Quando pensamos ser mais fortes do que somos – Culto Noturno – AO VIVO | 14/06/26 | 18h
15/06/2026
Quando pensamos ser mais fortes do que somos – Culto Noturno – AO VIVO | 14/06/26 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Boa noite, igreja. Vamos iniciar nosso culto, momento agora de prelúdio, onde você vai curtivar sua cabeça, orar a Deus, se preparar para esse momento agora que o culto que vamos prestar a ele. Coloque o seu celular no silencioso ou desligue seu celular. E vamos ter um momento agora, cântico do Madrigal, pra gente eh nos prepararmos para para esse culto que vamos prestar ao nosso Deus. >> [música] [música] >> Jesus amigo temos [música] chegaros [música] e nos manda que revemos [música] a Deus e coração. [música] Que pazemos. Que pazemos [música] de coração porque nós não levamos [música] como a Deus em oração. >> [música] [música] >> Temos [música] vidas e pensaras [canto] e pensar que a tentação. [música] Não [canto] ficamos em conforto. [música] Cristo [canto] em coração [música] palmerá [canto] um outro amigo [música] [canto] de tão grande [música] compaixão. ouvindo Jesus Cristo [música] sempre deção. >> [música] >> Se nósemos Cristo [música] estendeos a mão, pois [música] é sempre a nossa e [música] refúe em oração. [canto] Se este [música] mundo nos despreza. >> [música] >> Cristo é nosso braços [música][canto] nos amar e nos da [canto] consolação. [música] em seus braços nos acolhe e nos [música] dáção. [música][canto] Amém. [música] Convido à igreja, mesmo assentados, façamos a leitura do texto de Mateus, capítulo 16, versículos de 13 a 20. Mateus 16, versículos de 13 a 20. Leitura alternada. Eu lerei o versículo 13, a igreja 14 e assim vamos ao versículo 20. Indo Jesus para as bandas de Cesareia, de Felipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem diz o povo ser o filho do homem? disse: "Vouas e outros." >> Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Simão Pedro disse: "Tu és Cristo, o filho do Deus vivo". Então Jesus lhe afirmou: "Bem-aventurado és, Simão Bajonas, porque não foi carne sangue que tu revelaram, mas meu Pai que está nos céus. As portas do inferno não terra. Darie ei as chaves do reino dos céus. O que ligares na terra terá sido ligado nos céus e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus. >> Vamos ter um período de oração agora. Cubre a sua cabeça. Vamos orar ao nosso Deus. Pai, queremos agradecer por mais uma vez termos o privilégio de estarmos reunidos como povo teu, tu igreja comprada com sangue do de Cristo ali na cruz. Podermos nos reunir, ó Deus, para prestar o culto que só o Senhor é devido. Que o Senhor possa abençoar, ó Deus, esse momento aqui, trazendo edificação à tua igreja. Que todos os atos deste culto, ó Deus, sejam para louvor do teu nome. Ó Pai, fala aos corações aqui na exposição da tua palavra, nos cânticos. Que tudo seja, ó Deus, útil conforme a necessidade de cada um aqui que o Senhor conhece. Bem, obrigado ó Deus porque o Senhor tem abençoado essa igreja há tantos anos, sustentado, ó Deus, e rogamos que o Senhor continue fazendo dessa igreja uma igreja viva, uma igreja fiel à tua palavra, uma igreja que não tolera o pecado, uma igreja missionária, uma igreja que ame ao Senhor. Ó Pai, abençoe nossa igreja, o nosso pedido, nos abençoe nesse culto, em nome de Jesus que oremos. Amém. Convido a igreja ficar em pé. Vamos cantar juntos o hino de número 49. Vencendo veng sempre vencendo. Momento de consagração de dízimos e ofertas. Se você veio preparado, pode colocar seus dízimos nos gasofilácios. No envelope aí tem os dados para fazer o Pix. Quem tiver em casa também tem os dados no monitor. E o dízimo, meus irmãos, é uma responsabilidade dos membros da igreja. A obra de Deus precisa de recursos. Então, todos nós temos essa responsabilidade. Não tem, não devemos ser negligentes para com isso. E além de um dever, uma responsabilidade, o dízimo é uma adoração. Se você quer adorar a seu Deus, uma das maneiras de você adorar é dando dízimo, é dando uma parte daquilo que Deus te dá, na confiança de que é ele que cuida de você. Então, se você veio preparado, faça desse momento agora um momento de você consagrar os seus dízimos e ofertas. >> [música] >> Vencendo [música] m vitorioso Cristo Jesus, o Senhor é soberano, chefement bendito. >> [música] >> E tudo ele é vencedor. [música] Ele supremo guiando com seu imenso [música] poder. Todos salvantes, bons crentes, todos lutar e vencer. [música] Não é dos fortes a vitória, [canto] nem dos [música] que correm melhor, mas os felizes sinceros que seguem junto ao Senhor. [música] Vemcendo vitorioso Cristo Jesus, [música] o Senhor. Eu sou asesumeráveis, seu grande império e fugor. Em seu [música][canto] governo demonstra, cuida de amor sem [música] igual. sempre nos ama e protege com seu poder eternal. [música] Não é dos fortes a vitória, nem dos que [música] correm melhor, mas [música] os felizes sinceros que seguem [música] junto ao Senhor, sempre vencendo [música] vitorioso Cristo Jesus, o Senhor. Vasalos, servos e [música] chefes, querem também seu favor. Senhor, desejo e [música] te imploro que me permitas lutar. [música] Senhor, >> até meus dias vindar. [música] >> [canto] >> Não é dos fortes a vitória, nem dos que [música] correm melhor, mas dos [música] felizes sinceros que seguem [música] junto ao Senhor. [canto] Mesmo em pé, agora vamos fazer a leitura. da carta de Primeira Pedro, capítulo 1, versículos de 13 a 16. Primeira Pedro, capítulo 1, versículos de 13 a 16. Vamos fazer a leitura responsiva novamente. Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. obediência. Não vos as paixões da vossa. >> Pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento. Sej santos porque eu sou santo. >> Amém. A igreja pode se assentar. Teremos agora um momento de contrição, de confissão de pecados. Momento que você pode orar e confessar a Deus, as suas faltas, suas negligências. E após alguns instantes, reverendo Edgar fará uma oração para nós. >> [música] [música] [sino] [música] >> Senhor Deus, neste momento de contrição, nós oramos em nome de Cristo, pedindo perdão pelos nossos pecados. Ou vez, ó Deus, nós falhamos em omissão, em atitudes, com pensamentos que são desagradáveis ao Senhor. Por vezes, ó Deus, nós agimos em desconformidade com a tua palavra. Mas agora, Deus, com coração contrito, por meio de Cristo Jesus, nós queremos pedir perdão pelos nossos pecados. Que o Senhor nos fortaleça no processo de santificação. Que nós estejamos, ó Deus, atentos à tua palavra para que vivamos de acordo com aquilo que o Senhor nos ensina. Vivamos do modo como o Senhor quer que cada um de nós viva, Pai. que o Senhor nos fortaleça, perdoa os nossos pecados, receba, ó Deus, a nossa confissão. Nós fazemos isso, ó Deus, confiados na obra de Cristo. Nós sabemos, ó Deus, que em Cristo Jesus, o Senhor age com misericórdia. O Senhor perdoa os nossos pecados. E é por isso, ó Deus, que nós te pedimos perdão. O nome de Jesus nós oramos. Amém. Boa noite, querida igreja. Para nós é uma grande alegria e um privilégio que o Senhor nos concede nessa noite de no dia dele, no dia do Senhor, nos reunirmos com o seu povo e adorarmos ao teu, ao seu santo e precioso nome. Palavra do Senhor nos diz no Salmo 118 verso 14 o seguinte: "O Senhor é a minha força e o meu cântico, porque ele me salvou". Caminhada cristã não é fácil. Ela é cheia de dificuldades, cheia de lutas, de enfrentamentos dos mais diversos. Por vezes, nós nos sentimos desanimados, tristes e, por vezes, até pensamos em desistir, mas nós precisamos sempre nos lembrar de que o Senhor é a nossa força e a nossa salvação, porque ele é a alegria do nosso coração, a fonte da verdadeira alegria. Vamos nos colocar de pé e vamos cantar assim ao nosso Deus. >> [música] >> Podem bater palmas. Seja o nosso louvor. [canto] Cada dia que vivemos [música] sob tua direção, seja o nosso viver, [música] ouvir a tua voz e te obedecer. [música] E mesmo quando nos sentimos [música] fracos, tristes e sem direção, [música] o Senhor é a nossa força e a nossa salvação. Tu serás [música][canto] a alegria do nosso coração. O Senhor é a nossa força [música] e a nossa salvação. Ele é a alegria [música] do nosso coração. Seja o nosso [música] louvor. [canto] Cada dia que vivemos sobão [música] seja o nosso viver. [música] Ouvir a tua voz e te obedecer. >> [música] >> E mesmo quando nos sentimos fracos, tristes e sem direção, [música] tu serás a nossa força [música] e a nossa salvação. Tu serás a alegria do nosso [música][canto] coração. O Senhor é a nossa força [música] e a nossa salvação. Ele [música] é a alegria do nosso coração. [música] >> Aleluia. Louvado seja o nosso Deus. Esse próximo cântico diz que é bom eh poder aos pés da cruz depositar as nossas ansiedades, os nossos temores, porque o Senhor vem em nosso socorro e no nosso auxílio. [música] Ah. Como [música] é com o poder aos pés da cruz [música] depositar [música] este meu fardo [música] pesado e arduo de carregar. [música] E não ter que andar ansioso [música] de nada. >> A Deus tudo levar em grata e [música] súplice oração. >> E a paz de Deus [música] então mente e coração guardará. >> [música] >> Em Cristo Jesus há como é bom poder [música] aos pés da cruz [música] depositar. [canto] [música] Este meu fardo pesado e [música] ardu. [canto] E não ter que andar [música] ansioso de nada. [música] >> Sobre ele lançar cada problema, cada [música] >> e a paz de Deus então mente e coração [música] guardará. Em Cristo Jesus [música] há como é bom poder, como é bom [música] saber. [canto] [música] Esse último cântico fala da soberania do Senhor. Não importa às vezes as dificuldades que enfrentamos. Não importa as lutas que vivemos, precisamos crer nessa verdade. O Senhor é soberano para fazer aquilo que bem lhe apraz. Ele governa a nossa vida, governa a história, governa o universo. Vamos cantar assim esse último cântico ao nosso Deus. Os homens iniciam. Reina [música][canto] o Senhor todo poderoso. A ele o domínio, a honra e o louvor. [canto] Ele é soberano, dirige [música] nossas [canto] vidas, pois tudo ele [música] faz para o bem dos [canto] que o amam. [música] A ti, Senhor. >> Rendemos glória, >> o poder, >> a majestade, [música] o louvor. >> Nós te adoramos. Em [música] espírito, em [canto] verdade a ti, Senhor. Temos [música] glória, o poder, >> a majestade. Louvamos. [música][canto] Nós te adoramos em espírito, em verdade. [música] [música] Reina o Senhor todo poderoso. [música][canto] Ele o domínio, a honra [música] e o louvor. Ele é [música] soberano, dirige nossas vidas, pois [música] tudo ele faz para o bem [música] dos que o amam. A ti, Senhor, >> rendemos glória, [música] >> o poder, >> a majestade e o louvor. [música] >> Pois te adoramos [canto] em espírito, em verdade. A ti, Senhor, >> rendemos glória, [música][canto] o poder, >> a majestade >> e o [música][canto] louvor, >> pois te adoramos. Em [música][canto] espírito, em verdade. Aleluia. Reina [canto] o Senhor. [música] Aleluia. Reina o [música][canto] Senhor. Aleluia. [canto] >> [música] >> Reina o Senhor. Aleluia. [música] Reina o Senhor. Reina [música][canto] o Senhor. [música] Aleluia. Pai, porque o Senhor reina, o Senhor governa toda a história, o Senhor governa o universo, o Senhor governa as nossas vidas, o Senhor as dirige, ó Deus, de acordo com a Tua soberana vontade. Por isso, ó Deus, nós nos prostramos, nós nos rendemos aos teus pés. E por mais que às vezes seja difícil, ó Pai, para nós, ajuda-nos a descansar em ti e na soberania do Senhor. Queremos, por tantas vezes, de tantas maneiras, assumir o controle daquilo que não devemos controlar. E é por isso que nós queremos descansar em ti. Ajuda-nos, ó Deus. Alivia-nos o fardo. Nós queremos colocar as nossas vidas assim diante do Senhor. No nome do teu filho Jesus Cristo. Amém. Os irmãos podem se assentar. >> [música] [música] >> Senhor, Senhor, >> Senhor, tem conceder [música] aos Deus. Crescer, crescer, >> crescer [música] na luta contra [música] nós estende em teu favor, [música] pois assim podemos desistir. Outras [música][canto] trevas contra o mar, contra as tentações [música][canto] fatais. Senhor [música] vigor [canto] aos filhos. >> [música][canto] >> cá pod que [música] ser [música] grande sua proteção [canto] >> [música] >> o [canto] [música] e glória a Deus de Jeová sejam [música][canto] dadas sem cessar e [música] para salvação Cristo [música] aos homens eu. >> [canto] >> da terre real. [música] Glória [canto] a Sus Jesus dará. Vida eterna [música] luz do celestial. >> [música] >> Senhor, Senhor, Senhor, vem [música] conceder [canto] aos Deus. >> Vencer, >> vencer, >> vencer [música] na luta contra o [canto] mar. [música] Queria convidar as crianças até 8 anos de idade que venham aqui à frente para orarmos. As crianças até 2 anos de idade vão se dirigir ao bersário e de 2 a 8 a o IP pro seu momento de palavra especialmente dirigida a elas. Som. Som. Conv nosso irmão Marcelo que vem orar com as crianças. Som. Vamos ficar quietinhos, todo mundo em silêncio. Vamos fazer papai do céu. Vamos orar papai do céu. Deus, obrigado, Senhor, pela vida dessas crianças, meu Pai. Que o Senhor continua dando a eles, meu Pai. sabedoria, dando a eles discernimento, principalmente aos seus pais nos lares, meu Pai, para que eles conduzam no caminho do Senhor, Deus, os fortalecendo cada dia mais na tua palavra. E agora que eles irão ali para o IP, paraas suas escolinhas, meu Pai, para ser passado a eles, meu Pai, o Teu ensinamento na língua adequada a eles, meu Pai, que eles venham entender, que o Senhor dê sabedoria, discernimento aos professores ali também. capacitando cada dia mais na obra do Senhor Deus, para que traga a eles o entendimento e que eles venham praticar na sua idade maior, meu Pai, que eles não venham se desviar da tua palavra, nem para a direita, nem para a esquerda, meu Pai, mas sim que ele siga o alvo, a cruz do Senhor Deus, o Senhor os abençoa nesse restante de semana, conduzindo eles cada dia mais na tua palavra. E assim oramos em nome de Jesus. Amém. [música] Graça e paz a todos. Vamos abrir a palavra de Deus em João, capítulo 13, Evangelho de Jesus, segundo escreveu João. Nós vamos ler do verso 36 ao verso 38 do capítulo 13. Nós temos aprendido acerca do nosso Senhor e que nós estamos cerca de 24 horas antes da crucificação do nosso Senhor. E ele então tá instruindo os seus discípulos nesses últimos momentos acerca da vida, acerca de como eles deveriam ser conhecidos e que nós vamos ver um pouco como que Jesus conhece a nossa fraqueza. Mas apesar da nossa fraqueza, ele ainda continua nos amando. João 13, do verso 36 ao verso 38, diz assim a palavra do Senhor. Perguntou-lhe Simão Pedro: "Senhor, para onde vais?" Respondeu Jesus: "Para onde eu vou, não pode seguir agora. Mais tarde, porém, me seguirá." replicou Pedro, Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por te darei a própria vida? Respondeu-lhe Jerus, darás a vida por mim? Em verdade, em verdade te digo que jamais cantará o galo antes que me negue três vezes. Pai, nós damos graças ao Senhor pela tua palavra e rogamos a ti, ó Pai, que discurtine os nossos ouvidos, que prepare o solo do nosso coração, que ilumine a nossa mente e que possamos entender além da mera letra, que a tua palavra possa perpassar o nosso coração e a nossa mente, possa gerar em nós vida, possa transformar o nosso coração e faça Faça reconhecer a condição que estamos e a necessidade que temos, ó Pai, de Ti, de uma vida condizente, de uma dependência, de maturidade e de crescimento no Senhor. Queremos tão somente ouvir a tua voz. Então, fale ao nosso coração que ninguém saia nessa noite da maneira como chegou, mas que seja edificado, seja fortalecido, seja instruído pela tua palavra. Usa teu servo com poder e graça, e que as palavras e o meditado do coração dele seja agradável a ti, ó Senhor, rocha minha e redentor meu. Assim nós oramos em nome de Jesus. Amém. Meus irmãos, você já fez alguma promessa que você não conseguiu cumprir? Você já fez aquela promessa que você fez com toda a convicção do seu coração, mas que no momento crítico, no momento em que você deveria cumpri-la, você simplesmente não cumpriu. Talvez possa ter sido uma promessa feita a si mesmo, em que você disse que nunca mais iria fazer aquilo. Ou talvez uma promessa que você tenha feito alguém que você ama, em que você disse que poderia contar com ele ou com ela sempre que precisar. Ou até mesmo diante de Deus que você olhou paraa sua própria vida e disse: "Senhor, eu vou mudar. Eu preciso mudar. Senhor, eu não quero mais continuar assim". Mas ao longo da caminhada, ao longo da vida, você tenha percebido que não foi capaz de cumprir, não foi capaz de realmente fazer aquilo que havia prometido. E a sua vontade que você pensou que era tão forte assim quanto você pensava que era, você não deu conta de realizar. Absolutamente, meus irmãos, alguma coisa que nós reconhecemos aqui em Pedro, ele é um homem que tem convicção absoluta, que promete e que promete com toda a força da sua alma. é aquele tipo de pessoa que você queria ter do seu lado no momento de crise, no momento de perigo. Mas há um perigo grande aqui, o perigo de confundir a confiança a si mesmo com a confiança em Deus. É o perigo de pensar que a nossa força é suficiente e que nós somos capazes de cumprir. Na realidade, todos nós somos aqui como Pedro também. Todos nós já depositamos a nossa confiança em algo que muitas vezes nós prometemos e que nós não fomos capazes de cumprir. E nessa noite nós veremos através de Pedro o que que acontece quando nós pensamos ser mais fortes do que realmente somos. Veremos que a verdadeira segurança não está na nossa fidelidade para com Deus, mas na fidelidade do Senhor para conosco. Nós estamos aqui no cenáculo, um clima de despedida, um clima de tensão. É quinta-feira à noite, Cristo celebrou a Páscoa com seus discípulos. Ele relembrou a libertação do Egito. Aquela festa que celebrava a redenção, agora apontava para o cordeiro. O cordeiro que seria sacrificado para promover a redenção final. Jesus acabou de fazer algo extraordinário, algo fabuloso. Ele lavou os pés dos seus discípulos, incluindo os pés de Judas. Era um trabalho de escravo, era um trabalho de grande humilhação. Mas o Senhor Jesus fez isso com propósito. Ele tava ensinando que a verdadeira grandeza no reino não se mede por status, mas se mede por serviço e que a verdadeira autoridade está em servir e não ser servido. Ele então indica o traidor e Judas sai para cumprir o propósito que Deus havia prédeterminado. E Jesus então agora começa a falar de glória, mas de uma glória que passa pela cruz, pela glória que passa pelo sofrimento. Tamanha demonstração de amor, de cuidado, de afeto, de entrega pelos seus discípulos. E ele fala então de um novo mandamento. Ele diz: "Agora vocês devem amar assim como eu vos amei, assim como Cristo nos amou. E essa tem que ser a marca indelével que vai distinguir nós dos outros, dos verdadeiros discípulos, dos falsos discípulos. E é nesse ambiente de glória, da cruz, de amor, de cuidado, que Pedro vai então interromper o ensino de Jesus. Ele agora quer saber para onde Jesus vai e por que ele não pode seguir. Pedro tá cheio de autoconfiança, de autoentrega, de promessas que ele vai fazer e que ele não é capaz de cumprir. Ele pensa que pode fazer qualquer coisa por Jesus, mas Jesus sabe muito bem que horas depois Pedro vai negar. Nós veremos, portanto, em resumo, que Jesus conhece as nossas fraquezas melhor do que nós mesmos. E a nossa segurança está na graça de Deus e não nas nossas forças. Nós vamos ver isso em três lições que Pedro precisava aprender. Pedro precisava aprender, em primeiro lugar, aceitar as suas limitações. Ele precisava aceitar o ensino do Senhor acerca das limitações do próprio Pedro. Olha o que que diz o verso de número 36. Perguntou-lhe Simão Pedro: "Senhor, para onde vais?" Respondeu Jesus: "Para onde eu vou, não pode ir agora, mas tarde, porém, me seguirá". Jesus acabou de falar com seus discípulos no verso 33 de que eles não poderia ir aonde Jesus vai, os discípulos não poderiam caminhar, mas Pedro vai ignorar tudo aquilo que o Senhor disse acerca do caminho, acerca do mandamento novo, acerca do seu amor e vai interromper com essa declaração, dizendo: "Senhor, então para onde o senhor vai?" Ele já havia dito isso no capítulo 12 aos gregos e aos judeus. Ele já havia dito isso aos seus discípulos no capítulo 13 verso 33 e 34. E agora Pedro vai argui-lo novamente acerca disso. O que fica na cabeça de Pedro é aonde o Senhor vai que eu não posso ir. É isso que está no coração dele. Ou seja, o desejo ardente de Pedro é estar aonde o seu mestre estiver. Esse é o desejo desse homem. E ele não pode, ele não quer renunciar em momento algum à presença do Senhor ao seu lado. E como que isso afeta o seu coração? A ausência do Salvador afeta Pedro de tamanha grandeza que ele quer estar aonde Cristo estaria. E quando nós vamos observar esse texto e compará-los com as narrativas em outro evangelho, nós vamos notar a insistência de Pedro em estar na companhia de Jesus. É um desejo que pulsa o seu coração. É algo que arde na sua alma a ponto dele esquecer as instruções do Senhor e voltar-se para Cristo focado tão somente na ausência do Salvador, focado tão somente na presença de Jesus no seu meio, ao seu lado. Será que nós, meus irmãos, nessa noite temos esse mesmo interesse pela presença de Jesus nas nossas vidas? Será que nós, eu e você, durante toda a nossa semana, vivendo a nossa rotina do dia a dia, será que nós temos tamanho interesse pela presença do Senhor nas nossas rotinas? e chegarmos aqui no dia do Senhor e nos encontrar com ele, em nos ouvir a ele, em escutar a ele, como Pedro aqui tem, nós precisamos ser caracterizados por esse desejo ardente que Pedro tem de estar na presença do Senhor. Jesus havia falado claramente acerca da sua partida, mas Pedro não entende. Pedro tá dizendo: "Senhor, como após a sua partida nós não podemos te seguir?" Jesus já havia dito para eles: "Olha, eu vou partir, mas vocês devem ser caracterizados pelo amor." E qual amor? Aquele amor que eu os amei. O amor que lavou os pés, inclusive do traidor. O amor daquele que inclusive vai ser esbofeteado, daquele que vai ser crucificado. Esse é o amor que vocês têm que demonstrar. Mas Pedro nega absolutamente tudo isso. Ele não para para perguntar: "Senhor, já que então eu não posso te seguir, já que então eu não posso ir aonde o Senhor vai, me capacite para amar esse povo. Me capacite amar aqueles que vão me perseguir. Me capacite amar aqueles como o Senhor amou. Me ensina a amar dessa forma." Mas não é isso que Pedro vê. Pedro tá vendo não somente para aquilo que vai acontecer. O seu coração está ardente pelo Senhor, mas ao mesmo tempo que arde por um desejo na presença de Deus, algo pecaminoso no seu coração. E perceba, meus queridos, que o Senhor não responde a Pedro da maneira como ele queria, mas da maneira como Pedro precisava. Olha o que que o texto diz. Para onde eu vou, vós não podeis me seguir agora, mais tarde, porém, me seguirá. Jesus tá dizendo, você não pode agora. Ele não disse em momento algum que Pedro nunca vai segui-lo, mas que naquele momento, naquela circunstância, ele não poderia. E por que que ele não poderia? Porque havia um propósito bem estabelecido, um foco bem definido para Cristo. O que Jesus faria, Pedro não poderia fazer. Mas o que nós temos aqui é uma promessa de futuro, mas ao mesmo tempo uma limitação presente, dizendo: "Olha, tu não podes agora". Não é que Jesus está rejeitando Pedro. Na verdade, Jesus está revelando uma verdade que Pedro ainda não compreende. Há um caminho, Pedro, que eu vou e que você não pode trilhar. Jesus vai passar pela morte, Jesus vai passar pela cruz, vai ao sacrifício supremo e somente Jesus pode percorrer. Pedro, você não pode me acompanhar? Não agora, não com essa natureza, não com a sua força de vontade agora não, Pedro. Mas depois sim. Olha como que esse redentor mostra para Pedro a obra exclusiva. A obra redentora não é questão de vontade, é questão de capacidade. Pedro não podia fazer nada acerca da sua própria vida. Além disso, o que nós vemos aqui é que Pedro não estava preparado espiritualmente. Pedro não estava pronto. Jesus tá olhando para Pedro e conhecendo as limitações desse discípulo. Jesus conhece esse homem tão intrépito, tão valente, tão audacioso, tão destremido. E sabe muito bem que quando a corda vai apertar, quando a circunstância começar, a pressão surgir, Pedro vai negá-lo. Meus irmãos, que Salvador maravilhoso. Um salvador que conhece muito bem a nossa estrutura, um salvador que conhece os nossos limites, de que nós não somos provados além das nossas forças. O Senhor conhece quem nós somos e até mesmo aquilo que nós não conseguimos fazer. Que misericórdia, que longaminidade, que paciência do nosso Senhor sobre as nossas vidas. Ele conhece a vida de Pedro e prepara Pedro para seguir lá no futuro, se necessário, até a morte. Jesus usa o depois nesse sentido, dizendo: "Olha, Pedro, agora não, mas depois, lá no futuro, você vai me seguir e vai me seguir até a morte como um mártir". A gente vê isso em João capítulo 21, quando depois de arguir Pedro acerca do seu amor, o Senhor diz para Pedro: "Pedro, agora você vai ser entregue e os outros vão te levar." E o texto, inclusive, de João, vai dizer: "Se referindo ao gênero de morte que Pedro morreria". E a tradição cristã mostra que Pedro morreu igual seu mestre, mas não satisfeito com tal altitude, ele preferiu ser crucificado de cabeça para baixo. Mas primeiro Pedro precisava ver o seu senhor morrendo. Pedro precisava compreender que não tinha força, que não era capaz, mas Jesus promete restaurar o próprio Pedro. É claro, é claro, meus queridos, que quando você olha pro texto, há um detalhe muito interessante. Pedro sabe o que ele tá falando aqui. Isso é provado. Nós vamos ver no versículo posterior, onde que Pedro, inclusive sabe que Jesus vai morrer. Ele tá a ponto de dar sua própria vida, inclusive pelo Senhor. Ele sabe que Jesus tá falando da sua morte, da sua crucificação, mas parece que Pedro não consegue discernir o ensino de Jesus. E nós precisamos lembrar daqui no contexto, lembrar-se que a expectativa messiânica no meio judaico estava muito associada à ideia de um Messias que veio libertar o povo no meio de um julgo dos povos estrangeiros. Então, era difícil para Pedro enxergar o Messias que tinha que morrer, o Messias que deveria ser entregue. Aqui nós vemos então tamanha dureza do coração de Pedro em acatar os ensinos do Senhor. Ele queria agora, ele queria naquele momento pela sua força de vontade, mas Jesus vai apontar para o depois como ação da sua graça, do seu amor e do seu cuidado. Até o nosso seguir, meus queridos, muitas vezes é dom de Deus. Porque nós não somos capazes de um esforço heróico. O que Jesus tá ensinando para nós é: você tem limites. Há coisas, meus irmãos, que nós não podemos fazer. Há caminhos que nós não podemos trilhar. Há atitudes, meus queridos, que nós não podemos fazer. Isso não é derrota, isso é realidade. É demonstração clara de quem nós somos diante de um Deus tão grande. E você, você tem acatado os ensinos de Jesus? Ou será que você tem sido como Pedro? Que você sabe que tem que perdoar, mas não perdoa? que você sabe que precisa mortificar o seu pecado, mas continua pecando, continua guardando mágoa, persistindo numa vida de devastidão e de lacívia, usando inclusive a sua máscara de crente todo domingo. E Jesus te diz: "Abrace o ensino do Senhor." Jesus tá ensinando para nós humildade, meus queridos, ensinando que o discípulo jamais é maior do que o seu mestre. Pedro precisava aprender isso. Nós precisamos aprender isso. Há coisas que nós não podemos fazer. Há caminhos que nós não podemos trilhar sozinho. Isso não é fraqueza. Isso é realidade. É demonstração da nossa condição humana. E quando Pedro aceitar essas suas limitações, quando ele reconhecer que seguir a Jesus não é a sua força, mas é ação da graça, ele está preste a entender o que de fato é evangelho. Quando a gente aceita as nossas limitações, nós estamos prontos a receber a graça do Senhor. Quando a gente reconhece quem nós somos, diante quem nós estamos, nós sabemos que carecemos do Senhor. E aqui Pedro vai nos mostrar para nós que o Senhor conhece muito bem as nossas limitações. Mas o mais belo de tudo isso é que o Senhor não nos deixa na nossa limitação. Ele nos faz vencê-la para que nós sigamos a ele. Ele é capaz de nos capacitar até as últimas consequências, até sermos cada vez mais parecido com o Senhor. Então, aceitar as limitações é o primeiro passo para que experimentemos o poder de Deus. Pedro precisava aprender a aceitar as suas limitações e abraçar o ensino do Senhor. Mas há uma segunda lição que Pedro precisava aprender, a necessidade de reconhecer as suas fraquezas. Ou seja, depois de escutar que ele não pode seguir a Jesus, Pedro continua insistendo, insistindo na sua autossuficiência, na sua arrogância. Ele não pede ajuda. Ao invés de Pedro dizer: "Senhor, já que eu não posso te seguir agora, como o Senhor acabou de dizer, então é verdade. Sustenta minha fé, me fortaleça, me capacite." Não, não é dessa forma. Ele vai responder com uma presunção. Mais ainda. Olha o que que o verso 37 diz. Replicou-lhe Pedro: "Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a própria vida". Pedro continua não aceitando o ensino do Senhor. E agora Pedro vai questionar o plano redentor. Ele protesta contra o próprio veredito do Senhor. E quantas vezes, meus queridos, nós também protestamos contra aquilo que Deus nos revela na sua palavra. Quantas vezes nós protestamos contra aquilo que nós sabemos que devemos fazer e nós não fazemos? Porque aquilo que nós devemos praticar e nós não praticamos. Quantas vezes nós reclamamos com Deus parecendo que aquilo que ele nos dá não tem sido tão assertivo quanto assim nós queríamos? Ah, meus irmãos, nós precisamos ser submissos ao Senhor, porque ele sabe mais sobre você mesmo do que você imagina. Mas, porém, veja por trás o que que está diante do protesto de Pedro. A questão de Pedro, por que não agora? Ou seja, isso não fazia sentido, não era entendido na sua mente. Ele tá superestimando a sua vontade, superestimando o seu coração. Pedro acredita que o seu amor, a sua entrega é o combustível suficiente para ele continuar obedecendo ao Senhor. Ele achava que a sua determinação era como se fosse uma rocha bem sustentável, bem firme, quando na realidade parecia mais como um monte de areia. Porque a visão de Pedro até aqui estava distorcida, meus irmãos. A sua compreensão era que o Messias viria, mas um Messias que era capaz de guerrear contra os romanos, que era capaz de libertá-lo do poder estrangeiro. Tanto isso é fato, que ele está disposto, inclusive a entrar no campo de batalha e morrer pelo próprio Senhor. Mas por detrás disso, irmãos, ao invés de se submeter ao mestre, ao invés de se render ao mestre, Pedro diz que acha que está pronto para aquilo que ele sabe muito bem que não está. Pedro tem uma visão elevada de si mesmo, como muitas vezes nós também temos. Pedro não questiona sua fraqueza. Não há nenhum autoexame do seu coração. Ele não consegue enxergar as profundezas do seu coração. Ele não faz uma autoanálise. Ele apenas tem o desejo de morrer pelo Senhor. Nós estamos aqui, meus queridos, diante de um dos principais efeitos do legalismo. O legalismo acha e faz com que você se ache muito bom no que você faz. Ele mostra para nós que as nossas obras, que aquilo que nós podemos fazer, o fato de estarmos no domingo na igreja, o fato de estarmos celebrando ao Senhor, o fato de nós praticarmos boas obras, o fato de nós fazermos isso e aquilo outro é suficiente para nossa salvação. E como que o legalismo, meus queridos, é terrível. Como que o legalismo faz que a gente eh não perceba esse autocuidado, essa autoavaliação do nosso coração faz com que a gente subestime, inclusive o velo o velho homem que vive dentro de nós, que a gente subestime as nossas próprias debilidades. A autoconfiança faz isso, meus queridos. Faz com que eu e você sejamos ratos em condenar os outros. faz com que a gente olhe pro cisco do olho do outro, mas não é capaz de olhar a trave que está dentro de nós. E é o que Pedro tá fazendo. Senhor, por ti darei a própria vida. E é interessante, a palavra original ouvida aqui é a mesma expressão usada por Jesus em João 10 verso 10, que diz que o bom pastor dá vida pelas suas ovelhas. Há uma profunda ironia que no texto Pedro promete dar a vida pelo seu Senhor, mas em poucas horas Pedro vai negá-lo. Isso não vai durar muito tempo. Ele negará até mesmo a sua relação. Pedro fala com uma certeza inabalável, como uma verdade absoluta, como algo que ele é capaz de fazer. Mas quando a corda apertar, quando as pessoas vierem, Pedro vai negar com profundidade que não conhece o seu salvador. O que Pedro faz aqui nada mais é do que aquilo que a gente vê no nosso contexto moderno. Ele inverte o evangelho. O evangelho para Pedro é dar a vida por Jesus e não Jesus dá a vida por Pedro. O evangelho não é algo que eu e você façamos para ele, meu irmão. O evangelho é aquilo que Cristo fez por nós. O evangelho é a graça do Senhor. Não é as suas obras, não é o que você é capaz de fazer. O evangelho é o que o Senhor Jesus fez. Mas olha como que esse texto, à luz dos outros textos correlacionados, nos traz algo tão precioso. Lá em Mateus, nós vemos esse mesmo texto, mas com mais detalhes. Lá no capítulo 26, verso 33 diz assim: "Ainda que venha ser tropeço para todos, nunca o será para mim". Pedro responde ao Senhor dizendo: "Para mim, o Senhor nunca será tropeço. Eu nunca vou negá-lo." Pedro tá se colocando inclusive acima dos outros. Tamanha arrogância, tamanha prepotência, que ele diz: "Olha, a minha fé é mais forte". Pedro tá tão seguro de si que Lucas, no capítulo 22, verso 33, vai dizer: "Senhor, eu estou pronta a ir contigo, tanto para prisão quanto para morte". É uma promessa solene, é uma declaração de lealdade. É afirmação de que Pedro está pronto, Senhor, seja para ser preso, ou seja, para morrer se for o necessário. E ele faz isso com vemência, ele faz isso com insistência. A autoconfiança de Pedro é o problema aqui, meus queridos. Ele tá tão confiante em si, em sua própria capacidade, que ele não é capaz de enxergar como que o pecado corrompe a nossa natureza. Nós não podemos fazer nada por nós mesmos. Nós somos o que somos pela graça de Deus, pela misericórdia do Senhor. Mas Pedro promete dar a vida pelo Senhor. Mas em poucas horas ele vai o negar. Não porque Pedro é um homem mau, mas porque Pedro é humano, meus queridos. Porque a sua natureza está corrompida e distorcida pelo pecado. Porque a sua força é limitada. Por outro lado, a fé cristã jamais e nunca será confiança em nós mesmos. É confiança em Deus. é reconhecer que de fato somos fracos, débeis, carentes, necessitados, reconhecidos da graça e da misericórdia do Senhor. Porque quando nós confiamos na nossa própria força, nós já estamos um passo da queda, meus queridos. Quando nós não reconhecemos as nossas limitações, as nossas fraquezas, quando nós confiamos na força do nosso braço, quando nós fazemos promessas que nós não podemos cumprir, fazemos afirmações que nós não conseguimos manter, nós somos humilhados por nós mesmos. E os benefícios, meus queridos, são enormes quando a gente abandona o orgulho e a presunção espiritual, quando nós admitimos as nossas fraquezas, porque isso não é fraqueza humana, meus queridos. Isso é a realidade de quem nós somos. Isso é demonstração realmente de que nós carecemos do Senhor. Quando nós reconhecemos as nossas fraquezas, nós vamos até o Senhor pedindo socorro. E Pedro em momento algum faz isso. Em momento algum ele busca socorro no Senhor. Meus queridos, nós precisamos direcionar as nossas orações muitas vezes acerca das nossas fraquezas, acerca de quem de fato nós somos. A olhar para nós, paraas nossas atitudes, paraa nossa, o nosso pensamento, pro nosso comportamento. Nós precisamos voltar as nossas orações e dizer: "Senhor, miserável homem que sou, quem vai me livrar do corpo dessa morte? Senhor, eu careço de ti, de ti careço, da tua misericórdia, da tua graça, porque sem ti nós não somos capazes. É quando nós reconhecemos a nossa fraqueza que nós vemos um Deus misericordioso, gracioso, meus queridos. Mas o que é mais inadmissível, meus queridos, é termos um coração insubmisso que não reconhece as suas debilidades. Porque um coração insubmisso que não reconhece as suas fraquezas está pronto e prestes a negar o seu salvador. Foi o que aconteceu com Pedro e é o que pode acontecer com você. Por isso, sonde o seu coração. Busque nele as fraquezas que faz você negar o seu salvador. Áreas que precisam ser tratadas pelo espírito, áreas que ele precisa ser moldado. Pedro não compreende que a sua fraqueza vai ser sua condenação. Mas, meus queridos, a fraqueza de Pedro vai ser o ponto da sua restauração. A sua fraqueza é o lugar onde Deus vai trabalhar e vai transformar a sua vida. Então Pedro precisava primeiro aceitar as suas limitações, abraçar o ensino do Senhor. Pedro precisava reconhecer as suas fraquezas, mas Pedro precisava também aprender a se fortalecer contra as tentações. Se ele precisava aceitar o ensino do Senhor e abraçar o ensino do Senhor acerca das suas limitações, reconhecer sua fraqueza, ele precisava se fortalecer contra as tentações. Porque um coração que não se fortalece é um coração capaz de negar o Salvador. Veja o que o texto vai dizer no verso 32. Respondeu Jesus: "Darás a vida por mim? Em verdade, em verdade te digo que jamais cantará o galo antes que me negue três vezes. Jesus não responde aquilo que Pedro promete com elogio, mas observe a forma irônica do Senhor, de como que o Senhor responde à presunção de Pedro dizendo: "Vai dar a vida por mim". É isso que você acha? Pedro não tá aqui focado no que Jesus vai fazer, mas naquilo que ele pode fazer pelo redentor. E Jesus então vai responder com uma resposta devastadora. Jamais cantará o galo antes que me negue. O Senhor sabe algo que Pedro não sabia. O Senhor não só conhece o futuro, mas coordena todas as coisas paraa sua glória. Ele conhece o interior de Pedro melhor do que Pedro mesmo. Sabe que em poucas horas Pedro vai negar, negará conhecer o Senhor Jesus. Não só uma vez, três vezes, negará tudo. Esse homem aqui que era tão intrépito, tão corajoso, tão ousado, não cantará o galo, Pedro, antes que você me negue três vezes. Isso não é ato falho de Jesus, é revelação profunda da natureza humana, revelação de que o homem não pode fazer nada por sua própria força. A fé cristã jamais, meus irmãos, é força na nossa confiança. É confiança em Cristo. É reconhecer que nós somos fracos, débeis, carentes da graça do Senhor e que nós precisamos de Cristo. E é importante nós percebermos, Jesus trata com a fraqueza e o problema de Pedro, com a verdade nua e crua, meus queridos. tão diferente da maneira como nós resolvemos muitas vezes os nossos problemas com as outras pessoas. Às vezes a gente gosta de colocar panos quentes, né, essa essa expressão e em problemas para que eles desapareçam e nós não tenhamos que enfrentá-los com seriedade, sem ter que desnudar com a verdade, sem ter que pôr o dedo na ferida. E Jesus mostra o quanto nós estamos longe do exemplo dele, de como nós estamos longe de resolver os conflitos e a dificuldades como nós passamos com a verdade. Se nós entendemos que o nosso Senhor Jesus é o exemplo para nossa vida, nós precisamos usar palavras verdadeiras, por mais dolorosas, por mais difíceis que seja, mas palavras que resolvem o problema e que ajudam os outros irmãos. Não são meias verdades, não são elas que vão ajudar os outros, nem mesmo a falsidade vai ajudá-la a sair desse problema. Jesus aqui questiona Pedro, mas questiona Pedro com a própria verdade, como as coisas de fato são. Ele faz dentro de uma questão muito solene. Ele diz: "Em verdade, em verdade te digo". E olha a intensidade da palavra. Observe os detalhes do texto. Ele diz jamais. Não é uma mera possibilidade, não é uma hipótese, é algo preciso. Pedro, não tem como escapar. Você vai me negar. E Mateus, inclusive, vai dizer: "Naquela noite você vai me negar". O galo que cantaria seria apenas um despertador da dura realidade da alma de Pedro. O símbolo claro da sua fraqueza, da sua da sua pequenez, da graça do Senhor em alcançar o seu coração. Pedro, inclusive depois vai sair dali depois de negar chorando amargamente. Os olhos do Senhor vão fitar em Pedro e Pedro vai sair dali reconhecendo e sentindo o peso, o peso das promessas, o peso das afirmações que ele disse e que ele não foi capaz de cumprir. Pedro vai sentir esse peso, meus queridos, para aquele que realmente precisou agora reconhecer a graça e não na força do seu ego. E a resposta de Jesus enche o nosso coração de esperança. Quanta esperança o Senhor nos dá, meus queridos, sabendo das nossas fraquezas. Ele conhece as suas fraquezas, ele conhece os seus momentos de provação. Isso também não é um incentivo para você continuar no pecado, mas ao pecar você precisa lembrar que você tem um advogado junto ao Pai e esse advogado é Cristo Jesus. Você precisa lembrar que como Pedro você também erra. Mas Pedro vai continuar insistindo na sua temosia. Você vai ver isso em Mateus verso, capítulo 26 verso 35. Ele diz: "Ainda que seja necessário morrer contigo, de modo nenhum te negarei." E todos os discípulos disseram o mesmo. Pedro não pede por socorro. A presunção de Pedro torna ele incapaz de se fortalecer nas suas tentações. Ele está diante daquele que conhece a sua vida, a sua trajetória, mas ele não é capaz de enxergar. Mas interessante tudo isso, meus queridos, é que Jesus jamais abandona os seus filhos quando eles falham. Lucas vai por detrás dessa cena, Lucas vai demonstrar para nós como que os bastidores funcionavam ali. Lá em Lucas 22 verso 31 e 32, o texto diz: "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos pernear como trigo. Eu, porém, roguei por ti para que a tua fé não desfaleça" em momento algum. Mesmo sabendo da falha de Pedro, da fraqueza de Pedro, de que Pedro era devagar para entender a carência, o cuidado do Senhor, o Senhor deixou de interceder por ele. Deus é quem vai permitir a queda, mas a fé de Pedro vai ser preservada pela própria intercessão do Senhor. Pedro cairia, mas não seria destruído, porque Jesus já havia garantido a sua restauração. O Senhor intercederia por ele. Pedro seria responsável pela sua negação. Era o que ele faria. Mas Deus usaria até essa negação com um propósito específico, transformar a vida de Pedro, humilhá-lo, fazê-lo reconhecer tamanha necessidade do Senhor. Olha o quanto nós precisamos, meus queridos, desse Salvador. A negação aqui de Pedro revela, meus queridos, que o verdadeiro discípulo não é aquele que nunca falha, mas é aquele que mesmo que falha, Jesus é capaz de restaurá-lo. Jesus é capaz de transformá-lo. Isso é evangelho. Isso aqui que é a boa notícia. A boa notícia não é uma demonstração de condenação, é uma demonstração de redenção, de salvação, que mesmo quando nós falhamos, Deus nos restaura. Nós precisamos buscar por fortalecimento, meus queridos. Você também enfrenta tentações, você também enfrenta dificuldades, você também enfrenta lutas. Mas como Pedro, você pode recorrer ao Senhor. Como Pedro, você pode voltar-se para Jesus. Isso aqui é tão interessante e tão belo e lindo que esse mesmo Pedro que nega o Senhor é depois questionado pelo próprio Senhor acerca dos seus afetos. Em João capítulo 21, nós vemos Jesus após a ressurreição. Os discípulos não conseguiram pegar nada. Eles voltam para a praia, eles vê o Senhor, mas eles não sabem que é o Senhor. O Senhor manda eles lançarem a rede, eles voltam. O João inclusive vai dizer: "Olha, era o Senhor". Pedro sai correndo pro encontro com o Senhor e ali ele come primeiro. Jesus espera o momento exato para depois questionar: "Pedro, Simão, você continua me amando mais do que os outros?" Senhor, tu sabes, Senhor, te amo. Apacenta as minhas ovelhas. E você vê a mesma pergunta sendo repetida por três vezes. Só que Pedro se entristece com aquilo na última pergunta, porque ele reconhece a sua limitação, ele reconhece a sua fraqueza, ele sabe que não foi capaz de sustentar sua promessa, de que ele não foi capaz de sustentar suas afirmações. E ele diz: "O Senhor sabe. O Senhor sabe que eu amo Senhor. Apesar de ser quem eu sou, apesar das minhas condutas, apesar das minhas escolhas, o Senhor sabe muito bem que eu amo o Senhor. Como que você não buscaria refúgio num Salvador como esse, que mesmo sabendo que você é miserável, continua te amando? Como você não buscaria refúgio no Senhor? que mesmo sabendo das nossas debilidades, mesmo sabendo das nossas fraquezas, está disposto a estender suas mãos poderosas e a interceder por nós diante do Pai, para que os nossos pecados sejam pagos por ele, para que a graça do Senhor nos alcance. Por fim, meus queridos, nós estamos aqui diante de um contraste gritante. De um lado, nós temos a fragilidade de um homem que julga ser forte e do outro nós temos a força de um Deus que se faz fraco na cruz para nos sustentar. Pedro promete morrer pelo Senhor, mas falha miseravelmente. Jesus não prometeu. Ele foi e morreu por Pedro, por você, por mim e por nós. Nada é mais perigoso, meus queridos, de que um coração que se acha tão grande e não é capaz de aceitar as suas limitações, reconhecer as suas fraquezas e se fortalecer contra as tentações. Nós precisamos abraçar as nossas debilidades e refugiar-se no Senhor, aprender mais de Cristo, a se humilhar aos seus pés, a reconhecer as nossas carências, a se fortalecer no Senhor sobre a pena de que se não fizermos isso, talvez mais cedo ou mais tarde nós iremos também negá-lo. A queda de Pedro, meus queridos, não é um fim em si mesmo, mas é um início de uma vida totalmente transformada. Pedro precisava ser peneirado. A sua fé precisava ser lapidada. Esse é aquele mesmo Pedro que lá na sua primeira carta vai dizer: "Olha, Satanás é como um leão que rug e ele tá sempre preparado para pegar você, a mim, a nós." É o mesmo. Cristo continua sendo a única resposta, meus queridos, que nunca falha, que nunca nega e que cuja intercessão é eficaz. A nossa segurança jamais está na nossa fidelidade para com Deus. mas na fidelidade do Senhor para conosco. Algumas aplicações para nós. Primeiro, cultive a humildade espiritual. Jamais diga que você não faz isso. Palavra de Deus vai nos dizer: "Aquele que, pois, que pensa que está de pé, tome cuidado para que não caia". A nossa condição é propícia a pecarmos e a errarmos. Se não for a graça do Senhor em nos retirar, nós podemos errar. Desconfie, meu querido, da sua própria força e dependa diariamente do Senhor através de uma vida de oração e de leitura da palavra. Segundo, descanse na intercessão de Cristo. Quando você falhar e você vai falhar, lembre-se de que Jesus já intercedeu por você. A sua restauração não depende de você levantar sozinho, mas da graça daquele que o chama pelo nome, mesmo você tendo negá-lo apóstolos segundos. e fará isso com misericórdia e graça. Compreenda a sua incapacidade e abrace o ensino do Senhor. Volte-se para ele. Terceiro, troque a sua autoconfiança pelo amor dependente. O mandamento de Jesus é que nós amemos uns aos outros. Pedro se achou grande demais e fez promessas que se achava heróico. Mas Jesus mostra que o verdadeiro amor é servir. O verdadeiro amor é reconhecer que nós somos amados por aquele que já nos amou primeiro. Isso muda tudo, transforma tudo. Muda como que você enfrenta dificuldade. que apesar de ser quem você é, apesar de se achar tão forte como você pensa que é, Cristo continua te amando e te chamando cada vez mais para perto dele, porque somente ele é que pode sustentá-lo. Vamos orar. Senhor, nós damos graças a Tiara e rogamos a Ti, ó Pai, que faça-nos enxergar quão pequenos somos, quão falhos somos e o quanto nós dependemos do Senhor e da graça do Senhor. Sem Tios, mas contigo, ó Deus, somos tudo. Porque em Ti nós nos refugiamos, em ti nós reconhecemos as nossas pequenez. Em ti, ó Deus, nós somos salvos e transformados. Dá-nos um coração igual ao Senhor, Pai, e nos ajude a te amar, Senhor, e a viver na total dependência e carência do Senhor. Assim oramos em nome de Jesus. Amém. Cadê o reverendo Rubens? Os irmãos. Que a graça e a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja com todos. Nós estamos também nessa noite também é um ato de culto eh na instalação também na ordenação de oficiais. Lembrando a igreja que a primeira igreja presbiteriana durante todo esse ano, nós tivemos um processo eleitoral que foi normatizado por um edital onde nós tivemos eh o tempo de conhecimento das normas para eleição de oficiais. Nós tivemos o tempo de contestação desse edital. Nós tivemos também o tempo de instrução da igreja quanto ao oficialato, bem como também um tempo de indicação de nomes e avaliação por parte do conselho da igreja. E chegamos no dia da nossa assembleia geral extraordinária, onde foram eleitos oficiais e cremos que eh nessa ordem nós cremos sempre na ação de Deus e na bênção de Deus sobre a vida da sua igreja. Portanto, pela ordem, eu gostaria de convidar também aqui à frente de início, todos os presbíteros regentes que se coloquem aqui à frente. E é sempre importante lembrar aquilo que é a nossa ordem, o nosso sistema de governo e tudo aquilo que nós cremos que tudo isso depende daquilo que nós entendemos da própria palavra do Senhor. Portanto, nosso Senhor Jesus Cristo, rei, cabeça de sua Igreja, possuindo todo poder no céu e na terra, deu a igreja oficiais ou presbíteros para governá-la em seu santo nome e de conformidade com a sua palavra. Vê-se também no Novo Testamento que o governo da igreja cristã está divinamente eh estabelecida na autoridade, portanto, de Cristo Jesus. E esse também a essência ao cargo aqui dos presbíteros. Destes, então, uns são chamados presbíteros docentes e outros são chamados presbíteros regentes. Relativamente a isso, lê-se em Primeira Timóteo, no capítulo 5, verso 17, devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. E em Primeiro Coríntios, no capítulo 12, no verso 28, especifica-se governos entre os diversos ofícios eclesiásticos. Portanto, os presbíteros regentes são representantes eleitos imediatos do povo e como tais os vemos exortados nas Escrituras a velar por si, sobre si e sobre o rebanho confiado ao seu pastoreio, a fim de que não entre nele qualquer corrupção de doutrina ou costumes, como a palavra de Deus nos diz em Atos, no capítulo 20, 17 a 18 verso 28 e também no verso de número 35. E os encontramos em Jerusalém, sentados em concílio com os apóstolos e outros presbíteros, representando as igrejas particulares, tomando parte nas deliberações e chamados o os irmãos. O decreto desse concílio começa, portanto, assim lá em Atos, no capítulo 15, verso 23. os irmãos, tanto os apóstolos como os presbíteros, aos irmãos de entre os gentios em Antioquia, Síria, Silícia, saudações. Assim pois, compete aos presbíteros regentes tomar parte no governo, na disciplina e na superintendência das igrejas locais a que pertencem e da igreja em geral, quando para isso eleitos, conjuntamente com os ministros da palavra, no desempenho de seus deveres e ainda em conjunção com os ministros, admitem à comunhão os que creem em nosso Senhor Jesus Cristo, estão arrependidos dos seus pecados e velam com diligência sobre a vida e a doutrina dos membros da Igreja. Admoestos que se portam desordenadamente, impedem, quanto lhes é possível, a profanação do sacramento da comunhão. Exercem a disciplina entre os impenitentes, readmitem os arrependidos ao gozo de todos os privilégios da Igreja Cristã. Assim também representam a igreja, tanto no presbitério quanto sínodo, bem como ao Supremo Concílio da nossa igreja, onde compete deliberar e votar sobre questões juntamente com os outros presbíteros ministros da palavra de Deus. O cargo então de presbítero regente é, portanto, de grande importância e solene responsabilidade, e todos os que o exercem deve buscar em Jesus, de quem procede todo o poder e autoridade a graça necessária para o cumprimento de seus deveres. E os membros da igreja devem sustentar os braços desses eleitos, auxiliando-os e orando por eles. Portanto, eu quero convidar aqui à frente, nós já temos à frente presbítero Jbert Amado Camelo, que foi reeleito por essa igreja. e também convidar aqui à frente eh o presídito Ronaldo Alves. Quero convidá-lo aqui à frente. Lembrando a igreja que tanto o presbítero Jbert já como reeleito, ele já foi ordenado. Também lembra à igreja que o presbítero Ronaldo, ele já é presbítero e foi ordenado. Portanto, nessa noite, nós faremos a investidura nos cargos, a instalação no cargo de presbítero. E para isso, como eles já prometeram aquilo que é o cerne da nossa doutrina, como eles já fizeram esse compromisso diante de Deus e da Igreja com respeito às escrituras, sendo palavra de Deus, recebendo os nossos símbolos de fé também como expressão fiel da doutrina reformada. sustentando também o governo da igreja local. Assim, eles aceitaram serem presbíteros regentes dessa igreja e, portanto, eh eles já o fizeram diante de Deus e da igreja um dia. Mas eu gostaria de convidar a igreja nesse momento que se coloque em pé e respondam em alto e bom som a duas perguntas que eu vou fazer à igreja. E a vocês, igrejas, membro desta igreja, reconhecem e recebem estes nossos irmãos como presbíteros regentes? Sim. prometem tributar-lhes toda a honra, animação e obediência no Senhor, a que, segundo a palavra de Deus e a constituição dessa igreja lhes dá direito ao seu ofício. Portanto, diante dessa promessa, nós vamos orar ao nosso Deus, pedindo a bênção do Senhor sobre nós, para que o Senhor esteja abençoando a sua igreja por meio desses homens que foram separados por Deus e eleitos para a igreja para governá-la. Vamos orar. Nós temos ainda o presbítero Cleber, que foi reeleito, mas como ele não está presente, nós o faremos em outra oportunidade. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós estamos nessa noite, ó Deus, cientes que aquilo que nós estamos fazendo como igreja e como povo do Senhor é aquilo, ó Deus, que nós entendemos por meio da tua palavra. Ó Deus, nós estamos aqui nessa noite como igreja do Senhor, agradecendo a ti, porque, ó Deus, aprove ao Senhor levantar homens, ó Deus, para o governo desta igreja. Portanto, ó Deus, nós queremos rogar ao Senhor, que o Senhor, ó Deus, esteja abençoando a vida de cada um, para que a cada dia esses homens, ó Deus, cheios do Espírito Santo do Senhor, conhecendo cada vez mais a tua palavra, possam, ó Deus, governar a tua igreja e pastoreá-la de acordo, ó Deus, com aquilo que a tua palavra nos diz. Que eles sejam, ó Deus, exemplos, ó Pai, paraa vida de cada um dos membros dessa igreja. E assim, ó Deus, também que a tua igreja possa velar por esses irmãos em oração e como acabaram, ó Deus, de prometer diante do Senhor, sustentar-lhes, ó Deus, com oração, com animação, ó Deus, sustentando os braços, ó Pai, nessa obra que nós sabemos, ó Deus, que está muito além da nossa capacidade, mas nós cremos, ó Deus, que nós o fazemos pelo poder do Senhor e em Cristo Jesus. Portanto, ó Deus, reveste esses homens com poder e graça, ó Deus, e que assim a sua igreja, ó Deus, possa ser abençoada. Nós oramos agradecidos em nome de Cristo Jesus. Diante dessa oração, inesse ato, nós estendemos então a destra de comunhão para que esses irmãos eh façam parte também eh e continuem, né, nessa obra e nesse ministério. Assim nós cremos que diante de tudo que aconteceu aqui, nós rogando assim a bênção de nosso Deus, Nós declaramos os irmãos instalados nos seus ofícios em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Peço que continue aqui à frente, convidando também o pastor Edgar aqui à frente. Nós também tivemos na última assembleia, nós tivemos a eleição para o ofício do diác de diáconos e da mesma maneira eu gostaria de rapidamente relembrar aquilo que a palavra de Deus nos fala a respeito também deste palavra do Senhor nos instrui que nosso Senhor Jesus Cristo, como rei, cabeça de sua igreja, permitiu que nela houvessem socorros ou diác os que tivessem a seu cargo especial socorro aos necessitados. Vemos na Sagrada Escritura que a princípio os mesmos apóstolos tinham o seu cargo todos os negócios temporais da igreja, visto que a seus pés se depositava o preço do que se vendia com o fim de esse produto ser empregado no suprimento das necessidades individuais dos cristãos, como nós lemos lá em Atos, no capítulo 4, no verso 34 e 35. Nenhum necessitado havia entre eles, de acordo com a palavra de Deus, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos. Então se distribuí a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade. Em Atos, no capítulo 6, do verso 1 até o verso 6, nós vemos, porém, que tendo crescido o número de discípulos e havendo suscitado a murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas desses estavam desprezadas no serviço diário. Os 12 convocando a multidão dos discípulos, os convidaram a que escolhessem dentre eles sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, a quem constituíram sobre este negócio. Diz a Bíblia que esse discurso agradou a toda a multidão e que os eleitos, sete varões, foram estes apresentados aos apóstolos que, orando impuseram-lhes as mãos. E assim foi a origem do diaconato na igreja cristã. Compete, portanto, aos diáconos receber e guardar fielmente as ofertas da igreja para os pobres e para outros fins piedosos. Distribuir essas ofertas segundo o desígnio da Igreja, as necessidades dos pobres. zelar pela boa ordem no serviço divino e pela descência, limpeza e ordem no templo e suas dependências. No desempenho do seu ofício, eles são sujeitos à direção do conselho de sua igreja. Os diáconos, portanto, são na igreja os ministros da distribuição da caridade fraternal e da ordem do culto. Então, nesse instante, nós procederemos à ordenação dos irmãos eleitos para o diaconato desta igreja. E eu gostaria de chamá-los aqui à frente também. Pela ordem, Thago Arantes Pereira, que já são já é diácono nessa igreja e foi reeleito. O nosso irmão Braz Pereira Araújo, que também foi reeleito nessa última assembleia, convidar aqui à frente nosso irmão Rinaldo de Souza Carneiro, também Rogério Batista Silva Araújo e Rodrigo de Castro Cardoso. Esses somente nossos irmãos Rinaldo de Souza Carneiro e Rogério Batista Silva, eles passarão pela ordenação nesse dia. Os demais já foram ordenados. Portanto, lembro a cada um deles que da mesma maneira, um dia eles prometeram diante de Deus que eles se submetiam e criam que a escritura do do Antigo e do Novo Testamento é a palavra de Deus infalível. Também eles prometeram diante da igreja que eh iriam receber e adotar a confissão de fé de Westm e os catecismos desta igreja como fiel exposição do sistema de doutrina. Eles sustentaram e aprovaram o governo da Igreja Presbiteriana do Brasil e também aceitaram este ofício da diaconato dessa igreja, prometendo desempenhar fielmente todos os deveres do cargo. Assim, nós louvamos a Deus pela vida desses irmãos que têm eh colocado a vida diante do Senhor e foram reeleitos para mais um mandato no ofício diaconal. Que Deus continue sustentando a vida de cada um de vocês. Mas eu gostaria de convidar que se colocasse aqui à frente o nosso irmão Rinaldo e nosso irmão Rogério Batista Silva Araújo. Eu gostaria que vocês respondessem em alto e bom som aquilo que eu vou perguntar a vocês nesse momento. Vocês creem que a escritura do antigo e novo testamento são a palavra de Deus e que essa palavra é a única regra infalível de fé e prática? Recebem e adotam a confissão de fé de Westminster e os catecismos dessa igreja como fiel exposição do sistema de doutrina ensinado nas santas escrituras. Sustentam e aprovam o governo da Igreja Presbiteriana do Brasil. Aceitam o ofício do diaconato dessa igreja e prometem desempenhar fielmente todos os deveres deste cargo? Prometem procurar manter e promover a paz, a unidade, a edificação e a pureza dessa igreja? Quero também, da mesma forma convidar a igreja que se coloque em pé e respondam também a essas perguntas. E vocês, membros dessa igreja, reconhecem esses nossos irmãos como diáconos? prometem tributar-lhes toda honra e animação e obediência no Senhor e que, segundo a palavra de Deus e a constituição dessa igreja lhes dá o direito a seu ofício. Gostaria então nesse momento que os irmãos pudessem se ajoelhar aqui à frente e todos os irmãos presbíteros, regentes e docentes estendam as suas mãos sobre a vida desses irmãos. E nós vamos orar ao nosso Deus. Senhor, nosso Deus e Pai, nós queremos bendizer o teu nome, porque aprove ao Senhor, ó Deus, levantar esses homens, colocar no seu coração o desejo e, ó Deus, fazer com que também a tua igreja pudesse, ó Deus, através do voto, escolhê-los, ó Pai, para que eles pudessem desempenhar esse ofício na igreja. Portanto, nós cremos, ó Deus, que tudo foi direcionado pelo Senhor. E nesse instante nós rogamos que o Senhor os capacite, ó Deus, que da mesma forma, ó Deus, como foi instituído os diáconos, homens cheios do Espírito Santo do Senhor, que o Senhor, ó Deus, revista esses homens com poder e graça diante do Senhor e diante da Tua igreja, para que em todos os seus atos o nome de Cristo Jesus seja, ó Deus, engrandecido e glorificado. e que a sua igreja seja edificada através da vida desses irmãos. abençoe-os, ó Deus, e que a tua igreja, ó Pai, possa eh entender, ó Deus, as lutas, as dificuldades deste ofício e assim, ó Deus, animá-los, ó Deus, com as suas orações, ó Deus, com a sua ajuda, ó Deus, que o Senhor assim, ó Deus, eh nos abençoe como igreja para que nós possamos caminhar, ó Deus, debaixo daquilo que é a vontade do Senhor. Ó Deus, é assim que nós te pedimos, em nome de Cristo Jesus. Assim, dessa forma também nós lhes damos a destra, fazendo parte desse ofício. E também nós declaramos então ordenados, devidamente instalados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Que Deus abençoe a vida de vocês. Meus irmãos, vamos se colocar de pé para encerrarmos. Se falta motivação para você ser diácono, olhe pro braço, viu? Apesar da idade, tá servindo ao Senhor e com muito amor. Isso tem que ser motivação pro nosso coração também. Senhor, nós te damos graças e louvamos ao Senhor por esse culto e pela tua palavra, por esse momento de celebração e de adoração ao Senhor. Agora que vamos pedir para nossa casa, o Senhor nos guarde, que o Senhor nos livre do mal. Senhor, estenda a mão do Senhor sobre as nossas vidas e que possamos viver para honra e a glória do Senhor. Receba o nosso culto de louvor e de adoração ao Senhor. Que o teu nome seja engrandecido e seja exaltado. Assim oramos em nome de Jesus. Amém. Que a graça do nosso Senhor Jesus, o amor de Deus, nosso eterno e glorioso Pai, que as ternas, as insondáveis consolações do Espírito Santo de Deus repouse sobre vós, sobre toda a igreja do Senhor espalhada pela face da terra, não só hoje, mas para todo sempre. Amém. Pode se assentar, meus queridos. Amém. [música] Amém. Ouçamos [música] o póslúdio. [música] Aleluia. Louvai a Deus, ó Senhor santuar [música][canto] no seu poder. Aleluia [música][canto] poder. Aleluia seu poder. Pelos seus atos [música] poderosos [canto] e na sua grandeza. >> [música] >> a Deus [canto] somos [música] [canto] [música] de trita. Aleluia [música][canto] Deus. Louvai a Deus velho. [música][canto] Louvai a Deus. Com salvio [música][canto] e com armascar a Deus. [música] Oi oi oi. Deus aleluia [canto] Deus. [música] Louvai a Deus. Aleluia Deus. Louvai [música][canto] a Deus. As eas não vai. Aleluia. [música][canto] Concam-los a restaurantes aleluia [música] aleluia. [canto] [música] [canto] Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. [canto] Aleluia. [música][canto] L Senhor [música] louve [canto] Senhor Deus quando ser louve ao Senhor. Aleluia. [música] Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia! Alleluia! [música][canto] Aleluia! Aleluia! [canto] Aleluia! Aleluia! [música] Aleluia! [canto][música] Meus irmãos, nós estamos chegando ao final deste culto público nessa noite e nós gostaríamos também de conhecer aqueles que nos visitam pela primeira vez. Se você está aqui pela primeira vez, tanto aqui quanto na capela também, se você puder ficar em pé, nós gostaríamos de entregar uma lembrança em nome da igreja. Temos aqui dentro. Que Deus abençoe sua vida. Seja muito bem-vindo no nosso meio. Deus abençoe vocês. Quero também convidar, já convidando aqui à frente, né, o Wagner, que dará um aviso. Mas antes, eu quero relembrar aos irmãos que no próximo sábado, dia 20, nós teremos o bazar, que é realizado pela nossos irmãs da SF, Oficina Dorcas. Essa é a primeira edição, né, desse ano. Então, durante todo o semestre, as nossas irmãs, elas estiveram trabalhando, né, com a Finco para produzir essas peças. E lembra aos irmãos que elas são vendidas aqui, mas para que eh vários projetos sejam sustentados. um deles eh também a ajuda, né, de vários seminaristas e socorro ali, eh, no seminário presbiteriano Brasil Central, assim como outros projetos que têm sido sustentados, né, por esse trabalho das irmãs da Saf. Então, vem e prestigiem, vai ser de 9 até às 17 horas no próximo sábado, tá? Então, é realizado aqui no IP, então todos os irmãos estão convidados, convocados. tragam pessoas também de fora para estarem participando, né, e podendo também abençoar, né, a vida da igreja. Quero passar a palavra, >> meus irmãos, é com muita alegria também que nós queremos convidar toda a igreja para a capacitação de evangelismo que teremos no dia 20. Vou deixar os irmãos da mídia passarem, eh, prepararem um vídeo. Esse vídeo é do reverendo Paulo Passos. O reverendo Paulo Passos, ele é coordenador da PECOM e ele que vai nos ministrar essa capacitação. É um convite de toda a igreja. Assim que o vídeo tiver disponível, a gente vai passar aqui no telão para vocês. Enquanto isso, eu posso ir falando sobre a feira de evangelismo, tá bom? Tá pronto o vídeo? Pode passar então, por favor. Olá, irmãos presbiterianos de Goiânia e região. Eu sou Paulo de Tácio Passo, coordenador de evangelização da APECON, agência presbiteriana de Evangelização e Comunicação. Passando aqui para lhe fazer um convite muito especial. No próximo dia 20 de junho, sábado, estaremos juntos na capacitação para evangelismo, promovido pelo projeto Minha Cidade para Cristo na Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia. A nossa geração precisa urgentemente ouvir o evangelho de Jesus. E para isso é preciso que os membros das nossas igrejas estejam preparados e equipados para compartilharem a sua fé com ousadia, com conhecimento, com graça. Então, faça a sua inscrição, esteja junto conosco. Será um tempo de grande aprendizado, de encorajamento paraa sua vida e também do fortalecimento de uma cultura de evangelização na sua igreja local. Convide os irmãos da sua igreja, inscrevam-se e participe. Estaremos juntos. Eu aguardo você até lá, dia 20 de junho, das 9 às 17, na Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia. >> Amém. E nós teremos também a nossa feira de evangelismo que vai acontecer também nesse final de semana, nesse próximo final de semana. Então, no domingo, nós teremos a ministração também pela manhã do reverendo Paulo Passos e pela noite nós teremos ali eh várias tendas ali com material, com eventos de evangelismo que nós iremos fazer também paraa igreja. Então, fique atento, as inscrições vão até essa semana. Você pode buscar a secretaria, pode me buscar, pode buscar também o presbítero Abrão também que está por dentro para passar essas informações. Deus abençoe. >> Só também deixando registrado, nós estamos hoje com os pastores. Alex está em Edeia, ministrando a ceia e pregando lá na nossa plantação de igreja, projeto aqui da nossa igreja. E também o reverendo Alisson está pregando e ministrando a ceia em Trindade no Samara, tá? Nós temos um tempo agora de livraria, uma boa conversa também, um café e nós convidamos a todos para passarem ali e atravessem pela faixa, tá bom? Que Deus os abençoe e nos dê uma boa semana em nome de Jesus. [música] >> [música] [música]