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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 17/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 17/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

🔴 Culto Vespertino | 17/05 | 18h – Rev. Lucas Previde

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
>> É.
>> [música]
[música]
>> Aleluia, irmãos. O Senhor Deus nos tirou
das trevas
e nos transportou para o reino da sua
maravilhosa luz. Quando nós estávamos
perdidos e mortos nos nossos delitos e
pecados, o Senhor nos deu vida e o
Senhor nos trouxe para o seio da sua
família, que é a sua igreja. O culto
público que nós agora iniciamos é uma
celebração da nossa redenção.
É uma celebração da vida eterna que nós
recebemos em Cristo Jesus, que por nós
morreu e se entregou.
Então, alegremente,
nós iremos fazer agora a leitura do
Salmo 111. Eu quero convidar os irmãos
para que leiam juntamente comigo.
Faremos uma leitura alternada, em que eu
lerei os versículos ímpares e os irmãos,
em conjunto, lerão os versículos pares.
É um Salmo que afirma a grandeza de Deus
nas obras que ele criou e também na
maneira como ele salva, como ele liberta
o seu povo.
Leiamos então o salmo: Aleluia.
De todo o coração louvarei o Senhor na
companhia dos justos e na assembleia.
Em suas obras há glória e majestade e a
sua justiça permanece para sempre.
Ele dá sustento aos que o temem, sempre
se lembra da sua aliança.
As obras de suas mãos são verdade e
justiça, fiéis são todos os seus
preceitos.
Enviou ao seu povo a redenção,
estabeleceu para sempre a sua aliança,
santo e tremendo é o seu nome.
>> [roncando]
>> O seu louvor permanece para sempre.
Vamos ficar de pé, irmãos.
E vamos louvar a Deus agora com um
cântico.
>> Tua, [música] Senhor, é a
grandeza e o
>> [canto][música]
>> poder.
A honra, a vitória [música]
e
a majestade. [canto]
>> [música]
>> Porque
teu [música] é tudo
quanto há no céu [música] e na terra.
Teu, Senhor, é o reino [canto]
e tu te exaltaste
>> [música]
>> por
chefe sobre
todos.
>> [música]
[música]
>> Tua, Senhor, é
a grandeza [canto] e o
poder.
A [música] honra, a [canto] vitória e
a majestade. [música]
>> [música]
>> Porque
teu é tudo
>> [música]
>> quanto há [canto] no céu e na terra.
Teu, [música] Senhor, é o reino e tu te
[canto] exaltaste
por chefe [música]
sobre todos.
>> [música]
>> Riquezas [música]
e glórias vêm [canto] de ti.
Tu dominas sobre [música]
tudo.
Na
tua mão a força e poder.
Contigo está o engrandecer
[música][canto]
e a tudo
dá força.
>> [música]
>> força.
>> [música]
>> Riquezas e glórias vêm de ti.
Tu
>> [música][canto]
>> dominas sobre tudo.
Na
tua mão a força [música][canto] e poder.
Digo
eu
>> [música]
>> engrandecer,
e a
tudo dá força.
>> [música]
[música]
>> Agora pois,
>> [música]
[canto]
>> ó
nosso Deus,
>> [música]
>> graças te damos
e louvamos [música][canto] o teu
glorioso nome.
Graças te damos
e
>> [música][canto]
>> louvamos
o teu glorioso
nome.
Senhor, tua é a grandeza, e contigo
está, como cantamos agora, o
engrandecer.
Tudo aquilo que nós precisamos vem das
tuas mãos. Riquezas, glória, tudo vem do
Senhor.
Se estamos aqui é porque o Senhor
permitiu e tem nos guardado. Se amanhã
estaremos em nossas atividades
profissionais ou fazendo qualquer coisa
útil nesse mundo, é porque o Senhor tem
também nos dado graça e nos permitido
fazer estas coisas. Por isso nós
bendizemos o teu nome, porque olhamos
para ti, ó Deus, olhamos para a cruz,
olhamos para o Senhor Jesus e recebemos
dali força, entendimento, graça,
sabedoria, todas as coisas que de que
nós precisamos, ó pai, para gerir bem a
nossa caminhada nesse mundo. E como é
bom caminhar nesse mundo contigo, como é
bom ter uma direção, como é bom, ó Deus,
receber a tua instrução, ouvir a tua
voz, como é bom saber que o Senhor tem
promessas e as cumpre no devido tempo e
ao longo da nossa trajetória. Fica
conosco, ó Deus, então, recebe o nosso
culto, porque ele é oferecido na
mediação do Senhor Jesus e nós, na nossa
limitação, na nossa finitude, estamos
aqui para reconhecer e declarar que o
Senhor é majestoso, que o Senhor domina
sobre os céus e a terra. Isso traz tanto
conforto, tanta alegria, tanta paz,
tanta esperança para o nosso coração,
Senhor. Por isso nós adoramos o Senhor e
pedimos ao Senhor que olhe e atente para
nós, nos atenda, nos ajude, ó Deus, e
realize os teus grandiosos propósitos em
meio ao teu povo. Em Cristo Jesus, nosso
Senhor e Salvador. Amém.
Os irmãos podem se assentar.
Às vezes nós pensamos na vida cristã
como a obediência a um conjunto de
regras, de leis, de normas
e não nos detemos e não atentamos para o
que a o que era o evangelho e a
profundidade
do ensino que nós recebemos na palavra
de Deus e através do nosso Senhor Jesus.
Mas Deus providenciou um ensinamento
muito precioso a esse respeito, usando,
inclusive, os seus apóstolos, as
epístolas do Novo Testamento, dentre
elas a epístola que Paulo escreveu aos
Colossenses. E lá, em Colossenses,
capítulo 2, tratando desse assunto, O
apóstolo Paulo diz: "Portanto,
que ninguém julgue vocês por causa de
comida e bebida ou dia de festa ou lua
nova ou sábados,
porque tudo isso tem sido sombra das
coisas que haviam de vir,
porém o corpo é de Cristo.
Não deixem que ninguém se faça de
árbitro para desqualificar vocês com
pretexto de humildade e culto de anjos,
baseando-se em visões, estando cheio de
orgulho sem motivo algum na sua mente
carnal e não retendo a cabeça, a partir
da qual todo corpo, suprido e bem
vinculado por suas juntas e ligamentos,
cresce o crescimento que vem de Deus.
Se vocês morreram com Cristo para os
rudimentos do mundo, por que se sujeitam
a regras como se ainda vivessem no
mundo?
Não toque nisto, não coma disso, não
pegue naquilo.
Todas estas coisas se destroem com o
uso. São preceitos e doutrinas de
homens.
De fato, estas coisas têm aparência de
sabedoria ao promoverem um culto que as
pessoas inventam, falsa humildade e
tratamento austero do corpo, mas elas
não têm valor algum na luta contra as
inclinações
da carne.
Em nossa luta contra as inclinações da
carne, nós nos valemos da graça de Deus
e não dos nossos esforços, não do
cumprimento de leis que nós não somos
capazes de observar.
Por isso, irmãos, vamos agora
interceder, vamos fazer as nossas
orações de confissão.
Nós teremos alguns instantes de oração
silenciosa. Nomeie os seus pecados
diante de Deus, peça perdão e condições
de resistir. Vamos orar?
>> [roncando]
>> Senhor Deus, nós não temos do que nos
gloriar diante de ti.
As nossas melhores obras, se não forem
feitas com a motivação correta, são como
um trapo de imundície.
Senhor não as recebe.
Nossas obras e boas obras que nós somos
instados a praticar na tua palavra,
devem ser sempre vistas como uma
decorrência natural
da nossa salvação e do benefício que o
Senhor já nos fez.
É um modo de nós expressarmos também a
nossa gratidão, uma vez que o Senhor nos
perdoa e trata o nosso coração.
Por isso, ó Deus, nos livre de qualquer
vanglória, de qualquer vaidade,
porque não podemos produzir a nossa
salvação e não podemos confiar em nós
mesmos, não podemos simplesmente alegar
que estamos sendo obedientes ou que
diante da nossa conduta merecemos,
merecemos as tuas bênçãos, as tuas
benesses. Não, Senhor, nós somos
pecadores.
Nós temos o errado porque ainda lidamos
com uma natureza corrompida.
Mesmo sendo redimidos pelo sangue do
Senhor Jesus Cristo e mesmo fazendo
parte de um povo separado do mundo, nós
ainda nos entregamos às vezes, ó pai, a
desejos, prazeres, as nossas afeições
ainda mostram que somos muito limitados
nessa nossa batalha, nessa nossa luta.
Por vezes, ó pai, nós vamos nos enxergar
como pessoas contraditórias que talvez
digam uma coisa e fazem outra.
E quando deveríamos colocar os nossos
pensamentos mais no Senhor, ainda
estamos muito concentrados em em
soluções humanas.
Mas a verdadeira solução está em Cristo
Jesus, o nosso Senhor.
É a graça de Jesus que nos faz
permanecer de pé.
É a graça de Jesus que nos leva a
suplicar agora também ao pai
o teu auxílio, porque senão estaríamos
ainda muito autocentrados, pensando em
coisas que podemos eh produzir e
fabricar.
Mas confiamos em ti para suportar todas
as dificuldades e vencer as inclinações
da carne.
Então, ó pai, nos convença disso, nos
convença do pecado, da justiça, do
juízo. Nos traga consciência, a luz
celestial, a luz do Senhor para que
sejamos animados, revigorados,
fortalecidos e venhamos a dar o bom
testemunho de que quando nós estávamos
cabisbaixos e quando nós estávamos
prestes a desistir, o Senhor nos deu
alento, o Senhor nos ergueu do pó, o
Senhor manifestou a sua glória mais uma
vez e então estamos todos preservados e
estamos todos seguros e confiantes.
Em Cristo Jesus, perdoa então os nossos
pecados, Senhor, restaura as nossas
almas, ajuda-nos nas nossas [roncando]
fraquezas. É o que nós pedimos, mais uma
vez, enfatizando em nome do seu filho,
Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Vamos ficar de pé, irmãos.
E agora, certos de que o Senhor tem nos
ajudado, vamos cantar louvores a Ele.
>> [música]
[música]
>> Eu creio, Senhor,
na divina
promessa
>> [música]
>> e
glória já tive
nas lutas
>> [música][canto]
>> aqui.
Contudo,
eu muitas
vezes caio,
a gente tropeça.
>> [música]
>> Por
>> [canto]
>> isso,
Senhor,
eu preciso
>> [música]
>> de [canto] ti.
A luz [canto]
que me guia
no escuro
do caminho,
fulgura
de cima
>> [música]
>> do sol
que
há no
céu. Contudo,
>> [música]
>> não posso segui-la
>> [música]
>> sozinho.
Por
isso,
eu preciso
>> [música]
>> de ti,
meu Senhor.
>> [música]
>> Eu sei que
nas preces
>> [música]
>> eu posso
buscar-te,
através
da [canto] fé.
benção
>> [música]
>> da
vida eu perdi.
Contudo
é possível
que
>> [música][canto]
>> dela
me afaste.
Por
isso
>> [música]
>> Senhor, eu preciso
>> [canto]
>> de ti.
>> [música]
[música]
>> Esforços
na terra,
>> [música]
[canto]
>> precário
destino.
Entendo
>> [música]
>> dos homens
e Deus
altivo. [música]
Não
>> [canto]
>> valem
a
benção
do
>> [música]
>> reino de
Deus.
Por
>> [música]
>> isso
eu preciso
de ti,
meu Senhor.
>> [música]
>> Amém.
>> [música]
>> Um pendão
>> [canto][música]
>> real vos entregou o rei. A
vós
soldados
sois. Corajosos
>> [música][canto]
>> sois
em tudo defender,
marchando
para
>> [canto]
>> os céus.
Com [música] valor,
sem temor,
por
Cristo
prontos [música] a sofrer,
venha
o
guerreiro
seu pendão,
>> [música]
>> firme
>> [canto]
>> sempre até morrer.
Eis formados já
guerreiros
para [música] nós do grande
>> [canto]
>> usurpador.
Revelai-vos
>> [música]
>> hoje, grandes campeões,
para
a luz sem temor,
com valor
>> [música]
>> sem temor.
Por Cristo, [canto]
prontos a sofrer,
>> [música]
>> venha o
guerreiro
seu
pendão,
firme
>> [música]
>> sempre até [canto] morrer.
Enchei o sentido
do seu coração [canto]
de
>> [música]
>> franco
e nobre ideal.
Não receberá
>> [música][canto]
>> o eterno galardão
quem disso
tem que agradar.
Com valor
>> [música]
>> sem temor.
Por Cristo, [canto]
prontos a sofrer, [música]
venha
o
guerreiro
seu pendão,
firme
sempre até morrer.
>> [música]
>> Pois sejamos [canto]
todos a Jesus fiéis, [música]
para o seu
>> [canto]
>> real pendão.
Os que da
>> [música]
>> vitória
colhem os lauréis,
com Ele
reinarão.
>> [música][canto]
>> Com valor
sem temor.
Por Cristo, prontos [música] a sofrer,
venha
>> [canto]
>> o
guerreiro
>> [música]
>> seu
pendão,
firme
>> [canto]
[música]
>> A igreja pode se assentar.
Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Gálatas, aonde
daremos continuidade à nossa série
intitulada a justiça da fé.
Gálatas.
Hoje nos deteremos no capítulo quatro.
Versos de 12 a 31.
Relembrando um pouco daquilo que já
vimos em nossa série, é importante
ressaltar o contexto em que essa carta
foi escrita.
Lembrando que a carta
aos Gálatas provavelmente foi a primeira
carta escrita por a pelo apóstolo Paulo
após as suas viagens.
Lembrando também que a igreja da
Galácia,
Paulo
ficou por muito tempo lá.
E após retornar de sua viagem, recebe a
notícia
de que há um grupo de judaizantes, e por
judaizantes entendam judeus que
aparentemente haviam se convertido ao
cristianismo,
que chegaram na Galácia e começaram a
apresentar um evangelho diferente do que
o apóstolo Paulo havia pregado.
E a maior ou mais significativa
diferença a respeito disso
é que aqueles homens ou aquela igreja
precisava
continuar
cumprindo as exi as exigências dos ritos
judaicos, principalmente a circuncisão.
Então este é o contexto. Paulo volta das
suas viagens e recebe a notícia
de que a igreja da Galácia, uma igreja
de gentios, ou seja, de pessoas que não
eram os judeus,
estava sendo influenciada e deixando-se
influenciar por um outro evangelho que
apresentava algo que não somente Cristo
como suficiente para a salvação. E é
neste contexto, então, que o apóstolo
Paulo escreve a sua carta e que nós
vamos nos deter nessa noite e na
continuidade da exposição bíblica.
Acompanhe comigo, então, com atenção
Gálatas, capítulo 4,
versos de 12
a 31. Assim diz a palavra de Deus:
"Sejam como eu sou,
porque também eu sou como vocês.
Isso é o que lhes peço, irmãos. Vocês
não me ofenderam em nada.
E vocês sabem que eu lhes preguei o
evangelho a primeira vez por causa de
uma enfermidade física.
E por mais que a minha enfermidade na
carne lhes tenha sido uma provação,
vocês não me trataram com desprezo, nem
desgosto. Pelo contrário, me receberam
como anjo de Deus,
como o próprio Cristo Jesus.
O que aconteceu com a felicidade que
vocês tinham?
Porque posso dar testemunho de que se
fosse possível,
vocês teriam arrancado os próprios olhos
para me dar.
Será que por dizer a verdade me tornei
inimigo de vocês?
Esses que se mostram tão zelosos em
relação a vocês não estão sendo
sinceros.
O que eles querem é afastar vocês de mim
para que vocês se interessem por eles.
É bom sempre ser zeloso pelo bem e não
apenas quando estou com vocês.
Meus filhos, por quem de novo estou
sofrendo as dores de parto até que
Cristo esteja formado em vocês.
Bem que eu gostaria de estar agora aí
com vocês e falar em outro tom de voz,
porque estou perplexo com vocês.
Digam-me vocês, os que querem estar sob
a lei,
será que vocês não ouvem o que a lei
diz?
Pois está escrito que Abraão teve dois
filhos,
um da mulher escrava e outro da mulher
livre.
Os filhos da escrava
nasceu, o filho da escrava nasceu
segundo a carne, o filho da mulher livre
nasceu mediante a promessa.
Essas coisas são alego, alegóricas.
Porque essas mulheres são duas alianças.
Uma se refere ao monte Sinai, que gera
para a escravidão.
E esta é Agar.
Ora, Agar é o monte Sinai na Arábia
e corresponde a Jerusalém atual, que
está em escravidão com os seus filhos.
Mas a Jerusalém lá de cima é livre e ela
é a nossa mãe, porque está escrito:
"Alegre-se, ó estéril, você que não dá à
luz. Exulte e grite, você que não sente
dores de parto, porque os filhos da
mulher abandonada são mais numerosos do
que os filhos da que tem marido".
Mas vocês,
irmãos, são os filhos, são filhos da
promessa como Isaque.
Como, porém, no passado aquele que
nasceu segundo a carne perseguia o que
nasceu segundo o espírito, assim também
acontece agora.
Mas o que diz a escritura?
Ela diz: "Mande [roncando] embora a
escrava e seu filho, porque de modo
nenhum filho da escrava será herdeiro
com o filho da mulher livre".
Portanto, irmãos,
somos filhos não da escrava,
mas da livre.
Vamos orar?
Ó Senhor,
obrigado por nos revelar
as verdades a respeito de ti e de nós
por meio da tua palavra.
Somos incapazes de compreendê-la,
Senhor, sem a ação do teu Santo
Espírito.
Por isso pedimos que o teu Santo
Espírito nos conduza nessa noite
a sermos moldados, a sermos exortados, a
sermos ensinados pela tua palavra.
Cremos que isso é possível, pois cremos
na obra do nosso Senhor Jesus Cristo,
pelo nome de qual nós oramos.
Amém.
Certamente o coração humano luta
com a verdade de que buscamos sempre
aquilo que é mais fácil ao nosso alcance
para nos satisfazer.
Há uma dificuldade que compartilhamos
com esses irmãos,
os Gálatas,
>> [roncando]
>> de sermos suscetíveis a caminhos mais
fáceis.
Ou de não conseguirmos manter na nossa
vida cotidiana
a essência daquilo que professamos com a
nossa fé.
Os irmãos Gálatas estavam vivendo este
problema.
Eles professavam ou professaram, quando
Paulo esteve com eles, uma fé,
só que agora, quando essa fé estava
sendo exigida
de forma prática, no combate a um falso
evangelho,
eles estavam sendo suscetíveis
à ideia de que outras coisas que não
Cristo poderiam lhes conceder a
salvação.
E se não tomarmos cuidado, nós podemos
ser movidos por experiências ou práticas
religiosas
como sendo suficiente para nossa
comunhão com Deus.
Uma boa música cantada,
um ambiente aconchegante,
uma boa conversa,
isso pode se tornar suficiente para
acharmos que temos comunhão com Deus.
Fazer parte de uma igreja.
Ser atuante em áreas dessa igreja,
servindo sábado após sábado.
E ter nisso
a satisfação ou a segurança de que já
estamos em comunhão com Deus.
E esquecermos que nada disso nos foi
dado como meio.
Mas apenas como resultado da obra de
Cristo em nossa vida.
Por isso nessa noite eu gostaria que nós
analisássemos a passagem lida em dois
tópicos ou aspectos. E o primeiro
aspecto é que a nossa condição diante de
Deus e não dos homens
deveria ser a nossa real preocupação.
A nossa condição diante de Deus
deveria ser a nossa real preocupação
e não aquilo que os homens pensam a
respeito de nós
ou que muitas vezes os homens tentam
inculcar ou nos forçar a aceitar.
Há diversas frentes religiosas, igrejas
em que os líderes tomam para si
o direito de colocar aos membros um
fardo pesado demais ou impor regras
como condição para validar a obra de
Cristo em sua vida.
A segunda benção, quem nunca ouviu?
Um batismo especial que hierarquiza
dentro da igreja níveis de santidade.
Vejam só como somos suscetíveis
a aceitar imposições
que basta cumprirmos e nos é dado um
selo daqueles que que comunhão com Deus.
Mas Paulo
nos mostra essa preocupação
tanto com esses irmãos como na nossa
vida.
Quando ele diz: "Sejam como eu sou,
porque eu também sou como vocês".
Paulo aqui está fazendo um convite a
esses irmãos e a nós à liberdade que
recebemos em Cristo.
Como herdeiros da promessa da salvação,
Paulo está dizendo a eles:
"Sejam como eu,
um judeu que foi liberto do peso da lei
e foi salvo pela mesma graça que
alcançou vocês, gentios, que nada tem a
ver com o judaísmo". Lembrando que a
igreja da Galácia era uma igreja que não
tinha nenhum lastro
com a cultura judaica. Eles não sabiam o
que era uma lei de Moisés, eles não
tinham conhecimento, eles não foram
criados dentro do Antigo Testamento,
aprendendo sobre os profetas e Paulo
diz: "Olha,
sejam como eu,
assim como eu sou com vocês, alcançados
pela mesma graça.
Eu, um judeu,
completamente gabaritado no judaísmo,
fui liberto pelo mesmo meio pelo qual
vocês foram libertos".
Certamente o coração de Paulo estava
machucado.
Por diversas vezes na carta ele expressa
isso, a sua tristeza, a sua
perplexidade,
a sua raiva pelo que estava acontecendo
com aquela igreja que ele tanto amava.
No capítulo 1, no verso 6, ele diz:
"Estou muito surpreso
em ver que vocês estão passando tão
depressa
daquele que os chamou na graça de Cristo
para o outro evangelho".
No capítulo 3, no verso 1, por exemplo,
ele fala novamente: "Ó gálatas
insensatos,
quem foi que os enfeitiçou?
Não foi diante dos olhos de vocês que
Jesus Cristo foi exposto como
crucificado?
E novamente no capítulo quatro, no verso
de nove a 11 que lemos na nossa última
exposição,
quando Paulo então coloca um xeque-mate
na relação entre a aqueles irmãos e o
que Deus olhava para eles,
quando diz: "Mas agora que vocês
conhecem a Deus, ou melhor, agora que
vocês são conhecidos por Deus, como é
que vocês estão voltando outra vez aos
rudimentos fracos e pobres, aos quais de
novo querem servir como escravos?
Vocês guardam dias, meses, tempos e
anos.
Receio que meu trabalho por vocês tenha
sido em vão".
Paulo estava chateado.
Mas Paulo não guardava rancor.
Ou estava atrás de reconquistar
a sua autoridade como um homem.
Paulo não estava preocupado em receber
um pedido de desculpas oficial daquela
igreja, pois ele sabia que o cerne da
questão não era a ofensa contra ele,
mas a ofensa contra o evangelho que ele
havia pregado.
Paulo não ficou de biquinho.
A real preocupação de Paulo não era o
que homens estavam pensando,
mas o que aqueles irmãos tinham de
compreensão a respeito do que Deus
pensava sobre eles.
No verso 12 que lemos aqui, Paulo diz:
"Vocês não me ofenderam em nada.
E vocês sabem que eu lhes preguei o
evangelho a primeira vez por causa de
uma enfermidade física.
Aqui Paulo cita.
Alguns autores dizem que Paulo foi até a
Galácia por conta dessa enfermidade, por
ser uma região conhecida pelo
tratamento, provavelmente, da
enfermidade de Paulo. Outros dizem que
durante a sua viagem ele contraiu essa
doença e ficou, teve, foi obrigado a
ficar na região da Galácia durante muito
tempo para tratar.
Mas a questão é que a pregação do
verdadeiro evangelho
era o foco de Paulo.
O desenvolvimento da salvação naqueles
irmãos era o que preocupava
Paulo
mesmo em meio à sua enfermidade física.
Provavelmente aqui Paulo teve alguma
doença nos olhos
que o deixou enfermo por muito tempo e
que aparentemente deixou sequelas
permanentes em Paulo.
O que pode confirmar isso é como essa
carta termina. Nós vamos vê-la ah um
pouco mais à frente, mas ele disse:
"Vejam com que grandes letras escrevi".
Paulo ah diz, é como diz, olha, precisei
escrever em letra gigante.
Mas o ponto é, não é qual era a doença
de Paulo, mas que mesmo doente, mesmo
enfermo
muito provavelmente impossibilitado
impossibilitado de ter contato visual ou
de conseguir ah conversar de uma forma
ah melhor com esses irmãos,
o cerne, mesmo sobre o impacto de uma
doença, a preocupação de Paulo junto
àquela igreja era desenvolver o fruto da
obra de Cristo na vida deles, que eles
produzissem produzissem frutos.
Algo que eles já haviam experimentado
junto com Paulo. No começo dessa carta
Paulo diz novamente, olha, vocês
experimentaram da obra de Cristo junto
comigo. Vocês experimentaram de
milagres.
E Paulo escrevendo aqui na passagem que
lemos lembra esses irmãos
dizendo que o cuidado que eles tiveram
para com Paulo excedeu o cuidado humano.
Quando diz ah a eles, e por mais que a
minha enfermidade na carne, verso 12,
por mais que a minha enfermidade na
carne lhes tenha sido uma provação,
vocês não me trataram com desprezo nem
desgosto, pelo contrário, me receberam
como anjo de Deus, como o próprio Jesus
Cristo.
Paulo está tentando mostrar a esses
irmãos que ele não está sendo um cara
chato,
radical,
retrógrado,
que não está aberto a novas tendências.
Não, o que Paulo está dizendo "Meus
irmãos, a minha preocupação é que vocês
não se distanciem da obra de Cristo e
daquilo que ela deve resultar na vida de
vocês".
Mas é evidente que há um problema de
comunicação aqui.
É evidente que algo minou essa igreja,
que não estava mais tendo tanta atenção
ou participando do evangelho que Paulo
havia pregado.
E nós vemos isso na leitura, no verso
15, que Paulo é bem claro
com esses irmãos quando diz
"O que aconteceu com a felicidade que
vocês tinham?"
"O que aconteceu com aquela felicidade
que nós partilhamos juntos quando
estávamos aí?"
Que felicidade é essa?
A felicidade do verdadeiro evangelho,
da suficiência da obra de Cristo para a
nossa salvação,
de que eles não precisavam cumprir leis,
de que eles não precisavam ficar
apegados a ritos que homens impunham a
eles, porque somente a obra de Cristo,
exclusivamente e plenamente
satisfatória, concedia a eles o poder de
serem chamados filhos de Deus
ou serem descendência de Abraão, como
Paulo cita na passagem que lemos na
nossa última exposição.
Por que essa tristeza se foi?
Porque posso dar testemunho de que se
fosse possível vocês teriam arrancado os
próprios olhos para me dar.
Será que por dizer a verdade me tornei
inimigos de vocês?
Provavelmente Paulo começou a ouvir a
notícias de que aquela igreja não estava
mais considerando-o
como um verdadeiro apóstolo
ou como o verdadeiro portador do
evangelho de Cristo Jesus.
A situação havia
sido estremecida.
Mas Paulo continua mostrando que a sua
real preocupação era com a condição
daqueles irmãos diante de Deus e não dos
homens.
Talvez a intenção de Paulo fosse dizer:
"Vocês vão me tratar agora como um
inimigo porque eu estou corrigindo
vocês?
Porque eu estou mostrando para vocês que
vocês estão errados?
Vocês são meus inimigos agora porque eu
estou
alertando vocês sobre os falsos mestres
que estão preocupados apenas em ter a
atenção de vocês
mas estão distanciando vocês do
verdadeiro evangelho que foi pregado por
mim?"
Paulo está sendo um pouco sarcástico
aqui, jogando já a resposta para esses
irmãos.
"Então quer dizer que vocês são meus
inimigos porque eu estou falando a
verdade?
Porque eu estou preocupado com a vida de
santidade de vocês?
Porque eu estou preocupado, pois eu
estou vendo frutos que não são
condizentes com o evangelho? É por isso
que vocês são os meus inimigos?"
Esses falsos mestres não tinham a menor
preocupação com a vida espiritual
daqueles irmãos.
Esses judaizantes pouco se importavam
como Deus estava enxergando aqueles
cristãos. Eles estavam preocupados sim
com como aqueles homens estavam
enxergando a eles mesmos.
A manifestação de cuidado e preocupação
de Paulo não era era ferramenta
para
conquistar
a boa vontade daquela igreja enquanto
estava na presença deles? Não.
Assim como os os judaizantes faziam.
Paulo está dizendo: "Olha, a minha
preocupação com vocês não é para
conseguir eleitores,
conseguirem para conseguir discípulos
apenas. Não. Pelo contrário, ele diz,
ele os tinha como
filhos".
Ele os chama de filhos.
"Eu tenho-os como os filhos.
Estou aguentando dores dessa
inconsistência teológica de vocês como
dores de parto".
Ele diz: "Eu eu tenho vocês como
filhos". No verso 19: "Meus filhos,
por quem, de novo,
estou sofrendo as dores de parto".
Por que de novo? Porque Paulo já havia
sofrido com aqueles irmãos enquanto
pregava o evangelho a eles.
Seja pela enfermidade física ou embates
espirituais,
na pregação do evangelho, Paulo já
passou por essa
tarefa difícil.
Mas agora ele está escrevendo novamente
dizendo: "Olha, de novo,
eu estou sentindo as dores de parto". E
por que ele coloca essa dor de parto?
Porque ele faz a correlação:
"Sofrendo as dores de parto até que
Cristo seja formado em vocês".
Eu não sei o que é dor de parto.
Eu já vejo muitas mães balançando a
cabeça: "Exatamente, você não sabe,
nunca vai saber".
Mas eu tive a oportunidade de acompanhar
o nascimento dos meus três filhos ao
lado da minha esposa que teve a parto
normal.
E o último, por circunstâncias não
planejadas, a anestesia não pegou.
E ela teve literalmente um parto
natural, assim como antigamente.
Vocês não têm ideia como eu que são
dores de parto.
Mas
eu pude [roncando] presenciar um
pouquinho
da minha esposa saindo do corpo e
voltando do corpo dela às vezes. Aqueles
que gostam de Avengers, né, de de
Vingadores, é mais ou menos aquilo que o
Doutor Estranho faz quando ele tira
a pessoa do corpo e depois ela
ela volta a pro corpo.
Paulo pega a dor que na naquela época
poderia ser, talvez para os homens seria
a dor de cólica renal, as mulheres já
balançando, não, não é, né? Mas ah, é
uma dor insuportável e Paulo diz que ele
aguenta essa dor
e aqui a dor de parto, como se dizendo,
olha, eu estou aguentando dores de parto
até que vocês possam nascer em Cristo.
Eu estou aguentando novamente as dores
como se fosse dores de parto para
garantir que vocês possam nascer de novo
em Cristo.
Por isso vocês também deveriam estar
firmes no evangelho que eu anunciei.
Não somente quando eu estava longe de
vocês. Ele diz, olha, é bom ser zeloso,
bem que eu gostaria de estar aí com
vocês
para falar em outro tom.
Mas estou perplexo.
Paulo,
de certa forma, pegou pesado com os
irmãos aqui e ele assume isso.
Porque ele estava realmente preocupado
como Deus estava enxergando esta
situação
e querendo mostrar para os seus irmãos
que a real preocupação não é como os
homens nos enxergam, mas como Deus nos
enxerga.
Paulo diz, olha, se eu estivesse aí,
provavelmente a conversa ia ser em outro
tom. Primeiro, porque eu já ia dar uma
solapada nesses judaisantes e não ia
deixar nem chegar perto de vocês".
Mas eu estou perplexo que vocês estão se
distanciando disso.
Que a gente pode aprender com essas
palavras de Paulo sobre a preocupação,
a real preocupação
em como Deus nos vê e não como homens
nos enxergam.
Primeiro,
como devemos compreender o coração de um
verdadeiro pastor?
Paulo sabe que está pegando pesado,
mas a maior preocupação dele é com a
vida de santidade dos seus discípulos.
Paulo não mede esforços
para acompanhar esses irmãos
e quando necessário exortá-los
de estarem se distanciando
da fé genuína.
Certamente, se ele estivesse presente,
seria diferente o tom,
mas o cuidado seria o mesmo.
Pastores genuínos
prezam
pela vida de santidade do seu rebanho.
Líderes
que compreendem que estão pastoreando o
rebanho do Senhor têm como a real
preocupação
a vida espiritual dos membros da sua
igreja.
E não
talvez posição política ou não talvez
algum tipo de gosto musical
ou não questões secundárias, sem antes
estar preocupado.
Eu tive um pastor no seminário
que eu fiz e sempre que ele nos
encontrava no seminário, ele perguntava:
"E aí, filho, você continua crente?"
Ele sempre falava isso. Sempre
perguntava: "Filho, tudo bem?
Continua crente?"
De certa forma brincando, mas
expressando que o nosso cuidado deve ser
esse quando olhamos para a igreja.
A vida de santidade
ou se o rebanho está se preocupando
principalmente como Deus
o está vendo e não como homens.
E outra lição que nós deveríamos tirar
aqui
é para que as ovelhas pastoreadas
lembrassem disso, que muitas vezes nós
exortamos, disciplinamos,
falamos num tom mais duro
porque nos preocupamos com a sua vida de
santidade diante de Deus e não da nossa.
Muitas vezes quando a palavra é mais
dura,
muitas vezes quando a palavra é mais
exortativa,
quando subimos o tom ou quando somos
diretos,
não se melindre.
Não ache que é pessoal,
mas olhe para o cuidado,
o cuidado espiritual que estes líderes
que amam
a sua igreja devem ter.
Tanto para os líderes como para o
rebanho,
a fórmula é a mesma. A nossa real
preocupação deveria ser sobre a nossa
condição diante de Deus
e não
dos homens.
Portanto, o segundo ponto, então, Paulo
continua.
Se o primeiro ponto é que a nossa
condição diante de Deus e não diante dos
homens deveria ser a nossa principal
preocupação,
a segunda condição é
que a nossa condição diante de Deus e
não dos homens deveria ser a nossa real
segurança e alegria.
Depois de você se preocupar,
depois de você buscar
reconhecer a sua condição diante de Deus
e não dos homens,
a nossa condição diante de Deus deveria
ser a nossa segurança
e alegria.
Paulo irá utilizar de uma narrativa
das mais conhecidas da cultura hebraica,
que é a história de Sara, Abraão e
Hagar,
para reforçar o quanto a nossa segurança
deve estar na suficiência de Cristo e
não em elementos periféricos a isso.
Então, Paulo diz no verso 21:
"Digam-me vocês,
o que querem os que querem estar sob a
lei? Será que vocês não ouvem o que a
lei diz?"
Paulo se dirige àqueles judaizantes, no
primeiro momento.
É como se ele se utilizasse do artifício
de quando você fala com uma pessoa, você
dá mensagem para aquela que está
ouvindo.
Dois coelhos com uma cajadada só.
Ele escreve aos judaizantes de uma forma
dura,
mas para que os seus irmãos em Cristo da
Galácia entendam a mensagem que está
sendo dada.
Aqueles que querem estar sob a lei,
a lei aqui, Paulo utiliza um jogo de
palavras, essa primeira lei, são os 10
mandamentos, são a lei mosaica.
E Paulo diz: "Olha, aqueles que querem
estar sob essa lei,
será que vocês não ouviram o que a lei
diz?"
E esse a lei diz aqui é o que a
escritura diz a respeito dela mesmo.
Por muitas vezes, ah, era utilizado,
durante o Antigo Testamento, a expressão
lei para se referir à palavra como um
todo, não somente às ordenanças.
Mas o que Paulo está dizendo é o que
nosso Senhor Jesus Cristo ampliou
de forma clara no sermão do monte,
quando
contrariado pelos fariseus, ele dizia:
"Olha, vocês
ouviram a lei e não aprenderam o que a
lei diz".
>> [roncando]
>> E aí Jesus dá vários exemplos. "Olha,
você diz não matar, mas se você pensar
algo contra o seu irmão, você já matou".
O que Paulo está fazendo aqui
é pegando o ensino de Jesus Cristo e
aplicando novamente aqui.
E dizendo a esses homens: "Olha, vocês
que estão buscando
estar debaixo da lei não aprenderam que
é a lei".
E aí então Paulo introduz
esta passagem
como talvez a primeira exegese
documentada da história do cristianismo.
Todo o Novo Testamento está pautado no
Antigo Testamento, meus irmãos. Nós
cremos que tanto o Antigo como o Novo
Testamento são a palavra de Deus. Mas
nós entendemos que o Novo Testamento na
plenitude de Cristo, como a plenitude da
revelação,
expande o significado do Antigo
Testamento.
E aos apóstolos foi dada
por Deus
essa condição, inspirados pelo Espírito
Santo,
em ler o Antigo Testamento à luz da cruz
de Cristo e nos explicar coisas que
nunca iríamos aprender.
E é exatamente o que Paulo faz aqui com
a história de Sara e Hagar.
A história contida em Gênesis 15 a 21,
que você muito bem lembra, ou se não,
resumidamente, Deus chega a Abraão e lhe
faz uma promessa que dele iria surgir
uma grande descendência.
Abraão já era velho.
Sara, a sua esposa, era estéril.
Abraão esperou por cerca de 25 anos até
que o seu filho da promessa nascesse.
Só que nesse período,
seja por uma pressa ou uma questão de
incredulidade, Sara chega para Abraão e
lhe propõe
pegar a sua serva, sua escrava, Hagar,
se deitar com ela para que ela tivesse
filhos e então cumprisse a promessa de
Deus.
Abraão aceitou,
tomou Hagar por mulher
e ela lhe concedeu um filho chamado
Ismael.
Passado alguns anos,
Sara
tem o filho que Deus havia prometido.
E de alguma forma, depois de algum
tempo,
Ismael e Isaque começam a não se bicar.
A relação começa a ficar ruim. Ismael
fica tirando sarro de Isaque.
Isso muito incomoda Sara.
Sara então procura Abraão.
Abraão consulta o Senhor e o Senhor diz
para que Abraão mande Agar embora com
Ismael, pois Ismael não é o filho da
promessa. Essa é a história que Paulo
está introduzindo
e que irá expandi-la a nós para este
contexto da suficiência da salvação em
Cristo Jesus.
Paulo então destaca que Ismael teria
nascido segundo a carne, ou seja,
o jeitinho humano
de querer resolver coisas que Deus disse
que resolveria.
Paulo diz que Ismael é fruto da carne,
geração segundo a carne,
mas que Ismael, ao nascer, não deixou a
sua condição de escravo.
Ao nascer, Ismael não tomou para si a
herança da promessa. Ele continuou sendo
escravo ou filho da escrava.
No entanto, Sara, quando engravidou
e deu à luz a Isaque, que este sim
nasceu sobre a condição da aliança ou da
promessa.
As duas mulheres deram à luz a filhos
daquele que havia recebido a promessa.
Abraão recebeu a promessa e teve dois
filhos.
Paulo aqui está indicando que foram
criados dois caminhos,
a existência de um contraste
para usufruir das bênçãos de Deus. Uma
pelos esforços humanos e a outra
pelo cumprimento da promessa. Duas
alianças.
Paulo diz no verso 24: "Essas coisas são
alegóricas,
porque essas mulheres são duas
alianças". Paulo então aqui está dizendo
que ele está fazendo uma alegoria
pelo relato de Gênesis. E precisamos
explicar um pouco essa expressão
alegoria,
porque nos dias de hoje ela é utilizada
de uma forma arbitrária. O que eu quero
dizer? Que pessoas pegam as escrituras e
dizem o que querem das escrituras pelo
seu próprio entendimento. Paulo não está
fazendo isso.
O que Paulo está fazendo aqui nós
chamamos de tipologia,
que é
dentro da história da redenção
identificar fatos que ocorreram nas
escrituras e apontarem esses fatos para
o seu real significado.
Mas
nós precisamos lembrar disso por quê? Na
história da igreja
a alegoria foi tida como uma ferramenta
de
distorção da palavra.
Alguns exemplos do século primeiro ao
século quarto, por exemplo,
nós conhecemos na teologia, na filosofia
ou na teologia patrística muitos pais da
igreja que utilizavam dessas alegorias
para achar significado em tudo, em cada
vírgula do texto bíblico se dava um
significado que não necessariamente era.
Dois exemplos que eu peguei aqui.
Primeiro,
que
assim como a antiga arca da aliança, no
Novo Testamento, carregava a presença do
material de Deus, da palavra de Deus,
Maria era considerada como a nova arca
por ser receptáculo do verbo divino.
Isso é defendido pelo catolicismo.
De que Maria deve ser venerada
também por questões como esta.
Outra passagem que o maná do deserto, o
pão que desceu do céu para alimentar os
hebreus no êxodo, foi interpretado como
uma alegoria da eucaristia. E aqui não
sou eu que estou falando, é a história
da igreja patrística.
Ou seja, Paulo não estava fazendo isso,
Paulo não estava tirando da sua própria
cabeça aquilo que ele achava para
colocar um significado ali. Não.
Ele estava fazendo uma tipologia, dando
um significado mais claro para
toda a história da redenção naquele
fato. Mas então, pastor, por que que ele
foi usar a alegoria, a palavra alegoria?
Porque no período do apóstolo Paulo isso
não era um problema.
Isso foi posterior
ao período paulino.
Então ele utiliza dizendo: "Isso é uma
alegoria". E aí ele vai explicar essa
alegoria.
Como autor inspirado, Paulo tinha total
capacidade para isso.
Paulo indica então que em Agar e Sara
são tipificadas duas alianças.
Em Agar,
a tipificação da aliança entre Deus e os
judeus baseada na lei,
enquanto em Sara é tipificada a aliança
em Cristo Jesus.
Mas como dizer que em Agar foi
tipificada a promessa da lei se nem
judia
ela era?
Paulo ainda tipifica Agar como sendo o
monte Sinai, se você ler aí,
demonstrando que Agar representava uma
aliança feita pela promessa
da lei,
baseada apenas na lei.
Paulo diz: "Ora, Agar é o monte Sinai na
Arábia e corresponde a Jerusalém atual,
que está em escravidão com os filhos,
verso 25.
Essa questão de Monte Sinai na Arábia,
muito provavelmente pelo Monte Sinai
está próximo às divisas do Egito, Paulo
cita isso, mas o importante é mostrar
que Paulo conecta Hagar
a observância ou escravidão da lei.
Paulo também relaciona Hagar não somente
ao Monte Sinai, mas a Jerusalém atual
dos seus dias.
Paulo de certa forma estava sendo ácido
e apontando aos judaizantes
que se diziam filhos de Abraão,
descendentes de Isaque,
colocando eles num outro patamar, numa
outra categoria, que era filhos de
Hagar, da escrava, e não mais de Sara.
Por quê?
Porque eles se contentavam ou buscavam
apenas na lei a sua salvação.
Paulo estava sendo ácido aqui.
Hagar teve um filho segundo a carne,
segundo tentativas humanas.
Hagar representa aqueles que se
contentam em dar o seu jeito no
relacionamento com Deus,
em estabelecer por si só como seu
relacionamento com Deus
se dará.
Paulo relaciona essa atitude ao falso
evangelho pregado por aqueles homens.
Então, quem seriam os filhos de Sara, se
não são os judeus?
Quem seriam os filhos de Sara?
Aqueles que verdadeiramente reconhecem
Cristo Jesus como seu único e suficiente
salvador.
Verso 26, Paulo diz: "Mas a Jerusalém lá
de cima, não essa aqui, que está
escravizada pela lei,
a Jerusalém lá de cima é livre e ela é a
nossa mãe".
A ideia de que nós somos filhos de
Abraão já é usada por Paulo
anteriormente na nossa última passagem,
nós nos detivemos a isso, né? Somos
filhos de Abraão, eu e você, se você crê
em filho Jesus, você é herdeiro da
promessa.
Só que aqui ele abrange isso, ele
expande essa ideia de filhos da aliança,
nos colocando também como filhos de
Sara.
E por consequência descendentes de
Isaque.
Pensem [roncando] no contexto, ele está
falando com gentios
que não tinham nenhum lastro histórico
hebraico ou judaico
e apontando aos judeus que ah, vocês são
filhos de Hagar e estes aqui
são filhos de Sara. Estes aqui são
descendência de Abraão.
Olha judeus, vocês pensam que são
descendência de Abraão
mas se não creem na suficiência de
Cristo, vocês são filhos de
Hagar
de Ismael, o filho da carne e não da
promessa.
Paulo diz que essa
filiação já estava prevista em Isaías.
No verso 27 ele lê a respeito disso.
Alegre-se ó estéril, você que não dá a
luz, exulte e grite você que não sente
dores de parto. Esta aqui seria Sara
a mulher estéril.
Alegre-se
exulte, porque os filhos da mulher
abandonada são mais numerosos do que os
filhos, os filhos da que tem marido.
Aqui Hagar é a mulher casada com filhos,
Sara é estéril e é em Sara que a
alegria, a segurança reside. A promessa
é para Sara.
Tenha segurança, alegre-se, exulte,
porque a promessa será cumprida em você.
Paulo utiliza essa alegoria porque ele
pode, inspirado
ou essa tipologia
utilizando uma passagem muito conhecida
do contexto hebraico para
derrubar os judaizantes e exaltar os
gentios. Não porque eram gentios, mas
porque criam na suficiência de Cristo.
Olha,
se nós queremos ser filhos de alguém da
Bíblia, não seria de Maria, mas seria de
Sara.
Se há uma mãe a qual nós deveríamos
pertencer, seria a Sara e não a Maria. O
apóstolo Paulo está nos ensinando isso.
Em Sara.
Algumas aplicações práticas que Paulo
nos trará eu gostaria de trazer nesta
noite.
Paulo agora parte para isso, no verso 28
quando diz:
"Mas vocês, irmãos, são filhos da
promessa como Isaque.
Antes ele tinha nos colocado como filhos
de Abraão e agora como irmãos de Isaque.
Como, porém, no passado aquele que
nasceu segundo a carne perseguia o que
nasceu segundo o espírito, assim também
acontece agora.
Paulo está dizendo: "Da mesma forma como
o filho da promessa foi perseguido,
vocês também serão por esses
judaizantes. Trazendo para os dias de
hoje,
nós também seremos atacados
por vertentes teológicas, religiosas
que vão tentar nos distanciar da
soberania ou da suficiência da obra de
Cristo.
Que vai tentar colocar em nosso coração
um senso de negatividade ou um senso de
inferioridade que não cabe a nós como
filhos de Cristo.
Que vai colocar em nós o peso do nosso
pecado como se nós tivéssemos que
carregar o nosso pecado como um fardo
e não deixar que pensemos que Cristo
pagou o preço para que fôssemos
redimidos por completo.
Quantas vezes nós caminhamos ou quantas
vezes eu e você não nos deixamos abalar
pelos pecados que cometemos e começamos
a nos distanciar de Deus de Deus ao
invés ao invés de nos aproximarmos da
cruz.
Paulo está dizendo isso a a esses
irmãos.
Assim como aconteceu, acontecerá agora.
E aí então ele diz: "Mas o que diz a
escritura?"
Ela diz: "Mande [roncando] embora a
escrava e seu filho, porque de modo
nenhum o filho da escrava será herdeiro
como filho de mulher livre".
É como se ele dissesse: "Olha, sabe o
que vocês fazem agora?
Mandem esses judaizantes embora daí".
Tenham segurança e alegria na sua
condição diante de Deus em Cristo Jesus.
Embora Paulo se preocupasse em deixar a
sua mensagem clara aos judaizantes,
a maior preocupação dele era cuidar da
vida espiritual dos irmãos da Galácia.
O que realmente importava para para
Paulo era trazer à memória dos seus
irmãos gentios, não judeus,
a realidade de que eles poderiam estar
seguros e alegres na obra de Cristo.
Eles deveriam estar seguros e alegres.
Eles deveriam perceber que assim como o
filho da promessa fora perseguido, eles
seriam perseguidos.
E como filhos de Sara
são livres, como nós somos livres.
Fomos transportados da nossa escravidão
do pecado para a liberdade da graça.
Paulo escreveu a esses irmãos e escreve
a nós hoje.
A palavra de Deus é atemporal.
>> [roncando]
>> O quanto você se preocupa
com a sua condição diante de Deus
mais do que diante dos homens?
E o quanto ao fazer isso, você se alegra
e se sente seguro com a sua condição
diante de Deus e não
dos homens?
Examine o seu coração,
pois para ser filho da promessa pelo
espírito, como filhos de Sara,
você precisa descansar, se alegrar
[roncando] e se preocupar com essa
condição.
Há muitas igrejas
que oferecem rituais. Há muitas igrejas
ou frentes religiosas que impõem ritos e
observâncias para testificar a sua
santidade ou a sua condição de salvo.
Isso é mentira.
Somente em Cristo Jesus
e suficientemente em Cristo Jesus
recebemos o que precisamos
para sermos chamados filhos de Deus.
E por último, lembrando do exercício de
Paulo,
eu e você não fomos autorizados a
interpretar a Bíblia segundo os nossos
olhos.
Paulo pôde fazer isso, pois era
inspirado em Deus.
Não fez alegoria no sentido de hoje, de
utilizar a palavra de Deus como
subterfúgio para o seu próprio prazer.
Que o nosso coração se encha dessa
alegria.
Primeiro de
reavaliarmos o quanto estamos
preocupados
com o que Deus vê
de nós e não
dos homens.
E segundo,
o quanto essa condição compreendida de
quem somos diante de Deus nos traz
segurança e alegria.
Este é o cuidado que devemos ter, esta é
a alegria que devemos ter e essa é a
segurança que devemos ter, porque Cristo
morreu por isso. Vamos orar.
Ó Senhor, obrigado, pois as suas
palavras são palavras de vida.
São palavras que nos trazem, Senhor, a
realidade de quem éramos sem o Senhor,
mas também agora de quem somos em ti.
>> [roncando]
>> Que o nosso coração, Senhor, seja
preenchido por essa alegria.
E que essa alegria se transforme em
coragem, em ousadia, Senhor.
Que nos momentos de dificuldade, em
circunstâncias adversas do nosso dia,
possamos lembrar, ó pai,
o poder que é sermos chamados filhos
teus. Certamente neste mundo nosso
coração será abalado. Muitas vezes, ó
pai, o inimigo irá nos acusar dos nossos
pecados,
mas não permita que sucumbamos, Senhor,
a este ataque.
Mas que respondamos, Senhor, com a
certeza de quem somos em Cristo. Esta é
a nossa oração, o nosso desejo e a nossa
esperança.
No nome daquele que nos deu tudo isso,
nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
Convido a igreja a se colocar de pé
agora e a louvarmos ao nosso Deus.
E esse é o momento também de
demonstrarmos visivelmente o quanto
confiamos
no sustento, na provisão do nosso
Senhor,
sendo fiel nos dízimos e generosos nas
ofertas. Este é um privilégio dado ao
povo de Deus,
de fazer parte daquilo do que Deus está
fazendo no meio do seu povo.
>> [música]
>> Nós queremos [música][canto]
ouvir tua voz.
>> [música]
>> Teu louvor
>> [canto]
>> sempre esteja
em trigais.
>> [música]
>> Queremos ser, [canto] Senhor, mais
sábios,
navegar de novo
em teu amor, mais e mais.
>> [música][canto]
>> na coragem do Senhor.
Marcharemos [música]
cheios de coragem.
>> [música]
>> Seguiremos,
seja onde [música] for.
Embora [canto] a dor
nos [música]
cerque na viagem.
Marcharemos
na coragem
do Senhor. [música]
E quando [canto] a escuridão
da noite descer.
Queremos [música]
[canto] só
pela graça, fé viver. [música]
Com esperança
e [canto] com coragem, [música]
na alegria ou na dor. Marcharemos
[música][canto]
na coragem
do Senhor.
>> [música]
>> Marcharemos
>> [canto]
>> cheios de coragem. [música]
Seguiremos,
>> [canto]
>> seja onde for.
>> [música]
>> Embora [canto] a dor
nos cerque
na
viagem. [música]
Marcharemos
na coragem
>> [canto]
>> do Senhor.
>> [música]
>> Marcharemos [canto]
cheios de coragem.
Seguiremos, [música]
>> [canto]
>> seja onde for.
>> [música]
>> Embora [canto] a dor
nos [música]
>> [música][canto]
>> Oremos.
Ó Senhor, obrigado, ó Deus, pelo teu
cuidado, pela tua provisão, pela tua boa
mão em nossa vida.
Obrigado porque o Senhor não só faz, mas
nos ensina o que faz em nossa vida.
O Senhor nos ensina, Senhor, que o
Senhor nos cuida.
Cuida como filhos teus, Senhor.
Para que olhemos para a criação, para
que olhemos para o cuidado que o Senhor
tem para a criação.
E saibamos, Senhor, que quanto mais a
nós,
filhos teus, seremos cuidados.
Que isso, Senhor, seja transformado
em fé.
Que isso resulte, Senhor, em expressão
visível
da nossa fé por meio da fidelidade aos
dízimos, generosidade nas ofertas,
sabendo que o Senhor é o dono de todas
as coisas.
Nada pertence a nós, Senhor.
Mas pela tua bondade, o Senhor nos pega
pela mão
e faz deste momento um momento de
ensino.
Obrigado, Senhor.
Que o nosso coração descanse na sua
provisão.
Que o nosso coração, Senhor, também
descanse no cuidado da tua igreja uns
pelos outros.
Pedimos que a nossa fé seja fortalecida
nisso, ó Pai.
Em saber que o Senhor é o Senhor da
história.
Em saber que o Senhor tem um plano para
esta igreja local.
E o Senhor permite que nós façamos parte
disso.
Essa é a nossa oração como um um de
gratidão.
Pedindo que o Senhor assim continue a
moldar os nossos corações.
E que a graça do nosso Senhor Jesus
Cristo, o filho,
que o amor de Deus o Pai,
que a consolação,
o ensino e a garantia da eternidade do
Espírito Santo
seja com todo o povo de Deus aqui
espalhado pela face da terra, hoje e
para todo o sempre.
Amém.
A igreja pode se assentar. Ouçamos
reverentemente o pós-lúdio.
>> [música]
[música]
>> Nosso culto está encerrado e nós
gostaríamos de conhecer aqueles que nos
visitam pela primeira vez. Eu peço que
você fique de pé quando eu citar o seu
nome para que possamos identificá-lo
melhor.
Estamos com Lívia e seu filho Artur
conosco nessa noite.
Lívia e Artur.
Creio que já estão lá, mas é um prazer
tê-los aqui conosco. Gostaria de saber
também se tem alguém que nos visita pela
primeira vez que não pôde ser
identificado. Por favor, fique de pé
para que possamos reconhecê-lo.
Aqui, olha só, viu?
Joguei a vara certa lá.
Deus os abençoe muito. É uma grande
alegria tê-los aqui conosco.
Que vocês possam se sentir
no meio do povo de Deus, ouvindo a sua
palavra.
De verdade, é uma grande alegria tê-los
aqui conosco.
Nós temos agora ali atrás um café
especial. Hoje acho que é bolo com
chocolate quente. Vocês têm a
preferência, tá? Depois que vocês
comerem, a igreja
poderá comer. Fiquem, por favor, um
tempo para podermos cumprimentá-los,
conhecê-los melhor. Esse é um pretexto
para termos esta comunhão.
Alguns avisos.
Teremos cosmovisão cristã, nossa atuação
profissional e a nossa atuação
profissional. Será uma palestra no
sábado às 9:30.
Ah, é um projeto do grupo de homens da
nossa igreja. Presbítero Márcio trará
essa palestra. Ah, reflexões a respeito
disso, como integrar a nossa fé à vida
comum. Homens, venham, façam um esforço,
coloquem na sua agenda, ah, convidem
amigos para que de alguma forma conheçam
a nossa igreja por meio de outras
atividades também.
De departamental da nos lares da SAF,
essa é uma programação da nossa SAF,
será na casa da nossa irmã Elisabete
Camargo, dia 23/05,
às 15:00. Todas as mulheres estão
convidadas a participar.
Voluntários, nossa EBF já está chegando.
Isso é muito importante por dois
motivos. Primeiro, para que você ore
por essa programação.
Para que você ore para que Deus traga
novas famílias, crianças nos visitando e
para que as nossas crianças também sejam
edificadas. E nessa oração você também
peça para que Deus amoleça o coração dos
corações duros que não podem servir,
que venham aqui servir.
Se você, ah, pastor, mas eu não tenho
talento nenhum, como o pastor Daniel
falou hoje, né? Bonecão do posto ajuda a
chamar gente, como é que você não vai
conseguir, ah, mostrar onde é o
banheiro, pegar uma água ou dar suporte
a um professor ou, ah, tomar cuidado
para a criança não cair de algum lugar.
Então, se você tem disponibilidade na
sua agenda, ah, priorize este momento de
estar aqui na igreja, ah, para essa
programação. Encontros de casais.
Lembrando que, ah, nós ainda estamos com
pequeno problema técnico para
disponibilizar o link. Logo ele será
disponibilizado, mas você já pode
começar se programar para fazer a sua
inscrição. Ah, acampamento de casais, 11
a 13 de setembro, Hotel Fazenda Floresta
Negra, muita comida boa, diversão e
comunhão. Então o pastor Daniel sempre
reforça, este não é um encontro só se
você está com problemas no seu
casamento. Também é, mas também é para
se você está com um casamento ótimo e
quer colocar aquela
cerejinha ali, ah,
passar uns dias com a sua esposa, você
poderá alugar um chalé
ou um apartamento para ficar com os
irmãos nesse período de muita comunhão e
aprendizado.
Estes são os nossos recados. Que o
Senhor nos abençoe no início dessa
semana
a olharmos para a nossa condição diante
de Deus e nos alegrar e sentirmos
seguros nela. Deus os abençoe.

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