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A fé vem pelo ouvir

Fé, Trabalho e I .A. | Projeto Lídia | Marília Freitas, Sayão, Márcia Roberta

Fé, Trabalho  e  I .A. | Projeto Lídia | Marília Freitas, Sayão, Márcia Roberta

Fé, Trabalho e I .A. | Projeto Lídia | Marília Freitas, Sayão, Márcia Roberta

"Fé, Trabalho e I .A.: O que a I.A. trouxe de mudança para o empreendedorismo?"
Projeto Lídia
Marília Freitas, Luiz Sayão, Márcia Roberta

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[música]
[assobiando]
Boa noite a todos. Sejam muito
bem-vindos à primeira live do projeto
Lídia. É uma alegria ter vocês conosco
nessa noite tão especial. Hoje nós vamos
conversar sobre um tema extremamente
atual e necessário, fé, trabalho,
inteligência e inteligência artificial.
E mais especificamente nós vamos
refletir um pouco sobre a IA e as
mudanças, né, que a IA trouxe para o
empreendedorismo, tanto no contexto da
espiritualidade quanto no olhar
mercadológico.
Nós estamos vivendo um tempo de
transformações rápidas, onde a
tecnologia tem impactado profundamente a
forma como trabalhamos, nos relacionamos
e até mesmo como enxergamos nosso
propósito. Diante disto, surge uma
pergunta essencial: Como integrar
inovação com valores, fé e propósito?
Olha só, essa é uma pergunta bem
importante, hein? E para essa conversa
tão rica, nós temos aqui convidados
muito especiais. nosso querido Luís
Saião, hebraísta e teólogo, mestre pela
USP, trazendo uma perspectiva profunda e
reflexiva sobre a Iá na espiritualidade.
Boa noite, Saião.
>> Boa noite, Márcia. Boa noite, Marília.
Boa noite a todos que nos acompanham aí.
Eu não sei, Márcia, só parece que a sua
imagem para mim tá congelada. Não sei se
tá tendo alguma coisinha na transmissão
aí. Sei se
>> precisa fazer algum ajuste, sei lá, ou
sai entra de novo, alguma coisa assim.
Porque para mim acho que a Marília
confirma também, né? A imagem tá
congelada. Você tá sem?
>> Tô congelada. Eita. Eu vou eu vou aqui
só apresentar a Marília enquanto e vocês
começam. Eu entro e saio. Obrigada,
Saião, por avisar. Realmente eu não tô
conseguindo me ver aqui, mas muito
obrigada. Eu já vou fazer essa correção,
vai dar certo, se Deus quiser. [risadas]
>> Obrigada pela ajuda, viu? Eh, eu também
já aproveito, apresento a Marília
Freitas, consultora de negócios no
Sebrai e especialista em marketing, que
vai nos ajudar a entender os impactos
práticos no mundo dos negócios. Na na
recepção eh da sala, nós também temos a
Aline, que gentilmente vai acomodando
vocês aqui na sala. E antes da Aline
falar um oi, acho que a Aline vai poder,
só eh digitalmente aqui falando, eu
quero dar um boa noite para Marília. Boa
noite, Marília.
>> Boa noite, Márcia. Boa noite, pastor
Luiz. Obrigada pelo convite, né? Tô
muito feliz de estar aqui hoje para
falar de um assunto que eu gosto tanto.
>> Opa, nós que agradecemos, viu, Marília?
Eu também quero registrar o carinho aqui
da participação de toda a equipe do
projeto Lídia. E vocês que estão aqui
conosco nessa jornada tão especial, vou
seguir aqui com a com a mediação, né? E
prepare-se para uma noite de muito
aprendizado, insites e reflexões que
podem transformar a sua maneira de ver o
futuro.
Bom, compartilhe essa live aí com outras
pessoas, chame seus amigos para juntos
aqui aprendermos um pouco mais. E eu vou
começar aqui com uma pergunta pra
Marília. Marília, quem tem um pequeno
negócio e não entende nada de
tecnologia, por onde começar? Dá para
usar a Iar para vender mais ou organizar
as contas sem precisar ser um
especialista em informática. A palavra é
sua, Marília.
>> Obrigada, Márcia. Bom, sim, né? Na
verdade, o a IA tá é tão simples como
usar WhatsApp. Hoje em dia todo mundo
usa o WhatsApp, sabe conversar ali no
chat. Então, encare, né, a IA, como a
grande maioria das ferramentas de IA, é
de uma forma realmente muito muito
simplificada, né, esse acesso a essa
popularização, né, e cada vez mais a
gente tem falado de a realmente ela tá
simplificando o nosso acesso a essa
tecnologia
eh de uma forma simples e que sim, né,
ajuda aí, né, o as pequenas empresas a
aprimorar a sua venda, a melhorar o seu
discurso, né, de venda também, eh, de
como, né, realmente responder o cliente,
poder usar, né, a tecnologia tanto na
questão da automação, mas às vezes até
na simplificação mesmo de como melhorar
a forma que você aborda, né, o assunto
ali com o cliente, a conversa, né,
melhorar suas perguntas e respostas.
Eh, então ela traz sim, né, vários
benefícios. Hoje a gente vai falar muito
aqui sobre tudo isso, né? Mas eu
acredito que é algo que é simples, tá na
mão de todo mundo, é muito democrático,
porque também é muito, né, é gratuito. A
maioria das ferramentas, né, tem versões
gratuitas que a gente consegue já
explorar isso e todo mundo precisa
perder o medo, né, de também assim, né,
experimentar, né, se jogar, usar da
tecnologia aí que tá, graças a Deus aí,
né, a nosso favor. H, em muitos
momentos.
>> Muito bom. Olha o desafio aí, hein. E eu
vou agora para uma pergunta para o
saião. Aí há como revolução de Ah, eu
quero perguntar se eu tô legal agora. Tô
voltei.
>> Opa, então tá bom. Ufa.
>> Antes tava tava aparecendo ia antes,
agora tá.
>> Opa, agora tô, né? Tava muito digital,
né? Agora tô mais real, né, Saão? Então
tá tudo certo.
[risadas][suspirando] Quer dizer que até
contribuiu, né? A minha imagem congelada
contribuiu com o tema hoje. Bom, essa
perguntinha pro Saião aqui que a gente
tem eh que inclusive surgiu aí nas
nossas eh nas nossas conversas, né, lá
no projeto Lídia também, nossa
inauguração.
E a pergunta é a seguinte, aí há como
revolução digital do saber torna
obsoleta a Bíblia tão antiga?
Então, Márcia, a pergunta é muito boa,
né? E a gente precisa aqui eh
compreender eh com mais detalhe eh do
que é que a gente tá falando, né? A a
IA, na verdade, representa um recurso
que tem a ver com uma potencialização
logística digital, né? quando você tem
informações, sejam elas eh conteúdo de
texto ou de imagem ou de som, eh que
você pode trabalhar eh com uma
velocidade muito mais intensa a partir
daquilo que nós temos e chegar a
conclusões a partir desse trabalho eh
que envolve, né, esses elementos que
favorecem e facilitam a nossa vida. Ela
amplia o nosso potencial quando a gente
fala da sabedoria bíblica. E tem pessoas
que têm esse tipo de, não sei se eu
posso falar uma palavra difícil aqui,
né, que sofrem de preterfilia crônica,
né, [roncando] que sempre gostariam de
viver só no passado, né, e algumas
dessas pessoas eles têm eles têm medo,
né, de qualquer coisa que envolva a os
desafios do presente na direção do
futuro. Então, tem gente, por exemplo,
que a gente pode ter inovação
tecnológica, mas a pessoa fica meio
assustada, né? E em certos ambientes
religiosos, essa resistência ela
acontece, né? E o pressuposto é esse.
Olha, eu acho que esse negócio de estar
inventando muita moda, né? ficar criando
todos esses negócios aí, de alguma
maneira entra numa relação ah de
ruptura, de distanciamento da Bíblia.
Então, o que que a gente pode dizer? Não
é o caso, né? Porque a Bíblia ela traz
para nós a ali uma eh longa narrativa da
história do amor de Deus pelo ser
humano. E quando ela faz isso na sua,
vamos dizer, na sua, seu perfil
literário multiverso,
ela apresenta para nós princípios,
diretrizes, referências que t a ver com
o significado da vida e tem a ver com a
nossa relação com Deus e com o próximo.
Então, nesse sentido, a Iá não interfere
nisso, né? É claro que alguém pode ser
maluco o suficiente, por exemplo, para
tentar criar um pastor, um sacerdote
religioso criar, né,
ter a sua vida conduzida. Tem coisas
desse tipo que estão aí aparecendo, mas
assim, os princípios, as diretrizes, as
referências bíblicas, elas permanecem eh
independente do nosso potencial
tecnológico de um tipo ou de outro.
Isso não interfere. Então, o que a gente
precisa aqui, né, é pensar a naquilo que
a gente pode chamar de cada coisa no seu
devido lugar, né? E assim como a gente
potencializou
o ensino da Bíblia, a proclamação do
Evangelho, ah, através,
por exemplo, da grande revolução que foi
a prensa de Gutemberg em 1454,
que tem a revolução daquilo que foi o
rádio, a televisão, a internet,
os diversos canais digitais. Da mesma
maneira, a gente hoje tem a IA também a
favor, né, daquilo que é o conteúdo
bíblico que continua sendo referência e
diretriz paraa comunidade cristã, para
aqueles que querem tá na sintonia da fé.
>> Nossa, muito interessante isso, né?
Quebra paradigmas, né, quando a gente
ouve isso. Então, a gente pode sim
utilizar IA para o nosso favor, né? Eh,
e como foi dito, né, eh, as ferramentas
vieram para ajudar. E aí, nesse
contexto, eh, quando nós cristãos,
quando a gente imagina fala: "Nossa, mas
aí vai pecado, né, tecnologia, né, é o
apocalipse, que também é um assunto que
vai ser tratado depois, né, o fim do
mundo." Então, isso nos conforta
bastante, né, ouvir sobre isso. E e eu
tenho aqui uma pergunta aqui agora paraa
Marília. Aíá consegue escrever textos e
criar imagens muito rápido, mas o que é
que ela nunca vai conseguir fazer por
uma empresa, Marília? O que o dono do
negócio tem que ter de especial que
nenhuma tecnologia consegue copiar? Isso
é uma questão muito importante, né?
>> Muita coisa, né? Eu acredito que assim,
o princípio de tudo, né? É que a Iá
nunca vai conseguir ter empatia como
temos nós, né? seres humanos, se colocar
no lugar ali do cliente, entender a dor
do cliente, né, da forma que a gente tem
esse olhar nosso humano, né, é algo
muito nosso. Então, acho que até em
termos também assim de, né, questões
éticas, dosar, né, a questão ali que
talvez a máquina, né, a Iá, o robozinho
ali não tem essa percepção, né, que nós
humanos temos. Eh, é questão de
propósito também, né, de de conceitos aí
de vida que a máquina não vai
substituir. a máquina tá ali, né, para
ser sim, né, uma ferramenta, né, a IA tá
como uma ferramenta que potencializa e
te ajuda no dia a dia, no trabalho e
tudo mais, mas ela nunca vai substituir
esse lado humano que a gente precisa sim
ter nos nossos negócios, encarando ali,
né, os nossos clientes, ah, olhando, né,
com esse olhar eh, de propósito de vida,
do que que a gente quer levar, né, pros
nossos pro pro nosso paraa nossa
empresa, pros nossos funcionários, né,
pro pro cliente. Tudo isso é muito muito
humano e a gente nunca vai perder. Eu
acho que essa essa questão dessa
essência que eu acho que, né, responde
essa essa questão, eh, muita gente tem
medo às vezes, né, de perder o emprego
também, né, para ir, ah, tem essa essa
coisa, né, ainda muito forte, né, também
de muitas profissões que podem sim ser
substituídas agora no passar do tempo,
pode acontecer sim de alguma outra
profissão, né, eh, acabar sendo trocado
ali por algum, né, sistema automatizado
e tudo mais, mas eu acredito que as
pessoas que estão, né, eh, sintonizadas
com o que tá acontecendo no mundo, né,
estão empenhadas em aprimorar, em
descobrir, né, um pouco mais sobre esse
universo, já entrando aí, né, na na IA,
elas têm uma oportunidade de usar a seu
favor e ser o melhor profissional e
assim garantir os seus empregos, né,
também. Então eu acho que, né, a gente
só tem a ganhar com a tecnologia nesse
caso, ã, a partir do momento que a gente
aprende a usar ela, o nosso benefício,
mas a gente não esquece também de
colocar a nossa pitada humana, a nossa
inteligência humana, né, nesse
nesse jogo, né, a gente tem que sempre
também eh além de uma preocupação
também, eu acho que a gente fala muito
Desculpa, acabei indo pro outro lado
aqui, mas eh
tudo que a Iar me traz de resultado, eu
preciso filtrar, eu preciso ter uma
seleção ali, eu preciso, né, colocar o
meu olhar humano, a minha inteligência
para checar se aquilo é verídico para
mim, porque não podemos confiar 100%,
né, na resposta da IA. Ela não é senhora
da razão, ela não sabe tudo, né? Pode
parecer que sim. Ela afirma com tanta
certeza que até você fica em dúvida se
você [risadas] conhece o assunto, você
até fala assim: "Nossa, mas ela tá
afirmando com tanta certeza, deixa eu
checar se isso aqui é verdade", né?
Então já fica uma dica aí também de que
a gente precisa assim checar toda e
qualquer informação que vem ali por IA,
porque muitas vezes ela pode estar
enganada, ela, né? É um braço direito,
mas desconfie. Eu eu acredito que a
gente tem que tratar ela como se fosse
assim um estagiário. Ela também tá
aprendendo, né? a gente tá aprendendo
com ela, mas ela também tá aprendendo
sobre o nosso negócio, sobre a nossa
vida, sobre a nossa, né, a nossa
empresa. Então, assim, ela é um
estagiário, então vamos dar um serviço
operacional para ela, mas vamos
conferir, vamos olhar de novo, né, e
rever o serviço, vê se foi bem feito
antes de sair replicando. Não copie e
cola, né? Qualquer coisa do que você vê
por aí, porque você pode estar muito
enganado aí, ser surpreendido depois,
né, com essa IA que às vezes trolla a
gente, né, acaba sendo uma trollagem
ali.
>> Muito bom, Marila. Então, recursos
humanos não vai ter o perigo de chamar
recursos tecnológicos, né, para tratar
quando o empregado entrar. vai ser o
mesmo processo por enquanto, né? Eh,
exame médico quando entra na empresa,
todo esse passo a passo ainda continua,
né? Eu tenho agora aqui pro Saião um
contexto que a gente até falou um
pouquinho agora a pouco, né? Será que a
Iá tem relação com apocalipse e o
controle total do anticristo? Essa é uma
pergunta excelente, né? Porque se ouve
falar muito isso nas mídias do
anticristo, do apocalipse, chegou o fim
do mundo. Então a gente queria te ouvir
um pouquinho sobre esse contexto.
>> Pois é, Márcia, tem gente que inclusive
tá torcendo pro fim do mundo mais do que
qualquer outra coisa, né? meio
complicado. [risadas]
>> Verdade. Verdade.
>> Então, o que, veja só, é interessante
quando a gente pensa na naquilo que
envolveu
ah, vamos dizer a retomada da
centralidade da Bíblia na história
ocidental, originalmente europeia, né? A
gente vai ver uma coisa curiosa que ao
mesmo tempo em que a Bíblia ganhou uma
centralidade, as pessoas passaram a
estudar e o grande aliado disso tudo foi
a tecnologia. A gente mencionou, né, a
questão da prensa de Gutenberg, a Bíblia
foi colocado na língua que era a língua
falada pelo povo comum, né? E o o grande
progresso se deu também por um resgate
de uma ideia que é absolutamente lícito
eh pesquisar o mundo à nossa volta,
porque esse mundo não é amaldiçoado,
esse mundo é criação de Deus. O trabalho
ganhou um espaço muito especial. Quer
ver uma coisa interessante? quando os
colonos que chegam na Penilvânia
para tentar, né, saindo da Inglaterra,
entrar num ambiente novo e eles todos
tinham profissão, vamos dizer, muito
mais ligada a escritório, a trabalho. Aí
o famoso William Pen na ocasião, ele
falou: "Olha, o primeiro homem foi um
lavrador". Aí todo mundo passou a
trabalhar, né? Então, assim, trabalho,
progresso, desenvolvimento, tecnologia,
ciência,
sempre foi eh companheiro
assim e parceiro daqueles que tinham o
que a gente pode chamar de uma fé
centrada, equilibrada e bíblica.
Uma coisa curiosa que a gente tem nossos
tempos é o que eu chamo às vezes de
escatologismo,
que é aquela coisa que o pessoal fala
assim, ó, o negócio tá tão complicado,
tá tão feio, socorro para o mundo que eu
quero descer, né? Porque são muitas
crises, são muitos problemas de
natureza, ah, vamos dizer, geopolítica.
Nós estamos tendo essa crise hoje no
mundo aí por conta dos conflitos no
Oriente Médio, questão de energia, se a
gente vai investir em energia eh
renovável ou com base no que nós temos
no combustível fóssil, se de fato vão
fazer transição, como é que é isso, toda
essa discussão e isso gera um um medo
acentuado. E aí, que que o pessoal faz?
Apressadamente, qualquer coisa que
pareça, tá, além dos nossos horizontes,
o pessoal já aparece e fala: "Olha, é o
fim do mundo." Essa semana mesmo
conversei com alguém que já me deu uma
data, disse que o mundo acaba até 2030.
>> Eita!
>> Daí passa, né? Então só dá pro ganhar
essa Copa, a outra não sei [risadas]
se
4 anos.
>> [risadas]
>> Então, que que acontece, pessoal? A IA é
apenas um desenvolvimento
decorrente daquilo que a gente já tava
fazendo num grau menor. Quando você
pegava um simples texto e pedia para ele
comparar, para ele revisar, você tá aí
nos primórdios da IA para lidar com
textos. Quando você tem um tinha um
programa, né, de computador, de
software, que podia trabalhar de uma
maneira melhorar o seu desenho, a sua
arte, né, ou um programa de vídeo, o que
que acontece agora? Você tem isso
potencializado em ferramentas muito mais
sofisticadas que faz isso num tempo
record. Então, com todo respeito, a Iá
não é o fim do mundo, não é o
apocalipse. Agora, é verdade que não é
uma questão da IAF, é verdade que hoje,
né, isso é uma questão que a gente tem
que refletir por um outro caminho. Hoje
nós temos no poder, eh, nas mãos de quem
concentra poder, a capacidade de ter um
controle maior sobre a vida. das pessoas
a partir das informações disponíveis e
isso dá um friozinho na barriga, né?
Então, por exemplo, não faz tanto tempo
eu visitei a China. E uma coisa curiosa
que eu tive quando eu cheguei lá,
conversei com algumas pessoas, ele
disseram o seguinte: "Hoje o governo
chinês desenvolveu um sistema tão
sofisticado
eh de vigilância no país, que eles dizem
assim: "Qualquer pessoa que entrou na
China, se o governo quiser, eh, o
governo localiza essa pessoa em menos de
6 minutos".
até 6 minutos, porque tem
que trabalha com reconhecimento facial,
que observa as coisas, né? Não faz tanto
tempo um cidadão na Suéciaou,
a Suécia quis mostrar o quanto que eles
tinham de capacidade de ter informação
sobre as pessoas e publicou o que eles
sabia. Eles sabiam do indivíduo num
jornal lá, o indivíduo se sentiu
invadido eh por privacidade violada,
tal. E aí então num certo sentido, não é
exatamente a IA, mas todo o arsenal
tecnológico digital
disponível que nós temos hoje pode
servir para provocar movimentos
democráticos excentuados do mundo, como
por exemplo tem acontecido, mas ao mesmo
tempo
é uma situação que pode facilitar assim,
um caminho de controle acentuado, né?
Isso não tem nada a ver diretamente com
o anticristo, mas vamos assim pensar em
termos bíblicos e proféticos,
um futuro, quando o anticristo
eh surgir, claro que ele vai usar o que
tiver disposição. Ah, o anticristo vai
usar e ar, mas vai usar roupa também,
vai usar óculos, se precisar sapato, né?
né? Por isso que a gente não vai usar,
né? Então as pessoas não devem estar
temerosas nem achar que a Iá é alguma
coisa associada ao mal. É apenas um
recurso que é disponibilizado para nós
para fazer o bem ou mal. A gente sabe
como deve utilizar isso de maneira
adequada.
>> Muito interessante, viu, saião? E essa
questão do mundo acabar em 2030, no
decorrer aí dos anos, a gente sempre
ouviu falar: "Ah, vai ser no ano 2000,
né? Surgiu esse negócio do ano 2000, não
sei o quê". E eu acho que as pessoas
ficam mais aceleradas, né? com essa
coisa toda acontecendo ao mesmo tempo.
Mas olha, muito muito boa essa reflexão.
E eu quero aproveitar aqui para comentar
um pouco das pessoas que estão aqui nos
assistindo, que estão conosco. Eh, quero
mandar uma boa noite aí pra Célia Regina
que está conosco. Eh, Mari Lúci, boa
noite para você também. Lincol Fiorell,
a Aline Cariri, que eu já citei, né, o
nome dela, o Elvis, o Midana que tá com
a gente também, a Maria Almeida, entre
outras pessoas que a gente vai citando
aqui no decorrer da nossa live. Eh, eu
vou seguir aqui e daqui a pouco eu tenho
umas perguntinhas do pessoal que está
aqui colocando no nosso chat, pessoal.
Já já eu vou entrar com as perguntinhas
de vocês, tá bom? E por enquanto a gente
vai seguindo aqui o nosso fluxo. Agora
vamos passar pra Marília.
Marília, muitas vezes o empreendedor
acha que tecnologia de ponta só para
quem tem muito, para quem tem muito
dinheiro. Essa é uma, na verdade, às
vezes é uma afirmação, né? Ai,
tecnologia só para quem tem muito
dinheiro. A inteligência artificial é
cara ou já está ao alcance de quem está
começando agora com pouco investimento?
>> Eu acredito que a IA é uma das mais
democráticas tecnologias que a gente tem
nos últimos tempos, assim, né? Porque
ela tem com ferramentas gratuitas ou com
custo muito acessível mesmo por uma
pequena empresa, quem tá começando, né?
e que permite a gente eh
com pouco mesmo, pouquíssimo
investimento,
ter uma qualidade, né, de de trabalho
ali usando a IA de uma forma, né,
profissional, como as grandes empresas
utilizam. a mesma tecnologia que a gente
usa, né, acessando o chat GPT, por
exemplo, eh, a gente tá usando ali, né,
de um benefício que grandes empresas e
corporações estão usando, eh, de uma
forma realmente democrática, com planos,
né, acessíveis e possíveis, né, dá para
começar com as ferramentas gratuitas,
ã, inicialmente, até pra gente conhecer,
saber, né, qual o IA é melhor paraa
minha empresa, pro meu negócio. Cada uma
tem um às vezes um tipo de linguagem
diferente ali, né, na resposta. Então
você precisa entender também qual queb
estilo. Ah, então assim, a nossa dica
inicialmente no Sebrai é sempre
experimente tudo primeiro, né, no free
mesmo, no gratuito. Não, não saia
assinando várias coisas antes de
experimentar, testar. E seu maior
investimento nesse momento é em tempo,
dedicação para poder aprender, estudar,
fuçar bastante, né? experimentar tudo
isso para depois, aos poucos, começar
realmente a investir e falar: "Não,
agora eu preciso de repente automatizar
meu atendimento ali no WhatsApp, vou
investir no, né, num chatbot, alguma
coisa, e vou precisar às vezes de um
profissional que faça isso por mim". Mas
sim, é acessível, é possível, né? Ah, a
gente entrar nesse universo e como eu
falei, de uma forma muito democrática
hoje em dia, assim, né? Eu acredito que
a as redes sociais em geral, a internet,
o YouTube já trouxe ferramentas
acessíveis que qualquer pequena empresa
pode ter um perfil aqui nessa rede, né,
e explorar isso, eh, usar isso a favor
do marketing, da divulgação do negócio.
E agora, IA vem potencializar também
isso, né? Além de tudo, é uma forma
assim de garantir economia até, né, de
dinheiro. A I te ajuda a economizar às
vezes, né, na contratação de um
profissional para escrever um texto
melhor, né, para pôr no seu site, para
escrever um e-mail ou fazer ali um
script de venda para você eh atuar no
WhatsApp com no dia a dia com os
clientes, para criar legenda, para um
post no Instagram, para te ajudar a
fazer uma imagem mais bonita do seu
produto. Às vezes, ah, a pequena empresa
não tem grana para investir num estúdio
super profissional. Hoje em dia, com
poucos cliques, você coloca uma foto
amadora ali, pede uma foto mais
profissional, com fundo diferente ou seu
produto aplicado a um modelo, vestindo o
seu produto, né, andando ali com um
acessório, uma roupa, alguma coisa, e
que antigamente era um custo muito alto
para pequenas empresas, né? Eh, esse
investimento de marketing, de divulgação
e tudo mais. E hoje tá muito mais
simples, né? Muito mais fácil. Só vale a
pena, né? Investir um pouquinho de tempo
nessa, nesse aprendizado do tipo, como
eu vou aprender IA. E uma dica que eu
dou para muita gente que eu falo
diariamente sobre isso, é que a IA é o
melhor professor que você tem para
aprender IA. Então assim, use da
ferramenta também para que ela seja o
seu professor e te ensine. Pergunte para
Iá, como eu posso melhorar essa imagem,
como eu posso pedir eh fazer um comando
melhor, o famoso prompt que a gente usa
aí, né, nos comandos de a Às vezes, ó,
eu não sei fazer um prompt bem feito,
mas pergunta para ela como você deve,
né, pedir melhor, qual informação que
ela precisa para te entregar um melhor
resultado.
Então, né, vamos usar da tecnologia
também para ser o nosso professor, né,
no dia a dia. Ah, eu quero fazer uma um
vídeo, mas eu não sei como fazer.
Pergunta para ir a, né, e consuma
YouTube, gente. A gente tá aqui no
YouTube agora, né, mas aqui tem inúmeros
inúmeros inúmeros vídeos e professores e
pessoas, né, ensinando tanta coisa.
Então assim, como usar essa tecnologia?
Aqui você vai encontrar respostas, né,
através de inúmeros vídeos. Mas como eu
falei também é só abrir um chat
qualquer, seja o chat PT, Gemini, Cloud,
várias outras, né, IA aí que estão
disponível. A meta tá presente até
dentro do nosso WhatsApp, né? dentro do
WhatsApp tem uma bolinha lá azulzinha
que se você clicar ali e começar a
conversar com ela, é uma i lá dentro,
né, para você trocar ideia e conversar.
Então não tenha medo, né? Desmistifique
qualquer coisa e experimente. O máximo
que pode acontecer, tá errado, começa de
novo, né? Se joga, vai experimentando.
Não tenha medo, não vai explodir nada.
Você não vai apertar um botão e sair,
né? explodindo aí qualquer coisa. Então
assim, realmente
eu acho que, né, só tem, eu só vejo
benefícios, principalmente nessa questão
financeira que era a questão da
pergunta, né? Acabei indo para outros
lados aí na resposta, mas eu acho que
>> eh a ideia é essa mesmo, né? no sentido
de
otimizar recursos, ganhar produtividade
e ganhar aí, né, braços direitos,
esquerdos, porque geralmente o pequeno
empresário eh ele é muito solitário no
dia a dia, né? Às vezes tem até uma
equipe ou uma equipe pequena, às vezes é
sozinho,
equilibra 1000 pratinhos ao mesmo tempo.
Eh, e a Iá tá aí para ajudar a
equilibrar mais, né? Como eu falei, às
vezes ser um estagiário, se é alguém ali
para te dar esse suporte em vários
sentidos.
Então, explore e utilize.
>> Muito bom. Inclusive para criar
logomarca de empresa, né, ele já cria
logomarca, já dá uma expectativa do que
você pode colocar até na sua assinatura
também. E essa parte que você tá falando
da questão do recurso é importante
porque eh tem um desafio, né, que você
também colocou, aprender a usar, né, é o
desafio grande, porém essa questão
financeira eh dá para contornar muito
bem sabendo utilizar a ferramenta, pelo
que você coloca. É isso, né, Marília?
>> Então, agora só precisa aprender a usar.
você falou alguns aí gratuitos, são
muito interessantes. Não sei se o
pessoal aí eh pegou nota disso, né? Mas
acho que depois vale a pena até a gente
colocar no chat, né? Essa essas
fal
>> legal. Então,
>> não é importante. E outra coisa, eh,
as ferramentas gratuitas, o único
cuidado que a gente tem que ter é no
compartilhamento de informações. Uma
dica boa também aqui, né?
Eh, cuidado ao inserir dados pessoais,
né, dados de clientes, às vezes dados
sensíveis. Então, assim, cuidado. Eh, se
você tá usando uma ferramenta gratuita,
muitas vezes a gente não lê ali os
termos que a gente vai aceitando, tudo
na internet, né? A gente aceita ali sem,
né, as letras miúdas do contrato que
ninguém lê. Então acontece que você tá
disponibilizando a maioria das
informações que você tá imputando ali
para uma grande, né, nuvem de conteúdo
aí de dados. Então assim, cuidado, né?
Então, a partir do momento que eu falar,
não, mas eu preciso colocar planilhas da
minha empresa, quero colocar dados mais
sensíveis, então opite, né, para por uma
assinatura, um plano pago, onde você vai
garantir um pouquinho mais de
privacidade ali naqueles dados, em vez
de ficar usando toda e qualquer
ferramenta gratuito aí, aceitando tudo
sem, né, controle. Então, cuidado com
isso, que eu acho que é uma dica também
super importante. Eh, tente, né, não
inserir dados ou quando for inserir,
tenta anonimizar ali para não ficar uma
coisa, né, tão exposta, porque a gente
já tá vendo também, né, vazamento de
dados, de informações. O próprio Chat
GPT, que é um dos mais, né, populares no
mundo inteiro há pouco tempo, teve um
grande vazamento aí de dados, né, e a
gente não sabe o que que foi que vazou,
tá de conteúdo nosso espalhado por aí,
né? Então, a gente fica comendo um pouco
disso. Então, assim, experimente tudo no
começo de forma gratuita, mas a partir
do momento que você fala: "Não, isso
aqui realmente vale o investimento
porque eu tô vendo benefício no uso
dessa ferramenta". Considere sim pagar
por um plano ali, né, uma assinatura
mensal, eh, para poder ter um pouco mais
de controle aí desse, dessa privacidade
de dados, que é importante.
>> Muito bom, Marília. E eu, antes de
passar pro saião, eu quero eh
cumprimentar também a Kathle, que está
conosco aqui, a Iara também, o Evandro
Xavier,
ã, o Augusto Cotrim, boa noite também.
Antônio Silva, Cátia Silva, boa noite
para vocês, sejam bem-vindos aqui. E eu
vou fazer uma perguntinha aqui pro Saião
que colocaram no nosso chat, que também
já tem a ver com outro contexto que eu
já ia colocar aqui para ele discorrer
pra gente sobre isso. A pergunta é a
seguinte: eh, Saião, que orientação o
senhor daria aos líderes que ainda têm
receio de utilizar a inteligência
artificial no ministério? Essa é uma
pergunta da nossa querida Line Cariri e
eu passo então para você, Saião.
Então, eh, a gente precisa entender, né,
que o que é inegociável
é a verdade, o conteúdo e a mensagem que
nós temos com seus valores e ensinos, a
maneira como isso vai ser apresentado,
como é que isso vai ser divulgado.
E nós inclusive eh devemos caminhar na
direção da nossa criatividade. Uma coisa
interessante que a Bíblia nos apresenta,
[roncando]
porque eh muitos textos falam pra gente
sobre dons espirituais.
Você tem lá em Efésios 4, Romanos 12,
Primeira Coríntios 12 também tem uma
citação em Primeira Pedro 4, né? E é
interessante que chama atenção que se
fala sobre os dons, mas em nenhum lugar
diz como a gente deve usar o dom.
Simplesmente diz: "Ó, se o seu dom é
esse, faça assim. Mas como é que eu vou
fazer? Por que que não tá dito para nós?
Porque a bola tá com a gente. A gente
tem que descobrir o como Deus dá direção
do que deve ser feito. E por que que o
como não é dado? Porque o como depende
do contexto da época, do ambiente, do
cenário no qual eu tô inserido. Então,
nesse sentido, a gente precisa ter o
jogo de cintura do apóstolo Paulo.
Quando Paulo tava falando com os judeus,
ele entrava na sinagoga, ele citava o
Velho Testamento,
ele falava em sintonia com a necessidade
do ouvinte. Quando Paulo tava falando
com gregos, ele citava literatura grega.
Quando ele escreve para um ambiente que
conhece, né, bem o que que é a cultura
predominante do mundo romano, ele
descreve a realidade em termos romanos,
como ele faz em Efésios 6, falando da
armadura de Deus, né, que é exatamente a
roupa de um soldado romano. Então, como
é que a gente faz?
A gente precisa entender que a
tecnologia disponível no nosso tempo é
aquela que precisa ser utilizada. Você
imagina só, Márcia, antigamente as
pessoas batiam de porta em porta para
entregar um folheto comet,
um folheto pequenininho, de letra
pequena, né? E hoje você recebe na caixa
do correio da sua casa ou em qualquer
lugar que você tá, do seu escritório, um
monte de propaganda grande, colorida que
você nem olha direito, joga fora. Então,
quer dizer, aquele folheto não funciona
mais nos dias de hoje porque a realidade
mudou. Então, o que que acontece? A
potencialização,
né, que nós temos
para divulgar o que é importante no
reino de Deus, precisa do apoio daquilo
que a tecnologia disponível. E é até uma
responsabilidade nossa. Olha que coisa
interessante. Quando começou a pandemia,
a IBNU já tinha um canal de YouTube e já
tinha um canal de YouTube muito bem
frequentado. Na época, na época a gente
já tinha inscritos no canal da PNU,
antes da pandemia, 22.000 pessoas.
Às vezes tinha pessoa na Austrália
seguindo a gente, tinha gente da Ábua
Saudita, tinha gente para Polônia, para
vários lugares. Quando começou a
pandemia, a gente estava totalmente
preparado para continuar funcionando o
nosso modo digital, né? Eh, infelizmente
tive gente que falou assim: "Ah, esse
negócio de digital eu não aceito, pô",
né? Eh, e o Pito grande e até disse que
embora porque onde a se viu tem a igreja
na internet. [risadas]
Aí eu disse: "Olha, não é que a igreja
tá na internet, a igreja tá inclusive na
internet."
>> Inclusive, é,
>> ela não é uma coisa que se opõe a outra,
né? Então, não é o caso, né? E aí o que
que aconteceu? Um monte de gente entrou
em contato com com a gente pedindo
assim: "Olha, como é que faz esse
negócio? Como é que dá para transmitir o
culto? O que que é esse negócio do
YouTube, né? Como é que funciona isso,
né? Isso morde, né? Assusta as pessoas?
Como é que é, né? Então, da mesma
maneira, nós temos hoje, né? Uma coisa
que a gente tá começando já a usar, mas
para você saber, né? também paraa
Marília. A gente hoje já tem algumas
mensagens, estão fazendo teste com
tradução direta para outras línguas, né?
>> Olha que bacana.
>> Nós estamos com um projeto de ajudar um
pessoal de país fora do Brasil que eles
estão pedindo os nossos conteúdos e aí a
gente querar
>> com uma ferramenta melhor do que essa
comum, né? aí para usar isso e fazer uma
tradução que realmente soe bem para
aquele que vai ouvir, né?
>> Olha que incrível. Uhum.
>> É, então isso é é um mecanismo assim
disponível que tá aí, né? Como a Marília
falou, isso não é o bicho de sete
cabeças, é o bicho de máximo duas
[risadas]
gente consegue, né? eh caminhar. Então,
eu acho que é uma responsabilidade
no serviço da gente ter acesso, né, a aí
a tecnologia, de modo que a gente, de
fato consiga ajudar quem precisa e que
hoje, né, você faz diferença. Eu tenho
um amigo que é de origem árabe e ele eh
faz um trabalho digital de proclamação
no mundo árabe da palavra de Deus. Ele
dise que o impacto teve na vida dele
depois que ele participou de um programa
que foi transmitido para vários lugares.
O indivíduo falou para ele: "Você sabe
que agora que você fez, você alcançou
mais pessoas ouvindo a sua mensagem do
que o apóstolo Paulo em todo seu
ministério?" Olha só.
>> Aí ele caiu para trás, né? Ele não
imaginava uma coisa dessa, nunca tinha
pensado, né, nesses termos
quantitativos.
Muito importante.
>> Nossa, muito interessante. Sabe que
assim, eu fui pro evangelho muito cedo,
né? E e eu fico imaginando, né, quando
você falou, Saião, essa questão das
traduções, né, eh, de até mesmo a
própria Bíblia, né, inclusive que você
comentou. Eh, e aí pegando lá atrás a
igreja simples que eu vim, né, eh, tudo,
né, 1975, quando minha mãe começou a ir
pra igreja e hoje ouvindo uma coisa
dessa, assim, dá muito orgulho, né? Dá
muito orgulho, porque é isso aí, é saber
usar a ferramenta a favor de tantas
coisas e por que não evangelho também,
né? Por que não nas traduções bíblicas?
Incrível isso. E aí o que eu ia colocar,
acho que você até trouxe aqui, mas fique
à vontade para eh
contribuir mais ainda, se quiser, que
para o cristão a Iá deve ser temida ou
encorajada. É uma pergunta e eu acho que
você trouxe um pouco na sua fala, mas
pode complementar.
Então, num certo sentido, ela ela deve
ser temida porque ela potencializa todo
tipo de conteúdo. Por exemplo, eu tava
vendo uma reportagem, algum coment, uma
coisa rápida que eu vi no YouTube, ah,
de o pessoal dizendo que hoje você tem
um avanço assustador de conteúdo
pornográfico e pornográfico doentil
de mente, né, que é feito com IA. Porque
agora com esses recursos, o pessoal não
precisa mais contratar uma pessoa para
encenar as coisas lá que são ligadas a
essa atividade, né? Mas você imagina só,
eh, todo um monte de coisas, eh, vamos
dizer que tão comprometidas com
atividades prejudiciais paraa sociedade,
também o tráfico de drogas, o tráfico de
armas, o crime, tudo isso vai poder
utilizar também e utiliza isso. E o que
às vezes é preocupante é que você vê que
muitos desses pessoas não perguntam se
pode ou não usar e eles vão com tudo. E
aí você vê o pessoal comprometido com a
prática do bem, com um monte de
questões. Ah, não sei se pode, se deve,
se deve ser de manhã ou de noite, né?
Quer dizer, a gente precisa ter um senso
de realidade, né? Porque você sabe que
uma das coisas que
é comentado na história da evangelização
do mundo é que quando o cinema começou a
ter espaço, muita gente religiosa,
cabeça dura, eles bateram de frente
dizendo que o cinema era do mal, né?
porque surgiu fora da expectativa deles.
Então é uma coisa curiosa, pega um país
como os Estados Unidos, né, que criou
Hollywood, que é um dos principal, né,
referência de cinema da história.
Ah, e você vê que maioria dos filmes
americanos tem às vezes um perfil menos
conectado com a tradição do país de fé.
Mas uma das razões é porque o pessoal
religioso fechado diz: "Olha, não, o
cinema é do mal". Quando o pessoal
começou a rever isso, já tinha muitas
décadas de de funcionamento do cinema. E
eles vão dizer pegar o o o trem o trem
atrasado, né? Errado. Quando eles
resolveram agir, eles, vamos dizer,
perderam uma geração que eles poderiam
ter influenciado por meio do cinema, né?
Então assim, a Iá para a o seu potencial
de multiplicar o mal, ela deve ser
temida e muito temida.
Mas como uso dentro da comunidade da fé
e qualquer organização que esteja
comprometido com o bem-estar da
sociedade,
ela é absolutamente indispensável. Ela
não deve ser temida, ela deve ser
encorajada, porque a gente pode sim
fazer muita diferença com esse conteúdo.
Márcia, olha só, só para você ter uma
ideia,
eu tenho duas contas de Instagram
e são duas contas muito bem frequentadas
com muita gente. Aí eu fiz o cálculo,
tá, para dar uma olhadinha rápido nas
duas contas e eu fui ver o número de
visualizações
que as duas contas juntas têm. Eu
descobri que é meio milhão de
visualizações por dia.
São 15 milhões. 15 milhões por mês.
>> É muita gente. É.
>> Caramba. Olha só. Quer dizer, por isso
que tem alguém lá em Ariado que me
conhece. [risadas]
Mas por quê? Porque eu não tive nenhum
preconceito de usar as ferramentas.
Falei: "Nossa, isso aqui é importante,
isso aqui tá sendo um caminho, né? Assim
como antigamente o pessoal mudou do do
papiro pro pergaminho, depois do
pergaminho pro livro, né? E depois do
livro, as possibilidades se
multiplicaram, especialmente na era pós
eletricidade, né, com todos os
desdobramentos tecnológicos. Então, a
gente não pode perder tempo de jeito
nenhum. É absolutamente importante e
necessário.
>> Muito interessante. E é muito legal
refletir sobre isso, líderes cristãos,
né, ouvindo sobre isso. É interessante
porque olha só que bacana, né? em um
segundo você tá aqui, mas você também tá
em outro país, você atravessa
continente, né, por meio dessa
ferramenta que você citou, que é o
Instagram. E de toda forma eh tá
entrando em lugares que fisicamente
nessa velocidade seria impossível, né?
Então, está aí a tecnologia a favor, né,
e a favor, eh, também, né, da propagação
do evangelho. Muito, muito boa essa
reflexão. E eu tenho uma perguntinha
aqui paraa Marília que diz o seguinte:
Marília, eh, gostaria de saber como o
SEBRAI tem apoiado os pequenos negócios
empreendedores nesse processo de
transformação digital com a IA? É uma
perguntinha da Cátia Silva para você,
Marília.
>> Oi, Cátia. Bom, sear, né, já faz aí uns
dois anos ou mais que a gente já começou
a falar de o tempo todo, né, nos nossos
conteúdos, nossos cursos, existem já
capacitações nos escritórios regionais
que você pode, né, acessar, encontrar
pelo site aí o mais próximo de você
presencialmente ou de forma online
também, como também no nosso EAD, cursos
gravados, onde você pode, né, ter acesso
acesso ali ao beabá, né, a esse início,
como começar e o que fazer, né, na
pequena empresa com o apoio aí da IA,
você já encontra, né, disponível aí no
nosso site. tem e-book gratuito, tem
muita coisa, né? Além do apoio para quem
já tem, né, uma empresa, para quem é MEI
ou ME, você pode procurar o atendimento
do Sebrai lá, né, no nosso balcão de
atendimento, eh, para tirar dúvidas,
para conversar, para buscar uma
orientação, né, melhor ali individual,
que olhe exatamente o seu caso, né, de
forma individual. a gente oferece
consultorias, né, atendimento. Então se
aproxime do Sebrai, né, e a gente vai tá
lá pronto para ajudar aí apoiar nesse
processo também
de
>> OK, Marília, respondida aí. E aí, eh, eu
também faço aqui mais uma colocação para
reflexão, Marília. A gente vê eh muita
gente usando a IA para tudo, mas ela
também erra, né? Como o empreendedor
pode usar essas ferramentas sem correr o
risco de passar informações erradas ou
perder a confiança do seu cliente?
>> Sim, a gente comentou um pouco já sobre
isso, né? Mas reforçando, né, a
importância disso,
>> eh, acredito que a gente precisa de uma
dupla checagem sempre, né, além do desse
olhar humano, né, sobre aquilo, para ver
se faz sentido o que a Iá tá falando ou
não, ela às vezes alucina gente, né? até
um termo realmente técnico aí que o
pessoal usa quando a IA começa a dar
respostas malucas, né, ela tá
alucinando. Então, cuidado com isso. Eh,
confira tudo antes e, se possível use as
três para checar, né? Coloque a mesma
pergunta em duas, três e as eu coloquei
aqui uma listinha, né, de ferramentas aí
com versões gratuitas para testar. Então
assim, experimente até para você sentir
qual que faz mais sentido aí para, né,
para você, pro seu negócio, pro seu
estilo de comunicação.
Outra coisa que a gente também tem que
lembrar, né, é que a gente precisa
doutrinar a nossa IA. a gente, né, vai
treinar ela para ser ali, né, o nosso
braço direito. Para isso, você precisa
colocar informação, quem é seu público,
quem qual que é o seu produto, o que que
a sua empresa vende, para quem vende,
né, e qual tom de voz que eu quero que a
SEA comunique com o mercado, com o
mundo. Eh, ela vai ser uma Iá que vai
falar no masculino, do feminino, ela vai
ser um tom mais formal ou informal, ela
vai, né, responder de forma mais
divertida ou não, mais contida, né? Tudo
isso eu posso pedir. Não, realmente, né,
é um termo que a gente usa no marketing,
que é o tom de voz, mas você pode, né,
sugerir e também bater boca com a do
tipo, olha, não gostei, faz de novo, né?
corrija, mexa, deixe isso mais menos
prolixo, porque às vezes ela fala demais
também, seja mais objetivo, mais curto.
Então essa, né, esse ensino ali dessa
esse treinamento que você vai fazendo
até ela pegar o seu jeito, o seu estilo,
né, é algo que é diário praticamente,
né? diariamente a gente vai aprimorando,
melhorando e cada vez tendo os
resultados melhores, né, dessa dessa
tecnologia que só tem, né, a nos
beneficiarem.
>> Muito bom. Tem até um comentário aqui no
chat que diz o seguinte: "Olha só, sim,
a Iá é muito bom, ã, é muito bom na
maioria das vezes, mas devemos tomar
cuidado que às vezes ela não dá
informação correta. Exemplo, na
gramática do hebraico, ela erra muito.
Tá aqui o Evandro colocando aqui pra
gente refletir também. E eu aproveito, ô
Evandro, obrigada pela contribuição,
viu? Eh, às vezes a gente vai fazer
alguma coisa, né, que a Marília também
colocou, o próprio Saião, né, da gente
também ter essa questão de observar, né,
tomar esses cuidados também. E aí você
vai perguntando a hora que ela responde:
"Ué, o que que você quer afinal?", né?
Eh, aí coloca lá, né? O que que você
quer afinal? Então, eu acho legal a
gente eh ter esses conhecimentos e
também saber usar a ferramenta, né? Eu
quero cumprimentar aqui também outras
pessoas que chegaram. Eh, eu quero
também cumprimentar a Laura Siqueira. Um
beijo, Laurinha, boa noite. Chegou aqui
também, seja bem-vinda.
O Paulo Prado também, muito boa noite. A
Isabel Costa, boa noite. Maurício
Freitas, o Pedro Henrique também, muito
boa noite vocês que chegaram e podem aí
contribuir com suas perguntas. Nós
estamos aqui eh ainda no nosso
bate-papo, né? Um bate-papo muito legal
falando sobre a no contexto da
espiritualidade e também no contexto
mercadológico, trazendo essas reflexões
tão ricas aqui. Eu tô gostando muito
desse debate e eu agora vou fazer uma
perguntinha aqui pro Saião, que é sobre
estudar a Bíblia utilizando a Iá, né?
Fazer ministrações,
eh, sermões, né? fazer os contextos aí
eh da Bíblia, né? Eh, muito importante
para sustentar às vezes. Eh, na IBNU eu
acho muito legal que o Saião eh ele traz
muito contexto eh histórico, né? Então,
quando ele tá falando lá de Paulo, lá no
telão já aparece um mapa, né? Eu fico
assim impressionada com todo esse
aprendizado, né? E eu vi que não é feito
em ar, né? Aquele de lá eu vi que ali já
é o material, né? que você tem, mas
assim, pegando um pouco eh essa essa
questão do estudo bíblico, né? Eh, como
seria a utilização da Iá nesse contexto
todo para literalmente estudo bíblico?
>> Então, Márcia, eh, isso é um desafio
muito grande, né? Porque como a Marília
já falou, a gente tem diversas, né? tem
as assim como o chat GPT, o Gemini, o
Copilot, a gente tem algumas coisas
muito básicas que todo mundo tem aí à
disposição. Aí dependendo do do assunto,
do tema, existem
assim mais especializadas, né? E essas
são pagas, são mais caras, né? São
coisas assim. Então, por exemplo, como
eu mencionei, essa de tradução de melhor
qualidade, ela não sai assim sem custo,
né? E e assim, eh, a questão do estudo
bíblico, a gente tem eh até mesmo nas
assim bastante
básicas, se você fizer uma pergunta
bastante comum do tipo assim: "Aonde é
que eu encontro a história das jumentas
perdidas? do pai de Saul, né? E
geralmente ela responde rápido, né?
Perguntas assim que não exigem muita
conclusão teológica, você pode fazer
para qualquer eh simples que ela vai
conseguir constatar. A questão começa a
ficar complicada quando você de fato
parte para o, podemos dizer paraa
teologização,
né? Mas eu tô achando curioso que as
ferramentas mais disponíveis, quando
você pergunta algo, de modo geral, a
maioria tem reagido de modo assim meio
razoável, né? Do tipo assim, ah, ah,
sobre isso existe uma discussão, então
alguns explicam posição A tal, posição B
tal, posição C. Eu me lembro que quando
a EAI saiu, eu perguntei, né, escuta,
qual que é a perspectiva teológica do
Luís Saão? Saiu uns absurdos assim, sem
tamanho, né? Hoje ela já tá mais
civilizada, né? Eh, eu eu fiz
aniversário essa semana atrás, né? Mas
alguém consultou uma IIAI que diz que o
meu aniversário foi ontem, então ontem
eu ganhei um monte de parabéns gratuito,
né? E eu [risadas] não sei onde é que
foi,
>> olha só,
>> como é que pode um negócio desse, né? E
assim, eh, sem querer complicar muito o
meio de campo, também faz diferença em
que língua você faz a pergunta.
Por quê? Porque existe muito mais
material disponibilizado e refinado, por
exemplo, em inglês do que em português,
né? Então, às vezes eu vou consultar
alguma coisa e eu faço a pergunta em
línguas diferentes [risadas] para ver o
que sai, né? E às vezes a diferença é
significativa. Então assim, é preciso,
quanto mais for nível de exigência, se
você tá querendo fazer um trabalho
acadêmico, você tá fazendo alguma coisa
pro mestrado, aí você não pode ir
pegando aí uma coisa muito simples que
não vai dar certo, né? E eu vi você
mencionando que a pessoa foi tentar
mexer com gramática de hebraico.
Aí, [limpando a garganta]
eh, tem umas coisas que são realmente
muito peculiares e específicas e que não
tá disponível. E, e tem coisas que na
internet, infelizmente,
a maior parte do que tá disponível não é
assim muito recomendável. Você tem muito
material superficial. E aí, aí vai atrás
do que tá disponível. E às vezes um
material especializado e adequado, você
precisa de um refinamento maior, né? E
só para você ter uma ideia, é curioso,
eh o pessoal não sabe disso, mas tem
hoje ferramentas disponíveis em certos
sites e e grupos, né, que respondem em
função de uma proposta de confissão de
fé específico, né? Então ele juro, por
exemplo, entrou numai lá que foi de uma
organização, por exemplo, de pano de
fundo islâmico budista ou católica
ou, né, eh, judaica, ele vai fazer a
pergunta e a resposta vem de acordo com
aquele perfil, né? Eu eu conheço uma
organização, por exemplo, que que atua
bastante num contexto, eles são
cristãos, mas atuam num contexto
de maioria islâmica. Então as respostas
deles são sintonizadas com essa
necessidade. Então existe algumas reais
direcionadas, né, que tem um tom em
função do escopo com o qual eles
trabalham. Então assim, é mais
trabalhoso. Aí aquela tensão redobrada
que a Marília sugeriu aqui tem que
explicar por 10, porque você precisa ter
um conhecimento para poder abalizar, né?
Porque é um, são coisas assim mais
complexas, né?
Então, a gente tá aí, às vezes tem, a
gente tá disponível para ajudar e quando
a inteligência
artificial não der, a gente pode tentar
dar um direcionamento às vezes mais
promissor.
[suspirando]
>> Olha, eu falei pro pessoal aqui da live
que hoje a gente ia aprender bastante,
gente. Olha isso. Hoje a gente tá com
riqueza de informação, muito legal, viu?
E eu tenho aqui uma pergunta e diz o
seguinte: as culturas regionais estão se
perdendo com a globalização?
Percebo que há um modismo pensamento
único de comportamento acelerado por
conta da informação mundial na palma da
mão. Seria governo mundial? Essa é a
pergunta que o Evandro nos faz.
Saião,
>> olha, ele tem razão eh com esse
movimento global que não tá ligado
especificamente só a AI, mas é um
movimento de uma cultura predominante
que você vê eh na mídia eh em geral, na
mídia predominante.
E isso você percebe porque em alguns
lugares do mundo, por exemplo, você tem
minorias,
eh, que falam a língua local e a língua
tá diminuindo, né? Quer ver um exemplo
interessante? É quando você visita as
ilhas britânicas, né? Vai pros países
que têm uma cultura e uma língua
peculiar, como o país de Gales, a
Escócia, Irlanda, né? Então, a língua
local, o gaélico, irlandês, né? o galês
começa a ter um número menor de
falantes, né? Eh, então isso de fato se
torna um fenômeno quando todo mundo eh
quer tá em sintonia com a cultura
globalizada. Agora, ao mesmo tempo,
existe uma reação a isso. Essa reação a
gente se vê nessa chamada cultura das
minorias, né? quando o pessoal tá
querendo reforçar, não, eu sou aqui, eu
sou isso, eu sou aquilo. E e tem um uma
espécie de reavivamento de pequenos
nacionalismos minoritários
por pessoas que começam a temer, né,
essa fragilização
da cultura local, regional e tentam
reagir em relação a isso. A gente tem
que esperar o futuro, né, para ver o que
que isso significa. Aliás, [roncando]
Márcia e, né, e Marília, isso é um
fenômeno, inclusive problemático no meio
evangélico, né? Porque todo mundo acha
que Deus fala inglês, é a famosa cultura
gospel, né? Todo mundo tem até, me
lembro de uma banda eh da região
Centro-Oeste há uns anos atrás, eles
fizeram uma música satiizando isso, a
música chamava eh Mamãe, eu sou gospel.
E agora eu só quero falar em inglês, que
aí eles faziam, satiriizavam, né? E você
percebe às vezes coisas simples, né? A
pessoa fala: "Não, eu tô esperando o
delivery". Falei: "Como é que é a
entrega?" É, é, mas a gente chama
delivery, né? Então, quer dizer, então
você tem essa anglicização
às vezes exacervada, né? E que acaba,
né? Então, por exemplo, muitas lugares
hoje não chama mais igreja. Agora só
vale church.
>> Church é
>> tudo virou church. Então é o negócio sim
é meio entre o entre o brega e o
engraçado, né? Porque é meio esquisito
isso. É um exagero, né? Acho que não
precisa.
>> No marketing é muito comum, é muito
muito comum, né? Eu tento tirar isso,
né? no dia a dia, no nos treinamentos,
nos cursos, as palestras que eu faço, eu
falo: "Gente, vamos simplificar, vamos
português, porque [risadas] é um excesso
de, né, de inglês, às vezes a gente tá
falando grego às vezes, né, para as
pessoas, talvez para alguns que não
entendem, fala: "Poque isso, né?" E só a
palavra marketing já é, né?
>> Então, mas aí você até dá um desconto
quando é marketing, business, assim,
você ainda fala que tem, né? Mas
caramba, no no ambiente discussão do
sagrado, né, você botar assim uma coisa
meio exagerada, fica, né, fica devendo.
Então, dar uma vistada aí.
[risadas][suspirando]
>> Bom, muito legal. E nós temos aqui
algumas colocações ainda que eh
aqui acredito que seja uma contribuição,
não seja uma pergunta, mas a pessoa
contribui dizendo: "Eu uso IA com base
em fontes confiáveis ã já já que já são
consolidadas no mercado, pois é um bom
agregador de informações. Por exemplo,
do hebraico, eu sugiro ele responder com
base em lexos consolidados. É uma
contribuição aqui do Daniel. Obrigada,
Daniel.
E aqui tem uma outra contribuição
também. Olha só, como poderíamos usar IA
para marcenaria.
Aí já tem até uma resposta aqui do
Daniel que respondeu e a gente também
segue aqui contribuindo eh planejamento
dos materiais eh do que é feito desde os
materiais como parafusos, madeiras, ã
tamanho de cada, o que vai e o que ã e o
que até o que é e o que até procurado em
projetos já feitos. Mas eu coloco aqui
também para vocês, não sei se a Marília
quer contribuir com isso, o próprio
Saião, sobre Ana Marcenaria.
É, acredito que, né, o Daniel já
respondeu um pouco aí, mas acredito que
você pode usar isso tanto no
atendimento, né, no marketing, eh, na
divulgação em geral, né, do seu
trabalho, mas também para os projetos,
para o planejamento, para fazer eh
otimizar o orçamento, né, como fazer
ali, né? Eu sei que a marcenaria é uma
coisa delicada para fazer tantos
orçamentos, né, com vários ajustes ali
de projeto, de eh parte de fer eh como
chama eh metais, né, que envolve
parafusos e etc. Então,
é mais utilizar no realmente no dia a
dia, dá para usar em abudo, né?
Para fazer projetos,
exibir, né, visualmente também ali de
forma visual, né, um projeto bacana pro
seu cliente, entregar isso, né,
encantando os olhos aí do cliente e ele
poder, né, comprar sabendo já como vai
ficar. Eu vi que ela mesmo aqui, quem
tava comentando ou ele, não sei, Kettely
é o nome, né? Ela também escreveu aqui,
ó, já recebi vários projetos para
orçamento e muitas vezes vem coisas
mirabolantes. Eu vi ela
>> também, por exemplo, às vezes a pessoa
física, né, se mete a projetar, né, tira
uma foto de casa e manda a Iá fazer ali,
né, um armário, alguma coisa e manda pra
marcenaria achando que pronto, já tem o
projeto, pronto, não preciso, né, do
arquiteto para desenhar para mim, não
preciso de um projetista e com certeza
vai chegar muitas coisas mirabolantes
por aí, né, nesse universo. Mas o papel,
né, da marcenaria é colocar as pessoas
assim, ó, gente, isso não é realidade,
né? É IA, então no na realidade é de
outra forma. Ã, deixa eu fazer um
projeto direito para você e colocar
isso, né, pro cliente de uma forma aí
que ele, né, entenda que nem tudo é
possível. Às vezes na, né, na IA, na
tecnologia, na imagem é possível, mas na
vida real é diferente.
>> Márcia, eu fico devendo. Eu o máximo que
eu tô tentando e abrir o armário do lado
certo e ainda tô tentando ver se eu
consigo aqui. Então, [risadas]
>> vamos utilizar Iá para saber qual é o
lado certo, né? Vamos a tecnologia.
Quebrar a porta do armário aqui.
>> É. Ou senão aí pode responder que tanto
faz, né? aquelas portas de armário que
empurra para cá, empurra para lá, né?
Então tá tudo certo.
>> Se ela puder abrir também, agradeço. Tá
bom,
>> né? [risadas]
Bom, eu acho que hoje nós não temos mais
perguntas sobre esse assunto. Eu vi aqui
que na live não tem mais ninguém
perguntando, né? Eh, mas eu eu tô muito
feliz porque nós trouxemos esse assunto
com duas pessoas tão incríveis aqui para
tratar de forma tão genuína, né, com
tanta propriedade. Esse é um presente
projeto Lídia e a gente já tá chegando
ao final da nossa live e foi muito bom
ter todos vocês aqui conosco. Eu quero
agradecer a Marília. Obrigada, Marília,
por sua presença aqui conosco hoje,
pelas contribuições,
>> pelos ensinamentos. Saião, muito
obrigada também, sempre trazendo pra
gente essas reflexões. E uma coisa que
eu tô achando incrível eh no projeto
Lídia, é a gente falar dos dois
contextos do empreendedorismo, né? Tanto
da parte de espiritualidade, que nos é
assim muito muito importante e
necessário, né? e o quanto a gente
precisa disso e também do lado de
mercado mesmo, né? O que que o mercado
tá fazendo. Olha, gente, não poderia ser
melhor. Então, eu quero agradecer e eu
quero pedir para que vocês, cada um de
vocês, façam aí um encerramento geral da
fala de vocês. Eu vou iniciar com a
Marília e depois eu passo pro Saião.
Marília, a palavra é sua.
>> Bom, muito obrigada pelo convite, né? É
primeira live desse projeto. Fiquei
sabendo que honrada de ter sido a
primeira convidada para estar aqui em
nome do Sebrai. Agradeço aí, né, essa
parceria que a gente tá iniciando com
vocês e me coloco eu, né, à disposição,
como também o Sebrai em São Paulo, eh, e
Sebrai, acho que em todo o país também,
né, quem tá assistindo essa live, às
vezes tá, né, em outros estados, em
outros locais. Eh, se aproximem do
Sebrai, né? Estamos de portas abertas
para todo mundo. Eh, a gente tem sim,
né, grandes aí projetos para, né,
atender o meio, quem tá começando, quem
ainda tá só na ideia do empreendedorismo
ainda, né? Às vezes tá pensando em
começar um negócio. Para quem já tá
trabalhando, já tá aí no dia a dia,
muitas vezes solitário e precisa de
apoio, precisa de ajuda, então procure o
Sebrai, né? Venha tirar suas dúvidas,
venha, né, descobrir mais, se aprimorar,
aprender sobre finanças, sobre
marketing, sobre gestão. Confie, né, no
Sebrai para isso. E deixo a dica aí, né,
entrem no nosso site, o site eh
sebrai.com.br ou sebrap.com.br
também. E temos o nosso 0800, que tem
atendimento, gente, 24 horas, né, de
qualquer dia da semana, 7 dias aí, né,
24 horas, 0800 570.
Qualquer dúvida, qualquer coisa, vocês
podem ligar no 0800 se vai ter alguém
para responder ou te direcionar aí para
qualquer situação do dia a dia da
empresa. Então se beneficie disso. É um
serviço, né, que a gente faz com muito
carinho nosso propósito, né, como
empresa. Eh, nós somos uma instituição
sem fins lucrativos e que tá aqui em
benefício, né, da micro e pequena
empresa. Então aproveite disso.
>> Obrigada, Marília. Passo pro Saião.
Muito obrigado, Márcia, pelo convite e
também Marília pela participação com a
gente aqui, né? E a gente como IBNU, a
gente entende, né, a necessidade de
fazer do mundo um lugar melhor, né?
fazendo o mundo um lugar melhor, com um
enfoque de espiritualidade,
com a importância da ética, com a
importância dessa consciência social e
solidária e desenvolvendo o potencial
das pessoas em várias direções, a gente
só tem a acrescentar de maneira benéfica
para a assim de alguma forma contribuir
pro benefício de todo mundo, né? Então,
que Deus nos abençoe, nos ajude, nos
direcione, né, através desse projeto,
né, uma excelente parceria com o SEBRAI
e também outros que venham de alguma
maneira a fazer diferença no mundo à
nossa volta que é tão necessitado.
Parabéns, Márcia, e Deus abençoe e a
gente prossiga de maneira aí promissora.
>> Amém, Saão. Muito obrigada. em nome do
projeto Lidia, agradeço eh por você
ternos confiado algo tão grande, tão
especial, que é o projeto Lídia, né? E
desde então a gente tem aprendido tanto
e tem sido uma grande bênção nas nossas
vidas. E trazendo a parceria do Sebrai,
a gente conseguiu ainda eh mostrar um
pouco disso, né? Nós empreendedores
cristãos, né? a gente precisa dessa base
de mercado, trazendo um pouco Sebrai e
outras instituições que também podem nos
ajudar com isso. Mas eh esse empreender
com propósito, né, espiritualidade, a
gente precisa caminhar com esses dois
eixos muito juntos, né, para que nós
possamos prosperar no nosso negócio de
forma equilibrada, né, eh, porque é
isso, é isso que a Bíblia nos ensina, é
isso que nós temos aprendido na Ibnu
também com Saião. Então, só gratidão.
Obrigada, Saião. Algumas pessoas estão
aqui agradecendo na live. Não vou
conseguir citar o nome de todas e se eu
esqueci de algum nome quando eu tava
falando, desculpa pessoal, mas eu quero
agradecer a cada um de vocês e foi muito
especial essa noite. Essa é a nossa
primeira live de muitas outras que
virão. Ã, conheça a IBNU, conheça um
pouco mais o projeto Lídia e conheça um
pouco mais o Sebrai também, como foi
dito aqui pela Marília e pelo Saião.
Muito obrigada. Um beijo a todos. Uma
boa noite. Encerro essa live com muito
carinho. Obrigada, Aline, por todo o
apoio que você tá dando aí pra gente na
retaguarda. Obrigada. Um beijo a todos,
gente. Boa noite.
>> Boa noite.

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