Culto – Noite de Domingo 26 de Abril de 2026 em Jardim de Luz
27/04/2026
Culto – Noite de Domingo 26 de Abril de 2026 em Jardim de Luz
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Er começar esse momento de culto, de oração. É bom, eh, nós temos um chamado e a vida passa rápido, né? Então, nós não temos não temos tempo. A Bíblia diz pra gente remir o tempo e aproveitar as oportunidades. E uma das oportunidades é essa, estarmos juntos como povo de Deus, exaltando seu nome, fazendo chegar bem longe a sua palavra. E devemos aproveitar, remir o nosso tempo, ou seja, organizar o tempo de tal maneira que no fim a gente não diga: "Eu perdi meu tempo". Eu podia ter usado ele para o reino porque eu orei tantas vezes: "Vem a nós o teu reino". Pedir João que ore ao Senhor. >> Senhor Deus, nós te agradecemos novamente. Já estivemos aqui reunidos, meu Deus, pela manhã. Tu nos deste depois disso, meu Deus, uma tarde de vida, uma tarde, meu Deus, de de sustento, meu Deus, de respiração, de coração batendo. Isso já seria motivo suficiente, meu Deus, para nós chegarmos aqui agradecidos. Mas a verdade, meu Deus, é que tu nos deste muito mais do que isso. Tu não deste somente, meu Deus, vida como dar, meu Deus, a todas as pessoas. Mas a nós, meu Deus, tu deste promessas, meu Deus, de salvação, promessas de redenção. Nos deste, meu Deus, demonstrações infalíveis do teu amor. Nos deste, meu Deus, o teu filho. Nos deste um novo coração, nos deste o teu espírito. Que nós possamos, meu Deus, nessa noite celebrar todas essas coisas, meu Deus, que tu nos dás. Nós possamos usar, meu Deus, todas essas coisas que o Senhor nos dá, meu Deus, com alegria, colocando diante de Ti, meu Deus, o nosso coração arrependido naquilo, meu Deus, que nós não estamos de acordo, meu Deus, com com dons tão preciosos. Colocando diante de ti, meu Deus, a nossa gratidão ao receber essas coisas, colocando diante de ti a nossa adoração, meu Deus. Enfim, colocando diante de ti, meu Deus, aquilo que teu próprio espírito produz no nosso coração. Nos permita te adorar nessa noite, meu Deus. nos permita entrar na tua presença nessa noite, ver, meu Deus, a tua glória e sair daqui, meu Deus, com uma visão maior de quem tu és. Nos abençoa, Pai, e a tua igreja reunida no mundo, em nome de Jesus. Amém. >> Amém. falando sobre remi o tempo, aproveitar, né, as oportunidades e vale a pena, queridos, todo o tempo que eh nós não permitimos que esse mundo tire das nossas mentes e coração a beleza de Cristo e o que nós estamos fazendo aqui, vale a pena escrever uma frase na internet, vale a pena proclamar Cristo, falar algo, a internet é um amigo, espalhar a verdade de formas, de todas as formas que o mundo, a tecnologia e todas as coisas nos derem. Porque nós não fazemos isso dando tiro a ex escuras. Em Atos eh 18, eh o apóstolo Paulo, por vários problemas, estava temeroso de entrar na cidade de Corinto. E aí de noite Deus falou com Paulo: "Entra na cidade e eh prega: "Não te cales, não te cales, porque eu tenho muita gente nessa cidade. Eu tenho muito do meu povo nessa cidade. É estranho. Não tinha ninguém em Corinto que conhecia o evangelho. Não há. Mas Deus diz: "Eu tenho muito. Muitos dos meus filhos estão aí em Corinto. Corinto, mesmo no império romano, ela era conhecida pela sua depravação de tal maneira que corintianizar era símbolo de algo muito degradado moralmente. Ah, e é isso que essa cidade era. de todas as maneiras, naquele naquele ambiente pagão e totalmente imoral do do Império Romano, eh aquela cidade ainda era famosa por se destacar em várias áreas e em ser muito depravada. No entanto, Deus diz: "Eu tenho muitos". Ah, queridos, entre os filhos de Deus, há muitos agora que estão fazendo todo tipo de coisas que são as mais horríveis, as mais degradantes, as mais baixas que o ser humano pode fazer. E aí ele está um filho de Deus. Sabe quando ainda não chegou o tempo da colheita, é assim que todos nós somos, não é? E Deus disse: "Eu tenho muito povo nessa cidade". E é verdade, é verdade. E Jesus ora por eles e nós não vamos falar nada. Jesus orou assim: "Eu não oro só por esses, mas por todos aqueles. Por todos aqueles Deus deu um povo a ele que hão de crer em mim. E ele está intercedendo por cada um dos seus dos eleitos do pai agora. Não importa o que eles estão fazendo, não importa se eles estão da maneira mais degradante que o ser humano pode viver. Lá está uma ovelha e Jesus disse: "Se todo aquele que o Pai me deu virá a mim. Ninguém pode vir a mim se o pai que me enviou não o trouxe aí. O pai vai trazer todas as ovelhas, porque o pai, diferente eh do que muit das vezes mesmo a igreja vivível faz, não banaliza o sangue de Cristo. O que ele comprou, ele terá. Ele terá. O Pai está comprometido em trazer todas as ovelhas que Jesus comprou com seu sangue. A Bíblia diz que ele verá o fruto da sua do seu trabalho. Ele verá o fruto. Não vai ter nada que ele comprou que não vai estar lá. Não vai faltar uma unha. Quando eh Israel saiu do Egito, Deus disse isso. Não vai ficar uma unha, não vai ficar nada. Vão sair todos com tudo que tem. Porque sabe, faraó tinha aquela coisa, você pode sair, mas deixa isso, deixa aquilo. Não, não, não vai ficar uma unha. Tudo que é o meu povo vai sair. Essa é a verdade sobre o que Jesus comprou na cruz. Não vai ficar uma unha. Se ficasse o corpo de Cristo na eternidade não seria perfeito. Estaria faltando algo. Portanto, aquilo que estava no coração do Pai na eternidade, está no coração do Pai na eternidade ainda. Então Deus disse para Paulo, entra e fala. fala com ousadia, porque eu tenho muito povo nessa cidade. Muitos dos meus filhos não regenerados estão aí. Eu vou regenerá-los, eu vou chamar, porque quando o Espírito Santo finalmente chega para abrir um coração, como quando ele abre um a a madre, né, de Sara, alguém nasce, queridos, o Espírito Santo nunca falha. Não é? Na hora e no tempo determinado, tudo que Jesus comprou, ele terá. Então, assim que a gente deve viver, sabe? A gente não pode nunca olhar para situações, para épocas e pensar: "Oh, a igreja está perdida agora". Quem olhasse para Corinto ia dizer: "Olha, essa cidade é totalmente depravada". Deus disse: "Não, não, não. Tem muitos filhos aí". Então Jesus orando na sua oração sacerdotal disse: "Eh, eu não peço só por eles, não é por por esses aqui, mas também por aqueles que de crem." Em outro lugar, em João mesmo, ele diz: "Há outras ovelhas de outro aprisco e um dia Deus vai juntar todas essas pessoas. Então, haverá um só rebanho e um só pastor. Então, nós nunca estamos eh dando tiros às cegas. Nós podemos eh escrever uma frase para o mundo e o mundo todo não se importar. Mas aqueles que são povo de Deus em Corinto, ah, eles na hora certa vão ser tocados. E é por isso que nós vivemos para proclamar o evangelho. Vamos cantar. Vamos adorar o rei vencedor que terá todo o seu povo reunido em breve. E então teremos um só rebanho e um só pastor. Vamos cantar. >> [música] [música] >> As trevas [canto] eu amei. Filho [canto] da ira fi. [música] Miserável [canto] pecador, [música] nunca busquei a Deus [canto] e ídolos [música] eu criei. Nascido [música][canto] escravo assim vive. [música] >> Meu Deus falou, [canto] então eu [música] revivi em [canto] Jesus. O meu coração [música] circuncidado [canto] foi para só Deus [música][canto] amar. [música] >> [música] >> Graça que já [canto] venceu [música] >> o velho [canto] eu morreu. >> Justificado [música] [canto] hoje sou [música] tudo Jesus. nos pagou ter delibrado. [música][canto] Nada [música][canto] estou eu livre sou. [música][canto] [música] Meu [canto] Deus falou, então eu revivi [música] em [canto] Jesus. O meu [canto] coração [música] circuncidado foi para só a Deus [música][canto] amar. [música] Eu justo [música] sou em Jesus Cristo. Não v [música] eu, mas Cristo vive [canto] em mim. [música] Quem poderá me separar, Deus, do teu amor [canto] que está em [música] Cristo Jesus. Eu justo [canto] sou. Em Jesus [música] Cristo não vivo eu, mas Cristo [música][canto] vive em mim. Quem poderá nos [música] separar, [canto] Deus, do teu amor que está [música][canto] em Cristo Jesus, que está [música] em [canto] Cristo Jesus. >> [música] [canto] [música] >> Meu Deus falou, então [música][canto] eu revivi em Jesus o meu [canto] coração. [música] circuncidando foi [música][canto] para só Deus amar. [música] >> Aleluia. Meu Deus falou, então eu revivi. [aplausos] Só Deus faz isso, não é? Ele fala e o mundo sai do nada. E nós éramos um nada de escuridão e caos quando ele falou e nós revivemos e nasceu em nós uma fonte que vai jorrar paraa vida eterna. Deus. [música] >> [música] [música] >> A Deus me prostro aos teus pés. Eu te clamo outra vez [música] de ti, pai. Eu preciso. No deserto [música][canto] eu caminhei. Sede minha alma tem de ti, pai. Eu [música] preciso teu perdão. [música] Deus [canto] é o meu mais doce [música] que eu provei. >> É o som [música][canto] mais belo que eu já ouvi. >> Tu és água [canto][música] viva em meu ser. >> [música] [música] >> Mo, [canto] escravo, pecador, mas em ti, Senhor, eu novo quero ser de ter, Pai, [música] ou eu preciso em teu rio [música][canto] lá-me. Deixa-me de quem tu [canto] és pai [música] ou eu preciso teu perdão [música] Deus [canto] é o meu mais doce [música] que eu promei. [canto] Eu sou mais [música][canto] belo que eu vi. Tu és água [música] viva em meu [canto] ser. [música] Oh, em meu ser. [música] Em tua [canto] graça eu vou viver. Dia a dia eu buscarei. Tu me transformas [música][canto] como Cristo Pai. Eu quero ser. Em tua [música][canto] graça. Eu vou viver. Dia a dia eu buscarei. Tu me transformas como Cristo Pai. [música][canto] Eu quero ser. Em tua graça eu vou viver. Dia [canto] a dia eu [música] buscarei. Tu me transformas [canto] como Cristo. [música] Pai, eu quero ser. Em tua graça eu vou viver. [canto] Dia dia eu buscarei. [música] Tu me transformas [canto] como Cristo. Pai, eu quero ser teu [música] [canto] Deus. Uh. É o meu mais [música] que eu provei. [canto] >> É, Senhor. >> Eu sou mais belo que [canto][música] eu já ouvi. Tu és água [canto] viva. [música] [música] Eu perdão. Deus é o meu mais [música][canto] que eu promei. Eu sou mais belo que [música][canto] eu não ouvi. Tu és água viva [música][canto] em meu ser. Tu és água viva em meu ser. [música] Tu és água. [canto] [música] Aleluia. Eu gosto disso, queridos. É o mel mais doce que eu provei. Eu provei Jonathan Edwards, ele dizia que há duas maneiras de vocês conhecer o mel, dizer que conhece o mel. Você pode estudar sobre o mel e aí você pode até conhecer profundamente da estrutura química molecular do mel e falar sobre o mel, explicar como ele funciona e saber falar um livro inteiro sobre mel, seus benefícios. Ou então Jonat diz, você pode pegar um bocado de mel e botar na boca. E as duas pessoas podem dizer que conhece o mel, mas de maneiras muito diferentes, não é? porque a outra vai sentir a doçura do mel. E nós precisamos disso, queridos. Nós precisamos falar não só do perdão de Deus como uma doutrina profunda do perdão de Deus. Nós precisamos falar: "Esse é o mel. Eu não falo como uma coisa, eu falo como uma coisa deliciosa que eu provei, que eu experimento, que eu sinto a doçura. E é bom que se não diga: "É o mel doce que eu provei". Davi diz: "Ó, prova e vê". que o Senhor é bom, sabe? Conheça ele no palato da alma, eh sinta como é bom, não simplesmente correto, é justo. Sinta a beleza da sua santidade. Veja ela, se deleite nela. Deus é belo e nós podemos descrevê-lo, mas somos transformados como vênos a sua beleza, a sua formosura na face do seu filho. E o Espírito Santo nos dá olhos para ver. [roncando] Obrigado, Deus. >> [música] >> Senhoroso [música][canto] >> [música] >> Tua face eu quero ver. [música] Pois [música][canto] quando estás neste lugar, tua graça [música] invade mim. [canto] >> [música] >> Senhoroso [canto] é [música] tua [canto] paz. Eu quero [música] ver. >> [música][canto] >> Quando estás neste lugar, [canto] [música] tua graça invade [música] [canto] mim. [música] Abraça e paz [canto] de mim. A se [música] já [canto] chamo pai [música] e [canto] uma vez [música] brilhou [canto] limpar [música] brilhar, [canto] resplandecer. O meu [música] primeiro [canto] amor vem e vem a chamai [música] [canto] e [música][canto] uma vez brilhou. >> [canto] [música] >> Vem limpar, brilhar, [canto] responder. [música] O meu primeiro [música] [canto] amor, como [música] o meu primeiro [música] amor. [canto] [música] Ele é o Senhor. Sua verdade [canto] vai sempre reinar. Deus [música] céus [canto] glorificam seu santo nome. [música] Ele exaltado, [canto] o rei exaltado. [música] [canto] Ele é o Senhor. Sua [música] verdade vai sempre [canto] reinar. >> [música] >> Terra em céus, [canto] glorifica o seu santo nome. [música] Ele exaltado, [canto] o rei exaltado [música] no céu. [canto] Sere exaltado o rei [música] exaltado no céu. [canto] [música] Ele exaltado, o rei exaltado no céu. [canto] [música] Vem limpar, [canto] brilhar, [música] resplandecer o meu [música][canto] primeiro amor. [canto] [música] Uh! [música] >> [música] >> Aleluia! Aplauda ao rei. [aplausos] Vem resplandecer o primeiro amor. Muitas pessoas usam essa esse versículo, né, quando eh quando acham que de alguma maneira não foram não foram servidas como deviam ser servidas. Então ela diz: "A igreja tem que voltar ao primeiro amor". Mas não é isso que o texto tá dizendo, né, queridos. Jesus tá dizendo que a igreja de Éfeso tinha perdido o seu primeiro amor por ele, não é? O livro de Éfeso acaba eh benditos são aqueles que amam a Cristo com amor imortal. E aquela igreja perdeu o primeiro amor. Não é que não tava acontecendo coisa, ele disse que tava tudo acontecendo. As pessoas estavam lá, estavam, sabe? Às vezes as pessoas estavam se sentindo tudo muito amadas. Mas Jesus disse: "Vocês perderam o primeiro amor por mim. Vocês continuam fazendo as coisas, parece tudo bem, mas não está. E nosso amor, queridos, como o amor que você pode derramar sobre o mundo, ele tem que ser o reflexo desse outro amor. Ah, Deus diz: "Amai Deus sobre todas as coisas". E aí esse amor flui. Então nós nunca devemos estar preocupados o quanto somos amados, mas o quanto Deus está sendo amado, o quanto ele está sendo realmente exaltado. Isso é importante. O resto deve ser consequência disso e não o alvo final e primário daquilo que a gente faz. pega essa oferta nesta noite. Vamos agradecer a Deus pelo seu cuidado. Deus é bom, não só para aqueles que ele deu a Cristo. A esses ele é bom de uma maneira muito especial, mas ele dá pão, alimenta a todos os homens. Ninguém será perdoado por não ser grato a Deus. Paulo diz, tendo eh visto ele como Deus, não glorificaram, nem foram [música] gratos. Deus hoje fez o seu sol brilhar, não sobre alguns. Por isso que também nós sempre pedimos pelo melhor do nosso país, da nossa época. Porque não se engane, queridos, quando neva, neva na casa de todo mundo, quando os dias são eh difíceis, quando há guerra, quando há aflição na cidade, ela está sobre todo mundo. Mas nós temos essa coisa maravilhosa de termos a bondade de Deus todos os dias em seu sol, em seu ar, em sua água. Nós bebemos da água de Deus, comemos da comida de Deus hoje e estamos olhando ao virmos para cá e vamos para casa para as estrelas de Deus. E essa bondade a gente olha para cada ser humano e a gente pensa como Deus é bom para todos. Mas a é nesse sentido, Deus ama todos, não é? No sentido de que ele dá abundantemente a todos, não é? É um é um tipo de amor. Os amores humanos são bem complexos. O de Deus é muito mais, né? Porque o amor humano é o quê? Eu amo o meu cachorro, amo meu filho, amo minha esposa, amo os irmãos, amo café. Mas eu não amo café como am minha esposa. Nem amo a minha esposa como amo meus filhos. Nem amo os meus filhos como eu amo eh as montanhas, não é? Mas eu uso a mesma palavra, né? Então fica parecendo que é igual esses crentes chatos, né? Que a gente falava assim: "Eu adoro marmelada". Não, não. Adorar só a Deus. Chato, né? O que ele acha? Por o quê? Que eu acordava de manhã, fazia uma oração pra mortadela, me ajoelhava pr pra goiabada. O cara é, ou seja, eh, é uma mente pequenininha. Então, nós amamos, amamos coisas diferentes. O amor de Deus é muito mais complexo. Há um sentido em que Deus ama tudo que ele ele fez. Não há nada no mundo que exista, que não foi ele que fez. Todas as coisas recebem dele a vida. Isso é um amor que sustenta, que dá a vida, que então ele fez nascer o sol hoje sobre todo mundo. Ele foi bom para todo mundo. E isso é um amor eh sobre a criação que ele derrama. ele derrama porque ele é uma fonte abundante de amor. Mas a nós então, queridos, se esse amor dele, se essa bondade dele não salvífica, eh, o mundo é indisculpável por não ser grato. Nós fomos amados em Cristo antes da fundação do mundo. Então, junto com o mundo, nós recebemos tão mais, tão mais, tão mais, que nós devemos ser as pessoas mais gratas em todos os lugares, em todos os momentos. Se a gente tiver num hospital, a gente deve ser as pessoas mais gratas do hospital. Se a gente tiver numa festa de casamento, no nascimento do nosso filho, nós devemos ser as pessoas mais felizes que estão tendo filhos. E se estivermos no cemitério, devemos ser as pessoas mais felizes daquele cemitério, porque esse é o nosso Deus. Sua bondade para conosco não tem fim nem limite. É assim que nós somos gratos a Deus. Pega a sua oferta, Pai. Obrigado, Deus pelo seu cuidado. Nós nem sabemos, senhor Pai, as milhares de coisas que tu fizeste por nós hoje, porque grande parte delas, senão pai, estavam, Senhor Pai, eh, como tu nos guardaste, como tu nos sustentaste, como Senhor Pai, tu nos livraste, estão fora do alcance da nossa visão. Mas não deixa, serão pai eh que e as a tua graça que nós vimos e as milhares e milhares e milhares que não vimos Pai, grandes e pequenas. a que sustenta uma célula em nosso corpo, ser um pai um átomo e a galáxia no universo ou todas as galáxias no universo. Não deixa que nenhuma delas passe desapercebido por nós, ó Deus, que nós possamos, senão pai, realmente não simplesmente dizer que elas são incontáveis, mas contar as que pudermos contar. E que em nossos corações, Senhor Pai, haja, Senhor Deus, uma obra produzida pelo Teu Espírito que seja proporcional, ó Deus, pelo menos no limite de uma criatura ainda ser pai não glorificada, operar em nossos corações, suavizando, enchendo eles, pai, de gratidão e amor a ti, em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ofertar. Vamos cantar. >> [música] >> Como me escolheste? [música] O mistério é para mim. Nada bom [canto] habitava em mim. O maior pecador. [música] Eu só escuro e não fui. Eu sequer em te pensava. Mostrais que és Deus soberano que criado nada. Pai, eu sou um [música] tentando dizer a tua luz do único alguém [canto] que pode salvar. [música] Desde que eu salvo fui completo sou em Cristo. [canto] Eu vivo para [música] o mundo ver ninguém só Cristo. Vivo só pro mundo [canto] ver ninguém só Cristo. [música] Davi era um menino. Moisés um velho fim da [música] vida. 12 homens Deus [canto] ninguém escolhe tudo mudou. [música] São vasos só de barro e beleza não há neles. [canto] Se Satanás e o [música] mundo perguntarem para mim o que pensa que és, eu sei. Sou ninguém [canto] [música] tentando dizer do único [canto][música] alguém que pode salvar. Desde que eu salvo fui completo [música] sou em Cristo. [canto] Eu vivo só pro mundo ver [música] ninguém, só Cristo. Só pro mundo [música] ninguém só Cristo. Sempre vou apontar [canto] só para Cruz. morreu por [música] todos [canto] hoje nel somos. Sim, meu nome [música] logo [canto] esquecerão tudo bem para mim. Eu vi só [música] do mundo [canto] ver ninguém, só Cristo. Eu nem se vou a [música] [canto] conta só para a cruz morreu por todos [canto] [música] somos sim. Meu nome não esquecerão. [canto] Tudo [música] vem para mim. [canto] Ver ninguém, só Cristo eu. [música] Ninguém luz único [música] [canto] alguém que pode salvar. Pode salvar. [música] em Cristo. [canto] Em tor [música] ninguém só Cristo. Só que o mundo [música] ver ninguém só [canto] Cristo. Só [música] o mundo ver ninguém [canto] só Cristo. >> Aleluia. Aleluia. Se queremos que as pessoas vejam Cristo, nós mesmos somos os primeiros a ficar ali contemplando a glória de Deus na face de Cristo. Obrigado, Deus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Irmãos, hoje eu gostaria de voltar paraa sequência que nós estávamos depois de dois domingos que eu saí um pouco dela, mas eu gostaria de relembrar um pouco do que que a gente falou por último para nós compreendermos bem o que nós vamos falar hoje. Hoje nós vamos falar da humanidade na graça, mas para isso, como eu disse, nós precisamos olhar um pouco para trás, lembrando do que nós estabelecemos na última mensagem dessa sequência sobre a humanidade no pecado. Porque se nós esquecermos a profundidade da queda, inevitavelmente nós vamos diminuir a grandeza da graça que vem a nós. Se o pecado for tratado como um mero defeito secundário nosso, a graça sempre vai parecer apenas um remédio complementar que nós estamos adicionando ali. Se aquela for tratada como um tropeço leve, a salvação vai parecer apenas um auxílio religioso que veio a nós. Mas a escritura não permite nós pensarmos assim. A palavra de Deus nos obriga a encarar a tragédia humana em sua radicalidade. Como é que ela foi. O homem não caiu apenas porque ele começou a se comportar um pouco mal. Não foi só o comportamento que foi alterado. O homem caiu em sua própria natureza moral diante de Deus. O pecado não tocou apenas a periferia da vida humana. Ele não mostrou apenas com alguns sinais externos. Ele atingiu o centro da nossa vida. Ele não feriu apenas os hábitos que nós temos. Ele corrompeu a fonte que está dentro de nós. Não apenas inclinou a gente um pouco mais para próximo do erro. Ele colocou a gente em um estado de morte espiritual, alienação completa de Deus, escravidão do pecado e condenação justa sob a ira do nosso Senhor. É exatamente isso que Paulo afirma quando ele diz o seguinte em Efésios 2:1, vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados. Ele não diz que nós estávamos apenas, a gente pode dizer assim, enfraquecido depois da queda. Ele não diz que nós estávamos apenas moralmente desorientados aqui nesse mundo. Ele não diz que a gente só precisava, talvez de um novo incentivo pra gente conseguir ajeitar um pouco a nossa rota. Ele diz que nós estávamos mortos. E essa é uma palavra decisiva aqui, porque o morto não precisa de instrução a antes disso. Ele precisa, na verdade, de uma nova vida. Não adianta você dar uma instrução para um morto. Um morto não precisa, em primeiro lugar, de uma direção. Ele precisa ser vivificado. Um morto não coopera com a própria ressurreição. Que que o morto faz? O morto não faz nada. Um morto só pode melhorar quando ele passar a estar vivo. E quando a escritura nos mostra isso, ele está destruindo toda a nossa falsa esperança depositada na nossa capacidade, que nós podemos achar que a nossa capacidade natural pode reconstruir espiritualmente a gente. O problema humano não é um problema simplesmente superficial. Ele não é um problema do comportamento que nós temos. Ele não é apenas um problema social ou a nossa cultura ou a problema psicológico, como as pessoas da nossa época querem falar. Tudo isso é óbvio, tem o seu lugar para explicar certas coisas que nós estamos vivendo. Pode escrever partes reais do sofrimento humano, mas apesar disso, ela não alcança a raiz última da questão. Se você continuar fazendo a pergunta, você não vai chegar que essa é o último motivo. O homem está separado de Deus. O homem não está apenas desorganizado. O homem não está apenas quebrado horizontalmente. O homem está arruinado verticalmente diante daquele que criou ele. O homem caído até pode sentir que algo que ele está fazendo ou algo que está ao redor dele é errado. Ele percebe o vazio. Ele intel naquele momento. Às vezes ele reconhece que ele precisa de misericórdia, mas perceber a necessidade não é o mesmo que possuir a cura no final. Sentir sede não cria água na sua frente. Ter consciência da sua miséria não produz uma vida nova. Desejar o descanso não gera a reconciliação com Deus. O homem natural pode até procurar uma rua de misericórdia, mas ele não pode entrar nela por suas próprias forças. Ele precisa que a graça de Deus venha ao seu encontro. Ele precisa que Deus intervenha na situação. Ele precisa de um novo nascimento. Ou seja, então ele precisa de Cristo. É por isso que o evangelho eh não vem ao homem como uma mera moralização. O evangelho não é um projeto para deixar o pecador um pouco mais educado, um pouco mais disciplinado, um pouco mais religioso ou um pouco mais socialmente aceitável pelo mundo. O evangelho, no final das contas, não é um verniz espiritual sobre a sua velha natureza caída. O evangelho é o anúncio de que Deus em sua graça fez surgir uma nova humanidade. O evangelho não oferece apenas uma ajuda ao velho homem. Ao anunciar a morte do velho homem eh em união com Cristo, ele mostra o surgimento de uma nova criação. Quando Jesus, por exemplo, fala com Nicodemos, ele não diz assim: "Você precisa de alguns ajustes, Nicodemos". O que que ele diz na verdade? João 3:3. Ninguém pode ver o reino de Deus seão nascer de novo. Quando Paulo fala do resultado da união com Cristo, ele não diz se alguém está em Cristo, ele vai receber um retoque espiritual. Que que ele diz? Diz assim em segunda Coríntios 5:17: "Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram. Eis que surgiram coisas novas. Então, esta é a primeira grande verdade que a gente vai ver aqui hoje. O homem caído não precisa de ajustes, ele precisa de uma completa recreação. A graça de Deus não entra para restaurar cosmeticamente o velho homem e velha humanidade em Adão. A graça entra para fazer surgir uma nova humanidade em Cristo. A solução de Deus para o homem não pode ser um méo, um mero conselho para ele, uma cultura melhor, uma religião ou uma moralização apenas, porque nenhuma dessas coisas tem o poder de ressuscitar um morto espiritual. A graça é mais radical, a graça é mais profunda, a graça é sobrenatural. E se a queda foi profunda, então a graça ela vai ter que ser sobrenatural mesmo e profunda igualmente. A graça de Deus, ela vem assim, ela vem do alto, ela vem em Cristo para nós. Ela alcança o pecador pela união em Cristo. Ela não apenas corrige a direção da nossa vida, ela recria a própria vida em sua raiz em nós. E se a humanidade começa na graça, a nova humanidade começa ali na graça, então precisamos entender que ela começa antes de tudo na pessoa do nosso Jesus Cristo. A humanidade na graça não nasce da capacidade do homem de procurar melhor a Deus. Ele nasce na vinda da do filho de Deus ao nosso mundo. Ela não começa, a gente pode dizer, com a nossa decisão, mas na encarnação de Cristo. Ela não começa na nosso movimento em direção ao céu, mas no movimento do céu em direção a nós. É por isso que a doutrina de Cristo está no centro do que nós vamos falar hoje. Não há nova humanidade sem o cabeça dela. Não há restauração do homem sem o mediador. Não há salvação sem Cristo, o Deus homem. João abre seu evangelho com as palavras que não podem ser reduzidas, falando assim: João 1, no princípio era aquele que é a palavra. Ele estava com Deus e era Deus. E logo depois ele diz no versículo 14, aquele que é a palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Aqui está a glória do cristianismo. Aquele que era Deus se fez homem. O filho eterno entrou no tempo. O criador entrou na criação. O invisível se fez visível. A graça não é uma ideia abstrata, nem um conceito teológico sem rusto. A graça veio em uma pessoa. A graça andou entre nós. A graça falou, chorou, sofreu, obedeceu, morreu e ressuscitou. A graça veio em Cristo. Mas você pode perguntar, por que isso é indispensável pra nova humanidade? Porque a restauração da humanidade exige um verdadeiro representante humano para nós. O homem caiu em Adão e por isso era necessário que outro homem viesse para ser o cabeça de uma nova humanidade. Adão não foi apenas um indivíduo privado, ele foi o representante de nós e sua queda arrastou consigo toda a sua descendência. Então, a salvação não pode ser pensada sem uma representação. Precisamos eh precisávamos de alguém que fosse realmente homem como nós, que estivesse debaixo da lei, que obedecesse onde o primeiro homem falhou e entrasse no campo de batalha da humanidade e triunfasse onde todos nós fomos derrotados. É por isso que Hebreus diz assim em Hebreus 2:14 visto pois que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana. E ele complementa assim no versículo 17: "Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos. Ou seja, Cristo nasceu, Cristo cresceu, Cristo sentiu fome, se cansou, chorou, sofreu, ele foi rejeitado, foi tentado, mas ainda assim sempre sem pecado. Ele obedeceu, morreu e tudo isso é essencial. Sem a verdadeira humanidade, ele não poderia nos representar. Sem a verdadeira humanidade, ele não poderia ser nosso sumo sacerdote compassivo. Sem a verdadeira humanidade de Cristo, ele não poderia tomar o nosso lugar. Sem a verdadeira humanidade não haveria uma substituição real da parte dele para conosco. O Deus eterno precisou assumir a nossa natureza sem pecado, entrar na nossa condição como nosso representante fiel ali. Mas a salvação da humanidade exige mais do que o homem. Ela exige o próprio Deus. Porque o problema do pecado não é pequeno. O pecado é uma ofensa contra um Deus infinitamente santo. A culpa do homem não é simplesmente, a gente pode dizer, um desequilíbrio moral que ele tem. É uma rebelião cósmica diante do Criador. Nenhum mero homem poderia carregar a ira santa de Deus e oferecer justiça perfeita em valor infinito e vencer a morte e destruir o poder do diabo e salvar até o fim aqueles que vem a Deus por meio dele. Por isso, a escritura não apenas afirma a humanidade de Cristo, ela insiste também na divindade de Cristo. Ele estava com Deus e era Deus. Nele habita toda a plenitude de divindade. Ele é aquele por meio de qual todas as coisas foram criadas e em que todas as coisas subsistem até hoje. Ele é eterno, digno de adoração, Senhor soberano, poderoso para salvar. Então aqui nós não estamos diante de um ser híbrido, meio Deus e meio homem. Não estamos diante de um intermediário parcial aqui. Estamos diante de uma só pessoa com duas naturezas, plenamente Deus e plenamente homem. Ele não deixou de ser Deus ao assumir a humanidade. Ele não assumiu uma humanidade aparente ou incompleta. Aqui ele é o verdadeiro Deus e verdadeiramente homem. Isso não é um simples detalhe técnico, isso é o coração da esperança que nós temos. Somente alguém que fosse homem poderia representar a cada um de nós. Somente alguém que fosse homem poderia obedecer a lei em nosso lugar. Somente alguém que fosse Deus poderia dar valor infinito à sua obediência e sacrifício final. Somente alguém que fosse homem poderia morrer. Somente alguém que fosse Deus poderia vencer a morte e triunfar em definitivo. Paulo desenvolve isso em Romanos 5 e em Primeira Coríntios 15. Em Adão nós temos a condenação. Em Cristo a justificação. Em Adão nós temos a desobediência. Em Cristo a obediência. Em Adão a morte. em Cristo vida, em Ele vai chamar ainda Jesus de o último Adão em Primeira Coríntios 15:45. E isso aqui é decisivo. Cristo não veio apenas para oferecer um exemplo moral para indivíduos dispersos no mundo. Ele veio como cabeça de uma nova humanidade. A velha humanidade está em Adão. A nova humanidade está em Cristo. A primeira caiu. A segunda vai ser conduzida para a glória. A primeira é marcada pela culpa, corrupção e morte. A segundo está marcada pela justiça, vida e comunhão com Deus. E veja a beleza da encarnação como invasão da graça no nosso mundo caído. A nova humanidade não começa com um homem tentando escalar o céu, começa com o filho de Deus descendo do céu para a terra. Não começa com a velha humanidade se aperfeiçoando gradualmente e Deus pensando, agora eu acho que vale a pena ir a eles. Começa com Deus intervindo soberanamente na história. O nascimento de Cristo já é o anúncio de que Deus não deixou a raça humana entregue à própria ruína. Sua vida santa é a demonstração de que uma nova humanidade começou no homem. Sua obediência é o fundamento da nossa justiça. Sua cruz é o lugar onde a culpa do seu povo é carregada. Sua ressurreição é o anúncio de que a nova criação irrompeu nesse mundo. Fora dele, o homem permanece em Adão. Nele, uma nova humanidade começa. Mas agora a gente precisa dar um passo adiante aqui. Se Cristo é o fundamento da nossa da nossa nova humanidade, como essa nova vida chega ao pecador? Como que alguém que está morto em delitos e pecados é transferido da velha humanidade em Adão para a nova humanidade em Cristo? E aqui nós entramos no coração dessa mensagem. A graça não é eh assistência divina pra carne caída. A graça não é um mero empurrão para que o homem se concerte. A graça não é uma cooperação entre a capacidade remanescente no pecador e algo completamente eh e algum complemento, a gente pode dizer, vindo de Deus. A graça é ação soberana, criadora e eficaz de Deus em favor de quem está morto espiritualmente. A linguagem bíblica aqui é uma linguagem de regeneração, um novo nascimento, um de lavar renovador no homem de vida que vem do alto. Jesus disse o que para Nicodemos? Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo em João 3:3. E depois ele vai repetir em João 3:5, ninguém pode entrar no reino de Deus se não nascer da água e do espírito. Observe a profundidade dessa declaração de Cristo. Cristo aqui não está oferecendo a Nicodemos um curso de aperfeiçoamento religioso, como que ele pode ir em direção a Deus. Ele não está dizendo, você precisa apenas refinar a sua compreensão das coisas espirituais. Nicodemo já era um mestre em Israel. O problema dele, com certeza, não era uma falta de eh religiosidade moral. O problema ali era que, apesar de toda a sua estrutura religiosa que todos poderiam ver, ele ainda precisava nascer de novo. Isso significa que o velho homem, mesmo quando vestido de religião, continua incapaz de entrar no reino. O problema é mais profundo do que mero costume que nós possamos ter. é mais profundo do que a cultura que nós temos, do que a informação que nós temos ou que qualquer tipo de informação e educação religiosa que você tenha é a obra do espírito. Ezequiel 36 já havia anunciado essa promessa dizendo assim: Ezequiel 36 26 e 27: "Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês. Tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne. Pi o meu espírito em vocês. Perceba a ênfase da ação divina aqui. Deus dá, Deus tira, Deus põe e Deus faz. O coração de pedra não vai se quebrar sozinho por conta própria. O pecador não consegue se autorregenerar. A vida nova brota do solo morto da natureza caída. Ela vem de cima, ela vem do espírito. O novo nascimento não é apenas uma metáfora sentimental para o momento emocionante que nós vamos ter. É um milagre espiritual real para nós. É Deus recriando interiormente o homem. É Deus implantando novos desejos em nós. Nova disposição, nova sensibilidade, nova orientação de vida. Paulo diz em Efésios 2 que estávamos mortos. Mas Deus eh que é rico em misericórdia, nos deu vida em CR em Cristo. Em Efésios 2:5. E isso aqui é decisivo. Não fomos apenas inspirados a fazer algo. Não fomos apenas aconselhados por Deus. Não fomos apenas ajudados para conseguir endireitar o nosso caminho. Nós fomos vivificados por ele. O agente dessa vivificação é Deus. Em Título três, o apóstolo afirma que Deus nos salvou assim no versículo 5, não por causa dos atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia pelo lavar eh regenerador e e renovador do Espírito Santo. Novamente, a linguagem aqui é soberana e radical. Não há espaço aqui para a ideia de que o homem contribuiu com qualquer coisa para a raiz da sua salvação. A salvação é aplicada ao homem pela misericórdia de Deus. Isso destrói qualquer noção de salvação como um auto eh aperfeiçoamento religioso. O evangelho não diz que o pecador assim o pecador pegue a sua natureza caída e administre ela melhor. O evangelho não diz torne-se uma versão mais elegante de si mesmo ele não diz treine a sua carne para parecer mais espiritual. Ele não diz nada disso. O evangelho crucifica o velho homem e faz surgir vida nova em Cristo. A graça não faz a eh não faz uma cosmética na sua corrupção. A graça vira simplesmente toda a vida onde só havia onde só havia a morte. A graça não passa, como eu disse, apenas um verniz espiritual sobre a rebelião que você tem. A graça quebra o domínio da rebelião, inaugura um novo senhorio sobre você. A graça não é uma pequena ajuda para quem ainda tem certas forças para resistir. A graça é a força soberana de Deus para quem não tem força nenhuma. É preciso ser dito aqui com toda a clareza, porque há muita confusão espiritual nesse ponto aqui. Há pessoas que sentem culpa, mas não necessariamente elas nasceram de novo. A pessoa que começa a admirar os valores cristãos, mas ela não nasceu de novo. Há pessoas que são moralmente mais disciplinadas, mas elas não nasceram de novo. Há pessoas que são emotivas quando vem ao culto, mas elas também não nasceram de novo. O novo nascimento não é uma oscilação emocional que você tenha. Ela não é um verniz cultural. Ela não é um entusiasmo que você tá sentindo agora, passageiro. Ela é um milagre pelo qual Deus concede vida a quem estava morto. É quando Cristo se torna precioso para nós, quando o pecado passa a ser odiado como uma ofensa a Deus, quando a santidade deixa de parecer uma ameaça para nós e passa a ser uma beleza. Quando a palavra deixa de ser uma letra morta e passa a ser um pão vivo que nós desejamos todos os dias. Pedro diz que fomos regenerados assim em Primeira Pedro 1:23, mediante a palavra de Deus viva e permanente. E Tiago afirma em Tiago 1:18, por sua decisão, ele nos gerou pela palavra da verdade. Ou seja, Deus usa sua palavra e seu espírito para gerar vida no pecador. A graça é criadora, ela é eficaz, ela é soberana e é transformadora. Ela não pergunta ao homem se ele é capaz de contribuir com alguma coisa para ela acontecer. Ela encontra o morto e faz ele estar vivo. Ela encontra o cego e ilumina os olhos dele. Ela encontra um escravo e liberta ele. Ela encontra o duro e lhe dá um coração de carne. Ela encontra o Adrão, o Adão, e o traz pela fé para Cristo. É por isso que a humanidade na graça é tão gloriosa. Não, ele, ela não é mais a velha humanidade treinada para parecer um pouco melhor. É a humanidade recriada pelo poder de Deus. E tendo visto que o novo nascimento como uma obra soberana da graça, agora nós precisamos ir um pouco além pra próxima pergunta. O que acontece com aquele que recebe essa graça? E aqui chegamos a uma das realidades mais ricas de toda a doutrina cristã. O cristão é uma nova criação em Cristo. O salvo não é apenas alguém que recebeu o perdão legal, embora isso já fosse maravilhoso. O salvo é alguém que foi unido a Cristo e essa união é o centro dessa nova vida. O evangelho não traz somente o eh não resolve apenas o problema da culpa, ele trata também o problema da nossa identidade. Ele não apenas responde como serei absolvido diante de Deus, ele também responde a segundo? Paulo diz o seguinte em segunda Coríntios 5:17: "Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram, eis que surgiram coisas novas. Observe a expressão que ele usa em Cristo." Essa é uma das eh, a gente pode dizer mais densas expressões do Novo Testamento. Estar em Cristo é participar da nova ordem pelo qual ele inaugurou. é pertencer a ele, é estar unido à sua morte, a sua ressurreição, a sua vida. Em Gálatas 2:20, Paulo declara o seguinte: "Fui crucificado com Cristo, assim já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim". Em Romanos 6, ele ensina que fomos sepultados com Cristo em sua morte. Assim como ele ressuscitou, nós também devemos viver uma nova vida junto a ele. Em Colossenses 3 diz que morremos e nossa vida está escondida em Cristo, com Cristo em Deus. Isso tudo revela que a salvação não é apenas um veredicto externo, é uma união viva e transformadora com o Salvador. Essa união redefine toda a identidade humana. O Cristo não é mais definido primária. Eh, o cristão aqui não é mais definido apenas eh primariamente pelo seu passado, pelos seus atos, pelas coisas que ele fez. O passado pode ter sido vergonhoso para você. pode ser marcado pela culpa, idolatria, feridas, traumas que você carrega, vícios, violências, fracassos, perdas e tudo isso eh pode continuar tendo consequências reais na experiência humana que nós temos. Mas isso já não determina e já não é mais a palavra final sobre quem nós somos. O cristão não é mais definido primariamente pela sua culpa, porque a condenação foi removida dele por Cristo. Ele também não é mais definido pelos seus desejos antigos, porque o velho homem já não é o Senhor absoluto. Ele também não é mais definido pelo seu fracasso, porque a sua posição diante de Deus não depende da sua performance diária, mas da justiça de Cristo. Ele não depende mais da aprovação de homens, porque ele agora pertence ao amado. Em Cristo, o crente recebe uma nova identidade. Ele já não é, em primeiro lugar, um inimigo. Ele é agora um reconciliado. Ele não é mais, em um primeiro lugar um órfão. Agora ele é filho. Ele não é mais um escravo. Agora ele é liberto. Agora ele não é mais um morto. Agora ele está vivificado ali. Ele recebe uma nova inclinação. O coração começa a se voltar para Deus. Ele recebe novos afetos. Cristo passa a se tornar belo para ele. A santidade antes eh não desejada, agora se torna desejável para aquela pessoa. O pecado que ainda está presente passa a ser odiado por ele. Ele recebe uma nova relação com Deus, ainda distante, mas agora acolhido. A antes debaixo da ira, agora debaixo da graça. recebe um novo senhorio. O centro da vida já não é o próprio eu, como nós vimos, por exemplo, semana passada falando do amor próprio que todas as pessoas têm. Isso já não é mais a definição dele. Agora é Cristo. Ele recebe uma nova direção. A existência deixa de ser o projeto autônomo do que ele tinha e ele se torna um discipulado de Cristo. Paulo usa a linguagem do velho homem e do novo homem. para mostrar essa mudança. Em Efésios 4, ele diz que devemos nos despir do velho homem que se corrompe por desejos enganosos e nos revestir do novo homem. E diz assim no versículo 22 e 24: "Criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade proveniente da verdade." Em Colossenses 3, ele afirma que o novo homem está sendo renovado em conhecimento à imagem do Criador. Note atenção aqui, bonito e importante, há algo já dado, há algo em processo. O crente já é nova criação. Ele já foi unido a Cristo. Ele já foi tirado do regime da velha humanidade e ao mesmo tempo ele está sendo renovado progressivamente. A nova criação é objetiva, realivamente visível. Isso corrige a falsa maneira de viver a vida cristã que as pessoas tinham. Muitos tentam lutar pela santidade, ainda se ainda se definindo, no final das contas, pela velha identidade. Lutram contra o pecado como se ainda fossem escravos sem esperança. Aqui olham para si mesmos e concluem que o passado ainda tem a última palavra nele. Medem a sua relação com Deus, principalmente por por sentimentos momentâneos que eles estão sentindo. Mas o evangelho entra nessa confusão e diz o seguinte: "Se você está em Cristo, a definição mais profunda da sua vida mudou. Você não é mais, em primeiro lugar o seu pecado. Você não é mais, em primeiro lugar a sua queda. Você não é mais, em primeiro lugar o seu histórico de fracassos. Você é uma nova criação em Cristo. Sua vida está escondida nele. Sua identidade foi reescrita pela graça. Isso não significa você eh negar a luta que você tem. Significa lutar a partir da posição correta. O crente não busca a santidade para tentar se tornar aceito por Deus. Ele busca a santidade porque ele já foi aceito pelo no filho. Ele não mortifica o pecado eh para comprar a adoção de Deus. Ele mortifica o pecado porque ele já foi adotado. Ele não luta como condenado tentando escapar aqui. Ele luta como um filho amado sendo [limpando a garganta] transformado. E isso muda completamente a situação. A nova criação não é apenas a resposta à pergunta: como eu posso ser perdoado. Mas a resposta da pergunta, quem eu sou agora? E a resposta da graça é gloriosa. Em Cristo, você é alguém inteiramente redefinido. A velha humanidade não é o seu lar mais. A sua verdadeira vida agora está em Cristo. Mas se o cristão é uma nova criação em Cristo, então essa nova eh vida precisa se manifestar. A nova humanidade não é apenas uma teoria abstrata para nós entendermos o que estamos explicando aqui. A nova humanidade não é apenas uma doutrina correta em um caderno de teologia que nós vamos estudar, estudar, estudar. A graça que justifica também santifica. Onde há a nova criação, a nova vida. Ela não é uma perfeição sem luta. Ela não é uma impecabilidade presente. Não é a ausência de queda, mas uma transformação real em nós. A obra de Deus no coração se torna visível na caminhada. E é por isso que precisamos falar das evidências da nova humanidade. A primeira evidência é uma nova relação com o pecado. O crente ainda peca. Todos nós pecamos, mas nós já não vivemos em paz com o nosso pecado. Antes o nosso pecado era amado. Nós protegíamos ele de todas as formas que nós poderíamos fazer. Nós racionalizávamos o por que nós fizemos aquilo. Nós abraçávamos, no final das contas, o pecado como um companheiro natural que nós gostaríamos de proteger. Agora, ainda à vezes tropeços, até quedas graves você vê em crentes, mas o pecado se tornou um inimigo dele. A guerra, a luta, a tristeza segundo Deus, a desejo de mortificação. Paulo diz o seguinte em Romanos 8: "Se pelo espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão." Isso significa isso é a linguagem da batalha. A nova humanidade é uma unidade em uma guerra santa contra eh o que ainda resta da velha corrupção. Amados, cadáveres não guerreiam. Os vivos sim. onde o espírito habita há conflito real contra a carne. A segunda evidência é o novo amor por Cristo. Jesus disse assim em João 14:15: "Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos". O coração regenerado passa a enxergar a beleza no Senhor. Cristo deixa de ser apenas um dado religioso e se torna precioso para nós. Sua glória importa. Sua vontade pesa para nós. Sua presença é desejada por nós. O crente não obedece perfeitamente, mas aprende a amar aquele quem obedece. Isso muda completamente o tom da vida cristã. Ela não é apenas uma mera disciplina fria. Ela é uma afeição santa. É fidelidade nascida na graça. A terceira evidência é uma fome pela palavra de Deus. Antes a verdade Deus podia parecer distante, ela poderia ser poderia parecer pesada para nós ou às vezes até irrelevante. Agora a escritura se torna um alimento para nós. O regenerado pode passar por por estações de secura, pode lutar com as distrações, pode crescer talvez mais lentamente do que nós imaginaríamos que era é necessário. Mas existe uma nova disposição diante da palavra de Deus por ele. Ele quer ouvir o seu pastor, ele quer aprender. Ele quer ser corrigido, ele quer ser consolado. Ele quer ser moldado. A verdade deixa de ser um objeto externo de análise e passa a ser o pão da nossa alma. Há também, a gente pode dizer uma nova sensibilidade espiritual. Pecados que antes não causavam qualquer peso para nós, agora ferem a nossa consciência renovada. O orgulho que nós temos, a vaidade, amargura, falsidade, impureza, dureza no coração, egoísmo, tudo isso começa a ser exposto à luz de Deus. E isso não produz apenas vergonha, produz arrependimento verdadeiro em nós. A graça não deixa o crente confortável em sua miséria e no seu pecado. Ela o constrange amorosamente à luz, à confissão, ao combate e ao crescimento ali. Junto com isso, há nova guerra interior contra a carne. Gálatas 5, Gálatas 5 descreve a lutra entre a carne e o espírito. O crente passa a conhecer essa batalha santa. Não uma batalha que nos condena, mas a batalha que prova que a nova vida já começou em nós. Outra evidência preciosa é o novo amor pelos irmãos. A velha humanidade vivia curvada para si mesma. A nova humanidade aprende a amar o povo de Deus. O crente passa a reconhecer os santos como a sua própria família. Aprende a servir, aprende a suportar, aprende a perdoar, repartir e carregar os fardos um dos outros. Ele não ama a igreja de modo perfeito, mas ele ama a igreja de um modo real. Além disso, surge um novo desejo de obedecer. Não para conquistar a salvação. Muda completamente esse ponto de vista, mas porque a graça produziu um novo coração nele. Efésios 2:10 diz que fomos criados em Cristo Jesus para boas obras. Título dois ensina que a graça nos educa a renunciar à impiedade e viver piedosamente. A graça não produz uma passividade moral, ela produz uma obediência grata ali. É crucial preservar aqui a ordem correta do que está aqui. Santidade é evidência, mas e não causa da salvação. A vida cristã não é a atuação religiosa, mas a expressão de uma natureza que foi renovada ali. O legalismo erra ao transformar a santidade em uma moeda de troca para obter a aceitação de Deus. O an antinomionismo erra ao pensar que a aceitação torna a santidade simplesmente completamente dispensável. E você pode viver a vida como você quer, já que você já está salvo. O evangelho rejeita os dois extremos. Somos salvos somente pela graça, mediante a fé e por causa de Cristo. E essa mesma graça, quando é eh ela é realmente é recebida por nós, ela produz fruto. O novo homem precisa viver de modo coerente com aquilo que já é em Cristo. Não para virar uma nova criação, mas porque ele já é uma nova criação. Onde a graça reina, a santidade vai aparecer ali imperfeita, em luta, às vezes mais lenta do que você acha que deveria ser, às vezes acompanhada de lágrimas, mas ela é real. Porque a graça de Deus não apenas declara, ela também transforma o nosso coração. Ao mesmo tempo, precisamos lembrar que a humanidade na graça ainda não é a humanidade na glória. A nova humanidade já começou aqui em nós, mas ela não foi consumada ainda. Em Cristo, a restauração já foi inaugurada. Novo nascimento, ela já foi aplicada. Na santificação, ela já se manifesta de maneira real, mas ainda aguardamos a plenitude. O cristão vive no intervalo entre o já e o ainda não. Já fomos vivificados, mas ainda sofremos aqui. Já fomos reconciliados com Deus, mas ainda aguardamos a redenção do nosso corpo. Já fomos tirados da velha humanidade, mas ainda lutamos com resquícios da velha corrupção em nosso coração. Romanos 8 descreve isso com profundidade. Romanos 8 19, 22 e 23. A criação aguarda com grande expectativa. Sabemos que toda a natureza criada gemeemos interiormente, esperando ansiosamente a nossa adoção como filhos, a redenção do nosso corpo. Veja aqui, já somos filhos de Deus, mas ainda aguardamos a plena manifestação disso na redenção do corpo. Nós já temos o espírito, mas ainda esperamos. Já provamos das primícias aqui, mas ainda não recebemos a colheita completa. É por isso que a graça presente aponta para a glória futura. O que começou na regeneração será completado na glorificação. Essa verdade protege a igreja de dois erros. O primeiro é o triunfalismo irreal, como se o crente devesse experimentar já agora tudo o que só será pleno na eternidade. O segundo é o desespero, como se a luta presente significasse que nada mudou para nós. A Bíblia vai rejeitar as duas visões. Muito já mudou para nós. A nova vida já começou. O espírito já habita. A santificação já está operando, mas ainda há gemido, ainda há espera, fraqueza e combate. Filipenses 1:6 nos sustenta dizendo o seguinte: que começou a boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Cristo Jesus. A obra é dele, do começo ao fim. Ele iniciou a obra, ele sustenta, ele nos aperfeiçoa. Então, a humanidade na graça prepara o caminho para a humanidade na glória. A graça é o começo da restauração que culminará na consumação. O que hoje a realidade em uma semente será então a plenitude em um fruto no futuro. O que hoje é luta com esperança será então o descanso com perfeição. O que hoje é santidade em progresso, será então uma santidade consumada ali. A nova humanidade já começou em Cristo, já alcança os crentes pelo novo nascimento, já aparece na santificação e um dia será revelada em toda a sua glória quando Cristo voltar. E agora nós terminamos onde toda a mensagem precisa terminar, aos pés da cruz, porque toda a graça tem o seu centro na cruz. A humanidade não surge de reformas humanas, ela nasce no calvário. É na cruz que o velho homem é julgado. É na cruz que a culpa do povo de Deus é colocada sobre o substituto. É na cruz que a justiça divina e o maior divino e o amor divino se encontram numa perfeita harmonia. Ali é na cruz que Cristo tomou sobre si a culpa do seu povo para dar ao seu povo a sua própria vida. Pedro diz o seguinte, Primeira Pedro 2:24, ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que morrêsemos para os pecados e vivêsemos para a justiça. Veja a lógica do que está acontecendo aqui. Ele levou os nossos pecados para que uma nova vida surgisse em nós. Por isso, o pecador não é chamado a se melhorar para estar preparado para vir a Cristo. Ele é chamado a morrer e viver nele. Não é chamado a reformar a carne. É chamado para abandoná-la como uma esperança para ir a Deus. Não é chamado a apresentar os seus méritos diante de Cristo como o seu currículo e falar: "Eu mereço estar aqui por causa disso". é chamado a receber a graça de Deus. É mostrar o seu currículo e o seu currículo só ter a Cristo. Não é chamado a construir uma nova humanidade com seus próprios recursos. é chamado a entrar pela fé naquela nova humanidade que Deus já iniciou pelo seu filho. É na ressurreição de Cristo que nós temos a nova criação e ela é anunciada ao mundo. Aquele que morreu pelos pecados do seu povo ressuscitou em vitória, garantindo que tudo o que a graça começou será plenamente consumado ali. Paulo diz o seguinte em Gálatas 6:15: "Nem crucificação, nem circuncisão, nem circuncisão tem efeito algum, mas sim o ser, nova criação." Esta aqui é a glória do evangelho. A última palavra sobre o homem não é Adão, não é a queda, não é a culpa, não é a morte. A última palavra para os que creem é Cristo crucificado e ressuscitado. A humanidade caída em Adão não é o fim da nossa história. Em Cristo, Deus fez surgir uma nova humanidade. Uma humanidade comprada no Calvário, vivificada no espírito, unida ao Filho e conduzida infalivelmente até a glória. Então, nós devemos terminar de meditar aqui com reverência, esperança e adoração. A graça não apenas perdoa, ela recria em nós. A graça não apenas absolve, ela transforma a nós. A graça não apenas começa, ela também completa. Tudo isso por causa de Jesus Cristo, o Deus homem que viveu entre nós, que morreu por nós, que ressuscitou por nós e agora nos chama a viver nele. que a nossa glória esteja somente na cruz, que a nossa esperança esteja somente em Cristo e que ao contemplar a sua obra redentora no Calvário, nós possamos dizer com alegria humilde: "Aqui em Adão nós caímos, mas em Cristo, pela graça de Deus, uma nova humanidade já começou. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje. Que essa mensagem possa estar conosco dia após dia, que nós possamos ver a humanidade na graça, que nós possamos ver o que o teu filho fez. Que nós possamos ver o como tu transformar, transforma o nosso coração e que a partir dessa transformação nós vamos a ti, não por medo de ser condenado, mas porque tu já nos salvaste. Não porque nós acha achamos que nós possamos eh melhorar por nós mesmos e por isso mostrar um currículo para para ti e falar assim: Deus está aqui. Eu mereço estar aqui. Não, eu estou aqui por conta de Cristo. Cristo comprou. Cristo comprou tudo na cruz e por isso eu posso vir a ti. Que isso possa ser verdadeiramente ficar no nosso coração, meu Deus, durante essa semana. E nós possamos meditar dia após dia sobre a essa mensagem e ver cada vez mais a graça que veio a nós, que a gente que nós não tínhamos força para fazer nada, que nós não podíamos melhorar a carne, mas tu vieste a nós. Tu vieste primeiro a nós para que assim nós possamos ir a ti, meu Deus. Que isso esteja em nosso coração em todos os momentos da nossa vida. Em nome de Jesus. Amém. >> [música] >> Hoje eu tô com cuidado aqui. Minha velha labirintite atacou. Eu tô meio tonto. Só falta o pastor cair no púlpito, né? Eu já caí, né? Tem coisa aí na internet. [risadas] Deus, tua palavra foi pregada. A boa semente do evangelho não falsificado. Não temos como ir além disso, Deus. não foram chamados, Senhor Deus, para acrescentar, ter a loucura de tentar melhorar, Senhor Pai, a tua palavra. Nós temos a boa semente em nossas mãos e há um mundo inteiro, Senhor, Pai, onde nós queremos e devemos semeiar, Deus, não devemos olhar, Senhor Pai, como é o terreno. Todos os terrenos no mundo são ruins, Deus. Nenhum coração nasceu naturalmente preparado, Deus para a tua verdade. Nós como Senhor Pai, os agricultores, depois de colocar a semente, ó Deus, no solo, vão para casa e dormem, Senhor Deus, e nós tampouco podemos fazer mais do que isso, porque, ó Deus, não podemos fazer chover, não podemos trazer a humidade necessária ainda, Senhor Pai, eh nossa situação nesse sentido ainda é mais desesperadora, ao Senhor Deus, porque o homem pode preparar a terra, mas nós não podemos preparar os cora orações. Essa é a obra do teu espírito, Deus. Mas, Senhor Pai, o que nos enche, Senhor Deus, de ousadia é porque, Senhor Pai, essa obra do Espírito é infalível. Que a boa semente, Senhor Pai, em todos os lugares, Senhor Deus, que ela alcançou hoje, Senhor Pai, esta noite, ela possa, Senhor Pai, fazer o seu bom trabalho. Como tu disseste, eu tenho muita gente, muito povo nesta cidade em Corinto. Que, Senhor Pai, esse teu povo espalhado por todos os lugares possa, Senhor Pai, realmente ser alcançado, Senhor Pai, e tua palavra possa, Senhor Deus, agir de maneira eficaz, ó Deus, revelando, quebrantando, quebrando, humilhando, ó Deus, e aí, Senhor Deus, chamando, Senhor Pai, o homem totalmente quebrado em si mesmo para ver a suficiência do seu filho, Senhor Pai, muito além do que qualquer quebradura, Senhor Pai, por mais terrível que o pecado Senhor Pai, seja por eh tão grande poder, Senhor Pai, que escraviza o homem. Nós sabemos que o pecado pode abundar, mas a graça, Senhor Pai, super abunda, Senhor Deus, onde o pecado abundou é mais do que suficiente. A tua graça, Senhor Pai, é infinitamente mais poderosa do que qualquer pecado. Então, que a tua graça, Senhor Pai, possa, Senhor Deus, trabalhar nos corações, Senhor Deus, para que a boa semente germine e nos nossos também, Deus. Porque precisamos, Senhor Pai, crescer, Senhor Deus, frutificar e precisamos para isso, Senhor Pai, todos os dias estarmos mais maravilhados com a tua graça. Uma das tentações mais poderosas, Deus, sobre nós é a de acharmos, Senhor Pai, que a graça, o evangelho é um assunto e pior, Deus, um assunto que dominamos e então, Senhor Pai, perdermos o assombro. Que haja, Senhor Pai, em nós, Senhor Deus, o ó profundidade do apóstolo Paulo. Depois de olhar para a tua verdade, Senhor Pai, ó Deus, podermos, Senhor Deus, realmente adorar assombrados e dizer a profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus. Quão sondáveis são seus juízos, quão impenetráveis os seus caminhos. Ó Deus, nenhum de nós te aconselhou e nem te aconselhará. Nossas orações serão sempre um clamor, Deus, para que venha a nós o seu reino, para que mais e mais pessoas possam dizer que tu as tirou do império das trevas e as levou para o reino do seu filho amado. E Senhor Deus, quando finalmente deixarmos este mundo, ó Deus, partirmos, Senhor Pai, sabendo, Senhor Pai, que nenhuma unha ficará, sabendo, Senhor Pai, que todos aqueles, Senhor Deus, que tu deste ao seu filho serão chamados e serão chamados apenas pela pregação do evangelho. Que nós possamos então Senhor Pai, estar prontos a falar, a pensar como Paulo, ai de mim se não pregar o evangelho. E isso seja, Senhor Pai, na verdade, a nossa doce alegria todos os dias. Meditar em Cristo, contemplar Cristo, ser santificado através da contemplação de Cristo, proclamar Cristo até que Cristo seja realmente tudo em todos. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos cantar a esse pai bendito que nos deu tudo em seu filho. Aleluia. Ó vem [canto] Deus mostrar em nós teu viver. Mostrar [canto] Jesus por graça. Quebraste os [música] nossos grilhões, [canto] Pai, e livres somos [música] para sempre. [canto] Quem vai nos separar do teu amor? [canto] Soberano e [música] eterno és o Senhor, [canto] és o poder. Tu és [música] a luz que não louvará a ti, Senhor, [canto] pois só tu [música] és eterno [canto] Deus. >> [música][canto] >> A vida tens em ti nada deves. Tudo das [música] nós somos [canto] os vasos de tua graça. Ó [música] em Cristo, tu nos amaste, [canto] nos chamaste para ti. [canto] Santo [música] Deus, soberano e eterno, és o Senhor, [canto] és o poder. Tu és a luz [canto] que não [música] louvará a ti, Senhor, mas só tu és [música] eterno Deus. [canto] Para sempre nós vamos cantar quem tu és. >> Cantar [música] tua beleza [canto] sem fim. Cantar teus atributos, ó Deus, irei. [música] Sim, Deus, [música] vamos cantar quem tu és. Cantar tua beleza [canto] sem fim. Cantar [música] teus atributos, ó Deus e [canto] rei. Só na [música][canto] cruz, Deus vamos nos gloriar. Nela [canto] temos paz. Cruz [música] onde teu filho morreu, [canto] fez [música] expiação por teu povo, [música][canto] afastou toda a ira e [canto] pagou o pecado, [música] nos levando [canto] a ti, Deus pai soberano. e eterno. [música] És o Senhor, [canto] és o poder. Tu és a luz [canto] que não louvará [música] a ti, Senhor, pois só tu és eterno [música] Deus, soberano [canto] e eterno. És o Senhor, és o poder. Tu és a luz [música] que não [canto] louvará a ti, Senhor, pois só tu [música][canto] és eterno Deus soberano e [música][canto] eterno. És o Senhor, és o poder. Tu és a [canto][música] luz que não louvará a ti, Senhor, [canto] [música] pois só tu és eterno [canto] Deus soberano. Cantarei teu amor, meu Deus és o [canto] poder. [música] Tu és a luz quem não loucarei tua beleza [canto] sem fim, >> pois só tu és eterno [música][canto] Deus. [música] >> [música] >> do amor de Deus que está em Cristo. Amém, queridos. Que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, nosso Pai, e a comunhão e a consolação do Espírito seja sobre todos nós agora e para sempre. Ja.