Culto – Noite de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
01/06/2026
Culto – Noite de Domingo 31 de Maio de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
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orar, não é? Vamos começar esse momento de adoração. Senhor, [roncando] que Deus nos dê graça para realmente adorarmos a ele, nossas mentes estarem cativas a sua beleza nesse momento. Vou pedir João que ore ao Senhor. [roncando] >> Senhor Deus, nos leva à tua presença, Pai, nessa noite. Nos liberta, meu Deus, de distrações. Nos liberta, meu Deus, de dúvidas. Nos liberta, meu Deus, de de temores infundados, meu Deus. Pelo contrário, enche o nosso coração, meu Deus, de tudo aquilo que que é necessário para que nós possamos entrar na tua presença, meu Deus. Nos dá confiança, nos dá um senso da tua maravilha, Pai. nos dá um senso da tua beleza, nos faz ver, Senhor, a tua glória, nos faz, meu Deus, de todas as maneiras, aproveitarmos esse momento ao máximo, meu Deus, nós estamos entrando na tua presença, o lugar mais santo, o lugar mais precioso, o lugar mais belo, meu Deus, o lugar de maior grandeza e poder, meu Deus, porque é a tua presença. Que os nossos corações estejam sensíveis nessa noite, meu Deus, tanto para te ouvir, quanto para também falar contigo, Pai. E que nós possamos estar alegres, meu Deus, e satisfeitos com enorme privilégio que é sermos ouvidos, Pai. Que a tua graça possa nos maravilhar. Que tudo aquilo que tu fizeste em nosso favor, meu Deus, e todas as promessas que tu tens guardado para nós nos levem, meu Deus, a uma adoração sincera, verdadeira, meu Deus, mas que seja recebida na tua presença também por graça, porque nós sabemos, meu Deus, que ela não é digna. Então, meu Deus, abençoa o culto dessa noite. Meu Deus, nos abençoa também no culto dessa noite, em nome de Jesus. Amém. >> Amém, queridos. Amém. Eh, em Isaías 26:4 ele diz: "Confiai no Senhor para sempre, porque o Senhor é uma rocha eterna". É complicado quando nós colocamos o pé em algo que não é firme o suficiente. Então nós temos medo. Quiseres tá dizendo é que nós não devíamos nunca deixar de confiar em Deus. Mas eu temo que cada vez mais, né, e nos nossos dias mais ainda, os cristãos falam muito facilmente sobre o caráter de Deus de maneira leviana. Aquilo tá dizendo: "Confiai no Senhor sempre. Não importa como as coisas estejam ou como nós estejamos nos sentindo, nós temos que nos lembrar de Deus, trazer a nossa memória e então descansar nada pode ofender mais um pai que um filho. Dizer: "Pai, eu não consigo confiar no Senhor. Nós somos pais falhos, pecadores, ah, não somos nada diante de Deus, mas ainda assim os pais falhos ficam muito decepcionados se um filho falar: "Eu não consigo confiar na sua palavra, não consigo confiar em você". E eu acho que os cristãos falam muito facilmente isso. E pior, às vezes eles nem estão mentindo, né? É óbvio. Então eles acham realmente que Deus não é uma rocha eterna. Então eles não podem confiar em Deus. Eles confiam em circunstâncias. Davi, muitos anos depois estava fugindo de Saul e ele não tinha nenhuma arma e tinha um exército atrás dele. Ele vai até onde os sacerdotes moravam e pergunta: "Não tem nenhuma arma que vocês possam me arrumar? uma espada, né, alguma coisa. E os sacerdotes disseram: "Não tem nada aqui. O sacerdote, né, tem arma, mas tem a espada de Golias que você tomou naquele dia." Ele disse, pegue ela. Não há nenhuma espada como essa. Davi usou aquela espada só uma vez, só no momento da vitória contra Golias. Mas você vê anos e anos depois ele diz: "Não há nenhuma espada como ela. Não há nenhuma espada tão confiável, tão boa." E ele só tinha usado brevemente uma única vez. Ele disse: "Essa é a espada mais confiável de todas. Me dá ela. Vai ficar tudo bem se eu tiver a espada de Golias. [roncando] Agora, o quanto você conhece Deus? O quanto Deus já fez por mim? por você, muito mais do que a espada de Golias tinha feito nas mãos de Davi. Como anos e anos depois ele podia dizer: "Essa espada eu confio nela. Não há nenhuma como ela." Como nós temos dificuldade de dizer como Isaías que diz: "O Senhor é uma rocha eterna". Confie sempre no Senhor, porque ele é uma rocha eterna. Entenda que não há nada mais ofensivo a Deus do que nossas desculpas temerosas, não é? nossas ansiedades. Porque a gente dizendo Deus, Deus não é confiável, ele não é uma rocha eterna. Nossas atitudes estão falando, declarando alto, coisas opostas. O mundo devia ver em nós. A confiança, a confiança de Elias no monte. Ele dizer para os caras, gritem mais alto. Eh, talvez Baal tenha viajado. Era como se ele estivesse dizendo junto com Davi: "Deus é confiável. Nós podemos confiar nele. O mundo vai olhar para mim aqui contra esses 400 e vai ver um homem que confia completamente em seu Deus." É assim que nós queremos honrar Deus, queridos. Quando a nossa alma quiser arrumar argumentos para apatia ou nós logo trazemos Deus e dizemos: "Por que estás abatida a minha alma? Porque te perturbas dentro mim? Espera no Senhor. Ele é confiável. Ele é a rocha eterna. Você não tem uma razão sequer para estar assim. Nenhuma. Exalte a Deus. Diga como Davi anos depois. Essa espada não existe nenhuma como ela. Deus disse: "Não há ninguém como eu. Eu sou Deus. Eu digo e eu faço. Eu anuncio o fim desde o princípio. Não há Deus semelhante a mim. Como não havia uma espada como aquela de Golias, não há nenhum Deus, a não ser o nosso Deus. E ele é esse Deus eterno. Não há maneira de nós honrarmos mais do que tratá-lo realmente como uma rocha eterna, onde as tempestades não despertam em nós temores não por causa do tamanho da tempestade, mas por causa da rocha na qual os nossos pés estão firmes. Firmes para sempre. Vamos louvá-lo. [roncando] A culpa reinada. Eu morto [música] nasci. Trevas amava [canto] Deus. Nunca aqui busquei, mas Deus [música] em sua graça, novo coração [canto] me deu. Deus [música] recreou-me. Em Jesus [música] livre sou. A morte não [canto] tem [música] poder sobre mim. [música] A morte não [canto] tem [música] poder sobre mim. [música] Deus clamou a [canto] luz brilhou. >> [música] >> O Deus Pai me pôs em Jesus só pela [música] cruz. [canto] Justo sou sim em Jesus. Oh, [música][canto] [música] [canto] [música] lá na cruz meu pecado. Jesus Cristo [canto] espiou e condenação já não pesa sobre [música][canto] mim. O castigo que traz a paz. Sim, Jesus sobre se tomou. [música] [canto] Eu proclamarei [música] tua graça que venceu a morte. [canto] Eu não [música] tem poder [canto] sobre mim. [música] A morte [canto] não [música] tem poder [canto] sobre mim. [música][canto] Deus falou, a luz brilhou. [música] O Deus pai me pôs em [canto] Jesus. Sou pela cruz. >> [música] >> Justo sou em Jesus. [música] [canto] [música][canto] >> [música] [música] >> Eleito em Cristo, Deus Pai em mim tem prazer. [canto] A cruz cantarei, pois só na cruz eu justo sou. Só na cruz eu tenho [música] paz. [canto] Na cruz eu já venci. Na cruz [canto] eu meio na cruz eu me estou. [música] [canto] >> Vindo está [música] Jesus sem fim. Aleluia. [canto] Lai ao cordeiro [música] que venceu. V está. Jesus sem fim. [música] Aleluia. [canto] Louvai para sempre ai. [música] V está Jesus sem fim. Aleluia. Louvai ao cordeiro [música] que venceu. Vai Jesus. [música] Aleluia! Louvai para sempre. [canto] Amém. Digno é Jesus de todo louvor. Ele nos salvou a morrer por nós na cruz. Cante ao Senhor, dê o teu louvor a Jesus, filho de Deus. Digno [música] é Jesus de todo louvor. Ele nos salvou ao morrer por nós na cruz. Cante ao Senhor, dê o teu louvor a Jesus, filho de Deus. Jesus [música] de todo louver [canto] por nós. [música] Senhor, viu o teu louvor [canto] a Jesus [música] de todo louvor, [canto] ele nosou amor de [música] nós cruz ao Senhor. Deu o teu louvor a Jesus. [música][canto] Filho de Deus. Se Cristo na cruz já venceu, eu também venci. >> Se Cristo [música][canto] na cruz já venceu, também venci. >> Se Cristo [música][canto] na cruz já venceu, eu também venci. [música] >> Se Cristo na cruz já venceu e também venci. Não, [canto] >> a morte não [música] >> tem mais poder. >> Tem poder sobre mim. [música] Poder sobre mim. >> A morte [música][canto] não tem poder [música][canto] sobre mim. Deus [música] a luz brilhou. O Deus mãe me [música] pôs em Jesus só pela cruz. [música] Justo só se em Jesus. [música] Só pela cruz e [música] [canto] Jesus. >> [música] >> Amém. Queridos, é maravilhoso poder dizer que morremos em Cristo. Tudo, todo peso infinito de culpa, a lei já está satisfeita. É como se tivéssemos bebido o cálice todo sem nunca ter colocado ele, na verdade, em nossa boca. É como se nós mesmos tivéssemos gritado tetelestai. Quando na verdade Cristo fez tudo sozinho. Aleluia. [roncando] >> [música] [música] >> Deus [música][canto] me amou e me [canto][música] escolheu. Sim, em [música][canto] Jesus me conheceu. Deus [música][canto] me predestinou a ser [música][canto] como Cristo. É, [canto] diz que sou [música] feliz. Só por [música][canto] Jesus. Deus me amou, [música] me [música][canto] esconder sim em [música][canto] Jesus me conhecer. [música][canto] Me deu seu espírito, [música] me fez desfrutar, Jesus. [canto] [música] Não sei [canto] como [música] expressar [música] um tão [canto] grande amor. Por [música] Deus aqui eu [canto] sírei. [música] Deus aim [música] vai satisfazer [canto] [música] >> viver [canto] aqui. Vou [música] só por [canto] Jesus. Só por Jesus. senti [canto] [música] tão perto do seu [canto] coração. Deus [música] me amou, >> me escolheu, [música] me escolheu. >> Sim, em Jesus. [música] >> Sem me conhecer, >> me conhecer. Deus [música][canto] meou [música] seu Cristo. Sim. Se Cristo sim. Diz que sou dele. [música] >> Só [canto] tu Jesus. [música] Sou Jesus. >> [música] >> Sou assento pelo sonro [música] de Deus. Santo Deus [música] poderoso, [canto] o Senhor me restaurar, me guardar e me tomar com seu [música] grande amor me mostrar a sua graça, a sua paz [música] e me enche de Cristo. Senhor santo, viver [música] santo Deus poderoso. [canto] O Senhor, o Senhor me restaura, me restaura [música] e me guarda e me toma seu [música] grande amor. Mostra a sua graça, [música] a sua paz de Cristo. Ele [música][canto] tenho santo viver. Deus poderoso, [música] Senhor me restaura, me guarda, [música] me toma [canto] seu grande amor. [música] E mostra [canto] a sua graça, a sua paz [música] e me de Cristo. >> [canto] >> Santo viver, [música] santo [canto] vivero viver [música] Jesus. >> Santo vive, vida eterna, senhor. >> Santo vive, santo, [música] vi >> santo, vi santo, >> santo vi, [canto] Senhor, >> santo [música] vi. Santo santo santo, [música] santo [canto] vi >> santo, santo santo [música] liberou me escolheu. [canto] Sim, [canto] Jesus [música] me [canto] conheceu. Deus me escolheu. >> Deus [música][canto] me predestinou >> para ser como Cristo. [música] Eu como triste >> diz que sou feliz. [canto][música] >> Diz que sou feliz. [música][canto] >> Só por Jesus. Só [canto][música] por Jesus. >> Aleluia. Aleluia. É bom poder dizer isso, né, queridos. Deus me amou no passado, na eternidade. Porque aí nada no tempo, nada do que acontece. A gente vai ver como se Deus nos ama ou não. Isso é tão certo quanto Deus é soberano e eterno. É isso que dá paz aos nossos corações e nos move realmente a adoração. Podemos cantar o que os anjos não podem cantar ao sermos colocados em Cristo. Aleluia. >> [música] [música] >> Nossos altares [canto] inúteis [música] são, mas o altar perfeito [canto][música] é a cruz. Nos nossos templos [canto] imperfeição, mas nosso templo [música][canto] agora é Jesus. Os anjos [música][canto] louvam-te em multidão. Louvor perfeito, [música] perfeita [canto] voz. Mas tu inclinas teu coração ao aleluia [canto] que [música] vem de nós. [música][canto] Então, aleluia, aleluia, [música] aleluia. [canto] >> [música] >> Cantai aleluia, [canto] [música] aleluia, aleluia. [canto] [música] [canto] >> [música] >> Se Deus [música] nos de glória e [canto] poder, ainda assim [música] como alcançar, mas para [música] se [canto] fazer conhecer. >> [música] >> Ele que veio se humilhar. [música] Ou então, aleluia, [música] aleluia, [canto] aleluia. Cantai [música] aleluia, aleluia. [música] Anjos. Aleluia. Aleluia. [música] Santos. Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. [canto] [música] Jesus [música] Cristo, o Senhor, todo o céu [música] te reverá louvor. Jesus [música] Cristo redentor, toda a terra te [música][canto] dará louvor. Jesus Cristo, o Senhor, [canto] todo o [música] céu te reer Jesus [música] Cristo, redentor. [música] Toda a terra te dará. [música] Tua glória todos [canto] vão contemplar naquele dia [música][canto] em que há de vir. Mas nós não temos [música] que esperar, pois sua presença está [música][canto] aqui. [música] Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. Alia [canto] Deus. [música] Aleluia. [música] Aleluia. Louvai. [canto] Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. [música] [canto] Deus. Aleluia. [música] Aleluia. [canto] Aleluia. [música] [música] >> [música] [música] >> Louvai. [canto][música] Aleluia. Aleluia! Aleluia! Aleluia! [canto] [música] Deus! Aleluia! Aleluia! [canto] [música] Aleluia! [canto] Louvai! Aleluia! [música] Aleluia! [canto] Aleluia! >> [canto] >> Deus. [música] Aleluia. Aleluia. [canto][música] Aleluia. >> Aleluia. Aplauda ao rei. Obrigado, Deus. [aplausos][música] Só a cruz é o altar de Deus. Todos os outros altares são falsos. Só ali foi oferecido o sacrifício aceitável que tem um cheiro suave diante de Deus. Não trazemos sacrifícios a Deus. Nós estamos em Cristo e o que ele fez nos incluiu. Agora nós queimamos em afeições santas para ele e temos o desejo de que todos participem disso. Por isso, há esse esse chamado adoração. Aleluia, né? Venha louvar a Jeová, venha contemplá-lo, venha se deliciar nele. Você não pode dar nada a ele, mas ele é a nossa porção, a nossa herança. E é assim que queremos ofertar nesta noite, agradecer a Deus pelo seu cuidado, lembrar que tudo à nossa volta é como aquelas tendas de Israel que eram desmontadas. Nunca faça de nada nesse mundo algo permanente. Tudo é tenda. a nossa vida aqui, nossa família, nosso trabalho, tudo é tenda, tudo tem que ser desmontado, carregado e um dia deixado. Não estamos em casa, mas estamos sendo conduzidos gloriosamente por Deus para lá. Pega a sua oferta, Pai. Nós te agradecemos, ó Deus, que ao olharmos para o deserto onde vivemos, Senhor Pai, onde vivemos, possamos confiar que tu és o provedor, Senhor Pai, de todas as nossas necessidades espirituais, físicas, ó Deus, da nossa alma, Senhor, Pai, dos nossos corpos, Senhor Deus, da nossa vida. Então, Senhor Pai, como Isaías disse, Senhor Deus, nós realmente, Senhor Pai, confiarmos sempre em ti, pois tu és a rocha eterna. É assim que te adoramos com nossas ofertas nesta noite, em nome de Jesus. >> Amém. Enquanto ofertamos, vamos louvar ao Senhor. Cristo, [música] Cristo. [canto] Deus [canto] eterno, criador [música] e rei. Cristo, [música] [canto] Cristo, tu desceste, foste [música] à cruz. Para sempre te amarei, [canto] meu rei. [música] Te louvarei, meu [música][canto] Senhor, >> meu rei da glória. [música][canto] Livre em ti [música] possoar. [canto] >> [música] >> Cristo, [canto] [música] Cristo, tu [música] desceste, foste [canto] a cruz, para [música] sempre chamarei meu rei. Te louvarei, [música] meu Senhor, [música] meu rei da glória. [canto] [música] Livre em ti posso [canto] enfim voar. [música] >> [canto] >> Tu és santo. Terra [música] e [canto] céu se prostrarão [música] [canto] e a glória se dará. [música] ter vida a ti, [canto] Senhor. [música] Devido a ti, Senhor. Aleluia. Tu desceste, foste [canto] a cruz, para sempre te amarei, [canto] meu rei. Te [música] louvarei, [canto] meu Senhor, [música] [canto] meu rei da glória. Livre [música] em ti posso [canto] [música] fim doar. Tu és santo. Terra [canto][música] e céu se prostrarão [música] e glórias fim [canto] darão. [música] Evita-te, Senhor, [música] devida-te, >> devida [música][canto] a ti, Senhor. Arão [canto] [música] devido a [canto] ti, Senhor. >> Aleluia. Aleluia. [aplausos][música] A Bíblia diz: "Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome, ó família dos povos. Tudo que derramarmos diante dele é devido a ele, ao valor infinito dele. Obrigado, Deus. fale aos nossos corações, mude-nos, molde-nos pela tua misericórdia, pelo teu poder, Senhor, Pai, em nós habitando o Espírito Santo e Deus pelas pelos méritos infinitos comprados para nós pelo sangue do teu filho, em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Vou conseguir. Então, Mateus aqui misericordiosamente vai deixar eu descansar um pouco a garganta. Só para eh ajeitar aqui o que tá errado aqui na minha mensagem. Pera aí. Boa noite, irmãos. Hoje eu queria ver com vocês um tema que eu queria juntar, muitas vezes que a gente não junta na Bíblia, que é quando a gente vê o livro, por exemplo, de Reis. E é muitas vezes dificuldade de entender onde estão as doutrinas da graça ali. E é isso que eu gostaria de fazer em algumas mensagens aqui que eu vou pregar para vocês. E existe uma coisa que todo ser humano sempre faz, mesmo quando ele diz que ele não está fazendo. E a gente já falou disso algumas vezes, que é adorar. O homem pode negar a Deus, pode rejeitar a Bíblia, ele pode fugir da igreja, dizer que ele não tem religião, afirmar que vive apenas pela razão, pela ciência, pela liberdade, ou talvez ele diga que ele possa viver só pelas suas próprias escolhas, mas ele nunca vai deixar de adorar alguma coisa. O coração humano sempre se curva diante de alguma coisa. Sempre existe algo que vai estar no centro. Sempre existe algo que vai dar sentido a ele. Segurança, uma identidade, esperança e direção. E quantas vezes a gente não vê no dia a dia as pessoas buscarem isso, uma um sentido pra vida delas. A grande pergunta da vida não é se você vai adorar alguém. A pergunta é: o que que você está adorando no momento? Porque o coração humano simplesmente não suporta o vazio. Quando Deus não está no centro, pode ter certeza, outra coisa vai estar. Pode ser o dinheiro, pode ser o controle, pode ser a aprovação que ele tanto quer das outras pessoas, pode ser a sua família, a sua carreira, o prazer, o poder, sua reputação. Pode ser até uma imagem que você quer ser ter de si mesmo, uma versão idealizada. de quem de que uma pessoa pode pensar que precisa ser finalmente para se sentir segura. E de modo, eu diria, ainda mais sutil. Isso pode até ser a religião. Essa é uma das formas mais perigosas, eu diria, de idolatria. Quando o homem vai usar a religião não para se render a Deus, mas para ele continuar no controle daquilo. A idolatria não começa apenas quando alguém se curva diante de uma estátua. Ela começa quando alguma coisa ou qualquer coisa ocupa o lugar no coração que pertence somente a Deus. Ela começa quando algo criado simplesmente se torna mais precioso do que o criador para nós. Começa quando a alma diz: "Sem isso eu não consigo viver de jeito nenhum. Sem isso, a minha paz está indo embora. Sem isso, simplesmente eu tô perdendo a minha identidade. Nesse momento, mesmo que a boca diga que ela confia em Deus, o coração já construiu um altar que ele vai dedicar. Essa, por exemplo, é a história de Jeroboão. Jeroboão não foi um homem sem religião. Ele não fechou os lugares de culto. Ele não disse ao povo assim: "Parem de adorar". Ele não tentou transformar em Israel em uma nação que não tinha espiritualidade. Pelo contrário, que que ele fez? Ele criou uma religião. Ele levantou altares, estabeleceu sacerdotes, organizou festas, colocou símbolos visíveis para o povo e usou uma linguagem que parecia espiritual. Ele deu ao povo algo para ver, algo que eles pudessem tocar, algo para eles celebrarem, algo para eles chamarem de culto, mas tudo aquilo que nasceu de um coração que não confiava em Deus. E aqui a gente pode dizer: "Está o perigo". A idolatria nem sempre aparece como uma negação aberta a Deus. Às vezes ela aparece como uma versão de Deus que nós fabricamos, uma versão mais conveniente para os nossos desejos, mais confortáveis para nós e que nós podia poderemos controlar um pouco. Uma religião que não exige um arrependimento profundo, que não confronta o nosso orgulho, que não mexe nos nossos medos e que não ameaça o nosso trono interior. Jeroboão nos mostra que o homem caído não rejeita necessariamente a religião. Ele pode simplesmente criar uma religião onde ele pode continuar sendo rei do mundo dele. E isso especificamente precisa nos atingir, porque é tão fácil olhar para Jeroboão e você pensar assim: "Que perverso ele é! Que homem idólatra, que povo enganado se engana com ele. Mas a Bíblia não nos conta essa história apenas para nos informar, eh, nos informar na nossa mente. Ela expõe Jeroboão para revelar o coração meu e de cada um que está aqui. O mesmo impulso que construiu os bezerros de ouro de Israel continua vivo dentro de nós. o mesmo medo, a mesma desconfiança, a mesma vontade de controlar Deus, a mesma tendência de adaptar a fé aos interesses que nós temos. A mesma inclinação de preferir um Deus que nós possamos manejar, em vez de um Deus vivo diante de quem precisamos cada um de nós nos prostar. Nós gostamos de pensar que um idólatra é um problema daquele povo antigo que está lá no Antigo Testamento, de culturas bem distantes, de pessoas primitivas que simplesmente não tinham a luz que nós temos. Mas não se engane. A Bíblia não permite que nós tenhamos essa ilusão. O coração moderno é tão idólatra quanto o coração antigo. A diferença é que agora os nossos bezerros de ouro talvez não sejam de ouro moldado no fogo. talvez sejam feitos do sucesso que nós desejamos ter, da aceitação, da segurança, do ministério que você desejava, a influência, o dinheiro que você queria, o conforto, o prazer, o controle e até a boa reputação religiosa que você gostaria de ter. Por isso nós meditarmos sobre isso é necessário, porque talvez o maior ídolo da nossa vida não seja uma imagem diante dos nossos olhos, mas o desejo escondido de continuar no controle ainda e ainda assim parecermos espirituais. E enquanto esse ídolo não é exposto, podemos frequentar cultos, cantarinos, ouvir sermões, defender certas doutrinas corretas e ainda assim manter o nosso coração longe de Deus. E a nossa história aqui começa em um momento de ruptura nacional. Depois do reinado de Salomão, o seu filho Roboão vai assumir o trono. O povo vai se aproximar dele pedindo um alívio. E eles dizem que o julgo imposto por Salomão havia sido pesado para eles. Era como se eles dissesse assim: "Seu pai exigiu muito de nós. Alivie, por favor, a nossa carga e nós vamos servir a você". E o que que o Roboão faz? Ele vai lá e pede um conselho. Os homens mais velhos orientam a ele em Primeira Reis 12:7. Se hoje fores um servo deste povo e servi-lo, dando-lhe uma resposta favorável, eles sempre serão teus servos. CV. O conselho desses homens mais velhos era um conselho sábio. Lidere servindo o povo. Governe com humildade eles. Escute a dor do povo. Não use o trono que você acabou de pegar para esmagar. Use para cuidar do povo. Mas o que que Robo faz? Ele rejeita o conselho dos mais velhos e houve os mais novos que cresceram com ele. Então o que que ele vai fazer? Ele vai responder com dureza ao povo. Em vez de aliviar o julgo, ele promete tornar o julgo mais pesado. Em vez de mostrar sabedoria naquela situação, ele revela a arrogância de alguém que está chegando ao trono agora. E o reino simplesmente se parte. 10 tribos seguem Jeroboão, duas permanecem com Roboão. E a nação de Israel se divide logo depois de Salomão. Mas precisamos entender aqui algo importante. A subida de Jeroboão ao poder não foi apenas estratégia humana ou uma confusão política. Deus já tinha anunciado isso. O profeta, o profeta Aás havia dito que o Senhor rasgaria o reino da mão da casa de Salomão e daria 10 tribos a Jeroboão. Ou seja, Jeroboão recebeu o reino pela providência de Deus. Ele não tomou aquilo das mãos de do Senhor. Ele recebeu do Senhor. E isso torna a história ainda mais séria para nós. Jeroboão não era um homem que poderia dizer assim: "Eu cheguei aqui sozinho". Ele tinha diante de si a prova da soberania de Deus. O Senhor havia dirigido a história, havia levado e levar levantado certas circunstâncias, havia cumprido a sua palavra. havia entregado a ele a posição que ele disse que ele jamais teria conquistado por si mesmo. E aqui começa o início do problema. Jeroboão recebe o um reino do Deus, mas não confiou no Deus para preservar aquele reino. Essa é uma das contradições mais comuns do nosso coração. Nós reconhecemos que Deus abriu a porta, mas depois eh vivemos como simplesmente se a manutenção daquela porta que ele abriu dependesse completamente de nós e não dele. Dizemos que Deus nos deu algo, mas passamos a proteger esse algo com quê? Com ansiedade, manipulação, medo e pecado. Nós recebemos uma família de Deus, mas tentamos controlá-lo como se fosse soberanos. Recebemos oportunidade, seja de emprego, de estudar, o que é que você queira fazer, mas ficamos apavorados com a possibilidade de perder aquela oportunidade. Recebemos dons que nós temos, ministérios, recursos, relacionamentos, mas em vez daquilo gerar uma gratidão e uma confiança no Senhor, nasce em nós a necessidade desesperada de controle. Jeroboão olha para o trono e pensa: "Eu posso perder isso". E o que que a Bíblia diz? Diz assim em Reis 12:26 e 27: Jeroboão pensou: "O reino agora provavelmente voltará para a dinastia de Davi. Se eu, se este povo subir a Jerusalém para oferecer sacrifícios no tempo do Senhor, o coração dele se voltará de novo para Roboão, rei de Judá. Eles me matarão e voltarão para o rei Roboão. Eu gostaria de convidar vocês agora nesse momento para olhar esse texto com calma. Jeroboão não começa com um decreto público aqui, ele começa com um pensamento no fundo do seu coração. Antes de haver um altar falso, há o medo secreto no coração. Antes de haver o bezerro de ouro, há uma incredulidade escondida aqui. Antes de haver uma religião corrompida, há um coração que está dizendo assim: Deus não será o suficiente para guardar isso. E esse sempre é o começo da idolatria. A idolatria começa quando o coração acredita que Deus não basta para você, não basta para me sustentar, não basta para me proteger, não basta para me satisfazer, não basta para me conduzir, não basta para manter aquilo que ele mesmo acabou de colocar nas minhas mãos. Jeroboão em momento nenhum aqui disse: "Eu odeio Deus. O que ele pensou? Eu preciso garantir o meu futuro. E nesse pensamento dele, adivinha só, Deus foi rebaixado. Deus deixou de ser o Senhor soberano e passou a ser visto como o quê? como um risco e não a solução da questão. A obediência a Deus se tornou perigosa. A adoração verdadeira se tornou um inconveniente para ele manter o poder dele. A fidelidade à palavra de Deus passou a parecer uma ameaça à estabilidade do reino que ele tinha ganho de Deus. Quantas vezes isso acontece conosco? Nós sabemos o que Deus ordena, mas o que que nós pensamos? Se eu obedecer, eu posso perder aqui. Posso perder meu dinheiro, posso perder a minha influência, posso perder uma relação, posso perder oportunidades, posso perder o controle aqui, posso perder a imagem que eu construí, perder aquilo que me faz sentir importante no fim. Então, qual é a nossa reação? A partir daqui a gente começa a negociar. Não abandonamos a nossa fé completamente, mas nós ajustamos ela, adaptamos, suavizamos, criamos caminhos paralelos, sempre com a desculpa de que só tô sendo prudente. Mas muitas vezes é só uma incredulidade vestida de sabedoria. Jeroboão nos ensina que o medo quando governa o nosso coração se torna um excelente fabricante de ídolos. E o medo de Jeroboão tinha uma lógica humana ali. O templo ficava em Jerusalém. Jerusalém estava no território de Judá. Se o povo continuasse indo a Jerusalém para adorar, talvez os afetos naturalmente se voltassem paraa casa de Davi. Talvez a unidade religiosa gerasse uma unidade política no fim. Talvez Jeroboão perdesse o trono. Talvez o povo acabasse matando ele caso voltassem para Robo e humanamente o pensamento dele faz sentido. Mas é exatamente nesses momentos que a nossa fé é testada. Fé não é confiar em Deus apenas quando a obediência parece segura para nós. Fé quando a gente confia em Deus quando obediência aparece caro para nós. Fé permanecer debaixo da palavra de Deus. mesmo coração está gritando que seria mais fácil nós criarmos uma alternativa. Fé dizer: "Eu não entendo tudo o que está acontecendo aqui. Não controlo o que está acontecendo. Eu não vejo tudo, mas Deus falou e a palavra de Deus é mais segura do que os cálculos que eu consigo fazer. Jeroboão aqui precisa decidir, vou governar debaixo da palavra de Deus ou vou usar a religião para proteger meus interesses? Ele escolheu a segunda opção. O que que nós escolhemos? A Bíblia diz o seguinte em Primeira Reis 12:28: "Depois de aconselhar-se, o rei fez dois bezerros de ouro e disse ao povo: Vocês já subiram muito a Jerusalém. Aqui está, aqui estão os seus deuses, ó Israel, que os tiraram vocês do Egito. Essa frase é assustadora, porque ela ecoa. Êxodo 32, que nós vimos hoje de manhã. Quando Israel fez o bezerro de ouro no deserto, também disse algo parecido: "Eis aí os deuses, ó Israel, que tiraram vocês do Egito". Êxodo 32:4. Jeroboão está repetindo uma das maiores vergonhas da história de Israel. Ele está pegando uma antiga ferida espiritual e transformando aquilo numa política nacional para ele manter o controle. Ele está ressuscitando aqui o pecado do deserto e chamando isso de uma solução religiosa. Mas observe, ele não diz ao povo para esquecer o êxodo. Ele usa uma linguagem de redenção. Ele fala do Egito. usa as memórias sagradas do povo, pega palavras familiares para eles, símbolos religiosos e lembranças espirituais, mas coloca tudo a serviço da mentira que ele está contando. Essa é a perversidade da idolatria. Ela não precisa destruir todas as palavras corretas. Basta ela mudar o centro do que está ali. A idolatria pode manter o vocábulo de Deus enquanto remove a obediência a Deus. Ela pode falar sobre fé, bênção, culto, propósito, vitória, libertação, mas no fundo tudo gira em torno do homem. Seu conforto, seus planos, sua conveniência, sua segurança, sua imagem, seu controle. Jeroboão disse: "Vocês já subiram muito a Jerusalém. Em outras palavras, a adoração verdadeira é trabalhosa demais. Deus está exigindo demais de nós. Vamos dar uma facilitada. O coração humano adora uma religião facilitada. Uma religião sem cruz, ótimo, sem renúncia, sem arrependimento, sem submissão, sem confronto a nós. Uma religião que diga para você, você não precisa ir até Deus, até onde Deus mandou. Você pode adorar. do seu jeito. Como é bom escutar isso, não é? Você pode obedecer pela metade, você pode ter símbolos de fé sem se curvar ao Senhor da fé. Essa é uma palavra séria para nós, porque muitas vezes queremos um Deus que nos salve, mas não um Deus que nos governe. Um Deus que console a nós, mas nós não queremos ser corrigidos. Um Deus que abençoe, mas ele não precisa reinar na minha vida. Um Deus que esteja disponível nos momentos difíceis para resolver meus problemas, mas que não tenha autoridade sobre as minhas escolhas. Queremos um alívio da presença de Deus, mas não o peso da sua autoridade perto de nós. Queremos a paz que vem no evangelho, mas não a morte do nosso orgulho. Queremos as promessas que vêm, mas muitas vezes resistimos aos mandamentos de Deus. Queremos que Deus seja o nosso refúgio, mas não queremos que ele seja o nosso Senhor no fim. E esse coração que é muito parecido com o nosso é o coração de Jeroboão. Esse é o coração humano sem a graça. Porque o homem caído não é neutro de jeito nenhum. Ele não está apenas esperando informação suficiente para então escolher corretamente. O coração humano, na sua condição natural, ama a autonomia, ama o próprio caminho que ele possa ter, ama a sensação dele ser dono de si. Por isso, quando Deus se apresenta como Senhor, o pecado é não apenas discorda, ele se sente ameaçado no que está ali. Jeroboão tinha a promessa de Deus, mas ele preferiu confiar na estratégia que ele tinha. Ele tinha a história da redenção do povo, mas ele preferiu distorcer ela. Tinha a oportunidade de conduzir Israel em fidelidade, mas preferiu conduzir a nação eh simplesmente pela conveniência que ele tinha. E tudo começou com medo. O medo dizia: "Você vai perder". A incredulidade dizia a ele: "Deus não vai sustentar". E o orgulho dizia: "Você precisa resolver isso do seu jeito". E a idolatria respondeu: "Faça bezerros". E isso é o coração que fabrica altares. E Jeroboão não parou nos bezerros. O pecado raramente fica parado. Quando o coração começa a redesenhar a obediência, logo precisamos redesenhar todo o resto. A Bíblia diz que ele colocou um bezerro em Betel e outro em Danã. Depois ele fez santuários nos montes, nomeou sacerdotes dentre todo tipo de gente, embora eles não fossem levitas, instituiu uma festa no 15º dia do oitavo mês, mês que ele mesmo escolheu. Isso tudo tá em Primeira Reis 12:33. Essa expressão aqui é muito reveladora que ele mesmo escolheu. Jeroboão cria uma religião segundo o coração dele próprio. Ele escolhe os lugares, os símbolos, as sacerdotes, o calendário, o modo do culto e tudo parece religioso para todos ali. Mas tudo nasce da vontade do homem. É uma religião que ele inventou. E isso mostra que a idolatria não é apenas adorar o objeto errado, é adorar do jeito errado, com a motivação errada, para preservar o senhorio errado na vida. Deus havia dado instruções claras sobre como a adoração era. Não era o rei quem decidia como Deus deveria ser cultuado. O culto não pertencia ao gosto do povo que estava ali. A adoração não era uma ferramenta política que ele poderia usar. Deus não havia se revelado para ser moldado pela estratégia de Jeroboão. Mas o pecado sempre quer transformar Deus num instrumento útil para nós. Quando a religião se torna um instrumento do homem, ela deixa de ser adoração e passa a ser idolatria. E isso acontece quando alguém busca Deus apenas para ter paz emocional, mas santidade ele não quer. acontece quando alguém quer a igreja como uma rede social que ele vai poder participar, mas não como corpo de Cristo. Acontece quando alguém usa a doutrina para alimentar o orgulho, mas não se humilha diante da verdade. O problema não é só o bezerro de ouro. O problema é o coração que precisa do bezerro de ouro. Jeroboão, no final queria um Deus que fosse útil para ele, um Deus que mantivesse o povo unido, um Deus que fortalecesse seu governo, um Deus que resolvesse seus medos, um Deus que pudesse ser colocado em Betel e Dã dentro das fronteiras que ele tinha controle. Mas o Deus vivo não cabe nos projetos de Jeroboão. O Deus vivo não pode ser usado, manipulado, domesticado. Não pode ser reduzido a um símbolo nacional, um amuleto pessoal ou uma ferramenta de estabilidade emocional. Ele é o Senhor. E aqui está uma diferença fundamental entre a verdadeira adoração e a idolatria. Na verdadeira adoração, Deus está no centro. E nós vamos nos render. E adivinha? Na idolatria, quem está no centro somos nós. E Deus é usado como um instrumento para fazer o que nós queremos. A pergunta então não é apenas eu tenho religião? Jeroboão tinha uma religião. A pergunta verdadeira é: a minha religião me coloca de joelhos diante de Deus ou apenas me ajudou a continuar sentado no trono da minha vida? Essa pergunta é desconfortável para todos nós respondermos, mas ela é necessária porque é possível ter práticas religiosas e manter uma vida centrada em si mesmo. Mesmo assim, é possível cantar sobre a soberania de Deus e viver como se tudo dependesse do nosso controle. É, é possível afirmar que Cristo é o Senhor e ao mesmo tempo resistir a ele em áreas específicas da nossa vida. A idolatria se esconde exatamente nesses lugares. Ela se esconde onde dizemos: "Deus pode tocar tudo". Menos nisso aqui. Ela se esconde onde obedecemos, enquanto a obediência não ameaça os nossos ídolos. Ela se esconde quando escolhemos quais partes da palavra de Deus serão levadas a sério e quais vão ser suavizadas. Jeroboão não tinha religião, não rejeitou, na verdade a religião, mas ele não tinha a religião verdadeira. Ele a reorganizou em torno do seu próprio trono. E essa é uma tentação constante que nós temos. Uma igreja pode fazer isso, uma família pode fazer isso, um líder pode fazer, uma pessoa qualquer pode fazer isso. Mantenha-se a linguagem da fé ali, mas o centro dali está completamente outro. O nome de Deus continua sendo mencionado a todo instante, mas a vontade de Deus deixa de governar ali. Quando isso acontece, a religião se torna apenas uma máscara pro nosso ego. E Deus não se agrada das máscaras. Deus não procura uma adoração elegante, conveniente, política e útil apenas. Ele procura um coração quebrantado, rendido e submetido à sua palavra. Ele não aceita ser tratado como uma peça dentro da estratégia humana. Ele não divide a sua glória com bezerros, nem com reis, nem com o nosso desejo de controle. E quando olhamos para Jeroboão, precisamos enxergar uma linha antiga que atravessa simplesmente toda a Bíblia. O pecado dele não aparece do nada. Ele repete o padrão do Éden. Por exemplo, no Éden, Deus falou, Deus deu uma ordem, Deus estabeleceu o limite, mas a serpente se apresentou eh e falou uma outra possibilidade. Em Gênesis 3:1 diz: "Foi isto mesmo que Deus disse? O pecado começou quando foi questionado a bondade da palavra de Deus. Adão e Eva quiseram definir o bem e simplesmente eles acabaram para definir o bem e o mal por conta própria. Eles fizeram o mal. Eles não quiseram apenas comer um fruto. O que eles queriam era autonomia. quiseram viver ali como se pudessem decidir a realidade sem submissão ao criador. No Sinai, Israel repete isso. Deus havia tirado o povo do Egito com uma mão poderosa. Deus abriu o mar. Deus alimentou o povo. Deus falou. Mas quando Moisés demorou, o povo quis algo visível, imediato, e que eles pudessem controlar. Então, o que que eles fazem? O bezerro do de ouro estava ali. Como com Jeroboão acontece de novo. Deus havia lhe dado o reino. Deus havia dirigido a história até ali. Deus havia mostrado a sua soberania. Mas o que Jerobon faz? Ele não quis depender dessa promessa. Ele quis um sistema religioso que ele pudesse controlar. É sempre o mesmo movimento. O homem recebe a palavra de Deus, mas prefere a sua sabedoria. Recebe a promessa de Deus, mas mas prefere as suas próprias garantias. Recebe a presença de Deus, mas prefere um símbolo que ele possa tocar. recebe o Senhor, mas ele prefere o ídolo. Aqui então entra uma verdade profunda. A depravação humana não significa que todo homem é tão mal quanto ele poderia ser em todos os momentos. Significa que o pecado alcançou todas as áreas do ser humano. Alcançou a mente dele, a vontade dele, os desejos dele, o afeto dele, a imaginação dele e a religião dele. Tudo foi afetado. Por isso, o homem não consegue simplesmente escolher Deus de modo puro a partir de si mesmo. Até a sua espiritualidade pode estar contaminada pelo orgulho. Até a sua busca por bênçãos pode estar cheia de egoísmo. Até a sua adoração pode ser uma tentativa dele de permanecer no controle. E essa é a gravidade do nosso pecado. Ela não destrói apenas os nossos comportamentos, ela distorce os nossos amores. O coração humano prefere um Deus manipulável, porque o Deus verdadeiro simplesmente ameaça a nossa autonomia. O Deus verdadeiro diz: "Eu sou o Senhor". O ídolo diz: "Você continua no comando para fazer o que você quiser." O Deus verdadeiro chama ao arrependimento. O ídolo confirma o nosso desejo. O Deus verdadeiro transforma a nós. O ídolo fala: "Pode ficar do jeito que você está." Por isso os ídolos são sempre tão atraentes para nós. Eles prometem segurança sem rendição. Prometem um consolo para nós sem santidade. Prometem um sentido sem a cruz. Prometem o controle sem obediência. Mas todo ídolo, no final vai cobrar caro de você. Geroboão pensou que seus bezerros iam proteger o seu reino, mas na verdade eles destruíram a sua casa. Ele pensou que ele estava sendo estratégico ali. Na verdade, ele estava levando uma nação inteira ao pecado. Ele pensou que ele estava preservando o seu trono fazendo aquilo, mas na verdade ele estava se colocando debaixo do juízo de Deus. Nenhum ídolo em momento nenhum vai entregar o que ele promete. Todo ídolo começa dizendo o quê? Eu vou te proteger e ele vai terminar escravizando a tua alma. É por isso que a Bíblia toda trata idolatria com tanta seriedade. Idolatria não é apenas um erro religioso, é o adultério espiritual. é trocar o Deus vivo por algo morto. É ter uma criatura, eh, o ter o amor ali e simplesmente você se dedicar a outra coisa. E nós, e isso nos humilha profundamente porque mostra que o nosso problema não é superficial. Não precisamos apenas melhorar um pouco a nossa moral. Não precisamos apenas de alguns ajustes no nosso comportamento para nós melhorarmos. Não precisamos apenas de mais informação religiosa, porque nós não temos o suficiente. Nós precisamos da graça, precisamos da regeneração, precisamos que Deus faça em nós o que nós não conseguimos fazer em nós mesmos. O coração de Jeroboão não seria curado com mais estratégia dele. Ele já tinha, a gente pode dizer, estratégia demais nos atos dele. Não seria curado eh com mais poder. Ele já tinha o trono daquela nação. Não seria curado com mais religião. Ele mesmo criou uma religião inteira ali. Ele precisava de um coração novo. E nós, cada um de nós também, sem a graça de Deus, sempre encontraremos no final uma maneira de transformar até as coisas mais santas em instrumento do nosso ego. Sem a graça, até a Bíblia pode ser usada para nós apenas vencermos discussões, não para nos render a Deus. Sem a graça, até o ministério pode virar apenas um palco. Sem a graça, até a doutrina pode virar um motivo de vaidade. Sem a graça, até a adoração vira expressão apenas de nós mesmos, não uma exatação ao Senhor. E por isso, a doutrina da depravação humana não existe para nos levar ao desespero vazio. existe para destruir a nossa autoconfiança e nos lançar na misericórdia de Deus. Ela nos ensina a dizer: "Senhor, eu não preciso apenas que meus ídolos sejam tirados das minhas mãos. Eu preciso que meu coração seja completamente transformado. E Deus ali não ficou em silêncio diante da religião falsa de Jerobo em Primeira Reis 13, um homem de Deus vem a Judá e profetiza contra o altar de Betel. Ele anuncia que um rei chamado Josias nasceria da casa de Davi e aquele altar seria julgado. Séculos antes, Deus já estava declarando que aquela falsa adoração não ia permanecer para sempre. O homem de Deus clama contra o altar e Jeroboão estende a mão e ordena: "Prendam-no". Mas a mão que ele esticou contra o profeta secou ali e ele não conseguiu mais recolher aquela mão. Imagina essa imagem. Que imagem poderosa ela. O rei tentava controlar a religião e não conseguia mais controlar nem a própria mão. O homem que fabricou deuses não podia restaurar nem o próprio corpo. O rei que estava manipulando altares agora dependia da misericórdia do Deus verdadeiro. Então Jeroboão pede ao profeta para que ele interceda por ele. O profeta ora e a mão do rei é restaurada. E isso aqui é misericórdia. Deus poderia ter destruído Jeroboão naquele mesmo momento. Podia ter encerrado a história dele ali, mas Deus lhe dá uma advertência viva, um sinal, uma oportunidade dele para se humilhar. Mas adivinha como todos os reis de Israel, ao ao contrário de Judá, que tem alguns reis bons, Jeroboão não se arrepende. A Bíblia diz assim em Primeira Reis 13:33: "Mesmo depois disso, Jeroboão não mudou o seu o seu mau procedimento, mas continuou a nomear sacerdotes para os santuários idólatras dentre todo tipo de gente." Essas palavras aqui são trágicas. A gente pode dizer mesmo depois disso, depois do profeta, depois do sinal, depois da mão ressecada, depois da restauração, depois da misericórdia, depois da advertência, mesmo depois disso, ele não mudou. E isso nos mostra que sinais externos não são o suficiente para converter o nosso coração. O homem pode ver milagres e continuar duro. Pode receber um livamento e continuar rebelde. Pode ser confrontado com a verdade na cara dele e continuar agarrado ao pecado. Porque o problema mais profundo do homem não é a falta de evidência que ele tem, é a falta de um novo coração. Jeroboão viu claramente o poder de Deus, mas não se rendeu ao ao Deus daquele poder. Essa é uma das coisas mais assustadoras a gente pode dizer que a gente vê na Bíblia. É possível experimentar misericórdias temporais de Deus e ainda assim permanecer espiritualmente morto. É possível ser poupado, curado, livrado, sustentado, advertido e ainda assim não se arrepender. Por isso, não devemos confundir o alívio com a conversão, nem emoção com arrependimento, nem susto espiritual que você possa ter tido como uma transformação verdadeira. O arrependimento bíblico não é apenas querer que Deus tire a consequência do seu pecado. É voltar-se contra o pecado porque Deus foi ofendido. Jeroboão queria muito que sua mão fosse restaurada, mas não queria ter um coração quebrantado. Queria a misericórdia para o seu corpo, mas não a submissão da sua alma. E essa é uma religião terrível ali. Ela busca a Deus apenas para consertar aquilo que dói, mas não para governar aquilo que nós somos. Quantas pessoas que nós conhecemos que não fazem isso? Procuram a Deus quando a mão está seca, mas não quando o coração está rebelde. Procuram a Deus quando a família entra em crise, quando a saúde enfraquece, quando o dinheiro acaba, quando o medo cresce, quando as consequências chegam. E Deus em sua bondade muitas vezes alivia, socorre, sustenta, preserva aquela pessoa. Mas o perigo é receber alívio e simplesmente você voltar ao altar falso da sua vida. Jeroboão teve a mão restaurada, mas ele continuou com os bezerros. E isso é uma advertência solene para nós. Não basta ter experiências com o poder de Deus. Não basta ter histórias de liberamento. Não basta dizer: "Deus me ajudou muitas vezes". A pergunta é: depois disso, o seu coração se rendeu? Os seus índolos foram abandonados? A sua vida está embaixo da palavra dele? Você quer Deus ou apenas os benefícios que ele pode te dar? O juízo de Deus contra Jeroboão nos mostra que o Senhor não aceita uma adoração inventada. Deus não é honrado quando o homem desobedece em nome da espiritualidade. Deus não recebe culto que nasce da nossa autonomia. Ele não se curva diante da nossa criatividade religiosa que nós temos, que veio do nosso coração. A adoração verdadeira precisa ser uma resposta à revelação de Deus. Deus fala e o povo responde. Deus revela e o povo se rende. Deus determina como deve ser adorado e o povo obedece. Quando essa ordem é invertida, o culto deixa de ser adoração e simplesmente se torna idolatria. Jeroboão queria decidir os termos, mas Deus não negocia a sua santidade. Em Primeira Reis 14, a situação que já parecia ruim se aprofunda. filho de Jeroboão adoece e quando eh manda a sua esposa procurar o profeta Ais, o mesmo que havia anunciado que ele receberia o reino. Mas Jeroboão decide fazer isso de uma forma, eu diria, disfarçada. Ele manda a sua esposa se vestir como outra pessoa. Veja a contradição aqui. Ele quer uma palavra de Deus, mas ele tenta enganar o profeta de Deus. Ele quer o acesso à verdade, mas não quer aparecer como ele realmente é. E isso também revela muito do nosso coração. Quantas vezes nós queremos ouvir Deus sem sermos expostos por Deus. Queremos resposta, mas com mas o confronto nós não queremos. Nós queremos a direção, mas não queremos o arrependimento, o consolo, mas a verdade não. Mas ninguém se disfarça diante do Senhor. Antes mesmo da mulher chegar, Deus revela tudo ao profeta. Aás, já idoso naquele momento, ele já não enxergava mais. Mas mesmo sem ele enxergar, ele vê muito melhor que Jeroboão. O profeta cego enxerga a verdade que simplesmente o rei espiritualmente cego não conseguia ver. E a palavra de juízo vem com força na situação. Deus lembra que levantou Jeroboão, que lhe deu autoridade, mas que ele não andou nos caminhos do Senhor. Pelo contrário, fez outros deuses, fez imagens de Israel provocando a ira de Deus. E a idolatria de Jeroboão não é apenas um erro litúrgico que ele tava fazendo ali. Era uma traição espiritual que ele estava fazendo. Ele ele havia simplesmente conduzido o povo para longe do Senhor. E essa é uma das dimensões mais sérias do pecado de um líder. Quando a sua incredulidade se transforma em um caminho de erro para os outros. Jeroboão não pecou sozinho. Ele fez Israel inteira pecar. Essa frase vai perseguir a sua memória nas escrituras. Várias vezes, quando outros reis são avaliados, aparece a marca na Bíblia. Andaram no caminho de Jeroboão, que levou Israel a pecar. O pecado dele se tornou uma estrada, uma tradição, um padrão ali, uma herança maldita em Israel. E isso nos lembra que o pecado nunca é tão privado quanto nós imaginamos. Nossas idolatrias formam ambientes, nossos medos ensinam outros. Nossa falta de confiança em Deus afeta a nossa família, nossa igreja, nossos filhos, nossos eh discípulos, nossas comunidades. E Jeroboão queria preservar o seu reino, mas a sua tentativa de controle produziu a ruína ali. E aqui está uma verdade que nós devemos guardar. Aquilo que você desobedece para proteger, você já está perdendo no final. Se você precisa pecar para manter algo, então esse algo já se tornou um ídolo para você. Se você precisa comprometer a verdade para preservar uma posição, uma posi, essa posição já ocupa o lugar que é indevido a ela. Se você precisa desobedecer Deus para não perder a segurança, a sua segurança já não está em Deus. Jeroboão termia perder o seu trono. Por isso ele entregou a sua alma. E que troca terrível ele fez. Mas antes do de julgarmos Jerobom com uma distância pensando como ele pode fazer isso, nós devemos perguntar a nós mesmos o que eu tento preservar tanto na minha vida que custa a minha obediência. O que que eu tenho medo de perder se eu confiar plenamente em Deus? onde a minha religião tem sido mais estratégia de controle do que rendição verdadeira a Deus. Essa pergunta aqui precisa alcançar lugares concretos em nós. Talvez alguém esteja mantendo uma aparência espiritual, mas em casa governe e é governado pelo medo. Talvez alguém diga que confia no Senhor, mas vive manipulando pela necessidade da aprovação. Talvez alguém defenda a fé com palavras corretas que ele expressa, mas no fundo ele usa a religião para construir uma imagem de superioridade perante as outras pessoas. Talvez alguém esteja obedecendo a Deus apenas até o ponto em que a obediência não ameace o seu conforto. A falsa segurança da religião, se arrependimento, é justamente essa. Ela nos promete parecer próximos a Deus enquanto permanecemos distantes no coração. Jeroboão tinha altar, sacerdotes, festas e um povo reunido. Mas ele não tinha a submissão verdadeira. E isso é simplesmente assustador, porque uma pessoa pode estar e cercada de elementos religiosos e ainda assim estar longe de Deus. Ela pode estar aqui cantando e adorando a Deus, mas não se render verdadeiramente a ele. Ela pode ouvir sermões, mas não se arrepender de nada e nunca achar que um sermão é para ela. Ela pode defender uma doutrina, mas amar o próprio orgulho. Ela pode participar de atividades, mas continuar protegendo os seus ídolos do coração. A religião falsa é perigosa porque ela é uma anestesia pra nossa consciência. Ela dá ao pecador a sensação que está bem porque existe alguma forma de espiritualidade presente ali. Mas a espiritualidade sem verdade não salva as pessoas. O zelo sem obediência não honra a Deus. Culto sem rendição não é adoração aceitável. Jeroboão queria uma religião que acalmasse o povo e preservasse o seu trono. E muitas pessoas querem uma fé que acalme a alma, mas não destroa o seu ego. Querem paz, mas não querem o senhorio. Querem o perdão de Deus, mas eles não querem ser transformados. Querem a promessa, mas não mandamentos. querem Deus como um ajudador, mas não como um rei. Só que o Deus da Bíblia não se oferece para nós como acessório religioso. Ele vem como senhor absoluto. E isso é graça, porque a pior coisa que Deus poderia fazer se ele nos deixar governar a nós mesmos. Não se engane, irmãos. O coração humano é um péssimo Deus. Ele é instável, ele é enganoso, ele é medroso, ele é orgulhoso, ele é insaciável. Quando o homem se torna ao centro, ele vai destruir a si mesmo. Jeroboão é a prova viva disso. Ele tentou controlar tudo à sua volta, mas o seu medo cresceu. Ele tentou criar segurança, mas ele produziu cada vez mais juízo. Ele tentou preservar a sua casa, mas a sua casa foi condenada. Ele tentou moldar a Deus, mas foi confrontado pelo Deus que não pode ser moldado. Agora chegou a hora de nós olharmos para Cristo, porque toda essa história aqui seria apenas condenação se nós terminássemos no Jeroboão. Mas a Bíblia não termina nos tronos quebrados de Israel. Ele caminha para, ela caminha para outro rei. Jeroboão é o rei que usa a religião para preservar o seu trono. Cristo é o rei que deixa o trono da glória para preservar e para salvar o seu povo. Jeroboão fabrica bezerros para não perder o seu poder. Cristo se integra na cruz em obediência ao Pai. Jeroboão manipula a adoração para ele controlar as pessoas. Cristo se oferece como um caminho vivo e verdadeiro ao Pai. Jeroboão diz: "Não subam a Jerusalém". E Cristo caminha para Jerusalém, sabendo que lá ele ia ser rejeitado, humilhado e crucificado. Jeroboão teme perder o reino. E o que que Cristo diz? João 18:36. O meu reino não é deste mundo. Aqui está o contraste glorioso. Jeroboão queria salvar a si mesmo. E o que que ele fez? Ele perdeu tudo que ele tinha. Cristo entregou a si mesmo e ele salvou a nós. Na cruz vemos o verdadeiro rei. Não um rei inseguro, não um rei manipulador, não o rei que usa Deus para os seus próprios fins, mas o rei santo, obediente, humilde, cheio de graça e verdade. O rei que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos. Ali no Calvário, Deus mostrou o horror da sua da nossa idolatria. Porque a cruz revela que o pecado do pecador não é algo pequeno. Nossos ídolos não são brincadeiras espirituais. Foi por causa do nosso pecado que Cristo teve que sofrer. Foi por causa da nossa rebelião que o filho de Deus foi morto naquele dia. Foi por causa do nosso desejo de sermos reis que o verdadeiro rei levou uma coroa de espinhos por nós. Mas a cruz também revelou a profundidade da graça. Cristo morreu por idólatras. Morreu por gente que trocou o Deus por controle. morreu por pessoas que quiseram moldar Deus à sua imagem. Morreu por coração que preferia bezerro de ouro ao Deus vivo. Ressuscitou para nos libertar. A salvação não é Deus apenas perdoando os nossos atos errados. É Deus destronando completamente nossos ídolos e nos trazendo de volta para ele. É o Senhor arrancando o coração de pedra e dando um coração novo para nós. É Cristo tornando-se mais precioso do que aquilos que nos dominava e era precioso para nós antes. Por isso, a resposta ao pecado de Jeroboão não é apenas tentar ser menos idólatra com o nosso esforço próprio. A resposta nossa é correr para Cristo. Somente Cristo pode vencer o Jeroboão dentro de nós. Somente Cristo pode nos libertar da necessidade desesperada de controle que nós temos. Somente Cristo pode nos ensinar a confiar no Pai. Somente Cristo pode nos purificar a nossa adoração. Somente Cristo pode ocupar o centro sem destruir a nossa alma. Porque ele é o único rei cujo governo é vida. Então, irmãos, abandone os bezerros, abandone a religião da conveniência, abandone a fé moldada pelo medo, abandone o altar construído para proteger o seu próprio trono. Venha ao rei crucificado e ressurreto. Porque no calvário nós vemos que Deus não nos chamou para uma adoração vazia. Mas para a reconciliação verdadeira. Ali Cristo carregou a os a culpa por conta de nós e dos nossos ídolos. Ali o verdadeiro rei morreu nos lugar dos rebeldes que éramos nós. Ali a graça soberana brilhou sobre pecadores que jamais teriam capazes de lhes se libertarem sozinhos. Agora ele nos chama não apenas para sermos religiosos, para nós sermos dele. Cristo é o único rei digno de verdadeira adoração. E quando ele reina no nosso coração, os ídolos começam a cair. Não cai porque finalmente nós nos tornamos fortes o bastante. Caem porque Cristo se torna mais belo, mais precioso, mais digno, mais suficiente para nós. O coração não é liberto da idolatria apenas quando enxerga que o ídolo é falso, mas quando vê que Cristo é infinitamente melhor. O ídolo promete segurança, mas Cristo é a nossa rocha. O ídolo promete identidade, mas Cristo nos chama pelo nome. O ídolo vai prometer um controle, mas Cristo nos dá descanso no governo soberano do Pai. O ídolo vai sempre prometer vida para você, mas Cristo é a própria vida para nós. Por isso, a mensagem de Jeroboão não termina com o chamado moralista: "Tente mais, seja melhor, controle os seus ídolos". Ela termina com uma chamada ao evangelho. Renda-se ao rei verdadeiro. Pare de tentar salvar o seu próprio trono. Você não foi criado para ser rei de si mesmo. Você foi criado para conhecer, amar e adorar e obedecer ao Deus vivo. E aquilo que o pecado destruiu, Cristo veio restaurar. No calvário, o verdadeiro rei foi tratado como rebelde para que rebeldes fossem recebidos como filhos. Ele foi levantado numa cruz para carregar a nossa culpa. Ele sofreu a ira que nossos ídolos mereciam. Ele morreu a morte que nossos pecados exigiam. E ao terceiro dia ressuscitou, mostrando que nenhum ídolo, nenhum pecado, nenhum medo, nenhum trono humano, nenhuma falsa religião tem a última palavra aqui. A última palavra pertence ao rei. E esse rei chama você hoje não para uma religião fabricada pelo medo, não para uma fé moldada pela conveniência, não para uma espiritualidade onde você continua no centro, mas para uma vida rendida, perdoada, transformada e satisfeita nele. Cristo é melhor do que o controle que você acha que você pode ter. Cristo é melhor do que a provação que você acha que você eh que vai ser boa para você. a partir dos outros. Cristo é melhor do que qualquer bezerro de ouro que o coração possa fabricar. Então, venha ele, adore o único rei e em vez eh de explorar os seus eh que em vez de explorar os seus adoradores, simplesmente morreu para salvá-los. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje, que nós possamos ver essa mensagem aqui falando da história de Jerobo e nós possamos ver os ídolos do nosso coração, o controle que nós desejávamos ter, o as coisas que simplesmente nesse mundo são ídolos para nós e nos faça nesse dia, agora, hoje rendermos cada coisa dessas a ti, meu Deus, para que nós simplesmente passemos, ao invés de confiar nesses ídolos, olharmos para ti e falar: Deus, a partir de hoje eu confio em ti, pois eu sei que nada no meu coração pode me salvar. Somente o teu filho na cruz pode me salvar. Somente indo para ti é que eu posso me salvar, porque não porque eu fiz alguma coisa, mas porque tu fizeste para mim. Se dependesse de mim, nada teria acontecido, mas tu fizesses. E por isso o que eu tenho é garantido, porque tu prometestes para mim. E por isso eu tenho certeza que um dia eu vou estar no céu adorando a ti perfeitamente para sempre, meu Deus. É esse o nosso desejo e que essa verdade não saia dos nossos corações, que nós possamos meditar durante a semana para que essa verdade sobre os nossos ídolos, nós possamos meditar nela e render tudo isso a ti. É isso que nós pedimos hoje, em nome de Jesus. Amém. Que desnudamento a palavra de Deus fez em nós lá agora. Todos nós nascemos gerbões, por isso não podemos olhar com distância para ele, porque nós nascemos assim, todas as bênçãos de Deus, por causa disso podem ser transformadas pelo nosso coração em maldição. não é assustador. Não as coisas ruins do mundo, mas as melhores, aquelas que são tem a marca da maior eh bondade de Deus. Podem ser armas que nossos corações usam exatamente contra a glória de Deus, quando tudo devia ser para glória dele. E isso eh não é necessário nenhum tipo de esforço, medo e ansiedade, medo eh desprovido do verdadeiro temor a Deus, o medo em si mesmo e ansiedade já são pecados que levam a outros pecados. Não importa se a gente quer dar a essas coisas o nome que a humanismo secular deu para diminuirmos. Ou nós ficamos ansiosos ou glorificamos a Deus. É impossível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Ninguém ansioso está glorificando a Deus como a rocha eterna, como Deus vivo, como Deus soberano. Quando é dito para nós, como foi essa noite, que qualquer coisa em que nós estamos dispostos a pecar, para ter, para manter, já é um ídolo que marca eh fácil de olhar para todos os nossos medos e ansiedades. E como é fácil pecar para ter ou manter coisas. às vezes coisas físicas, às vezes reputações, às vezes pessoas. Então, como é poderoso isso e como isso é destruidor e como isso atinge outras pessoas. Quando é dito toda hora que Jeroboão faz fez Israel pecar, isso nunca era esquecido. Muito tempo depois dele era dito isso. Nunca trate o pecado como uma coisa isolada. atingir os nossos filhos, nossa família, nosso bairro, nosso emprego, nosso mundo. A ideia de que isso é um problema meu não é verdade. É assustador pensar que nós podemos levar as pessoas a pecarem, mas não podemos levá-las a se arrependerem. Nossas palavras podem fazer as pessoas pecarem conosco, mas nós nunca vamos poder ajudá-las a se arrependerem. Nem nós somos capazes de um verdadeiro arrependimento em nossa própria capacidade, mas temos um grande potencial de levar as pessoas a participarem do nosso pecado. E é trágico pensar que podemos fazer isso facilmente, mas é impossível para nós levar aquelas pessoas ao arrependimento. Então, nós podemos cometer um mal infinito, mas não podemos fazer um bem infinito à aquela pessoa. Então, temos muito cuidado com a nossa vida por causa da glória de Deus, por causa dos nossos corações, por causa dos outros. Às vezes, só de olhar para Jerobão com medo já era uma pregação falsa sobre Deus. [música] Mas muitas vezes o mundo está olhando para nós com medo, ansiosos. Estamos fazendo a mesma coisa, adorando um ídolo na face de Deus, diante dele. Só Deus pode fazer uma verdade como a dessa noite, entrar lá no coração e abrir todos os armários e todas as gavetas onde o erro costuma se esconder. Nós te agradecemos, Deus, pela paciência com que tu envia a tua palavra de novo, de novo e de novo. Faça, Senhor Pai, com que teu espírito, Senhor Deus, possa realmente, Senhor Pai, levar a verdade para aqueles lugares do coração mais profundos, onde, ô Deus, o pecado costuma se esconder, se camuflar com outros nomes. que ele descubra, Senhor, Pai, lá nos nas nos nas gavetas do coração, onde o medo se esconde, a ansiedade, onde a evidência clara de ídolos se escondem e nos dê um coração e mente e ouvidos diferentes de Jeroboão, que ouviu a mesma coisa, tendo privilégio que nenhum outro rei daqueles dias tinha pelo mundo, que é ter profetas falando a verdade para ele, ter sua mão, Deus tocando e abençoando de maneiras eh únicas. E ainda assim, Senhor Pai, não recebeu um coração para se arrepender, para te amar, para confiar em ti. Como é fácil ver, Deus, que o medo, a ansiedade, serão pai destruiu a vida de reis como Saul, como Jeroboão, que receberam coisas de ti e trataram aquelas coisas como muito mais preciosas do que tu mesmo. nos livre, nos livre, Deus, porque se tu nos deixar entregues as a nós mesmos, não há nenhuma diferença, Senhor Pai, em que o que os nossos corações fazem e que o coração de Jeroboão e de Saul fizeram, Deus, com a tua bondade, transformaram ela em maldição para eles mesmos. nos dê a tua graça para vivermos para a tua glória. E todas as outras coisas serão, Pai, sejam apenas coisas que podem vir das tuas mãos e podem ser tiradas, ó Deus, e que quando tiverem nas nossas mãos não produzam medo nem ansiedade, para que não tragam consigo toda aquela companhia e batalhões de pecados que andam junto com esses pecados comandantes. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Vamos cantar. A graça de sermos confrontados pela palavra de Deus deve ser eh dada de volta a Deus com verdadeira adoração, porque é o que nós precisamos, que a espada da palavra de Deus nos corte muito antes, que corte outros. Vamos cantar. >> [roncando] [música] >> Tua graça, meu Deus, transborda. Nos [música] encontra sem fim. Teu amor, [música] soberano, nunca falhas. És fiel, Deus. [música] Terra e céu, Deus louvará quem tu és. Tu perdoas com [canto][música] graça ao contrito. >> És conforto [música] para todo que clamar. O rei [música] que [canto] salva para sempre. >> Tua glória a Deus cantaremos sem cessar. [música] >> Tua glória a Deus cantaremos sem cessar. [canto] És Deus conosco. [música] Por nós és quem vai nos condenar. [canto] Ou entre [música] nós ficar Deus para sempre. [canto] Por [música] nós és quem vai nos condenar. Ou [música] entre nós ficar Deus. >> [música] >> Na cruz [música][canto] Jesus por nós morreu. Pai, quem irá Deus o teu [música] amor? Te louvamos, ó, santo [música][canto] Deus. Tua glória, [música] Deus cantaremos sem cessar. >> És Deuso, [música] [canto] por nós és quem vai [música] nos condenar. [canto] Ou entre nós ficar Deus [música] para [canto] sempre. Por nós és quem vai nos condenar. [música] Ou entre [canto] nós ficar bem. [música] Tu nos tira. da [música][canto] morte. Não há temor, pois nos [música][canto] amas. Toda maldição tu quebraste. [música][canto] Um com Cristo nos fez. Um com Cristo nos fez. [música] Tu nos tiraste da morte. [canto] >> [música] >> Não há temor, pois nos ambas. [canto] Toda maldição [música] tu quebraste. O bom Cristo nos [canto] fez. O Cristo nos fez. [música] Tu nos tiraste da morte. >> [música] >> Não há [canto] temor, pois os amaris. [música] Toda maldição [canto] tu quebraste. Um com [música] Cristo nos fez. Um com Cristo nos fez. Um com Cristo nos fez. [música] O bom Cristo nos fez. O bom Cristo nos [música] fez. És Deus conosco. Por [música] nós és quem vai nos condenar. [canto] Ou entre nós ficar Deus [música] para [canto] sempre. O Nós és quem [música] vai nos condenar. Vou entre [canto] nós ficar Deus por nós por [música][canto] nós és quem vai nos condenar. Ou entre [música][canto] nós ficá Deus para sempre. Por [música][canto] nós é quem vai nos condenar. Ou entre nós ficar Deus. >> [música] >> Por [canto] nós [música] és quem vai nos condenar. Ou entre [música][canto] nós ficar Deus para sempre. [música] Por nós [canto] és quem vai nos condenar >> ou entre nós ficar Deus. [música] >> Aleluia. Aleluia. >> [aplausos] >> Que declaração, queridos, esse ano faz. Que declaração? Quem vai nos condenar? Nada. Mas nós olhamos para pecado. Não assim, simplesmente não é porque nossa questão não é não sermos condenados. É maravilhoso dizer quem vai nos condenar ou entre nós ficar. Nós sabemos que o pecado ainda pode quebrar a comunhão, apesar de não poderos condenar. E nós odiamos as duas coisas. Odeamos a condenação que o pecado traz. Mas por odiamos isso? Por amor, a beleza da santidade de Deus, não queremos nada entre nós. E sabemos que na cruz Cristo fez as duas coisas. Não apenas eh tirou o poder da lei nos condenar por causa do pecado, não há. Então, quem irá nos condenar? Mas quem vai ficar entre nós também não, porque nós fomos salvos para comunhão com Deus, para o desfrute de Deus, para não ter aquilo que nos separava da alegria que ele é. E nós temos as duas coisas em Cristo. O pecado não pode nos condenar e agora somos livres para nada estar entre nós e Deus, a não ser Cristo. Pai, obrigado por esta noite. Obrigado, Senhor Pai, por sermos sondados pela tua palavra. Que cada um de nós, Senhor Pai, possa entesourá-la no lugar mais precioso do coração, para que de lá ela brilhe, Senhor Deus. E seja realmente lâmpada para os nossos pés e luz, para o nosso caminho agora e sempre. É o que te pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém. Que Deus nos dê uma semana cheia de graça. Amém, queridos. Amém.