Quando o silêncio da rebeldia dá lugar ao clamor – Culto Noturno – AO VIVO | 07/06/26 | 18h | PIPG
08/06/2026
Quando o silêncio da rebeldia dá lugar ao clamor – Culto Noturno – AO VIVO | 07/06/26 | 18h | PIPG
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:
Meu Deus do céu, eu já uso para trabalhar. เฮ >> [música] >> tá comentando >> [música] [música] >> Vamos nos preparar em atitude de oração, ouvindo prelúdio. >> [música] [música] >> Vamos abrir nossas Bíblias no livro do profeta Isaías. Nós vamos ler todo o capítulo 12. Livro profeta Isaías, capítulo 12. No capítulo 11, Isaías descreve eh o Messias, o Messias que virá e ele começa a descrever um pouco de como será a vida nos novos céus e nova terra. E ele vai descrevendo eh versículos bem conhecidos como o leão e o cordeiro pastarão juntos, que o leão vai comer a palha como boi. E aí ele termina o capítulo 11 descrevendo isso, novos céus e novas terras. E aí ele ele diz assim no capítulo 12: "Orarás naquele dia: Graças te dou, ó Senhor, porque ainda que tiraste contra mim, a tua ira se retirou e tu me consolas. Eis que Deus é a minha salvação. Confiarei e não temerei, porque o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico. Ele se tornou a minha salvação. Vós com alegria, tirareis água das fontes da salvação. Direis naquele dia: "Dai graças ao Senhor, invocai o seu nome, tornai manifestos os teus feitos entre os povos. Relembrai que é excelso o seu nome. Cantai louvores ao Senhor, porque fez coisas grandiosas. Por saiba-se isto em toda a terra. Exulta e jubila, ó habitante de Sião, porque grande é o Santo de Israel no meio de ti. Grande é o Santo de Israel no meio de ti. Vamos orar ao nosso Deus, reconhecendo a grandiosidade dele. Pai querido, obrigado por esta noite, porque o Senhor se um dia se revelou a nós, ó Deus, e nos trouxe para a comunidade de servos separados para ti, ó Pai. Muito obrigado porque o Senhor convidou a cada um de nós aqui e nos escolheu antes da fundação do mundo para sermos parte do teu povo. Nós queremos te agradecer pelo dia de hoje, por esse culto que prestamos a ti. Queremos te pedir, ó Deus, que a tua graça e a tua bondade sejam derramadas sobre nós, teus servos. que o Senhor esteja conosco neste culto at nos ensinando através da tua palavra, que o Senhor receba o nosso louvor e a nossa adoração, porque o Senhor é grande e não há Deus como o Senhor. Não há no céu, não há na terra Deus como o Senhor. Nós te louvamos, ó Deus, porque o teu nome é grande. No nome de Jesus Cristo que oramos. Amém. Vamos cantar o hino, eh, desculpe, pastor divino, o hino número 117. >> Vamos aproveitar este momento para quem veio preparado também contribuir com seus díos e ofertas. Para aqueles que nos assistem pela internet também podem participar deste momento através da dos números de PIC da conta da igreja. [música] >> [música] [música] >> Eis o pastor [música] divino. Todos juntos no lugar como [música] ovelhas congregados teu auxílio a [música][canto] suplicar. És presente, és [canto] presente [música] o rebanho apacentar. [música] És [canto] presente, és presente [música] o [canto] rebanho a sentar. Gu aos tristes fatigados [música][canto] a teu morrede o Senhor leva aos [canto][música] teus cordeirios dos teus [música][canto] braços, bom pastor, as pastagens, as pastagens [música] >> [canto] >> Celeste doce amor. [música] As pasagens, [canto] as pastagem [música] de celeste [canto] doce amor. [música] Ó Jesus bondoso, escuta [música] nossa [canto] humilde petição. Vem encher [música] o teu rebanho. [canto] De sincera [música] gratidão. Cantaremos, cantaremos [música] tua [canto] imensa compaixão. [música] Cantaremos, cantaremos [música] tua imensa [música][canto] compaixão. [música] Amém. >> [música] >> Ainda em pé, vamos abrir nossas Bíblias no na carta de Tiago, no capítulo 4, nós leremos, faremos uma leitura responsiva do verso 8 ao verso 10. Tiago 4 de 8 a 10. Ao adentrarmos para o culto, nós entramos na presença do Senhor, o nosso Deus, um Deus santo. Mas nós somos pecadores. E diante disso, nós temos esse momento agora que é um momento de contrição. Vamos ler o que Tiago nos ensina sobre isso. Eu lerei os versos pares e os irmãos os ímpares. Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos pecadores e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração. Chorai, com o vosso bismo entrando e a vossa alegria desisteza. >> Humilha-vos na presença do Senhor e ele vos exaltará. Podem se assentar. Vamos neste momento orar ao nosso Deus, pedindo perdão pelos nossos pecados. Uma oração silenciosa que cada um faz sozinho. E depois de alguns instantes, o silêncio vai ser quebrado pelo nosso irmão presbítero Abimael, que fará uma oração de contrição. >> [música] [música] >> Senhor, nosso Deus e Pai, muito obrigado, ó Deus, por mais um dia que tu nos destes. Muito obrigado, ó Pai, por estarmos aqui na tua casa para te louvar, bendizer o teu santo nome. Ajude-nos, ó Deus, a te servir. Ajude-nos, ó Deus, para que todos nossos atos sejam atos agradáveis a ti. Ajude-nos, ó Deus, para que possamos ser luz neste mundo e possamos resplandecer o teu santo nome. Ó Pai, abençoa a tua igreja, ó Deus. Ajude, ajude, ó Deus, a todos nós para que sejamos exemplos de pessoas deste mundo. Faça, Senhor, que o nosso coração se alegre sempre em ti, para estarmos, ó Deus, sempre agradecidos por todas as coisas as quais tu tens dispensado a nós. Abençoa toda a igreja, ó Pai. Abençoa as pessoas que aqui não puderam vir. Abençoa os pastores e todos os atos desse culto. Ó Pai, nós cremos no teu amor, na tua bondade. Cremos que tu estás sempre ao nosso lado, nos abençoando, nos guardando, nos livando de todos os males. Ajude, ó Deus, todos os nossos familiares. Ajude, ó Deus, a toda a igreja. Ajude, ó Deus, aos presbíteros, pastores e todos nós que somos membros, ó Deus, ensinando-nos a viver, a andar conforme os teus preceitos. Ó Pai, agradecemos, agradecidos somos por todas as bênçãos que tu tens nos dado. Ajude-nos, Deus, pedimos mais uma vez no amor do teu filho amado, Jesus, que te pedimos agradecidos. Amém. Meu Deus. Cantemos o hino Contrição e Confissão, o hino número 71. >> [música] [música] >> Se sofrimentos te cause [música] ó Deus, se ao meu exemplo [música] fraco tropeçou, [canto] se eu não andei nos [música] bons caminhos teus. Perdão, Senhor. [música] Se vão [canto] e fútil foi o [música] meu falar. Se amor a meu irmão [música] não [canto] demonstrei. Se ao sofredor [canto] eu não quis ajudar. [música] Perdão, Senhor. [canto] [música] Se negligente foi o meu [canto] viver, sem me dispor a pelejar. [música][canto] por ti, se firme em [música][canto] teu trabalho eu não quiser. Perdão, [canto] Senhor. [música] Escuta, [música][canto] ó Deus, a minha oração e vem livrar-me do pecado. [música] >> [canto] >> Renova este pobre coração. [música][canto] Amém, Senhor. [música] Boa noite, igreja. Eh, vamos cantar agora uma música que fala sobre a igreja unificada e que como nós temos o mesmo corpo, um só espírito, nós vamos declarar isso agora para honra e glória do Senhor Jesus. Tu és a [música] luz que brilha sobre a escuridão. Tu és [música] a paz que acalma todo o coração. És o pão do faminto, a força do [música] aflito. E nós somos teus pés e tuas mãos. [música] >> [música] [música] >> a tua [música][canto] igreja, tua luz. nos brilha sobre nós o mesmo corpo, [música] um só espito, [música] o Senhor [canto] eu, faça [música] a tua [canto] vontade através de nós. Que o [música] teu reino [canto] venha. Que o teu reino venha. Faça a tua vontade [canto][música] através de nós. Que o teu reino venha. Que o teu [música] reino venha. Tu és a luz que brilha sobre a escuridão. [música] Tu és a [canto] paz que acalma todo o coração. [música] És o pão do famino, a força do aflito. [música] E nós somos teus pés e suas mãos. [música] Tua verdade sempre permanecerá. [música] O teu amor quem poderá [música][canto] nos separar. És fiel e para sempre [música] teu povo sustentar. E então o [canto] mundo inteiro verá o poder do [música] grande rei. [música] Justiça [música] e paz encontram e nasce a alegria. Esse é o teu reino. [música] Esse é o teu reino. [canto] Justiça e paz se [música] encontram e nasce [canto] a alegria. Este é o teu reino. [música] Este é o teu reino de amor. Justiça e paz se encontram [música] e nasce alegria. Esse é o teu reino. Esse é o [música] teu reino. Justiça e paz encontrão [música] e nasce a alegria. Esse é o teu reino. É o teu reino de amor. [música] [música] Tu és a luz que brilha sobre a escuridão. [canto] Tu és a [música] paz que acalma todo [canto] o coração. O pão do faminto, a força [música] do aflito. E nós [canto] somos teus pés e tuas mãos. Tua verdade sempre [música] permanecerá. No teu [música] amor quem poderá nos separar? És fiel e para [música] sempre teu povo sustenta. Então [música] o mundo inteiro verá [canto] o poder do grande rei. [música] [música] Próxima música a gente vai declarar que o nome do Senhor Jesus é o mais alto. Os anjos clamam santo, santo. Toda criação clama santo. Vamos declarar isso. Muitas [música] gerações rendidas em louvor, cantando ao cordeiro [música][canto] uma canção. [música] Se foram e os que hão de crer, cantando ao [música] cordeiro uma canção. Teu nome [música] é o mais alto. Teu nome é o [música][canto] maior. Teu nome é sobre todos os tronos [música] e domínios, governos e poderes. [música] Teu nome é sobre todos. [canto] E os anjos [música] clamam. Santo [canto] [música] toda criação. Santo, exaltado és. Santo, [música] santo para sempre. >> [música] >> Quem foi perdoado e redimido [música] foiante ao poder [canto] uma canção. Aquele que é livre e leva [música] o seu nome, cante ao cordeiro uma canção. Cantaremos para sempre. Amém. E os anjos [música] clamam. Santo toda a criação. [música] Santo, [música] exaltado és. Santo, [música] santo para sempre. O teu povo [música] canta. Santo sim ao rei [música] dos [canto] reis. Santo, tu sempre serás. [música] Santo, santo para [música] sempre. Teu nome [música] é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu nome [música] é sobre todos. Os [música] tronos e domínios, governos e poderes. Teu nome [música] é sobre [canto] todos. Teu [música] nome é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu [música] nome é sobre todos os [música] tronos e domínios, podemos e poderes. Meu [música] nome é sobre todos e os anjos. [música] Santo toda criação. [música] Santo, exaltado tu és. [música] Santo, [canto] santo para sempre. [música] O teu povo canta [música] santo sim ao rei dos reis. [música] Santo, tu sempre [música] serás. Santo, santo para [música] sempre. Tu sempre [música][canto] serás santo, [música] santo para sempre. [música] >> A igreja pode se assentar. A pedido da junta diaconal, eu queria pedir aos irmãos para que sentem mais ao centro dos bancos e deixem a os espaços externos livres para que outras pessoas possam se acomodar. Eh, hoje nós teremos ceia, então as crianças não se dividirão, mas nós vamos manter o nosso costume de orar pelas crianças. Eu queria que elas fossem trazidas aqui à frente para nós e eu queria pedir ao nosso irmão diácono Léo que fizesse uma oração pelas crianças. Vamos orar, crianças, falar com o papai do céu. >> Senhor Jesus, obrigado pela vida desses pequeninos que estão aqui em tua casa. Rogamos ao Senhor a bênção sobre seus corações, suas mentes, ó Deus, que eles venham andar pelo vivo e reto caminho, que a tua palavra venha eh habitar ricamente em seus corações e que elas almejem e queiram conhecer mais a ti, amar o Senhor, te servir e que elas sejam os nossos futuros líderes, eh, pessoas que estarão à frente servindo também nos bastidores, sendo bênção em suas casas, em suas famílias. Ó Deus, eh, preserva o coração delas do mal, livra de todo caminho eh que não te agrada e conduz elas diante de ti e conduzidos pelo teu espírito. Assim eu te rogo, eu te agradeço pela vida de cada um delas, de seus pais, seus familiares. Eu te peço a bênção sobre seus lares também e assim agradeço em nome de Jesus. Amém. Eh, nós teremos agora um grupo instrumental >> [música] [música] >> Meus irmãos, graça e paz a todos. Nós passaremos agora para a exposição da palavra do Senhor. Daremos continuidade à nossa série de exposição no livro de Jonas. Veremos hoje mais uma porção deste livro. Nós veremos então o capítulo 2 de Jonas. Leremos todo capítulo, versículos de 1 a 10. Eu farei a leitura de todo o texto. Jonas capítulo 2, versículos de 1 a 10. Vai localizar na Bíblia. Uma boa maneira é abrir Mateus e retroceder alguns pequenos livros e você logo chega no livro de Jonas. Jonas, capítulo 2, versículos de um. A 10 diz assim a palavra do Senhor. Então Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus e disse: "Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu: "Do ventre do abismo gritei e tu me ouviste a voz, pois me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou. Todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. Então eu disse: "Lançado estou de diante dos teus olhos. Tornarei porventura a ver o teu santo templo? As águas me cercaram até a alma. O abismo me rodeou e as al algas se enrolaram na minha cabeça. Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim para sempre. Contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó Senhor, meu Deus. Quando dentro de mim desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor e subiu a ti a minha oração no teu santo tempo. Os que se entregam a idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso. Mas com a voz do agradecimento eu te oferecerei sacrifício. O que votei pagarei. Ao Senhor pertence a salvação. Falou pois o Senhor ao peixe e este vomitou a Jonas na terra. Vamos orar mais uma vez. Senhor Deus, nós estamos diante da tua palavra. Carecemos, ó Deus, da edificação, da instrução, da correção que a tua palavra nos proporciona. O Senhor vem, ó Deus, falar conosco por meio da tua palavra. Que o teu Santo Espírito prepare o nosso coração, ilumine a nossa mente para que possamos, ó Deus, ter os nossos olhos abertos, assim, entender a tua palavra, aquilo que o Senhor tem a nos ensinar neste momento. Fala conosco, ó Deus, para que nós sejamos edificados por esta palavra. É no nome de Cristo que nós oramos e pedimos. Amém. Meus irmãos, existem momentos na nossa vida em que tudo que queremos é sair rapidamente da situação em que estamos. Por exemplo, quem aqui gosta de permanecer no sofrimento, na crise ou em situações que expõem a nossa fragilidade? Quem é que gosta de permanecer, passar um longo tempo nessas situações? Quando vivenciamos esses cenários, geralmente o que queremos são respostas rápidas e soluções imediatas. Mas e se em alguns momentos aquilo que chamamos de atraso for, na verdade a exposição bem clara da misericórdia e da graça de Deus para conosco? E se o lugar do nosso desconforto for exatamente o espaço onde Deus decidiu tratar o nosso coração e nos dar tempo para refletir sobre ele? Bom, é isso que aconteceu com Jonas quando nós olhamos para aquilo que ele descreve sobre si e a oração que ele faz no capítulo dois. Depois de fugir deliberadamente da vontade de Deus, esse profeta teve a sua fuga interrompida pelo próprio Deus, sendo necessário ser lançado ao mar para que uma tempestade fosse acalmada. Nós vimos no capítulo um que é Deus quem envia um vento forte. Esse vento faz com que uma tempestade comece a ser lançada sobre esse navio, até o ponto do navio está para afundar. E ali Deus está então interrompendo a fuga do seu profeta. A primeira vista, aquilo que parecia ser o capítulo final da história desse profeta, tornou-se o cenário para uma série de ações providenciais e soberanas de Deus. Providencialmente falando, quando Jonas estava para ser lançado ao mar pelos marinheiros, um grande peixe capaz de conter um homem nadou bem perto daquele navio, com apetite grande o bastante para querer engolir um profeta que seria lançado ao mar. Isso não foi obra do acaso. Isso foi o próprio Deus soberanamente, graciosamente que estava direcionando aquele grande peixe. Mais do que isso, aquele peixe foi um instrumento nas mãos de Deus para que Jonas ficasse três dias e três noites ali dentro da sua barriga. Esse grande peixe que parecia ser mais um instrumento do juízo de Deus, foi também uma expressão da graça soberana de Deus para com este profeta. Isso fica claro pelo fato de que o peixe não apareceu para destruir o profeta, coisa que ele poderia muito bem ter feito, mas sim para preservar esse profeta. Deus poderia ter encerrado ali a história de Jonas, o profeta rebelde, aquele que achou que poderia resistir à vontade de Deus. Contudo, em vez disso, Deus concedeu algo precioso para esse homem. O que que Deus concedeu para ele ali? tempo, tempo para ele pensar, tempo para ele orar, tempo para que o seu coração fosse trabalhado, alinhado, para que ele pudesse então refletir sobre o Deus da aliança. Isso nos ensina, meus irmãos, que Deus sabe muito bem como nos resgatar, nos trazendo de volta à sua presença. Às vezes, Deus não remove imediatamente a tempestade, nem abre rapidamente a porta da crise, porque antes ele deseja dar aquilo que nós mais necessitamos, tempo para que o nosso coração seja trabalhado por ele. Por isso que Deus não age assim como nós gostaríamos no nosso tempo, de acordo com os nossos termos. Sendo assim, meus irmãos, aprenderemos então a luz de Jonas 2, do 1 ao 10, que Deus, em sua soberania e graça, pode usar a situações mais difíceis da nossa vida para quebrantar o nosso orgulho, para restaurar a nossa comunhão com ele e renovar a nossa obediência, colocando assim o nosso coração no seu devido lugar. Deus é poderoso para levar para nos levar de um silêncio em rebeldia a um clamor em oração. É isso então que nós veremos aqui nessa noite. Eu quero destacar alguns pontos que nos mostram como esse resumo, essa realidade se apresenta no capítulo dois. Primeiro nós temos então nos versículos 1 e dois, Deus concedendo Jonas, concedendo a Jonas tempo para orar. Nas profundezas, Deus concede tempo para que esse homem falasse com ele. Vejam comigo os versos um e dois. Então Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse: "Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu: Do ventre do abismo gritei e tu me ouviste a voz. Meus irmãos, de todos os lugares mencionados na Bíblia que alguém orou, o lugar onde Jonas orou é com toda certeza o mais estranho sendo apresentado nas Escrituras. Pare um pouco, pense na cena aqui desse episódio. Dentro do grande peixe, o cenário provavelmente foi de escuridão. Pare para pensar como deve ter sido Jonas dentro de um grande peixe, tendo um tempo de três dias e três noites para falar com o Senhor. Foi de isolamento, cheiro de morte, nenhuma possibilidade humana de escapar. Eu fico pensando o suco gástrico daquele peixe tocando a pele de Jonas. O macheiro que talvez ali dentro estava, o coração do peixe batendo. Parei para pensar nessa realidade. Será que Jonas teve espaço para deitar, ficar de pé, ajoelhar? Como que deve ter sido para Jonas ali dentro do grande peixe? Mas lá o texto diz que ele resolveu orar ao Senhor. O verso dois diz que na angústia esse homem clamou ao Senhor e Deus o respondeu, irmãos. Ou seja, o profeta foi ouvido por Deus no pior momento da sua vida. No mais profundo abismo, Jonas gritou e Deus o socorreu. Essa realidade nos apresenta um contraste importante aqui. No capítulo um, diante da tempestade, os marinheiros oraram aos seus deuses que não lhes ouvira. Porém, Jonas declara aqui no capítulo 2 que ele orou ao Deus vivo. E o que aconteceu? O Deus vivo o ouviu. Um contraste muito claro aqui. Se os deuses dos marinheiros não ouviram os marinheiros, porque eles não existem, o Deus vivo ouviu o clamor do seu profeta. Os estudiosos chamam atenção para o fato de que a oração de Jonas, ela se parece muito com o salmo. Já no verso dois e no restante da oração, nós veremos que ela está cheia de frases e imagens que nós podemos encontrar no livro dos Salmos. especialmente naqueles que foram escritos por Davi. Jonas era um leitor dos salmos de Davi. Ele conhecia muito bem os o vocabulário de Davi, como Davi orava e falava com o Senhor. Parece que ele está usando aqui vários salmos. Ele está fazendo referência, alusões para que ele então pudesse agora falar com o Senhor. Nós temos aqui o Salmo 3, 5, 16, 18, 31, 42, 50, 130 e outros salmos. sendo aqui apontados pelo profeta como vocabulário da sua oração. Queridos, nesse sentido, nós temos algo muito importante aqui. Jonas conhecia bem a palavra escrita de Deus. Ele era um profeta de Deus, de tal forma que ele poôde retornar a ela e abraçá-la como vocabulário para a sua oração. A palavra de Deus escrita foi útil para esse profeta. em uma situação horrível, ele teve a palavra de Deus como vocabulário para falar com o Senhor. Meus irmãos, isso é bom. É por isso que nós precisamos ler as Escrituras. É por isso que nós precisamos estar enterado do texto bíblico. Porque quando nós precisamos falar com o Senhor em situações que nos faltam palavras, você pode recorrer à palavra escrita, você pode recorrer ao livro dos Salmos e fazer citação deles na sua oração, alusão a eles na sua oração. É isso que Jonas está fazendo aqui. a um personagem na história da igreja, o John Bania, que foi dito sobre ele pelo Espugon, que ele diz assim: "Olha, ora, este homem é uma Bíblia viva, fúrio-o em qualquer parte. Você verá que o seu sangue é bíblico. A própria essência da Bíblia flui dele. Ele não consegue falar sem citar um texto, pois a sua alma está cheia da palavra de Deus." Nós encontramos isso aqui agora em Jonas. Ele está cheio da palavra de Deus e ele pode então recorrer a ela e fazer citação dessa palavra. Nós sabemos pelo capítulo 1 versículo 17 que esse profeta passou três dias e três noites no peixe. Mas nós não somos informados sobre qual dia ele fez a oração. Nós fomos informados no capítulo 1, no versículo 6, que durante a tempestade ele foi até chamado para orar, mas a gente viu no capítulo um que ele não é descrito orando. Na verdade, Jonas em nenhum momento é descrito orando no capítulo um. E não se esqueça que nós estamos falando de um profeta, um homem de Deus, alguém que deveria ter uma vida de oração constante diante do Senhor e para com o Senhor. Esse profeta não orou para dar uma resposta ao Senhor quando ele foi comissionado para ir a Nínive. Ele não orou ao Senhor quando ele desceu a Jope. Ele não orou quando ele comprou a sua passagem. Ele não orou quando ele entrou no navio. Ele não orou dentro do navio quando a tempestade estava para destruí-lo com os marinheiros e aquele navio, mesmo sendo chamado pelo capitão para fazê-lo. Foi somente, meus irmãos, a ser ao ser capturado pelo grande peixe que então nós encontramos esse homem se vendo na necessidade de orar ao Senhor. Para Jonas, a oração aqui foi o seu último recurso. Jonas aqui errou, irmãos, e ele errou terrivelmente, pois a oração deve ser a nossa primeira resposta às crises e não a última. Nesse ponto, Jonas errou. Queridos, é bem provável que a desobediência de Jonas o estava enfraquecendo na sua vida de oração. De tal forma que a oração desse profeta dentro do grande peixe, ela nasce da aflição e não da submissão a Deus. Ele chamou, ele clamou a Deus, ele gritou por Deus. aqui porque ele se viu em perigo e não porque ele se agradava de ter um relacionamento com o Senhor por meio da oração. A sua desobediência, o seu pecado estava fazendo com que ele vivesse dessa maneira. A desobediência a Deus, meus queridos, faz com que a nossa prática de oração fique como a de Jonas, enfraquecida e até mesmo inexistente, enquanto acreditamos que nós estamos no controle da vida e provavelmente Jonas achava que estava, pois ele poderia desobedecer ao Senhor e ir para onde ele quisesse, inclusive para a direção oposta da vontade de Deus. Tares era o contrário de Nínive. Ele então não orou ao Senhor porque ele achou que estava no controle da vida. Quando nós pensamos que a vida está nas nossas mãos, a gente ora pouco. Se Deus não agir graciosamente, nos estimulando a oração e até mesmo nos proporcionando situações adversas que exponham a nossa fragilidade, meus irmãos, nós poderemos até deixar de buscá-lo em oração. Deus pode usar situações difíceis na sua vida para te levar a orar, a falar com ele. Deus pode fazer isso. O Richard Philips comentando esse texto diz que às vezes a melhor coisa que pode nos acontecer é aquilo que mais tememos. Pela simples razão de que isso tira de nós toda autoconfiança, humilha nosso ego e remove de nós qualquer outra esperança que não a de Deus. Às vezes isso é preciso para nos fazer orar de verdade, irmãos. Tá vendo porque que Deus permite situações difíceis e ele nos mantém nela? para que nós tenhamos tempo para orar, para falar com ele. E aqui eu te pergunto, como está a sua vida de oração? Reflita, faça uma autoanálise aí, como está a sua vida de oração? Você ora apenas por causa da aflição ou você tem orado por submissão a Deus? Meus irmãos, é bem melhor que a nossa vida de oração seja por submissão, seja pelo fato de que nós apreciamos o privilégio que nós temos de poder falar com um Deus gracioso. Mas há algo aqui importante ainda nesses versículos. Mesmo no mais profundo abismo, tendo desobedecido a Deus, sendo um profeta rebelde, Jonas pôde clamar ao Senhor e os ouvidos do Senhor estavam abertos à oração do seu servo. Deus é assim, meus irmãos. Ele está com os seus ouvidos abertos a oração de um aflito, [música] daquele que clama a ele, daquele que o busca. Jonas presenciou isso no versículo 3. No versículo 3, nós temos agora Jonas reconhecendo a soberania de Deus ao discipliná-lo. Vejam comigo esse verso. Pois me lançaste. Percebam que ele tá dizendo. Olha, pois me lançaste. Foi o Senhor quem me lançou no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou. Todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. Queridos, aqui a gente tem algo muito belo sendo feito por Jonas. Jonas, ele expõe aqui em oração a sua consci a sua consciência de que, em um certo sentido, não foram os marinheiros que o lançaram ao mar, mas sim Deus, que estava no controle de tudo, inclusive na utilização dos marinheiros para lançá-lo ao mar. É claro que, humanamente falando, foram os marinheiros que lançaram Jonas ao mar, mas Jonas ele corretamente enxerga além das adversidades. Jonas vai um pouco além, a exemplo do que ele fez no capítulo um, quando ele reconheceu que aquela tempestade não era apenas um fenômeno natural. Aqui ele não coloca a sua descida, o fato de que ele foi lançado ao mar nas mãos do acaso, nas mãos do mar dos marinheiros, como se algo assim fugisse do controle de Deus e ele então tivesse que ter sido lançado ao mar. Não, meus irmãos, ele vê a mão soberana de Deus em tudo o que estava acontecendo. Ele não tem problema em identificar o Senhor como motor principal do seu sofrimento e da disciplina merecida em sua vida. Isso é bom. Isso que ele está fazendo é bom. Ele está correto aqui. Se tem uma área do nosso relacionamento com Deus, com Deus que nós costumamos ter dificuldade, é de entender essa soberania de Deus agindo para nos corrigir, para nos disciplinar, para nos salvar de nós mesmos. Quando Deus nos corrige, quando ele nos disciplina, ele está nos salvando de nós mesmos. Porque se ele nos entregasse a nós mesmos, nós acabaríamos com a nossa vida. Nós destruiríamos aquilo que a gente tem. Nós amamos, irmãos, chamar Deus de pai e de fato ele é o nosso pai. Em Jesus Cristo, nós fomos adotados, inseridos na família do Deus da aliança. Mas quantas vezes nós gostamos da ideia de que Deus como nosso pai pode nos disciplinar como seus filhos que nós somos? Quantas vezes nós gostamos dessa ideia? Por vezes nós não gostamos dessa ideia. Não é incomum encontrarmos cristãos achando que a realidade da disciplina é uma demonstração da sua falta de amor por nós. Mas Jonas vai deixar claro que não. Ele diz: "Olha, foi o Senhor quem me lançou aqui. É o Senhor que está fazendo isso comigo. O Senhor está tratando meu coração. No final ele vai chegar a essas conclusões. O Senhor está me dando tempo. Está sendo bom para mim. É bondade do Senhor sendo direcionada a mim. Assim como nós disciplinamos os nossos filhos porque nós o os amamos, Deus também pode nos disciplinar, irmãos. Hebreus 12 nos ensina que a disciplina é uma marca da filiação de um crente. Ela pode ser dolorosa por um tempo, mas ela é prova de que nós pertencemos à família de Deus, que nós estamos debaixo do seu cuidado. É importante entender como Jonas entendeu que Deus pode nos disciplinar. E ele pode fazer isso de várias maneiras, inclusive lançando-nos em circunstâncias difíceis para entendermos que o caminho da obediência é o melhor caminho a ser trilhado. Eu não quero dizer com isso, meus irmãos, que toda a adversidade é uma disciplina de Deus na sua vida. Pelo amor de Deus, não entenda isso. A vida de Jó é um exemplo claro de que ele não estava sendo disciplinado por ele estar passando por várias dificuldades. Todavia, quando Deus nos disciplina por meio das adversidades, o seu objetivo não é nos destruir, mas sim nos levar a amá-lo ainda mais, a amadurecer a nossa fé, a sermos conformados à imagem do seu filho. Deus está fazendo isso. E Jonas agora não tem problema em dizer: "Foi o Senhor quem me lançou nas profundezas dos mares." No versos 4, 5 e 6, Jonas expressa agora em oração o peso, o quanto ele sente o peso do afastamento de Deus por causa do seu pecado. Vejam comigo primeiro aí o verso 4. Na parte A do verso 4, Jonas lamenta dizendo: "Lançado estou diante dos teus olhos". Percebam que o profeta se vê agora como alguém banido da presença de Deus e ele está lamentando. Isso está perturbando o seu coração. Ele está banido. Ele se vê dessa maneira. O Senhor me lançou as profundezas. O Senhor está me banindo na sua presença. Mas aqui há uma pergunta que a gente precisa fazer e responder. Queridos. Não era justamente isso que o profeta queria? Lá no capítulo 1, no versículo 3, não é dito que ele desce, ele até se levanta, mas é para desobedecer o Senhor. Ele vai para Jope. De Jope ele pega o navio. O seu desejo é ir para Tarses. Para quê? Ele queria fugir de quem? De Deus. Ele queria fugir da presença de Deus. Lá no capítulo um, o desejo do profeta é: "Eu quero fugir de Deus". Mas olha como alguém, como ele está agora. Ele está lamentando. Ele está experimentando a tristeza do vazio dessa fuga. Ele está reconhecendo que é horrível ficar longe da presença de Deus. Ele está reconhecendo que é horrível viver em rebelião contra esse Deus. É horrível tentar lutar contra Deus. Meus irmãos, o pecado ele é assim. Ele promete liberdade de Deus, mas sabe o que ele nos entrega? É solidão. É um vazio no seu coração que nada pode preencher. Nada que esse mundo ofereça pode preencher o vazio do seu coração. O que ele entrega é solidão, é angústia. E assim Jonas agora está experimentando. É por isso que na parte B do verso 4 ele diz: "Olha, tornarei porventura a ver o teu santo templo". Ele está mencionando o templo e templo aqui fala da presença de Deus. o local que era símbolo da presença de Deus com o seu povo, o local da adoração. Ele está questionando, será que eu vou ver? Será que eu vou estar novamente na presença de Deus? Veja que bela mudança, irmãos, nós temos aqui. O desejo do profeta parece que não é mais fugir de Deus, mas sim estar novamente na presença do Senhor. Olha o quanto peixe foi bom para esse homem. Olha o quanto ser lançado nas profundezas foi uma bção de Deus para esse homem. Olha o quanto ser deixado lá por três dias e três noites está fazendo bem para Jonas. Jonas, na verdade provou o gosto amargo da sua rebelião contra Deus. Ele se vê aqui no fundo do poço. Ele se viu no pó e na cinza do seu pecado. Meus irmãos, como isso é importante e necessário para todo pecador. E aqui eu preciso enfatizar a incansável graça de Deus em ação. Foi Deus e mais ninguém, nem mesmo Jonas que o quem o conduziu a ter esse reconhecimento. É isso que acontece, irmãos, quando nós nos afastamos do Senhor. Ele vem até nós, irmãos. Ele nos busca graciosamente. Ele resgata o pecador. Ele nos conduz a esse reconhecimento. O Espírito Santo que habita em nós mexe com as nossas estruturas, com o nosso coração, para que nós nos vejamos assim afastado dele e sentindo o peso de estar afastado dele. É por isso, meus irmãos, que o evangelho é uma boa nova que precisa ser anunciada com a má notícia de que todos pecaram e carecem da glória de Deus. É por isso que o evangelho não é apenas um chamado para crer, é também um chamado para se arrepender. Jonas aqui está em arrependimento ao Senhor. Estou longe do Senhor. Estou afastado do Senhor. No verso 5, Jonas enfatiza as consequências do seu distanciamento. Veja aí comigo. As águas me cercaram até a alma. O abismo me rodeou e as águ algas se enrolaram na minha cabeça. Aqui o profeta está descrevendo a sua descida nas profundezas do mar, como se ele tivesse descido a própria morte. Quando ele foi lançado pelos marinheiros, aquele intervalo de descer na água, ele está descrevendo aqui. Ele está descrevendo como foi, o que ele sentiu ali. A sua experiência foi muito próxima da morte. A descrição do verso 5 é de que as águas o cercaram até a alma e o abismo do mar o rodeu. As algas do mar enrolaram a sua cabeça. Nos versos 6 e 7, Jonas então agora vai descrever em oração o seu resgate. Ele diz: "Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra cujos ferrolhos se correram sobre mim para sempre. Contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida. Ó Senhor, meu Deus, quando dentro de mim desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor e subiu a ti a minha oração no teu santo templo. Na parte a do verso 6, a descrição dele é de que ele estava morto. Era assim que ele que ele se via. Mas na parte final do verso 6 e no verso 7, nós temos ele expressando o agir gracioso de Deus para com ele. Jonas declara que Deus o fez subir das profundezas da sepultura. De fato, a sua oração foi ouvida e entendida por Deus. Aqui existe um debate entre os teólogos se de fato Jonas morreu ou não. O texto não deixa claro para nós. Parece que a linguagem que ele fala aqui é de alguém que berou a morte, é de alguém que sentiu muito perto de si a face da morte ali. Mas a gente não pode bater o pé aqui e dizer: "Não, ele morreu". ele não morreu. E também não não é importante aqui para nós a experiência dele, o distanciamento dele para com o Senhor e o resgate do Senhor é o ponto aqui que precisa ser destacado aqui. Provavelmente então Jonas está descrevendo o momento em que o peixe vem e o abcanha. O profeta estava a ponto de morrer, afogado, mas ele então foi resgatado. O profeta que tinha abandonado Deus, meus irmãos, não foi abandonado por Deus. Olha a graça de Deus em tudo isso. Deus o resgatou das profundezas da morte. Aí vem então o verso 8ito. E nele Jonas se volta para Deus, reconhecendo agora as vaidades do dos ídolos do mundo. No verso oito, ele diz: "Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso." Olha o tanto que é interessante o que Jonas faz aqui. Depois de tentar fugir de Deus e de desobedecê-lo, percebendo que Deus é soberano, Jonas agora olha para os ídolos, mas ele olha para os ídolos com nojo, destacando que aqueles que entregam a idolatria abandonam de Deus que lhes é misericordioso. O que que levou esse profeta a falar assim em oração ao Senhor? O que que levou esse profeta a ter tanto nojo da idolatria? Por que que ele vem no final da oração, fala de idolatria, ele diz: "Olha, aqueles que cometem isso abandonam aquele que é misericordioso". Queridos, o próprio Jonas estava cometendo idolatria. Ele está falando com propriedade sobre o que ele próprio estava praticando. Lembre-se do que é idolatria. É qualquer coisa que ocupa o lugar central na vida e a qual nós oferecemos lealdade, devoção e que, por direito, pertence exclusivamente a Deus. por exemplo, o dinheiro, a conta bancária, a carreira, o cônjuge, os filhos, a política, o político, o poder e tantas outras coisas podem se tornar um ídolo para nós. Tudo que coloca Deus à margem da nossa vida pode se tornar um ídolo. Além de de desviar a confiança em Deus, desvia a adoração que é devida somente a Deus. E qual que é o resultado trágico da idolatria? É que o ídolo jamais cumpre o que ele promete e o que nós esperamos dele. Nós depositamos esperança, confiança no ídolo, mas ele não cumpre, irmãos. E não se esqueça que os ídolos têm pés de barro e Deus quebra os pés dos ídolos. Às vezes alguma coisa ou alguém é até bom, mas a gente vai lá e coloca uma adoração sobre ele. Deus vai lá e quebra ele porque ele não vai conseguir competir com Deus. Ele tem pés de barro. Deus vai lá e quebra. Esse é o problema da idolatria. Infelizmente Jonas cometeu idolatria. Ele colocou Deus à margem da sua vida. Tornou-se ele mesmo o seu próprio ídolo para si. Ao desobedecer a Deus, Jonas se colocou como seu próprio Deus. Irmãos, ele se achava soberano sobre a sua vida. Ele fez aquilo que os nossos primeiros pais fizeram lá no jardim do Éden. Quando eles obedeceram a ordem de Deus, eles estavam fazendo de deuses para ele. Para eles. É como se Adão e Eva lhe dissessem: "Olha, nós nós estamos no controle do jardim, nós estamos no controle da nossa vida, nós sabemos o que é melhor para nós." Deus falou que não poderia, não pode. Pode sim. Eles se fizeram de ídolos para si. É isso que Jonas está fazendo aqui. Esse profeta achou que poderia tomar as rédias da sua vida em suas próprias mãos. Ele achou que poderia fugir de Deus, resistir a sua vontade, a sua vontade que era boa. Mas essa idolatria não lhe proporcionou o que ele esperava. Não lhe proporcionou. Porém, Jonas agora reconhece, meus irmãos, que tinha cometido um terrível engano. Ele reconhece que tinha abandonado aquele que é misericordioso. Na hora do vamos ver, na hora da dificuldade, quem tava lá para enviar um peixe para salvá-lo? Foi Jonas ou foi Deus? Adiantava Jonas chamar um peixe debaixo da água ali? Viria algum peixe salvá-lo? Mas ele não tinha se feito de Deus para si. Foi o Deus verdadeiro que mandou um peixe para salvá-lo. Jonas tinha abandonado a misericórdia de Deus e agora ele reconhece. Ele diz: "Aqueles que vão para a idolatria abandonam o Deus que lhes é misericordioso." Por isso que ele está com nojo da idolatria aqui. É bem provável, irmãos, com essa declaração Jonas também fizesse uma referência à sua própria nação. Jonas era do reino de Israel e o que o reino de Israel mais fazia era idolatria, cometia idolatria. O livro seria lido pelo reino de Israel. E ele está dizendo: "Olha, eu estou presenciando aqui na pele. Eu estou vendo na pele o quanto é ruim depositar a minha esperança e a minha confiança em outra coisa que não seja o próprio Deus." Ele está alertando o seu povo. No verso 9, então Jonas se volta para Deus, reconhecendo que ao Senhor pertence a salvação. Mas com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício. O que votei e pagarei. Ao Senhor pertence a salvação. Querido, Jonas termina a oração com gratidão, pronto a oferecer sacrifícios a Deus e pronto para pagar o voto que fez. E junto a isso, Jonas termina sua oração com a belíssima declaração de que ao Senhor pertence a salvação. Aqui nós temos talvez o tema central do livro. Ao Senhor pertence a salvação. Nós somos pecadores caídos sem direito à misericórdia de Deus. E ele é livre para salvar quem quiser e condenar quem quiser. Deus poderia ter deixado Jonas afogar-se num mar ou perecer na barriga desse peixe e ele não seria nem um pouco ou menos justo e gracioso se ele assim o fizesse. Deus é Deus, irmãos. Ele faz o que ele quer. E Jonas chega ao final dizendo: "Salvação pertence ao Senhor. O Senhor é Deus. O Senhor é soberano." Quando Jonas foi lançado no mar, não tinha nada que ele pudesse fazer. Não tinha nada que ele pudesse oferecer a Deus, a não ser a sua rebeldia, a sua tolice, o seu orgulho. Mas aí estava Deus decidindo salvar o seu profeta. Por mais profundo que o pecado levou esse profeta, Deus o alcançou com soberana graça. Quando nós olhamos, irmãos, para a narrativa de Jonas e nós vamos caminhando nela, nós deveríamos ficar espantados, não com o fato de Deus querer salvar Nínive, irmãos, mas com o fato de Deus salvar esse homem aqui. Não fica escandalizado com o fato de Deus querer salvar Nínive, mas salvar Jonas. E ele o salvou. A salvação pertence ao Senhor. Deus é soberano na eleição. Ele escolhe aqueles a quem salvará. É soberano em conseguir-nos o perdão por meio da morte de Jesus Cristo na cruz. Ele é soberano em direcionar o nosso coração para ele com fé e arrependimento. E é soberano para garantir que nós perseveraremos na fé até o fim. Queridos, cada passo da nossa salvação é obra de Deus. De fato, a salvação pertence ao Senhor. Essa notícia é maravilhosa por demais, irmãos, porque ainda hoje Jesus com poder soberano chama pecadores por meio do seu evangelho pela ação do Espírito Santo, dando um novo nascimento, levando o pecador a crer e ser salvo. Deus tem os seus eleitos espalhados na face da terra e ele continua chamando eficazmente, salvando soberanamente aqueles a quem ele quer salvar. Não ter aceitado essa verdade lá no início de que os ao Senhor pertence à salvação, foi o grande problema do profeta. Jonas vai pregar Nínive, mas ele não reconheceu que a salvação pertence ao Senhor. Quando Deus o comissionou, Jonas deveria ter entendido que quem salva é o Senhor. E ele salva quem ele quer. E ele queria salvar Nínive. Mas Jonas não entendeu isso. Porém, irmãos, aqui eu peço atenção de vocês. Eu chamo a atenção de vocês para algo que pode passar despercebido aqui no versículo 9, que é o modo como a oração de Jonas termina. Ele fala de agradecer ao Senhor. Ele começa o verso 9 dizendo, mas com a voz do agradecimento, um coração grato, agora está sendo exposto. Ele tem uma atitude de gratidão ao Senhor, mas ele diz que quer ser grato ao Senhor, oferecendo sacrifício e pagando votos. Isso nos fala de quê? Isso nos fala de adoração, meus irmãos. Jonas com um coração grato quer adorar o Senhor. Sacrifícios e votos aqui fala de uma de atitudes de adoração daquele que ia para o templo para adorar o Senhor. Lembra que ele fala de templo? Ele pergunta: "Será que eu vou estar no templo novamente?" E no final ele termina: "Com gratidão eu quero oferecer sacrifícios e votos, pagar os votos que eu fiz a, ou seja, eu quero adorar o Senhor agora". E aí ele reconhece ao Senhor pertence à salvação. Queridos, olha aí para o capítulo um. Veja que lá também não foi diferente. Os marinheiros também são descritos lá no verso 6, oferecendo. Oferecendo o que ao Senhor? Oferecendo sacrifícios e fazendo o quê? Votos. Isso significa que é um paralelo aqui. O texto de Jonas, meus irmãos, foi escrito com maestria e o escritor faz um paralelo no final dos dois capítulos para mostrar algo importantíssimo aqui nesse capítulo dois. A mesma linguagem que é utilizada lá no versículo 16 também é usada aqui no verso 9. E aí eu pergunto, será que é uma coincidência ou será que é de propósito que está sendo apresentado aqui? Vejam o paralelo, queridos. No capítulo um, os marinheiros gentios clamaram ao Senhor em seu sofrimento, lá no verso 14. E Jonas faz o quê? Faz o mesmo no verso 2 do capítulo 2. O Senhor ouviu as orações dos marinheiros e respondeu a ela, acalmando a tempestade quando o profeta foi lançado ao mar. Assim como Deus ouviu a oração de Jonas no capítulo 2. Os marinheiros reconheceram que a tempestade veio do Senhor, assim como Jonas reconheceu que o seu julgamento veio da mão do Senhor. Os marinheiros temeram ao Senhor. Na barriga do peixe, Jonas arrepende-se também demonstrando o quê? Temor a Deus. A narrativa dos marinheiros termina com adoração. Eles abandonaram seus deuses, abandonaram a idolatria e terminam adorando o Deus de Jonas. E como Jonas termina? Eu quero adorar o Senhor. Depois de ser salvo, ser resgatado, ser redimido, eu quero adorar ao Senhor. Os dois capítulos terminam com adoração. Tudo isso, meus irmãos, é uma sombra daquilo que aconteceria na nova aliança, quando judeus e gentios cressem no Senhor e juntos adorassem ao Senhor. Os gentios estão adorando no capítulo um. Um judeu está adorando e quer adorar. No capítulo dois, meus irmãos, há uma lição importante aqui para nós. A redenção que o Senhor opera em nossa vida em Jesus Cristo, tem como propósito nos transformar em verdadeiros adoradores. Deus salvou Jonas para que antes dele ser um missionário, ele fosse um adorador do Deus verdadeiro. Irmãos, isso é importante para alinhar corretamente a nossa prática e a nossa motivação missionária como igreja. Nós evangelizamos porque Deus está buscando adoradores de todas as nações. Não percamos isso de vista. Tudo que Deus faz por nós e nós é para nos transformar em uma comunidade de adoradores. Ele salva os marinheiros, ele salva Jonas e os dois grupos estão adorando ao Senhor. John Piper em um livro muito bom que você deveria ler, Alegrem-se os Povos, diz algo interessante sobre isso. Ele diz: "Quando essa era se encerrar e os incontáveis milhões de redimidos estiverem perante o trono de Deus, não haverá mais missões. Elas são a necessidade temporária. Adoração, porém, permanecerá para sempre." Adoração é, portanto, o combustível, irmãos, a meta das missões. Se não for essa a nossa motivação, a um problema. Nós precisamos fazer missões, evangelizar com o objetivo de que mais pessoas adorem ao Deus verdadeiro. Abandonem os seus ídolos e voltem-se para o Deus verdadeiro. Por isso que é necessário plantar igrejas, irmãos, para que comunidades adorem ao Senhor, como nós estamos fazendo aqui. Não é só lá evangelizar, é preciso plantar igrejas saudáveis para que pessoas adorem ao Senhor. Adoração sempre foi o John Piper destaca e sempre será o propósito fundamental de Deus no universo. Ela sempre foi o fogo que alimenta a nossa paixão por alcançar pessoas que não adoram o Deus verdadeiro por meio de Cristo Jesus. Esse deve ser o nosso combustível. Isso explica porque que Deus então permitiu que Jonas tivesse um pouco de sucesso. Eu lia Jonas, o livro de Jonas, eu ficava pensando, por que que Deus permitiu esse homem entrar no navio? Por que que Deus permitiu que Por que que Deus fez? enviou uma tempestade. Deus poderia muito bem ter quebrado o queixo desse homem, levado ele paraa níve, arrastado pela orelha, como meu pai faria comigo. Deus poderia ter feito isso, mas Deus não faz, porque Deus tá trabalhando o coração do seu profeta para antes dele ser um missionário, para que ele fosse um adorador do Deus verdadeiro. Não só ele, os marinheiros também. Deus quer fazê-lo um adorador primeiro. Ele vai falhar lá na frente, vai. Não, não, não estou dando spoiler porque vocês conhecem o livro, mas como adorador ele vai. Isso ele vai. Esse é o ponto, irmãos, o paralelo que a gente tem aqui no verso 10. Então, nós somos informados que o Senhor deu ordens ao peixe. E o peixe, diferente de Jonas, não hesitou em obedecer as ordens do Senhor. Ele vomita Jonas em terra seca. Provavelmente isso aconteceu perto de Jope, significa que o profeta voltou a estaca zero. Teria que andar 900 km para chegar em Nínive. Deus o trouxe, mas agora como adorador. Estaca zero para o profeta. Assim, meus irmãos, Jonas que Deus usaria para salvação em Nínive, seria ele mesmo um troféu da graça salvífica. O profeta que emergiu na praia era alguém sujo, humilhado, que confiou em Deus e assim foi resgatado. Mas agora como um adorador. Agora como um adorador. Aplicações, irmãos. Deus fará o que for necessário para nos levar ao centro da sua vontade. Não importa qual seja o preço para nós ou para ele. Ele sempre fará. Pode parecer duro o que Deus fez com Jonas aqui, deixando que ele fosse para as profundezas, mas eu preciso te lembrar que Jonas aponta para um salvador que estava por vir, um homem muito maior que ele, um homem que Deus o fez descer literalmente a sepultura e lá também ele ficou por três dias. É claro que eu me refiro, irmãos, ao servo sofredor, a Jesus Cristo, ao nosso redentor, ao filho de Deus, aquele que verdadeiramente foi fiel e obediente ao Pai. Aquele que da cruz desceu para o túmulo, mas de lá se levantou em glória para reinar à direita do Pai. O mergulho de Jonas no mar parecia ser definitivo, mas Deus designou um grande peixe para engoli-lo. Jesus explicou que o que aconteceu com Jonas lá no em Mateus, versículo capítulo 12, versículo 40, ele explicou que o que aconteceu com Jonas ali dentro do grande peixe era um sinal que apontava para ele mesmo. Ou seja, Jonas apontava para um profeta muito maior, um salvador que estava por vir. E Jesus diz: "Olha, pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim estará o filho do homem três dias e três noites no coração da terra". Jonas estava praticamente morto, mas Jesus, irmãos, realmente morreu e foi sepultado por três dias antes que Deus o ressuscitasse dos mortos. Jesus cumpriu o sinal de Jonas por meio de sua morte e ressurreição, comprando a vida para todos os que creem, para que nós estivéssemos no centro da sua vontade. Custou caro, irmãos, para ele. Custou a morte do filho, a humilhação do seu filho ter descido ao túmulo. Por tudo isso, irmãos, apeguem-se ao Senhor, mesmo quando ele te corrigir, pois há um propósito salvífico de Deus em tudo isso. Ele não está te destruindo, mas ele está te salvando. Ele está salvando você de você mesmo para que você volte para ele com um coração alinhado, correto. Quando o seu mundo estiver desmoronando e você for colocado em uma situação difícil e tiver que permanecer nela por algum tempo, apegue-se ao Senhor e o faça em oração. Corra para ele, não dele. Faça como Jonas, irmãos. O trono de Deus é um trono de graça, de misericórdia e de socorro para ocasiões oportunas. Ele não rejeita a oração de um coração contrito, aflito, que clama por socorro. Ele é gracioso para com o seu povo. E a história de Jonas, segundo episódio, mostra isso claramente para nós. Oremos ao Senhor. Senhor Deus, nós somos gratos, ó Deus, pela tua palavra que nos mostra a tua soberania, o teu cuidado, Pai, para conosco. De fato, ó Deus, a salvação pertence ao Senhor. De fato, é o Senhor quem nos chamou soberanamente. O Senhor o quis fazer. O Senhor nos tirou das idolatrias. O Senhor nos fez adoradores. Pai, que o Senhor possa continuar agindo na nossa vida para que permaneçamos assim como verdadeiros adoradores. Tenha misericórdia de nós, ó Deus. Nos fortaleça, ó Deus, na caminhada para que nós estejamos no centro da tua vontade, pois este é o melhor lugar para se estar. Que o Senhor nos fortaleça, fortaleça a igreja do Senhor por meio da tua palavra. É no nome de Cristo que nós oramos. Amém. Queridos, nós temos grupo instrumental. >> [música] [música] >> Meus irmãos, Irmãos, depois da exposição dessa palavra, nós temos a oportunidade de sear, comer do pão e beber do cálice, anunciando a morte do Senhor até que ele venha. Por isso, eu chamo à frente pastores e presbíteros eleitos por esta igreja, para que possam assim distribuir os elementos da ceia do Senhor. Enquanto os meus irmãos chegam, eu faço, dou destaque ao verso de número dois de Jonas também, no capítulo de número dois, como a nós foi exposto nessa noite. Texto que nos disse: "Na minha angústia clamei ao Senhor e ele me respondeu." Jonas foi respondido. Verdade. O Senhor trouxe salvação. Enquanto ele clamava, o Senhor ouviu e até mesmo antes dele clamar, lá estava aquele grande peixe para poder dar todo o suporte e assim fazer com que o plano do Senhor acontecesse sobre a vida daquele homem. A vontade do Senhor assim cumpriu. Mas vale a pena falar, irmãos, que Jonas foi ouvido, mas houve um dia em que o filho de Deus clamou: "Eli, Eli, Lamassabactani." E ele não foi ouvido. Ele não foi ouvido com o propósito, para que a salvação alcançasse a minha e a sua vida. Hoje nós temos uma oportunidade extraordinária. Todos nós que aqui estamos, irmãos, ao clamar, seremos ouvidos. O Senhor ouvirá a voz dos seus filhos e responderá: "É uma verdade." Mas o seu filho disse: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que me desamparaste?" E naquele momento ele estava só recebendo sobre si a condenação que era minha, a condenação que era sua, recebendo o peso dos nossos pecados que foram cravados sobre ele na cruz. Cristo Jesus morreu e a palavra do Senhor vai dizer que ao terceiro dia ele ressuscitou com poder e glória. Antes disso, o seu sangue foi derramado, foi vertido sobre aquela cruz. Hoje nós temos a oportunidade, queridos, diante de nós o pão que simboliza o corpo de Cristo que por nós foi moído, o suco de uva, o sangue, o vinho que simboliza o sangue do Senhor que por nós foi vertido. O sangue esse que nos traz a paz. Vamos orar ao Senhor agradecendo. Senhor Jesus, diante de nós aqui estão os elementos da ceia no seu uso comum. Mas, Senhor Deus, nós sabemos muito bem o que ele simboliza, Senhor. Muito obrigado, porque o Senhor recebeu o peso da ira de Deus e assim nos trouxe salvação. A salvação que te pertence, Senhor. A salvação que está sobre ti e o Senhor derrama quem o Senhor assim quiser. Glória seja dado ao teu nome, Senhor. Bendito sejas tu que por nós padeceu naquela cruz. e ressuscitou com poder e glória o terceiro dia. Ao teu nome nós glorificamos no nome santo de Jesus. Amém. Queridos irmãos, essa não é uma mesa presbiteriana. Essa é a mesa do Senhor. Se você está em comunhão com Cristo, em comunhão com a igreja, uma igreja reconhecidamente fiel às Escrituras, entendendo realmente o que está diante de nós, como do pão, primeiro avalie a si mesmo e então coma do pão e beba do cálice. Apenas uma observação. Eu gostaria que você ficasse de pé, você que vai participar da ceia do Senhor. E se por um acaso você é celíaco, por favor, identifique-se para alguns dos presbíteros ou pastores para que assim nós possamos servir todos os irmãos. Vamos ficar de pé. Eu [música] sei [música] que foi pago um alto preço para [música] que contigo eu fosse o meu irmão. Quando Jesus [música] derramou sua vida, [canto] ele pensava [música] em ti. Ele pensava em mim, pensava em nós. [música] Sei que foi pago [música] um alto preço [música] para que contigo eu fosse o meu irmão. [música] Quando Jesus derramou sua vida, ele pensava [música] em ti. Ele pensava em mim, pensava em nós [música] e nos via redimidos por seus sangues, [música] lutando o bom combate do Senhor. [música] Lado a lado, trabalhando sua igreja edificando [música] e rompendo [canto] as barreiras. pelo amor e na força do Espírito Santo, [música] nós proclamamos aqui que pagaremos [música] o preço de sermos o coração do Senhor. [música] Por mais que as trevas vitem e nos tentem separar, [música] os nossos olhos em Cristo, unidos [música] iremos cantar. >> [música] >> E na força do Espírito Santo, [canto] nós proclamamos aqui [música] que pagaremos o preço de sermos o só coração do Senhor. [música] E por mais que as trevas militem e nos tentem [canto] separar, os nossos [música] olhos em Cristo unidos iremos andar. Unidos [música] iremos andar. Unidos iremos [música] >> [música] [música] >> Símbolo do corpo e do sangue do Senhor. Símbolo do corpo e do sangue do Senhor Jesus. Queridos irmãos, todos receberam os elementos da ceia do Senhor. Amém. Você pode desenroscar? Gente, de nós o pão que simboliza o corpo de Cristo que por nós foi moído. Comamos todos. O vinho que simboliza o sangue da nova aliança, que por nós foi vertido. O sangue do cordeiro. Tomemos. Meus irmãos, coloquem de pé, por favor. Nós vamos fazer nossa oração de encerramento do nosso culto ao Senhor. Pai bondoso, nós somos gratos por tudo que aconteceu aqui neste momento de culto na tua igreja. reunida, ouvindo, ó Deus, a voz do teu evangelho, a tua igreja que cantou, a tua igreja que orou de acordo com a tua palavra, que recebeu, ó Deus, a exposição da tua palavra. Tudo isso é resultado da tua graça, da tua misericórdia sobre nós. Obrigado, ó Deus, porque nós temos a certeza que o Senhor em Cristo Jesus recebeu a nossa adoração, o nosso culto nesta noite. Por isso, ó Deus, nós pedimos para que o Senhor nos abençoe no decorrer dessa semana, continue conduzindo os nossos passos. O Senhor abençoe cada um aqui, a igreja do Senhor de um modo geral. Que o Senhor nos leve, ó Deus, em proteção aos nossos lares. É o que nós te pedimos, ó Deus, no nome de Cristo. Amém. Meus irmãos, que a maravilhosa graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus Pai, a comunhão e a consolação do Espírito Santo estejam com todos aqui, com toda a igreja de Cristo espalhada pela face da terra, não só hoje, mas para todo sempre. Amém. >> [música][canto] >> Amen. [música][canto] Amém. [música] >> Podem sentar. Passamos lud. [música] >> [música] [música] >> เ >> [música] [música] >> Meus irmãos, chegamos ao final do nosso culto de adoração ao Senhor e agora nós teremos então alguns avisos. Mas antes eu quero dar uma saudação aos nossos visitantes, aqueles que nos visitam pela primeira vez. Se tiver alguém em nosso meio, não for constrangimento, puder ficar de pé para que a gente conheça. Temos aqui, temos ali. Deus abençoe a vida de vocês. São muito bem-vindos. sempre que puderem e quiserem estar conosco para adoração ao Senhor, será sempre uma alegria tê-los conosco. Vocês receberão mimo aí em nome da igreja. Meus irmãos, no dia 20 nós temos o treinamento de evangelização da APCOM. Por isso, façam as suas inscrições. O valor é de R$ 20. Esse valor é referente apenas ao almoço que será servido. Não perca essa programação. Oportunidade muito rica de aprendermos mais sobre essa temática. No dia 13, no sábado, nós temos o encontro da das amigas da SAF. O livro que está sendo estudado, é um extraordinário dia comum. Serão estudados os capítulos 10, 11 e 12. Participem presencialmente. Nós temos a transmissão dessa programação, mas certamente está aqui presencialmente é ainda melhor. Meus irmãos, eh a ordenação e a instalação dos oficiais eleitos na última assembleia, ela vai acontecer no dia 14/06 no culto noturno. Então, reserve aí na sua agenda essa data para que nós possamos estar aqui em adoração ao Senhor e assim presenciarmos esse momento importante paraa igreja do Senhor. É, como foi falado pelo reverendo Alisson no decorrer da ministração da ceia, se você é celíaco, eu não conhecia essa palavra bonita, parece que é se você possui alguma intolerância a glú alguma alergia, procure um dos presbíteros, identifique que a gente vai tomar algumas medidas para que você possa receber algum elemento especial para que você não sofra com isso, tá bom? Você pode ligar pra secretaria também, informar o seu nome para que a gente possa mapear essa questão aqui na igreja. Meus irmãos, nós vamos ali pro IP, mas antes nós temos aqui da nossa livraria uma indicação de um livro do Day do Dia Carson. Talvez você conheça esse autor, um das maiores autoridades que a gente tem em Novo Testamento. O livro se chama, tem um tema, um chamado à reforma espiritual. Hoje nós vimos a oração de Jonas. E aqui o Dier Carso, ele mapeia as orações do apóstolo Paulo nas suas cartas. Ele comenta essas orações. Ele faz isso de maneira pastoral, de maneira bem prática. A linguagem dele é muito acessiva, é muito profunda. Ele consegue ser simples na sua escrita, mas ao mesmo tempo muito profundo. É alguém que escreve muito bem. Então esse livro pode enriquecer muito a sua vida para que você tenha esse relacionamento com o Senhor por meio da oração. Nós temos exemplares deles lá na livraria. Passe lá, olhe. Acredito que vai ser uma bção de Deus para sua vida. Tá bom? Nós temos agora então esse momento ali no IP, momento de uma boa conversa, um lanche ali, livraria. Deus abençoe vocês. Tenham todos um bom restante noite, uma boa semana. >> [música] >> เ