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Quando defender a Bíblia te transforma no vilão: justiça ou opressão? – T04EP11

Quando defender a Bíblia te transforma no vilão: justiça ou opressão? – T04EP11

Quando defender a Bíblia te transforma no vilão: justiça ou opressão? – T04EP11

Hoje, em muitos ambientes, falar de justiça, dignidade humana e amor ao próximo fundamentado na Palavra de Deus deixou de ser visto como virtude…
e passou a ser tratado como violência, opressão e sede de poder.

No Episódio 11 do Página Virada, ainda em cima do livro “Quando a Cultura Odeia Você” (Natasha Crain), a pergunta é direta:
– Como e quando o cristão virou o “vilão” da narrativa cultural?

Na conversa com o Rev. Alex, Gustavo e André, a gente explora:
– como a Bíblia define justiça: fazer a vontade de Deus, viver em obediência ao Seu caráter santo;
– como a cultura trocou essa justiça moral por uma “justiça” centrada em poder, luta de classes e disputa entre oprimidos e opressores;
– o impacto da teoria crítica (e suas versões em raça, gênero, sexualidade) na forma como cristãos são vistos hoje;
– por que, nesse novo mapa, quem defende uma moral absoluta é automaticamente rotulado como opressor, abusador, inimigo do bem‑estar social;
– por que a acusação não é só contra você, mas contra a autoridade de Deus e a Sua Palavra;
– como permanecer firme, com humildade, amor, fidelidade e coragem, quando a cultura te coloca no banco dos réus.

Se você já foi chamado de opressor por simplesmente repetir o que a Bíblia diz, esse episódio vai te ajudar a entender a lógica por trás disso e a responder sem ceder.

📚 Livro base da temporada
“Quando a Cultura Odeia Você” – Natasha Crain

✉️ Participe da conversa
Você já foi acusado de “opressor” ou “sem amor” por defender algo que a Bíblia ensina?
Conta nos comentários como foi e como você respondeu.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
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Legendas automáticas:

Esse é o justo bíblico. É aquele homem
que o padrão de justiça dele é o próprio
Deus, é o próprio caráter santo de Deus
revelado nas escrituras. E ele conduz a
sua vida, então baseado na justiça que é
estabelecida na palavra de Deus, que é o
próprio Deus.
Independente do que eu faço, eu faço
bem, se eu sou um cristão verdadeiro, eu
quero o bem da [música] sociedade, eu
amo o meu próximo, mas eu já tô rotulado
como opressor. Interessante o que você
falou. Por mais que você procure o bem,
por mais que você tente ajudar na
perspectiva desses e neomarxistas dentro
dessa vertente, você acaba sendo um
opressor por defender uma verdade
absoluta, um padrão moral. Eh, acaba que
a gente defende um uma justiça, [música]
preceitos morais.
>> Uhum.
>> Que são bíblicos, né?
>> E eles e a gente tem a obrigação, é a
obrigação nossa de lutar, que ela coloca
esse ponto aqui, lutar contra as
injustiças. Ela questiona o que que nós
temos feito aqui, como é que nós temos
nos posicionado e como é que nós temos
atuado para combater as injustiças no
mundo?
>> Você, se você comer desse fruto, você
vai morrer. Não, não vai ser, vai
acontecer isso não. E a verdade começa a
ser desconstruída e e eles pecam e ali
começa uma revolução.
É a rebeldia. É, são palavras que foram
que vocês mesmos falaram aqui, né?
Então, lá em Gênesis, a gente vai ver
como que isso começou e como que isso tá
enraizado da natureza humana.
>> É,
>> seja bem-vindo a mais um episódio. Nós
estamos no 11º episódio da nossa
temporada, onde nós estamos discutindo
sobre o livro Quando a Cultura odeia
você de Natasha. E nós temos aprendido
bastante acerca desse assunto de maneira
contextual, de maneira bíblica. Nós
temos discutido, nós temos analisado e
aqui nós estamos hoje com uma
participação muito especial. Temos o
Gustavo conosco, o André e hoje o
reverendo Alex. Prazer tê-lo aqui
conosco, uma alegria recebê-lo nesse
momento. E nós vamos falar hoje sobre um
assunto muito interessante, porque sabe
quando o discurso muda e você acaba
sendo o vilão da história? Você fala
sobre justiça, você fala sobre dignidade
humana, você fala sobre amor ao próximo.
Tudo fundamentado nas Escrituras, tudo
fundamentado na palavra de Deus. E de
repente você percebe que de acordo com a
cultura isso não é virtude, isso é
violência, não é cuidado, mas opressão.
E as pessoas vem isso de uma maneira
totalmente distorcida, não como amor,
mas como alguém sedento, por poder, por
reconhecimento. E como que isso
aconteceu? Como que nós podemos enxergar
esse ponto na perspectiva bíblica? Como
que o cristão, defendendo padrões morais
de Deus, [limpando a garganta]
defendendo a palavra do Senhor, são
rotulado como opressores, abusadores,
inimigos do bem-estar social? Então,
esse episódio vai explicar uma definição
que aconteceu silenciosa nos bastidores,
onde que justiça foi definido de uma
maneira distorcida e transformou os
cristãos mais em antagonistas na
narrativa secular, aonde que agora ser
cristão ou defender um valor é mais como
opressor e uma busca por poder. E nós
vamos tentar responder isso com clareza,
com coragem, com fidelidade bíblica.
Quando nós somos perturbados, qual a
resposta nós devemos dar? E hoje você
vai entender por que a cultura pensa
assim e por que você tem que permanecer
firme mesmo quando você está no banco
dos réus. E nós vamos perceber que essa
cultura muitas vezes define justiça de
uma maneira diferente. Alex, a gente tem
visto que a cultura muitas vezes ela
define a palavra eh justiça como algo
totalmente distorcido e tá envzada mais
numa posição crítica do que na palavra
de Deus. O que que você acha acerca
disso?
Então, é porque houve uma uma ruptura
desse entendimento do do conceito de
justiça na história, né? E a gente tem,
nós que somos cristãos, a gente tem o
nosso conceito de de justiça que está
ligado em fazer a vontade de Deus e em
que é obedecer a Deus. Nós entendemos
assim que isso é a justiça. Um homem
justo na Bíblia é o homem que obedece a
Deus. É um homem que lê a palavra, um
homem que estuda a palavra e obediência
à palavra. Ele age. A sua vida, ela é
conduzida sim em práticas de justiça. O
homem justo nos Salmos sempre ele é
comparado em eh em contradição com
aquele homem que não obedece a Deus, né?
E esse é o justo bíblico. Eh, é aquele
homem que o padrão de justiça dele é o
próprio Deus, é o próprio caráter santo
de Deus revelado nas Escrituras. E ele
conduz a sua vida, então, baseado na
justiça que é estabelecida na palavra de
Deus, que é o próprio Deus. Ah, mas
aconteceu um um esse esse aspecto de
justiça bíblico tem muito a ver com
aspecto moral, aquilo que é certo e
aquilo que é errado. E as escrituras
apontam para nós claramente o que é
certo, o que é errado, que é a vontade
de Deus. Então, qual que foi o
desenvolvimento humano? eh é mudar o
conceito de justiça para não tornar o
ser humano um ser injusto. Ele justifica
então através de um novo conceito de de
justiça que é baseado nessa teoria
crítica que ele muda. Antes o aspecto
ele era moral, agora a justiça agora ela
tem um aspecto de poder. São duas
palavras que são importantes que muda
tudo. Antes era moral, o meu
comportamento, a minha vida diante de
Deus. Agora não, não é moral mais. Isso
aqui foi jogado no lixo. O
>> interessante que não é eh um embate o
que é justo e o que não é justo. Entre
um formato de justiça e outro formato de
justiça.
Eh, eles botaram moedas diferentes, né,
para para debater um assunto.
>> Isso. E então agora a justiça agora ela
é menos moral e agora ela é mais poder,
né? E então
>> acho que eles chama isso neomarxismo,
né? Isso.
>> E a gente podia então pensar à luz do
que você tá falando, que deixou de ser
um aspecto moral baseado em princípios
bem estabelecidos de Deus para se tornar
algo mais subjetivo.
>> Exatamente. Porque agora tudo aquilo que
a gente chama que é assim objetivo,
aquilo que é bíblico mesmo sendo
escrito, né, há milhares de anos atrás,
a o cristão ele olha para a Bíblia e ela
vê aquilo como objetivo e não, e hoje o
aspecto ele é subjetivo de justiça,
porque não, se isso me dá poder, se isso
me dá mais poder, não interessa se tá
certo ou se tá errado, porque agora é
subjetivo. Então agora eu uso uma outra
régua agora para medir o que é justiça,
porque aquilo me dá poder, né? E é, eu
tava lembrando, né, e estudando a
respeito desse assunto e eu lembrando
daquele do livro A Revolução dos Bichos,
de George Orell. Ele ele vai falar a
respeito disso. E lá tem uma frase
interessante que do livro que é: "Todos
os bichos são iguais,
mas alguns bichos são mais iguais do que
os outros. Porque a e o livro vai vai
mostrar que os animais ali da fazenda,
todos eles ficaram revoltados com o dono
da fazenda. Eles queriam o quê? mais
poder. O senso de justiça deles era por
poder. E quando os porcos assumiram o
poder, aí eles perceberam que os porcos
é que estavam engordando mais, comendo
mais, mas os outros animais continuavam
passando e mais fome ainda, né? Então,
eh, eles, ele faz aqui uma crítica, né,
contra o totalitarismo,
que essa busca agora pro poder, ela
sempre vai caminhar pro totalitarismo. E
que esse totalitarismo ele tem os seus
erros e sempre vai ter alguém também
sofrendo, né? Porque a busca agora é de
poder, não é de ética e de moral, mais
agora é de poder. Então essa que é a é a
grande discussão.
>> É basicamente assim, a já que não dá
para criar um padrão de justiça
diferente, vamos subjetivizar ela, né?
Vamos relativizar
>> a verdade, né? E criar uma outra forma
de de fazermos nós a justiça, né? Que é
através de um embate social, oprimido,
opressor, né?
>> Aham.
>> E eu, Sim. Você ia falar alguma coisa?
Eu acho que essa própria questão, né, do
padrão, se o padrão muda, o que vale é a
sua opinião,
>> né? Eu acho que a grande questão é essa.
Saiu de um de um plator absoluto, de um
Deus santo, puro e perfeito. E jogou
essa definição na humanidade, numa
humanidade caída, distorcida, que tenta
defender padrões morais, mas padrões
morais relativos, padrões morais que, na
realidade são envieszados, que não são
padrões corretos.
>> Uhum.
>> Sempre são inclinados ao erro. O
problema do padrão é porque ele parece
sempre como opressor.
E quando a gente estabelece um um
padrão, esse que é o problema que o
mundo olha, né, para o cristão e fala:
"Opa,
>> eles não querem padrão, né?"
>> Não. E é exatamente
[limpando a garganta] isso que eu queria
ver com o Gustavo, que quando a gente
vai olhar para essa teoria crítica em um
mundo dividido, né, que a gente vê esse
padrão entre opressores e oprimidos,
independente da ação, como é que a gente
consegue observar isso? Ô Gustavo, a
gente acabou de ver que existe um padrão
absoluto de justiça. Nós pautamos nele.
Esse padrão é Deus, a palavra do Senhor.
Mas o padrão de justiça hoje pro mundo,
para essa teoria chamado crítica, é um
padrão mais subjetivo. E como que isso é
visto na perspectiva deles?
Ah,
>> essa história toda começou lá com o
Marx, né?
>> Aham.
>> Ele que começou com essa teoria aí de
oprimido e opressor, aplicando
principalmente ali na parte mais
econômica, né? Sim.
dos operários sendo oprimidos pelos
patrões.
E aí começou essa ideia de oprimido e
opressor,
>> que na sociedade sempre existe esse
embate, essa luta,
>> a luta entre classes
>> e a sociedade ideal seria aquela
sociedade em que não mais haveria essa
luta.
Isso assou até bonito, né?
>> Sim.
>> Né? A utopia marxista. E depois isso foi
desenvolvido mais pelos teóricos lá da
escola de Frankfurt, porque Marx ele
tava mais focado na parte econômica, né,
o capitalismo, né, a sociedade evoluir
pro socialismo.
Já os teóricos lá de Frankfurt, eh, eles
expandiram esse negócio e não mais só na
parte econômica, mas oprimido e opressor
em todos os aspectos.
oprimido é opressor com relação à raça,
com relação a gênero, com relação à à
opção sexual.
E aí eles expandiram
essa questão de oprimido e opressor. E
que que acontece? Eles olham eh o
a moral absoluta como opressora.
E quem não segue a moral absoluta, ou
seja, que vive à margem, né?
Eles são os oprimidos. Então, a moral
absoluta, ela serviria para quê? Para
controlar
>> e continuar
os opressores oprimindo os oprimidos,
entendeu? É dessa forma que eles
enxergam a moral absoluta, elas mantém
os opressores no poder.
>> Qualquer que seja a vertente de
opressão, né? vertente racial,
>> todas as.
>> Ela até coloca aqui no livro uma
vertente que a gente que nem é tão assim
falada aqui no nosso meio, que é uma que
é uma a parte de imigrantes, que aí no
caso o os nativos são os opressores e os
imigrantes são os oprimidos, né?
>> É. Então é isso, assim, criou-se essa
narrativa de oprimir e opressor e quem
tem uma moral absoluta, na verdade ele
tá querendo manter o sistema como o
opressor. E aí que que acontece?
Eu, por exemplo, eu sou branco, cristão,
heterossexual.
>> Você é muito opressor.
>> Eu sou quatro vezes opressor.
Talvez que menino que eu sou careca, né?
>> [risadas]
>> Aí você pode amenizar alguma coisa,
>> ser oprimido na calvice,
>> pode ser, mas ameniza muito. Casa
opressor.
>> É, vocêessor,
>> você é opressor. [risadas] Então é isso.
Então, independente do que eu faça, uma
minoria,
>> independente do que eu faça, eu faço
bem, se eu sou um cristão verdadeiro, eu
quero o bem da sociedade, eu amo o meu
próximo, mas eu já tô rotulado como
opressor.
>> Interessante o que você falou. Por mais
que você procure o bem, por mais que
você tente ajudar na perspectiva desses,
eh, neomarxistas dentro dessa vertente,
você acaba sendo um opressor por
defender uma verdade absoluta, um padrão
moral. Então eu sou o cara que odeia,
eu oprimo.
>> Mas você odeia
na realidade é contra uma
>> taxado. Eu sou taxado de opressor.
>> Isso.
>> E aí,
>> eu tenho quatro vezes escrito minha
testa opressor. Então não adianta. Eh,
né, seguindo essa teoria,
>> sim,
>> você é taxado,
>> independente do que você faça.
>> No discurso no discurso você já entra
perdendo
>> sempre,
>> né? Você já é, você já é, o criminoso,
você é o do mal já.
>> Porque eu não posso falar que, eu não
posso falar de pecado.
>> Eu não posso falar de pecado, porque se
eu tiver falando de pecado, eu tô
agredindo os oprimidos que tem uma vida
de pecado. E isso tem entrado, você
entrou num campo bem legal, isso tem
entrado de maneira muito sorrateira na
igreja, né? Você vê essa essa ideia,
vamos dizer, com uma nova roupagem, um
novo rótul moral e amor.
>> Eles colocam que quem tem moral eh ou
que segue a moral é porque não ama.
>> É.
>> E assim,
>> é porque não entende o que é amor.
>> E a justiça que eles pregam é a justiça
do amor, né, da tolerância.
Então eles invertem os valores e fica
muito difícil de você discutir, porque
quando você começa a discutir você, você
odioso, você destila ódio, né?
>> Mas amar seria tolerar, Alex,
você ama porque ama você tem que
tolerar. Amar é tolerar.
>> Pois é. Eu acho que um exemplo prático
para todos nós. Nós amamos os nossos
filhos.
Nós amamos. Ninguém tem dúvida que quem
é pai, quem é mãe que tá assistindo.
Você vai, não, eu amo meu filho, eu amo
a minha filha. Mas nenhuma pessoa que
ama o seu filho vai tolerar todas as
atitudes do seu filho para poder
proteger e educar, encaminhar o seu
filho. A gente não vai deixar um filho
da gente sair quando meu filho quer
correr, atravessar a rua sozinho. Você
não vai deixar. Você vai colocar uma
cerquinha na porta. você vai fechar a
porta a hora na na hora correta para ele
não correr os riscos. Por nós entendemos
que como nós amamos os nossos filhos,
nós protegemos e educamos os nossos
filhos. E com isso, respondo a sua
pergunta. Há coisas que a gente tolera
por amor, mas tem coisas que a gente não
tolera. Então é assim como a Bíblia é a
nossa regra. Ah, a questão não é se nós
toleramos ou não, a questão é o que Deus
tolera ou não, né? É porque essa palavra
tolerância também, ela tem
exatamente porque tudo hoje é subjetivo,
todos os conceitos. Eu fiz essa pergunta
inclusive pra gente pensar um pouco mais
e observar. Quando alguém, por uma opção
sexual ou por uma escolha, vamos assim
dizer, chega em você e diz assim: "Mas
você não me ama?"
Na realidade, nós amamos e devemos amar
porque é uma ordem bíblica. É uma ordem
bíblica, mas não quer dizer que eu tenho
que concordar ou aceitar a atitude
errada.
>> Uhum.
>> Aí quando eu vou para esse padrão, aí eu
sou opressor. Porque não, pera aí. Então
você não me ama porque na realidade você
me tolera.
>> Você não aceita como
>> você não, meu sou. Só que na realidade
não é questão de aceitar ou não. É
questão de uma definição de padrão,
>> de justiça, de moral, de de entender que
aquilo não é o que eu acho, não é o que
você acha, é o que Deus acha acerca
daquilo.
E paraas pessoas lá de fora,
principalmente baseadas nessa teoria,
vai dizer: "Não, mas você é o pessoa".
>> Uhum.
>> E aí que tá. Quando a pessoa tá envzada
ou ela tá com a lente do óculos sujo,
ela só enxerga aquilo.
Nada que você fizer vai mudar. É preciso
trocar as lentes e o único que pode
fazer isso é o Senhor. A gente até tenta
fazer, [limpando a garganta] né? Só que
esse não é o nosso papel.
Nosso papel é pregar o evangelho, é
falar de Cristo. Mas o papel do Espírito
Santo é convencer do pecado, da justiça
e do juízo.
Ele faz essa obra e ele pode fazer em
qualquer pessoa. Eu achei interessante o
que o Gustavo falou. Achei
muito bem que ele falou assim: "Se eu
defendo um padrão moral absoluto, eu sou
opressor e eu não amo".
E por isso que eu fiz a pergunta, mas
como assim
[limpando a garganta]
eu amo? Mas o meu amor é ter um padrão
absoluto. Acho que essa é a grande
diferença. Acho que é isso que a gente
precisa perceber mais e que a cultura e
a sociedade
pensa inverso.
Ela pensa distorcidamente,
ela pensa totalmente contrária. Então,
mesmo que a gente ama, mesmo que a gente
cuida, mesmo que a gente serve, como o
Gustavo falou, se você defende um padrão
moral, você é um perigoso. E o
interessante que eh acaba que a gente
defende um uma justiça, preceitos
morais.
>> Uhum.
>> Que são bíblicos, né?
>> E eles e a gente tem a obrigação, é a
obrigação nossa de lutar, que ela coloca
esse ponto aqui, lutar contra as
injustiças. Ela questiona o que que nós
temos feito aqui, como é que nós temos
nos posicionado e como é que nós temos
atuado para combater as injustiças no
mundo, né?
E a gente tem o nosso padrão moral e
eles criam um padrão eh de guerra entre
as pessoas, né? Enquanto nós estamos
querendo sabemos que nós temos que lutar
contra a injustiça, eles criam um
modelo, esse modelo da teoria crítica,
que faz com que haja uma briga entre os
dois, eh, entre opressor e oprimido, né?
Então você tem uma briga entre o os que
mantenham um padrão de
heterossexualidade
e os que defendem que tem que ter uma
diversidade sexual. Ah,
>> vamos dizer assim, até no que aquilo que
não foi explorado ainda, mas é listo,
né? Então fica estranho porque eh um
busca uma justiça que as pessoas
convivam bem e o outro busca a a o
padrão de justiça através de uma briga
entre os dois. É muito estranho. Você
quer promover uma briga para que haja
uma justiça.
Não seria mais interessante a nós
cristãos que queremos promover o amor, a
conversa, o bate-papo, vamos conversar,
vamos conversar aqui sem precisar ficar
brigando um com o outro, né?
É, mas sei desde do do começo na na
proposta de Marx,
>> é que os proletários eles não iam iriam
conquistar a posição se não fosse
através da luta, né, da rebelião.
Então, desde o conceito é necessário
essa luta, essa briga, entendeu? para
que os oprimidos eles consigam eh eles
consigam chegar no nível de de embate e
serem respeitados.
>> Na temporada passada a gente mais viu
isso, né? Pega uma ideia e vamos
avançar. Então eles pegavam a ideia de
Marx, vamos avançar e vamos extrapolar.
Pegava a ideia de Freud, vamos avançar,
vamos extrapolar.
E assim chegou a teoria crítica.
>> Legal, né? E e ela traz essas duas dois
aspectos de teoria, né, que que
transforma o aspecto de justiça e
injustiça. Ele quebra essa virtude
bíblica e injustiça social que ela usa
duas, né? Teoria crítica e teoria de
quer.
>> É, ele ela coloca aqui no livro eh dois
exemplos, né?
>> Ela coloca aqui no no livro dela o
exemplo da teoria crítica aplicada à
raça, que ela até botam uma siglazinha
para isso, né? Ela
>> TCR,
>> TCR, né? teoria crítica da raça
>> e ela coloca na área da sexualidade como
teoria quir,
>> mas é a mesma coisa que nós estamos
falando, é só que ela dá dois exemplos
aqui, né?
>> Uhum.
>> De tipos de de de teoria crítica na
prática nossa, pra gente identificar bem
fácil na sociedade. Isso aí
>> e que é o que acontece, né? Na teoria
crítica. a gente vê o que a gente tem
falado aqui, eh, valores bíblicos são
tratados como opressor. Então, quem
defende a ordem criada eh vai ser
cúmplice de uma opressão racial. E
quando ela fala da teoria care ou
>> quiir queir
>> quir, vai ver essa questão da
binaridade, não é? Masculino e feminino.
>> Eh, é, vai bem além disso, né? Porque
ela vai questionar cistoonormatividade.
>> Nossa,
>> que eu não decorei isso. Eu não tenho
símbol
>> siseronormatividade.
É o sis seria o seguinte,
você porque porque não basta você ser
heterossexual
para você ser o o opressor completo,
>> full
>> você também tem que ser aquele gêno.
Então você é masculino, se considera
masculino e é heterossexual. Aí você é o
sisé normormativo, sisectro top daqu
>> normativo.
>> É, é
>> como é que pode, né, cara? Então a
questão do design, do própria ideia do
designing de Deus é reinterpretada numa
posição também de opressor. Aquilo que
Deus criou para um fim, então é
>> distorcido.
>> É assim, tipo Deus me fez homem. Isso é
opressor.
>> É.
professor, por que que me fez homem? Eu
queria ser mulher, entendeu?
Então, a a o a forma que eu vim no mundo
já é uma forma de opressão.
Ele não me perguntou antes que eu queria
ser.
>> Mas isso seria mais uma ideia criada da
cabeça da pessoa ou
>> Mas dentro dessa desse aqui, o que a
gente mais percebe, pelo menos o que eu
mais percebi, é que na falta de uma
argumentação boa, eles levam para o lado
subjetivo e emocional.
>> Hum. Hum.
>> Então, não tendo um argumento bom, você
vai o sentimento.
>> Foi o que a gente discutiu na temporada
passada, né, que é ascensão e triunf
moderno.
>> É,
>> você é o que você pensa que é
>> e o que você acha,
>> o que você acha que você é.
>> Você tem que sentir bem.
>> A realidade não interessa. Por isso tem
tanta gente querendo ser cachorro,
querendo ser cavalo, querendo ser tudo,
né?
>> Como que pode, né, cara? É, eu acho que
eu sou um cachorro. O que vale é o que
eu sinto,
>> o que eu penso
>> e não que os outros veiem. Até vi um
vídeo essa semana, não veio um caso,
acerca disso, né? A pessoa chamou eh o
outro pelo nome e deu maior briga, maior
polêmica por conta disso, porque a
pessoa não se via assim, né? E a pessoa
pediu perdão. Não, me perdoa não. Você
não tem que não tenho que te perdoar
não. E queria ir pra briga, para
pancada. Não, mas me perdoa, eu não, não
foi na maldade, não. Não, mas porque eu
vou chamar a polícia, eu vou chamar a
justiça. Como que a gente vê eh o
sentimento, né? A gente vê pessoas muito
fracas também sentimentalmente falando,
emocionalmente falando, né? É, é uma uma
desestrutura muito grande, sabe? Porque
quando você tira a trave, a pessoa perde
totalmente o parâmetro.
>> Sim.
>> Isso gera o quê? Loucura. É loucura.
Você não tem referência nenhuma.
É loucura. Não, não tem como você manter
a sanidade
e numa ideologia dessa.
>> Sim, não tem como.
>> É, agora a gente olhando, né, como é que
as pessoas hoje elas pensam a as coisas
e o quanto que a Bíblia ela já conta
desde Gênesis no capítulo 3, onde surgiu
isso tudo, né? É aquele grande problema
de você seguir regras. absolutas. Quando
Deus fala assim, ó: "Você pode comer de
tudo, mas dessa aqui você não pode." Ali
a verdade já começou a ser desconstruída
pela pela desconstruída pela serpente. E
aí ela ela já começou a duvidar daquele
padrão e pensando, viu, Deus tá querendo
ser injusto com você. Ele não quer que
você coma desse fruto para você não
parecer, não ser grande como ele, não
conhecer todas as coisas como ele, para
você não ser como ele. E e então ele
surgiu como na revolução dos bichos ali.
Não vamos então vamos sonhar então a
gente conquistar isso aqui.
Você se você comer desse fruto, você vai
morrer. Não, não vai ser, vai acontecer
isso não. E a verdade começa a ser
desconstruída e e eles pecam e ali
começa uma revolução,
é a rebeldia. É, são palavras que foram
que vocês mesmos falaram aqui, né?
Então, lá em Gênesis a gente vai ver
como que isso começou e como que isso tá
enraizado na natureza humana, né? Essa é
assim essa essa sede, né? Pelo poder,
[roncando]
>> né? essa essa sede de justiça própria,
porque agora não é a justiça de Deus,
mas é justiça própria. É ela que
estabelece o que que é justo, que que
não é.
>> Vontade de ser Deus, né?
>> É.
>> E o diabo, ele mente através da
ideologia humana. As pessoas acreditam,
>> ele mente através de narrativas.
As pessoas estão acreditando e vivendo
uma mentira.
>> Quer se apegar alguma coisa, né? É, a
gente vive uma sociedade fake.
>> Tudo é fake. É muito difícil você
discernir o que que é o a realidade no
dia de hoje, porque as pessoas vivem o
fake. É a mentira do diabo.
>> Elas vivem mais em busca de uma
performance, né, do que uma realidade
concreta, né?
>> Uhum.
>> Ele [limpando a garganta] cria
narrativas assim como criou para Adão.
Assim, o método do diabo não mudou, né?
>> Assim, eu sou convidada, eu posso falar
mais um pouquinho? Claro. O [risadas]
>> não é porque assim, eu tô lembrando,
falando dessa sede, né, de justiça
própria. E lá em Mateus 56, Jesus ensina
no sermão do monte, ele fala assim:
"Bem-aventurados os que têm fome e sede
de justiça, porque serão fartos", né? E
aí a a e o John Stot vai explicar isso
muito bem. O que que é ter fome e ser de
justiça? Não é justiça própria, que o
mundo está sendo injusto com ela. Não é
isso. É sede e fome de ser justo diante
de Deus.
é uma consciência de que ele é o o
pecador, é ele que transforma o mundo,
né, em um mundo pior. Uma vez o o
Shesterton, ele foi convidado para um um
dos eh uma uma imprensa lá da da
Inglaterra, fez uma pesquisa, todo mundo
falar: "Qual que é o problema? Por que
que o mundo é tão mal, né?" E ele
escreveu uma cartinha só, escreveu duas
letras, miu
eu sou o problema. Ele mandou a carta
desse jeito para lá, porque ele tem a
consciência, porque o mundo é ruim por
causa dele. Então, fome e sede de
justiça é aquele que reconhece o seu
pecado, que o mundo é ruim, porque ele
faz parte desse mundo e que ele está
praticando injustiças diante de Deus.
Esse é que tem fome, sede de justiça. E
esses serão fartos, né? Mas qual que é o
problema? Hoje as pessoas são todas
vítimas. É, é a busca de justiça. Elas
são todas vítimas. o ela nunca vai ser o
problema, é sempre alguém que é o
opressor que está prejudicando a vida
dela. Esse que é o problema. Então,
quando a gente tira a Bíblia da vida da
gente, a gente, né? E aí a gente vai
para essa pergunta. Então, quando a
cultura acusa você de opressão, ela na
realidade tá se opondo à autoridade de
Deus.
>> Exatamente.
>> Ela tá,
>> você aponta o o opressor, né? E aí Deus
entra na história, né?
Porque no fundo, no fundo, se você não
entende que você está estabelecido numa
sociedade, em família e que existem
regras, né, princípios que Deus já
estabeleceu para uma sociedade perfeita,
fomos pensar em termos de sociedade,
relacionamento com ele, porque e esse
esses padrões morais eles não existem só
pro nosso relacionamento aqui, mas tem a
ver com o nosso relacionamento com Deus,
né? E esse e o Thago, é o é o grande
problema, né? Que
é é porque as pessoas acusam a igreja,
aqueles que entendem quem tem um padrão
moral já estabelecido por Deus e que
sempre a culpa é nossa, que sempre nós é
que estamos lutando contra a liberdade,
né? E e no próprio texto,
>> é como se fosse uma terceirização da
culpa. Então, eh se o nosso a a nossa
justiça teria que ser eh perante Deus,
né? Sermos justos perante Deus, né? Eh,
uma forma da pessoa não olhar para Deus,
eh, não perceber a culpa dela, ela vai
colocar a culpa
>> no opressor, no outro,
>> no opressor. Então, terceiriza a culpa
dele para não olhar.
>> E o que a autora vai dizer é que mesmo
ela não olhando pro alto,
inconscientemente,
ela ela está rejeitando a autoridade de
Deus. Porque quem é que estabelece a
autoridade em tudo que existe de
autoridade na face da terra? Toda
autoridade é estabelecida por Deus, né?
Então assim, e esse esse debate, né, até
que a autora vai falar é muito mais do
que uma questão sociológica. Ela é
espiritual, né? Que como pessoas que
estão eh se rebelando contra Deus, esse
aqui é o princípio, né? Como lá e eh em
Romanos 1 vai falar que o fundo de tudo
mesmo é idolatria, que a pessoa
abandona, rejeita Deus. Então essa
rejeição a Deus resulta em quê? Nesse
tipo de mundo que a gente vive hoje.
Então o cristianismo, na realidade ele
não oprime, ele liberta,
>> pelo contrário, né? Ele ele liberta.
Na verdade, Jesus se oferece e se
apresenta como a verdade, né? E e nisso
tudo é onde as pessoas se se perdem,
porque lá em Lucas capítulo 4 versículo
18, até separei aqui um um texto lindo
que o próprio Jesus disse,
Lucas 4:18,
ele citando
uma profecia que olha só o que que Jesus
disse. O espírito do Senhor está sobre
mim, pelo que me ungiu para evangelizar
os pobres, enviou-me para proclamar
libertação aos cativos e restauração da
vista aos cegos, para pôr em liberdade
os oprimidos e apregoar o ano aceitável
do Senhor. Gente, o próprio Senhor
Jesus, ele vai falar: "Não, a questão e
o o evangelho ele não é para oprimir,
mas é o que liberta,
>> é o que transforma.
>> É o que transforma. Jesus ligava com os
oprimidos, não com os opressores.
As pessoas vão dizer, vão usar até essa
narrativa para distorcer as coisas. Usam
usam
>> quando na realidade o próprio Senhor se
preocupou também com gente de alto
escalão.
>> Exatamente. Ele veio dar vista aos
[limpando a garganta] cegos. Ele não
veio só para conviver com cegos, mas ele
veio para dar vista aos cegos.
Então, quando chamarem você de opressor,
que é obtencer a sua atitude como
cristão?
Tem que permanecer fiel às escrituras,
fiel à justiça. Nós não escolhemos um
terreno de debate cultural, mas nós
escolhemos permanecer nele por
defendermos uma verdade absoluta que
traz para nós padrões morais, que nos
ensina acerca de quem nós somos, acerca
de quem Deus é qual o padrão que ele
requer de nós. Então, como cristãos, nós
não negamos a injustiça real. Nós não
negamos que as dores são reais. Nós não
negamos o sofrimento, mas nós lutamos
por uma justiça verdadeira. Nós lutamos
segundo Deus e não segundo ideologias,
não segundo a minha vontade, mas segundo
aquilo que a palavra de Deus nos diz.
Então, quando a cultura nos acusa de
sermos falsos, de sermos opressores, nós
devemos permanecer com humildade, com
amor, com fidelidade, com justiça,
porque a verdade que defendemos não é
nossa, é a verdade do Senhor. E a
justiça que nós buscamos não vem de nós
mesmos, vem do próprio Senhor. Então, no
próximo episódio, nós vamos aproximar um
pouco mais de desse ensino. Vamos
entender como que essa verdade, muitas
vezes distorcida, desfaccelada, nos
chama de opressores. E nós precisamos
estar bem preparados para entendermos
como que justiça tem que ser definida à
luz da palavra de Deus. Foi muito bom
ter você conosco, ter o reverendo Alex
aqui conosco participando também. É um
privilégio ter junto com o Gustavo, com
o André. Deus abençoe a sua vida. Deixe
seu comentário, deixa a sua curtida,
compartilhe com mais pessoas. Dê também
o seu palpite, o seu comentário,
contribua pro nosso crescimento. Fale um
pouco também como isso tem sido bom
paraa sua edificação, pro seu
fortalecimento. O intuito aqui nosso é
batermos um papo acerca daquilo que a
autora diz, mas de um modo crítico,
bíblico e trazer insightes paraa nossa
vida e pro nosso contexto. Deus abençoe.
Um prazer muito grande ter você conosco
e até mais, até o próximo episódio.
Ciao. Ciao. Ciao.

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