Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Noite de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz

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Culto – Noite de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

orar, não é? Vamos começar esse momento
de adoração. Senhor,
[roncando] que Deus nos dê graça
para realmente adorarmos a ele, nossas
mentes estarem cativas a sua beleza
nesse momento. Vou pedir João que ore ao
Senhor. [roncando]
>> Senhor Deus, nos leva à tua presença,
Pai, nessa noite. Nos liberta, meu Deus,
de distrações. Nos liberta, meu Deus, de
dúvidas. Nos liberta, meu Deus, de de
temores infundados, meu Deus. Pelo
contrário, enche o nosso coração, meu
Deus, de tudo aquilo que que é
necessário para que nós possamos entrar
na tua presença, meu Deus. Nos dá
confiança, nos dá um senso da tua
maravilha, Pai. nos dá um senso da tua
beleza, nos faz ver, Senhor, a tua
glória, nos faz, meu Deus, de todas as
maneiras, aproveitarmos esse momento ao
máximo, meu Deus, nós estamos entrando
na tua presença, o lugar mais santo, o
lugar mais precioso, o lugar mais belo,
meu Deus, o lugar de maior grandeza e
poder, meu Deus, porque é a tua
presença. Que os nossos corações estejam
sensíveis nessa noite, meu Deus, tanto
para te ouvir, quanto para também falar
contigo, Pai. E que nós possamos estar
alegres, meu Deus, e satisfeitos com
enorme privilégio que é sermos ouvidos,
Pai. Que a tua graça possa nos
maravilhar. Que tudo aquilo que tu
fizeste em nosso favor, meu Deus, e
todas as promessas que tu tens guardado
para nós nos levem, meu Deus, a uma
adoração sincera, verdadeira, meu Deus,
mas que seja recebida na tua presença
também por graça, porque nós sabemos,
meu Deus, que ela não é digna. Então,
meu Deus, abençoa o culto dessa noite.
Meu Deus, nos abençoa também no culto
dessa noite, em nome de Jesus. Amém.
>> Amém, queridos. Amém.
Eh,
em Isaías 26:4
ele diz: "Confiai no Senhor para sempre,
porque o Senhor é uma rocha eterna".
É complicado quando nós colocamos o pé
em algo que não é firme o suficiente.
Então nós temos medo. Quiseres tá
dizendo é que nós não devíamos nunca
deixar de confiar em Deus. Mas eu temo
que cada vez mais, né, e nos nossos dias
mais ainda, os cristãos falam muito
facilmente sobre o caráter de Deus de
maneira leviana.
Aquilo tá dizendo: "Confiai no Senhor
sempre. Não importa
como as coisas estejam ou como nós
estejamos nos sentindo,
nós temos que nos lembrar de Deus,
trazer a nossa memória
e então descansar nada pode ofender mais
um pai
que um filho. Dizer: "Pai, eu não
consigo confiar no Senhor.
Nós somos pais falhos, pecadores,
ah, não somos nada diante de Deus, mas
ainda assim os pais falhos ficam muito
decepcionados se um filho falar: "Eu não
consigo confiar na sua palavra, não
consigo confiar em você". E eu acho que
os cristãos falam muito facilmente isso.
E pior, às vezes eles nem estão
mentindo, né? É óbvio. Então eles acham
realmente que Deus não é uma rocha
eterna. Então eles não podem confiar em
Deus.
Eles confiam em circunstâncias.
Davi, muitos anos depois estava fugindo
de Saul e ele não tinha nenhuma arma e
tinha um exército atrás dele. Ele vai
até onde os sacerdotes moravam e
pergunta: "Não tem nenhuma arma que
vocês possam me arrumar?
uma espada, né, alguma coisa.
E os sacerdotes disseram: "Não tem nada
aqui. O sacerdote, né, tem arma, mas tem
a espada de Golias
que você
tomou naquele dia." Ele disse, pegue
ela. Não há nenhuma espada como essa.
Davi usou aquela espada só uma vez, só
no momento da vitória contra Golias.
Mas você vê anos e anos depois ele diz:
"Não há nenhuma espada como ela.
Não há nenhuma espada tão confiável, tão
boa." E ele só tinha usado brevemente
uma única vez.
Ele disse: "Essa é a espada mais
confiável de todas. Me dá ela. Vai ficar
tudo bem se eu tiver a espada de Golias.
[roncando]
Agora, o quanto você conhece Deus? O
quanto Deus já fez por mim? por você,
muito mais do que a espada de Golias
tinha feito nas mãos de Davi. Como anos
e anos depois ele podia dizer: "Essa
espada eu confio nela. Não há nenhuma
como ela." Como nós temos dificuldade de
dizer como Isaías que diz: "O Senhor é
uma rocha eterna". Confie sempre no
Senhor, porque ele é uma rocha eterna.
Entenda que não há nada mais ofensivo a
Deus do que nossas desculpas temerosas,
não é? nossas ansiedades.
Porque a gente dizendo Deus, Deus não é
confiável, ele não é uma rocha eterna.
Nossas atitudes estão falando,
declarando alto, coisas opostas. O mundo
devia ver em nós. A confiança,
a confiança de Elias
no monte.
Ele dizer para os caras, gritem mais
alto.
Eh, talvez Baal tenha viajado.
Era como se ele estivesse dizendo junto
com Davi: "Deus é confiável.
Nós podemos confiar nele. O mundo vai
olhar para mim aqui contra esses 400 e
vai ver um homem que confia
completamente em seu Deus." É assim que
nós queremos honrar Deus, queridos.
Quando a nossa alma quiser arrumar
argumentos para apatia ou nós logo
trazemos Deus e dizemos: "Por que estás
abatida a minha alma? Porque te
perturbas dentro mim? Espera no Senhor.
Ele é confiável. Ele é a rocha eterna.
Você não tem uma razão sequer para estar
assim. Nenhuma.
Exalte a Deus. Diga como Davi anos
depois. Essa espada não existe nenhuma
como ela. Deus disse: "Não há ninguém
como eu. Eu sou Deus. Eu digo e eu faço.
Eu anuncio o fim desde o princípio.
Não há Deus semelhante a mim. Como não
havia uma espada como aquela de Golias,
não há nenhum Deus, a não ser o nosso
Deus. E ele é esse Deus eterno. Não há
maneira de nós honrarmos mais do que
tratá-lo realmente como uma rocha
eterna, onde as tempestades não
despertam em nós temores não por causa
do tamanho da tempestade, mas por causa
da rocha na qual os nossos pés estão
firmes. Firmes para sempre. Vamos
louvá-lo.
[roncando]
A culpa reinada.
Eu morto [música]
nasci.
Trevas
amava [canto]
Deus.
Nunca aqui busquei,
mas Deus [música] em sua graça,
novo coração [canto]
me deu.
Deus [música]
recreou-me.
Em Jesus
[música] livre sou.
A morte não
[canto]
tem [música] poder sobre mim.
[música]
A morte não [canto]
tem [música] poder sobre mim.
[música]
Deus clamou a [canto] luz brilhou.
>> [música]
>> O Deus Pai me pôs em Jesus
só pela [música] cruz.
[canto]
Justo sou sim em Jesus.
Oh, [música][canto]
[música]
[canto]
[música]
lá na cruz meu pecado.
Jesus Cristo [canto] espiou
e condenação
já não pesa sobre [música][canto] mim.
O castigo que traz a paz. Sim, Jesus
sobre se tomou. [música]
[canto]
Eu proclamarei
[música] tua graça que venceu a morte.
[canto] Eu não
[música]
tem poder [canto]
sobre mim.
[música]
A morte [canto] não [música]
tem poder [canto] sobre mim.
[música][canto] Deus falou, a luz
brilhou.
[música] O Deus pai me pôs em [canto]
Jesus.
Sou pela cruz.
>> [música]
>> Justo sou em Jesus.
[música]
[canto]
[música][canto]
>> [música]
[música]
>> Eleito em Cristo, Deus Pai em mim tem
prazer. [canto]
A cruz cantarei, pois só na cruz eu
justo sou.
Só na cruz eu tenho [música] paz.
[canto]
Na cruz eu já venci.
Na cruz [canto] eu meio
na cruz eu me estou. [música]
[canto]
>> Vindo está [música]
Jesus
sem fim. Aleluia. [canto]
Lai ao cordeiro [música]
que venceu.
V está.
Jesus
sem fim. [música]
Aleluia. [canto]
Louvai
para sempre ai.
[música] V está Jesus
sem fim. Aleluia.
Louvai ao cordeiro [música] que venceu.
Vai
Jesus.
[música]
Aleluia! Louvai
para sempre. [canto] Amém.
Digno é Jesus de todo louvor. Ele nos
salvou a morrer por nós na cruz. Cante
ao Senhor, dê o teu louvor a Jesus,
filho de Deus. Digno [música] é Jesus de
todo louvor. Ele nos salvou ao morrer
por nós na cruz. Cante ao Senhor, dê o
teu louvor a Jesus, filho de Deus. Jesus
[música]
de todo louver [canto]
por nós. [música]
Senhor, viu o teu louvor [canto] a Jesus
[música]
de todo louvor, [canto] ele nosou amor
de [música] nós cruz ao Senhor. Deu o
teu louvor a Jesus. [música][canto]
Filho de Deus. Se Cristo na cruz já
venceu, eu também venci.
>> Se Cristo [música][canto] na cruz já
venceu, também venci.
>> Se Cristo [música][canto] na cruz já
venceu, eu também venci.
[música]
>> Se Cristo na cruz já venceu e também
venci.
Não, [canto]
>> a morte não [música]
>> tem mais poder.
>> Tem poder sobre mim. [música]
Poder sobre mim.
>> A morte [música][canto] não
tem poder [música][canto] sobre mim.
Deus [música] a luz brilhou.
O Deus mãe me [música] pôs em Jesus
só pela cruz.
[música] Justo só se em Jesus.
[música]
Só pela cruz
e [música]
[canto]
Jesus.
>> [música]
>> Amém. Queridos, é maravilhoso poder
dizer que morremos em Cristo. Tudo, todo
peso infinito de culpa, a lei já está
satisfeita.
É como se tivéssemos bebido o cálice
todo sem nunca ter colocado ele, na
verdade, em nossa boca. É como se nós
mesmos tivéssemos gritado tetelestai.
Quando na verdade Cristo fez tudo
sozinho.
Aleluia.
[roncando]
>> [música]
[música]
>> Deus [música][canto] me amou
e me [canto][música]
escolheu.
Sim, em [música][canto] Jesus
me conheceu.
Deus [música][canto] me predestinou
a ser [música][canto] como Cristo.
É, [canto]
diz que sou [música] feliz.
Só por [música][canto] Jesus.
Deus me amou, [música]
me [música][canto]
esconder
sim em [música][canto] Jesus
me conhecer. [música][canto]
Me deu seu espírito, [música]
me fez desfrutar,
Jesus. [canto]
[música]
Não sei [canto] como [música]
expressar
[música]
um tão [canto] grande amor.
Por [música] Deus
aqui eu [canto]
sírei.
[música]
Deus
aim [música] vai satisfazer [canto]
[música]
>> viver [canto]
aqui. Vou [música]
só por [canto]
Jesus.
Só por Jesus.
senti [canto]
[música]
tão perto
do seu [canto] coração.
Deus [música] me amou,
>> me escolheu, [música]
me escolheu.
>> Sim, em Jesus. [música]
>> Sem me conhecer,
>> me conhecer.
Deus [música][canto] meou
[música]
seu
Cristo. Sim. Se Cristo sim.
Diz que sou dele. [música]
>> Só [canto] tu Jesus. [música] Sou Jesus.
>> [música]
>> Sou assento
pelo sonro
[música]
de Deus.
Santo
Deus [música]
poderoso, [canto]
o Senhor
me restaurar,
me guardar e me tomar com seu [música]
grande amor
me mostrar a sua graça, a sua paz
[música]
e me enche de Cristo.
Senhor
santo, viver [música]
santo Deus
poderoso. [canto] O Senhor, o Senhor me
restaura, me restaura [música] e me
guarda e me toma
seu [música] grande amor.
Mostra a sua graça, [música]
a sua paz
de Cristo.
Ele [música][canto] tenho
santo viver.
Deus
poderoso, [música]
Senhor
me restaura, me guarda, [música]
me toma [canto]
seu grande amor. [música]
E mostra [canto]
a sua graça, a sua paz [música]
e me
de Cristo.
>> [canto]
>> Santo viver, [música]
santo [canto]
vivero
viver [música]
Jesus.
>> Santo vive, vida eterna, senhor.
>> Santo vive, santo, [música]
vi
>> santo, vi santo,
>> santo vi, [canto] Senhor,
>> santo [música]
vi. Santo
santo
santo,
[música]
santo [canto] vi
>> santo,
santo
santo [música]
liberou
me escolheu. [canto]
Sim, [canto] Jesus
[música]
me [canto] conheceu.
Deus me escolheu.
>> Deus [música][canto] me predestinou
>> para ser como Cristo. [música]
Eu como triste
>> diz que sou feliz. [canto][música]
>> Diz que sou feliz. [música][canto]
>> Só por Jesus.
Só [canto][música] por Jesus.
>> Aleluia. Aleluia.
É bom poder dizer isso, né, queridos.
Deus me amou no passado, na eternidade.
Porque aí nada no tempo, nada do que
acontece. A gente vai ver como se Deus
nos ama ou não. Isso é tão certo quanto
Deus é soberano e eterno. É isso que dá
paz aos nossos corações
e nos move realmente a adoração.
Podemos cantar o que os anjos não podem
cantar ao sermos colocados em Cristo.
Aleluia.
>> [música]
[música]
>> Nossos altares
[canto] inúteis [música]
são,
mas o altar perfeito [canto][música] é a
cruz.
Nos nossos templos [canto]
imperfeição,
mas nosso templo [música][canto]
agora é Jesus.
Os anjos [música][canto] louvam-te
em multidão.
Louvor perfeito, [música]
perfeita [canto]
voz.
Mas tu inclinas
teu coração
ao aleluia [canto]
que [música] vem de nós.
[música][canto] Então,
aleluia,
aleluia, [música]
aleluia. [canto]
>> [música]
>> Cantai
aleluia, [canto]
[música] aleluia,
aleluia. [canto]
[música]
[canto]
>> [música]
>> Se Deus [música] nos de glória e [canto]
poder,
ainda assim [música] como
alcançar,
mas para [música] se [canto] fazer
conhecer.
>> [música]
>> Ele que veio se humilhar.
[música] Ou então, aleluia,
[música]
aleluia,
[canto] aleluia.
Cantai
[música]
aleluia,
aleluia. [música]
Anjos.
Aleluia.
Aleluia. [música]
Santos.
Aleluia. [música]
Aleluia.
Aleluia. [canto]
[música]
Jesus [música] Cristo,
o Senhor,
todo o céu [música] te reverá
louvor.
Jesus [música]
Cristo
redentor,
toda a terra te [música][canto] dará
louvor.
Jesus Cristo,
o Senhor, [canto]
todo o [música] céu te reer
Jesus [música] Cristo,
redentor.
[música] Toda a terra te dará.
[música]
Tua glória todos [canto]
vão contemplar
naquele dia [música][canto] em que há de
vir.
Mas nós não temos [música]
que esperar,
pois sua presença
está [música][canto] aqui.
[música]
Aleluia.
[música]
Aleluia.
Aleluia. Alia
[canto] Deus. [música]
Aleluia.
[música]
Aleluia.
Louvai. [canto]
Aleluia. [música]
Aleluia.
Aleluia. [música]
[canto]
Deus. Aleluia. [música]
Aleluia. [canto]
Aleluia. [música]
[música]
>> [música]
[música]
>> Louvai. [canto][música]
Aleluia. Aleluia!
Aleluia!
Aleluia! [canto]
[música]
Deus! Aleluia!
Aleluia! [canto]
[música] Aleluia!
[canto]
Louvai!
Aleluia!
[música] Aleluia! [canto]
Aleluia!
>> [canto]
>> Deus. [música] Aleluia.
Aleluia.
[canto][música] Aleluia.
>> Aleluia. Aplauda ao rei. Obrigado, Deus.
[aplausos][música]
Só a cruz é o altar de Deus.
Todos os outros altares são falsos.
Só ali foi oferecido o sacrifício
aceitável que tem um cheiro suave diante
de Deus. Não trazemos sacrifícios a
Deus. Nós
estamos em Cristo e o que ele fez nos
incluiu. Agora nós queimamos em afeições
santas para ele e temos o desejo de que
todos participem disso. Por isso, há
esse esse chamado adoração. Aleluia, né?
Venha louvar a Jeová, venha
contemplá-lo, venha se deliciar nele.
Você não pode dar nada a ele, mas ele é
a nossa porção, a nossa herança.
E é assim que queremos ofertar nesta
noite,
agradecer a Deus pelo seu cuidado,
lembrar que tudo à nossa volta é como
aquelas tendas de Israel que eram
desmontadas.
Nunca faça de nada nesse mundo algo
permanente. Tudo é tenda.
a nossa vida aqui, nossa família, nosso
trabalho, tudo é tenda, tudo tem que ser
desmontado, carregado e um dia deixado.
Não estamos em casa, mas estamos sendo
conduzidos
gloriosamente por Deus para lá. Pega a
sua oferta, Pai. Nós te agradecemos,
ó Deus, que ao olharmos para o deserto
onde vivemos, Senhor Pai, onde vivemos,
possamos confiar que tu és o provedor,
Senhor Pai, de todas as nossas
necessidades espirituais, físicas, ó
Deus, da nossa alma, Senhor, Pai, dos
nossos corpos, Senhor Deus, da nossa
vida.
Então, Senhor Pai, como Isaías disse,
Senhor Deus, nós realmente, Senhor Pai,
confiarmos sempre em ti, pois tu és a
rocha eterna. É assim que te adoramos
com nossas ofertas nesta noite, em nome
de Jesus.
>> Amém.
Enquanto ofertamos, vamos louvar ao
Senhor.
Cristo, [música]
Cristo. [canto]
Deus [canto] eterno,
criador [música]
e rei.
Cristo, [música]
[canto]
Cristo,
tu desceste,
foste [música] à cruz.
Para sempre te amarei, [canto]
meu rei.
[música]
Te louvarei,
meu [música][canto]
Senhor,
>> meu rei da glória. [música][canto]
Livre em ti [música]
possoar.
[canto]
>> [música]
>> Cristo, [canto]
[música]
Cristo,
tu [música] desceste,
foste [canto] a cruz,
para [música] sempre chamarei
meu rei.
Te louvarei,
[música]
meu Senhor,
[música]
meu rei da glória. [canto]
[música]
Livre em ti
posso [canto]
enfim voar. [música]
>> [canto]
>> Tu és santo.
Terra [música] e [canto] céu se
prostrarão
[música]
[canto]
e a glória se dará. [música]
ter vida a ti, [canto]
Senhor. [música]
Devido
a ti, Senhor.
Aleluia.
Tu desceste,
foste [canto] a cruz, para sempre te
amarei, [canto]
meu rei.
Te [música] louvarei, [canto]
meu Senhor, [música]
[canto]
meu rei da glória.
Livre [música]
em ti
posso [canto]
[música] fim doar.
Tu és santo.
Terra [canto][música] e céu se
prostrarão
[música]
e glórias fim [canto]
darão. [música]
Evita-te,
Senhor,
[música]
devida-te,
>> devida [música][canto]
a ti, Senhor.
Arão [canto]
[música] devido
a [canto] ti, Senhor.
>> Aleluia. Aleluia.
[aplausos][música]
A Bíblia diz: "Tributai ao Senhor a
glória devida ao seu nome, ó família dos
povos.
Tudo que derramarmos diante dele é
devido a ele, ao valor infinito dele.
Obrigado, Deus. fale aos nossos
corações, mude-nos, molde-nos
pela tua misericórdia, pelo teu poder,
Senhor, Pai, em nós habitando o Espírito
Santo
e Deus pelas
pelos méritos infinitos comprados para
nós pelo sangue do teu filho, em nome de
Jesus. Amém. Os irmãos podem se
assentar.
Vou conseguir.
Então, Mateus aqui misericordiosamente
vai
deixar eu descansar um pouco a garganta.
Só para eh ajeitar aqui o que tá errado
aqui na minha mensagem. Pera aí.
Boa noite, irmãos. Hoje eu queria ver
com vocês um tema que eu queria juntar,
muitas vezes que a gente não junta na
Bíblia, que é quando a gente vê o livro,
por exemplo, de Reis. E é muitas vezes
dificuldade de entender onde estão as
doutrinas da graça ali. E é isso que eu
gostaria de fazer em algumas mensagens
aqui que eu vou pregar para vocês. E
existe uma coisa que todo ser humano
sempre faz, mesmo quando ele diz que ele
não está fazendo. E a gente já falou
disso algumas vezes, que é adorar. O
homem pode negar a Deus, pode rejeitar a
Bíblia, ele pode fugir da igreja, dizer
que ele não tem religião, afirmar que
vive apenas pela razão, pela ciência,
pela liberdade, ou talvez ele diga que
ele possa viver só pelas suas próprias
escolhas, mas ele nunca vai deixar de
adorar alguma coisa. O coração humano
sempre se curva diante de alguma coisa.
Sempre existe algo que vai estar no
centro. Sempre existe algo que vai dar
sentido a ele. Segurança, uma
identidade, esperança e direção. E
quantas vezes a gente não vê no dia a
dia as pessoas buscarem isso, uma um
sentido pra vida delas. A grande
pergunta da vida não é se você vai
adorar alguém. A pergunta é: o que que
você está adorando no momento?
Porque o coração humano simplesmente não
suporta o vazio. Quando Deus não está no
centro, pode ter certeza, outra coisa
vai estar. Pode ser o dinheiro, pode ser
o controle, pode ser a aprovação que ele
tanto quer das outras pessoas, pode ser
a sua família, a sua carreira, o prazer,
o poder, sua reputação. Pode ser até uma
imagem que você quer ser ter de si
mesmo, uma versão idealizada. de quem de
que uma pessoa pode pensar que precisa
ser finalmente para se sentir segura.
E de modo, eu diria, ainda mais sutil.
Isso pode até ser a religião. Essa é uma
das formas mais perigosas, eu diria, de
idolatria. Quando o homem vai usar a
religião não para se render a Deus, mas
para ele continuar no controle daquilo.
A idolatria não começa apenas quando
alguém se curva diante de uma estátua.
Ela começa quando alguma coisa ou
qualquer coisa ocupa o lugar no coração
que pertence somente a Deus.
Ela começa quando algo criado
simplesmente se torna mais precioso do
que o criador para nós. Começa quando a
alma diz: "Sem isso eu não consigo viver
de jeito nenhum. Sem isso, a minha paz
está indo embora. Sem isso, simplesmente
eu tô perdendo a minha identidade.
Nesse momento, mesmo que a boca diga que
ela confia em Deus, o coração já
construiu um altar que ele vai dedicar.
Essa, por exemplo, é a história de
Jeroboão. Jeroboão não foi um homem sem
religião.
Ele não fechou os lugares de culto. Ele
não disse ao povo assim: "Parem de
adorar". Ele não tentou transformar em
Israel em uma nação que não tinha
espiritualidade. Pelo contrário, que que
ele fez? Ele criou uma religião. Ele
levantou altares, estabeleceu
sacerdotes, organizou festas, colocou
símbolos visíveis para o povo e usou uma
linguagem que parecia espiritual.
Ele deu ao povo algo para ver, algo que
eles pudessem tocar, algo para eles
celebrarem, algo para eles chamarem de
culto, mas tudo aquilo que nasceu de um
coração que não confiava em Deus. E aqui
a gente pode dizer: "Está o perigo". A
idolatria nem sempre aparece como uma
negação aberta a Deus.
Às vezes ela aparece como uma versão de
Deus que nós fabricamos, uma versão mais
conveniente para os nossos desejos, mais
confortáveis para nós e que nós podia
poderemos controlar um pouco. Uma
religião que não exige um arrependimento
profundo, que não confronta o nosso
orgulho, que não mexe nos nossos medos e
que não ameaça o nosso trono interior.
Jeroboão nos mostra que o homem caído
não rejeita necessariamente a religião.
Ele pode simplesmente criar uma religião
onde ele pode continuar sendo rei do
mundo dele. E isso especificamente
precisa nos atingir, porque é tão fácil
olhar para Jeroboão e você pensar assim:
"Que perverso ele é! Que homem idólatra,
que povo enganado se engana com ele. Mas
a Bíblia não nos conta essa história
apenas para nos informar,
eh, nos informar na nossa mente. Ela
expõe Jeroboão para revelar o coração
meu e de cada um que está aqui. O mesmo
impulso que construiu os bezerros de
ouro de Israel continua vivo dentro de
nós. o mesmo medo, a mesma desconfiança,
a mesma vontade de controlar Deus, a
mesma tendência de adaptar a fé aos
interesses que nós temos. A mesma
inclinação de preferir um Deus que nós
possamos manejar, em vez de um Deus vivo
diante de quem precisamos cada um de nós
nos prostar.
Nós gostamos de pensar que um idólatra é
um problema daquele povo antigo que está
lá no Antigo Testamento, de culturas bem
distantes, de pessoas primitivas que
simplesmente não tinham a luz que nós
temos.
Mas não se engane. A Bíblia não permite
que nós tenhamos essa ilusão. O coração
moderno é tão idólatra quanto o coração
antigo. A diferença é que agora os
nossos bezerros de ouro talvez não sejam
de ouro moldado no fogo. talvez sejam
feitos do sucesso que nós desejamos ter,
da aceitação, da segurança, do
ministério que você desejava, a
influência, o dinheiro que você queria,
o conforto, o prazer, o controle e até a
boa reputação religiosa que você
gostaria de ter.
Por isso nós meditarmos sobre isso é
necessário, porque talvez o maior ídolo
da nossa vida não seja uma imagem diante
dos nossos olhos, mas o desejo escondido
de continuar no controle ainda e ainda
assim parecermos espirituais.
E enquanto esse ídolo não é exposto,
podemos frequentar cultos, cantarinos,
ouvir sermões, defender certas doutrinas
corretas e ainda assim manter o nosso
coração longe de Deus. E a nossa
história aqui começa em um momento de
ruptura nacional. Depois do reinado de
Salomão, o seu filho Roboão vai assumir
o trono. O povo vai se aproximar dele
pedindo um alívio.
E eles dizem que o julgo imposto por
Salomão havia sido pesado para eles. Era
como se eles dissesse assim: "Seu pai
exigiu muito de nós. Alivie, por favor,
a nossa carga e nós vamos servir a
você". E o que que o Roboão faz? Ele vai
lá e pede um conselho. Os homens mais
velhos orientam a ele em Primeira Reis
12:7. Se hoje fores um servo deste povo
e servi-lo, dando-lhe uma resposta
favorável, eles sempre serão teus
servos.
CV.
O conselho desses homens mais velhos era
um conselho sábio. Lidere servindo o
povo. Governe com humildade eles. Escute
a dor do povo. Não use o trono que você
acabou de pegar para esmagar. Use para
cuidar do povo. Mas o que que Robo faz?
Ele rejeita o conselho dos mais velhos e
houve os mais novos que cresceram com
ele. Então o que que ele vai fazer? Ele
vai responder com dureza ao povo. Em vez
de aliviar o julgo, ele promete tornar o
julgo mais pesado. Em vez de mostrar
sabedoria naquela situação, ele revela a
arrogância de alguém que está chegando
ao trono agora. E o reino simplesmente
se parte. 10 tribos seguem Jeroboão,
duas permanecem com Roboão. E a nação de
Israel se divide logo depois de Salomão.
Mas precisamos entender aqui algo
importante. A subida de Jeroboão ao
poder não foi apenas estratégia humana
ou uma confusão política. Deus já tinha
anunciado isso. O profeta, o profeta Aás
havia dito que o Senhor rasgaria o reino
da mão da casa de Salomão e daria 10
tribos a Jeroboão. Ou seja, Jeroboão
recebeu o reino pela providência de
Deus.
Ele não tomou aquilo das mãos de do
Senhor. Ele recebeu do Senhor. E isso
torna a história ainda mais séria para
nós. Jeroboão não era um homem que
poderia dizer assim: "Eu cheguei aqui
sozinho". Ele tinha diante de si a prova
da soberania de Deus. O Senhor havia
dirigido a história, havia levado e
levar levantado certas circunstâncias,
havia cumprido a sua palavra.
havia entregado a ele a posição que ele
disse que ele jamais teria conquistado
por si mesmo. E aqui começa o início do
problema. Jeroboão recebe o um reino do
Deus, mas não confiou no Deus para
preservar aquele reino. Essa é uma das
contradições mais comuns do nosso
coração. Nós reconhecemos que Deus abriu
a porta, mas depois eh vivemos como
simplesmente se a manutenção daquela
porta que ele abriu dependesse
completamente de nós e não dele. Dizemos
que Deus nos deu algo, mas passamos a
proteger esse algo com quê? Com
ansiedade, manipulação, medo e pecado.
Nós recebemos uma família de Deus, mas
tentamos controlá-lo como se fosse
soberanos.
Recebemos oportunidade, seja de emprego,
de estudar, o que é que você queira
fazer, mas ficamos apavorados com a
possibilidade de perder aquela
oportunidade. Recebemos dons que nós
temos, ministérios, recursos,
relacionamentos, mas em vez daquilo
gerar uma gratidão e uma confiança no
Senhor, nasce em nós a necessidade
desesperada de controle.
Jeroboão olha para o trono e pensa: "Eu
posso perder isso". E o que que a Bíblia
diz? Diz assim em Reis 12:26 e 27:
Jeroboão pensou: "O reino agora
provavelmente voltará para a dinastia de
Davi. Se eu, se este povo subir a
Jerusalém para oferecer sacrifícios no
tempo do Senhor, o coração dele se
voltará de novo para Roboão, rei de
Judá. Eles me matarão e voltarão para o
rei Roboão.
Eu gostaria de convidar vocês agora
nesse momento para olhar esse texto com
calma.
Jeroboão não começa com um decreto
público aqui, ele começa com um
pensamento no fundo do seu coração.
Antes de haver um altar falso, há o medo
secreto no coração. Antes de haver o
bezerro de ouro, há uma incredulidade
escondida aqui. Antes de haver uma
religião corrompida, há um coração que
está dizendo assim: Deus não será o
suficiente para guardar isso. E esse
sempre é o começo da idolatria. A
idolatria começa quando o coração
acredita que Deus não basta para você,
não basta para me sustentar, não basta
para me proteger, não basta para me
satisfazer, não basta para me conduzir,
não basta para manter aquilo que ele
mesmo acabou de colocar nas minhas mãos.
Jeroboão em momento nenhum aqui disse:
"Eu odeio Deus. O que ele pensou? Eu
preciso garantir o meu futuro. E nesse
pensamento dele, adivinha só, Deus foi
rebaixado. Deus deixou de ser o Senhor
soberano e passou a ser visto como o
quê? como um risco e não a solução da
questão. A obediência a Deus se tornou
perigosa. A adoração verdadeira se
tornou um inconveniente para ele manter
o poder dele. A fidelidade à palavra de
Deus passou a parecer uma ameaça à
estabilidade do reino que ele tinha
ganho de Deus. Quantas vezes isso
acontece conosco? Nós sabemos o que Deus
ordena, mas o que que nós pensamos? Se
eu obedecer, eu posso perder aqui. Posso
perder meu dinheiro, posso perder a
minha influência, posso perder uma
relação, posso perder oportunidades,
posso perder o controle aqui, posso
perder a imagem que eu construí, perder
aquilo que me faz sentir importante no
fim. Então, qual é a nossa reação? A
partir daqui a gente começa a negociar.
Não abandonamos a nossa fé
completamente, mas nós ajustamos ela,
adaptamos, suavizamos, criamos caminhos
paralelos, sempre com a desculpa de que
só tô sendo prudente. Mas muitas vezes é
só uma incredulidade vestida de
sabedoria. Jeroboão nos ensina que o
medo quando governa o nosso coração se
torna um excelente fabricante de ídolos.
E o medo de Jeroboão tinha uma lógica
humana ali. O templo ficava em
Jerusalém. Jerusalém estava no
território de Judá. Se o povo
continuasse indo a Jerusalém para
adorar, talvez os afetos naturalmente se
voltassem paraa casa de Davi. Talvez a
unidade religiosa gerasse uma unidade
política no fim. Talvez Jeroboão
perdesse o trono. Talvez o povo acabasse
matando ele caso voltassem para Robo e
humanamente o pensamento dele faz
sentido. Mas é exatamente nesses
momentos que a nossa fé é testada. Fé
não é confiar em Deus apenas quando a
obediência parece segura para nós. Fé
quando a gente confia em Deus quando
obediência aparece caro para nós. Fé
permanecer debaixo da palavra de Deus.
mesmo coração está gritando que seria
mais fácil nós criarmos uma alternativa.
Fé dizer: "Eu não entendo tudo o que
está acontecendo aqui. Não controlo o
que está acontecendo. Eu não vejo tudo,
mas Deus falou e a palavra de Deus é
mais segura do que os cálculos que eu
consigo fazer.
Jeroboão aqui precisa decidir, vou
governar debaixo da palavra de Deus ou
vou usar a religião para proteger meus
interesses?
Ele escolheu a segunda opção. O que que
nós escolhemos? A Bíblia diz o seguinte
em Primeira Reis 12:28: "Depois de
aconselhar-se, o rei fez dois bezerros
de ouro e disse ao povo: Vocês já
subiram muito a Jerusalém.
Aqui está, aqui estão os seus deuses, ó
Israel, que os tiraram vocês do Egito.
Essa frase é assustadora, porque ela
ecoa. Êxodo 32, que nós vimos hoje de
manhã. Quando Israel fez o bezerro de
ouro no deserto, também disse algo
parecido: "Eis aí os deuses, ó Israel,
que tiraram vocês do Egito". Êxodo 32:4.
Jeroboão está repetindo uma das maiores
vergonhas da história de Israel. Ele
está pegando uma antiga ferida
espiritual e transformando aquilo numa
política nacional para ele manter o
controle.
Ele está ressuscitando aqui o pecado do
deserto e chamando isso de uma solução
religiosa. Mas observe, ele não diz ao
povo para esquecer o êxodo. Ele usa uma
linguagem de redenção. Ele fala do
Egito. usa as memórias sagradas do povo,
pega palavras familiares para eles,
símbolos religiosos e lembranças
espirituais, mas coloca tudo a serviço
da mentira que ele está contando. Essa é
a perversidade da idolatria. Ela não
precisa destruir
todas as palavras corretas. Basta ela
mudar o centro do que está ali. A
idolatria pode manter o vocábulo de Deus
enquanto remove a obediência a Deus. Ela
pode falar sobre fé, bênção, culto,
propósito, vitória, libertação, mas no
fundo tudo gira em torno do homem. Seu
conforto, seus planos, sua conveniência,
sua segurança, sua imagem, seu controle.
Jeroboão disse: "Vocês já subiram muito
a Jerusalém. Em outras palavras, a
adoração verdadeira é trabalhosa demais.
Deus está exigindo demais de nós. Vamos
dar uma facilitada. O coração humano
adora uma religião facilitada. Uma
religião sem cruz, ótimo, sem renúncia,
sem arrependimento, sem submissão,
sem confronto a nós. Uma religião que
diga para você, você não precisa ir até
Deus, até onde Deus mandou. Você pode
adorar. do seu jeito. Como é bom escutar
isso, não é? Você pode obedecer pela
metade, você pode ter símbolos de fé sem
se curvar ao Senhor da fé.
Essa é uma palavra séria para nós,
porque muitas vezes queremos um Deus que
nos salve, mas não um Deus que nos
governe. Um Deus que console a nós, mas
nós não queremos ser corrigidos. Um Deus
que abençoe,
mas ele não precisa reinar na minha
vida. Um Deus que esteja disponível nos
momentos difíceis para resolver meus
problemas, mas que não tenha autoridade
sobre as minhas escolhas. Queremos um
alívio da presença de Deus, mas não o
peso da sua autoridade perto de nós.
Queremos a paz que vem no evangelho, mas
não a morte do nosso orgulho. Queremos
as promessas que vêm, mas muitas vezes
resistimos aos mandamentos de Deus.
Queremos que Deus seja o nosso refúgio,
mas não queremos que ele seja o nosso
Senhor no fim. E esse coração que é
muito parecido com o nosso é o coração
de Jeroboão. Esse é o coração humano sem
a graça. Porque o homem caído não é
neutro de jeito nenhum.
Ele não está apenas esperando informação
suficiente para então escolher
corretamente. O coração humano, na sua
condição natural, ama a autonomia, ama o
próprio caminho que ele possa ter, ama a
sensação dele ser dono de si.
Por isso, quando Deus se apresenta como
Senhor,
o pecado é não apenas discorda, ele se
sente ameaçado no que está ali. Jeroboão
tinha a promessa de Deus, mas ele
preferiu confiar na estratégia que ele
tinha. Ele tinha a história da redenção
do povo, mas ele preferiu distorcer ela.
Tinha a oportunidade de conduzir Israel
em fidelidade, mas preferiu conduzir a
nação eh simplesmente pela conveniência
que ele tinha. E tudo começou com medo.
O medo dizia: "Você vai perder". A
incredulidade dizia a ele: "Deus não vai
sustentar". E o orgulho dizia: "Você
precisa resolver isso do seu jeito". E a
idolatria respondeu: "Faça bezerros". E
isso é o coração que fabrica altares. E
Jeroboão não parou nos bezerros. O
pecado raramente fica parado. Quando o
coração começa a redesenhar a
obediência, logo precisamos redesenhar
todo o resto. A Bíblia diz que ele
colocou um bezerro em Betel e outro em
Danã.
Depois ele fez santuários nos montes,
nomeou sacerdotes dentre todo tipo de
gente, embora eles não fossem levitas,
instituiu uma festa no 15º dia do oitavo
mês, mês que ele mesmo escolheu. Isso
tudo tá em Primeira Reis 12:33.
Essa expressão aqui é muito reveladora
que ele mesmo escolheu. Jeroboão cria
uma religião segundo o coração dele
próprio. Ele escolhe os lugares, os
símbolos, as sacerdotes, o calendário, o
modo do culto e tudo parece religioso
para todos ali. Mas tudo nasce da
vontade do homem. É uma religião que ele
inventou. E isso mostra que a idolatria
não é apenas adorar o objeto errado, é
adorar do jeito errado, com a motivação
errada, para preservar o senhorio errado
na vida. Deus havia dado instruções
claras sobre como a adoração era. Não
era o rei quem decidia como Deus deveria
ser cultuado. O culto não pertencia ao
gosto do povo que estava ali. A adoração
não era uma ferramenta política que ele
poderia usar. Deus não havia se revelado
para ser moldado pela estratégia de
Jeroboão. Mas o pecado sempre quer
transformar Deus num instrumento útil
para nós. Quando a religião se torna um
instrumento do homem, ela deixa de ser
adoração e passa a ser idolatria.
E isso acontece quando alguém busca Deus
apenas para ter paz emocional, mas
santidade ele não quer. acontece quando
alguém quer a igreja como uma rede
social que ele vai poder participar, mas
não como corpo de Cristo. Acontece
quando alguém usa a doutrina para
alimentar o orgulho, mas não se humilha
diante da verdade. O problema não é só o
bezerro de ouro. O problema é o coração
que precisa do bezerro de ouro.
Jeroboão, no final queria um Deus que
fosse útil para ele, um Deus que
mantivesse o povo unido, um Deus que
fortalecesse seu governo, um Deus que
resolvesse seus medos, um Deus que
pudesse ser colocado em Betel e Dã
dentro das fronteiras que ele tinha
controle.
Mas o Deus vivo não cabe nos projetos de
Jeroboão. O Deus vivo não pode ser
usado, manipulado, domesticado. Não pode
ser reduzido a um símbolo nacional, um
amuleto pessoal ou uma ferramenta de
estabilidade emocional. Ele é o Senhor.
E aqui está uma diferença fundamental
entre a verdadeira adoração e a
idolatria.
Na verdadeira adoração, Deus está no
centro. E nós vamos nos render.
E adivinha? Na idolatria, quem está no
centro somos nós. E Deus é usado como um
instrumento para fazer o que nós
queremos. A pergunta então não é apenas
eu tenho religião? Jeroboão tinha uma
religião. A pergunta verdadeira é: a
minha religião me coloca de joelhos
diante de Deus ou apenas me ajudou a
continuar sentado no trono da minha
vida? Essa pergunta é desconfortável
para todos nós respondermos, mas ela é
necessária porque é possível ter
práticas religiosas e manter uma vida
centrada em si mesmo. Mesmo assim, é
possível cantar sobre a soberania de
Deus e viver como se tudo dependesse do
nosso controle. É, é possível afirmar
que Cristo é o Senhor e ao mesmo tempo
resistir a ele em áreas específicas da
nossa vida. A idolatria se esconde
exatamente nesses lugares.
Ela se esconde onde dizemos: "Deus pode
tocar tudo". Menos nisso aqui.
Ela se esconde onde obedecemos, enquanto
a obediência não ameaça os nossos
ídolos. Ela se esconde quando escolhemos
quais partes da palavra de Deus serão
levadas a sério e quais vão ser
suavizadas.
Jeroboão não tinha religião,
não rejeitou, na verdade a religião, mas
ele não tinha a religião verdadeira. Ele
a reorganizou em torno do seu próprio
trono. E essa é uma tentação constante
que nós temos. Uma igreja pode fazer
isso, uma família pode fazer isso, um
líder pode fazer, uma pessoa qualquer
pode fazer isso. Mantenha-se a linguagem
da fé
ali, mas o centro dali está
completamente outro. O nome de Deus
continua sendo mencionado a todo
instante, mas a vontade de Deus deixa de
governar ali. Quando isso acontece, a
religião se torna apenas uma máscara pro
nosso ego. E Deus não se agrada das
máscaras. Deus não procura uma adoração
elegante, conveniente, política e útil
apenas. Ele procura um coração
quebrantado, rendido e submetido à sua
palavra. Ele não aceita ser tratado como
uma peça dentro da estratégia humana.
Ele não divide a sua glória com
bezerros, nem com reis, nem com o nosso
desejo de controle.
E quando olhamos para Jeroboão,
precisamos enxergar uma linha antiga que
atravessa simplesmente toda a Bíblia. O
pecado dele não aparece do nada. Ele
repete o padrão do Éden. Por exemplo, no
Éden, Deus falou, Deus deu uma ordem,
Deus estabeleceu o limite, mas a
serpente se apresentou eh e falou uma
outra possibilidade. Em Gênesis 3:1 diz:
"Foi isto mesmo que Deus disse? O pecado
começou
quando foi questionado a bondade da
palavra de Deus.
Adão e Eva quiseram definir o bem e
simplesmente eles acabaram para definir
o bem e o mal por conta própria. Eles
fizeram o mal. Eles não quiseram apenas
comer um fruto. O que eles queriam era
autonomia.
quiseram viver ali como se pudessem
decidir a realidade sem submissão ao
criador. No Sinai, Israel repete isso.
Deus havia tirado o povo do Egito com
uma mão poderosa. Deus abriu o mar. Deus
alimentou o povo. Deus falou. Mas quando
Moisés demorou, o povo quis algo
visível, imediato, e que eles pudessem
controlar. Então, o que que eles fazem?
O bezerro do de ouro estava ali. Como
com Jeroboão acontece de novo. Deus
havia lhe dado o reino. Deus havia
dirigido a história até ali. Deus havia
mostrado a sua soberania. Mas o que
Jerobon faz? Ele não quis depender dessa
promessa. Ele quis um sistema religioso
que ele pudesse controlar.
É sempre o mesmo movimento. O homem
recebe a palavra de Deus, mas prefere a
sua sabedoria. Recebe a promessa de
Deus, mas mas prefere as suas próprias
garantias. Recebe a presença de Deus,
mas prefere um símbolo que ele possa
tocar. recebe o Senhor, mas ele prefere
o ídolo.
Aqui então entra uma verdade profunda. A
depravação humana não significa que todo
homem é tão mal quanto ele poderia ser
em todos os momentos. Significa que o
pecado alcançou todas as áreas do ser
humano. Alcançou a mente dele, a vontade
dele, os desejos dele, o afeto dele, a
imaginação dele e a religião dele. Tudo
foi afetado. Por isso, o homem não
consegue simplesmente escolher Deus de
modo puro a partir de si mesmo. Até a
sua espiritualidade pode estar
contaminada pelo orgulho. Até a sua
busca por bênçãos pode estar cheia de
egoísmo.
Até a sua adoração pode ser uma
tentativa dele de permanecer no
controle. E essa é a gravidade do nosso
pecado. Ela não destrói apenas os nossos
comportamentos, ela distorce os nossos
amores. O coração humano prefere um Deus
manipulável, porque o Deus verdadeiro
simplesmente ameaça a nossa autonomia. O
Deus verdadeiro diz: "Eu sou o Senhor".
O ídolo diz: "Você continua no comando
para fazer o que você quiser." O Deus
verdadeiro chama ao arrependimento. O
ídolo confirma o nosso desejo. O Deus
verdadeiro transforma a nós. O ídolo
fala: "Pode ficar do jeito que você
está."
Por isso os ídolos são sempre tão
atraentes para nós. Eles prometem
segurança sem rendição. Prometem um
consolo para nós sem santidade. Prometem
um sentido sem a cruz. Prometem o
controle sem obediência. Mas todo ídolo,
no final vai cobrar caro de você.
Geroboão pensou que seus bezerros iam
proteger o seu reino, mas na verdade
eles destruíram a sua casa. Ele pensou
que ele estava sendo estratégico ali. Na
verdade, ele estava levando uma nação
inteira ao pecado. Ele pensou que ele
estava preservando o seu trono fazendo
aquilo,
mas na verdade ele estava se colocando
debaixo do juízo de Deus.
Nenhum ídolo em momento nenhum vai
entregar o que ele promete. Todo ídolo
começa dizendo o quê? Eu vou te proteger
e ele vai terminar escravizando a tua
alma. É por isso que a Bíblia toda trata
idolatria com tanta seriedade. Idolatria
não é apenas um erro religioso, é o
adultério espiritual. é trocar o Deus
vivo por algo morto. É ter uma criatura,
eh, o ter o amor ali e simplesmente você
se dedicar a outra coisa. E nós, e isso
nos humilha profundamente porque mostra
que o nosso problema não é superficial.
Não precisamos apenas melhorar um pouco
a nossa moral. Não precisamos apenas de
alguns ajustes no nosso comportamento
para nós melhorarmos.
Não precisamos apenas de mais informação
religiosa, porque nós não temos o
suficiente. Nós precisamos da graça,
precisamos da regeneração, precisamos
que Deus faça em nós o que nós não
conseguimos fazer em nós mesmos. O
coração de Jeroboão não seria curado com
mais estratégia dele. Ele já tinha, a
gente pode dizer, estratégia demais nos
atos dele. Não seria curado eh com mais
poder. Ele já tinha o trono daquela
nação. Não seria curado com mais
religião. Ele mesmo criou uma religião
inteira ali. Ele precisava de um coração
novo. E nós, cada um de nós também, sem
a graça de Deus, sempre encontraremos no
final uma maneira de transformar até as
coisas mais santas em instrumento do
nosso ego. Sem a graça, até a Bíblia
pode ser usada para nós apenas vencermos
discussões, não para nos render a Deus.
Sem a graça, até o ministério pode virar
apenas um palco. Sem a graça, até a
doutrina pode virar um motivo de
vaidade. Sem a graça, até a adoração
vira expressão apenas de nós mesmos, não
uma exatação ao Senhor.
E por isso, a doutrina da depravação
humana não existe para nos levar ao
desespero
vazio. existe para destruir a nossa
autoconfiança e nos lançar na
misericórdia de Deus. Ela nos ensina a
dizer: "Senhor, eu não preciso apenas
que meus ídolos sejam tirados das minhas
mãos. Eu preciso que meu coração seja
completamente transformado.
E Deus ali não ficou em silêncio diante
da religião falsa de Jerobo em Primeira
Reis 13, um homem de Deus vem a Judá e
profetiza contra o altar de Betel. Ele
anuncia que um rei chamado Josias
nasceria da casa de Davi e aquele altar
seria julgado. Séculos antes, Deus já
estava declarando que aquela falsa
adoração não ia permanecer para sempre.
O homem de Deus clama contra o altar e
Jeroboão estende a mão e ordena:
"Prendam-no".
Mas a mão que ele esticou contra o
profeta secou ali e ele não conseguiu
mais recolher aquela mão.
Imagina essa imagem. Que imagem poderosa
ela. O rei tentava controlar a religião
e não conseguia mais controlar nem a
própria mão. O homem que fabricou deuses
não podia restaurar nem o próprio corpo.
O rei que estava manipulando altares
agora dependia da misericórdia do Deus
verdadeiro. Então Jeroboão pede ao
profeta para que ele interceda por ele.
O profeta ora e a mão do rei é
restaurada. E isso aqui é misericórdia.
Deus poderia ter destruído Jeroboão
naquele mesmo momento. Podia ter
encerrado a história dele ali, mas Deus
lhe dá uma advertência viva, um sinal,
uma oportunidade dele para se humilhar.
Mas adivinha
como todos os reis de Israel, ao ao
contrário de Judá, que tem alguns reis
bons, Jeroboão não se arrepende. A
Bíblia diz assim em Primeira Reis 13:33:
"Mesmo depois disso, Jeroboão não mudou
o seu o seu mau procedimento,
mas continuou
a nomear sacerdotes para os santuários
idólatras dentre todo tipo de gente."
Essas palavras aqui são trágicas. A
gente pode dizer mesmo depois disso,
depois do profeta, depois do sinal,
depois da mão ressecada, depois da
restauração, depois da misericórdia,
depois da advertência, mesmo depois
disso, ele não mudou.
E isso nos mostra que sinais externos
não são o suficiente para converter o
nosso coração. O homem pode ver milagres
e continuar duro. Pode receber um
livamento e continuar rebelde. Pode ser
confrontado com a verdade na cara dele e
continuar agarrado ao pecado. Porque o
problema mais profundo do homem não é a
falta de evidência que ele tem, é a
falta de um novo coração. Jeroboão viu
claramente o poder de Deus, mas não se
rendeu ao ao Deus daquele poder. Essa é
uma das coisas mais assustadoras a gente
pode dizer que a gente vê na Bíblia. É
possível experimentar misericórdias
temporais de Deus e ainda assim
permanecer espiritualmente morto. É
possível ser poupado, curado, livrado,
sustentado, advertido e ainda assim
não se arrepender.
Por isso, não devemos confundir o alívio
com a conversão, nem emoção com
arrependimento, nem susto espiritual que
você possa ter tido como uma
transformação verdadeira. O
arrependimento bíblico não é apenas
querer que Deus tire a consequência do
seu pecado.
É voltar-se contra o pecado porque Deus
foi ofendido. Jeroboão queria muito que
sua mão fosse restaurada, mas não queria
ter um coração quebrantado. Queria a
misericórdia para o seu corpo, mas não a
submissão da sua alma.
E essa é uma religião terrível ali. Ela
busca a Deus apenas para consertar
aquilo que dói, mas não para governar
aquilo que nós somos. Quantas pessoas
que nós conhecemos que não fazem isso?
Procuram a Deus quando a mão está seca,
mas não quando o coração está rebelde.
Procuram a Deus quando a família entra
em crise, quando a saúde enfraquece,
quando o dinheiro acaba, quando o medo
cresce, quando as consequências chegam.
E Deus em sua bondade muitas vezes
alivia, socorre, sustenta, preserva
aquela pessoa. Mas o perigo é receber
alívio e simplesmente você voltar ao
altar falso da sua vida. Jeroboão teve a
mão restaurada, mas ele continuou com os
bezerros. E isso é uma advertência
solene para nós. Não basta ter
experiências com o poder de Deus. Não
basta ter histórias de liberamento. Não
basta dizer: "Deus me ajudou muitas
vezes". A pergunta é: depois disso, o
seu coração se rendeu? Os seus índolos
foram abandonados?
A sua vida está embaixo da palavra dele?
Você quer Deus ou apenas os benefícios
que ele pode te dar?
O juízo de Deus contra Jeroboão nos
mostra que o Senhor não aceita uma
adoração inventada. Deus não é honrado
quando o homem desobedece em nome da
espiritualidade. Deus não recebe culto
que nasce da nossa autonomia. Ele não se
curva diante da nossa criatividade
religiosa que nós temos, que veio do
nosso coração. A adoração verdadeira
precisa ser uma resposta à revelação de
Deus. Deus fala e o povo responde. Deus
revela e o povo se rende. Deus determina
como deve ser adorado
e o povo obedece. Quando essa ordem é
invertida,
o culto deixa de ser adoração e
simplesmente se torna idolatria.
Jeroboão queria decidir os termos, mas
Deus não negocia a sua santidade. Em
Primeira Reis 14, a situação que já
parecia ruim se aprofunda.
filho de Jeroboão
adoece e quando eh manda a sua esposa
procurar o profeta Ais, o mesmo que
havia anunciado que ele receberia o
reino.
Mas Jeroboão decide fazer isso de uma
forma, eu diria, disfarçada. Ele manda a
sua esposa se vestir como outra pessoa.
Veja a contradição aqui. Ele quer uma
palavra de Deus, mas ele tenta enganar o
profeta de Deus. Ele quer o acesso à
verdade, mas não quer aparecer como ele
realmente é. E isso também revela muito
do nosso coração. Quantas vezes nós
queremos ouvir Deus sem sermos expostos
por Deus.
Queremos resposta, mas com mas o
confronto nós não queremos. Nós queremos
a direção, mas não queremos o
arrependimento, o consolo, mas a verdade
não. Mas ninguém se disfarça diante do
Senhor. Antes mesmo da mulher chegar,
Deus revela tudo ao profeta. Aás, já
idoso naquele momento, ele já não
enxergava mais.
Mas mesmo sem ele enxergar,
ele vê muito melhor que Jeroboão. O
profeta cego enxerga a verdade que
simplesmente o rei espiritualmente cego
não conseguia ver. E a palavra de juízo
vem com força na situação. Deus lembra
que levantou Jeroboão, que lhe deu
autoridade, mas que ele não andou nos
caminhos do Senhor. Pelo contrário, fez
outros deuses, fez imagens de Israel
provocando a ira de Deus. E a idolatria
de Jeroboão não é apenas um erro
litúrgico que ele tava fazendo ali. Era
uma traição espiritual que ele estava
fazendo.
Ele ele havia simplesmente conduzido o
povo para longe do Senhor. E essa é uma
das dimensões mais sérias do pecado de
um líder. Quando a sua incredulidade se
transforma em um caminho de erro para os
outros. Jeroboão não pecou sozinho.
Ele fez Israel inteira pecar. Essa frase
vai perseguir a sua memória nas
escrituras. Várias vezes, quando outros
reis são avaliados, aparece a marca na
Bíblia. Andaram no caminho de Jeroboão,
que levou Israel a pecar.
O pecado dele se tornou uma estrada, uma
tradição, um padrão ali, uma herança
maldita em Israel. E isso nos lembra que
o pecado nunca é tão privado quanto nós
imaginamos. Nossas idolatrias formam
ambientes, nossos medos ensinam outros.
Nossa falta de confiança em Deus afeta a
nossa família, nossa igreja, nossos
filhos, nossos eh discípulos, nossas
comunidades. E Jeroboão queria preservar
o seu reino, mas a sua tentativa de
controle produziu a ruína ali.
E aqui está uma verdade que nós devemos
guardar. Aquilo que você desobedece para
proteger,
você já está perdendo no final. Se você
precisa pecar para manter algo, então
esse algo já se tornou um ídolo para
você. Se você precisa comprometer a
verdade para preservar uma posição, uma
posi, essa posição já ocupa o lugar que
é indevido a ela. Se você precisa
desobedecer Deus para não perder a
segurança, a sua segurança já não está
em Deus. Jeroboão termia perder o seu
trono. Por isso ele entregou a sua alma.
E que troca terrível ele fez.
Mas antes do de julgarmos Jerobom com
uma distância pensando como ele pode
fazer isso, nós devemos perguntar a nós
mesmos o que eu tento preservar tanto na
minha vida que custa a minha obediência.
O que que eu tenho medo de perder
se eu confiar plenamente em Deus?
onde a minha religião tem sido mais
estratégia de controle do que rendição
verdadeira a Deus.
Essa pergunta aqui precisa alcançar
lugares concretos em nós. Talvez alguém
esteja mantendo uma aparência
espiritual, mas em casa governe e é
governado pelo medo. Talvez alguém diga
que confia no Senhor, mas vive
manipulando pela necessidade da
aprovação. Talvez alguém defenda a fé
com palavras corretas que ele expressa,
mas no fundo ele usa a religião para
construir uma imagem de superioridade
perante as outras pessoas. Talvez alguém
esteja obedecendo a Deus apenas até o
ponto em que a obediência não ameace o
seu conforto. A falsa segurança da
religião, se arrependimento, é
justamente essa. Ela nos promete parecer
próximos a Deus enquanto permanecemos
distantes no coração. Jeroboão tinha
altar, sacerdotes, festas e um povo
reunido.
Mas ele não tinha a submissão
verdadeira. E isso é simplesmente
assustador, porque uma pessoa pode estar
e cercada de elementos religiosos e
ainda assim estar longe de Deus.
Ela
pode estar aqui cantando e adorando a
Deus, mas não se render verdadeiramente
a ele. Ela pode ouvir sermões, mas não
se arrepender de nada e nunca achar que
um sermão é para ela. Ela pode defender
uma doutrina, mas amar o próprio
orgulho. Ela pode participar de
atividades, mas continuar protegendo os
seus ídolos do coração. A religião falsa
é perigosa porque ela é uma anestesia
pra nossa consciência.
Ela dá ao pecador a sensação que está
bem porque existe alguma forma de
espiritualidade presente ali. Mas a
espiritualidade sem verdade não salva as
pessoas. O zelo sem obediência não honra
a Deus. Culto sem rendição não é
adoração aceitável. Jeroboão queria uma
religião que acalmasse o povo e
preservasse o seu trono.
E muitas pessoas querem uma fé que
acalme a alma, mas não destroa o seu
ego. Querem paz, mas não querem o
senhorio. Querem o perdão de Deus, mas
eles não querem ser transformados.
Querem a promessa, mas não mandamentos.
querem Deus como um ajudador, mas não
como um rei. Só que o Deus da Bíblia
não se oferece para nós como acessório
religioso. Ele vem como senhor absoluto.
E isso é graça, porque a pior coisa que
Deus poderia fazer se ele nos deixar
governar a nós mesmos.
Não se engane, irmãos. O coração
humano é um péssimo Deus. Ele é
instável, ele é enganoso, ele é medroso,
ele é orgulhoso, ele é insaciável.
Quando o homem se torna ao centro, ele
vai destruir a si mesmo. Jeroboão é a
prova viva disso. Ele tentou controlar
tudo à sua volta, mas o seu medo
cresceu. Ele tentou criar segurança, mas
ele produziu cada vez mais juízo. Ele
tentou preservar a sua casa, mas a sua
casa foi condenada. Ele tentou moldar a
Deus, mas foi confrontado pelo Deus que
não pode ser moldado. Agora chegou a
hora de nós olharmos para Cristo, porque
toda essa história aqui seria apenas
condenação se nós terminássemos no
Jeroboão. Mas a Bíblia não termina nos
tronos quebrados de Israel. Ele caminha
para, ela caminha para outro rei.
Jeroboão é o rei que usa a religião para
preservar o seu trono. Cristo é o rei
que deixa o trono da glória para
preservar e para salvar o seu povo.
Jeroboão fabrica bezerros para não
perder o seu poder. Cristo se integra na
cruz em obediência ao Pai. Jeroboão
manipula a adoração para ele controlar
as pessoas. Cristo se oferece como um
caminho vivo e verdadeiro ao Pai.
Jeroboão diz: "Não subam a Jerusalém". E
Cristo caminha para Jerusalém, sabendo
que lá ele ia ser rejeitado, humilhado e
crucificado. Jeroboão teme perder o
reino. E o que que Cristo diz? João
18:36. O meu reino não é deste mundo.
Aqui está o contraste glorioso. Jeroboão
queria salvar a si mesmo. E o que que
ele fez? Ele perdeu tudo que ele tinha.
Cristo entregou a si mesmo e ele salvou
a nós. Na cruz vemos o verdadeiro rei.
Não um rei inseguro, não um rei
manipulador, não o rei que usa Deus para
os seus próprios fins, mas o rei santo,
obediente, humilde, cheio de graça e
verdade. O rei que não veio
para ser servido, mas para servir e dar
a sua vida em resgate de muitos. Ali no
Calvário, Deus mostrou o horror da sua
da nossa idolatria.
Porque a cruz revela que o pecado do
pecador não é algo pequeno. Nossos
ídolos não são brincadeiras espirituais.
Foi por causa do nosso pecado que Cristo
teve que sofrer. Foi por causa da nossa
rebelião que o filho de Deus foi morto
naquele dia. Foi por causa do nosso
desejo de sermos reis que o verdadeiro
rei levou uma coroa de espinhos por nós.
Mas a cruz também revelou a profundidade
da graça. Cristo morreu por idólatras.
Morreu por gente que trocou o Deus por
controle.
morreu por pessoas que quiseram moldar
Deus à sua imagem. Morreu por coração
que preferia bezerro de ouro ao Deus
vivo. Ressuscitou para nos libertar. A
salvação não é Deus apenas perdoando
os nossos atos errados. É Deus
destronando completamente nossos ídolos
e nos trazendo de volta para ele. É o
Senhor arrancando o coração de pedra e
dando um coração novo para nós. É Cristo
tornando-se mais precioso do que aquilos
que nos dominava e era precioso para nós
antes. Por isso, a resposta ao pecado de
Jeroboão não é apenas tentar ser menos
idólatra com o nosso esforço próprio. A
resposta nossa é correr para Cristo.
Somente Cristo pode vencer o Jeroboão
dentro de nós. Somente Cristo pode nos
libertar da necessidade desesperada de
controle que nós temos. Somente Cristo
pode nos ensinar a confiar no Pai.
Somente Cristo pode nos purificar
a nossa adoração. Somente Cristo pode
ocupar o centro sem destruir a nossa
alma. Porque ele é o único rei cujo
governo é vida. Então, irmãos, abandone
os bezerros, abandone a religião da
conveniência, abandone a fé moldada pelo
medo, abandone o altar construído para
proteger o seu próprio trono. Venha ao
rei crucificado e ressurreto. Porque no
calvário nós vemos que Deus não nos
chamou para uma adoração vazia.
Mas para a reconciliação verdadeira. Ali
Cristo carregou a os a culpa por conta
de nós e dos nossos ídolos. Ali o
verdadeiro rei morreu nos lugar dos
rebeldes que éramos nós. Ali a graça
soberana brilhou sobre pecadores que
jamais teriam capazes de lhes se
libertarem sozinhos. Agora ele nos chama
não apenas para sermos religiosos, para
nós sermos dele. Cristo é o único rei
digno de verdadeira adoração. E quando
ele reina no nosso coração, os ídolos
começam a cair. Não cai porque
finalmente nós nos tornamos fortes o
bastante. Caem porque Cristo se torna
mais belo, mais precioso, mais digno,
mais suficiente para nós. O coração
não é liberto da idolatria apenas quando
enxerga que o ídolo é falso, mas quando
vê que Cristo é infinitamente melhor. O
ídolo promete segurança, mas Cristo é a
nossa rocha. O ídolo promete identidade,
mas Cristo nos chama pelo nome. O ídolo
vai prometer um controle, mas Cristo nos
dá descanso no governo soberano do Pai.
O ídolo vai sempre prometer vida para
você, mas Cristo é a própria vida para
nós. Por isso, a mensagem de Jeroboão
não termina com o chamado moralista:
"Tente mais, seja melhor, controle os
seus ídolos". Ela termina com uma
chamada ao evangelho. Renda-se ao rei
verdadeiro. Pare de tentar salvar o seu
próprio trono. Você não foi criado para
ser rei de si mesmo. Você foi criado
para conhecer, amar e adorar e obedecer
ao Deus vivo. E aquilo que o pecado
destruiu, Cristo veio restaurar. No
calvário, o verdadeiro rei foi tratado
como rebelde para que rebeldes fossem
recebidos como filhos. Ele foi levantado
numa cruz para carregar a nossa culpa.
Ele sofreu a ira que nossos ídolos
mereciam. Ele morreu a morte que nossos
pecados exigiam. E ao terceiro dia
ressuscitou, mostrando que nenhum ídolo,
nenhum pecado, nenhum medo, nenhum trono
humano, nenhuma falsa religião tem a
última palavra aqui. A última palavra
pertence ao rei. E esse rei chama você
hoje não para uma religião fabricada
pelo medo, não para uma fé moldada pela
conveniência, não para uma
espiritualidade onde você continua no
centro, mas para uma vida rendida,
perdoada, transformada e satisfeita
nele. Cristo é melhor do que o controle
que você acha que você pode ter. Cristo
é melhor do que a provação que você acha
que você eh que vai ser boa para você. a
partir dos outros. Cristo é melhor do
que qualquer bezerro de ouro que o
coração possa fabricar.
Então, venha ele, adore o único rei e em
vez eh de explorar os seus eh que em vez
de explorar os seus adoradores,
simplesmente morreu para salvá-los.
Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos
pelo dia de hoje, que nós possamos ver
essa mensagem aqui falando da história
de Jerobo e nós possamos ver os ídolos
do nosso coração, o controle que nós
desejávamos ter, o
as coisas que simplesmente nesse mundo
são ídolos para nós
e nos faça nesse dia, agora, hoje
rendermos cada coisa dessas a ti, meu
Deus, para que nós
simplesmente passemos, ao invés de
confiar nesses ídolos, olharmos para ti
e falar: Deus, a partir de hoje eu
confio em ti, pois eu sei que nada no
meu coração pode me salvar. Somente o
teu filho na cruz pode me salvar.
Somente indo para ti
é que eu posso me salvar, porque não
porque eu fiz alguma coisa, mas porque
tu fizeste para mim. Se dependesse de
mim, nada teria acontecido, mas tu
fizesses. E por isso o que eu tenho é
garantido, porque tu prometestes para
mim. E por isso eu tenho certeza que um
dia eu vou estar no céu adorando a ti
perfeitamente para sempre, meu Deus. É
esse o nosso desejo e que essa verdade
não saia dos nossos corações, que nós
possamos meditar durante a semana para
que essa verdade sobre os nossos ídolos,
nós possamos meditar nela e render tudo
isso a ti. É isso que nós pedimos hoje,
em nome de Jesus. Amém.
Que desnudamento a palavra de Deus fez
em nós lá agora.
Todos nós nascemos gerbões,
por isso não podemos olhar com distância
para ele, porque nós nascemos
assim,
todas as bênçãos de Deus, por causa
disso podem ser transformadas pelo nosso
coração em maldição. não é assustador.
Não as coisas ruins do mundo, mas as
melhores,
aquelas que são tem a marca da maior eh
bondade de Deus. Podem ser armas que
nossos corações usam exatamente contra a
glória de Deus, quando tudo devia ser
para glória dele. E isso
eh não é necessário nenhum tipo de
esforço, medo e ansiedade,
medo eh desprovido do verdadeiro temor a
Deus, o medo em si mesmo e ansiedade já
são pecados que levam a outros pecados.
Não importa se a gente quer dar a essas
coisas o nome que a humanismo secular
deu para diminuirmos.
Ou nós ficamos ansiosos ou glorificamos
a Deus. É impossível fazer as duas
coisas ao mesmo tempo. Ninguém ansioso
está glorificando a Deus como a rocha
eterna,
como Deus vivo, como Deus soberano.
Quando é dito para nós, como foi essa
noite, que qualquer coisa
em que nós estamos dispostos a pecar,
para ter, para manter,
já é um ídolo
que marca eh fácil de olhar para todos
os nossos medos e ansiedades.
E como é fácil pecar para ter ou manter
coisas.
às vezes coisas físicas, às vezes
reputações, às vezes pessoas.
Então, como é poderoso isso e como isso
é destruidor e como isso atinge outras
pessoas.
Quando é dito toda hora que Jeroboão faz
fez Israel pecar, isso nunca era
esquecido. Muito tempo depois dele era
dito isso. Nunca trate o pecado como uma
coisa isolada.
atingir
os nossos filhos, nossa família, nosso
bairro, nosso emprego, nosso mundo. A
ideia de que isso é um problema meu não
é verdade.
É assustador pensar que nós podemos
levar as pessoas a pecarem, mas não
podemos levá-las a se arrependerem.
Nossas palavras podem fazer as pessoas
pecarem conosco, mas nós nunca vamos
poder ajudá-las a se arrependerem.
Nem nós somos capazes de um verdadeiro
arrependimento em nossa própria
capacidade,
mas temos um grande potencial de levar
as pessoas a participarem do nosso
pecado.
E é trágico pensar que podemos fazer
isso facilmente, mas é impossível para
nós levar aquelas pessoas ao
arrependimento.
Então, nós podemos cometer um mal
infinito, mas não podemos fazer um bem
infinito à aquela pessoa.
Então, temos muito cuidado com a nossa
vida por causa da glória de Deus, por
causa dos nossos corações,
por causa dos outros.
Às vezes, só de olhar para Jerobão com
medo já era uma pregação falsa sobre
Deus. [música] Mas muitas vezes o mundo
está olhando para nós com medo,
ansiosos.
Estamos fazendo a mesma coisa, adorando
um ídolo na face de Deus, diante dele.
Só Deus pode fazer uma verdade como a
dessa noite, entrar lá no coração
e abrir todos os armários e todas as
gavetas
onde o erro costuma se esconder. Nós te
agradecemos, Deus, pela paciência com
que tu envia a tua palavra de novo, de
novo e de novo. Faça, Senhor Pai, com
que teu espírito, Senhor Deus, possa
realmente, Senhor Pai, levar a verdade
para aqueles lugares do coração mais
profundos, onde, ô Deus, o pecado
costuma se esconder, se camuflar com
outros nomes.
que ele descubra, Senhor, Pai, lá nos
nas nos nas gavetas do coração, onde o
medo se esconde, a ansiedade, onde a
evidência clara de ídolos se escondem e
nos dê um coração e mente e ouvidos
diferentes de Jeroboão, que ouviu a
mesma coisa, tendo privilégio que nenhum
outro rei daqueles dias tinha pelo
mundo, que é ter profetas falando a
verdade para ele, ter sua mão, Deus
tocando e abençoando de maneiras eh
únicas. E ainda assim, Senhor Pai, não
recebeu um coração para se arrepender,
para te amar, para confiar em ti. Como é
fácil ver, Deus, que o medo, a
ansiedade, serão pai destruiu a vida de
reis como Saul, como Jeroboão, que
receberam coisas de ti e trataram
aquelas coisas como muito mais preciosas
do que tu mesmo. nos livre, nos livre,
Deus, porque se tu nos deixar entregues
as a nós mesmos, não há nenhuma
diferença, Senhor Pai, em que o que os
nossos corações fazem e que o coração de
Jeroboão e de Saul fizeram, Deus, com a
tua bondade, transformaram ela em
maldição para eles mesmos. nos dê a tua
graça para vivermos para a tua glória. E
todas as outras coisas serão, Pai, sejam
apenas coisas que podem vir das tuas
mãos e podem ser tiradas, ó Deus, e que
quando tiverem nas nossas mãos não
produzam medo nem ansiedade, para que
não tragam consigo toda aquela companhia
e batalhões de pecados que andam junto
com esses pecados comandantes.
É o que nós te pedimos em nome de Jesus.
Amém. Vamos cantar.
A graça de sermos confrontados pela
palavra de Deus deve ser eh dada de
volta a Deus com verdadeira adoração,
porque é o que nós precisamos, que a
espada da palavra de Deus nos corte
muito antes, que corte outros. Vamos
cantar.
>> [roncando]
[música]
>> Tua graça, meu Deus, transborda.
Nos [música] encontra sem fim. Teu amor,
[música]
soberano,
nunca falhas. És fiel, Deus.
[música]
Terra e céu, Deus louvará quem tu és.
Tu perdoas com [canto][música] graça ao
contrito.
>> És conforto [música]
para todo que clamar.
O rei [música]
que [canto] salva para sempre.
>> Tua glória a Deus cantaremos sem cessar.
[música]
>> Tua glória a Deus cantaremos sem cessar.
[canto]
És Deus
conosco.
[música]
Por nós és quem vai nos condenar.
[canto]
Ou entre [música] nós ficar Deus para
sempre. [canto]
Por [música] nós és quem vai nos
condenar.
Ou [música] entre nós ficar Deus.
>> [música]
>> Na cruz [música][canto]
Jesus por nós morreu. Pai,
quem irá Deus o teu [música]
amor?
Te louvamos,
ó, santo [música][canto]
Deus.
Tua glória, [música] Deus cantaremos sem
cessar.
>> És Deuso, [música]
[canto]
por nós és quem vai [música] nos
condenar. [canto]
Ou entre nós ficar Deus [música]
para [canto] sempre.
Por nós és quem vai nos condenar.
[música]
Ou entre [canto] nós ficar bem.
[música]
Tu nos tira.
da [música][canto] morte.
Não há temor, pois nos [música][canto]
amas.
Toda maldição
tu quebraste. [música][canto]
Um com Cristo nos fez.
Um com Cristo nos fez. [música]
Tu nos tiraste
da morte. [canto]
>> [música]
>> Não há temor, pois nos ambas. [canto]
Toda maldição [música]
tu quebraste.
O bom Cristo nos [canto] fez.
O Cristo nos fez. [música]
Tu nos tiraste
da morte.
>> [música]
>> Não há [canto] temor, pois os amaris.
[música]
Toda maldição [canto]
tu quebraste.
Um com [música] Cristo nos fez.
Um com Cristo nos fez.
Um com Cristo nos fez. [música]
O bom Cristo nos fez.
O bom Cristo nos [música] fez.
És Deus
conosco.
Por [música]
nós és quem vai nos condenar. [canto]
Ou entre nós ficar Deus [música] para
[canto] sempre.
O Nós és quem [música] vai nos condenar.
Vou entre [canto] nós ficar Deus por nós
por [música][canto] nós és quem vai nos
condenar.
Ou entre [música][canto] nós ficá Deus
para sempre.
Por [música][canto] nós é quem vai nos
condenar.
Ou entre nós ficar Deus.
>> [música]
>> Por [canto] nós [música] és quem vai nos
condenar.
Ou entre [música][canto]
nós ficar Deus para sempre. [música]
Por nós [canto] és quem vai nos condenar
>> ou entre nós ficar Deus. [música]
>> Aleluia. Aleluia.
>> [aplausos]
>> Que declaração, queridos, esse ano faz.
Que declaração?
Quem vai nos condenar? Nada. Mas nós
olhamos para pecado. Não assim,
simplesmente não é porque nossa questão
não é não sermos condenados.
É maravilhoso dizer quem vai nos
condenar ou entre nós ficar. Nós sabemos
que o pecado ainda pode quebrar a
comunhão, apesar de não poderos
condenar. E nós odiamos as duas coisas.
Odeamos a condenação que o pecado traz.
Mas por odiamos isso? Por amor, a beleza
da santidade de Deus, não queremos nada
entre nós. E sabemos que na cruz Cristo
fez as duas coisas. Não apenas eh tirou
o poder da lei nos condenar por causa do
pecado, não há. Então, quem irá nos
condenar? Mas quem vai ficar entre nós
também não, porque nós fomos salvos para
comunhão com Deus, para o desfrute de
Deus, para não ter aquilo que nos
separava
da alegria que ele é.
E nós temos as duas coisas em Cristo. O
pecado não pode nos condenar e agora
somos livres para nada estar entre nós e
Deus, a não ser Cristo. Pai, obrigado
por esta noite. Obrigado, Senhor Pai,
por sermos sondados pela tua palavra.
Que cada um de nós, Senhor Pai, possa
entesourá-la no lugar mais precioso do
coração, para que de lá ela brilhe,
Senhor Deus. E seja realmente lâmpada
para os nossos pés e luz, para o nosso
caminho agora e sempre. É o que te
pedimos em nome de Jesus.
Amém. Amém. Que Deus nos dê uma semana
cheia de graça. Amém, queridos. Amém.

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