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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Levítico 26-27 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 26-27 | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Levítico 26-27 | Luiz Sayão | IBNU

Entre bênçãos, advertências e chamados ao arrependimento, encerramos o estudo de Levítico refletindo sobre duas palavras essenciais da vida cristã: santidade e obediência. Nos capítulos 26 e 27, entendemos como Deus desejava um relacionamento verdadeiro com o seu povo, marcado por fidelidade, responsabilidade e comunhão.

Ao longo dessa mensagem, percebemos que a obediência não é apenas cumprir regras religiosas, mas reconhecer a autoridade de Deus sobre todas as áreas da vida. Também aprendemos como a desobediência afasta o ser humano da bênção, enquanto o arrependimento abre caminho para restauração e reconciliação com o Senhor.

Falamos ainda sobre votos, responsabilidade espiritual e a importância de tratar com seriedade aquilo que oferecemos a Deus. Levítico nos mostra que a verdadeira espiritualidade não está em barganhas religiosas ou promessas vazias, mas em um coração transformado, disposto a viver em santidade diante do Senhor.

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em áudio.
>> [música]
>> Estudo 72 [música]
baseado em Levítico 26 e 27.
O capítulo 26 começa com a advertência
dada por Deus aos israelitas: "Não façam
ídolos, nem imagens, nem colunas
sagradas para vocês e não coloque
nenhuma pedra esculpida em sua terra
para curvar-se diante dela. Eu sou o
Senhor, o Deus de vocês. Guardem os meus
sábados e reverenciem o meu santuário.
Eu sou o Senhor". Deus convoca o povo à
obediência, a ouvirem a sua palavra e a
atentarem claramente para suas
orientações.
Lembrem-se que Deus estabeleceu uma
aliança com Israel na base
de uma aliança
como um suserano e um vassalo. E aqui
estava implícito que eles deveriam
atender a orientação divina para serem
abençoados.
Do contrário, estava implícito nessa
aliança que a desobediência envolvia
problemas pela frente.
Por isso o texto diz: "Se vocês seguirem
os meus decretos e obedecerem aos meus
mandamentos
e os colocarem em prática, eu lhes
mandarei chuva na estação certa
e a terra dará sua colheita e as árvores
do campo darão seu fruto. A debulha
prosseguirá até a colheita das uvas
e a colheita das uvas prosseguirá até a
época da plantação e vocês comerão até
ficarem satisfeitos
e viverão em segurança em sua terra".
Ao contrário do que os pagãos diziam,
Deus era o Senhor do tempo e das
condições climáticas e da agricultura.
Então a benção da provisão,
a benção da vida abençoada no sentido
material do termo vinha de Deus e não
dos pagãos. Por isso que a grande
advertência no início é olha não
vão procurar seguir
aos ídolos, as imagens, aos deuses
pagãos.
Porque eu vou, se vocês me obedecerem,
Deus assim afirma, estabelecer paz na
terra, vocês se deitarão,
ninguém os amedrontará,
farei desaparecer da terra os animais
selvagens, a espada não passará pela sua
terra,
vocês vão vencer os inimigos, o
versículo sete afirma,
cinco perseguirão 100, 100 perseguirão
10.000, os inimigos não vão poder
resisti-los,
eu me voltarei para vocês e os farei
prolíferos, multiplicarei
a vocês e guardarei a minha aliança.
Vocês ainda estarão colhendo, comendo da
colheita armazenada no ano anterior
quando terão que se livrar dela para dar
espaço para nova.
Estabelecerei
a minha habitação entre vocês e não os
rejeitarei. Andarei entre vocês, serei o
seu Deus, vocês serão o meu povo. Eu sou
o Senhor o Deus de vocês que os tirou da
terra do Egito. A grande benção estava
exatamente na obediência. Deus é assim
senhor do tempo,
Deus é o senhor da colheita agrícola,
Deus é o que estabelece a paz, que
garante
a prosperidade e a benção material, que
garante
a multiplicação do próprio povo, as
famílias que crescem abençoadas, é o
Deus da vida, o Deus da celebração da
vida. Isso em função da aliança, mas a
advertência segue
logo ah nos próximos versículos. Se
vocês, mas se vocês não me ouvirem, diz
a NVI, não colocarem em prática todos
esses mandamentos e desprezarem os meus
decretos, rejeitarem as minhas
ordenanças,
deixarem de colocar em prática todos os
meus mandamentos e forem fiéis à minha
aliança, então
assim os tratarei. Eu lhes trarei pavor
repentino, doenças e febre
que lhes tirarão a visão e lhes
definharão a vida. Vocês semearão
inutilmente porque os inimigos comerão
as suas sementes.
O meu rosto estará contra vocês e vocês
serão derrotados pelos inimigos e os
seus adversários
os dominarão e vocês fugirão mesmo
quando ninguém os estiver perseguindo.
A aliança de Deus com o seu povo no
Antigo Testamento era clara. Caso eles
rejeitassem o Senhor, caíssem na
tentação de acharem que a benção da
vida, a benção da provisão estaria
ligada a alguma outra fonte que não
fosse o Senhor
e desobedecessem a Deus, certamente eles
seriam
bastante prejudicados. O foco é tão
claro nessa atitude de desprezo possível
em relação a Deus que o versículo 30 vai
dizer, ó, destruirei os seus altares
idólatras, despedaçarei
os seus altares de incenso e empilharei
os seus cadáveres sobre os seus ídolos
mortos e rejeitarei vocês porque teriam
eles rejeitado aqui o Deus
todo-poderoso, Deus soberano, o Senhor
que fez aliança com Israel.
No entanto, havia a possibilidade do
arrependimento. Se eles confessarem os
pecados, pecados dos seus pais, a
infidelidade e voltassem para Deus, eles
poderiam ser recuperados. O versículo 40
em diante nos fala a respeito disso.
E então, capítulo 27 de Levítico vai
encerrar o livro e
destacando a questão um pouquinho
diferente, mas o resgate que pertence ao
Senhor.
Texto começa dizendo: "Disse também o
Senhor a Moisés: Diga o seguinte aos
israelitas: Se alguém fizer um voto
especial,
dedicando pessoas ao Senhor, faça-o
conforme o devido valor. Deus merece o
melhor. Deus deve ser tratado da maneira
correta, de acordo com a aliança. É
necessário obediência. Obediência é a
palavra-chave no relacionamento com
Deus, que é o Senhor.
Mas também é necessário responsabilidade
naquilo que se apresenta ao Senhor.
Então, o que vamos encontrar no capítulo
27? O capítulo fala de coisas prometidas
ao Senhor,
que era apresentado muitas vezes como
servos, animais, no caso do ma casa ou
de terras e propriedades, que eram
apresentadas a Deus.
Eram feitas estipulações, exigências,
que possibilitavam, por exemplo, a
conceder o dinheiro em vez do item
prometido, caso a pessoa tivesse
qualquer dificuldade, ele poderia, vamos
dizer, pagar
a por aquilo que ele tinha prometido
antes. E aí, quando isso acontecia, em
geral se exigia uma espécie de uma
multa, de um juro de cerca de 20%
daquilo que estava estipulado, porque a
pessoa precisa ser responsabilizado
por aquilo que ela promete, é, que ela
promete ao Senhor.
A votos, é,
semelhantes
eram expressões de ações de graças
especiais e eram oferecidos também, além
dos sacrifícios exigidos e aqui
apresentados. Então, para observar ah
como isso acontecia, vamos, por exemplo,
ver o que que o texto nos diz aqui a
partir do versículo de número três na
NVI, Nova Versão Internacional da
Bíblia.
Se alguém fizer um voto especial
dedicando pessoas ao Senhor, atribua aos
homens entre 20 e 60 anos o valor de 600
g de prata com base no peso padrão do
santuário. Se for mulher, atribua o
valor de 360 g.
Se for alguém que tenha entre 5 e 20
anos, atribua aos homens o valor de 240
e das mulheres 120.
E aí se estabelece
os valores para serem dados em ciclos de
prata
como resgate daquilo que foi prometido
ao Senhor. Se quem fizer o voto for
pobre demais para pagar o valor
especificado, apresentará a pessoa ao
sacerdote, que estabelecerá o valor de
acordo com as possibilidades do homem
que fez o voto. Veja o versículo 14. Se
um homem consagrar sua casa ao Senhor,
o sacerdote avaliará a casa por suas
qualidades. A avaliação do sacerdote
determinará
o valor da casa. Se o homem que
consagrar sua casa quiser resgatá-la,
terá que acrescentar 1/5 ao seu valor e
a casa voltará a ser sua. Então, na hora
da dificuldade, na hora da luta, na hora
dos problemas, a pessoa, vamos assim
dizer, faz qualquer negócio com Deus.
Deus livrou o povo do Egito? Amém.
Graças a Deus. Senhor,
eu e a minha casa serviremos ao Senhor.
Eu vou estar sempre servindo a Deus. Mas
daqui a pouco as coisas melhoram, surgem
pagãos, povos com sugestões
interessantes. Vamos esquecer o Senhor,
vamos atrás deles. Deus diz: "Olha,
vocês me devem obediência". Da mesma
forma, no meio da dificuldade, a pessoa:
"Não, eu vou dedicar isso ao Senhor. vou
oferecer minha casa, vou fazer isso.
Deus diz, olha,
eh, se você fizer isso, você faça com
responsabilidade, porque para resgatar
aquilo que foi prometido, você deve
arcar
com a responsabilidade de acrescentar
20% porque aquilo que pertence ao Senhor
tem que ser tratado
com absoluta
atitude responsável.
E o texto, então, vai terminar
dizendo o seguinte: todos os dízimos da
terra, dos cereais, das frutas pertencem
ao Senhor,
são consagrados ao Senhor. Se um homem
desejar resgatar parte do seu dízimo,
terá que acrescentar 1/5 ao seu valor. O
dízimo dos seus rebanhos, onde cada 10
animais
que passe debaixo da vara do pastor será
consagrado ao Senhor. O dono não poderá
retirar os bons dentre os ruins, nem
fazer qualquer troca. Se fizer alguma
troca, tanto o animal quanto o
substituto se tornarão não consagrados
e não poderão ser resgatados. São esses
os mandamentos
que o Senhor ordenou a Moisés no Monte
Sinai para os israelitas. E assim
encerramos aqui com esse
enfoque especial de obediência e
responsabilidade,
eh, encerrando o livro de Levítico que
nos ensinou [música] muita coisa a
respeito de
santidade, pureza e também obediência.
Último, última parte do nosso estudo em
Levítico [música] 26 e 27 os capítulos.
Quanto a obediência, desobediência, esse
negócio de obedecer é tão sério assim?
Será que Deus exige demais de cada um de
nós?
Olha, Alberto, é, é uma coisa
interessante aqui, ah, a
envolve um, um relacionamento.
Primeiro que é um relacionamento
pessoal,
né? O existe alguém que é uma
autoridade.
A quem você considera e você obedece.
Ninguém obedece a uma máquina, né?
Obedece a alguém.
Então é um relacionamento pessoal.
E, e que envolve o reconhecimento devido
de quem tem autoridade. A, religiosidade
que o,
o ser humano, independente de Deus, quer
desenvolver.
É uma, a, religiosidade
sem responsabilidade.
A, na qual ele tem o controle e
principalmente onde não existe nenhum
relacionamento real.
Então isso é muito complicado. Então
veja, por exemplo, que as pessoas querem
fazer.
Uma espécie de jogo com, com Deus, né?
Eles querem, é, se afastar dessa
relação. É como o filho que quer enrolar
o pai, né? Que é só ganhar presente, mas
não quer ouvir a orientação e o contato
pessoal.
Então a obediência é fundamental para
nos mostrar quem nós somos.
Para estabelecer, né, a nossa estrutura
psicológica. Desde pequeno ouvindo
orientação, nós nos definimos quem nós
somos. Para achar o nosso lugar no
mundo. Para achar o nosso lugar na
sociedade. A nossa relação perante Deus.
Então ela é extremamente significativa.
O único problema da obediência.
É se ela for, a, relacionada com alguma
lei injusta ou dada pela pessoa que tem
autoridade errada. Aí sim, nós temos uma
situação complicada. E nesse caso a
Bíblia até diz que a gente deve
desobedecer a autoridade tirânica em
favor da autoridade correta. Então
obediência é muito importante. Na
verdade, é o que Deus realmente quer da
gente. Por exemplo.
A, existe uma palavra tão comum,
conhecer a Deus em hebraico. Os
estudiosos hoje entendem, sabem que
conhecer a Deus não é adquirir
informações enciclopédicas sobre Deus.
Significa obedecer a Ele. Então, isso é
o que interessa.
Pensando assim,
eu faço uma pergunta.
Desobedecer então a Deus traz
sofrimento?
Naquela máxima, né? Aqui se faz, aqui se
paga.
Podemos fazer essa relação?
Olha, Alberto, de acordo com esse texto
e com a ideia geral da Bíblia, é
verdade. Desobediência traz sofrimento.
Mas, veja bem,
acontece que Deus é bom demais. Deus é
misericordioso.
Então, Deus, na sua bondade, Ele retarda
ah, muitas vezes aquilo que a gente
colheria de imediato por causa da sua
misericórdia.
Então, se todo o mundo
recolhesse, recebesse
de imediato os resultados da sua
desobediência, população do mundo tava
bem menor hoje, né? As coisas não
aconteceriam assim. Mas Deus, na sua
bondade, por amor a nós, nos dando mais
uma chance, não permite que a gente
receba o resultado completo. Então, não
é verdade, olha só que aquilo
aquilo que a gente faz aqui, aqui mesmo
a gente paga.
A grande verdade é que a misericórdia de
Deus não permite que a gente seja
atingido diretamente. Sempre há a
chamado, o convite de Deus ao
arrependimento para que a gente não
venha a a sofrer na quantidade
ah, que corresponde aos nossos erros,
né? Agora, se a pessoa não ouvir até o
final, aí, certamente, na eternidade, o
sofrimento será
de acordo com a sua atitude.
Pois é, em acordo então com a sua
exposição, com a aula, aquilo que
observamos nesses capítulos 26 e 27
Levítico,
a teologia da prosperidade parece que
aparece aí, né?
Ela não estaria tão errada assim.
Se formos fiéis, ficaremos ricos, vamos
ser bem-sucedidos,
não é?
Olha, Alberto, em parte a ideia da
teologia da prosperidade, que é a ideia
que diz que quem obedece a Deus vai ser
abençoado materialmente, em parte é
verdade.
O problema é que é apenas em parte, né?
Então alguém vai no médico e o médico
diz para ele: "Olha, eu tô bem de
saúde?" Olha, o senhor tá bem em parte,
o seu pulmão e o fígado tá bom, mas o
coração caiu ali no chão, o senhor não
viu, né? Então a coisa é bem diferente.
Então qual é qual é a dificuldade?
A dificuldade está exatamente
ah, no fato de que se alguém segue os
princípios de Deus, a grande chance é
que essa pessoa seja
abençoada e essa pessoa
tenha benefícios materiais, porque ele
desiste dos seus vícios, ele obedece
princípios sábios e a tendência de quem
anda adequadamente é prosperar e e se
dar bem na vida, mas não é somente isso.
A Bíblia vai nos mostrar, por exemplo,
que pessoas justas podem estar sofrendo
por uma provação divina, por uma
experiência que Deus tá permitindo ou
pessoas que foram escolhidas por Deus
para ter uma benção maior do que a mera
provisão física. Os apóstolos sofreram,
foram
ah, martirizados, nem por isso eles são
pessoas não abençoadas por Deus. Então
não dá para a gente fazer a equação que
todo mundo que tá bem é abençoado por
causa do seu comportamento e não dá para
dizer de dizer que tá enfrentando um
problema necessariamente é por causa de
desobediência. Isso é porque a realidade
é mais complexa e há outros elementos na
Bíblia que a gente vai estudar aqui
e por isso você não pode perder o Rota
66 que você vai descobrir quais são as
outras coisas importantes que eh mostram
para nós como é que funciona essa
relação ah de benção, prosperidade e
vida boa. É, tô vendo que o Rota 66 vai
por cada trilha.
O voto, Saion, que é, parece que o
último tema abordado aqui no nosso
estudo.
Podemos fazer isso hoje? Porque é um
negócio assim vantajoso. Eu faço um
voto, né? E eu vou colher juros e
correções ah e tirar o atraso da minha
vida, não é?
É, preciso entender a palavra voto, né?
Além de tá muito ligada às eleições, né?
Na Bíblia ela tem uma compreensão que a
pessoa pode entender de maneira
diferente. O voto pode significar, por
exemplo, uma espécie, como acontece aqui
no capítulo 27,
de uma espécie de
dedicação espontânea a Deus.
Ou voto pode significar uma outra coisa,
uma barganha com Deus. Então, por
exemplo, eu tô querendo
ah comprar ou receber ou ganhar um BMW.
Então eu digo: "Deus, é o seguinte, se
eu
ah não perder nenhum culto, né? Desde do
primeiro de janeiro até o dia 31,
assistir todos os cultos, participar
completo, o senhor me dá isso. Então eu
vou fazer tal coisa".
Aí a coisa fica complicada. A ideia não
é essa de a gente tentar
ah barganhar com Deus. Eh no Velho
Testamento tem um pouco disso em certos
textos, mas no Novo Testamento isso
contraria
o espírito da relação, do relacionamento
com Deus. Não é por aí.
Agora, o voto como uma coisa, como fruto
de gratidão, como dedicação, olha, eu eu
votei aqui de entregar tal coisa para
Deus. Eu tomei uma decisão. Isso pode
ser feito, mas conforme nós vimos aqui
com responsabilidade.
Tanto que o voto não é proibido, não é
impeditivo, que Paulo lá em Atos 18:18,
ele tinha ficado em Corinto por algum
tempo
e dali ele navegou para Síria, deixando
alguns irmãos lá e ele foi junto com
Priscila e Áquila.
E depois, quando chegou em Cencréia, ele
fez um voto no qual ele a rapou a a
cabeça como sinal. Isso é costume
judaico concreto do voto que ele tomou.
Então, o voto é algo que pode ser feito
individualmente por alguma razão de
dedicação especial a Deus, mas preste
atenção.
Não é uma coisa que todo mundo tem que
fazer, senão essa pessoa não é santa ou
tá fora da realidade de Deus.
Não é uma coisa que faz parte da
essência do Novo Testamento, não é uma
coisa fundamental e é uma coisa para ser
guardada entre a pessoa e Deus e não
para se tornar
uma espécie de ritualismo ou de
legalismo, porque aí a coisa perde o
sentido e a razão de ser.
Obrigado, Saião. Acho que o nosso
ouvinte aí gostou da sua explicação e eu
estou satisfeito. Eu faço votos que eles
acompanhem o Rota 66, né? E continuem
aprendendo com a gente aqui.
Fique firme mais um pouquinho. Vem agora
o fechamento desse estudo do livro de
Levítico para você.
>> [música]
>> Depois de termos estudado
os dois últimos capítulos do livro de
Levítico, capítulo 26 e 27,
ah, e termos aqui encerrado o livro de
Levítico,
nós vamos aqui encerrar com a aplicação
de hoje quando falamos de obediência e
responsabilidade.
Nós podemos dizer o seguinte, o que Deus
quer é um relacionamento real conosco
porque ele é um Deus pessoal. Para isso
é necessário que nós pensemos em duas
coisas fundamentais: santidade
e obediência. A santidade plena [música]
diante de Deus,
ela existe na pessoa de Cristo que
morreu [música] por nós através de
Cristo.
Você é declarado santo e você [música]
pode crescer nessa santificação.
E o seu coração disposto à santificação
deve [música] ser um coração disposto a
obedecer a Deus. Não se esqueça,
santidade [música] e obediência são as
palavras fundamentais
que nos ajudam a entender a lição
principal do livro de Levítico.
>> [música]

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