Fé, Trabalho e I .A. | Projeto Lídia | Marília Freitas, Sayão, Márcia Roberta
25/04/2026
Fé, Trabalho e I .A. | Projeto Lídia | Marília Freitas, Sayão, Márcia Roberta
"Fé, Trabalho e I .A.: O que a I.A. trouxe de mudança para o empreendedorismo?"
Projeto Lídia
Marília Freitas, Luiz Sayão, Márcia Roberta
Comunidade Saudável. Cidade melhor!
Contribua para os projetos IBNU:
Chave PIX (CNPJ): 08.802.770/0001-60
Banco Bradesco
Ag. 1445-1
CC. 35400-7
Conheça mais:
[email protected]
Siga-nos:
/ ibnusaopaulo
/ ibnusp
Fonte: Com IBNU
Legendas automáticas:
[música] [assobiando] Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à primeira live do projeto Lídia. É uma alegria ter vocês conosco nessa noite tão especial. Hoje nós vamos conversar sobre um tema extremamente atual e necessário, fé, trabalho, inteligência e inteligência artificial. E mais especificamente nós vamos refletir um pouco sobre a IA e as mudanças, né, que a IA trouxe para o empreendedorismo, tanto no contexto da espiritualidade quanto no olhar mercadológico. Nós estamos vivendo um tempo de transformações rápidas, onde a tecnologia tem impactado profundamente a forma como trabalhamos, nos relacionamos e até mesmo como enxergamos nosso propósito. Diante disto, surge uma pergunta essencial: Como integrar inovação com valores, fé e propósito? Olha só, essa é uma pergunta bem importante, hein? E para essa conversa tão rica, nós temos aqui convidados muito especiais. nosso querido Luís Saião, hebraísta e teólogo, mestre pela USP, trazendo uma perspectiva profunda e reflexiva sobre a Iá na espiritualidade. Boa noite, Saião. >> Boa noite, Márcia. Boa noite, Marília. Boa noite a todos que nos acompanham aí. Eu não sei, Márcia, só parece que a sua imagem para mim tá congelada. Não sei se tá tendo alguma coisinha na transmissão aí. Sei se >> precisa fazer algum ajuste, sei lá, ou sai entra de novo, alguma coisa assim. Porque para mim acho que a Marília confirma também, né? A imagem tá congelada. Você tá sem? >> Tô congelada. Eita. Eu vou eu vou aqui só apresentar a Marília enquanto e vocês começam. Eu entro e saio. Obrigada, Saião, por avisar. Realmente eu não tô conseguindo me ver aqui, mas muito obrigada. Eu já vou fazer essa correção, vai dar certo, se Deus quiser. [risadas] >> Obrigada pela ajuda, viu? Eh, eu também já aproveito, apresento a Marília Freitas, consultora de negócios no Sebrai e especialista em marketing, que vai nos ajudar a entender os impactos práticos no mundo dos negócios. Na na recepção eh da sala, nós também temos a Aline, que gentilmente vai acomodando vocês aqui na sala. E antes da Aline falar um oi, acho que a Aline vai poder, só eh digitalmente aqui falando, eu quero dar um boa noite para Marília. Boa noite, Marília. >> Boa noite, Márcia. Boa noite, pastor Luiz. Obrigada pelo convite, né? Tô muito feliz de estar aqui hoje para falar de um assunto que eu gosto tanto. >> Opa, nós que agradecemos, viu, Marília? Eu também quero registrar o carinho aqui da participação de toda a equipe do projeto Lídia. E vocês que estão aqui conosco nessa jornada tão especial, vou seguir aqui com a com a mediação, né? E prepare-se para uma noite de muito aprendizado, insites e reflexões que podem transformar a sua maneira de ver o futuro. Bom, compartilhe essa live aí com outras pessoas, chame seus amigos para juntos aqui aprendermos um pouco mais. E eu vou começar aqui com uma pergunta pra Marília. Marília, quem tem um pequeno negócio e não entende nada de tecnologia, por onde começar? Dá para usar a Iar para vender mais ou organizar as contas sem precisar ser um especialista em informática. A palavra é sua, Marília. >> Obrigada, Márcia. Bom, sim, né? Na verdade, o a IA tá é tão simples como usar WhatsApp. Hoje em dia todo mundo usa o WhatsApp, sabe conversar ali no chat. Então, encare, né, a IA, como a grande maioria das ferramentas de IA, é de uma forma realmente muito muito simplificada, né, esse acesso a essa popularização, né, e cada vez mais a gente tem falado de a realmente ela tá simplificando o nosso acesso a essa tecnologia eh de uma forma simples e que sim, né, ajuda aí, né, o as pequenas empresas a aprimorar a sua venda, a melhorar o seu discurso, né, de venda também, eh, de como, né, realmente responder o cliente, poder usar, né, a tecnologia tanto na questão da automação, mas às vezes até na simplificação mesmo de como melhorar a forma que você aborda, né, o assunto ali com o cliente, a conversa, né, melhorar suas perguntas e respostas. Eh, então ela traz sim, né, vários benefícios. Hoje a gente vai falar muito aqui sobre tudo isso, né? Mas eu acredito que é algo que é simples, tá na mão de todo mundo, é muito democrático, porque também é muito, né, é gratuito. A maioria das ferramentas, né, tem versões gratuitas que a gente consegue já explorar isso e todo mundo precisa perder o medo, né, de também assim, né, experimentar, né, se jogar, usar da tecnologia aí que tá, graças a Deus aí, né, a nosso favor. H, em muitos momentos. >> Muito bom. Olha o desafio aí, hein. E eu vou agora para uma pergunta para o saião. Aí há como revolução de Ah, eu quero perguntar se eu tô legal agora. Tô voltei. >> Opa, então tá bom. Ufa. >> Antes tava tava aparecendo ia antes, agora tá. >> Opa, agora tô, né? Tava muito digital, né? Agora tô mais real, né, Saão? Então tá tudo certo. [risadas][suspirando] Quer dizer que até contribuiu, né? A minha imagem congelada contribuiu com o tema hoje. Bom, essa perguntinha pro Saião aqui que a gente tem eh que inclusive surgiu aí nas nossas eh nas nossas conversas, né, lá no projeto Lídia também, nossa inauguração. E a pergunta é a seguinte, aí há como revolução digital do saber torna obsoleta a Bíblia tão antiga? Então, Márcia, a pergunta é muito boa, né? E a gente precisa aqui eh compreender eh com mais detalhe eh do que é que a gente tá falando, né? A a IA, na verdade, representa um recurso que tem a ver com uma potencialização logística digital, né? quando você tem informações, sejam elas eh conteúdo de texto ou de imagem ou de som, eh que você pode trabalhar eh com uma velocidade muito mais intensa a partir daquilo que nós temos e chegar a conclusões a partir desse trabalho eh que envolve, né, esses elementos que favorecem e facilitam a nossa vida. Ela amplia o nosso potencial quando a gente fala da sabedoria bíblica. E tem pessoas que têm esse tipo de, não sei se eu posso falar uma palavra difícil aqui, né, que sofrem de preterfilia crônica, né, [roncando] que sempre gostariam de viver só no passado, né, e algumas dessas pessoas eles têm eles têm medo, né, de qualquer coisa que envolva a os desafios do presente na direção do futuro. Então, tem gente, por exemplo, que a gente pode ter inovação tecnológica, mas a pessoa fica meio assustada, né? E em certos ambientes religiosos, essa resistência ela acontece, né? E o pressuposto é esse. Olha, eu acho que esse negócio de estar inventando muita moda, né? ficar criando todos esses negócios aí, de alguma maneira entra numa relação ah de ruptura, de distanciamento da Bíblia. Então, o que que a gente pode dizer? Não é o caso, né? Porque a Bíblia ela traz para nós a ali uma eh longa narrativa da história do amor de Deus pelo ser humano. E quando ela faz isso na sua, vamos dizer, na sua, seu perfil literário multiverso, ela apresenta para nós princípios, diretrizes, referências que t a ver com o significado da vida e tem a ver com a nossa relação com Deus e com o próximo. Então, nesse sentido, a Iá não interfere nisso, né? É claro que alguém pode ser maluco o suficiente, por exemplo, para tentar criar um pastor, um sacerdote religioso criar, né, ter a sua vida conduzida. Tem coisas desse tipo que estão aí aparecendo, mas assim, os princípios, as diretrizes, as referências bíblicas, elas permanecem eh independente do nosso potencial tecnológico de um tipo ou de outro. Isso não interfere. Então, o que a gente precisa aqui, né, é pensar a naquilo que a gente pode chamar de cada coisa no seu devido lugar, né? E assim como a gente potencializou o ensino da Bíblia, a proclamação do Evangelho, ah, através, por exemplo, da grande revolução que foi a prensa de Gutemberg em 1454, que tem a revolução daquilo que foi o rádio, a televisão, a internet, os diversos canais digitais. Da mesma maneira, a gente hoje tem a IA também a favor, né, daquilo que é o conteúdo bíblico que continua sendo referência e diretriz paraa comunidade cristã, para aqueles que querem tá na sintonia da fé. >> Nossa, muito interessante isso, né? Quebra paradigmas, né, quando a gente ouve isso. Então, a gente pode sim utilizar IA para o nosso favor, né? Eh, e como foi dito, né, eh, as ferramentas vieram para ajudar. E aí, nesse contexto, eh, quando nós cristãos, quando a gente imagina fala: "Nossa, mas aí vai pecado, né, tecnologia, né, é o apocalipse, que também é um assunto que vai ser tratado depois, né, o fim do mundo." Então, isso nos conforta bastante, né, ouvir sobre isso. E e eu tenho aqui uma pergunta aqui agora paraa Marília. Aíá consegue escrever textos e criar imagens muito rápido, mas o que é que ela nunca vai conseguir fazer por uma empresa, Marília? O que o dono do negócio tem que ter de especial que nenhuma tecnologia consegue copiar? Isso é uma questão muito importante, né? >> Muita coisa, né? Eu acredito que assim, o princípio de tudo, né? É que a Iá nunca vai conseguir ter empatia como temos nós, né? seres humanos, se colocar no lugar ali do cliente, entender a dor do cliente, né, da forma que a gente tem esse olhar nosso humano, né, é algo muito nosso. Então, acho que até em termos também assim de, né, questões éticas, dosar, né, a questão ali que talvez a máquina, né, a Iá, o robozinho ali não tem essa percepção, né, que nós humanos temos. Eh, é questão de propósito também, né, de de conceitos aí de vida que a máquina não vai substituir. a máquina tá ali, né, para ser sim, né, uma ferramenta, né, a IA tá como uma ferramenta que potencializa e te ajuda no dia a dia, no trabalho e tudo mais, mas ela nunca vai substituir esse lado humano que a gente precisa sim ter nos nossos negócios, encarando ali, né, os nossos clientes, ah, olhando, né, com esse olhar eh, de propósito de vida, do que que a gente quer levar, né, pros nossos pro pro nosso paraa nossa empresa, pros nossos funcionários, né, pro pro cliente. Tudo isso é muito muito humano e a gente nunca vai perder. Eu acho que essa essa questão dessa essência que eu acho que, né, responde essa essa questão, eh, muita gente tem medo às vezes, né, de perder o emprego também, né, para ir, ah, tem essa essa coisa, né, ainda muito forte, né, também de muitas profissões que podem sim ser substituídas agora no passar do tempo, pode acontecer sim de alguma outra profissão, né, eh, acabar sendo trocado ali por algum, né, sistema automatizado e tudo mais, mas eu acredito que as pessoas que estão, né, eh, sintonizadas com o que tá acontecendo no mundo, né, estão empenhadas em aprimorar, em descobrir, né, um pouco mais sobre esse universo, já entrando aí, né, na na IA, elas têm uma oportunidade de usar a seu favor e ser o melhor profissional e assim garantir os seus empregos, né, também. Então eu acho que, né, a gente só tem a ganhar com a tecnologia nesse caso, ã, a partir do momento que a gente aprende a usar ela, o nosso benefício, mas a gente não esquece também de colocar a nossa pitada humana, a nossa inteligência humana, né, nesse nesse jogo, né, a gente tem que sempre também eh além de uma preocupação também, eu acho que a gente fala muito Desculpa, acabei indo pro outro lado aqui, mas eh tudo que a Iar me traz de resultado, eu preciso filtrar, eu preciso ter uma seleção ali, eu preciso, né, colocar o meu olhar humano, a minha inteligência para checar se aquilo é verídico para mim, porque não podemos confiar 100%, né, na resposta da IA. Ela não é senhora da razão, ela não sabe tudo, né? Pode parecer que sim. Ela afirma com tanta certeza que até você fica em dúvida se você [risadas] conhece o assunto, você até fala assim: "Nossa, mas ela tá afirmando com tanta certeza, deixa eu checar se isso aqui é verdade", né? Então já fica uma dica aí também de que a gente precisa assim checar toda e qualquer informação que vem ali por IA, porque muitas vezes ela pode estar enganada, ela, né? É um braço direito, mas desconfie. Eu eu acredito que a gente tem que tratar ela como se fosse assim um estagiário. Ela também tá aprendendo, né? a gente tá aprendendo com ela, mas ela também tá aprendendo sobre o nosso negócio, sobre a nossa vida, sobre a nossa, né, a nossa empresa. Então, assim, ela é um estagiário, então vamos dar um serviço operacional para ela, mas vamos conferir, vamos olhar de novo, né, e rever o serviço, vê se foi bem feito antes de sair replicando. Não copie e cola, né? Qualquer coisa do que você vê por aí, porque você pode estar muito enganado aí, ser surpreendido depois, né, com essa IA que às vezes trolla a gente, né, acaba sendo uma trollagem ali. >> Muito bom, Marila. Então, recursos humanos não vai ter o perigo de chamar recursos tecnológicos, né, para tratar quando o empregado entrar. vai ser o mesmo processo por enquanto, né? Eh, exame médico quando entra na empresa, todo esse passo a passo ainda continua, né? Eu tenho agora aqui pro Saião um contexto que a gente até falou um pouquinho agora a pouco, né? Será que a Iá tem relação com apocalipse e o controle total do anticristo? Essa é uma pergunta excelente, né? Porque se ouve falar muito isso nas mídias do anticristo, do apocalipse, chegou o fim do mundo. Então a gente queria te ouvir um pouquinho sobre esse contexto. >> Pois é, Márcia, tem gente que inclusive tá torcendo pro fim do mundo mais do que qualquer outra coisa, né? meio complicado. [risadas] >> Verdade. Verdade. >> Então, o que, veja só, é interessante quando a gente pensa na naquilo que envolveu ah, vamos dizer a retomada da centralidade da Bíblia na história ocidental, originalmente europeia, né? A gente vai ver uma coisa curiosa que ao mesmo tempo em que a Bíblia ganhou uma centralidade, as pessoas passaram a estudar e o grande aliado disso tudo foi a tecnologia. A gente mencionou, né, a questão da prensa de Gutenberg, a Bíblia foi colocado na língua que era a língua falada pelo povo comum, né? E o o grande progresso se deu também por um resgate de uma ideia que é absolutamente lícito eh pesquisar o mundo à nossa volta, porque esse mundo não é amaldiçoado, esse mundo é criação de Deus. O trabalho ganhou um espaço muito especial. Quer ver uma coisa interessante? quando os colonos que chegam na Penilvânia para tentar, né, saindo da Inglaterra, entrar num ambiente novo e eles todos tinham profissão, vamos dizer, muito mais ligada a escritório, a trabalho. Aí o famoso William Pen na ocasião, ele falou: "Olha, o primeiro homem foi um lavrador". Aí todo mundo passou a trabalhar, né? Então, assim, trabalho, progresso, desenvolvimento, tecnologia, ciência, sempre foi eh companheiro assim e parceiro daqueles que tinham o que a gente pode chamar de uma fé centrada, equilibrada e bíblica. Uma coisa curiosa que a gente tem nossos tempos é o que eu chamo às vezes de escatologismo, que é aquela coisa que o pessoal fala assim, ó, o negócio tá tão complicado, tá tão feio, socorro para o mundo que eu quero descer, né? Porque são muitas crises, são muitos problemas de natureza, ah, vamos dizer, geopolítica. Nós estamos tendo essa crise hoje no mundo aí por conta dos conflitos no Oriente Médio, questão de energia, se a gente vai investir em energia eh renovável ou com base no que nós temos no combustível fóssil, se de fato vão fazer transição, como é que é isso, toda essa discussão e isso gera um um medo acentuado. E aí, que que o pessoal faz? Apressadamente, qualquer coisa que pareça, tá, além dos nossos horizontes, o pessoal já aparece e fala: "Olha, é o fim do mundo." Essa semana mesmo conversei com alguém que já me deu uma data, disse que o mundo acaba até 2030. >> Eita! >> Daí passa, né? Então só dá pro ganhar essa Copa, a outra não sei [risadas] se 4 anos. >> [risadas] >> Então, que que acontece, pessoal? A IA é apenas um desenvolvimento decorrente daquilo que a gente já tava fazendo num grau menor. Quando você pegava um simples texto e pedia para ele comparar, para ele revisar, você tá aí nos primórdios da IA para lidar com textos. Quando você tem um tinha um programa, né, de computador, de software, que podia trabalhar de uma maneira melhorar o seu desenho, a sua arte, né, ou um programa de vídeo, o que que acontece agora? Você tem isso potencializado em ferramentas muito mais sofisticadas que faz isso num tempo record. Então, com todo respeito, a Iá não é o fim do mundo, não é o apocalipse. Agora, é verdade que não é uma questão da IAF, é verdade que hoje, né, isso é uma questão que a gente tem que refletir por um outro caminho. Hoje nós temos no poder, eh, nas mãos de quem concentra poder, a capacidade de ter um controle maior sobre a vida. das pessoas a partir das informações disponíveis e isso dá um friozinho na barriga, né? Então, por exemplo, não faz tanto tempo eu visitei a China. E uma coisa curiosa que eu tive quando eu cheguei lá, conversei com algumas pessoas, ele disseram o seguinte: "Hoje o governo chinês desenvolveu um sistema tão sofisticado eh de vigilância no país, que eles dizem assim: "Qualquer pessoa que entrou na China, se o governo quiser, eh, o governo localiza essa pessoa em menos de 6 minutos". até 6 minutos, porque tem que trabalha com reconhecimento facial, que observa as coisas, né? Não faz tanto tempo um cidadão na Suéciaou, a Suécia quis mostrar o quanto que eles tinham de capacidade de ter informação sobre as pessoas e publicou o que eles sabia. Eles sabiam do indivíduo num jornal lá, o indivíduo se sentiu invadido eh por privacidade violada, tal. E aí então num certo sentido, não é exatamente a IA, mas todo o arsenal tecnológico digital disponível que nós temos hoje pode servir para provocar movimentos democráticos excentuados do mundo, como por exemplo tem acontecido, mas ao mesmo tempo é uma situação que pode facilitar assim, um caminho de controle acentuado, né? Isso não tem nada a ver diretamente com o anticristo, mas vamos assim pensar em termos bíblicos e proféticos, um futuro, quando o anticristo eh surgir, claro que ele vai usar o que tiver disposição. Ah, o anticristo vai usar e ar, mas vai usar roupa também, vai usar óculos, se precisar sapato, né? né? Por isso que a gente não vai usar, né? Então as pessoas não devem estar temerosas nem achar que a Iá é alguma coisa associada ao mal. É apenas um recurso que é disponibilizado para nós para fazer o bem ou mal. A gente sabe como deve utilizar isso de maneira adequada. >> Muito interessante, viu, saião? E essa questão do mundo acabar em 2030, no decorrer aí dos anos, a gente sempre ouviu falar: "Ah, vai ser no ano 2000, né? Surgiu esse negócio do ano 2000, não sei o quê". E eu acho que as pessoas ficam mais aceleradas, né? com essa coisa toda acontecendo ao mesmo tempo. Mas olha, muito muito boa essa reflexão. E eu quero aproveitar aqui para comentar um pouco das pessoas que estão aqui nos assistindo, que estão conosco. Eh, quero mandar uma boa noite aí pra Célia Regina que está conosco. Eh, Mari Lúci, boa noite para você também. Lincol Fiorell, a Aline Cariri, que eu já citei, né, o nome dela, o Elvis, o Midana que tá com a gente também, a Maria Almeida, entre outras pessoas que a gente vai citando aqui no decorrer da nossa live. Eh, eu vou seguir aqui e daqui a pouco eu tenho umas perguntinhas do pessoal que está aqui colocando no nosso chat, pessoal. Já já eu vou entrar com as perguntinhas de vocês, tá bom? E por enquanto a gente vai seguindo aqui o nosso fluxo. Agora vamos passar pra Marília. Marília, muitas vezes o empreendedor acha que tecnologia de ponta só para quem tem muito, para quem tem muito dinheiro. Essa é uma, na verdade, às vezes é uma afirmação, né? Ai, tecnologia só para quem tem muito dinheiro. A inteligência artificial é cara ou já está ao alcance de quem está começando agora com pouco investimento? >> Eu acredito que a IA é uma das mais democráticas tecnologias que a gente tem nos últimos tempos, assim, né? Porque ela tem com ferramentas gratuitas ou com custo muito acessível mesmo por uma pequena empresa, quem tá começando, né? e que permite a gente eh com pouco mesmo, pouquíssimo investimento, ter uma qualidade, né, de de trabalho ali usando a IA de uma forma, né, profissional, como as grandes empresas utilizam. a mesma tecnologia que a gente usa, né, acessando o chat GPT, por exemplo, eh, a gente tá usando ali, né, de um benefício que grandes empresas e corporações estão usando, eh, de uma forma realmente democrática, com planos, né, acessíveis e possíveis, né, dá para começar com as ferramentas gratuitas, ã, inicialmente, até pra gente conhecer, saber, né, qual o IA é melhor paraa minha empresa, pro meu negócio. Cada uma tem um às vezes um tipo de linguagem diferente ali, né, na resposta. Então você precisa entender também qual queb estilo. Ah, então assim, a nossa dica inicialmente no Sebrai é sempre experimente tudo primeiro, né, no free mesmo, no gratuito. Não, não saia assinando várias coisas antes de experimentar, testar. E seu maior investimento nesse momento é em tempo, dedicação para poder aprender, estudar, fuçar bastante, né? experimentar tudo isso para depois, aos poucos, começar realmente a investir e falar: "Não, agora eu preciso de repente automatizar meu atendimento ali no WhatsApp, vou investir no, né, num chatbot, alguma coisa, e vou precisar às vezes de um profissional que faça isso por mim". Mas sim, é acessível, é possível, né? Ah, a gente entrar nesse universo e como eu falei, de uma forma muito democrática hoje em dia, assim, né? Eu acredito que a as redes sociais em geral, a internet, o YouTube já trouxe ferramentas acessíveis que qualquer pequena empresa pode ter um perfil aqui nessa rede, né, e explorar isso, eh, usar isso a favor do marketing, da divulgação do negócio. E agora, IA vem potencializar também isso, né? Além de tudo, é uma forma assim de garantir economia até, né, de dinheiro. A I te ajuda a economizar às vezes, né, na contratação de um profissional para escrever um texto melhor, né, para pôr no seu site, para escrever um e-mail ou fazer ali um script de venda para você eh atuar no WhatsApp com no dia a dia com os clientes, para criar legenda, para um post no Instagram, para te ajudar a fazer uma imagem mais bonita do seu produto. Às vezes, ah, a pequena empresa não tem grana para investir num estúdio super profissional. Hoje em dia, com poucos cliques, você coloca uma foto amadora ali, pede uma foto mais profissional, com fundo diferente ou seu produto aplicado a um modelo, vestindo o seu produto, né, andando ali com um acessório, uma roupa, alguma coisa, e que antigamente era um custo muito alto para pequenas empresas, né? Eh, esse investimento de marketing, de divulgação e tudo mais. E hoje tá muito mais simples, né? Muito mais fácil. Só vale a pena, né? Investir um pouquinho de tempo nessa, nesse aprendizado do tipo, como eu vou aprender IA. E uma dica que eu dou para muita gente que eu falo diariamente sobre isso, é que a IA é o melhor professor que você tem para aprender IA. Então assim, use da ferramenta também para que ela seja o seu professor e te ensine. Pergunte para Iá, como eu posso melhorar essa imagem, como eu posso pedir eh fazer um comando melhor, o famoso prompt que a gente usa aí, né, nos comandos de a Às vezes, ó, eu não sei fazer um prompt bem feito, mas pergunta para ela como você deve, né, pedir melhor, qual informação que ela precisa para te entregar um melhor resultado. Então, né, vamos usar da tecnologia também para ser o nosso professor, né, no dia a dia. Ah, eu quero fazer uma um vídeo, mas eu não sei como fazer. Pergunta para ir a, né, e consuma YouTube, gente. A gente tá aqui no YouTube agora, né, mas aqui tem inúmeros inúmeros inúmeros vídeos e professores e pessoas, né, ensinando tanta coisa. Então assim, como usar essa tecnologia? Aqui você vai encontrar respostas, né, através de inúmeros vídeos. Mas como eu falei também é só abrir um chat qualquer, seja o chat PT, Gemini, Cloud, várias outras, né, IA aí que estão disponível. A meta tá presente até dentro do nosso WhatsApp, né? dentro do WhatsApp tem uma bolinha lá azulzinha que se você clicar ali e começar a conversar com ela, é uma i lá dentro, né, para você trocar ideia e conversar. Então não tenha medo, né? Desmistifique qualquer coisa e experimente. O máximo que pode acontecer, tá errado, começa de novo, né? Se joga, vai experimentando. Não tenha medo, não vai explodir nada. Você não vai apertar um botão e sair, né? explodindo aí qualquer coisa. Então assim, realmente eu acho que, né, só tem, eu só vejo benefícios, principalmente nessa questão financeira que era a questão da pergunta, né? Acabei indo para outros lados aí na resposta, mas eu acho que >> eh a ideia é essa mesmo, né? no sentido de otimizar recursos, ganhar produtividade e ganhar aí, né, braços direitos, esquerdos, porque geralmente o pequeno empresário eh ele é muito solitário no dia a dia, né? Às vezes tem até uma equipe ou uma equipe pequena, às vezes é sozinho, equilibra 1000 pratinhos ao mesmo tempo. Eh, e a Iá tá aí para ajudar a equilibrar mais, né? Como eu falei, às vezes ser um estagiário, se é alguém ali para te dar esse suporte em vários sentidos. Então, explore e utilize. >> Muito bom. Inclusive para criar logomarca de empresa, né, ele já cria logomarca, já dá uma expectativa do que você pode colocar até na sua assinatura também. E essa parte que você tá falando da questão do recurso é importante porque eh tem um desafio, né, que você também colocou, aprender a usar, né, é o desafio grande, porém essa questão financeira eh dá para contornar muito bem sabendo utilizar a ferramenta, pelo que você coloca. É isso, né, Marília? >> Então, agora só precisa aprender a usar. você falou alguns aí gratuitos, são muito interessantes. Não sei se o pessoal aí eh pegou nota disso, né? Mas acho que depois vale a pena até a gente colocar no chat, né? Essa essas fal >> legal. Então, >> não é importante. E outra coisa, eh, as ferramentas gratuitas, o único cuidado que a gente tem que ter é no compartilhamento de informações. Uma dica boa também aqui, né? Eh, cuidado ao inserir dados pessoais, né, dados de clientes, às vezes dados sensíveis. Então, assim, cuidado. Eh, se você tá usando uma ferramenta gratuita, muitas vezes a gente não lê ali os termos que a gente vai aceitando, tudo na internet, né? A gente aceita ali sem, né, as letras miúdas do contrato que ninguém lê. Então acontece que você tá disponibilizando a maioria das informações que você tá imputando ali para uma grande, né, nuvem de conteúdo aí de dados. Então assim, cuidado, né? Então, a partir do momento que eu falar, não, mas eu preciso colocar planilhas da minha empresa, quero colocar dados mais sensíveis, então opite, né, para por uma assinatura, um plano pago, onde você vai garantir um pouquinho mais de privacidade ali naqueles dados, em vez de ficar usando toda e qualquer ferramenta gratuito aí, aceitando tudo sem, né, controle. Então, cuidado com isso, que eu acho que é uma dica também super importante. Eh, tente, né, não inserir dados ou quando for inserir, tenta anonimizar ali para não ficar uma coisa, né, tão exposta, porque a gente já tá vendo também, né, vazamento de dados, de informações. O próprio Chat GPT, que é um dos mais, né, populares no mundo inteiro há pouco tempo, teve um grande vazamento aí de dados, né, e a gente não sabe o que que foi que vazou, tá de conteúdo nosso espalhado por aí, né? Então, a gente fica comendo um pouco disso. Então, assim, experimente tudo no começo de forma gratuita, mas a partir do momento que você fala: "Não, isso aqui realmente vale o investimento porque eu tô vendo benefício no uso dessa ferramenta". Considere sim pagar por um plano ali, né, uma assinatura mensal, eh, para poder ter um pouco mais de controle aí desse, dessa privacidade de dados, que é importante. >> Muito bom, Marília. E eu, antes de passar pro saião, eu quero eh cumprimentar também a Kathle, que está conosco aqui, a Iara também, o Evandro Xavier, ã, o Augusto Cotrim, boa noite também. Antônio Silva, Cátia Silva, boa noite para vocês, sejam bem-vindos aqui. E eu vou fazer uma perguntinha aqui pro Saião que colocaram no nosso chat, que também já tem a ver com outro contexto que eu já ia colocar aqui para ele discorrer pra gente sobre isso. A pergunta é a seguinte: eh, Saião, que orientação o senhor daria aos líderes que ainda têm receio de utilizar a inteligência artificial no ministério? Essa é uma pergunta da nossa querida Line Cariri e eu passo então para você, Saião. Então, eh, a gente precisa entender, né, que o que é inegociável é a verdade, o conteúdo e a mensagem que nós temos com seus valores e ensinos, a maneira como isso vai ser apresentado, como é que isso vai ser divulgado. E nós inclusive eh devemos caminhar na direção da nossa criatividade. Uma coisa interessante que a Bíblia nos apresenta, [roncando] porque eh muitos textos falam pra gente sobre dons espirituais. Você tem lá em Efésios 4, Romanos 12, Primeira Coríntios 12 também tem uma citação em Primeira Pedro 4, né? E é interessante que chama atenção que se fala sobre os dons, mas em nenhum lugar diz como a gente deve usar o dom. Simplesmente diz: "Ó, se o seu dom é esse, faça assim. Mas como é que eu vou fazer? Por que que não tá dito para nós? Porque a bola tá com a gente. A gente tem que descobrir o como Deus dá direção do que deve ser feito. E por que que o como não é dado? Porque o como depende do contexto da época, do ambiente, do cenário no qual eu tô inserido. Então, nesse sentido, a gente precisa ter o jogo de cintura do apóstolo Paulo. Quando Paulo tava falando com os judeus, ele entrava na sinagoga, ele citava o Velho Testamento, ele falava em sintonia com a necessidade do ouvinte. Quando Paulo tava falando com gregos, ele citava literatura grega. Quando ele escreve para um ambiente que conhece, né, bem o que que é a cultura predominante do mundo romano, ele descreve a realidade em termos romanos, como ele faz em Efésios 6, falando da armadura de Deus, né, que é exatamente a roupa de um soldado romano. Então, como é que a gente faz? A gente precisa entender que a tecnologia disponível no nosso tempo é aquela que precisa ser utilizada. Você imagina só, Márcia, antigamente as pessoas batiam de porta em porta para entregar um folheto comet, um folheto pequenininho, de letra pequena, né? E hoje você recebe na caixa do correio da sua casa ou em qualquer lugar que você tá, do seu escritório, um monte de propaganda grande, colorida que você nem olha direito, joga fora. Então, quer dizer, aquele folheto não funciona mais nos dias de hoje porque a realidade mudou. Então, o que que acontece? A potencialização, né, que nós temos para divulgar o que é importante no reino de Deus, precisa do apoio daquilo que a tecnologia disponível. E é até uma responsabilidade nossa. Olha que coisa interessante. Quando começou a pandemia, a IBNU já tinha um canal de YouTube e já tinha um canal de YouTube muito bem frequentado. Na época, na época a gente já tinha inscritos no canal da PNU, antes da pandemia, 22.000 pessoas. Às vezes tinha pessoa na Austrália seguindo a gente, tinha gente da Ábua Saudita, tinha gente para Polônia, para vários lugares. Quando começou a pandemia, a gente estava totalmente preparado para continuar funcionando o nosso modo digital, né? Eh, infelizmente tive gente que falou assim: "Ah, esse negócio de digital eu não aceito, pô", né? Eh, e o Pito grande e até disse que embora porque onde a se viu tem a igreja na internet. [risadas] Aí eu disse: "Olha, não é que a igreja tá na internet, a igreja tá inclusive na internet." >> Inclusive, é, >> ela não é uma coisa que se opõe a outra, né? Então, não é o caso, né? E aí o que que aconteceu? Um monte de gente entrou em contato com com a gente pedindo assim: "Olha, como é que faz esse negócio? Como é que dá para transmitir o culto? O que que é esse negócio do YouTube, né? Como é que funciona isso, né? Isso morde, né? Assusta as pessoas? Como é que é, né? Então, da mesma maneira, nós temos hoje, né? Uma coisa que a gente tá começando já a usar, mas para você saber, né? também paraa Marília. A gente hoje já tem algumas mensagens, estão fazendo teste com tradução direta para outras línguas, né? >> Olha que bacana. >> Nós estamos com um projeto de ajudar um pessoal de país fora do Brasil que eles estão pedindo os nossos conteúdos e aí a gente querar >> com uma ferramenta melhor do que essa comum, né? aí para usar isso e fazer uma tradução que realmente soe bem para aquele que vai ouvir, né? >> Olha que incrível. Uhum. >> É, então isso é é um mecanismo assim disponível que tá aí, né? Como a Marília falou, isso não é o bicho de sete cabeças, é o bicho de máximo duas [risadas] gente consegue, né? eh caminhar. Então, eu acho que é uma responsabilidade no serviço da gente ter acesso, né, a aí a tecnologia, de modo que a gente, de fato consiga ajudar quem precisa e que hoje, né, você faz diferença. Eu tenho um amigo que é de origem árabe e ele eh faz um trabalho digital de proclamação no mundo árabe da palavra de Deus. Ele dise que o impacto teve na vida dele depois que ele participou de um programa que foi transmitido para vários lugares. O indivíduo falou para ele: "Você sabe que agora que você fez, você alcançou mais pessoas ouvindo a sua mensagem do que o apóstolo Paulo em todo seu ministério?" Olha só. >> Aí ele caiu para trás, né? Ele não imaginava uma coisa dessa, nunca tinha pensado, né, nesses termos quantitativos. Muito importante. >> Nossa, muito interessante. Sabe que assim, eu fui pro evangelho muito cedo, né? E e eu fico imaginando, né, quando você falou, Saião, essa questão das traduções, né, eh, de até mesmo a própria Bíblia, né, inclusive que você comentou. Eh, e aí pegando lá atrás a igreja simples que eu vim, né, eh, tudo, né, 1975, quando minha mãe começou a ir pra igreja e hoje ouvindo uma coisa dessa, assim, dá muito orgulho, né? Dá muito orgulho, porque é isso aí, é saber usar a ferramenta a favor de tantas coisas e por que não evangelho também, né? Por que não nas traduções bíblicas? Incrível isso. E aí o que eu ia colocar, acho que você até trouxe aqui, mas fique à vontade para eh contribuir mais ainda, se quiser, que para o cristão a Iá deve ser temida ou encorajada. É uma pergunta e eu acho que você trouxe um pouco na sua fala, mas pode complementar. Então, num certo sentido, ela ela deve ser temida porque ela potencializa todo tipo de conteúdo. Por exemplo, eu tava vendo uma reportagem, algum coment, uma coisa rápida que eu vi no YouTube, ah, de o pessoal dizendo que hoje você tem um avanço assustador de conteúdo pornográfico e pornográfico doentil de mente, né, que é feito com IA. Porque agora com esses recursos, o pessoal não precisa mais contratar uma pessoa para encenar as coisas lá que são ligadas a essa atividade, né? Mas você imagina só, eh, todo um monte de coisas, eh, vamos dizer que tão comprometidas com atividades prejudiciais paraa sociedade, também o tráfico de drogas, o tráfico de armas, o crime, tudo isso vai poder utilizar também e utiliza isso. E o que às vezes é preocupante é que você vê que muitos desses pessoas não perguntam se pode ou não usar e eles vão com tudo. E aí você vê o pessoal comprometido com a prática do bem, com um monte de questões. Ah, não sei se pode, se deve, se deve ser de manhã ou de noite, né? Quer dizer, a gente precisa ter um senso de realidade, né? Porque você sabe que uma das coisas que é comentado na história da evangelização do mundo é que quando o cinema começou a ter espaço, muita gente religiosa, cabeça dura, eles bateram de frente dizendo que o cinema era do mal, né? porque surgiu fora da expectativa deles. Então é uma coisa curiosa, pega um país como os Estados Unidos, né, que criou Hollywood, que é um dos principal, né, referência de cinema da história. Ah, e você vê que maioria dos filmes americanos tem às vezes um perfil menos conectado com a tradição do país de fé. Mas uma das razões é porque o pessoal religioso fechado diz: "Olha, não, o cinema é do mal". Quando o pessoal começou a rever isso, já tinha muitas décadas de de funcionamento do cinema. E eles vão dizer pegar o o o trem o trem atrasado, né? Errado. Quando eles resolveram agir, eles, vamos dizer, perderam uma geração que eles poderiam ter influenciado por meio do cinema, né? Então assim, a Iá para a o seu potencial de multiplicar o mal, ela deve ser temida e muito temida. Mas como uso dentro da comunidade da fé e qualquer organização que esteja comprometido com o bem-estar da sociedade, ela é absolutamente indispensável. Ela não deve ser temida, ela deve ser encorajada, porque a gente pode sim fazer muita diferença com esse conteúdo. Márcia, olha só, só para você ter uma ideia, eu tenho duas contas de Instagram e são duas contas muito bem frequentadas com muita gente. Aí eu fiz o cálculo, tá, para dar uma olhadinha rápido nas duas contas e eu fui ver o número de visualizações que as duas contas juntas têm. Eu descobri que é meio milhão de visualizações por dia. São 15 milhões. 15 milhões por mês. >> É muita gente. É. >> Caramba. Olha só. Quer dizer, por isso que tem alguém lá em Ariado que me conhece. [risadas] Mas por quê? Porque eu não tive nenhum preconceito de usar as ferramentas. Falei: "Nossa, isso aqui é importante, isso aqui tá sendo um caminho, né? Assim como antigamente o pessoal mudou do do papiro pro pergaminho, depois do pergaminho pro livro, né? E depois do livro, as possibilidades se multiplicaram, especialmente na era pós eletricidade, né, com todos os desdobramentos tecnológicos. Então, a gente não pode perder tempo de jeito nenhum. É absolutamente importante e necessário. >> Muito interessante. E é muito legal refletir sobre isso, líderes cristãos, né, ouvindo sobre isso. É interessante porque olha só que bacana, né? em um segundo você tá aqui, mas você também tá em outro país, você atravessa continente, né, por meio dessa ferramenta que você citou, que é o Instagram. E de toda forma eh tá entrando em lugares que fisicamente nessa velocidade seria impossível, né? Então, está aí a tecnologia a favor, né, e a favor, eh, também, né, da propagação do evangelho. Muito, muito boa essa reflexão. E eu tenho uma perguntinha aqui paraa Marília que diz o seguinte: Marília, eh, gostaria de saber como o SEBRAI tem apoiado os pequenos negócios empreendedores nesse processo de transformação digital com a IA? É uma perguntinha da Cátia Silva para você, Marília. >> Oi, Cátia. Bom, sear, né, já faz aí uns dois anos ou mais que a gente já começou a falar de o tempo todo, né, nos nossos conteúdos, nossos cursos, existem já capacitações nos escritórios regionais que você pode, né, acessar, encontrar pelo site aí o mais próximo de você presencialmente ou de forma online também, como também no nosso EAD, cursos gravados, onde você pode, né, ter acesso acesso ali ao beabá, né, a esse início, como começar e o que fazer, né, na pequena empresa com o apoio aí da IA, você já encontra, né, disponível aí no nosso site. tem e-book gratuito, tem muita coisa, né? Além do apoio para quem já tem, né, uma empresa, para quem é MEI ou ME, você pode procurar o atendimento do Sebrai lá, né, no nosso balcão de atendimento, eh, para tirar dúvidas, para conversar, para buscar uma orientação, né, melhor ali individual, que olhe exatamente o seu caso, né, de forma individual. a gente oferece consultorias, né, atendimento. Então se aproxime do Sebrai, né, e a gente vai tá lá pronto para ajudar aí apoiar nesse processo também de >> OK, Marília, respondida aí. E aí, eh, eu também faço aqui mais uma colocação para reflexão, Marília. A gente vê eh muita gente usando a IA para tudo, mas ela também erra, né? Como o empreendedor pode usar essas ferramentas sem correr o risco de passar informações erradas ou perder a confiança do seu cliente? >> Sim, a gente comentou um pouco já sobre isso, né? Mas reforçando, né, a importância disso, >> eh, acredito que a gente precisa de uma dupla checagem sempre, né, além do desse olhar humano, né, sobre aquilo, para ver se faz sentido o que a Iá tá falando ou não, ela às vezes alucina gente, né? até um termo realmente técnico aí que o pessoal usa quando a IA começa a dar respostas malucas, né, ela tá alucinando. Então, cuidado com isso. Eh, confira tudo antes e, se possível use as três para checar, né? Coloque a mesma pergunta em duas, três e as eu coloquei aqui uma listinha, né, de ferramentas aí com versões gratuitas para testar. Então assim, experimente até para você sentir qual que faz mais sentido aí para, né, para você, pro seu negócio, pro seu estilo de comunicação. Outra coisa que a gente também tem que lembrar, né, é que a gente precisa doutrinar a nossa IA. a gente, né, vai treinar ela para ser ali, né, o nosso braço direito. Para isso, você precisa colocar informação, quem é seu público, quem qual que é o seu produto, o que que a sua empresa vende, para quem vende, né, e qual tom de voz que eu quero que a SEA comunique com o mercado, com o mundo. Eh, ela vai ser uma Iá que vai falar no masculino, do feminino, ela vai ser um tom mais formal ou informal, ela vai, né, responder de forma mais divertida ou não, mais contida, né? Tudo isso eu posso pedir. Não, realmente, né, é um termo que a gente usa no marketing, que é o tom de voz, mas você pode, né, sugerir e também bater boca com a do tipo, olha, não gostei, faz de novo, né? corrija, mexa, deixe isso mais menos prolixo, porque às vezes ela fala demais também, seja mais objetivo, mais curto. Então essa, né, esse ensino ali dessa esse treinamento que você vai fazendo até ela pegar o seu jeito, o seu estilo, né, é algo que é diário praticamente, né? diariamente a gente vai aprimorando, melhorando e cada vez tendo os resultados melhores, né, dessa dessa tecnologia que só tem, né, a nos beneficiarem. >> Muito bom. Tem até um comentário aqui no chat que diz o seguinte: "Olha só, sim, a Iá é muito bom, ã, é muito bom na maioria das vezes, mas devemos tomar cuidado que às vezes ela não dá informação correta. Exemplo, na gramática do hebraico, ela erra muito. Tá aqui o Evandro colocando aqui pra gente refletir também. E eu aproveito, ô Evandro, obrigada pela contribuição, viu? Eh, às vezes a gente vai fazer alguma coisa, né, que a Marília também colocou, o próprio Saião, né, da gente também ter essa questão de observar, né, tomar esses cuidados também. E aí você vai perguntando a hora que ela responde: "Ué, o que que você quer afinal?", né? Eh, aí coloca lá, né? O que que você quer afinal? Então, eu acho legal a gente eh ter esses conhecimentos e também saber usar a ferramenta, né? Eu quero cumprimentar aqui também outras pessoas que chegaram. Eh, eu quero também cumprimentar a Laura Siqueira. Um beijo, Laurinha, boa noite. Chegou aqui também, seja bem-vinda. O Paulo Prado também, muito boa noite. A Isabel Costa, boa noite. Maurício Freitas, o Pedro Henrique também, muito boa noite vocês que chegaram e podem aí contribuir com suas perguntas. Nós estamos aqui eh ainda no nosso bate-papo, né? Um bate-papo muito legal falando sobre a no contexto da espiritualidade e também no contexto mercadológico, trazendo essas reflexões tão ricas aqui. Eu tô gostando muito desse debate e eu agora vou fazer uma perguntinha aqui pro Saião, que é sobre estudar a Bíblia utilizando a Iá, né? Fazer ministrações, eh, sermões, né? fazer os contextos aí eh da Bíblia, né? Eh, muito importante para sustentar às vezes. Eh, na IBNU eu acho muito legal que o Saião eh ele traz muito contexto eh histórico, né? Então, quando ele tá falando lá de Paulo, lá no telão já aparece um mapa, né? Eu fico assim impressionada com todo esse aprendizado, né? E eu vi que não é feito em ar, né? Aquele de lá eu vi que ali já é o material, né? que você tem, mas assim, pegando um pouco eh essa essa questão do estudo bíblico, né? Eh, como seria a utilização da Iá nesse contexto todo para literalmente estudo bíblico? >> Então, Márcia, eh, isso é um desafio muito grande, né? Porque como a Marília já falou, a gente tem diversas, né? tem as assim como o chat GPT, o Gemini, o Copilot, a gente tem algumas coisas muito básicas que todo mundo tem aí à disposição. Aí dependendo do do assunto, do tema, existem assim mais especializadas, né? E essas são pagas, são mais caras, né? São coisas assim. Então, por exemplo, como eu mencionei, essa de tradução de melhor qualidade, ela não sai assim sem custo, né? E e assim, eh, a questão do estudo bíblico, a gente tem eh até mesmo nas assim bastante básicas, se você fizer uma pergunta bastante comum do tipo assim: "Aonde é que eu encontro a história das jumentas perdidas? do pai de Saul, né? E geralmente ela responde rápido, né? Perguntas assim que não exigem muita conclusão teológica, você pode fazer para qualquer eh simples que ela vai conseguir constatar. A questão começa a ficar complicada quando você de fato parte para o, podemos dizer paraa teologização, né? Mas eu tô achando curioso que as ferramentas mais disponíveis, quando você pergunta algo, de modo geral, a maioria tem reagido de modo assim meio razoável, né? Do tipo assim, ah, ah, sobre isso existe uma discussão, então alguns explicam posição A tal, posição B tal, posição C. Eu me lembro que quando a EAI saiu, eu perguntei, né, escuta, qual que é a perspectiva teológica do Luís Saão? Saiu uns absurdos assim, sem tamanho, né? Hoje ela já tá mais civilizada, né? Eh, eu eu fiz aniversário essa semana atrás, né? Mas alguém consultou uma IIAI que diz que o meu aniversário foi ontem, então ontem eu ganhei um monte de parabéns gratuito, né? E eu [risadas] não sei onde é que foi, >> olha só, >> como é que pode um negócio desse, né? E assim, eh, sem querer complicar muito o meio de campo, também faz diferença em que língua você faz a pergunta. Por quê? Porque existe muito mais material disponibilizado e refinado, por exemplo, em inglês do que em português, né? Então, às vezes eu vou consultar alguma coisa e eu faço a pergunta em línguas diferentes [risadas] para ver o que sai, né? E às vezes a diferença é significativa. Então assim, é preciso, quanto mais for nível de exigência, se você tá querendo fazer um trabalho acadêmico, você tá fazendo alguma coisa pro mestrado, aí você não pode ir pegando aí uma coisa muito simples que não vai dar certo, né? E eu vi você mencionando que a pessoa foi tentar mexer com gramática de hebraico. Aí, [limpando a garganta] eh, tem umas coisas que são realmente muito peculiares e específicas e que não tá disponível. E, e tem coisas que na internet, infelizmente, a maior parte do que tá disponível não é assim muito recomendável. Você tem muito material superficial. E aí, aí vai atrás do que tá disponível. E às vezes um material especializado e adequado, você precisa de um refinamento maior, né? E só para você ter uma ideia, é curioso, eh o pessoal não sabe disso, mas tem hoje ferramentas disponíveis em certos sites e e grupos, né, que respondem em função de uma proposta de confissão de fé específico, né? Então ele juro, por exemplo, entrou numai lá que foi de uma organização, por exemplo, de pano de fundo islâmico budista ou católica ou, né, eh, judaica, ele vai fazer a pergunta e a resposta vem de acordo com aquele perfil, né? Eu eu conheço uma organização, por exemplo, que que atua bastante num contexto, eles são cristãos, mas atuam num contexto de maioria islâmica. Então as respostas deles são sintonizadas com essa necessidade. Então existe algumas reais direcionadas, né, que tem um tom em função do escopo com o qual eles trabalham. Então assim, é mais trabalhoso. Aí aquela tensão redobrada que a Marília sugeriu aqui tem que explicar por 10, porque você precisa ter um conhecimento para poder abalizar, né? Porque é um, são coisas assim mais complexas, né? Então, a gente tá aí, às vezes tem, a gente tá disponível para ajudar e quando a inteligência artificial não der, a gente pode tentar dar um direcionamento às vezes mais promissor. [suspirando] >> Olha, eu falei pro pessoal aqui da live que hoje a gente ia aprender bastante, gente. Olha isso. Hoje a gente tá com riqueza de informação, muito legal, viu? E eu tenho aqui uma pergunta e diz o seguinte: as culturas regionais estão se perdendo com a globalização? Percebo que há um modismo pensamento único de comportamento acelerado por conta da informação mundial na palma da mão. Seria governo mundial? Essa é a pergunta que o Evandro nos faz. Saião, >> olha, ele tem razão eh com esse movimento global que não tá ligado especificamente só a AI, mas é um movimento de uma cultura predominante que você vê eh na mídia eh em geral, na mídia predominante. E isso você percebe porque em alguns lugares do mundo, por exemplo, você tem minorias, eh, que falam a língua local e a língua tá diminuindo, né? Quer ver um exemplo interessante? É quando você visita as ilhas britânicas, né? Vai pros países que têm uma cultura e uma língua peculiar, como o país de Gales, a Escócia, Irlanda, né? Então, a língua local, o gaélico, irlandês, né? o galês começa a ter um número menor de falantes, né? Eh, então isso de fato se torna um fenômeno quando todo mundo eh quer tá em sintonia com a cultura globalizada. Agora, ao mesmo tempo, existe uma reação a isso. Essa reação a gente se vê nessa chamada cultura das minorias, né? quando o pessoal tá querendo reforçar, não, eu sou aqui, eu sou isso, eu sou aquilo. E e tem um uma espécie de reavivamento de pequenos nacionalismos minoritários por pessoas que começam a temer, né, essa fragilização da cultura local, regional e tentam reagir em relação a isso. A gente tem que esperar o futuro, né, para ver o que que isso significa. Aliás, [roncando] Márcia e, né, e Marília, isso é um fenômeno, inclusive problemático no meio evangélico, né? Porque todo mundo acha que Deus fala inglês, é a famosa cultura gospel, né? Todo mundo tem até, me lembro de uma banda eh da região Centro-Oeste há uns anos atrás, eles fizeram uma música satiizando isso, a música chamava eh Mamãe, eu sou gospel. E agora eu só quero falar em inglês, que aí eles faziam, satiriizavam, né? E você percebe às vezes coisas simples, né? A pessoa fala: "Não, eu tô esperando o delivery". Falei: "Como é que é a entrega?" É, é, mas a gente chama delivery, né? Então, quer dizer, então você tem essa anglicização às vezes exacervada, né? E que acaba, né? Então, por exemplo, muitas lugares hoje não chama mais igreja. Agora só vale church. >> Church é >> tudo virou church. Então é o negócio sim é meio entre o entre o brega e o engraçado, né? Porque é meio esquisito isso. É um exagero, né? Acho que não precisa. >> No marketing é muito comum, é muito muito comum, né? Eu tento tirar isso, né? no dia a dia, no nos treinamentos, nos cursos, as palestras que eu faço, eu falo: "Gente, vamos simplificar, vamos português, porque [risadas] é um excesso de, né, de inglês, às vezes a gente tá falando grego às vezes, né, para as pessoas, talvez para alguns que não entendem, fala: "Poque isso, né?" E só a palavra marketing já é, né? >> Então, mas aí você até dá um desconto quando é marketing, business, assim, você ainda fala que tem, né? Mas caramba, no no ambiente discussão do sagrado, né, você botar assim uma coisa meio exagerada, fica, né, fica devendo. Então, dar uma vistada aí. [risadas][suspirando] >> Bom, muito legal. E nós temos aqui algumas colocações ainda que eh aqui acredito que seja uma contribuição, não seja uma pergunta, mas a pessoa contribui dizendo: "Eu uso IA com base em fontes confiáveis ã já já que já são consolidadas no mercado, pois é um bom agregador de informações. Por exemplo, do hebraico, eu sugiro ele responder com base em lexos consolidados. É uma contribuição aqui do Daniel. Obrigada, Daniel. E aqui tem uma outra contribuição também. Olha só, como poderíamos usar IA para marcenaria. Aí já tem até uma resposta aqui do Daniel que respondeu e a gente também segue aqui contribuindo eh planejamento dos materiais eh do que é feito desde os materiais como parafusos, madeiras, ã tamanho de cada, o que vai e o que ã e o que até o que é e o que até procurado em projetos já feitos. Mas eu coloco aqui também para vocês, não sei se a Marília quer contribuir com isso, o próprio Saião, sobre Ana Marcenaria. É, acredito que, né, o Daniel já respondeu um pouco aí, mas acredito que você pode usar isso tanto no atendimento, né, no marketing, eh, na divulgação em geral, né, do seu trabalho, mas também para os projetos, para o planejamento, para fazer eh otimizar o orçamento, né, como fazer ali, né? Eu sei que a marcenaria é uma coisa delicada para fazer tantos orçamentos, né, com vários ajustes ali de projeto, de eh parte de fer eh como chama eh metais, né, que envolve parafusos e etc. Então, é mais utilizar no realmente no dia a dia, dá para usar em abudo, né? Para fazer projetos, exibir, né, visualmente também ali de forma visual, né, um projeto bacana pro seu cliente, entregar isso, né, encantando os olhos aí do cliente e ele poder, né, comprar sabendo já como vai ficar. Eu vi que ela mesmo aqui, quem tava comentando ou ele, não sei, Kettely é o nome, né? Ela também escreveu aqui, ó, já recebi vários projetos para orçamento e muitas vezes vem coisas mirabolantes. Eu vi ela >> também, por exemplo, às vezes a pessoa física, né, se mete a projetar, né, tira uma foto de casa e manda a Iá fazer ali, né, um armário, alguma coisa e manda pra marcenaria achando que pronto, já tem o projeto, pronto, não preciso, né, do arquiteto para desenhar para mim, não preciso de um projetista e com certeza vai chegar muitas coisas mirabolantes por aí, né, nesse universo. Mas o papel, né, da marcenaria é colocar as pessoas assim, ó, gente, isso não é realidade, né? É IA, então no na realidade é de outra forma. Ã, deixa eu fazer um projeto direito para você e colocar isso, né, pro cliente de uma forma aí que ele, né, entenda que nem tudo é possível. Às vezes na, né, na IA, na tecnologia, na imagem é possível, mas na vida real é diferente. >> Márcia, eu fico devendo. Eu o máximo que eu tô tentando e abrir o armário do lado certo e ainda tô tentando ver se eu consigo aqui. Então, [risadas] >> vamos utilizar Iá para saber qual é o lado certo, né? Vamos a tecnologia. Quebrar a porta do armário aqui. >> É. Ou senão aí pode responder que tanto faz, né? aquelas portas de armário que empurra para cá, empurra para lá, né? Então tá tudo certo. >> Se ela puder abrir também, agradeço. Tá bom, >> né? [risadas] Bom, eu acho que hoje nós não temos mais perguntas sobre esse assunto. Eu vi aqui que na live não tem mais ninguém perguntando, né? Eh, mas eu eu tô muito feliz porque nós trouxemos esse assunto com duas pessoas tão incríveis aqui para tratar de forma tão genuína, né, com tanta propriedade. Esse é um presente projeto Lídia e a gente já tá chegando ao final da nossa live e foi muito bom ter todos vocês aqui conosco. Eu quero agradecer a Marília. Obrigada, Marília, por sua presença aqui conosco hoje, pelas contribuições, >> pelos ensinamentos. Saião, muito obrigada também, sempre trazendo pra gente essas reflexões. E uma coisa que eu tô achando incrível eh no projeto Lídia, é a gente falar dos dois contextos do empreendedorismo, né? Tanto da parte de espiritualidade, que nos é assim muito muito importante e necessário, né? e o quanto a gente precisa disso e também do lado de mercado mesmo, né? O que que o mercado tá fazendo. Olha, gente, não poderia ser melhor. Então, eu quero agradecer e eu quero pedir para que vocês, cada um de vocês, façam aí um encerramento geral da fala de vocês. Eu vou iniciar com a Marília e depois eu passo pro Saião. Marília, a palavra é sua. >> Bom, muito obrigada pelo convite, né? É primeira live desse projeto. Fiquei sabendo que honrada de ter sido a primeira convidada para estar aqui em nome do Sebrai. Agradeço aí, né, essa parceria que a gente tá iniciando com vocês e me coloco eu, né, à disposição, como também o Sebrai em São Paulo, eh, e Sebrai, acho que em todo o país também, né, quem tá assistindo essa live, às vezes tá, né, em outros estados, em outros locais. Eh, se aproximem do Sebrai, né? Estamos de portas abertas para todo mundo. Eh, a gente tem sim, né, grandes aí projetos para, né, atender o meio, quem tá começando, quem ainda tá só na ideia do empreendedorismo ainda, né? Às vezes tá pensando em começar um negócio. Para quem já tá trabalhando, já tá aí no dia a dia, muitas vezes solitário e precisa de apoio, precisa de ajuda, então procure o Sebrai, né? Venha tirar suas dúvidas, venha, né, descobrir mais, se aprimorar, aprender sobre finanças, sobre marketing, sobre gestão. Confie, né, no Sebrai para isso. E deixo a dica aí, né, entrem no nosso site, o site eh sebrai.com.br ou sebrap.com.br também. E temos o nosso 0800, que tem atendimento, gente, 24 horas, né, de qualquer dia da semana, 7 dias aí, né, 24 horas, 0800 570. Qualquer dúvida, qualquer coisa, vocês podem ligar no 0800 se vai ter alguém para responder ou te direcionar aí para qualquer situação do dia a dia da empresa. Então se beneficie disso. É um serviço, né, que a gente faz com muito carinho nosso propósito, né, como empresa. Eh, nós somos uma instituição sem fins lucrativos e que tá aqui em benefício, né, da micro e pequena empresa. Então aproveite disso. >> Obrigada, Marília. Passo pro Saião. Muito obrigado, Márcia, pelo convite e também Marília pela participação com a gente aqui, né? E a gente como IBNU, a gente entende, né, a necessidade de fazer do mundo um lugar melhor, né? fazendo o mundo um lugar melhor, com um enfoque de espiritualidade, com a importância da ética, com a importância dessa consciência social e solidária e desenvolvendo o potencial das pessoas em várias direções, a gente só tem a acrescentar de maneira benéfica para a assim de alguma forma contribuir pro benefício de todo mundo, né? Então, que Deus nos abençoe, nos ajude, nos direcione, né, através desse projeto, né, uma excelente parceria com o SEBRAI e também outros que venham de alguma maneira a fazer diferença no mundo à nossa volta que é tão necessitado. Parabéns, Márcia, e Deus abençoe e a gente prossiga de maneira aí promissora. >> Amém, Saão. Muito obrigada. em nome do projeto Lidia, agradeço eh por você ternos confiado algo tão grande, tão especial, que é o projeto Lídia, né? E desde então a gente tem aprendido tanto e tem sido uma grande bênção nas nossas vidas. E trazendo a parceria do Sebrai, a gente conseguiu ainda eh mostrar um pouco disso, né? Nós empreendedores cristãos, né? a gente precisa dessa base de mercado, trazendo um pouco Sebrai e outras instituições que também podem nos ajudar com isso. Mas eh esse empreender com propósito, né, espiritualidade, a gente precisa caminhar com esses dois eixos muito juntos, né, para que nós possamos prosperar no nosso negócio de forma equilibrada, né, eh, porque é isso, é isso que a Bíblia nos ensina, é isso que nós temos aprendido na Ibnu também com Saião. Então, só gratidão. Obrigada, Saião. Algumas pessoas estão aqui agradecendo na live. Não vou conseguir citar o nome de todas e se eu esqueci de algum nome quando eu tava falando, desculpa pessoal, mas eu quero agradecer a cada um de vocês e foi muito especial essa noite. Essa é a nossa primeira live de muitas outras que virão. Ã, conheça a IBNU, conheça um pouco mais o projeto Lídia e conheça um pouco mais o Sebrai também, como foi dito aqui pela Marília e pelo Saião. Muito obrigada. Um beijo a todos. Uma boa noite. Encerro essa live com muito carinho. Obrigada, Aline, por todo o apoio que você tá dando aí pra gente na retaguarda. Obrigada. Um beijo a todos, gente. Boa noite. >> Boa noite.