Quando defender a Bíblia te transforma no vilão: justiça ou opressão? – T04EP11
14/05/2026
Quando defender a Bíblia te transforma no vilão: justiça ou opressão? – T04EP11
Hoje, em muitos ambientes, falar de justiça, dignidade humana e amor ao próximo fundamentado na Palavra de Deus deixou de ser visto como virtude…
e passou a ser tratado como violência, opressão e sede de poder.
No Episódio 11 do Página Virada, ainda em cima do livro “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain), a pergunta é direta:
– Como e quando o cristão virou o “vilão” da narrativa cultural?
Na conversa com o Rev. Alex, Gustavo e André, a gente explora:
– como a Bíblia define justiça: fazer a vontade de Deus, viver em obediência ao Seu caráter santo;
– como a cultura trocou essa justiça moral por uma “justiça” centrada em poder, luta de classes e disputa entre oprimidos e opressores;
– o impacto da teoria crítica (e suas versões em raça, gênero, sexualidade) na forma como cristãos são vistos hoje;
– por que, nesse novo mapa, quem defende uma moral absoluta é automaticamente rotulado como opressor, abusador, inimigo do bem‑estar social;
– por que a acusação não é só contra você, mas contra a autoridade de Deus e a Sua Palavra;
– como permanecer firme, com humildade, amor, fidelidade e coragem, quando a cultura te coloca no banco dos réus.
Se você já foi chamado de opressor por simplesmente repetir o que a Bíblia diz, esse episódio vai te ajudar a entender a lógica por trás disso e a responder sem ceder.
📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain
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Você já foi acusado de “opressor” ou “sem amor” por defender algo que a Bíblia ensina?
Conta nos comentários como foi e como você respondeu.
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Legendas automáticas:
Esse é o justo bíblico. É aquele homem que o padrão de justiça dele é o próprio Deus, é o próprio caráter santo de Deus revelado nas escrituras. E ele conduz a sua vida, então baseado na justiça que é estabelecida na palavra de Deus, que é o próprio Deus. Independente do que eu faço, eu faço bem, se eu sou um cristão verdadeiro, eu quero o bem da [música] sociedade, eu amo o meu próximo, mas eu já tô rotulado como opressor. Interessante o que você falou. Por mais que você procure o bem, por mais que você tente ajudar na perspectiva desses e neomarxistas dentro dessa vertente, você acaba sendo um opressor por defender uma verdade absoluta, um padrão moral. Eh, acaba que a gente defende um uma justiça, [música] preceitos morais. >> Uhum. >> Que são bíblicos, né? >> E eles e a gente tem a obrigação, é a obrigação nossa de lutar, que ela coloca esse ponto aqui, lutar contra as injustiças. Ela questiona o que que nós temos feito aqui, como é que nós temos nos posicionado e como é que nós temos atuado para combater as injustiças no mundo? >> Você, se você comer desse fruto, você vai morrer. Não, não vai ser, vai acontecer isso não. E a verdade começa a ser desconstruída e e eles pecam e ali começa uma revolução. É a rebeldia. É, são palavras que foram que vocês mesmos falaram aqui, né? Então, lá em Gênesis, a gente vai ver como que isso começou e como que isso tá enraizado da natureza humana. >> É, >> seja bem-vindo a mais um episódio. Nós estamos no 11º episódio da nossa temporada, onde nós estamos discutindo sobre o livro Quando a Cultura odeia você de Natasha. E nós temos aprendido bastante acerca desse assunto de maneira contextual, de maneira bíblica. Nós temos discutido, nós temos analisado e aqui nós estamos hoje com uma participação muito especial. Temos o Gustavo conosco, o André e hoje o reverendo Alex. Prazer tê-lo aqui conosco, uma alegria recebê-lo nesse momento. E nós vamos falar hoje sobre um assunto muito interessante, porque sabe quando o discurso muda e você acaba sendo o vilão da história? Você fala sobre justiça, você fala sobre dignidade humana, você fala sobre amor ao próximo. Tudo fundamentado nas Escrituras, tudo fundamentado na palavra de Deus. E de repente você percebe que de acordo com a cultura isso não é virtude, isso é violência, não é cuidado, mas opressão. E as pessoas vem isso de uma maneira totalmente distorcida, não como amor, mas como alguém sedento, por poder, por reconhecimento. E como que isso aconteceu? Como que nós podemos enxergar esse ponto na perspectiva bíblica? Como que o cristão, defendendo padrões morais de Deus, [limpando a garganta] defendendo a palavra do Senhor, são rotulado como opressores, abusadores, inimigos do bem-estar social? Então, esse episódio vai explicar uma definição que aconteceu silenciosa nos bastidores, onde que justiça foi definido de uma maneira distorcida e transformou os cristãos mais em antagonistas na narrativa secular, aonde que agora ser cristão ou defender um valor é mais como opressor e uma busca por poder. E nós vamos tentar responder isso com clareza, com coragem, com fidelidade bíblica. Quando nós somos perturbados, qual a resposta nós devemos dar? E hoje você vai entender por que a cultura pensa assim e por que você tem que permanecer firme mesmo quando você está no banco dos réus. E nós vamos perceber que essa cultura muitas vezes define justiça de uma maneira diferente. Alex, a gente tem visto que a cultura muitas vezes ela define a palavra eh justiça como algo totalmente distorcido e tá envzada mais numa posição crítica do que na palavra de Deus. O que que você acha acerca disso? Então, é porque houve uma uma ruptura desse entendimento do do conceito de justiça na história, né? E a gente tem, nós que somos cristãos, a gente tem o nosso conceito de de justiça que está ligado em fazer a vontade de Deus e em que é obedecer a Deus. Nós entendemos assim que isso é a justiça. Um homem justo na Bíblia é o homem que obedece a Deus. É um homem que lê a palavra, um homem que estuda a palavra e obediência à palavra. Ele age. A sua vida, ela é conduzida sim em práticas de justiça. O homem justo nos Salmos sempre ele é comparado em eh em contradição com aquele homem que não obedece a Deus, né? E esse é o justo bíblico. Eh, é aquele homem que o padrão de justiça dele é o próprio Deus, é o próprio caráter santo de Deus revelado nas Escrituras. E ele conduz a sua vida, então, baseado na justiça que é estabelecida na palavra de Deus, que é o próprio Deus. Ah, mas aconteceu um um esse esse aspecto de justiça bíblico tem muito a ver com aspecto moral, aquilo que é certo e aquilo que é errado. E as escrituras apontam para nós claramente o que é certo, o que é errado, que é a vontade de Deus. Então, qual que foi o desenvolvimento humano? eh é mudar o conceito de justiça para não tornar o ser humano um ser injusto. Ele justifica então através de um novo conceito de de justiça que é baseado nessa teoria crítica que ele muda. Antes o aspecto ele era moral, agora a justiça agora ela tem um aspecto de poder. São duas palavras que são importantes que muda tudo. Antes era moral, o meu comportamento, a minha vida diante de Deus. Agora não, não é moral mais. Isso aqui foi jogado no lixo. O >> interessante que não é eh um embate o que é justo e o que não é justo. Entre um formato de justiça e outro formato de justiça. Eh, eles botaram moedas diferentes, né, para para debater um assunto. >> Isso. E então agora a justiça agora ela é menos moral e agora ela é mais poder, né? E então >> acho que eles chama isso neomarxismo, né? Isso. >> E a gente podia então pensar à luz do que você tá falando, que deixou de ser um aspecto moral baseado em princípios bem estabelecidos de Deus para se tornar algo mais subjetivo. >> Exatamente. Porque agora tudo aquilo que a gente chama que é assim objetivo, aquilo que é bíblico mesmo sendo escrito, né, há milhares de anos atrás, a o cristão ele olha para a Bíblia e ela vê aquilo como objetivo e não, e hoje o aspecto ele é subjetivo de justiça, porque não, se isso me dá poder, se isso me dá mais poder, não interessa se tá certo ou se tá errado, porque agora é subjetivo. Então agora eu uso uma outra régua agora para medir o que é justiça, porque aquilo me dá poder, né? E é, eu tava lembrando, né, e estudando a respeito desse assunto e eu lembrando daquele do livro A Revolução dos Bichos, de George Orell. Ele ele vai falar a respeito disso. E lá tem uma frase interessante que do livro que é: "Todos os bichos são iguais, mas alguns bichos são mais iguais do que os outros. Porque a e o livro vai vai mostrar que os animais ali da fazenda, todos eles ficaram revoltados com o dono da fazenda. Eles queriam o quê? mais poder. O senso de justiça deles era por poder. E quando os porcos assumiram o poder, aí eles perceberam que os porcos é que estavam engordando mais, comendo mais, mas os outros animais continuavam passando e mais fome ainda, né? Então, eh, eles, ele faz aqui uma crítica, né, contra o totalitarismo, que essa busca agora pro poder, ela sempre vai caminhar pro totalitarismo. E que esse totalitarismo ele tem os seus erros e sempre vai ter alguém também sofrendo, né? Porque a busca agora é de poder, não é de ética e de moral, mais agora é de poder. Então essa que é a é a grande discussão. >> É basicamente assim, a já que não dá para criar um padrão de justiça diferente, vamos subjetivizar ela, né? Vamos relativizar >> a verdade, né? E criar uma outra forma de de fazermos nós a justiça, né? Que é através de um embate social, oprimido, opressor, né? >> Aham. >> E eu, Sim. Você ia falar alguma coisa? Eu acho que essa própria questão, né, do padrão, se o padrão muda, o que vale é a sua opinião, >> né? Eu acho que a grande questão é essa. Saiu de um de um plator absoluto, de um Deus santo, puro e perfeito. E jogou essa definição na humanidade, numa humanidade caída, distorcida, que tenta defender padrões morais, mas padrões morais relativos, padrões morais que, na realidade são envieszados, que não são padrões corretos. >> Uhum. >> Sempre são inclinados ao erro. O problema do padrão é porque ele parece sempre como opressor. E quando a gente estabelece um um padrão, esse que é o problema que o mundo olha, né, para o cristão e fala: "Opa, >> eles não querem padrão, né?" >> Não. E é exatamente [limpando a garganta] isso que eu queria ver com o Gustavo, que quando a gente vai olhar para essa teoria crítica em um mundo dividido, né, que a gente vê esse padrão entre opressores e oprimidos, independente da ação, como é que a gente consegue observar isso? Ô Gustavo, a gente acabou de ver que existe um padrão absoluto de justiça. Nós pautamos nele. Esse padrão é Deus, a palavra do Senhor. Mas o padrão de justiça hoje pro mundo, para essa teoria chamado crítica, é um padrão mais subjetivo. E como que isso é visto na perspectiva deles? Ah, >> essa história toda começou lá com o Marx, né? >> Aham. >> Ele que começou com essa teoria aí de oprimido e opressor, aplicando principalmente ali na parte mais econômica, né? Sim. dos operários sendo oprimidos pelos patrões. E aí começou essa ideia de oprimido e opressor, >> que na sociedade sempre existe esse embate, essa luta, >> a luta entre classes >> e a sociedade ideal seria aquela sociedade em que não mais haveria essa luta. Isso assou até bonito, né? >> Sim. >> Né? A utopia marxista. E depois isso foi desenvolvido mais pelos teóricos lá da escola de Frankfurt, porque Marx ele tava mais focado na parte econômica, né, o capitalismo, né, a sociedade evoluir pro socialismo. Já os teóricos lá de Frankfurt, eh, eles expandiram esse negócio e não mais só na parte econômica, mas oprimido e opressor em todos os aspectos. oprimido é opressor com relação à raça, com relação a gênero, com relação à à opção sexual. E aí eles expandiram essa questão de oprimido e opressor. E que que acontece? Eles olham eh o a moral absoluta como opressora. E quem não segue a moral absoluta, ou seja, que vive à margem, né? Eles são os oprimidos. Então, a moral absoluta, ela serviria para quê? Para controlar >> e continuar os opressores oprimindo os oprimidos, entendeu? É dessa forma que eles enxergam a moral absoluta, elas mantém os opressores no poder. >> Qualquer que seja a vertente de opressão, né? vertente racial, >> todas as. >> Ela até coloca aqui no livro uma vertente que a gente que nem é tão assim falada aqui no nosso meio, que é uma que é uma a parte de imigrantes, que aí no caso o os nativos são os opressores e os imigrantes são os oprimidos, né? >> É. Então é isso, assim, criou-se essa narrativa de oprimir e opressor e quem tem uma moral absoluta, na verdade ele tá querendo manter o sistema como o opressor. E aí que que acontece? Eu, por exemplo, eu sou branco, cristão, heterossexual. >> Você é muito opressor. >> Eu sou quatro vezes opressor. Talvez que menino que eu sou careca, né? >> [risadas] >> Aí você pode amenizar alguma coisa, >> ser oprimido na calvice, >> pode ser, mas ameniza muito. Casa opressor. >> É, vocêessor, >> você é opressor. [risadas] Então é isso. Então, independente do que eu faça, uma minoria, >> independente do que eu faça, eu faço bem, se eu sou um cristão verdadeiro, eu quero o bem da sociedade, eu amo o meu próximo, mas eu já tô rotulado como opressor. >> Interessante o que você falou. Por mais que você procure o bem, por mais que você tente ajudar na perspectiva desses, eh, neomarxistas dentro dessa vertente, você acaba sendo um opressor por defender uma verdade absoluta, um padrão moral. Então eu sou o cara que odeia, eu oprimo. >> Mas você odeia na realidade é contra uma >> taxado. Eu sou taxado de opressor. >> Isso. >> E aí, >> eu tenho quatro vezes escrito minha testa opressor. Então não adianta. Eh, né, seguindo essa teoria, >> sim, >> você é taxado, >> independente do que você faça. >> No discurso no discurso você já entra perdendo >> sempre, >> né? Você já é, você já é, o criminoso, você é o do mal já. >> Porque eu não posso falar que, eu não posso falar de pecado. >> Eu não posso falar de pecado, porque se eu tiver falando de pecado, eu tô agredindo os oprimidos que tem uma vida de pecado. E isso tem entrado, você entrou num campo bem legal, isso tem entrado de maneira muito sorrateira na igreja, né? Você vê essa essa ideia, vamos dizer, com uma nova roupagem, um novo rótul moral e amor. >> Eles colocam que quem tem moral eh ou que segue a moral é porque não ama. >> É. >> E assim, >> é porque não entende o que é amor. >> E a justiça que eles pregam é a justiça do amor, né, da tolerância. Então eles invertem os valores e fica muito difícil de você discutir, porque quando você começa a discutir você, você odioso, você destila ódio, né? >> Mas amar seria tolerar, Alex, você ama porque ama você tem que tolerar. Amar é tolerar. >> Pois é. Eu acho que um exemplo prático para todos nós. Nós amamos os nossos filhos. Nós amamos. Ninguém tem dúvida que quem é pai, quem é mãe que tá assistindo. Você vai, não, eu amo meu filho, eu amo a minha filha. Mas nenhuma pessoa que ama o seu filho vai tolerar todas as atitudes do seu filho para poder proteger e educar, encaminhar o seu filho. A gente não vai deixar um filho da gente sair quando meu filho quer correr, atravessar a rua sozinho. Você não vai deixar. Você vai colocar uma cerquinha na porta. você vai fechar a porta a hora na na hora correta para ele não correr os riscos. Por nós entendemos que como nós amamos os nossos filhos, nós protegemos e educamos os nossos filhos. E com isso, respondo a sua pergunta. Há coisas que a gente tolera por amor, mas tem coisas que a gente não tolera. Então é assim como a Bíblia é a nossa regra. Ah, a questão não é se nós toleramos ou não, a questão é o que Deus tolera ou não, né? É porque essa palavra tolerância também, ela tem exatamente porque tudo hoje é subjetivo, todos os conceitos. Eu fiz essa pergunta inclusive pra gente pensar um pouco mais e observar. Quando alguém, por uma opção sexual ou por uma escolha, vamos assim dizer, chega em você e diz assim: "Mas você não me ama?" Na realidade, nós amamos e devemos amar porque é uma ordem bíblica. É uma ordem bíblica, mas não quer dizer que eu tenho que concordar ou aceitar a atitude errada. >> Uhum. >> Aí quando eu vou para esse padrão, aí eu sou opressor. Porque não, pera aí. Então você não me ama porque na realidade você me tolera. >> Você não aceita como >> você não, meu sou. Só que na realidade não é questão de aceitar ou não. É questão de uma definição de padrão, >> de justiça, de moral, de de entender que aquilo não é o que eu acho, não é o que você acha, é o que Deus acha acerca daquilo. E paraas pessoas lá de fora, principalmente baseadas nessa teoria, vai dizer: "Não, mas você é o pessoa". >> Uhum. >> E aí que tá. Quando a pessoa tá envzada ou ela tá com a lente do óculos sujo, ela só enxerga aquilo. Nada que você fizer vai mudar. É preciso trocar as lentes e o único que pode fazer isso é o Senhor. A gente até tenta fazer, [limpando a garganta] né? Só que esse não é o nosso papel. Nosso papel é pregar o evangelho, é falar de Cristo. Mas o papel do Espírito Santo é convencer do pecado, da justiça e do juízo. Ele faz essa obra e ele pode fazer em qualquer pessoa. Eu achei interessante o que o Gustavo falou. Achei muito bem que ele falou assim: "Se eu defendo um padrão moral absoluto, eu sou opressor e eu não amo". E por isso que eu fiz a pergunta, mas como assim [limpando a garganta] eu amo? Mas o meu amor é ter um padrão absoluto. Acho que essa é a grande diferença. Acho que é isso que a gente precisa perceber mais e que a cultura e a sociedade pensa inverso. Ela pensa distorcidamente, ela pensa totalmente contrária. Então, mesmo que a gente ama, mesmo que a gente cuida, mesmo que a gente serve, como o Gustavo falou, se você defende um padrão moral, você é um perigoso. E o interessante que eh acaba que a gente defende um uma justiça, preceitos morais. >> Uhum. >> Que são bíblicos, né? >> E eles e a gente tem a obrigação, é a obrigação nossa de lutar, que ela coloca esse ponto aqui, lutar contra as injustiças. Ela questiona o que que nós temos feito aqui, como é que nós temos nos posicionado e como é que nós temos atuado para combater as injustiças no mundo, né? E a gente tem o nosso padrão moral e eles criam um padrão eh de guerra entre as pessoas, né? Enquanto nós estamos querendo sabemos que nós temos que lutar contra a injustiça, eles criam um modelo, esse modelo da teoria crítica, que faz com que haja uma briga entre os dois, eh, entre opressor e oprimido, né? Então você tem uma briga entre o os que mantenham um padrão de heterossexualidade e os que defendem que tem que ter uma diversidade sexual. Ah, >> vamos dizer assim, até no que aquilo que não foi explorado ainda, mas é listo, né? Então fica estranho porque eh um busca uma justiça que as pessoas convivam bem e o outro busca a a o padrão de justiça através de uma briga entre os dois. É muito estranho. Você quer promover uma briga para que haja uma justiça. Não seria mais interessante a nós cristãos que queremos promover o amor, a conversa, o bate-papo, vamos conversar, vamos conversar aqui sem precisar ficar brigando um com o outro, né? É, mas sei desde do do começo na na proposta de Marx, >> é que os proletários eles não iam iriam conquistar a posição se não fosse através da luta, né, da rebelião. Então, desde o conceito é necessário essa luta, essa briga, entendeu? para que os oprimidos eles consigam eh eles consigam chegar no nível de de embate e serem respeitados. >> Na temporada passada a gente mais viu isso, né? Pega uma ideia e vamos avançar. Então eles pegavam a ideia de Marx, vamos avançar e vamos extrapolar. Pegava a ideia de Freud, vamos avançar, vamos extrapolar. E assim chegou a teoria crítica. >> Legal, né? E e ela traz essas duas dois aspectos de teoria, né, que que transforma o aspecto de justiça e injustiça. Ele quebra essa virtude bíblica e injustiça social que ela usa duas, né? Teoria crítica e teoria de quer. >> É, ele ela coloca aqui no livro eh dois exemplos, né? >> Ela coloca aqui no no livro dela o exemplo da teoria crítica aplicada à raça, que ela até botam uma siglazinha para isso, né? Ela >> TCR, >> TCR, né? teoria crítica da raça >> e ela coloca na área da sexualidade como teoria quir, >> mas é a mesma coisa que nós estamos falando, é só que ela dá dois exemplos aqui, né? >> Uhum. >> De tipos de de de teoria crítica na prática nossa, pra gente identificar bem fácil na sociedade. Isso aí >> e que é o que acontece, né? Na teoria crítica. a gente vê o que a gente tem falado aqui, eh, valores bíblicos são tratados como opressor. Então, quem defende a ordem criada eh vai ser cúmplice de uma opressão racial. E quando ela fala da teoria care ou >> quiir queir >> quir, vai ver essa questão da binaridade, não é? Masculino e feminino. >> Eh, é, vai bem além disso, né? Porque ela vai questionar cistoonormatividade. >> Nossa, >> que eu não decorei isso. Eu não tenho símbol >> siseronormatividade. É o sis seria o seguinte, você porque porque não basta você ser heterossexual para você ser o o opressor completo, >> full >> você também tem que ser aquele gêno. Então você é masculino, se considera masculino e é heterossexual. Aí você é o sisé normormativo, sisectro top daqu >> normativo. >> É, é >> como é que pode, né, cara? Então a questão do design, do própria ideia do designing de Deus é reinterpretada numa posição também de opressor. Aquilo que Deus criou para um fim, então é >> distorcido. >> É assim, tipo Deus me fez homem. Isso é opressor. >> É. professor, por que que me fez homem? Eu queria ser mulher, entendeu? Então, a a o a forma que eu vim no mundo já é uma forma de opressão. Ele não me perguntou antes que eu queria ser. >> Mas isso seria mais uma ideia criada da cabeça da pessoa ou >> Mas dentro dessa desse aqui, o que a gente mais percebe, pelo menos o que eu mais percebi, é que na falta de uma argumentação boa, eles levam para o lado subjetivo e emocional. >> Hum. Hum. >> Então, não tendo um argumento bom, você vai o sentimento. >> Foi o que a gente discutiu na temporada passada, né, que é ascensão e triunf moderno. >> É, >> você é o que você pensa que é >> e o que você acha, >> o que você acha que você é. >> Você tem que sentir bem. >> A realidade não interessa. Por isso tem tanta gente querendo ser cachorro, querendo ser cavalo, querendo ser tudo, né? >> Como que pode, né, cara? É, eu acho que eu sou um cachorro. O que vale é o que eu sinto, >> o que eu penso >> e não que os outros veiem. Até vi um vídeo essa semana, não veio um caso, acerca disso, né? A pessoa chamou eh o outro pelo nome e deu maior briga, maior polêmica por conta disso, porque a pessoa não se via assim, né? E a pessoa pediu perdão. Não, me perdoa não. Você não tem que não tenho que te perdoar não. E queria ir pra briga, para pancada. Não, mas me perdoa, eu não, não foi na maldade, não. Não, mas porque eu vou chamar a polícia, eu vou chamar a justiça. Como que a gente vê eh o sentimento, né? A gente vê pessoas muito fracas também sentimentalmente falando, emocionalmente falando, né? É, é uma uma desestrutura muito grande, sabe? Porque quando você tira a trave, a pessoa perde totalmente o parâmetro. >> Sim. >> Isso gera o quê? Loucura. É loucura. Você não tem referência nenhuma. É loucura. Não, não tem como você manter a sanidade e numa ideologia dessa. >> Sim, não tem como. >> É, agora a gente olhando, né, como é que as pessoas hoje elas pensam a as coisas e o quanto que a Bíblia ela já conta desde Gênesis no capítulo 3, onde surgiu isso tudo, né? É aquele grande problema de você seguir regras. absolutas. Quando Deus fala assim, ó: "Você pode comer de tudo, mas dessa aqui você não pode." Ali a verdade já começou a ser desconstruída pela pela desconstruída pela serpente. E aí ela ela já começou a duvidar daquele padrão e pensando, viu, Deus tá querendo ser injusto com você. Ele não quer que você coma desse fruto para você não parecer, não ser grande como ele, não conhecer todas as coisas como ele, para você não ser como ele. E e então ele surgiu como na revolução dos bichos ali. Não vamos então vamos sonhar então a gente conquistar isso aqui. Você se você comer desse fruto, você vai morrer. Não, não vai ser, vai acontecer isso não. E a verdade começa a ser desconstruída e e eles pecam e ali começa uma revolução, é a rebeldia. É, são palavras que foram que vocês mesmos falaram aqui, né? Então, lá em Gênesis a gente vai ver como que isso começou e como que isso tá enraizado na natureza humana, né? Essa é assim essa essa sede, né? Pelo poder, [roncando] >> né? essa essa sede de justiça própria, porque agora não é a justiça de Deus, mas é justiça própria. É ela que estabelece o que que é justo, que que não é. >> Vontade de ser Deus, né? >> É. >> E o diabo, ele mente através da ideologia humana. As pessoas acreditam, >> ele mente através de narrativas. As pessoas estão acreditando e vivendo uma mentira. >> Quer se apegar alguma coisa, né? É, a gente vive uma sociedade fake. >> Tudo é fake. É muito difícil você discernir o que que é o a realidade no dia de hoje, porque as pessoas vivem o fake. É a mentira do diabo. >> Elas vivem mais em busca de uma performance, né, do que uma realidade concreta, né? >> Uhum. >> Ele [limpando a garganta] cria narrativas assim como criou para Adão. Assim, o método do diabo não mudou, né? >> Assim, eu sou convidada, eu posso falar mais um pouquinho? Claro. O [risadas] >> não é porque assim, eu tô lembrando, falando dessa sede, né, de justiça própria. E lá em Mateus 56, Jesus ensina no sermão do monte, ele fala assim: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos", né? E aí a a e o John Stot vai explicar isso muito bem. O que que é ter fome e ser de justiça? Não é justiça própria, que o mundo está sendo injusto com ela. Não é isso. É sede e fome de ser justo diante de Deus. é uma consciência de que ele é o o pecador, é ele que transforma o mundo, né, em um mundo pior. Uma vez o o Shesterton, ele foi convidado para um um dos eh uma uma imprensa lá da da Inglaterra, fez uma pesquisa, todo mundo falar: "Qual que é o problema? Por que que o mundo é tão mal, né?" E ele escreveu uma cartinha só, escreveu duas letras, miu eu sou o problema. Ele mandou a carta desse jeito para lá, porque ele tem a consciência, porque o mundo é ruim por causa dele. Então, fome e sede de justiça é aquele que reconhece o seu pecado, que o mundo é ruim, porque ele faz parte desse mundo e que ele está praticando injustiças diante de Deus. Esse é que tem fome, sede de justiça. E esses serão fartos, né? Mas qual que é o problema? Hoje as pessoas são todas vítimas. É, é a busca de justiça. Elas são todas vítimas. o ela nunca vai ser o problema, é sempre alguém que é o opressor que está prejudicando a vida dela. Esse que é o problema. Então, quando a gente tira a Bíblia da vida da gente, a gente, né? E aí a gente vai para essa pergunta. Então, quando a cultura acusa você de opressão, ela na realidade tá se opondo à autoridade de Deus. >> Exatamente. >> Ela tá, >> você aponta o o opressor, né? E aí Deus entra na história, né? Porque no fundo, no fundo, se você não entende que você está estabelecido numa sociedade, em família e que existem regras, né, princípios que Deus já estabeleceu para uma sociedade perfeita, fomos pensar em termos de sociedade, relacionamento com ele, porque e esse esses padrões morais eles não existem só pro nosso relacionamento aqui, mas tem a ver com o nosso relacionamento com Deus, né? E esse e o Thago, é o é o grande problema, né? Que é é porque as pessoas acusam a igreja, aqueles que entendem quem tem um padrão moral já estabelecido por Deus e que sempre a culpa é nossa, que sempre nós é que estamos lutando contra a liberdade, né? E e no próprio texto, >> é como se fosse uma terceirização da culpa. Então, eh se o nosso a a nossa justiça teria que ser eh perante Deus, né? Sermos justos perante Deus, né? Eh, uma forma da pessoa não olhar para Deus, eh, não perceber a culpa dela, ela vai colocar a culpa >> no opressor, no outro, >> no opressor. Então, terceiriza a culpa dele para não olhar. >> E o que a autora vai dizer é que mesmo ela não olhando pro alto, inconscientemente, ela ela está rejeitando a autoridade de Deus. Porque quem é que estabelece a autoridade em tudo que existe de autoridade na face da terra? Toda autoridade é estabelecida por Deus, né? Então assim, e esse esse debate, né, até que a autora vai falar é muito mais do que uma questão sociológica. Ela é espiritual, né? Que como pessoas que estão eh se rebelando contra Deus, esse aqui é o princípio, né? Como lá e eh em Romanos 1 vai falar que o fundo de tudo mesmo é idolatria, que a pessoa abandona, rejeita Deus. Então essa rejeição a Deus resulta em quê? Nesse tipo de mundo que a gente vive hoje. Então o cristianismo, na realidade ele não oprime, ele liberta, >> pelo contrário, né? Ele ele liberta. Na verdade, Jesus se oferece e se apresenta como a verdade, né? E e nisso tudo é onde as pessoas se se perdem, porque lá em Lucas capítulo 4 versículo 18, até separei aqui um um texto lindo que o próprio Jesus disse, Lucas 4:18, ele citando uma profecia que olha só o que que Jesus disse. O espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor. Gente, o próprio Senhor Jesus, ele vai falar: "Não, a questão e o o evangelho ele não é para oprimir, mas é o que liberta, >> é o que transforma. >> É o que transforma. Jesus ligava com os oprimidos, não com os opressores. As pessoas vão dizer, vão usar até essa narrativa para distorcer as coisas. Usam usam >> quando na realidade o próprio Senhor se preocupou também com gente de alto escalão. >> Exatamente. Ele veio dar vista aos [limpando a garganta] cegos. Ele não veio só para conviver com cegos, mas ele veio para dar vista aos cegos. Então, quando chamarem você de opressor, que é obtencer a sua atitude como cristão? Tem que permanecer fiel às escrituras, fiel à justiça. Nós não escolhemos um terreno de debate cultural, mas nós escolhemos permanecer nele por defendermos uma verdade absoluta que traz para nós padrões morais, que nos ensina acerca de quem nós somos, acerca de quem Deus é qual o padrão que ele requer de nós. Então, como cristãos, nós não negamos a injustiça real. Nós não negamos que as dores são reais. Nós não negamos o sofrimento, mas nós lutamos por uma justiça verdadeira. Nós lutamos segundo Deus e não segundo ideologias, não segundo a minha vontade, mas segundo aquilo que a palavra de Deus nos diz. Então, quando a cultura nos acusa de sermos falsos, de sermos opressores, nós devemos permanecer com humildade, com amor, com fidelidade, com justiça, porque a verdade que defendemos não é nossa, é a verdade do Senhor. E a justiça que nós buscamos não vem de nós mesmos, vem do próprio Senhor. Então, no próximo episódio, nós vamos aproximar um pouco mais de desse ensino. Vamos entender como que essa verdade, muitas vezes distorcida, desfaccelada, nos chama de opressores. E nós precisamos estar bem preparados para entendermos como que justiça tem que ser definida à luz da palavra de Deus. Foi muito bom ter você conosco, ter o reverendo Alex aqui conosco participando também. É um privilégio ter junto com o Gustavo, com o André. Deus abençoe a sua vida. Deixe seu comentário, deixa a sua curtida, compartilhe com mais pessoas. Dê também o seu palpite, o seu comentário, contribua pro nosso crescimento. Fale um pouco também como isso tem sido bom paraa sua edificação, pro seu fortalecimento. O intuito aqui nosso é batermos um papo acerca daquilo que a autora diz, mas de um modo crítico, bíblico e trazer insightes paraa nossa vida e pro nosso contexto. Deus abençoe. Um prazer muito grande ter você conosco e até mais, até o próximo episódio. Ciao. Ciao. Ciao.