. Isso foi no ano 2016,
seguido de um segundo AVC ainda mais
grave do que o primeiro.
E ela se se viu numa situação
absolutamente impossível. Tava em coma
e desenganado pelos médicos.
a não havia esperança
de qualquer tipo de cura para aquela
situação. E aquilo foi devastador porque
uma família muito amada, muito presente
na vida da igreja e uma irmã muito
querida e agora a gente se via numa
situação em que a gente colocava aquilo
diante de Deus e oração e pedindo,
clamando e suplicando. e o esposo dela,
que sempre um homem muito muito crente,
ele ele foi vendo a sua fé se evanecer,
desaparecer
nesse caminho, sabe?
E eu me lembro que em uma das visitas
que eu fiz ao hospital com ele,
não é, em São Paulo, ela estava
internada numa num hospital
especializado neurologia lá no Hospital
Santa Paula, São Paulo.
E a gente chegava lá e ela com
literalmente um buraco na cabeça,
tiraram um pedaço da calota craniana
dela, aquela irmã. E ele dizia assim:
"Se pelo menos ela pudesse abrir os
olhos". Porque ele já não cria que Deus
podia responder as orações.
Se pelo menos ela pudesse abrir os
olhos.
E sabe o que aconteceu? Um tempo depois
ela abriu os olhos.
Ele continua ainda sem sem acreditar que
Deus podia fazer alguma coisa.
Mas se pelo menos ela pudesse se
comunicar, de repente a gente viu que
ela podia se comunicar com os olhos,
mas ela não mexia as mãos. Ele um dia,
ele pegou a mão dela, soltou assim, mas
pelo menos ela pudesse voltar a mexer as
mãos.
Ela voltou a mexer as mãos.
E isso, gente, foi com o passagem do dos
meses, dos anos.
Ah, mas se pelo menos ela pudesse ter um
pouquinho de mobilidade.
Agora ela começou a andar na cadeira de
roda.
Pelo menos ela pudesse falar, voltou a
falar
quatro domingos atrás. Ela tem vindo aos
nossos cultos uma vez por mês,
normalmente os dias de seia.
Aconteceu algo extraordinário.
Era um domingo de seia, a igreja lotada.
Foi, foi o último domingo desse homem
aqui lá nossa igreja.
Ele viu algo que a gente não tinha visto
porque tinha muita gente na igreja, tava
muito cheio, não é? E ela chegou um
pouco depois, ele foi lá dirigir a nossa
ceia. Ele disse assim: "Deus humilhou a
nossa incredulidade,
porque hoje eu vi essa menina que estava
morta, morta, entrar andando por esse
salão de culto." E aí ele deu um grito
lá da frente e disse: "Renata, levanta."
Ela levantou
e a igreja toda foi abaixo em lágrimas,
em alegria
e aquilo que era impossível, uma
circunstância que para nós era
impossível.
pela graça de Deus e pelo poder de Deus,
operando na vida daquela jovem que
trabalhou muito duro com fisioterapia,
com tratamento médico, mas seguramente
com aquela mão de Deus invisível que foi
operando em cada momento da vida dela,
em cada pequena vitória que ela obteve.
E e assim humilha a nossa perspectiva
das coisas. era impossível, mas as
circunstâncias mudaram, mudaram. Eu eu
vi essa jovem sair andando da da igreja
aquele dia e aquilo foi uma coisa assim
que é que derreteu o coração da gente.
Então, eu creio no poder da oração e eu
creio que Deus usou as muitas orações,
inclusive de gente deste país e do mundo
inteiro que tomou conhecimento do caso
dela. Gente de vários outros países na
nossa nação, muitas igrejas foram
miríades de vozes, de súplicas e de
petições colocadas diante de Deus.
E eu creio que Deus usou cada uma dessas
orações como parte do propósito dele na
vida dela para colocá-la de pé naquele
dia diante de todos nós. Então eu diria
que sim e que não. Essa foi minha
resposta curta, gente,
mas foi boa.
Há duas coisas que você precisa ter
muito seguramente.
A primeira delas
é que Deus é inteiramente sábio,
transcendente,
perfeito,
tem absoluto controle sobre todas as
coisas.
Não há um único fio da nossa cabeça, do
nosso cabelo, que caia
sem que Deus
queira,
ordene,
[roncando] sustente.
Não há um único movimento
no fundo dos mares
ou
na mais distante extremidade
do universo.
Que escape
ao controle, ao domínio, a previsão,
a soberania, o planejamento de Deus.
Nada.
E isto é uma verdade.
Estão geralmente nos primeiros capítulos
das nossas confissões de fé.
E nós estamos crer nisto e afirmar isto
e descansar nisto.
Isto é uma coisa. A outra coisa é
Deus vai usar as minhas e as nossas
orações
para fazer coisas
extraordinárias.
E ele quer isto
e ele quer que nós nos lembremos disto.
Nad e eu fomos visitar Renata naquele
hospital.
E ela estava lá declarada morta. A nossa
filha mais velha, mais nova naquele dia,
foi conosco, desmaiou. Ela não suportou
aquela situação.
Era um hospital de de como chama?
Cuidados paliativos, mais que cuidados
paliativos. É era aquele hospital que em
que as pessoas não vão praticar
eutanásia,
entende? Quees têm convicção de que não
devem praticar eutanásia. Entretanto,
deixam ali para aguardar o momento do
óbito. Era onde a Renata chegou.
E,
irmãos, Deus quer usar as orações nossas
para exatamente realizar coisas que nós
julgamos nas nossas incredulidades,
impossíveis.
E ele há exemplos e exemplos e exemplos
nas escrituras e na história e hoje e no
Brasil, em Portugal.
Pastor J, como é que essas duas coisas
combinam, juntam, harmonizam-se?
Eu não sei. Pergunta aquele senhor ali.
Eh, simplesmente
há coisas, irmãos, que nós precisamos
entender o seguinte. Nós somos seres
que que nós somos muito limitados ao
tempo. Todos nós nós somos seres
ajustados para viver no tempo e no
espaço
com uma cachola que não passa de dois
palmos. [risadas]
E nós, será que a gente vai dar conta de
de harmonizar todos esses grandes e
profundos mistérios de Deus?
Certamente, [roncando] eu já li alguns
capítulos sobre esse assunto, não é?
aquele livro, A oração que Deus
responde, tem um um capítulo, tem uma
parte muito interessante sobre isto.
>> Guiapé foi traduzido por João Nunes
aqui, português, francês, do francês pro
João Nunes. uma parte importante ali,
mas eu não quero trazer isto, nem tenho
interiço, porque eu quero que nós nos
lembremos
que Deus tem o controle de tudo
e a gente pode descansar nisso.
E segundo, que Deus quer usar as nossas
orações, as minhas e as suas,
para fazer para que coisas
extraordinárias sejam derramadas por
ele.
Descansa nisso e crê nisso e talvez você
vai sossegar.
Que Deus te abençoe, tá bom?
Só adicionar um pouco. Hã,
portanto, Deus tem os seus propósitos,
tem os seus decretos. Sim,
Deus também ordena os meios através dos
quais faz acontecer
esses propósitos e esses decretos.
E ah nós, como já foi dito, não sabemos
quais são exatamente os decretos de
Deus,
mas nós somos chamados a orar.
Jesus diz para sermos como aquela viúva
insistente, persistente.
O que nos cabe é fazer isso. Tiago ah
também nos diz:
"Não tendes
porque não pedis". Então, somos chamados
a pedir e
naquilo que Deus tem determinado e que
nós não conhecemos,
naquilo que somos chamados a pedir,
quando nós pedimos e vamos de facto
pedir como devemos de pedir, porque
Tiago depois vai expandir essa ideia e
ele vai dizer que não temos também,
porque eh quando pedimos, pedimos mal,
pedimos de forma autocentrada para os
nossos prazeres.
Então, este pedir tem que ser um pedir
numa dependência, de acordo com aquilo
que já ouvimos também antes acerca da
oração, uma dependência
que confia, que é fé. Essa era é a
oração da fé. Ah, a oração da fé não é
só acreditar que Deus pode fazer aquela
coisa extraordinária, mas é oração que
confia naquilo que Deus vai fazer, seja
o que for, seja para a direita, seja
para a esquerda. E quando nós entramos
nesse lugar, quando nós nos sentamos
nesse lugar de exatamente ir a Deus em
dependência, sabendo que ele é que sabe,
que ele é sábio, então isso vai nos
colocar sempre no lugar certo para a
resposta de Deus, seja ela uma, seja
outra,
seja a transformação daquela
circunstância de acordo com aquilo que
nós até estávamos a orar, ou seja, com a
não alteração da circunstância de acordo
com aquilo que nós mais desejávamos e
ensávamos tanto num lugar como noutro.
Se numa resposta ou noutra, se
estivermos nesse lugar de dependência em
que pedimos com esta fé, nós vamos
conseguir ter alegria. Uma alegria que
não é refém de circunstâncias, mas uma
alegria que, de facto, confia no Senhor
e que o desfeixo é aquilo que o Senhor
sabe que é o mais sábio e que é o melhor
e que contribui para o meu bem. E o meu
bem é eu ser cada vez mais parecido com
Jesus. Então, nós somos chamados a
pedir, não sabemos quais são os
desígnios de Deus. Somos chamados a
orar. Por isso, nas nossas reuniões de
oração, nas nossas orações individuais,
oramos pelo impossível. Nossa igreja em
Faro. Nós oramos pela Renata também
há muito tempo lá atrás, quando eu fui
visitar o seminário eh em 2015, salvo
erro, estava tudo muito recente. Nós
oramos, então nós oramos pelo
extraordinário, oramos, somos chamados a
fazer isso e somos chamados a fazer isso
de forma persistente.
E quando Deus responde,
existe uma alegria
diferente na forma como ela é
experimentada, como ele é vivida na sua
intensidade por quem esteve ali
constantemente,
insistentemente
a orar. Assiste ali na primeira fila
à aquilo que acontece. Então,
esta chamada oração que Deus nos dá não
é que altere os seus decretos.
Mas coloca-nos a nós num lugar de
prazer,
de alegria ou num lugar de paz e de
tranquilidade quando o desfeixo não é
aquilo que esperávamos.
Nós estamos no melhor lugar. É para a
nossa alegria. É um privilégio para nós
de uma forma ou de outra esse chamado à
oração. Então, oremos. Oremos de uma
forma ou de outra. Oremos. Essa é a
minha minha resposta.
Muito obrigado. E
as próximas perguntas, elas
relacionam-se todas, interlaçam-se mais
ou menos no tema. Deixem-me só dar aqui
uma uma questão acerca de uma das
perguntas que tem a ver com uma passagem
específica. quem a fez. Eh, como nós não
teremos tempo para eh responder a todas
as perguntas, quem a fez depois pode eh
falar
com o Tiago. Exato. Exato. Com aquele
senhor ali.
Eh, mas pode pode depois falar
especificamente, até porque exige justo
do contexto e daquilo que está a falar,
eh, o texto em si, mas estava
relacionado com este tema que eu vou
colocar estas duas perguntas juntas e
poderão responder a elas. Uma diz: "Até
que ponto a falta de fé interfere na
resposta da oração?
E a segunda, se existe algo que pode
bloquear as nossas orações.
Joel citou texto de Tiago.
Nada tendes porque não pedirdes. E
muitas vezes a gente pede mal ainda.
É assim.
Não é? Nós às vezes pedimos mal
e nisto há muitas coisas envolvidas,
desde motivações ulteriores que não
glorificam a Deus.
E nesse ponto lembrar daquele texto
Salmo 37 verso 4, tão importante, não é?
Agrada-te do Senhor e ele satisfará os
desejos do teu coração. Há um argumento
cíclico importante aí. Deus vai
responder aquelas orações que estão que
glorificam o nome dele. Por isso, nós
inclusive oramos em nome de Jesus.
Então, na medida que o nosso coração
agrada-se do Senhor e das coisas do
Senhor, é é exatamente isso que Deus vai
responder. Mas às vezes nossas
motivações, os nossos desejos são maus.
Eh, e isto bloqueia as nossas orações.
Deus não vai responder pedidos que não
glorificam o nome dele. É por isso que
precisamos submeter nossa mente, nosso
coração, nossos afetos à vontade do
Senhor. Tanto, tanto quanto fizermos
isso, não é? Tanto quanto, creio as
orações serão respondidas, não é? De
modo que talvez a gente perceba, talvez
não, mas que o nome do Senhor seja
glorificado.
E o Senhor Jesus Cristo nos chama todos
à fé.
Ele censura muitas vezes os seus
discípulos por falta de fé. Quando ele
faz cessar o vento e tranquiliza o mar
naquela tempestade,
ele indaga dos seus discípulos: "Onde
está a vossa fé? Como é que não tendes
fé? O porque sois tímidos na fé?
A fé é esta confiança que nós temos no
Senhor e no seu poder.
É uma confiança, é uma segurança, é uma
certeza de quem nós sabemos quem Deus é.
Nós nos fiamos nele, nós nos inclinamos
para ele. Não é isso? É fé. A fé implica
isto, não é a fidúcia. É assim que os
reformadores falavam, não é? a
confiança.
E se não temos confiança no Senhor, não
é? Tampouco ele haverá de nos ouvir,
porque isso significa que a nossa oração
não é para ele.
Ela não é para ele
se ela não confia.
Então a fé é necessária. Agora, a beleza
da fé é que ela não nasce no coração da
gente por conta própria. Ela é também
uma dádiva de Deus. É Deus quem faz pelo
espírito dele brotar a fé no coração,
não é? Agora um ponto final aqui, depois
passa a pastor Gilson,
é dizer que interessante,
quando a gente pensa em fé, o mais
importante é considerar o objeto da fé,
não tanto o tamanho da fé.
Jesus fala que uma fé pequenininha, do
tamanho de um grãozinho de mostarda. Ele
usa sempre muito exemplos da
agricultura. As pessoas sabiam
exatamente que era um grão de mostarda.
E ele diz que mesmo a fé assim, se tiver
o objeto certo, não é? Deus acolhe, Deus
se agrada dessa fé, não é? Deus responde
por essa fé, porque vem dele mesmo,
mesmo que seja pequenininha. Eu acho
muito eh significativa uma passagem
quando o Senhor Jesus Cristo tá lá
registrado em Marcos eh
capítulo 9, quando ele desce daquele
monte onde ele eh foi transfigurado ali
diante de Pedro, de João, de Tiago,
tendo a lei, os profetas representados
em Moisés e Elias ali, aquela cena
maravilhosa, ele desce e tem uma
confusão lá embaixo.
Os discípulos dele estavam discutindo
com alguns fariseus, eles não
conseguiram
eh ajudar uma um pai cujo filho estava
dominado por um um espírito maligno.
E então aquele homem, ele chega trêmulo
diante de Jesus
e e ele então falou assim: "Se o Senhor
puder, o Senhor, por favor, me ajude".
Aí Jesus diz assim: "Se podes, tudo é
possível o que crê". Aí sabe qual que é
a resposta dele que eu acho
extraordinária? Ele responde assim: "Eu
creio. Ajuda-me na minha falta de
crença.
Eu tenho fé. Ajuda-me na minha falta de
fé". Que que tá dizendo? Que a fé dele
era uma fé pequena. Era uma fé eh que
tinha dúvidas, é uma fé que tinha medos,
mas ela tinha objeto certo, porque ele
se dirige a Jesus. E mesmo uma fé
pequenininha daquela é suficiente para
que Jesus acolha e ajude aquele homem,
não é? e ajude aquela criança. Então, me
parece que e a escritura quer chamar a
gente a um tipo de confiança que mesmo
quando ainda tímida, tem o seu objeto na
pessoa e obra de Jesus Cristo. E que é
isso que Deus vai usar, porque é o que
glorifica o nome dele.
[roncando]
>> Ontem na palavra de Jonatas, ele lembrou
um pedido dos discípulos a Jesus.
Os discípulos fizeram dois pedidos
a Jesus Cristo
e esses pedidos são excelentes.
Primeiro deles foi
vendo Jesus orar, eles pediram:
"Ensina-nos a orar".
E o segundo pedido que os discípulos
fizeram foi:
"Aumenta-nos a fé".
Eu queria trazer agora a
nesse nesse momento que nós pensamos a
oração,
a necessidade de nós lembrarmos
que a evidência
da fé, uma evidência da fé que nós
oramos,
Jesus contou duas parábolas sobre a
oração.
por contraste
para mostrar a perseverança
na oração.
E ao terminar, a contou tanto a da viúva
e o juiz, quanto do vizinho inoportuno
que recebe a visita. São duas parábolas
de Jesus para nos ensinar
a sermos perseverantes na oração. Em
Lucas, ele dirá assim: "Contou-lhes uma
parábola sobre o dever de orar sempre e
nunca esmorecer".
E ele termina aquele relato com uma
pergunta.
Ao contar a parábola, ele conclui com
uma pergunta. Ele disse: "Porventura,
quando vier o filho do homem, achará o
quê?" Fé na terra.
Observe que
na Escritura,
fé e oração estão sempre
necessariamente, umbilicalmente
conectados.
Quando o Senhor traz-nos fé, isso nos
leva à oração.
Por isso que Thago já foi, já mencionou,
quando você pedir sabedoria, peça,
porém, com fé,
não duvidando,
porque o que duvida é semelhante à onda
do mar, que é levada pelo vento e
lançada de uma parte para outra. Ele vai
falar lá na frente
sobre os meios. Já eu bem falava ali.
Eh, está alguém entre vós doente?
Chame os presbíteros da igreja e orem
sobre ele, ungindo com azeite em nome do
Senhor. E a oração, quem lembra?
da fé
salvará o doente
e o Senhor o levantará. E se houver
cometido pecados,
serão perdoados.
Irmãos,
que o Senhor aumente a nossa fé e que
nós oremos com confiança,
com perseverança,
com constância,
com confiança.
E o Senhor vai esclarecendo. Às vezes
nós não sabemos
o que que vai acontecer, se ainda é se o
Senhor vai dar aquela resposta ou não.
Mas sabe que Deus duas circunstâncias?
Quero ver dois exemplos.
Um deles é: Lembram-se de Ana? Ana, mãe
de Samuel, lembram-se que ela não tinha
filhos
e ela fazia algo além das das muitas
lágrimas do pranto, não é? Ela fazia o
quê, irmãs, irmãs, ela orava,
ela vai ao tabernáculo em Silo,
em Siló. E ela ora, ela ora balbuciando
palavras e o sacerdote
eh, aparta-te deste teu vinho.
E ela disse: "Meu Senhor, eu não sou
mulher empregada, eu sou mulher aflita.
Eu oro por um filho
e ela expõe a necessidade e aí o
sacerdote faz algo.
Discernindo aquele momento, o sacerdote
a abençoa
naquele processo. Eu imagino que a
convicção dela foi acentuada, foi
confirmada. Ela volta para casa já
renovada.
No ano seguinte ela já não volta. Sabe
por quê? Porque ela engravidou.
Quando ela traz o filho, depois de
desmamado, ela apresenta ao sacerdote e
disse assim: "Por este menino, irmãs, o
que que ela que que ela disse?" "Eu
orava" eu.
OK. Ela não tinha ainda a clareza,
mas ela, o senhor foi confirmando. Outro
exemplo, Jairo.
Jairo vem
buscar. Olha, a minha menina está à
morte,
está aí, vai no caminho. Jesus se
envolve, se dedica ali a uma mulher com
fluxo de sangue, não é?
Eh, também com a hemorragia há 12 anos.
Isso é muito a idade da a idade da
menina.
E aí
recebe a notícia Jairo no caminho.
Não incomodes mais o mestre.
A tua filha já morreu. Jesus
simplesmente fala assim:
"Não temas, creia apenas".
OK, irmãos?
Às vezes nós não temos total clareza,
mas o Senhor usa a igreja, o Senhor usa
elementos da providência, o Senhor usa
pessoas,
o Senhor usa os presbíteros da igreja, o
Senhor usa a palavra, o Senhor usa uma
conferência como esta e aquilo vai nos
trazendo clareza
e a nossa fé vai sendo
fortalecida.
[roncando] Mas eu fecho.
Nós não podemos
dizer que temos fé se não oramos.
E a nossa oração fortalece a nossa fé.
Ensina-nos a orar, aumenta-nos a fé. Eu
acho que esses são dois pedidos para nós
fazermos sempre.
Só só adicionar aqui uma uma nota a
partir de um texto eh de Pedro em que
Pedro fala de uma possibilidade de uma
situação em que as orações podem de
facto ser interrompidas.
E aqui no caso, relativamente aos
maridos que falham no seu na sua
responsabilidade de cuidar bem com das
suas esposas, de tratá-las com
dignidade. E no texto que foi há pouco
mencionado de Tiago h acerca da fé e
daquilo que ela pode fazer, também é
mencionado que a oração do justo pode
muito em seus efeitos. Então, nós não
podemos separar a questão do nosso da
nossa vida cristã de obediência àquilo
que Deus pede de nós, da nossa fé. A
nossa fé materializa-se exatamente pelas
obras. A a nossa fé é evidenciada
por aquilo que nós fazemos, pela forma
como nós respondemos à palavra de Deus
no nosso dia a dia. Então, ah, a forma
como nós vamos tratar os outros, aqui no
caso Pedro aborda, a questão das
mulheres vai revelar se nós somos de
facto pessoas de fé ou se não somos
pessoas de fé. Então, mais uma vez, fé
não é só esta crença mística
supersticiosa de que eu acredito que
Deus pode fazer alguma coisa. OK? Há
essência de confiança, mas essa
confiança manifesta-se em todas as áreas
ou procura-se manifestar em todas as
áreas da minha vida em que eu vou fazer
aquilo que Deus diz. Eu confio naquilo
que ele fala e por isso eu vou agir da
forma como ele pede. Então a a oração da
fé é oração também daquele que vive
nessa confiança em Deus na sua vida
prática, no seu dia- a dia. Era só para
adicionar este aspecto aqui, porque ah
nós, não vivendo esta vida justa,
estamos a demonstrar que não temos, de
facto, uma fé genuína, uma fé
verdadeira. E essa fé, então, a ausência
dessa fé com obras, Deus não ouve nas
nossas orações.
Muito obrigado. E ficaríamos aqui muito
mais tempo se o tivéssemos, mas
não o temos. Mas também é uma boa
oportunidade e eu fiz a experiência, nós
tínhamos pelo menos mais uma pergunta e
fiz a experiência e fui ao Bible AI.
Já ouviram falar?
E tem aqui excelentes artigos, inclusive
do Voltemos ao Evangelho para responder
à pergunta. Então, se não obtiveram
resposta podem ir ao Bible Ai e aí
encontrar pelo menos artigos, bons
artigos do Voltemos ao Evangelho, do
Ministério Fiel que podem também ajudar
nessa mesma resposta. Muito obrigado
pela vossa disponibilidade, sabedoria,
que o Senhor vos continua a abençoar
também.
>> Amém. E voltamos às 7:45.
7:45 para ouvir sobre a igreja e o
membro, o membro e a igreja. Um bom
jantar.

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