🔴 Culto Vespertino | 28/06 | 18h – Rev. Lucas Previde
29/06/2026
🔴 Culto Vespertino | 28/06 | 18h – Rev. Lucas Previde
Mídias Sociais: https://linktr.ee/ipsantoamaro
Website: http://www.ipsantoamaro.com.br
Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
[música] Amados irmãos, sejam todos muito bem-vindos. Que a graça e a paz do Senhor esteja com cada um de vocês. O culto que nós prestamos a Deus muito nos ensina, muito tem a dizer acerca da fidelidade do Senhor. Mais do que qualquer outra coisa que nós possamos destacar, nós estamos aqui, meus irmãos, e temos o objetivo de cantar louvores e aprender da palavra de Deus, porque ele tem sido fiel. É ele quem tem nos guardado e nos sustentado em nossa caminhada. E a própria escritura fala a respeito disso. Primeira carta de Paulo aos Coríntios, do capítulo 4 ao do versículo 4 até o versículo 9, nos traz esta explanação. Eu quero convidar os irmãos para que leiamos esse texto de forma alternada. Primeira aos Coríntios, capítulo 1, do verso 4 ao verso 9. Sempre dou graças ao meu Deus. por vocês, por causa da graça de Deus que foi dada a vocês em Cristo Jesus. em tudo vocês foram sidos em toda a palavra e em todo conhecimento. Assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vocês. Não falta nenhum, enquanto agardam nação de nosso Senhor Jesus Cristo. >> Ele também os confirmará até o fim, para que vocês sejam irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. É Deus pelo qual vocês foram chamados a comunhão de seu filho Jesus Cristo com nosso Senhor. Fiel é Deus pelo qual vocês foram chamados à comunhão de seu filho Jesus Cristo, nosso Senhor. Vamos nos colocar de pé, irmãos, e a este Deus fiel vamos entoar louvores sem fim. >> [música] >> Mil vezes mil louvor enamos a [música][canto] Jesus. Glória [música] até a cruz. Por sua imensa graça, céu [música] e se clamou. Por [música] tudo seja o se [música] louvando salvador. Mil vezes mil [música] vezes louvores ao Senhor [música] e nos [canto] amou. E nos amou em Jesus. Eis ao redor [música] Jesus milhares de milhares em tempo che de [música] luz com bem se [música][canto] adora. O grande salvador bom colheiro re [música] a honra [música] mil vezes louvores ao Senhor que >> [música] >> e nos amou [música] além de adora também [música] a celebrar a glórias sempre [música] eternas com [música] vitória. Seu amor me proclamai [música] em meu louvor a Cristo me luta. [música] O meu Deus, o meu Deus. Louvames [música] ao Senhor [música] que nos salou, que nos salvou. Vem Jesus [música] está ao Senhor [música] amor e nos salou em seu salvador. Oremos, irmãos. Senhor, ainda que nós fôssemos de fato capazes de louvar a ti mil vezes ou milhões de vezes, ainda que nós pudéssemos cantar as tuas maravilhas todos os dias, em todos os momentos em que nós existimos, isso não seria ainda suficiente, não seria proporcional, não seria condizente com a grandiosidade das bênçãos que o Senhor derrama sobre nós. Não seria compatível, ó Pai, com a graça da salvação que nos foi dada em Cristo Jesus, o nosso Senhor, que nos trouxe para uma comunhão íntima, verdadeira e real com o Senhor e com o povo do Senhor. Não seria compatível também, ó Pai, com a comunicação da tua palavra que abriu a nossa mente, que abriu o nosso entendimento, que nos deu a condição de entender o teu plano e o teu propósito para nós nesse mundo. Por isso, nós estamos realmente dispostos a cantar louvores ao Senhor, a entoar as tuas maravilhas, para que outros creiam, ouçam, para que outros rendam graças, se dobrem, se curvem diante do Senhor. E para que nós mesmos sejamos também estimulados a fazer isso todos os dias, fugindo do pecado e daquilo que te desagrada e procurando, ó Deus, aplicar eh no nosso viver, no nosso cotidiano, em meio às nossas ações, pensamentos, sentimentos, aplicar aquilo que que o Senhor tem nos ensinado, aquilo que nós temos aprendido na tua casa, ó Deus, santifica, purifica o nosso coração, nos conduz pelo reto caminho, da tua verdade. Nós estamos alegres, nós estamos realmente felizes por tudo que o Senhor faz. E quando paramos para pensar nestas coisas, então mais estimulados ficamos a te servir, porque o Senhor é digno. E nós oramos, ó Deus, então com esses sentimentos em nosso coração, em nome e para a glória de Jesus Cristo. Amém. Os irmãos podem se assentar. Queridos, o profeta Isaías escreveu o seguinte em sua em seu livro: "Lavem-se e purifiquem-se. Tirem da minha presença a maldade dos seus atos. Parem de fazer o mal. Aprendam a fazer o bem. Busquem a justiça, repreendam o opressor, garantam o direito dos órfãos, defendam a causa das viúvas. O Senhor diz: "Venham, pois, e vamos discutir a questão. Ainda que os pecados de vocês sejam como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve. Ainda que sejam vermelhos como o carmesim, eles se tornarão como a lã. Se estiverem dispostos a me e me ouvirem, vocês comerão o melhor desta terra. Mas se recusarem e forem rebeldes, vocês serão devorados pela espada, porque a boca do Senhor o disse. Até a palavra de Deus que é muito clara. O chamado do Senhor para nós é de santidade. O chamado do Senhor para nós é para que nos lavemos, para que sejamos purificados. A palavra diz que os nossos pecados, ainda que sejam muito terríveis, eles serão lavados, eles serão purificados. Nós seremos purificados. Isso é possível por conta do sacrifício de Jesus naquela cruz. É fiado neste sacrifício que nós podemos hoje orar ao Senhor, pedir perdão pelos nossos pecados, reconhecer que nós somos pecadores e pedir a ele que nos purifique. E nós iremos fazer isso nesse momento. Iremos nos colocar diante do Senhor, pedindo perdão por todas aquelas coisas que nós fazemos que desagradam a Deus, confiando naquilo que ele nos disse, que se nós confessarmos nossos pecados, ele é fiel e justo para nos purificar os pecados e nos ah retirar toda a injustiça. Vamos orar agora, meus irmãos, de maneira silenciosa. Eu convido a cada um aqui se colocar diante do Senhor, pedindo perdão por por aquilo que tem feito que agrada a ele. Depois eu irá pela igreja. Pai amado, nós como igreja, neste momento, nos colocamos diante de ti com os corações contritos. Neste momento, Pai, nós queremos nos lembrar dos pecados que nós cometemos. É verdade, Pai, que nós queremos seguir a tua palavra. É verdade, Pai, que nós queremos fazer aquilo que agrada o Senhor. Mas também é verdade, Pai, que por muitas vezes nós falhamos. Por muitas vezes nosso coração se afasta de ti e nós desejamos aquilo que é mal. Por muitas vezes nós colocamos a tua palavra em segundo plano. Por muitas vezes, Pai, nós colocamos a nossa vontade acima da tua, Pai amado. Nós queremos pedir ao Senhor perdão por essas vezes. Perdão, Pai, por tudo aquilo que nós fazemos que desagrada ao Senhor. Tudo aquilo que nós não fazemos, mas que deveríamos fazer. Todos os pensamentos, Pai, que nós temos, mas que nós não deveríamos ter. Pedimos a ti, Pai, tem misericórdia de nós, perdoa nossos pecados, Pai. Pai, nós rogamos ao Senhor que o Senhor, pela tua graça, faça aquilo que nós lemos agora. Que o Senhor nos transforme, que o Senhor nos purifique, que o Senhor retire de nós todo pecado, toda culpa e também toda corrupção, Pai, para que nós sejamos cada vez mais santos, mais puros, mais limpos. Para que nós sejamos, Pai, cada vez mais parecidos com o Teu filho Jesus. Pai amado, nós temos a plena certeza de que se não for o Senhor trabalhando em nossas vidas, trabalhando em nossos corações, nós não seremos capazes, Pai, de nos aproximarmos de ti e de sermos santos, mas a tua obra em nossas vidas pode fazer isso, Pai. Pedimos ao Senhor pela tua graça, que o Senhor trabalhe em nós, tanto em nosso desejo, nossa vontade, nosso querer, quanto em nosso realizar, de modo que a cada passo que nós dermos, nós nos aproximemos do Senhor e não nos afastemos. Pedimos a ti, Pai, ser misericordioso, ser gracioso e trabalha na vida de cada irmão que está aqui por meio deste culto também, Pai, nos confrontando, nos ensinando e moldando os nossos corações. Essa é a nossa oração. Gratos ao Senhor por tudo. Sempre confiando no nome do Senhor Jesus. Amém. Queridos, nós temos um Deus que é poderoso. Nós temos um Deus que nos perdoa. Nós temos um Deus que merece todo o louvor. Por isso, nos coloquemos de pé e adoremos ao nosso Senhor. [música] que tu olhares, [música] Senhor, para dentro de mim, nada encontrarás [música] de [canto] bom, [música] mas o desejo eu tenho de ser [música] transformado. Preciso [canto] tanto do teu perdão. Dá-me um [música] novo coração. Dá meu coração igual [música] ao teu mestre. Dá meu coração [música] igual ao teu coração disposto a obedecer. [música] cumprir todo o teu querer. [canto][música] Dom coração ó. [música] >> [música] >> Se tu olhares [canto] o Senhor para dentro de mim, [música] nada encontrarás de [música] bom. Mas um desejo [música] eu tenho de ser transformado. [música] Preciso tanto do teu perdão. [música] Abre meu novo coração. Dá meu coração igual [música] a Deus. Meu mestre, dá meu coração igual [música] ao teu coração disposto a obedecer. [música] do teu que a meu [música] coração, irmão. [canto] Ó Deus, [música] ensina-me [canto] a mão [música] a mear. a [música][canto] olhar com teus olhos, perdoar com teu perdão. Enche-me com [música] teu espírito em direita aos meus caminhos. Ó Deus, dá-me [música] o nosso coração. Enche-me com teu [música] espírito, vem direita aos meus caminhos. >> [música] >> Ó Deus, dá meu novo coração. Abre o coração [música] igual ao Deus, meu mestre. [música] Coração igual ao teu coração de [música] crescer. >> [música] [música] >> coração [música] com todo teu coração [música] igual >> [música] >> Abre o coração igual ao [música] Deus. Abre [música] coração igual ao Deus. [música] Uma [música] esperança [música][canto] de em que me orgas [canto][música] para viver. O contemplar da glória [música] grande [canto] se mostra completamente. >> [música][canto] >> em Cristo [canto] por seu [música] Cristo em mim que salvação [música] é meu [canto] meu prazer fazer de [música] teu querer meu lar [música] esperança. coração consolo contra o [música][canto] mal que adivinha neste mundo mergulhou [música][canto] minha aflição ao Salvador eu [música] vim em meu aos renúci o [música] Sua voz vem forças [música] braços etern que [música] [canto] [música] uma esperança [música] de existir. >> [música] >> A dura [canto] morte não vai remover. O dia [música] incomparável que está [canto] por vir. Seu rosto [música] de [música] nu em te encontrar [música][canto] real alegria de [música] me contar por ter chegado ao fim [música] das dores do sofrer [canto] e de [música] encontrar real prazer, [música][canto] alegria de mim inunda, [música] por ter chegado ao lar. >> [música] >> A igreja pode se assentar. Convido você a abrir a sua Bíblia na carta de Paulo aos Gálatas para darmos continuidade à exposição desta carta em nossa série intitulada A justiça da Fé. Já estamos caminhando para o final. Hoje nos deteremos ao capítulo 5, versos de 13 a 26. Gálatas, capítulo 15 versos de 13 a 26, aonde meditaremos sobre o prazer da liberdade em Cristo. Até aqui, se você tem nos acompanhado, nós temos destacado como ponto ou como foco da carta de Paulo aos Gálatas este tema, a suficiência de Cristo para a nossa salvação e para a nossa vida cristã. Cristo é suficiente. Então, nessa noite, eu gostaria que nós meditássemos um pouco sobre como desfrutar deste prazer ou como desfrutar do prazer da nossa liberdade em Cristo. Acompanhe comigo atentamente, com reverência e fé. Gálatas capítulo 5 versos de 13 a 26. Porque vocês, irmãos, foram chamados à liberdade, mas não usem a liberdade para dar ocasião à carne. Pelo contrário, sejam servos uns dos outros pelo amor, porque toda a lei se incumpre em um só preceito a saber. Ame o seu próximo como a você mesmo. Mas se vocês ficam mordendo e devorando uns aos outros, tenham cuidado para que não sejam mutuamente destruídos. Digo, porém, o seguinte: vivam no espírito e vocês jamais satisfarão os desejos da carne, porque a carne luta contra o espírito e o espírito luta contra a carne, porque são opostos entre si. Para que vocês não façam o que querem, mas se são guiados pelo espírito, vocês não estão debaixo da lei. As obras da carne são conhecidas e são imoralidade sexual, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçarias, inimizades, richas, ciúmes, iras, discórdias, divisões, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas. Declaro a vocês, como antes já os preveni, que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, begnidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que estão em Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos no espírito, andemos também no espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros. Até aqui a palavra do nosso Deus. Vamos orar. Senhor, estamos certos, ó Pai, de nossa incapacidade de compreendermos tudo aquilo que somos pelo nosso próprio conhecimento. Por isso, nos colocamos diante da tua palavra para sermos guiados pelo teu espírito e cremos nisso. Cremos que o resultado da obra de Cristo em nossa vida é podermos ser guiados, termos a nossa mente, o coração abertos para a tua palavra por meio do Espírito Santo. Pedimos isso confiantes e alegres nisso, em nome de Jesus. Amém. [limpando a garganta] O apóstolo Paulo escreveu a sua carta aos Gálatas. Provavelmente essa foi a primeira carta escrita por Paulo, nós já vimos com objetivo de impedir que as igrejas da Galácias ou os Gálatas se desviassem ou se afastassem do evangelho pregado por Paulo. Havia uma espécie de onda trazida por falsos mestres, provavelmente judeus aparentemente convertidos ao cristianismo. Nós já vimos isso por diversas vezes nas introduções que fizemos nessa série, que estavam ah pregando e ensinando depois de Paulo sair dessa igreja que apenas Cristo não era suficiente e que se deveriam ser guardadas as observâncias da lei mosaica, particularmente a circuncisão, a dieta e as festas ou calendário judaico. E de alguma forma estes irmãos, os Gálatas, vindos de um contexto não judaico pagão, estavam sendo apresentados por uma nova realidade e de certa forma estavam pendendo para isso. E esta é a dureza com que Paulo trata estes irmãos. Nós vimos que esta é a única carta que o apóstolo Paulo não começa com elogios, mas começa sendo duro a com estes irmãos, dizendo: "Vocês estão se desviando do evangelho porque vocês estão abrindo os ouvidos, raciocinando e deixando entrar no coração um evangelho que não é o evangelho pregado por mim, o evangelho que apresenta coisas a mais do que a suficiência de Cristo. Então Paulo diz: "Este não é o evangelho que eu preguei e este não é o verdadeiro evangelho que apresenta Cristo como suficiente para sua salvação". Em Gálatas capítulo 3, nós temos um exemplo disso. Quando Paulo diz: "Será que vocês são tão insensatos?" Paulo usa palavras duras aqui. Será que vocês são tão insensatos que tendo começado no espírito, ou seja, tendo ouvido ou aparentemente tendo se convertido ao evangelho, agora estão dando ocasiões à carne ou estão querendo se aperfeiçoar naquilo que vocês podem fazer? Será que Cristo não é o suficiente? Vocês querem algo mais? Então, hoje nós podemos ver um pouco como Paulo trata estes irmãos e como a palavra de Deus nos ensina de que o prazer na liberdade de Cristo, ele nos conduz a desfrutar disso de uma forma prática. E o primeiro ponto desta noite é que nós precisamos compreender primeiro a nossa natureza. Quando nós entendemos, quando nós compreendemos a liberdade que recebemos em Cristo, automaticamente isso nos traz a memória ou a compreensão de quem nós éramos antes disso e de como estamos suscetíveis à nossa natureza. Vejam, no verso 13, Paulo diz: "Porque vocês, irmãos, foram chamados à liberdade, mas não usem a liberdade para dar ocasião à carne." Então, o fato de nós estarmos libertos ou a liberdade em Cristo nos dar uma nova compreensão de mundo e de vida, há ainda o risco ou a nossa vulnerabilidade para com a nossa natureza pecaminosa. Há um risco que corremos em dizer que somos salvos pela graça, mas não depositamos nossa confiança e suficiência neste aspecto para a vida cotidiana. para tratar o nosso pecado, para tratar as obras da carne ou aquele desejo pecaminoso que existe em cada um de nós. Sim, somos salvos em Cristo Jesus. Muitos olham essa liberdade cristã como uma verdadeira prisão. Você já deve ter ouvido isto ou quando pregou o evangelho ou testemunhou da sua fé? Ouvir de alguém que diz: "Ser crente é não poder fazer nada". Quando apresentamos uma liberdade em Cristo, aqueles que não reconhecem Cristo como suficiente para sua salvação ou não querem Cristo como seu salvador, ouvem [roncando] essa mensagem de liberdade como prisão. E esta é a realidade. Para aqueles que não creem em Cristo Jesus, esta liberdade é uma prisão, porque eles não percebem que estão presos ou escravizados a sua natureza pecaminosa. Nós, ou aqueles que professam Cristo como seu único e suficiente Salvador, verdadeiramente estão livres. Mas aqueles que estão escravizados acham, acham que possuem uma liberdade, mas continuam a satisfazer os seus pecados e então receber o justo juízo da condenação eterna. Falar de condenação eterna é algo que não soa bem aos ouvidos das pessoas, mas esta é a realidade. Ou você está livre em Cristo Jesus, ou você está aprisionado, escravizado pelos seus pecados que conduzirão à morte eterna. Esse é o fato de sermos ah conhecedores da nossa natureza pecaminosa. Todos nós possuímos desejos. Fomos criados para isso, para desejar, desejar tudo aquilo que é lícito diante do Senhor. comer, ter saúde, descanso, diversão, a própria sexualidade, o desfruto do ato sexual, tudo fora criado por Deus, porque é bom e lícito para ser experimentado segundo a vontade do Senhor. Mas quando pegamos estes desejos e colocamos ele ao nosso serviço e não mais à vontade do Senhor, comer passa a ser um risco de pecar. O nosso desejo pela saúde ou desejo por um corpo saudável pode ser transformado em um pecado. O grande problema é quando pegamos o desejo ou pegamos aquilo que é lícito e depositamos nisso aquilo que irá nos satisfazer. Esses desejos passaram a ser a razão da nossa existência. comer, saúde, finanças, prazer sexual. Quando isso passa a ser o que satisfaz o nosso coração e não há Cristo, então não só estamos dando ocasião à carne, mas escravizados por ela. E Paulo diz: "Olha, vocês não foram chamados a isso. Vocês foram libertos disso. Vocês não estão mais sobre este julgo. Vocês não estão mais com essas amarras. O fato de sermos libertos da escravidão de nosso pecado não significa que podemos tratá-lo como um souvenir. É isso que Paulo está dizendo aqui. Ele diz: "Olha, porque vocês, irmãos, foram chamados à liberdade, mas não usem essa liberdade, ou seja, não usem mais a justificativa de que não são escravos ao pecado para continuar pecando ali, aqui ou a colá, para ter um pecadinho de estimação. Não deem circunstâncias, porque a natureza pecaminosa ainda está dentro de nós." Interessante, quando Paulo aplica o contraponto a respeito da nossa natureza ou de como deveríamos ser, ele aplica diretamente com o nosso trato pelo próximo. Vejam só, porque vocês, irmãos, foram chamados à liberdade, mas não usem a liberdade para dar ocasião à carne. Pelo contrário, e aqui esperamos que esperávamos que Paulo poderia falar alguma coisa a respeito do que deveríamos fazer. ele irá fazer a isso logo. Mas ele diz, pelo contrário, sejamos servos uns dos outros em amor. Por que será que Paulo contrapõe dar ocasião à carne ou dar ocasião à natureza pecaminosa? E contrapõe isso com servir ao próximo em amor? Porque a primeira coisa que a liberdade de Cristo faz é libertar nós de nós mesmos, do nosso ego, do nosso desejo por simplesmente atender o nosso umbigo. Não se trata mais de nós, mas de Cristo em nós. Isso é experimentado no trato para com o próximo. A primeira coisa que recebemos em Cristo é a liberdade de nós mesmos. Em Cristo somos chamados a uma liberdade para amarmos, abençoarmos, servirmos ao próximo. Porque toda lei, no verso 14 Paulo diz, porque toda lei se cumpre em um só preceito, a saber, ame o seu próximo como há você mesmo. E aqui está muito mais a questão de você abrir mão do seu próprio eu do que propriamente o ato benéfico para com o próximo. Porque ao abrir mão do nosso próprio eu, automaticamente o outro será abençoado. Quando compreendemos que a nossa natureza pecaminosa é uma natureza que sempre nos puxa para vivermos dentro de um círculo ou vivermos apenas com o que eu preciso, o que eu posso ter, o que eu quero, o que eu desejo. Então, somos libertados deste círculo. Somos ah transportados para uma cosmovisão muito maior. Nós vimos isso na outra passagem. Olhamos para algo muito maior no qual somos inseridos. Este é o argumento utilizado pelo apóstolo Paulo ao mostrar o falso evangelho. Ele mostra que o resultado de dar circunstância à carne ou de viver sobre o eu, o eu, o eu, culminará na destruição mútua. Paulo está sendo de certa forma sarcástico aqui, como foi na a um pouco antes, quando ele diz: "Aqueles que estão pregando a circuncisão entre vocês, tomara que eles se mutilassem ao fazer isso." E Paulo aqui está dizendo, "Olha, olhem para o que estão pregando para vocês, de que vocês precisam se apegar às obras, que vocês precisam fazer aquilo que vocês fazem, não é mais a suficiência de Cristo. Aonde isso está levando vocês?" E muito provavelmente a igreja da Galáia estava passando por confusão, por ah problemas, por discussão, por contenda. Vejam que os efeitos da nossa suscetividade ao pecado não se relaciona apenas com a nossa vida, mas com aqueles que nos cercam. Por isso Paulo o atrela e começa dizendo: "Olha, um dos resultados de uma vida entregue ao espírito ou uma vida que é chamada a não dar circunstâncias à carne, é uma vida pronta a servir o próximo. Agora que nós estamos livres, não existe mais o eu, mas Cristo que vive em mim." A nossa vida cotidiana deve dar respostas a quem nós estamos querendo servir. Sem a liberdade de Cristo, nós não conseguiríamos fazer isso. Você não conseguiria ser bom. Você não conseguiria fazer o bem. Você não conseguiria desfrutar. Você não conseguiria dizer não ao pecado se não fosse a obra de Cristo em sua vida. Nós já vimos que o papel da lei não é salvar, que o papel da lei, ou seja, os mandamentos, aquilo que Deus nos deu, não é salvar, mas é apontar o pecado. Nos dois últimos sermões que nós tivemos aqui nessa série, nós vimos isso constantemente. Se você quiser ah reler isso ou visitar, poderá acessar o nosso canal no YouTube. Mas Paulo trata que o papel da lei, a função principal da lei era dizer: "Você é um pecador e ao fazer isso, conduzi-lo para Cristo." O papel da lei é dizer: "Você é um pecador em todos os aspectos. Não há nada em você que pudesse lhe fazer atrativo aos olhos de Deus. E, portanto, se você for deixado sozinho a sua própria natureza, você não conseguirá. Paulo nos lembra a respeito disso quando diz em Romanos 7, que diremos então que a lei é pecado? de modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, a não ser por meio da lei. Paulo nos lembra isso, que a lei, o seu papel é dizer: "Você é um pecador". é apresentar a sua natureza. É apresentar que os seus desejos por si só são desejos pecaminosos, desejos que eram lícitos, corrompidos, avareza, ganância, glutonaria, imoralidade sexual, todos esses desejos corrompidos. Mas em Cristo nós somos libertos. Em Cristo, nós somos libertos da culpa do pecado. Este pecado é o que nos fazia filhos da ira de Deus. Esta natureza que havia em nós era aquilo que Deus olhava e não tinha comunhão, porque ele é santo, filhos da ira de Deus. Mas em Cristo Jesus, nós fomos libertos desta culpa. E nós fomos libertos também do poder deste pecado. Agora, este pecado não tem mais poder sobre a nossa vida. Em Cristo somo, somos plenamente libertos da justa condenação eterna trazida pela nossa natureza pecaminosa. Em Cristo, nós somos plenamente libertos da escravidão e do poder do pecado. Sim, Satanás não tem mais poder sobre nós. Eu vejo a a alguns crentes às vezes preocupados com relação a a orações que podem ser feitas contra eles. trabalhos ou a amarrações, uma série de de nomes. Tem nome para tudo quanto é gosto em relação a isso. Mas a palavra nos ensina que em Cristo nós fomos libertos não só da culpa, mas do poder do pecado. Por isso, nós não devemos dar ocasião à carne ou não devemos dar ocasião a estes pecados, mas isso não significa que nós não precisamos prestar atenção e lembrar que ele a os efeitos do pecado ainda existem em nossa em nossa vida. Você sabe disso. Você não se tornou plenamente santo. A sua mente produz constantemente coisas que desagradam a Deus. Os seus desejos ainda continuam fervilhando, querendo satisfazer a si próprio. Eles não foram embora. Eles não têm mais autoridade. Você não está mais sujeito a eles, mas eles ali continuam. Esse o primeiro ponto é que nós precisamos compreender essa natureza. O segundo é que nós precisamos confiar na capacitação que recebemos para combater a nossa vulnerabilidade. Se reconhecemos que ainda somos suscetíveis ao pecado, em contrapartida, a palavra de Deus nos diz que nós recebemos o poder de lutar contra isso. Verso 16. Digo, porém, o seguinte: vivam no espírito e vocês jamais satisfarão os desejos da carne. Paulo aqui não está oferecendo possibilidades para solucionar o nosso problema com pecado. Olha, essa é uma possibilidade dentre tantas outras. Não, o apóstolo, o que o apóstolo Paulo está fazendo aqui é garantindo, garantindo que a obra de Cristo produz em nós, por meio do seu espírito, a capacidade de lutar contra o pecado, de combater a nossa natureza. Aqueles que receberam a sua liberdade em Cristo não se satisfazem mais com os desejos da carne, não se satisfazem mais com a sua natureza pecaminosa. O pecado passa a ser um corpo estranho dentro da nossa vida. Ele ainda existe, os seus efeitos ainda estão lá, mas ele é um acidente de percurso. Hoje na nossa aula de catecúminos, nós falamos um pouco sobre isso, de que a vida do crente, ela não está livre dos efeitos do pecado, mas isso é acidente de trajeto de alguém que está caminhando para uma vida de santidade. Não se satisfazer. Estava falando com o reverendo Guilherme, hoje estava com um pouco dor de cabeça. Tomei um remédio e o efeito desse remédio dá um suadouro para para tirar tudo aquilo. O pecado deve ser um vírus em nós, um corpo estranho que deve ser a todo custo expelido. E o que Paulo está dizendo aqui é que há o remédio para isso. E esse remédio nos foi dado. vida no espírito. A consciência de nossa vulnerabilidade somada à fé no poder do Espírito resulta numa vida de contínua e progressiva santidade. Quando eu sei quem eu sou, quando eu conheço a minha vulnerabilidade, somado à certeza e a confiança da obra do Espírito em minha vida, isso me proporciona uma vida constante, contínua e progressiva de santificação, de dizer não ao pecado e sim à vontade de Deus. Nós precisamos experimentar mais da vida no espírito que nos foi dada por meio da obra de Cristo no dia a dia. Muitas vezes nós professamos que fomos salvos pela graça, livres da graça, mas não nos apropriamos disso quando o nosso coração começa a produzir tentações, quando o nosso pensamento não começa a produzir dentro de nós desejos que não são lícitos segundo a vontade do Senhor. graça salva. Mas a mesma graça que salva é a graça que capacita você a dizer não ao pecado. É a mesma graça que me possibilita a lutar contra o meu próprio eu e não satisfazer este desejo da carne. Não há um crente que não queira experimentar isso. Não há um crente que não queira ser preenchido pelo Espírito Santo. Você pode perguntar para qualquer crente de qualquer denominação. Não há um crente que não queira ser preenchido pelo Espírito Santo. Mas isso às vezes causa confusão. O que é ser preenchido pelo Espírito Santo? Somos capacitados pelo Espírito Santo a combater o nosso pecado. Mas o que é viver no espírito? Viver no espírito se trata de receber a condição de nos tornarmos combatentes em relação à nossa vulnerabilidade. Se cremos e nos alegramos em sermos salvos pela graça, também devemos desfrutar dessa capacidade. Essa é a batalha para a qual fomos capacitados. É uma batalha. Paulo não ignora isso. Paulo sabe que santidade não é receita de bolo. Paulo sabe que isso é uma constante luta. Ele fala da sua própria vida em relação a isso, que o bem que ele não, o bem que ele queria fazer, ele não faz, mas o mal que ele não quer, constantemente, ele está ali lutando, está à porta, mas pela graça ele continua lutando e lutando. Veja o verso 17. Porque a carne luta contra o espírito e o espírito luta contra a carne porque são opostos entre si. Para que vocês não façam o que querem. São opostos. Estamos sujeitos à escravidão, quer dos nossos desejos ou quer da vontade do Senhor. Por diversas vezes, a palavra de Deus nos apresenta isso como servos, como escravos de Cristo. Não existe autonomia, não existe imparcialidade. Ou você serve aos seus desejos pecaminosos e se satisfaz neles? Ou você luta contra eles porque você se satisfaz buscando a vontade de Deus no espírito. Não há meio termo. Não é meio termo. E a beleza disso é que Deus nos proporciona conseguirmos nos afastar e deixar os pecados. Nossos desejos não são livres. o meu desejo e o seu desejo ele não é autônomo. Ou ele vai servir ao seu desejo pecaminoso, ou ele vai buscar lutar contra ele, confiando no que o Espírito Santo faz em sua vida. ao cumprir a sua obra redentora na cruz, foi isso que Cristo nos deu. Ao cumprir a sua obra na cruz e subir aos céus, Cristo proporcionou a habitação do seu Santo Espírito, do Espírito Santo, na vida de todo aquele que nele crê. Somos tabernáculos, somos casa, somos habitate do Espírito Santo de Deus. Ele habita em cada um dia após dia, segunda-feira de manhã, quarta-feira à tarde. É o Espírito Santo que nos motiva a buscar a palavra do Senhor, que nos motiva a orar, que nos alerta dos riscos e dos perigos que estamos correndo em relação a nós mesmos. Este é o papel do Deus Espírito Santo na Trindade, nos dar ou nos ensinar aquilo que vem do Pai por meio do Filho, a nos mostrar a nossa vulnerabilidade, mas não nos deixarmos ali como coitadinhos. é nos pegar pela mão e dizer: "Vem cá, agora lute contra isso. Agora lute. Cada um de nós sabe o que temos que lutar, contra o que temos que lutar. Cada um de nós sabemos aonde a nossa natureza pecaminosa tem se aflorado no dia a dia, na vida comum. E da mesma forma com que cada um de nós sabe, Deus sabe de todos. E o Espírito Santo age na vida de todos aqueles que creem, que confiam e que são dirigidos por ele. A palavra aqui é muito clara, é luta, é uma linguagem militar. Nossa natureza pecaminosa é como um guerreiro dentro de nós, que mesmo abatido, mesmo cansado, se tiver uma oportunidade vai nos fazer mal. Agora a época de Copa, eu não sei quantos de vocês gostam, mas eu gosto muito de assistir Azerbaijão e Iraque, enfim. E e é muito nítido que no final do jogo os jogadores estão completamente exaustos, acabados, não conseguem correr, mas [roncando] ainda há uma força para fazer uma falta para evitar que o seu oponente chegue ao objetivo. Seja aquele puxão de camisa absurdo, que comprova o quão bom a camisa é elástica, um carrinho pronto para matar. Assim é a nossa natureza. mesmo abatida, mesmo vencida, ela aproveita qualquer ocasião para nos trazer de volta à escravidão ou aos efeitos dessa escravidão. Por isso que esta mensagem é tanto para aqueles que ainda não creem em Cristo Jesus, mas como para nós que cremos. Preste atenção o quanto você está suscetível, vulnerável e o quanto você não está buscando a sua vida já ganha no espírito para lutar contra isso. Por isso, devemos entender que não há possibilidade de um acordo de paz. Estamos vivendo aí tempos de guerra e por diversas vezes ah é feito um acordo de paz para abrir o estreito Georts a para a navegação petrolífica e aí dois dias depois acabo a Não existe acordo de paz entre a vida no espírito e a vida na carne. Não existe um cessar armas provisório para que você possa se restabelecer. Não existe acordo de paz porque uma nova vida foi dada em Cristo Jesus e capacitada no poder do Espírito Santo. Isso não deve nos deixar preocupados, mas confiantes. Essa mensagem não deveria nos deixar amedrontados, porque uma vitória ganha. Esta é a beleza que Paulo está mostrando. Essa é uma vitória já ganha em Cristo Jesus. O que nós precisamos é desejar, experimentar dos seus efeitos. O verso 18 nos lembra: "Mas se são guiados pelo espírito, vocês não estão debaixo da lei." Este é o conflito que existia naquela época até Jesus voltar ou nos dias de hoje, nós ainda estamos suscetíveis aos nossos pecados. Até Jesus Cristo voltar. Nós estamos em constante luta até nosso Jesus Cristo voltar. O dia em que nossos corpos serão transformados. Ganharemos não só corpos imortais, mas incorrupíveis. E aí sim não haverá mais a presença do pecado. Mas quando Cristo nos dá o seu Santo Espírito, ele não tira de nós essa natureza. Ela permanece lá. mas trabalhada, combatida por meio da ação do Espírito Santo. Vejam, muitos querem estar preenchidos pelo Espírito Santo. Sim, mas que o texto nos ensina aqui que estar preenchido pelo Espírito Santo não é profetizar, não é ter visões, não é buscar falar em línguas, não é sair rodopeando igual ao peão, sair sapateando sem estar cheio do Espírito Santo, é ser preenchido por ele para lutar contra os pecados do dia a dia e da vida comum. Por isso, precisamos lembrar de uma de que não temos a capacidade de vencer o nosso próprio pecado. Eu e você, nós não somos fortes. Não queira vencer o seu próprio pecado com as suas forças. Busque no espírito. E muitos se distanciam de Deus ou da igreja ou de uma vida de comunhão porque fracassam, porque se sentem desanimados, porque fizeram de tudo possível segundo a sua própria força e não no espírito. Se assim tentarmos viver, lutar contra o nosso pecado, segundo a nossa própria força, iremos fracassar, nos sentiremos desamparados. Você já pode ter ouvido de alguém isso? Ah, essa coisa de igreja, essa coisa de Deus não é para mim não. Eu até tentei, mas não funcionou. Não funcionou porque você se apropriou das suas próprias forças e não buscou no espírito o poder para isso. Somos chamados a confiar que não estamos sozinhos, não fomos deixados à nossa própria sorte. Você quer desfrutar da sua liberdade em Cristo? Então, responda o quanto você está sendo conduzido pelo Espírito Santo na luta contra o seu pecado. O quanto você está buscando no poder do Espírito Santo a luta contra os seus pecados? O quanto você compreende a sua fragilidade. Paulo faz essa contraposição. Versos de 19 a 24. mostrando que não há acordo. A luta está aposta, ela deve ser travada. Paulo então coloca os adjetivos daqueles que entregam a sua vida aos seus próprios pecados. No verso 19. Ora, as obras da carne são conhecidas e são: impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, inimizades, richas, ciúmes, iras, discórdias, divisões, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas. Declaro a vocês, como antes já os preveni, os preveni que os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. Aqui Paulo começa com blocos. O primeiro bloco é da imoralidade sexual, impureza e libertinagem. Há muitas outras listas de pecados nas escrituras e quase todas começam na área sexual. Em muitas partes começam com pecado na área sexual. Isso porque a sexualidade tem a ver com quem nós somos. Ela nos define homem e mulher devem se unir. Lembra o que eu disse? Deus criou homem e mulher. Deus ordenou que homem e mulher se unissem. E o pecado, o que é a corrupção disso. Ele não só ordenou como ele protegeu aquilo que Deus uniu. Não separem um homem. Então Paulo demonstra que esta área é uma área que expressa logo de cara a quem estamos servindo, se as obras da carne ou se a vida no espírito. Se você tem problema nessa área, aqui está a solução. O Espírito Santo tem poder para agir aqui. O Espírito Santo tem poder para agir em sua vida, para você lutar contra a imoralidade sexual, contra a impureza, contra a libertinagem, quanto o seu desejo no coração de se divorciar da sua esposa ou do seu marido. O Espírito Santo tem poder para isso. O Espírito Santo tem poder para libertar. Não há nada que ele não possa libertá-lo. Mas você precisa. Eu preciso recorrer a ele, ser guiado, conduzido por ele. Idolatria, feitiçaria estão ligados ao nosso desejo por estabelecer um relacionamento com algo divino. Pecados ligado ao desejo pelo culto ou relacionamento com algo superior. Toda religião que busca o ocultismo, por exemplo, é uma expressão da sujeição à carne. Sim, há [roncando] só um caminho que leve a Deus. Essa expressão de todos os caminhos levam a Deus, mentira, feitiçaria, idolatria. São pecados que rondam o nosso coração. Todas as outras, ouçam, todas as outras religiões que não professam Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador, não provém de Deus. não são obras do espírito e, portanto, não devem habitar, não devem circundar a nossa vida. Infelizmente vemos muitas igrejas ou frentes religiosas que se dizem evangélicas muito mais parecida com seitas ocultistas do que propriamente com o cristianismo. É trabalho. Eles não usam essa expressão, mas é quase isso. Você tem que fazer isso, você tem que fazer aquilo, você tem que fazer tal rito. É quase que um manual de um trabalho de ocultismo. Aquilo que antes começou com um copo de água do lado da TV se transformou agora numa numa uma um mercado idolatria, feitiçaria, tudo aquilo que queremos ou que buscamos ou desejamos para fazer um Deus que está muito mais para nos servir do que ser servido. A grande verdade é essa. Feitiçaria e idolatria. Mas é neste caso do que criar um Deus, servi-lo à medida em que ele me serve. Você dá para receber e porque você recebe, você reconhece, não provém de Deus. Então Paulo continua dizendo também que o pecado ou as obras da carne são apresentadas por erros ou consequências em nosso relacionamento com o próximo. Inimizades, richas, ciúmes, ira, discórdia, divisões, facções, invejas, bebedeiras, orgias, tudo aquilo que não só traz mal à minha vida, mas a vida do próximo. tratam da expressão da vida sujeita aos pecados na natureza humana que não se preocupa com o outro. E é muito triste quando vemos isso dentro do meio cristão, pessoas vivendo relacionamentos conturbados com seus irmãos, brigas, richas, maledicências, discórdias, divisões, facções. E aí nós lembramos o que Paulo diz. tende o mesmo modo de pensar em Cristo Jesus para com os outros. E Paulo tá demonstrando que esses são os efeitos ou a manifestação de pessoas que se satisfazem. Quando ele coloca no verso 21, declara a vocês, como antes já os preveni, que os que praticam, essa palavra praticam, ela não nos exenta disso, mas ela nos ensina que todos nós estamos sujeitos a deslizes, a acidentes de percurso, como eu disse, o que Paulo está dizendo aqui é aqueles que constantemente se satisfazem em viver dessa forma, esses não herdarão o reino dos céus. Aqueles que estão sujeitos, Paulo está contrapondo aqui, lembram a batalha. Se você está lutando contra isso, você está no caminho certo. Se você compreende a sua fraqueza, está lutando contra ela, você está no caminho certo. Mas se você se satisfaz com isso ou se você busca isso, Paulo diz: "Estes não herdarão o reino de Deus". E o contrário, a nossa liberdade em Cristo não nos obriga mais a praticar estas coisas. A nossa liberdade em Cristo não nos faz mais escravos desses desejos, mas ele nos traz uma nova realidade que nós nunca conseguiríamos alcançar pelo fruto do espírito. Amor, alegria, paz, longanidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Nós não nos deteremos aqui ponto a ponto. O que precisamos entender é que Paulo está fazendo esse contraponto. E aqui é interessante que se na nas obras da carne ele usa no plural, ou seja, qualquer uma dessas obras ou todas expressam a nossa sujeição à carne, quando falamos da vida do espírito, é um pacote indivisível. Quando recebemos, recebemos o plano completo de amor, paz, longanimidade, begnidade. A obra do Espírito Santo é completa em nossa vida. A obra da carne multifacetada, uma hora você cai em um, cai em outro, está sujeito a um, a outro, a vida do Espírito Santo não. Por quê? Porque enquanto as obras da carne são obras praticadas por nós, o fruto do espírito é algo que o espírito coloca em nossa vida. Não somos nós que produzimos amor, não somos nós que produzimos paz, alegria, longanimidade ou ser longânimo. Amor aqui é o amor de atitude, de ação. Não é simplesmente um sentimento, é aquele amor que nos leva a fazer. E provavelmente está em primeiro lugar aqui, porque como Paulo já disse em Coríntios, o amor é o que cumpre toda a lei. É pelo amor que nós conseguimos ter a alegria, a paz, a longanimidade, a begnidade, a mansidão, o domínio próprio. Sem amor não há isto. E não é um amor somente de sentimento, é o amor de atitude. Alegria é a expressão de contentamento, não é alegria porque saiu um gol do seu time. Não. Essa alegria é a alegria que provém do Espírito Santo. Esse amor é o amor que provém do Espírito Santo. É a alegria mesmo nos dias mais difíceis da sua vida, você conseguir experimentar a alegria de Cristo em sua vida. Paz, de igual forma não é ausência de conflito, mas é aquela [roncando] paz que excede todo o entendimento. Lembra que eu disse que o Espírito Santo tem tudo o que precisamos para enfrentar a batalha contra os nossos pecados? E ele nos dá essa paz que excede todo o entendimento. Longanimidade significa ter um fôlego longo, paciência. Ah, pastor, olha, paciência não é algo que eu tenho, mas não é para você ter, é para o Espírito Santo colocar em você e você desenvolver aquilo que você recebeu. Se você ficar esperando ter paciência por si próprio, se você esperar alegria ou qualquer um desses atributos, por si mesmo, esqueça. Mas quando você confia que isso já lhe foi dado e você crê que isso faz parte da obra de Cristo em sua vida, agora sim você pode experimentar. Olha, mansidão. Ah, pastor, é difícil, viu? Quem não disse que é isso? É difícil. Paulo sabia. Por isso que ele coloca na linguagem de lutar, domínio próprio. E domínio próprio às vezes é muito mal entendido. [limpando a garganta] As pessoas acham que é como se você não pudesse ter sentimentos, como se você sofresse uma fechada no trânsito e a primeira coisa que brotasse dentro de você é: "Vai abençoado, que o Senhor resplandeça sobre ti." Não é isso. O sentimento ele virá, mas domínio próprio é você ter autoridade ou poder sobre os seus sentimentos. É você sentir ira, é de alguma forma você desejar algo que não é seu e neste momento se dominar, se controlar. Não é a ausência da natureza. Lembrem, Deus ou Jesus não retirou a nossa natureza ainda corrompida. Ele colocou o Espírito Santo para nos ajudar a lutar contra ela até que ele volte. Então isso seja totalmente retirado de nossa vida. Quando Paulo afirma que contra essas coisas não há lei, ele se refere ao fato de que isso já é a lei. Lembrem-se do contexto. Paulo está escrevendo para irmãos que estão sendo influenciados por pessoas que dizem que Cristo não é suficiente e que você precisa fazer de outras coisas. Ele diz: "Olha isso, se você viver isso na sua vida cotidiana, você já vai estar experimentando do objetivo da lei." Então, se você busca a manifestação do Espírito Santo em sua vida, este é o caminho. Se você quer ser preenchido pelo Espírito Santo, este é o caminho. Fugir, lutar contra os seus próprios desejos. O verso 24 nos diz: "E os que são de Cristo Jesus crucificam a carne com as suas paixões e seus desejos. Eu não vejo maior manifestação sobrenatural e esplêndida do Espírito Santo do que pegar uma pessoa pecadora, produzir nela o arrependimento e lhe dar uma nova vida na vida cotidiana. Desculpe, mas você não precisa ter visões. Você não precisa profetizar, você não precisa sair rodando, sapateando. Você não precisa falar em outras línguas. Ser preenchido pelo Espírito Santo é você crucificar os seus pecados, [roncando] morrer para eles e ser preenchido, sim, pelo poder do Espírito Santo na vida cotidiana. Se você foi liberto em Cristo, então a sua natureza carnal já foi crucificada. E por último, Paulo então conclui que a nossa satisfação na alegria da cruz é quando nós andamos conforme aquilo que nos tornamos. Quando eu passo a andar, quando eu passo a viver no espírito e a andar no espírito, se vivemos no espírito, andemos também no espírito. Paulo está mostrando que precisamos ser coerentes. Se o Espírito Santo de Deus habita em nós, dia após dia, segundo após segundo, nós precisamos andar também no espírito. E aqui essa linguagem de andar é uma linguagem um pouco diferente do que ele já utilizou. Essa expressão é aquela expressão de você seguir em linha atrás de um líder, né? Sabe o desenho quando a mamãe em pato tá andando e os patinhos estão todos ali, né? Andando atrás dela. É meio que isso. Ou quando você tá numa num quartel e o a o líder está ali, se ele vira, todo mundo vira, nem pergunta, né? Para onde vai? É isso. Se o Espírito Santo de Deus habita em você, você precisa andar, estar atento a ele, vigilante a você mesmo e buscando o seu direcionamento. A certeza de que somos habitados pelo Espírito Santo não nos ensina apenas que ele nos guia, mas nos ensina que devemos buscá-lo constantemente em nossa oração. Quantas vezes você já orou desta forma? Senhor, que teu Santo Espírito me conduza neste dia. Que teu Santo Espírito abra os meus olhos para os perigos que me cercam. Que teu Santo Espírito me acuse do meu pecado quando a tentação for produzida em meu coração. Que teu Santo Espírito me exorte pela tua palavra. Quantas vezes temos andado ou como patinhos atrás do Espírito Santo, esperando ou buscando o seu direcionamento? Se o Espírito de Deus está em nós, não apenas devemos reconhecer que ele nos guiará, mas sermos vigilantes e pedir o seu auxílio. Três aplicações que eu gostaria que nós tivéssemos nesta noite. Primeiro, segundo as obras da carne, você faz para conseguir, mas segundo a vida do Espírito Santo, você recebe para então praticar. Obras da carne nada mais é do que a nossa constante luta de satisfação de desejos pecaminosos, enquanto a vida no espírito é recebermos algo e a partir disso vivermos por isso. Segundo, pela graça de Deus em Cristo, recebemos o poder do Espírito Santo. Pense nisso. [roncando] Você confia ou você deseja confiar que o poder do Espírito Santo é tudo que você precisa para lutar contra os seus pecados, a mesma graça que te salvou é a graça que continua a capacitá-lo para esta vida. Enquanto o nosso Senhor Jesus Cristo não volta, somos aperfeiçoados constantemente, dia após dia. E por último, não há espaço na vida cristã para andarmos segundo os nossos desejos. Não há acordo de paz, não há um cessar fogo. Devemos estar constantemente militando contra os nossos pecados no poder do Espírito, pois isso não faz mais parte de quem nós somos. Os desejos da carne são acidentes num trajeto de quem está na caminhada da santidade. Esta é uma mensagem que deve produzir em nós ânimo. É como se num dia de uma batalha chegasse armamento novo ou chegasse reforço. Você já deve ter visto isso em filmes quando um exército está perdendo e de repente chega uma cavalaria ou chega um reforço. Então o ânimo cresce e a e os soldados vão. Maior do que cavalaria, do que tanques de guerra, é o poder do Espírito Santo em nossa vida. Isso produz, deve produzir em nós ânimo, mas de novo, para a vida cotidiana, pro dia a dia, pros pecados que nos cercam para não darmos ocasiões a eles. Vamos orar. Senhor, obrigado, ó Deus, porque dentro de nossa fabilidade, dentro do nosso desejo, Senhor, por satisfazer os nossos pecados, o Senhor nos toma pela mão e o Teu Santo Espírito nos ensina por meio da tua palavra que temos tudo aquilo que precisamos para esta luta, uma luta que já foi vencida, pois não somos mais escravos. dos [roncando] nossos vícios. Não somos mais escravos do nosso próprio eu, do nosso ego, da nossa prepotência, arrogância, mas ainda, Senhor, estamos suscetíveis aos efeitos desses pecados. Mas o que nos é apresentado é a tua gloriosa graça em nossa vida. Pedimos, Senhor, confiantes, que teu Santo Espírito abra os nossos olhos. Pedimos que teu santo espírito, Senhor, sonde o nosso coração e por meio da tua palavra, da oração, da comunhão dos santos, ó Pai, sejamos aperfeiçoados e que possamos experimentar cada mais, cada vez mais o fruto do espírito, um só indivisível, todas as atribuições ou atributos, Senhor, que nos foram apresentados, como tantos outros, que os nossos desejos sejam escravos da tua vontade e não da nossa. Essa é a nossa oração em nome de Cristo Jesus, o nosso único, suficiente e pleno Salvador. Amém. Convido a igreja a se colocar de pé e a cantarmos ao nosso Deus, certos de que Cristo nos ajuda. Да. [música] >> [música] >> Primeira fé faltar, [música][canto] não me deixará. Quando tentador [música][canto] agir, sim me guardará. Eu [música] não posso me suster no caminho. [música] Por isso, teu amor não me deixará. [música] Cristo ajudará. [música] Sim, ajudará. ao [música] seu amor, Cristo ajuda. [música] Os vem se deleitar. [música] Não me deixará. Precioso [música] sou aos olhos. Não [música] me deixará. Minha alma não se perderá. Seu plano cumprirá [música] alto preço me contou. [música] Se me guardará. [música] Cristo ajudará. Se ajudará. Grande é o seu amor. Cristo ajudará. [música] >> [música] >> Sang [música] morreu por [canto] mim, não me deixará. [música] A justiça [canto] satisfez. Não me [música] deixará. [canto] Vida eterna [música] Deus me deu. Se me guardar [música] até o fim da vida [música] aqui. Cristo [canto] lá. [música] Cristo ajudará. >> [música] >> Se ajuda seu amor por mim. Cristo [música] ajudará. Cristo ajudará. [música] Sem ajudará. [música] Grande é seu amor por Deus. [música] Cristo ajudará. [música] Vamos orar. Pai amado, nós somos gratos a ti por este culto que nós podemos prestar ao Senhor. Foi o Senhor quem nos trouxe aqui. É o Senhor também quem nos capacitou a fazer o que nós fizemos. Queremos agradecer ao Senhor pelas tuas graças, Pai, que são sempre derramadas sobre nós. Queremos louvar ao Senhor especialmente neste momento, Pai, pelos dízimos e ofertas que nós pudemos trazer a este local. Nós também sabemos, Pai, que isso não vem de nós, mas vem do Senhor. Nós temos a plena certeza, Pai, a convicção de que tudo aquilo que nós temos vem das tuas mãos. Por isso, Pai, nós queremos agradecer ao Senhor, louvar o Teu nome, bendizer ao Senhor e glorificar, Pai, porque nós sabemos que nós precisamos de Ti. Queremos rogar ao Senhor também que o Senhor, pela Tua graça, nos ajude, Pai, enquanto nós usamos esses recursos, Pai. Dê-nos a sabedoria necessária e dê-nos, Pai, a condição de usar tudo isso para a tua honra e para tua glória tão somente, Pai. Que dessa maneira o teu nome seja cada vez mais espalhado sobre este planeta. Dessa maneira, Pai, nós possamos ser usados por ti para levar o teu evangelho para aqueles que precisam. Essa é a nossa oração com relação aos dízimos e ofertas, Pai. E também rogamos ao Senhor pela nossa vida, que o Senhor nos capacite a implementar tudo aquilo que nós ouvimos em nossas vidas, Pai. Dê-nos a graça, Pai, de crescermos em santidade. Dê-nos a graça, Pai, de crescermos sempre na manutenção da Tua casa e sempre na maneira fiel de vivermos a vida para ti. Pedimos isso com os corações gratos e confiando no Senhor. No nome do Senhor Jesus, nós também queremos rogar ao Senhor pelas tuas bênçãos. Dessa maneira, Pai, que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus o Pai, a comunhão e a consolação do Espírito Santo seja com todo o povo de Deus que aguarda a sua volta hoje e para todo sempre. Amém. A igreja pode se assentar. เ Meus irmãos, graças a Deus por mais um culto que nós pudemos prestar ao nosso Senhor. Nossa oração é que Deus possa utilizar aquilo que nós ouvimos para transformar nossa vida. Eu gosto sempre de lembrar os irmãos ao final dos cultos para que nos ah dediquemos à leitura da palavra dele, para que leiamos novamente aquele texto que foi pregado. Dessa maneira que nós possamos não apenas compreendê-lo, mas também tenhamos condição de aplicá-lo em nossas vidas. Façamos isso nessa semana para honra e para a glória do Senhor e para nossa edificação. Queridos, nós temos alguns avisos importantes aqui. Ah, primeiro, antes dos avisos, eu queria saber se temos entre nós algum visitante. Não recebi nenhum formulário, mas é um momento em que se houver algum visitante poderá se apresentar. Não, aqui temos, qual o seu nome? Jonas. Seja muito bem-vindo, Jonas. Obrigado pela sua presença. Deus o abençoe grandemente. Recebo o nosso cumprimento através do nosso irmão presbítero Ronaldo. Também temos ali Bárbara e Vitória também. Sejam muito bem-vindas. Obrigado pela presença de vocês. Também recebam os cumprimentos dos nossos irmãos Presbítero Márcio e o Ronaldo. Obrigado por estarem também aqui conosco. Alguém mais? Apenas vocês. OK. Então vocês são nossos convidados a uma boa conversa ali atrás. Nós teremos hoje, que que foi que falou aqui? É chá de amendoim, né? Deixa eu ver aqui. A gente vai ter hoje chá de amendoim e chocolate quente. Que que é esse negócio? Chá de amendoim. Parece que é bom, gente. Então, vocês são convidados a tomar e experimentar com a gente, tá bom? Então, chá de amendoim, chocolate quente após o culto, pra gente ter um tempinho aí se esquentando e conversando, tá bom? Ah, meus irmãos, temos alguns avisos também importantes sobre a semana que vem. O primeiro, eh, quinta-feira nós teremos um encontro de homens aqui na igreja. Estamos tratando sobre o livro de Romanos, a carta de Paulo aos Romanos, no capítulo oito, capítulo bom, hein? Então, se você é homem, compareça nessa quinta-feira para ah aprender um pouquinho mais sobre o capítulo 8 de Romanos, que é sensacional. Se você não o conhece com profundidade, venha discutir e aprender um pouquinho mais. Também temos algum outro aviso? É apenas esse? Não, temos a EBF. EF que começa agora já nessa semana, então a dos dias 2 ao dia 5 de julho aqui na igreja, das 14 às 17 horas. Isso é para as crianças, é necessário inscrição, tá bom? Então, se você gostaria de participar criança ou se você, pai, mãe, amigo de criança, gostaria de trazer, então escreva para que ela possa participar, tá bom? Então, ainda é tempo ah das 14 às 17 horas do dia 2 ao 5 de julho aqui na nossa igreja, nossa EBF, ah, departamental da SAF, nos lares. Então, no dia 4 de julho, haverá uma uma reunião de mulheres na casa da nossa irmã Maria Nazaré Gomes. Será às 15 horas. Se você não sabe onde é, eu também não sei. Converse com uma das irmãs da SAF e você será indicado ao caminho para chegar lá, tá bom? Ah, são apenas avisos mais alguma coisa, meus irmãos? Não, apenas isso, meus irmãos. Então, Deus abençoe e nos encontramos aqui na semana que vem e continuemos debaixo da graça do Senhor. >> [música] [música]