Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Quando o silêncio da rebeldia dá lugar ao clamor – Culto Noturno – AO VIVO | 07/06/26 | 18h | PIPG

Quando o silêncio da rebeldia dá lugar ao clamor – Culto Noturno – AO VIVO | 07/06/26 | 18h | PIPG

Quando o silêncio da rebeldia dá lugar ao clamor – Culto Noturno – AO VIVO | 07/06/26 | 18h | PIPG

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE

Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids

Legendas automáticas:

Meu Deus do céu, eu já uso para
trabalhar. เฮ
>> [música]
>> tá comentando
>> [música]
[música]
>> Vamos nos preparar em atitude de oração,
ouvindo prelúdio.
>> [música]
[música]
>> Vamos abrir nossas Bíblias no livro do
profeta Isaías.
Nós vamos ler todo o capítulo 12.
Livro profeta Isaías, capítulo 12.
No capítulo 11, Isaías descreve
eh o Messias, o Messias que virá e ele
começa a descrever um pouco de como será
a vida nos novos céus e nova terra.
E ele vai descrevendo eh versículos bem
conhecidos como o leão e o cordeiro
pastarão juntos, que o leão vai comer a
palha como boi.
E aí ele termina o capítulo 11
descrevendo isso,
novos céus e novas terras. E aí ele
ele diz assim no capítulo 12: "Orarás
naquele dia: Graças te dou, ó Senhor,
porque ainda que tiraste contra mim, a
tua ira se retirou e tu me consolas.
Eis que Deus é a minha salvação.
Confiarei e não temerei, porque o Senhor
Deus é a minha força e o meu cântico.
Ele se tornou a minha salvação.
Vós com alegria, tirareis água das
fontes da salvação.
Direis naquele dia: "Dai graças ao
Senhor, invocai o seu nome, tornai
manifestos os teus feitos entre os
povos. Relembrai que é excelso o seu
nome. Cantai louvores ao Senhor,
porque fez coisas grandiosas.
Por saiba-se isto em toda a terra.
Exulta e jubila, ó habitante de Sião,
porque grande é o Santo de Israel no
meio de ti.
Grande é o Santo de Israel no meio de
ti.
Vamos orar ao nosso Deus, reconhecendo a
grandiosidade dele.
Pai querido, obrigado por esta noite,
porque o Senhor se um dia se revelou a
nós, ó Deus, e nos trouxe para a
comunidade de servos separados para ti,
ó Pai.
Muito obrigado porque o Senhor convidou
a cada um de nós aqui e nos escolheu
antes da fundação do mundo para sermos
parte do teu povo. Nós queremos te
agradecer pelo dia de hoje, por esse
culto que prestamos a ti. Queremos te
pedir, ó Deus, que a tua graça e a tua
bondade sejam derramadas sobre nós, teus
servos. que o Senhor esteja
conosco neste culto at nos ensinando
através da tua palavra, que o Senhor
receba o nosso louvor e a nossa
adoração, porque o Senhor é grande e não
há Deus como o Senhor. Não há no céu,
não há na terra Deus como o Senhor. Nós
te louvamos, ó Deus, porque o teu nome é
grande. No nome de Jesus Cristo que
oramos. Amém.
Vamos cantar o hino,
eh, desculpe, pastor divino, o hino
número 117.
>> Vamos aproveitar este momento para quem
veio preparado também contribuir com
seus díos e ofertas. Para aqueles que
nos assistem pela internet também podem
participar deste momento através da dos
números de PIC da conta da igreja.
[música]
>> [música]
[música]
>> Eis o pastor [música] divino.
Todos juntos no lugar
como [música]
ovelhas congregados
teu auxílio a [música][canto] suplicar.
És presente,
és [canto] presente [música]
o rebanho
apacentar. [música]
És [canto] presente,
és presente [música]
o [canto] rebanho a
sentar.
Gu aos tristes fatigados [música][canto]
a teu morrede o Senhor
leva aos [canto][música] teus cordeirios
dos teus [música][canto] braços, bom
pastor,
as pastagens,
as pastagens [música]
>> [canto]
>> Celeste
doce amor. [música]
As pasagens, [canto]
as pastagem [música]
de celeste [canto]
doce amor.
[música]
Ó Jesus bondoso, escuta
[música] nossa [canto]
humilde petição.
Vem encher [música] o teu rebanho.
[canto]
De sincera [música]
gratidão.
Cantaremos,
cantaremos [música]
tua [canto] imensa
compaixão.
[música]
Cantaremos,
cantaremos [música]
tua imensa [música][canto]
compaixão.
[música]
Amém.
>> [música]
>> Ainda em pé, vamos abrir nossas Bíblias
no na carta de Tiago, no capítulo 4,
nós leremos, faremos uma leitura
responsiva do verso 8 ao verso 10.
Tiago 4 de 8 a 10.
Ao adentrarmos para o culto, nós
entramos na presença do Senhor, o nosso
Deus, um Deus santo. Mas nós somos
pecadores. E diante disso, nós temos
esse momento agora que é um momento de
contrição.
Vamos ler o que Tiago nos ensina sobre
isso. Eu lerei os versos pares e os
irmãos os ímpares.
Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós
outros. Purificai as mãos pecadores e
vós que sois de ânimo dobre, limpai o
coração.
Chorai, com o vosso bismo entrando e a
vossa alegria desisteza.
>> Humilha-vos na presença do Senhor e ele
vos exaltará. Podem se assentar.
Vamos neste momento orar ao nosso Deus,
pedindo perdão pelos nossos pecados. Uma
oração silenciosa que cada um faz
sozinho. E depois de alguns instantes, o
silêncio vai ser quebrado pelo nosso
irmão presbítero Abimael, que fará uma
oração de contrição.
>> [música]
[música]
>> Senhor, nosso Deus e Pai,
muito obrigado, ó Deus, por mais um dia
que tu nos destes. Muito obrigado, ó
Pai, por estarmos aqui na tua casa para
te louvar, bendizer
o teu santo nome.
Ajude-nos, ó Deus, a te servir.
Ajude-nos, ó Deus, para que todos nossos
atos sejam atos agradáveis a ti.
Ajude-nos, ó Deus, para que possamos ser
luz neste mundo e possamos resplandecer
o teu santo nome. Ó Pai, abençoa a tua
igreja, ó Deus.
Ajude, ajude, ó Deus, a todos nós
para que sejamos exemplos de pessoas
deste mundo. Faça, Senhor,
que o nosso coração se alegre sempre em
ti, para estarmos, ó Deus, sempre
agradecidos por todas as coisas as quais
tu tens dispensado a nós. Abençoa toda a
igreja, ó Pai. Abençoa as pessoas que
aqui não puderam vir. Abençoa os
pastores e todos os atos desse culto. Ó
Pai, nós cremos no teu amor, na tua
bondade. Cremos que tu estás sempre ao
nosso lado, nos abençoando, nos
guardando, nos livando de todos os
males.
Ajude, ó Deus, todos os nossos
familiares. Ajude, ó Deus, a toda a
igreja. Ajude, ó Deus, aos presbíteros,
pastores e todos nós que somos membros,
ó Deus, ensinando-nos a viver, a andar
conforme os teus preceitos.
Ó Pai, agradecemos, agradecidos somos
por todas as bênçãos que tu tens nos
dado. Ajude-nos, Deus, pedimos mais uma
vez no amor do teu filho amado, Jesus,
que te pedimos agradecidos. Amém. Meu
Deus.
Cantemos o hino Contrição e Confissão, o
hino número 71.
>> [música]
[música]
>> Se sofrimentos
te cause [música]
ó Deus,
se ao meu exemplo [música] fraco
tropeçou, [canto]
se eu não andei
nos [música] bons caminhos teus. Perdão,
Senhor.
[música]
Se vão [canto] e fútil foi o [música]
meu falar.
Se amor a meu irmão [música] não [canto]
demonstrei.
Se ao sofredor [canto]
eu não quis ajudar. [música]
Perdão,
Senhor. [canto]
[música]
Se negligente foi o meu [canto] viver,
sem me dispor a pelejar. [música][canto]
por ti,
se firme em [música][canto] teu trabalho
eu não quiser. Perdão, [canto]
Senhor. [música]
Escuta, [música][canto] ó Deus, a minha
oração
e vem livrar-me do pecado. [música]
>> [canto]
>> Renova este
pobre coração. [música][canto]
Amém, Senhor.
[música]
Boa noite, igreja. Eh, vamos cantar
agora uma música que fala sobre a igreja
unificada
e que como nós temos o mesmo corpo, um
só espírito, nós vamos declarar isso
agora para honra e glória do Senhor
Jesus.
Tu és a [música] luz que brilha sobre a
escuridão.
Tu és [música] a paz que acalma todo o
coração.
És o pão do faminto,
a força do [música] aflito.
E nós somos teus pés e tuas mãos.
[música]
>> [música]
[música]
>> a tua [música][canto] igreja,
tua luz. nos brilha sobre
nós
o mesmo corpo, [música]
um só espito,
[música]
o Senhor [canto]
eu,
faça [música] a tua [canto]
vontade
através de nós.
Que o [música] teu reino [canto]
venha.
Que o teu reino venha.
Faça a tua vontade [canto][música]
através de nós.
Que o teu reino venha.
Que o teu [música] reino venha.
Tu és a luz que brilha sobre a
escuridão. [música]
Tu és a [canto] paz que acalma todo o
coração. [música]
És o pão do famino,
a força do aflito. [música]
E nós somos teus pés e suas mãos.
[música]
Tua verdade sempre permanecerá. [música]
O teu amor quem poderá [música][canto]
nos separar.
És fiel e para sempre [música]
teu povo sustentar.
E então o [canto] mundo inteiro verá
o poder do [música] grande rei.
[música]
Justiça [música] e paz encontram
e nasce a alegria. Esse é o teu reino.
[música]
Esse é o teu reino. [canto]
Justiça e paz se [música] encontram
e nasce [canto]
a alegria. Este é o teu reino. [música]
Este é o teu reino de amor. Justiça e
paz se encontram [música]
e nasce alegria. Esse é o teu reino.
Esse é o [música] teu reino.
Justiça e paz encontrão [música]
e nasce a alegria. Esse é o teu reino.
É o teu reino de amor. [música]
[música]
Tu és a luz que brilha sobre a
escuridão. [canto]
Tu és a [música] paz que acalma todo
[canto]
o coração.
O pão do faminto,
a força [música] do aflito.
E nós [canto] somos teus pés e tuas
mãos.
Tua verdade sempre [música] permanecerá.
No teu [música] amor quem poderá nos
separar?
És fiel e para [música] sempre teu povo
sustenta.
Então [música] o mundo inteiro verá
[canto]
o poder do grande rei. [música]
[música]
Próxima música a gente vai declarar que
o nome do Senhor Jesus é o mais alto. Os
anjos clamam santo, santo. Toda criação
clama santo. Vamos declarar isso.
Muitas [música] gerações
rendidas em louvor,
cantando ao cordeiro [música][canto] uma
canção.
[música]
Se foram
e os que hão de crer,
cantando ao [música] cordeiro uma
canção.
Teu nome [música]
é o mais alto. Teu nome é o
[música][canto] maior. Teu nome é sobre
todos
os tronos [música] e domínios, governos
e poderes. [música]
Teu nome é sobre todos. [canto]
E os anjos [música]
clamam.
Santo [canto]
[música]
toda criação.
Santo,
exaltado
és.
Santo, [música]
santo para sempre.
>> [música]
>> Quem foi perdoado
e redimido [música]
foiante
ao poder [canto]
uma canção.
Aquele que é livre
e leva [música] o seu nome,
cante ao cordeiro uma canção.
Cantaremos para sempre.
Amém. E os anjos [música]
clamam.
Santo
toda a criação. [música]
Santo,
[música]
exaltado
és.
Santo, [música]
santo para sempre.
O teu povo [música]
canta.
Santo
sim ao rei [música] dos [canto] reis.
Santo,
tu sempre serás.
[música]
Santo,
santo para [música] sempre.
Teu nome [música]
é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu
nome [música]
é sobre todos.
Os [música] tronos e domínios,
governos
e poderes. Teu nome [música] é sobre
[canto] todos.
Teu [música] nome é o mais alto. Teu
nome é o maior. Teu [música] nome é
sobre todos
os [música] tronos e domínios,
podemos
e poderes.
Meu [música] nome é sobre todos
e os anjos. [música]
Santo
toda criação. [música]
Santo,
exaltado tu és. [música]
Santo,
[canto]
santo para sempre. [música]
O teu povo canta [música]
santo
sim ao rei dos reis. [música]
Santo,
tu sempre [música] serás.
Santo,
santo para [música] sempre.
Tu sempre [música][canto] serás
santo,
[música]
santo para sempre.
[música]
>> A igreja pode se assentar.
A pedido da junta diaconal, eu queria
pedir aos irmãos para que sentem mais ao
centro dos bancos e deixem a os espaços
externos livres para que outras pessoas
possam se acomodar.
Eh, hoje nós teremos ceia, então as
crianças não se dividirão, mas nós vamos
manter o nosso costume de orar pelas
crianças. Eu queria que elas fossem
trazidas aqui à frente para nós e eu
queria pedir ao nosso irmão diácono Léo
que fizesse uma oração pelas crianças.
Vamos orar, crianças, falar com o papai
do céu.
>> Senhor Jesus, obrigado pela vida desses
pequeninos que estão aqui em tua casa.
Rogamos ao Senhor a bênção sobre seus
corações, suas mentes, ó Deus, que eles
venham andar pelo vivo e reto caminho,
que a tua palavra venha eh habitar
ricamente em seus corações e que elas
almejem e queiram conhecer mais a ti,
amar o Senhor, te servir e que elas
sejam os nossos futuros líderes, eh,
pessoas que estarão à frente servindo
também nos bastidores, sendo bênção em
suas casas, em suas famílias. Ó Deus,
eh, preserva o coração delas do mal,
livra de todo caminho eh que não te
agrada e conduz elas diante de ti e
conduzidos pelo teu espírito. Assim eu
te rogo, eu te agradeço pela vida de
cada um delas, de seus pais, seus
familiares. Eu te peço a bênção sobre
seus lares também e assim agradeço em
nome de Jesus. Amém.
Eh, nós teremos agora um grupo
instrumental
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, graça e paz a todos. Nós
passaremos agora para a exposição da
palavra do Senhor. Daremos continuidade
à nossa série de exposição no livro de
Jonas. Veremos hoje mais uma porção
deste livro. Nós veremos então o
capítulo 2 de Jonas.
Leremos todo capítulo, versículos de 1 a
10. Eu farei a leitura de todo o texto.
Jonas capítulo 2, versículos de 1 a 10.
Vai localizar na Bíblia. Uma boa maneira
é abrir Mateus e retroceder alguns
pequenos livros e você logo chega no
livro de Jonas.
Jonas, capítulo 2,
versículos de um.
A 10
diz assim a palavra do Senhor.
Então Jonas, do ventre do peixe, orou ao
Senhor, seu Deus e disse: "Na minha
angústia clamei ao Senhor, e ele me
respondeu: "Do ventre do abismo gritei e
tu me ouviste a voz, pois me lançaste no
profundo, no coração dos mares, e a
corrente das águas me cercou. Todas as
tuas ondas e as tuas vagas passaram por
cima de mim. Então eu disse: "Lançado
estou de diante dos teus olhos. Tornarei
porventura a ver o teu santo templo? As
águas me cercaram até a alma. O abismo
me rodeou e as al algas se enrolaram na
minha cabeça. Desci até os fundamentos
dos montes, desci até a terra, cujos
ferrolhos se correram sobre mim para
sempre. Contudo, fizeste subir da
sepultura a minha vida, ó Senhor, meu
Deus. Quando dentro de mim desfalecia a
minha alma, eu me lembrei do Senhor e
subiu a ti a minha oração no teu santo
tempo. Os que se entregam a idolatria vã
abandonam aquele que lhes é
misericordioso.
Mas com a voz do agradecimento eu te
oferecerei sacrifício. O que votei
pagarei. Ao Senhor pertence a salvação.
Falou pois o Senhor ao peixe e este
vomitou a Jonas na terra. Vamos orar
mais uma vez.
Senhor Deus, nós estamos diante da tua
palavra. Carecemos, ó Deus, da
edificação, da instrução, da correção
que a tua palavra nos proporciona. O
Senhor vem, ó Deus, falar conosco por
meio da tua palavra. Que o teu Santo
Espírito prepare o nosso coração,
ilumine a nossa mente para que possamos,
ó Deus, ter os nossos olhos abertos,
assim, entender a tua palavra, aquilo
que o Senhor tem a nos ensinar neste
momento. Fala conosco, ó Deus, para que
nós sejamos edificados por esta palavra.
É no nome de Cristo que nós oramos e
pedimos.
Amém. Meus irmãos, existem momentos na
nossa vida em que tudo que queremos é
sair rapidamente da situação em que
estamos.
Por exemplo, quem aqui gosta de
permanecer no sofrimento,
na crise ou em situações que expõem a
nossa fragilidade? Quem é que gosta de
permanecer, passar um longo tempo nessas
situações? Quando vivenciamos esses
cenários, geralmente o que queremos são
respostas rápidas e soluções imediatas.
Mas e se em alguns momentos aquilo que
chamamos de atraso for, na verdade a
exposição bem clara da misericórdia e da
graça de Deus para conosco? E se o lugar
do nosso desconforto for exatamente o
espaço onde Deus decidiu tratar o nosso
coração e nos dar tempo para refletir
sobre ele? Bom, é isso que aconteceu com
Jonas quando nós olhamos para aquilo que
ele descreve sobre si e a oração que ele
faz no capítulo dois. Depois de fugir
deliberadamente da vontade de Deus, esse
profeta teve a sua fuga interrompida
pelo próprio Deus, sendo necessário ser
lançado ao mar para que uma tempestade
fosse acalmada. Nós vimos no capítulo um
que é Deus quem envia um vento forte.
Esse vento faz com que uma tempestade
comece a ser lançada sobre esse navio,
até o ponto do navio está para afundar.
E ali Deus está então interrompendo a
fuga do seu profeta. A primeira vista,
aquilo que parecia ser o capítulo final
da história desse profeta, tornou-se o
cenário para uma série de ações
providenciais e soberanas de Deus.
Providencialmente falando, quando Jonas
estava para ser lançado ao mar pelos
marinheiros, um grande peixe capaz de
conter um homem nadou bem perto daquele
navio, com apetite grande o bastante
para querer engolir um profeta que seria
lançado ao mar. Isso não foi obra do
acaso. Isso foi o próprio Deus
soberanamente, graciosamente que estava
direcionando aquele grande peixe. Mais
do que isso, aquele peixe foi um
instrumento nas mãos de Deus para que
Jonas ficasse três dias e três noites
ali dentro da sua barriga. Esse grande
peixe que parecia ser mais um
instrumento do juízo de Deus, foi também
uma expressão da graça soberana de Deus
para com este profeta. Isso fica claro
pelo fato de que o peixe não apareceu
para destruir o profeta, coisa que ele
poderia muito bem ter feito, mas sim
para preservar esse profeta. Deus
poderia ter encerrado ali a história de
Jonas, o profeta rebelde, aquele que
achou que poderia resistir à vontade de
Deus. Contudo, em vez disso, Deus
concedeu algo precioso para esse homem.
O que que Deus concedeu para ele ali?
tempo, tempo para ele pensar, tempo para
ele orar, tempo para que o seu coração
fosse trabalhado, alinhado, para que ele
pudesse então refletir sobre o Deus da
aliança. Isso nos ensina, meus irmãos,
que Deus sabe muito bem como nos
resgatar, nos trazendo de volta à sua
presença. Às vezes, Deus não remove
imediatamente a tempestade, nem abre
rapidamente a porta da crise, porque
antes ele deseja dar aquilo que nós mais
necessitamos, tempo para que o nosso
coração seja trabalhado por ele. Por
isso que Deus não age assim como nós
gostaríamos no nosso tempo, de acordo
com os nossos termos. Sendo assim, meus
irmãos, aprenderemos então a luz de
Jonas 2, do 1 ao 10, que Deus, em sua
soberania e graça, pode usar a situações
mais difíceis da nossa vida para
quebrantar o nosso orgulho, para
restaurar a nossa comunhão com ele e
renovar a nossa obediência, colocando
assim o nosso coração no seu devido
lugar. Deus é poderoso para levar
para nos levar de um silêncio em
rebeldia a um clamor em oração. É isso
então que nós veremos aqui nessa noite.
Eu quero destacar alguns pontos que nos
mostram como esse resumo, essa realidade
se apresenta no capítulo dois. Primeiro
nós temos então nos versículos 1 e dois,
Deus concedendo Jonas, concedendo a
Jonas tempo para orar. Nas profundezas,
Deus concede tempo para que esse homem
falasse com ele. Vejam comigo os versos
um e dois. Então Jonas, do ventre do
peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e
disse: "Na minha angústia clamei ao
Senhor, e ele me respondeu: Do ventre do
abismo gritei e tu me ouviste a voz.
Meus irmãos, de todos os lugares
mencionados na Bíblia que alguém orou, o
lugar onde Jonas orou é com toda certeza
o mais estranho sendo apresentado nas
Escrituras. Pare um pouco, pense na cena
aqui desse episódio. Dentro do grande
peixe, o cenário provavelmente foi de
escuridão. Pare para pensar como deve
ter sido Jonas dentro de um grande
peixe, tendo um tempo de três dias e
três noites para falar com o Senhor. Foi
de isolamento, cheiro de morte, nenhuma
possibilidade humana de escapar. Eu fico
pensando o suco gástrico daquele peixe
tocando a pele de Jonas. O macheiro que
talvez ali dentro estava, o coração do
peixe batendo. Parei para pensar nessa
realidade. Será que Jonas teve espaço
para deitar, ficar de pé, ajoelhar? Como
que deve ter sido para Jonas ali dentro
do grande peixe? Mas lá o texto diz que
ele resolveu orar ao Senhor. O verso
dois diz que na angústia esse homem
clamou ao Senhor e Deus o respondeu,
irmãos. Ou seja, o profeta foi ouvido
por Deus no pior momento da sua vida. No
mais profundo abismo, Jonas gritou e
Deus o socorreu. Essa realidade nos
apresenta um contraste importante aqui.
No capítulo um, diante da tempestade, os
marinheiros oraram aos seus deuses que
não lhes ouvira. Porém, Jonas declara
aqui no capítulo 2 que ele orou ao Deus
vivo. E o que aconteceu? O Deus vivo o
ouviu. Um contraste muito claro aqui. Se
os deuses dos marinheiros não ouviram os
marinheiros, porque eles não existem, o
Deus vivo ouviu o clamor do seu profeta.
Os estudiosos chamam atenção para o fato
de que a oração de Jonas, ela se parece
muito com o salmo. Já no verso dois e no
restante da oração, nós veremos que ela
está cheia de frases e imagens que nós
podemos encontrar no livro dos Salmos.
especialmente naqueles que foram
escritos por Davi. Jonas era um leitor
dos salmos de Davi. Ele conhecia muito
bem os o vocabulário de Davi, como Davi
orava e falava com o Senhor. Parece que
ele está usando aqui vários salmos. Ele
está fazendo referência, alusões para
que ele então pudesse agora falar com o
Senhor. Nós temos aqui o Salmo 3, 5, 16,
18, 31, 42, 50, 130 e outros salmos.
sendo aqui apontados pelo profeta como
vocabulário da sua oração. Queridos,
nesse sentido, nós temos algo muito
importante aqui. Jonas conhecia bem a
palavra escrita de Deus. Ele era um
profeta de Deus, de tal forma que ele
poôde retornar a ela e abraçá-la como
vocabulário para a sua oração. A palavra
de Deus escrita foi útil para esse
profeta. em uma situação horrível, ele
teve a palavra de Deus como vocabulário
para falar com o Senhor. Meus irmãos,
isso é bom. É por isso que nós
precisamos ler as Escrituras. É por isso
que nós precisamos estar enterado do
texto bíblico. Porque quando nós
precisamos falar com o Senhor em
situações que nos faltam palavras, você
pode recorrer à palavra escrita, você
pode recorrer ao livro dos Salmos e
fazer citação deles na sua oração,
alusão a eles na sua oração. É isso que
Jonas está fazendo aqui. a um personagem
na história da igreja, o John Bania, que
foi dito sobre ele pelo Espugon, que ele
diz assim: "Olha, ora, este homem é uma
Bíblia viva, fúrio-o em qualquer parte.
Você verá que o seu sangue é bíblico. A
própria essência da Bíblia flui dele.
Ele não consegue falar sem citar um
texto, pois a sua alma está cheia da
palavra de Deus." Nós encontramos isso
aqui agora em Jonas. Ele está cheio da
palavra de Deus e ele pode então
recorrer a ela e fazer citação dessa
palavra. Nós sabemos pelo capítulo 1
versículo 17 que esse profeta passou
três dias e três noites no peixe. Mas
nós não somos informados sobre qual dia
ele fez a oração. Nós fomos informados
no capítulo 1, no versículo 6, que
durante a tempestade ele foi até chamado
para orar, mas a gente viu no capítulo
um que ele não é descrito orando. Na
verdade, Jonas em nenhum momento é
descrito orando no capítulo um. E não se
esqueça que nós estamos falando de um
profeta, um homem de Deus, alguém que
deveria ter uma vida de oração constante
diante do Senhor e para com o Senhor.
Esse profeta não orou para dar uma
resposta ao Senhor quando ele foi
comissionado para ir a Nínive. Ele não
orou ao Senhor quando ele desceu a Jope.
Ele não orou quando ele comprou a sua
passagem. Ele não orou quando ele entrou
no navio. Ele não orou dentro do navio
quando a tempestade estava para
destruí-lo com os marinheiros e aquele
navio, mesmo sendo chamado pelo capitão
para fazê-lo. Foi somente, meus irmãos,
a ser ao ser capturado pelo grande peixe
que então nós encontramos esse homem se
vendo na necessidade de orar ao Senhor.
Para Jonas, a oração aqui foi o seu
último recurso. Jonas aqui errou,
irmãos, e ele errou terrivelmente, pois
a oração deve ser a nossa primeira
resposta às crises e não a última. Nesse
ponto, Jonas errou. Queridos, é bem
provável que a desobediência de Jonas o
estava enfraquecendo na sua vida de
oração. De tal forma que a oração desse
profeta dentro do grande peixe, ela
nasce da aflição e não da submissão a
Deus. Ele chamou, ele clamou a Deus, ele
gritou por Deus. aqui porque ele se viu
em perigo e não porque ele se agradava
de ter um relacionamento com o Senhor
por meio da oração. A sua desobediência,
o seu pecado estava fazendo com que ele
vivesse dessa maneira. A desobediência a
Deus, meus queridos, faz com que a nossa
prática de oração fique como a de Jonas,
enfraquecida e até mesmo inexistente,
enquanto acreditamos que nós estamos no
controle da vida e provavelmente Jonas
achava que estava, pois ele poderia
desobedecer ao Senhor e ir para onde ele
quisesse, inclusive para a direção
oposta da vontade de Deus. Tares era o
contrário de Nínive. Ele então não orou
ao Senhor porque ele achou que estava no
controle da vida. Quando nós pensamos
que a vida está nas nossas mãos, a gente
ora pouco. Se Deus não agir
graciosamente, nos estimulando a oração
e até mesmo nos proporcionando situações
adversas que exponham a nossa
fragilidade, meus irmãos, nós poderemos
até deixar de buscá-lo em oração. Deus
pode usar situações difíceis na sua vida
para te levar a orar, a falar com ele.
Deus pode fazer isso. O Richard Philips
comentando esse texto diz que às vezes a
melhor coisa que pode nos acontecer é
aquilo que mais tememos. Pela simples
razão de que isso tira de nós toda
autoconfiança, humilha nosso ego e
remove de nós qualquer outra esperança
que não a de Deus. Às vezes isso é
preciso para nos fazer orar de verdade,
irmãos. Tá vendo porque que Deus permite
situações difíceis e ele nos mantém
nela? para que nós tenhamos tempo para
orar, para falar com ele. E aqui eu te
pergunto, como está a sua vida de
oração? Reflita, faça uma autoanálise
aí, como está a sua vida de oração? Você
ora apenas por causa da aflição ou você
tem orado por submissão a Deus?
Meus irmãos, é bem melhor que a nossa
vida de oração seja por submissão, seja
pelo fato de que nós apreciamos o
privilégio que nós temos de poder falar
com um Deus gracioso.
Mas há algo aqui importante ainda nesses
versículos. Mesmo no mais profundo
abismo, tendo desobedecido a Deus, sendo
um profeta rebelde, Jonas pôde clamar ao
Senhor e os ouvidos do Senhor estavam
abertos à oração do seu servo. Deus é
assim, meus irmãos. Ele está com os seus
ouvidos abertos a oração de um aflito,
[música]
daquele que clama a ele, daquele que o
busca. Jonas presenciou isso no
versículo 3. No versículo 3, nós temos
agora Jonas reconhecendo a soberania de
Deus ao discipliná-lo. Vejam comigo esse
verso. Pois me lançaste. Percebam que
ele tá dizendo. Olha, pois me lançaste.
Foi o Senhor quem me lançou no profundo,
no coração dos mares, e a corrente das
águas me cercou. Todas as tuas ondas e
as tuas vagas passaram por cima de mim.
Queridos, aqui a gente tem algo muito
belo sendo feito por Jonas. Jonas, ele
expõe aqui em oração a sua consci a sua
consciência de que, em um certo sentido,
não foram os marinheiros que o lançaram
ao mar, mas sim Deus, que estava no
controle de tudo, inclusive na
utilização dos marinheiros para lançá-lo
ao mar. É claro que, humanamente
falando, foram os marinheiros que
lançaram Jonas ao mar, mas Jonas ele
corretamente enxerga além das
adversidades. Jonas vai um pouco além, a
exemplo do que ele fez no capítulo um,
quando ele reconheceu que aquela
tempestade não era apenas um fenômeno
natural. Aqui ele não coloca a sua
descida, o fato de que ele foi lançado
ao mar nas mãos do acaso, nas mãos do
mar dos marinheiros, como se algo assim
fugisse do controle de Deus e ele então
tivesse que ter sido lançado ao mar.
Não, meus irmãos, ele vê a mão soberana
de Deus em tudo o que estava
acontecendo. Ele não tem problema em
identificar o Senhor como motor
principal do seu sofrimento e da
disciplina merecida em sua vida. Isso é
bom. Isso que ele está fazendo é bom.
Ele está correto aqui. Se tem uma área
do nosso relacionamento com Deus, com
Deus que nós costumamos ter dificuldade,
é de entender essa soberania de Deus
agindo para nos corrigir, para nos
disciplinar, para nos salvar de nós
mesmos. Quando Deus nos corrige, quando
ele nos disciplina, ele está nos
salvando de nós mesmos. Porque se ele
nos entregasse a nós mesmos, nós
acabaríamos com a nossa vida. Nós
destruiríamos aquilo que a gente tem.
Nós amamos, irmãos, chamar Deus de pai e
de fato ele é o nosso pai. Em Jesus
Cristo, nós fomos adotados, inseridos na
família do Deus da aliança. Mas quantas
vezes nós gostamos da ideia de que Deus
como nosso pai pode nos disciplinar como
seus filhos que nós somos? Quantas vezes
nós gostamos dessa ideia? Por vezes nós
não gostamos dessa ideia. Não é incomum
encontrarmos cristãos achando que a
realidade da disciplina é uma
demonstração da sua falta de amor por
nós. Mas Jonas vai deixar claro que não.
Ele diz: "Olha, foi o Senhor quem me
lançou aqui. É o Senhor que está fazendo
isso comigo. O Senhor está tratando meu
coração. No final ele vai chegar a essas
conclusões. O Senhor está me dando
tempo. Está sendo bom para mim. É
bondade do Senhor sendo direcionada a
mim. Assim como nós disciplinamos os
nossos filhos porque nós o os amamos,
Deus também pode nos disciplinar,
irmãos.
Hebreus 12 nos ensina que a disciplina é
uma marca da filiação de um crente. Ela
pode ser dolorosa por um tempo, mas ela
é prova de que nós pertencemos à família
de Deus, que nós estamos debaixo do seu
cuidado.
É importante entender como Jonas
entendeu que Deus pode nos disciplinar.
E ele pode fazer isso de várias
maneiras, inclusive lançando-nos em
circunstâncias difíceis para entendermos
que o caminho da obediência é o melhor
caminho a ser trilhado. Eu não quero
dizer com isso, meus irmãos, que toda a
adversidade é uma disciplina de Deus na
sua vida. Pelo amor de Deus, não entenda
isso. A vida de Jó é um exemplo claro de
que ele não estava sendo disciplinado
por ele estar passando por várias
dificuldades. Todavia, quando Deus nos
disciplina por meio das adversidades, o
seu objetivo não é nos destruir, mas sim
nos levar a amá-lo ainda mais, a
amadurecer a nossa fé, a sermos
conformados à imagem do seu filho. Deus
está fazendo isso. E Jonas agora não tem
problema em dizer: "Foi o Senhor quem me
lançou nas profundezas dos mares."
No versos 4, 5 e 6, Jonas expressa agora
em oração o peso, o quanto ele sente o
peso do afastamento de Deus por causa do
seu pecado. Vejam comigo primeiro aí o
verso 4. Na parte A do verso 4, Jonas
lamenta dizendo: "Lançado estou diante
dos teus olhos". Percebam que o profeta
se vê agora como alguém banido da
presença de Deus e ele está lamentando.
Isso está perturbando o seu coração. Ele
está banido. Ele se vê dessa maneira. O
Senhor me lançou as profundezas. O
Senhor está me banindo na sua presença.
Mas aqui há uma pergunta que a gente
precisa fazer e responder. Queridos. Não
era justamente isso que o profeta
queria? Lá no capítulo 1, no versículo
3, não é dito que ele desce, ele até se
levanta, mas é para desobedecer o
Senhor. Ele vai para Jope. De Jope ele
pega o navio. O seu desejo é ir para
Tarses. Para quê? Ele queria fugir de
quem? De Deus. Ele queria fugir da
presença de Deus. Lá no capítulo um, o
desejo do profeta é: "Eu quero fugir de
Deus". Mas olha como alguém, como ele
está agora. Ele está lamentando. Ele
está experimentando a tristeza do vazio
dessa fuga. Ele está reconhecendo que é
horrível ficar longe da presença de
Deus. Ele está reconhecendo que é
horrível viver em rebelião contra esse
Deus. É horrível tentar lutar contra
Deus. Meus irmãos, o pecado ele é assim.
Ele promete liberdade de Deus, mas sabe
o que ele nos entrega? É solidão. É um
vazio no seu coração que nada pode
preencher. Nada que esse mundo ofereça
pode preencher o vazio do seu coração. O
que ele entrega é solidão, é angústia. E
assim Jonas agora está experimentando. É
por isso que na parte B do verso 4 ele
diz: "Olha, tornarei porventura a ver o
teu santo templo". Ele está mencionando
o templo e templo aqui fala da presença
de Deus. o local que era símbolo da
presença de Deus com o seu povo, o local
da adoração. Ele está questionando, será
que eu vou ver? Será que eu vou estar
novamente na presença de Deus? Veja que
bela mudança, irmãos, nós temos aqui. O
desejo do profeta parece que não é mais
fugir de Deus, mas sim estar novamente
na presença do Senhor. Olha o quanto
peixe foi bom para esse homem. Olha o
quanto ser lançado nas profundezas foi
uma bção de Deus para esse homem. Olha o
quanto ser deixado lá por três dias e
três noites está fazendo bem para Jonas.
Jonas, na verdade provou o gosto amargo
da sua rebelião contra Deus. Ele se vê
aqui no fundo do poço. Ele se viu no pó
e na cinza do seu pecado. Meus irmãos,
como isso é importante e necessário para
todo pecador. E aqui eu preciso
enfatizar a incansável graça de Deus em
ação. Foi Deus e mais ninguém, nem mesmo
Jonas que o quem o conduziu a ter esse
reconhecimento.
É isso que acontece, irmãos, quando nós
nos afastamos do Senhor. Ele vem até
nós, irmãos. Ele nos busca
graciosamente. Ele resgata o pecador.
Ele nos conduz a esse reconhecimento. O
Espírito Santo que habita em nós mexe
com as nossas estruturas, com o nosso
coração, para que nós nos vejamos assim
afastado dele e sentindo o peso de estar
afastado dele.
É por isso, meus irmãos, que o evangelho
é uma boa nova que precisa ser anunciada
com a má notícia de que todos pecaram e
carecem da glória de Deus. É por isso
que o evangelho não é apenas um chamado
para crer, é também um chamado para se
arrepender.
Jonas aqui está em arrependimento ao
Senhor. Estou longe do Senhor. Estou
afastado do Senhor. No verso 5, Jonas
enfatiza as consequências do seu
distanciamento. Veja aí comigo. As águas
me cercaram até a alma. O abismo me
rodeou e as águ algas se enrolaram na
minha cabeça. Aqui o profeta está
descrevendo a sua descida nas
profundezas do mar, como se ele tivesse
descido a própria morte. Quando ele foi
lançado pelos marinheiros, aquele
intervalo de descer na água, ele está
descrevendo aqui. Ele está descrevendo
como foi, o que ele sentiu ali. A sua
experiência foi muito próxima da morte.
A descrição do verso 5 é de que as águas
o cercaram até a alma e o abismo do mar
o rodeu. As algas do mar enrolaram a sua
cabeça. Nos versos 6 e 7, Jonas então
agora vai descrever em oração o seu
resgate. Ele diz: "Desci até os
fundamentos dos montes, desci até a
terra cujos ferrolhos se correram sobre
mim para sempre. Contudo, fizeste subir
da sepultura a minha vida. Ó Senhor, meu
Deus, quando dentro de mim desfalecia a
minha alma, eu me lembrei do Senhor e
subiu a ti a minha oração no teu santo
templo. Na parte a do verso 6, a
descrição dele é de que ele estava
morto. Era assim que ele que ele se via.
Mas na parte final do verso 6 e no verso
7, nós temos ele expressando o agir
gracioso de Deus para com ele. Jonas
declara que Deus o fez subir das
profundezas da sepultura. De fato, a sua
oração foi ouvida e entendida por Deus.
Aqui existe um debate entre os teólogos
se de fato Jonas morreu ou não. O texto
não deixa claro para nós. Parece que a
linguagem que ele fala aqui é de alguém
que berou a morte, é de alguém que
sentiu muito perto de si a face da morte
ali. Mas a gente não pode bater o pé
aqui e dizer: "Não, ele morreu". ele não
morreu. E também não não é importante
aqui para nós a experiência dele, o
distanciamento dele para com o Senhor e
o resgate do Senhor é o ponto aqui que
precisa ser destacado aqui.
Provavelmente então Jonas está
descrevendo o momento em que o peixe vem
e o abcanha. O profeta estava a ponto de
morrer, afogado, mas ele então foi
resgatado. O profeta que tinha
abandonado Deus, meus irmãos, não foi
abandonado por Deus. Olha a graça de
Deus em tudo isso. Deus o resgatou das
profundezas da morte. Aí vem então o
verso 8ito. E nele Jonas se volta para
Deus, reconhecendo agora as vaidades do
dos ídolos do mundo. No verso oito, ele
diz: "Os que se entregam à idolatria vã
abandonam aquele que lhes é
misericordioso."
Olha o tanto que é interessante o que
Jonas faz aqui. Depois de tentar fugir
de Deus e de desobedecê-lo,
percebendo que Deus é soberano, Jonas
agora olha para os ídolos, mas ele olha
para os ídolos com nojo, destacando que
aqueles que entregam a idolatria
abandonam de Deus que lhes é
misericordioso.
O que que levou esse profeta a falar
assim em oração ao Senhor? O que que
levou esse profeta a ter tanto nojo da
idolatria? Por que que ele vem no final
da oração, fala de idolatria, ele diz:
"Olha, aqueles que cometem isso
abandonam aquele que é misericordioso".
Queridos, o próprio Jonas estava
cometendo idolatria. Ele está falando
com propriedade sobre o que ele próprio
estava praticando.
Lembre-se do que é idolatria. É qualquer
coisa que ocupa o lugar central na vida
e a qual nós oferecemos lealdade,
devoção e que, por direito, pertence
exclusivamente a Deus. por exemplo, o
dinheiro, a conta bancária, a carreira,
o cônjuge, os filhos, a política, o
político, o poder e tantas outras coisas
podem se tornar um ídolo para nós. Tudo
que coloca Deus à margem da nossa vida
pode se tornar um ídolo. Além de de
desviar a confiança em Deus, desvia a
adoração que é devida somente a Deus. E
qual que é o resultado trágico da
idolatria? É que o ídolo jamais cumpre o
que ele promete e o que nós esperamos
dele. Nós depositamos esperança,
confiança no ídolo, mas ele não cumpre,
irmãos. E não se esqueça que os ídolos
têm pés de barro e Deus quebra os pés
dos ídolos.
Às vezes alguma coisa ou alguém é até
bom, mas a gente vai lá e coloca uma
adoração sobre ele. Deus vai lá e quebra
ele porque ele não vai conseguir
competir com Deus. Ele tem pés de barro.
Deus vai lá e quebra. Esse é o problema
da idolatria.
Infelizmente Jonas cometeu idolatria.
Ele colocou Deus à margem da sua vida.
Tornou-se ele mesmo o seu próprio ídolo
para si. Ao desobedecer a Deus, Jonas se
colocou como seu próprio Deus. Irmãos,
ele se achava soberano sobre a sua vida.
Ele fez aquilo que os nossos primeiros
pais fizeram lá no jardim do Éden.
Quando eles obedeceram a ordem de Deus,
eles estavam fazendo de deuses para ele.
Para eles.
É como se Adão e Eva lhe dissessem:
"Olha, nós nós estamos no controle do
jardim, nós estamos no controle da nossa
vida, nós sabemos o que é melhor para
nós." Deus falou que não poderia, não
pode. Pode sim. Eles se fizeram de
ídolos para si. É isso que Jonas está
fazendo aqui. Esse profeta achou que
poderia tomar as rédias da sua vida em
suas próprias mãos. Ele achou que
poderia fugir de Deus, resistir a sua
vontade, a sua vontade que era boa.
Mas essa idolatria não lhe proporcionou
o que ele esperava. Não lhe
proporcionou. Porém, Jonas agora
reconhece, meus irmãos, que tinha
cometido um terrível engano. Ele
reconhece que tinha abandonado aquele
que é misericordioso.
Na hora do vamos ver, na hora da
dificuldade, quem tava lá para enviar um
peixe para salvá-lo? Foi Jonas ou foi
Deus? Adiantava Jonas chamar um peixe
debaixo da água ali?
Viria algum peixe salvá-lo?
Mas ele não tinha se feito de Deus para
si. Foi o Deus verdadeiro que mandou um
peixe para salvá-lo.
Jonas tinha abandonado a misericórdia de
Deus e agora ele reconhece. Ele diz:
"Aqueles que vão para a idolatria
abandonam o Deus que lhes é
misericordioso."
Por isso que ele está com nojo da
idolatria aqui. É bem provável, irmãos,
com essa declaração Jonas também fizesse
uma referência à sua própria nação.
Jonas era do reino de Israel e o que o
reino de Israel mais fazia era
idolatria, cometia idolatria. O livro
seria lido pelo reino de Israel. E ele
está dizendo: "Olha, eu estou
presenciando aqui na pele. Eu estou
vendo na pele o quanto é ruim depositar
a minha esperança e a minha confiança em
outra coisa que não seja o próprio
Deus."
Ele está alertando o seu povo. No verso
9, então Jonas se volta para Deus,
reconhecendo que ao Senhor pertence a
salvação.
Mas com a voz do agradecimento, eu te
oferecerei sacrifício. O que votei e
pagarei. Ao Senhor pertence a salvação.
Querido, Jonas termina a oração com
gratidão, pronto a oferecer sacrifícios
a Deus e pronto para pagar o voto que
fez. E junto a isso, Jonas termina sua
oração com a belíssima declaração de que
ao Senhor pertence a salvação. Aqui nós
temos talvez o tema central do livro. Ao
Senhor pertence a salvação. Nós somos
pecadores caídos sem direito à
misericórdia de Deus. E ele é livre para
salvar quem quiser e condenar quem
quiser. Deus poderia ter deixado Jonas
afogar-se num mar ou perecer na barriga
desse peixe e ele não seria nem um pouco
ou menos justo e gracioso se ele assim o
fizesse. Deus é Deus, irmãos. Ele faz o
que ele quer. E Jonas chega ao final
dizendo: "Salvação pertence ao Senhor. O
Senhor é Deus. O Senhor é soberano."
Quando Jonas foi lançado no mar, não
tinha nada que ele pudesse fazer. Não
tinha nada que ele pudesse oferecer a
Deus, a não ser a sua rebeldia, a sua
tolice, o seu orgulho.
Mas aí estava Deus decidindo salvar o
seu profeta. Por mais profundo que o
pecado levou esse profeta, Deus o
alcançou com soberana graça. Quando nós
olhamos, irmãos, para a narrativa de
Jonas e nós vamos caminhando nela, nós
deveríamos ficar espantados, não com o
fato de Deus querer salvar Nínive,
irmãos, mas com o fato de Deus salvar
esse homem aqui.
Não fica escandalizado com o fato de
Deus querer salvar Nínive, mas salvar
Jonas.
E ele o salvou. A salvação pertence ao
Senhor. Deus é soberano na eleição. Ele
escolhe aqueles a quem salvará. É
soberano em conseguir-nos o perdão por
meio da morte de Jesus Cristo na cruz.
Ele é soberano em direcionar o nosso
coração para ele com fé e
arrependimento. E é soberano para
garantir que nós perseveraremos na fé
até o fim. Queridos, cada passo da nossa
salvação é obra de Deus. De fato, a
salvação pertence ao Senhor. Essa
notícia é maravilhosa por demais,
irmãos, porque ainda hoje Jesus com
poder soberano chama pecadores por meio
do seu evangelho pela ação do Espírito
Santo, dando um novo nascimento, levando
o pecador a crer e ser salvo. Deus tem
os seus eleitos espalhados na face da
terra e ele continua chamando
eficazmente, salvando soberanamente
aqueles a quem ele quer salvar. Não ter
aceitado essa verdade lá no início de
que os ao Senhor pertence à salvação,
foi o grande problema do profeta.
Jonas vai pregar Nínive, mas ele não
reconheceu que a salvação pertence ao
Senhor. Quando Deus o comissionou, Jonas
deveria ter entendido que quem salva é o
Senhor. E ele salva quem ele quer. E ele
queria salvar Nínive.
Mas Jonas não entendeu isso. Porém,
irmãos, aqui eu peço atenção de vocês.
Eu chamo a atenção de vocês para algo
que pode passar despercebido aqui no
versículo 9, que é o modo como a oração
de Jonas termina.
Ele fala de agradecer ao Senhor. Ele
começa o verso 9 dizendo, mas com a voz
do agradecimento, um coração grato,
agora está sendo exposto. Ele tem uma
atitude de gratidão ao Senhor, mas ele
diz que quer ser grato ao Senhor,
oferecendo sacrifício e pagando votos.
Isso nos fala de quê? Isso nos fala de
adoração, meus irmãos.
Jonas com um coração grato quer adorar o
Senhor. Sacrifícios e votos aqui fala de
uma de atitudes de adoração daquele que
ia para o templo para adorar o Senhor.
Lembra que ele fala de templo? Ele
pergunta: "Será que eu vou estar no
templo novamente?" E no final ele
termina: "Com gratidão eu quero oferecer
sacrifícios e votos, pagar os votos que
eu fiz a, ou seja, eu quero adorar o
Senhor agora".
E aí ele reconhece ao Senhor pertence à
salvação. Queridos, olha aí para o
capítulo um. Veja que lá também não foi
diferente. Os marinheiros também são
descritos lá no verso 6, oferecendo.
Oferecendo o que ao Senhor? Oferecendo
sacrifícios e fazendo o quê? Votos. Isso
significa que é um paralelo aqui.
O texto de Jonas, meus irmãos, foi
escrito com maestria
e o escritor faz um paralelo no final
dos dois capítulos para mostrar algo
importantíssimo aqui nesse capítulo
dois. A mesma linguagem que é utilizada
lá no versículo 16 também é usada aqui
no verso 9. E aí eu pergunto, será que é
uma coincidência ou será que é de
propósito que está sendo apresentado
aqui? Vejam o paralelo, queridos. No
capítulo um, os marinheiros gentios
clamaram ao Senhor em seu sofrimento, lá
no verso 14. E Jonas faz o quê? Faz o
mesmo no verso 2 do capítulo 2. O Senhor
ouviu as orações dos marinheiros e
respondeu a ela, acalmando a tempestade
quando o profeta foi lançado ao mar.
Assim como Deus ouviu a oração de Jonas
no capítulo 2. Os marinheiros
reconheceram que a tempestade veio do
Senhor, assim como Jonas reconheceu que
o seu julgamento veio da mão do Senhor.
Os marinheiros temeram ao Senhor. Na
barriga do peixe, Jonas arrepende-se
também demonstrando o quê? Temor a Deus.
A narrativa dos marinheiros termina com
adoração. Eles abandonaram seus deuses,
abandonaram a idolatria e terminam
adorando o Deus de Jonas.
E como Jonas termina? Eu quero adorar o
Senhor. Depois de ser salvo, ser
resgatado, ser redimido, eu quero adorar
ao Senhor. Os dois capítulos terminam
com adoração.
Tudo isso, meus irmãos, é uma sombra
daquilo que aconteceria na nova aliança,
quando judeus e gentios cressem no
Senhor e juntos adorassem ao Senhor. Os
gentios estão adorando no capítulo um.
Um judeu está adorando e quer adorar. No
capítulo dois, meus irmãos, há uma lição
importante aqui para nós. A redenção que
o Senhor opera em nossa vida em Jesus
Cristo, tem como propósito nos
transformar em verdadeiros
adoradores.
Deus salvou Jonas para que antes dele
ser um missionário, ele fosse um
adorador do Deus verdadeiro. Irmãos,
isso é importante para alinhar
corretamente a nossa prática e a nossa
motivação missionária como igreja. Nós
evangelizamos porque Deus está buscando
adoradores de todas as nações. Não
percamos isso de vista. Tudo que Deus
faz por nós e nós é para nos transformar
em uma comunidade de adoradores. Ele
salva os marinheiros, ele salva Jonas e
os dois grupos estão adorando ao Senhor.
John Piper em um livro muito bom que
você deveria ler, Alegrem-se os Povos,
diz algo interessante sobre isso. Ele
diz: "Quando essa era se encerrar e os
incontáveis milhões de redimidos
estiverem perante o trono de Deus, não
haverá mais missões.
Elas são a necessidade temporária.
Adoração, porém, permanecerá para
sempre." Adoração é, portanto, o
combustível, irmãos, a meta das missões.
Se não for essa a nossa motivação, a um
problema. Nós precisamos fazer missões,
evangelizar com o objetivo de que mais
pessoas adorem ao Deus verdadeiro.
Abandonem os seus ídolos e voltem-se
para o Deus verdadeiro. Por isso que é
necessário plantar igrejas, irmãos, para
que comunidades adorem ao Senhor, como
nós estamos fazendo aqui. Não é só lá
evangelizar, é preciso plantar igrejas
saudáveis para que pessoas adorem ao
Senhor. Adoração sempre foi o John Piper
destaca e sempre será o propósito
fundamental de Deus no universo. Ela
sempre foi o fogo que alimenta a nossa
paixão por alcançar pessoas que não
adoram o Deus verdadeiro por meio de
Cristo Jesus. Esse deve ser o nosso
combustível. Isso explica porque que
Deus então permitiu que Jonas tivesse um
pouco de sucesso. Eu lia Jonas, o livro
de Jonas, eu ficava pensando, por que
que Deus permitiu esse homem entrar no
navio? Por que que Deus permitiu que Por
que que Deus fez? enviou uma tempestade.
Deus poderia muito bem ter quebrado o
queixo desse homem, levado ele paraa
níve, arrastado pela orelha, como meu
pai faria comigo. Deus poderia ter feito
isso, mas Deus não faz, porque Deus tá
trabalhando o coração do seu profeta
para antes dele ser um missionário, para
que ele fosse um adorador do Deus
verdadeiro. Não só ele, os marinheiros
também. Deus quer fazê-lo um adorador
primeiro. Ele vai falhar lá na frente,
vai. Não, não, não estou dando spoiler
porque vocês conhecem o livro, mas como
adorador ele vai.
Isso ele vai. Esse é o ponto, irmãos, o
paralelo que a gente tem aqui
no verso 10. Então, nós somos informados
que o Senhor deu ordens ao peixe. E o
peixe, diferente de Jonas, não hesitou
em obedecer as ordens do Senhor. Ele
vomita Jonas em terra seca.
Provavelmente isso aconteceu perto de
Jope, significa que o profeta voltou a
estaca zero. Teria que andar 900 km para
chegar em Nínive. Deus o trouxe, mas
agora como adorador.
Estaca zero para o profeta. Assim, meus
irmãos, Jonas que Deus usaria para
salvação em Nínive, seria ele mesmo um
troféu da graça salvífica. O profeta que
emergiu na praia era alguém sujo,
humilhado, que confiou em Deus e assim
foi resgatado. Mas agora como um
adorador. Agora como um adorador.
Aplicações, irmãos. Deus fará o que for
necessário para nos levar ao centro da
sua vontade. Não importa qual seja o
preço para nós ou para ele. Ele sempre
fará. Pode parecer duro o que Deus fez
com Jonas aqui, deixando que ele fosse
para as profundezas, mas eu preciso te
lembrar que Jonas aponta para um
salvador que estava por vir, um homem
muito maior que ele, um homem que Deus o
fez descer literalmente a sepultura e lá
também ele ficou por três dias. É claro
que eu me refiro, irmãos, ao servo
sofredor, a Jesus Cristo, ao nosso
redentor, ao filho de Deus, aquele que
verdadeiramente foi fiel e obediente ao
Pai. Aquele que da cruz desceu para o
túmulo, mas de lá se levantou em glória
para reinar à direita do Pai. O mergulho
de Jonas no mar parecia ser definitivo,
mas Deus designou um grande peixe para
engoli-lo. Jesus explicou que o que
aconteceu com Jonas lá no em Mateus,
versículo capítulo 12, versículo 40, ele
explicou que o que aconteceu com Jonas
ali dentro do grande peixe era um sinal
que apontava para ele mesmo. Ou seja,
Jonas apontava para um profeta muito
maior, um salvador que estava por vir. E
Jesus diz: "Olha, pois assim como Jonas
esteve três dias e três noites no ventre
do peixe, assim estará o filho do homem
três dias e três noites no coração da
terra". Jonas estava praticamente morto,
mas Jesus, irmãos, realmente morreu e
foi sepultado por três dias antes que
Deus o ressuscitasse dos mortos. Jesus
cumpriu o sinal de Jonas por meio de sua
morte e ressurreição, comprando a vida
para todos os que creem, para que nós
estivéssemos no centro da sua vontade.
Custou caro, irmãos, para ele. Custou a
morte do filho, a humilhação do seu
filho ter descido ao túmulo.
Por tudo isso, irmãos, apeguem-se ao
Senhor, mesmo quando ele te corrigir,
pois há um propósito salvífico de Deus
em tudo isso. Ele não está te
destruindo, mas ele está te salvando.
Ele está salvando você de você mesmo
para que você volte para ele com um
coração alinhado, correto. Quando o seu
mundo estiver desmoronando e você for
colocado em uma situação difícil e tiver
que permanecer nela por algum tempo,
apegue-se ao Senhor e o faça em oração.
Corra para ele, não dele. Faça como
Jonas, irmãos.
O trono de Deus é um trono de graça, de
misericórdia e de socorro para ocasiões
oportunas. Ele não rejeita a oração de
um coração contrito, aflito, que clama
por socorro. Ele é gracioso para com o
seu povo. E a história de Jonas, segundo
episódio, mostra isso claramente para
nós. Oremos ao Senhor. Senhor Deus, nós
somos gratos, ó Deus, pela tua palavra
que nos mostra a tua soberania, o teu
cuidado, Pai, para conosco. De fato, ó
Deus, a salvação pertence ao Senhor. De
fato, é o Senhor quem nos chamou
soberanamente. O Senhor o quis fazer. O
Senhor nos tirou das idolatrias. O
Senhor nos fez adoradores.
Pai, que o Senhor possa continuar agindo
na nossa vida para que permaneçamos
assim como verdadeiros adoradores.
Tenha misericórdia de nós, ó Deus. Nos
fortaleça, ó Deus, na caminhada para que
nós estejamos no centro da tua vontade,
pois este é o melhor lugar para se
estar. Que o Senhor nos fortaleça,
fortaleça a igreja do Senhor por meio da
tua palavra. É no nome de Cristo que nós
oramos.
Amém. Queridos, nós temos grupo
instrumental.
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, Irmãos, depois da exposição
dessa palavra, nós temos a oportunidade
de sear, comer do pão e beber do cálice,
anunciando a morte do Senhor até que ele
venha. Por isso, eu chamo à frente
pastores e presbíteros eleitos por esta
igreja, para que possam assim distribuir
os elementos da ceia do Senhor. Enquanto
os meus irmãos chegam, eu faço, dou
destaque ao verso de número dois de
Jonas também, no capítulo de número
dois, como a nós foi exposto nessa
noite. Texto que nos disse: "Na minha
angústia clamei ao Senhor e ele me
respondeu."
Jonas foi respondido. Verdade. O Senhor
trouxe salvação.
Enquanto ele clamava, o Senhor ouviu e
até mesmo antes dele clamar, lá estava
aquele grande peixe para poder dar todo
o suporte e assim fazer com que o plano
do Senhor acontecesse sobre a vida
daquele homem. A vontade do Senhor assim
cumpriu. Mas vale a pena falar, irmãos,
que Jonas foi ouvido, mas houve um dia
em que o filho de Deus clamou: "Eli,
Eli, Lamassabactani." E ele não foi
ouvido. Ele não foi ouvido com o
propósito,
para que a salvação alcançasse a minha e
a sua vida. Hoje nós temos uma
oportunidade extraordinária. Todos nós
que aqui estamos, irmãos, ao clamar,
seremos ouvidos. O Senhor ouvirá a voz
dos seus filhos e responderá: "É uma
verdade." Mas o seu filho disse: "Deus
meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Por que me desamparaste?" E naquele
momento ele estava só recebendo sobre si
a condenação que era minha, a condenação
que era sua, recebendo o peso dos nossos
pecados que foram cravados sobre ele na
cruz. Cristo Jesus morreu e a palavra do
Senhor vai dizer que ao terceiro dia ele
ressuscitou com poder e glória. Antes
disso, o seu sangue foi derramado, foi
vertido sobre aquela cruz. Hoje nós
temos a oportunidade, queridos, diante
de nós o pão que simboliza o corpo de
Cristo que por nós foi moído, o suco de
uva, o sangue, o vinho que simboliza o
sangue do Senhor que por nós foi
vertido. O sangue esse que nos traz a
paz. Vamos orar ao Senhor agradecendo.
Senhor Jesus, diante de nós aqui estão
os elementos da ceia no seu uso comum.
Mas, Senhor Deus, nós sabemos muito bem
o que ele simboliza, Senhor. Muito
obrigado, porque o Senhor recebeu o peso
da ira de Deus e assim nos trouxe
salvação. A salvação que te pertence,
Senhor. A salvação que está sobre ti e o
Senhor derrama quem o Senhor assim
quiser. Glória seja dado ao teu nome,
Senhor. Bendito sejas tu que por nós
padeceu naquela cruz. e ressuscitou com
poder e glória o terceiro dia. Ao teu
nome nós glorificamos no nome santo de
Jesus. Amém. Queridos irmãos, essa não é
uma mesa presbiteriana.
Essa é a mesa do Senhor. Se você está em
comunhão com Cristo, em comunhão com a
igreja, uma igreja reconhecidamente
fiel às Escrituras, entendendo realmente
o que está diante de nós, como do pão,
primeiro avalie a si mesmo e então coma
do pão e beba do cálice. Apenas uma
observação. Eu gostaria que você ficasse
de pé, você que vai participar da ceia
do Senhor. E se por um acaso você é
celíaco, por favor, identifique-se para
alguns dos presbíteros ou pastores para
que assim nós possamos servir todos os
irmãos. Vamos ficar de pé.
Eu
[música]
sei [música] que foi pago um alto preço
para [música] que contigo eu fosse o meu
irmão.
Quando Jesus [música]
derramou
sua vida, [canto]
ele pensava [música] em ti.
Ele pensava em mim, pensava em nós.
[música]
Sei que foi pago [música]
um alto preço
[música] para que contigo eu fosse o meu
irmão. [música]
Quando Jesus derramou
sua vida,
ele pensava [música]
em ti.
Ele pensava em mim, pensava em nós
[música]
e nos via redimidos
por seus sangues, [música]
lutando o bom combate do Senhor.
[música] Lado a lado, trabalhando
sua igreja edificando
[música] e rompendo [canto] as
barreiras.
pelo amor
e na força do Espírito Santo, [música]
nós proclamamos aqui
que pagaremos [música] o preço de sermos
o coração do Senhor. [música]
Por mais que as trevas vitem e nos
tentem separar, [música]
os nossos olhos em Cristo,
unidos [música]
iremos
cantar.
>> [música]
>> E na força do Espírito Santo, [canto]
nós proclamamos aqui [música]
que pagaremos o preço de sermos o só
coração do Senhor. [música]
E por mais que as trevas militem
e nos tentem [canto] separar,
os nossos [música] olhos em Cristo
unidos iremos
andar.
Unidos
[música] iremos
andar.
Unidos
iremos [música]
>> [música]
[música]
>> Símbolo do corpo e do sangue do Senhor.
Símbolo do corpo e do sangue do Senhor
Jesus.
Queridos irmãos, todos receberam os
elementos da ceia do Senhor. Amém.
Você pode desenroscar?
Gente, de nós o pão que simboliza o
corpo de Cristo que por nós foi moído.
Comamos todos.
O vinho que simboliza o sangue da nova
aliança, que por nós foi vertido. O
sangue do cordeiro. Tomemos.
Meus irmãos, coloquem de pé, por favor.
Nós vamos fazer nossa oração de
encerramento do nosso culto ao Senhor.
Pai bondoso, nós somos gratos por tudo
que aconteceu aqui neste momento de
culto na tua igreja. reunida, ouvindo, ó
Deus, a voz do teu evangelho, a tua
igreja que cantou, a tua igreja que orou
de acordo com a tua palavra, que
recebeu, ó Deus, a exposição da tua
palavra. Tudo isso é resultado da tua
graça, da tua misericórdia sobre nós.
Obrigado, ó Deus, porque nós temos a
certeza que o Senhor em Cristo Jesus
recebeu a nossa adoração, o nosso culto
nesta noite. Por isso, ó Deus, nós
pedimos para que o Senhor nos abençoe no
decorrer dessa semana, continue
conduzindo os nossos passos. O Senhor
abençoe cada um aqui, a igreja do Senhor
de um modo geral. Que o Senhor nos leve,
ó Deus, em proteção aos nossos lares. É
o que nós te pedimos, ó Deus, no nome de
Cristo. Amém. Meus irmãos, que a
maravilhosa graça do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus
Pai, a comunhão e a consolação do
Espírito Santo estejam com todos aqui,
com toda a igreja de Cristo espalhada
pela face da terra, não só hoje, mas
para todo sempre. Amém.
>> [música][canto]
>> Amen.
[música][canto]
Amém.
[música]
>> Podem sentar. Passamos lud.
[música]
>> [música]
[música]
>> เ
>> [música]
[música]
>> Meus irmãos, chegamos ao final do nosso
culto de adoração ao Senhor e agora nós
teremos então alguns avisos. Mas antes
eu quero dar uma saudação aos nossos
visitantes, aqueles que nos visitam pela
primeira vez. Se tiver alguém em nosso
meio, não for constrangimento, puder
ficar de pé para que a gente conheça.
Temos aqui, temos ali. Deus abençoe a
vida de vocês. São muito bem-vindos.
sempre que puderem e quiserem estar
conosco para adoração ao Senhor, será
sempre uma alegria tê-los conosco. Vocês
receberão mimo aí em nome da igreja.
Meus irmãos, no dia 20 nós temos o
treinamento de evangelização da APCOM.
Por isso, façam as suas inscrições. O
valor é de R$ 20. Esse valor é referente
apenas ao almoço que será servido. Não
perca essa programação. Oportunidade
muito rica de aprendermos mais sobre
essa temática. No dia 13, no sábado, nós
temos o encontro da das amigas da SAF. O
livro que está sendo estudado, é um
extraordinário dia comum. Serão
estudados os capítulos 10, 11 e 12.
Participem presencialmente. Nós temos a
transmissão dessa programação, mas
certamente está aqui presencialmente é
ainda melhor. Meus irmãos, eh a
ordenação e a instalação dos oficiais
eleitos na última assembleia, ela vai
acontecer no dia 14/06
no culto noturno. Então, reserve aí na
sua agenda essa data para que nós
possamos estar aqui em adoração ao
Senhor e assim presenciarmos esse
momento importante paraa igreja do
Senhor. É, como foi falado pelo
reverendo Alisson no decorrer da
ministração da ceia, se você é celíaco,
eu não conhecia essa palavra bonita,
parece que é se você possui alguma
intolerância a glú alguma alergia,
procure um dos presbíteros, identifique
que a gente vai tomar algumas medidas
para que você possa receber algum
elemento especial para que você não
sofra com isso, tá bom? Você pode ligar
pra secretaria também, informar o seu
nome para que a gente possa mapear essa
questão aqui na igreja. Meus irmãos, nós
vamos ali pro IP, mas antes nós temos
aqui da nossa livraria uma indicação de
um livro do Day do Dia Carson. Talvez
você conheça esse autor, um das maiores
autoridades que a gente tem em Novo
Testamento.
O livro se chama, tem um tema, um
chamado à reforma espiritual. Hoje nós
vimos a oração de Jonas. E aqui o Dier
Carso, ele mapeia as orações do apóstolo
Paulo nas suas cartas. Ele comenta essas
orações. Ele faz isso de maneira
pastoral, de maneira bem prática. A
linguagem dele é muito acessiva, é muito
profunda. Ele consegue ser simples na
sua escrita, mas ao mesmo tempo muito
profundo. É alguém que escreve muito
bem. Então esse livro pode enriquecer
muito a sua vida para que você tenha
esse relacionamento com o Senhor por
meio da oração. Nós temos exemplares
deles lá na livraria. Passe lá, olhe.
Acredito que vai ser uma bção de Deus
para sua vida. Tá bom? Nós temos agora
então esse momento ali no IP, momento de
uma boa conversa, um lanche ali,
livraria. Deus abençoe vocês. Tenham
todos um bom restante noite, uma boa
semana.
>> [música]
>> เ

Tags: