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A fé vem pelo ouvir

A Teologia da Aliança no Ofício Cristão (Gn. 12.1-3 e Hb. 8) | Rev. Rubens Cirqueira

A Teologia da Aliança no Ofício Cristão (Gn. 12.1-3 e Hb. 8) | Rev. Rubens Cirqueira

A Teologia da Aliança no Ofício Cristão (Gn. 12.1-3 e Hb. 8) | Rev. Rubens Cirqueira

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:

Os irmãos, que a graça e a paz do nosso
Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja
com todos.
Quero convidá-los a abrir a palavra do
Senhor primeiro no livro de Gênesis, no
capítulo de número 12. Nós vamos ler do
verso 1 até o 3
e depois nós vamos ler
Hebreus no capítulo 8.
Palavra do Senhor que nos diz
Ora, disse o Senhor a Abraão:
"Sai da tua terra, da tua parentela
e da casa de teu pai, e vai para a terra
que te mostrarei. De ti farei uma grande
nação e te abençoarei e te engrandecerei
o nome. Ser tu uma bênção. Abençoarei os
que te abençoarem e amaldiçoarei os que
te amaldiçoarem.
Em ti serão benditas
todas as famílias da terra. Por favor,
abra comigo ainda em Hebreus,
capítulo de número 8.
palavra do Senhor que nos diz assim:
"Ora, o essencial das coisas que temos
dito é que possuímos tal sumo sacerdote
que se assentou à destra do trono da
majestade nos céus como o ministro do
santuário e do verdadeiro tabernáculo.
que o Senhor erigiu, não o homem. Pois
todo sumo sacerdote é constituído para
oferecer tanto dons como sacrifícios.
Por isso, era necessário que também esse
sumo sacerdote
tivesse o que oferecer.
Ora, se ele estivesse na terra, nem
mesmo sacerdote seria, visto existirem
aqueles que oferecem os dons segundo a
lei, os quais ministram em figura e
sombra das coisas celestes, assim como
foi Moisés divinamente instruído, quando
estava para construir o tabernáculo,
pois diz ele: "Vê que faças todas as
coisas de acordo com o modelo que te foi
mostrado no monte.
Agora, com efeito, obteve Jesus
ministério tanto mais excelente quanto a
ele também mediador de superior aliança,
instituída com base em superiores
promessas.
Porque se aquela primeira aliança
tivesse sido sem defeito, de maneira
alguma estaria sendo buscado lugar para
uma segunda. E de fato, repreendendo os
diz: "Eis aí vem dias, diz o Senhor, e
firmarei nova aliança com a casa de
Israel e com a casa de Judá, não segundo
a aliança que fiz com seus pais, nos
dias em que os tomei pela mão para os
conduzir até fora da terra do Egito,
pois eles não continuaram na minha
aliança e eu não atentei para eles, diz
o Senhor.
Pois esta é a aliança que firmarei com a
casa de Israel. Depois daqueles dias,
diz o Senhor, na sua mente imprimirei as
minhas leis, também sobre o seu coração
as inscreverei. E eu serei o seu Deus, e
ele serão o meu povo. E não ensinará
jamais cada um ao seu próximo, nem cada
um ao seu irmão, dizendo: "Conhece ao
Senhor, porque todos me conhecerão desde
o menor deles até o maior, pois para
quando as suas iniquidades
usarei de misericórdia,
e dos seus pecados jamais me lembrarei."
Quando ele diz nova, torna antiquada a
primeira. Ora, aquilo que se torna
antiquado, envelhecido, está prestes a
desaparecer.
Vamos orar mais uma vez.
Senhor nosso Deus, nós queremos bendizer
o teu nome mais uma vez, agradecendo ao
Senhor pela tua palavra que foi lida
nessa manhã, pedindo ao Senhor, ó Deus,
que o Teu Santo Espírito nos instrua,
nos abençoe, ó Deus, como igreja do
Senhor. nos ajude compreender, ó Pai,
que a eleição de oficiais não é apenas
um mero ato administrativo,
mas tudo isso diz respeito, ó Pai, à
aliança do Senhor para com o seu povo.
Tudo isso diz respeito, ó Deus, à
essência de ser igreja. E assim, ó Deus,
nós glorificamos ao Senhor, ó Deus, por
meio das coisas instituídas por ti
mesmo. Portanto, ó Deus, nos conduz
assim, ó Deus, para que nós possamos
compreender a aliança do Senhor, ó Deus,
que permeia toda a nossa vida, todos os
nossos atos e, ó Deus, é a própria
essência da Igreja. Portanto, ó Deus, a
nossa oração é que o Teu Espírito
ilumine a nossa mente, o nosso coração e
aplique a tua palavra em nome de Cristo
Jesus.
Os irmãos, quando nós falamos da
teologia da aliança, eh, nós estamos
falando sobre um aspecto muito amplo
daquilo que nós cremos meio da palavra
do Senhor. Portanto, nós estamos aqui
diante de dois textos falando a respeito
do chamado da mediação e do serviço
cristão. Tanto, a questão aqui é
demonstrar de fato que o ofício tanto do
presbítero quanto do diácono, ele
encontra fundamento na teologia da
aliança, desde a promessa feita a Abraão
até o seu cumprimento em Cristo Jesus. E
assim nós precisamos aplicar essas
verdades eh na nossa vida ou à prática
ministerial para que a gente não venha
se distanciar de tal modo que a gente
pense que uma eleição de oficiais numa
igreja é puramente um ato
administrativo.
Mas tudo isso diz respeito com a
essência do evangelho. Portanto, toda a
escritura, ela nos revela um Deus que se
relaciona com o seu povo. e ele sempre
se relacionou por meio eh de alianças,
tá? E nada na história aqui da redenção,
quando a gente olha pra história da
redenção, nada disso é aleatório,
né? Quando nós olhamos para aquilo que a
palavra de Deus diz, também não é nada
improvisado, né, ao longo das
escrituras. Até aqui o seu, desde o
chamado de Abraão, até a consumação
dessa obra em Cristo Jesus, a gente vai
perceber que Deus age segundo
compromissos soberanos, graciosos e
fiéis àilo que ele sempre estabeleceu e
prometeu. Quando nós olhamos, então eh
tudo isso na história da redenção, nós
vamos perceber desde o início que a
escritura trata sim a promessa. Há uma
promessa inicial, há uma sempre uma
mediação e um serviço contínuo. Mas em
todos esses atos da mediação, tudo isso
está apontando exatamente eh para Cristo
Jesus. E o cumprimento de tudo isso está
em Cristo Jesus. Portanto, a teologia da
aliança, ela revela que Deus chama, é
Deus que promete, é Deus que envia, é
Deus que sustenta o seu povo. E que os
oficiais aqui da igreja, eles exercem o
seu ministério como servos desse do
mediador da nova aliança. E aqui eles
precisam refletir a sua fidelidade, a
graça e o cuidado em meio a tudo isso.
Se nós olharmos então nessa compreensão
da teologia da aliança, nós vamos
perceber que em meio a essa teologia da
aliança, nós temos a natureza da
autoridade sendo revelada aqui nas
Escrituras. Eh, e tudo isso é derivado
dessa promessa. A autoridade é derivada
da promessa do mediador. Também o
propósito do serviço. Nós estamos diante
de tudo isso para entender qual é o
propósito do serviço e também como nós,
né, devemos liderar como aqueles que são
escolhidos como oficiais da igreja, como
eles devem liderar, né? Em meio a tudo
isso, nós sempre temos a nossa
dificuldade de entender e às vezes nós
colocamos muito mais a nossa o
personalidade ou a forma de ser, mas a
palavra de Deus, ela coloca tudo isso
muito abaixo daquilo que de fato nós
precisamos ter, porque nós vamos
compreender que sempre estaremos a quem
da obra que nós fomos chamados, porque
aquele que é o mediador de toda essa
aliança é Cristo. Jesus. E aqui a gente
começa compreender a seriedade de tudo
isso e como a palavra de Deus trata.
Portanto, em alguns pontos aqui nessa
manhã, falando a respeito dessa aliança
da mediação, eu gostaria de olhar para
esses dois textos para que a gente
pudesse tirar algumas lições. Primeira
coisa é que o Deus da aliança, que é
quem toma a iniciativa do chamado. Se a
gente olha lá em Gênesis, no capítulo 2,
verso 1, que nós lemos, palavra de Deus
diz: "Ora, disse o Senhor a Abraão."
E aqui nós vamos entender que essa
iniciativa do chamado, eh, ela envolve
essa, esse imperativo de ruptura
naquilo que a palavra de Deus ela mostra
aqui no decorrer da história. Primeiro,
há o passado aqui que Abraão é chamado a
se separar dele. Se a gente entender a a
o aspecto aqui da narrativa, nós vamos
perceber que a Bíblia deixa claro que a
aliança começa com Deus. Após século de
rebelião humana, né? O Senhor não
abandona o seu propósito redentor.
Então, nós chegamos em Gênesis, no
capítulo 12, e há uma mudança decisiva
no texto, ou seja, Deus passa a tratar o
homem agora com o homem específico para
que por meio dele eh pudesse formar um
povo e esse povo chamado povo da
aliança. O texto é interessante que o
termo que é usado quando ele fala para
que ele saia da sua terra é um
imperativo aqui no texto, né? colocando
que ele não tinha outra opção a não ser
obedecer a esse Deus. Então ele comunica
de fato essa separação, a ruptura aqui
da sua eh do seu modo de viver, da sua
fé antiga. Lembrando que ele sai de Ur
dos Caus, um povo extremamente pagão. E
Abraão é chamado a deixar a sua terra, a
sua parentela, a segurança, sem conhecer
o destino final.
A promessa é essa. Portanto, no presente
para ele era confiar naquele Deus que
tinha se revelado a ele. E o futuro era
caminhar em direção àquilo que eh Deus
tinha falado para que ele pudesse ir,
mesmo sem antever ou mesmo sem ver
aquilo que seria a realização da
promessa. Historicamente isso significa
eh romper com a idolatria aqui de Urdos
Caldeus. Teologicamente isso significa
confiar totalmente na palavra de Deus.
Todas as vezes que recebemos o chamado
de Deus, sim, vem sobre nós todas as
nossas fragilidades, as nossas
incertezas e sempre a nossa incapacidade
de falar: "Será que eu consigo?"
E isso é extremamente importante, porque
aquele que se chega diante de um chamado
desse e fala: "Podeix comigo que eu dou
conta". Possivelmente ele não entendeu a
grandeza do chamado e não entendeu de
quem ele é representante, sabendo que
aquele que de fato governa a igreja é
Cristo Jesus e entender que está muito a
quem daquilo que se requer paraa igreja
do Senhor. Portanto, eh ao olhar para
nossa vida e ministério, fazendo uma
aplicação direta que o ministério ele
começa com o chamado divino e não apenas
com o desejo pessoal. Há um chamado.
Primeiro, eu sei que nós já vimos textos
quando fala a respeito de aspirar o
episcopado, mas isso não elimina o ato
primeiro de Deus agir no coração fazendo
um chamado. Presbíteros e diáconos então
precisam entender que servir a Deus
exige ruptura com valores contrários à
palavra. Porque agora, visivelmente na
terra, a igreja está sendo chamada pelo
nome de cada um de nós que um dia ouviu
esse chamado. Portanto, entender isso é
algo primordial paraa nossa vida, para
os oficiais da igreja, que não é mais
aquilo que eu acho, que eu penso, aquilo
que eu sou, a minha personalidade ou
alguma coisa assim que nós ouvimos muito
bem falar na nossa sociedade. Acima de
tudo, agora aquilo que precisa imperar
na nossa vida é que nós estamos aqui
como representantes daquele que é o dono
da igreja, que é Cristo Jesus. Oficiais,
então, não caminham pela vista, mas pela
fé, sustentados pela voz do Senhor, do
chamado do Senhor. E esse chamado
imperativo de dizer: "Vai, vai". E é
isso que a gente vê na história aqui de
Abraão. Mas há um segundo aspecto que
nós olhamos para esse texto, que esse
Deus da aliança, ele promete bênção com
um propósito sempre missional. Há um
propósito missional aqui no texto.
Então, o ministério começa com a voz do
Senhor. Nós entendemos isso que não é
como um desejo pessoal. A gente vai ver
que no lado de uma falsa premissa, essa
liderança baseada em ambição ou status,
né? Caminhar pela vista e segurança ou
acomodação aos valores do mundo, isso
não pode eh imperar sobre a nossa vida.
Há uma realidade pactual e que nós
estamos falando da aliança da onde emana
todos os ofícios da igreja, emana
exatamente dessa teologia da aliança.
Portanto, a liderança ela é baseada
exclusivamente no chamado divino.
Oficiais então caminham pela fé sem
conhecer o destino final. Quando eu
estou falando sem conhecer, eu sei que
no sentido geral nós sabemos para onde
nós estamos indo. Mas agora nesse
sentido terreno, esse chamado, nós não
sabemos aquilo que vai acontecer durante
a história da igreja. Nós não sabemos o,
eh, vamos dizer, os conflitos e aquilo
que vai eh normalmente incidir sobre a
igreja. apenas eh nós atentamos para
esse chamado e atendemos o chamado
crendo que o Senhor é quem governa a
igreja. Exige então essa ruptura radical
em valores contrários à palavra. Dessa
forma, então, a bênção aqui divina, ela
possui esse ministério ou esse propósito
que é missional. Isso é inevitável.
quando ele diz: "Olha, em ti serão
benditas as promessas então feitas aqui
a Abraão, ela ela possui essa
característica, essa estrutura pactual
que a palavra de Deus ela vem eh
mostrando progressivamente desde o
início ali de Gênesis". Então, Deus diz
aqui no texto: "Eu farei, eu abençoarei,
eu engrandecerei". A gente vai perceber
que no texto isso é claro, a repetição
que nós temos no texto de Gênesis para
mostrar que essa iniciativa é divina e
ela é graciosa.
Essas promessas, então, elas vão
culminar na afirmação: "Em ti serão
benditas todas as famílias da terra". A
bênção de Deus aqui não é um fim em si
mesmo. E nunca foi, na história que a
palavra de Deus nos mostra, nunca foi
assim. Ela ela é mediada e, portanto,
Abraão é abençoado para ser bênção, né?
O povo agora da aliança existe então
para transmitir a graça de Deus ao
mundo. Isso sempre ficou claro dentro da
palavra de Deus. Todas as vezes que a
palavra de Deus nos fala a respeito da
nossa vida, da nossa prosperidade ou
daquilo que Deus pode nos dar, ela
mostra a finalidade ou mostra o
propósito. É para que o evangelho seja
conhecido. É para que Deus seja
conhecido entre as nações e os povos o
adorem. Portanto, nunca foi um fim em si
mesmo. Diante disso, nós temos essa
liderança missional. presbíteros aqui
então governam e pastoreiam para
garantir que o povo de Deus cumpra a sua
missão no mundo, né? a atividade aqui
agora falando dos nossos ofícios e da
forma como a igreja presbiteriana ela
caminha. Nós vamos perceber que os
presbíteros aqui da igreja, né, nós
estamos falando no caso de presbíteros
regentes, porque nós sabemos que no
sistema presbiteriano todos, tanto
pastores, que nós chamamos de pastores,
né, quanto os presbíteros, eles eh são
presbíteros. a nomenclatura que eh muda
docente e regente, mas entender que a
regência no igreja não diz respeito
puramente a atos administrativos,
diz respeito ao pastoreio da igreja.
Todas as decisões administrativas no
corpo, né, eh, de presbíteros, ela não
diz apenas respeito a atos meramente
administrativos. Tudo isso precisa
emanar do conhecimento da própria
palavra de Deus, de princípios bíblicos.
Portanto, meros atos que para alguns
pareciam ser administrativos. Isso tudo
é pastoreio da igreja. Pastoreio da
igreja. Portanto, aos presbíteros estão
eh designados de toda essa atividade.
Aos diáconos eles servem para que a
graça da aliança se torne visível,
concreta e misericordiosa.
Todos esses atos então caminham juntos.
Ou seja, não há, e nós precisamos
repetir, como nós já temos falado há
algum tempo, não há gradação de ofícios,
não há uma hierarquia no sentido de eh
subir degraus.
A que pudesse um dia, eu vou ser
diácono, eh, quem sabe eu seja
promovido, eu vou ser presbítero da
igreja e lá na frente, quem sabe nesse
plano de carreira eu chegue e a pastor,
isso não existe. Dentro dos ofícios da
palavra de Deus são chamados
específicos. Alguém pode ter o chamado
para ser diácono ao longo da sua vida e
entender exatamente isso. Olha, eu fui
chamado para ser diácono na igreja.
E esse entendimento precisa ficar claro.
Há outros foram chamados para serem
presbíteros da igreja, mas isso não diz
respeito a uma gradação ou algum status.
Pelo contrário, nós vamos perceber que
em meio a tudo isso, cada um vai ser
cobrado de acordo com aquilo que foi
colocado em suas mãos para que pudesse
fazer. Então, diante disso, o ofício,
ele não é apenas um privilégio, mas ele
é uma responsabilidade espiritual.
Presbíteros governam para que o povo de
Deus cumpra a sua missão. Diáconos,
portanto, servem para que a graça da
aliança seja visível, né, e concreta e
misericordiosa.
E toda a liderança da igreja que perde
vista a missão torna-se muitas vezes
autocentrada e aí perde vista Cristo
Jesus.
Mas a palavra de Deus ainda continua nos
mostrando. E pulando agora para o texto
de Hebreus no capítulo de número 8, se
você percebeu do verso 1 até o 6, nós
estamos falando do cumprimento da
aliança, que ela está em Cristo. E agora
ele coloca Cristo Jesus como o único
mediador. Então o cumprimento da aliança
repousa em Cristo Jesus. Então ele diz o
verso de número seis, o mistério que
Jesus recebeu é tanto superior quanto a
aliança do qual ele mediador é superior.
A aliança então não cuminará aqui ou não
cina em heróis humanos, né? Porque
Cristo entrou no verdadeiro eh santuário
celestial, na própria presença de Deus,
e seu sacrifício é único, suficiente,
definitivo. Hebreus 8, então, afirma que
Jesus é esse mediador de uma superior
aliança. E agora ele começa a fazer
contrastes no texto. Ele coloca em duas
colunas ao longo do capítulo oito. Ele
coloca antigo e novo. Ele coloca sombra
e realidade. Ele coloca sacerdócio
terrestre de um lado e sacerdócio
celestial do outro lado. E aqui ele está
fazendo uma comparação para mostrar que
todas essas figuras que vêm caminhando
ao longo ou a estrutura ao longo do
Antigo Testamento era exatamente
apontando paraa definitiva, para aquilo
que viria.
Ele estava apontando pro cumprimento de
toda a aliança em Cristo Jesus.
Portanto, não antigo. Agora ele mostra
que o novo está relacionado a Cristo.
Tudo aquilo que aconteceu no Antigo
Testamento era sombra. Agora nós já
temos a realidade. Nós já temos a
realidade. Hebreus trabalha muito bem
com essa imagem. Ou seja, se nós, se
você for em algum lugar visitar um
monumento e você está ali diante da
sombra projetada por aquele monumento e
aí a pessoa fala: "Olha, isso aqui deve
ser muito bonito, mas o monumento já
está do seu lado ali e você fica olhando
pra sombra, apenas pra sombra, tentando
imaginar como seria isso. E alguém fala:
"Olha pro seu lado, já está ali". Mas a
pessoa continua olhando para a sombra.
Muitos movimentos evangélicos eles
caminham nesse sentido, olhando paraa
sombra, sendo que nós já temos a
realidade que se cumpriu em Cristo
Jesus.
É isso que Hebreus está falando. É isso
que Hebreus está mostrando. Olha, nada,
aquelas festas todas, os sacrifícios
todos, a lei cerimonial, a lei civil de
Israel, tudo isso apontava ou pra
santidade de Deus ou pro cumprimento da
missão de Cristo Jesus. portanto, se
tornaram obsoletas, como o texto diz.
Portanto, elas já não precisam eh ser
praticadas, porque agora nós já temos
Cristo. Portanto, o sacerdote também
terrestre era passageiro. Agora nós
temos o sacerdócio celestial, sumo
sacerdote perfeito, que é Cristo Jesus.
Cristo, então, ele não serve em um
tabernáculo feito por mãos humanas. Ele
entrou no verdadeiro santuário, como o
texto diz, na presença de Deus. E agora
o seu sacrifício é único, suficiente e
definitivo. E nesse sentido, a palavra
de Deus agora em Hebreus nos mostra essa
supremacia de Cristo. Antiga aliança de
Gênesis, Apocalipse. Sombra, contorno,
sacerdote puramente terrestre,
repetitivo e preparatório. Agora, a nova
aliança, que é a realidade em Cristo, a
própria realidade vivificada.
sacerdote celestial e eterno, único,
suficiente e definitivo.
Aqui nós precisamos aplicar a nossa vida
como igreja. Nenhum oficial da igreja,
ele substitui Cristo Jesus. Ninguém.
Nós precisamos entender isso. Parece
muito simples, mas não é.
Nenhum oficial substitui Cristo, todos o
representam. O exercício do ofício, ele
deve ser humilde, cristocêntrico e
sempre dependente também. Presbíteros e
diáconos não são mediadores da salvação,
mas são instrumentos agora do cuidado de
Cristo Jesus. E aqui então nós vamos
entender que nem ninguém vai substituir
Cristo Jesus, né? Todos eles também. eh
servem para que de fato Cristo Jesus se
torne sempre evidente na vida da igreja
e que a igreja de fato ame, sirva e siga
a Cristo Jesus.
Mas há uma quarta coisa que nós
aprendemos no texto do verso 7 até o 13
do capítulo 8 de Hebreus. A nova aliança
agora transforma o coração e orienta o
serviço.
E aqui nós vamos perceber que o problema
da antiga aliança não estava na lei, mas
no coração humano. A nova aliança agora
resolve isso ao escrever a lei no
coração e na mente do povo de Deus.
Palavra de de Deus aqui em Hebreus está
mostrando a partir desse ato de Deus de
uma nova vida de regeneração,
transformação de um coração. Agora nós
temos tudo isso inscrito. Então,
conhecimento pessoal e íntimo de Deus,
relacionamento profundamente restaurado,
perdão completo e definitivo dos
pecados. Tudo isso agora nós temos a
partir de Cristo Jesus aplicados em
nosso coração. O resultado então é um
relacionamento agora pessoal de Deus.
Nós temos um relacionamento pessoal de
Deus. Você não precisa de intermediários
para isso. Perdão completo dos pecados,
relacionamento restaurado. E agora a
aliança, ela é interna, espiritual e
sempre transformadora.
Diante disso, nós precisamos lembrar,
então, que presbíteros eles devem
pastorear visando transformação
espiritual não mera conformidade
externa.
Diáconos também unem serviço material e
sensibilidade pastoral.
Tanto é que nós já vimos isso quando
escolhem diáconos. Palavra de Deus
coloca uma qualificação que sejam também
homens cheios do Espírito Santo.
Se fosse apenas para atos meramente,
como às vezes se entendem serviçais,
isso não estaria como uma qualificação.
Mas todo esses atos precisam permear de
pastoreio à igreja. Precisa desembocar
em pastoreio à igreja. A liderança,
portanto, da igreja deve refletir graça,
perdão, paciência e esperança.
Aqui nós temos então anatomia do ofício
na Nova Aliança. Presbíteros aqui, eles
estão pastoreando, focando essa
transformação espiritual do povo de
Deus. diáconos aqui estão servindo nessa
união de cuidado material, né, e
portanto externa aqui, eh, mostrando em
todos esses atos também a característica
pastoral. Essa é a graça transformadora
de Cristo e por meio de Cristo Jesus.
Diante disso, irmãos,
a olhar para aquilo que a palavra de
Deus nos diz, nós vamos perceber que da
promessa feita a Abraão até a mediação
aqui consumada por Cristo, essa teologia
ou a teologia da aliança que é tão cara
para nós, ela revela um Deus fiel ao seu
plano, gracioso com seu povo. Portanto,
presbíteros e diáconos são chamados a
servir dentro dessa grande história da
redenção.
Aqui nós vamos perceber que servir
dentro dessa história é alegria. Servir
fora dessa teologia da aliança, ela se
torna verdadeiramente um fardo, né?
Então, expressão viva da fidelidade de
Deus, porque nós sabemos que em última
instância a igreja está nas mãos do
Senhor. Normalmente a liderança da
igreja, quando ela olha para si, ela se
desespera a olhar para uma igreja e
falar assim: "Se o peso estiver em nós e
falar: "Olha, nós precisamos eh
sustentar esse povo, nós precisamos
guardar esse povo, nós precisamos, né,
monitorar todo o povo, nós precisamos,
isso seria uma tarefa eh que nenhum
conseguiria fazer, ninguém conseguiria
fazer, mas a partir da perspectiva de
saber que é Cristo Jesus que está
governando a sua igreja e nós somos
apenas instrumentos. Nós descansamos na
fidelidade de Deus para com o seu povo e
para com a igreja do Senhor. Então, o
ofício agora, exercício, o exercido,
aliás, fora dessa consciência se torna
de fato pesado e distorcido. Nós
precisamos entender tanto presbíteros
quanto diáconos da igreja a partir dessa
teologia da aliança.
Então, repetindo aquilo que o texto diz,
o texto de Hebreus termina dizendo que o
ministério que Jesus recebeu é tanto
superior quanto a aliança da qual ele é
mediador é superior.
Nós estamos em Cristo Jesus. A igreja
ela é alimentada diretamente por Cristo
Jesus. A igreja é sustentada diretamente
por Cristo Jesus.
Nós vivemos de fato eh sob o governo de
Cristo Jesus, mas a palavra de Deus nos
mostra que Deus instituiu os ofícios
para que por meio dos ofícios nós
tivéssemos eh visualmente
agora a igreja pudesse ter visualmente
perceber o cuidado de Deus para com a
vida de cada um de nós. Que Deus abençoe
a sua igreja, que Deus os abençoe a cada
dia para que nós possamos aprofundar a
nossa vida de saber que os nossos atos
ou muitas vezes aquilo que achamos que é
puramente administrativos,
nós possamos compreender que isso emana
da palavra do Senhor. É a vontade de
Deus paraa vida da sua igreja.
Vamos orar.
เฮ

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