🔴 Culto Matutino | 07/06/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara
08/06/2026
🔴 Culto Matutino | 07/06/2026 (9h) – Rev. Guilherme Alcântara
MAIS INFORMAÇÕES
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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)
Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001
Legendas automáticas:
เฮ Sejam bem-vindos a este local, meus irmãos, de louvor e de adoração ao nosso Deus. Estamos aqui para glorificá-lo. Estamos aqui para bendizê-lo. Iniciemos nosso tempo de louvor com as palavras que estão registradas em Hebreus, dizendo o seguinte: Ora, o Deus da paz, que tornou a trazer dentre os mortos o nosso Senhor Jesus, o grande pastor de ovelhas, pelo sangue da eterna aliança, aperfeiçou vocês em todo o bem, para que possam fazer a vontade dele, que ele opere em nós o que é agradável diante dele. por meio de Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo sempre. Amém. A ele seja a glória para todo sempre. Amém. Cantemos ao nosso Deus. É o teu povo aqui presente. Todos numa só voz declarando que só tu és grande. Exaltamos teu doce nome. Pelo amor, pela cruz, por teu filho Jesus. Pois és santo, sim és digno de louvor e de ser adorado. És bondoso, pai querido. Entre todas as coisas, tu és verdadeiro, Senhor. É o teu povo aqui presente. Todos numa só voz declarando que só tu és grande. Exaltamos teu doce nome. Pelo amor, pela cruz, por teu filho Jesus, pois és santo. Sim, és digno de louvor e de ser adorado. És bondoso, pai querido, dentre todas as coisas, tu és verdadeiro, Senhor. Pois é santo, se és digno de louvor e de ser adorado. És bondoso, pai querido. Entre todas as coisas, tu és verdadeiro Senhor. Vamos orar. Pai amado, tu és digno de todo louvor, de toda honra, de toda glória. Estamos aqui para prestar ao Senhor o culto que o Senhor merece, porque o Senhor é o nosso Deus. O Senhor é o criador deste universo. O Senhor é aquele que não somente nos deu a vida, mas mantém nossa vida. não somente nos dá e mantém nossa vida física, mas nos concede vida espiritual. Nós queremos louvar ao Senhor porque o Senhor é gracioso, é bondoso, porque o Senhor é misericordioso. Apesar de tudo quanto nós fazemos que desagrada a ti, o Senhor ainda assim nos demonstra graça, nos demonstra amor. Por isso, Pai, o nosso coração se alegra. Por isso, Pai, nesta manhã, nós queremos glorificar ao Senhor, nos lembrando, Pai, de tudo aquilo que Tu és, nos lembrando, Pai, de que o Senhor é o nosso Deus e de que nós somos o teu povo comprado por ti e para ti, Pai amado. Nós queremos nesta manhã prestar a ti o culto que o Senhor merece e pedimos ao Senhor que o Senhor, pela tua graça, nos ajude a fazer isso, até mesmo para glorificar o teu nome, Pai. nós precisamos de ti. Então, pai, concede-nos essa graça. E enquanto nós cultuamos ao Senhor, nós pedimos também que o Senhor, pela tua graça, pelo Teu amor, pelo teu poder, também molde nossos corações, também transforme aquilo que nós somos e dê-nos a graça, Pai, de sermos cada vez mais parecidos com o Teu filho Jesus. É a nossa oração. Gratos ao Senhor por todas as coisas, no nome do Senhor Jesus. Amém. A igreja pode se assentar. Nós estamos aqui, irmãos, todos nós tão confortáveis, mas não podemos nos esquecer que Jesus se humilhou para que nós pudéssemos estar aqui hoje pela manhã. E eu não sei quantos entendem a o que é que significou a Jesus se humilhar para que nós pudéssemos ter acesso não só ao local de culto, mas estando aqui tivéssemos a certeza de que nós estamos em paz com Deus. E essa pergunta, ela é uma pergunta antiga, já desde o século X, quando da elaboração da confissão de fé de Westminster, o catecicismo maior já fazia essa pergunta e eles indagaram da seguinte forma: como se humilhou Cristo na sua morte? Vejam só a resposta a que eles chegaram. Cristo humilhou-se na sua morte. Por quê? Tendo sido traído por Judas, abandonado pelos seus discípulos, escarnecido e rejeitado pelo mundo, condenado por Pilatos e atormentado pelos seus perseguidores, tendo também lutado com os terrores da morte e os poderes das trevas, tendo sentido e suportado o peso A ira de Deus, ele deu a sua vida como oferta pelo pecado, sofrendo a penosa, vergonhosa e maldita morte da cruz. Então, foi assim que Cristo foi humilhado. Isso está bastante alinhado, irmãos, com aquilo que Filipenses também fala. E em resposta a essa verdade, vamos ler esse texto de forma responsiva. Eu lerei os versículos ímpares e a igreja lerá os versículos seguintes. Diz assim em Filipenses 1: "Acima de tudo, vivam de modo digno do evangelho de Cristo, para que ou indo até aí para vê-los, ou estando ausente, eu ouça a respeito de vocês, que estão firmes em um só espírito como uma só alma, lutando juntos pela fé do Evangelho. sempre intimidados pelos adversários, tudo que para eles é própria perição, para vocês é sinal de salvação. E isso da parte de Deus, >> porque vocês receberam a graça de sofrer por Cristo e não somente de crer nele. Pois vocês o mesmo combate que viram em mim e que agora estão ouvindo e continua a ter. >> Esse então é o desafio, irmãos. Nós cientes daquilo que Cristo padeceu por nós, não foi um acidente de percurso, mas Cristo escolheu morrer em nosso lugar. E ele sabia o custo que isso teria para ele, mas ele sabia também os benefícios que isso traria para o grande projeto de Deus para toda a humanidade. E o que Cristo fez, então, é aquilo que nós devemos nos espelhar. E por isso queria desafiá-lo nesse momento a curvar-se diante de Deus, pedir perdão pelos seus pecados, algo que você somente pode fazer. Ninguém pode se arrepender por você. Você tem que individualmente curvar-se diante de Deus e humilhar-se, pedir perdão a Deus pelos seus pecados. Vamos fazer isso agora. curve a sua fronte e vamos usar esse momento de oração silenciosa para confessarmos o nosso pecado. Ó Deus bendito, ao ler essas coisas e pensar no modo como teu filho Jesus foi humilhado, a maneira como trataram aquele que é a pessoa por meio de quem todas as coisas foram criadas, em quem tudo subsiste. Aquele, ó Deus, cuja glória foi vista desde os tempos antigos. E o Evangelho de João nos lembra de que a sua glória foi vista e é a glória como da de o unigênito do Pai. Ó Deus, quando lembramos dessas coisas, somos, ó Deus, confrontados com o nosso próprio pecado, porque foi por causa deles, dos nossos pecados. que o teu filho Jesus precisou vir, descer, morrer naquela cruz. Não temos como pagar isso. Não temos como fazer nada que justifique ou que compense ou que traga qualquer tipo de mérito. Temos que aceitar a vergonha. Temos que aceitar, ó Deus, a humilhação que o teu filho passou. e usar isso para nos encorajar a sermos homens e mulheres que andem de forma contrita, conscientes dos pecados que temos, mas também conscientes do perdão que nós ah temos por meio do teu filho Jesus. Perdoa, portanto, Deus, os nossos pecados e ajude-nos a caminhar em novidade de vida a cada dia. Oramos assim em nome daquele que morreu em nosso lugar, em nome de Jesus. Amém. Crendo nisso, irmãos, coloquemo-nos de pé e vamos adorar a Deus com uma linda melodia, que é um hino que nos desafia a cantarmos isso noite e dia. Cantemos com alegria ao nosso Deus, porque de fato ele tem feito a paz conosco por meio do seu filho Jesus. Mais do que milhares é Cristo meu bom mestre. Ele é a luz do mundo, a estrela da manhã. é o rei da glória. E em meu coração contente vou cantando a divina canção. Cantarei em meu coração esta linda melodia, pois eu tenho em meu coração gozo, paz e alegria. Cantarei em meu coração, cantarei sim noite e dia. Aleluia. Aleluia! Feliz sempre cantarei. Cristo libertoume dos males do pecado. E agora alegre canto, pois para o céu irei. Cristo resgatou-me. Ele é o meu Salvador. Dou toda a glória a ele, meu mestre consenhor. em meu coração essa linda melodia, pois eu tenho em meu coração gozo paz e alegria. Cantarei em meu coração, cantarei sim noite e dia. Aleluia. Aleluia! Feliz sempre cantarei. A esperança em vida, morte. Cristo é, Cristo é em quem confia o nosso ser. A Deus somente pertencer. Quem nos sustenta com poder, quem foge ao seu querer. E quem nos guarda até o final é seu amor, Cristo eternal. Cante. Aleluia. Aleluia. Eterna esperança cast aleluia. A razão da nossa fé na vida e morte. Cristo é que pode dar. A alma paz. Deus é bom. Deus é bom. Como sua graça é eficaz. Em seu sangue redentor. Quem nos dá fé quando há temor? Quem tem poder sobre o caos? Quem os conduz em meio ao mar até a Cristo encontrar? Cante aleluia. Eterno esperança. Cante aleluia. A razão da nossa fé, a vida em mist. Enquanto vim então chegar, vivo estás, vivo estás. que recompensa ao céu trará eterna vida com Jesus. Ele irá nos encontrar. A morte então destruirá. em alegria festejar eternamente Cristo em nós. Cante. Aleluia. Eterna esperança, cante aleluia. A razão da nossa fé na vida e morte. Cristo é canto. Aleluia. Eterna esperança aleluia. A razão da nossa fé. A vida e morte. Cristo é a razão da nossa fé. A vida e morte. Cristo é. Os irmãos podem se assentar. Senhor Jesus é a nossa razão de viver, como acabamos de cantar, irmãos. Então, vamos aprender um pouco mais acerca dele, do seu ministério. Vamos abrir a palavra de Deus na primeira epístola de Pedro, capítulo 2, e vamos ler do verso 18 até o verso 25. Primeira epístola de Pedro, capítulo 2, do verso 18 ao verso 25. Palavra do Senhor nos diz: "Servos, sejam obedientes ao Senhor de vocês com todo o temor, e não somente se ele for bom e cordial, mas também se for mal, porque isto é agradável a Deus que alguém suporte tristezas sofrendo injustamente por motivo de sua consciência para com Deus. Pois que glória há se pecando e sendo castigados por isso, vocês o suportam com paciência? Se entretanto, quando praticam o bem, vocês são igualmente afligidos e o suportam com paciência, isto é agradável a Deus, porque para isto mesmo vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando exemplo para que vocês sigam os seus passos. Ele não cometeu pecado, nem foi encontrado engano em sua boca. Pois ele, quando insultado não revidava com insultos, quando maltratado não fazia ameaças, mas se entregava aquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. Pelas feridas dele vocês foram sarados, porque vocês estavam desgarrados como ovelhas. Agora, porém, se converteram ao pastor e bispo da alma de vocês. Vamos orar. Senhor, nós pedimos agora o teu auxílio, clamamos para que o Senhor fale conosco, quebrante, transforme o nosso coração, nos dê uma nova compreensão mais ampla, uma cosmovisão apurada daquilo que a tua palavra nos ensina acerca desta grandiosa obra de redenção realizada pelo Senhor Jesus, que deixou marcas profundas na história e deixou marcas profundas também em nosso viver em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. Amém. Você considera que tem disposição boa para servir? Você tem lembrança rápida sobre a última vez que você serviu alguém com boa vontade? Quantas vezes você já prestou algum tipo de serviço por mera obrigação? E essas são reflexões importantes, irmãos, no mundo em que muitas pessoas gostariam de escapar das responsabilidades pessoais num mundo em que somos rápidos para exigir e lentos para cumprir. Numas querem muito ser servidas, mas querem servir pouco ou nada. Vivemos em uma cultura que nos ensina defenda seus direitos, reaja com força, retribua com a mesma moeda. Nunca permita que alguém leve vantagem sobre você. Já parou para pensar, entretanto, no quanto isso influencia a sua visão e a sua prática como filho de Deus? Mais do que isso, quantas vezes você já atrelou o serviço cristão a uma recompensa imediata? Quantas vezes você já não se sentiu tentado em seu coração a abdicar da sua condição de servo por julgar que está sendo injustiçado? As pessoas dizem: "Como não me trataram bem, não vou ajudar. Como não ouviram minha opinião, não vou colaborar. Como não me senti acolhido, não farei qualquer esforço. Mas seria cristão pensar dessa forma? Podemos ir além. Muitos crentes imaginam que o serviço a Deus é devidamente prestado quando vamos à igreja, quando fazemos nossas orações, quando lemos as nossas Bíblias ou quando evangelizamos. Porém, precisamos refletir seriamente, irmãos, na soberania de Deus. e conceber que ele está em toda parte, que ele reina sobre todas as coisas e que nós lhe devemos dedicação total e de tal maneira que todas as áreas da nossa vida devem ser dominadas pela sua vontade revelada. Somos servos, então, em todos os momentos, em todos os lugares, em todas as nossas atividades, com todas as pessoas ao nosso redor. Servimos a Deus e aos outros na celebração e na espera, no culto público e no supermercado. Somos servos ao lidar com crentes e com descrentes, quando nos divertimos e quando simplesmente exercemos a nossa profissão. Portanto, na família, no trabalho, na igreja, na sociedade, somos servos do Senhor. Servos é justamente a palavra usada por Pedro para dar início à sua nova sessão. E esse é um vocábulo emblemático, irmãos, porque muito bem poderia ser traduzido por escravos. Um escravo naquela época era alguém que devia submissão a um senhor que o adquiriu. E isso é ilustrativo para nós quando pensamos no fato de que Deus nos comprou. Nós lhe pertencemos e devemos ser leais a ele em todo tempo. Nesse texto em especial, Pedro se refere de modo mais direto aos servos da casa. eram pessoas que desempenhavam atividades no lar dos seus senhores. Mas é claro que os ensinos que temos aqui são mais amplos e eles dizem respeito a qualquer relação estabelecida entre líderes e liderados, patrão e empregado e assim por diante. Pedro menciona a existência de senhores bons e cordiais, mas também faz referência a senhores maus. De fato, existiam situações em que esse tipo de servo podia ser tão bem tratado que se tornava praticamente um membro da família com a qual estava envolvido. Mas havia casos em que o servo era duramente afligido e humilhado numa espiral difícil de suportar. Então, qual seria a resposta cristã para essas situações? Como a Bíblia diz que devemos nos portar quando nós somos alvos de hostilidades, de atitudes indecorosas, da vileza de perversos ou de chefes ruins? É certo que os preceitos de Deus proíbem os maus tratos, o desrespeito, a violência gratuita e valorizam a dignidade humana. No cristianismo, aliás, um senhor poderia se unir a um escravo como um irmão. Se o senhor e e o escravo fossem cristãos, esperava-se que a relação entre eles fosse também a despeito da diferença social. De qualquer modo, o apóstolo vai defender firmemente que o servo deve submissão ao seu senhor. A pergunta que fazemos agora é por quê? Por que os servos deviam se sujeitar aos seus senhores? Por que que Deus estabelece níveis de comando e subordinação e nós devemos nos sujeitar de bom grado a terceiros que pedem conta dos nossos serviços? A primeira razão, meus irmãos, que nós aprendemos aqui é que o servo deve se submeter ao seu senhor por causa da sua consciência com Deus. por causa da sua consciência para com o Senhor. Meus irmãos, eu sei que nesse mundo caído é relativamente comum presenciarmos injustiças no ambiente social ou de trabalho. Isso nos causa uma legítima indignação e pode nos deixar até momentaneamente frustrados. Quem aqui, por exemplo, já engoliu seco o desaforo de um chefe incompetente ou imoral? Você já se sentiu acusado ou acuado por algo que você não fez ou por algo que não dependia de você? Já te cobraram um resultado que você não podia entregar ou já lhe puniram por um atraso inevitável? Já fizeram alguma insinuação injusta sobre você de uma maneira que você foi taxado de negligente, preguiçoso ou incapaz quando você nunca foi nada disso? Quem aqui já foi prejudicado no trabalho ou já se sentiu prejudicado pelo menos? Quem aqui já viu alguém menos qualificado ser premiado em detrimento de alguém que produziu melhor? E qual é, meus irmãos, o nosso impulso natural quando isso acontece? Quais são os sentimentos que fervilham o nosso peito nessas horas? Certamente teremos aqueles impulsos que, se não forem devidamente contidos, controlados, podem nos machucar ou até nos arruinar de vez. Mas vejam o que o verso 18 diz. Servos, sejam obedientes ao Senhor de vocês com todo temor e não somente se ele for bom e cordial, ou seja, generosos e gentis, mas também se for mal. O mais impressionante é a palavra grega usada para definir esses senhores maus. Esse adjetivo mau aqui ou perversos em algumas traduções é escolióis, de onde vem a palavra escoliose, que é referente a um desvio de coluna, um problema de saúde sério que deixa a pessoa desalinhada, traz dor muscular, fadiga extrema, dificuldade de respirar. Ou seja, Pedro está sugerindo que os servos crentes a quem ele orienta estavam sofrendo muito nas mãos desses senhores malditos. Então, de novo, por que o escritor requer submissão quando na verdade a vontade de um ser humano comum é de revidar? Até que ponto ou até quando um crente precisa aceitar uma conjuntura de desconforto, de sufoco, de asfixia da alma. Nós temos aqui algumas considerações a fazer. Primeiramente, irmãos, não podemos perder de vista o que vem sendo dito e repetido desde o início da carta. Nesse mundo somos forasteiros. Pedro nos trata como exilados aguardando o retorno à pátria celestial. Deveríamos ser mais resistentes e pacientes na vida ao saber disso. Mas a nossa tolerância à frustração é pouca, é pequena, porque insistimos em tratar esse mundo como se fosse o nosso lar definitivo. Esse é um dos grandes problemas. Então, temos visto nascer e se criar uma geração de pessoas que não consegue suportar nada, que não consegue resistir a uma dor por muito tempo, que transforma uma espetada de alfinete em uma tragédia, que não consegue ouvir um não. Se você não conceber que nesse mundo estamos vagando de passagem rumo ao céu, você ainda vai se decepcionar muito por aqui, tentando fabricar felicidade plena em um cenário caído e imperfeito. Analise se essa perspectiva de forasteiro combina com o anseio que a Bíblia traz e analise se isso é compatível quando nós pensamos no mundo imperfeito do lado de cá da eternidade. Aqui Pedro está se dirigindo a pessoas que nem tinham alternativas para buscar. O modelo de sociedade que nós vivemos hoje até nos permite algumas situações, algumas ações para salvaguardar direitos conquistados, para combater injustiças graves. O que, aliás, tem a consciência disso não acontece com todos os cristãos no mundo. Em determinados países, as restrições para os cristãos são bastante sérias. E em nosso país, nós temos percebido, no mínimo, restrições perigosas, tendências preocupantes e ameaçadoras. Nesse texto, Pedro escreve para irmãos que não tinham poder político, que não tinham influência social, que não tinham proteção jurídica. Os destinatários de Pedro, irmãos, eram pessoas marginalizadas, pressionadas e em desalento com as injustiças que eles sofriam por causa da fé. E eles eram marginalizados por serem cristãos acima de qualquer coisa. Nesse caso aqui, Pedro também escreve para escravos que, por si só também já eram desprezados. O texto não é uma reflexão então abstrata sobre sofrimento. É uma palavra pastoral para crentes reais que estavam sendo feridos no contato com o mundo hostil. Eles eram estrangeiros, dispersos, frequentemente perseguidos. Meus irmãos, como um cristão deve responder quando sofre injustamente, seja naquele sistema, seja no sistema atual. Esse é justamente o ponto relevante. Pedro responde a isso dizendo: "Comecem entendendo que vocês não pertencem a esse sistema. O padrão de vocês não vem do palácio de Roma, nem da mesa do chefe. O padrão de vocês não vem do mandatário de ocasião. O padrão de vocês vem do decreto de Deus. A sua reação à injustiça terrena prova de onde vem a sua cidadania e onde está o seu coração. Percebam como muitas vezes, irmãos, nós nos definimos utilizando padrões terrenos. Tentamos nos enquadrar em categorias ou grupos distintos de pensamento. Mas Pedro não está escrevendo para cidadãos que desejavam viver integrados no Império Romano para sempre. Ele escreve para estrangeiros que possuem um visto temporário no mundo. Pense bem, o que você poderia dizer para um escravo crente daquela época que estivesse preso a um sistema de exploração e que pertencesse a um senhor que o maltratasse. Faça um exercício mental, uma viagem no tempo. Você está agora no século você vai conversar com pessoas para quem Pedro escreve, com escravos que estavam aprisionados nesse sistema. Será que alguém poderia dizer para eles: "Tenha paciência, aguente um pouco mais, porque os senadores romanos estão debatendo uma lei para proibir os castigos corporais". Isso não estava acontecendo. Ou quem sabe você dissesse: "Olha, aguenta firme aí, servo cristão, porque em breve, quem sabe, você vai assumir um posto de poder e vai ter voz ativa para facilitar a vida dos seus pares." Isso também não ia acontecer tão cedo. Cristãos, servos do mundo inteiro, vamos unir forças para derrubar os mecanismos que nos afligem. Isso não ia funcionar, não daria certo. A realidade dura é que o sofrimento de alguns cristãos e daquela geração inteira de perseguidos por sua fé seguiria pelo menos até o fim das suas existências. Nenhuma esperança restaria para os cristãos, servos de senhores maus, presos àquela estrutura, a não ser a esperança sublime e incomparável que só o evangelho pode dar. A esperança só poderia ser recuperada ou mantida se eles simplesmente se lembrassem de quem eram e onde estava o seu verdadeiro tesouro. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a essa vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Note que a identidade do crente determina a sua conduta. Portanto, meus irmãos, algo importante de se dizer aqui, não ponha a sua esperança naquilo que esse mundo pode te oferecer. Esse é um grande problema, porque muitos crentes têm falhado nesse ponto, se desesperam porque só conseguem vislumbrar o que é físico e material. Mas se nesse mundo você tem sofrido de um modo prolongado e nem consegue ver uma forma racional ou lógica de se livrar do sofrimento de modo imediato, lembre-se do seu chamado maior e daquilo que o Senhor Jesus conquistou para nós, uma nova e muito mais gloriosa cidadania. Na sequência, Pedro diz nos versos 19 e 20: "Porque isto é agradável a Deus, que alguém suporte tristezas sofrendo injustamente por motivo da sua consciência para com Deus. Pois que glória há! Se pecando e sendo castigados por isso, vocês o suportam com paciência? Se entretanto, quando praticam o bem, vocês são igualmente afligidos e o suportam com paciência, isso é agradável a Deus." Destaco a palavra suportar, que aqui tem a ideia de perseverança. Pedro está dizendo: "Eu sei que vocês estão sofrendo de forma injusta e sei que isso não é fácil, mas perseverem. Perseverem, meus irmãos, por amor a Deus." E não podemos esquecer que o próprio apóstolo, o apóstolo Pedro, sofreu e perseverou até a morte. Então ele sabia do que estava falando e ele se dirige agora a escravos que padeciam porque tinham a difícil missão de lidar com senhores malvados. Para suportar isso, ele diz que o crente tem que levar em conta a sua consciência para com Deus. O cristão tem que praticar aquilo que é reto, conveniente e santo. E se a sua honestidade e descência gera tribulações, isso é aceitável e aprasível a Deus. Quem assim age não deixará de receber o seu galardão. Disse Jesus: "Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados vocês são quando, por minha causa os insultarem e os perseguirem e mentindo, disserem: "Todo mal contra vocês, alegrem-se e exultem, porque é grande a vossa recompensa nos céus". Meus irmãos, a Bíblia não ensina que o crente deve desejar e nem buscar o sofrimento. Glamurização do sofrimento é uma loucura de homens radicais, fanáticos e insensatos. Ninguém tem mérito nenhum se viver a se buscar sofrer ou se vier a sofrer por causa de atos condenáveis. Agora, se o sofrimento ocorre em razão da nossa fé, se esse sofrimento glorifica a Deus, se nós formos algum dia desprezados, insultados, caluniados por causa de Cristo, isso é glorioso. Se um escravo daqueles dias fosse penalizado por causa das suas convicções firmadas em Deus, aí sim teremos um, teríamos um elemento diferenciado que faz a tristeza ser vista de uma outra forma no céu e na terra. Então, irmãos, Pedro não está dizendo que a injustiça é boa ou que devemos combater ou que não devemos melhor combater a injustiça com as armas que dispomos. Ele está dizendo sim que existe graça de Deus sustentando aquele que sofre por fazer o bem. Se você sofre por fazer o bem, existe graça de Deus com você. Onde o mal parece abundante, a graça se mostra super abundante. Essa é a beleza do evangelho. No mundo inteiro, as pessoas estão perguntando: "Como eu posso escapar do sofrimento?" Enquanto isso, Pedro nos pergunta: Como vocês glorificarão a Deus e irão perseverar no sofrimento? Essa é a pergunta. Nem sempre a gente vai conseguir escapar de dor. A questão é como é que eu posso servir a Deus melhor e como é que eu posso perseverar e agir como crente na dor? Na primeira forma de perguntar, você demonstra preocupação apenas consigo mesmo. Na segunda forma de perguntar, o seu foco passa a ser o Senhor. A pergunta do servo cristão não é se o chefe merece respeito. A pergunta do servo cristão é se Deus merece obediência. Porque a motivação do serviço cristão não nasce das qualificações do ser humano que nos lidera. A motivação do serviço cristão nasce da confiança na soberania de Deus e como ele conduz todas as coisas. Veja só, uma das maiores demonstrações de amor por parte de alguém que verdadeiramente ama é manter-se fiel mesmo diante de grandes provas. É fácil de provar isso. Se você ama sua esposa, se você ama seu marido, se você ama seu filho, se você ama seus pais, se você ama seus irmãos, se você ama seus amigos, você se sacrifica por eles. Você se sacrifica e faz isso de bom grado. Do mesmo modo, se você ama Deus, você demonstra isso mantendo a sua fidelidade a ele, mesmo exposto a maldades ou falhas de quem quer que seja. Você não justifica um mau procedimento por causa de uma má pessoa. Os escravos crentes não poderiam dizer: "Eu agi mal por causa do meu Senhor mal". Você não responde pelos maus. Você responde por você mesmo. Você não pode mudar a ação de terceiros. Você só pode controlar as suas próprias ações diante de Deus e com a graça de Deus. Você mantém o seu foco naquele que sofreu e morreu por você. E você valoriza isso muito acima de qualquer outra coisa. Meus irmãos, nenhum de nós pretende sofrer à toa. Nem todo sofrimento também pode ser classificado como perseguição. Mas todo cristão deveria ser um servente que pega no batente sem medo. Todo cristão deveria pensar no sofrimento injusto como uma oportunidade para demonstrar que a nossa esperança está em Deus e não nas circunstâncias e não nos homens. Todo cristão deveria estar disposto a dar bom testemunho, mesmo nos dias mais difíceis e desafiadores. Se o indivíduo perdeu o emprego por ter sido mau funcionário, por ter desrespeitado seus superiores, por ter buscado vantagem indevida na firma, o sofrimento dele é inglório porque decorre de uma má conduta. A palavra de consolo para Pedro não serve nessas hipóteses. Porém, há casos em que nós podemos ser verbalmente agredidos, talvez punidos, temitidos, por sermos éticos, por nos recusarmos a participar de falcatruas, por não querermos aderir a um ato sórdido para essas pessoas. O que Pedro diz faz sentido. Ele mostra que vale a pena fazer o que é certo e pagar o preço por isso com paciência. Então, a questão chave aqui é que nós devemos nos submeter aos nossos empregadores ou senhores por motivo da nossa consciência para com Deus. Mas assim como nós já falamos em termos da autoridade dos magistrados, aqui está o limite da nossa sujeição. Nós nos preocupamos primeiramente em agradar a Deus e entendemos que quando nos sujeitamos aos nossos superiores, é a Deus que estamos servindo. E esse objetivo maior não pode ser contrariado nunca. Todavia, se um dia tivermos que ser oprimidos por fazer o que agrada a Deus, vamos suportar esse julgo. Sempre que possível, trabalharei pelo meu pão, dignificarei o nome de Cristo, orarei pelos que me perseguem, terei paciência em meio às provações. Como crente, eu me sujeito aos meus senhores, mas eu me sujeito ainda mais ao Senhor dos senhores, o Senhor dos grandes e dos pequenos, dos poderosos e dos fracos, aquele diante de quem todos comparecerão para dar conta das suas próprias obras, quer sejam elas boas, quer sejam elas, mas é a Deus que todos vão responder. E você não vai responder por aquele que praticou maldade, por aquele que te colocou numa circunstância difícil, mas você vai responder pelo que você fez, pela reação que você teve, pelos seus sentimentos e ressentimentos ou pela forma como você se comportou. Em segundo lugar, meus irmãos, o servo deve se submeter ao Senhor por causa do exemplo deixado por Jesus Cristo. Essa é a segunda razão pela qual nós devemos nos submeter aos nossos senhores. O exemplo deixado pelo Senhor Jesus Cristo. De novo, como um cristão deve responder quando sofre injustamente? Pedro não oferece uma técnica. Ele não diz assim: "Respira fundo e conta até 10". Pedro não oferece uma estratégia. Pedro não oferece uma lista complexa. Pedro oferece uma pessoa e essa pessoa é o Cristo crucificado. Veja que para nós, então, Jesus não é uma ideia abstrata, Jesus não é uma esperança vazia. Jesus não é uma ideologia vã. O Cristo crucificado é a resposta para o sofrimento humano. O Cristo crucificado é a resposta para as injustiças perpetradas contra nós. O Cristo crucificado é um protótipo para as nossas ações e reações. Aliás, há um aspecto, irmãos, que torna a mensagem da cruz ainda mais extraordinária. Porque aqui Pedro recomenda que estejamos sujeitos a pessoas que de uma forma ou de outra estão em uma hierarquia superior à nossa. Correto? É disso que ele tá falando. Mas com Jesus, e a comparação agora é com o que Jesus fez. com Jesus. A coisa é impressionante, porque ninguém nesse mundo era maior do que ele. Entretanto, na economia da obra redentora, ao se sujeitar ao Pai para salvar pecadores, Jesus aceitou ser escarnecido pelas mãos de homens terríveis que o esbofetearam, que o perfuraram, que o açoitaram, que rasgaram as suas roupas. Jesus foi julgado por homens injustos e aceitou aquela sentença, aquele julgamento. Isso significa que o que Pedro está pedindo aos irmãos é muito menos do que o que Jesus suportou. Porque com Jesus nós temos um caso único, não de um servo que se submete a senhores maus. Mas nós temos o caso do Senhor máximo do universo, que se submete a pequenos e infelizes homenzinhos tortos que nem sabiam o que estavam fazendo, nem tinham ideia diante de quem eles estavam, filho de Deus. Há um livro chamado O Refúgio Secreto, escrito por uma cristã holandesa, cuja família se arriscava abrigando judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Ela sobreviveu, deixou os seus registros. A família dessa irmã foi capturada, levada para um campo de concentração e a obra inteira ali traz relatos pesados do sofrimento que eles enfrentavam. Ela narra as mortes, as torturas, tudo muito odioso. Mas dentre tantos relatos chocantes, a maneira como a autora insere o evangelho em um desses episódios é tão belo quanto emocionante. Ela conta que em uma sexta-feira na Alemanha, um dia muito frio, as prisioneiras tinham que se deslocar. despidas sob o pretexto de fazerem exames médicos e elas precisavam passar por duas fileiras de homens maus guardas que sorriam zombeteiramente. Ela descreve os corpos magros com ossos que despontavam uma humilhação sem fim, um horror. E nisso ela leu na Bíblia que Cristo foi crucificado nu. Ela registra que nunca tinha pensado nisso, porque os quadros, os crucifixos sempre apresentam Jesus coberto de tecidos, mas ela se deu conta ao refletir naquele dia de que aquilo era uma pura reverência do artista. parou, pensou, voltou no tempo e se lembrou de uma outra sexta-feira. Raciocinou que naquela sexta-feira de muitos anos atrás, em que o Salvador morreu, houve humilhação e não houve reverência alguma. Foi quando ela disse paraa sua irmã que estava do lado passando pelas mesmas dores, ela disse: "Eli, tiraram a roupa de Jesus também". E a sua irmã respondeu: "É verdade". E eu nunca agradeci a ele por isso. Para isso mesmo vocês foram chamados, pois que também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando exemplo para que vocês sigam os seus passos. Ele não cometeu pecado, nem foi encontrado engano na sua boca. Pois ele quando insultado não revidava com insultos, quando maltratado não fazia ameaças, mas se entregava aquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. Pelas feridas dele vocês foram sarados. Meus irmãos, o que Pedro faz agora é apontar para Cristo como nosso referencial maior, como nosso grande modelo frente ao fato de que nós devemos nos sujeitar a eventuais comandantes e frente ao fato de que algumas vezes sofreremos injustamente. A palavra grega traduzida, por exemplo, que é a palavra que ele usa aqui para dizer que Jesus nos deixou exemplo, é a palavra hipogramos. E ela é muito interessante porque era utilizada no ambiente educacional na cultura greco-romana. Quando uma criança estava aprendendo a escrever, o professor ou mestre criava um contorno de letras em uma tábua de cera ou papiro. A criança então pegava um estilete e ela ia cobrindo letra por letra, seguindo cuidadosamente cada traço, cada contorno. algo parecido com o que talvez os mais antigos aqui praticaram, os chamados cadernos de caligrafia, que eu nem sei se existem mais ainda, mas que eram cadernos que já vinham com folhas, contendo frases e letras bem demarcadas ou pontilhadas que a criança tinha que cobrir para ir aprendendo a escrever, para naturalizar a escrita. Inclusive, eh, me lembro de uma expressão que, aliás, eu nunca mais ouvi, né? E os os professores falavam assim: "Você precisa decalcar, decalcar as letras ou decalcar o desenho era colocar uma folha fina por cima e fazer ali os mesmos contornos, simplesmente seguir os contornos." Irmãos, a ideia é poderosa aqui. O que Pedro está dizendo é: Cristo desenhou as linhas. Cristo desenhou as linhas e nós seguimos o traçado. Cristo deixou o molde. Agora a nossa vida deve ser encaixada nesse modelo santo. Nós não temos que criar um modelo diferente. Quando uma criança aprende a escrever, ela não cria as letras, ela apenas segue o traçado que alguém mais experiente deixou. Da mesma forma, quando experimentamos rejeição, injustiça, sofrimento por Cristo, nós não precisamos inventar uma resposta nova. Jesus já desenhou as linhas. A nossa responsabilidade é colocar a vida sobre o traçado do evangelho e seguir o modelo do nosso Senhor. Ele do que ninguém sabe o que é sofrer. Nada do que nós venhamos a padecer nesse mundo é estranho para Deus. Se você está sofrendo na sua vida, tente pensar no seguinte: o nosso Senhor já passou por esse lugar e já deixou as suas pegadas. Quando o cristão sofre injustamente, ele encontra diante de si as linhas traçadas por Cristo. O discípulo não está só. Ele não está entrando em um território desconhecido. Jesus, meus irmãos, não abandona os seus seguidores no buraco escuro da angústia. humana. Quando a alma geme, Jesus foi ao Calvário, gemeu e caminhou ali antes de nós. Cada vez que o sofrimento bate à nossa porta, o Senhor caminha pelo mesmo lugar, não para sofrer novamente, mas agora para nos fazer companhia no vale da dor, para nos dar força, para nos sustentar na caminhada pelas regiões sombrias que ele bem conhece. Ele caminha conosco em nosso sofrimento para nos dar a vitória final que ele também já conquistou antes de nós. Portanto, não temos conosco alguém que sofreu de um modo semelhante para mostrar uma mera empatia ou para nos dar palavras de otimismo e de incentivo. Mas nós temos conosco alguém que morreu e triunfou para nos fazer triunfar. é muito diferente. Não temos sumo sacerdote que não se compadeça das nossas fraquezas. Pelo contrário, ele foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. E então nós somos encorajados a nos aproximar do trono da graça com confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos socorro no momento oportuno. Mas você também precisa prestar atenção. Há um elemento muito importante aqui. Por favor, observem um detalhe precioso no verso 21. Cristo sofreu no lugar de vocês. Deixando exemplo, Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando exemplo. Vejam como a frase está construída. Primeiro vem a morte substitutiva e só depois vem o exemplo deixado para seguirmos. Você não é salvo por imitar Jesus. Você é salvo porque Cristo morreu no seu lugar. Uma vez que Cristo morreu no seu lugar, você é instado a praticar o que ele praticou. Então, quando Pedro ensina que devemos imitar Jesus em seu procedimento, ele não está ensinando uma mera imitação moral. Pessoas incrédulas é que olham para Jesus como se ele fosse apenas um homem admirável. Para nós, Jesus é bem mais do que um homem admirável. Ele é o nosso salvador antes de ser o nosso exemplo. Ele não morreu apenas porque ele era íntegro em um mundo cheio de injustiças. Ele morreu por causa do nosso pecado e por causa da nossa injustiça. Ele é o justo que se tornou o nosso justificador. Então, não é como se o apóstolo dissesse: "Imitem o que Jesus fez. Vamos, imitem o que Jesus fez e vocês vão agradar a Deus. Porque se fosse isso, o ensino do evangelho agora estaria manchado por uma lógica moralista." Não, ninguém será salvo porque imitou Jesus. Você nem é capaz de fazer isso. Mas porque Jesus morreu em nosso lugar, não existe ninguém que seja salvo, que imediatamente não se comprometa em seguir os passos do nosso Salvador. Imitá-lo no sofrimento e em qualquer outra coisa não é o motivo da nossa salvação, mas é o desdobramento da nossa relação pessoal com ele. é a prova de que somos verdadeiramente dele. Jesus não apenas nos inspira a viver, não. Jesus nos substitui e nos salva. O verso 24 afirma que Cristo carregou sobre o seu corpo os nossos pecados. Estão vendo, irmãos? para escravos que carregavam no corpo as chagas, as feridas, os açoites. Pedro diz: "Jesus carregou sobre o corpo dele, sobre o seu lombo, os nossos pecados. Jesus recebeu sobre as suas costas o peso da justiça, do da ira de Deus, de um Deus santo. Para nós, meus irmãos, é é é esse é o efeito. Pedro diz: "Para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. A vida de Jesus precisou ser ceifada para que a nossa vida pudesse ser consertada. Cristo precisou carregar os nossos pecados para que agora nós pudéssemos com alegria carregar a justiça dele. Olhem o que Cristo fez e enfrentou. Ele não pecou, ele não enganou, ele não revidou, ele não fez ameaças. Apesar desse procedimento literalmente impecável, ele foi ultrajado, ele foi maltratado e ele sofreu. Mas há duas coisas que marcam o sofrimento de Cristo, irmãos. Uma, ele sofreu como parte da sua vocação ministerial para nos salvar e santificar. Duas. Ele sofreu considerando que Deus é o juiz supremo, pois se entregava aquele que julga retamente. Alguém pode perguntar: "Pastor, como que um crente deve proceder quando ele está em uma situação de vulnerabilidade e for atacado, caluniado, zombado quando ele perceber que tem sido vítima do escarnio, da intolerância, da artimanha de alguém?" Meus irmãos, ainda que existam em nosso contexto providências que podem ser tomadas, a essência aqui, a essência do cristão é refletir o padrão de Cristo. Não peque, não engane, não revide o insulto. Veja o que é cabível fazer, sobretudo, porém, confie no que Deus vai fazer. Isso é o oposto do que o mundo apregoa. Tem algo ainda mais belo aqui. Vejam, Jesus não rogou a ira de Deus sobre os seus inimigos. Na verdade, ele morreu por muitos dos seus ofensores. Ele também não murmurou. Deus era o perfeito juiz nas mãos de quem ele se entregava e diante de quem os seus algozes responderiam. Cristo não se submeteu por ter sido obrigado, mas porque ele sabia que essa era a vontade de Deus. Ele se submeteu, mesmo tendo o poder de reagir ferozmente. E ele se submeteu para cumprir o seu ministério redentor. O que talvez, meus irmãos, ainda não tenhamos percebido é que o chamado para o sacrifício também é nosso. John Macarto Júnior dizia que nós não somos chamados para a autorrealização, nós somos chamados para o autosacrifício. Às vezes, em nosso viver, expressamos que queremos servir Jesus, mas apenas até o limite em que isso nos for confortável ou conveniente. Me lembro do episódio em que os discípulos disputavam entre eles quem seria o maior no reino dos céus. E pouco depois, Tiago e João também rogaram para que eles se assentassem uma direita e outra esquerda do Senhor no seu reino. Vocês lembram como é que Jesus os arguiu? Ele disse: "Vocês podem beber o cálice que eu bebo ou receber o batismo com que eu sou batizado?" E os apóstolos, sem entender, responderam que sim. E Jesus respondeu: "Vocês beberão o cálice que eu bebo e vocês receberão o batismo com o que eu sou batizado. Ou seja, vocês sofrerão a semelhança do que eu sofrerei." Ao final desse revelador diálogo, Jesus ressaltou que quem quisesse ser o primeiro entre eles deveria estar pronto a servir a todos, pois o próprio filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. Meus irmãos, tem muita gente, muita gente agindo como Tiago e João naquele dia. Tem muita gente querendo sentar no lugar de honra e pouca gente querendo servir. Tem muita gente colocando 1 milhão de impecílios e uma lista enorme de requisitos para fazer o mínimo. Tem muita gente que precisa olhar mais para Jesus e menos para si mesmo, porque o servo não é maior do que o Senhor. Jesus agiu como escravo do lar. Sabe, por exemplo, quando Jesus agiu como escravo do lar, quando ele lavou os pés dos discípulos. Aquilo era o serviço do escravo doméstico. Nós também devemos servir uns aos outros. Jesus foi desprezado pelo mundo, nós também seremos. Jesus foi perseguido, nós também seremos. Jesus padeceu apenas por ser justo, faz parte do nosso chamado padecer por ele, sem esquecer que há um Deus no céu que julgará retamente todas as coisas. Os injustos dessa terra também devem saber que não passarão impunes diante daquele que a tudo vê. O homicida Caim achou que ninguém tinha visto o que ele fez, mas Deus o encontrou no caminho e disse: "A voz do sangue do seu irmão clama da terra a mim. Eu vi o que você fez." Tiago diz aos senhores desonestos lá na sua epístola aqui, "O salário dos trabalhadores que fizeram a colheita nos seus campos e que foi retido com fraude está clamando e o clamor que eles fizeram chegou aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Cristo é o Senhor que se fez servo por amor de nós, que exaltado está acima de todos para julgar a todos. Ele deixou o exemplo de humildade, de paciência, de resignação, de obediência, de interesse por Deus e pelos outros. E tudo isso sem praguejar, sem retaliar, sem se desesperar, confiando no propósito de Deus. Então, irmãos, sigamos o seu exemplo. Nos sujeitemos a quem é de direito. Sejamos fiéis a Jesus, sabendo que ele conhece as nossas fraquezas e pode nos ajudar nas nossas tribulações. A submissão aos senhores terrenos é também um modo de nós nos aperfeiçoarmos em Cristo. Por último, e eu vou me deter menos nesse ponto, mas ele é importante. O servo de Deus deve se submeter ao Senhor por causa da sua conversão. Por causa da sua conversão a Cristo. O verso 25 assim nos diz: "Porque vocês estavam desgarrados como ovelhas, agora, porém, se converteram ao pastor e bispo da alma de vocês." Já vimos aqui que Cristo é o substituto do cristão. Depois vimos que Cristo é o modelo do cristão. Agora nós vemos que Cristo é o pastor do cristão. Pastor e bispo não fazem referência a dois ofícios distintos na Bíblia, tanto que essas palavras são intercambiáveis. Mas o termo pastor enfatiza alguém que cuida da alma. O termo bispo enfatiza alguém que supervisiona os fiéis. É exatamente isso que Jesus faz. Ele trata o nosso coração, sara as feridas abertas pelo pecado e pelas injustiças. E ele também lidera o seu rebanho com palavras sábias e com o seu exemplo maravilhoso. Primeiramente, o que podemos verificar, irmãos, é que Pedro traz a memória dos seus leitores a passagem de Isaías 53. Lembram? Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas e cada um se desviava pelo caminho. O que está descrito ali naquela profecia é o período anterior à nossa conversão, quando ainda estávamos perdidos no mundo, quando éramos pagãos em nossos corações, quando nos afastávamos de Deus dando vazão aos nossos mais tenebrosos pecados. Essa era a nossa condição que justificava toda conduta rebelde, insana, imprudente, insubmissa. Mas um certo pastor nos achou perdidos, desolados, solitários, amargurados, escravizados, céticos. E ele nos redirecionou por outro caminho. Isso é maravilhoso, irmãos. O evangelho não apenas nos reconcilia com Deus. O evangelho nos transforma em trabalhadores ativos do reino. O evangelho quebra o nosso coração, não para desejarmos ser senhores sobre Deus ou sobre os outros, mas o evangelho quebra o nosso coração para desejarmos ser servos de Deus e dos outros. O sofrimento de Cristo não apenas nos proporciona perdão. O sofrimento de Cristo nos traz de volta ao nosso lugar, nos traz de volta ao pastor de quem nós nos havíamos desviados. Um pastor a quem Pedro chama no capítulo 5 de supremo pastor. Alguém que deu testemunho de si mesmo, dizendo: "Eu sou o bom pastor e o bom pastor dá a vida pelas ovelhas". Foi a esse pastor que nós fomos convertidos. Conversão significa se voltar numa mudança de trajetória. Agora nós nos convertemos, nós somos crentes, nós temos um mestre, nós temos um rumo, nós temos um caminho novo, diferente daquele que nos afastava de Deus. Ele mudou o nosso caráter, ele nos deu um novo estilo de vida. O fato de Jesus ser agora o nosso pastor nos consola, nos dá segurança e nos responsabiliza. Nos consola porque ele cuida de nós como suas ovelhas. Em meio à dor, ao sofrimento, à injustiças, aos malfeitores, o Senhor Jesus nos pastoreia, revela o seu amor, dispensa o seu cuidado, nos envolve nos seus braços ternos e compassivos. Ele é o nosso pastor. E isso também nos dá segurança, porque antes vivíamos tensos. Não tínhamos direção, não sabíamos como lidar com as nossas dúvidas, conflitos, não sabíamos a quem recorrer, onde encontrar a verdade, a salvação, mas agora estamos seguros. Ele é o pastor das nossas almas, ele é o guia que nos conduz. E por fim, estas coisas nos responsabilizam na medida em que entendemos que ter Cristo como pastor é estar disposto a ouvir a sua voz. Ter Cristo como pastor é estar disposto a obedecer a sua vontade, é aceitar as suas diretrizes. É ao Senhor que nós servimos, irmãos, em última instância. É com ele o nosso compromisso maior. A nossa conversão nos responsabiliza diante dele. Por isso, como empregado, patrão, funcionário, colaborador, como irmãos em Cristo, devemos fazer o nosso melhor, porque trabalhamos para o Senhor. Trabalhamos para o Senhor Supremo. Servimos ao pastor e bispo das nossas almas. Meus irmãos, a Bíblia ensina que é preciso nos sujeitarmos respeitosamente aos que nos chefiam por causa da nossa consciência com Deus, por causa do exemplo dado por Jesus e por causa da nossa conversão ao pastor eterno. Mas quando não formos bem tratados ou quando sofrermos injustamente nesse mundo, quero propor para você, primeiro olhe para trás. Olhe para trás e veja a cruz. Olhe para cima e veja o justo juiz. Olhe paraa frente e veja o pastor que dirige a nossa vida. Os serventes que pegam no batente trabalham debaixo dos olhos de Deus. trabalham seguindo os passos de Cristo, trabalham sustentados pela graça do evangelho. Que Deus nos ajude, irmãos, a servi-lo e que ao servi-lo sejamos bem-sucedidos, prestando serviço aos outros. Vamos orar. Pai amado, nós somos teus servos. Só isso nos basta, nos alegra. Só em saber que antes servíamos aos nossos pecados, aos nossos corações corrompidos. E agora servimos ao Senhor transcendente, mesmo quando enfrentamos batalhas aqui ou quando estamos diante de pessoas cruéis, mesmo quando somos assaltados, atacados, invadidos, mesmo quando sofremos desprezo nesse mundo, a lembrança de que nós somos servos do Deus altíssimo, nos consola e nos dá esperança. nos ajude a sermos íntegros num mundo cheio de pecados, a te servir e a fazer diferença, a fim de darmos testemunho do que o Senhor fez por nós. Nos envolva nos teus braços de amor, nos teus braços de pastor. Orienta-nos com a tua palavra cada dia. Dá-nos o temor do teu nome. E temamos muito mais o Senhor do que circunstâncias ou homens em Cristo Jesus, nosso Salvador. Amém. Vamos ficar de pé, irmãos. Vamos cantar para a glória de Deus e aqueles que estão preparados podem trazer e depositar no gasofilácio seus dízimos e ofertas. Vem a Jesus, ó aflito, vem abatido e provar. Nele a consolo o perfeito amor. Vem, descanse em sua paz. Ó bondade, bondade de Cristo satisfaz. Ele é tudo para mim. Aconteça o que for, sempre vou descansar na bondade de Cristo. Em encontre plena alegria que jamais o mundo dará. Prove a água viva sede nunca mais. Vem descanse em sua paz. A vontade, vontade de Cristo satisfaz. Ele é tudo para mim. Aconteça o que for, sempre vou descansar da vontade de Cristo. Tem pois em Jesus a esperança. Ele é tudo que nos prometeu. Graça transbordante flui do Salvador. Vem descanse em sua paz. Ó vontade, vontade de Cristo satisfaz. Ele é tudo para mim. Aconteça o que for, sempre vou descansar na vontade de Cristo. Ó bondade, bondade de Cristo, satisfaz é tudo para mim. Aconteça o que for, sempre vou descansar na vontade de Cristo. Aconteça o que for, sempre vou descansar na bondade de Cristo. Vamos orar. Ó Deus bendito, receba nossas ofertas trazidas em obediência à aquilo que o Senhor pede. E também, ó Deus, além da obediência, somos gratos, porque o que o Senhor fez vai muito além do que podemos pagar ou fazer e de volta algo que o Senhor fez de forma plena. Portanto, receba, ó Pai, como testemunho da nossa obediência e da nossa generosidade e multiplique, ó Deus, como só tu sabes fazer. fazer com que o pouco se transforme em muito, fazer com que o dinheiro que em si mesmo não tem nenhum valor possa ser transformado em algo de valor eterno, que é o teu reino, que é a tua casa e a tua causa que nós levamos aqui neste lugar. Por todas essas coisas, ó Deus, não temos como fazer se não fosse a tua boa mão, agindo em nossa vida, agindo, ó Deus, em nosso trabalho. E é por isso que temos a alegria e a condição de chegar hoje aqui, ó Deus, e depositarmos neste gasofilácio as nossas contribuições. E agora, irmãos, que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus, o Pai e a comunhão bendita do Espírito Santo repouse sobre cada um de nós hoje e para todo sempre. Amém. Os irmãos podem se assentar. Vamos ouvir o pós-lude. Muito bem, meus irmãos. A, nosso culto está encerrado. Algumas pessoas nos visitam hoje, foram identificadas pela nossa equipe. E nós temos aqui hoje a o Adriano. O Adriano está com a sua esposa Criselen e o filho Levi Guilherme. Onde estão vocês, essa família? Ah, estão lá atrás. Sejam bem-vindos. Recebo os cumprimentos aí do diácono Kend. Nós temos também o Eldes com a esposa e filha Cíntia e Raquel. Onde estão vocês entre nós? Ah, estão ali também. Sejam bem-vindos. Obrigado pela visita. Recebo os cumprimentos aí da Ângela. Muito bem. Alguns avisos, irmãos, para o nosso expediente de hoje. Então, nós que estão nos visitando, essa é uma dinâmica. Agora, assim que encerrarmos aqui, nós vamos dividir em salas ah que nós chamamos de escola dominical. Então, aqui no templo funcionará uma sala eh de Bíblia no salão social, depois que essas portas se fecham, uma sala modular hoje tratando de teologia prática. E aí no terceiro andar, ao sair aqui à sua direita, nós temos essas salas de novos membros, ensino médio, jovens e eh essas demais salas funcionando todas, né, normalmente. E no primeiro andar você tem a sala das crianças que vai desde 7 até a os 11 anos, 10 anos. Então, eh, ao chegar ali, você terá pessoas que podem te ajudar a escolher e indicar o seu filho para a melhor sala. Irmãos, eh, o fazis tem esse coral e eles ensaiam para que eh consigam cantar nos hospitais. Quem já participou disso sabe o quanto que isso é importante, especialmente se você já esteve eh hospitalizado e na rotina monótona do hospital você ouvir um coral cantando é algo bastante gratificante. Então, se você quer fazer parte dessa equipe, hoje terá um ensaio e no domingo que vem novamente, tá? E aí vocês então a apresentarão no hospital. Então, se você quiser participar desse grupo, né, que canta nos hospitais, vai cantar no hospital do servidor, então procure a Érica e o Henrique, tá? Então, eh, quem já sabe o que é, já sabe do que se trata, mas se você não sabe o que é, não sabe do que se trata, pode procurar então a Érica e o Henrique. A Érica tá aqui. Levante aí, Érica, o pessoal saber quem é. Vir, então essa é a Érica. O Henrique tá aqui, não, né? Então vai ser você mesmo, Érica. Então, quem quiser saber alguma coisa, procure a Érica e ela vai te dar mais informações sobre isso aí, tá bom, irmãos? A, o pastor Previde nessa semana volta a dar continuidade, né, neste estudo aos homens e tratando do credo apostólico. Então, quinta-feira, 17, 19:30, eh, os homens se reúnem aqui para esse estudo para comunhão e é uma oportunidade boa. Então, venham, homens, né, participe. tem sido um momento bastante gratificante e nessa ocasião então reverendo Previd vai dar continuidade, né, a essa discussão, essa palestra sobre o credo apostólico. Plenária também da SAF, se é plenária, é convocação, não é convite, tá? Então as sócias estão, sintam-se convocadas, tá? é dia 13 de junho às 15 horas aqui na igreja para uma plenária. E o Viver mais e Melhor dia 20 de junho, nessa ocasião, eles vão falar uma palestra sobre alimentação, né, e suplementos. Então, é um evento gratuito, eh, será aqui na igreja, tá, às 9 horas da manhã, começa é no dia 20, é um sábado, tá? Então, novamente, quem já sabe do que se trata, né, simplesmente eh participe. Se você foi lembrado disso, aproveite a ocasião, irmãos, para convidar outras pessoas. Se você tem um idoso em casa e olha, idoso gosta de sair de casa, né? Eh, mas às vezes por causa de mobilidade ele não consegue. Então, aí está a oportunidade para você ajudar alguém pelo menos uma vez, tá? no mês, sair de casa e vir participar de uma programação como essa, que é voltada para eles, tá certo? Então, dia 20 de junho, e esse é um aviso eh recorrente, né, mas para que nós nos lembremos disso. E também a Mocidade, né, estará mais um aí sobre aconselhamento bíblico, né, o Jonatas Miranda é colega nosso de trabalho lá no Jumper e ele é essa área de aconselhamento. Então, Mocidade vai estar lidando com isso. discipulado e aconselhamento na prática, como que isso funciona? Então, participe. Será também no dia 20 ah de junho, né, às 16:30 da manhã da da da tarde. Pulamos, irmãos. Isso aqui, olha só, presta atenção nesse aviso aqui. Ah, esse, eu não sei quantos sabe, mas nós temos um um grupo que é chamado Gerando Amor e eles preparam palestras para mães que estão grávidas ou com crianças até 2 anos, tá? Olha, quem já participou é grato até hoje, mas é que vai novamente mais uma rodada. Essa palestra será sobre saúde respiratória, tá? Então eles já agendaram com a Dra. Aline Novais e ela virá no dia 27 de junho às 9 horas da manhã. Por que se trata de mães com crianças pequenas ou mães grávidas? Isso tem que ser agendado com antecedência. Então, primeira coisa, se você conhece uma mãe grávida que não seja da igreja, é a oportunidade de você convidar para uma programação como essa. É uma programação que tem um tema, ele não é um tema diretamente, né, de pregação do evangelho, mas pode ser a porta por meio da qual essa pessoa se interesse ou conheça, né, a igreja de Santo Amaro e por causa disso comece a frequentar. Então, faz isso, é uma programação voltada para mães grávidas ou que já t filhos, mas é também uma ferramenta evangelística, tá certo? Então isso aqui vai pro WhatsApp de vocês. Então eh encaminhe para alguém do seu trabalho, da sua empresa, a parente que não seja crente para que venha, né, e ajude se for necessário, né, ficar com a criança pequena ou eh se não for o caso, né, ajudar trazendo a pessoa até aqui, tá bom? Então, 27 de junho, às 9 horas da manhã aqui na igreja. Eu acho que hoje é o último dia, né, da de eu da voluntários para participar aí, ajudar na escola bíblica de férias, né, que o IPS Aquilides vai fazer. Então esse QR code aparece na bem no grupo de WhatsApp com o link para você acessar e já falei, mas não custa repetir, todos os a os anúncios que aparecem aqui no telão, depois eles ficam aparecendo na TV grande ali no salão social, aí eles ficam repetindo. Então se você perder aí, não conseguiu colocar o celular, depois ele vai aparecer, né, de maneira repetida ali no salão social, tá bom? Então, inscreva-se, participe, ajude. Isso será uma oportunidade, né, para que você, acabamos de ouvir a mensagem do pastor Guilherme aí, então venha, ajude, faça alguma coisa e aí está a oportunidade. Olha, eu nem sei o que que tem que ser feito, mas quando eu vejo aqui a a escola bíblica funcionando, eu vejo que tem espaço para todo mundo trabalhar. Tá bom? E hoje, irmãos, eu vou falar sobre isso. Quem não vier, eu vou quebrar os dentes, tá bom? Eh, então eu vou começar novamente, né, retomar essa série, eh, nos Salmos, né? Então, eh, hoje o Salmo 58, essa frase, na verdade, ela está no salmo, é parte de um texto do salmo, tá bom? Eh, essa semana o reverendo Previde sai de férias, né, Previd? Então, e na na outra ele já não está aqui, então ele vai ter um período de férias aí. Serão duas semanas, duas semanas. Bom, então e tem uma po pode ser quer dar o aviso, irmãos. Só o reforço em relação ao encontro de casais. Eh, nós só temos agora 12 acomodações disponíveis, tá bom? Então isso está sendo bem administrado, gerido aí. Os irmãos Presbítero Junqueira e Lia estão recebendo as inscrições. Se você ainda não fez a sua, corra. Ainda há tempo, tá? Ainda há tempo. Se você tem alguma dificuldade mais extrema, tem eh dificuldade para arcar com os pagamentos, as parcelas, falem, falem conosco, nós procuraremos ali ajudar, encaixar você na medida do possível, olhando quais são as suas condições, tá bom? Então é isso, fiquem com Deus, >> irmãos. Antes de nos separarmos, eh, só atualizando, eh, quem tem o guia de pregação, às vezes pergunta: "Pastor, eu gostaria de fazer, mas eu só fico sabendo quando a pessoa vai pregar no no sábado ou eu queria saber na segunda-feira". Tem como, irmãos? Então, ah, aqui no Qcode que aparece no fundo, você vai ser conduzido para essa esse site e esse é site da igreja, tá bom? E nesse site, se você for lá, por exemplo, em agenda unificada, ali você vai no domingo, clique no domingo, por exemplo, aí e aí aparece quem vai pregar, tá vendo? Aí tem já a quem vai pregar a página do guia de pregação. Isso está aí já com antecedência, tá programado pro ano inteiro. Então você pode, se o pastor, se Cristo não vier antes ou o pastor morrer, o sermão vai ser pregado nesse dia, tá bom? Então essa é uma maneira de você saber como se preparar, né, para o sermão com antecedência. Essa é a ideia, tá certo? Então, é só uma maneira eh de lembrá-los de que isso é possível saber quem vai pregar na igreja, né, na data que você gostaria. Tenham todos, irmãos, uma boa escola dominical e que Deus nos traga aqui logo mais à noite.